sábado, 7 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


⁵ Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!

⁷ Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja confiança é o Senhor. 

Jeremias 17:5,7

Marquinhos Gomes - Não Morrerei - Acústico 93 - 2022


 

PÃO DIÁRIO - 08/02/2026 - Competição de presentes

 

Competição de presentes


Graças a Deus pelo seu dom inefável! —2 Coríntios 9:15


Um comercial de Natal que gosto na TV mostra dois vizinhos em uma competição amigável para ver quem consegue espalhar mais a alegria do Natal. Um fica de olho no outro enquanto decora sua casa e árvores com luzes. Depois, cada um aperfeiçoa a sua propriedade para ficar melhor do que a do outro. Eles, em seguida, começam a competir para ver quem consegue ser mais extravagante com os outros vizinhos, correndo e distribuindo presentes alegremente.
O povo de Deus não está em uma competição para ver quem consegue doar mais, mas somos chamados para sermos “…generosos em dar e prontos a repartir” (1 Timóteo 6:18). O apóstolo Paulo instruiu a igreja em Corinto: “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” (2 Coríntios 9:7).
Na época de Natal, conforme compartilhamos presentes, nos lembramos da generosidade de Deus conosco — Ele deu o Seu Filho. O escritor Ray Stedman disse: “Jesus deixou Suas riquezas de lado e entrou em Sua criação num estado de pobreza para enriquecer a todos nós por Sua graça.”
Nenhum presente jamais poderia competir com a abundância do Senhor. Agradecemos a Deus pelo indescritível presente que é Jesus! (v.15).
— Anne Cetas

Leia: 2 Coríntios 9: 6-15 

Examine: A Bíblia em um ano: Oseias 1-4;Apocalipse 1

Considere: Nenhum presente é maior do que o próprio Cristo.

DEUS PÔS A ETERNIDADE EM NOSSO CORAÇÃO

 

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“Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem…” (Ec 3.11).

            O que existe, existe porque Deus criou. Deus não apenas fez do nada tudo o que existe, mas fez com refinada formosura. Dentre as coisas belas que Deus fez, o homem criado à sua imagem e semelhança, foi a obra mais bela. Somos a obra prima do criador, o arremate da criação. O universo com toda a sua vastidão, os céus dos céus com toda a sua magnitude e as galáxias incontáveis com toda sua miríade de luzeiros, não refletem tanto a majestosa criação divina como o homem. Este sim, é a coroa da criação. O homem foi feito para ter comunhão com o criador. Foi criado para adorar a Deus e deleitar-se nele. Por isso, Deus colocou a eternidade no seu coração. Que implicações tem essa verdade magna?

Em primeiro lugar, o homem foi criado para a transcendência. As coisas que vemos e apalpamos, por mais raras, por mais nobres e por mais caras não podem atender aos reclamos de nossa alma. Bens terrenos, prazeres efêmeros, conquistas financeiras não preenchem o vazio do nosso coração. Fomos criados para alturas mais excelsas. Fomos feitos para aspirações mais sublimes. Temos em nós não apenas as digitais do criador, mas também, sua própria natureza. Fomos criados como seres morais e espirituais. Fomos feitos para nos relacionarmos com Deus, amá-lo e frui-lo. Só o que é transcendente pode satisfazer aos anseios mais profundos do nosso ser.

Em segundo lugar, o homem foi criado para a eternidade. Deus criou anjos, homens e animais. Os anjos são espíritos, mas não têm corpo. Os animais têm corpo, mas não têm espírito. O homem tem corpo e espírito. É um ser físico e espiritual. Tem imanência e transcendência. Pertence ao tempo, mas ruma para a eternidade. Vive na história, mas seus olhos miram o que está para além da história. A mote não pode colocar um ponto final em sua existência. Deus colocou a eternidade em seu coração. Sua existência não se limita ao breve percurso do berço à sepultura. A eternidade está em seu coração. Os luzeiros do tempo não podem iluminar os recantos de sua alma.

Em terceiro lugar, o homem foi criado para prazeres mais elevados. Quando a Bíblia diz que Deus colocou a eternidade no coração do homem, está dizendo, também, que os prazeres terrenos e temporais não podem satisfazer sua alma. Os prazeres desta vida e as paixões carnais não saciam sua sede de prazer. As taças transbordantes dos deleites deste mundo podem satisfazer o homem por um tempo, mas depois entorpecem sua mente, anestesiam sua consciência e escravizam sua vontade. Somente os prazeres espirituais, resultantes da comunhão com Deus podem serenar sua alma, aquietar sua mente e transbordar de gozo o seu coração. Uma vez que o homem foi criado por Deus e para Deus, somente o próprio Deus pode dar sentido à sua vida.

Em quarto lugar, o homem foi criado para a vida eterna. Aqueles que investem apenas nesta vida são loucos. Aqueles que buscam o sentido da vida nas aventuras da embriaguez, ou na instabilidade das riquezas, ou nas aventuras do sexo ou mesmo no glamour do sucesso descobrem que todas essas conquistas não passam de vaidade. Tudo isso tem um brilho fugaz, como a névoa. Nossa alma não encontra pouso certo senão nos braços de Jesus. Nosso coração não encontra porto seguro, senão na posse da vida eterna. Essa vida eterna não se compra com dinheiro nem se alcança por merecimento. A vida eterna é uma oferta da graça de Deus, recebida mediante a fé em Jesus Cristo. Somente o homem que tem a vida eterna é verdadeiramente feliz. Sua bem-aventurança não se limita ao tempo, mas transborda para dentro da própria eternidade.



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ¹² O norte e o sul tu os criaste; Tabor e Hermom jubilam em teu nome.

¹³ Tu tens um braço poderoso; forte é a tua mão, e alta está a tua destra. 

Salmos 89:12,13

Discopraise - Se Eu Me Humilhar (Vídeo Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 07/02/2026 - O bom e o mau

 

O bom e o mau


…fez o Senhor Deus nascer uma planta […]. Mas Deus enviou um verme, o qual feriu a planta, e esta se secou. —Jonas 4:6-7


A história do rebelde profeta Jonas nos demonstra como Deus deseja usar tanto as bênçãos como as tribulações para nos desafiar e transformar-nos para melhor. No livro de Jonas, repete-se cinco vezes que o Senhor preparou circunstâncias para ele — boas e más.
Neste livro, lemos que o Senhor enviou uma tempestade. Está escrito que “…o Senhor lançou sobre o mar um forte vento, e fez-se no mar uma grande tempestade…” (Jonas 1:4). Depois que os marinheiros descobriram que Jonas era a razão da tempestade, lançaram-no ao mar (1:15). E então “Deparou o Senhor um grande peixe, para que tragasse a Jonas…” para salvá-lo de um afogamento (1:17).
Adiante, lemos que “…fez o Senhor Deus nascer uma planta…” para haver sombra sobre Jonas (4:6). Em seguida, percebemos que Deus enviou um verme para ferir a planta e também um vento calmoso e o sol que bateu na cabeça de Jonas (4:7-9). Estas circunstâncias foram usadas para revelar a atitude da rebelião de Jonas. Apenas após essa revelação, Deus pôde confrontar diretamente o problema do coração do profeta.
Ao enfrentarmos situações diferentes, deveríamos nos lembrar de que Deus é soberano sobre as bênçãos e provações que surgem em nosso caminho. Ele deseja utilizar todas as coisas para edificar o nosso caráter (Tiago 1:1-5). Ele usa o bem e o mal para nos transformar e nos guiar em nossa jornada.
— Dennis Fisher

Leia: Jonas 4

Examine: A Bíblia em um ano: Daniel 11-12;Judas

Considere: O Senhor dá e o Senhor toma. Bendito seja o Senhor.

A CRUZ DE CRISTO, ONDE A JUSTIÇA E A PAZ SE BEIJARAM

 




“Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram” (Sl 85.10).

O texto em tela aponta para Jesus, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. Destaca a consumação de sua obra na cruz, onde a justiça e a paz se beijaram. A crucificação era a pena de morte mais cruel no primeiro século. Só os criminosos mais execrandos eram punidos com esse gênero de morte. Jesus foi condenado à morte e morte de cruz, sob a acusação injusta de crime contra Deus (blasfêmia) e contra César (fazer-se rei). O poder religioso e o poder político se uniram para condenar Jesus à morte. Judeus e gentios fizeram uma aliança espúria para matarem o Autor da vida.

A morte de Cristo foi o maior crime da história e ao mesmo tempo o maior gesto de amor. Do ponto de vista humano, os homens o mataram com mãos de iníquos. Do ponto de vista de Deus, ele foi entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus (At 2.23). A cruz de Cristo tornou-se o cenário mais vívido para demonstrar o amor e a justiça de Deus. Naquele palco de horror, o amor de Deus foi despejado abundantemente, pois o Pai não poupou a seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou (Rm 8.32). Deus nos amou de tal maneira que deu seu Filho unigênito (Jo 3.16). Deu-o para vir habitar entre nós. Deu-o para morrer por nós. Deu-o para levar sobre si os nossos pecados. Ao mesmo tempo, a cruz revela a justiça de Deus, pois na cruz o Pai puniu, no seu Filho, os nossos pecados. Cristo morreu pelos nossos pecados segundo as Escrituras.

Era impossível o homem pecador ser reconciliado com o Deus santo sem que seu pecado fosse punido e sem que sua culpa fosse removida. Pois Jesus se fez pecado por nós, carregando sobre o seu corpo, no madeiro, nossas transgressões. Deus lançou sobre ele a iniquidade de todos nós. Ao morrer por nós, em nosso lugar, morte vicária, ele pagou a nossa dívida, abrindo-nos os portais do perdão. Fomos justificados. Agora não pesa mais nenhuma condenação sobre aqueles que estão em Cristo Jesus. Em vez de culpa, temos toda a infinita justiça de Cristo, creditada a nós. Fomos reconciliados com Deus. Agora temos paz com Deus em relação ao passado, acesso à graça em relação ao presente e esperança da glória em relação ao futuro. Estamos quites com a lei de Deus e cobertos com a justiça de Cristo. A cortina que nos separava de Deus foi rasgada de alto a baixo. Fomos aceitos no Amado. Somos filhos e membros da família de Deus. Somos herdeiros de Deus e coherdeiros com Cristo. Nada nem ninguém pode separar-nos do amor de Cristo. Estamos seguros nos braços de Cristo. De suas onipotentes mãos ninguém pode nos arrebatar.

Na cruz de Cristo, a justiça e a paz se beijaram. A justiça foi feita, pois Deus puniu nosso pecado em seu Filho. Na cruz de Cristo, Deus reivindicou sua justiça e satisfez todas as demandas de sua lei. Ao mesmo tempo que ele é justo, também é o justificador daqueles que creem. Nós que éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos de Deus fomos aproximados pelo sangue de Cristo e, por isso, temos paz com Deus. A cruz é o cenário onde houve esse bendito encontro da justiça e da paz. Ali a justiça e a paz deram as mãos. Ali a justiça e a paz se beijaram, selando a nossa eterna redenção.

Não por outra razão, o apóstolo Paulo, o grande bandeirante do cristianismo, disse: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo” (Gl 6.14). Ainda: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co 2.2). Que o nosso coração renda louvores a Deus, pela mensagem da cruz! Que nos gloriemos na cruz de Cristo, em nossa jornada rumo à glória!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ⁶ Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e em quem estamos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele. 

1 Coríntios 8:6

Tua é a glória - Rachel Novaes


 

PÃO DIÁRIO - 06/02/2026 - Medo sério

 

 

Medo sério

…Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria… —Lucas 2:10


Após semanas de ensaio do coral infantil, a noite de nosso musical de Natal de 1983 havia chegado. As crianças fantasiadas começaram a encher o auditório quando repentinamente ouvimos um tumulto à porta dos fundos. Minha esposa e eu nos viramos para olhar e vimos o nosso pequeno Matt. Soluçando alto e com um olhar de absoluto terror, ele agarrava o trinco da porta como se estivesse fugindo da morte. Ele se recusou a entrar no auditório. Após muita negociação, o diretor finalmente lhe disse que não precisava subir no palco. Ele se sentou conosco e logo os seus medos começaram a diminuir.
Apesar de geralmente não identificarmos o Natal como uma época de medo, havia muito temor na noite do nascimento de Cristo. O evangelista Lucas diz: “E um anjo do Senhor desceu aonde eles estavam, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles; e ficaram tomados de grande temor” (Lucas 2:9). A visão do mensageiro angelical era mais do que os pastores poderiam processar. Mas o anjo os tranquilizou: “…Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo” (v.10).
Em um mundo repleto de medo, precisamos nos lembrar de que Jesus veio para ser o Príncipe da Paz (Isaías 9:6). Precisamos desesperadamente da Sua paz. À medida que olharmos para Ele, Jesus diminuirá nossos medos e acalmará os nossos corações.
— Bill Crowder

Leia: Lucas 2:8-20 

Examine: A Bíblia em um ano: Daniel 8-10;3 João

Considere: O medo tem o seu fim no Deus encarnado. —F. B. Meyer

QUÃO GLORIOSO É O EVANGELHO!

 




“Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego; ” (Rm 1.16)

            A Carta de Paulo aos Romanos é o maior tratado teológico do Novo Testamento. Nessa epístola, o apóstolo dos gentios fala sobre o evangelho, já no início de sua missiva. O versículo em tela é uma espécie de introdução e síntese de toda carta. Destacaremos aqui, alguns pontos importantes:

A definição do evangelho. A palavra “evangelho” significa boas novas. Boas novas do céu à terra. Boas notícias de Deus aos homens. Boas novas de salvação eterna e não apenas de bênçãos temporais. O evangelho trata do glorioso fato do amor de Deus aos pecadores indignos. Seu amor por nós é abundante, imerecido e provado. O evangelho é uma nova de grande alegria para todo povo. É a notícia mais auspiciosa e alvissareira entregue aos homens: a notícia de que o Salvador, o Messias, o Senhor veio ao mundo, para ser o nosso glorioso Redentor.

A natureza do evangelho. O evangelho é o poder Deus. Porque Deus é onipotente, o evangelho também o é em sua essência. Ninguém pode resistir o poder de Deus. Sua vontade é soberana. É impossível deter sua mão onipotente. Mas, o evangelho não é o poder que destrói, mas o poder que salva. É o poder dirigido a resgatar o perdido pecador. É o poder destinado a tirar das trevas aqueles que estavam imersos em densa escuridão. É o poder de perdoar pecadores indignos e fazer deles vasos de honra para Deus.

O propósito do evangelho. O evangelho é o poder de Deus para a salvação. Não há possibilidade de o pecador ser salvo, exceto pelo poder do evangelho. O evangelho está centrado na pessoa e na obra de Cristo. Ninguém pode ser reconciliado com Deus senão por meio de Jesus, pois ele é o único Mediador entre Deus e os homens. Ninguém pode ter acesso a Deus, exceto por Jesus, pois é a porta do céu e o caminho para Deus. Não há salvação em nenhum outro nome dado entre os homens, exceto o nome de Jesus. Aquele que, arrependido de seus pecados, põe sua confiança em Jesus é salvo; esse tem a vida eterna.

O instrumento de apropriação das bênçãos do evangelho. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. A salvação é pela graça mediante a fé. A graça é a causa meritória e a fé a causa instrumental. Tomamos posse da salvação pela graça, por meio da fé. Todo aquele que crê é salvo, e só aquele que crê. O evangelho não é o poder de Deus para a salvação dos incrédulos, mas apenas para aqueles que creem e só para aqueles que creem. Fora da fé em Jesus não há salvação.

O alcance do evangelho. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego. Isso significa que o evangelho é universal em seu alcance. Por meio dele, Deus chama aqueles por quem Cristo morreu, procedentes de toda tribo, língua, povo e nação. Judeus e gentios, homens e mulheres, velhos e crianças, ricos e pobres, doutores e analfabetos, enfim, todos que creem em Cristo, são salvos.

A nobreza do evangelho. Diante da sublimidade do evangelho Paulo escreve: “porque não me envergonho do evangelho…”. Há alguns que se envergonham do evangelho; há outros que são vergonha do evangelho; mas nós devemos nos gloriar no evangelho e dele jamais nos envergonharmos. Devemos viver pelo evangelho e para o evangelho. Devemos sofrer e morrer pelo evangelho. Devemos pregar o evangelho. O evangelho é nosso maior tesouro, nosso maior legado, nossa maior alegria!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ² E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. 

Daniel 12:2

Eli Soares - Oferta Agradável A Ti (Ao Vivo Em Belo Horizonte / 2019)


 

PÃO DIÁRIO - 05/02/2026 - Mais do que suficiente

 

Mais do que suficiente


…[o Senhor] redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia. —Salmo 103:4


Quando recebi um grande grupo em minha casa, temi que o cardápio planejado não fosse suficiente para servir todos os convidados. No entanto, eu não deveria ter me preocupado. Muitos amigos trouxeram algo a mais e todos puderam desfrutar das surpresas excedentes. Tínhamos mais do que o suficiente e pudemos compartilhar da abundância.
Servimos a um Deus de abundância que é constantemente “mais do que suficiente.” Podemos ver a natureza generosa de Deus na forma como Ele ama Seus filhos.
No Salmo 103, Davi lista muitos benefícios que nosso Pai nos concede. O versículo 4 afirma que Ele redime as nossas vidas da destruição e nos coroa com graça e misericórdia.
O apóstolo Paulo nos lembra de que Deus “…nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual” e “…é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos…” (Efésios 1:3; 3:20).
Por Seu grande amor, somos chamados filhos de Deus (1 João 3:1), e Sua graça nos dá “…em tudo, ampla suficiência…” para que superabundemos “…em toda boa obra” (2 Coríntios 9:8).
O amor e a graça de Deus derramados sobre as nossas vidas nos capacitam a compartilhá-los com os outros. O Deus de poder e provisão é sempre o Deus que é “mais do que suficiente”!
— Cindy Hess Kasper

Leia: Salmo 103:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Daniel 3-4;1 João 5

Considere: Sempre temos o suficiente quando Deus é a nossa provisão.

AS MARCAS DE UMA IGREJA QUE IMPACTOU O MUNDO

 

 


“… em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez, chamados de cristãos” (At 11.26).

Três igrejas no livro de Atos exerceram grande influência missionária no primeiro século: Jerusalém, Antioquia e Éfeso. Aqui, queremos destacar a igreja de Antioquia, ressaltando três marcas dessa igreja.

Em primeiro lugar, uma igreja cujos membros eram parecidos com Jesus (At 11.26). Antioquia era a capital da Síria. Naquele tempo era a terceira maior cidade do mundo. O evangelho chegou até lá e floresceu de tal maneira que aquela igreja superou Jerusalém no ardor missionário, e através dela missionários foram enviados a várias partes do mundo, para plantar igrejas. Os crentes daquela importante igreja eram tão parecidos com Jesus que, os discípulos ali, pela primeira vez, foram chamados cristãos. Quando as pessoas olhavam para aqueles crentes, sentiam que estavam olhando para o próprio Jesus. A vida deles referendava sua pregação. O testemunho deles era avalista de suas palavras. Se quisermos ser uma igreja que influencia a cidade e impacta o mundo, precisaremos, de igual modo, andar com Cristo, vivermos em sua presença e sermos parecidos com ele. A vida piedosa é a base do testemunho eficaz. Precisamos pregar aos ouvidos e também aos olhos. Precisamos falar e fazer. Nosso testemunho vai à frente de nossa pregação. Por causa do impacto da vida daqueles crentes, uma numerosa multidão se agregou àquela igreja para receber o ensino da palavra de Deus.

Em segundo lugar, uma igreja que nasceu debaixo de grande perseguição (At 11.19-25). A igreja de Jerusalém atendeu à agenda missionária estabelecida por Jesus (At 1.8) depois do martírio do diácono Estêvão. Naquele tempo de amarga perseguição, exceto os apóstolos, todos foram dispersos de Jerusalém (At 8.1). Porém, os que foram dispersos não saíram lamentando, mas iam por toda a parte pregando a palavra (At 8.4). Cada crente era um missionário. Esses crentes que foram dispersos por causa da tribulação que sobreveio a Estêvão, se espalharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia. As boas novas do evangelho chegaram àquele território gentio por causa do vento da perseguição (At 11.19,20). Diz a Escritura, entretanto, que a mão do Senhor estava com eles, e muitos, crendo, se converteram ao Senhor (At 11.21). A graça de Deus em ação naquela cidade alegrou o coração do missionário Barnabé, enviado pela igreja de Jerusalém, e ele, sentiu necessidade de buscar Saulo em Tarso, para ajudá-lo naquele próspero trabalho. Ali, por todo um ano, eles ensinaram numerosa multidão (At 11.22-26). A perseguição não destrói a semente do evangelho, apenas a espalha. A igreja perseguida é a mesma que conta com a mão do Senhor e com a sua graça. Essa igreja, mesmo no meio da dor, vê multidões chegando para receber a instrução da palavra de Deus.

Em terceiro lugar, uma igreja que prioriza a obra missionária (At 13.1-3). A igreja de Antioquia recebe a instrução da palavra, ora e jejua. O Espírito diz a essa igreja para separar seus dois pastores principais para a obra missionária. A igreja não questiona nem adia a pronta obediência. Barnabé e Saulo receberam a imposição de mãos e foram despedidos para o campo missionário. Muito embora Antioquia fosse uma grande metrópole, os crentes entenderam, por direção do Espírito Santo, que o evangelho precisava ir além, atravessando fronteiras, chegando até aos confins da terra. Oh, como precisamos entender que o propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, em todo o mundo. Cada igreja deve ser uma agência missionária e cada crente deve ser uma testemunha. Antioquia não reteve apenas para si o que recebeu. O evangelho precisa ser anunciado a tempo e a fora de tempo, aqui, ali e além fronteiras. Essa é uma tarefa imperativa, impostergável e intransferível. Precisamos saber que o campo é o mundo, a igreja é método de Deus e o tempo de Deus é agora!



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?

Riqueza - Angelo Torres e Álvaro Tito (At Jazz Music)


 

PÃO DIÁRIO - 04/02/2026- A pedra Eureka

 

A pedra Eureka


O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo… —Mateus 13:44


Em uma fazenda na África do Sul, Erasmus Jacobs, de 15 anos, viu uma pedra reluzir ao sol, em 1867. Certo momento, um vizinho que sabia sobre a existência da pedra reluzente quis comprá-la da família. Por não saber o valor da pedra, a mãe de Erasmus disse ao vizinho: “Pode ficar com a pedra se quiser.”
Finalmente, um mineralogista declarou que a pedra era um diamante de 25 quilates que valia uma grande quantia. Ficou conhecido como o “Diamante Eureka” (A palavra grega eureka significa “Encontrei!”). Logo, os valores dos campos próximos à fazenda da família Jacobs elevaram-se. Sob a terra estava um dos mais abastados depósitos de diamante jamais descoberto.
Jesus disse que o valor de fazer parte do reino de Deus é como um tesouro: “O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo” (Mateus 13:44).
Quando colocamos nossa fé em Cristo, um “momento eureka” espiritual acontece. Deus nos dá perdão em Seu Filho. É o maior tesouro que poderia ser encontrado. A partir desse momento, o ponto central de nossas vidas pode girar em torno de nos tornarmos valorosos membros de Seu reino eterno. A nossa alegria é compartilhar essa valiosa descoberta com os outros.
— Dennis Fisher


Leia: Mateus 13:44-50 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 47-48;1 João 3

Considere: O reino de Deus é um tesouro feito para ser compartilhado.

COMO TER RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS NA IGREJA

 




A igreja de Filipos foi a maior parceira do apóstolo Paulo no que tange a dar e receber. Assistiu o apóstolo em várias circunstâncias. Era uma igreja com forte pendor missionário. Portas para fora aquela igreja era um exemplo. Porém, internamente enfrentava alguns problemas. A área vulnerável da igreja era os relacionamentos. Havia discordância entre duas mulheres proeminentes na igreja, Evódia e Síntique (Fp 4.2). Em Filipenses capítulo 2.1-30 Paulo dá sete princípios para a restauração dos relacionamentos na igreja e depois dá quatro exemplos.

Em primeiro lugar, os princípios para mantermos relacionamentos saudáveis na igreja (Fp 2.1-4). O primeiro princípio é pensar a mesma coisa. Podemos ter divergências uns com os outros, mas devemos focar nossa atenção naquilo que nos une e não no que nos separa. Se estamos em Cristo, somos irmãos, membros do mesmo corpo, participantes da mesma família e nosso papel não é lutar uns contra os outros, mas manter unidade de pensamento. O segundo princípio é ter o mesmo amor. O amor é o vínculo da perfeição. O amor é a primeira marca da maturidade cristã. O amor é nosso distintivo. É por meio dele que somos conhecidos como discípulos de Cristo. Precisamos amar o irmão em vez de concorrer com ele ou lutar contra ele. O terceiro princípio é ser unido de alma. Não basta amar os irmãos de forma genérica; é preciso que esse amor seja pessoal, profundo, como se fôssemos almas gêmeas.  O quarto princípio é ter o mesmo sentimento. Não raro brotam divergências e até contendas entre os irmãos. Se não vigiarmos instala-se em nosso coração a amargura, o rancor e a indiferença. Nosso papel, como membros da família de Deus, é nutrirmos o mesmo sentimento de uns para com os outros. O quinto princípio é não dar guarida à exaltação do “eu” nem alimentar partidos dentro da igreja. Paulo diz que não devemos fazer nada por partidarismo ou vanglória. A humildade deve reger nossos relacionamentos e não a altivez. O sexto princípio é considerar o irmão superior a si mesmo. Sempre que colocamos o “eu” na frente do “outro” levantamos muralhas nos relacionamentos. Sempre que enaltecemos a nós mesmos para diminuir o outro, cavamos abismos em vez de construir pontes nos relacionamentos. O sétimo princípio é pensar nos interesses dos outros antes de laborarmos em nossa própria causa. Se observamos esses sete princípios, curaremos feridas, restauraremos relacionamentos, a igreja será edificada e Deus será glorificado em nós.

Em segundo lugar, os exemplos que devemos mirar se quisermos manter relacionamentos saudáveis na igreja (Fp 2.5-30). Paulo elenca quatro exemplos de pessoas que colocaram o “outro” na frente do “eu”. O primeiro exemplo é o de Cristo Jesus (Fp 2.5-11). Devemos ter o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Ele sendo Deus se esvaziou, se humilhou, e desceu às mais baixas profundezas, a ponto de morrer por nós, morte de cruz. Deus, porém, o exaltou e lhe deu o nome mais exaltado. O segundo exemplo é do próprio apóstolo Paulo (Fp 2.12-18). Pensando mais nos outros do que em si mesmo, Paulo ofereceu a si mesmo como libação sobre o sacrifício e serviço dos irmãos. Ele não buscou glória para si, mas doou-se pelos irmãos. O terceiro exemplo é o de Timóteo (Fp 2.19-24). Timóteo era um homem singular, que não cuidava de seus próprios interesses, mas dos interesses de Cristo e dos irmãos. Ele foi um servo, que serviu ao evangelho juntamente com Paulo. O quarto exemplo é o de Epafrodito (Fp 3.25-30). Este valoroso irmão, cooperador de Paulo e companheiro nas lutas, por causa da obra de Cristo, chegou às portas da morte, dispondo-se a dar a própria vida para levar uma ajuda da igreja de Filipos ao apóstolo Paulo que estava preso em Roma.

Que os princípios postos e os exemplos elencados nos ajudem na caminhada rumo à comunhão fraternal.



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.

Renascer Praise – Escape (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 03/02/2026 - Liga da integridade

      

Liga da integridade

Quem anda em integridade anda seguro… —Provérbios 10:9


Nós a chamamos de Liga da Integridade, mas na verdade é apenas um bando de homens que se reúne na hora do almoço para jogar basquete. Assumimos as nossas faltas, nos esforçamos para evitar acessos de raiva e tentamos simplesmente manter tudo justo e agradável. Somos competitivos e não gostamos de perder — mas todos nós concordamos que a integridade e honestidade devem controlar a atmosfera.
Integridade. As Escrituras claramente indicam a importância desta característica. E honramos o Deus de nossas vidas quando a praticamos.
Por toda a Sua Palavra, Deus nos deu razões claras para andar “…na […] integridade…” (Salmo 26:11). Uma pessoa íntegra tem a segurança de uma vida tranquila; algo desconhecido àquele “…que perverte os seus caminhos…” (Provérbios 10:9). O seguidor de Deus que vive com integridade é preservado por sua confiança no Senhor, pois esta pessoa espera pela intervenção de Deus em sua vida em vez de correr à Sua frente (Salmo 25:21). E aquele que pratica a integridade receberá orientação e direção clara (Provérbios 11:3).
Por que deveríamos nos importar com a “Liga da Integridade” da vida? Porque obedecer a Deus desta maneira demonstra que confiamos nossas vidas a Ele e que queremos resplandecer o Seu grande amor sobre os outros.
— Dave Branon

Leia: Salmo 26 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 42-44;1 João 1

Considere: A integridade é o caráter de Cristo em ação.

SENHOR, DESPERTA O NOSSO ESPÍRITO PARA O TEU TRABALHO!

 




“O Senhor despertou o espírito de Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, e o espírito de Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e o espírito do resto de todo o povo; eles vieram e se puseram ao trabalho na Casa do Senhor dos Exércitos, seu Deus” (Ag 1.14).

            A cidade de Jerusalém continuava debaixo de escombros, mesmo depois de uma leva de judeus terem voltado do cativeiro babilônico. Os muros da cidade estavam quebrados e suas portas queimadas a fogo. Os que voltaram tiveram algumas dificuldades na construção do segundo templo e acabaram abandonando a casa de Deus, indo cuidar cada um de seus próprios negócios e interesses. O desânimo é contagioso. Tem um efeito devastador. Um grupo de pessoas desanimadas só enxergam as dificuldades. Fazem apologia ao fracasso. Oferecem muitos motivos para não se envolverem com a obra de Deus. Despendem toda a sua energia em sua própria causa e viram as costas para a Casa de Deus.

O povo que voltou da Babilônia deixou a construção do templo no meio do caminho. Desampararam a casa de Deus. Abandonaram sua fidelidade a Deus, retendo os dízimos. O que traziam ao altar, Deus rejeitava, pois além de não serem primícias, o coração do povo não vinha junto com a oferta. Nesse momento de crise, Deus levanta o profeta Ageu para animar o povo a reconstruir o templo. Levanta, também, Zacarias para restaurar a vida espiritual do povo. Então, o Senhor despertou o espírito do governador, do sumo sacerdote e do restante de todo o povo e eles cobraram ânimo e construíram a casa de Deus. É Deus quem desperta. É Deus quem move os corações. É Deus quem realinha as prioridades no coração e quem mobiliza o povo a fazer sua obra. Destacamos aqui três pontos:

Em primeiro lugar, Deus desperta a liderança política. Zorobabel era o era o governador. Sua liderança era fundamental para mover o povo ao trabalho. Deus abriu seus ouvidos aos desafios de Ageu e despertou seu espírito para estar à frente do povo, para liderar o povo na obra a ser feita. Um líder nunca é neutro. Liderança é influência. Ele influencia para o bem ou para o mal. Zorobabel tornou-se um líder encorajador!

Em segundo lugar, Deus desperta a liderança religiosa. Josué era o sumo sacerdote. Cabia a ele ensinar a lei ao povo e orar em favor do povo. Ele trazia instrução e fazia intercessão. Seu ânimo era vital para encorajar o povo. O líder espiritual não pode estar abatido. Seus olhos precisam brilhar. Seu coração precisa arder de amor a Deus e à sua obra. Foi o que aconteceu com Josué, quando o Senhor despertou o seu espírito.

Em terceiro lugar, Deus desperta o restante de todo o povo. Ninguém ficou de fora da obra. Grandes e pequenos, ricos e pobres, homens mulheres, jovens e velhos se lançaram na obra e a construção do templo foi concluída. Há trabalho na igreja para todos. Ninguém pode ficar de fora. A negligência na obra de Deus é um esfriamento do amor ao Senhor. Cuidar apenas de nossos próprios interesses em detrimento da obra de Deus é um grave pecado de omissão. Recuar por causa das dificuldades é um sinal de consumada fraqueza. É hora da igreja se despertar! É hora da liderança da igreja se por de pé e convocar o povo a abraçar a obra. Não podemos desamparar a casa de Deus. Não podemos sonegar os recursos que são destinados a suprir a casa de Deus. Não podemos, afrouxar nossos nossos braços na casa de Deus para sermos diligentes apenas com nossos negócios. Precisamos ter zelo pela glória de Deus. Precisamos buscar em primeiro lugar, o reino de Deus e sua justiça. Precisamos nos unir, liderança e liderados, para juntos sermos despertados para a obra!



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


 ²⁶ Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; 

Mateus 20:26

ME REFAZ | AO VIVO | Ministério Pra Tua Glória


 

PÃO DIÁRIO - 02/02/2026 - Deus é longânimo


Deus é longânimo


Não retarda o Senhor a sua promessa, […] ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça… —2 Pedro 3:9


Durante a época do Natal nós esperamos. Esperamos no trânsito, nas filas do caixa para comprar presentes. Esperamos por familiares que chegam, para nos reunirmos ao redor da mesa repleta de nossos pratos prediletos. Aguardamos para abrir os presentes carinhosamente escolhidos.
Toda esta espera pode ser um lembrete aos cristãos de que o Natal é uma celebração de espera por algo muito mais importante do que as tradições natalinas. Como os antigos israelitas, nós também estamos esperando por Jesus. Embora Ele já tenha vindo como o tão esperado Messias, Ele ainda não veio como o governante de toda a terra. Assim, hoje esperamos pela segunda vinda de Cristo.
O Natal nos lembra de que Deus também espera… Ele espera que a pessoas vejam a Sua glória, que admitam estar perdidas sem Ele, que digam sim ao Seu amor, que recebam o Seu perdão e que se afastem do pecado. Enquanto aguardamos por Sua segunda vinda, Ele espera por arrependimento. O que para nós parece lentidão de Deus em Seu retorno é na verdade Sua paciência esperando (2 Pedro 3:9).
O Senhor está esperando para ter um relacionamento com aqueles a quem ama. Ele deu o primeiro passo quando veio como o bebê Jesus e o Cordeiro sacrificial. Agora, Jesus espera que o recebamos em nossas vidas como Senhor e Salvador.
— Julie Ackerman Link

Leia: João 14:1-6 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 40-41;2 Pedro 3

Considere: Deus pacientemente cumpre as Suas promessas.

OS PRIVILÉGIOS DAQUELES QUE TEMEM AO SENHOR (Sl 25.12-14)

 




Temer ao Senhor é o primeiro passo rumo à sabedoria. O temor do Senhor é o portal da felicidade. O texto supra trata de cinco privilégios daqueles que temem ao Senhor. Vejamos:

Em primeiro lugar, aqueles que temem ao Senhor são instruídos por ele a tomar as decisões certas na vida (Sl 25.12). Não é fácil fazer escolhas acertadas. Há muitas encruzilhadas. Há muitas bifurcações na trajetória da vida. Que decisão tomar na escolha vocacional? Que decisão tomar na vida emocional? Que escolha fazer com respeito à vida profissional? Qual é o específico propósito de Deus para a nossa vida? Quando tememos a Deus, ele mesmo nos instrui acerca da melhor escolha. Ele mesmo vai à nossa frente, abrindo o caminho. Ele mesmo nos toma pela mão e nos guia, apontando-nos o caminho seguro.

Em segundo lugar, aqueles que temem ao Senhor têm uma vida espiritual próspera (Sl 25.13a). Há muitas pessoas que granjeiam fortunas, mas vivem na mendicância espiritual. Têm um corpo sadio e nédio, mas a alma está enferma. Desfrutam dos prazeres deste mundo, mas não conhecem o sabor da mesa do Pai. Só desfrutam dos venturas terrenas, mas nada conhecem das alegrias celestiais. Aqueles que temem ao Senhor, porém, encontram abrigo em seus braços e sua alma repousa em prosperidade. Bebem das fontes de Deus, deleitam-se nos banquetes da graça e desfrutam de uma alegria indizível e cheia de glória.

Em terceiro lugar, aqueles que temem ao Senhor têm uma descendência bem-aventurada na terra (Sl 25.13b). Os que temem ao Senhor não apenas são prósperos espiritualmente, mas também têm uma descendência abençoada. Seus filhos herdam a terra e influenciam o mundo. Longe de sua família ser um transtorno para a sociedade, influenciam os homens. Longe de viverem como nômades sem chão na história, herdam a terra. Longe de viverem sem raiz e sem morada certa, tomam posse da terra.

Em quarto lugar, aqueles que temem ao Senhor desfrutam da sua intimidade (Sl 25.14a). A dádiva mais importante que um indivíduo pode usufruir na vida é desfrutar da intimidade de Deus. É na presença dele que existe plenitude de alegria. É na sua destra que há delícias perpetuamente. Deus é melhor do que suas dádivas. O abençoador é melhor do que suas bênçãos. Deus se revela pessoal e intimamente àqueles que o temem. Quanto mais nos deleitamos em Deus, mais prazer ele tem em nós. Quanto mais prestamos a ele nossa devoção cheia de reverência, mais ele se revela a nós, dando-nos a conhecer sua intimidade.

Em quinto lugar, aqueles que temem ao Senhor recebem dele o privilégio de conhecer a sua aliança (Sl 25.25.14b). Deus firmou uma aliança conosco de ser o nosso Deus e nós sermos o seu povo para sempre. Sua aliança é um pacto de amor. Quanto mais ele nos dá a conhecer sua aliança, mais encontramos nele o sentido da vida. Quanto mais compreendemos sua disposição de revelar a nós as bênçãos da sua aliança, mais ficamos extasiados com suas entranháveis misericórdias. Oh, amor sem igual! Oh, graça bendita! Deus nos escolheu, nos chamou, nos justificou e nos deu garantia de vida eterna. Nada nem ninguém pode frustrar seus planos nem impedir sua obra por nós, em nós e através de nós, porque ele jamais deixou cair por terra uma só de suas palavras nem jamais quebrou sua aliança conosco.  Temer ao Senhor, de fato, é um sublime privilégio!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 31 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


A esperança dos justos é alegria, mas a expectação dos perversos perecerá.

Wilian Nascimento e Paola Carla - Simplesmente Sobrenatural (Ao Vivo) #MKNetwork


 

PÃO DIÁRIO - 01/02/2026 - Primeiras impressões

 

Primeiras impressões


…O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração. —1 Samuel 16:7


Enquanto eu comprava alimentos um dia eu era visto como um ladrão por uma pessoa e um herói por outra.
Ao sair do supermercado, um funcionário disse: “Desculpe-me, senhor. Há muitos itens não ensacados em seu carrinho.” Esta é evidentemente uma estratégia utilizada por ladrões. Quando ele viu que eram produtos muito grandes para serem ensacados, se desculpou e me permitiu seguir o meu caminho.
No estacionamento, uma mulher olhou para o meu boné de atleta com um bordado dourado. Confundindo-o com um chapéu militar, ela disse: “Obrigada por defender o nosso país!” Em seguida, ela se afastou.
O funcionário do supermercado e a mulher no estacionamento tinham, cada um, formado conclusões precipitadas sobre mim. É fácil formar opiniões sobre os outros baseado em primeiras impressões.
Quando Samuel foi escolher o próximo rei de Israel dentre os filhos de Jessé, ele também fez um julgamento a partir de primeiras impressões. No entanto, o escolhido de Deus não era estava entre os filhos mais velhos. O Espírito Santo disse a Samuel: “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura…” (1 Samuel 16:7). Deus escolheu Davi, o mais novo, que menos parecia como um rei.
Deus pode nos ajudar a ver as pessoas por intermédio dos Seus olhos, “…porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7).
— Dennis Fisher

Leia: 1 Samuel 16:1-7 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 35-36;2 Pedro 1

Considere: As primeiras impressões muitas vezes podem levar a conclusões erradas.

UM GRITO POR SOCORRO

 



O Salmo 131 é um grito por socorro. O salmista está no mais profundo abismo da angústia, e dali faz ouvir a sua voz. Destacamos sete verdades solenes neste cântico de romagem:

Em primeiro lugar, uma realidade dramática (v. 1a) – “Das profundezas…”. O escritor sagrado está num poço profundo. Ele caiu ou foi lançado numa cova existencial. Não tem mais como descer. Já chegou às regiões abissais de sua dor e do seu desespero. Vive a falência de seus recursos. Está no mais profundo abismo, nas profundezas da sua angústia.

Em segundo lugar, um clamor aflito (v. 1b,2). “… clamo a ti, Senhor. Escuta, Senhor, a minha voz; estejam alertas os teus ouvidos às minhas súplicas”. O sofrimento nos matricula na escola da oração. Quando estamos aflitos, gritamos por socorro. Foi isso que o salmista fez. Das profundezas clamou às alturas. Em sua fraqueza gritou pelo Onipotente. Tendo gritado ao redor e não encontrado nenhum socorro, roga, agora ao Senhor para ouvir sua voz e ter seus ouvidos inclinados às suas súplicas. Oh, como é pungente o clamor do aflito! Como é urgente a causa daqueles que estão nas profundezas da sua agonia!

Em terceiro lugar, uma constatação inequívoca (v. 3). “Se observares, Senhor, iniquidades, quem, Senhor, subsistirá?”. A dramática realidade vivida pelo salmista tinha a ver com as suas iniquidades. Nada nos faz sofrer mais do que o pecado. O pecado é o maior atormentador dos homens. O pecado é o maior mal, pois nos priva do maior bem. O pecado é uma falácia. Promete prazer e paga com o sofrimento; promete liberdade e escraviza. Promete vida e mata. O pecado é pior do que a doença. É mais desastroso do que a própria morte. O pecado separa o homem de Deus no tempo e na eternidade. O pecado sempre levará o pecador mais longe do que gostaria de ir, prendê-lo-á mais tempo do que gostaria de ficar e lhe custará um preço mais caro do que gostaria de pagar. Oh, se Deus cobrasse de nós nossos pecados, sucumbiríamos!

Em quarto lugar, um perdão restaurador (v. 4). “Contigo, porém, está o perdão, para que te temam”. Em vez de Deus cobrar nossa dívida, ele no-la perdoa. Em vez de nos condenar pelas nossas iniquidades, ele as cancela. Com Deus está o perdão não para que abusemos da graça, mas para que o temamos. O perdão divino deve produzir em nós gratidão, reverência e temor.

Em quinto lugar, um desejo profundo (v. 5,6). “Aguardo o Senhor, a minha alma o aguarda; eu espero na sua palavra. A minha alma anseia pelo Senhor mais do que os guardas pelo romper da manhã. Mais do que os guardas pelo romper da manhã”. Aqueles que são perdoados por Deus e arrancados das profundezas, não só temem a Deus, mas anseiam por ele e esperam na sua palavra. Aquele que viveu apartado dele e jogado no fundo do poço por causa de suas iniquidades, agora, perdoado, quer desfrutar da intimidade de Deus e por isso anseia por ele mais do que os guardas desejam o romper da manhã, para saírem do turno de seu trabalho e voltar ao aconchego do lar, onde desfrutará seu descanso reparador.

Em sexto lugar, um conselho sábio (v. 7). “Espere Israel no Senhor, pois no Senhor há misericórdia; nele, copiosa redenção”. Aquele que recebe o perdão e a restauração de Deus não cala seus lábios. Ele quer repartir com outros a mensagem da misericórdia divina. Anuncia sem tardança a copiosa redenção oferecida pelo Senhor. Ele sai das profundezas do desespero para ser um semeador de esperança.

Em sétimo lugar, uma verdade consoladora (v. 8). “É ele quem redime a Israel de todas as suas iniquidades”. O povo de Deus só está de pé, em vez de estar nas profundezas, porque é o Senhor quem o redime; e não apenas de algumas iniquidades, mas de todas as suas iniquidades. Ele nos dá completo perdão e nele temos copiosa redenção!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


²² E aconteceu naquele mesmo tempo que Abimeleque, com Ficol, príncipe do seu exército, falou com Abraão, dizendo: Deus é contigo em tudo o que fazes; 

Gênesis 21:22

Davi Sacer e Trazendo a Arca - Sobre As Águas (O Encontro) [Clipe Oficial]


 

PÃO DIÁRIO - 31/01/2026 - Como aproveitar tudo

Como aproveitar tudo


Quanto ao homem […] receber a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus. —Eclesiastes 5:19

Em seu livro “Daring to Draw Near” (Ouse se aproximar), o Dr. John White escreve que muitos anos antes, Deus lhe possibilitou comprar uma linda casa com muitos luxos. Os seus sentimentos em relação à casa variaram dramaticamente.
Ao lembrar-se de que a casa era um dom da graça de Deus, ele sentiu alegria e gratidão. Mas quando começava a compará-la com a casa de seus amigos, se sentia orgulhoso por ter uma bela casa e sua alegria evaporava. A sua casa, na realidade, se tornaria um fardo. Tudo o que poderia ver eram os muitos arbustos e árvores para cuidar e as tarefas chatas e intermináveis para fazer. White disse: “Enquanto a vaidade faz neblina em meus olhos e sobrecarrega o meu coração, a gratidão limpa a minha visão e ilumina os meus fardos.”
O escritor de Eclesiastes viu Deus a cada momento no gozo das coisas materiais. O poder para comer os frutos de nossos trabalhos e até mesmo a força para receber e nos regozijarmos neles vem de Deus (5:18-19).
Do início ao fim, a vida inteira é um dom dado continuamente por Deus. Nós nada merecemos. Ele não nos deve nada. No entanto, Ele nos dá tudo. Se nos lembrarmos disso, não precisaremos nos sentir egoístas ou culpados. Sejam quais forem as bênçãos materiais que temos, elas são um presente do nosso bondoso Deus.
— Dennis J. De Haan

Leia: Eclesiastes 5:13-20 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 33–34;1 Pedro 5

Considere: Deus, que deu tanto para nós, oferece mais uma coisa: um coração agradecido. —Herbert

DESCULPAS, MERAS DESCULPAS

 



Moisés viveu cento e vinte anos. Os quarenta primeiros viveu no Egito, como filho da filha de Faraó, onde tornou-se perito nas ciências e onde recebeu seu treinamento acadêmico. Os quarenta anos seguintes, viveu no deserto do Sinai, onde constituiu família e trabalhou como pastor de ovelhas. Os últimos quarenta anos, libertou o povo de Israel da escravidão e conduziu-o pelo inóspito deserto rumo à terra prometida. O chamado de Moisés para essa gigantesca missão deu-se em meio às suas tentativas de fuga. Destacou várias vezes, sua inadequação para tão grande missão, com desculpas e mais desculpas. Vejamos aqui, quais foram as desculpas de Moisés:

Em primeiro lugar, a desculpa de sua insignificância pessoal (Ex 3.11). “… quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?”. Moisés olha para sua limitação e vê uma impossibilidade intransponível. Certamente ele não iria em sua própria força e não tiraria do Egito o povo da promessa com seu próprio poder. Sempre que olhamos para nossas limitações, sentimo-nos inadequados para a grande missão que Deus nos outorga.

Em segundo lugar, a desculpa de sua falta de credibilidade  (Ex 4.1). “… mas eis que não crerão, nem acudirão à minha voz, pois dirão: O Senhor não te apareceu”. Moisés sente-se pequeno demais, para ser ouvido no Egito. Deus apareceu para ele no Sinai, mas o povo não viu essa manifestação, portanto, sente-se sem credibilidade ao falar em nome de Deus. Sua experiência pessoal junto à sarça ardente, pensa Moisés, carece de uma confirmação pública para ser ouvido.

Em terceiro lugar, a desculpa da falta de eloquência (Ex 4.10). “… Ah! Senhor! Eu nunca fui eloquente, nem outrora, nem depois que falaste a teu servo, pois sou pesado de boca e pesado de língua”. Moisés sentiu-se impedido de ir falar ao povo, uma vez que não se julgava eloquente para convencer as pessoas por intermédio de seu discurso. Esqueceu-se que o Deus que envia é o Deus que capacita. O mesmo que fez a boca, é também, aquele que dá a palavra certa e tem poder para tocar os corações.

Em quarto lugar, a desculpa da indisposição de ir tendo outros mais capacitados para irem (Ex 4.13). “Ele, porém, respondeu: Ah! Senhor! Envia aquele que hás de enviar, menos a mim”. Moisés sente-se o mais desajeitado de todos os homens para tão imensa tarefa. Entende que existem outras pessoas mais capacitadas que ele. Sugere para Deus mudar de ideia e enviar outro qualquer, menos ele. Quer ficar de fora. Não quer se envolver. Sente-se incapacitado. Prefere omitir-se. Sente-se mais confortável transferindo a responsabilidade para outrem.

Em quinto lugar, a desculpa das dificuldades na realização da missão (Ex 5.22). “Então, Moisés, tornando-se ao Senhor, disse: Ó Senhor, por que afligiste este povo? Por que me enviaste?”. Moisés deixou de falar para Faraó o que Deus ordenou que ele falasse, ou seja, que se Faraó não deixasse Israel, o primogênito de Deus sair, o Senhor mataria o primogênito de Faraó (Ex 4.22,23). Portanto, quando Moisés falou a Faraó, este endureceu ainda mais seu coração e endureceu ainda mais sua mão sobre o povo já tão castigado, afligindo-o com mais rigor. É nesse contexto que Moisés reclama de Deus, dizendo: Por que afliges este povo? Por que me enviaste? Moisés sentia-se despreparado para a missão, e agora, fica ressentido por não ver a mão de Deus operando a rápida libertação.

Em sexto lugar, a desculpa de não ver resultados de seu trabalho nem junto ao povo nem junto a Faraó (Ex 6.12). “… Eis que os filhos de Israel não me têm ouvido; como, pois, me ouvirá Faraó? E não sei falar bem”. Moisés estava em crise com o chamado divino. Agora, está em crise com os resultados de sua missão. O povo que deve ser liberto não atende sua voz. Se o povo não o escuta, como escutará Faraó? Mais uma vez Moisés, destaca sua falta de eloquência para justificar o fracasso de sua missão. E ele volta a repetir essa mesma desculpa: “Respondeu Moisés na presença do Senhor: Eu não sei falar bem; como, pois, me ouvirá Faraó” (Ex 6.30).

Apesar de todas essas desculpas de Moisés, ele foi o instrumento que Deus usou para tirar o seu povo do Egito e liderá-lo no deserto até a entrada da terra prometida. Deus endureceu o já duro coração de Faraó, para desbancar todas as divindades do Egito e provar que só o Senhor é Deus. E você, que desculpas tem apresentado a Deus para escapar do trabalho que Deus confiou a você?


Versículo do dia

      Versículo do dia ⁵ Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senh...