segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.

Renascer Praise – Escape (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 03/02/2026 - Liga da integridade

      

Liga da integridade

Quem anda em integridade anda seguro… —Provérbios 10:9


Nós a chamamos de Liga da Integridade, mas na verdade é apenas um bando de homens que se reúne na hora do almoço para jogar basquete. Assumimos as nossas faltas, nos esforçamos para evitar acessos de raiva e tentamos simplesmente manter tudo justo e agradável. Somos competitivos e não gostamos de perder — mas todos nós concordamos que a integridade e honestidade devem controlar a atmosfera.
Integridade. As Escrituras claramente indicam a importância desta característica. E honramos o Deus de nossas vidas quando a praticamos.
Por toda a Sua Palavra, Deus nos deu razões claras para andar “…na […] integridade…” (Salmo 26:11). Uma pessoa íntegra tem a segurança de uma vida tranquila; algo desconhecido àquele “…que perverte os seus caminhos…” (Provérbios 10:9). O seguidor de Deus que vive com integridade é preservado por sua confiança no Senhor, pois esta pessoa espera pela intervenção de Deus em sua vida em vez de correr à Sua frente (Salmo 25:21). E aquele que pratica a integridade receberá orientação e direção clara (Provérbios 11:3).
Por que deveríamos nos importar com a “Liga da Integridade” da vida? Porque obedecer a Deus desta maneira demonstra que confiamos nossas vidas a Ele e que queremos resplandecer o Seu grande amor sobre os outros.
— Dave Branon

Leia: Salmo 26 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 42-44;1 João 1

Considere: A integridade é o caráter de Cristo em ação.

SENHOR, DESPERTA O NOSSO ESPÍRITO PARA O TEU TRABALHO!

 




“O Senhor despertou o espírito de Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, e o espírito de Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, e o espírito do resto de todo o povo; eles vieram e se puseram ao trabalho na Casa do Senhor dos Exércitos, seu Deus” (Ag 1.14).

            A cidade de Jerusalém continuava debaixo de escombros, mesmo depois de uma leva de judeus terem voltado do cativeiro babilônico. Os muros da cidade estavam quebrados e suas portas queimadas a fogo. Os que voltaram tiveram algumas dificuldades na construção do segundo templo e acabaram abandonando a casa de Deus, indo cuidar cada um de seus próprios negócios e interesses. O desânimo é contagioso. Tem um efeito devastador. Um grupo de pessoas desanimadas só enxergam as dificuldades. Fazem apologia ao fracasso. Oferecem muitos motivos para não se envolverem com a obra de Deus. Despendem toda a sua energia em sua própria causa e viram as costas para a Casa de Deus.

O povo que voltou da Babilônia deixou a construção do templo no meio do caminho. Desampararam a casa de Deus. Abandonaram sua fidelidade a Deus, retendo os dízimos. O que traziam ao altar, Deus rejeitava, pois além de não serem primícias, o coração do povo não vinha junto com a oferta. Nesse momento de crise, Deus levanta o profeta Ageu para animar o povo a reconstruir o templo. Levanta, também, Zacarias para restaurar a vida espiritual do povo. Então, o Senhor despertou o espírito do governador, do sumo sacerdote e do restante de todo o povo e eles cobraram ânimo e construíram a casa de Deus. É Deus quem desperta. É Deus quem move os corações. É Deus quem realinha as prioridades no coração e quem mobiliza o povo a fazer sua obra. Destacamos aqui três pontos:

Em primeiro lugar, Deus desperta a liderança política. Zorobabel era o era o governador. Sua liderança era fundamental para mover o povo ao trabalho. Deus abriu seus ouvidos aos desafios de Ageu e despertou seu espírito para estar à frente do povo, para liderar o povo na obra a ser feita. Um líder nunca é neutro. Liderança é influência. Ele influencia para o bem ou para o mal. Zorobabel tornou-se um líder encorajador!

Em segundo lugar, Deus desperta a liderança religiosa. Josué era o sumo sacerdote. Cabia a ele ensinar a lei ao povo e orar em favor do povo. Ele trazia instrução e fazia intercessão. Seu ânimo era vital para encorajar o povo. O líder espiritual não pode estar abatido. Seus olhos precisam brilhar. Seu coração precisa arder de amor a Deus e à sua obra. Foi o que aconteceu com Josué, quando o Senhor despertou o seu espírito.

Em terceiro lugar, Deus desperta o restante de todo o povo. Ninguém ficou de fora da obra. Grandes e pequenos, ricos e pobres, homens mulheres, jovens e velhos se lançaram na obra e a construção do templo foi concluída. Há trabalho na igreja para todos. Ninguém pode ficar de fora. A negligência na obra de Deus é um esfriamento do amor ao Senhor. Cuidar apenas de nossos próprios interesses em detrimento da obra de Deus é um grave pecado de omissão. Recuar por causa das dificuldades é um sinal de consumada fraqueza. É hora da igreja se despertar! É hora da liderança da igreja se por de pé e convocar o povo a abraçar a obra. Não podemos desamparar a casa de Deus. Não podemos sonegar os recursos que são destinados a suprir a casa de Deus. Não podemos, afrouxar nossos nossos braços na casa de Deus para sermos diligentes apenas com nossos negócios. Precisamos ter zelo pela glória de Deus. Precisamos buscar em primeiro lugar, o reino de Deus e sua justiça. Precisamos nos unir, liderança e liderados, para juntos sermos despertados para a obra!



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


 ²⁶ Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; 

Mateus 20:26

ME REFAZ | AO VIVO | Ministério Pra Tua Glória


 

PÃO DIÁRIO - 02/02/2026 - Deus é longânimo


Deus é longânimo


Não retarda o Senhor a sua promessa, […] ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça… —2 Pedro 3:9


Durante a época do Natal nós esperamos. Esperamos no trânsito, nas filas do caixa para comprar presentes. Esperamos por familiares que chegam, para nos reunirmos ao redor da mesa repleta de nossos pratos prediletos. Aguardamos para abrir os presentes carinhosamente escolhidos.
Toda esta espera pode ser um lembrete aos cristãos de que o Natal é uma celebração de espera por algo muito mais importante do que as tradições natalinas. Como os antigos israelitas, nós também estamos esperando por Jesus. Embora Ele já tenha vindo como o tão esperado Messias, Ele ainda não veio como o governante de toda a terra. Assim, hoje esperamos pela segunda vinda de Cristo.
O Natal nos lembra de que Deus também espera… Ele espera que a pessoas vejam a Sua glória, que admitam estar perdidas sem Ele, que digam sim ao Seu amor, que recebam o Seu perdão e que se afastem do pecado. Enquanto aguardamos por Sua segunda vinda, Ele espera por arrependimento. O que para nós parece lentidão de Deus em Seu retorno é na verdade Sua paciência esperando (2 Pedro 3:9).
O Senhor está esperando para ter um relacionamento com aqueles a quem ama. Ele deu o primeiro passo quando veio como o bebê Jesus e o Cordeiro sacrificial. Agora, Jesus espera que o recebamos em nossas vidas como Senhor e Salvador.
— Julie Ackerman Link

Leia: João 14:1-6 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 40-41;2 Pedro 3

Considere: Deus pacientemente cumpre as Suas promessas.

OS PRIVILÉGIOS DAQUELES QUE TEMEM AO SENHOR (Sl 25.12-14)

 




Temer ao Senhor é o primeiro passo rumo à sabedoria. O temor do Senhor é o portal da felicidade. O texto supra trata de cinco privilégios daqueles que temem ao Senhor. Vejamos:

Em primeiro lugar, aqueles que temem ao Senhor são instruídos por ele a tomar as decisões certas na vida (Sl 25.12). Não é fácil fazer escolhas acertadas. Há muitas encruzilhadas. Há muitas bifurcações na trajetória da vida. Que decisão tomar na escolha vocacional? Que decisão tomar na vida emocional? Que escolha fazer com respeito à vida profissional? Qual é o específico propósito de Deus para a nossa vida? Quando tememos a Deus, ele mesmo nos instrui acerca da melhor escolha. Ele mesmo vai à nossa frente, abrindo o caminho. Ele mesmo nos toma pela mão e nos guia, apontando-nos o caminho seguro.

Em segundo lugar, aqueles que temem ao Senhor têm uma vida espiritual próspera (Sl 25.13a). Há muitas pessoas que granjeiam fortunas, mas vivem na mendicância espiritual. Têm um corpo sadio e nédio, mas a alma está enferma. Desfrutam dos prazeres deste mundo, mas não conhecem o sabor da mesa do Pai. Só desfrutam dos venturas terrenas, mas nada conhecem das alegrias celestiais. Aqueles que temem ao Senhor, porém, encontram abrigo em seus braços e sua alma repousa em prosperidade. Bebem das fontes de Deus, deleitam-se nos banquetes da graça e desfrutam de uma alegria indizível e cheia de glória.

Em terceiro lugar, aqueles que temem ao Senhor têm uma descendência bem-aventurada na terra (Sl 25.13b). Os que temem ao Senhor não apenas são prósperos espiritualmente, mas também têm uma descendência abençoada. Seus filhos herdam a terra e influenciam o mundo. Longe de sua família ser um transtorno para a sociedade, influenciam os homens. Longe de viverem como nômades sem chão na história, herdam a terra. Longe de viverem sem raiz e sem morada certa, tomam posse da terra.

Em quarto lugar, aqueles que temem ao Senhor desfrutam da sua intimidade (Sl 25.14a). A dádiva mais importante que um indivíduo pode usufruir na vida é desfrutar da intimidade de Deus. É na presença dele que existe plenitude de alegria. É na sua destra que há delícias perpetuamente. Deus é melhor do que suas dádivas. O abençoador é melhor do que suas bênçãos. Deus se revela pessoal e intimamente àqueles que o temem. Quanto mais nos deleitamos em Deus, mais prazer ele tem em nós. Quanto mais prestamos a ele nossa devoção cheia de reverência, mais ele se revela a nós, dando-nos a conhecer sua intimidade.

Em quinto lugar, aqueles que temem ao Senhor recebem dele o privilégio de conhecer a sua aliança (Sl 25.25.14b). Deus firmou uma aliança conosco de ser o nosso Deus e nós sermos o seu povo para sempre. Sua aliança é um pacto de amor. Quanto mais ele nos dá a conhecer sua aliança, mais encontramos nele o sentido da vida. Quanto mais compreendemos sua disposição de revelar a nós as bênçãos da sua aliança, mais ficamos extasiados com suas entranháveis misericórdias. Oh, amor sem igual! Oh, graça bendita! Deus nos escolheu, nos chamou, nos justificou e nos deu garantia de vida eterna. Nada nem ninguém pode frustrar seus planos nem impedir sua obra por nós, em nós e através de nós, porque ele jamais deixou cair por terra uma só de suas palavras nem jamais quebrou sua aliança conosco.  Temer ao Senhor, de fato, é um sublime privilégio!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 31 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


A esperança dos justos é alegria, mas a expectação dos perversos perecerá.

Wilian Nascimento e Paola Carla - Simplesmente Sobrenatural (Ao Vivo) #MKNetwork


 

PÃO DIÁRIO - 01/02/2026 - Primeiras impressões

 

Primeiras impressões


…O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração. —1 Samuel 16:7


Enquanto eu comprava alimentos um dia eu era visto como um ladrão por uma pessoa e um herói por outra.
Ao sair do supermercado, um funcionário disse: “Desculpe-me, senhor. Há muitos itens não ensacados em seu carrinho.” Esta é evidentemente uma estratégia utilizada por ladrões. Quando ele viu que eram produtos muito grandes para serem ensacados, se desculpou e me permitiu seguir o meu caminho.
No estacionamento, uma mulher olhou para o meu boné de atleta com um bordado dourado. Confundindo-o com um chapéu militar, ela disse: “Obrigada por defender o nosso país!” Em seguida, ela se afastou.
O funcionário do supermercado e a mulher no estacionamento tinham, cada um, formado conclusões precipitadas sobre mim. É fácil formar opiniões sobre os outros baseado em primeiras impressões.
Quando Samuel foi escolher o próximo rei de Israel dentre os filhos de Jessé, ele também fez um julgamento a partir de primeiras impressões. No entanto, o escolhido de Deus não era estava entre os filhos mais velhos. O Espírito Santo disse a Samuel: “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura…” (1 Samuel 16:7). Deus escolheu Davi, o mais novo, que menos parecia como um rei.
Deus pode nos ajudar a ver as pessoas por intermédio dos Seus olhos, “…porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7).
— Dennis Fisher

Leia: 1 Samuel 16:1-7 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 35-36;2 Pedro 1

Considere: As primeiras impressões muitas vezes podem levar a conclusões erradas.

UM GRITO POR SOCORRO

 



O Salmo 131 é um grito por socorro. O salmista está no mais profundo abismo da angústia, e dali faz ouvir a sua voz. Destacamos sete verdades solenes neste cântico de romagem:

Em primeiro lugar, uma realidade dramática (v. 1a) – “Das profundezas…”. O escritor sagrado está num poço profundo. Ele caiu ou foi lançado numa cova existencial. Não tem mais como descer. Já chegou às regiões abissais de sua dor e do seu desespero. Vive a falência de seus recursos. Está no mais profundo abismo, nas profundezas da sua angústia.

Em segundo lugar, um clamor aflito (v. 1b,2). “… clamo a ti, Senhor. Escuta, Senhor, a minha voz; estejam alertas os teus ouvidos às minhas súplicas”. O sofrimento nos matricula na escola da oração. Quando estamos aflitos, gritamos por socorro. Foi isso que o salmista fez. Das profundezas clamou às alturas. Em sua fraqueza gritou pelo Onipotente. Tendo gritado ao redor e não encontrado nenhum socorro, roga, agora ao Senhor para ouvir sua voz e ter seus ouvidos inclinados às suas súplicas. Oh, como é pungente o clamor do aflito! Como é urgente a causa daqueles que estão nas profundezas da sua agonia!

Em terceiro lugar, uma constatação inequívoca (v. 3). “Se observares, Senhor, iniquidades, quem, Senhor, subsistirá?”. A dramática realidade vivida pelo salmista tinha a ver com as suas iniquidades. Nada nos faz sofrer mais do que o pecado. O pecado é o maior atormentador dos homens. O pecado é o maior mal, pois nos priva do maior bem. O pecado é uma falácia. Promete prazer e paga com o sofrimento; promete liberdade e escraviza. Promete vida e mata. O pecado é pior do que a doença. É mais desastroso do que a própria morte. O pecado separa o homem de Deus no tempo e na eternidade. O pecado sempre levará o pecador mais longe do que gostaria de ir, prendê-lo-á mais tempo do que gostaria de ficar e lhe custará um preço mais caro do que gostaria de pagar. Oh, se Deus cobrasse de nós nossos pecados, sucumbiríamos!

Em quarto lugar, um perdão restaurador (v. 4). “Contigo, porém, está o perdão, para que te temam”. Em vez de Deus cobrar nossa dívida, ele no-la perdoa. Em vez de nos condenar pelas nossas iniquidades, ele as cancela. Com Deus está o perdão não para que abusemos da graça, mas para que o temamos. O perdão divino deve produzir em nós gratidão, reverência e temor.

Em quinto lugar, um desejo profundo (v. 5,6). “Aguardo o Senhor, a minha alma o aguarda; eu espero na sua palavra. A minha alma anseia pelo Senhor mais do que os guardas pelo romper da manhã. Mais do que os guardas pelo romper da manhã”. Aqueles que são perdoados por Deus e arrancados das profundezas, não só temem a Deus, mas anseiam por ele e esperam na sua palavra. Aquele que viveu apartado dele e jogado no fundo do poço por causa de suas iniquidades, agora, perdoado, quer desfrutar da intimidade de Deus e por isso anseia por ele mais do que os guardas desejam o romper da manhã, para saírem do turno de seu trabalho e voltar ao aconchego do lar, onde desfrutará seu descanso reparador.

Em sexto lugar, um conselho sábio (v. 7). “Espere Israel no Senhor, pois no Senhor há misericórdia; nele, copiosa redenção”. Aquele que recebe o perdão e a restauração de Deus não cala seus lábios. Ele quer repartir com outros a mensagem da misericórdia divina. Anuncia sem tardança a copiosa redenção oferecida pelo Senhor. Ele sai das profundezas do desespero para ser um semeador de esperança.

Em sétimo lugar, uma verdade consoladora (v. 8). “É ele quem redime a Israel de todas as suas iniquidades”. O povo de Deus só está de pé, em vez de estar nas profundezas, porque é o Senhor quem o redime; e não apenas de algumas iniquidades, mas de todas as suas iniquidades. Ele nos dá completo perdão e nele temos copiosa redenção!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


²² E aconteceu naquele mesmo tempo que Abimeleque, com Ficol, príncipe do seu exército, falou com Abraão, dizendo: Deus é contigo em tudo o que fazes; 

Gênesis 21:22

Davi Sacer e Trazendo a Arca - Sobre As Águas (O Encontro) [Clipe Oficial]


 

PÃO DIÁRIO - 31/01/2026 - Como aproveitar tudo

Como aproveitar tudo


Quanto ao homem […] receber a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus. —Eclesiastes 5:19

Em seu livro “Daring to Draw Near” (Ouse se aproximar), o Dr. John White escreve que muitos anos antes, Deus lhe possibilitou comprar uma linda casa com muitos luxos. Os seus sentimentos em relação à casa variaram dramaticamente.
Ao lembrar-se de que a casa era um dom da graça de Deus, ele sentiu alegria e gratidão. Mas quando começava a compará-la com a casa de seus amigos, se sentia orgulhoso por ter uma bela casa e sua alegria evaporava. A sua casa, na realidade, se tornaria um fardo. Tudo o que poderia ver eram os muitos arbustos e árvores para cuidar e as tarefas chatas e intermináveis para fazer. White disse: “Enquanto a vaidade faz neblina em meus olhos e sobrecarrega o meu coração, a gratidão limpa a minha visão e ilumina os meus fardos.”
O escritor de Eclesiastes viu Deus a cada momento no gozo das coisas materiais. O poder para comer os frutos de nossos trabalhos e até mesmo a força para receber e nos regozijarmos neles vem de Deus (5:18-19).
Do início ao fim, a vida inteira é um dom dado continuamente por Deus. Nós nada merecemos. Ele não nos deve nada. No entanto, Ele nos dá tudo. Se nos lembrarmos disso, não precisaremos nos sentir egoístas ou culpados. Sejam quais forem as bênçãos materiais que temos, elas são um presente do nosso bondoso Deus.
— Dennis J. De Haan

Leia: Eclesiastes 5:13-20 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 33–34;1 Pedro 5

Considere: Deus, que deu tanto para nós, oferece mais uma coisa: um coração agradecido. —Herbert

DESCULPAS, MERAS DESCULPAS

 



Moisés viveu cento e vinte anos. Os quarenta primeiros viveu no Egito, como filho da filha de Faraó, onde tornou-se perito nas ciências e onde recebeu seu treinamento acadêmico. Os quarenta anos seguintes, viveu no deserto do Sinai, onde constituiu família e trabalhou como pastor de ovelhas. Os últimos quarenta anos, libertou o povo de Israel da escravidão e conduziu-o pelo inóspito deserto rumo à terra prometida. O chamado de Moisés para essa gigantesca missão deu-se em meio às suas tentativas de fuga. Destacou várias vezes, sua inadequação para tão grande missão, com desculpas e mais desculpas. Vejamos aqui, quais foram as desculpas de Moisés:

Em primeiro lugar, a desculpa de sua insignificância pessoal (Ex 3.11). “… quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?”. Moisés olha para sua limitação e vê uma impossibilidade intransponível. Certamente ele não iria em sua própria força e não tiraria do Egito o povo da promessa com seu próprio poder. Sempre que olhamos para nossas limitações, sentimo-nos inadequados para a grande missão que Deus nos outorga.

Em segundo lugar, a desculpa de sua falta de credibilidade  (Ex 4.1). “… mas eis que não crerão, nem acudirão à minha voz, pois dirão: O Senhor não te apareceu”. Moisés sente-se pequeno demais, para ser ouvido no Egito. Deus apareceu para ele no Sinai, mas o povo não viu essa manifestação, portanto, sente-se sem credibilidade ao falar em nome de Deus. Sua experiência pessoal junto à sarça ardente, pensa Moisés, carece de uma confirmação pública para ser ouvido.

Em terceiro lugar, a desculpa da falta de eloquência (Ex 4.10). “… Ah! Senhor! Eu nunca fui eloquente, nem outrora, nem depois que falaste a teu servo, pois sou pesado de boca e pesado de língua”. Moisés sentiu-se impedido de ir falar ao povo, uma vez que não se julgava eloquente para convencer as pessoas por intermédio de seu discurso. Esqueceu-se que o Deus que envia é o Deus que capacita. O mesmo que fez a boca, é também, aquele que dá a palavra certa e tem poder para tocar os corações.

Em quarto lugar, a desculpa da indisposição de ir tendo outros mais capacitados para irem (Ex 4.13). “Ele, porém, respondeu: Ah! Senhor! Envia aquele que hás de enviar, menos a mim”. Moisés sente-se o mais desajeitado de todos os homens para tão imensa tarefa. Entende que existem outras pessoas mais capacitadas que ele. Sugere para Deus mudar de ideia e enviar outro qualquer, menos ele. Quer ficar de fora. Não quer se envolver. Sente-se incapacitado. Prefere omitir-se. Sente-se mais confortável transferindo a responsabilidade para outrem.

Em quinto lugar, a desculpa das dificuldades na realização da missão (Ex 5.22). “Então, Moisés, tornando-se ao Senhor, disse: Ó Senhor, por que afligiste este povo? Por que me enviaste?”. Moisés deixou de falar para Faraó o que Deus ordenou que ele falasse, ou seja, que se Faraó não deixasse Israel, o primogênito de Deus sair, o Senhor mataria o primogênito de Faraó (Ex 4.22,23). Portanto, quando Moisés falou a Faraó, este endureceu ainda mais seu coração e endureceu ainda mais sua mão sobre o povo já tão castigado, afligindo-o com mais rigor. É nesse contexto que Moisés reclama de Deus, dizendo: Por que afliges este povo? Por que me enviaste? Moisés sentia-se despreparado para a missão, e agora, fica ressentido por não ver a mão de Deus operando a rápida libertação.

Em sexto lugar, a desculpa de não ver resultados de seu trabalho nem junto ao povo nem junto a Faraó (Ex 6.12). “… Eis que os filhos de Israel não me têm ouvido; como, pois, me ouvirá Faraó? E não sei falar bem”. Moisés estava em crise com o chamado divino. Agora, está em crise com os resultados de sua missão. O povo que deve ser liberto não atende sua voz. Se o povo não o escuta, como escutará Faraó? Mais uma vez Moisés, destaca sua falta de eloquência para justificar o fracasso de sua missão. E ele volta a repetir essa mesma desculpa: “Respondeu Moisés na presença do Senhor: Eu não sei falar bem; como, pois, me ouvirá Faraó” (Ex 6.30).

Apesar de todas essas desculpas de Moisés, ele foi o instrumento que Deus usou para tirar o seu povo do Egito e liderá-lo no deserto até a entrada da terra prometida. Deus endureceu o já duro coração de Faraó, para desbancar todas as divindades do Egito e provar que só o Senhor é Deus. E você, que desculpas tem apresentado a Deus para escapar do trabalho que Deus confiou a você?


quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ²² E aconteceu naquele mesmo tempo que Abimeleque, com Ficol, príncipe do seu exército, falou com Abraão, dizendo: Deus é contigo em tudo o que fazes; 

Gênesis 21:22

Deus é Deus - Delino Marçal | Ao Vivo




 

PÃO DIÁRIO - 30/01/2026 - Lugar de águas

 

Lugar de águas


…a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. —João 4:14


A África Oriental é um dos lugares mais secos da Terra, o que faz “Nairóbi” ser um nome tão significativo para uma cidade naquela região. O nome vem de uma frase na língua Massai que significa “água fria”, e significa literalmente “o lugar de água”.
Ao longo da história, a presença de água foi vivificadora e estratégica. Se uma pessoa vive em um clima seco ou numa floresta tropical, a água é uma necessidade inegociável. Em um clima seco e árido, saber onde encontrar o lugar de água pode significar a diferença entre a vida e a morte.
A nossa vida espiritual também tem alguns elementos inegociáveis. É por isso que Jesus, ao encontrar uma mulher espiritualmente sedenta num poço, declarou a ela que só Ele poderia fornecer água viva. Ele lhe disse: “…aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (João 4:14).
Como a corça mencionada no Salmo 42:1-2 que anseia por água, a nossa alma tem sede de Deus e anseia por Ele (63:1). Precisamos desesperadamente do sustento que vem somente de Jesus Cristo. Ele é a fonte de água viva que refresca os nossos corações.
— Bill Crowder


Leia: Salmo 42:1-5 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 30-32;1 Pedro 4

Considere: Jesus é a fonte de água viva.

PERIGOS E PROMESSAS ACERCA DOS DÍZIMOS

 

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Deus é o criador e dono do universo. Nada trouxemos para o mundo nem nada dele levaremos. Ele, porém, constituiu-nos como seus mordomos e requer de nós fidelidade nessa mordomia. Um dos sinais dessa mordomia é que devemos devolver a Deus, de tudo o que ele nos dá, dez por cento. Isso é chamado de dízimo. Falaremos sobre os perigos e promessas sobre o dízimo.

Em primeiro lugar, os perigos sobre o dízimo. Destacaremos quatro perigos que o texto de Malaquias 3.8-10 destaca:

Reter os dízimos (Ml 3.8). “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas”. Os dízimos são santos ao Senhor, e não podemos lançar mão deles. Retê-los é apropriação indébita. É roubo ao Senhor. Não damos dízimos; entregamo-los. Não são nossos; pertencem a Deus.

Subtrair os dízimos (Ml 3.10). “Trazei todos os dízimos…”. Não podemos entregar parte, afirmando que estamos entregando todos os dízimos. Reter mais do que é justo é pura perda. Deus requer de seus mordomos fidelidade na administração do que lhe pertence.

Administrar os dízimos (Ml 3.10). “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro…”. Deus nos ordena a trazer todos os dízimos, mas não nos constituiu administradores deles. Nosso papel é entregar o que é Deus, na Casa de Deus, para o suprimento da obra de Deus.

Subestimar os dízimos (Ml 3.8b). “… e dizeis: em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas”. A geração de Malaquias estava desprezando o culto divino e trazendo ofertas indignas para Deus. Quando acusados pelo profeta de estarem roubando a Deus, logo perguntaram: “Em que te roubamos?”. Julgavam que o dízimo era coisa de somenos. Por isso, eram negligentes.

Em segundo lugar, as promessas sobre o dízimo. Depois de Malaquias alertar sobre os perigos, passa a tratar sobre as promessas divinas àqueles que são fiéis na devolução dos dízimos.

Janelas abertas dos céus (Ml 3.10). “… e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu…”. Tudo o que temos, recebemos de Deus. Ele é o nosso criador e também provedor. Quando somos fiéis a ele na mordomia dos bens, ele promete abrir-nos as janelas do céu. Dele vem toda boa dádiva.

Bênção sem medida (Ml 3.10b). “… e não derramar sobre vós bênção sem medida”. Deus é abençoador. Aqueles que o honram, são honrados por ele (1Sm 2.30). Suas bênçãos são abundantes e sem medida para aqueles que confiam na sua providência e são fiéis mordomos dos recursos que ele mesmo coloca em suas mãos.

Devorador repreendido (Ml 3.11). “Por vossa causa, repreenderei o devorador…”. Deus não apenas abre sobre nós as janelas do céu, mas também repreende o devorador para que ele não consuma o fruto do nosso trabalho. Deus nos abençoa e nos protege.

Felicidade plena (Ml 3.12). “Todas as nações vos chamarão felizes…”. Quando somos fiéis a Deus e abençoados por ele, isso serve de testemunho às nações e todos reconhecem que somos um povo feliz, porque não retemos o que é de Deus, mas, com gratidão, entregamos o que lhe pertence. Fica claro que o dízimo não é subtração. Na matemática divina, perdemos o que retemos e ganhamos o que entregamos. Se formos mordomos infiéis na devolução dos dízimos roubaremos a Deus, a nós mesmos e aos outros. Mas, se obedecermos a Deus, comeremos o melhor desta terra e seremos abençoados com toda sorte de bênçãos!


Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


Porque assim diz o Senhor aos homens de Judá e a Jerusalém: Preparai para vós o campo de lavoura, e não semeeis entre espinhos.

Rachel Novaes - Alegria / Sou Feliz (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 28/01/2025 - Amor verdadeiro


Amor verdadeiro

[O amor] tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba. —1 Coríntios 13:7-8


Há alguns anos, a mãe de minha amiga foi diagnosticada com mal de Alzheimer. Desde então, Bete foi forçada a tomar decisões difíceis sobre o cuidado de sua mãe, e o seu coração tem sido muitas vezes quebrantado enquanto observa sua mãe vibrante e divertida lentamente desaparecer. No processo, minha amiga tem aprendido que o verdadeiro amor nem sempre é fácil ou conveniente.
Depois que sua mãe foi hospitalizada por alguns dias do ano passado, Bete escreveu estas palavras a alguns de seus amigos: “Ao contrário do que possa parecer, estou muito grata pela jornada que estou tendo com a minha mãe. Por trás do desamparo da perda de memória, confusão e absoluto desamparo, há uma pessoa bonita que ama a vida e está em completa paz. Estou aprendendo muito sobre o que o amor verdadeiro é, ainda que eu provavelmente não tenha pedido por esta viagem, pelas lágrimas e os sofrimentos que a acompanham, não trocaria isso por nada.”
A Bíblia nos lembra de que o amor é paciente e bondoso. Não é egoísta ou se irrita facilmente. Ele “…tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta…” (1 Coríntios 13:4-7).
O amor verdadeiro se originou com o nosso Pai, que nos deu a dádiva de Seu Filho. Conforme procuramos demonstrar o Seu amor aos outros, podemos seguir o exemplo de Cristo, que deu a Sua vida por nós (1 João 3:16-18).
— Cindy Hess Kasper

Leia: 1 Coríntios 13:1-8 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 27-29;1 Pedro 3

Considere: O verdadeiro amor é ajudar os outros por amor a Jesus, mesmo que nunca possam devolver o favor.

EU SEI EM QUEM TENHO CRIDO

 



“E por isso estou sofrendo estas coisas; todavia, não me envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (2Tm 1.12).



Paulo está preso em Roma pela segunda vez. Agora, não mais com certas regalias, mas jogado na masmorra Marmetina, um lugar úmido, frio, insalubre e nauseabundo. Esse bandeirante do cristianismo já está velho e cheio de cicatrizes. Pesa sobre ele a imputação do mais severo crime. Acusam-no de ser o líder dos incendiários de Roma. A mais rica, a mais poderosa, a mais populosa cidade do mundo, a cidade de Roma, a capital do império, ardeu em chamas sete noites e seis dias, de dezessete de julho a vinte e quatro de julho do ano 64 d.C. Setenta por cento da cidade foi atingida pelas chamas. Esse crime horrendo foi colocado na conta dos cristãos. Como resultado, houve um massacre sangrento contra eles. Foram crucificados e queimados vivos para iluminar as noites de Roma. Paulo, como o líder mais conhecido dos cristãos ocidentais, foi preso e jogado nessa prisão imunda, de onde as pessoas saíam leprosas ou para o martírio.

Como consequência disso, algumas coisas aconteceram, como veremos:

Em primeiro lugar, Paulo é acusado de malfeitor (2Tm 2.9). O veterano apóstolo, que plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor, está preso, como um bandido, como um criminoso, pesando sobre ele a imputação do crime bárbaro de ser o líder dos incendiários da capital do império. Jogaram lama no nome desse homem de Deus. Arruinaram sua reputação. Assacaram contra ele os mais pesados libelos acusatórios. Desconstruíram sua imagem e transformaram-no num desordeiro impiedoso.

Em segundo lugar, Paulo é abandonado pelos seus filhos na fé (2Tm 1.15). Todos os da Ásia o abandonaram. Esses eram membros das igrejas da Ásia, igrejas que Paulo plantou direta ou indiretamente. Esses crentes conheciam Paulo. Sabiam de sua vida irrepreensível. Conheciam seu caráter impoluto e sem jaça. Tinha plena convicção de que ele era inocente e que as pesadas acusações contra ele eram uma clamorosa injustiça. Porém, esses irmãos fracassaram na coragem. Acovardaram-se e deixaram Paulo sozinho, em vez de se posicionarem em seu favor.

Em terceiro lugar, Paulo é vítima do constrangimento de Timóteo, seu filho mais achegado (2Tm 1.8). O próprio Timóteo, seu mais próximo colaborador, seu filho amado, sentiu vergonha das algemas de Paulo. Ficou constrangido em posicionar-se publicamente em favor do velho apóstolo. Mesmo sabendo que as acusações eram falsas e que não cabia a Paulo a alcunha de malfeitor, calou sua voz e ficou envergonhado de defendê-lo. Talvez, de todos os esbarros que Paulo sofreu, este foi o que mais lhe comoveu. Saber que até mesmo seus amigos mais próximos, ficaram constrangidos de sair em sua defesa.

Em quarto lugar, Paulo é vítima de ingratidão e abandono na sua primeira defesa (2Tm 4.16). Mesmo sendo acusado de um crime tão grave, Paulo teve direito de defesa. Porém, em sua primeira defesa, na audiência onde deveria apresentar suas alegações de inocência, ninguém apareceu por lá para defendê-lo. Ao contrário, todos o abandonaram. Não fora a assistência do Senhor, para revestir-lhe de forças e Paulo teria sucumbido. Paulo sofre a dor da ingratidão daqueles que conheciam seu testemunho ilibado e que foram fruto de seu frutífero ministério.

Em quinto lugar, Paulo é sentenciado a pena de morte, mesmo sendo inocente (2Tm 4.6). Paulo escreve para Timóteo sua segunda epístola como um homem no corredor da morte, aguardando o dia de sua execução. Não escreve para estadear sua revolta, mas para dizer que o Senhor o revestiu de forças. Para afirmar que valeu a pena viver, pois seu combate foi um bom combate, sua carreira foi concluída e sua fé foi preservada. Escreve para dizer que sua morte era uma oferta ao Senhor e que à sua frente estava a coroação e não meramente o martírio. Escreve para dizer que sua fé estava inabalável e a âncora de sua esperança estava firmada em Cristo. Por isso, diz: “… eu sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (2Tm 1.12). Oh, inabalável convicção da glória! Oh, esperança bendita!



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


⁶² E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus. 

Lucas 9:62

Gabriel Guedes - Vitorioso És (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 28/01/2026 - Plágio espiritual

 

Plágio espiritual


E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. —João 1:14



Quando eu ensino redação em Inglês, exijo que os alunos a escrevam na sala de aula. Sei que o que escrevem em sala é produto de seu próprio esforço. Desta maneira, me familiarizo com o estilo de escrita de cada aluno e posso detectar se eles “emprestam” um tanto demais de outro escritor. Os estudantes se surpreendem ao saber que o seu estilo literário — que inclui o que dizem e como dizem — é tão peculiar como a sua própria voz. Assim como as palavras que falamos vêm de nossos corações, as palavras que escrevemos também. Elas revelam quem somos.
Da mesma maneira, nos familiarizamos com a voz de Deus. Ao ler o que Ele escreveu, aprendemos sobre quem Ele é e como se expressa. Satanás, no entanto, tenta fazer-se soar como Deus (2 Coríntios 11:14). Usando as palavras de Deus de uma forma ligeiramente alterada, ele vem com argumentos convincentes para as coisas que não são verdadeiras. Por exemplo, ao convencer as pessoas a fazer coisas que imitam santidade, como confiar na aparência exterior da autodisciplina ao invés de confiar na morte de Cristo para a salvação (Colossenses 2:23), Satanás tem levado muitos ao erro.
Deus foi aos extremos para assegurar-se de que reconheceríamos a Sua voz. Ele não apenas nos deu a Sua Palavra, nos deu o Verbo feito carne, Jesus (João 1:14), de modo que não seremos facilmente enganados ou iludidos.
— Julie Ackerman Link

Leia: João 1:1-18 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 24-26;1 Pedro 2

Considere: Puríssima é a tua palavra; por isso, o teu servo a estima. —Salmo 119:140

EU SOU UMA MÃE MUITO AFLITA

 




Com sua permissão, eu quero me apresentar. Eu sou uma mãe aflita, como tantas outras ao redor do mundo. Eu sou conhecida como a mulher cananeia. Eu tenho vivido dias de terríveis angústias. Minha filha querida está horrivelmente endemoninhada. Eu carrego no peito a dor de ver minha filha escravizada pelos demônios. Ah, como ela tem sofrido e com ela eu também sofro. Sempre vivi em terras pagãs, na região de Tiro e Sidom. Meu povo vive mergulhado em densa escuridão espiritual. Um dia eu fui surpreendida com a presença de Jesus em nossa terra. Eu já tinha ouvido falar dele, de como curava os enfermos, libertava os cativos e recebia as pessoas mais feridas pelos dramas da vida. Uma centelha de esperança foi acesa em meu coração. Não podia perder aquela oportunidade. Corri ao encontro dele e clamei: “Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada”. Eu sabia que Jesus não era um homem comum. Era o Messias, o Filho de Davi. Depois de ter batido em tantas portas e só colhido decepção, sabia que só Jesus podia trazer libertação para minha filha e alívio para o meu coração. Posso garantir a vocês, o sofrimento de minha filha era o meu sofrimento. A dor que pulsava no coração dela, doía ainda mais em mim. Eu não suportava mais tanta angústia e tanto desespero na minha família.

A resposta de Jesus ao meu clamor, porém, foi um silêncio gelado. Ele não me respondeu palavra alguma. Seus discípulos, incomodados com minha presença e com os meus gritos de socorro, chegaram a pedir a ele para me mandar embora. Na verdade, eu ia clamando atrás deles. Eu tinha pressa e não podia perder essa chance de ver minha filha liberta. Diante da insistência dos discípulos para Jesus me despedir, ele jogou mais um balde de água fria no meu clamor por misericórdia. Disse que fora enviado apenas às ovelhas perdidas da casa de Israel. Ah, que dor em meu coração! Eu era uma gentia. Não pertencia ao povo da aliança. Mas, sabe, eu não desisti. Continuei insistindo com o meu clamor. Na verdade, eu dei mais um passo na direção do meu anseio, aliás da minha urgente necessidade. Eu me aproximei de Jesus e o adorei. Disse a ele: “Senhor, socorre-me!”.

A resposta de Jesus, longe de me aliviar, agravou ainda mais a minha dor. Ele me disse que não era bom tomar o pão dos filhos para lançá-los aos cachorrinhos. Longe de me sentir magoada com essa palavra de Jesus, humilhei-me ainda mais dizendo a ele: “Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa dos seus donos”. Mesmo sem compreender o método que Jesus estava usando comigo, sabia que ele podia me socorrer. Daí a minha insistência. Minha filha precisava ser liberta. Ela estava cativa e eu, junto com ela, sofrendo muito.

Nesse momento, algo glorioso aconteceu. Jesus abriu-me a porta da esperança. Ele disse a mim: “Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres”. Meu coração disparou dentro do meu peito. Não podia conter a alegria que inundou minha alma. Senti que um fardo caiu dos meus ombros. A dor que fuzilava minha alma foi arrancada de dentro de mim. Compreendi imediatamente que Jesus não estava me desprezando, mas apenas me levando um nível mais alto de dependência dele. Seu propósito era despertar em mim uma fé genuína. Na verdade, Jesus elogiou a minha fé diante dos seus discípulos que queriam se ver livre de mim. Ele atendeu o meu clamor e me garantiu que exatamente o que eu queria, iria acontecer. E de fato aconteceu naquele exato momento. Na mesma hora que Jesus proferiu essas palavras, minha filha ficou sã e liberta. Os demônios que a atormentavam bateram em retirada. Ah, foi tão lindo! A paz de Jesus entrou na minha vida, na vida de minha filha. A minha casa foi transformada.

Posso garantir a vocês que Jesus cruzou a fronteira de Israel para trazer luz ao meu povo, que jazia em trevas. Se ninguém mais foi abençoado pela sua visita, eu fui. Ele trouxe libertação e salvação para minha casa. Com certeza o que Jesus fez na minha vida, pode fazer também na vida de todas as mães, de todos os lugares, de todos os tempos. Toda mãe sabe disso: aquilo que aflige nossos filhos também nos aflige. Por isso, devemos levar os dramas dos nossos filhos a Jesus. Ele me socorreu, e pode socorrer você também, mãe. Não desanime. Persevere. Clame. Humilhe-se. E veja as maravilhas que Jesus fará, também, em sua família!



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


²⁶ Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; 

Mateus 20:26

Preto no Branco - Os Sonhos de Deus ft. Juninho Black, Lukão Carvalho, Eli Soares


 

PÃO DIÁRIO - 27/01/2026 - Que horas são?

Que horas são?


…vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho… —Gálatas 4:4


O velho ditado é verdadeiro: O tempo é tudo! É por isso que a declaração de Paulo, “…vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho…” me intriga muito (Gálatas 4:4).
Uma rápida olhada na história revela que a vinda de Cristo foi exatamente no momento certo. Séculos antes, Alexandre, o Grande, conquistou a maior parte do mundo conhecido, trazendo com ele a cultura grega e sua língua. À beira de sua morte, o Império Romano retomou de onde Alexandre parou e expandiu o território sob a influência da unificação da cultura e da língua dos gregos. Foi sob o domínio romano que a crucificação aconteceu, onde o sangue de Cristo foi derramado por nós. Foi sob o governo de Roma que as condições foram preparadas para a propagação do evangelho em três continentes: boas estradas, limites territoriais livres de restrições de “passaporte” e um idioma unificador. A providência de Deus tinha colocado todas as peças no seu lugar para o momento perfeito de enviar o Seu Filho.
O tempo de Deus é perfeito em tudo. Enquanto você está esperando, talvez se perguntando por que Deus não parece estar agindo em seu nome, lembre-se de que Ele está trabalhando nos bastidores para preparar Seu momento de intervenção no tempo certo. Confie nele, pois Ele sabe qual é a hora certa.
— Joe Stowell

Leia: Gálatas 3:26-4:7 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 22-23;1 Pedro 1

Considere: Ensina-nos, ó Senhor, as disciplinas da paciência. Esperar é muitas vezes mais difícil do que trabalhar. —Marshall

QUANDO O AMOR ESTÁ MAL DIRECIONADO

 



“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos […], mais amigos dos prazeres que amigos de Deus” (2Tm 3.1,2,4).



Quero destacar três palavras mencionadas pelo apóstolo Paulo nesta passagem que retratam os males e a corrupção dos últimos dias. A decadência da sociedade é resultado da inversão de valores. Paulo diz que as pessoas direcionam o seu amor para si mesmas, para o dinheiro e para os prazeres. Na língua grega, Paulo usa três palavras que retratam o amor às avessas: filautós, filarguros e filedonos. Esses são ainda os três maiores problemas da sociedade: poder, dinheiro e sexo. Vejamos:

Em primeiro lugar, filautós (2Tm 3.2). A palavra grega filautós significa literalmente “amante de si mesmo”. Esse é o retrato de uma pessoa egoísta. Uma pessoa egoísta é aquela que ama a si mesma acima de todos e além de tudo. O mundo dela está centrado nela mesma. Vive para si mesma e espera que todos também vivam para fazer sua vontade. Uma pessoa egoísta é aquela que, por venerar a si mesma, como seu próprio ídolo, usa as pessoas em vez de servi-las. Um filautós é um narcisista, que ao contemplar seu próprio rosto, apaixona-se por si mesmo. Esse egoísmo exacerbado é a fonte de todas as mazelas da sociedade, a causa de muitos casamentos desfeitos e a razão principal do adoecimento de muitos relacionamentos, nas mais diversas esferas da vida.

Em segundo lugar, filarguros (2Tm 3.2). A palavra grega filarguros significa literalmente “amante da prata”, ou seja, amante do dinheiro. O dinheiro é o ídolo mais adorado neste século. As pessoas matam, morrem, casam-se e se divorciam por causa do amor ao dinheiro. Essa veneração ao dinheiro é o motivo pelo qual muitos ricos não se contentam com sua riqueza e, jeitosamente, saqueiam o pouco do pobre para se locupletarem. Esse amor ao dinheiro é a causa de sentenças serem vendidas nos tribunais, a razão da corrupção galopante na política, nas empresas públicas e privadas, bem como no comércio, na indústria e até mesmo nas igrejas. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Muitos nessa cobiça destroem a si mesmos, pensando que o dinheiro pode dar-lhes felicidade e segurança. Quem ama o dinheiro dele nunca se farta. Quem põe seu coração nas riquezas torna-se escravo delas para servi-las como a um súdito. A palavra filarguros foi traduzida por “avarento”. O avarento é o indivíduo que só pensa em si e jamais no próximo. Usa seu dinheiro apenas para seu próprio deleite, pois desconhece o que é generosidade. Busca apenas os seus próprios interesses e jamais o que é dos outros. Constrói apenas para si mesmo, mesmo que para isso, precise tomar o que é dos outros. O avarento é um idólatra. Seu deus é o dinheiro. Nesse altar profano, ele arruína sua própria vida, destrói sua própria alma e ainda torna a vida de seu próximo um pesadelo.

Em terceiro lugar, filedonos (2Tm 3.4). A palavra grega filedonos significa literalmente “amante dos prazeres”. Depois de Paulo falar do amor a si mesmo e do amor ao dinheiro, agora fecha essa lista de pecados degradantes da sociedade com o amor ao prazer. O mundo torna-se mais e mais hedonista. A busca do prazer tornou-se o objetivo último de muitas pessoas. Elas buscam o prazer como o principal sentido da vida. Seu deus é o prazer. Sua filosofia de vida é: “comamos e bebamos, porque amanhã morreremos”. O filedonos é o indivíduo que se embriaga com os prazeres carnais. Bebe todas as taças de sua própria luxúria. Vive correndo, sofregamente, atrás de novas aventuras. Empanturra-se de vícios nocivos, embrenhando-se pelos corredores lôbregos da imoralidade e das diversões carnais. O apóstolo Paulo, ao radiografar a sociedade de seu tempo, diz que os homens eram mais amantes dos prazeres que amigos de Deus. Não é esse, também, o retrato de nosso tempo? Que Deus tenha misericórdia de nós, a fim de que amemos o próximo em vez de sermos egoístas; sejamos generosos em vez de sermos avarentos; e sejamos amigos de Deus em vez de sermos amantes dos prazeres.



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 25 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ³³ Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! 

Romanos 11:33

Rachel Novaes - Comigo Estás (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 26/01/2026 - Cartas vivas

 

Cartas vivas


…manifestos como carta de Cristo […] escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente… —2 Coríntios 3:3


Em novembro de 1963, no mesmo dia em que o presidente John F. Kennedy foi assassinado, outro líder morreu — Clive Staples Lewis. Este acadêmico da Universidade de Oxford, que havia se convertido do ateísmo ao cristianismo, foi um escritor produtivo. Livros intelectuais, ficção científica, fantasias infantis e outros trabalhos fluíram de sua pena com uma forte mensagem cristã. Os seus livros têm sido usados por Deus na conversão de muitos, inclusive um político e um cientista ganhador do Prêmio Nobel.
Alguns são chamados para contar aos outros sobre Cristo por meio da sua escrita, mas todos os cristãos são convocados a serem “epístolas” ou cartas de Cristo, em nossa maneira de viver. O apóstolo Paulo nos diz: “…manifestos como carta de Cristo […] escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente…” (2 Coríntios 3:3).
Com certeza, Paulo não quis dizer que somos, na verdade, pedaços de papel nos quais a mensagem de Deus foi escrita. Mas como “cartas” vivas podemos demonstrar como Jesus Cristo faz a diferença na maneira que tratamos os outros e em nosso esforço para viver com integridade.
Poucos terão a mesma influência que C.S. Lewis teve, mas todos nós somos chamados a dar glória Àquele que nos ama e nos redimiu!
— Dennis Fisher

Leia: 2 Coríntios 3:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 20-21;Tiago 5

Considere: Somos as “cartas de recomendação” de Cristo para todos os que leem as nossas vidas.

COMO AMAR O PRÓXIMO COMO A NÓS MESMOS

 



Os Dez Mandamentos são uma síntese dos mandamentos de Deus. Tratam do nosso amor a Deus e ao próximo. Os quatro primeiros mandamentos estão ligados ao nosso relacionamento com Deus e os seis últimos ao nosso relacionamento com o próximo. Esses dez mandamentos podem ser resumidos no grande mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Como devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos?

Em primeiro lugar, honrando aos pais como as pessoas mais próximas (Ex 20.12). O quinto mandamento deixa claro que o nosso relacionamento com o próximo precisa começar dentro de nossa casa. Nossos pais devem merecer o melhor da nossa atenção e do nosso respeito. A eles devemos tributar obediência e honra. A desobediência aos pais é um sinal de rebeldia e decadência. É impossível construir outros relacionamentos saudáveis se não velamos pelo convívio saudável com os nossos pais.

Em segundo lugar, respeitando a vida do próximo (Ex 20.13). O sexto mandamento da lei de Deus é: “Não matarás”. Esta ordem de Deus deixa claro a sacralidade da vida. Uma vez que não está em nossas mãos dar a vida, é-nos proibido tirá-la. É Deus quem dá a vida e só ele tem autoridade para ceifá-la. Devemos, portanto, repudiar toda forma de sacrifício da vida. Aborto, suicídio, assassinatos e guerras são um atentado contra o próximo e uma rebelião contra Deus. A vida é um dom de Deus e nosso papel é cuidar do nosso próximo em vez de destruí-lo.

Em terceiro lugar, respeitando a honra do próximo (Ex 20.14). O sétimo mandamento da lei de Deus lida com a honra do próximo. Quem ama responsavelmente não trai a seu cônjuge nem fere a honra do próximo, possuindo o seu cônjuge. O adultério é um atentado contra a instituição do casamento. É um terremoto na vida dos casais. É uma conspiração contra a pureza conjugal.

Em quarto lugar, respeitando os bens do próximo (Ex 2015). O oitavo mandamento da lei de Deus proíbe-nos qualquer forma injusta, ilícita e desonesta de apropriar-nos indebitamente do que não nos pertence. Balança enganosa, produtos falsificados, plágio, pirataria, opressão econômica, corrupção, favorecimentos escusos, compra de sentenças, corpo mole no trabalho, tudo isso, constitui uma quebra deste mandamento. A integridade nos negócios é um imperativo divino para o ser humano.

Em quinto lugar, respeitando o nome do próximo (Ex 20.16). O nono mandamento da lei de Deus deixa claro que o falso testemunho é um pecado gravíssimo, pois seu objetivo é arruinar o nome e a reputação do próximo, omitindo a verdade, promovendo a mentira e pervertendo a justiça. Quando um indivíduo, por maldade ou inveja, denigre a imagem do próximo, espalhando boataria e disseminando falsas notícias através das redes sociais, sem averiguar a exatidão dos fatos, transgride este mandamento.

Em sexto lugar, respeitando, no coração, tudo o que pertence ao próximo (Ex 20.17). O décimo mandamento da lei de Deus proíbe a cobiça. Este mandamento distingue-se dos nove primeiros. É o único mandamento subjetivo. Todos os demais podem ser aferidos pelos tribunais da terra. Este mandamento, porém, é de foro íntimo. Nenhum tribunal da terra, por mais conspícuo, tem competência para julgar foro íntimo. Pois Deus julga foro íntimo. Só Deus conhece e sonda os corações. Um indivíduo pode ter uma espiritualidade externa irretocável como os fariseus e ainda assim ter um coração podre. Não basta parecer ser piedoso, é preciso sê-lo. Como só Deus conhece e requer a verdade no íntimo, ele exige de nós uma vida sem os laivos da cobiça. Não podemos cobiçar o cônjuge do próximo nem o que existe em sua casa. A piedade com contentamento deve ser a marca daqueles que foram resgatados por Deus e obedecem a Deus. Concluímos, portanto, dizendo que aquele que ama o próximo honra pai e mãe, não mata, não adultera, não furta, não diz falso testemunho nem cobiça o que lhe pertence. O amor é o cumprimento da lei!



Rev. Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

     Versículo do dia   Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. Colossenses 2:3