quinta-feira, 19 de março de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


¹⁶ Volta-te para mim, e tem misericórdia de mim; dá a tua fortaleza ao teu servo, e salva ao filho da tua serva. 

Salmos 86:16

Carlinhos Felix - Senhor do Universo (Legado) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 20/03/2026 - Bandeira branca

 

Bandeira branca



Recentemente, enquanto assistia ao vídeo de um culto realizado na América do Sul, notei algo que nunca vira antes na igreja. Enquanto o pastor chamava apaixonadamente seu rebanho a render sua vida a Jesus, um dos fiéis tirou um lenço branco do bolso e começou a agitá-lo no ar. Depois, outro e outro. Com lágrimas escorrendo pelo rosto, eles estavam expressando sua entrega total a Cristo.
Mas fico imaginando se o momento continha mais do que bandeiras de rendição. Penso que eles estavam agitando bandeiras de amor a Deus. Quando Deus disse ao Seu povo: “Amarás […] o Senhor teu Deus…” (Deuteronômio 6:5), foi no contexto de instá-los a entregar suas vidas a Ele.
Do ponto de vista de Deus, a vida com Ele é muito mais do que apenas tentar ser bom. Sempre se trata de relacionamento — no qual a rendição é a maneira pela qual expressamos a Ele o nosso amor agradecido. Jesus, com incrível amor por nós, se entregou na cruz para nos resgatar de nossa irremediável escravidão do pecado e nos colocou em uma jornada em direção a tudo que é bom e glorioso.
Não temos palavras suficientes para dizer a Deus o quanto o amamos! Então, mostremos-lhe o nosso amor entregando nossos corações e nossas vidas a segui-lo.

—JMS

Leia: Deuteronômio 6:1-9 

Examine: Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus… —Deuteronômio 6:4,5

Considere: A rendição é a linguagem de amor de Deus.

Restaura, Senhor, a nossa sorte

 


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O Salmo 126 descreve a vida do povo de Deus em três perspectivas distintas: Passado (v. 1-3), Presente (v. 4) e Futuro (v. 5,6). Ao olharem para o passado, eles exultavam pelo livramento do exílio. Ao olharem para o presente, viam-se áridos como o deserto do Negueve. Ao olharem para o futuro, sentiam-se desafiados a sair e semear, ainda que precisassem regar o solo duro com suas lágrimas, na certeza de que voltariam com júbilo trazendo seus feixes.

Concentrando-nos apenas no versículo 4, destacaremos neste artigo, a necessidade da restauração da igreja. Os tempos passaram, mas as necessidades da igreja contemporânea são as mesmas do povo de Deus do longínquo passado. Destacaremos, aqui cinco verdades:

Em primeiro lugar, um passado de glória não é garantia de presente glorioso. O povo saiu do cativeiro, rompeu os grilhões do exílio e voltou para sua terra depois de setenta anos na Babilônia. Deus fez coisas portentosas e eles estavam alegres por isso. As nações testemunharam os grandes feitos de Deus na vida deles. Mas, as vitórias do passado não serviam mais para viverem vitoriosamente no presente. Precisavam de restauração. Estavam tão árido como um deserto. Não moramos no passado. Somos uma igreja histórica, mas não vivemos apenas da história. Precisamos andar com Deus hoje. Nossas vitórias do passado são medidas mínimas do que Deus pode fazer em nossa vida hoje.

Em segundo lugar, a sequidão hoje não é motivo de desânimo, mas de clamor. Ao olharem para o presente e verem o deserto instalado na vida deles, não ficaram rendidos a uma nostalgia doentia, mas cobraram ânimo para clamarem a Deus por restauração. Deus também fez coisas grandes por nossos pais no passado. Aconteceram portentosos avivamentos. Mas, hoje, o cenário parece cinzento. A crise nos mostra sua carranca. Em vez de ficarmos desalentados, porém, devemos nos levantar e clamar: Ó Senhor, restaura a nossa sorte!

Em terceiro lugar, a restauração é uma obra soberana de Deus. O Salmista clamou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes do Negueve”. Não produzimos nossa própria restauração. O remédio para uma igreja enferma não está na panaceia das novidades do mercado da fé, mas no próprio Senhor. O reavivamento da igreja vem do próprio Deus. Só ele pode restaurar nossa sorte. Só de Deus vem nossa cura. Só o Senhor pode levantar um exército poderoso de um vale de ossos secos. Correr atrás de novidades e abraçar doutrinas estranhas às Escrituras longe de trazer revitalização da igreja, a adoece e a debilita ainda mais. Deus é a fonte da nossa restauração.

Em quarto lugar, a restauração é resultado da oração. O Salmista clamou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte”. O fervor espiritual da igreja vem de Deus por meio da oração. Em vez de ficarmos lamentando nossa condição, devemos dobrar nossos joelhos e levantar nossas mãos ao Senhor em profundo clamor: “Restaura, Senhor, a nossa sorte”. O reavivamento espiritual vem como resposta da oração. Quando o incenso da oração sobe, a restauração desce. Quando nos curvamos diante de Deus, o próprio Senhor nos levanta diante dos homens. Quando a igreja ora, o braço de Deus age em seu favor.

Em quinto lugar, a restauração é um milagre de Deus. O Salmista roga a Deus para fazer na vida do povo o mesmo que faz na natureza: “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes no Negueve”. O deserto do Negueve é o maior deserto da Judéia, com montes e vales de areias escaldantes. Naquela sequidão estéril, um fenômeno acontece. De vez em quando, as chuvas invernais, abrem sulcos nas areias, e as torrentes correm dos montes para os vales e por onde essas torrentes passam tudo é restaurado. O Salmista pede para Deus fazer o mesmo milagre na vida do seu povo. O deserto pode florescer, os vales áridos podem se tornar fontes de vida. Do mesmo modo, a igreja pode ser restaurada!



Pr. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 18 de março de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


¹⁵ E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela  

2 Timóteo 3:15

Trazendo a Arca, Eli Soares - Lembra Senhor


 

PÃO DIÁRIO - 19/03/2026 - As estrelas

As estrelas



Em um platô acima do deserto de Atacama, no Chile, o maior radiotelescópio do mundo está dando aos astrônomos uma visão inédita do universo. Em um artigo da Associated Press, Luis Andres Henao falou sobre cientistas de muitos países “à procura de pistas sobre o início do cosmos — desde os mais gelados gases e poeira onde se formam as galáxias e nascem as estrelas por energia produzida pelo Big Bang”.

A Bíblia celebra o grande poder e o entendimento infinito de Deus, que “Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome” (Salmo 147:4). No entanto, o Criador do universo não é uma força indiferente, remota, mas um Pai celestial amoroso que “…sara os de coração quebrantado e lhes pensa as feridas” (v.3). “O Senhor ampara os humildes…” (v.6) e “Agrada-se […] dos que o temem e dos que esperam na sua misericórdia” (v.11).
Ele nos ama tanto, que “…deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
O autor britânico J. B. Phillips chamou a Terra de “o planeta visitado”, onde o Príncipe da Glória ainda está desenvolvendo o Seu plano.
Nossa esperança para hoje e para sempre está na amorosa misericórdia de Deus, que chama cada estrela pelo nome.
—DCM

Leia: Salmo 147:1-9

Examine: Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. —Salmo 147:4

Considere: Deus, que sabe o nome de todas as estrelas, sabe também os nossos nomes.

Os dons espirituais à luz da Bíblia

 





Os dons espirituais são dádivas de Deus à igreja para a realização do ministério e a edificação dos santos. Não são dotes naturais, mas capacitação sobrenatural. Não são alcançados por mérito, mas distribuídos pela graça. Não são distribuídos conforme o querer humano, mas segundo a vontade soberana do Espírito Santo. Quatro verdades merecem ser destacadas sobre os dons espirituais.

Em primeiro lugar, a origem dos dons espirituais. 

Os dons espirituais não procedem do homem, mas de Deus. Não podem ser confundidos com talentos naturais. Não é um pendor humano nem uma habilidade inata que alguém desenvolve. Os dons espirituais são concedidos aos membros do corpo de Cristo, pelo Espírito Santo, quando creem em Cristo, e são desenvolvidos na medida em que os fiéis os utilizam para a glória de Deus e edificação dos salvos. Nenhuma igreja pode conceder os dons. Nenhum concílio eclesiástico tem autoridade para distribuí-los. Os dons espirituais são dádivas de Deus à igreja. São distribuídos segundo a vontade do Espírito e não conforme as preferências humanas. Eles vêm do céu e não da terra; emanam de Deus e não dos homens.

Em segundo lugar, a natureza dos dons espirituais. 

Os dons espirituais são uma capacitação sobrenatural dada pelo Espírito Santo aos membros do corpo de Cristo para o desempenho do ministério. Nós somos individualmente membros do corpo de Cristo. Cada membro tem sua função no corpo. Nenhum membro pode considerar-se superior nem inferior aos demais. Todos os membros são importantes e interdependentes. Servem uns aos outros. Pelo exercício dos dons espirituais as necessidades dos santos são supridas, de tal forma que, numa humilde interdependência todos os salvos crescem rumo à maturidade, à perfeita estatura do Varão perfeito, Cristo Jesus.

Em terceiro lugar, o propósito dos dons espirituais. 

Os dons espirituais são recebidos de Deus e exercidos com Deus, por Deus e para Deus para que a igreja de Cristo tenha suas necessidades supridas e possa, assim, cumprir cabalmente sua missão no mundo. Não nos bastamos a nós mesmos. Nenhum membro do corpo de Cristo ficou sem dons e nenhum recebeu todos os dons. Devemos suprir as necessidades uns dos outros. Dependemos uns dos outros. No corpo há unidade, diversidade e mutualidade. Os membros não têm vida independente do corpo. Cada membro do corpo tem sua função. Cada membro precisa exercer o seu papel para que o corpo cresça de forma harmoniosa e saudável. O corpo cresce de forma harmoniosa e saudável quando servimos uns aos outros conforme o dom que recebemos.

Em quarto lugar, o resultado dos dons espirituais. 

Os dons espirituais têm dois propósitos: a glória de Deus e a edificação da igreja. Deus é mais glorificado em nós quanto mais nós nos deleitamos nele e servimos uns aos outros. O dons espirituais não são dados para autopromoção. Nenhum membro da igreja pode gloriar-se por ter este ou aquele dom, pois os dons são recebidos não por mérito, mas por graça. Usar os dons para exaltação pessoal é dividir o corpo em vez de edificá-lo. A igreja de Deus não é uma feira de vaidades, mas uma plataforma de serviço. No reino de Deus maior é o que serve. No reino de Deus perdemos o que retemos e ganhamos o que distribuímos. Quando investimos nossa vida, recursos e dons para socorrer os aflitos, fortalecer os fracos, instruir os neófitos, ajudar os necessitados e encorajar os santos, o nome de Deus é exaltado, o mundo é impactado e a igreja é edificada. Quando usamos os dons espirituais da forma certa e com a motivação certa, Deus é exaltado no céu e os homens são abençoados na terra.




Pr. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 17 de março de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


¹⁷ Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha mocidade; e até aqui tenho anunciado as tuas maravilhas. 

Salmos 71:17



ELI SOARES - AO VIVO - TEM LUGAR NA MESA


 

PÃO DIÁRIO - 18/03/2026 - A honra de seguir

 

A honra de seguir


E [Jesus] disse-lhes: Vinde após mim… —Mateus 4:19


Enquanto visitava Jerusalém, um amigo meu viu um rabino idoso passando pelo Muro das Lamentações. O interessante com relação a esse idoso rabino eram os cincos jovens que andavam atrás dele. Eles também caminhavam curvados para frente, mancando — exatamente como o seu rabino. Um judeu ortodoxo que os observasse saberia exatamente porque eles estavam imitando o seu mestre. Eles eram “seguidores”.
Por toda história do judaísmo, um dos cargos mais honrados para um judeu era ter o privilégio de tornar-se um “seguidor” do rabino local. Os seguidores se sentavam aos pés do rabino enquanto ele ensinava. Eles estudavam suas palavras e observavam como ele agia e reagia à vida e aos outros. Um seguidor considerava uma grande honra servir seu rabino mesmo nas tarefas mais servis. E porque admiravam o seu rabino, eles decidiam tornar-se como ele.
Quando Jesus chamou os Seus discípulos para segui-lo (Mateus 4:19), convidou-os a serem transformados por Ele e para compartilhar de Sua paixão por aqueles que precisam de um Salvador. A grande honra de ser seguidor de Cristo deveria também ser demonstrada em nossas vidas. Também nós fomos chamados para chamar a atenção do mundo que nos observa enquanto andamos, pensamos e agimos exatamente como Jesus — o rabino, o Mestre de nossas almas.
— Joe Stowell


Leia: Mateus 4:18-22

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 48-49;Hebreus 7

Considere: Siga Jesus e deixe que o mundo saiba que Ele é o seu Mestre.

Os dons espirituais, dádivas de Deus à igreja


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Os dons espirituais são uma dádiva de Deus à sua igreja. Dádivas do Pai (1Co 12.6), dádivas do Filho (1Co 12.5) e dádivas do Espírito Santo (1Co 12.7). Os dons espirituais são uma capacitação especial para o desempenho de um serviço ou ministério. Não há nenhum membro do corpo de Cristo sem dons e nenhum membro do corpo possui todos os dons. Os dons espirituais não são distribuídos pela igreja, mas pelo Espírito Santo, conforme sua vontade e seus propósitos soberanos (1Co 12.11). O apóstolo Paulo usou quatro verbos-chaves que ilustram a soberania de Deus na distribuição dos dons espirituais. O Espírito Santo distribui (1Co 12.11), Deus dispõe (1Co 12.18), Deus coordena (1Co 12.24) e Deus estabelece (1Co 12.28). Do começo ao fim Deus está no controle. É Deus quem estabelece o corpo e quem coloca cada membro do corpo e distribui cada dom a cada pessoa conforme o seu propósito e soberana vontade. Do começo ao fim Deus está no controle. É isso que Paulo ensina à igreja. O propósito dos dons, portanto, não é para a exaltação de quem o exerce, mas para o serviço aos demais membros do corpo e tudo para a glória de Deus.

Quando Paulo fala da mutualidade do corpo, exorta a igreja sobre quatro questões importantes:

Em primeiro lugar, o perigo do complexo da inferioridade. 

Paulo escreve: “Se disser o pé: porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo. Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser” (1Co 12.15,16). Quando alguém reclama de não ter este ou aquele dom espiritual, está questionando a sabedoria de Deus. Isso é questionar a unidade do corpo. Nenhum membro da igreja deve se comparar nem se contrastar com outro membro da igreja. Você é único. Você é singular no corpo. Deus colocou você no corpo como lhe aprouve.

Em segundo lugar, o perigo do complexo de superioridade. 

O apóstolo Paulo afirma: “Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós. Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários” (1Co 12.21,22). A igreja de Deus não tem espaço para disputa de prestígio. A igreja não é uma feira de vaidades. Nenhum membro da igreja pode envaidecer-se pelos dons que recebeu, pois tudo que temos, recebemos de Deus e ninguém pode vangloriar-se por aquilo que recebeu (1Co 4.7).

Em terceiro lugar, a necessidade da mútua cooperação. 

Paulo ainda prossegue em seu argumento: “Para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros” (1Co 12.25). A igreja é como uma família. Na igreja cada um está buscando meios e formas de cooperar, de ajudar, de abençoar, de enlevar, de edificar a todos. O propósito do dom é para que não haja divisão no corpo. Você não está competindo nem disputando com ninguém na igreja, mas cooperando.

Em quarto lugar, a necessidade de empatia na alegria e na tristeza.

 Paulo escreve: “De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam” (1 Co 12.26). A psicologia revela que é mais fácil chorar com os que choram do que se alegrar com os que se alegram. São poucas as pessoas que têm a capacidade de celebrar a vitória do outro. Precisamos aprender a ter empatia, a sofrer com os que sofrem e a nos alegrarmos com os que se alegram. Não estamos num campeonato dentro da igreja disputando quem é o mais talentoso, o mais dotado, o mais espiritual. Somos uma família, somos um corpo. Devemos celebrar as vitórias uns dos outros e chorar as tristezas uns dos outros.


Pr. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 16 de março de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia

⁸ Se quiseres ir, faze-o assim, esforça-te para a peleja. Deus, porém, te fará cair diante do inimigo; porque força há  

2 Crônicas 25:8

Nani Azevedo - Bendito Serei (Vídeo Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 17/03/2026 - Derrube o muro

 

Derrube o muro


…os consolou e lhes falou ao coração. —Gênesis 50:21

Os anos subsequentes à Segunda Guerra Mundial foram rotulados de Guerra Fria, durante os quais as nações trocavam ameaças e trapaceavam para obter poder. O Muro de Berlim, construído em agosto de 1961, permaneceu intacto por quase três décadas como um dos símbolos mais poderosos da animosidade latente. Mas em 9 de novembro de 1989 foi anunciado que os cidadãos poderiam cruzar livremente a fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental. Todo o muro foi demolido no ano seguinte.
A conhecida história sobre José relatada no Antigo Testamento nos apresenta um filho preferido por seu pai e odiado pelos irmãos (Gênesis 37–50). Entretanto, José recusou-se a construir um muro de ódio entre ele e seus irmãos que o venderam como escravo. Quando a fome os colocou face a face após muitos anos, José tratou seus irmãos com bondade, dizendo: “Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem […]. Assim, os consolou e lhes falou ao coração” (50:20,21), ajudando a restaurar o relacionamento entre eles.
Há 25 anos desta data, uma barreira opressiva feita por homens foi destruída, oferecendo a liberdade e reunindo as famílias e os amigos.
Se porventura construímos muros de raiva e separação entre nós e outros, o Senhor está pronto e Ele é capaz de nos ajudar a começar a destruí-los hoje.
— david c. mccasland

Leia: Gênesis 50:15-21

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 46-47;Hebreus 6

Considere: A raiva levanta muros, o amor os derruba.

A incomparável majestade de Deus

 




O profeta Isaías há dois mil e setecentos anos anunciou, de forma eloquente, a majestade de Deus. Destacou a supremacia de Deus em relação à criação (Is 40.12,27), à ciência (Is 40.13,14), às nações (Is 40.15-18), aos ídolos (Is 40.19,20), aos moradores da terra (Is 40.21,22), aos príncipes (Is 40.23,24). Deus é incomparavelmente grande e majestoso. Deus infatigavelmente fortalece ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. O profeta Daniel diz que o povo que conhece a Deus é um povo forte e ativo (Dn 11.32). O conhecimento de Deus é a própria essência da vida eterna. Deus é o nosso criador, provedor, redentor, protetor, consolador e galardoador. Destacaremos, três aspectos da majestade de Deus:

Em primeiro lugar, Deus é majestoso pela obra da criação. Desde que Charles Darwin publicou seu livro “Origem das Espécies” em Londres em 1959, a teoria da evolução tem se tornado muito popular. Muitos confundem a teoria da evolução com as verdades científicas. Há aqueles que pensam que o universo veio à existência por geração espontânea. Outros entendem que o universo é resultado de uma colossal explosão. Outros, ainda, defendem que o universo é resultado de uma evolução de bilhões e bilhões de anos. Faltam a essas teorias a evidência das provas. Sabemos que o universo é composto de matéria e energia; isso a ciência prova. Sabemos que o universo é governado por leis; isso a ciência prova. Sabemos que massa e energia não geram leis; isso a ciência prova. Logo, alguém fora do universo criou essas leis que governam o universo. O criacionismo tem a evidência das provas. O relato da criação, conforme registrado em Gênesis1 e 2 está em estreita sintonia com os ditames da ciência. O mesmo autor da criação é o autor das Escrituras. Embora haja sobejas evidências do criacionismo, comprovadas pela ciência, cremos pela fé, que Deus o criou o universo. Antes do início só Deus existia. A matéria não é eterna. Deus trouxe à existência as coisas que não existiam. Ele do nada tudo criou, tudo sustenta e tudo governa.

Em segundo lugar, Deus é majestoso pela obra da providência. Deus não apenas criou o universo, mas também o sustenta. Ele não é apenas transcendente, mas também imanente. Os deístas acreditavam na transcendência de Deus, mas negavam sua imanência. Imaginavam Deus como um ser absolutamente soberano, que havia criado o universo como um relojeiro que fabrica um relógio, dá corda nele e o deixa trabalhando sozinho. Como teístas que somos, cremos também na imanência divina. Deus está presente. Nele nos movemos e existimos. É Deus quem nos dá a respiração e tudo o mais. É Deus quem nos dá o sol e a chuva. É Deus quem nos dá saúde e a cura da enfermidade. É Deus quem nos dá o alimento e o apetite. É Deus quem nos dá proteção e livramento. É Deus quem nos dá paz no vale e alegria em meio às lutas. É Deus quem enche a terra de fartura e os mares de riquezas insondáveis. É Deus quem veste os lírios do campo e alimenta as aves do céu. Deus é a fonte de todo bem e a origem de toda boa dádiva.

Em terceiro lugar, Deus é majestoso pela obra da redenção. O mesmo Deus que criou o universo e o sustenta pela palavra do seu poder, também providenciou para seu povo eterna redenção. A salvação não é fruto do esforço humano nem mesmo o resultado de uma parceria entre Deus e o homem. A salvação é uma obra exclusiva de Deus. Tudo provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo. Estávamos mortos em nossos delitos e pecados e Deus nos deu vida. Estávamos longe e fomos atraídos para Deus com cordas de amor. Estávamos manchados pelo pecado e fomos lavados pelo sangue de Cristo. Éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos de Deus, mas fomos alcançados pela graça divina. Éramos filhos da ira, mas agora somos membros da família de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo.



Pr. Hernandes Dias Lopes

domingo, 15 de março de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


²⁹ Não se vendem dois passarinhos por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso  

Mateus 10:29

ALPHA E ÔMEGA (Asaph Borba) Livingston Farias|João Alexandre - Voz, Violão e Tudo o Mais | MackPlay


 

PÃO DIÁRIO - 16/03/2026 - Multiplique

 

Multiplique


Nunca mais haverá qualquer maldição… —Apocalipse 22:3

Amanda havia lutado com o câncer por cinco anos. O médico lhe disse então que os tratamentos estavam falhando e que ela tinha poucas semanas de vida. Desejando entender e ter segurança sobre a eternidade, Amanda perguntou ao seu pastor, “Como será o céu?”
Ele perguntou-lhe o que ela mais gostava em sua vida na terra. Amanda mencionou as caminhadas e o arco-íris, amigos cuidadosos e risadas de crianças. “Então você está dizendo que vou ter tudo isso lá?”, ela perguntou com ânsia.
O pastor respondeu: “Acredito que sua vida lá será muito mais bela e incrível do que qualquer coisa que tenha amado ou vivido aqui. Pense no que é melhor para você aqui e multiplique várias e várias vezes. É assim que o céu será na minha opinião.”
A Bíblia não descreve em detalhes como a vida será na eternidade, mas nos diz que estar com Cristo no céu é “…incomparavelmente melhor…” que nossa situação atual (Filipenses 1:23). “Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão” (Apocalipse 22:3).
O melhor de tudo é que veremos o Senhor Jesus face a face. Nossos anseios mais profundos serão completamente satisfeitos nele.
— Anne Cetas

Leia: Apocalipse 22:1-5

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 40-42;Hebreus 4

Considere: Estar com Jesus para sempre é a essência de toda a felicidade.

Você pode ser tomado de toda a plenitude de Deus

 




A mais ousada oração do apóstolo Paulo foi feita, quando estava preso em Roma. O velho apóstolo teve a ousadia de pedir a Deus para que a igreja de Éfeso fosse tomada de toda a plenitude de Deus (Ef 3.19). Embora sejamos frágeis vasos de barro, podemos ser habitados pela plenitude do Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. A grande pergunta é: Quem é Deus? Ele é transcendente! Nem o céu dos céus pode contê-lo. Ele é maior do que tudo quanto ele criou. Os astrônomos dizem que o universo tem cerca de dez bilhões de anos-luz de diâmetro. Isso significa que se conseguíssemos entrar numa nave espacial, voando à velocidade da luz, demoraríamos dez bilhões de anos para ir de um extremo ao outro do universo. Pois, Deus criou tudo isso, é maior do que tudo isso e está além de tudo isso. Agora, Paulo, de joelhos, ora para que sejamos tomados de toda a plenitude de Deus. Os mais apressados poderiam pensar que Paulo estaria delirando, mas ele antecipa esse questionamento, afirmando: “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, agora e pelos séculos dos séculos. Amém” (Ef 3.20,21). 

Destacaremos, aqui, três verdades assaz importantes:

1. Você pode ser tomado de toda a plenitude de Deus Pai (Ef 3.19). A Palavra de Deus diz que auto-existência, imensidão, infinitude, eternidade, imutabilidade, onisciência, onipresença, onipotência e transcendência são atributos exclusivos de Deus. Ele trouxe à existência o universo, é maior do que o universo e governa o universo. Este Deus soberano, em cuja presença os seres angelicais mais exaltados cobrem o rosto, dignou-se habitar não apenas entre nós, mas em nós. Podemos ser tomados não apenas de Deus, não apenas da plenitude de Deus, mas de toda a plenitude de Deus. Não obstante essa realidade transcenda ao nosso entendimento, podemos exultar nela com alegria indizível e cheia de glória.

2. Você pode ser tomado de toda a plenitude de Deus Filho (Ef 1.23). A igreja é o corpo de Cristo, a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas. Cristo não apenas se fez carne e habitou entre nós. Ele habita em nós. Sua presença em nós é a nossa esperança da glória. Somos tomados de toda a sua plenitude. Cristo é simbolizado pela arca da aliança e nós somos simbolizados pelo tabernáculo. A arca está dentro do tabernáculo. Cristo está em nós e habita em nossos corações pela fé. Não habita como um mero hóspede que chega e vai embora, mas como o dono da casa, que tem residência permanente e definitiva.

3. Você pode ser tomado de toda a plenitude do Espírito Santo (Ef 5.18). A Palavra de Deus diz que nós somos o templo do Espírito Santo, a morada de Deus. O Espírito Santo nos foi dado para abrir nosso coração, nos regenerar, convencer do pecado, nos selar para o dia da redenção, nos batizar no corpo de Cristo, nos habilitar com dons, nos santificar e nos capacitar com poder para testemunharmos de Cristo. Não apenas podemos ser cheios do Espírito, mas somos ordenados a isso. Não ser cheio do Espírito Santo é um pecado de negligência a um mandamento divino. Não temos o direito de viver uma vida medíocre, uma vez que o Pai está em nós, o Filho habita em nós e o Espírito Santo nos enche até à plenitude. Não podemos viver uma vida rasa uma vez que os rios de água viva podem fluir do nosso interior. Não podemos viver uma vida fraca, uma vez que a suprema grandeza do poder Deus está à nossa disposição. Não podemos viver uma vida vazia, uma vez que o Deus que nem os mais altos céus podem contê-lo, habita em nós em toda a sua plenitude.




Pr. Hernandes  Dias Lopes

sábado, 14 de março de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


²³ Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor, e deleita-se no seu caminho.

²⁴ Ainda que caia, não  

Salmos 37:23,24

Trazendo a Arca - Tua Graça me Basta (20 Anos)


 

PÃO DIÁRIO - 15/03/2026 - Muitos cavalos

 

Muitos cavalos


Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste… —Salmo 139:14

Pense por um momento no poder, na beleza e na majestade de um cavalo galopante — sua cabeça elevada, sua crina voando ao vento e suas patas trabalhando em uníssono para prover velocidade, força e desimpedimento.
Este é um exemplo maravilhoso da magnificente criação de Deus! Ele criou o cavalo não apenas para nos maravilharmos e dele desfrutarmos, mas também como um complemento à raça humana (Jó 39). O cavalo, se treinado apropriadamente, é destemido quando precisamos de um companheiro corajoso. Este animal era usado para carregar o soldado à batalha com fidelidade, velocidade (v.24) e esperança de chegar onde precisava (v.25).
Embora Deus estivesse usando a criação para ensinar Jó sobre a Sua soberania, esta passagem pode também nos lembrar de nosso valor no mundo de Deus. Fomos criados não simplesmente como belas criaturas com um trabalho a fazer, mas também como criaturas feitas à imagem de Deus. A força do cavalo é incrível, mas o valor de cada ser humano transcende todas as outras criaturas.
Deus nos criou unicamente para termos um relacionamento com Ele e para vivermos com o Senhor para sempre. Enquanto louvamos a Deus pela magnificência das criaturas da natureza, também nos maravilhamos por termos sido formados “…por modo assombrosamente maravilhoso…” (Salmo 139:14).
— Dave Branon

Leia: Jó 39:19-25

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 37-39;Hebreus 3

Considere: De toda a criação de Deus, apenas os humanos experimentam a recriação.

Como podemos ter paz no vale

 

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A verdadeira paz existe e pode ser experimentada! Essa paz não se encontra nas farmácias nem nos boutiques famosas. Não está nas agências bancárias nem nas casas de shows. Essa paz não é encontrada no fundo de uma garrafa nem numa noitada de aventuras. Essa paz está centralizada em Deus. Ela vem do céu. É sobrenatural. Como poderemos experimentar essa paz, ainda que cruzando os vales da vida?

Em primeiro lugar, conhecendo o Deus e Pai de toda consolação. 

Deus é a fonte de todo consolo. Quando ele nos permite passar pelo vale, é para fortalecer nossa fé e nos aperfeiçoar em santidade. Quando ele nos leva para o deserto, nossas experiências tornam-se ferramentas em suas mão para consolar outras pessoas. É Deus quem nos matricula na escola do deserto. O deserto é o ginásio de Deus, onde ele treina seus filhos e, equipa-os para grandes projetos. Quando somos consolados, aprendemos a ser consoladores. Alimentamo-nos da fonte consoladora e tornamo-nos canais dessa consolação para os aflitos. Não há paz fora de Deus. Não há descanso para a alma senão quando nos voltamos para Deus. Não há consolo para o coração aflito fora de Deus, pois só ele é o Deus e Pai de toda consolação, que nos consola em toda a nossa angústia, para consolarmos outros, com a mesma consolação com que somos consolados.

Em segundo lugar, conhecendo a Jesus, a verdadeira paz. 

A paz não é ausência de problema, é confiança no meio da tempestade. A paz é o triunfo da fé sobre a ansiedade. É a confiança plena de que Deus está no controle da situação, mesmo que as rédeas da nossa história não estejam em nossas mãos. A paz não é um porto seguro onde se chega, mas a maneira como navegamos no mar revolto da vida. A paz não é apenas um sentimento, mas sobretudo, uma pessoa, uma pessoa divina. Nossa paz é Jesus. Por meio de Cristo temos paz com Deus, pois nele fomos reconciliados com Deus. Em Cristo nós temos a paz de Deus, a paz que excede todo o entendimento. Paz com Deus tem a ver com relacionamento. Paz de Deus tem a ver com sentimento. A paz de Deus é resultado da paz com Deus. Quando nosso relacionamento está certo com Deus, então, experimentamos a paz de Deus. Essa paz coexiste com a dor, é misturada com as lágrimas e sobrevive diante da morte. Essa é a paz que excede todo o entendimento. Essa paz o mundo não conhece, não pode dar nem pode tirar. Essa é a paz vinda do céu, a paz que emana do trono de Deus, fruto do Espírito Santo. Você conhece essa paz? Já desfruta dessa paz? Tem sido inundado por ela? Essa paz está à sua disposição agora mesmo. É só entregar-se ao Senhor Jesus!

E terceiro lugar, conhecendo o Espírito Santo como o nosso consolador. 

A vida é uma jornada cheia de tempestades. É uma viagem por mares revoltos. Nessa aventura singramos as águas turbulentas do mar da vida, cruzamos desertos tórridos, subimos montanhas íngremes, descemos vales escuros e atravessamos pinguelas estreitas. São muitos os perigos, enormes as aflições, dramáticos os problemas que enfrentamos nessa caminhada. A vida não é indolor. Mas, nessa estrada juncada de espinhos não caminhamos sozinhos. Temos um consolador. Jesus, nosso Redentor, morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação. Venceu o diabo e desbaratou o inferno. Triunfou sobre a morte e deu-nos vitória sobre o pecado. Voltou ao céu e enviou o Espírito Santo para estar para sempre conosco. Ele é o Espírito de Cristo, que veio para exaltar o Filho de Deus. Ele é o Espírito da verdade, que veio para nos ensinar e nos fazer lembrar tudo o que Cristo nos ensinou. Ele é o outro consolador, aquele que nos refrigera a alma, nos alegra o coração e nos faz cantar mesmo no vale do sofrimento. O consolo não vem de dentro, vem de cima. Não vem do homem, vem de Deus. Não vem da terra, vem do céu. Não é resultado de autoajuda, mas da ajuda do alto!



Pr. Hernandes  Dias Lopes

sexta-feira, 13 de março de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


³⁰ Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!

³¹ E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pequena fé, por que duvidaste? 

Mateus 14:30,31

Felipe Rodrigues - Primeira Essência - Ministração ao vivo


 

PÃO DIÁRIO - 14/03/2026 - Menos que o mínimo

 Menos que o mínimo


…sou indigno de todas as misericórdias e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo… —Gênesis 32:10

Diferentemente daqueles que têm pensamentos elevados sobre si mesmos, Jacó sabia que estava arruinado pelo pecado (Gênesis 32:10), e acreditava ser um homem indigno da graça da Deus. Ele tinha trapaceado seu irmão Esaú roubando-lhe sua primogenitura (cap.27) e seu irmão o odiou por causa disso. Anos depois, Jacó iria enfrentar Esaú novamente.
Jacó orou: “…sou indigno de todas as misericórdias…”, ele usou a palavra “todas” que sugere o menor dos objetos. “Livra-me…” (32:10,11).
Que estranho ver essas frases lado a lado: sou indigno de todas as misericórdias… Livra-me! Entretanto, Jacó podia orar por misericórdia porque sua esperança não estava em seu próprio mérito, mas na promessa divina de olhar com favor àqueles que se lançam aos Seus pés. Humildade e contrição são as chaves que abrem o coração de Deus. Alguém já disse que a melhor disposição para a oração é estar desprovido de tudo. É clamar das profundezas. Surge da alma que conhece sua mais profunda perversão.
Tais orações são oferecidas por aqueles que estão totalmente convictos de seu pecado e vergonha, mas, ao mesmo tempo, convencidos da graça de Deus dispensada aos pecadores que não a merecem. Deus ouve melhor aqueles que clamam: “…Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lucas 18:13).
— david h. roper

Leia: Gênesis 32:3-12

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 34-26;Hebreus 2

Considere: Uma das características do grande Deus é perdoar grandes pecadores.

O compromisso com o evangelho da graça

 

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O apóstolo Paulo foi levantado por Deus para ser o maior teólogo, o maior missionário e o maior plantador de igrejas da história do cristianismo. Ele foi um desbravador do evangelho, um bandeirante do cristianismo, um embaixador de Cristo, um arauto do Rei dos reis. Plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor. Por sua influência, igrejas se espalharam em todo o mundo Oriental e Ocidental. Sua conversão foi um grande milagre, sua vida foi uma grande cruzada em favor da evangelização e sua morte foi uma profunda demonstração de coragem.

Quando Paulo despediu-se dos presbíteros de Éfeso, fez um dos mais belos discursos de sua carreira. Com palavras eloquentes, desafiou os líderes daquela igreja a assumirem um compromisso solene com Deus, com a Palavra e com a igreja. Para encorajá-los, deu seu próprio testemunho, como segue: “Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At 20.24). No texto em apreço, três verdades são destacadas:

Em primeiro lugar, o ministério não é conquistado por mérito, mas recebido por graça.
“… o ministério que recebi do Senhor Jesus…”. Paulo foi um homem vocacionado. Foi chamado por Cristo para desempenhar o ministério. Ele não se auto-intitulou apóstolo. Ele não se colocou-se num pedestal de liderança nem acendeu os holofotes sobre si mesmo. Sua vocação foi celestial. Ele ouviu a voz divina e a obedeceu. O líder cristão é também um homem vocacionado. É o Espírito Santo quem constitui líderes na igreja. Embora o episcopado pode ser desejado pelo homem, o chamado é divino. Embora a igreja escolha seus líderes, é Jesus quem chama a si os que ele mesmo quer para apascentar suas ovelhas e anunciar as boas novas de salvação.

Em segundo lugar, o ministério não é plataforma de privilégios, mas uma arena de renúncia. 
“Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo…”. A liderança cristã exige renúncia. Ser um líder cristão é abraçar uma sacrossanta carreira, uma excelente obra. Mas, não uma obra de engrandecimento pessoal. Ser grande é ser pequeno. Ser líder é ser servo. Ser o maior é ser servo de todos. Paulo enfrentou toda sorte de provações no exercício do seu ministério. Foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto. Enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, foi acusado em Cesaréia, foi picado por uma cobra em Malta e foi preso em Roma. Suportou cadeias e açoites. Foi fustigado com varas e apedrejado. Mesmo em face da morte, não considerou sua vida preciosa para si mesmo. A abnegação e não a megalomania foi o apanágio de sua vida.

Em terceiro lugar, o ministério é regido por um ideal mais alto do que a própria vida. 
“… para testemunhar o evangelho da graça de Deus”. Quando o ideal é maior do que a vida, vale a pena dar a vida pelo ideal. Testemunhar o evangelho da graça era o grande vetor da vida de Paulo. Ele respirava o evangelho. Vivia pelo evangelho. Estava pronto a se sacrificar e a morrer pelo evangelho. Nenhuma outra motivação governava sua vida. Não buscava grandeza para si mesmo. Não cobiçava ouro nem prata. Não buscava para si riquezas nem fama. Mesmo sofrendo ameaças e passando parte de sua vida encarcerado, jamais perdeu o entusiasmo de viver nem o senso de urgência de proclamar o evangelho. Considerava-se prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Mesmo diante das mais terríveis adversidades, Paulo tinha o coração ardente, os pés velozes e os lábios abertos para proclamar Cristo, a essência do evangelho.



Pr. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 12 de março de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


⁸¹ Desfalece a minha alma pela tua salvação, mas espero na tua palavra. 

Salmos 119:81



LUGAR SECRETO | CLIPE OFICIAL | EP CÉU | GABRIELA ROCHA


 

PÃO DIÁRIO - 13/03/2026 - É percepção ou verdade?

 

É percepção ou verdade?


…Mestre, não te importa que pereçamos? —Marcos 4:38

Com frequência ouvimos que a “verdade é perceptível”, ideia que pode ter sido provada em 26 de setembro de 1960, no primeiro debate na TV entre dois candidatos à presidência. Diante das câmeras, o candidato norte-americano John Kennedy aparentava segurança e Richard Nixon nervosismo. A percepção era de que Kennedy seria um líder mais forte. O debate não apenas decidiu as eleições, mas também mudou o modo como a política é feita naquele país. Valorizar a percepção quando se trata de política, tornou-se a regra do dia.
Algumas vezes a percepção é verdadeira; mas nem sempre. Especialmente nossas percepções com relação a Deus. Quando Jesus e Seus discípulos estavam atravessando o mar da Galileia numa pequena embarcação pesqueira, uma tempestade repentina ameaçou afundar o barco. Com Jesus adormecido, e os discípulos prestes a entrar em pânico, começaram a incitá-lo, perguntando: “…Mestre, não te importa que pereçamos?” (Marcos 4:38).
A pergunta dos discípulos soa semelhante às perguntas que faço. De tempos em tempos concebo a aparente inatividade de Deus como falta de cuidado. Mas Seu cuidado por mim vai muito além do que consigo ver ou mensurar. Nosso Deus está profundamente preocupado com o que está relacionado a nós. Ele nos impele a colocar todas as nossas preocupações sobre Ele, “…porque ele tem cuidado…” de nós (1 Pedro 5:7). Essa é a verdadeira realidade.
— Bill Crowder

Leia: Marcos 4:31-45

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 32-33;Hebreus 1

Considere: Mesmo quando não sentimos a presença de Deus, Seu cuidadoso amor nos cerca.

Louvor, a causa da vitória

 

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O louvor é uma expressão de júbilo do povo de Deus tanto nos momentos de profusa alegria como no vale da dor mais atroz. Jesus, estando com sua alma angustiada, na noite em que foi traído, depois de celebrar a ceia com seus discípulos, no cenáculo, cantou um hino e saiu para o monte das Oliveiras, onde travou uma luta de sangrento suor e derramou lágrimas, na mais titânica batalha da humanidade. Paulo e Silas cantaram na prisão, à meia noite, com seus pés presos no tronco e com seus corpos ensanguentados. O patriarca Jó, mesmo esmagado pela dor avassaladora da morte de seus dez filhos, num único acidente, prostrou-se com o rosto em terra e adorou a Deus. Mais tarde chegou a dizer que Deus inspira canções de louvor nas noites escuras.

Queremos examinar o assunto em tela, examinando a passagem de 2 Crônicas capítulo 20. Josafá, rei de Judá, homem piedoso e temente a Deus foi entrincheirado por três nações inimigas: Edom, Amom e Moabe. Esses inimigos entraram em acordo para atacar Jerusalém. A cidade de Davi estava cercada. Os adversários já estavam posicionados, estrategicamente, às margens do Mar Morto, muito próximo de Jerusalém. A notícia chegou ao rei de Judá numa hora em que não se tinha tempo suficiente para esboçar qualquer reação àquele grande exército invasor. Nesse momento, Josafá teve medo. Sabia que era uma causa humanamente perdida. Sabia que o tempo conspirava contra ele. Sabia que seus recursos eram insuficientes para entrar naquela peleja. Em vez de desesperar-se, porém, Josafá pôs-se a buscar o Senhor, e decretou um jejum em todo o Judá e conclamou o povo a orar. O próprio rei confessou não saber o que fazer, mas reafirmou sua confiança em Deus, quando disse: “os nossos olhos estão postos em ti”.

Quando o povo clama a Deus, a resposta vem e vem trazendo orientação segura. O povo não deveria temer. Deus lutaria por ele. A vitória não viria do braço da carne nem da estratégia militar. Deus mesmo desbarataria seus inimigos e lhes daria retumbante vitória. Surpreendentemente, Deus ordenou que se ordenasse cantores que, fossem à frente do exército, cantando louvores ao Senhor, em voz alta sobremaneira. A vitória viria não pela espada, mas pelo louvor. Viria não pelo combate, mas pela adoração. Diz a Escritura que, tendo eles começado a cantar e a dar louvores a Deus, o Senhor pôs emboscada contra os inimigos e eles foram desbaratados. A vitória não veio como resultado da batalha, mas como consequência do louvor. O louvor não é apenas arma de guerra, mas o brado do triunfo. O louvor não é apenas consequência da vitória, mas, sobretudo, a causa da vitória. Não devemos louvar a Deus apenas depois que o inimigo foi derrotado, mas devemos louvar para que o inimigo seja derrotado. Não devemos louvar apenas porque o sol está brilhando, mas devemos louvar mesmo nas noites escuras. Não devemos louvar apenas depois que a tempestade se foi, mas louvar para que ela se vá. O louvor é uma expressão de confiança inabalável de que Deus está no controle da situação, mesmo que nós já tenhamos perdido o controle. O louvor é a manifestação de nossa alegria em Deus, mesmo que as circunstâncias à nossa volta conspirem contra nós. O louvor não é apenas um sentimento ou uma emoção, mas uma atitude de descansar em Deus e exultar em sua bondosa providência.

Quando o povo de Israel chegou no acampamento do inimigo, o vale da ameaça, encontraram seus adversários mortos e o acampamento repleto de ricos despojos. O vale da ameaça foi chamado de “vale da bênção”. O lugar do perigo, tornou-se o território da vitória. O ambiente de apreensão e medo, transformou-se no palco da celebração. A arena da espoliação, converteu-se em campo fértil da provisão. Aquilo que apontava para a morte irremediável, transformou-se no cenário mais eloquente da vida. O louvor ainda hoje nos coloca acima dos problemas e mais perto daquele que está assentado na sala de comando do universo.


Pr. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 11 de março de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


 ¹⁶ E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele com a sua palavra expulsou deles os  

Mateus 8:16

Fernandinho | Santo Pra Sempre (Ao Vivo no Mineirão)


 

PÃO DIÁRIO - 12/03/2026 - É percepção ou verdade?

 

É percepção ou verdade?


…Mestre, não te importa que pereçamos? —Marcos 4:38

Com frequência ouvimos que a “verdade é perceptível”, ideia que pode ter sido provada em 26 de setembro de 1960, no primeiro debate na TV entre dois candidatos à presidência. Diante das câmeras, o candidato norte-americano John Kennedy aparentava segurança e Richard Nixon nervosismo. A percepção era de que Kennedy seria um líder mais forte. O debate não apenas decidiu as eleições, mas também mudou o modo como a política é feita naquele país. Valorizar a percepção quando se trata de política, tornou-se a regra do dia.
Algumas vezes a percepção é verdadeira; mas nem sempre. Especialmente nossas percepções com relação a Deus. Quando Jesus e Seus discípulos estavam atravessando o mar da Galileia numa pequena embarcação pesqueira, uma tempestade repentina ameaçou afundar o barco. Com Jesus adormecido, e os discípulos prestes a entrar em pânico, começaram a incitá-lo, perguntando: “…Mestre, não te importa que pereçamos?” (Marcos 4:38).
A pergunta dos discípulos soa semelhante às perguntas que faço. De tempos em tempos concebo a aparente inatividade de Deus como falta de cuidado. Mas Seu cuidado por mim vai muito além do que consigo ver ou mensurar. Nosso Deus está profundamente preocupado com o que está relacionado a nós. Ele nos impele a colocar todas as nossas preocupações sobre Ele, “…porque ele tem cuidado…” de nós (1 Pedro 5:7). Essa é a verdadeira realidade.
— Bill Crowder

Leia: Marcos 4:31-45

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 32-33;Hebreus 1

Considere: Mesmo quando não sentimos a presença de Deus, Seu cuidadoso amor nos cerca.

Por que o céu é melhor?

 



O céu é um lugar preparado para pessoas preparadas. O céu é um lugar de bem aventurança eterna e um estado de felicidade eterna. O céu é a casa do Pai, o paraíso, o seio de Abraão, a Nova Jerusalém. O céu é o lugar onde está o trono de Deus e onde os salvos reinarão com Cristo pelos séculos sem fim. Destacaremos, agora, algumas razões pelas quais podemos afirmar categoricamente que o céu é melhor.

Em primeiro lugar, o céu é melhor porque lá não entrará pecado. O pecado que entrou no mundo trazendo a morte não entrará no céu. Nada contaminado entrará na Cidade Santa. No céu não haverá tristeza nem dor; não haverá choro nem pranto; não haverá doença nem luto. O pecado que tenazmente nos assedia agora, não desfilará mais no paraíso. Se fomos libertos da condenação do pecado na justificação e se estamos sendo libertos do poder do pecado na santificação, seremos libertos da presença do pecado na glorificação. O corpo de glória que receberemos, não estará mais poluído pelo pecado nem sujeito a ele.

Em segundo lugar, o céu é melhor porque lá não haverá mais despedida. A vida neste mundo é marcada por encontros e desencontros, alegrias e tristezas. Aqui celebramos o nascimento e choramos pela morte. Aqui, vemos nossos amigos e familiares sendo ceifados, deixando em nosso coração uma dor avassaladora. Aqui, choramos à beira da sepultura. Aqui, temos o coração rasgado pela saudade. Porém, no céu, não haverá mais despedida; não haverá mais adeus. Estaremos sempre juntos, sem rusgas nem mágoas, sem conflitos nem separações. Nossa comunhão será perfeita. Seremos uma só família, um só rebanho, uma só igreja.

Em terceiro lugar, o céu é melhor porque lá Deus vai enxugar dos nossos olhos toda lágrima. A vida aqui é marcada pela dor. O pecado trouxe sofrimento ao mundo. Choramos a dor das perdas, a dor da enfermidade e a dor do luto. Aqui, a mulher dá à luz com dores e o homem granjeia seu pão com o suor do rosto. Aqui, a terra produz espinhos que acicatam nossos pés. Aqui, choramos pelas nossas fraquezas e pelos nossos pecados. Choramos porque os homens escarnecem de Deus e zombam de sua lei. Choramos porque o mundo jaz no maligno. Porém, no céu, Deus vai enxugar dos nossos olhos toda a lágrima. O dor que nos assola o peito vai ser banida para sempre. O céu é lugar de gozo e paz, alegria e celebração.

Em quarto lugar, o céu é melhor porque lá veremos a Jesus face a face. No céu entraremos para a festa das bodas do Cordeiro. Essa festa será no melhor lugar, com as melhores companhias, com a melhor música, com as melhores roupas e com a melhores iguarias. Essa festa nunca vai acabar. Exaltaremos pelos séculos dos séculos aquele que nos remiu com seu sangue. Proclamaremos para sempre sua graça. Ergueremos nossa voz para dizer que nosso Deus é digno de receber a honra, a glória e o poder. Lá veremos a Jesus em toda a sua glória e fulgor. Contemplaremos sua face. Prostrar-nos-emos aos seus pés e depositaremos diante dele as nossas coroas!

Em quinto lugar, o céu é melhor porque lá serviremos a Deus com perfeição. O céu não será lugar de ócio. O céu será dinâmico e vibrante. Os servos de Deus o servirão. O céu será lugar de trabalho e realização. Aqui, nosso trabalho para Deus é imperfeito e incompleto. Aqui, nossas obras são maculadas pelo pecado e nossas justiças não passam de trapos. Porém, no céu nossas obras serão deleitosas ao Senhor. Nosso serviço será completo, perfeito e digno daquele nos amou e enviou-nos seu Filho para nos libertar do império das trevas e nos levar para o seu reino de luz. Diante do exposto, faço-lhe uma pergunta importante e urgente: Você já é um cidadão do céu? Está caminhando para o céu? Anseia pelo céu? Lembre-se: Jesus é a porta do céu e o caminho para o céu. Renda-se a ele, agora. Arrependa-se de seus pecados e creia no Filho de Deus. Então, venha e faça parte conosco dessa bendita família que vai morar no céu.



Pr. Hernandes  Dias Lopes

Versículo do dia

       Versículo do dia ¹⁶ Volta-te para mim, e tem misericórdia de mim; dá a tua fortaleza ao teu servo, e salva ao filho da tua serva.  Sa...