VARÕES DE CRISTO - I. E. A. B. - ARAPUÁ
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Versículo do dia
PÃO DIÁRIO - 08/05/2026 - Abençoado esquecimento
Meu escritório fica no andar de baixo de minha casa, mas eu frequentemente vou a vários cômodos do andar de cima para fazer uma coisa ou outra. Infelizmente, quando chego ao andar de cima geralmente esqueço o que estava planejando quando decidi ir lá. O pesquisador Gabriel Radvansky elaborou uma explicação para este fenômeno. Ele propõe que uma porta serve como uma “delimitação de evento”.
Leia: João 10:1-10
Examine: Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo… —João 10:9
Considere: Cristo é a porta que nos mantém protegidos, deixando o perigo para fora.
Vocação, o farol que ilumina o futuro
O sentido da vocação é um dos sentidos superiores do homem. É o sentido que o leva a realizar com desinteresse e denodo as maiores empresas. Nos momentos sombrios proporciona-lhe luz, nos transes difíceis incute-lhe novo ânimo.
Vamos destacar alguns princípios que devem orientar a família no trato dessa magna matéria:
1. A vocação é o vetor que rege nossas escolhas
Vivemos numa sociedade embriagada pelo lucro. As pessoas são valorizadas pelo que possuem e não pela dignidade do caráter. O dinheiro e o lucro tornaram-se os vetores das escolhas profissionais. Nessa perspectiva uma pessoa bem sucedida não é aquela que proporciona um maior bem aos outros, mas aquele que ajunta mais tesouros para si. A ganância insaciável é plantada na mente das crianças. Os livros que abrem avenidas para o enriquecimento rápido multiplicam-se nas prateleiras. No mercado global e consumista o lucro é o oxigênio que rega os pulmões da sociedade. Mas, o prazer de fazer o que se é chamado para fazer e a alegria de estar trabalhando numa área aonde a contribuição com a sociedade seja mais importante do que a busca da recompensa financeira precisa ser proclamada aos ouvidos da nação. A riqueza em si não satisfaz, mas o senso do dever cumprido, movido pela alavanca da vocação traz uma alegria indizível.
2. A vocação é a consciência de se estar no lugar certo, fazendo a coisa certa
O problema da vocação é talvez o problema social mais grave e urgente, aquele que constitui o fundamento de todos os outros. O problema social não é apenas uma questão de divisão de riquezas, produtos do trabalho, mas um problema de divisão de vocações, modos de produzir. Um dos mais graves problemas da sociedade contemporânea é que de um lado, há grande quantidade de pessoas sem trabalho ou vocação, e, do outro, quantidade muito maior que não sente vocação para o papel que desempenha. Muitos carecem de convicção vocacional nos cargos que desempenham. São médicos, advogados, legisladores, funcionários públicos, pastores,professores, estudantes e outros profissionais, de quem não se pode dizer senão isto: sabem sê-lo. Cada um tem posição; mas nenhum, vocação. Esses pessam somente nas vantagens que hão de desfrutar e não no bem que podem fazer. Que tragédia quando grande quantidade dos homens de um país procura cargos, em lugar de vocações!
Um indivíduo com senso de vocação tem profundo amor pelo que faz, dedica-se ao que faz e o faz com esmero. Sem vocação não há paixão nem idealismo na profissão. A maior recompensa de um trabalho não é o lucro pessoal auferido, mas a alegria do dever cumprido e a certeza de que se promoveu o bem maior para um número maior de pessoas.
3. Vocação pode ser tanto um pendor quanto um chamado
Em geral, encontra-se a vocação por um destes dois meios: o descobrimento de uma capacidade especial, ou a visão de uma necessidade urgente, diz John Mackay. O pendor natural de uma pessoa para uma área é um sinal claro da vocação. O vocacionado é aquele que tem alegria de fazer o que faz, por isso, tem melhor desempenho no que faz. Seus dotes são demonstrados por ele e reconhecidos pelos outros. Muitas vezes essa descoberta é feita através da leitura de biografias. É na luz dos homens superiores que se deve acender a chama do ideal e perscrutar os horizontes do destino. Enxergamos mais longe quando subimos nos ombros dos gigantes. Inspirar-nos na vida dos heróis é ter a visão do farol alto, é alargar a fronteira dos nossos horizontes. A vocação não raro vem também pelo simples conhecimento de uma grande necessidade. Neemias, ao ser informado sobre a triste condição do povo que regressara da Babilônia, entregue à pobreza e à miséria, deixou seu posto de conforto na cidadela de Susã para ser o restaurador da sua nação. O conhecimento das necessidades à nossa volta nos responsabiliza e muitas vezes pavimenta o nosso caminho rumo ao futuro. A maioria dos grandes benfeitores da humanidade encontrou a vocação achando-se, num momento determinado da vida, face a face com uma situação grave que, imperiosamente, reclamava solução. Quase todas as grandes instituições filantrópicas foram fundadas por homens e mulheres que, como Florence Nightingale, fundadora da Cruz Vermelha, acharam a vocação na tarefa de enfrentar necessidades prementes.
Rev. Hernandes Dias Lopes
quarta-feira, 6 de maio de 2026
PÃO DIÁRIO - 07/05/2026 - Cangurus e avestruzes
Cangurus e avestruzes
Duas das criaturas nativas da Austrália, cangurus e avestruzes, têm algo em comum — elas raramente se movem para trás. Os cangurus, devido à forma de seu corpo e ao comprimento de sua longa e forte cauda, conseguem saltar em movimentos dianteiros, mas não conseguem transpor o movimento para a direção oposta. Avestruzes conseguem correr rápido com suas longas pernas, mas as juntas em seus joelhos parecem dificultar o movimento para trás. Ambos os animais estão no brasão como símbolo de que a nação deve para sempre mover-se adiante e progredir.
Leia: Filipenses 3:12-17
Examine: …esquecendo-me das coisas que para trás ficam […] prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação… —Filipenses 3:13,14
Valeu a pena, foi bom demais!
O apóstolo Paulo está fechando a cortina da vida e a cena que está diante dos seus olhos não é nada bela. Ele está preso numa masmorra em Roma, uma prisão úmida, escura e insalubre.
Desde o primeiro momento de sua conversão enfrentou duras provas: foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Beréia, chamado de tagarela em Atenas, de impostor em Corinto, e enfrentou feras em Éfeso. Foi preso em Jerusalém, acusado em Cesaréia, sofreu um naufrágio indo para Roma e foi mordido por uma víbora na Ilha de Malta. Na sua primeira prisão em Roma, ao ir a julgamento ninguém foi a seu favor. Foi abandonado por Demas, perseguido por Alexandre, e sentenciado a morte por Nero.
O maior de todos os apóstolos encerra sua carreira como um homem pobre, trazendo no corpo as marcas de Cristo, caminhando sozinho de um calabouço para a guilhotina. Na perspectiva humana isso é uma fragorosa derrota. Aquele que foi o maior bandeirante do cristianismo não granjeou riquezas, não buscou popularidade, não lutou para estar no topo da lista dos famosos do seu tempo. Mas, esse homem foi temido no inferno e amado no céu. Ele tombou na terra como um mártir e levantou-se no céu como um príncipe. Seu nome é mais conhecido hoje do que todos os imperadores romanos somados. Ele, mesmo morto ainda fala e, inspira milhões de pessoas, todos os dias a viver para a glória de Deus.
Esse grande gigante do cristianismo escreve sua última carta de uma masmorra e mesmo sofrendo solidão, abandono, perseguição, ingratidão e privações ergue sua interferir no voz para glorificar a Deus em vez de lamentar suas desventuras. Ele praticou o que ensinou e morreu pelos mesmos ideais pelos quais viveu. Ele é um monumento vivo da graça de Deus a revelar-nos que a vida de um homem não consiste na abundância de bens que ele possui. Mesmo pobre ele enriqueceu a muitos. Mesmo nada possuindo ele foi possuidor da maior de todas as riquezas.
Paulo não termina sua carreira como um fracassado. Ao contrário, ele olha para o passado e diz: “Eu combati o bom combate, completei a carreira e guardei a fé”. Ele não desperdiçou sua vida vivendo de forma banal. Ele não investiu seu tempo correndo atrás do vento. Ele lutou por cousas permanentes e verdadeiras. Ele olhou para o seu presente e disse: “O tempo da minha partida é chegada, já estou sendo oferecido por libação”. Ele vê a morte como uma viagem rumo ao céu. Para ele a morte era aliviar o fardo e descansar das fadigas. Para ele a morte era tirar as amarras e ficar livre. Para ele a morte era levantar acampamento e mudar de endereço, pois era deixar esse mundo de dores para desfrutar das bem-aventuranças da Casa do Pai. Para ele morrer era desatar o bote da vida e singrar as águas profundas até chegar no outro lado, nas praias áureas da eternidade. Paulo olhou para o futuro e viu com alegria que sua recompensa estava nas mãos do Senhor Jesus, o rei vitorioso que voltará em breve.
Paulo viveu uma vida superlativa, maiúscula e abundante. Sua vida teve significado no tempo e resultados benditos na eternidade. Que Deus nos ajude a viver de tal maneira que outras pessoas nesta geração e nas vindouras possam também dizer: valeu a pena, foi bom demais!
Rev. Hernandes Dias Lopes
terça-feira, 5 de maio de 2026
Versículo do dia
Versículo do dia
Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, n
2 Coríntios 4:6
PÃO DIÁRIO - 06/05/2026 - Interrupções
Interrupções
Leia: Marcos 5:21-34
Examine: O conselho do Senhor dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações. —Salmo 33:11
Ministério Pão Diário - Nosso site é: http://paodiario.org/
O aquecimento global e as profecias do apocalipse
O aquecimento global é fruto da irresponsabilidade dos governantes e conseqüência da ganância insaciável que domina o mundo contemporâneo. Olhamos para a natureza não como mordomos, mas como exploradores. Deus constituiu o homem como mordomo da natureza e não como seu depredador. Tentamos tirar o máximo dela, sem dela cuidar. Despejamos milhões de toneladas de dióxido de carbono no ar todos os dias. As chaminés das grandes empresas ainda despejam sua mortífera poluição no ar, produzindo doença na população e aquecimento do planeta. Os nossos rios estão se transformando em feridas abertas, que em lugar de levar a vida por onde passam, transportam os sinais da morte. Nossas florestas são devastadas sem critério e sem fiscalização responsável. Estamos destruindo o nosso próprio habitat. Estamos exercendo uma administração criminosa e irresponsável, legando à futura geração um planeta doente, perigoso e nocivo à sobrevivência.
Segundo a projeção dos especialistas, o nosso planeta deve aquecer de três a cinco graus nos próximos quarenta anos. Isso produzirá o derretimento das camadas de gelo dos pólos, uma elevação das águas dos oceanos, em alguns lugares, em até quarenta centímetros e, consequentemente, uma inundação de muitas cidades costeiras. Além disso, esse aquecimento implica em desarranjos da natureza, desembocando em secas severas em alguns lugares e inundações imensas e catastróficas em outras.
A vida estará em risco no planeta. O caos parece irremediável. Esse fenômeno mundial está estreitamente ligado às profecias do Apocalipse. O apóstolo João fala de sete selos (Apocalipse 4-7), que são a dolorosa perseguição do mundo contra o povo de Deus. Depois, fala das sete trombetas (Apocalipse 8- 11) que são o juízo de Deus contra o mundo hostil. Essas trombetas são juízos de Deus que caem sobre a terra, os rios, os mares, os astros e os homens. Essas trombetas são juízos misturados com a misericórdia. Elas são uma espécie de urgente e veemente chamado de Deus ao arrependimento. O sol vai aquecer e os homens serão atormentados pelo calor. Os rios e os mares serão portadores de morte e não de vida. A terra será assolada e os homens atormentados. Por não se arrependerem com o sonido das trombetas, eles sofrerão o juízo completo e final com o derramamento das taças da ira de Deus (Apocalipse 15-16).
Precisamos ter os olhos abertos para vermos as contorções da natureza não apenas como fenômenos naturais ou catástrofes desastrosas, mas como trombetas de Deus chamando os homens ao arrependimento. Deus deixa o homem colher o que semeia, mas no mesmo ato da sua disciplina, abre-lhe a porta da graça.
Rev. Hernandes Dias Lopes
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Versículo do dia
Versículo do dia
Ordena os meus passos na tua palavra, e não se apodere de mim iniquidade alguma.
Salmos 119:133
PÃO DIÁRIO - 05/05/2026 - Lágrimas de gratidão
Lágrimas de gratidão
No culto de ceia ao qual minha esposa e eu fomos, a congregação foi convidada para ir à frente para receber o pão e o cálice de um dos pastores ou diáconos. Eles falaram a cada um sobre o sacrifício de Jesus por nós. Foi uma experiência comovente durante o que frequentemente pode se tornar apenas rotina. Após voltarmos aos nossos lugares, assisti a outros que lenta e silenciosamente retornavam a seus assentos. Foi surpreendente ver quantos deles tinham lágrimas em seus olhos. No meu caso, e no de outros com quem conversei depois, eram lágrimas de gratidão.
Leia: 1 Coríntios 11:23-32
Examine: …anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. —1 Coríntios 11:26
Considere: O amor de Cristo demonstrado por nós na cruz é maior do que palavras jamais poderiam expressar.
Jesus voltará, você está preparado?
O evangelista Marcos faz uma abordagem clara acerca da segunda vinda de Cristo, alertando-nos para a necessidade imperativa de estarmos preparados para aquele grande Dia. Quatro verdades serão aqui abordadas:
1. A segunda vinda de Cristo será precedida por grandes convulsões cósmicas
– No seu sermão profético, Jesus afirmou: “Mas, naqueles dias, após a referida tribulação, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados” (Mc 13.24,25). A segunda vinda de Cristo será precedida por grandes convulsões naturais. Tudo aquilo que é firme e sólido no universo estará abalado. As colunas do universo estarão bambas e o universo inteiro estará cambaleando. O abalo do mundo traz o juiz. O apóstolo Pedro descreve essa cena assim: “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (2Pe 3.10).
2. A segunda vinda de Cristo será visível
– Ainda o evangelista Marcos prossegue: “Então, verão o Filho do homem vir nas nuvens, com grande poder e glória” (Mc 13.26). A segunda vinda de Cristo será pessoal, visível e pública. Todo o olho o verá (Ap 1.7). Depois que o telhado do mundo tiver sido abalado e retirado, as pessoas olharão fixamente como que para um buraco negro. Aqui as nuvens não ocultam como a nuvem de Marcos 9.7; antes revelam “grande poder e glória”. Na sua primeira vinda, muitas pessoas não o reconheceram. Mas na sua segunda vinda, todos o verão. Ninguém precisará primeiro apresentá-lo, falar ou fazê-lo conhecido. Isso será uma forma de juízo para o mundo que não quis ouvi-lo.
3. A segunda vinda de Cristo será gloriosa
– O evangelista Marcos diz que a segunda vinda de Cristo será “… com grande poder e glória” (Mc 13.26). Não haverá arrebatamento secreto e só depois uma vinda visível. Sua vinda é única, poderosa e gloriosa. Jesus aparecerá no céu. Ele virá acompanhado de um séqüito celestial. Virá do céu ao soar da trombeta de Deus. Ele descerá nas nuvens, acompanhado de seus santos anjos e dos remidos glorificados. Ele virá com grande esplendor. Todos os povos que o rejeitaram vão lamentar. Aquele será um dia de trevas e não de luz para eles. Será o dia do juízo, onde sofrerão penalidades de eterna destruição. As tribos da terra conscientes de sua condição de perdidos se golpearão atemorizadas pela exibição da majestade de Cristo em toda a sua glória. O terror dos impios é uma cena dramática. Eles desejarão a própria morte, mas a morte fugirá deles. Terão que enfrentar inevitavelmente a ira do Cordeiro de Deus!
4. A segunda vinda de Cristo será vitoriosa
– O evangelista Marcos conclui sua descrição, assim: “E ele enviará os seus anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até à extremidade do céu” (Mc 13.27). A manifestação do Filho do homem não traz só condenação, mas também recompensa. Os anjos são como trabalhadores na colheita, que vasculham a terra por bons frutos. Agora os eleitos finalmente saboreiam na sua plenitude sua redenção. Com a manifestação do seu Senhor, eles também se tornam manifestos como amados por ele e reunidos para morar na Casa do Pai. A Bíblia diz que nesse glorioso Dia, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, com corpos incorruptíveis, poderosos, gloriosos, semelhantes ao corpo da glória de Cristo. Então, os que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares e assim estaremos para sempre com o Senhor.
Rev. Hernandes Dias Lopes
domingo, 3 de maio de 2026
Versículo do dia
Versículo do dia
Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.
1 João 2:6
PÃO DIÁRIO - 04/05/2026 - Linha de chegada
Linha de chegada
Quando Jônatas descobriu que a saúde de sua mãe estava deteriorando-se muito rapidamente, ele imediatamente tomou um avião para estar com ela. Sentou-se ao lado dela segurando-lhe a mão, cantando hinos, consolando-a e expressando seu amor por ela. Ela faleceu e em seu funeral muitos disseram a Jônatas como sua mãe havia sido uma bênção. Ela tinha o dom do ensino da Bíblia, aconselhava outros e liderava grupos de oração. Estas eram partes vitais do serviço a Cristo até muito perto do fim de sua vida. A mãe de Jônatas terminou sua caminhada de modo consistente com Cristo.
Leia: 2 Timóteo 4:1-8
Examine: Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. —2 Timóteo 4:7
Considere: A corrida cristã não é de curta distância — é uma maratona.
A SEGUNDA VINDA DE CRISTO, O PINÁCULO DA NOSSA ESPERANÇA
A segunda vinda de Cristo será o acontecimento mais auspicioso da história. Ele virá para fechar as cortinas da história, julgar as nações e reinar com sua igreja pelos séculos eternos. Ele virá para colocar todos os inimigos debaixo de seus pés e entregar o reino ao seu Deus e Pai (1Co 15.23). Como será a sua vinda? Que características têm o seu glorioso retorno?
Em primeiro lugar, sua vinda será pessoal (At 1.9-11). Ele virá pessoalmente. O mesmo que subiu entre nuvens é o mesmo que descerá nas nuvens. Ele não enviará um embaixador em seu nome, ele mesmo descerá dos céus com seu cortejo majestoso, para consumar a história e estabelecer os novos céus e a nova terra.
Em segundo lugar, sua vinda será visível (Ap 1.7). A Escritura diz que todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram. A segunda vinda, portanto, será pública, notória e inegável. Não será um acontecimento subjetivo nem restrito a uma região específica do mundo. Se a sua primeira vinda foi despretensiosa, humilde e longe dos holofotes do mundo, a segunda vinda será majestosa e vista por todos os homens.
Em terceiro lugar, sua vinda será audível (Mt 24.31). Ao ressoar a trombeta de Deus e ouvida a voz do arcanjo, ele descerá dos céus (1Ts 4.16). Em toda a terra se ouvirá essa voz retumbante. Todos os homens serão impactados com o sonido dessa trombeta. É com esse alarido, num cortejo colossal, que o Filho de Deus rasgará as nuvens e descerá do céu com os anjos do seu poder.
Em quarto lugar, sua vinda será repentina (Mt 24.27). O apóstolo Paulo diz que será num momento (um átomo de tempo), num abrir e fechar d’olhos que ele virá (1Co 15.52). Será como o relâmpago que risca os céus com um faixo de luz, saindo célere do oriente e chegando até o ocidente. Nesse dia ouvir-se-á a voz do noivo. Não terá mais tempo oportuno para se preparar. Os que tiverem azeite em suas lâmpadas entrarão com ele para as bodas e os que estiverem desprovidos, ficarão de fora, em trevas eternas (Mt 25.1-13).
Em quinto lugar, sua vinda será inesperada (Mt 24.43,44). A vinda do Senhor será como o ladrão de noite, inesperada. O ladrão não manda aviso para a família acerca da hora que vai chegar. Chega inesperadamente, quando menos se espera. A segunda vinda de Cristo será como nos dias de Noé: as pessoas casavam e davam-se em casamento, compravam e vendiam, até que veio o dilúvio e afogou toda aquela geração na morte inescapável, exceto a família de Noé. Porque não sabemos o dia nem a hora, precisamos estar preparados e vigiar.
Em sexto lugar, sua vinda será inescapável (1Ts 5.3). A segunda vinda de Cristo é tão certa como uma mulher grávida precisa dar à luz. Ninguém pode se esconder. Ninguém pode escapar. Ele virá em glória para julgar vivos e mortos. Aqueles que viveram sob o manto do anonimato, acobertando seus pecados, terão que encarar o reto Juiz naquele dia. Aqueles que o rejeitaram como Advogado, terão que comparecer perante o tribunal de Deus, para enfrentá-lo como juiz.
Em sétimo lugar, sua vinda será gloriosa (Mt 24.30). Ele virá para ressuscitar os que dormem e transformar os que estiverem vivos. Ele virá em glória, vitoriosamente, para colocar todos os inimigos debaixo dos seus pés. Ele lançará no lago do fogo o diabo, o anticristo, o falso profeta, os ímpios e a morte. Ele estabelecerá o seu reino de glória e reinará com sua igreja pelos séculos eternos. Os ímpios sofrerão penalidade de eterna destruição, mas os remidos entrarão no gozo eterno e servirão ao seu Senhor, na cidade santa, onde não haverá mais lágrimas, nem luto nem dor. Oh, que glória será, contemplarmos sua face, fruirmos sua presença, longe de qualquer vestígio de pecado e maldição. Como que na ponta dos pés, aguardando sua chegada, gritamos cheios de expectativa: Maranata, ora vem Senhor Jesus!
Rev. Hernandes Dias Lopes
sábado, 2 de maio de 2026
Versículo do dia
Versículo do dia
Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e adorarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.
Apocalipse 15:4
PÃO DIÁRIO - 03/05/2026 - Processo de cura
Processo de cura
Leia: Apocalipse 21:1-8
Examine: E lhes enxugará dos olhos toda lágrima […] já não haverá […] dor, porque as primeiras coisas passaram. —Apocalipse 21:4
Se Deus nos ama, por que sofremos?
O problema do sofrimento não é uma questão apenas filosófica, mas, sobretudo teológica. Temos dificuldade de conciliar o amor de Deus com o sofrimento humano. Os judeus questionaram o amor de Jesus por Lázaro, por este ter passado pela morte sem a intervenção de Jesus. Ao longo dos séculos reverbera sempre a inquietante pergunta: Por que sofremos? Por que a nossa dor não cessa?
Chamo sua atenção para alguns pontos importantes no trato dessa matéria:
1. O sofrimento não é fruto do desamor de Deus, mas do pecado humano
– O sofrimento é filho do pecado. Não tivesse existido a queda não haveria sofrimento. Somos concebidos em pecado e nascemos com uma natureza corrompida num mundo que está gemendo açoitado por muitas agruras. O sofrimento é a conseqüência inevitável do pecado. O pecado é como uma fonte poluída de onde flui copiosamente o sofrimento. O pecado é o solo onde crescem os espinheiros do sofrimento. O pecado é como um anzol que por trás da isca do prazer esconde a carranca do sofrimento e da morte.
2. O sofrimento é um aviso solene e altissonante aos ouvidos humanos
– Se não houvesse a dor nós sucumbiríamos subitamente sem a mínima chance de buscarmos socorro. A dor é uma trombeta; o sofrimento, um aviso solene de que é impossível transgredir os preceitos de Deus sem sofrer as devidas conseqüências. Se a violação de uma lei física desencadeia uma conseqüência inevitável, assim também, a violação dos preceitos morais e espirituais deságua em sofrimento atroz. Muitos tentam abafar a voz da consciência e outros tentam negar a dor, mas mesmo aqueles que amortecem os efeitos da dor nesta vida, jamais poderão ficar incólumes do sofrimento eterno.
3. O sofrimento precisa ser nosso pedagogo e não nosso coveiro
– Muitas pessoas se desesperam a ponto de dar cabo da própria vida ao passarem pelo vale do sofrimento. Há sofrimentos físicos, mentais, emocionais e espirituais. Há dores na alma que doem mais do que ter a carne fustigada pela doença. Não poucas pessoas revoltam-se contra Deus como a mulher de Jó, ao passarem pelas tempestades da vida. Em vez de serem como a cêra que se derrete ao sol, são como o barro que endurece ainda mais quando exposto ao seu calor. O sofrimento deve nos ensinar em vez de nos destruir. Ele deve nos tomar pela mão e nos ensinar a viver com mais sensibilidade e sabedoria em vez de nos enclausurar na cova existencial da morte. O rei Davi disse: “Foime bom passar pelo sofrimento, para que eu aprendesse os teus decretos” (Sl 119.71). É preciso deixar claro que nem todo sofrimento é fruto de um pecado específico ou de um castigo. O homem que nasceu cego estava sofrendo não por causa do seu pecado ou do pecado de seus pais, mas para que nele se manifestasse a glória de Deus (Jo 9.1-9). Nesse mundo passamos por aflição e importa que entremos no Reino de Deus por meio de muitas tribulações.
4. O sofrimento presente pode ser prelúdio da consolação eterna
– O sofrimento deve ser visto à luz da eternidade. O sofrimento do justo é passageiro e suave quando comparado com as glórias por vir a serem reveladas nele. Nós temos uma boa esperança e uma consolação eterna. Aqui pisamos estradas crivadas de espinhos, mas, então, pisaremos ruas de ouro e cristal. Aqui nossos olhos ficam inchados de tanto chorar, mas, então, Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. Aqui, nós sofremos pela escassez, pela fraqueza, pela enfermidade e pelo luto, mas, então, receberemos um corpo de glória, semelhante ao corpo de Cristo. Aqui, vivemos como estranhos e peregrinos, mas em breve, mudaremos de endereço e viveremos na Casa do Pai, no Paraíso, na Nova Jerusalém, na Cidade Santa, onde a dor, a morte e o luto jamais entrarão. O sofrimento é um cálice amargo, mas ele findará; então, beberemos das fontes da água da vida, que jorram sem cessar do trono de Deus. Diante da carranca do sofrimento presente, podemos erguer a nossa voz e dizer como o apóstolo Paulo: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co 4.17).
Rev. Hernandes Dias Lopes
sexta-feira, 1 de maio de 2026
Versículo do dia
Versículo do dia
Eu dizia: Certamente me temerás, e aceitarás a correção, e assim a sua morada não seria destruída, conforme tudo aquilo porque a castiguei; mas eles se levantaram de madrugada, corromperam todas as suas obras.
Sofonias 3:7
PÃO DIÁRIO 02/05/2026 - Perspectiva eterna
Perspectiva eterna
Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra. v.2
Leia: Colossenses 3:1-7
Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 7–9, Mateus 3
Considere: O que fazemos na vida ecoa na eternidade.
O drama do sofrimento do justo
Em primeiro lugar, vejamos a inevitável realidade do sofrimento do justo. Asafe ao ver a prosperidade do ímpio e sentir na carne a dor das provações, abriu seu coração para Deus e disse: “Com efeito, inutilmente conservei puro o coração e lavei as mãos na inocência. Pois de contínuo sou afligido e cada manhã, castigado” (Sl 73.13,14). O mesmo Asafe ainda pergunta: “Até quando, ó Deus, o adversário nos afrontará?…” (Sl 74.10). O apóstolo Paulo chega a dizer que todos aqueles que quiserem viver piedosamente em Cristo serão perseguidos (2Tm 3.12). A vida cristã não é uma sala vip nem um parque de diversões, mas uma arena de muitas lutas, uma saga de muitas lágrimas, um combate renhido sem descanso e sem pausas.
Em segundo lugar, vejamos as tensões que o sofrimento do justo produz. A grande pergunta que se levanta é: Se Deus é bom, por que há tanto mal no mundo? Se Deus nos ama, por que sofremos? Se somos filhos de Deus, por que ele não nos poupa da aflição? Se Jesus Cristo já levou sobre si os nossos pecados e as nossas dores por que ainda padecemos enfermidades? Se nós somos filhos do Rei e herdeiros com Cristo, por que ainda enfrentamos privações financeiras? Não é simples conjugar o amor de Deus com o sofrimento do justo (Jo 11.37). Poderíamos compreender facilmente a razão dos homens maus colherem os frutos da sua semeadura maldita, mas, como explicar o sofrimento daqueles que lavam as mãos na inocência e vivem com integridade de coração? Como explicar que Jó sendo o melhor homem do seu tempo sofreu os maiores golpes na sua saúde, na sua família e na sua vida financeira? Como entender que Paulo, o maior de todos os apóstolos, enfrentou prisões, cadeias, açoites e passou o final de seus dias numa masmorra romana antes de ir para a guilhotina para ser decapitado? Como entender que, João Batista, o precursor do Messias, o maior homem segundo Jesus, foi humilhantemente decapitado por ordem de um rei bêbado? Ah, o sofrimento do justo ainda nos aflige. Ainda nos aflige ver um crente piedoso padecendo uma enfermidade grave. Ainda nos aflige ver os servos de Deus privados dos frutos da terra enquanto os ímpios que desandam a boca contra Deus se abastecem com o melhor deste mundo. Importa-nos saber, porém, que a vida não se limita apenas ao que acontece do lado de cá da sepultura. Há ainda uma eternidade pela frente. Como ela será?
Em terceiro lugar, vejamos que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com as glórias por vir a serem reveladas em nós. Deus jamais nos prometeu amenidades nesta vida. Recebemos poder não para escapar do sofrimento, mas para enfrentá-lo e vencê-lo. Jesus disse: “Neste mundo sofrereis tribulações; mas tende fé e coragem! Eu venci o mundo” (Jo 6.33). Ser cristão não é receber uma apólice de seguro contra as tempestades da vida. Aqueles que constroem sua casa sobre a rocha enfrentam as mesmas circunstâncias daqueles que a constroem sobre a areia. Sobre ambas as casas caem a mesma chuva no telhado, sopram os mesmos ventos na parede e batem os mesmos rios no alicerce. A casa construída sobre a areia desaba, mas a que foi construída sobre a rocha permanece de pé. Mas, não temos apenas consolo e segurança no sofrimento aqui, temos também a promessa segura da bem-aventurança na vida porvir. Enquanto os ímpios acordarão para uma condenação inevitável e eterna; os salvos que sofreram, acordarão para uma eternidade de gozo inefável. O apóstolo Paulo diz: “Estou absolutamente convencido de que os nossos sofrimentos do presente não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada” (Rm .18). Paulo, ainda, continua: “Pois as nossas aflições leves e passageiras estão produzindo para nós uma glória incomparável, de valor eterno” (2Co 4.17). A nossa recompensa não é aqui. Caminhamos para a Casa do Pai, para o Paraíso, para a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, onde Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima, e onde, com um corpo de glória, reinaremos com risto pelos séculos dos séculos. Então, o sofrimento do justo não será mais lembrado, pois as glórias do céu nos encherão de uma alegria tal que não haverá mais espaço para se pensar na dor!
Rev. Hernandes Dias Lopes
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Versículo do dia
Versículo do dia
E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico.
Marcos 2:4
PÃO DIÁRIO - 01/05/2026 - A visão do céu
A visão do céu
Leia: Deuteronômio 8:1-3,11-16
Examine: …todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus… —Romanos 8:28
Considere: A visão mais clara dos acontecimentos é aquela que vem do céu.
Que tipo de solo é o seu coração?
A parábola do semeador descreve quatro tipos de solos, que apontam para quatro tipos de coração ou quatro diferentes reações à Palavra de Deus. Jesus disse que o semeador saiu a semear e ao semear parte da semente caiu à beira do caminho, outra caiu entre as pedras, outra entre os espinheiros e finalmente, a última parte caiu em solo fértil.
Nos três tipos de solo em que a semente ficou improdutiva, ela enfrentou resistência. Os homens, as aves, as pedras e os espinhos resistiram a semente. Mas, no solo fértil ela produziu a trinta, sessenta e cento por um. Como podemos classificar esses solos?
1. O coração insensível
– A semente que caiu à beira do caminho foi pisada pelos homens e comida pelas aves. Uma estrada tem um chão duro e batido pelo tropel da multidão que vem, que vai e que passa. Nessa corrida constante daqueles que vêm e que vão, a semente não encontra guarida. Assim, são os corações endurecidos, insensíveis, impenetráveis. Eles não são receptivos à Palavra de Deus. Os corações ficam endurecidos porque se tornam passarela da humanidade, estrada congestionada onde as multidões entram, saem e passam. Desses corações o diabo arrebata a semente e neles a verdade não frutifica.
2. O coração superficial
– A semente que caiu no meio das pedras descreve um coração raso e superficial. A semente chega a brotar, mas não tem umidade suficiente para crescer e frutificar. Não tem espaço para a planta criar raízes e se alimentar. Há muitos corações que demonstram entusiasmo com a verdade e por um tempo parecem ser pessoas animadas e até efusivas com a fé cristã; mas logo que chegam as provas, e as tribulações aparecem, essas pessoas se escandalizam, tropeçam e secam. O coração superficial não frutifica. Essuperficial não frutifica. Essas pessoas demonstram apenas uma fé emocional e um entusiasmo passageiro, mas logo desanimam e retrocedem.
3. O coração congestionado
– A semente que caiu no meio do espinheiro nasce, mas não cresce nem frutifica, pois os espinhos crescem juntos e sufocam a planta. Esse solo representa um coração povoado por muitos interesses e cuidados. Jesus disse que os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas concorrem e disputam o mesmo espaço nesse coração que as coisas de Deus. Esse é um coração dividido e distraído com muitas coisas. Trata-se daquela pessoa que quer servir a Deus, mas ao mesmo tempo está apegada ao mundo, é amiga do mundo e conforma-se com as coisas do mundo. Ela tenta servir a Deus e às riquezas e acaba murchando e perecendo.
4. O coração produtivo
– A semente que caiu no solo fértil nasceu, cresceu, floresceu e frutificou a trinta, sessenta e cento por um. O solo estava preparado e nele não havia concorrentes. A semente encontrou acolhida e espaço para crescer e frutificar. Mesmo em solos férteis a produção pode variar. Uns produzem a trinta, outros a sessenta e outros a cem por um. Devemos ter um coração receptivo à Palavra. Não fomos salvos para sermos um campo estéril. Nós somos a lavoura de Deus. E Deus espera de nós frutos. Ele não se contenta com folhas. Ele não quer apenas propaganda de frutos, ele quer frutos, muitos frutos.
Que tipo de solo tem sido o seu coração? Há alguma coisa atrapalhando sua vida frutificar para Deus? Que Deus nos dê um coração aberto, receptivo, preparado para a boa semente e que nossa vida seja um canteiro fértil a produzir muitos frutos para a glória de Deus.
Rev. Hernandes Dias Lopes
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Versículo do dia
Versículo do dia
E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico.
Marcos 2:4
PÃO DIÁRIO - 30/04/2026 - Os filhos do mundo
Os filhos do mundo
Leia: Tiago 1:22–2:1
Examine: A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações… —Tiago 1:27
Considere: Quanto mais o amor de Cristo cresce em nós, mais ele flui de nós.
Expectador ou trabalhador?
Dados fidedignos revelam que, na igreja, vinte por cento dos membros trabalham e oitenta por cento assistem. Há mais expectadores do que trabalhadores. Poucos são os que entram em campo e muitos são aqueles que da arquibancada aplaudem ou vaiam o desempenho dos trabalhadores. Há aqueles que passam a vida toda se preparando e jamais entram em campo para trabalhar. São como aqueles atletas que vivem se aquecendo, mas jamais entram em campo para jogar. São crentes “promessa” e nunca crentes “realidade”. Uma igreja que não trabalha, dá trabalho.
Uma igreja que não evangeliza precisa ser evangelizada. Uma igreja que não é uma agência missionária precisa ser um campo missionário. A igreja não deve ser uma platéia de expectadores, mas uma equipe de trabalhadores. Quando nos envolvemos no trabalho, empregamos nossas energias fazendo a obra, em vez de criticar os obreiros. Quando saímos da arquibancada para o campo, descobrimos que trabalhar é mais compensador do que apenas assistir. Deus não nos chamou para sermos expectadores, mas trabalhadores em Sua seara.
Muito dessa mentalidade de expectador é ainda um resquício da equivocada teologia do sacerdócio profissional. A Reforma Protestante enfatizou a doutrina do sacerdócio universal dos crentes. Na igreja não existe hierarquia. Todos têm o mesmo acesso a Deus e todos estão habilitados para fazer a obra. A idéia de que uns fazem e os outros pagam, assistem ou criticam não é um conceito bíblico. A igreja precisa ser mais efetiva e eficaz em sua ação e isso só poderá acontecer quando todos os seus membros se envolverem, se engajarem, vestindo a camisa e entrando em campo para trabalhar. Há muita obra a ser feita. Há muitas vidas a alcançar com o evangelho. Há muitos ministérios a serem realizados. Há muitas portas abertas que precisam ser aproveitadas, mas, infelizmente existem ainda muitos dons e talentos enterrados.
Quem é você: um expectador ou um trabalhador? Você está dentro do campo ou na arquibancada? É tempo de mudar! É tempo de se envolver! É tempo de agir! Deus espera isso de você. A igreja precisa de você. Seja um trabalhador e não apenas um expectador.
Rev. Hernandes Dias Lopes
terça-feira, 28 de abril de 2026
Versículo do dia
Versículo do dia
Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens,
¹² Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente,
Tito 2:11,12
PÃO DIÁRIO - 29/04/2026 - A luz do cordeiro
A luz do cordeiro
Por inúmeras gerações as pessoas têm olhado para o sol e para a lua esperando que iluminem o dia e a noite. Seja iluminando nosso caminho ou provendo o brilho que doa vida para as safras frutíferas e os nutrientes de que nossos corpos precisam, o sol e a lua são parte da maravilhosa provisão divina de luz. O livro de Gênesis afirma que Deus deu: “…dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite…” (Gênesis 1:16).
Leia: Apocalipse 21:14-27
Examine: A cidade não precisa nem do sol, nem da lua […] pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada. —Apocalipse 21:23
Considere: Aquele que é a Luz do mundo jamais se apaga.
Versículo do dia
E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava. Marcos 1:35
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Aquele que não empresta o seu dinheiro com usura, nem recebe subornos contra o inocente; quem faz isto nunca será abalado.Salmo 15.5 Se...
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O apóstolo Paulo, em sua carta aos Romanos, destaca três imperativos vitais para a vida cristã. Que imperativos são esses? Vejamos: “Regoz...





