domingo, 7 de junho de 2026

Versículo do dia

        Versículo do dia


Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no Senhor.

Salmos 27:14

Julia Vitoria – João Viu (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 08/06/2026 - Estou vivo

 

Estou vivo



Laura Brooks, 52 anos de idade e mãe de dois filhos, não sabia, mas era uma entre 14 mil pessoas em 2011 cujo nome entrou no banco de dados do governo declarando-a morta. Ela se perguntou o que havia de errado quando deixou de receber seus cheques de benefício social e seus pagamentos de empréstimos e cheques de aluguel voltaram como sendo sem fundo. Ela foi ao banco para resolver a questão, mas o funcionário lhe disse que suas contas haviam sido fechadas porque ela estava morta! Obviamente eles estavam equivocados.
O apóstolo Paulo não estava equivocado quando disse que os cristãos de Éfeso estavam, de certa forma, mortos — mortos espiritualmente. Estavam mortos no sentido de estar separados de Deus, escravizados pelo pecado (Efésios 2:5), e condenados sob a ira de Deus. Que estado de desesperança!
No entanto Deus, em Sua bondade, tomou uma atitude para reverter esta condição para eles e para nós. O Deus vivo “…que vivifica os mortos…” (Romanos 4:17) derramou Sua rica misericórdia e Seu grande amor enviando Seu Filho Jesus a esta terra. Por meio da morte e da ressurreição de Cristo, fomos vivificados (Efésios 2:4-5).
Quando cremos na morte e na ressurreição de Jesus Cristo, passamos da morte para a vida. Agora vivemos para regozijarmo-nos em Sua bondade!
—MLW


Leia: Efésios 2:1-10 

Examine: Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados. —Efésios 2:1

Considere:  Aceitar a morte de Jesus me concede vida.





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Avivamento, a solução divina para a crise

 

A FAMÍLIA NA ROCHA : Marcas de um Avivamento

Os grandes avivamentos aconteceram em tempos de crise. Quando o homem esgota seus recursos, reconhece sua falência e clama pelo socorro divino, Deus restaura a sua sorte. Quando a terra está seca é que Deus derrama sobre ela as suas torrentes. Quando os pecadores se humilham e choram pelos seus pecados é que Deus envia do céu a sua cura. Quando todas as esperanças terrenas sofrem um colapso, é que Deus se manifesta poderosamente trazendo restauração para o seu povo. Mesmo quando o povo de Deus perde sua vitalidade espiritual e se torna como um vale de ossos secos, sem alegria, sem entusiasmo com a prática do cristianismo autêntico, Deus sopra ele o seu sopro e o levanta como um exército poderoso. Nenhuma crise pode superar a capacidade divina de intervir na vida do seu povo. Mesmo que o mundo olhe para a igreja com desdém, com ceticismo, diagnosticando a sua crise, descrendo da sua restauração, Deus pode derramar sobre ela o poder do seu Espírito, aspergi-la com o óleo da sua unção e fazer dela uma agência poderosa do céu na terra.

O avivamento põe a igreja de pé em tempos de desânimo, põe a igreja em marcha em tempos de cansaço e põe a igreja na intimidade de Deus em tempos de corrupção e impiedade. O avivamento é uma ação soberana de Deus e não resultado do esforço humano. O homem não pode produzir o avivamento. O avivamento não pode ser agendado, programado nem domesticado pelo homem. A maior necessidade da igreja hoje é de um genuíno avivamento. Antes da igreja convocar o mundo a se arrepender, ela precisa estar quebrantada. O juízo deve começar pela casa de Deus. Quando o povo de Deus se humilha, ora, e se converte de seus maus caminhos, é que Deus intervém sarando a terra.

A obra de Deus não pode ser realizada na força da carne. Não basta a nós, como igreja, ter uma boa organização, uma estrutura sólida, uma equipe docente bem qualificada. Precisamos, sobretudo, do poder do Espírito Santo. Não é suficiente apenas termos doutrinas corretas, ortodoxas, precisamos do óleo do Espírito banhando essa doutrina. Não é suficiente apenas termos professores estudiosos ensinando a Bíblia, precisamos que eles sejam ungidos e fortalecidos com poder. A igreja precisa de poder para impactar o mundo. A Palavra de Deus precisa ser a verdade em nossa boca, precisa ser praticada em nossa vida, precisa ser adornada pelo nosso exemplo.

O fogo de Deus precisa arder em nosso coração para termos fervor espiritual. Precisamos ser um graveto seco a pegar fogo a fim de inflamarmos outros. Quando o fogo do Espírito de Deus arde na vida da igreja o entulho do pecado é queimado, uma sede de santidade explode em seu meio, a comunhão com os irmãos é restaurada e uma profunda inquietude em relação aos perdidos leva a igreja a uma evangelização vigorosa. Ah! Que esta igreja volte às trincheiras da luta pela busca de uma visitação especial de Deus e que o nosso coração não desanime até que o Senhor restaure a nossa sorte!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 6 de junho de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Agora, pois, ó Senhor Deus, esta palavra que falaste acerca de teu servo e acerca da sua casa, confirma-a para sempre, e faze como tens falado.

2 Samuel 7:25

Eli Soares, Késia Soares - Corpo E Família


 

PÃO DIÁRIO - 07/06/2026 - Felicidade e santidade

 

Felicidade e santidade


Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Hebreus 12:14



Na Universidade de Harvard, pode-se fazer um curso sobre felicidade. Essa matéria é popular e ajuda os estudantes a descobrir “como ser feliz”, afirma o professor.
Não é uma má ideia. Na verdade, a Bíblia até mostra a importância de ser feliz ou alegre. Salomão nos diz que Deus dá felicidade e isso é um privilégio (Eclesiastes 3:12; 7:14; 11:9).
Algumas vezes, entretanto, a nossa busca por felicidade terrena vai longe demais. Fazemos dela a busca mais importante e até cremos que nossa felicidade é o alvo maior de Deus para nós. É então que nossos pensamentos começam a se confundir.
A Palavra de Deus nos diz que a verdadeira felicidade vem quando obedecemos às Suas leis (Salmo 1:1,2; Provérbios 16:20; 29:18). Deus exige santidade e nos chamou para uma vida de santificação — uma vida que mostra Seu caráter moral (1 Tessalonicenses 4:7; 2 Pedro 3:11). Na primeira carta de Pedro, lemos: “…segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1:15,16).
Quando tomamos decisões sobre a nossa maneira de agir ou viver, devemos manter em mente que o mandamento de Deus não é: “Seja feliz”, mas “Seja santo”. A verdadeira alegria surgirá de uma vida santa, que honra a Deus.
— Dave Branon


Leia: 1 Pedro 1:13-21

Examine: A Bíblia em um ano: Números 4–6, Marcos 4:1-20

Considere:  Não há verdadeira felicidade sem santidade, e não há santidade sem Cristo.


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Você é uma pessoa alegre?


Falando aos discípulos: Você é uma pessoa alegre?


Bilhões de dólares são gastos todos os anos para promover entretenimento e alegria às pessoas. O ser humano tem sede de alegria. Nessa busca intensa, muitos procuram a alegria onde ela está presente apenas como uma miragem. Outros pegam atalhos, com o fim de chegar no destino da felicidade mais depressa. Salomão fala que de sua decepcionante experiência de buscar alegria na bebida, no dinheiro, no sexo e na fama (Ec 2). Hoje, muitos acham que ser alegre é ter dinheiro, saúde, segurança, poder, prazeres, amigos. Mas, existem muitas pessoas que têm todas essas coisas e são infelizes e há outras privadas delas, que são alegres.

O apóstolo Paulo, fala em Filipenses 4.4 sobre três características da verdadeira alegria:

1. A alegria é absolutamente possível 

– “Alegrai-vos…”. Paulo não está sugerindo, pedindo, ou mesmo aconselhando, mas dando uma ordem imperativa. Ser alegre não é uma opção, é um mandamento. Não ser alegre é transgredir uma ordem de Deus. Se Deus manda, então é possível ser alegre. Um cristão triste é uma contradição de termos. Um cristão triste é uma negação do evangelho. O cristão é aquele que tirou os andrajos do espírito angustiado e vestiu-se com vestes de louvor. Ser cristão é celebrar a vida com entusiasmo, é viver uma vida maiúscula, é andar no reino da fé, é caminhar rumo à glória, é viver como cidadão do céu, como herdeiro de Deus!

2. A alegria é independente das circunstâncias 

– “Alegrai-vos sempre”. Paulo não está falando de alegria como um teórico. Ele não está hospedado num hotel cinco estrelas em Roma, empoleirado numa cátedra. Ele está preso, algemado, acuado, trazendo no corpo as marcas de Cristo. Ele já havia passado por lutas tremendas, por perseguições atrozes, por açoites humilhantes, por injustiças inumanas, mas a alegria do seu coração estava tremulando no mastro da sua vida. Ser cristão não é viver numa redoma de vidro. Ser cristão não é ser poupado dos problemas. O que nos diferencia do ímpio não são as circunstâncias, mas o fundamento sobre o qual construímos nossa vida. Jesus falou que a diferença entre o salvo e o perdido não é aparência da casa que cada um constrói, mas o alicerce. Sobre ambas as casas, cai a chuva, sopram os ventos e batem os rios. A que foi construída sobre a rocha fica firme, a que foi edificada sobre a areia desmorona. Ser cristão é edificar a vida sobre a rocha que é Cristo. Os problemas vêm, mas a alegria não vai embora, porque ela é ultracircunstancial.

3. A alegria está centrada em Jesus 

– “Alegrai-vos sempre no Senhor…”. Só conhece a verdadeira alegria quem conhece, ama e obedece a Jesus. A nossa alegria é uma pessoa, é Jesus. Só Jesus tem alegria verdadeira para dar. A mensagem de Jesus é boa nova de grande alegria. O Reino de Cristo é alegria no Espírito Santo. Na presença de Deus há plenitude de alegria. O Senhor é aquele que inspira até mesmo canções de louvor nas noites escuras. A alegria do Senhor é a nossa força. Quando estamos em Jesus e Jesus está em nós, mesmo na dor, na doença, na pobreza e até mesmo na morte, experimentamos uma alegria indizível e cheia de glória.

À luz de Filipenses 4.4, você pode dizer que é uma pessoa alegre?


Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.

²² Mas também agora sei que tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá.

João 11:21,22

Ton Carfi, Adhemar de Campos - Grande É O Senhor (DVD Ton Carfi 20 Anos)


 

PÃO DIÁRIO - 06/06/2026 - Jogo de culpa

 

Jogo de culpa


Então, disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. v.12


Um funcionário público está processando o município por danos, depois de ter ele mesmo batido com um caminhão da prefeitura em seu próprio carro estacionado. Ele argumenta que “o veículo da prefeitura danificou seu veículo particular”, e por isso o município lhe deve aproximadamente sete mil reais. Por mais ridículo que isso possa parecer, culpar os outros tem sido uma característica básica do ser humano, desde o início.
Quando Adão e Eva comeram da árvore proibida, seus olhos se abriram e eles perderam sua inocência. Deus fez uma pergunta simples a Adão: “Onde estás?” (Gênesis 3:9). Antes, Adão tinha um relacionamento íntimo com Deus — mas naquele momento ele respondeu com medo e escondeu-se de Deus.
A pergunta de Deus foi mais condenatória do que a primeira: “…Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?” (v.11). E começou o jogo da culpa: “A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (v.12). O homem culpou a Deus e a mulher pelo seu pecado. A mulher culpou a serpente e não a si mesma. Desde aquele dia, no Jardim do Éden, temos a tendência de culpar os outros em vez de admitirmos nossas escolhas pecaminosas.
Ao pecarmos, devemos assumir a responsabilidade. Oremos como Davi: “Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei…” (Salmo 32:5).
— Marvin Williams


Leia: Gênesis 3:1-13

Examine: A Bíblia em um ano: Números 1–3, Marcos 3

Considere: O primeiro passo para arrepender-se dos pecados é admitir a própria culpa.




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Obediência à autoridade civil

 



Nossa obediência às autoridades não é servil. Deve ser positiva e crítica. O reformador João Calvino afirmava que a igreja deve ser a consciência do Estado, alertando-o sempre do seu papel. O Estado não pode ser absolutista, divinizado, ao ponto de querer dominar as consciências.

I. A origem da autoridade 


– Deus é a fonte de toda autoridade e os que a exercem devem fazê-lo por delegação dele (Rm 13.1). Deus é o protótipo e o arquétipo da autoridade. É a autoridade de Deus que se exerce, quando a autoridade civil exerce o seu poder para a promoção do bem. Daí o compromisso que temos de obediência às autoridades. Essa sujeição, como convém no Senhor, visa evitar a desordem e promover a paz. Paulo em Romanos 13.5 mostra que essa obediência não deve ser motivada pelo medo, mas por motivo de consciência, uma vez que essa mesma autoridade procede de Deus. Em Romanos 13.2 o apóstolo Paulo ainda trabalha a questão de não resistir a autoridade. Ou seja, aquela resistência formal, planejada, proposital e sistemática. A resistência que podemos ter não é ao princípio de autoridade, mas aos desmandos da autoridade. Quando a autoridade foge do seu caminho, quando deixa de ser ministro de Deus para promover o bem e coibir o mal, quando se torna opressora, quando se corrompe, criando leis injustiças ou burlando as leis já vigentes, quando cria meios e instrumentos para espoliar os fracos e arrebatar o direito do inocente, então, essa autoridade precisa ser confrontada como João Batista confrontou Herodes, como Amós confrontou Jeroboão II, como os apóstolos confrontaram o sinédrio, como Lutero alertou a aristocracia feudal, como Calvino alertou os tecnocratas genebrinos, como João Wesley condenou o tráfico desumano de escravos, como Dietrich Boenhoeffer ergueu sua voz contra o Nazismo. Quando a autoridade desvia-se de sua rota e se rebela contra a autoridade de Deus, nós precisamos resisti-la como Mesaque, Sadraque e Abe-Nego resistiram às ordens de Nabucodonosor, como os cristãos primitivos resistiram para não adorarem ao imperador, ainda que sofrendo a própria morte nessa resistência. Há momentos que a nossa obediência a Deus exige de nós a desobediência às autoridades. Os apóstolos disseram para o Sinédrio: “Antes importa obedecer a Deus que aos homens”.

II. A natureza da autoridade 

– Ela é ministro de Deus (Rm 13.4,5). João Calvino disse: “Não se deve por em dúvida que o poder civil é uma vocação, não somente santa e legítima diante de Deus, mas também mui sacrossanta e honrosa entre todas as nações.” As autoridades constituídas precisam entender que são mordomos de Deus, estão sob a autoridade suprema de Deus e precisam expressar no seu governo os valores do Reino de Deus. Às vezes, Deus para exercer o seu juízo sobre a terra, permite que autoridades más governem, a fim de disciplinar o seu próprio povo. Deus, levantou a Assíria como vara da sua ira para disciplinar o rebelde povo de Israel.

III. A finalidade da autoridade 

– A autoridade constituída tem dupla finalidade, ambas importantes e fundamentais para a paz e o progresso da sociedade.
1. Promover o bem (Rm 13.3,4). A autoridade precisa refletir o caráter de quem representa. Qual é o bem que deve ser promovido? Primeiro, o bem político – o objetivo do governo civil não é promover o bem dos governantes, mas dos governados. Maldito é aquele que apascenta a si mesmo e legisla em causa própria. Segundo, o bem social – Compete à autoridade civil promover a dignidade da vida, coibir os preconceitos, defender os fracos e estabelecer a justiça, sendo ela mesma padrão de honestidade. Terceiro, o bem econômico – A poder civil tem de valorizar o homem e o seu trabalho, tem remunerá-lo com justiça para que todos possam ter direito a uma vida digna.
2. Coibir o mal (Rm 13.3,4) – A autoridade precisa ser austera no combate ao mal. Ela não pode ser complacente com a injustiça nem pode ser frouxa no castigo exemplar dos promotores do mal. A impunidade é um estímulo ao crime. Precisamos defender a integridade e a santidade da vida, punindo os criminosos e reprimindo a violência. Disse Agostinho: “Sem justiça que são os reinos, senão grandes bandos de ladrões”?



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!

Romanos 11:33

Renascer Praise – Estamos de Pé


 

PÃO DIÁRIO - 05/06/2026 - Peixe medroso

 

Peixe medroso



Descobri que gerenciar um aquário de água salgada não é uma tarefa fácil. Eu precisava operar um laboratório químico portátil para monitorar os níveis de nitrato e o teor de amônia. Eu bombeava vitaminas, antibióticos, medicamentos à base de sulfa e enzimas, além de filtrar água através de fibras de vidro e carvão.
É de se pensar que meus peixes ficariam gratos. Nem tanto. Quando minha sombra se aproximava do aquário para alimentá-los, eles mergulhavam para esconder-se na concha mais próxima. Eu era grande demais para eles; minhas ações incompreensíveis. Eles não sabiam que minhas atitudes eram misericordiosas. Mudar essa percepção exigiria uma forma de encarnação. Eu teria que me tornar um peixe e “falar” a eles em uma linguagem que eles compreendessem; o que era impossível para mim.
De acordo com as Escrituras, Deus, o Criador do universo, fez algo que parece impossível. Ele veio à terra em forma humana como um bebê. “…o mundo foi feito por intermédio dele…” disse João, “…mas o mundo não o conheceu” (João 1:10). Então Deus, que criou a matéria, se tornou homem, como o autor de um peça tornando-se personagem em Sua própria peça. Deus escreveu uma história, utilizando personagens verdadeiros, nas páginas da verdadeira história. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós …” (v.14).
—PY


Leia: João 1:6-14 

Examine: E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, […] e vimos a sua glória… —João 1:14

Considere:  Deus ingressou na história humana, por meio de Jesus, para nos oferecer o dom da vida eterna.





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Propósitos do coração

 



Esdras foi um grande líder de Israel que se dedicou ao ensino da Palavra de Deus depois do cativeiro babilônico. Setenta anos de escravidão haviam se passado. Dias tormentosos e angustiantes sobrevieram sobre a nação. Morte, fome, opressão e desespero tomaram conta daqueles que foram arrancados de suas famílias e lançados fora da sua terra. Por intervenção divina o povo voltou à sua terra. Os grilhões foram quebrados. O cativeiro acabou. A liberdade despontou como o sol no horizonte. Como o povo deveria viver nesse novo tempo? Quais seriam as bases sobre as quais a nova geração deveria erguer os seus valores?
É no meio da crise que surge o grande líder Esdras. Dos escombros da desesperança ergueu-se essa coluna de encorajamento. No capítulo sete, versículo dez, Esdras fala sobre três propósitos do coração de um líder comprometido com Deus e com o seu povo:

1. Ele dispôs o seu coração para conhecer a Palavra de Deus 

– Esdras era um estudioso das Escrituras. Ele examinava meticulosamente a Palavra de Deus. Ele mergulhava nas águas profundas das mais sublimes revelações emanadas do trono de Deus. Diz o texto que Esdras tinha disposto o coração para conhecer a Palavra. Precisamos de líderes que conheçam a Palavra de Deus e o Deus da Palavra. Vivemos um tempo de grande apostasia, de surgimento de novidades estranhas às Escrituras, que têm encontrado guarida no coração de muitos crentes. Estamos vendo o povo errante, buscando avidamente as últimas novidades no mercado da fé, correndo atrás de experiências místicas, de milagres arrebatadores. Muitas igrejas deixaram de lado o estudo criterioso das Escrituras, para ouvir as vozes confusas do coração humano cheio de engano. Estamos vendo o surgimento de uma geração analfabeta da Bíblia. Quando falta o ensino fiel das Escrituras, o povo cai nas malhas de um experiencialismo heterodoxo, desviando-se das veredas da verdade.

2. Ele dispôs o seu coração para viver a Palavra de Deus 

– Esdras não era apenas um estudioso da Bíblia. Ele não era um teólogo de gabinete, um catedrático que blasonava do alto de um púlpito mensagens moralistas para o povo. Ele vivia o que pregava. Sua vida era coerente. Ele não era um teórico. Ele praticava o que transmitia ao povo. Sua vida era um exemplo e um paradigma para os seus ouvintes. Esdras dispôs o seu coração para viver a Palavra. Vivemos hoje uma profunda crise moral em nossa nação. Aqueles que lideram o nosso povo, com raras exceções, são sérios no discurso, mas claudicantes na conduta. Há um abismo entre o que as pessoas falam e o que elas fazem. Essa mesma crise ética tem atingido a igreja. Há um hiato entre o que os crentes pregam e o que eles vivem. Há um divórcio entre a profissão de fé e a prática. Muitos são ortodoxos, mas não são ortopráticos. Não basta conhecer, é preciso viver. Não basta ser intelectual, é preciso ser ético. Não basta conhecer Bíblia, é preciso ser piedoso.

3. Ele dispôs o seu coração para ensinar a Palavra de Deus 

– Esdras segue uma linha de coerência. Primeiro, ele estuda a Palavra. Depois, ele aplica essa Palavra à sua própria vida. Então, ele está apto para ensiná-la aos outros. Ele não retém a verdade de Deus apenas para si. Ele não sonega ao povo as insondáveis riquezas da Palavra de Deus. Do seu coração transborda a Palavra. Dos seus lábios jorram os mananciais do céu. Sua vida é um vaso útil, preparado para toda boa obra. Esdras dispôs o seu coração para ensinar a Palavra de Deus ao povo. Precisamos de líderes que amem as Escrituras, que amem o povo de Deus e busquem ensinar com profundidade e fidelidade todo o conselho de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


Respondendo, então, Jesus, disse-lhes: Ide, e anunciai a João o que tendes visto e ouvido: que os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e aos pobres anuncia-se o evangelho.

Lucas 7:22

Nani Azevedo e Eyshila - Deus vai fazer medley com Sonhos de Deus (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 04/06/2026 - Morto ou vivo

Morto ou vivo


…mas, ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Lucas 24:3


Visitantes de todo o mundo esperam em longas filas, dia após dia, para visitar a tumba de Lenin e ver seu corpo embalsamado. Embora ele tenha morrido em 1924, seu cadáver aparentemente não sofreu decomposição. Apresenta o aspecto de como era quando vivo. Porém é, sem dúvida, enganoso. Artistas habilidosos monitoram o cadáver preservado, colorindo artificialmente seu rosto e usando massa para preencher qualquer linha ou o menor sinal de decomposição.
As pessoas também visitam regularmente Jerusalém para ver o lugar onde Jesus morreu e foi sepultado. Mas existe um contraste notável — não há nenhum cadáver do Cristo crucificado, em lugar algum. Bem, há uma tumba talhada na rocha onde, segundo a tradição, o corpo de Cristo, traspassado por pregos e coroado de espinhos, foi depositado. Mas ressuscitado pelo poder de Deus, Seu Pai, o Salvador deixou Sua mortalha para trás quando saiu da tumba, como uma borboleta quando abandona seu casulo.
Jesus está vivo e você pode experimentar a presença dele hoje. Por Sua morte expiatória e túmulo vazio, podemos ter vida eterna (1 Coríntios 15:20-22). Você precisa admitir que é um pecador e que deseja a Sua salvação. Ele lhe dará vida nova agora, e um dia você o verá face a face e estará com Ele para sempre (1 Pedro 1:3-5).
— Vernon C. Grounds


Leia: João 20:1-8 

Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 25, Marcos 1:23-45

Considere: O túmulo vazio de Cristo garante nossa completa salvação.







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Eu preciso de Deus

 

Eterno Propósito de Deus: Eu preciso de Deus

Eu sou muito fraco. Não consigo, sozinho, vencer as tentações que me cercam. A minha carne não pode ser domesticada. Ela precisa ser crucificada. A cruz de Cristo precisa lavrar a sua morte, pois toda a sua inclinação é contra a vontade de Deus. Os seus impulsos são inimizade contra Deus. Os meus desejos, muitas vezes, me arrastam para aquilo que é mal. Desejo fazer o bem, mas não tenho poder para efetuá-lo. Tenho tristeza em pecar contra Deus, mas acabo entristecendo o Espírito, fazendo, muitas vezes, concessão ao pecado. Não há nenhum bem em mim. Meu coração é enganoso. Meus pensamentos, muitas vezes, não estão cativos à obediência de Cristo. Minhas mãos, nem sempre, estão puras para fazer a obra de Deus. Meus pés, nem sempre, andam por veredas retas. Meus lábios, às vezes, são fontes amargas. Meus olhos, não poucas vezes, são um laço para a minha alma. Ó miserável homem que eu sou. Se Deus tirar a sua mão de sobre mim um minuto, pereço. Se Ele me entregar aos meus caprichos, naufrago. Por isso, com todas as forças da minha alma, elevo aos céus o meu clamor: Ó Deus, eu preciso de ti.

Sim, eu sei que esta é também a sua confissão. Foi a confissão de Davi, de Isaías, do apóstolo Paulo, de Agostinho e de tantos outros, que ao olharem para a santidade de Deus e para a sujeira de seus pecados reconheceram que precisavam desesperadamente do perdão divino. Não podemos, portanto, diante deste fato, endurecer o nosso coração. Não podemos viver do modo digno de Deus sem sermos lavados pelo sangue do Cordeiro imaculado. Se nos afastarmos de Deus, que é luz, as trevas inundarão a nossa vida. Se perdermos a intimidade com Deus o pecado prevalecerá em nós e contra nós e nos destruirá. O pecado é maligníssimo. Ele é o pior de todos os males que pode nos atingir, pois o pecado nos afasta de Deus e longe de Deus só há trevas, vergonha e opróbrio. Deus é o autor da vida, Ele dá vida, Ele restaura a vida, mas longe Dele só reina a morte.

A maior necessidade da nossa vida é estar perto de Deus. É quando vivemos na luz que percebemos a sujeira do pecado. Quando experimentamos a alegria do conhecimento de Cristo, vemos que os prazeres do mundo são lixo. Quando contemplamos a face do Pai é que conhecemos a doçura do Seu amor e a alegria indizível de ser santo como Ele é santo. O segredo de uma vida vitoriosa, pura, santa e feliz é viver na constante e total dependência de Deus. Sem Jesus nada podemos fazer. Não temos forças em nós mesmos para vencer a batalha contra o pecado. Se tirarmos os olhos de Jesus afundaremos num pântano lodacento. É tempo de nos arrependermos dos nossos pecados. É tempo de chorarmos pelos nossos pecados. É tempo de abandonarmos os nossos pecados. É tempo de nos voltarmos para Deus de todo o nosso coração, com pranto, com jejuns, com o coração rasgado, clamando: Ó Deus, precisamos de ti!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

terça-feira, 2 de junho de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.

Lucas 15:20

Alda Célia - Voar como Águia (Ao Vivo) DVD Explosão de Louvor


 

PÃO DIÁRIO - 03/06/2026 - Perguntas

Perguntas



Enquanto viajava de trem alguns anos após a Guerra da Secessão, o general Lew Wallace, do Exército da União, encontrou um colega oficial, Coronel Robert Ingersoll. O coronel foi um dos principais agnósticos do século 19 e Wallace era um homem de fé. Conforme a conversa se direcionou para o assunto de suas diferenças espirituais, Wallace percebeu que não era capaz de responder às perguntas e dúvidas levantadas por Ingersoll. Constrangido por sua falta de entendimento com relação à sua própria fé, Wallace começou a pesquisar as Escrituras procurando respostas. O resultado foi sua declaração confiante na pessoa do Salvador em seu clássico romance histórico Ben-Hur: uma narrativa de Cristo.
As perguntas inquisitórias dos céticos não precisam ser uma ameaça à nossa fé. Antes, podem nos motivar a buscar o entendimento mais profundo e nos equipar para responder sábia e amavelmente àqueles que possam questionar nossa fé. O apóstolo Pedro nos encorajou a buscar a sabedoria de Deus nas Escrituras quando escreveu: “…estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós […] com mansidão e temor…” (1 Pedro 3:15,16).
Não temos que ter respostas para todas as perguntas, mas precisamos de coragem, confiança e convicção para compartilhar nosso amor por Cristo e a esperança que está em nós.
—WEC


Leia: 1 Pedro 3:8-17 

Examine: …santificai a Cristo […] estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós. —1 Pedro 3:15

Considere: Cristo é a sublime resposta para as grandes questões da vida.





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As marcas de uma igreja atraente




A igreja de Jerusalém tornou-se uma referência em todo o mundo e para todos os tempos. Em Atos 2:1-47 encontramos algumas marcas dessa igreja, dignas de serem imitadas:

1. Era uma igreja comprometida com a verdade – v. 42 

– A igreja de Jerusalém nasceu sob a égide das Escrituras. A doutrina dos apóstolos representa a ortodoxia que deve nortear o conteúdo da nossa fé. A igreja não pode estar à mercê de doutrinas de homens, mas deve estar fundamentada na eterna e infalível palavra de Deus. A igreja não pode andar às escuras. Ela sabe com segurança para onde vai. Ela anda na luz da verdade.

2. Era uma igreja marcada pela profunda união entre os irmãos – v. 1, 42

– Uma igreja jamais poderá atrair as pessoas se não houver comunhão entre os seus membros. O amor é a evidência do verdadeiro discípulo de Jesus. O amor é uma poderosa ferramenta evangelística. Os crentes estavam juntos. Eles partilhavam a vida e os bens. Eles cuidavam uns dos outros. A igreja era um lugar de aceitação e cura. Era uma comunidade terapêutica.

3. Era uma igreja simpática aos olhos da sociedade – v. 47

 – A igreja de Jerusalém desfrutava de uma boa reputação na cidade. Os crentes davam um testemunho irrepreensível. Eles uma referência para os não crentes. Quando as pessoas chegavam na igreja, elas eram acolhidas com alegria e profunda simpatia. A igreja precisa ser uma comunidade de amor. A graça de Deus não nos isola das pessoas, mas torna-nos pessoas mais acolhedoras e simpáticas.

4. Era uma igreja que transbordava alegria e felicidade – v. 46,47 

– A igreja celebrava as coisas comuns da vida, como as refeições diárias, com grande alegria (v 46). Os crentes traziam nos lábios sorriso em vez de murmuração. Eles enfrentavam as dificuldades não com queixumes, mas com confiança em Deus e solidariedade fraternal (v. 45). O culto da igreja era uma festa. Eles louvavam a Deus no templo diariamente (v. 46,47). A vida de Deus transbordava na vida igreja.

5. Era uma igreja que tinha fome de Deus – v. 42 

– A igreja de Jerusalém não apenas acreditava na oração, ela orava. Ela não apenas tinha uma correta teologia acerca da oração, ela orava. Ela não apenas entendia que oração precisava ocupar a primazia da agenda da igreja, ela praticava o que cria. A igreja antes de falar poderosamente aos homens precisa falar com Deus. Não podemos prevalecer com os homens antes de prevalecermos com Deus.

6. Era uma igreja cheia do Espírito Santo – v. 4,38

 – Todos aqueles que crêem têm o Espírito Santo, mas nem todos estão cheios do Espírito Santo. Todos os que crêem são batizados pelo Espírito no corpo de Cristo, mas nem todos estão revestidos com o poder do Espírito para testemunhar. Não basta ser habitado pelo Espírito, precisamos ser cheios do Espírito. Não basta ter o Espírito presente, precisamos ter o Espírito presidente.

7. Era uma igreja que crescia diariamente – v. 47 

– Enquanto a igreja crescia em graça e piedade, Deus a fazia crescer em número. Qualidade gera quantidade. Quando a igreja planta e rega, Deus dá o crescimento. Quando a igreja vive o que prega e testemunha no poder do Espírito, Deus a faz crescer. Que estas marcas possam ser buscadas ansiosamente pela nossa igreja.



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

João 1:14

Davi Sacer – Em Ti Esperarei (15 Anos) [Vídeo Oficial]


 

PÃO DIÁRIO - 02/06/2026 - “Se quiseres”

“Se quiseres”


Marisa queria a ajuda de seu pai, mas estava com medo de pedir. Ela sabia que quando ele estava trabalhando em seu computador, não gostava de ser interrompido. Ele pode ficar chateado comigo, ela pensou, então não pediu sua ajuda.
Não precisamos ter tais medos quando vamos a Jesus. No evangelho de Mateus 8:1-4, lemos sobre um leproso que não hesitou em interromper Jesus com suas necessidades. Sua doença o desesperava — ele havia sido banido da sociedade e passava por sofrimento emocional. Jesus estava ocupado com “grandes multidões”, mas o leproso caminhou pela multidão para falar com Jesus.
O evangelho de Mateus diz que o leproso veio e “…adorou-o…” (v.2). Ele abordou Jesus em adoração, com confiança em Seu poder e com humildade, reconhecendo que a escolha de ajudar pertencia a Jesus. Ele disse: “…Senhor, se quiseres, podes purificar-me” (v.2). Em compaixão, Jesus o tocou (a lepra havia tornado o homem “intocável” pelos padrões da lei judaica), e ele foi purificado imediatamente.
Como o leproso, não precisamos hesitar em abordar Jesus quando desejamos Sua ajuda. Ao nos aproximarmos dele em humildade e adoração, podemos confiar que Ele fará as melhores escolhas para nós.
—AMC


Leia: Mateus 8:1-4 

Examine: …Senhor, se quiseres, podes purificar-me. —Mateus 8:2

Considere: Acheguemo-nos […] junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia… —Hebreus 4:16






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Não tem nada a ver



Nossa geração está se acostumando com a idéia de que a verdade é subjetiva e de que cada um tem a sua própria verdade. Para ser mais preciso, nossa geração parece descrer da verdade. Cada um tem a sua experiência. Cada um decide o que é bom. Cada um escolhe o que mais lhe agrada e ninguém pode interferir nessa escolha. Vivemos num mundo plural, com muitas idéias, conceitos e valores. A ética é privativa, ou seja, eu faço minhas escolhas e ninguém tem o direito de dizer se elas são certas ou erradas, até porque as pessoas estão confusas sobre a linha divisória que separa a verdade do erro. Nesse emaranhado de idéias as pessoas que são confrontadas em sua forma de pensar ou agir respondem de imediato: “isso não tem nada a ver”.

Qual é a filosofia que está por trás dessa frase? O que ela significa? O que ela induz?

1. Ela empurra as pessoas incautas para um conformismo cego com as aberrações ditadas pelo mundo. O mundo é um sistema que não leva em conta a verdade de Deus. O mundo tem a sua própria maneira de ver a vida. O mundo está posto no maligno e o maligno é o espírito que atua nos filhos da desobediência. Ser amigo do mundo é tornar-se inimigo de Deus. Amar o mundo é desprezar a Deus. Conformar-se com o mundo é inconformar-se com Deus. O mundo escarnece dos princípios da Palavra de Deus. De acordo com os ditames do mundo uma pessoa pode ser infiel ao seu cônjuge, os jovens podem ter sexo antes do casamento, as pessoas podem entupir suas mentes com filmes indecentes, a homossexualidade é apenas mais uma opção legítima, os jogos de azar são apenas uma diversão ou uma chance mais fácil de ficar rico, as boates com suas músicas sensuais e luzes sedutoras são apenas mais um ambiente que os crentes podem curtir sem nenhum conflito.

2. Ela enfraquece na mente dos crentes a idéia do certo e do errado. Ela induz as pessoas a pensarem que não existe uma verdade absoluta e que cada um pode fazer suas opções, ainda que na contra mão do bom senso, da lógica e da verdade e ainda assim, não estar em desacordo com os princípios de Deus. Precisamos entender que existe luz e trevas, certo e errado, verdade e mentira. O crente precisa posicionar-se. Ele não pode conformar-se com o erro. Ele não pode ser um seguidor da mentira. Ele é filho da luz. Ele precisa repudiar as obras do mal. Ele não pode ser massa de manobra e produto do meio. Ele precisa apresentar-se a Deus, inconformar-se com o mundo e transformar-se pela renovação da sua mente. O crente não pode ficar em cima do muro. Os covardes não entrarão no Reino de Deus. Quem não é por Cristo, é contra Cristo.

3. Ela apaga no coração do crente a idéia da santidade de Deus. Deus é santo e não pode contemplar o mal. Deus é luz e não tem comunhão com as trevas. Deus abomina o pecado. Ele exerceu juízo contra o pecado e demonstrou infinito amor pelo pecador ao mandar o Seu Filho ao mundo para morrer em nosso lugar e favor. Amar o pecado é ultrajar o sangue de Cristo. Deleitar-se no pecado é uma ofensa ao amor de Deus. Viver no pecado é colocar-se debaixo do juízo de Deus. Tentar agradar a Deus e ao mundo, procurando explorar o melhor das duas realidades é enganar-se a si mesmo. Deus não inocenta o culpado. Ele é fogo consumidor. Ele é o vingador contra aqueles, que, embora, professam conhecê-lo tapam os ouvidos aos princípios da Sua Palavra.

Conclamamos os irmãos da nossa igreja a vivermos de modo digno de Deus. Ele é santo e sem santidade ninguém verá o Senhor. Em vez de nos curvarmos à permissiva filosofia do “Não tem nada a ver”, devemos nos submeter à eterna e infalível Palavra de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

domingo, 31 de maio de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia

Porque uma multidão do povo, muitos de Efraim e Manassés, Issacar e Zebulom, não se tinham purificado, e contudo comeram a páscoa, não como está escrito; porém Ezequias orou por eles, dizendo: O Senhor, que é bom, perdoa todo aquele

¹⁹ Que tem preparado o seu coração para buscar ao Senhor Deus, o Deus de seus pais, ainda que não esteja purificado segundo a purificação do santuário.

2 Crônicas 30:18,19

André e Felipe, Marcus Salles - Estamos de Pé (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 01/06/2026 - Árvore de descanso

 

Árvore de descanso


A árvore solitária no campo à frente de meu escritório permanecia um mistério. Grandes quantidades de árvores haviam sido cortadas para que o fazendeiro pudesse plantar milho. Mas uma árvore permanecia em pé com seus longos galhos espalhados. O mistério foi revelado quando descobri que a árvore foi poupada por um propósito. Havia muito tempo, os fazendeiros deixavam, por tradição, uma árvore plantada para que eles e seus animais tivessem um lugar fresco para descansar quando o calor do sol do verão estivesse muito forte.
Em certos momentos, percebemos que mais ninguém além de nós sobreviveu a algo, e não sabemos o porquê. Soldados voltando do combate e pacientes que sobreviveram a uma doença letal lutam para saber porque sobreviveram, enquanto outros não.
O Antigo Testamento fala dos sobreviventes a quem Deus poupou quando a nação foi enviada ao exílio. Os sobreviventes preservaram a lei de Deus e mais tarde reconstruiu o templo (Esdras 9:9). O apóstolo Paulo referia-se a si mesmo como parte do remanescente de Deus (Romanos 11:1,5). Ele foi poupado para tornar-se o mensageiro de Deus aos gentios (v.13).
Se permanecemos em pé onde outros já caíram, é para que ergamos nossas mãos aos céus em louvor e abramos nossos braços fazendo sombra para o cansado. O Senhor nos capacita para sermos uma árvore de descanso para outros.
—JAL


Leia: Esdras 9:5-9 

Examine: ...sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. —Romanos 11:5

Considere: A esperança pode ser acesa com uma fagulha de encorajamento.






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QUAL É A ORIGEM DO UNIVERSO?


Origem do Universo


Qual é a origem do universo? Surgiu espontaneamente? É resultado de uma mega explosão? É fruto de uma evolução de milhões e milhões de anos? Ou foi criado? É evidente que o universo é formado de matéria e energia, e matéria e energia não criam a si mesmas. Também é sabido que o universo é governado por leis e leis não estabelecem a si mesmas. Fica a pergunta: De onde veio a matéria? Quem estabeleceu as leis que governam o universo? O livro de Gênesis nos oferece resposta a estas perguntas.

Destacaremos três verdades preciosas pontuadas no início do livro dos inícios:

Em primeiro lugar, Deus, o Pai é a fonte de todas as coisas (Gn 1.1). “No princípio criou Deus os céus e a terra”. Este texto deita por terra a ideia de que a matéria é eterna. Também refuta o ateísmo, o panteísmo, o politeísmo e o evolucionismo. O universo teve um começo, porque antes do começo só Deus existia. Só Deus é eterno. O universo não foi criado, no princípio, de matéria preexistente. Deus trouxe à existência o que não existia. Do nada, ele tudo fez. Deus trouxe à existência a terra e os céus. Todos os mundos estelares foram criados. Todo este vasto universo, com mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro tem o próprio Deus como sua única fonte.

Em segundo lugar, Deus, o Espírito Santo é o energizador de todas as coisas (Gn 1.2). “A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas”. Há alguns estudiosos que tentam ver neste versículo um hiato de tempo entre a criação original e o aparente caos aqui descrito. Os defensores dessa teoria do hiato tentam encaixar nesse período a queda no mundo angelical. Porém, a teoria do hiato é uma tentativa de conciliar o registro da criação com o evolucionismo, a fim de justificar que a terra é muito mais antiga que a raça humana. O texto, porém, não nos permite essa interpretação. A narrativa da criação em Gênesis 1 fala sobre as etapas pelas quais Deus trouxe forma à terra informe e seres vivos à terra vazia. Não há contradição entre o registro do versículo 2 com a narrativa da criação inicial do versículo 1. A criação inicial (versículo 1 e 2) não estava completa, como se constata no final do sexto dia da criação. Ela foi sendo realizada em etapas. Poderíamos então traduzir os dois primeiros versículos assim: “No princípio Deus criou o espaço e a matéria, e a matéria criada era inicialmente sem forma e inabitada”. O Espírito Santo pairava sobre as águas, energizando a obra criada, trazendo vida à criação de Deus. Isso está de acordo com o que diz a Escritura: “Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim, renovas a face da terra” (Sl 104.30).

Em terceiro lugar, Deus, o Filho é o revelador de todas as coisas (Gn 1.3). Disse Deus: Haja luz; e houve luz”. Deus criou por meio de sua Palavra. A Palavra é o Verbo e o Verbo fala da ação divina, como diz o apóstolo João: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3). O Deus Filho é o agente da criação. Foi por meio dele que Deus fez o universo (Hb 1.2). O apóstolo Paulo diz: “Pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele” (Cl 1.16). O mesmo que trouxe luz das trevas, é aquele que resplandece em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo (2Co 4.6). Jesus é o Verbo divino, que se fez carne (Jo 1.1,14). Ele é a luz do mundo (Jo 8.12), em quem não há treva nenhuma (1Jo 1.5). Ele trouxe luz ao universo na criação e traz luz aos que são regenerados para uma vida esperança.



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 30 de maio de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


Eu sei, ó Senhor, que não é do homem o seu caminho; nem do homem que caminha o dirigir os seus passos.

Jeremias 10:23

Davi Sacer - Se a Tua Voz Ouvir


 

PÃO DIÁRIO - 31/05/2026 - Caminho do sucesso

 

Caminho do sucesso


Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite […] então, farás prosperar o teu caminho… v.8


Durante o Ano Novo chinês, é costume ter hongbaos (pequenos envelopes vermelhos com dinheiro) para serem doados para alguém. Quando os pais dão hongbaos para seus filhos, querem desejar-lhes prosperidade e sucesso. Entretanto, sabendo que este desejo sincero não é suficiente, estes envelopes também os lembram de que devem estudar arduamente. O povo chinês geralmente crê que uma boa educação é a chave do sucesso na vida de alguém.
Deus disse a Josué que seus caminhos poderiam prosperar, já que assumira o papel de liderança de Moisés. Mas ele e o povo deveriam mostrar coragem diante da forte oposição ao entrarem na Terra Prometida (Josué 1:6). Deus prometeu dar-lhes sucesso se eles considerassem Seu “Livro da Lei” (v.8).
Os cristãos de hoje também precisam viver conforme a Palavra de Deus, se quiserem desfrutar de sucesso em sua caminhada espiritual. A Bíblia não contém somente observações sobre “o que fazer e não fazer” a fim de viver, mas também registra as experiências de vida daqueles que agradaram ou desagradaram a Deus.
Assim como Josué, temos a promessa de Deus de que Ele sempre estará conosco (Josué1:9; Mateus 28:20). Isso deveria nos dar forças para enfrentar os desafios e dificuldades que, inevitavelmente, surgem ao procurarmos agradar o Senhor.
— Albert Lee


Leia: Josué 1:1-9 

Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 23–24, Marcos 1:1-22

Considere: Quando enfrentar uma crise, confie em Deus e siga adiante.




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Olha para cima, Deus está no controle




Viver é uma aventura, uma aventura perigosa. A estrada da vida está juncada de espinhos, armadilhas e minas prontas a explodirem. O inimigo nos espreita e busca uma ocasião oportuna para nos atacar. No caminho há perigos, ameaças, montes escarpados, ladeiras escorregadias, pinguelas estreitas, lagos profundos, vales escuros, desertos esbraseantes. As circunstâncias adversas, muitas vezes, conspiram contra nós; situações inesperadas nos deixam abalados; ventos contrários, surram com desmesurado rigor o barco da nossa vida. Somos surpreendidos por tempestades que atingem a nossa saúde, o nosso bolço, o nosso lar, a nossa paz. Somos feridos por setas pontiagudas que rasgam a nossa carne, fazem jorrar o nosso sangue e alagar o nosso leito com as nossas lágrimas. Somos, então, amassados debaixo do rolo compressor da angústia, gememos, choramos, sentimos nossas forças sendo minadas, o sorriso apagar-se do nosso rosto, o brilho fugir dos nossos olhos. O cenário parece sombrio, não enxergamos uma luz no fim do túnel, não divisamos solução à vista. O que fazer nessas horas? Para onde correr? Onde devemos buscar socorro?

Ser cristão não é ser poupado dos problemas. Cristianismo não é uma apólice de seguro contra os acidentes da viagem rumo à Canaã celestial. O sofrimento faz parte também da agenda do povo de Deus. Neste mundo sempre vamos ter aflições. Aqueles que andaram com Deus neste mundo não pisaram tapetes aveludados, mas cruzaram desertos inóspitos, entraram em cavernas escuras, atravessaram mares encapelados, desceram aos vales sombrios, foram jogados nas fornalhas ardentes, trancados nas prisões, empurrados para as arenas, lançados nas fogueiras. O próprio Filho de Deus, imaculado, impoluto e sem jaça, quando pisou nesta terra bebeu o cálice do sofrimento: foi perseguido, insultado, abandonado, negado, traído, esbofeteado, cuspido, pregado numa cruz. O nosso sofrimento não deve ser interpretado como ausência do amor de Deus por nós. Ele sofre conosco. Ele é compassivo. Nossa dor é a sua dor. Os nossos gemidos são os soluços de Deus. Não sofremos porque Deus está distante de nós ou nos castigando. Mesmo quando ele nos disciplina, sua motivação é o seu amor, seu propósito é a nossa santidade. O nosso sofrimento nunca é maior do que a consolação de Deus. Nosso vale nunca é tão profundo que a misericórdia de Deus não seja mais profunda. O bálsamo de Deus sempre é eficaz para curar todas as nossas feridas. A alegria de Deus é temperada com as nossas lágrimas e a paz que excede todo o entendimento jorra do trono de Deus ao nosso coração mesmo nas noites mais escuras do nosso sofrer.

Mesmo quando sofremos, Deus está no controle das circunstâncias, para consolar-nos, levantar-nos, fortalecer-nos e usar-nos como fontes de consolação. O nosso sofrimento é pedagógico: ele nos ensina a perseverar, ele nos proporciona experiência com Deus, ele abre dentro do nosso peito uma fonte de esperança no Deus vivo. O nosso sofrimento é leve e momentâneo se comparado com as glórias que nos estão reservadas no céu; ele produzirá para nós eterno peso de glória acima de toda comparação. Por isso, se você está sofrendo, não fique deprimido nem desanimado, mas levante a cabeça e saiba que Deus está no controle. Na jornada da vida, por mais estreito que seja o caminho, ele o segura pela sua mão, o guia com o seu conselho eterno e depois o receberá na glória!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga.

²⁰ Mas Deus lhe disse: Louco! Esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?

Lucas 12:19,20

Marquinhos Gomes - Deus de Israel - Acústico 93


 

PÃO DIÁRIO 30/05/2026 - Encontrando Deus

 

Encontrando Deus


Pois o Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido. Lucas 19:10


Quando nossos meninos eram pequenos, brincávamos de um jogo chamado “Sardinhas”. Apagávamos todas as luzes dentro de casa e eu me escondia num armário ou nalgum lugar apertado. O restante da família tateava na escuridão, para encontrar meu esconderijo e depois esconder-se comigo, até que todos estivéssemos juntos e espremidos, como na lata de sardinhas. Daí veio o nome.
O membro mais novo da nossa família às vezes ficava com medo do escuro, e então quando se aproximava de nós, eu sussurrava suavemente para ele: “Estou aqui.”
“Encontrei o papai!”, anunciava enquanto se acomodava perto de mim na escuridão, não sabendo que eu me deixara encontrar.
Da mesma forma, fomos criados para buscar a Deus — “tateando”, como Paulo descreveu de forma tão vívida em Atos 17:27. Mas eis as boas-novas: não é difícil encontrá-lo, pois não está longe de cada um de nós. Ele deseja tornar-se conhecido. Juliana de Norwich escreveu séculos atrás: “Existe em Deus uma característica que anseia que permaneçamos nele.”
Antes de conhecermos a Cristo, tateamos em busca de Deus, na escuridão. Mas se o buscarmos ardentemente, Ele se dará a conhecer, pois é “…galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6). Ele nos dirá suavemente: “Estou aqui.”
E o Pai espera nossa resposta: “Eu o encontrei”
— david h. roper


Leia: Atos 17:22-31 

Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 21–22, Mateus 28

Considere: Buscai o Senhor enquanto se pode achar… —Isaías 55:6





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Versículo do dia

         Versículo do dia Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no Senhor. Salmos 27:14