quinta-feira, 5 de março de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


²² E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres 

Lucas 18:22

Rachel Novaes e Fernandinho - Mil Motivos (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 06/03/2026 - Mais do que espera

Mais do que espera


Um pouco, e não mais me vereis; outra vez um pouco, e ver-me-eis. —João 16:16


Não sei como funciona onde você vive, mas quando preciso de algum reparo em minha casa, as empresas dizem algo como: “O técnico estará aí entre uma e cinco da tarde.” Como não sei quando ele chegará, tudo que posso fazer é esperar.
Jesus disse a Seus seguidores que logo os deixaria e que eles precisariam aguardar Seu retorno “um pouco” (João 16:16). Depois de Sua ressurreição, eles o viram novamente e esperaram que o Senhor estabelecesse Seu reino na terra naquela ocasião. Mas Ele lhes disse: “…Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade” (Atos 1:7). Teriam que esperar ainda mais.
Mas eles teriam que fazer mais do que esperar. Jesus disse a Seus seguidores que eles seriam “…[Suas] testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (v.8). E o Senhor deu a eles o Espírito Santo para capacitá-los nesta tarefa.
Ainda esperamos pelo retorno de Jesus. Enquanto isso, é nosso prazer, no poder do Espírito Santo, contar e mostrar a outros quem Ele é, o que Ele fez por todos nós por meio de Sua morte e ressurreição, e que Ele prometeu voltar.
— Anne Cetas

Leia: Atos 1:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmo 119:1-88;1 Coríntios 7:20-40

Considere: Espere e testemunhe até Jesus voltar.

Cuidado com o vinho, ele pode arruinar sua vida!

 




A palavra de Deus faz solenes advertências sobre o perigo da embriaguez. Sendo o álcool um dos maiores problemas da família brasileira, cumpre-nos entendermos o que a Bíblia diz sobre o assunto. Destacaremos, aqui quatro pontos:

Em primeiro lugar, quando o vinho é uma ameaça (Pv 23.29,30). A bebida alcoólica tem sido o maior ladrão de cérebros do mundo. Está por trás da maioria dos crimes passionais e dos acidentes automotivos. Os cemitérios estão cheios de suas vítimas e as cadeiras lotadas de seus protagonistas. Aqueles que se entregam à bebedeira render-se-ão aos lamentos. Serão provocadores de rixas e intrigas. Passarão a vida bebendo e se queixando dos males que eles mesmos provocaram. Aquele que se demora em beber vinho e busca bebida misturada labora contra si mesmo, cava sua própria cova e pavimenta o caminho de sua própria destruição. O alcoolista não apenas atenta contra sua própria vida, mas, também, transtorna sua própria família. Torna-se motivo de opróbrio para o cônjuge e vergonha para os filhos.

Em segundo lugar, quando a sedução do vinho é um laço (Pv 23.31,32). O vinho é uma bebida apreciada no mundo inteiro desde os tempos mais remotos. Jesus transformou água em vinho numa festa de casamento, inaugurando os seus milagres. Era símbolo da alegria e um importante alimento. Era usado como remédio e não faltava à mesa das pessoas ricas ou pobres. O vinho, porém, tem seus perigos e ameaças. O vinho tem um forte poder de sedução. Tem cheiro e sabor. Resplandece no copo e escoa suavemente. Aqueles que desprezam seu poder de sedução e domínio e perdem a sobriedade, são picados por uma víbora venenosa. A cobra é um animal sutil. Não rosna como um cão bravo nem urra como um leão esfaimado. A cobra espreita. Arma o bote e ataca repentina e implacavelmente. Seu bote é certeiro. Sua mordida é venenosa. Sua picada é mortal. Ninguém se inicia na bebida como um ébrio. Alguns, porém, flertam com a bebida e ficam presos em seus laços. Em vez de terem domínio próprio, são dominados pelo vinho. Tornam-se dependentes e adictos. Não conseguem beber com equilíbrio. Não sabem beber com moderação. São escravos da bebida. São dominados pela sedução do álcool. O resultado dessa escravidão é a dor, o sofrimento e a morte. A mordida dessa cobra e a picada desse basilisco pode ser fatal. Fuja do álcool enquanto é tempo!

Em terceiro lugar, quando os efeitos do vinho são desastrosos (Pv. 23.33). O vinho em excesso provoca alucinação. O álcool tem o poder de tirar a sobriedade. A embriaguez rouba o cérebro do homem, embaralha sua visão, entorpece seu entendimento e diminui seus reflexos. Um homem bêbado vê coisas esquisitas e fala coisas perversas. Seus olhos e sua boca são arrebatados pela loucura. Seus sentidos são alterados. Dentre os muitos efeitos do álcool, o texto em apreço destaca dois. O primeiro deles é que uma pessoa bêbada não consegue ver as coisas como elas são. Sua avaliação da realidade é completamente alterada. Sua percepção das coisas é embotada. Seu discernimento fica manco. Seus reflexos ficam lentos. Sua análise dos fatos completamente deficiente. O segundo efeito do álcool é que o coração do ébrio fala coisas perversas. Uma pessoa bêbada desanda a boca para falar impropérios e blasfêmias. O álcool não é prejudicial apenas a saúde; é letal ao bom nome, é nocivo à honra, é desastroso à família e à sociedade.

Em quarto lugar, quando o bebedor de vinho chega ao fundo do poço (Pv 23.34,35). O beberrão começa sua triste jornada olhando para o copo, sendo atraído pelo brilho do vinho e pela sedução de seu cheiro e termina sua inglória caminhada sendo jogado de um lado para o outro, ao sabor das ondas revoltas do mar da vida. Deitar-se no meio do mar é viver como um náufrago, sem chão, sem terra para pisar, sem casa para voltar. Deitar-se no alto do mastro fala de uma solidão avassaladora, de um isolamento cruel, de um auto-banimento amargo. Quando esse homem se levanta da tormenta e da solidão, seu corpo está cheio de hematomas e feridas. Foi espancado, mas nem sabe quem o agrediu. Ele tornou-se saco de pancada. Cair de porta em porta, perambular de boteco em boteco, chegar em casa com cheiro de álcool, ferido no corpo e na alma nem mais lhe provoca dor. Foi surrado e voltará a ser, porque já perdeu o pudor e a sensibilidade. Quando despertar do torpor do álcool, sabe o que ele fará? Voltará a beber! É um adicto. É um dependente! É um escravo do vício! Foi picado pela cobra venenosa do álcool. A não ser que seja liberto pela força divina, não conseguirá sair por si mesmo dessa masmorra cruel. Cuidado com o vinho!



Pr. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 4 de março de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


¹⁰ Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos  

Efésios 2:10

Adhemar de Campos , Paulo César Baruk - Amigo de Deus (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 05/03/2026 - Pequena ilha

 

Pequena ilha


…não difamem a ninguém; […] sejam […] cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens. —Tito 3:2


Singapura é uma pequena ilha. É tão pequena que dificilmente consegue-se identificá-la no mapa-múndi. (Tente, se você ainda não sabe onde Singapura fica). Por ser densamente habitada, o respeito mútuo é muito importante. Um homem escreveu à sua noiva que estava indo a Singapura pela primeira vez: “O espaço é limitado. Portanto… você precisa sempre ter consciência do espaço ao seu redor. Você deve sempre se afastar para garantir que não está bloqueando alguém. A chave é ser atencioso.”
O apóstolo Paulo escreveu a Tito, um jovem pastor: “Lembra-lhes que […] sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra, não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens” (Tito 3:1,2). Já foi dito: “nossas vidas podem ser a única Bíblia que algumas pessoas leem.” O mundo sabe que os cristãos devem ser diferentes. Se somos briguentos, egoístas e rudes, o que os outros pensarão sobre Cristo e o evangelho que compartilhamos?
Ser atencioso é um bom lema pelo qual viver e é possível ao dependermos do Senhor. E é uma forma de sermos modelos de Cristo e demonstrarmos ao mundo que Jesus salva e transforma vidas.
— Poh Fang Chia


Leia: Tito 3:1-7

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 3-5 1 Timóteo 4

Considere: Seu testemunho é tão forte quanto seu caráter.

NÃO MURMURE, AGRADEÇA!

 



“Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef 5.20)

A vida é uma combinação de alegrias e tristezas, sorrisos e choro, saúde e enfermidade, avanços e recuos. As circunstâncias não podem ditar nossas emoções. As pessoas não devem roubar nossa alegria. As coisas não são o eixo da nossa felicidade. No texto em tela, o apóstolo ensina algumas verdades sublimes:

Em primeiro lugar, dar graças é uma ordenança divina e não uma opção humana. Aqueles que são cheios do Espírito (Ef 5.18) têm no coração gratidão e nos lábios ações de graça. Se a ingratidão é um gesto inadequado para um cristão, as ações de graças são a sua marca. Devemos ser gratos a Deus pelo dom da vida, pelo privilégio de termos uma família, pela bênção de termos amigos, pela honra de fazermos parte da família de Deus. É impossível olhar ao nosso redor e não ver motivos sobejos e eloquentes para alcançarmos aos céus nosso tributo de louvor e nossas efusivas ações de graças.

Em segundo lugar, dar graças é uma atitude que inclui tanto a face sorridente de Deus como suas providências carrancudas. Devemos dar graças por tudo e não apenas pelas coisas boas. É claro que não devemos dar graças a Deus pelo mal moral. Uma esposa não deve agradecer o fato do marido chegar em casa bêbado nem o marido deve agradecer o fato de sua mulher lhe ter traído. Os pais não devem agradecer pelo fato de um filho ter caído no cipoal das drogas nem uma família dar graças por uma riqueza adquirida de forma ilícita. Porém, devemos dar graças pelos dias de sol e também pelos dias de tempestade. Devemos dar graças pela abundância bem como pela escassez. Devemos dar graças pela saúde e também quando a enfermidade chega. Devemos dar graças pelos montes cujos picos beijam as nuvens e também pelos vales mais profundos cobertos de escuridão.

Em terceiro lugar, dar graças é uma atitude constante e não apenas em ocasiões esporádicas. A Escritura nos ensina a dar graças sempre. Isso significa que essa atitude não deva ser esporádica. Devemos cultivar esse santo hábito de agradecer. Mesmo quando nós não entendemos todos os detalhes daquilo que nos atinge, devemos dar graças, pois Deus está no controle e todas as coisas cooperam para o nosso bem. Mesmo que sejamos golpeados pela dor como foi o patriarca Jó, podemos dizer que Deus tudo pode e nenhum dos seus planos pode ser frustrado.

Em quarto lugar, dar graças deve ser um tributo de louvor endereçado ao único Deus vivo, fonte de todo o bem. O apóstolo Paulo é enfático em dizer que devemos dar graças a Deus. Ele é a origem de todas as bênçãos. Dele procede toda boa dádiva. De suas mãos dadivosas emanam todos os tesouros de sua bondade. É do céu que jorra para nós os motivos que nos levam às ações de graças. Não agradecemos a nós mesmos nem aos deuses fabricados pela engenhosidade do enganoso coração humano, mas agradecemos a Deus, nosso criador, provedor, protetor e redentor.

Em quinto lugar, dar graças a Deus deve ser em nome Jesus, o único mediador das bênçãos que nos alcançam. É em nome de Jesus que devemos levantar nossa voz para agradecer. É em nome de Jesus que devemos expressar a Deus nosso preito de louvor. É em nome de Jesus que ousamos entrar na sala do trono, tendo livre acesso à graça, para adorarmos a Deus por quem ele é e darmos graças pelo que ele tem feito em nós, por nós e através de nós.

Hoje, conclamo você a abandonar a murmuração e voltar-se para Deus com o coração repleto de gratidão e com os lábios cheios de louvor!



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 3 de março de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ¹¹ Mas eu vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó 

Mateus 8:11

Trazendo a Arca, Eli Soares - Lembra Senhor (20 Anos)


 

PÃO DIÁRIO - 04/03/2026 - Limpeza interior

 Limpeza interior


Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração… —Salmo 139:23

Até hoje consigo ouvir minha mãe me mandando limpar meu quarto. Em obediência, eu entrava nele para iniciar o processo, mas simplesmente me distraía lendo o gibi que deveria empilhar com os outros. Mas em pouco tempo, a distração era interrompida pelo aviso de minha mãe de que ela chegaria em cinco minutos para inspecionar o aposento. Incapaz de limpá-lo bem naquele espaço de tempo, eu escondia no guarda-roupa tudo o que não sabia que destino dar; arrumava a cama e então aguardava ela entrar — esperando que não olhasse lá dentro.
Isto me lembra do que muitos de nós fazemos com nossas vidas. Limpamos o exterior esperando que ninguém olhe o nosso interior, onde escondemos nossos pecados pela racionalização e justificativas, além de culpar outros por nossas falhas.
O problema é que enquanto parecemos bons exteriormente, permanecemos bem cientes da bagunça interior. O salmista nos encoraja a nos submetermos à inspeção de limpeza de Deus: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:23,24). Vamos convidá-lo a inspecionar e limpar cada canto de nossas vidas.
— Joe Stowell


Leia: Salmo 139:13-24

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 1-2 1 Timóteo 3

Considere: Podemos confessar nossos erros justamente por não poder escondê-los de Deus.

COMO SERÁ O CORPO DA RESSURREIÇÃO?

 



“Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita-se na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória” (1Co 15.42)

 ​Os gregos acreditavam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo. Os filósofos epicureus, por sua vez, acreditavam que a morte tinha a última palavra e punha fim à carreira humana. A igreja de Corinto, influenciada pela cultura grega, estava vivendo uma crise de fé, pensando que os mortos em Cristo não tinham esperança de ressurreição. Para esclarecer esse ponto, Paulo escreveu este robusto capítulo 15, mostrando que a ressurreição de Cristo é um fato incontroverso (15.1-11), uma verdade essencial da fé cristã (15.12-19) e possui uma ordem lógica: Cristo como primícias dos que dormem e os que são de Cristo na sua vinda (15.20-34). Os mortos em Cristo ressuscitarão com um corpo de glória (15.35-49) e esse auspicioso acontecimento dar-se-á na segunda vinda de Cristo (15.50-58).

​Vamos tratar aqui da natureza da ressurreição. Uma pergunta foi feita naquela época e ainda é feita hoje: “Como ressuscitam os mortos? Em que corpo vêm?” (15.35). Para responder a essa pergunta, Paulo usa três figuras: a figura da semente (15.36-38), a figura da carne (15.39) e a figura dos astros (15.40,41). Limitar-nos-emos à figura da semente. O corpo é como uma semente, que ao morrer e ser sepultado, é semeado no ventre da terra, mas ao ressurgir, embora mantenha a mesma identidade, será um corpo totalmente novo. Ao mesmo tempo que há continuidade, há, também, descontinuidade. Vejamos:

​Em primeiro lugar, semeia-se na corrupção, ressuscita-se na incorrupção (15.42). Nosso corpo hoje nasce, cresce, envelhece e morre. O tempo vai esculpindo em nosso corpo rugas indisfarçáveis. Ficamos cansados, doentes, caquéticos. Nosso corpo está sujeito à fraquezas e doenças. É surrado pelas intempéries do tempo e pela ação das enfermidades. Mas, o corpo da ressurreição não terá corrupção, ou seja, jamais ficará cansado, enfermo ou senil. Será um corpo perfeito, sem defeito, com absoluto vigor.

​Em segundo lugar, semeia-se em desonra, ressuscita-se em glória (15.42). Nosso corpo hoje é escravizado por pecados, vícios e mazelas de toda sorte. Sofre o golpe da nossa insensatez e recebe a paga do nosso pecado. Nosso corpo fica desfigurado pela iniquidade, abatido pela doença e sem qualquer beleza ou fulgor por causa do peso dos anos que nos esmaga. Porém, o corpo da ressurreição brilhará como as estrelas no firmamento. Jamais ficará envelhecido ou cansado. Será um corpo semelhante ao corpo da glória do Senhor Jesus (Fp 3.21).

​Em terceiro lugar, semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder (15.43). Nosso corpo tem muitas fraquezas. Temos limitações intransponíveis. À medida que os anos passam, nosso corpo vai ficando débil, enrugado e impotente. Nossos olhos ficam embaçados, nossas mãos descaídas e nossos joelhos trôpegos. Todavia, o corpo da ressurreição será um corpo poderoso. Não terá limitações. Quando Jesus ressuscitou e recebeu um corpo de glória, ele entrava numa casa fechada sem precisar abrir a porta. Ele saía de Jerusalém e aparecia na Galileia sem precisar percorrer essa longa distância. Ele foi assunto aos céus entre nuvens. Assim será o corpo que recebemos na ressurreição, um corpo poderoso!

​Em quarto lugar, semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual (15.44). O nosso corpo foi feito do pó, é pó e voltará ao pó. Nosso corpo é terreno e não pode sobreviver senão nesse ambiente. Porém, o corpo da ressurreição será um corpo espiritual e celestial, completamente governado pelo nosso espírito glorificado. Então, habitaremos os novos céus e a nova terra. Reinaremos com Cristo e o serviremos pelo desdobrar da eternidade. Assim como no corpo terreno trazemos a imagem do primeiro Adão, em nosso corpo espiritual traremos a imagem de Jesus, o segundo Adão, a imagem do celestial. Oh, quão belo, quão perfeito e quão glorioso será o nosso corpo!



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 2 de março de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


²⁸ Porque o reino é do Senhor, e ele domina entre as nações. 

Salmos 22:28



Sarah Beatriz – O Poder do Teu Amor (The Power Of Your Love) - Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 03/03/2026 - Alguém que entende

 

Alguém que entende


…o Senhor esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento… —1 Crônicas 28:9

O marido da minha amiga estava nos últimos estágios de demência. Em seu primeiro contato com a enfermeira que foi encarregada de cuidar dele, ele esticou o braço e a fez parar o que estava fazendo. Disse que queria apresentá-la ao seu melhor amigo — alguém que o amava profundamente.
Como não havia mais ninguém no corredor, a enfermeira pensou que ele estivesse delirando. Mas no fim das contas, meu amigo estava lhe falando de Jesus. Ela ficou profundamente emocionada, mas precisava apressar-se para cuidar de outro paciente. Ao retornar, a escuridão tinha tomado conta novamente e o homem já não estava mais lúcido.
Apesar deste homem ter caído nas profundezas da demência, ele sabia que o Senhor era seu melhor Amigo. Deus habita na insondável profundeza que é nossa alma. Ele pode trespassar a mente mais obscura e nos dar garantia de Seu cuidado gentil e amoroso. Realmente, a escuridão não nos esconderá dele (Salmo 139:12).
Não sabemos o que o futuro reserva para nós ou para aqueles que amamos. Nós também, conforme envelhecemos, podemos cair na escuridão da doença mental, Alzheimer ou demência. Mas mesmo lá, a mão do Senhor nos guiará e Sua destra nos manterá firmes (v.10). Não podemos escapar de Seu amor e cuidado pessoal.
— david h. roper

Leia: Salmo 139:7-12

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 65-66 1 Timóteo 2

Considere: Jesus me ama. Disto eu sei.

NÓS SOMOS UM CORPO, O CORPO DE CRISTO


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“Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” (1Co 12.27).



​O apóstolo Paulo, em sua primeira carta aos coríntios, evoca uma das principais figuras da igreja para ensinar que não devemos lutar uns contra os outros, mas devemos servir uns aos outros. Somos um corpo com diferentes membros e cada membro trabalha para servir ao corpo. Três verdades são destacadas pelo veterano apóstolo:

​Em primeiro lugar, a unidade do corpo (1Co 12.12,13). A igreja é o corpo de Cristo. Só existe uma igreja, um corpo, um rebanho, uma noiva. Todos aqueles que foram predestinados, chamados, justificados e glorificados fazem parte desse corpo. Exatamente quando cremos em Cristo, somos batizados pelo Espírito nesse corpo. Passamos, então, a fazer parte da família de Deus. Tornamo-nos membros da igreja do Deus vivo. Tornamo-nos filhos de Deus e ovelhas do seu pastoreio. Somos introduzidos nesse corpo místico e dele jamais seremos desligados. A igreja visível possui muitas denominações, com várias peculiaridades distintas. Temos diferenças de sistema de governo. Temos formas diferentes de administrar os sacramentos. Temos formas diferentes de interpretarmos determinadas passagens das Escrituras. Mas, se cremos na Trindade. Se cremos que Jesus é o nosso único Salvador e Senhor. Se temos as Escrituras como nossa única regra de fé e prática. Se cremos na salvação pela graça mediante a fé. Se cremos que Jesus voltará em glória para julgar os vivos e os mortos, então, fazemos parte da verdadeira igreja, da única igreja, do corpo de Cristo. Não importa a cor da nossa pele, a nossa condição social ou mesmo a nossa denominação. Se estamos em Cristo, somos um.

​Em segundo lugar, a diversidade dos membros do corpo (1Co 12.14-23). O corpo é um só, mas possui muitos membros. Os membros são diversos, mas todos pertencem ao mesmo corpo. É Deus quem dispôs os membros no corpo como lhe aprouve. Por isso, no corpo não pode existir competição. Não há espaço no corpo para complexo de superioridade. Os olhos não podem dizer às mãos: Não preciso de vocês. Também, no corpo não pode existir complexo de inferioridade. Os pés não podem dizer aos olhos: Por que não sou olho, pé eu não quero ser. Cada membro tem sua função no corpo e deve desempenhá-la para a edificação do corpo. É impensável um membro do corpo atacar outro. Seria evidência de insanidade um membro do corpo deixar de servir a outro membro ou mesmo feri-lo. A diversidade dos membros não é uma negação da unidade corpo, mas uma prova incontestável de sua funcionalidade e beleza.

​Em terceiro lugar, a mutualidade no corpo (1Co 12.24-31). Os membros estão no corpo não para competirem uns com os outros, mas para servirem uns aos outros. Cada um é colocado por Deus para uma atividade peculiar. Deixar de cumprir o seu papel é prejudicar todo o corpo. Nenhum membro do corpo é autossuficiente. Precisamos servir uns aos outros. Precisamos suprir as necessidades uns dos outros. Nenhum crente possui todos os dons espirituais. O que nos falta é suprido por outro membro do corpo e o que falta ao outro membro do corpo, deve ser suprido por nós. Essa mutualidade traz comunhão na igreja na terra e promove a glória de Deus no céu. Esse cuidado recíproco no corpo e esse amor prático na igreja demonstra ao mundo a eficácia do evangelho. O amor, desta forma, é a apologética final, a prova mais eloquente de que somos discípulos de Jesus. Agindo assim, o mundo crerá que Deus enviou Jesus. Então, haverá a salvação dos perdidos, a edificação dos salvos e a glorificação do nome de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes


 

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


¹⁶ Vós tudo perverteis, como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Não me fez; e o vaso  

Isaías 29:16

Samuel Miranda e Isaque Marins - Nenhuma Condenação Há (Ao Vivo) #MKNetwork


 

PÃO DIÁRIO - 01/03/2026 - Perspectiva celestial


Guerra de palavras

A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. —Provérbios 15:1

Em 28 de julho de 1914 o império Austro-Húngaro declarou guerra à Sérvia em resposta ao assassinato do arquiduque Francisco Fernando e sua esposa, a duquesa Sofia. No período de 90 dias, outros países europeus tomaram partido para honrar suas alianças militares e buscar suas próprias ambições. Um único evento culminou na Primeira Guerra Mundial, um dos conflitos militares mais destrutivos da história moderna.
A tragédia da guerra é assombrosa, no entanto, nossos relacionamentos e famílias podem começar a ruir com apenas algumas poucas palavras odiosas. Tiago escreveu: “…Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva!” (Tiago 3:5). Uma chave para evitar o conflito verbal está em Provérbios: “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” (15:1).
Um pequeno comentário pode provocar uma grande discussão. Quando, pela graça de Deus, escolhemos não retaliar com nossas palavras, honramos Jesus, nosso Salvador. Quando Ele foi injuriado e insultado, cumpriu as palavras proféticas de Isaías, “Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca…” (Isaías 53:7).
O livro de Provérbios nos incita a falar a verdade e buscar paz por meio de nossas palavras. “A língua serena é árvore de vida […] e a palavra, a seu tempo, quão boa é!” (15:4,23).
— david c. mccasland

Leia: Provérbios 15:1-23

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 59-61 2 Tessalonicenses 3

Considere: Senhor faça de mim um instrumento de Sua paz. Onde houver ódio, que eu leve amor.

NÃO SOMOS MAIS ESCRAVOS, O REINADO DO PECADO ACABOU!

 




“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões” (Rm 6.12).



​Todo aquele que pratica o pecado é escravo do pecado. O pecado é um rei que governa a vida de todo aquele que ainda não nasceu de novo. O homem não regenerado é um servo desse tirano. O pecado é um rei cruel, que coloca seus súditos debaixo de suas botas sujas. O homem nasce escravo desse carrasco impiedoso. Vive debaixo de sua ditadura implacável. Nenhum escravo pode libertar a si mesmo dessa escravidão.

Deus, porém, por meio de Cristo, nos libertou do poder do pecado (Rm 6.1-5). Onde o pecado abundou, superabundou a graça. Por ser a graça maior do que o nosso pecado, entretanto, ela não é um incentivo ao pecado. Ao contrário, não podemos viver no pecado, nós os que para ele já morremos. Estamos unidos com Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição. Morremos com ele, fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele. Estamos nele. Essa união com Cristo, destronou o pecado em nossa vida. Esse rei tirano perdeu seu poder sobre nós. Agora, somos livres do pecado e não mais escravos dele. O apóstolo Paulo, usa três argumentos para nos levar à essa gloriosa conclusão:

​Em primeiro lugar, nós devemos saber (Rm 6.6-10). O que nós devemos saber? Devemos saber que já foi crucificado com Cristo o nosso velho homem. Fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele para uma nova vida. Portanto, não precisamos mais servir o pecado como escravos. O pecado não é mais nosso patrão. Sua coroa foi tirada. Ele não é mais nosso rei. Não precisamos mais nos ajoelhar a seus pés para obedecer suas ordens. Fomos libertos dessa escravidão. O pecado foi destronado de nossa vida. Outrora, sob a lei, o pecado nos dominava, mas agora, sob a graça, somos livres!

​Em segundo lugar, nós devemos considerar (Rm 6.11). Aquele que morreu com Cristo deve se considerar morto para o pecado. Deve andar com a certidão de óbito no bolso. Um morto não obedece o pecado, o seu antigo rei. Foi liberto do jugo. Assim, devemos nos considerar mortos para esse rei tirano. Seu governo cruel sobre nós acabou. Seu domínio opressor chegou ao fim. Não estamos mais com uma coleira no pescoço. O pecado não manda mais em nós. Agora, devemos nos considerar vivos para Deus. Temos um novo rei. Somos servos da justiça. Fomos libertos da casa do valente, do império das trevas, da tirania do diabo, do reinado do pecado. Estamos sob as ordens de um novo Senhor, aquele que morreu por nós e ressuscitou para nos libertar da escravidão do pecado.

​Em terceiro lugar, nós devemos oferecer (Rm 6.12-14). Quando sabemos que fomos crucificados, sepultados e ressuscitados com Cristo. Quando nos consideramos mortos para o pecado, então, podemos dizer ao pecado: Agora você não reina mais sobre nós. Agora não obedecemos mais às paixões carnais. Agora não oferecemos mais os membros do nosso corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade. Pelo contrário, agora oferecemos a nós mesmos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os nossos membros a Deus como instrumentos de justiça. Não estamos mais debaixo da lei, mas vivemos no reinado da graça. O poder da nova vida não vem mais do nosso inútil esforço, mas sim, de Cristo. Morremos com ele, ressuscitamos com ele. Vivemos nele. Dele nos vem o poder para uma nova vida. Ele é o nosso libertador. Foi ele quem quebrou o poder do pecado em nossa vida. Foi ele quem arrancou a coroa do pecado e destronou-o da nossa vida. Ele é o nosso Rei e o seu reino é o reino da graça. Agora, somos livres, verdadeiramente livres. Nele temos vida, e vida em abundância. Outrora, vivíamos debaixo de amarga escravidão, rendidos ao pecado. Agora, livremente oferecemo-nos a Deus. Outrora, caminhávamos com uma coleira no pescoço, para uma condenação eterna. Agora, cheios de contentamento e gozo, marchamos para o céu!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


⁶ Estejam, pois, atentos os teus ouvidos e os teus olhos abertos, para ouvires a oração do teu servo, que eu hoje faço perante ti, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, que temos cometido contra ti; também eu e a casa de meu pai temos pecado. 

Neemias 1:6

Rachel Novaes e Paulo Cesar Baruk - O Amor de Deus (Logo Eu) - Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 28/02/2026 - Louvor imerecido

 

   

Louvor imerecido

Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento. —Lucas 5:32

Antes mesmo de poder pagar por um forno autolimpante, eu conseguia manter meu forno limpo. Convidados até comentavam sobre ele quando os recebíamos para uma refeição. “Puxa! Seu forno é muito limpo! Parece novo.” Eu aceitava o louvor mesmo sabendo que não merecia. O motivo para meu forno ser limpo não era minha limpeza meticulosa; mas sim o fato de que eu raramente o usava.
Com que frequência, me pergunto, sou culpada de aceitar admiração imerecida por minha vida “limpa”? É fácil passar a impressão de ser virtuosa; simplesmente não faça nada difícil, controverso ou irritante às pessoas. Mas Jesus disse que devemos amar as pessoas que não concordam conosco, que não compartilham de nossos valores, que nem mesmo gostam de nós. O amor exige que nos envolvamos nestas situações complicadas da vida das pessoas. Jesus teve problemas frequentes com líderes religiosos que estavam mais preocupados em manter suas reputações limpas do que com a condição espiritual daqueles por quem supostamente deveriam zelar. Eles consideravam Jesus e Seus discípulos impuros por misturarem-se com pecadores quando estavam simplesmente tentando resgatar pessoas de seus modos de vida destrutivos (Lucas 5:30,31).
Os verdadeiros discípulos de Jesus estão dispostos a arriscar suas reputações para ajudar outros a saírem do lodo do pecado.
— Julie Ackerman Link

Leia: Lucas 5:27-32

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 62-64 1 Timóteo 1

Considere: Cristo nos manda sair para que busquemos outros para perto dele.

PAULO, O VELHO!

 



​O apóstolo Paulo, da primeira prisão de Roma, escreve para Filemon e diz acerca de si mesmo: “Paulo, o velho e, agora, até prisioneiro de Cristo Jesus” (Fm 9). Esse grande bandeirante do Cristianismo, depois de passar três anos na Arábia, ser perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém e esquecido em Tarso, agora é chamado por Deus para a obra missionária. Realiza três viagens e planta igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor.

​Ao viajar para Jerusalém, para levar oferta aos pobres da Judeia é preso e jurado de morte. De Jerusalém é transferido para Cesaréia Marítima, quartel general de Roma em Israel, e passa dois anos detido, sob forte acusação dos judeus, sob a égide dos governadores Félix e Festo. Em virtude da inclinação de Festo para entregá-lo ao sinédrio para granjear apoio político dos judeus e sabendo que o sinédrio tramava sua morte à traição, usando seu direito de cidadão romano, exigiu ser julgado em Roma, diante de César.

​Depois de uma viagem turbulenta e o enfrentamento de terrível naufrágio, Paulo chega em Roma. Chega não como sonhara chegar. Chega algemado, e nessa prisão fica dois anos, período em que vê a igreja sendo despertada pelo seu exemplo. Vê, ainda, toda a guarda pretoriana, os soldados de elite do imperador, sendo evangelizados. Em vez de capitular-se ao desânimo nessa prisão, escreve cartas abençoadoras às igrejas de Éfeso, Filipos e Colossos e ainda uma carta pessoal a Filemon. É nessa epístola a esse homem que hospedava a igreja de Colossos em sua casa, que o veterano apóstolo refere-se a si mesmo como Paulo, o velho.

​A velhice de Paulo não foi um sinal de fraqueza, mas de robusta experiência. Ele não ensarilhou as armas nem tirou do mastro sua bandeira. Ao contrário, lutou ainda com mais denodo pela causa do evangelho. Dessa prisão ele saiu para realizar a quarta viagem missionária. Deixou Timóteo em Éfeso, Tito em Creta, passou por Nicópolis e mui provavelmente foi à Espanha como era seu desejo. Nesse tempo, começa a perseguição romana contra a igreja, sendo os crentes acusados de agentes do incêndio do Roma. Paulo foi preso novamente e dessa prisão saiu para o martírio.

​O velho apóstolo, não deixou herança; apenas cicatrizes. Não ajuntou riquezas na terra, mas acumulou rico tesouro no céu. Não pautou sua vida pela busca de conforto pessoal, mas doou-se, sem reservas, para que o evangelho chegasse a todos os gentios. Mesmo suportando solidão, abandono, traição, privação e ingratidão no final da vida, não fechou as cortinas de sua história com amargura na alma, mas com um cântico de exaltação a Cristo em seus lábios.

​A velhice, conforme a avaliação do grande evangelista Billy Graham, não é para os fracos. Chegar à velhice é um privilégio, mas as rugas nem sempre são um sinal de vitória. Muitos acumulam apenas anos e chegam diante de Deus de mãos vazias, com o coração cheio de remorso pelas oportunidades perdidas. Muitos investem apenas em si mesmos e não fazem qualquer semeadura para abençoar outras pessoas. Outros chegam não com as cicatrizes do sofrimento pelo evangelho, mas com os troféus de palha que conquistaram para a sua própria promoção. A velhice de Paulo não o livrou da prisão, mas suas cãs inspiram ainda hoje multidões a andarem com Deus. Suas cicatrizes custaram-lhe gemidos e lágrimas, mas motivam milhares ainda hoje a dar sua vida por Cristo. Seu legado não matricula os homens na escola do enriquecimento, mas estimula uma vasta multidão a não considerar a vida preciosa para si mesma, mas a completar a carreira que recebeu do Senhor Jesus, para testemunhar o evangelho da graça.

​Que Deus nos ajude a semear na vida com exultação ou mesmo com lágrimas, para que, na velhice, possamos nos apresentar diante de Deus, trazendo em nossas mãos farturosos feixes!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ²¹ Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si  

Isaías 5:21

Anderson Freire e Fernanda Brum - Não é Tarde (Ao Vivo) - DVD Essência


 

PÃO DIÁRIO - 27/02/2026 - Perspectiva celestial

 

Perspectiva celestial


…as [coisas] que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas. —2 Coríntios 4:18


Fanny Crosby perdeu a visão ainda criança. No entanto, surpreendentemente ela se tornou uma das mais conhecidas compositoras de hinos cristãos. Durante sua longa vida, ela escreveu mais de nove mil hinos. Entre eles estão os sempre favoritos como “Que segurança! Sou de Jesus” e “A Deus Demos Glória.”
Algumas pessoas sentiam pena de Fanny. Um pregador bem-intencionado disse-lhe: “Acho uma grande tristeza que o Mestre não lhe tenha dado visão, tendo derramado tantos outros dons sobre você.” Parece difícil acreditar, mas ela respondeu: “Sabia que se no dia do meu nascimento eu pudesse ter feito um pedido, teria pedido para nascer cega? […] Porque quando chegar ao céu, o primeiro rosto com o qual alegrarei o meu olhar será o do meu Salvador.”
Fanny via a vida com uma perspectiva eterna. Os nossos problemas têm uma aparência diferente à luz da eternidade: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” (2 Coríntios 4:17,18).
Todas as nossas tribulações tornam-se opacas quando nos lembramos daquele dia glorioso no qual veremos Jesus!
— Dennis Fisher


Leia: 2 Coríntios 4:16-18 

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 41-42;Mateus 12:1-23

Considere: A maneira como vemos a eternidade afetará o modo como vivemos agora.

VOCÊ É MESMO UM CRISTÃO? COMO SABE DISSO?

 



​O apóstolo João escreveu o evangelho para mostrar como uma pessoa pode ser salva: “Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31). E escreveu sua primeira carta para mostrar que os salvos podem ter certeza da salvação: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1Jo 5.13). Há dois erros que precisam ser evitados: Primeiro, buscar outro meio de salvação, fora de Jesus. Segundo, duvidar que a salvação oferecida por Jesus possa ser perdida. Todo aquele que crê em Jesus pode ter certeza da vida eterna, porém, a falsa segurança, pode ser uma grande tragédia. Por isso, João elenca na primeira epístola três mentiras assaz perigosas:

​Em primeiro lugar, a mentira moral. Um cristão é alguém que nasceu de novo e recebeu um novo coração, uma nova mente, uma nova vida, uma nova família, uma nova pátria. Tudo se fez novo em sua vida e as coisas antigas ficaram para trás. Logo, o apóstolo João afirma: “Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade” (1Jo 1.6). Nessa mesma linha de pensamento ainda escreve o apóstolo: “Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade” (1Jo 2.4). A evidência da salvação é uma vida transformada.

​Em segundo lugar, a mentira doutrinaria. No primeiro século, muitos falsos mestres se infiltraram na igreja, pregando um falso evangelho, produzindo falsos crentes e gerando uma falsa esperança. Não há salvação fora de Cristo. Por isso, o apóstolo João alerta: “Quem é mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai” (1Jo 2.22,23). Muitos hoje professam crer em Cristo, mas não confiam nele plenamente para sua salvação. Professam Cristo, mas também confiam em suas obras. Professam Cristo, mas também recorrem a Maria como intercessora. Professam Cristo, mas também fazem promessas aos “santos”. Professam Cristo, mas também depositam sua confiança na igreja e em seus rituais sagrados. A salvação está em Cristo e nele somente. A vida eterna é oferecida por ele, e por ele somente. Jesus é a porta do céu e o caminho para Deus. Ele é o único Mediador entre Deus e os homens. Só em seu nome há salvação.

​Em terceiro lugar, a mentira social. Aqueles que foram salvos pela graça de Deus, mediante a fé em Cristo Jesus e passam a amar a Deus de toda a sua força e com toda a sua alma, devem também amar a seu irmão. Assim escreve o apóstolo João: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1Jo 4.20). Que tipo de amor deve ser esse? Escreve o veterano apóstolo: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3.16). O apóstolo João registra as palavras do próprio Senhor Jesus, dizendo que o amor aos irmãos é a evidência de sermos seus discípulos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.35).

​É hora de fazermos uma investigação de nossa própria vida para sabermos se de fato fomos salvos. Nossa confiança está em Cristo? Andamos na luz? Amamos os nossos irmãos? Que cada um, examinando seu coração, dê essa resposta diante de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


² E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. 

Daniel 12:2

Eyshila - Deus Proverá (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 26/02/2026 - A pequena tenda

 

A pequena tenda


…porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude. —Colossenses 1:19


Durante a campanha histórica do evangelista Billy Graham em Los Angeles, em 1949, a grande tenda que comportava mais de seis mil pessoas ficou superlotada todas as noites por oito semanas. Perto, havia uma tenda menor montada para oração e aconselhamento. Cliff Barrows, amigo de longa data e diretor musical das conferências de Graham, dizia com frequência que o trabalho de verdade acontecia na “pequena tenda”, onde as pessoas se reuniam de joelhos para orar antes e durante cada culto evangelístico. Pearl Goode, moradora de Los Angeles, era incentivadora dessas e de muitas reuniões subsequentes.
Na carta do apóstolo Paulo aos seguidores de Cristo em Colossos, ele lhes garantiu que ele próprio e seus colegas estavam sempre orando pelos colossenses (1:3,9). Ao encerrar, Paulo mencionou Epafras, um fundador da igreja dos colossenses que “…se esforça sobremaneira, continuamente, por vós nas orações, para que vos conserveis perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus” (4:12).
Algumas pessoas recebem a tarefa de grande exposição pregando o evangelho na “grande tenda”. Mas Deus estendeu a todos nós, assim como fez a Epafras e a Pearl Goode, o grande privilégio de ajoelharmo-nos na “pequena tenda” e trazer outros diante do trono de Deus.
— david c. mccasland

Leia: Colossenses 1:1-12; 4:12 

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 39-40;Mateus 11

Considere: A oração não é a preparação para o trabalho; é o trabalho em si. —Oswald Chambers

A IGREJA FORA DOS PORTÕES

 



​Os profetas, Jesus e os apóstolos pregaram nas ruas, nas praças, fora dos portões. Eles percorriam as cidades, as vilas, os campos. Estavam onde o povo estava. A missão deles era principalmente centrífuga, para fora dos portões. Hoje, concentramos nossas atividades no templo. Invertemos a ordem. Em vez de irmos lá fora, onde as pessoas estão, queremos que elas venham a nós, onde nós estamos. Nosso testemunho tornou-se intramuros. Nossa missão tornou-se centrípeta, para dentro.

​Em vez de irmos ao fundo para lançarmos as redes para pescar, estamos pescando no raso. Fazemos uma pesca de aquário. Multiplicamos nossos esforços para fazermos demorados treinamentos, mas não colocamos em prática o que aprendemos. Fazemos congressos e conferências para aumentarmos nosso cabedal teológico, mas esse conhecimento não se traduz em ação missionária. Cruzamos mares e atravessamos fronteiras para adquirirmos o melhor conhecimento, mas guardamos isso para nós mesmos, para o nosso próprio deleite intelectual. Estamos esticando o nosso cérebro, mas atrofiando os nossos músculos. Conhecemos muito e exercitamos pouco. Sabemos muito e realizamos pouco. Reunimo-nos muito para edificarmos a nós mesmos e saímos pouco para repartirmos o que recebemos. Discutimos muito as doutrinas da graça e anunciamos pouco as boas novas do evangelho.

​A discussão é oportuna na defesa do evangelho, mas para alcançarmos os pecadores, precisamos ir além e pregarmos a eles o evangelho. A fé vem pelo ouvir e ouvir o evangelho. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. Muito embora, nossas atividades no templo sejam ricas oportunidades para trazermos pessoas para ouvirem o evangelho, nossa agenda não pode ser limitada apenas à essas atividades. O projeto de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, em todo o mundo. Cada crente deve ser um missionário em sua escola, em seu trabalho, em sua parentela, entre seus amigos. Cada igreja local precisa alcançar com o evangelho o seu bairro, a sua cidade, a sua nação e até mesmo ir além fronteiras. Nossas ações precisam ser deliberadamente focadas na proclamação do evangelho fora dos portões e no discipulado das pessoas alcançadas.

​Se não investirmos nosso tempo na obra, vamos nos distrair com outras coisas periféricas. Se não gastarmos nossa energia no trabalho, vamos gastá-la em embates acirrados, discutindo opiniões e preferências. Crente que não trabalha, dá trabalho. Igreja que não evangeliza, precisa ser evangelizada. A igreja é uma agência missionária ou um campo missionário. Muitas igrejas hoje capitularam-se ao comodismo. Fazem um trabalho apenas de manutenção. Estão estagnadas. Não crescem nem têm propósito de crescer. Preferem criar desculpas teológicas para justificar sua covarde omissão. Há denominações históricas na Europa e na América que estão perdendo cerca de dez por cento de sua membresia a cada ano. Há igrejas que já abandonaram o genuíno evangelho e perderam a mensagem. Há igrejas que já perderam o fervor e não proclamam mais, no poder do Espírito, a mensagem da graça. Há igrejas que, embora tenham uma sólida firmeza doutrinária, possuem um pífio desempenho missionário. Oh, que Deus desperte nessa geração uma igreja fiel e relevante, uma igreja que ora com fervor e evangeliza com entusiasmo, uma igreja que edifica os salvos e busca os perdidos. Oh, que Deus derrame sobre nós o poder do seu Espírito! Oh, que Deus revista sua igreja de poder para viver e para pregar! Oh, que Deus traga sobre nós paixão pelas almas e nos tire do comodismo das quatro paredes e nos leve para fora dos portões!



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 Quem prepara aos corvos o seu alimento, quando os seus filhotes gritam a Deus e andam vagueando, por não terem o que comer?

Guarda O Meu Coração - Delino Marçal


 

PÃO DIÁRIO - 25/02/2026 - Alimento na despensa

 

Alimento na despensa


…não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo… —Mateus 6:25


Minha amiga Márcia, diretora da Escola Cristã de Surdos da Jamaica, recentemente ilustrou uma maneira importante de olhar para as circunstâncias. Em um artigo ao qual chamou “Um começo abençoado”, ela ressaltou que pela primeira vez em sete anos a escola havia começado o novo ano com um saldo positivo. E qual era esse saldo positivo? Mil dólares no banco? Não. Suprimentos escolares suficientes para um ano? Não. Era simplesmente isto: o suprimento do alimento suficiente para um mês no armário.
Quando você está encarregado de alimentar 30 crianças famintas com um orçamento quase inexistente, isso é grande coisa! Ela incluiu no artigo o versículo do livro de 1 Crônicas: “Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre” (16:34).
Ano após ano, Márcia confia que Deus proverá as necessidades das crianças e da equipe de sua escola. Ela nunca tem de sobra — seja água, alimento ou material escolar. No entanto, ela está sempre grata pelo que Deus manda e é fiel crendo que Ele continuará a suprir.
No início de um novo ano, temos fé na provisão de Deus? Agir de tal forma é acreditar na palavra de nosso Salvador quando Ele disse: “…não andeis ansiosos pela vossa vida […] não vos inquieteis com o dia de amanhã…” (Mateus 6:25,34).
— Dave Branon

Leia: Mateus 6:25-34 

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 36-38;Mateus 10:21-42

Considere: A preocupação não esvazia o amanhã de sua tristeza; esvazia o hoje de sua força. —Corrie ten Boom

UMA PODEROSA MUDANÇA NA VIDA

 



O evangelista Lucas registra o importante episódio dos dois discípulos de Emaús, que caminham desassistidos de esperança, mergulhados nas sombras de expectativas frustradas, até que reconhecem o Cristo ressurreto, caminhando com eles, ensinando a eles, e tendo comunhão com Deus. Uma mudança profunda foi efetuada na vida deles. Que mudanças foram essas?

Em primeiro lugar, olhos abertos pela exposição das Escrituras (Lc 24.26,27,31). Jesus revelou-se pelas Escrituras. Ele já havia ensinado: “Examinai as Escrituras, porque são elas que testificam de mim” (Jo 5.39). Quando reconhecemos em nosso caminho que Jesus está vivo, não há mais espaço para a preocupação ( Lc24.17), tristeza (Lc 24.17), desesperança (Lc 24.21) e incredulidade (Lc 24.25). O Cristo que tinha de padecer devia também entrar na sua glória. Cristo não foi derrotado pelo poder da morte, mas triunfou através dos seus sofrimentos e venceu a morte.

Em segundo lugar, corações ardentes pela comunhão com o Cristo vivo (Lc 24.28,29,32). Quando temos comunhão com Jesus, nosso coração arde e o fogo de Deus nos inflama. Há entusiasmo em nosso coração. O vento do Espírito sopra sobre nós e remove as cinzas do comodismo e reacende as brasas do zelo em nosso coração. Quando o coração arde, acaba a frieza espiritual e o marasmo. Então, estar na Casa de Deus é alegria, orar é necessidade, louvar a Deus é prazer, andar com Jesus é o sentido da vida. Quando o nosso coração arde, nossa vida se torna um graveto seco. Então, o fogo do Espírito arde em nós, nos iluminando, nos purificando, nos aquecendo e alastrando através de nós.

Em terceiro lugar, pés velozes para ir anunciar a ressurreição (Lc 24.33). Quem tem olhos abertos e coração ardente tem pés velozes para falar de Jesus. Os mesmos que fugiram de Jerusalém, agora voltam para Jerusalém. Eles que disseram que já era tarde, não se importam com os perigos da noite. Eles que deixaram o convívio com os outros discípulos, voltam à companhia deles. Eles que conjugavam todos os verbos da esperança no passado, cheios de frustrações, agora têm pressa para testemunhar a gloriosa realidade da ressurreição. O futuro não é mais incerto, mas a garantia de uma eternidade vitoriosa.

Em quarto lugar, lábios abertos para proclamar que Cristo está vivo (Lc 24.34,35). Nem distância nem a noite os impede. Eles voltam para ter comunhão e para proclamar que Jesus está vivo. Eles voltam para dizer que a morte não tem a última palavra. A última palavra é que Jesus venceu a morte. A tristeza não pode mais nos dominar. Caminhamos para o glorioso amanhecer da eternidade e não para a noite fatídica da desesperança. É impossível ter um encontro com o Cristo vivo e ainda permanecer calado e acovardado. O poder da ressurreição abre os nossos lábios para pregação poderosa!

A ressurreição de Jesus abriu os olhos, aqueceu o coração, apressou os pés e abriu os lábios dos discípulos de Emaús. E em você, que tipo de impacto a ressurreição tem provocado? Como você tem caminhado pela vida? Tem você se encontrado com o Cristo ressurreto? O Senhor nos encontra nas angústias da nossa caminhada. O Senhor nos encontra na exposição da palavra de Deus. O Senhor nos encontra no partir do pão. Ele abre nossos olhos, nossa mente, nosso coração e nossos lábios.




Rev. Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

     Versículo do dia ²² E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres  Luc...