quinta-feira, 30 de abril de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico.

Marcos 2:4

AGORA EU POSSO VER - O Canto das Igrejas, ‪@PaolaCarla‬ ‪@BarukTV‬ (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 01/05/2026 - A visão do céu

A visão do céu


No período de um ano, a lucrativa editora de Richard LeMieux faliu. Em pouco tempo, sua riqueza desapareceu e ele entrou em depressão. LeMieux passou a abusar do álcool e sua família o abandonou devido a isso. Na pior fase de sua vida, ele não tinha onde morar, estava arruinado e desamparado. Entretanto, foi durante esta época que ele se voltou a Deus. Mais tarde ele escreveu um livro sobre o que aprendera.
Os israelitas aprenderam algumas lições espirituais valiosas quando Deus lhes permitiu passar pela dificuldade de não ter onde morar, pela incerteza e pelo perigo. Suas dificuldades os deixaram mais humildes (Deuteronômio 8:1-18).
Eles aprenderam que Deus os proveria com o necessário. Quando tiveram fome, Ele lhes deu o maná. Quando tiveram sede, Ele lhes deu água de uma rocha. Deus lhes ensinou que, apesar dos momentos difíceis, Ele poderia lhe abençoar (v.1). Finalmente, os israelitas aprenderam que a adversidade não é um sinal de abandono. Moisés lembrou-lhes de que Deus os havia liderado por 40 anos no deserto (v.2).
Quando nos deparamos com momentos de desespero, podemos procurar lições espirituais dentro de nossas dificuldades — lições que podem nos ajudar a confiar naquele que faz todas as coisas cooperarem para o nosso bem e para a Sua glória (Romanos 8:28).
—JBS


Leia: Deuteronômio 8:1-3,11-16

Examine: …todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus… —Romanos 8:28

Considere: A visão mais clara dos acontecimentos é aquela que vem do céu.

Que tipo de solo é o seu coração?

 

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A parábola do semeador descreve quatro tipos de solos, que apontam para quatro tipos de coração ou quatro diferentes reações à Palavra de Deus. Jesus disse que o semeador saiu a semear e ao semear parte da semente caiu à beira do caminho, outra caiu entre as pedras, outra entre os espinheiros e finalmente, a última parte caiu em solo fértil.

Nos três tipos de solo em que a semente ficou improdutiva, ela enfrentou resistência. Os homens, as aves, as pedras e os espinhos resistiram a semente. Mas, no solo fértil ela produziu a trinta, sessenta e cento por um. Como podemos classificar esses solos?

1. O coração insensível

 – A semente que caiu à beira do caminho foi pisada pelos homens e comida pelas aves. Uma estrada tem um chão duro e batido pelo tropel da multidão que vem, que vai e que passa. Nessa corrida constante daqueles que vêm e que vão, a semente não encontra guarida. Assim, são os corações endurecidos, insensíveis, impenetráveis. Eles não são receptivos à Palavra de Deus. Os corações ficam endurecidos porque se tornam passarela da humanidade, estrada congestionada onde as multidões entram, saem e passam. Desses corações o diabo arrebata a semente e neles a verdade não frutifica.

2. O coração superficial 

– A semente que caiu no meio das pedras descreve um coração raso e superficial. A semente chega a brotar, mas não tem umidade suficiente para crescer e frutificar. Não tem espaço para a planta criar raízes e se alimentar. Há muitos corações que demonstram entusiasmo com a verdade e por um tempo parecem ser pessoas animadas e até efusivas com a fé cristã; mas logo que chegam as provas, e as tribulações aparecem, essas pessoas se escandalizam, tropeçam e secam. O coração superficial não frutifica. Essuperficial não frutifica. Essas pessoas demonstram apenas uma fé emocional e um entusiasmo passageiro, mas logo desanimam e retrocedem.

3. O coração congestionado

 – A semente que caiu no meio do espinheiro nasce, mas não cresce nem frutifica, pois os espinhos crescem juntos e sufocam a planta. Esse solo representa um coração povoado por muitos interesses e cuidados. Jesus disse que os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas concorrem e disputam o mesmo espaço nesse coração que as coisas de Deus. Esse é um coração dividido e distraído com muitas coisas. Trata-se daquela pessoa que quer servir a Deus, mas ao mesmo tempo está apegada ao mundo, é amiga do mundo e conforma-se com as coisas do mundo. Ela tenta servir a Deus e às riquezas e acaba murchando e perecendo.

4. O coração produtivo 

– A semente que caiu no solo fértil nasceu, cresceu, floresceu e frutificou a trinta, sessenta e cento por um. O solo estava preparado e nele não havia concorrentes. A semente encontrou acolhida e espaço para crescer e frutificar. Mesmo em solos férteis a produção pode variar. Uns produzem a trinta, outros a sessenta e outros a cem por um. Devemos ter um coração receptivo à Palavra. Não fomos salvos para sermos um campo estéril. Nós somos a lavoura de Deus. E Deus espera de nós frutos. Ele não se contenta com folhas. Ele não quer apenas propaganda de frutos, ele quer frutos, muitos frutos.

Que tipo de solo tem sido o seu coração? Há alguma coisa atrapalhando sua vida frutificar para Deus? Que Deus nos dê um coração aberto, receptivo, preparado para a boa semente e que nossa vida seja um canteiro fértil a produzir muitos frutos para a glória de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, baixaram o leito em que jazia o paralítico.

Marcos 2:4

Elaine Martins - Reverência (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 30/04/2026 - Os filhos do mundo

 Os filhos do mundo


Depois que um grupo de estudantes do Ensino Médio visitou um orfanato durante uma viagem missionária, um estudante ficou claramente chateado. Quando lhe perguntaram o motivo, ele disse que se lembrou de como era a sua situação dez anos antes.
Este jovem vivera num orfanato em outro país. Ele disse que se recordava de pessoas que o vinham visitar e visitavam seus amigos — assim como estes estudantes fizeram — e depois iam embora. Ocasionalmente, alguém voltava e adotava uma criança. Mas todas as vezes que ele era deixado para trás, pensava: o que há de errado comigo?
Quando os adolescentes visitaram o orfanato — e depois foram embora — aqueles antigos sentimentos voltaram a ele. Por esse motivo os outros no grupo oraram por ele — e agradeceram a Deus porque um dia uma mulher (sua nova mãe) apareceu e o escolheu como seu filho. Foi uma comemoração de um ato de amor que deu esperança a um menino.
Por todo o mundo, há crianças que precisam saber do amor de Deus por elas (Mateus 18:4,5; Marcos 10:13-16; Tiago 1:27). Claramente nem todos podem adotar ou visitar essas crianças — e realmente não é esperado que o façamos. Mas todos podemos fazer uma coisa: amparar. Encorajar. Ensinar. Orar. Quando amamos as crianças do mundo, honramos o nosso Pai, que nos adotou como parte de Sua família (Gálatas 4:4-7).
—JDB

Leia: Tiago 1:22–2:1

Examine: A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações… —Tiago 1:27

Considere: Quanto mais o amor de Cristo cresce em nós, mais ele flui de nós.

Expectador ou trabalhador?

 



A igreja é um corpo e cada membro tem uma função. Todos os membros são importantes e para que o corpo cresça saudável é preciso que cada membro exerça o seu papel. Todos os crentes são capacitados por Deus com dons espirituais. Esses dons são distribuídos pelo Espírito Santo e visam a edificação de todo o corpo. Assim, não existe membro auto-suficiente nem membro desamparado. Não cabe na igreja o complexo de superioridade nem o complexo de inferioridade. O que deve existir na igreja é a mutualidade.

Dados fidedignos revelam que, na igreja, vinte por cento dos membros trabalham e oitenta por cento assistem. Há mais expectadores do que trabalhadores. Poucos são os que entram em campo e muitos são aqueles que da arquibancada aplaudem ou vaiam o desempenho dos trabalhadores. Há aqueles que passam a vida toda se preparando e jamais entram em campo para trabalhar. São como aqueles atletas que vivem se aquecendo, mas jamais entram em campo para jogar. São crentes “promessa” e nunca crentes “realidade”. Uma igreja que não trabalha, dá trabalho.

Uma igreja que não evangeliza precisa ser evangelizada. Uma igreja que não é uma agência missionária precisa ser um campo missionário. A igreja não deve ser uma platéia de expectadores, mas uma equipe de trabalhadores. Quando nos envolvemos no trabalho, empregamos nossas energias fazendo a obra, em vez de criticar os obreiros. Quando saímos da arquibancada para o campo, descobrimos que trabalhar é mais compensador do que apenas assistir. Deus não nos chamou para sermos expectadores, mas trabalhadores em Sua seara.

Muito dessa mentalidade de expectador é ainda um resquício da equivocada teologia do sacerdócio profissional. A Reforma Protestante enfatizou a doutrina do sacerdócio universal dos crentes. Na igreja não existe hierarquia. Todos têm o mesmo acesso a Deus e todos estão habilitados para fazer a obra. A idéia de que uns fazem e os outros pagam, assistem ou criticam não é um conceito bíblico. A igreja precisa ser mais efetiva e eficaz em sua ação e isso só poderá acontecer quando todos os seus membros se envolverem, se engajarem, vestindo a camisa e entrando em campo para trabalhar. Há muita obra a ser feita. Há muitas vidas a alcançar com o evangelho. Há muitos ministérios a serem realizados. Há muitas portas abertas que precisam ser aproveitadas, mas, infelizmente existem ainda muitos dons e talentos enterrados.

Quem é você: um expectador ou um trabalhador? Você está dentro do campo ou na arquibancada? É tempo de mudar! É tempo de se envolver! É tempo de agir! Deus espera isso de você. A igreja precisa de você. Seja um trabalhador e não apenas um expectador.



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 28 de abril de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens,

¹² Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente,

Tito 2:11,12

Midian Lima - Desconheço Outro Senhor (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 29/04/2026 - A luz do cordeiro

 

A luz do cordeiro



Por inúmeras gerações as pessoas têm olhado para o sol e para a lua esperando que iluminem o dia e a noite. Seja iluminando nosso caminho ou provendo o brilho que doa vida para as safras frutíferas e os nutrientes de que nossos corpos precisam, o sol e a lua são parte da maravilhosa provisão divina de luz. O livro de Gênesis afirma que Deus deu: “…dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite…” (Gênesis 1:16).
Mas chegará o dia em que Deus proverá um tipo diferente de iluminação. João escreve sobre a eterna cidade celestial: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada” (Apocalipse 21:23). É muito interessante que a palavra aqui traduzida como “luz” teria sido traduzida mais acuradamente como lâmpada. Cristo em Seu estado glorificado será a lâmpada espiritual que ilumina esse jubiloso novo mundo.
O Senhor Jesus Cristo é “…o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29). Ele também é a fonte de iluminação espiritual que faz daqueles que o seguem “…a luz do mundo…” (Mateus 5:14). Mas na eternidade Ele será a Lâmpada que ilumina nosso caminho (Apocalipse 21:23). Que emoção será um dia viver na luz do Cordeiro!
—HDF

Leia: Apocalipse 21:14-27

Examine: A cidade não precisa nem do sol, nem da lua […] pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada. —Apocalipse 21:23

Considere: Aquele que é a Luz do mundo jamais se apaga.

Porque a palavra não está frutificando?

 



Na parábola do Semeador, Jesus falou sobre quatro tipos de solo: o solo impenetrável, o superficial, o ocupado e o fértil. Os três primeiros não frutificaram. No primeiro a semente não chegou sequer a brotar. Nos dois seguintes: o solo rochoso e o solo tomado pelo espinheiro, a semente brotou, mas não frutificou. Vamos examinar o que aconteceu com a semente que caiu no meio dos espinheiros. Esse é o solo disputado por outras coisas além da semente. É o solo ocupado por outras coisas. Ouçamos o próprio Senhor Jesus: “Outra parte caiu entre os espinheiros; e os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto […]. Os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a Palavra, mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a Palavra, ficando ela infrutífera” (Mc 4.7,18,19).

Vejamos quais as características de um coração ocupado:

1. Um coração ocupado ouve a Palavra, mas dá atenção a outras coisas 
– Marcos diz que a semente caiu entre os espinhos (Mc 4.7) e Lucas diz que os espinhos cresceram com a semente (Lc 8.7). Esses espinhos formavam uma cerca viva fechada, no meio do qual alguns pés de cereal até conseguiam crescer, mas ficavam medíocres e não carregavam a espiga. Esse coração é como um campo de batalha disputado. O espírito do mundo o inunda como uma enxurrada e sufoca a semente da Palavra. Uma multiplicidade de interesses toma o lugar de Deus. Há outras coisas que fascinam sua alma. Esse ouvinte não tem ordem de prioridade correta, pois são muitas as coisas que tratam de tirar a Cristo do lugar principal.

2. Um coração ocupado é sufocado pela concorrência dos cuidados do mundo
 – Esse ouvinte chegou a ouvir a Palavra, mas os cuidados do mundo prevaleceram (Mc 4.18,19). O mundo falou mais alto que o evangelho. As glórias do mundo tornaram-se mais fascinantes que as promessas da graça. A concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida tomaram o lugar de Deus na vida desse ouvinte. Ele pode ser chamado de um crente mundano. Ele quer servir a dois senhores. Ele quer agradar a Deus e ser amigo do mundo.

3. Um coração ocupado é sufocado pela concorrência da fascinação da riqueza 
– Esse ouvinte dá mais valor à terra que ao céu; mais importância aos bens materiais do que a graça de Deus. O dinheiro é o seu deus. A fascinação da riqueza fala mais alto que a voz de Deus. O esforço para conseguir posição social, por meio de posses, segurança material, traz ansiedade tal que sufoca as aspirações por Deus.

4. Um coração ocupado é sufocado pela concorrência de muitas ambições 
– O evangelista Marcos fala de “demais ambições” e Lucas fala dos “deleites da vida”. Esse ouvinte é obcecado pelos prazeres da vida. Ele é um hedonista e não um cristão.

5. Um coração ocupado é infrutífero 
– A semente fica mirrada. Ela nasce, mas não encontra espaço para crescer. Ela chega até a crescer mais não produz fruto. Esse ouvinte desvirtua-se numa coisa aparente, numa casca vazia, numa sombra pálida. É como a igreja de Sardes, tem nome de que vive, mas está morto.



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


Eis aqui, o que tão somente achei: Que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias.

Eclesiastes 7:29

Renascer Praise – Escape (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 28/04/2026 - Estamos seguros

 Estamos seguros



O Depósito de Ouro dos Estados Unidos em Fort Knox, Kentucky é um edifício fortificado que armazena cinco mil toneladas de barras de ouro e outros itens preciosos confiados ao governo federal. Fort Knox é protegida por uma porta de 22 toneladas e recursos como alarmes, câmeras de vídeo, campos minados, arame farpado, cercas elétricas, guardas armados e helicópteros Apache camuflados. Com base no nível de segurança, Fort Knox é considerado um dos lugares mais seguros do mundo.
Por mais segura que Fort Knox seja, há outro lugar mais seguro e cheio de algo que é mais precioso que ouro: o Céu guarda o nosso dom da vida eterna. O apóstolo Pedro encorajou os cristãos a louvar a Deus porque temos uma “esperança viva” — uma expectativa certa que cresce e ganha força conforme aprendemos mais sobre Jesus (1 Pedro 1:3). E nossa esperança é fundamentada no Cristo ressurreto. Seu dom de vida eternal nunca estará em ruína como resultado de forças hostis. Nunca perderá sua glória ou vigor, porque Deus o tem mantido e continuará mantendo-o seguro no céu. Não importa o mal que nos atinja em nossa vida na terra, Deus está guardando as nossas almas. Nossa herança está segura.
Como um cofre dentro de outro cofre, nossa salvação está protegida por Deus e nós estamos seguros.
—MLW


Leia: 1 Pedro 1:3-5

Examine: [Deus] …nos regenerou […] para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros. —1 Pedro 1:3,4

Considere: Uma herança no céu é o lugar mais seguro possível.

Como restaurar o caído

 




O apóstolo Pedro é um símbolo do homem inconstante. Como o pêndulo de um relógio, ele oscilava entre as alturas da fé e as profundezas da covardia. Sempre explosivo, falava sem pensar e agia sem refletir. Era capaz das afirmações mais sublimes acerca de Jesus para depois capitular-se às fraquezas mais vergonhosas. Num momento expressava uma fé robusta e noutro, soçobrava diante da incredulidade. Pedro chegou a ponto de negar seu nome, suas convicções, sua fé e seu Senhor. Ele desceu os degraus da queda, ao julgar-se melhor do que seus condiscípulos, ao seguir a Jesus de longe, ao se inserir no meio daqueles que zombavam do Filho de Deus e ao negar repetidamente e até com impropérios que o conhecia.

Pedro chegou a ponto de desistir de tudo. Desistiu de ser discípulo. A única coisa que sabia fazer era chorar amargamente e alagar o seu leito com suas grossas lágrimas. Mesmo Pedro tendo desistido de si mesmo, Jesus não desistiu de Pedro. Jesus não abdicou do direito de ter Pedro ao seu lado. Por isso, mandou-lhe um recado pessoal (Mc 16.7). Jesus não desiste nunca dos seus. Ele é o pastor que procura a ovelha perdida. Ele vai ao encontro daqueles que caíram para restaurá-los. O que Jesus fez para restaurar Pedro?

Em primeiro lugar, Jesus toma a decisão de procurar Pedro. A ovelha perdida não volta para o aprisco sozinha. Aqueles que tropeçam e caem não se restauram sozinhos de suas quedas vergonhosas. Jesus nos ensina a ir ao encontro dos caídos. Precisamos tomar a iniciativa. Não é a ovelha ferida que procura o pastor, mas o pastor que vai em busca da ovelha perdida. Jesus não apenas nos ensinou essa verdade, ele também a praticou, dando-nos o exemplo.

Em segundo lugar, Jesus toma a decisão de não esmagar Pedro. Talvez o que Pedro mais esperasse fosse uma reprimenda severa de Jesus. Pedro havia prometido ir com Jesus até a morte, mesmo que os outros discípulos o abandonassem. Sua arrogância tornou-se notória. Pensando ser mais forte do que os outros, tornou-se mais fraco. Sua autoestima estava no pó. Ele se sentia o pior dos homens. Jesus, então vem a ele, não para esmagá-lo como uma cana quebrada. Ao contrário, prepara-lhe uma refeição, conversa com ele com discrição e faz-lhe perguntas endereçadas ao coração.

Em terceiro lugar, Jesus toma a decisão de despertar o amor de Pedro. Em vez de confrontar Pedro, fazendo-o lembrar de suas vergonhosas quedas, Jesus toca de forma sensível no âmago do problema, perguntando-lhe: “Tu me amas?”. Quando Pedro caiu, seu eu estava assentado no trono de sua vida. Para Pedro se levantar Jesus precisava estar no trono do seu coração. O amor é o maior dos mandamentos. O amor é o cumprimento da lei. O amor é a prova insofismável de que somos verdadeiros discípulos de Jesus. A condição única exigida a Pedro para voltar-se para Jesus e para reingressar no ministério era demonstrar seu amor a Jesus.

Em quarto lugar, Jesus toma a decisão de curar as memórias de Pedro. Jesus preparou a cena para conversar com Pedro. A queda do apóstolo havia sido ao redor de uma fogueira. Jesus, então, arma na praia a mesma cena. Pedro havia negado Jesus três vezes, em grau ascendente. Pedro negou, jurou e praguejou. Jesus, então, lhe fez três perguntas, também em grau ascendente. Jesus quer não apenas restaurar o coração de Pedro, mas também curar suas memórias amargas. O Senhor se interessa não apenas pelas nossas convicções, mas, também, pelos nossos sentimentos.

Em quinto lugar, Jesus toma a decisão de reingressar Pedro no ministério. Depois de restaurar Pedro, Jesus lhe deu uma ordem clara: Apascenta os meus cordeiros, pastoreia as minhas ovelhas. Jesus restaura não apenas a vida espiritual de Pedro, mas, também, o seu ministério como apóstolo e seu trabalho como pastor do rebanho. A atitude de Jesus em relação a Pedro lança luz sobre a atitude que a igreja deve ter em relação àqueles que caíram e precisam ser restaurados. Que Deus nos dê sabedoria e amor para agirmos de modo semelhante.



Por Rev Hernandes Dias Lopes

domingo, 26 de abril de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


⁷ E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?

⁸ Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura  

Lucas 18:7,8

Eyshila e Jéssica Augusto - Deus Proverá + De Nada Tenho Falta (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 27/04/2026 - Firme como uma rocha

 

Firme como uma rocha


Foi um dia triste em maio de 2003 quando “O velho homem da montanha” partiu-se e despencou da encosta da montanha. O contorno de 12 metros do rosto de um velho homem, entalhado pela natureza nas Montanhas Brancas de New Hampshire, foi por muito tempo uma atração para turistas, uma presença sólida para os residentes e o emblema oficial do estado. Nathaniel Hawthorne escreveu sobre ele em seu conto O grande rosto de pedra.
Alguns residentes próximos ficaram devastados quando O velho homem desmoronou. Uma mulher disse: “Cresci pensando que alguém estava ali zelando por mim. Sinto-me menos protegida agora.”
Há momentos em que a presença de alguém em quem podemos depender desaparece. Algo ou alguém que tinha nossa confiança deixa de existir e nossa vida fica abalada. Talvez seja a perda de um ente querido, de um emprego ou da saúde. A perda nos faz sentir desequilibrados, instáveis. Podemos inclusive pensar que Deus já não está mais nos guardando.
Mas “Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor” (Salmo 34:15). Ele está perto “…dos que têm o coração quebrantado…” (v.18). Ele é a Rocha cuja presença podemos sempre depender (Deuteronômio 32:4).
A presença de Deus é verdadeira. Ele zela por nós continuamente. Ele é firme como uma rocha.
—AMC


Leia: Salmo 34:15-22

Examine: Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. —Salmo 34:15

Considere: A pergunta não é “onde está Deus?”, mas “onde Ele não está?”

O que um crente não deve ser

 



A vida cristã tem aspectos negativos e positivos. É composta do que devemos evitar e do que devemos fazer. Na vida precisamos recuar e também avançar, desprezar o erro e ao mesmo tempo anelar a verdade. O profeta Oséias, usa quatro figuras sugestivas para mostrar o que um crente não deve ser (Os 7.1-16). Vejam essas figuras:

1. O crente não deve ser um forno aceso (Os 7.4) 

– Oséias denuncia a liderança de Israel que vivia uma vida dissoluta, desonesta e entregue à cruel maldade. Eles viviam inflamados pela paixão carnal e ardiam como um forno aceso para cometer toda sorte de devassidão. Eram líderes adúlteros, fanfarrões e mentirosos. Eles tinham pressa para pecar. Eles viviam quentes e tórridos em alta temperatura movidos pela lascívia e pelo desejo de se entregarem a toda sorte de impureza sexual. Vivemos hoje numa sociedade pansexual. Esse é o tempo da idolatração do corpo e da gratificação barata dos desejos. Vivemos numa cultura decadente, onde os princípios morais são tripudiados, a imoralidade aplaudida e os vícios degradantes incentivados. As pessoas vivem abrasadas como um forno acesso. Elas têm pressa  para pecar e caminham céleres para um desastre avassalador.

2. O crente não deve ser um pão encruado (Os 7.8)

– Um pão encruado é aquele que está queimado de um lado e cru do outro. Isso fala de uma vida dupla, de duplicidade no caráter, de ser uma coisa em casa e outra no trabalho; de ter uma conduta em público e outra na vida privada; ter uma aparência piedosa na igreja e uma postura mundana dentro do lar. Israel deixou de ser luz entre as nações e se misturou com elas para assimilar seus pecados. Apagou sua luz e cobriu-se de trevas. Em vez de ser sal que inibe a corrupção tornou-se massa disforme e contaminada pelo fermento da maldade. Há muitos crentes hoje que são mais influenciados pelo mundo do que luzeiros no mundo. São crentes encruados que são amigos do mundo, amam o mundo, se conformam com o mundo e por isso, serão julgados com o mundo. São crentes, mas têm vida dupla. Estão na igreja, mas o mundo está neles. São como um pão que não foi virado.

3. O crente não deve ser uma pomba enganada (Os 7.11) 

– Quando o profeta Oséias afirma que Israel é como uma pomba enganada está falando que lhe falta discernimento espiritual. Israel deixou o Senhor e foi buscar socorro debaixo das asas do Egito e da Assíria. Deixou o Senhor e buscou ajuda naqueles que haveriam de lhe saquear os bens e destruir-lhe a vida. Todas as vezes que damos as mãos ao mundo e fazemos aliança com aqueles que desprezam o Senhor, estamos agindo como uma pomba enganada. A amizade com o mundo é um caminho escorregadio, é uma vereda que leva ao desastre, é uma autopista cujo destino é a escravidão e a morte. Precisamos ter discernimento. Precisamos viver neste presente século de forma justa, sensata e piedosa. Precisamos ser guiados pelas leis do céu e andar em sintonia com Deus e não aliançados com o mundo.

4. O crente não deve ser um arco enganoso (Os 7.16) 

– Oséias denuncia o povo de Israel dizendo que eles em vez de se voltarem para Deus, fugiram dele e caminharam rapidamente para a morte. Eles se tornaram como um arco enganoso que em vez de lançar a flecha contra o inimigo, lançou-a contra si mesmo. Um arco enganoso é uma figura que fala de alguém que age contra si mesmo, fere a si mesmo, atenta contra si mesmo, e se autodestrói. Um arco enganoso é um instrumento defeituoso que não pode ser usado, que se torna inútil e até perigoso. Um crente que se afasta de Deus e faz aliança com o mundo, deixa de ser um vaso de honra e torna-se um instrumento reprovado por Deus para toda boa obra. Deus nos abençoa para sermos bênção, Deus nos salva para sermos vasos de honra. Que a nossa vida não seja um arco enganoso, mas uma arma poderosa nas mãos de Deus, instrumentalizada por Deus para a glória de Deus.


Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 25 de abril de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus.

Lucas 9:62

Nani Azevedo - Bendito Serei (Vídeo Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 26/04/2026 - Santo, Santo, Santo

 

Santo, Santo, Santo


“O tempo voa quando você se diverte.” Este clichê não se baseia em fatos, mas o dia a dia o faz parecer verdade. Quando a vida é prazerosa, o tempo passa muito rápido. Dê-me uma tarefa que aprecio ou uma pessoa de quem amo a companhia, e o tempo parece não importar.
Minha experiência com esta realidade me deu um novo entendimento do cenário descrito no livro de Apocalipse 4. No passado, quando ponderei sobre os quatro seres viventes, assentados ao redor do trono de Deus, que continuamente repetiam as mesmas poucas palavras, pensei: Que existência maçante!
Não penso mais assim. Penso nas cenas que eles testemunharam com seus muitos olhos (v.8). Reflito sobre a visão que eles têm a partir da sua posição ao redor do trono de Deus (v.6). Medito em quão maravilhados eles estão com o envolvimento sábio e amoroso de Deus com terráqueos desobedientes. Em seguida, penso: Poderia existir reação melhor? O que mais há para dizer senão, “Santo, Santo, Santo”? É maçante dizer as mesmas palavras repetidas vezes? Não quando você está na presença de alguém que você ama. Não quando você está fazendo exatamente o que você foi designado para fazer.
Como os quatro seres viventes, fomos planejados para glorificar a Deus. Nossa vida jamais será maçante se convergirmos nossa atenção nele e cumprirmos esse propósito.
—JAL

Leia: Apocalipse 4

Examine: …Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir. —Apocalipse 4:8

Considere: Um coração em sintonia com Deus não pode deixar de entoar louvores a Ele.

Verdade e vida

 



Pôncio Pilatos perguntou a Jesus: “O que é a verdade?” A filosofia debate ainda hoje o significado da verdade. As religiões estão em busca dela. Cada uma prega a sua própria verdade. Para muitos, a verdade é apenas uma escolha pessoal e subjetiva. E numa sociedade pós-moderna, essa verdade tem se tornado, apenas, uma escolha pessoal e relativa. Há aqueles que ainda invertem os valores e chamam mentira de verdade e verdade de mentira. Chamam luz de trevas e trevas de luz. Essa confusão filosófica tem dado à luz uma sociedade confusa, onde reina a cegueira espiritual, a perversão moral e depressão emocional.

É preciso dizer que a verdade absoluta existe. Ela é o oposto da mentira. A verdade pode ser negada, traída, pisada e perseguida, mas jamais sepultada. A verdade é luz e a luz prevalece sobre as trevas. A verdade pode ficar escondida e abafada por um tempo, mas não por todo o tempo. Ninguém pode matar a verdade. Ela sempre prevalecerá!

A verdade é mais do que um conceito, ela é uma Pessoa. Jesus disse: “Eu sou a verdade… e ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Jesus é a verdade filosófica que satisfaz a sua mente, a verdade moral que preenche o seu coração e a verdade espiritual que inunda de gozo a sua alma. Dinheiro, prazer e sucesso não podem preencher o vazio da sua vida, mas Jesus satisfaz! Volte-se para ele, e receba agora mesmo o dom da vida eterna. Seus pecados serão perdoados, suas feridas existenciais serão saradas, e você experimentará uma abundante paz.

O que é a vida? Muitos pensam que viver é ter dinheiro. Há aqueles que vivem, morrem e matam por causa de bens materiais. Outros se casam e divorciam por amor ao dinheiro porque pensam que o sentido da vida está nele. Há aqueles também que pensam que a vida está no prazer. Sorvem todas as taças dos prazeres e se entregam ao sexo livre, às viagens químicas e ao delírio e embalo das emoções mais efusivas à procura de um sentido para a vida. Mas, ao final desse banquete da carne, colhem ainda mais decepções. A consciência é açoitada pelo chicote da culpa. A alma é esmagada pelo rolo compressor da depressão. O sentido e o propósito da vida não estão em coisas, em emoções e experiências arrebatadoras, mas em Jesus. Ele mesmo disse: “Eu sou a vida…” (Jo 14.6). A Bíblia diz “Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho não tem a vida”. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Jesus é a vida. Ele veio para trazer vida em abundância. Somente ele pode oferecer a você a vida eterna.

Verdade e Vida são bênçãos que Jesus oferece a você, agora mesmo. Como você pode receber essas dádivas? Arrependendo-se dos seus pecados e colocando a sua confiança em Cristo! Quer fazer isso, agora? Então, creia no seu coração que Jesus morreu em seu lugar e confesse-o como o Senhor da sua vida!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


Porque assim diz o Senhor aos homens de Judá e a Jerusalém: Preparai para vós o campo de lavoura, e não semeeis entre espinhos.

Jeremias 4:3

Anderson Freire e Banda Giom - Primeira Essência (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 25/04/2026 - Expandindo a imagem

 

Expandindo a imagem



Por três meses tive uma visão privilegiada — ou vista aérea, eu diria — para assistir à incrível obra das mãos de Deus. Quase 30 metros acima do chão, os trabalhadores instalaram uma webcam direcionada ao ninho de uma família de águias de cabeça branca, e telespectadores on-line podiam acompanhar.
Quando os ovos se romperam, mamãe e papai águia foram cuidadosos com sua prole, alternando idas a caçadas em busca de alimento e vigilância do ninho. Mas certo dia, quando as águias ainda pareciam bolas de penugem com bicos, ambos os pais desapareceram. Preocupei-me, achando que algo tivesse acontecido com eles.
Minha preocupação não procedia. O operador da webcam aumentou o ângulo da câmera e lá estava a mamãe águia em um ramo próximo.
Ao ponderar sobre esta imagem “expandida”, pensei em momentos nos quais temi que Deus tivesse me abandonado. A vista do ninho me lembrou de que minha visão é limitada. Vejo apenas uma pequena parte de todo o cenário.
Moisés usou a figura da águia para descrever Deus. Assim como as águias carregam seus pequenos, Deus carrega o Seu povo (Deuteronômio 32:11,12). Apesar do que possa parecer, o Senhor “…não está longe de cada um de nós” (Atos 17:27). Isto é verdade mesmo quando nos sentimos abandonados.
—JAL

Leia: Deuteronômio 32:7-12

Examine: Como a águia desperta a sua ninhada […] assim, só o Senhor o guiou… —Deuteronômio 32:11,12

Considere: Porque o Senhor zela por nós, não precisamos temer os perigos ao nosso redor.

Como vencer as dificuldades e buscar novos desafios

 



A história de Jabez é uma das mais curtas biografias da Bíblia e também uma das mais sugestivas. Ele tornou-se mais ilustre do que seus irmãos, pois embora tenha recebido um nome pejado de estigma, não aceitou passivamente a decretação da derrota em sua vida. Ele sacudiu o jugo da crise e buscou horizontes mais espaçosos na sua caminhada. Estamos atravessando a fronteira de mais um ano. É tempo de nos desvencilharmos das dificuldades do passado, subirmos nos ombros dos gigantes e olharmos para a vida com a visão do farol alto. O que Jabez fez que o tornou mais nobre do que os seus irmãos?

1. Ele rogou a bênção de Deus (1Cr 4.10) 

– Jabez invocou o Deus de Israel, o Deus vivo e não um ídolo morto. Ele foi à fonte certa, com o pedido certo e com a motivação certa. Seu clamor é profundo: “Oh! Tomara que me abençoes!”. Somente através da bênção de Deus podemos sair dos desertos esbraseantes para os prados cheios de verdor; somente através da bênção de Deus podemos curar os traumas do nosso passado para vivermos uma vida livre, abundante e feliz. A bênção de Deus enriquece e com ela não existe desgosto. O nosso Deus é aquele que já tem nos abençoado com toda sorte de bênção em Cristo Jesus nas regiões celestes.

2. Ele pediu a Deus o alargamento de suas fronteiras (1Cr 4.10) 

– Jabez não era um homem acomodado. Ele olhava para frente e queria conquistar mais terreno, queria alargar o espaço da sua tenda, queria ampliar seus horizontes e conquistar novas fronteiras. Não basta desvencilhar-se das amarras do passado, precisamos alçar vôos mais altos em relação ao futuro. Jabez queria mais espaço, influência, trabalho, frutos, e conquistas. Seu coração palpitava por vitórias mais expressivas, por alvos mais arrojados, por sonhos mais altaneiros. De igual forma, precisamos ter sonhos mais ousados na nossa vida pessoal, familiar e espiritual. Há terreno ainda por ser conquistado!

3. Ele suplicou pela presença de Deus (1Cr 4.10) 

– Jabez entende que seus sonhos não podem ser realizados se a mão de Deus não for com ele. Ele não quer apenas coisas, ele quer Deus. Coisas sem Deus não satisfazem a alma. Sem a presença de Deus não podemos caminhar vitoriosamente. Nossa maior necessidade é de Deus. Nossa jornada jamais poderá ser bem sucedida se a mão de Deus não for conosco. Foi a presença de Deus que sustentou, protegeu e guiou o povo de Israel pelo deserto quarenta anos. É a presença de Deus que inunda a igreja de ânimo e força na sua caminhada pelos vales e outeiros da História. Temos a promessa de Jesus: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28.20).

4. Ele clamou pela proteção de Deus (1Cr 4.10) 

– Jabez compreende que a jornada da vida é cheia de perigos. Há caminhos escabrosos, inimigos aleivosos, temores assombrosos. Precisamos da proteção divina. Jabez pede livramento do mal e do maligno. Ele compreende que somente Deus pode nos livrar dos laços e armadilhas do maligno. Jabez sabe que não pode vencer sem a proteção do Altíssimo, por isso clama e roga o livramento não apenas do maligno, mas também da aflição decorrente de sua investida. Não temos força nem armas suficientes em nós mesmos para entrarmos nessa batalha; mas, com a força do Eterno e revestidos com sua armadura podemos triunfar.

O texto de 1Crônicas 4.10 termina dizendo: “E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”. Deus responde as nossas orações. Ele muda a nossa sorte. Ele transforma choro em alegria, vales em mananciais, o cerco do inimigo em porta da esperança. Estamos atravessando os portais de um novo ano. Faça o que Jabez fez. Clame também ao Senhor e você verá que um novo tempo poderá raiar também em sua vida!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


Por isso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade;

Hebreus 12:28

ISAIAS SAAD, DÉBORA BUZAS - RENDIDO ESTOU (AO VIVO)


 

PÃO DIÁRIO - 24/04/2026 - O que queremos?

 

O que queremos?


Minha amiga Maria me disse que nem sempre canta os hinos por completo durante o culto, e afirma: “Não parece honesto cantar ‘Tudo o que desejo é Jesus’ se o meu coração quer muitas outras coisas também.” Valorizo a honestidade dela.
No livro de Salmo 73:25, as palavras de Asafe soam como sendo de um homem profundamente comprometido com Deus e que nada deseja além de Deus: “…Não há outro em quem eu me compraza na terra.” Mas não foi assim que ele começou este salmo. Inicialmente, ele admitiu que queria a prosperidade que outros ao seu redor tinham: “Pois eu invejava os arrogantes…” (v.3). Mas ao aproximar-se de Deus, ele reconheceu que era tolice ter inveja (vv.21,22,28).
Mesmo quando conhecemos Deus, geralmente nos distraímos pela prosperidade de outros. C. S. Lewis escreveu: “Nosso Senhor poderia não considerar nossos desejos fortes demais, mas sim fracos demais […]. Nós nos agradamos muito facilmente” com coisas inferiores a Ele.
O que aprendemos sobre Deus neste salmo pode ajudar quando os nossos desejos tiram nossa atenção do melhor de Deus? Bem, vemos que mesmo sendo tentados a invejar o que outros têm, Ele nos guia continuamente e leva a nossa atenção novamente a Ele. O Senhor “…é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (v.26).
—AMC


Leia: Salmo 73:1-3,21-28

Examine: Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. —Salmo 73:25

Considere: Uma dose diária da sabedoria de Deus pode curar a doença cardíaca chamada inveja

QUANDO OS CÉUS SE FENDEM E DEUS DESCE

 

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“Oh! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes tremessem na tua presença” (Is 64.1).

O profeta Isaías está encerrando a sua carreira profética e anseia por uma manifestação extraordinária da presença de Deus. Não lhe é suficiente saber que Deus é onipresente. Ele quer ver a presença manifesta de Deus. Quero, portanto, aqui destacar três lições:

Em primeiro lugar, a presença manifesta de Deus vem a resposta à oração. Isaías compreende que Deus vem, com sua manifestação esplêndida, em resposta à oração. Sempre foi assim na história. Deus se manifesta com seu poder, fazendo notório o seu nome, em resposta às orações do seu povo. Pela oração conectamos a fraqueza humana à onipotência divina; o altar da terra com o trono do céu. Quando a igreja ora, os céus se movem, o inferno treme e coisas extraordinárias acontecem na terra. Isaías não pede prosperidade nem saúde. Não pede sucesso para seu ministério nem o reconhecimento dos homens. Pede a presença manifesta de Deus. Anseia por uma manifestação poderosa de Deus, a ponto dos montes mais sólidos tremerem em sua presença. Quando Deus se manifesta, aquilo que parece inabalável é sacudido desde seus alicerces. Ninguém pode resistir a presença manifesta de Deus. Ninguém pode duvidar da existência e do poder de Deus quando ele fende os céus.

Em segundo lugar, a presença manifesta de Deus é uma expressão de seu poder irresistível. Quem pode deter o braço do Todo-poderoso Deus quando ele se manifesta? Os pecadores mais duros e insolentes se derretem como cera ao fogo. As nações mais açodadas no pecado reconhecem que ele é Deus e se dobram. Esta verdade insólita é vista nos tempos de avivamento da igreja. Onde quer que Deus fendeu os céus e desceu, homens outrora escravos do pecado foram libertos. Nações mergulhadas nas densas trevas da idolatria são arrancadas desse berço de escuridão para se voltarem para o Senhor. Quando Deus fende os céus, isso se torna tão notório que é impossível negar seu poder e impossível resistir sua graça. Deus pode fazer mais em um dia de avivamento, do que conseguimos fazer em anos de trabalho estribado na força da carne. Oh, como precisamos da manifestação do Todo-poderoso! Muitas nações viram as costas para Deus. Os ímpios escarnecem do seu Cristo. Até mesmo as igrejas, que devem professar seu nome e proclamar sua Palavra, mergulham num sono de condenável apatia. Mais do que o reconhecimento dos homens, precisamos ver os céus rasgados e Deus descendo para manifestar ao mundo o seu poder.

Em terceiro lugar, a presença manifesta de Deus traz glória ao próprio Deus e ânimo à sua igreja. Aqueles que hoje desandam a boca para falar blasfêmias contra Deus, insurgindo-se contra sua graça e desmerecendo seu poder, ficam perplexos diante da manifestação do Onipotente. Quando Deus desceu no Sinai, as rochas maciças tremeram e de fenderam. Quando Deus desceu no Pentecostes, as nações reunidas em Jerusalém, se reuniram atônitas e foram impactadas com o poder da Palavra proclamada no poder do Espírito Santo; e a partir dali, o Evangelho, de forma célere e irresistível, alcançou todo os rincões do mundo. Quando Deus fendeu os céus e desceu na Inglaterra, no século dezoito, a nação foi sacudida pelo poder do Espírito Santo e multidões, outrora mortas em seus delitos e pecados, correram sôfregas para os braços do Salvador. Quando Deus fendeu os céus e desceu nos Estados Unidos, no século dezenove, a igreja soergueu-se das cinzas e missionários saíram para os mais longínquos horizontes do mundo, levando a esperança do Evangelho. Quando Deus fende os céus e desce, o mundo é impactado, a igreja é reavivada e os corações mais endurecidos se derretem, reconhecendo que só o Senhor é Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


Os filhos dos teus servos continuarão, e a sua semente ficará firmada perante ti.

Salmos 102:28

Sarah Beatriz – O Poder do Teu Amor (The Power Of Your Love) - Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 23/04/2026 - Lição da dor de dente

 

Lição da dor de dente


“Quando era criança, eu tinha muita dor de dente,” C. S. Lewis escreveu em seu livro clássico Cristianismo Puro e Simples. Ele continuou: “e sabia que, se me queixasse à minha mãe, ela me daria algo que faria passar a dor naquela noite e me deixaria dormir. Porém, eu não me queixava à minha mãe — ou só o fazia quando a dor se tornava insuportável. […] Sabia que, na manhã seguinte, ela me levaria ao dentista. Eu não podia obter dela o que queria sem obter também outra coisa, que não queria. Queria o alívio imediato da dor; mas, para ter isso, teria de submeter meus dentes ao tratamento completo.”
Do mesmo modo, nós nem sempre podemos querer ir a Deus de pronto quando temos um problema ou lutamos em certa área. Sabemos que Ele poderia prover alívio imediato para nossa dor, mas está mais preocupado em lidar com a raiz do problema. Podemos ter medo de que Ele revele questões com as quais estamos despreparados ou indispostos para lidar.
Em momentos como estes, é útil nos lembrarmos de que o Senhor nos “… trata como filhos…” (Hebreus 12:7). Sua disciplina, ainda que eventualmente dolorosa, é sábia; e Seu toque é amoroso. Ele nos ama demais para nos deixar permanecer como estamos; Ele quer nos moldar à imagem de Seu Filho, Jesus (Romanos 8:29). Podemos confiar nos propósitos de amor de Deus mais do que em qualquer um de nossos medos.
—PFC

Leia: Hebreus 12:3-11

Examine: É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos)… —Hebreus 12:7

Considere: A disciplina de Deus é a disciplina do amor.

OS PILARES DA NOSSA SALVAÇÃO

 

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“Eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo…” (1Pe 1.2).

O apóstolo Pedro endereça sua primeira epístola aos forasteiros da dispersão que estavam enfrentando o fogo ardente do sofrimento. Inobstante às circunstâncias hostis, mostra àqueles crentes, exilados da eternidade, que podiam ter plena segurança de sua salvação, uma vez que a salvação descansa sobre três pilares inabaláveis:

Em primeiro lugar, o pilar da eleição de Deus. Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi ele quem nos escolheu. Não fomos nós que primeiro amamos a Deus, foi ele quem nos amou primeiro. A eleição divina é eterna, em Cristo, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para sermos santos e irrepreensíveis. A eleição divina não é resultado da fé; a fé é consequência da eleição. Não fomos eleitos porque cremos; cremos porque fomos eleitos (At 13.48). A eleição divina não é consequência da santidade, mas a sua causa (Ef 1.4). A eleição divina não é fruto das boas obras, pelo contrário, fomos criados em Cristo para as boas obras (Ef 2.9,10). A eleição divina é irrevogável. Todos aqueles a quem ele escolheu na eternidade, ele chama eficazmente pelo evangelho. Ninguém pode vir a Cristo se o Pai não o trouxer e todo aquele que vem a ele de maneira nenhuma o Senhor o lançará fora (Jo 6.37,44).

Em segundo lugar, o pilar da redenção pelo sangue de Jesus Cristo. A eleição eterna do Pai, passa necessariamente pelo sacrifício substitutivo do Filho. Todo aquele a quem Deus escolhe, o Filho redime com seu sangue: “Aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30). Jesus Cristo foi enfático ao dizer que as suas ovelhas ouvem a sua voz e o seguem. A essas ele dá a vida eterna e ninguém pode arrebatá-las de suas mãos (Jo 10.27,28). Jesus Cristo, com o seu sangue, comprou para Deus todos aqueles a quem ele escolheu na eternidade. Ele morreu para comprar com o seu sangue aqueles que procedem de toda tribo, língua, povo e nação (Ap 5.9). Ele não morreu apenas para possibilitar a salvação dos escolhidos de Deus, mas morreu efetivamente no lugar deles, para redimi-los. Sua morte foi vicária. Ele morreu pelos nossos pecados (1Co 15.3). Ele morreu em nosso lugar e sofreu o castigo que nos traz a paz (Is 53.5). Ele se fez pecado e maldição por nós. Sofreu o golpe da lei que deveríamos sofrer. Ao crermos em seu nome, somos justificados. Por isso, nenhuma condenação há mais para aqueles que estão em Cristo Jesus (Rm 8.1). Quem crê tem a vida eterna; está quites com a lei de Deus e com a justiça divina.

Em terceiro lugar, o pilar da santificação do Espírito. Todo aquele que o Pai escolhe na eternidade, é redimido pelo sangue de Jesus Cristo, seu Filho e também é santificado pelo Espírito Santo. Deus nos salva do pecado e não no pecado. A evidência de que um indivíduo é um eleito de Deus é se ele crê em Cristo e se está sendo santificado pelo Espírito (2Ts 2.13). Fomos eleitos em Cristo, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis (Ef 1.4). Sem santificação ninguém verá o Senhor (Hb 12.14). Nenhuma pessoa pode se considerar salva a menos que tenha confiado em Cristo e esteja sendo transformada de glória em glória na imagem de Cristo, pela obra do Espírito Santo. Longe da doutrina da eleição estimular uma vida descuidada com a santidade, é seu fundamento mais sólido. O mesmo Deus que predestinou os fins, também estabeleceu os meios. O mesmo Deus que nos escolheu para a salvação, por sua graça, antes dos tempos eternos (2Tm 1.9), determinou que fôssemos eleitos para uma vida de santidade e irrepreensibilidade (Ef 1.4). Que ninguém se arvore contra essa verdade solene! Que o nosso coração se renda em gratidão e louvor Àquele que nos amou com amor eterno, nos resgatou com o sangue do seu Filho unigênito e nos santifica pela obra do seu Espírito.



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 21 de abril de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei; mas a gorda e a forte destruirei; apascentá-las-ei com juízo.

Ezequiel 34:16  

Eyshila e Marine Friesen - Me Derramar + Alfa e Ômega (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

Versículo do dia

 

   Versículo do dia


Ao Deus único, sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém.

Judas 1:25

PÃO DIÁRIO - 22/04/2026 - Deus generoso

 

Deus generoso


Quando nossa família morou em Chicago há muitos anos, desfrutamos de muitos benefícios. Próximo ao topo de minha lista estavam os incríveis restaurantes que pareciam tentar superarem-se, não apenas na excelente culinária mas também nos tamanhos das porções. Em uma lanchonete italiana, minha esposa e eu pedíamos meia porção de nosso macarrão favorito e ainda tínhamos o suficiente para levar como jantar para a noite seguinte! As porções generosas nos faziam sentir como se estivéssemos na casa da vovó, que derramava amor por meio da comida.
Também sinto um amor expansivo quando leio que meu Pai celestial liberou sobre nós as riquezas de Sua graça (Efésios 1:7,8) e que Ele é capaz de fazer “…infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos…” (3:20). Sou tão grato pelo fato de que o nosso Deus não é um Deus mesquinho que a contragosto distribui Suas bênçãos em pequenas porções. Antes, Ele é o Deus que derrama perdão ao pródigo (Lucas 15), e diariamente nos coroa “…de graça e misericórdia” (Salmo 103:4).
Há momentos em que pensamos que Deus não nos proveu como gostaríamos. Mas se Ele não fizesse nada mais além de perdoar nossos pecados e nos garantir o céu, já seria abundantemente generoso! Alegremo-nos hoje em nosso generoso Deus.
—JMS

Leia: Efésios 3:14-21

Examine: [Deus] …é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos… —Efésios 3:20

Considere: Louve ao Deus de quem todas as bênçãos fluem!

O ESPÍRITO SANTO, O OUTRO CONSOLADOR

 




“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco” (Jo 14.16).

Só há um Deus vivo e verdadeiro, que subsiste em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. O Espírito Santo agiu nos séculos pretéritos, mas ainda não havia sido dado para estar para sempre com a igreja. Jesus, então, comunica a seus discípulos que ele voltaria para o Pai, mas enviaria o Espírito Santo. O Espírito Santo estaria com os discípulos e nos discípulos para sempre. O próprio Jesus voltaria para os seus discípulos, para habitar neles, por meio do Espírito. Ele prometeu não deixá-los órfãos. Jesus disse que o Espírito Santo é o outro Consolador. Outro da mesma natureza e da mesma essência. Dessa verdade magna aprendemos algumas lições.

Em primeiro lugar, o Espírito Santo é enviado à igreja pelo Deus Pai, a pedido do Deus Filho. Na plenitude dos tempos, o Pai enviou o Filho. Este, sendo o Verbo eterno, pessoal, divino, autoexistente, criador e mantenedor da vida, fez-se carne. Vestiu pele humana. Andou entre nós como um de nós, exceto no pecado. Veio para cumprir o propósito eterno da nossa redenção. Veio para dar sua vida pelas suas ovelhas. Veio para oferecer-se como resgate, para salvar um povo exclusivamente seu, zeloso e de boas obras. Ao morrer e ressuscitar, Jesus voltou para o céu e então, rogou ao Pai para derramar sobre a igreja o Espírito Santo. No Pentecostes, em cumprimento à promessa do Pai e do pedido do Filho, o Espírito Santo veio visivelmente, audivelmente, poderosamente, e veio para ficar.

Em segundo lugar, o Espírito Santo é da mesma essência e substância do Filho. O Espírito Santo é o outro Consolador da mesma natureza do Filho. Ele é Deus coigual, coeterno e consubstancial com o Pai e com o Filho. Ele tem os mesmos atributos e realiza as mesmas obras. Ele veio não apenas para estar conosco, ao nosso lado, mas veio para estar em nós. Ele veio para fazer morada em nós e transformar-nos em santuário de sua habitação. Ele veio para nos convencer de pecado. Veio para guiar-nos a toda a verdade. Veio para revelar-nos Jesus. Veio para nos regenerar, selar, santificar e nos dar dons espirituais. Veio para nos iluminar e nos revestir de poder. Ele veio para transformar-nos de glória em glória à imagem de Jesus. Ele veio não apenas para equipar-nos para a glória, mas sobretudo, para transformar-nos à semelhança do Rei da glória.

Em terceiro lugar, o Espírito Santo veio para ficar para sempre com a igreja. Na antiga dispensação, o Espírito Santo vinha sobre indivíduos, capacitando-os para cumprir uma missão especial e depois se retirava. Porém, depois que Cristo consumou sua obra, rogou ao Pai e então, o Espírito Santo foi enviado para vir e não mais voltar. Veio para ficar para sempre. Assim como o Calvário é único e irrepetível, de igual modo, o Pentecostes é único e irrepetível. O Espírito Santo foi dado para ficar para sempre com a igreja. Ninguém pode ser Cristo sem ter o Espírito Santo. Ninguém pode ser salvo, sem ser batizado pelo Espírito no corpo de Cristo. Ninguém pode ter garantia de vida eterna sem ser selado pelo Espírito Santo. Ninguém pode ser capacitado para fazer a obra de Deus, sem receber os dons do Espírito. Ninguém está preparado para cumprir a grande comissão dada por Cristo sem o revestimento do poder do Espírito Santo. Que possamos andar no Espírito, viver no Espírito, obedecer o Espírito e ouvir a voz do Espírito. Que possamos produzir o fruto do Espírito e sermos cheios do Espírito Santo.



Rev. Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

      Versículo do dia E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o telhado onde estava, e, fazendo um buraco, bai...