sexta-feira, 8 de março de 2013

Domine , não se deixe dominar


mens_70

Foi num dezembro frio e de muita neve. Aliás, neve perfeita para andar de trenó. Por isso, mãe e filha se dirigiram morro acima. O morro estava cheio de gente. A Sra. Silvermann, uma jornalista famosa, e a filha de onze anos acharam um espaço perto de um homem alto e magro e de seu filho de 10 anos.
O garoto já estava deitado de barriga para baixo, esperando para ser empurrado. Vamos lá, papai! Vamos lá! O homem deu um forte empurrão no trenó e lá se foi o menino.
Mas não foi apenas o garoto que voou – o pai saiu correndo atrás dele a toda velocidade.
Vendo a cena, a jornalista pensou…Ele deve estar com medo que seu filho se choque contra alguém. Mas parece super-proteger o filho…
E ela mesma com a filha desceu o morro, em grande velocidade, a neve solta voando nos seus rostos.
O retorno até o alto era uma boa caminhada. Enquanto ambas subiam devagar, puxando o trenó, observaram que o homem estava empurrando seu filho, que ainda se encontrava no trenó.
Quando elas chegaram no topo do morro, o garoto já estava pronto para brincar novamente e gritava feliz: Vai, vai, vai, papai!
Outra vez o pai reuniu todas as suas energias para dar um grande empurrão no trenó, correu atrás dele morro abaixo e então, num grande esforço puxou o trenó e o menino de volta para cima novamente. Assim foi por mais de uma hora.
A Sra. Silvermann estava intrigada. Não era possível que aquele homem achasse que seu filho fosse bater em alguém. E ao menos na subida o menino poderia puxar o trenó. Mas o homem parecia não se cansar, não se importar com a folga do garoto. Ria, jovialmente e continuava no seu afazer.
Ela então lhe disse: você tem uma tremenda energia, hein?
O homem olhou para ela e sorriu, apontando para o filho e disse de forma natural:
Ele tem paralisia cerebral. Não pode andar…
A jornalista entendeu então, envergonhada, o significado daqueles momentos…
E o interessante é que tudo parecia tão alegre, tão normal, que a ela não ocorrera, por um minuto sequer, que o menino poderia ser deficiente.
Ainda que não soubesse o nome do homem, ela contou a história em sua coluna no jornal na semana seguinte. Pouco tempo depois, ela recebeu uma carta que dizia assim: “Cara Sra. Silverman, a energia que gastei, no morro, naquele dia, não é nada comparada ao que o meu filho faz todos os dias. Para mim, ele é um verdadeiro herói e algum dia espero ser metade do homem que ele já se tornou.”

Pense nisso…
A vida verdadeiramente tem a cor que pintamos.
Podemos viver cada momento, aproveitar cada acontecimento como uma grande e preciosa oportunidade de crescimento ou podemos sentar no meio do caminho, chorar e reclamar pelo que não temos, pelo que passamos, pelo que sofremos.
A escolha é nossa!
Ou temos uma vida de fé e de vitória, aproveitando cada detalhe e situação ou temos uma vida de lamentações e derrotas…
Sim porque a maior derrota não é o mal que nos sobrevêm por algum infortúnio, mas o mal que aceitamos e permitimos que nos domine, que nos controle e determine os nossos dias.

Você passa por um problema financeiro? Domine não se deixe dominar! Creia que, com esse doloroso aprendizado, você vai crescer e vai estar apto a conquistas ainda maiores…
Você passa por problemas sentimentais, familiares? A doença ou a morte bateram à sua porta? Domine não se deixe dominar!

Neste dia pense nisso, reflita e tome decisões para transformar a realidade que te cerca em bênção e não em maldição. Seja qual for a realidade, compete a você transformá-la em bênção ou maldição.

Pense nisso, lembre que todas as coisas ocorrem para o bem daqueles que crêem em Deus, viva essa realidade intensamente e seja feliz!

Por Deyse Melo

Versículo do dia

    Versículo do dia Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos se...