sexta-feira, 12 de junho de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Porque o Senhor teu Deus te põe numa boa terra, terra de ribeiros de águas, de fontes, e de mananciais, que saem dos vales e das montanhas;

Deuteronômio 8:7

Eyshila e Marcus Salles - Fala Comigo + Estamos de Pé (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 13/06/2026 - Todo o tipo de ajuda

 Todo o tipo de ajuda


No auge dos acontecimentos envolvendo o tiroteio numa escola nos EUA, muitas pessoas sentiram-se fortemente compelidas a ajudar. Algumas doaram sangue aos feridos, outras providenciaram refeições e café gratuitos em seus restaurantes para os que trabalhavam no local da tragédia. Outras escreveram cartas de consolo ou simplesmente os abraçaram. Algumas enviaram doações financeiras e ursos de pelúcia para as crianças; outras ofereceram aconselhamento. As pessoas encontraram maneiras de servir de acordo com suas personalidades, habilidades e recursos.
A história bíblica sobre José nos conta como ele usou suas habilidades para exercer um papel importante ao ajudar pessoas a sobreviver num período de sete anos de fome (Gênesis 41:53-54). No caso dele, José pôde se preparar com antecedência, pois ele sabia que um tempo difícil estava chegando. Após José avisar o Faraó, o rei do Egito, que os anos escassos estavam se aproximando, o Faraó o encarregou da preparação para esse período. José usou de sabedoria e discernimento de Deus para preparar seu país (41:39). E então, quando a fome estava “…sobre toda a terra, abriu José todos os celeiros…” (v.56) e pôde inclusive ajudar sua própria família (45:16-18).
Estas histórias mostram o sentimento de Deus pelo mundo. Ele nos preparou e nos fez quem somos para darmos atenção a outros da maneira que Ele nos guiar.
—AMC


Leia: Gênesis 41:46-57 

Examine: Depois, disse Faraó a José: Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão ajuizado e sábio como tu. —Gênesis 41:39

Considere: A compaixão oferece o que for necessário para a cura.





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Dízimo, dai a Deus o que é de Deus



O dízimo não é invenção da igreja, é princípio perpétuo estabelecido por Deus. O dízimo não é dar dinheiro à igreja, é ato de adoração ao Senhor. O dízimo não é opcional, é mandamento; não é oferta, é dívida; não é sobra, é primícia. O dízimo é ensinado em toda a Bíblia, antes da lei (Gn 14.20), na lei (Lv 27.30), nos livros históricos (Ne 12.44), poéticos (Pv 3.9,10), proféticos (Ml 3.8-12) e também no Novo Testamento (Mt 23.23; Hb 7.8). Negligenciar a devolução dos dízimos é infidelidade a Deus. Sonegar o dízimo é roubar a Deus. Reter o dízimo, que é santo ao Senhor, é colocar-se debaixo de maldição. Entretanto, entregar o dízimo com obediência é repreender o devorador e contar com a promessa das janelas abertas do céu, de onde promanam toda sorte de bênção.

Malaquias, o último profeta do Velho Testamento, registra no capítulo 3.8-12, alguns perigos quanto ao dízimo: Primeiro, reter o dízimo – “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais a nação toda.” Se o dízimo é santo ao Senhor, não podemos lançar mão dele, não podemos comê-lo nem usá-lo. Precisa ser criteriosamente devolvido ao Senhor. Não devolver o dízimo é roubo, assalto acintoso a Deus. Segundo, subtrair o dízimo – “Trazei TODOS os dízimos.” O dízimo é integral. Não podemos enganar a Deus. Ananias e Safira tentaram reter parte da oferta, e Pedro disse que eles não mentiram a homens, mas ao Espírito Santo. Deus não precisa do nosso dinheiro, pois dele é o ouro e a prata, os animais do campo, a terra, a sua plenitude e todos os que nela habitam. Aliás, tudo o que somos e temos pertence a Deus. Tudo que damos ao Senhor, vem das suas próprias mãos. O que Deus requer de nós é fidelidade. Terceiro, administrar o dízimo – “Trazei todos os dízimos à CASA DO TESOURO.” Deus não nos autorizou administrar o dízimo. Não podemos fazer o que bem entendemos com o que é de Deus. Ele mesmo já estabeleceu em sua Palavra que o dízimo deve ser entregue em sua casa. Deus não nos constituiu administradores do dízimo, mas nos ordenou a entregá-lo com fidelidade em sua casa.

Malaquias ainda fala sobre duas conseqüências graves para os que são infiéis na devolução dos dízimos: Primeiro, a maldição divina – “Com maldição sois amaldiçoados.” A desobediência sempre desemboca em maldição. Insurgir-se contra Deus e violar as suas leis traz maldição inevitável. Deus é santo e não premia a infidelidade. Ele vela pela sua Palavra em a cumprir. Deus é fogo consumidor e terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo. É tempo da igreja arrepender-se do seu pecado de infidelidade quanto ao dízimo. Sonegar o dízimo é desamparar a Casa de Deus. Sonegar o dízimo é deixar de ser cooperador com Deus na implantação do seu Reino. Segundo, a devastação do devorador – “Por vossa causa repreenderei o devorador.” O profeta Ageu alertou sobre as conseqüências da infidelidade, dizendo que é o mesmo que receber salário e colocá-lo num saco furado (Ag 1.6). Quando retemos fraudulentamente o que é de Deus, o devorador come o que deveríamos entregar no altar do Senhor.

Finalmente, Malaquias fala-nos sobre as bênçãos decorrentes da fidelidade na devolução dos dízimos: Primeiro, as janelas do céus são abertas – É lá do alto que procede toda boa dádiva. Deus promete derramar sobre os fiéis, torrentes caudalosas das suas bênçãos. É bênção sem medida. É abundância. É fartura. Mais vale 90% com a bênção do Senhor do que 100% sob a sua maldição. Segundo, o devorador repreendido – Deus não apenas age ativamente derramando bênçãos extraordinárias, mas também, inibe, proíbe e impede a ação do devorador na vida daqueles que lhe são fiéis. Alguém, talvez, possa objetar dizendo que há muitos crentes não dizimistas que são prósperos financeiramente, enquanto há dizimistas que enfrentam dificuldades econômicas. Contudo, a riqueza sem fidelidade pode ser maldição e não bênção. Também, as bênçãos decorrentes da obediência não são apenas materiais, mas toda sorte de bênção espiritual em Cristo Jesus. O apóstolo Paulo diz que grande fonte de lucro é a piedade com contentamento, enquanto afirma que os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição (I Tm 6.6,9). Concluindo, o Senhor nos exorta a fazer prova dele quanto a esta matéria (Ml 3.10). Deus não quer obediência cega, mas fidelidade com entendimento. O que você vai escolher: bênção ou maldição?



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles!

Salmos 139:17

ISAIAS SAAD & MARSENA - SOBRE AS ÁGUAS


 

PÃO DIÁRIO - 12/06/2026 - O holofote

 

O holofote



Jamais esquecerei o Domingo de Páscoa de 1993, quando Bernhard Langer venceu o Masters de Golfe. Ao sair do 18º buraco para receber a jaqueta verde — um dos mais cobiçados prêmios de golfe — um repórter disse: “Este deve ser o dia mais importante de sua vida!” Sem titubear, Langer respondeu: “É maravilhoso ganhar o maior torneio do mundo, mas para mim significa mais ainda o fato de ganhá-lo no Domingo de Páscoa — para celebrar a ressurreição do meu Senhor e Salvador.”
Langer teve uma oportunidade de gloriar-se a si mesmo, mas em vez disso voltou os holofotes para Jesus Cristo. É exatamente o que Paulo estava falando quando disse, “…mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação” (Romanos 5:11).
É fácil procurar maneiras de chamar atenção para nossas realizações, fazendo listas mentais com aquilo que temos de “interessante”. Até mesmo Paulo admitiu que tinha muito do que se vangloriar — mas considerava tudo “perda” por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo (Filipenses 3:8). Faríamos bem se seguíssemos o exemplo do apóstolo Paulo.
Então, se você realmente quer algo para se vangloriar, vanglorie-se de Jesus e do que Ele fez por você. Procure oportunidades para mirar os holofotes no Senhor.
—JMS


Leia: Romanos 5:1-11 

Examine: …também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo… —Romanos 5:11

Considere: Você não pode vangloriar-se em Jesus enquanto estiver preocupado consigo mesmo.




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O ministério dos anjos

 



Temos hoje dois extremos acerca dos anjos: uns enveredam-se pelo lado do misticismo, vendo anjos por todo lado, dando uma super ênfase em seu ministério, chegando alguns às raias da adoração de anjos e outros, que de forma cética negam a existência, o ministério e ação dos anjos hoje.
Os anjos existem mesmo? Desde quando? Para que eles existem? Qual é a importância do trabalho deles?

1. Quem eles são?

Os anjos foram criados por Deus. Portanto, eles não são auto-existentes, nem auto-suficientes, nem eternos. Os anjos são seres espirituais, poderosos, numerosos, eles não se casam, não se reproduzem, não morrem.

2. O que eles fazem?

a) Os anjos existem para louvar a Deus;
b) os anjos existem para cumprir com obediência absoluta as ordens de Deus;
c) os anjos existem para trabalhar em favor dos que herdam a salvação: livram – hospedam-se – protegem – trazem consolo – escoltam para o céu – separarão o joio do trigo – virão com os salvos do céu – congregação os salvos da terra – se alegram com a salvação do pecador;
d) os anjos existem para guerrear contra os demônios em nosso favor.

3. A importância do ministério dos anjos para a igreja

Quantas vezes já fomos protegidos de acidentes automobilísticos de forma milagrosa. Quantas vezes fomos poupados de homens maus e violentos (missionários). Quantas vezes fomos socorridos em lugares ermos. Quantas vezes alguém nos ajudou em hora de aperto sem deixar a menor pista. Quantas vezes já hospedamos anjos sem saber. Quantas vezes eles já lutaram por nós nas regiões celestes. Eles serão nossos eternos companheiros no céu. Vamos nos integrar a eles no paraíso.

4. Vamos ser semelhantes e diferentes dos anjos

Vamos ser semelhantes aos anjos no sentido de: ao entrarmos no céu não mais casaremos sem mais reproduziremos. Seremos semelhantes aos anjos no sentido que jamais morreremos. Seremos semelhantes no sentido que faremos a plena vontade de Deus. Seremos semelhantes no sentido do nosso ministério serviremos a Deus e o louvaremos para sempre e sempre. Porém, seremos diferentes dos anjos no sentido de que no céu teremos sempre um corpo glorificado semelhante ao corpo da glória de Cristo e os anjos não têm corpo. Seremos diferentes porque os anjos nunca foram redimidos porque eles nunca caíram. Seremos diferentes porque seremos filhos adotados e nascidos do Espírito de Deus e eles sempre serão criaturas de Deus, mas não filhos. Os anjos são diferentes porque eles foram criados, mas não formados. Eles são diferentes porque são um batalhão e não uma raça. Eles são diferentes porque embora hoje mais valorosos em poder, não terão a mesma exaltação que teremos ao sermos feitos filhos de Deus e recebermos um corpo glorificado.

5. O ministério dos anjos continua hoje?

Ele existe. Os anjos não dormem, não tiram férias. Eles são ministros. São feitos ventos. Eles agem diuturnamente. O diabo tenta se fazer de anjo para enganar as pessoas. Eles estão ao nosso redor. Eles nos vigiam, nos guardam. Eles estão perto de nós. O mundo está povoado deles. Eles são milhões de milhões. Eles são guerreiros. Eles são adoradores. Eles trabalham em nosso favor. Eles são em maior número que os nossos adversários. Estamos do lado do vencedor!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Versículo do dia

        Versículo do dia


E o Senhor teu Deus te fará prosperar em toda a obra das tuas mãos, no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto da tua terra para o teu bem; porquanto o Senhor tornará a alegrar-se em ti para te fazer bem, como se alegrou em teus pais,

Deuteronômio 30:9

ALVO MAIS QUE A NEVE | Fernandinho Feat. ‪@JuliaVitóriaOfc‬ (Catedral Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 11/06/2026 - Lance suas ansiedades

Lance suas ansiedades


…lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. 1 Pedro 5:7



O salmista escreveu: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus…” (46:10). Paulo exortou os filipenses: “Não andeis ansiosos de coisa alguma…” (Filipenses 4:6). E Pedro instruiu seus leitores a lançarem todas suas ansiedades sobre Deus (1 Pedro 5:7).
Como alguém pode parar de se preocupar e “aquietar-se”? Somente por meio da oração e confiança no Deus de amor (Filipenses 4:6-7). Aqueles que lançam sua ansiedade sobre Ele podem colocar de lado o barulho e a confusão, ambições e esforços, e experimentar a paz de Deus (v.7).
Isso não significa que aqueles que se “aquietam” diante do Senhor vão escapar dos perigos e dilemas da vida — mas significa que terão a habilidade de viver com tranquilidade em meio a tudo isso. Embora os problemas permaneçam, a confusão, a apreensão e o desespero desaparecerão lentamente. Tais pessoas mostram equilíbrio quando sob pressão; ficam inabalados com as dificuldades da vida; irradiam paz onde quer que vão.
Se você nunca se conscientizou da profundeza do amor de Deus e do Seu chamado para viver nesse amor, sua vida será repleta de ansiedade e cuidados. Muitas vezes você ficará nervoso e impaciente — sempre buscando aquele “algo mais”.
Quando você aprende a confiar em Deus e lançar suas ansiedades sobre Ele, pode ficar calmo em meio às exigências da vida.
— david h. roper



Leia: Filipenses 4:4-9

Examine: A Bíblia em um ano: Números 20–22, Marcos 7:1-13

Considere: Podemos deixar nossos cuidados com Deus, porque Ele cuida de nós.




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Louvor que liberta ou o Deus que liberta através do louvor?



O louvor é a proclamação das virtudes divinas através da música. O louvor é a exaltação que os anjos e os homens remidos prestam a Deus. O louvor a Deus é o propósito para o qual todas as coisas foram criadas. O universo inteiro celebra louvor ao Deus criador. Na consumação dos séculos, quando as cortinas da história se fecharem, todos os seres viventes no céu, na terra e debaixo da terra renderão louvor ao Deus soberano e ao Cordeiro que foi morto, mas está vivo pelo século dos séculos.

O louvor é uma ordenança divina ao seu povo. O louvor deve ser oferecido a Deus com alegria, com vida santa, no poder do Espírito. O louvor deve ser motivado por Deus, oferecido a Deus, de acordo com a Palavra de Deus. Deus gosta do louvor, porque ele habita no meio dos louvores e fica-lhe bem o cântico de louvor. O trono de Deus está cercado do louvor dos serafins. O céu será para sempre o palco da mais excelsa manifestação de louvor dos remidos. O louvor, desde agora, porém, traz para a igreja libertação, entusiasmo, restauração, cura, quebrantamento; além, de produzir impacto no coração dos pecadores, levando-os a confiar no Senhor.

Contudo, é preciso ressaltar que não é o louvor em si mesmo que liberta, é Deus quem liberta através do louvor. O louvor é apenas o instrumento, Deus é quem é o agente libertador. A cura não vem da terra, mas do céu; não é obra do homem, é operação de Deus. Quando Judá, no reinado de Josafá, foi ameaçado por inimigos insolentes, em vez de reforçar seus recursos bélicos, começou a cantar e a dar louvores a Deus. O resultado é que o inimigo foi desbaratado. Mas não foi o louvor que derrotou o inimigo, mas Deus através do louvor. O louvor aciona a mão do Deus onipotente. Quando Paulo e Silas estavam presos em Filipos, à meia noite cantaram louvores a Deus e, um terremoto abalou a cadeia e abriu as portas da prisão. O terremoto não foi produzido pelo louvor, mas por Deus através do louvor. O louvor demonstra uma confiança inabalável no Deus que age miraculosamente, a despeito das circunstâncias adversas. O louvor toma posse da vitória antecipadamente. O louvor não é apenas resultado da vitória, mas a sua causa. O louvor é o brado de triunfo não apenas depois da conquista, mas no próprio fragor da luta, pois o louvor da igreja embora aconteça na terra, seus resultados vêm do céu; embora flua dos lábios dos santos, seus efeitos jorram do trono de Deus. Ao afirmarmos que não é o louvor que liberta, mas Deus que liberta através do louvor, não estamos subestimando o louvor, mas dando toda a glória a Deus!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

terça-feira, 9 de junho de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Da descendência deste, conforme a promessa, levantou Deus a Jesus para Salvador de Israel;

Atos 13:23

Meu Mestre | Get Worship (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 10/06/2026 - Atos de bondade

 

Atos de bondade



Eu estava viajando com alguns homens quando identificamos uma família desamparada na beira da estrada. Meus amigos imediatamente pararam o carro para ajudar. Eles fizeram o motor do carro da família funcionar, conversaram com o pai e a mãe e lhes deram dinheiro para a gasolina. Quando a mãe lhes agradeceu várias e várias vezes, eles responderam: “ficamos felizes em ajudar e o fazemos em nome de Jesus.” Conforme íamos embora, pensei em como foi natural para eles ajudar estas pessoas em sua necessidade e reconhecer o Senhor como fonte de sua generosidade.
Pedro e João exibiram alegremente a mesma generosidade quando curaram o coxo que mendigava à entrada do templo em Jerusalém (Atos 3:1-10). Isto os levou à prisão e ao encontro com as autoridades, que lhes perguntaram: “…Com que poder ou em nome de quem fizestes isto?” Pedro respondeu: “…visto que hoje somos interrogados a propósito do benefício feito a um homem enfermo e do modo por que foi curado, tomai conhecimento, vós todos e todo o povo de Israel, de que, em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, sim, em seu nome é que este está curado perante vós” (Atos 4:7-10).
A bondade é um fruto do Espírito (Gálatas 5:22) e um contexto poderoso para falar genuinamente aos outros sobre o Senhor.
—DCM


Leia: Atos 4:1-13 

Examine: …em nome de Jesus Cristo, […] a quem Deus ressuscitou dentre os mortos,[…] é que este está curado perante vós. —Atos 4:10

Considere:  Um ato de bondade pode ensinar mais sobre o amor de Deus do que muitos sermões.





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Todo crente é um missionário

 

Rainha Maria


Toda pessoa salva do pecado e do mundo por meio de Cristo é enviada de volta ao mundo como missionário. Todos nós, que fomos lavados no sangue do Cordeiro, somos portadores de boas novas aos que no mundo vivem sem esperança. O missionário não é apenas aquele que sai da sua terra e vai para lugares distantes para mergulhar noutra cultura. O missionário não é apenas aquele que trabalho em campo transcultural. Precisamos resgatar o conceito bíblico de que todo discípulo é testemunha de Cristo quer na sua “Jerusalém” ou até os confins da terra. O médico cristão é missionário de Cristo no hospital. O advogado é missionário de Cristo no seu escritório. O juiz é missionário de Cristo no tribunal. O comerciante é portador de boas novas atrás do balcão. O negociante é veículo da graça de Deus por onde anda. O estudante é missionário na escola. A empregada doméstica resplandece a luz de Cristo na casa onde trabalha. A evangelização não é fundamentalmente um programa da igreja, mas um estilo de vida. Somos portadores de boas novas quer nos palácios, quer nas ruas, quer no mercado, quer na cátedra. Somos missionários na sala de aula, no banco, na fábrica, na indústria, no campo, nos lares. Onde quer que estejamos, nossa luz precisa brilhar. Cada pessoa que cruza o nosso caminho é um campo missionário que Deus abre diante de nós. Não podemos sonegar às pessoas o Evangelho. Somos embaixadores em nome de Cristo para rogar aos homens que se reconciliem com Deus. Recebemos de Deus o ministério da reconciliação.


Todos nós, redimidos pelo sangue de Cristo, somos membros do seu corpo. A igreja é o prolongamento da encarnação de Cristo na terra. Ela é o corpo de Cristo em ação no mundo. Não há membro inativo. Não há membro sem função no corpo. O ramo seco é cortado e jogado fora para arder no fogo. Não é preciso ter o dom de evangelista para contar aos outros que Deus amou ao mundo e enviou o seu único Filho para salvar todo o que crê. Não é preciso ser um profundo conhecedor das Escrituras para começar a compartilhar o dom da vida eterna com as pessoas. Basta abrir a boca. Basta aproveitar as oportunidades. O poder de transformação está no nome de Jesus, na operação do Espírito Santo e na graça de Deus Pai. O que precisamos fazer é falar de Cristo, pois a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus.


Não haverá esperança para o mundo se todos os crentes não se dispuserem a testemunhar. O mundo não será evangelizado apenas a partir dos púlpitos evangélicos. Cada crente deve fazer do seu lar e do seu trabalho uma trincheira do Reino de Deus. Não podemos esconder nossa luz. Não podemos ser discípulos secretos. Cada crente deve ser um ganhador de almas. Cada crente é um missionário. Essa é a nossa vocação. Esse mandato nos vem do céu. Cumpre-nos obedecê-lo sem detença e sem tardança.




Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Versículo do dia

        Versículo do dia


Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo diss

1 Tessalonicenses 4:6

ISAIAS SAAD & LUDI - MEU UNIVERSO


 

PÃO DIÁRIO - 09/06/2026 - Aprendendo a amar

 Aprendendo a amar



Quando Hans Egede foi à Groenlândia como missionário em 1721, ele não conhecia a língua inuíte. Seu temperamento era frequentemente arrogante e ele lutava para ser gentil com as pessoas.
Em 1733, uma epidemia de varíola varreu a Groenlândia, liquidando quase dois terços do povo inuíte — além da esposa de Egede. Este sofrimento compartilhado dissolveu a dura conduta de Egede e ele passou a trabalhar incansavelmente para cuidar do povo física e espiritualmente. Pelo fato de sua vida agora representar melhor as histórias que ele contava ao povo sobre o amor de Deus, os inuítes puderam finalmente começar a compreender o desejo de Deus de amá-los também. Mesmo no sofrimento, seus corações voltaram-se para Deus.
Talvez você seja como os inuítes nesta história e seja incapaz de ver Deus nas pessoas ao seu redor. Ou talvez você seja como Hans Egede, que lutou para expressar o amor de um modo que ensinasse às pessoas algo sobre Deus. Sabendo que somos pessoas fracas e necessitadas, Deus nos mostrou como é o amor. Ele enviou Seu Filho, Jesus Cristo, para morrer por nossos pecados (João 3:16). Tudo porque Deus nos ama tanto!
Jesus é o exemplo perfeito do amor que é descrito no livro de 1 Coríntios 13. Ao olharmos para Ele, descobrimos que somos amados e assim aprendemos como amar.
—RKK


Leia: 1 Coríntios 13:4-13 

Examine: O amor é paciente, é benigno… —1 Coríntios 13:4

Considere:  Que eu nunca seja a barreira que impede outros de verem o Senhor.






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O supremo propósito da vida




Por que existimos? Com que finalidade Deus nos criou? Qual é a nossa principal missão neste mundo? Qual é o supremo propósito da nossa vida? Muitos, não sabem donde vieram, quem são, porque estão aqui nem para onde vão. Outros, crêem que vieram a este mundo pagar ou expiar os erros cometidos em outras vidas. Há aqueles, que pensam que o propósito da vida é o prazer. Não poucos, fazem da luta para se enriquecer o sentido do existir. Também há aqueles, que buscam com todas as forças da alma o conhecimento, o poder, o sucesso, a fama, o reconhecimento, querem notoriedade. Mas, também, há um séqüito numeroso daqueles que nunca encontraram um sentido para a vida.

Afinal, a vida tem um propósito? Qual é o fim principal do homem? Afirmamos categórica e insofismavelmente que o supremo propósito da nossa vida é glorificar a Deus. Nossa missão principal não é fazer a obra de Deus, mas conhecer, amar e ter comunhão com o Deus da obra. Serviço nunca pode ocupar o lugar da adoração. O serviço só tem sentido quando ele é resultado da adoração, quando a sua finalidade é para a glorificação do nome de Deus. Precisamos vigiar as nossas motivações. Podemos correr o risco do irmão do filho pródigo, trabalhar na casa do pai, sem conhecer o pai, sem desfrutar da intimidade do pai e sem usufruir as riquezas do pai. Quando Jesus chamou os seus discípulos, enfatizou que a maior prioridade deles não era pregar ou expulsar demônios, mas estar com ele. O Deus da obra é mais importante que a obra de Deus. Quando o nosso coração está apegado ao Senhor, quando ele é o deleite da nossa alma, quando temos alegria na sua intimidade, temos então prazer em obedecê-lo.

O serviço que vai transcender ao tempo e à história e vai perpetuar-se na eternidade é a adoração. Nosso trabalho no céu vai ser adoração. Nossa prioridade na terra também é a adoração. Devemos fazer tudo para a glória de Deus. Quem não tem prazer de adorar a Deus agora, terá ambiente no céu? O culto que prestamos a Deus é uma antecipação da glória, deve ser uma ante-sala do céu. Devemos, portanto, adorar a Deus com alegria, em espírito e em verdade. Devemos amar os átrios do Senhor. Devemos ter saudade dos altares do nosso Deus. Devemos nos alegrar em vir à casa de Deus. Devemos ser zelosos, assíduos e pontuais no culto que prestamos a Deus. A Bíblia diz que maldito é aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente. Deus merece o melhor. Ele merece o nosso coração, todo o nosso amor, o melhor do nosso tempo, a nossa vida incondicional no seu altar. Deus merece o nosso culto, a nossa adoração, pois esta é a finalidade suprema da nossa vida.


Rev. Hernandes Dias Lopes.

domingo, 7 de junho de 2026

Versículo do dia

        Versículo do dia


Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no Senhor.

Salmos 27:14

Julia Vitoria – João Viu (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 08/06/2026 - Estou vivo

 

Estou vivo



Laura Brooks, 52 anos de idade e mãe de dois filhos, não sabia, mas era uma entre 14 mil pessoas em 2011 cujo nome entrou no banco de dados do governo declarando-a morta. Ela se perguntou o que havia de errado quando deixou de receber seus cheques de benefício social e seus pagamentos de empréstimos e cheques de aluguel voltaram como sendo sem fundo. Ela foi ao banco para resolver a questão, mas o funcionário lhe disse que suas contas haviam sido fechadas porque ela estava morta! Obviamente eles estavam equivocados.
O apóstolo Paulo não estava equivocado quando disse que os cristãos de Éfeso estavam, de certa forma, mortos — mortos espiritualmente. Estavam mortos no sentido de estar separados de Deus, escravizados pelo pecado (Efésios 2:5), e condenados sob a ira de Deus. Que estado de desesperança!
No entanto Deus, em Sua bondade, tomou uma atitude para reverter esta condição para eles e para nós. O Deus vivo “…que vivifica os mortos…” (Romanos 4:17) derramou Sua rica misericórdia e Seu grande amor enviando Seu Filho Jesus a esta terra. Por meio da morte e da ressurreição de Cristo, fomos vivificados (Efésios 2:4-5).
Quando cremos na morte e na ressurreição de Jesus Cristo, passamos da morte para a vida. Agora vivemos para regozijarmo-nos em Sua bondade!
—MLW


Leia: Efésios 2:1-10 

Examine: Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados. —Efésios 2:1

Considere:  Aceitar a morte de Jesus me concede vida.





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Avivamento, a solução divina para a crise

 

A FAMÍLIA NA ROCHA : Marcas de um Avivamento

Os grandes avivamentos aconteceram em tempos de crise. Quando o homem esgota seus recursos, reconhece sua falência e clama pelo socorro divino, Deus restaura a sua sorte. Quando a terra está seca é que Deus derrama sobre ela as suas torrentes. Quando os pecadores se humilham e choram pelos seus pecados é que Deus envia do céu a sua cura. Quando todas as esperanças terrenas sofrem um colapso, é que Deus se manifesta poderosamente trazendo restauração para o seu povo. Mesmo quando o povo de Deus perde sua vitalidade espiritual e se torna como um vale de ossos secos, sem alegria, sem entusiasmo com a prática do cristianismo autêntico, Deus sopra ele o seu sopro e o levanta como um exército poderoso. Nenhuma crise pode superar a capacidade divina de intervir na vida do seu povo. Mesmo que o mundo olhe para a igreja com desdém, com ceticismo, diagnosticando a sua crise, descrendo da sua restauração, Deus pode derramar sobre ela o poder do seu Espírito, aspergi-la com o óleo da sua unção e fazer dela uma agência poderosa do céu na terra.

O avivamento põe a igreja de pé em tempos de desânimo, põe a igreja em marcha em tempos de cansaço e põe a igreja na intimidade de Deus em tempos de corrupção e impiedade. O avivamento é uma ação soberana de Deus e não resultado do esforço humano. O homem não pode produzir o avivamento. O avivamento não pode ser agendado, programado nem domesticado pelo homem. A maior necessidade da igreja hoje é de um genuíno avivamento. Antes da igreja convocar o mundo a se arrepender, ela precisa estar quebrantada. O juízo deve começar pela casa de Deus. Quando o povo de Deus se humilha, ora, e se converte de seus maus caminhos, é que Deus intervém sarando a terra.

A obra de Deus não pode ser realizada na força da carne. Não basta a nós, como igreja, ter uma boa organização, uma estrutura sólida, uma equipe docente bem qualificada. Precisamos, sobretudo, do poder do Espírito Santo. Não é suficiente apenas termos doutrinas corretas, ortodoxas, precisamos do óleo do Espírito banhando essa doutrina. Não é suficiente apenas termos professores estudiosos ensinando a Bíblia, precisamos que eles sejam ungidos e fortalecidos com poder. A igreja precisa de poder para impactar o mundo. A Palavra de Deus precisa ser a verdade em nossa boca, precisa ser praticada em nossa vida, precisa ser adornada pelo nosso exemplo.

O fogo de Deus precisa arder em nosso coração para termos fervor espiritual. Precisamos ser um graveto seco a pegar fogo a fim de inflamarmos outros. Quando o fogo do Espírito de Deus arde na vida da igreja o entulho do pecado é queimado, uma sede de santidade explode em seu meio, a comunhão com os irmãos é restaurada e uma profunda inquietude em relação aos perdidos leva a igreja a uma evangelização vigorosa. Ah! Que esta igreja volte às trincheiras da luta pela busca de uma visitação especial de Deus e que o nosso coração não desanime até que o Senhor restaure a nossa sorte!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 6 de junho de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Agora, pois, ó Senhor Deus, esta palavra que falaste acerca de teu servo e acerca da sua casa, confirma-a para sempre, e faze como tens falado.

2 Samuel 7:25

Eli Soares, Késia Soares - Corpo E Família


 

PÃO DIÁRIO - 07/06/2026 - Felicidade e santidade

 

Felicidade e santidade


Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Hebreus 12:14



Na Universidade de Harvard, pode-se fazer um curso sobre felicidade. Essa matéria é popular e ajuda os estudantes a descobrir “como ser feliz”, afirma o professor.
Não é uma má ideia. Na verdade, a Bíblia até mostra a importância de ser feliz ou alegre. Salomão nos diz que Deus dá felicidade e isso é um privilégio (Eclesiastes 3:12; 7:14; 11:9).
Algumas vezes, entretanto, a nossa busca por felicidade terrena vai longe demais. Fazemos dela a busca mais importante e até cremos que nossa felicidade é o alvo maior de Deus para nós. É então que nossos pensamentos começam a se confundir.
A Palavra de Deus nos diz que a verdadeira felicidade vem quando obedecemos às Suas leis (Salmo 1:1,2; Provérbios 16:20; 29:18). Deus exige santidade e nos chamou para uma vida de santificação — uma vida que mostra Seu caráter moral (1 Tessalonicenses 4:7; 2 Pedro 3:11). Na primeira carta de Pedro, lemos: “…segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1:15,16).
Quando tomamos decisões sobre a nossa maneira de agir ou viver, devemos manter em mente que o mandamento de Deus não é: “Seja feliz”, mas “Seja santo”. A verdadeira alegria surgirá de uma vida santa, que honra a Deus.
— Dave Branon


Leia: 1 Pedro 1:13-21

Examine: A Bíblia em um ano: Números 4–6, Marcos 4:1-20

Considere:  Não há verdadeira felicidade sem santidade, e não há santidade sem Cristo.


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Você é uma pessoa alegre?


Falando aos discípulos: Você é uma pessoa alegre?


Bilhões de dólares são gastos todos os anos para promover entretenimento e alegria às pessoas. O ser humano tem sede de alegria. Nessa busca intensa, muitos procuram a alegria onde ela está presente apenas como uma miragem. Outros pegam atalhos, com o fim de chegar no destino da felicidade mais depressa. Salomão fala que de sua decepcionante experiência de buscar alegria na bebida, no dinheiro, no sexo e na fama (Ec 2). Hoje, muitos acham que ser alegre é ter dinheiro, saúde, segurança, poder, prazeres, amigos. Mas, existem muitas pessoas que têm todas essas coisas e são infelizes e há outras privadas delas, que são alegres.

O apóstolo Paulo, fala em Filipenses 4.4 sobre três características da verdadeira alegria:

1. A alegria é absolutamente possível 

– “Alegrai-vos…”. Paulo não está sugerindo, pedindo, ou mesmo aconselhando, mas dando uma ordem imperativa. Ser alegre não é uma opção, é um mandamento. Não ser alegre é transgredir uma ordem de Deus. Se Deus manda, então é possível ser alegre. Um cristão triste é uma contradição de termos. Um cristão triste é uma negação do evangelho. O cristão é aquele que tirou os andrajos do espírito angustiado e vestiu-se com vestes de louvor. Ser cristão é celebrar a vida com entusiasmo, é viver uma vida maiúscula, é andar no reino da fé, é caminhar rumo à glória, é viver como cidadão do céu, como herdeiro de Deus!

2. A alegria é independente das circunstâncias 

– “Alegrai-vos sempre”. Paulo não está falando de alegria como um teórico. Ele não está hospedado num hotel cinco estrelas em Roma, empoleirado numa cátedra. Ele está preso, algemado, acuado, trazendo no corpo as marcas de Cristo. Ele já havia passado por lutas tremendas, por perseguições atrozes, por açoites humilhantes, por injustiças inumanas, mas a alegria do seu coração estava tremulando no mastro da sua vida. Ser cristão não é viver numa redoma de vidro. Ser cristão não é ser poupado dos problemas. O que nos diferencia do ímpio não são as circunstâncias, mas o fundamento sobre o qual construímos nossa vida. Jesus falou que a diferença entre o salvo e o perdido não é aparência da casa que cada um constrói, mas o alicerce. Sobre ambas as casas, cai a chuva, sopram os ventos e batem os rios. A que foi construída sobre a rocha fica firme, a que foi edificada sobre a areia desmorona. Ser cristão é edificar a vida sobre a rocha que é Cristo. Os problemas vêm, mas a alegria não vai embora, porque ela é ultracircunstancial.

3. A alegria está centrada em Jesus 

– “Alegrai-vos sempre no Senhor…”. Só conhece a verdadeira alegria quem conhece, ama e obedece a Jesus. A nossa alegria é uma pessoa, é Jesus. Só Jesus tem alegria verdadeira para dar. A mensagem de Jesus é boa nova de grande alegria. O Reino de Cristo é alegria no Espírito Santo. Na presença de Deus há plenitude de alegria. O Senhor é aquele que inspira até mesmo canções de louvor nas noites escuras. A alegria do Senhor é a nossa força. Quando estamos em Jesus e Jesus está em nós, mesmo na dor, na doença, na pobreza e até mesmo na morte, experimentamos uma alegria indizível e cheia de glória.

À luz de Filipenses 4.4, você pode dizer que é uma pessoa alegre?


Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.

²² Mas também agora sei que tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá.

João 11:21,22

Ton Carfi, Adhemar de Campos - Grande É O Senhor (DVD Ton Carfi 20 Anos)


 

PÃO DIÁRIO - 06/06/2026 - Jogo de culpa

 

Jogo de culpa


Então, disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. v.12


Um funcionário público está processando o município por danos, depois de ter ele mesmo batido com um caminhão da prefeitura em seu próprio carro estacionado. Ele argumenta que “o veículo da prefeitura danificou seu veículo particular”, e por isso o município lhe deve aproximadamente sete mil reais. Por mais ridículo que isso possa parecer, culpar os outros tem sido uma característica básica do ser humano, desde o início.
Quando Adão e Eva comeram da árvore proibida, seus olhos se abriram e eles perderam sua inocência. Deus fez uma pergunta simples a Adão: “Onde estás?” (Gênesis 3:9). Antes, Adão tinha um relacionamento íntimo com Deus — mas naquele momento ele respondeu com medo e escondeu-se de Deus.
A pergunta de Deus foi mais condenatória do que a primeira: “…Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?” (v.11). E começou o jogo da culpa: “A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (v.12). O homem culpou a Deus e a mulher pelo seu pecado. A mulher culpou a serpente e não a si mesma. Desde aquele dia, no Jardim do Éden, temos a tendência de culpar os outros em vez de admitirmos nossas escolhas pecaminosas.
Ao pecarmos, devemos assumir a responsabilidade. Oremos como Davi: “Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei…” (Salmo 32:5).
— Marvin Williams


Leia: Gênesis 3:1-13

Examine: A Bíblia em um ano: Números 1–3, Marcos 3

Considere: O primeiro passo para arrepender-se dos pecados é admitir a própria culpa.




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Obediência à autoridade civil

 



Nossa obediência às autoridades não é servil. Deve ser positiva e crítica. O reformador João Calvino afirmava que a igreja deve ser a consciência do Estado, alertando-o sempre do seu papel. O Estado não pode ser absolutista, divinizado, ao ponto de querer dominar as consciências.

I. A origem da autoridade 


– Deus é a fonte de toda autoridade e os que a exercem devem fazê-lo por delegação dele (Rm 13.1). Deus é o protótipo e o arquétipo da autoridade. É a autoridade de Deus que se exerce, quando a autoridade civil exerce o seu poder para a promoção do bem. Daí o compromisso que temos de obediência às autoridades. Essa sujeição, como convém no Senhor, visa evitar a desordem e promover a paz. Paulo em Romanos 13.5 mostra que essa obediência não deve ser motivada pelo medo, mas por motivo de consciência, uma vez que essa mesma autoridade procede de Deus. Em Romanos 13.2 o apóstolo Paulo ainda trabalha a questão de não resistir a autoridade. Ou seja, aquela resistência formal, planejada, proposital e sistemática. A resistência que podemos ter não é ao princípio de autoridade, mas aos desmandos da autoridade. Quando a autoridade foge do seu caminho, quando deixa de ser ministro de Deus para promover o bem e coibir o mal, quando se torna opressora, quando se corrompe, criando leis injustiças ou burlando as leis já vigentes, quando cria meios e instrumentos para espoliar os fracos e arrebatar o direito do inocente, então, essa autoridade precisa ser confrontada como João Batista confrontou Herodes, como Amós confrontou Jeroboão II, como os apóstolos confrontaram o sinédrio, como Lutero alertou a aristocracia feudal, como Calvino alertou os tecnocratas genebrinos, como João Wesley condenou o tráfico desumano de escravos, como Dietrich Boenhoeffer ergueu sua voz contra o Nazismo. Quando a autoridade desvia-se de sua rota e se rebela contra a autoridade de Deus, nós precisamos resisti-la como Mesaque, Sadraque e Abe-Nego resistiram às ordens de Nabucodonosor, como os cristãos primitivos resistiram para não adorarem ao imperador, ainda que sofrendo a própria morte nessa resistência. Há momentos que a nossa obediência a Deus exige de nós a desobediência às autoridades. Os apóstolos disseram para o Sinédrio: “Antes importa obedecer a Deus que aos homens”.

II. A natureza da autoridade 

– Ela é ministro de Deus (Rm 13.4,5). João Calvino disse: “Não se deve por em dúvida que o poder civil é uma vocação, não somente santa e legítima diante de Deus, mas também mui sacrossanta e honrosa entre todas as nações.” As autoridades constituídas precisam entender que são mordomos de Deus, estão sob a autoridade suprema de Deus e precisam expressar no seu governo os valores do Reino de Deus. Às vezes, Deus para exercer o seu juízo sobre a terra, permite que autoridades más governem, a fim de disciplinar o seu próprio povo. Deus, levantou a Assíria como vara da sua ira para disciplinar o rebelde povo de Israel.

III. A finalidade da autoridade 

– A autoridade constituída tem dupla finalidade, ambas importantes e fundamentais para a paz e o progresso da sociedade.
1. Promover o bem (Rm 13.3,4). A autoridade precisa refletir o caráter de quem representa. Qual é o bem que deve ser promovido? Primeiro, o bem político – o objetivo do governo civil não é promover o bem dos governantes, mas dos governados. Maldito é aquele que apascenta a si mesmo e legisla em causa própria. Segundo, o bem social – Compete à autoridade civil promover a dignidade da vida, coibir os preconceitos, defender os fracos e estabelecer a justiça, sendo ela mesma padrão de honestidade. Terceiro, o bem econômico – A poder civil tem de valorizar o homem e o seu trabalho, tem remunerá-lo com justiça para que todos possam ter direito a uma vida digna.
2. Coibir o mal (Rm 13.3,4) – A autoridade precisa ser austera no combate ao mal. Ela não pode ser complacente com a injustiça nem pode ser frouxa no castigo exemplar dos promotores do mal. A impunidade é um estímulo ao crime. Precisamos defender a integridade e a santidade da vida, punindo os criminosos e reprimindo a violência. Disse Agostinho: “Sem justiça que são os reinos, senão grandes bandos de ladrões”?



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!

Romanos 11:33

Renascer Praise – Estamos de Pé


 

PÃO DIÁRIO - 05/06/2026 - Peixe medroso

 

Peixe medroso



Descobri que gerenciar um aquário de água salgada não é uma tarefa fácil. Eu precisava operar um laboratório químico portátil para monitorar os níveis de nitrato e o teor de amônia. Eu bombeava vitaminas, antibióticos, medicamentos à base de sulfa e enzimas, além de filtrar água através de fibras de vidro e carvão.
É de se pensar que meus peixes ficariam gratos. Nem tanto. Quando minha sombra se aproximava do aquário para alimentá-los, eles mergulhavam para esconder-se na concha mais próxima. Eu era grande demais para eles; minhas ações incompreensíveis. Eles não sabiam que minhas atitudes eram misericordiosas. Mudar essa percepção exigiria uma forma de encarnação. Eu teria que me tornar um peixe e “falar” a eles em uma linguagem que eles compreendessem; o que era impossível para mim.
De acordo com as Escrituras, Deus, o Criador do universo, fez algo que parece impossível. Ele veio à terra em forma humana como um bebê. “…o mundo foi feito por intermédio dele…” disse João, “…mas o mundo não o conheceu” (João 1:10). Então Deus, que criou a matéria, se tornou homem, como o autor de um peça tornando-se personagem em Sua própria peça. Deus escreveu uma história, utilizando personagens verdadeiros, nas páginas da verdadeira história. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós …” (v.14).
—PY


Leia: João 1:6-14 

Examine: E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, […] e vimos a sua glória… —João 1:14

Considere:  Deus ingressou na história humana, por meio de Jesus, para nos oferecer o dom da vida eterna.





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Propósitos do coração

 



Esdras foi um grande líder de Israel que se dedicou ao ensino da Palavra de Deus depois do cativeiro babilônico. Setenta anos de escravidão haviam se passado. Dias tormentosos e angustiantes sobrevieram sobre a nação. Morte, fome, opressão e desespero tomaram conta daqueles que foram arrancados de suas famílias e lançados fora da sua terra. Por intervenção divina o povo voltou à sua terra. Os grilhões foram quebrados. O cativeiro acabou. A liberdade despontou como o sol no horizonte. Como o povo deveria viver nesse novo tempo? Quais seriam as bases sobre as quais a nova geração deveria erguer os seus valores?
É no meio da crise que surge o grande líder Esdras. Dos escombros da desesperança ergueu-se essa coluna de encorajamento. No capítulo sete, versículo dez, Esdras fala sobre três propósitos do coração de um líder comprometido com Deus e com o seu povo:

1. Ele dispôs o seu coração para conhecer a Palavra de Deus 

– Esdras era um estudioso das Escrituras. Ele examinava meticulosamente a Palavra de Deus. Ele mergulhava nas águas profundas das mais sublimes revelações emanadas do trono de Deus. Diz o texto que Esdras tinha disposto o coração para conhecer a Palavra. Precisamos de líderes que conheçam a Palavra de Deus e o Deus da Palavra. Vivemos um tempo de grande apostasia, de surgimento de novidades estranhas às Escrituras, que têm encontrado guarida no coração de muitos crentes. Estamos vendo o povo errante, buscando avidamente as últimas novidades no mercado da fé, correndo atrás de experiências místicas, de milagres arrebatadores. Muitas igrejas deixaram de lado o estudo criterioso das Escrituras, para ouvir as vozes confusas do coração humano cheio de engano. Estamos vendo o surgimento de uma geração analfabeta da Bíblia. Quando falta o ensino fiel das Escrituras, o povo cai nas malhas de um experiencialismo heterodoxo, desviando-se das veredas da verdade.

2. Ele dispôs o seu coração para viver a Palavra de Deus 

– Esdras não era apenas um estudioso da Bíblia. Ele não era um teólogo de gabinete, um catedrático que blasonava do alto de um púlpito mensagens moralistas para o povo. Ele vivia o que pregava. Sua vida era coerente. Ele não era um teórico. Ele praticava o que transmitia ao povo. Sua vida era um exemplo e um paradigma para os seus ouvintes. Esdras dispôs o seu coração para viver a Palavra. Vivemos hoje uma profunda crise moral em nossa nação. Aqueles que lideram o nosso povo, com raras exceções, são sérios no discurso, mas claudicantes na conduta. Há um abismo entre o que as pessoas falam e o que elas fazem. Essa mesma crise ética tem atingido a igreja. Há um hiato entre o que os crentes pregam e o que eles vivem. Há um divórcio entre a profissão de fé e a prática. Muitos são ortodoxos, mas não são ortopráticos. Não basta conhecer, é preciso viver. Não basta ser intelectual, é preciso ser ético. Não basta conhecer Bíblia, é preciso ser piedoso.

3. Ele dispôs o seu coração para ensinar a Palavra de Deus 

– Esdras segue uma linha de coerência. Primeiro, ele estuda a Palavra. Depois, ele aplica essa Palavra à sua própria vida. Então, ele está apto para ensiná-la aos outros. Ele não retém a verdade de Deus apenas para si. Ele não sonega ao povo as insondáveis riquezas da Palavra de Deus. Do seu coração transborda a Palavra. Dos seus lábios jorram os mananciais do céu. Sua vida é um vaso útil, preparado para toda boa obra. Esdras dispôs o seu coração para ensinar a Palavra de Deus ao povo. Precisamos de líderes que amem as Escrituras, que amem o povo de Deus e busquem ensinar com profundidade e fidelidade todo o conselho de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


Respondendo, então, Jesus, disse-lhes: Ide, e anunciai a João o que tendes visto e ouvido: que os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e aos pobres anuncia-se o evangelho.

Lucas 7:22

Nani Azevedo e Eyshila - Deus vai fazer medley com Sonhos de Deus (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 04/06/2026 - Morto ou vivo

Morto ou vivo


…mas, ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Lucas 24:3


Visitantes de todo o mundo esperam em longas filas, dia após dia, para visitar a tumba de Lenin e ver seu corpo embalsamado. Embora ele tenha morrido em 1924, seu cadáver aparentemente não sofreu decomposição. Apresenta o aspecto de como era quando vivo. Porém é, sem dúvida, enganoso. Artistas habilidosos monitoram o cadáver preservado, colorindo artificialmente seu rosto e usando massa para preencher qualquer linha ou o menor sinal de decomposição.
As pessoas também visitam regularmente Jerusalém para ver o lugar onde Jesus morreu e foi sepultado. Mas existe um contraste notável — não há nenhum cadáver do Cristo crucificado, em lugar algum. Bem, há uma tumba talhada na rocha onde, segundo a tradição, o corpo de Cristo, traspassado por pregos e coroado de espinhos, foi depositado. Mas ressuscitado pelo poder de Deus, Seu Pai, o Salvador deixou Sua mortalha para trás quando saiu da tumba, como uma borboleta quando abandona seu casulo.
Jesus está vivo e você pode experimentar a presença dele hoje. Por Sua morte expiatória e túmulo vazio, podemos ter vida eterna (1 Coríntios 15:20-22). Você precisa admitir que é um pecador e que deseja a Sua salvação. Ele lhe dará vida nova agora, e um dia você o verá face a face e estará com Ele para sempre (1 Pedro 1:3-5).
— Vernon C. Grounds


Leia: João 20:1-8 

Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 25, Marcos 1:23-45

Considere: O túmulo vazio de Cristo garante nossa completa salvação.







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Versículo do dia

        Versículo do dia Porque o Senhor teu Deus te põe numa boa terra, terra de ribeiros de águas, de fontes, e de mananciais, que saem do...