quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


Mas recebereis o poder do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra.  

Atos 1:8

Anderson Freire - Equilíbrio (Ao Vivo) (Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 05/11/2026 - EM LOUVOR À SOBERANA EM LOUVOR À SOBERANIA

 

EM LOUVOR À SOBERANIA




No livro de James Fenimore Cooper  O Ultimo dos Moicanos, conhecemos o personagem  chamado David Gamut. Ele é um cristão devoto que se deleita em musicar os Salmos e cantá-los  independentemente das circunstâncias que a vida coloca em seu caminho.
Gamut acredita que podemos confiar em Deus em crises e em bons momentos. Ele vive uma vida em louvor à soberania de Deus , ao Seu poder supremo. Sua autoridade e Seu controle sobre o mundo.
A Bíblia nos relata sobre outro Davi, uma pessoa de carne e osso que tinha familiaridade com circunstâncias imprevisíveis da vida e que amava responder a Deus em louvor: o rei Davi de Israel.
Ele viu o gigante Golias cair por seu estilingue, foi perseguido pelo homicida rei Saul e viu a nação de Israel reunir-se sob sua própria liderança. Em todas estas situações, no entanto; Davi investiu tempo para escrever e cantar salmos de louvor ao seu Deus soberano; Ele escreveu por exemplo; " Nos céus, estabeleceu o SENHOR o seu trono, e o seu reino domina sobre tudo " ( Salmo 103:19 ). Davi entendeu que em todas as circunstâncias podemos adorar e agradecer a Deus por seu cuidado e controle.
Qual a sua situação hoje? Um momento de bênção ou de provações? Em qualquer acontecimento lembre-se do exemplo de Davi e cante louvores a Deus por seu governo em nossas vidas. - HDF

Leia: Salmo 103:15-22

Examine: " Nos céus, estabeleceu o SENHOR o seu trono, e o seu reino domina sobre tudo " ( Salmo 103:19 )

Considere: Aleluia! Louvai a Deus [...] Louvai-o pelos seus poderosos feitos...  ( Salmo 150:1-2 )

GLORIFICAR A DEUS, O NOSSO MAIOR DELEITE

 



Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo. (Ef 1.3)


Paulo estava preso em Roma quando escreveu sua carta aos efésios. Na introdução da carta exalta ao Triúno Deus pelo planejamento, execução e consumação da nossa salvação. No texto em epígrafe, duas verdades são ressaltadas:


Em primeiro lugar, a compreensão de quem Deus é deve levar-nos à adoração (Ef 1.3). Apesar da pobreza, perseguição, açoites e prisões que aqueles primeiros crentes tiveram que enfrentar, eles se distinguiram por um espírito de adoração. Eles entravam e saíam das prisões cantando. Adoravam a Deus apesar das circunstâncias. Hoje, as pessoas vivem murmurando, reclamando, infelizes e descontentes. Mas, os salvos estão encantados com o Deus da graça, o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Estes adoram a Deus por ser quem ele é. Ele é bendito, exaltado e supremo. Diante dele os anjos se curvam e os salvos depositam suas coroas aos seus pés. Além de Deus ser adorado por quem ele é, deve também ser exaltado por aquilo que ele fez. Paulo diz que Deus tem nos abençoado. E como ele tem nos abençoado? Ele planejou nossa salvação antes da fundação do mundo, executou-a na história e a consumará na segunda vinda de Cristo.


Em segundo lugar, a natureza das bênçãos que recebemos deve nos levar à adoração (Ef 1.3). Em oposição à perniciosa teologia da prosperidade, tão em voga em nossos dias, Paulo fala de toda sorte de bênção espiritual. Quatro destaques devem ser feitos:


Antes de considerarmos as bênçãos, precisamos considerar o abençoador. A ordem é extremamente importante. Por causa do nosso miserável subjetivismo, sempre temos a tendência de concentrarmo-nos logo nas bênçãos; sempre queremos algo para nós mesmos. Contudo, o apóstolo insiste em que comecemos com Deus, e com o culto que lhe devemos. Por isso diz: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo…”.


A maneira pela qual nos vêm essas bênçãos. Essas bênçãos nos vêm “… em Cristo”. Sem Cristo não há bênção. Toda bênção que desfrutamos como crentes nos vêm por meio de Cristo. Há certas bênçãos comuns e gerais que são desfrutadas por todos os homens. Há o que se chama de “graça comum”, mas não é disso que Paulo está falando. Aqui ele está tratando de uma graça particular e especial. Você não pode ser crente sem estar em Cristo. Não há bênçãos para o crente fora de Cristo. As bênçãos vêm exclusivamente por meio de Cristo. Ele não tem nenhum assistente. “Nenhum outro nome é dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4.12). Buscar bênção espiritual em qualquer outra pessoa, em qualquer outro caminho, em qualquer religião é negar a Cristo.


A natureza dessas bênçãos. Paulo nos diz que essas bênçãos são “… espirituais”. Estas bênçãos vêm de Cristo, mas também vêm por meio do Espírito Santo; são bênçãos concedidas a nós pelo Pai, por meio de Cristo, via Espírito Santo. É pelo Espírito que essas bênçãos passam a ser nossas. A aplicação da obra de Cristo é feita pelo Espírito. O Espírito é quem nos vivifica, nos regenera, nos santifica, nos transforma e nos capacita com poder.


O lugar onde essas bênçãos estão concentradas. Paulo diz que somos abençoados “… nas regiões celestiais”. No Antigo Testamento as bênçãos eram mais materiais e físicas. Mas quando adentramos no Novo Testamento, entramos num domínio inteiramente diverso. Aqui as bênçãos são nas regiões celestiais. Nosso tesouro não está na terra. Nosso lar não é aqui. Nossa Pátria não é aqui. A nossa recompensa está no céu. Devemos ajuntar tesouros no céu. Somos uma colônia do céu na terra. Devemos buscar o que está além da vista. Aqui somos peregrinos e forasteiros (1Pe 2.11). Embora este mundo é de Deus, aqui não é o nosso lar. O crente não se apega a este mundo, não se amolda a ele, pois busca uma Pátria superior.



Por Rev Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 3 de novembro de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


Não sabes, não ouviste  que o eterno Deus, o Senhor,  o Criador dos fins da terra,  nem se cansa  nem se fatiga? É insondável  o seu entendimento.  

Isaías 40:28

ISAIAS SAAD, JULLIANY SOUZA & LÉO BRANDÃO - FIEL É DEUS


 

PÃO DIÁRIO - 04/11/2026 - COMPROMISSO COM O CUIDADO

 COMPROMISSO COM O CUIDADO


Durante os meses seguintes à morte da mãe da minha esposa, recebemos cartões e cartas da equipe da casa de repouso que havia cuidado dela tão amavelmente e passado com nossa família pelo processo da perda. Uma carta nos oferecia sentimentos expressando que pudéssemos lidar construtivamente com o luto, outra dizia " Agora que o dia do aniversário de sua mãe se aproxima, lembramo-nos dela e nossas orações e pensamentos estão com vocês e com sua família. " Estes incríveis assistentes sabem que o luto é um processo contínuo e que requer ajuda contínua e suporte.
Eles demonstram compaixão profunda em tudo o que fazem.
As palavras de Paulo " Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo " ( Gálatas 6:2 ) vêm como um ponto de exclamação à sua descriçãoda vida no Espírito.
Em contraste com os atos destrutivos, autocentrados da natureza pecadora ( Gálatas 5:19-21 ); o fruto do Espírito Santo em nós e por meio de nós é "...amor, alegria, paz, longaminidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio..." ( vv.22-23 ). A grande liberdade que temos em Cristo nos permite servir uns aos outros em amor ( v.13 ).
Uma palavra de encorajamento a um amigo em sofrimento pode vir como chuva refrescante. Quando continuamente nos preocupamos com outros de maneira tangível, isso se desenvolve em uma corrente doadora de vida, de cura e amor. - DCM

Leia: Gálatas 5:14 ; 6:2

Examine: Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo. 
( Gálatas 6:2 )

Considere: A compaixão é a capacidade de praticar o amor de Cristo.

A MORTE NÃO TEM A ÚLTIMA PALAVRA

 


“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (1Ts 5.13).


Os gregos acreditavam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo. Eles subscreviam o dualismo, que ensinava que a matéria é essencialmente má e o espírito é essencialmente bom. Consequentemente, os gregos negavam doutrinas pivotais da fé cristã, como a criação, a encarnação e a ressurreição. A igreja de Tessalônica, fortemente influenciada pela cultura grega, teve suas convicções abaladas com respeito à doutrina da ressurreição dos mortos e passaram a viver como os pagãos que não tinham esperança. O apóstolo Paulo escreve duas cartas à essa igreja para corrigir esse desvio doutrinário e ao mesmo tempo consolar a igreja. Paulo destaca quatro verdades importantes que, passo a mencionar:


Em primeiro lugar, a doutrina da ressurreição é uma revelação divina e não uma especulação humana (1Ts 4.15). “Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto…”. O futuro do povo de Deus não é o tormento do fogo eterno nem o túmulo gelado, mas a glória. Nosso corpo não ficará dormindo para sempre num sepulcro. Quando Jesus voltar, os vivos serão transformados e os mortos ressuscitarão com um corpo imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, semelhante ao corpo da glória do Senhor Jesus.


Em segundo lugar, a segunda vinda de Cristo é uma realidade inegável e inescapável (1Ts 4.16a). “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus…”. Jesus voltará visível, audível, física, inesperada, repentina e gloriosamente. Quando ele voltar, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro e os que estiverem vivos, serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares. A segunda vinda de Jesus fechará as cortinas da história e abrirá os portais da eternidade.


Em terceiro lugar, a ressurreição dos mortos acontecerá imediatamente após a segunda vinda de Cristo (1Ts 4.16b). “… e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”. Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro não em relação aos mortos que morreram na sua impiedade, porque todos os mortos ressuscitarão ao mesmo tempo, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo (Jo 5.28,29). Mas, ressuscitarão primeiro em relação aos que estiverem vivos. Ou seja, aqueles que morrem em Cristo, em critério algum, estão em desvantagem aos que continuam vivos, pois morrer é partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor e, quando Jesus voltar, os mortos em Cristo ressuscitarão antes dos vivos serem transformados e arrebatados.


Em quarto lugar, o arrebatamento dos salvos será a manifestação de todos os remidos do Senhor (1Ts 4.17). “Depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”. O arrebatamento a que Paulo faz referência aqui não é um arrebatamento secreto, distinto da segunda vinda. O arrebatamento é o resultado imediato da segunda vinda. Jesus vem do céu e os salvos vão com ele para o céu. Jesus desce do céu e os salvos sobem com ele para o céu. O arrebatamento será tanto daqueles que ressuscitaram para a vida como dos vivos que serão transformados. Subiremos entre nuvens para encontrar nosso Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor, na casa do Pai, na nova Jerusalém, na cidade santa, onde Deus enxugará dos nossos olhos toda lágrima; onde a morte não entrará; onde não haverá mais luto, nem pranto nem dor.


O apóstolo Paulo termina sua exposição dando uma ordem à igreja: “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (1Ts 4.18). Jesus venceu a morte, tirou a aguilhão da morte e, por isso, a morte não tem a última palavra!



Por Rev Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Versiculo do dia

     Versiculo do dia


Portanto os entregará  até ao tempo em que  a que está de parto  tiver dado à luz;  então o restante de seus irmãos  voltará aos filhos de Israel.
 Miquéias 5:3

Renascer Praise — Deus de Milagres / Escape / Incomparável feat. Clóvis Pinho (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 03/11/2026 - ENCURRALADO

 

 ENCURRALADO


Certo domingo de manhã, D.L. Mooby entrou em uma casa em Chicago para acompanhar algunas crianças à Escola Dominical. Durante sua visita, três homens o encurralaram em um canto e o ameaçaram. " Olhem " Mooby disse: " pelo menos deem-me a chance de fazer uma oração ". Os homens acabaram permitindo que ele clamasse a Deus e Mooby orou por eles tão sinceramente que acabaram indo embora.
Se eu estivesse no lugar de Mooby teria pedido ajuda ou procurado a porta dos fundos. Não tenho certeza de que teria feito o que Jesus ordenou a Seus seguidores: " ... orai pelos que vos caluniam " ( Lucas 6:28 ).
Orar pelas pessoas que nos tratam com desprezo é uma maneira de fazer: " ... o bem aos que nos odeiam " ( vs. 27 ), Jesus explicou que os cristãos não recebem créditos por permutar atos de bondade com pessoas " boas '. Ele disse: "...Até os pecadores fazem isso " ( vs. 33 ). No entanto, abençoar aqueles nos perseguem ( Romanos 12:14 ) nos separa deles e nos alinha com o Altíssimo, porque Deus é bom mesmo com os perversos 
( Lucas 6:35 ).
Caso você se sinta " encurralado " por alguém procure segurança se for necessário e siga o ensinamento de Jesus: ore por essa pessoa ( Lucas 23:34 ). a oração é nosso melhor defesa. - JBS


Leia: Lucas 6:27-36

Examine: " ... orai pelos que vos caluniam " ( Lucas 6:28 ).

Considere: Pagar o bem com o bem é humano: pagar o mal com o bem é divino.

O CULTO QUE AGRADA A DEUS

  


O evangelista João, registra o episódio do encontro de Jesus com a mulher samaritana no poço de Jacó. Nesse encontro, a mulher samaritana perguntou a Jesus onde adorar. Jesus respondeu que não é onde, mas como e a quem adorar. A verdadeira adoração a Deus é em espírito e em verdade. É de todo o coração e também prescrita pela palavra de Deus. A verdadeira adoração é um dos temas centrais das Escrituras. A veneração de imagens de escultura é uma abominação para Deus, pois Deus é plenamente espiritual em sua essência. Quando Jesus diz que Deus é Espírito significa que Deus é invisível, intangível e divino em oposição a humano. É desconhecido para os seres humanos a menos que ele decida se revelar (Jo 1.18). Da mesma forma que Deus é luz (1Jo 1.5) e Deus é amor (1Jo 4.8), também Deus é Espírito (Jo 4.24). Esses são elementos na forma em que Deus se apresenta aos seres humanos, em sua bondosa auto-revelação em seu Filho. Deus escolheu se revelar, quando o Verbo se fez carne. Quem vê a Jesus, vê o próprio Pai. O culto prestado a outros deuses é uma ofensa a Deus, pois Deus é um só e não há outro. A adoração a Deus, entrementes, não pode ser do nosso modo nem ao nosso gosto, pois Deus mesmo estabeleceu critérios claros como exige ser adorado.


Jesus orienta a mulher samaritana que não é de volta ao Judaísmo que os samaritanos devem ser convertidos nem é para Jerusalém que devem fazer peregrinações para adorar. Em Jerusalém Jesus também não achou “adoradores verdadeiros”. Ali eles haviam transformado a casa de seu Pai numa casa de comércio. Os verdadeiros adoradores não podem ser identificados por sua ligação a um santuário particular. Os adoradores verdadeiros são aqueles que adoram o Pai em espírito e em verdade.


A adoração falsa é abominação para Deus e a adoração hipócrita enfrenta o desgosto de Deus. O profeta Isaías já havia demonstrado o desgosto divino, quando disse que o povo de Israel honrava a Deus com os lábios, mas seu coração estava distante de Deus (Is 29.13). Amós, nessa mesma linha foi contundente, quando em nome de Deus, escreveu: “Aborreço e desprezo as vossas festas e com as vossas assembleias solenes não tenho nenhum prazer. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras” (Am 5.21,23).


Jesus diz para a mulher samaritana o que adoração não é. Primeiro, não é adoração centrada em lugares sagrados (Jo 4.20). Não é neste monte nem naquele. Não existe lugar mais sagrado que outro. Não é o lugar que autentica a adoração, mas a atitude do adorador. Segundo, não é adoração sem entendimento (Jo 4.22). Os samaritanos adoravam o que não conheciam. Havia uma liturgia desprovida de entendimento. Havia um ritual vazio de compreensão. Terceiro, não é adoração descentralizada da pessoa de Cristo (Jo 4.25,26). Os samaritanos adoravam, mas não conheciam o Messias. Cristo não era o centro do seu culto. Nossa adoração será vazia se Cristo não for o seu centro.


Jesus, também, diz para a mulher samaritana o que a adoração é: Primeiro, a adoração precisa ser bíblica (Jo 4.24). O nosso culto é bíblico ou é anátema. Deus não se impressiona com pompa; ele busca a verdade no íntimo. Segundo, a adoração precisa ser sincera (Jo 4.24). A adoração precisa ser em espírito, ou seja, de todo o coração. Precisa ter fervor. Não é um culto frio, árido, seco, sem vida.


Deus deve ser o nosso maior deleite e o culto a Deus deve ser a razão principal da nossa vida!



Por Rev Hernandes Dias Lopes

domingo, 1 de novembro de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens.  

Marcos 1:17

Que Amor É Esse? - Ao Vivo | Clamor Pelas Nações & Amanda Loyola


 

PÃO DIÁRIO - 02/09/2026 - A BUSCA

 

A BUSCA



Tiago foi diagnosticado com problemas cardíacos, e sua esposa, Rebeca já não podia mais cuidar dele ou de si mesma de maneira apropriada. Começaram então a procurar por uma casa de repouso. Uma das primeiras perguntas que Rebeca fazia quando visitava cada uma delas era: " vocês servem alimentos pastosos ? " Ela se preocupava, pois Tiago precisava ter o tipo de alimento adequado à sua dificuldade de engolir. Muitos lugares respondiam " não " e ela continuava sua busca. Finalmente ouviu um " sim " em uma casa cristã de repouso. 

Apesar de não crerem em Jesus e terem frequentemente discutido sobre Ele com um vizinho cristão, Tiago e Rebeca escolheram aquele lar por causa da comida pastosa. Eles começaram a frequentar os cultos na capela, ouviram o evangelho e sentiram-se bem cuidados pelos funcionários do local. Certo dia Tiago entregou sua vida a Cristo. Ele acredita que Deus o estava seguindo
 ( João 6:44 ) e que usou a comida pastosa para trazê-los àquele lar cristão onde ele recebeu cuidados do povo de Deus e ouviu sobre o perdão de Cristo.
A conversão é uma obra de Deus; Ele atrai pessoas a si em amor e usa circunstâncias, Sua Palavra, pessoas e até mesmo a comida pastosa para sensibilizar os corações. Encoraje-se a testemunhar sobre o Pai. Ele usará as suas palavras e ações para tocar aqueles que precisam de Cristo. - AMC


Leia: João 6:42-51.

Examine: Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer... - João 6:44.

Considere: O imã que une os cristãos e atrai não-cristãos a Cristo - chama-se amor.

O EVANGELHO, A BOA NOVA DO CÉU À TERRA



 

O evangelho é a maior e a melhor notícia que o mundo já ouviu. É a mensagem da salvação em Cristo Jesus. O evangelho é chamado nas Escrituras de diferentes formas. Abordaremos, aqui, três dessas formas.

Em primeiro lugar, o evangelho do reino (Mt 4.23). “Percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo”. Na agenda de Jesus, três atividades foram destacadas. Primeiro, Jesus ensinou nas sinagogas. Este lugar era o centro dos encontros dos judeus e gentios piedosos para orarem e estudarem a lei de Deus. Ali Jesus entrava para ensinar o evangelho do reino. Segundo, Jesus pregou o evangelho do reino. Pregou no campo e na cidade, no templo e nas sinagogas, nas ruas e nos lares. Jesus não pregou a corrente de pensamento dos rabinos de seu tempo nem sobre as expectativas messiânicas no povo, mas pregou o evangelho do reino. Terceiro, Jesus curou toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. Jesus ensinava, pregava e curava. Atendia as necessidades do corpo e da alma. Tratava do homem no sentido pleno, aliviando suas dores, curando suas doenças e oferecendo-lhes sua graça salvadora. Assim como o evangelho do reino teve prioridade na agenda de Jesus, a igreja, também, deve comprometer-se a pregar este evangelho.

Em segundo lugar, o evangelho da paz (At 10.36). “Esta é a palavra que Deus enviou aos filhos de Israel, anunciando-lhes o evangelho da paz, por meio de Jesus Cristo. Este é o Senhor de todos”. O evangelho do reino é também o evangelho da paz. Por meio dele, judeus e gentios formam um só povo. O evangelho não faz distinção entre judeus e gentios, ricos e pobres, doutores e analfabetos. É endereçado a todos os homens, de todos os estratos sociais, de todos os estofos culturais, de todas as classes políticas. É o evangelho da paz, pois onde ele é proclamado, aí os homens são reconciliados com Deus e com o próximo. Onde o evangelho da paz é crido, cessam as guerras e conflitos dentro dos homens e entre os homens. Onde o evangelho da paz entra, ele produz paz com Deus, pois por meio de Cristo, todo aquele que crê, é reconciliado com Deus e feito filho de Deus. O evangelho da paz não é outro evangelho distinto do evangelho do reino; é o mesmo evangelho anunciado por meio de Jesus Cristo, o Senhor de todos. À parte de Cristo não existe boas novas aos homens. Jesus Cristo é a própria essência do evangelho. Ele é o conteúdo do evangelho. O evangelho não é apenas uma coletânea de doutrinas; é, sobretudo, uma pessoa. É Jesus, o Senhor de todos.

Em terceiro lugar, o evangelho da promessa (At 13.32). “Nós vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais”. O evangelho do reino é, também, chamado de evangelho paz e evangelho da promessa. O evangelho não começou quando Jesus veio ao mundo. Ele foi prometido desde a eternidade. Foi proclamado por Deus no jardim do Éden. Ele foi preanunciado pelos patriarcas nas priscas eras. Foi proclamado altissonantemente pelos profetas. Há, aqui, uma estreita conexão entre a antiga aliança e a nova aliança. Os que viveram antes de Cristo, olharam para frente, para o Messias que havia de vir; nós que vivemos depois de Cristo, olhamos para trás, para o Messias que já veio. O Cristo da profecia é o Jesus histórico. Nossos pais creram no Cristo da promessa; nós cremos no Jesus da história. Jesus é o grande elo que liga os dois testamentos. Ele é o conteúdo e a essência de ambos. Só existe um evangelho desde o início até o fim da história. Este é o evangelho do reino, o evangelho da paz, o evangelho da promessa, o evangelho da nossa salvação. A salvação foi planejada na eternidade e executada no tempo. Deus nunca mudou seu método de salvar o homem. Sempre foi, em todos os tempos, em todos os lugares, e para todos os homens, o mesmo método. O homem é salvo por Cristo, por meio do evangelho, o evangelho do reino, o evangelho da paz, o evangelho da promessa!

Por Pr. Hernandes Dias Lopes

sábado, 31 de outubro de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


 E, descendo eles para a extremidade da cidade, Samuel disse a Saul: Dize ao moço que passe adiante de nós (e passou); porém tu espera agora, e te farei ouvir a palavra de Deus. 

 1 Samuel 9:2

JULLIANY SOUZA, NÍVEA SOARES - JESUS É O CENTRO (AO VIVO)

 


PÃO DIÁRIO - 01/11/2026 - LUGARES E MOMENTOS

 

LUGARES E MOMENTOS


Por muitos anos, me correspondi com um pastor no Nepal que frequentemente viaja com os membros de sua igreja para comunidades distantes no Himaláia para pregar e implantar igrejas. Recentemente ele me enviou seu itinerário da semana seguinte e me pediu que orasse.
Sua agenda ocupada indicava que ele tinha planos de, no prazo de uma semana, viajar 160 km de moto para várias cidades para pregar e distribuir panfletos do evangelho. Fiquei imaginando as grandes distâncias que meu amigo percorreria em terreno montanhoso e escrevi para perguntar como ele estava. Ele respondeu: " Tivemos um tempo maravilhoso marchando nas montanhas com os membros da igreja. Nem todos têm motos, então todos nós caminhamos. Foi um momento abençoado. Ainda temos mais lugares para visitar. " E então lembrei de como " ... percorreria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho... " 
( Mateus 9:35 ).
Pensei em minha relutância para dirigir na neve até o outro lado da cidade para visitar um viúvo solitário; para atravessar a rua e ajudar um vizinho; para atender a um amigo em necessidades que bate à porta quando estou ocupado; ir a qualquer momento, a qualquer lugar, a qualquer distância em prol do amor. E pensei em nosso Senhor, para quem não havia distância grande demais. - DHR

Leia: Mateus 9:35-38.

Examine: E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando [...], pregando o evangelho... - Mateus 9:35.

Considere: Deus quer que compartilhemos aquilo que Ele nos deu. 

PAZ PARA ENFRENTAR OS MOMENTOS DECISIVOS DA VIDA

 


O mundo está atormentado por muitos flagelos. O terrorismo internacional fragiliza as nações mais poderosas da terra. O vazio existencial empurra muitas pessoas para o suicídio. O avanço das drogas letais, por mais firme que seja a repressão, cresce no mundo inteiro, deixando tantas pessoas prisioneiras do vício e do tráfico. Há um gemido represado nos corações. Há uma dor que lateja na alma. Há lágrimas copiosas que toldam as alegrias da vida.


Há momentos em que a doença surra o nosso corpo e a morte nos mostra a sua carranca. Nessas horas decisivas, muitos se desesperam; outros, porém, desfrutam de uma paz que excede todo o entendimento. Uma pergunta se impõe nesse cenário cinzento e nesses momentos decisivos: É possível experimentar a verdadeira paz? Nossa resposta é um sonoro SIM. Elenco, abaixo, duas situações dramáticas vividas pelo apóstolo Paulo, o maior bandeirante do Cristianismo, onde ele compartilha seus sentimentos tanto diante da enfermidade como na hora da morte.


Em primeiro lugar, a paz para enfrentar a enfermidade. “Então, ele me disse: A minha graça te basta; porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza…” (2Co 12.9). A enfermidade enfraquece nosso corpo e dobra nosso espírito. Provoca sofrimento físico e golpeia nosso orgulho. O apóstolo Paulo ficou doente quando fazia sua primeira viagem missionária (Gl 4.13-15). Chamou essa doença de espinho na carne (2Co 12.7). Essa enfermidade trouxe-lhe atroz sofrimento. Ao mesmo tempo que Deus usou sua enfermidade para torná-lo humilde, Satanás usou-a para lhe esbofetear. Paulo, então, rogou a Deus três vezes para remover o espinho de sua carne, mas Deus, em vez de curar sua enfermidade, deu-lhe graça para suportá-la, dizendo-lhe que seu poder se aperfeiçoa na fraqueza. A enfermidade de Paulo tornou-o completamente dependente de Deus. Impediu que ele se ensoberbecesse diante da grandeza das revelações. Mesmo acicatado por esses espinhos pontiagudos, manteve-se resoluto em seu ministério, levando a boa nova do evangelho aos mais longínquos rincões do império. O mesmo Deus que cura é também aquele que consola. O mesmo Deus que permite a enfermidade é também aquele que a instrumentaliza para o nosso bem. O mesmo Deus que coloca seu tesouro em um frágil vaso de barro é também aquele que traz glória ao seu santo nome, pelo nosso santificado sofrimento.


Em segundo lugar, a paz na hora da morte. “Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado” (2Tm 4.6). Voltaire, um filósofo ateu, que escarneceu do Cristianismo, morreu em grande agonia e desespero. O apóstolo Paulo, que proclamou a fé cristã nas diversas províncias do império romano, demonstrou profunda serenidade diante da morte. Mesmo sabendo que caminharia de uma masmorra úmida e fria para o patíbulo da morte, disse: “Já estou sendo oferecido por libação e o tempo da minha partida é chegada”. Paulo entende que não é Roma que vai lhe matar, mas é ele quem vai se entregar. Não vai se entregar a César, pois é prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Vai oferecer-se a Deus como uma oferta de libação. Paulo não está com medo de morrer, porque sabe em quem tem crido e sabe para onde está indo. Em vez de usar o termo “morte” para o desfecho de sua vida, usa a palavra “partida” e isso por três razões. Primeiro, “partida” significa tirar o fardo das costas de alguém. Morrer para um crente é descansar de suas fadigas. Segundo, “partida” significa desatar um bote do tronco e atravessar o rio. Morrer para um crente é fazer sua última viagem rumo à Pátria celestial. Terceiro, “partida” significa afrouxar as estacas de uma barraca, levantar acampamento e ir para sua casa permanente. Morrer para um crente é mudar de endereço; é ir para a casa do Pai.


E Você, tem desfrutado essa paz? Agora mesmo você pode apropriar-se dela em Cristo Jesus. Ele é a nossa paz. Nele temos paz com Deus e a paz de Deus.



Por Pr. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


A primazia da pessoa e da obra de Cristo O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor;  

Colossenses 1:13

Isaias Saad & Marsena - Sobre As Águas


 

PÃO DIÁRIO - 31/10/2026 - ENGANOS DO INIMIGO

 

ENGANOS DO INIMIGO

O Livro " A arte da Guerra " foi escrita no século 6 a.C. pelo general chinês Sun Tzu, e tem guiado o pensamento militar por séculos. Mas também tem sido usado por homens e mulheres em uma ampla variedade de outras áreas, incluindo liderança, gerenciamento, negócios, política, e esporte. O que Sun Tzu escreveu sobre estratégias militares pode ajudar seguidores de Cristo a compreender as táticas de nosso inimigo espiritual: " Toda guerra é fundamentada em engano. Logo,quando temos condições de atacar, devemos parecer incapazes de fazê-lo; quando usamos nossas forças, devemos parecer inativos; quando estamos próximos, devemos fazer o inimigo acreditar que estamos distantes; quando distantes, devemos fazê-lo acreditar que estamos próximos. "
Da mesma forma, a guerra espiritual que Satanás trava contra nós é também fundamentada em engano. Na verdade, o primeiro pecado foi resultado de um engano do inimigo. Note o que Paulo disse: " Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo " ( 2 Coríntios 11:3 ).
Esta verdade concede tamanha importância ao alerta de nosso Senhor ao dizer que Satanás é o pai das mentiras ( João 8:44 ), sempre tentando nos enganar. Qual é a nossa defesa ? Saturar os nossos corações da verdade da Palavra de Deus. Apenas a verdade inspirada por Deus pode nos proteger contra enganos do inimigo. - WEC

Leia: João 8:42-47.

Examine: ...receio que, assim como a serpente enganou [...] com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente... - 2 Coríntios 11:3.

Considere: A verdade de Deus é a melhor proteção contra as mentiras de Satanás.

RAZÕES PARA GLORIFICARMOS A DEUS

 


“Porque dele, por meio dele, e para ele são todas as coisas; a ele, pois, glória pelo século dos séculos.” (Rm 11.36)


Os eruditos afirmam, e com razão, que a carta de Paulo aos Romanos é a cordilheira do Himalaia de toda a revelação bíblica. Aqui Paulo chegou à cumeeira, ao ponto culminante das Escrituras. Num texto de irretocável beleza e profundidade, o apóstolo dos gentios traça a nossa trajetória das profundezas da decadência moral às culminâncias da nossa redenção. Depois de destacar que toda a obra da redenção foi planejada soberanamente por Deus e realizada eficazmente por ele, encerra a primeira parte da epístola (capítulos 1-11) numa doxologia, onde desabotoa sua voz em torrentes de exaltação a Deus. Três verdades são destacadas.


Em primeiro lugar, Deus deve ser glorificado porque ele é o idealizador da nossa salvação (Rm 11.36a). “Por que dele…”. Nossa redenção não começa no tempo, mas na eternidade; não começa na terra, mas no céu; não começa com o homem, mas com Deus. Ele planejou a nossa salvação, e isso desde os tempos eternos. Tudo provém dele, pois ele é a fonte e a origem da nossa salvação. Tudo provém de Deus, pois nos amou com amor eterno e nos atraiu para si com cordas de amor. Ele é idealizador da nossa redenção, pois nos escolheu em Cristo, antes da fundação do mundo. O evangelho não é um caminho aberto da terra para o céu; é o caminho aberto do céu para a terra. O evangelho não é uma tentativa do homem encontrar Deus; é a decisão de Deus buscar o homem perdido. Todas as religiões do mundo são um esforço humano para agradar a Deus através de obras, ritos e sacrifícios; mas o Cristianismo é Deus tomando a iniciativa de reconciliar o homem consigo mesmo por intermédio de Cristo.


Em segundo lugar, Deus deve ser glorificado porque ele é o executor da nossa salvação (Rm 11.36b). “… e por meio dele…”. Deus não apenas planejou nossa salvação na eternidade, mas a executou na história. Para tornar eficaz seu plano eterno, o Verbo divino, Deus de Deus, luz de Deus, fez-se carne e habitou entre Deus. O unigênito do Pai, da mesma essência do Pai, esvaziou-se e assumiu a forma humana. Sendo Deus, se fez homem; sendo exaltado pelos anjos, se fez servo; sendo imaculado, se fez pecado; sendo bendito se fez maldição; sendo rico se fez pobre; sendo o autor da vida, morreu pelos nossos pecados. O homem não poderia ser o agente de sua própria salvação. Não poderia apagar as manchas de seus próprios pecados. Não poderia voltar-se para Deus por si mesmo. O homem está perdido, cego, surdo, endurecido e morto nos seus pecados. Deixado à sua própria sorte, caber-lhe-ia apenas uma condenação inexorável. Por isso, Deus sendo rico em misericórdia, amou eternamente os objetos de sua ira a ponto de dar seu Filho unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. O filho de Deus, veio ao mundo para ser nosso fiador e substituto. Deus lançou sobre ele a iniquidade de todos nós. Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelos nossos pecados. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras foram sarados. Ele levou sobre o seu corpo, no madeiro, os nossos pecados. Ele morreu pelos nossos pecados, pagou a nossa dívida e nos reconciliou com Deus. Jesus é o novo e vivo caminho que nos conduz ao Pai.


Em terceiro lugar, Deus deve ser glorificado porque o louvor de sua glória é o propósito da nossa salvação (Rm 11.36c). “… e para ele são todas as coisas; a ele, pois, glória pelo século dos séculos”. A salvação não é uma medalha de honra ao mérito que ostentamos no campeonato da vida. Não é um troféu que levantamos no pódio da exaltação humana. Nossa salvação foi planejada, executada e consumada por Deus para que todos os remidos sejam apresentados, nos séculos vindouros, como troféus de sua graça, a fim de que Deus receba a glória pelos séculos dos séculos. Se o fim principal do homem é glorificar a Deus, o fim principal de Deus é glorificar a si mesmo, pois não existe nenhum outro propósito mais elevado e santo do que a própria exaltação de Deus, aquele que é o início, o meio e o fim de todas as coisas. Por toda a eternidade, os remidos se desdobrarão em louvor e adoração a Deus por tão grande salvação e nem mesmo assim poderão esgotar esse tributo de gratidão!



Por Rev Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


 E, vendo-a Jesus, chamou-a a si, e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade.  E pôs as mãos sobre ela, e logo se endireitou, e glorificava a Deus. 

 Lucas 13:12,13

Rachel Novaes – Confiar / Tu és Fiel, Senhor | 25 Anos (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 30/10/2026 - QUANDO NÃO TESTEMUNHAR

 

QUANDO NÃO TESTEMUNHAR


Onde moro, o beisebol é quase uma religião. Mesmo que fosse contra a lei falar sobre nossa equipe no trabalho, os fãs não conseguiriam deixar de fazê-lo, pois amam demais a equipe.
Isso traz à minha mente uma pergunta para os cristãos: Há momentos em que um cristão deveria não falar sobre Deus? Acho que sim. Diante de desafios dissimulados à nossa fé, o silêncio pode geralmente ser a melhor resposta.
Na situação hostil da conversa de Jesus com Caifás. Ele primeiramente preferiu o silêncio ( Mateus 26:63 ), entendendo que Caifás não estava interessado na verdade ( vs 59 ). Como nem sempre conhecemos o coração do outro, devemos ser sensíveis à liderança do Espírito em todas as situações "... para saberdes como deveis responder a cada um " ( Colossenses 4:6 ).
Assim, se a resposta a uma pergunta provocar uma discusão interminável e não-cristã, é melhor interromper a conversa e recomeçar em outro dia.
Há outros momentos em que o silêncio pode ser o melhor? Se falar sobre fé nos impede de trabalhar, deveríamos nos manter concentrados em nossas tarefas. Ou se alguém demonstra resistência contínua, podemos escolher deixar de precioná-lo. Lembre-se de que com a nossa conduta também podemos ser testemunhos da graça de Deus. ( 1 Pedro 3:1-2 )  -  RNK

Leia: Mateus 26:57-64

Examine: Jesus, porém guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: [...] nos diga se tu és o Cristo, o filho de Deus. - Mateus 26:63

Considere: O silêncio pode ser uma ferramenta de evangelismo

O AMOR, O MAIOR DE TODOS OS ARGUMENTOS





“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.34,35).


Francis Schaeffer definiu o amor como a apologética final, o argumento irresistível e irrefutável. Jesus está no cenáculo, dando suas últimas instruções a seus discípulos, quando falou para eles sobre esse novo mandamento. Três verdades são aqui destacadas:


Em primeiro lugar, o amor é o maior de todos os argumentos pela sua natureza. “Novo mandamento vos dou…”. Amar ao próximo era um mandamento antigo. Era a própria essência da lei de Deus e o seu cabal cumprimento. Porém, Jesus fala de um novo mandamento, porque trata do amor sob uma nova perspectiva. A lei ensinava a amar o próximo como a si mesmo, mas aqui Jesus vai além e fala de um amor transcendente, que ultrapassa a fronteira do amor próprio. Esse novo mandamento fala de um amor que ninguém conhecia até então e ninguém podia praticá-lo senão pelo poder de Jesus e pela influência de seu exemplo. Não se trata do amor natural pelo próximo nem do amor que existe entre os membros de uma família. Esse amor é totalmente novo e, por isso, sua prática consiste na obediência de um novo mandamento.


Em segundo lugar, o amor é o maior de todos os argumentos pelo seu exemplo. “… que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei…”. Até então o homem conhecia o amor ao próximo como a si mesmo. Esse amor tinha limites e era regulado pelo amor a si mesmo. Jesus, porém, nos amou mais do que si mesmo. Ele nos amou e a si mesmo se entregou por nós. Ele nos amou e deixou a glória para habitar entre nós. Ele nos amou e vestiu pele humana e calçou as sandálias da humildade para servir-nos. Ele nos amou e andou por toda a parte fazendo o bem, libertando todos os oprimidos do diabo. Ele nos amou e por nós foi perseguido, traído e torturado. Ele nos amou e levou sobre si os nossos pecados, não levando em conta a ignomínia da cruz, pela alegria que lhe estava proposta. Ele nos amou e suportou morte e morte de cruz para nos dar a vida eterna. Ele nos amou se fez pecado por nós, para que nós fôssemos justificados. Ele nos amou e foi feito maldição por nós para que nós fôssemos benditos eternamente. Se ele nos amou e deu sua vida por nós, o amor consiste em amarmos aos nossos irmãos e darmos nossa vida por eles (1Jo 3.16).


Em terceiro lugar, o amor é o maior de todos os argumentos pelo seu resultado. “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”. O amor vivido entre os irmãos transborda para além dessa fraternidade e alcança o mundo. O amor entre os irmãos tem um profundo impacto evangelístico. Quando o mundo olha para nós e vê o amor vivido mais do que o amor falado, precisa se curvar à realidade inegável de que somos discípulos de Jesus, aquele que por amor, sendo Deus se fez homem, sendo Senhor se fez servo, sendo rico se fez pobre. O amor é o sermão pregado aos olhos. O discurso do amor impacta mais os corações do que carradas de palavras desprovidas dele. O amor é a maior defesa do nosso discipulado. Não somos conhecidos como discípulos de Jesus pelo nosso conhecimento nem mesmo pelos nossos dons. Somos conhecidos como seus discípulos pelo amor. O amor é a prova dos nove, o argumento mais poderoso, a apologética final. Aqueles que amam nasceram de Deus, pois Deus é amor. Aqueles que amam são filhos da luz, andam na luz e são luzeiros num mundo de trevas. Que o nosso amor uns pelos outros seja a maior evidência da nossa fé e a nossa mais eloquente pregação aos olhos do mundo.



Por Rev Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


 Bendize, ó minha alma,  ao Senhor, e não te esqueças  de nenhum de seus benefícios.  Que redime a tua vida da perdição;  que te coroa  de benignidade e de misericórdia, 

 Salmos 103:2,4

Carol Tauber, Isadora Pompeo, Maria Marçal - Os Sonhos de Deus (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 29/10/2026 - ESTUDO DA FALA

ESTUDO DA FALA


O dr. Deb Roy, cientista e pesquisador da cognição, ou seja: do processo de adquirir o conhecimento, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA, registrou os primeiros três anos da vida de seu filho para aprender de que maneira os seres humanos adquirem a linguagem. Ele e sua esposa equiparam o seu lar com dispositivos de gravação, utilizando-os para coletar o equivalente a mais de 200 mil horas de áudio e vídeo. Coletar, condensar e editar as gravações permitiu que ouvissem os sons de bebê como " gaga " evoluírem para palavras como " água ".
Se alguém quisesse realizar um projeto de pesquisa em seu lar, você participaria se soubesse que cada sílaba que emitisse seria gravada e analisada ? O que o estudo revelaria ? O livro de Provérbios 18 oferece uma reflexão sobre alguns padrões inadequados de fala. O escritor observa que as pessoas insensatas expressam suas próprias opniões, em vez de tentar compreender o que os outros têm a dizer ( v.2 ). Isso nos caracteriza ? Às vezes, provocamos brigas com nossas palavras ( v.7 ) ou falamos impulsivamente e ' respondemos antes de ouvir ' ? ( v.13 ).
Precisamos nos tornar estudiosos da nossa fala. Com a ajuda de Deus, somos capazes de identificar e transformar o diálogo destrutivo em palavras de encorajamento, que são boas "...para edificação, conforme a necessidade " e que transmitam " ...graça aos que ouvem " ( Efésios 4:29 ). - JBS

Leia: Provérbios 18:1-15.

Examine: Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe... - Efésios 4:29.

Considere: Nossas palavras têm o poder de edificar ou destruir.

DEUS, O REFÚGIO DO SEU POVO

 

 



            O Salmo 46 fala de Deus como o refúgio do seu povo. Nos versículos 1 a 3 vemos quem Deus é; nos versículos 4-7 onde Deus está; e, nos versículos 8 a 11, o que Deus faz. Nos versículos 1 a 3 vemos Deus sendo refúgio do seu povo, quando a natureza está em fúria. Nos versículos 4 a 7 vemos Deus no meio do seu povo, quando este é sitiado pelos inimigos. Nos versículos 8 a 11 vemos Deus desbaratando os inimigos, impondo a eles completa derrota.


            Diante da convulsão da natureza e das catástrofes naturais somos desafiados a não temer (v. 2). Diante do cerco do inimigo, somos conclamados a não ficar abalados (v. 5). Diante dos poderosos feitos de Deus, colocando termo à guerra e neutralizando seus instrumentos de destruição, somos exortados a compreender a singularidade de Deus, que é exaltado entre as nações.


            Destacaremos, portanto, esses três aspectos deste Salmo:


            Em primeiro lugar, a proteção de Deus (Sl 46.1-3). Não precisamos viver dominados pelo medo, porque Deus é o nosso refúgio, quando somos acuados pelas circunstâncias. Não precisamos sucumbir ao temor porque Deus é a nossa fortaleza, quando o maligno nos assalta. Não precisamos ficar intimidados com as tribulações, porque mesmo nesse beco sem saída, Deus é o nosso socorro bem presente. Não precisamos viver prisioneiros do medo nem mesmo diante das catástrofes da natureza. Terra transtornada, montes se abalando no seio dos mares e águas revoltas a ponto de abalar e estremecer os montes é uma descrição de terror, que coloca em pânico até mesmo os poderosos. Mesmo nessas circunstâncias radicais, de total vulnerabilidade humana, não precisamos temer. A vitória sobre o medo não decorre de nossa força, mas da proteção divina.


            Em segundo lugar, a presença de Deus (Sl 46.4-7). O povo de Deus, mesmo cercado por inimigos perigosos, tem sua alegria renovada pela presença do rio da graça que flui do trono de Deus. A cidade de Deus, simbolizada por Jerusalém, é uma descrição de seu próprio povo. Nessa cidade está a morada do Altíssimo. Somos a habitação de Deus. Somos o templo do Espírito Santo. Deus habita na igreja. Deus está no meio da igreja. Por isso, ela jamais será abalada. Deus é o seu ajudador, por isso, os inimigos não podem prevalecer contra ela. Mesmo que os inimigos sejam muitos e poderosos, mesmo que as nações se enfureçam e os reinos deste mundo se levantem contra Cristo e sua igreja, a cidade de Deus jamais fica abalada, porque o Senhor dos Exércitos está com ela. O Deus de Jacó, o Deus da aliança, é o seu refúgio.


            Em terceiro lugar, o poder de Deus (Sl 46.8-11). O povo de Deus é convidado a vir e ver as obras do Senhor. Ele é quem abate os poderosos, faz despencar os arrogantes e despede vazios os ricos. Ele é quem coloca um ponto final na guerra e impõe uma acachapante derrota aos seus inimigos. Ele é quem desbarata os exércitos inimigos e quem torna em sucata os instrumentos de guerra. Deus abate reinos e destrona reis. Os reinos deste mundo passam. Os poderosos deste século são dissipados com o sopro do Deus Todo-poderoso. O Senhor vindica a sua própria glória, pois é exaltado em toda a terra.


O salmista conclui esta canção, repetindo a monumental declaração: “O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio” (Sl 46.7,11). Se aquele que tem as hostes celestiais sob seu comando, o Deus Todo-Poderoso está conosco, não precisamos ter medo; se o Deus de Jacó, o Deus de toda a graça, é o nosso refúgio, jamais precisamos viver abalados. Foi fundamentado neste Salmo que Martinho Lutero escreveu a marselhesa da Reforma, o hino “Castelo Forte”. Milênios passam, séculos ficam para trás e anos voam nas asas do vento, mas Deus continua sendo o nosso refúgio e a nossa fortaleza, de geração em geração.



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento? 

 Romanos 2:4

Sarah Farias - Usa-me (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 28/10/2026 - TENTADOR E TÓXICO

 

TENTADOR E TÓXICO

As pequisas garantem que carteiras de cigarros mais simples tornariam o fumo menos interessante para os adolescentes. Em resposta, os governos de diversos países implantaram legislação que exige que as companhias substituam a cor, logomarca e os textos promocionais nas embalagens de cigarro por alertas sobre saúde com imagens de pulmões doentes. Na realidade, o homem da Malboro cede o seu lugar ao Cruel Anjo da Morte em uma tentativa de reduzir o número de mortes causadas pelo cigarro. Mas embalagens de cigarro não são a única coisa que podem ser tentadoras por fora, mas com um produto tóxico por dentro.
O livro de Provérbios no Antigo Testamento nos instiga a considerar cuidadosamente os resultados em longo prazo de todas as nossas escolhas. A frase  recorrente " mas o fim " ( Provérbios 5:4; 25:8; 29:21 ) é um alerta para que olhemos para o fim da estrada e perguntemos: aquilo que nos atrai nos levará a alegria ou a tristeza, honra ou desgraça, , vida ou morte? 
" Porque o SENHOR  dá a sabedoria , e da sua boca vem a inteligência e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria  para os retos " ( Provérbios 2:6-7 ).
Para evitar resultados trágicos de escolhas tolas é necessário adotar a sabedoria de Deus como nosso guia por toda a vida,. " Então, entenderás  justiça, juízo e equidade. todas as boas veredas ".  ( Provérbios 2:9 ) - DCM

Leia: Provérbios 2:6-20

Examine: " Então, entenderás  justiça, juízo e equidade. todas as boas veredas "  ( Provérbios 2:9 )

Considere: Sabedoria é compreender o que é realmente importante.

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Mas recebereis o poder do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como e...