segunda-feira, 18 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


O teu coração não inveje os pecadores; antes permanece no temor do Senhor todo dia.

Provérbios 23:17

Eyshila e Delino Marçal - Descanse o Seu Coração + Deus é Deus (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 19/05/2026 - Muitos conselheiros

 

Muitos conselheiros


O teólogo do século 15, Tomas de Kempis, disse: “Quem é sábio o suficiente para ter conhecimento perfeito de todas as coisas? Portanto, não confie tanto em sua própria opinião, mas esteja pronto para ouvir também a opiniões dos outros. Ainda que sua própria opinião seja boa, se por amor a Deus você a abandonar e seguir a opinião de outro, você terá mais ganho.” Tomas reconheceu a importância de seguir as opiniões de conselheiros confiáveis ao fazermos planos para a vida.
Para compreender a direção divina para a vida, a pessoa sábia deveria estar aberta às muitas possibilidades de conselho por meio dos quais Deus dará a conhecer a sabedoria da Sua orientação. Quando uma pessoa busca o conselho sábio de outros, demonstra a sua percepção de que pode estar negligenciando alguns fatores importantes em suas decisões.
Salomão, o homem mais sábio em Israel, escreveu sobre como é importante ter conselhos de outros: “Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito” (Provérbios 15:22).
O Senhor é um Maravilhoso Conselheiro (Isaías 9:6), e deseja nos proteger por meio de conselheiros sábios. Busque-os e agradeça a Deus por eles. Permita que eles o ajudem a descobrir uma imagem mais clara do plano de Deus para a sua vida.
—MLW


Leia: Provérbios 15:16-23

Examine: Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito. —Provérbios 15:22

Considere: Se você busca conselho sábio, suas chances de fazer decisões sensatas são multiplicadas.





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O culto doméstico

 



O culto doméstico é um tesouro perdido na vida da maioria do povo de Deus. Essa perda tem profundas e tristes conseqüências. Ela aponta uma perda de profundidade no relacionamento com Deus e também um enfraquecimento da comunhão familiar. O mundo contemporâneo sofre uma perda de critérios e valores. As coisas urgentes tomaram o lugar das coisas importantes. Corremos atrás do vento e gastamos toda a nossa energia buscando as coisas que perecem e deixamos de buscar as coisas lá do alto, aquilo que permanece para sempre. Creio que chegou o tempo de avaliarmos nossa vida e termos coragem de mudar o curso dos acontecimentos, de não sermos esmagados debaixo desse rolo compressor do secularismo nem sermos vítimas da ditadura dessa agenda que empurra as coisas espirituais para a lateral da nossa vida. O culto doméstico pode ajudar-nos em várias frentes e queremos destacar algumas:

1) O culto doméstico corrige a prioridade do nosso relacionamento com Deus.

Deus é mais importante do que suas dádivas. O abençoador é mais importante do que suas bênçãos. Ainda que tivéssemos todas as benesses de Deus, sem ele, nossa vida ainda seria vazia e carente. Só Deus nos satisfaz. Podemos adquirir conhecimento, granjear riquezas e conquistar sucesso e fama, mas sem Deus, tudo isso é vaidade. Precisamos buscar o Reino de Deus em primeiro lugar e o culto doméstico abre esse caminho para priorizarmos nossa relação com Deus acima de quaisquer outros interesses.

2) O culto doméstico restabelece a comunhão familiar.

A sociedade contemporânea está assistindo estarrecida ou mesmo anestesiada a desagregação da família. As pessoas estão vivendo numa profunda solidão mesmo vivendo em família. O diálogo está morrendo nos lares. Os cônjuges já não têm tempo para estar a sós. Os pais já não têm tempo para os filhos. Cada um segue o seu caminho e não pára para avaliar a vida sob a perspectiva de Deus. O culto doméstico é um instrumento bendito para a família fechar a agenda do urgente e abrir a agenda do importante. O culto doméstico abre o caminho para a família não apenas estar unida, mas unida ao redor do trono da graça para adorar a Deus. Uma família que ora unida, triunfa sobre as dificuldades.

3) O culto doméstico galvaniza os valores de Deus em nossa vida.

A marca da nossa sociedade é a superficialidade. Vivemos uma geração que anda errante por ter abandonado os princípios e os absolutos de Deus. Na era da comunicação e da explosão do conhecimento, vemos uma geração analfabeta da Bíblia e a perda dos critérios bíblicos está produzindo uma geração entregue ao relativismo moral. Sem conhecimento da verdade não há como construir uma sociedade justa. A família é a base de todos os outros relacionamentos horizontais. Se a família estiver sem critérios, a sociedade perder-se-á nos labirintos da permissividade.

4) O culto doméstico trará um novo frescor à vida espiritual.

Ele não somente trará benefícios para a coletividade, mas uma revitalização pessoal para cada um de per si. A educação cristã começa no lar. Aí está seu alicerce. Se o lar não estiver comprometido com o ensino da Palavra de Deus, a igreja não cumprirá cabalmente o seu papel. É no lar que as bases são plantadas. É no lar que devemos ser alimentados com o leite genuíno da piedade. É no lar que forjamos o nosso caráter e crescemos rumo à estatura do Varão perfeito. Quero encorajar as famílias da igreja a abraçar esse projeto de resgate do culto doméstico. Somos todos muito ocupados, mas temos tempo para tudo aquilo que nos é prioridade. Porque Deus e a família são prioridades para nós, devemos aderir sem reservas e sem desculpas a esse plano que certamente procede do coração de Deus. Não temos mais tempo a perder. Chegou a hora de colocarmos nossa vida e nossa família no altar de Deus e vivermos para a glória de Deus. Nossa casa precisa ser uma igreja viva a serviço do Deus vivo. Que Deus assim nos ajude!



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 17 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.

Lucas 23:46

João 20 + Pra Sempre - Vitor Santana - Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 18/05/2026 - Emergindo

 

Emergindo



Os seres humanos confundem realidades visíveis e invisíveis, naturais e sobrenaturais. Pensei nisso ao observar as baleias. Elas descansam na superfície por um tempo e aproveitam para respirar fundo. Assim criam jatos espetaculares antes de imergirem novamente para alimentar-se.
Mesmo vivendo entre plantas e criaturas marinhas, a baleia deve emergir em busca de oxigênio. Caso contrário, morre, pois precisa de contato vital com o ar para sobreviver.
Algumas vezes me sinto emergindo em busca de ar espiritual em intervalos frequentes para permanecer vivo. Não há uma divisão nítida entre o natural e o sobrenatural. As coisas não são de um jeito ou de outro exclusivamente. O que faço como cristão — orar, adorar, demonstrar o amor de Deus aos doentes, carentes e aprisionados — é sobrenatural e natural.
O mesmo Deus que criou o mundo visível aos nossos olhos, o sustém diligentemente e proveu um caminho para nos aproximarmos dele; o invisível. Paulo escreveu: “…outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte…” (Colossenses 1:21,22).
As nossas ações acontecem no mundo visível, e podemos tocar, sentir aromas e ver. No entanto, o Criador e Sustentador de todas as coisas proveu uma maneira de respirarmos o necessário e almejado ar espiritual.
—PY


Leia: Colossenses 1:15-23

Examine: …pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis… —Colossenses 1:16

Considere: O trono de Deus é sempre acessível a Seus filhos.





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Igreja, alerta!

 



O apóstolo Paulo escrevendo aos Colossenses adverte a igreja sobre quatro grandes inimigos que estavam tentando minar a fé evangélica. Esses inimigos ainda rondam a igreja em nossos dias. Que inimigos são esses? 

1. O gnosticismo (Cl 2.8-15) 

– O gnosticismo pregava o dualismo grego e defendia a tese de que a matéria é má em si mesma. Por essa razão, eles negavam a encarnação de Jesus. Para eles Jesus não podia ser humano e divino ao mesmo tempo. Ao negarem a encarnação, negavam também a obra da redenção e anulavam a cruz de Cristo. Paulo, porém, escreve à igreja de Colossos para dizer que em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da Divindade (Cl 2.9) e que na cruz Jesus triunfou sobre o pecado (Cl 2.14) bem como sobre o diabo e suas hostes (Cl 2.15). Toda mensagem que desvia o foco da Pessoa bendita do Senhor Jesus e de sua obra redentora não é melhor do que o gnosticismo. O gnosticismo pregava que o homem chega a Deus através do conhecimento e assim, criava uma aristocracia espiritual, divorciada do ensino das Escrituras. 

2. O legalismo (Cl 2.16,17) 

– O legalismo mascarado de profunda espiritualidade é uma negação da verdadeira fé cristã. Ele põe sua atenção em formas, ritos e cerimônias em vez de focar-se na Pessoa e obra de Cristo. Ele está mais preocupado com a aparência, do que com a essência. Dá mais atenção ao método que ao conteúdo. Dá mais importância aos ritos sagrados que a sinceridade do coração. Paulo exorta a igreja: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das cousas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo” (Cl 2.16,17). Os fariseus eram os legalistas nos tempos de Jesus. Eles tinham uma apresentação impecável diante dos homens, mas aos olhos de Deus eram desprezíveis. Acautelemo-nos para que o caldo mortífero do legalismo não nos contamine. 

3. O misticismo (Cl 2.18,19) 

– Estava entrando na igreja de Colossos uma fé mística e sincrética. Os crentes estavam sendo influenciados por uma pregação eivada de heresias. A Palavra de Deus estava sendo deixada de lado e os crentes estavam cultuando os anjos em vez de cultuar a Deus e fundamentando essa prática herética em visões. Nossa prática cristã precisa estar calçada na verdade revelada e não em sonhos, visões e revelações forâneas às Escrituras. O misticismo está tomando de assalto algumas igrejas chamadas evangélicas em nossa Pátria. As pessoas deixam as fileiras do misticismo pagão e se tornam cativas de outras práticas místicas com uma linguagem evangélica. Os crentes imaturos precisam de pontes de contato para desenvolver sua fé (sal grosso, água ungida, óleo santo). O apóstolo Paulo diz que essa prática mística que não retém Cristo não passa de carnalidade (Cl 2.18,19). 

4. O Ascetismo (Cl 2.20-23) 

– O ascetismo é a privação de coisas legítimas com o fim de agradar a Deus. O ascetismo pensa que a santidade tem a ver com o nosso esforço de privar-nos das coisas que Deus criou. Na busca dessa espiritualidade auto-construída muitos se flagelam; outros castigam seu corpo com escassez de pão e ainda outros fogem para mosteiros. O cerne do ascetismo constitui-se em: “Não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro” (Cl 2.21). O apóstolo Paulo diz que esse rigor ascético é preceito e doutrina de homens, é culto de si mesmo e falsa humildade e não tem valor algum contra a sensualidade (Cl 2.22,23). 



Rev. Hernandes Dias Lopes.

sábado, 16 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Pelo caminho de Sião perguntarão, para ali voltarão os seus rostos, dizendo: Vinde, e unamo-nos ao Senhor, numa aliança eterna que nunca será esquecida.

Jeremias 50:5

Renascer Praise – Escape (Ao Vivo)

 


PÃO DIÁRIO - 18/05/2026 - Ouvindo

 

Ouvindo


Joyce Heggett, em seu livro Listening to Others (Ouvindo os outros, tradução livre), escreve sobre a importância de aprender a ouvir e responder eficazmente àqueles em situações difíceis. Ao relatar algumas de suas experiências ouvindo pessoas em sofrimento, ela menciona que estas frequentemente a agradecem por tudo o que fez por elas. “Em muitas ocasiões”, escreve, “não cheguei ‘a fazer nada. Simplesmente ouvi.’ Rapidamente cheguei à conclusão que ‘simplesmente ouvir’ é realmente uma maneira eficaz de ajudar outros.”
Esta foi a ajuda que Jó buscou em seus amigos. Ainda que seja verdade que eles se sentaram com ele em silêncio por sete dias, “…pois viam que a dor era muito grande” (2:13), eles não o ouviram quando Jó começou a falar. Pelo contrário, eles falaram sem parar, mas não conseguiram consolá-lo (16:2). “Tomara eu tivesse quem me ouvisse…”, Jó clamou (31:35).
O ato de ouvir representa que “o que importa para você, importa para mim.” Algumas vezes as pessoas querem conselho. Mas frequentemente elas simplesmente querem ser ouvidas por alguém que as ama e se importa com elas.
Ouvir é um trabalho difícil e leva tempo. É preciso tempo para ouvir o suficiente e entender a pessoa, de modo que, se chegarmos ao ponto de falar, falemos com gentileza e sabedoria.
Oh, Senhor, nos dê corações amorosos e ouvidos dispostos a ouvir.
—DHR

Leia: Jó 2:11–13

Examine: Tomara eu tivesse quem me ouvisse… —Jó 31:35

Considere: Se estou pensando em uma resposta enquanto outros estão falando — então não estou ouvindo.




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O amor, a marca do verdadeiro cristão

 



O cristão é conhecido pelo amor. Sem amor nossa ortodoxia é deficiente. A igreja de Éfeso era ortodoxa, zelava pela doutrina verdadeira, ao mesmo tempo em que repudiava os falsos apóstolos e suas heresias, mas falhou ao abandonar o seu primeiro amor. Jesus elogiou a firmeza doutrinária da igreja de Éfeso, mas a repreendeu pela sua falta de amor. 

O amor é mais importante do que o conhecimento. A igreja de Corinto, influenciada pela cultura grega dava mais importância ao saber do que ao amor. O apóstolo, então, ensina a igreja que o conhecimento ensoberbece, mas o amor edifica (1Co 8.1-4). O amor é mais importante que os dons espirituais. O apóstolo Paulo adverte que ainda que eu tenha o dom de variedade de línguas, de profecia, de conhecimento e de fé, se eu não tiver amor, minha vida só produz barulho e nada será (1Co 13.1-3). 

O amor é mais importante do que as mais importantes virtudes cristãs. No mesmo capítulo 13 da Carta aos Coríntios, Paulo diz: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor”. Fé e esperança são elementos fundamentais do cristianismo. Mas só o amor é transcendente e vai morar no céu. No céu não precisaremos mais de fé nem mesmo de esperança, pois lá veremos ao Senhor face a face e, apropriar-nos-emos da bem-aventurança eterna. Mas, o amor há de marcar o clima e as relações no céu. 

O amor é o principal de todos os mandamentos. Jesus disse que o maior de todos os mandamentos é amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos (Mc 12.28-31). O apóstolo João nos ensina, porém, que não podemos amar a Deus a quem não vemos se não amamos os irmãos a quem vemos (1Jo 4.20). Aquele que não ama ainda está nas trevas e nunca viu a Deus, pois Deus é amor. O amor é o cumprimento da lei. A essência dos dez mandamentos é amar a Deus e ao próximo. Quem ama procura agradar a pessoa amada. Jesus disse que aquele que o ama obedece os seus mandamentos. Nessa mesma linha de pensamento, Agostinho de Hipona disse: “Ame a Deus e faça o que você quiser”. 

O amor sempre busca a promoção do outro. O apóstolo Paulo diz: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Rm 12.10). O amor não visa seus próprios interesses. Ele não é egocentralizado, mas outrocentralizado. O amor é a apologética final. Jesus disse que somos conhecidos como seus discípulos pelo amor. “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros” (Jo 13.34,35). 

Amar o próximo era um mandamento antigo, mas agora, ganha um novo sentido e uma nova amplitude. Devemos amar como Cristo nos amou. Ele nos amou mais do que a si mesmo. Ele nos amou e deu sua vida por nós. Ele amou-nos sacrificialmente. Quem ama se entrega. Deus nos amou e deu-nos seu único Filho (Jo 3.16). Ele não poupou o seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou (Rm 8.32). Agora, devemos, também, dar a nossa vida pelos nossos irmãos (1Jo 3.16). Que Deus nos ajude a sermos uma comunidade conhecida pelo amor. Que o amor de Deus seja visto e conhecido nesta igreja e através desta igreja. Que aqueles que convivem conosco possam ser confortados pelo nosso amor. 



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Na sua mão está a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda a carne humana.

Jó 12:10

Elizeu Alves - Sou Casa (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 16/05/2026 - Fome espiritual

 Fome espiritual


Eis que vêm dias… em que enviarei fome sobre a terra, [...] de ouvir as palavras do Senhor. Amós 8:11


Em uma história de ficção, um vírus destrói as plantações do mundo. Não somente os jardins, mas os cereais, incluindo trigo, cevada, centeio, aveia e arroz. Em meses, o mundo mergulha na fome e na violência. As pessoas começam a lutar; depois a matar, por comida.
A ficção descreve uma cena que vemos acontecer no mundo real, como as crises de fome vistas nos noticiários de TV. É terrível! Mal posso imaginar como seria.
O profeta Amós falou de um tipo diferente de fome — a fome e a sede de ouvir “as palavras do Senhor” (8:11). Enquanto a falta de comida pode provocar doenças e morte, a fome da Palavra produz consequências eternas. Sem acesso à Palavra de Deus, falta-nos sabedoria para viver a mensagem da vida eterna em Cristo. Como cristãos, precisamos do “…genuíno leite espiritual, para que, por ele, [nos] seja dado crescimento para salvação” (1 Pedro 2:2). Podemos nos identificar com o profeta quando ele disse: “Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo teu nome sou chamado, ó Senhor, Deus dos Exércitos” (Jeremias 15:16).
O mundo está desejando ardentemente o conhecimento do Deus que pode satisfazer as necessidades do coração humano. Vamos ajudar a encher seus corações, compartilhando a Palavra de Deus.
— Bill Crowder


Leia: 1 Pedro 2:1-10

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 1–3, Mateus 14:1-21

Considere: Sem um coração voltado para Deus, não podemos ouvir a Sua Palavra.




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Bênçãos e perigos a respeito do dinheiro

 



O dinheiro é uma bênção, mas pode também ser um perigo. Ele pode nos ajudar ou nos destruir. Ele pode ser o veículo para a prática do bem ou a razão para o egoísmo mais repugnante e as práticas mais ensandecidas.

Vamos examinar esse importante tema à luz da Palavra de Deus.

1. As bênçãos a respeito do dinheiro 

– Salomão, um dos homens mais ricos da história, escreveu que “o dinheiro atende a tudo” (Ec 10.19). Ele pode ser usado para o bem ou para o mal. O dinheiro em si mesmo é neutro. O que determina se ele vai ser bênção ou maldição é a atitude que temos em relação a ele. A Bíblia nos diz que Deus é quem nos dá forças para adquirirmos riqueza (Dt 8.18). Também nos diz que riquezas e glórias vêm de Deus (1Cr 29.12). Diz ainda que a bênção do Senhor enriquece e com ela não traz desgosto (Pv 10.22). A Palavra de Deus diz que na casa do justo há prosperidade e riqueza (Sl 112.3). A Bíblia nos fala de homens ricos que foram piedosos, como Abraão (Gn 24.35), Jó (Jó 1.3) e Salomão (2Cr 9.27). O dinheiro, por sua vez, oferece ao rico grandes oportunidades de fazer o bem. Paulo recomendou aos ricos do seu tempo a serem ricos na prática das boas obras (1Tm 6.17,18). É através do dinheiro que muitas instituições humanitárias são sustentadas e muitas pesquisas importantes para a preservação da vida são viabilizadas. É através do dinheiro que podemos construir templos, escolas e hospitais. É através do dinheiro que podemos dar pão ao que tem fome e vestes ao nu. É através do dinheiro que podemos manter programas missionários e obreiros no campo. É através do dinheiro que podemos oferecer uma vida digna para a nossa família e ainda estender a mão para socorrer o nosso próximo em suas necessidades.

2. Os perigos a respeito do dinheiro 

– O apóstolo Paulo diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1Tm 6.10). Jesus disse que o dinheiro é mais do que uma moeda de transação financeira; ele é um ídolo, ele é Mamom (Mt 6.24). Aqueles que querem ficar ricos e olham para o dinheiro com usura e ganância caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição (1Tm 6.9). O dinheiro é uma bênção quando ele está em nossa mão, mas um grande perigo quando está em nosso coração. O coração não é um lugar apropriado para guardar o dinheiro. A Bíblia não condena o fato de você possuir dinheiro, mas alerta você sobre o perigo do dinheiro possuir você. O dinheiro é bom quando nós o usamos para fins legítimos e não quando ele nos usa para propósitos reprováveis. O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão. Ele deve estar a nosso serviço e não nós a serviço dele. A Bíblia diz que o dinheiro exclui Deus da nossa alma. Não podemos amar a Deus e as riquezas ao mesmo tempo (Mt 6.24). O jovem rico preferiu sua fortuna à sua salvação (Mc 10.21,22). O amor ao dinheiro nos faz esquecer de Deus (Dt 8.13,14). A fascinação da riqueza nos impede de crescer espiritualmente e de frutificarmos para a glória de Deus (Mt 13.22). O amor ao dinheiro produz uma insatisfação crônica na alma. Diz a Palavra de Deus: “Quem ama o dinheiro jamais dele se farta” (Ec 5.10). O dinheiro é o combustível que alimenta os esquemas de corrupção nos palácios, a mola mestra dos cartéis do crime organizado, a principal razão de muitos assassinatos, seqüestros, assaltos, falcatruas, casamentos, divórcios, brigas e contendas familiares.

Jesus nos ensina a ajuntar o nosso tesouro no céu, onde ladrões, nem traça nem ferrugem podem destruí-lo, pois onde estiver o nosso tesouro, ali também estará o nosso coração (Mt 6.20,21). Devemos adorar a Deus, amar as pessoas e usar o dinheiro, em vez de amarmos o dinheiro, usarmos as pessoas e nos esquecermos de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos,

⁴⁷ E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém.

⁴⁸ E destas coisas sois vós testemunhas.

Lucas 24:46-48

Samuel Messias - Todavia me Alegrarei (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 15/05/2026 - Perfeito para sempre


Perfeito para sempre

…com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. v.14


Quando visitei os EUA, uma marca comercial chamou-me a atenção por ser igual ao meu sobrenome, e fiquei imaginando se seria chinesa ou coreana. Depois soube que não era uma nem outra: era o nome de uma menina. Um fabricante deu o nome de sua filha ao seu produto. Sara Lee, a filha, disse que o pai queria que o produto “fosse perfeito, já que levava o nome da filha”.
A perfeição é um padrão que nenhum de nós jamais pode alcançar. Mas aprendemos na carta aos Hebreus que Jesus, por Seu supremo sacrifício por nossos pecados, “…aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (10:14).
Os contínuos sacrifícios oferecidos pelos sacerdotes desde os tempos de Moisés nunca puderam mudar a natureza pecaminosa de alguém diante de Deus (Hebreus 10:1-4). Mas o sacrifício único de Cristo na cruz — aquele que não conhecia o pecado, morrendo pelos pecadores — nos aperfeiçoou para sempre aos olhos de Deus. O pagamento de Jesus, único e definitivo pelos nossos pecados, foi suficiente. O autor da carta de Hebreus parafraseou o versículo do livro de Jeremias 31:34: “Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados…” (Hebreus 10:17).
Fomos aperfeiçoados para sempre a fim de estarmos diante de Deus, por causa da obra perfeita realizada por Jesus na cruz. Esta é a certeza da nossa salvação.
— Albert Lee


Leia: Hebreus 10:8-18

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 49–50, Mateus 13:31-58


Considere: Deus é o Juiz perfeito e pode declarar perfeitos os culpados.






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Tenha fé e não medo

 



Os discípulos de Jesus estavam atravessando o Mar da Galiléia quando foram surpreendidos por uma grande tempestade. As tempestades da vida são inevitáveis, inesperadas e, muitas vezes, inadiministráveis. Os discípulos tentaram, em vão, superar a força do vento e a fúria do mar. O barco estava se enchendo de água e os discípulos se empanturrando de medo. Nesse momento eles clamaram a Jesus: “Mestre, não te importa que pereçamos?” Jesus, então, repreendeu o vento e o mar e disse para os discípulos: “Por que sois assim tímidos, por que não tendes fé?” Porque os discípulos deveriam ter fé e não medo?

1. Por causa da promessa de Jesus (Mc 4.35) 

– Jesus já havia dito para os discípulos: “Passemos para a outra margem”. A tempestade não surpreendeu Jesus nem pôde  frustrar sua ordem. O destino dos discípulos não era o fundo do mar, mas a outra margem. Quando Jesus promete, ele cumpre; quando ele dá uma ordem, nada pode impedir que sua vontade seja feita. Ele vela pela sua palavra em a cumprir. Não precisamos temer, precisamos confiar. Fé e não medo deve ser o nosso legado.

2. Por causa da presença de Jesus (Mc 4.36) 

– Aquele barco varrido pela fúria do vento no proceloso Mar da Galiléia transportava o Filho de Deus. Não poderia afundar o barco que levava Jesus. Não poderia naufragar o barco que transportava o criador do universo, o sustentador da vida, aquele que controla as leis da própria natureza. O temor dos discípulos era infundado porque Jesus estava com eles. Também temos a  promessa da companhia permanente de Jesus. Ele disse: “Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20). Na jornada da vida enfrentamos mares revoltos, ventos contrários, perigos de toda sorte, mas não precisamos temer, pois Jesus está conosco. Ele não nos prometeu ausência de luta, mas vitória certa. Ele não nos prometeu caminhada fácil, mas companhia permanente.

3. Por causa da paz de Jesus (Mc 4.38)

 – Jesus estava dormindo na popa do barco, na hora da tempestade mais convulsiva. Jesus dormia não porque desconhecia o perigo, mas porque confiava na providência e no cuidado do Pai. Nosso coração se enche de medo na tempestade, porque se esvazia de fé. Ficamos alarmados, porque duvidamos que Deus está no controle quando a tempestade chega. Precisamos aprender a descansar na tempestade, sabendo que, ainda que a situação esteja fora do nosso controle está rigorosamente debaixo do controle de Jesus.

4. Por causa do poder de Jesus (Mc 4.39) 

– Jesus repreendeu o vento e o mar e fez-se grande bonança. O vento e o mar que nos ameaçam estão debaixo do seu poder. O evangelista Marcos nos mostra que Jesus tem todo o poder sobre as leis da natureza (Mc 4.39), sobre os demônios (Mc 5.1-20), sobre a enfermidade (Mc 5.25-34) e sobre a morte (Mc 5.35-43). Mateus nos diz que Jesus tem todo o poder e toda a autoridade no céu e na terra (Mt 28.19). Não precisamos temer porque o Todo-poderoso Deus está conosco. Ele é o nosso refúgio e fortaleza. Fé e não medo deve ser o estandarte da nossa vida. Se olharmos para as circunstâncias ao nosso redor, seremos dominados pelo medo; mas, se olharmos firmemente para Jesus teremos fé para triunfar nas tempestades. Se formos dominados pelo medo, naufragaremos; mas, se prosseguirmos com fé, com os olhos fitos em Jesus, triunfaremos!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:

⁸ Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; porque tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.

Apocalipse 3:7,8

Gisele Nascimento ft. Michelle Douglas e Wilian Nascimento - Terremoto - Acústico 93


 

PÃO DIÁRIO - 14/05/2026 - Esquecendo Deus

 

Esquecendo Deus


…o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz…v.23



Um erudito da Bíblia chamado A. J. Heschel relata uma história da época em que era estudante em Berlim. Embora fosse homem devoto, começou a se preocupar tanto com as artes daquela brilhante cultura que um dia deixou de orar ao entardecer, como era seu infalível costume. Ele admite: “O sol havia se posto, a noite chegara […] e eu havia esquecido de Deus.”
A omissão de Heschel pode parecer algo ínfimo para nós, mas o seu zelo demonstra que ele compreendia a importância de cultivar a sua vida espiritual.
Jesus contou a história de um semeador, uma semente e quatro tipos de solo (Mateus 13:1-9). A terra com os espinhos representa aqueles que permitem que a Palavra de Deus seja sufocada em seus corações pelos cuidados e prazeres de um mundo sedutor (vv.7,22).
Esta é uma possibilidade sedutora para todo aquele que responde de forma irrefletida à Palavra de Deus. O mundo pode nos induzir a esquecer a realidade e a responsabilidade espiritual.
Será que permitimos que as atrações deste mundo nos desviem de ler e meditar na Palavra de Deus? Vamos procurar ser, por meio da oração, como aquele que “…ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um” (v.23).
Hoje, quando o sol se puser, que ninguém diga que nos esquecemos de Deus.
— Vernon C. Grounds


Leia: Mateus 13:1-9,18-23

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 46–48, Mateus 13:1-30

Considere: A oração e a obediência a Deus afofarão o solo de um coração endurecido.





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MAIS PERTO QUERO ESTAR, MEU DEUS DE TI

 



O título deste artigo é o mesmo de um dos hinos clássicos da hinódia cristã, escrito por S. F. Adams. O referido hino tem sido instrumento nas mãos de Deus para consolar enfermos no leito da morte ou mesmo para confortar os enlutados que choram a dor da saudade daqueles que se foram. O hino, porém, não expressa apenas os sentimentos daqueles que estão no limiar da morte, mas sobretudo, trata da mais intensa aspiração da alma que anseia pela intimidade de Deus. Destaco aqui quatro pontos importantes:

Em primeiro lugar, o anseio pela presença de Deus vem daqueles nasceram de novo. Oh, quem nasce de novo, anseia pela intimidade de Deus mais do que uma criança anela o colo de sua mãe. Aspiramos por Deus mais do que os guardas desejam o romper da alva. Desejamos Deus mais do que a corça sôfrega aspira pelas correntes das águas. Nada substitui esse anelo por Deus em nosso coração. Ninguém pode ocupar esse lugar indisputável de Deus em nossa vida. Só ele satisfaz a nossa alma. Só nele encontramos plenitude de alegria. Só dele jorra  delícias perpetuamente.

Em segundo lugar, o anseio pela presença de Deus vem daqueles que se deleitam na oração. Há momentos que a oração se nos apresenta como uma luta espiritual. Há outras horas que a oração é um clamor em favor de outrem. Por meio da oração chegamo-nos a Deus para adorar, para pedir e para agradecer. Porém, o aspecto mais nobre da oração é quando temos saudades de Deus e buscamos a sua face para nos deleitarmos nele. Deus é melhor do que suas bênçãos. Sua presença é melhor do que suas dádivas. Quanto mais fruímos sua presença, mas desejamos conhecê-lo, amá-lo e glorificá-lo. Os prazeres desta vida e as riquezas deste mundo não podem ser comparados com o gozo inefável de usufruir a maior de todas as alegrias, a alegria de conhecer a Deus na intimidade.

Em terceiro lugar, o anseio pela presença de Deus vem daqueles que amam a Palavra de Deus e nela meditam de dia e de noite. Oh, a Palavra de Deus é mui preciosa. Nela encontramos uma fonte inexaurível de sabedoria, graça e poder. Ela é como mel em nossos lábios. Ela é mais desejável do que muito ouro depurado. Por meio dela nascemos, crescemos e somos fortalecidos. Quando estamos abatidos, ela nos vivifica. Quando nosso caminho fica ensombrecido, ela se torna lâmpada para nossos pés. Quando mais a examinamos, mais somos examinados por ela. Quando mais mergulhamos em suas riquezas insondáveis, mais tesouros descobrimos. Ela é uma torrente caudalosa de delícias para nossa alma. Ouvimos a própria voz de Deus quando a lemos. Temos a própria direção de Deus quando a obedecemos. Conhecemos o próprio poder de Deus quando a proclamamos.

Em quarto lugar, o anseio pela presença de Deus vem daqueles que desfrutam da intimidade com Deus por meio do jejum. O jejum é a abstinência do que é bom pela busca do que é melhor. O jejum é quando abrimos mão do que é temporal, para buscarmos o que é eterno. O jejum é quando nos privamos, temporariamente, do pão da terra, para saborearmos o pão do céu. O jejum é saudade de Deus. É pressa para buscarmos a face de Deus e sermos revestidos com o seu poder. É tempo de termos fome de Deus. Se a nossa alma desejar apenas os manjares da terra, perderemos o sabor das iguarias do banquete do céu. Jejuar é ansiar mais pela presença de Deus do que pelo pão que perece. É desejar mais a Deus do que anelar pelo melhor de suas dádivas. Jejuar é não contentar-se apenas com o melhor da terra, por aspirar algo mais sublime, a intimidade de Deus, o melhor do céu. Oh, que nossa alma cante com toda a sua força, como bradou o poeta: “Mais perto quero estar, meu Deus de ti”.



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 12 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir.

Apocalipse 4:8

Rachel Novaes - Em Teus Braços Estou Seguro (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 13/05/2026 - Você e seus bens

 

Você e seus bens

…um rico dificilmente entrará no reino dos céus. v.23



Seis homens armados entraram no depósito de cofres de um banco em Londres e roubaram objetos no valor de aproximadamente quatorze milhões de reais. Uma mulher, cujas joias foram estimadas em um milhão de reais, lamentou: “Tudo o que eu tinha estava lá. Toda a minha vida estava naquele cofre.”
Algumas pessoas assumiram riscos insensatos para agarrarem-se às suas riquezas. Morreram correndo para o interior de casas em chamas ou foram mortas porque resistiram de forma obcecada aos ladrões armados. Aparentemente, achavam que sem os seus bens materiais a vida não teria mais sentido. Outros, quando perdem a riqueza, desesperam-se tanto, que chegam ao ponto de suicidar-se.
O maior perigo em identificar-se demasiadamente com os nossos bens está na área espiritual da vida. Apegar-se de forma nociva às coisas materiais pode impedir uma pessoa não salva a voltar-se para Cristo e dificultar que um cristão viva para Ele. A história do jovem rico ilustra enfaticamente esta verdade. As palavras de Jesus: “…Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mateus 6:24), certamente se aplicam a todos nós.
Conserve um grande abismo entre você e seus bens materiais. Isso o livrará de muitas dores de cabeça. Se você não for cristão, não cometa o erro do jovem rico. Isso lhe custará a sua alma.
— herbert vander lugt


Leia: Mateus 19:16-26

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 43–45, Mateus 12:24-50

Considere: Ser rico em Deus é melhor do que ser rico em bens materiais.




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A mordomia do dinheiro




O dinheiro é mais do que uma moeda, ele é um deus, o deus mais adorado nessa geração. No altar do deus Mamom milhões de pessoas se prostram e se dispõem a viver e morrer por ele, na ilusão de que ele possa lhes fazer feliz.

O dinheiro tem sido motivo de contendas, guerras e conflitos no coração do homem, na família, na sociedade e entre as nações. O dinheiro em si é apenas uma moeda de compra e troca. Porém, o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males e aqueles que querem ficar ricos caem em muitas ciladas e entregam a alma a muitas fadigas e tribulações.

Queremos destacar alguns pontos importantes sobre a mordomia do dinheiro:

1. O dinheiro é um bem necessário para vivermos de forma aprazível – O dinheiro é uma necessidade e com ele podemos fazer coisas maravilhosas: suprir nossas necessidades, desfrutarmos das coisas boas que Deus criou, ajudar o nosso próximo e promover o Reino de Deus. Sem dinheiro não construímos casas, não alimentamos os famintos, não construímos templos, nem sustentamos missionários. Devemos trabalhar para receber um salário digno. Devemos nos esforçar para ganharmos mais, pouparmos mais e investirmos mais em nós, no próximo e no reino de Deus.

2. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males – O problema não é possuir o dinheiro, mas ser possuído por ele. O problema não é o dinheiro, mas o amor a ele. O dinheiro é um bom servo e um péssimo patrão. Devemos usar o dinheiro em vez de sermos usados por ele. A ganância é um pecado horrendo aos olhos de Deus e de conseqüências danosas entre os homens. Pela ganância as pessoas roubam, matam, extorquem e arrebatam o direito dos inocentes. Pela ganância as pessoas sentem inveja e cobiçam o que pertence aos outros. Pela ganância as pessoas se sentem infelizes com o que têm e insatisfeitas pelo que não têm. Quem ama a riqueza faz dela um ídolo, para descobrir que no altar de Mamom não estão as pessoas bem-aventuradas, mas as vítimas de um imenso vazio e os herdeiros de uma terrível angústia.

3. O dinheiro só tem propósito quando o ganhamos honestamente e o usamos para os fins que glorificam a Deus e abençoam o próximo – Deus nos dá prosperidade não para acumularmos egoisticamente nem para vivermos refestelados em nosso conforto às expensas da miséria alheia. Como devemos, então, empregar o dinheiro à luz da Palavra de Deus?

Em primeiro lugar, devemos dar a Deus o que é de Deus. O dízimo é santo ao Senhor. Retê-lo é roubo e atrai maldição. Entregá-lo com fidelidade ao Senhor, porém, traz bênção sem medida. Em resposta à fidelidade do povo, Deus abre as janelas do céu e repreende o devorador.

Em segundo lugar, devemos dar a César o que é de César. Somos cidadãos de dois mundos. Temos responsabilidade diante de Deus e diante dos governantes. Como crentes devemos pagar com fidelidade nossos impostos, entendendo que toda autoridade é ministro de Deus tanto para coibir o mal como para promover o bem.

Em terceiro lugar, devemos cuidar da nossa família. A Bíblia diz que quem não cuida da sua própria casa é pior que o incrédulo. Precisamos investir em nossa família, mas investir com sabedoria, distinguindo entre desejo e necessidade. Podemos usar de forma errada o dinheiro tanto dando aos filhos tudo o que querem ou retendo deles o que eles precisam.

Em quarto lugar, devemos socorrer prioritariamente os domésticos da fé. Devemos fazer o bem a todos os homens, mas especialmente os domésticos da fé. Na família de Deus não há lugar para exploração nem para necessidade. Precisamos trabalhar com diligência e socorrer os necessitados com alegria, compreendendo que mais bemaventurado é dar que receber.

Em quinto lugar, devemos ajudar a todos os homens, inclusive os nossos inimigos. Jesus contou a parábola do Samaritano que socorreu o homem judeu ferido à beira do caminho. Seu tempo, seu animal e seu dinheiro estavam a serviço do próximo, mesmo que esse próximo fosse um inimigo do seu povo. A Bíblia nos ensina a dar de comer e beber até mesmo aos nossos inimigos, pois Deus faz vir sua chuva e o seu sol sobre justos e injustos.

Você tem sido um bom mordomo do dinheiro que Deus lhe tem confiado?



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Não há santo como o Senhor; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus.

1 Samuel 2:2

Min. Sarando a Terra Ferida - Deus do Secreto - Acústico 93


 

PÃO DIÁRIO - 12/05/2026 - Cristo na tempestade

 

Cristo na tempestade



Rembrandt, aos 27 anos, pintou a paisagem marítima de Cristo na tempestade no mar da Galileia, fundamentado na história relatada no livro de Marcos 4. Com seu contraste de luz e sombra característico, a pintura de Rembrandt exibe um pequeno barco prestes a ser destruído numa furiosa tempestade. Enquanto os discípulos lutam contra o vento e as ondas, Jesus está sereno. O aspecto mais notável, no entanto, é a presença de um 13º discípulo no barco, que os especialistas em arte dizem assemelhar-se ao próprio Rembrandt.
O evangelho de Marcos descreve a mais intensa lição dos discípulos sobre quem Jesus é e sobre o que Ele pode fazer. Enquanto todos tentavam freneticamente salvar um barco afundando, Jesus dormia. Será que Ele não se importava com o fato de que todos estavam prestes a morrer? (v.38). Após Jesus ter acalmado a tempestade (v.39), Ele fez a pergunta pungente: “…Por que sois assim tímidos?! Como é que não tendes fé?” (v.40). E eles, ainda mais assustados, exclamaram uns aos outros: “…Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” (v.41).
Poderíamos nos colocar nesta história e descobrir, assim como os discípulos de Jesus o fizeram, que a cada pessoa que confia em Jesus Ele revela a Sua presença, compaixão e controle em qualquer tempestade da vida.
—DCM


Leia: Marcos 4:33-41 

Examine: …Por que sois assim tímidos?! Como é que não tendes fé? —Marcos 4:40

Considere: Deus é o nosso abrigo durante as tempestades da vida.



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A mordomia do talento

 

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Jesus, o mestre incomparável, ensinou por meio de parábolas. Elas são janelas que lançam luz no nosso entendimento e chaves que abrem o cofre da nossa compreensão. Na parábola dos talentos, registrada em Mateus 25.14-30, Jesus nos transmite algumas lições importantíssimas. Atentemos para essas lições, tirando delas lampejos de sabedoria e lições de vida para a nossa caminhada.

1. Os talentos são distribuídos a todos

– Todos nós temos aptidões naturais. Essas aptidões precisam ser cultivadas e desenvolvidas. As aptidões são variadas e distintas. Não recebemos todos as mesmas aptidões nem as recebemos na mesma proporção. Cada um recebe os talentos de acordo com sua capacidade. Isso significa que todos nós temos um trabalho a desempenhar e um propósito na vida. Todos nós temos capacidade de produzir para o nosso sustento e para socorrer aos que estão ao nosso redor. Não somos um membro inativo do corpo nem uma peça descartável da máquina. Fazemos parte dessa engrenagem que faz mover a família, a igreja e a sociedade rumo ao seu propósito estabelecido por Deus.

2. Os talentos são distribuídos na medida da nossa capacidade 

– Jesus conta nessa parábola que um servo recebeu cinco talentos, outro dois e o último um. Os talentos são distintos, em quantidades variadas, porque somos diferentes uns dos outros. No corpo tem muitos membros e cada um exerce sua função de acordo com sua capacidade para o bem de todo o corpo. Assim somos nós, não apenas temos aptidões distintas, mas, também, temos capacidades variadas. Cada um recebeu o quanto podia desenvolver. Cada um recebeu na medida da sua capacidade. Deus nunca vai nos cobrar além do que nos deu. A quem muito é dado, muito é exigido. Cada um deve trabalhar na medida das suas forças e conforme o dom que recebeu.

3. Os talentos são distribuídos para serem cultivados 

– Os talentos não são para serem guardados, mas desenvolvidos. Não podemos enterrar os nossos talentos. Somos mordomos de Deus e devemos cultivar com diligência o que nos foi confiado. Nossa vida não é como uma cacimba de águas paradas, mas como um rio que leva o dom da vida por onde passa. Nossa vida não é como um tesouro escondido, mas como uma fonte de bênção para aqueles que nos cercam. Jesus elogiou, na parábola, os servos que investiram, trabalharam e apresentaram seus talentos em dobro. Mas, há uma palavra severa de repreensão àquele servo que com medo ou preguiça enterrou o seu talento. Esse servo negligente perdeu o seu talento e sua própria vida.

4. Os talentos distribuídos e cultivados são recompensados

 – Jesus conta na parábola que os servos diligentes foram não apenas elogiados, mas recompensados. Eles entraram no gozo do Senhor e tomaram posse de uma riqueza incomparavelmente maior e eterna. Depois do trabalho vem a recompensa. Depois das lágrimas da semeadura, vem a alegria da colheita farturosa. Nossa recompensa não é material, mas espiritual. Nosso tesouro não está aqui, mas no céu. Nossa premiação não é neste mundo, mas no céu, quando ouvirmos daquele que está assentado no trono: “Bom está servo bom e fiel; foste fiel no pouco, agora sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor”.

Como você tem desenvolvido os talentos que Deus lhe deu? Você tem sido diligente? Você tem crescido e ajudado outros a crescerem? Você tem sido melhor hoje do que ontem? Você tem exercido seus dons e talentos para a glória de Deus e a edificação da igreja? Você apresentará a Deus os frutos do seu labor ou chegará diante dele de mãos vazias?



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 10 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e da tua mão, ó rei.

¹⁸ E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste.

Daniel 3:17,18

ISAIAS SAAD & MARSENA - SOBRE AS ÁGUAS


 

PÃO DIÁRIO - 11/05/2026 - Ele mudou minha vida

Ele mudou minha vida



Após a morte em 2011 do pioneiro em computação, Steve Jobs, mais de um milhão de pessoas de todo o mundo postou tributos on-line a ele. O tema comum era como Jobs havia mudado suas vidas. Eles diziam que viviam de modo diferente devido às suas inovações criativas e queriam expressar sua admiração e tristeza. A tela de um tablet tinha a seguinte mensagem em letras grandes: iTriste.
A gratidão alimenta o nosso sentimento, que é exatamente o que o Salmo 107 descreve: “Digam-no os remidos do Senhor, os que ele resgatou da mão do inimigo” (v.2). O tema deste Salmo são pessoas em grandes lutas que foram libertas pelo Senhor. Algumas não tinham teto e passavam necessidades (vv.4,5); algumas haviam se rebelado contra a Palavra de Deus (vv.10,11); outras estavam exaustas de tanto tentar e não conseguir resultados quando clamaram a Deus (vv.26,27). Todas foram resgatadas pelo Senhor. “Rendam graças ao Senhor por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (vv.8,15,21,31).
Quando consideramos a grandiosidade do amor de Deus, Sua misericórdia em enviar Jesus Cristo para morrer por nós e ressuscitar e que Ele nos libertou, não podemos deixar de louvá-lo e desejar falar a outros sobre como Ele transformou nossas vidas!
—DCM


Leira: Salmo 107:1-16 

Examine: Digam-no os remidos do Senhor, os que ele resgatou da mão do inimigo. —Salmo 107:2

Considere: Nossa gratidão a Deus pela salvação nos incentiva em nosso testemunho a outros.




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Mordomia da natureza

 



 As mudanças climáticas afetam bilhões de pessoas em nosso planeta e a convicção prevalecente é que as conseqüências desastrosas desse fenômeno são irremediáveis e já começaram a mostrar seus efeitos catastróficos. O ano de 2006 foi marcado por uma série de recordes sombrios no terreno das alterações climáticas e das catástrofes naturais. A calota gelada do Ártico ficou 60.400 quilômetros quadrados menor, ou seja, uma área equivalente a duas vezes o Estado de Alagoas, virou água e ajudou a elevar o nível dos oceanos. Na China, a pior temporada de ciclones em uma década resultou em 1.000 mortos e 10 bilhões de dólares em prejuízos. Na Austrália, o décimo ano seguido de seca impiedosa agravou o processo de desertificação do solo e desencadeou incêndios florestais com virulência nunca vista. Os exemplos se multiplicam por todo o mundo.


Deus criou o homem à sua imagem e semelhança e o constituiu como mordomo das coisas criadas e delegou a ele a responsabilidade de cuidar da natureza. Dominar e sujeitar são as duas ordens de Deus ao homem quanto à mordomia da natureza (Gn 1.26-28).


Por causa da queda de nossos pais, a terra produziu espinhos e abrolhos, a natureza tornou-se hostil ao homem e a harmonia da criação foi perturbada. Dois extremos são notados a partir daí: Primeiro, o homem passou a venerar a natureza. O panteísmo é uma crença falsa que prega que o mundo é uma emanação de Deus e que por isso, devemos venerar a criação. Estamos assistindo uma explosão desse misticismo antigo e muitos olham para a “mãe terra” como objeto de adoração. Segundo, o homem passou a depredar a natureza. Em nome do progresso, da ganância insaciável, da corrida frenética pelo domínio econômico estamos destruindo o nosso habitat. Despejamos toneladas de dióxido de carbono no ar todos os dias, poluindo o ambiente e provocando doenças broncorespiratórias. Nossos rios estão se transformando em feridas pútridas e nossas praias estão se enchendo de lixo. Estamos destruindo com nossas próprias mãos o nosso próprio berço. Quais são as atitudes que devemos tomar como cristãos?


1. Compreender que Deus nos constitui mordomos da criação – Deus nos deu uma ordem para dominarmos sobre os seres criados e sujeitarmos a terra (Gn 1.26-28). Nossa função é de administração e não de depredação. Devemos cultivar a natureza e não apenas explorá-la. Devemos investir nela e não apenas arrancar dela suas riquezas. A má administração da natureza está custando um preço muito alto para a humanidade. A poluição, a exploração predatória das reservas naturais e o desperdício dos recursos hídricos são hoje os assuntos que estão em pautas como os maiores problemas do nosso século. Como cristãos precisamos entender que o cuidado com a natureza é algo profundamente espiritual.


2. Compreender que o cuidado com a natureza hoje é fundamental para as futuras gerações – Somos filhos de Deus, mordomos da sua criação e precisamos ser responsáveis com nossa administração (Lc 16.1). Não temos o direito de depredar e de destruir o meio em que vivemos. Não podemos pensar egoisticamente, extraindo da natureza tudo o que ela tem para o nosso conforto e arruinar o habitat das próximas gerações.


3. Compreender que a desobediência na área da mordomia da natureza traz conseqüências desastrosas e inevitáveis – Deus criou a natureza e estabeleceu leis que a regem. Violar essas leis é destruir a nossa própria casa. A natureza foi afetada pela queda dos nossos pais e está sujeita à vaidade, cativa da corrupção, gemendo e suportando angústias até agora (Rm 8.20-22). Ela também aguarda o dia da sua redenção (Rm 8.21; Ap 21.1). Algumas vezes, essa natureza castigada pela falta de cuidado dos mordomos, ergue sua voz de protesto e então, ondas gigantescas lambem a terra, soterram cidades e deixam para trás um rastro de destruição e um aviso solene, que não podemos ser mordomos infiéis sem conseqüências graves. Se falharmos em nossa mordomia, seremos as próprias vítimas.




Rev. Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

        Versículo do dia O teu coração não inveje os pecadores; antes permanece no temor do Senhor todo dia. Provérbios 23:17