terça-feira, 5 de maio de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, n

2 Coríntios 4:6

Eyshila e Delino Marçal - Descanse o Seu Coração + Deus é Deus (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 06/05/2026 - Interrupções

 

Interrupções


Minha irmã e eu estávamos felizes com nossa viagem ao Taiwan. Havíamos comprado nossas passagens aéreas e reservados os quartos de hotel. Mas duas semanas antes da viagem, minha irmã descobriu que precisaria ficar em casa, em Singapura, para lidar com uma emergência. Ficamos decepcionadas por nossos planos terem sido interrompidos.
Os discípulos de Jesus o estavam acompanhando em uma missão urgente quando sua viagem foi interrompida (Marcos 5:21-42). A filha de Jairo, um líder da sinagoga, estava morrendo. O tempo era crucial e Jesus estava a caminho da casa de Jairo, quando repentinamente parou e disse: “…Quem me tocou nas vestes?” (v.30).
Os discípulos pareciam irritados pela pergunta e disseram : “…Vês que a multidão te aperta e dizes: Quem me tocou?” (v.31). Mas Jesus viu o acontecimento como uma oportunidade para ministrar a uma mulher em sofrimento. Sua doença a havia tornado cerimonialmente impura e incapaz de participar da vida em comunidade por 12 anos! (Levítico 15:25-27).
Enquanto Jesus falava com esta mulher, a filha de Jairo faleceu. Era tarde demais — ou pelo menos parecia. Mas o atraso permitiu que Jairo experimentasse um conhecimento ainda mais profundo de Jesus e de Seu poder — poder até mesmo sobre a morte!
Algumas vezes, nossa decepção pode ser desígnio de Deus.
—PFC

Leia: Marcos 5:21-34 

Examine: O conselho do Senhor dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações. —Salmo 33:11

Considere: Descubra o propósito de Deus na próxima inconveniência em seu caminho.



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O aquecimento global e as profecias do apocalipse

 



O futuro chegou e chegou desfraldando a bandeira do medo. O aquecimento global era um tema que circulava apenas nos meios acadêmicos; agora, ele é o assunto presente na imprensa, nas escolas, nas igrejas e nas ruas. O aquecimento global é um problema irremediável e irreversível. Não podemos mais neutralizar seus efeitos catastróficos; podemos, apenas, desacelerar seu avanço. As medidas para frear essa catástrofe são quase utópicas e os custos são elevadíssimos.

O aquecimento global é fruto da irresponsabilidade dos governantes e conseqüência da ganância insaciável que domina o mundo contemporâneo. Olhamos para a natureza não como mordomos, mas como exploradores. Deus constituiu o homem como mordomo da natureza e não como seu depredador. Tentamos tirar o máximo dela, sem dela cuidar. Despejamos milhões de toneladas de dióxido de carbono no ar todos os dias. As chaminés das grandes empresas ainda despejam sua mortífera poluição no ar, produzindo doença na população e aquecimento do planeta. Os nossos rios estão se transformando em feridas abertas, que em lugar de levar a vida por onde passam, transportam os sinais da morte. Nossas florestas são devastadas sem critério e sem fiscalização responsável. Estamos destruindo o nosso próprio habitat. Estamos exercendo uma administração criminosa e irresponsável, legando à futura geração um planeta doente, perigoso e nocivo à sobrevivência.

Segundo a projeção dos especialistas, o nosso planeta deve aquecer de três a cinco graus nos próximos quarenta anos. Isso produzirá o derretimento das camadas de gelo dos pólos, uma elevação das águas dos oceanos, em alguns lugares, em até quarenta centímetros e, consequentemente, uma inundação de muitas cidades costeiras. Além disso, esse aquecimento implica em desarranjos da natureza, desembocando em secas severas em alguns lugares e inundações imensas e catastróficas em outras.

A vida estará em risco no planeta. O caos parece irremediável. Esse fenômeno mundial está estreitamente ligado às profecias do Apocalipse. O apóstolo João fala de sete selos (Apocalipse 4-7), que são a dolorosa perseguição do mundo contra o povo de Deus. Depois, fala das sete trombetas (Apocalipse 8- 11) que são o juízo de Deus contra o mundo hostil. Essas trombetas são juízos de Deus que caem sobre a terra, os rios, os mares, os astros e os homens. Essas trombetas são juízos misturados com a misericórdia. Elas são uma espécie de urgente e veemente chamado de Deus ao arrependimento. O sol vai aquecer e os homens serão atormentados pelo calor. Os rios e os mares serão portadores de morte e não de vida. A terra será assolada e os homens atormentados. Por não se arrependerem com o sonido das trombetas, eles sofrerão o juízo completo e final com o derramamento das taças da ira de Deus (Apocalipse 15-16).

Precisamos ter os olhos abertos para vermos as contorções da natureza não apenas como fenômenos naturais ou catástrofes desastrosas, mas como trombetas de Deus chamando os homens ao arrependimento. Deus deixa o homem colher o que semeia, mas no mesmo ato da sua disciplina, abre-lhe a porta da graça.



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


Ordena os meus passos na tua palavra, e não se apodere de mim iniquidade alguma.

Salmos 119:133

Eyshila e Marcus Salles - Fala Comigo + Estamos de Pé (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 05/05/2026 - Lágrimas de gratidão

Lágrimas de gratidão




No culto de ceia ao qual minha esposa e eu fomos, a congregação foi convidada para ir à frente para receber o pão e o cálice de um dos pastores ou diáconos. Eles falaram a cada um sobre o sacrifício de Jesus por nós. Foi uma experiência comovente durante o que frequentemente pode se tornar apenas rotina. Após voltarmos aos nossos lugares, assisti a outros que lenta e silenciosamente retornavam a seus assentos. Foi surpreendente ver quantos deles tinham lágrimas em seus olhos. No meu caso, e no de outros com quem conversei depois, eram lágrimas de gratidão.
O motivo das lágrimas de gratidão se encontra na própria razão da mesa da ceia. Paulo, após instruir a igreja em Corinto sobre o significado de uma ceia memorial, pontuou seus comentários com as seguintes palavras poderosas: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Coríntios 11:26). Com os elementos da ceia destacando diretamente para a cruz e para o sacrifício de Cristo em nosso favor, aquele culto se tratava de muito mais do que de um ritual — tratava-se de Cristo. Seu amor. Seu sacrifício. Sua cruz. Por nós.
Como palavras são inadequadas para transmitir o extraordinário valor de Cristo! Às vezes, lágrimas de gratidão comunicam o que palavras não podem expressar por completo.
—WEC


Leia: 1 Coríntios 11:23-32

Examine: …anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. —1 Coríntios 11:26

Considere: O amor de Cristo demonstrado por nós na cruz é maior do que palavras jamais poderiam expressar.

Jesus voltará, você está preparado?


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O evangelista Marcos faz uma abordagem clara acerca da segunda vinda de Cristo, alertando-nos para a necessidade imperativa de estarmos preparados para aquele grande Dia. Quatro verdades serão aqui abordadas:

1. A segunda vinda de Cristo será precedida por grandes convulsões cósmicas 

– No seu sermão profético, Jesus afirmou: “Mas, naqueles dias, após a referida tribulação, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados” (Mc 13.24,25). A segunda vinda de Cristo será precedida por grandes convulsões naturais. Tudo aquilo que é firme e sólido no universo estará abalado. As colunas do universo estarão bambas e o universo inteiro estará cambaleando. O abalo do mundo traz o juiz. O apóstolo Pedro descreve essa cena assim: “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (2Pe 3.10).

2. A segunda vinda de Cristo será visível 

– Ainda o evangelista Marcos prossegue: “Então, verão o Filho do homem vir nas nuvens, com grande poder e glória” (Mc 13.26). A segunda vinda de Cristo será pessoal, visível e pública. Todo o olho o verá (Ap 1.7). Depois que o telhado do mundo tiver sido abalado e retirado, as pessoas olharão fixamente como que para um buraco negro. Aqui as nuvens não ocultam como a nuvem de Marcos 9.7; antes revelam “grande poder e glória”. Na sua primeira vinda, muitas pessoas não o reconheceram. Mas na sua segunda vinda, todos o verão. Ninguém precisará primeiro apresentá-lo, falar ou fazê-lo conhecido. Isso será uma forma de juízo para o mundo que não quis ouvi-lo.

3. A segunda vinda de Cristo será gloriosa 

– O evangelista Marcos diz que a segunda vinda de Cristo será “… com grande poder e glória” (Mc 13.26). Não haverá arrebatamento secreto e só depois uma vinda visível. Sua vinda é única, poderosa e gloriosa. Jesus aparecerá no céu. Ele virá acompanhado de um séqüito celestial. Virá do céu ao soar da trombeta de Deus. Ele descerá nas nuvens, acompanhado de seus santos anjos e dos remidos glorificados. Ele virá com grande esplendor. Todos os povos que o rejeitaram vão lamentar. Aquele será um dia de trevas e não de luz para eles. Será o dia do juízo, onde sofrerão penalidades de eterna destruição. As tribos da terra conscientes de sua condição de perdidos se golpearão atemorizadas pela exibição da majestade de Cristo em toda a sua glória. O terror dos impios é uma cena dramática. Eles desejarão a própria morte, mas a morte fugirá deles. Terão que enfrentar inevitavelmente a ira do Cordeiro de Deus!

4. A segunda vinda de Cristo será vitoriosa

– O evangelista Marcos conclui sua descrição, assim: “E ele enviará os seus anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até à extremidade do céu” (Mc 13.27). A manifestação do Filho do homem não traz só condenação, mas também recompensa. Os anjos são como trabalhadores na colheita, que vasculham a terra por bons frutos. Agora os eleitos finalmente saboreiam na sua plenitude sua redenção. Com a manifestação do seu Senhor, eles também se tornam manifestos como amados por ele e reunidos para morar na Casa do Pai. A Bíblia diz que nesse glorioso Dia, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, com corpos incorruptíveis, poderosos, gloriosos, semelhantes ao corpo da glória de Cristo. Então, os que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares e assim estaremos para sempre com o Senhor.



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 3 de maio de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.

1 João 2:6

Assim Seja, Deus | Get Worship feat. Julliany Souza (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 04/05/2026 - Linha de chegada

 

Linha de chegada



Quando Jônatas descobriu que a saúde de sua mãe estava deteriorando-se muito rapidamente, ele imediatamente tomou um avião para estar com ela. Sentou-se ao lado dela segurando-lhe a mão, cantando hinos, consolando-a e expressando seu amor por ela. Ela faleceu e em seu funeral muitos disseram a Jônatas como sua mãe havia sido uma bênção. Ela tinha o dom do ensino da Bíblia, aconselhava outros e liderava grupos de oração. Estas eram partes vitais do serviço a Cristo até muito perto do fim de sua vida. A mãe de Jônatas terminou sua caminhada de modo consistente com Cristo.
Para honrá-la, Jônatas participou de uma corrida de 42 quilômetros. Durante a corrida, ele agradeceu a Deus pela vida de sua mãe e lamentou sua perda. Quando cruzou a linha de chegada, Jônatas apontou seu indicador para o céu — “Onde minha mãe está”, ele disse. Ela havia honrado Cristo até o fim, o que o lembrou das palavras do apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor […] me dará naquele Dia…” (2 Timóteo 4:7,8).
Estamos em uma “maratona”. Corramos de forma que possamos obter o prêmio de “uma coroa incorruptível” (1 Coríntios 9:25). O que poderia ser mais desejável do que chegar ao fim de modo consistente com Cristo e estar com Ele para sempre?
—HDF


Leia: 2 Timóteo 4:1-8 

Examine: Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. —2 Timóteo 4:7

Considere: A corrida cristã não é de curta distância — é uma maratona.

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO, O PINÁCULO DA NOSSA ESPERANÇA

 

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A segunda vinda de Cristo será o acontecimento mais auspicioso da história. Ele virá para fechar as cortinas da história, julgar as nações e reinar com sua igreja pelos séculos eternos. Ele virá para colocar todos os inimigos debaixo de seus pés e entregar o reino ao seu Deus e Pai (1Co 15.23). Como será a sua vinda? Que características têm o seu glorioso retorno?

Em primeiro lugar, sua vinda será pessoal (At 1.9-11). Ele virá pessoalmente. O mesmo que subiu entre nuvens é o mesmo que descerá nas nuvens. Ele não enviará um embaixador em seu nome, ele mesmo descerá dos céus com seu cortejo majestoso, para consumar a história e estabelecer os novos céus e a nova terra.

Em segundo lugar, sua vinda será visível (Ap 1.7). A Escritura diz que todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram. A segunda vinda, portanto, será pública, notória e inegável. Não será um acontecimento subjetivo nem restrito a uma região específica do mundo. Se a sua primeira vinda foi despretensiosa, humilde e longe dos holofotes do mundo, a segunda vinda será majestosa e vista por todos os homens.

Em terceiro lugar, sua vinda será audível (Mt 24.31). Ao ressoar a trombeta de Deus e ouvida a voz do arcanjo, ele descerá dos céus (1Ts 4.16). Em toda a terra se ouvirá essa voz retumbante. Todos os homens serão impactados com o sonido dessa trombeta. É com esse alarido, num cortejo colossal, que o Filho de Deus rasgará as nuvens e descerá do céu com os anjos do seu poder.

Em quarto lugar, sua vinda será repentina (Mt 24.27). O apóstolo Paulo diz que será num momento (um átomo de tempo), num abrir e fechar d’olhos que ele virá (1Co 15.52). Será como o relâmpago que risca os céus com um faixo de luz, saindo célere do oriente e chegando até o ocidente. Nesse dia ouvir-se-á a voz do noivo. Não terá mais tempo oportuno para se preparar. Os que tiverem azeite em suas lâmpadas entrarão com ele para as bodas e os que estiverem desprovidos, ficarão de fora, em trevas eternas (Mt 25.1-13).

Em quinto lugar, sua vinda será inesperada (Mt 24.43,44). A vinda do Senhor será como o ladrão de noite, inesperada. O ladrão não manda aviso para a família acerca da hora que vai chegar. Chega inesperadamente, quando menos se espera. A segunda vinda de Cristo será como nos dias de Noé: as pessoas casavam e davam-se em casamento, compravam e vendiam, até que veio o dilúvio e afogou toda aquela geração na morte inescapável, exceto a família de Noé. Porque não sabemos o dia nem a hora, precisamos estar preparados e vigiar.

Em sexto lugar, sua vinda será inescapável (1Ts 5.3). A segunda vinda de Cristo é tão certa como uma mulher grávida precisa dar à luz. Ninguém pode se esconder. Ninguém pode escapar. Ele virá em glória para julgar vivos e mortos. Aqueles que viveram sob o manto do anonimato, acobertando seus pecados, terão que encarar o reto Juiz naquele dia. Aqueles que o rejeitaram como Advogado, terão que comparecer perante o tribunal de Deus, para enfrentá-lo como juiz.

Em sétimo lugar, sua vinda será gloriosa (Mt 24.30). Ele virá para ressuscitar os que dormem e transformar os que estiverem vivos. Ele virá em glória, vitoriosamente, para colocar todos os inimigos debaixo dos seus pés. Ele lançará no lago do fogo o diabo, o anticristo, o falso profeta, os ímpios e a morte. Ele estabelecerá o seu reino de glória e reinará com sua igreja pelos séculos eternos. Os ímpios sofrerão penalidade de eterna destruição, mas os remidos entrarão no gozo eterno e servirão ao seu Senhor, na cidade santa, onde não haverá mais lágrimas, nem luto nem dor. Oh, que glória será, contemplarmos sua face, fruirmos sua presença, longe de qualquer vestígio de pecado e maldição. Como que na ponta dos pés, aguardando sua chegada, gritamos cheios de expectativa: Maranata, ora vem Senhor Jesus!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 2 de maio de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e adorarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.

Apocalipse 15:4

Sarah Farias - Eu Posso Orar Por Você (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 03/05/2026 - Processo de cura

 

Processo de cura


Apenas quatro semanas após nosso filho Marcos passar a fazer parte do Exército dos Estados Unidos, ele feriu seu joelho seriamente num treinamento. Como consequência, foi liberado do exército. Então, aos 19 anos, Marcos precisou de uma bengala por um tempo para se locomover; e devido à severidade do ferimento passou por dois anos de recuperação, repouso e reabilitação. Finalmente, Marcos pôde abandonar as ataduras e pinos que havia usado no joelho desde o acidente. Apesar de ele ainda sentir dor, o tratamento longo e lento lhe devolveu a agilidade de sua perna.
A cura física é frequentemente muito mais lenta do que esperamos. O mesmo é verdade para a cura espiritual. As consequências de escolhas insensatas ou as ações de pessoas perniciosas podem criar fardos ou feridas que duram uma vida toda. Mas há esperança para o filho de Deus. Ainda que a restauração completa não venha a ocorrer nesta vida, a promessa de cura é certa. O apóstolo João escreveu: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:4).
Em nossos tempos de dor, é reconfortante saber que em algum ponto, em Sua maravilhosa presença, seremos plenos para sempre.
—WEC

Leia: Apocalipse 21:1-8 

Examine: E lhes enxugará dos olhos toda lágrima […] já não haverá […] dor, porque as primeiras coisas passaram. —Apocalipse 21:4

Considere: Quando estamos quebrantados na presença de Cristo, Ele nos faz completos.

Se Deus nos ama, por que sofremos?

 



O problema do sofrimento não é uma questão apenas filosófica, mas, sobretudo teológica. Temos dificuldade de conciliar o amor de Deus com o sofrimento humano. Os judeus questionaram o amor de Jesus por Lázaro, por este ter passado pela morte sem a intervenção de Jesus. Ao longo dos séculos reverbera sempre a inquietante pergunta: Por que sofremos? Por que a nossa dor não cessa?

Chamo sua atenção para alguns pontos importantes no trato dessa matéria:

1. O sofrimento não é fruto do desamor de Deus, mas do pecado humano 

– O sofrimento é filho do pecado. Não tivesse existido a queda não haveria sofrimento. Somos concebidos em pecado e nascemos com uma natureza corrompida num mundo que está gemendo açoitado por muitas agruras. O sofrimento é a conseqüência inevitável do pecado. O pecado é como uma fonte poluída de onde flui copiosamente o sofrimento. O pecado é o solo onde crescem os espinheiros do sofrimento. O pecado é como um anzol que por trás da isca do prazer esconde a carranca do sofrimento e da morte.

2. O sofrimento é um aviso solene e altissonante aos ouvidos humanos 

– Se não houvesse a dor nós sucumbiríamos subitamente sem  a mínima chance de buscarmos  socorro. A dor é uma trombeta; o sofrimento, um aviso solene de que é impossível transgredir os preceitos de Deus sem sofrer as devidas conseqüências. Se  a violação de uma lei física desencadeia uma conseqüência inevitável, assim também, a violação dos preceitos morais e espirituais deságua em sofrimento atroz. Muitos tentam abafar a voz da consciência e outros tentam negar a dor, mas mesmo aqueles que amortecem os efeitos da dor nesta vida, jamais poderão ficar incólumes do sofrimento eterno.

3. O sofrimento precisa ser nosso pedagogo e não nosso coveiro 

– Muitas pessoas se desesperam a ponto de dar cabo da própria vida ao passarem pelo vale do sofrimento. Há sofrimentos físicos, mentais, emocionais e espirituais. Há dores na alma que doem mais do que ter a carne fustigada pela doença. Não poucas pessoas revoltam-se contra Deus como a mulher de Jó, ao passarem pelas tempestades da vida. Em vez de serem como a cêra que se derrete ao sol, são como o barro que endurece ainda mais quando exposto ao seu calor. O sofrimento deve nos ensinar em vez de nos destruir. Ele deve nos tomar pela mão e nos ensinar a viver com mais sensibilidade e sabedoria em vez de nos enclausurar na cova existencial da morte. O rei Davi disse: “Foime bom passar pelo sofrimento, para que eu aprendesse os teus decretos” (Sl 119.71). É preciso deixar claro que nem todo sofrimento é fruto de um pecado específico ou de um castigo. O homem que nasceu cego estava sofrendo não por causa do seu pecado ou do pecado de seus pais, mas para que nele se manifestasse a glória de Deus (Jo 9.1-9). Nesse mundo passamos por aflição e importa que entremos no Reino de Deus por meio de muitas tribulações.

4. O sofrimento presente pode ser prelúdio da consolação eterna 

– O sofrimento deve ser visto à luz da eternidade. O sofrimento do justo é passageiro e suave quando comparado com as glórias por vir a serem reveladas nele. Nós temos uma boa esperança e uma consolação eterna. Aqui pisamos estradas crivadas de espinhos, mas, então, pisaremos ruas de ouro e cristal. Aqui nossos olhos ficam inchados de tanto chorar, mas, então, Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. Aqui, nós sofremos pela escassez, pela fraqueza, pela enfermidade e pelo luto, mas, então, receberemos um corpo de glória, semelhante ao corpo de Cristo. Aqui, vivemos como estranhos e peregrinos, mas em breve, mudaremos de endereço e viveremos na Casa do Pai, no Paraíso, na Nova Jerusalém, na Cidade Santa, onde a dor, a morte e o luto jamais entrarão. O sofrimento é um cálice amargo, mas ele findará; então, beberemos das fontes da água da vida, que jorram sem cessar do trono de Deus. Diante da carranca do sofrimento presente, podemos erguer a nossa voz e dizer como o apóstolo Paulo: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co 4.17).



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


Eu dizia: Certamente me temerás, e aceitarás a correção, e assim a sua morada não seria destruída, conforme tudo aquilo porque a castiguei; mas eles se levantaram de madrugada, corromperam todas as suas obras.

Sofonias 3:7

Marine Friesen - Que Jesus Seja O Nome (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO 02/05/2026 - Perspectiva eterna

 

Perspectiva eterna


Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra. v.2

No filme O Gladiador, o general Maximus Meridius procura incitar sua cavalaria a lutar bravamente na iminente batalha contra a Germânia. Dirigindo-se às tropas, ele as desafia a darem seu melhor, e faz essa profunda afirmação: “O que fazemos na vida ecoa na eternidade.”
Essas palavras, de um líder militar fictício, transmitem um conceito poderoso que tem um significado particular para os cristãos. Não estamos simplesmente ocupando o nosso tempo e espaço com algo sem significado. Estamos aqui com a oportunidade de fazer uma diferença eterna por meio de nossa vida.
O próprio Jesus disse: “…mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mateus 6:20). Quando temos a perspectiva de viver para a eternidade, isso pode fazer toda a diferença neste mundo.
Como podemos aprender a manter o pensamento “nas coisas lá do alto”? (Colossenses 3:2). Uma boa maneira de começar é descobrir o que nosso Deus eterno valoriza. Por meio das páginas da Bíblia, Ele nos lembra que valoriza as pessoas acima dos seus bens, e nosso caráter acima das nossas realizações. Essas são verdades que duram para sempre. Adotá-las pode trazer uma perspectiva eterna para o nosso viver diário.
— Bill Crowder


Leia: Colossenses 3:1-7

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 7–9, Mateus 3

Considere: O que fazemos na vida ecoa na eternidade.

O drama do sofrimento do justo

 



Por que o justo sofre? Por que aqueles que andam com Deus sorvem nesta vida o cálice amargo da dor? Por que o justo precisa cruzar desertos escaldantes, atravessar vales escuros e pisar caminhos juncados de espinhos? Por que o justo enfrenta pobreza, enfermidade e privações enquanto muitos que blasfemam do nome de Deus parecem viver uma vida folgada, com o corpo sadio e nédio, cercado de riquezas e glórias humanas? Esse não é um problema simples nem fácil de responder. O sofrimento do justo é um dos temas mais complexos da Bíblia e precisamos fazer algumas reflexões.

Em primeiro lugar, vejamos a inevitável realidade do sofrimento do justo. Asafe ao ver a prosperidade do ímpio e sentir na carne a dor das provações, abriu seu coração para Deus e disse: “Com efeito, inutilmente conservei puro o coração e lavei as mãos na inocência. Pois de contínuo sou afligido e cada manhã, castigado” (Sl 73.13,14). O mesmo Asafe ainda pergunta: “Até quando, ó Deus, o adversário nos afrontará?…” (Sl 74.10). O apóstolo Paulo chega a dizer que todos aqueles que quiserem viver piedosamente em Cristo serão perseguidos (2Tm 3.12). A vida cristã não é uma sala vip nem um parque de diversões, mas uma arena de muitas lutas, uma saga de muitas lágrimas, um combate renhido sem descanso e sem pausas.

Em segundo lugar, vejamos as tensões que o sofrimento do justo produz. A grande pergunta que se levanta é: Se Deus é bom, por que há tanto mal no mundo? Se Deus nos ama, por que sofremos? Se somos filhos de Deus, por que ele não nos poupa da aflição? Se Jesus Cristo já levou sobre si os nossos pecados e as nossas dores por que ainda padecemos enfermidades? Se nós somos filhos do Rei e herdeiros com Cristo, por que ainda enfrentamos privações financeiras? Não é simples conjugar o amor de Deus com o sofrimento do justo (Jo 11.37). Poderíamos compreender facilmente a razão dos homens maus colherem os frutos da sua semeadura maldita, mas, como explicar o sofrimento daqueles que lavam as mãos na inocência e vivem com integridade de coração? Como explicar que Jó sendo o melhor homem do seu tempo sofreu os maiores golpes na sua saúde, na sua família e na sua vida financeira? Como entender que Paulo, o maior de todos os apóstolos, enfrentou prisões, cadeias, açoites e passou o final de seus dias numa masmorra romana antes de ir para a guilhotina para ser decapitado? Como entender que, João Batista, o precursor do Messias, o maior homem segundo Jesus, foi humilhantemente decapitado por ordem de um rei bêbado? Ah, o sofrimento do justo ainda nos aflige.  Ainda nos aflige ver um crente piedoso padecendo uma enfermidade grave. Ainda nos aflige ver os servos de Deus privados dos frutos da terra enquanto os ímpios que desandam a boca contra Deus se abastecem com o melhor deste mundo. Importa-nos saber, porém, que a vida não se limita apenas ao que acontece do lado de cá da sepultura. Há ainda uma eternidade pela frente. Como ela será?

Em terceiro lugar, vejamos que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com as glórias por vir a serem reveladas em nós. Deus jamais nos prometeu amenidades nesta vida. Recebemos poder não para escapar do sofrimento, mas para enfrentá-lo e vencê-lo. Jesus disse: “Neste mundo sofrereis tribulações; mas tende fé e coragem! Eu venci o mundo” (Jo 6.33). Ser cristão não é receber uma apólice de seguro contra as tempestades da vida. Aqueles que constroem sua casa sobre a rocha enfrentam as mesmas circunstâncias daqueles que a constroem sobre a areia. Sobre ambas as casas caem a mesma chuva no telhado, sopram os mesmos ventos na parede e batem os mesmos rios no alicerce. A casa construída sobre a areia desaba, mas a que foi construída sobre a rocha permanece de pé. Mas, não  temos apenas consolo e segurança no sofrimento aqui, temos também a promessa segura da bem-aventurança na vida porvir. Enquanto os ímpios acordarão para uma condenação inevitável e eterna; os salvos que sofreram, acordarão para uma eternidade de gozo inefável. O apóstolo Paulo diz: “Estou absolutamente convencido de que os nossos sofrimentos do presente não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Rm .18). Paulo, ainda, continua: “Pois as nossas aflições  leves e passageiras estão produzindo para nós uma glória incomparável, de valor eterno” (2Co 4.17). A nossa recompensa não é aqui. Caminhamos para a Casa  do Pai, para o Paraíso, para a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, onde Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima, e onde, com um corpo de glória, reinaremos com risto pelos séculos dos séculos. Então, o sofrimento do  justo não será mais lembrado, pois as glórias do céu nos encherão de uma alegria tal que não haverá mais espaço para se pensar na dor!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico.

Marcos 2:4

AGORA EU POSSO VER - O Canto das Igrejas, ‪@PaolaCarla‬ ‪@BarukTV‬ (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 01/05/2026 - A visão do céu

A visão do céu


No período de um ano, a lucrativa editora de Richard LeMieux faliu. Em pouco tempo, sua riqueza desapareceu e ele entrou em depressão. LeMieux passou a abusar do álcool e sua família o abandonou devido a isso. Na pior fase de sua vida, ele não tinha onde morar, estava arruinado e desamparado. Entretanto, foi durante esta época que ele se voltou a Deus. Mais tarde ele escreveu um livro sobre o que aprendera.
Os israelitas aprenderam algumas lições espirituais valiosas quando Deus lhes permitiu passar pela dificuldade de não ter onde morar, pela incerteza e pelo perigo. Suas dificuldades os deixaram mais humildes (Deuteronômio 8:1-18).
Eles aprenderam que Deus os proveria com o necessário. Quando tiveram fome, Ele lhes deu o maná. Quando tiveram sede, Ele lhes deu água de uma rocha. Deus lhes ensinou que, apesar dos momentos difíceis, Ele poderia lhe abençoar (v.1). Finalmente, os israelitas aprenderam que a adversidade não é um sinal de abandono. Moisés lembrou-lhes de que Deus os havia liderado por 40 anos no deserto (v.2).
Quando nos deparamos com momentos de desespero, podemos procurar lições espirituais dentro de nossas dificuldades — lições que podem nos ajudar a confiar naquele que faz todas as coisas cooperarem para o nosso bem e para a Sua glória (Romanos 8:28).
—JBS


Leia: Deuteronômio 8:1-3,11-16

Examine: …todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus… —Romanos 8:28

Considere: A visão mais clara dos acontecimentos é aquela que vem do céu.

Que tipo de solo é o seu coração?

 

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A parábola do semeador descreve quatro tipos de solos, que apontam para quatro tipos de coração ou quatro diferentes reações à Palavra de Deus. Jesus disse que o semeador saiu a semear e ao semear parte da semente caiu à beira do caminho, outra caiu entre as pedras, outra entre os espinheiros e finalmente, a última parte caiu em solo fértil.

Nos três tipos de solo em que a semente ficou improdutiva, ela enfrentou resistência. Os homens, as aves, as pedras e os espinhos resistiram a semente. Mas, no solo fértil ela produziu a trinta, sessenta e cento por um. Como podemos classificar esses solos?

1. O coração insensível

 – A semente que caiu à beira do caminho foi pisada pelos homens e comida pelas aves. Uma estrada tem um chão duro e batido pelo tropel da multidão que vem, que vai e que passa. Nessa corrida constante daqueles que vêm e que vão, a semente não encontra guarida. Assim, são os corações endurecidos, insensíveis, impenetráveis. Eles não são receptivos à Palavra de Deus. Os corações ficam endurecidos porque se tornam passarela da humanidade, estrada congestionada onde as multidões entram, saem e passam. Desses corações o diabo arrebata a semente e neles a verdade não frutifica.

2. O coração superficial 

– A semente que caiu no meio das pedras descreve um coração raso e superficial. A semente chega a brotar, mas não tem umidade suficiente para crescer e frutificar. Não tem espaço para a planta criar raízes e se alimentar. Há muitos corações que demonstram entusiasmo com a verdade e por um tempo parecem ser pessoas animadas e até efusivas com a fé cristã; mas logo que chegam as provas, e as tribulações aparecem, essas pessoas se escandalizam, tropeçam e secam. O coração superficial não frutifica. Essuperficial não frutifica. Essas pessoas demonstram apenas uma fé emocional e um entusiasmo passageiro, mas logo desanimam e retrocedem.

3. O coração congestionado

 – A semente que caiu no meio do espinheiro nasce, mas não cresce nem frutifica, pois os espinhos crescem juntos e sufocam a planta. Esse solo representa um coração povoado por muitos interesses e cuidados. Jesus disse que os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas concorrem e disputam o mesmo espaço nesse coração que as coisas de Deus. Esse é um coração dividido e distraído com muitas coisas. Trata-se daquela pessoa que quer servir a Deus, mas ao mesmo tempo está apegada ao mundo, é amiga do mundo e conforma-se com as coisas do mundo. Ela tenta servir a Deus e às riquezas e acaba murchando e perecendo.

4. O coração produtivo 

– A semente que caiu no solo fértil nasceu, cresceu, floresceu e frutificou a trinta, sessenta e cento por um. O solo estava preparado e nele não havia concorrentes. A semente encontrou acolhida e espaço para crescer e frutificar. Mesmo em solos férteis a produção pode variar. Uns produzem a trinta, outros a sessenta e outros a cem por um. Devemos ter um coração receptivo à Palavra. Não fomos salvos para sermos um campo estéril. Nós somos a lavoura de Deus. E Deus espera de nós frutos. Ele não se contenta com folhas. Ele não quer apenas propaganda de frutos, ele quer frutos, muitos frutos.

Que tipo de solo tem sido o seu coração? Há alguma coisa atrapalhando sua vida frutificar para Deus? Que Deus nos dê um coração aberto, receptivo, preparado para a boa semente e que nossa vida seja um canteiro fértil a produzir muitos frutos para a glória de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico.

Marcos 2:4

Elaine Martins - Reverência (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 30/04/2026 - Os filhos do mundo

 Os filhos do mundo


Depois que um grupo de estudantes do Ensino Médio visitou um orfanato durante uma viagem missionária, um estudante ficou claramente chateado. Quando lhe perguntaram o motivo, ele disse que se lembrou de como era a sua situação dez anos antes.
Este jovem vivera num orfanato em outro país. Ele disse que se recordava de pessoas que o vinham visitar e visitavam seus amigos — assim como estes estudantes fizeram — e depois iam embora. Ocasionalmente, alguém voltava e adotava uma criança. Mas todas as vezes que ele era deixado para trás, pensava: o que há de errado comigo?
Quando os adolescentes visitaram o orfanato — e depois foram embora — aqueles antigos sentimentos voltaram a ele. Por esse motivo os outros no grupo oraram por ele — e agradeceram a Deus porque um dia uma mulher (sua nova mãe) apareceu e o escolheu como seu filho. Foi uma comemoração de um ato de amor que deu esperança a um menino.
Por todo o mundo, há crianças que precisam saber do amor de Deus por elas (Mateus 18:4,5; Marcos 10:13-16; Tiago 1:27). Claramente nem todos podem adotar ou visitar essas crianças — e realmente não é esperado que o façamos. Mas todos podemos fazer uma coisa: amparar. Encorajar. Ensinar. Orar. Quando amamos as crianças do mundo, honramos o nosso Pai, que nos adotou como parte de Sua família (Gálatas 4:4-7).
—JDB

Leia: Tiago 1:22–2:1

Examine: A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações… —Tiago 1:27

Considere: Quanto mais o amor de Cristo cresce em nós, mais ele flui de nós.

Expectador ou trabalhador?

 



A igreja é um corpo e cada membro tem uma função. Todos os membros são importantes e para que o corpo cresça saudável é preciso que cada membro exerça o seu papel. Todos os crentes são capacitados por Deus com dons espirituais. Esses dons são distribuídos pelo Espírito Santo e visam a edificação de todo o corpo. Assim, não existe membro auto-suficiente nem membro desamparado. Não cabe na igreja o complexo de superioridade nem o complexo de inferioridade. O que deve existir na igreja é a mutualidade.

Dados fidedignos revelam que, na igreja, vinte por cento dos membros trabalham e oitenta por cento assistem. Há mais expectadores do que trabalhadores. Poucos são os que entram em campo e muitos são aqueles que da arquibancada aplaudem ou vaiam o desempenho dos trabalhadores. Há aqueles que passam a vida toda se preparando e jamais entram em campo para trabalhar. São como aqueles atletas que vivem se aquecendo, mas jamais entram em campo para jogar. São crentes “promessa” e nunca crentes “realidade”. Uma igreja que não trabalha, dá trabalho.

Uma igreja que não evangeliza precisa ser evangelizada. Uma igreja que não é uma agência missionária precisa ser um campo missionário. A igreja não deve ser uma platéia de expectadores, mas uma equipe de trabalhadores. Quando nos envolvemos no trabalho, empregamos nossas energias fazendo a obra, em vez de criticar os obreiros. Quando saímos da arquibancada para o campo, descobrimos que trabalhar é mais compensador do que apenas assistir. Deus não nos chamou para sermos expectadores, mas trabalhadores em Sua seara.

Muito dessa mentalidade de expectador é ainda um resquício da equivocada teologia do sacerdócio profissional. A Reforma Protestante enfatizou a doutrina do sacerdócio universal dos crentes. Na igreja não existe hierarquia. Todos têm o mesmo acesso a Deus e todos estão habilitados para fazer a obra. A idéia de que uns fazem e os outros pagam, assistem ou criticam não é um conceito bíblico. A igreja precisa ser mais efetiva e eficaz em sua ação e isso só poderá acontecer quando todos os seus membros se envolverem, se engajarem, vestindo a camisa e entrando em campo para trabalhar. Há muita obra a ser feita. Há muitas vidas a alcançar com o evangelho. Há muitos ministérios a serem realizados. Há muitas portas abertas que precisam ser aproveitadas, mas, infelizmente existem ainda muitos dons e talentos enterrados.

Quem é você: um expectador ou um trabalhador? Você está dentro do campo ou na arquibancada? É tempo de mudar! É tempo de se envolver! É tempo de agir! Deus espera isso de você. A igreja precisa de você. Seja um trabalhador e não apenas um expectador.



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 28 de abril de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens,

¹² Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente,

Tito 2:11,12

Midian Lima - Desconheço Outro Senhor (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 29/04/2026 - A luz do cordeiro

 

A luz do cordeiro



Por inúmeras gerações as pessoas têm olhado para o sol e para a lua esperando que iluminem o dia e a noite. Seja iluminando nosso caminho ou provendo o brilho que doa vida para as safras frutíferas e os nutrientes de que nossos corpos precisam, o sol e a lua são parte da maravilhosa provisão divina de luz. O livro de Gênesis afirma que Deus deu: “…dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite…” (Gênesis 1:16).
Mas chegará o dia em que Deus proverá um tipo diferente de iluminação. João escreve sobre a eterna cidade celestial: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada” (Apocalipse 21:23). É muito interessante que a palavra aqui traduzida como “luz” teria sido traduzida mais acuradamente como lâmpada. Cristo em Seu estado glorificado será a lâmpada espiritual que ilumina esse jubiloso novo mundo.
O Senhor Jesus Cristo é “…o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29). Ele também é a fonte de iluminação espiritual que faz daqueles que o seguem “…a luz do mundo…” (Mateus 5:14). Mas na eternidade Ele será a Lâmpada que ilumina nosso caminho (Apocalipse 21:23). Que emoção será um dia viver na luz do Cordeiro!
—HDF

Leia: Apocalipse 21:14-27

Examine: A cidade não precisa nem do sol, nem da lua […] pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada. —Apocalipse 21:23

Considere: Aquele que é a Luz do mundo jamais se apaga.

Porque a palavra não está frutificando?

 



Na parábola do Semeador, Jesus falou sobre quatro tipos de solo: o solo impenetrável, o superficial, o ocupado e o fértil. Os três primeiros não frutificaram. No primeiro a semente não chegou sequer a brotar. Nos dois seguintes: o solo rochoso e o solo tomado pelo espinheiro, a semente brotou, mas não frutificou. Vamos examinar o que aconteceu com a semente que caiu no meio dos espinheiros. Esse é o solo disputado por outras coisas além da semente. É o solo ocupado por outras coisas. Ouçamos o próprio Senhor Jesus: “Outra parte caiu entre os espinheiros; e os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto […]. Os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a Palavra, mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a Palavra, ficando ela infrutífera” (Mc 4.7,18,19).

Vejamos quais as características de um coração ocupado:

1. Um coração ocupado ouve a Palavra, mas dá atenção a outras coisas 
– Marcos diz que a semente caiu entre os espinhos (Mc 4.7) e Lucas diz que os espinhos cresceram com a semente (Lc 8.7). Esses espinhos formavam uma cerca viva fechada, no meio do qual alguns pés de cereal até conseguiam crescer, mas ficavam medíocres e não carregavam a espiga. Esse coração é como um campo de batalha disputado. O espírito do mundo o inunda como uma enxurrada e sufoca a semente da Palavra. Uma multiplicidade de interesses toma o lugar de Deus. Há outras coisas que fascinam sua alma. Esse ouvinte não tem ordem de prioridade correta, pois são muitas as coisas que tratam de tirar a Cristo do lugar principal.

2. Um coração ocupado é sufocado pela concorrência dos cuidados do mundo
 – Esse ouvinte chegou a ouvir a Palavra, mas os cuidados do mundo prevaleceram (Mc 4.18,19). O mundo falou mais alto que o evangelho. As glórias do mundo tornaram-se mais fascinantes que as promessas da graça. A concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida tomaram o lugar de Deus na vida desse ouvinte. Ele pode ser chamado de um crente mundano. Ele quer servir a dois senhores. Ele quer agradar a Deus e ser amigo do mundo.

3. Um coração ocupado é sufocado pela concorrência da fascinação da riqueza 
– Esse ouvinte dá mais valor à terra que ao céu; mais importância aos bens materiais do que a graça de Deus. O dinheiro é o seu deus. A fascinação da riqueza fala mais alto que a voz de Deus. O esforço para conseguir posição social, por meio de posses, segurança material, traz ansiedade tal que sufoca as aspirações por Deus.

4. Um coração ocupado é sufocado pela concorrência de muitas ambições 
– O evangelista Marcos fala de “demais ambições” e Lucas fala dos “deleites da vida”. Esse ouvinte é obcecado pelos prazeres da vida. Ele é um hedonista e não um cristão.

5. Um coração ocupado é infrutífero 
– A semente fica mirrada. Ela nasce, mas não encontra espaço para crescer. Ela chega até a crescer mais não produz fruto. Esse ouvinte desvirtua-se numa coisa aparente, numa casca vazia, numa sombra pálida. É como a igreja de Sardes, tem nome de que vive, mas está morto.



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


Eis aqui, o que tão somente achei: Que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias.

Eclesiastes 7:29

Renascer Praise – Escape (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 28/04/2026 - Estamos seguros

 Estamos seguros



O Depósito de Ouro dos Estados Unidos em Fort Knox, Kentucky é um edifício fortificado que armazena cinco mil toneladas de barras de ouro e outros itens preciosos confiados ao governo federal. Fort Knox é protegida por uma porta de 22 toneladas e recursos como alarmes, câmeras de vídeo, campos minados, arame farpado, cercas elétricas, guardas armados e helicópteros Apache camuflados. Com base no nível de segurança, Fort Knox é considerado um dos lugares mais seguros do mundo.
Por mais segura que Fort Knox seja, há outro lugar mais seguro e cheio de algo que é mais precioso que ouro: o Céu guarda o nosso dom da vida eterna. O apóstolo Pedro encorajou os cristãos a louvar a Deus porque temos uma “esperança viva” — uma expectativa certa que cresce e ganha força conforme aprendemos mais sobre Jesus (1 Pedro 1:3). E nossa esperança é fundamentada no Cristo ressurreto. Seu dom de vida eternal nunca estará em ruína como resultado de forças hostis. Nunca perderá sua glória ou vigor, porque Deus o tem mantido e continuará mantendo-o seguro no céu. Não importa o mal que nos atinja em nossa vida na terra, Deus está guardando as nossas almas. Nossa herança está segura.
Como um cofre dentro de outro cofre, nossa salvação está protegida por Deus e nós estamos seguros.
—MLW


Leia: 1 Pedro 1:3-5

Examine: [Deus] …nos regenerou […] para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros. —1 Pedro 1:3,4

Considere: Uma herança no céu é o lugar mais seguro possível.

Como restaurar o caído

 




O apóstolo Pedro é um símbolo do homem inconstante. Como o pêndulo de um relógio, ele oscilava entre as alturas da fé e as profundezas da covardia. Sempre explosivo, falava sem pensar e agia sem refletir. Era capaz das afirmações mais sublimes acerca de Jesus para depois capitular-se às fraquezas mais vergonhosas. Num momento expressava uma fé robusta e noutro, soçobrava diante da incredulidade. Pedro chegou a ponto de negar seu nome, suas convicções, sua fé e seu Senhor. Ele desceu os degraus da queda, ao julgar-se melhor do que seus condiscípulos, ao seguir a Jesus de longe, ao se inserir no meio daqueles que zombavam do Filho de Deus e ao negar repetidamente e até com impropérios que o conhecia.

Pedro chegou a ponto de desistir de tudo. Desistiu de ser discípulo. A única coisa que sabia fazer era chorar amargamente e alagar o seu leito com suas grossas lágrimas. Mesmo Pedro tendo desistido de si mesmo, Jesus não desistiu de Pedro. Jesus não abdicou do direito de ter Pedro ao seu lado. Por isso, mandou-lhe um recado pessoal (Mc 16.7). Jesus não desiste nunca dos seus. Ele é o pastor que procura a ovelha perdida. Ele vai ao encontro daqueles que caíram para restaurá-los. O que Jesus fez para restaurar Pedro?

Em primeiro lugar, Jesus toma a decisão de procurar Pedro. A ovelha perdida não volta para o aprisco sozinha. Aqueles que tropeçam e caem não se restauram sozinhos de suas quedas vergonhosas. Jesus nos ensina a ir ao encontro dos caídos. Precisamos tomar a iniciativa. Não é a ovelha ferida que procura o pastor, mas o pastor que vai em busca da ovelha perdida. Jesus não apenas nos ensinou essa verdade, ele também a praticou, dando-nos o exemplo.

Em segundo lugar, Jesus toma a decisão de não esmagar Pedro. Talvez o que Pedro mais esperasse fosse uma reprimenda severa de Jesus. Pedro havia prometido ir com Jesus até a morte, mesmo que os outros discípulos o abandonassem. Sua arrogância tornou-se notória. Pensando ser mais forte do que os outros, tornou-se mais fraco. Sua autoestima estava no pó. Ele se sentia o pior dos homens. Jesus, então vem a ele, não para esmagá-lo como uma cana quebrada. Ao contrário, prepara-lhe uma refeição, conversa com ele com discrição e faz-lhe perguntas endereçadas ao coração.

Em terceiro lugar, Jesus toma a decisão de despertar o amor de Pedro. Em vez de confrontar Pedro, fazendo-o lembrar de suas vergonhosas quedas, Jesus toca de forma sensível no âmago do problema, perguntando-lhe: “Tu me amas?”. Quando Pedro caiu, seu eu estava assentado no trono de sua vida. Para Pedro se levantar Jesus precisava estar no trono do seu coração. O amor é o maior dos mandamentos. O amor é o cumprimento da lei. O amor é a prova insofismável de que somos verdadeiros discípulos de Jesus. A condição única exigida a Pedro para voltar-se para Jesus e para reingressar no ministério era demonstrar seu amor a Jesus.

Em quarto lugar, Jesus toma a decisão de curar as memórias de Pedro. Jesus preparou a cena para conversar com Pedro. A queda do apóstolo havia sido ao redor de uma fogueira. Jesus, então, arma na praia a mesma cena. Pedro havia negado Jesus três vezes, em grau ascendente. Pedro negou, jurou e praguejou. Jesus, então, lhe fez três perguntas, também em grau ascendente. Jesus quer não apenas restaurar o coração de Pedro, mas também curar suas memórias amargas. O Senhor se interessa não apenas pelas nossas convicções, mas, também, pelos nossos sentimentos.

Em quinto lugar, Jesus toma a decisão de reingressar Pedro no ministério. Depois de restaurar Pedro, Jesus lhe deu uma ordem clara: Apascenta os meus cordeiros, pastoreia as minhas ovelhas. Jesus restaura não apenas a vida espiritual de Pedro, mas, também, o seu ministério como apóstolo e seu trabalho como pastor do rebanho. A atitude de Jesus em relação a Pedro lança luz sobre a atitude que a igreja deve ter em relação àqueles que caíram e precisam ser restaurados. Que Deus nos dê sabedoria e amor para agirmos de modo semelhante.



Por Rev Hernandes Dias Lopes

domingo, 26 de abril de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


⁷ E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?

⁸ Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura  

Lucas 18:7,8

Eyshila e Jéssica Augusto - Deus Proverá + De Nada Tenho Falta (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 27/04/2026 - Firme como uma rocha

 

Firme como uma rocha


Foi um dia triste em maio de 2003 quando “O velho homem da montanha” partiu-se e despencou da encosta da montanha. O contorno de 12 metros do rosto de um velho homem, entalhado pela natureza nas Montanhas Brancas de New Hampshire, foi por muito tempo uma atração para turistas, uma presença sólida para os residentes e o emblema oficial do estado. Nathaniel Hawthorne escreveu sobre ele em seu conto O grande rosto de pedra.
Alguns residentes próximos ficaram devastados quando O velho homem desmoronou. Uma mulher disse: “Cresci pensando que alguém estava ali zelando por mim. Sinto-me menos protegida agora.”
Há momentos em que a presença de alguém em quem podemos depender desaparece. Algo ou alguém que tinha nossa confiança deixa de existir e nossa vida fica abalada. Talvez seja a perda de um ente querido, de um emprego ou da saúde. A perda nos faz sentir desequilibrados, instáveis. Podemos inclusive pensar que Deus já não está mais nos guardando.
Mas “Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor” (Salmo 34:15). Ele está perto “…dos que têm o coração quebrantado…” (v.18). Ele é a Rocha cuja presença podemos sempre depender (Deuteronômio 32:4).
A presença de Deus é verdadeira. Ele zela por nós continuamente. Ele é firme como uma rocha.
—AMC


Leia: Salmo 34:15-22

Examine: Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. —Salmo 34:15

Considere: A pergunta não é “onde está Deus?”, mas “onde Ele não está?”

Versículo do dia

      Versículo do dia Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação d...