quinta-feira, 14 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos,

⁴⁷ E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém.

⁴⁸ E destas coisas sois vós testemunhas.

Lucas 24:46-48

Samuel Messias - Todavia me Alegrarei (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 15/05/2026 - Perfeito para sempre


Perfeito para sempre

…com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. v.14


Quando visitei os EUA, uma marca comercial chamou-me a atenção por ser igual ao meu sobrenome, e fiquei imaginando se seria chinesa ou coreana. Depois soube que não era uma nem outra: era o nome de uma menina. Um fabricante deu o nome de sua filha ao seu produto. Sara Lee, a filha, disse que o pai queria que o produto “fosse perfeito, já que levava o nome da filha”.
A perfeição é um padrão que nenhum de nós jamais pode alcançar. Mas aprendemos na carta aos Hebreus que Jesus, por Seu supremo sacrifício por nossos pecados, “…aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (10:14).
Os contínuos sacrifícios oferecidos pelos sacerdotes desde os tempos de Moisés nunca puderam mudar a natureza pecaminosa de alguém diante de Deus (Hebreus 10:1-4). Mas o sacrifício único de Cristo na cruz — aquele que não conhecia o pecado, morrendo pelos pecadores — nos aperfeiçoou para sempre aos olhos de Deus. O pagamento de Jesus, único e definitivo pelos nossos pecados, foi suficiente. O autor da carta de Hebreus parafraseou o versículo do livro de Jeremias 31:34: “Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados…” (Hebreus 10:17).
Fomos aperfeiçoados para sempre a fim de estarmos diante de Deus, por causa da obra perfeita realizada por Jesus na cruz. Esta é a certeza da nossa salvação.
— Albert Lee


Leia: Hebreus 10:8-18

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 49–50, Mateus 13:31-58


Considere: Deus é o Juiz perfeito e pode declarar perfeitos os culpados.






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Tenha fé e não medo

 



Os discípulos de Jesus estavam atravessando o Mar da Galiléia quando foram surpreendidos por uma grande tempestade. As tempestades da vida são inevitáveis, inesperadas e, muitas vezes, inadiministráveis. Os discípulos tentaram, em vão, superar a força do vento e a fúria do mar. O barco estava se enchendo de água e os discípulos se empanturrando de medo. Nesse momento eles clamaram a Jesus: “Mestre, não te importa que pereçamos?” Jesus, então, repreendeu o vento e o mar e disse para os discípulos: “Por que sois assim tímidos, por que não tendes fé?” Porque os discípulos deveriam ter fé e não medo?

1. Por causa da promessa de Jesus (Mc 4.35) 

– Jesus já havia dito para os discípulos: “Passemos para a outra margem”. A tempestade não surpreendeu Jesus nem pôde  frustrar sua ordem. O destino dos discípulos não era o fundo do mar, mas a outra margem. Quando Jesus promete, ele cumpre; quando ele dá uma ordem, nada pode impedir que sua vontade seja feita. Ele vela pela sua palavra em a cumprir. Não precisamos temer, precisamos confiar. Fé e não medo deve ser o nosso legado.

2. Por causa da presença de Jesus (Mc 4.36) 

– Aquele barco varrido pela fúria do vento no proceloso Mar da Galiléia transportava o Filho de Deus. Não poderia afundar o barco que levava Jesus. Não poderia naufragar o barco que transportava o criador do universo, o sustentador da vida, aquele que controla as leis da própria natureza. O temor dos discípulos era infundado porque Jesus estava com eles. Também temos a  promessa da companhia permanente de Jesus. Ele disse: “Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20). Na jornada da vida enfrentamos mares revoltos, ventos contrários, perigos de toda sorte, mas não precisamos temer, pois Jesus está conosco. Ele não nos prometeu ausência de luta, mas vitória certa. Ele não nos prometeu caminhada fácil, mas companhia permanente.

3. Por causa da paz de Jesus (Mc 4.38)

 – Jesus estava dormindo na popa do barco, na hora da tempestade mais convulsiva. Jesus dormia não porque desconhecia o perigo, mas porque confiava na providência e no cuidado do Pai. Nosso coração se enche de medo na tempestade, porque se esvazia de fé. Ficamos alarmados, porque duvidamos que Deus está no controle quando a tempestade chega. Precisamos aprender a descansar na tempestade, sabendo que, ainda que a situação esteja fora do nosso controle está rigorosamente debaixo do controle de Jesus.

4. Por causa do poder de Jesus (Mc 4.39) 

– Jesus repreendeu o vento e o mar e fez-se grande bonança. O vento e o mar que nos ameaçam estão debaixo do seu poder. O evangelista Marcos nos mostra que Jesus tem todo o poder sobre as leis da natureza (Mc 4.39), sobre os demônios (Mc 5.1-20), sobre a enfermidade (Mc 5.25-34) e sobre a morte (Mc 5.35-43). Mateus nos diz que Jesus tem todo o poder e toda a autoridade no céu e na terra (Mt 28.19). Não precisamos temer porque o Todo-poderoso Deus está conosco. Ele é o nosso refúgio e fortaleza. Fé e não medo deve ser o estandarte da nossa vida. Se olharmos para as circunstâncias ao nosso redor, seremos dominados pelo medo; mas, se olharmos firmemente para Jesus teremos fé para triunfar nas tempestades. Se formos dominados pelo medo, naufragaremos; mas, se prosseguirmos com fé, com os olhos fitos em Jesus, triunfaremos!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:

⁸ Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; porque tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.

Apocalipse 3:7,8

Gisele Nascimento ft. Michelle Douglas e Wilian Nascimento - Terremoto - Acústico 93


 

PÃO DIÁRIO - 14/05/2026 - Esquecendo Deus

 

Esquecendo Deus


…o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz…v.23



Um erudito da Bíblia chamado A. J. Heschel relata uma história da época em que era estudante em Berlim. Embora fosse homem devoto, começou a se preocupar tanto com as artes daquela brilhante cultura que um dia deixou de orar ao entardecer, como era seu infalível costume. Ele admite: “O sol havia se posto, a noite chegara […] e eu havia esquecido de Deus.”
A omissão de Heschel pode parecer algo ínfimo para nós, mas o seu zelo demonstra que ele compreendia a importância de cultivar a sua vida espiritual.
Jesus contou a história de um semeador, uma semente e quatro tipos de solo (Mateus 13:1-9). A terra com os espinhos representa aqueles que permitem que a Palavra de Deus seja sufocada em seus corações pelos cuidados e prazeres de um mundo sedutor (vv.7,22).
Esta é uma possibilidade sedutora para todo aquele que responde de forma irrefletida à Palavra de Deus. O mundo pode nos induzir a esquecer a realidade e a responsabilidade espiritual.
Será que permitimos que as atrações deste mundo nos desviem de ler e meditar na Palavra de Deus? Vamos procurar ser, por meio da oração, como aquele que “…ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um” (v.23).
Hoje, quando o sol se puser, que ninguém diga que nos esquecemos de Deus.
— Vernon C. Grounds


Leia: Mateus 13:1-9,18-23

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 46–48, Mateus 13:1-30

Considere: A oração e a obediência a Deus afofarão o solo de um coração endurecido.





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MAIS PERTO QUERO ESTAR, MEU DEUS DE TI

 



O título deste artigo é o mesmo de um dos hinos clássicos da hinódia cristã, escrito por S. F. Adams. O referido hino tem sido instrumento nas mãos de Deus para consolar enfermos no leito da morte ou mesmo para confortar os enlutados que choram a dor da saudade daqueles que se foram. O hino, porém, não expressa apenas os sentimentos daqueles que estão no limiar da morte, mas sobretudo, trata da mais intensa aspiração da alma que anseia pela intimidade de Deus. Destaco aqui quatro pontos importantes:

Em primeiro lugar, o anseio pela presença de Deus vem daqueles nasceram de novo. Oh, quem nasce de novo, anseia pela intimidade de Deus mais do que uma criança anela o colo de sua mãe. Aspiramos por Deus mais do que os guardas desejam o romper da alva. Desejamos Deus mais do que a corça sôfrega aspira pelas correntes das águas. Nada substitui esse anelo por Deus em nosso coração. Ninguém pode ocupar esse lugar indisputável de Deus em nossa vida. Só ele satisfaz a nossa alma. Só nele encontramos plenitude de alegria. Só dele jorra  delícias perpetuamente.

Em segundo lugar, o anseio pela presença de Deus vem daqueles que se deleitam na oração. Há momentos que a oração se nos apresenta como uma luta espiritual. Há outras horas que a oração é um clamor em favor de outrem. Por meio da oração chegamo-nos a Deus para adorar, para pedir e para agradecer. Porém, o aspecto mais nobre da oração é quando temos saudades de Deus e buscamos a sua face para nos deleitarmos nele. Deus é melhor do que suas bênçãos. Sua presença é melhor do que suas dádivas. Quanto mais fruímos sua presença, mas desejamos conhecê-lo, amá-lo e glorificá-lo. Os prazeres desta vida e as riquezas deste mundo não podem ser comparados com o gozo inefável de usufruir a maior de todas as alegrias, a alegria de conhecer a Deus na intimidade.

Em terceiro lugar, o anseio pela presença de Deus vem daqueles que amam a Palavra de Deus e nela meditam de dia e de noite. Oh, a Palavra de Deus é mui preciosa. Nela encontramos uma fonte inexaurível de sabedoria, graça e poder. Ela é como mel em nossos lábios. Ela é mais desejável do que muito ouro depurado. Por meio dela nascemos, crescemos e somos fortalecidos. Quando estamos abatidos, ela nos vivifica. Quando nosso caminho fica ensombrecido, ela se torna lâmpada para nossos pés. Quando mais a examinamos, mais somos examinados por ela. Quando mais mergulhamos em suas riquezas insondáveis, mais tesouros descobrimos. Ela é uma torrente caudalosa de delícias para nossa alma. Ouvimos a própria voz de Deus quando a lemos. Temos a própria direção de Deus quando a obedecemos. Conhecemos o próprio poder de Deus quando a proclamamos.

Em quarto lugar, o anseio pela presença de Deus vem daqueles que desfrutam da intimidade com Deus por meio do jejum. O jejum é a abstinência do que é bom pela busca do que é melhor. O jejum é quando abrimos mão do que é temporal, para buscarmos o que é eterno. O jejum é quando nos privamos, temporariamente, do pão da terra, para saborearmos o pão do céu. O jejum é saudade de Deus. É pressa para buscarmos a face de Deus e sermos revestidos com o seu poder. É tempo de termos fome de Deus. Se a nossa alma desejar apenas os manjares da terra, perderemos o sabor das iguarias do banquete do céu. Jejuar é ansiar mais pela presença de Deus do que pelo pão que perece. É desejar mais a Deus do que anelar pelo melhor de suas dádivas. Jejuar é não contentar-se apenas com o melhor da terra, por aspirar algo mais sublime, a intimidade de Deus, o melhor do céu. Oh, que nossa alma cante com toda a sua força, como bradou o poeta: “Mais perto quero estar, meu Deus de ti”.



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 12 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir.

Apocalipse 4:8

Rachel Novaes - Em Teus Braços Estou Seguro (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 13/05/2026 - Você e seus bens

 

Você e seus bens

…um rico dificilmente entrará no reino dos céus. v.23



Seis homens armados entraram no depósito de cofres de um banco em Londres e roubaram objetos no valor de aproximadamente quatorze milhões de reais. Uma mulher, cujas joias foram estimadas em um milhão de reais, lamentou: “Tudo o que eu tinha estava lá. Toda a minha vida estava naquele cofre.”
Algumas pessoas assumiram riscos insensatos para agarrarem-se às suas riquezas. Morreram correndo para o interior de casas em chamas ou foram mortas porque resistiram de forma obcecada aos ladrões armados. Aparentemente, achavam que sem os seus bens materiais a vida não teria mais sentido. Outros, quando perdem a riqueza, desesperam-se tanto, que chegam ao ponto de suicidar-se.
O maior perigo em identificar-se demasiadamente com os nossos bens está na área espiritual da vida. Apegar-se de forma nociva às coisas materiais pode impedir uma pessoa não salva a voltar-se para Cristo e dificultar que um cristão viva para Ele. A história do jovem rico ilustra enfaticamente esta verdade. As palavras de Jesus: “…Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mateus 6:24), certamente se aplicam a todos nós.
Conserve um grande abismo entre você e seus bens materiais. Isso o livrará de muitas dores de cabeça. Se você não for cristão, não cometa o erro do jovem rico. Isso lhe custará a sua alma.
— herbert vander lugt


Leia: Mateus 19:16-26

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 43–45, Mateus 12:24-50

Considere: Ser rico em Deus é melhor do que ser rico em bens materiais.




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A mordomia do dinheiro




O dinheiro é mais do que uma moeda, ele é um deus, o deus mais adorado nessa geração. No altar do deus Mamom milhões de pessoas se prostram e se dispõem a viver e morrer por ele, na ilusão de que ele possa lhes fazer feliz.

O dinheiro tem sido motivo de contendas, guerras e conflitos no coração do homem, na família, na sociedade e entre as nações. O dinheiro em si é apenas uma moeda de compra e troca. Porém, o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males e aqueles que querem ficar ricos caem em muitas ciladas e entregam a alma a muitas fadigas e tribulações.

Queremos destacar alguns pontos importantes sobre a mordomia do dinheiro:

1. O dinheiro é um bem necessário para vivermos de forma aprazível – O dinheiro é uma necessidade e com ele podemos fazer coisas maravilhosas: suprir nossas necessidades, desfrutarmos das coisas boas que Deus criou, ajudar o nosso próximo e promover o Reino de Deus. Sem dinheiro não construímos casas, não alimentamos os famintos, não construímos templos, nem sustentamos missionários. Devemos trabalhar para receber um salário digno. Devemos nos esforçar para ganharmos mais, pouparmos mais e investirmos mais em nós, no próximo e no reino de Deus.

2. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males – O problema não é possuir o dinheiro, mas ser possuído por ele. O problema não é o dinheiro, mas o amor a ele. O dinheiro é um bom servo e um péssimo patrão. Devemos usar o dinheiro em vez de sermos usados por ele. A ganância é um pecado horrendo aos olhos de Deus e de conseqüências danosas entre os homens. Pela ganância as pessoas roubam, matam, extorquem e arrebatam o direito dos inocentes. Pela ganância as pessoas sentem inveja e cobiçam o que pertence aos outros. Pela ganância as pessoas se sentem infelizes com o que têm e insatisfeitas pelo que não têm. Quem ama a riqueza faz dela um ídolo, para descobrir que no altar de Mamom não estão as pessoas bem-aventuradas, mas as vítimas de um imenso vazio e os herdeiros de uma terrível angústia.

3. O dinheiro só tem propósito quando o ganhamos honestamente e o usamos para os fins que glorificam a Deus e abençoam o próximo – Deus nos dá prosperidade não para acumularmos egoisticamente nem para vivermos refestelados em nosso conforto às expensas da miséria alheia. Como devemos, então, empregar o dinheiro à luz da Palavra de Deus?

Em primeiro lugar, devemos dar a Deus o que é de Deus. O dízimo é santo ao Senhor. Retê-lo é roubo e atrai maldição. Entregá-lo com fidelidade ao Senhor, porém, traz bênção sem medida. Em resposta à fidelidade do povo, Deus abre as janelas do céu e repreende o devorador.

Em segundo lugar, devemos dar a César o que é de César. Somos cidadãos de dois mundos. Temos responsabilidade diante de Deus e diante dos governantes. Como crentes devemos pagar com fidelidade nossos impostos, entendendo que toda autoridade é ministro de Deus tanto para coibir o mal como para promover o bem.

Em terceiro lugar, devemos cuidar da nossa família. A Bíblia diz que quem não cuida da sua própria casa é pior que o incrédulo. Precisamos investir em nossa família, mas investir com sabedoria, distinguindo entre desejo e necessidade. Podemos usar de forma errada o dinheiro tanto dando aos filhos tudo o que querem ou retendo deles o que eles precisam.

Em quarto lugar, devemos socorrer prioritariamente os domésticos da fé. Devemos fazer o bem a todos os homens, mas especialmente os domésticos da fé. Na família de Deus não há lugar para exploração nem para necessidade. Precisamos trabalhar com diligência e socorrer os necessitados com alegria, compreendendo que mais bemaventurado é dar que receber.

Em quinto lugar, devemos ajudar a todos os homens, inclusive os nossos inimigos. Jesus contou a parábola do Samaritano que socorreu o homem judeu ferido à beira do caminho. Seu tempo, seu animal e seu dinheiro estavam a serviço do próximo, mesmo que esse próximo fosse um inimigo do seu povo. A Bíblia nos ensina a dar de comer e beber até mesmo aos nossos inimigos, pois Deus faz vir sua chuva e o seu sol sobre justos e injustos.

Você tem sido um bom mordomo do dinheiro que Deus lhe tem confiado?



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Não há santo como o Senhor; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus.

1 Samuel 2:2

Min. Sarando a Terra Ferida - Deus do Secreto - Acústico 93


 

PÃO DIÁRIO - 12/05/2026 - Cristo na tempestade

 

Cristo na tempestade



Rembrandt, aos 27 anos, pintou a paisagem marítima de Cristo na tempestade no mar da Galileia, fundamentado na história relatada no livro de Marcos 4. Com seu contraste de luz e sombra característico, a pintura de Rembrandt exibe um pequeno barco prestes a ser destruído numa furiosa tempestade. Enquanto os discípulos lutam contra o vento e as ondas, Jesus está sereno. O aspecto mais notável, no entanto, é a presença de um 13º discípulo no barco, que os especialistas em arte dizem assemelhar-se ao próprio Rembrandt.
O evangelho de Marcos descreve a mais intensa lição dos discípulos sobre quem Jesus é e sobre o que Ele pode fazer. Enquanto todos tentavam freneticamente salvar um barco afundando, Jesus dormia. Será que Ele não se importava com o fato de que todos estavam prestes a morrer? (v.38). Após Jesus ter acalmado a tempestade (v.39), Ele fez a pergunta pungente: “…Por que sois assim tímidos?! Como é que não tendes fé?” (v.40). E eles, ainda mais assustados, exclamaram uns aos outros: “…Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” (v.41).
Poderíamos nos colocar nesta história e descobrir, assim como os discípulos de Jesus o fizeram, que a cada pessoa que confia em Jesus Ele revela a Sua presença, compaixão e controle em qualquer tempestade da vida.
—DCM


Leia: Marcos 4:33-41 

Examine: …Por que sois assim tímidos?! Como é que não tendes fé? —Marcos 4:40

Considere: Deus é o nosso abrigo durante as tempestades da vida.



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A mordomia do talento

 

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Jesus, o mestre incomparável, ensinou por meio de parábolas. Elas são janelas que lançam luz no nosso entendimento e chaves que abrem o cofre da nossa compreensão. Na parábola dos talentos, registrada em Mateus 25.14-30, Jesus nos transmite algumas lições importantíssimas. Atentemos para essas lições, tirando delas lampejos de sabedoria e lições de vida para a nossa caminhada.

1. Os talentos são distribuídos a todos

– Todos nós temos aptidões naturais. Essas aptidões precisam ser cultivadas e desenvolvidas. As aptidões são variadas e distintas. Não recebemos todos as mesmas aptidões nem as recebemos na mesma proporção. Cada um recebe os talentos de acordo com sua capacidade. Isso significa que todos nós temos um trabalho a desempenhar e um propósito na vida. Todos nós temos capacidade de produzir para o nosso sustento e para socorrer aos que estão ao nosso redor. Não somos um membro inativo do corpo nem uma peça descartável da máquina. Fazemos parte dessa engrenagem que faz mover a família, a igreja e a sociedade rumo ao seu propósito estabelecido por Deus.

2. Os talentos são distribuídos na medida da nossa capacidade 

– Jesus conta nessa parábola que um servo recebeu cinco talentos, outro dois e o último um. Os talentos são distintos, em quantidades variadas, porque somos diferentes uns dos outros. No corpo tem muitos membros e cada um exerce sua função de acordo com sua capacidade para o bem de todo o corpo. Assim somos nós, não apenas temos aptidões distintas, mas, também, temos capacidades variadas. Cada um recebeu o quanto podia desenvolver. Cada um recebeu na medida da sua capacidade. Deus nunca vai nos cobrar além do que nos deu. A quem muito é dado, muito é exigido. Cada um deve trabalhar na medida das suas forças e conforme o dom que recebeu.

3. Os talentos são distribuídos para serem cultivados 

– Os talentos não são para serem guardados, mas desenvolvidos. Não podemos enterrar os nossos talentos. Somos mordomos de Deus e devemos cultivar com diligência o que nos foi confiado. Nossa vida não é como uma cacimba de águas paradas, mas como um rio que leva o dom da vida por onde passa. Nossa vida não é como um tesouro escondido, mas como uma fonte de bênção para aqueles que nos cercam. Jesus elogiou, na parábola, os servos que investiram, trabalharam e apresentaram seus talentos em dobro. Mas, há uma palavra severa de repreensão àquele servo que com medo ou preguiça enterrou o seu talento. Esse servo negligente perdeu o seu talento e sua própria vida.

4. Os talentos distribuídos e cultivados são recompensados

 – Jesus conta na parábola que os servos diligentes foram não apenas elogiados, mas recompensados. Eles entraram no gozo do Senhor e tomaram posse de uma riqueza incomparavelmente maior e eterna. Depois do trabalho vem a recompensa. Depois das lágrimas da semeadura, vem a alegria da colheita farturosa. Nossa recompensa não é material, mas espiritual. Nosso tesouro não está aqui, mas no céu. Nossa premiação não é neste mundo, mas no céu, quando ouvirmos daquele que está assentado no trono: “Bom está servo bom e fiel; foste fiel no pouco, agora sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor”.

Como você tem desenvolvido os talentos que Deus lhe deu? Você tem sido diligente? Você tem crescido e ajudado outros a crescerem? Você tem sido melhor hoje do que ontem? Você tem exercido seus dons e talentos para a glória de Deus e a edificação da igreja? Você apresentará a Deus os frutos do seu labor ou chegará diante dele de mãos vazias?



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 10 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e da tua mão, ó rei.

¹⁸ E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste.

Daniel 3:17,18

ISAIAS SAAD & MARSENA - SOBRE AS ÁGUAS


 

PÃO DIÁRIO - 11/05/2026 - Ele mudou minha vida

Ele mudou minha vida



Após a morte em 2011 do pioneiro em computação, Steve Jobs, mais de um milhão de pessoas de todo o mundo postou tributos on-line a ele. O tema comum era como Jobs havia mudado suas vidas. Eles diziam que viviam de modo diferente devido às suas inovações criativas e queriam expressar sua admiração e tristeza. A tela de um tablet tinha a seguinte mensagem em letras grandes: iTriste.
A gratidão alimenta o nosso sentimento, que é exatamente o que o Salmo 107 descreve: “Digam-no os remidos do Senhor, os que ele resgatou da mão do inimigo” (v.2). O tema deste Salmo são pessoas em grandes lutas que foram libertas pelo Senhor. Algumas não tinham teto e passavam necessidades (vv.4,5); algumas haviam se rebelado contra a Palavra de Deus (vv.10,11); outras estavam exaustas de tanto tentar e não conseguir resultados quando clamaram a Deus (vv.26,27). Todas foram resgatadas pelo Senhor. “Rendam graças ao Senhor por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (vv.8,15,21,31).
Quando consideramos a grandiosidade do amor de Deus, Sua misericórdia em enviar Jesus Cristo para morrer por nós e ressuscitar e que Ele nos libertou, não podemos deixar de louvá-lo e desejar falar a outros sobre como Ele transformou nossas vidas!
—DCM


Leira: Salmo 107:1-16 

Examine: Digam-no os remidos do Senhor, os que ele resgatou da mão do inimigo. —Salmo 107:2

Considere: Nossa gratidão a Deus pela salvação nos incentiva em nosso testemunho a outros.




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Mordomia da natureza

 



 As mudanças climáticas afetam bilhões de pessoas em nosso planeta e a convicção prevalecente é que as conseqüências desastrosas desse fenômeno são irremediáveis e já começaram a mostrar seus efeitos catastróficos. O ano de 2006 foi marcado por uma série de recordes sombrios no terreno das alterações climáticas e das catástrofes naturais. A calota gelada do Ártico ficou 60.400 quilômetros quadrados menor, ou seja, uma área equivalente a duas vezes o Estado de Alagoas, virou água e ajudou a elevar o nível dos oceanos. Na China, a pior temporada de ciclones em uma década resultou em 1.000 mortos e 10 bilhões de dólares em prejuízos. Na Austrália, o décimo ano seguido de seca impiedosa agravou o processo de desertificação do solo e desencadeou incêndios florestais com virulência nunca vista. Os exemplos se multiplicam por todo o mundo.


Deus criou o homem à sua imagem e semelhança e o constituiu como mordomo das coisas criadas e delegou a ele a responsabilidade de cuidar da natureza. Dominar e sujeitar são as duas ordens de Deus ao homem quanto à mordomia da natureza (Gn 1.26-28).


Por causa da queda de nossos pais, a terra produziu espinhos e abrolhos, a natureza tornou-se hostil ao homem e a harmonia da criação foi perturbada. Dois extremos são notados a partir daí: Primeiro, o homem passou a venerar a natureza. O panteísmo é uma crença falsa que prega que o mundo é uma emanação de Deus e que por isso, devemos venerar a criação. Estamos assistindo uma explosão desse misticismo antigo e muitos olham para a “mãe terra” como objeto de adoração. Segundo, o homem passou a depredar a natureza. Em nome do progresso, da ganância insaciável, da corrida frenética pelo domínio econômico estamos destruindo o nosso habitat. Despejamos toneladas de dióxido de carbono no ar todos os dias, poluindo o ambiente e provocando doenças broncorespiratórias. Nossos rios estão se transformando em feridas pútridas e nossas praias estão se enchendo de lixo. Estamos destruindo com nossas próprias mãos o nosso próprio berço. Quais são as atitudes que devemos tomar como cristãos?


1. Compreender que Deus nos constitui mordomos da criação – Deus nos deu uma ordem para dominarmos sobre os seres criados e sujeitarmos a terra (Gn 1.26-28). Nossa função é de administração e não de depredação. Devemos cultivar a natureza e não apenas explorá-la. Devemos investir nela e não apenas arrancar dela suas riquezas. A má administração da natureza está custando um preço muito alto para a humanidade. A poluição, a exploração predatória das reservas naturais e o desperdício dos recursos hídricos são hoje os assuntos que estão em pautas como os maiores problemas do nosso século. Como cristãos precisamos entender que o cuidado com a natureza é algo profundamente espiritual.


2. Compreender que o cuidado com a natureza hoje é fundamental para as futuras gerações – Somos filhos de Deus, mordomos da sua criação e precisamos ser responsáveis com nossa administração (Lc 16.1). Não temos o direito de depredar e de destruir o meio em que vivemos. Não podemos pensar egoisticamente, extraindo da natureza tudo o que ela tem para o nosso conforto e arruinar o habitat das próximas gerações.


3. Compreender que a desobediência na área da mordomia da natureza traz conseqüências desastrosas e inevitáveis – Deus criou a natureza e estabeleceu leis que a regem. Violar essas leis é destruir a nossa própria casa. A natureza foi afetada pela queda dos nossos pais e está sujeita à vaidade, cativa da corrupção, gemendo e suportando angústias até agora (Rm 8.20-22). Ela também aguarda o dia da sua redenção (Rm 8.21; Ap 21.1). Algumas vezes, essa natureza castigada pela falta de cuidado dos mordomos, ergue sua voz de protesto e então, ondas gigantescas lambem a terra, soterram cidades e deixam para trás um rastro de destruição e um aviso solene, que não podemos ser mordomos infiéis sem conseqüências graves. Se falharmos em nossa mordomia, seremos as próprias vítimas.




Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 9 de maio de 2026

Feliz Dia das Mães!





Todas as mães são um pedaço de céu na Terra, pois a elas foi transmitido o dom divino de gerar vida. Mas a grandeza de cada mãe não está simplesmente em dar vida, mas na forma como ama essa vida.

Assim, neste dia de homenagem a todas as Mães, eu quero desejar um dia abençoado a todas aquelas que amam incondicionalmente seus filhos!

Este dia é de todas as mães guerreiras que diariamente lutam pela felicidade dos seus filhos. Que se sacrificam em silêncio, que choram sem lágrimas e sorriem com o olhar.

Mas a todas essas mães não pertence apenas este dia, mas delas são todos os dias das nossas vidas. Pois quem tem uma mãe assim sabe dar valor, sente orgulho e presta homenagem diariamente.

Feliz Dia das Mães!



 

Versículo do dia

      Versículo do dia


E há de suceder, ó casa de Judá, e casa de Israel, que, assim como fostes uma maldição entre os gentios, assim vos salvarei, e sereis uma bênção; não temais, esforcem-se as vossas mãos.

Zacarias 8:13

Sou Grato Por Seu Amor | Get Worship (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 10/05/2026 - O coração importa

 

O coração importa



A taxa de batimento cardíaco de nosso coração é de 70-75 batimentos por minuto. Ainda que pesando apenas 310 gramas em média, um coração saudável bombeia 7.570 litros de sangue por 95 quilômetros de vasos sanguíneos todos os dias. Diariamente o coração cria energia suficiente para mover um caminhão por 32 quilômetros. No curso de uma vida, isso equivaleria a ir até a lua e voltar. Um coração saudável pode fazer coisas incríveis. Se nosso coração não funciona bem, todo o nosso corpo para.
O mesmo poderia ser dito de nosso “coração espiritual”. Nas Escrituras, a palavra coração representa o centro de nossas emoções, de nosso pensamento e raciocínio. É o “centro de comando” de nossa vida.
Então quando lemos “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração…” (Provérbios 4:23), vemos o sentido que a afirmação tem. Mas é um conselho difícil de seguir. A vida sempre fará exigências com relação ao nosso tempo e à nossa energia, que clamam por atenção imediata. Por outro lado, investir tempo para ler a Palavra de Deus e para fazer o que ela diz pode não ser um apelo tão forte. Podemos não notar as consequências de negligenciar essa prática, mas com o tempo, pode ocorrer um ataque cardíaco espiritual.
Sou grata por Deus ter nos dado Sua Palavra. Precisamos de Sua ajuda para não negligenciá-la, mas para usá-la para alinhar nossos corações com o coração de Deus todos os dias.
—PFC


Leia: Provérbios 4:20-27 

Examine: Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. —Provérbios 4:23

Considere: Para manter-se espiritualmente em forma, consulte o Grande Médico.





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A mordomia do corpo

 



O nosso corpo é magnífico em todos os aspectos. Ele é mais complexo que qualquer máquina que o homem possa conceber. Nosso corpo não é produto de uma evolução nem mesmo de uma mera adaptação ao meio. Ele foi planejado e criado pela mente infinitamente sábia de Deus. Destacamos alguns pontos importantes sobre o nosso corpo:

1. O nosso corpo foi criado por Deus 

– O nosso corpo foi criado por Deus e reflete a glória de Deus. O Dr. Marshall Nirenberg, prêmio Nobel de Biologia diz que há em nosso corpo 60 trilhões de células vivas e em cada uma delas, há um metro e sessenta centímetros de fita DNA. Se esticarmos a fita DNA do nosso corpo, teremos 102 trilhões de metros, ou seja, 102 bilhões de quilômetros de fita DNA, onde estão gravados e computadorizados todos os nossos dados genéticos, como a cor da nossa pele e o nosso temperamento. O Dr. Lewis diz que poderíamos empacotar na cabeça de um alfinete todos os dados genéticos de todos os mais de 6 bilhões de habitantes do planeta. Obviamente, códigos de vida não se originam do caos nem do acaso. Somos a obra prima de Deus. Ele nos criou e nos formou de forma assombrosamente maravilhosa e nos entreteceu no ventre da nossa mãe.

2. O nosso corpo foi redimido por Deus 

– A redenção não alcançou apenas a nossa alma, mas também o nosso corpo. Não apenas nossa alma será aperfeiçoada para entrar na glória, mas também nosso corpo será glorificado para desfrutar das bemaventuranças eternas. Nosso corpo foi comprado por um alto preço. Ele não nos pertence. Ele é de Deus. Somos mordomos do nosso próprio corpo. Se nós o destruirmos, Deus nos destruirá.

3. O nosso corpo deve glorificar a Deus 

– Nós devemos glorificar a Deus em nosso corpo. Porque fomos remidos e comprados por alto preço, precisamos, agora, glorificar a Deus em nosso corpo. Não temos mais o direito de apresentar os membros do nosso corpo ao pecado. Devemos,agora usar o nosso corpo em santificação e honra. O nosso corpo não é destinado à impureza, mas à santificação. Devemos comer, beber e fazer qualquer outra coisa para a glória de Deus. Nossos olhos devem ser puros. Nossos corações devem ser fontes de vida. Nossos pés devem caminhar por veredas de justiça. Nossos pensamentos devem ser centrados em tudo o que é verdadeiro, puro e louvável.

4. O nosso corpo é habitação de Deus 

– O Deus transcendente que nem os céus dos céus podem contê-lo, deleita-se em habitar plenamente em nosso corpo. Nós fomos feitos a morada do Altíssimo. Deus, o Pai; Deus, o Filho e Deus, o Espírito Santo habita em nós plenamente (Ef 1.20-23; 3.19; 5.18). Nosso corpo é o santo dos santos onde a glória de Deus se manifesta. O apóstolo Paulo diz que somos santuários do Espírito e que Deus habita em nós (1Co 6.19). Assim como o tabernáculo era um símbolo da igreja e a arca um símbolo de Cristo, assim, por onde andarmos, levaremos conosco a gloriosa presença de Cristo, pois ele habita em nós (Cl 1.27).

Duas implicações podem ser depreendidas das verdades acima mencionadas.

Primeiro, devemos cuidar do nosso corpo como mordomos fiéis. O nosso corpo deve ser alimentado e cuidado (Ef 5.29). O cuidado da saúde física e emocional é uma responsabilidade nossa como mordomos de Deus. Devemos equilibrar o trabalho e o descanso (Ex 20.8-11). Devemos deixar para trás a bagagem da ansiedade e da mágoa, se quisermos um corpo saudável, uma mente limpa e uma alma santa.

Segundo, devemos compreender que se formos mordomos infiéis seremos as próprias vítimas. Muitas pessoas destroem o corpo comendo muito, comendo mal ou se intoxicando com drogas mortíferas. Outros, destroem o corpo deixando de fazer faxinas necessárias nos porões da mente, abrigando, assim, ressentimentos que flagelam a alma e adoecem o corpo. Os mordomos infiéis que maltratam o corpo serão suas próprias vítimas e colherão os frutos amargos de sua semeadura insensata. Como você tem tratado o seu corpo? Você tem sido um mordomo fiel nessa administração?


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniquidade, nem contigo habitará o mal.

Salmos 5:4

ISAIAS SAAD, DÉBORA BUZAS - RENDIDO ESTOU (AO VIVO)


 

PÃO DIÁRIO - 09/05/2026 - Um nome apropriado

 

Um nome apropriado



O nome da nação no sudeste da Ásia, a Indonésia, é formado pela combinação de duas palavras gregas que juntas significam “ilha”. Esse nome é apropriado porque a Indonésia é formada por mais de 17.500 ilhas estendidas ao longo de quase 2 mil quilômetros quadrados. Indonésia — um nome adequado para um nação de ilhas.
Na Bíblia, descobrimos que as pessoas frequentemente recebiam nomes — algumas vezes no nascimento, outras vezes mais tarde — que serviam de manifesto sobre elas ou seu caráter. Barnabé, cujo nome significa “filho do encorajamento”, encorajava continuamente aqueles que encontrava. Jacó, cujo nome significa “aquele que trama”, repetidamente manipulou pessoas e situações para seus próprios fins egoístas.
E ninguém nunca recebeu um nome mais adequado do que Jesus. Quando o anjo do Senhor falou com José sobre o Filho de Maria que em breve nasceria, ele lhe disse: “…lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mateus 1:21).
Jesus significa “o Senhor salva” e define tanto quem Jesus é como o motivo da Sua vinda. Ele também foi chamado de Emanuel, que significa “Deus conosco” (1:23). Seu nome revela nossa esperança eterna!
—WEC


Leia: Mateus 1:18-25 

Examine: Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus… —Mateus 1:21

Considere: O nome de Jesus está no centro de nossa fé e esperança.





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Quatro homens e um destino

 



O livro de Gênesis dedica mais de setenta por cento do seu conteúdo para nos dar uma descrição da vida de quatro homens: Abraão, Isaque, Jacó e José. Esses patriarcas tiveram o mesmo destino: foram amados por Deus, salvos por sua graça e usados em sua obra. Queremos destacar alguns pontos:

1. Abraão, um homem chamado, provado e usado com poder 

– Abraão foi tirado de uma cidade idólatra e chamado por Deus para ser o pai da fé e o genitor de uma grande nação. Ele andou com Deus não pelas estradas atapetadas das facilidades, mas pelos caminhos, muitas vezes, íngremes da obediência. Não foi um homem perfeito, pois algumas vezes claudicou e sofreu as conseqüências de ter-se desviado da rota. Porém, sempre se voltou para Deus e por ele foi restaurado, provado e usado poderosamente. Abraão foi desafiado a crer no Deus que vivifica os mortos, fortaleceu-se pela fé e esperou contra a esperança e veio a tornar-se o pai de todos os que crêem. Quando passou pela mais amarga de todas as provas, entregar seu próprio filho, obedeceu sem questionar, crendo que Deus era poderoso para ressuscitar o seu filho. Deus provou Abraão, poupou Isaque e revelou ao mundo através desse patriarca o maior de todos os sacrifícios, a entrega de Jesus na cruz para morrer pelos nossos pecados.

2. Isaque, um homem manso que viu Deus abençoá-lo no meio da crise

 – Isaque foi um jovem crente, que se casou dentro da vontade de Deus, orou por sua mulher vinte anos e foi pai de dois filhos gêmeos. Assim como seu pai, teve também suas fraquezas na área familiar, sofrendo os amargos resultados dessas decisões erradas. Porém, a principal marca de Isaque foi sua mansidão e sua disposição de confiar em Deus. Quando todos estavam olhando para a crise, ele semeou no deserto e prosperou. Quando, por inveja, os inimigos o expulsaram da terra, ele saiu sem brigar pelos seus direitos. Quando, os opositores entupiram os poços que ele abriu no deserto, ele não brigou; ao contrário, foi adiante cavando novos poços sob a bênção de Deus. Porque entregou sua causa ao reto juiz, o próprio Deus reconciliou com ele seus inimigos.

3. Jacó, um homem que custou a se render a Deus

 – Jacó foi escolhido por Deus desde o ventre. Porém, tornou-se adulto sem ter uma experiência real de salvação. Influenciado pela mãe, tomou seus destinos em sua própria mãe, descrendo do plano divino. Mentiu para o pai, traiu o irmão e precisou fugir de casa para poupar sua própria vida. Nessa fuga, Deus se revelou a ele como o Deus de seus pais. Jacó tinha promessas, mas não conversão. Vinte anos se passaram e o dia do seu encontro com Deus chegou no vau de Jaboque. Ali Deus lutou com ele, quebrou sua resistência, transformou sua vida e sua alma foi salva.

4. José, um homem que foi uma bênção para a família e para o mundo 

– José foi um ramo frutífero junto à fonte, um ramo que estendeu seus ramos para além dos muros. Ele foi fiel ao seu pai, ao seu patrão e a Deus. Foi fiel na adversidade e na prosperidade. Preferiu ir para a cadeia a ficar prisioneiro do pecado. Preferiu perdoar e abençoar aos que lhe fizeram mal a ficar remoendo mágoa no coração. Porque ele honrou a Deus, o Senhor o tirou da prisão e o levou para o trono. Alimentado pelos seus sonhos e fortalecido pelo poder de Deus, foi bênção para sua família e para o mundo.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Versículo do dia

E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava.

Marcos 1:35

Min. Sarando a Terra Ferida - Deus do Secreto - Acústico 93 - AO VIVO


 

PÃO DIÁRIO - 08/05/2026 - Abençoado esquecimento


Abençoado esquecimento

Meu escritório fica no andar de baixo de minha casa, mas eu frequentemente vou a vários cômodos do andar de cima para fazer uma coisa ou outra. Infelizmente, quando chego ao andar de cima geralmente esqueço o que estava planejando quando decidi ir lá. O pesquisador Gabriel Radvansky elaborou uma explicação para este fenômeno. Ele propõe que uma porta serve como uma “delimitação de evento”.
Após conduzir três experimentos diferentes, ele teorizou que uma porta, ou um vão de entrada, sinaliza para o cérebro que a informação guardada na memória pode ser desprezada — mas é frustrante quando estou lá tentando lembrar porque fui até o andar de cima. No entanto, o esquecimento pode ser uma bênção. Quando fecho a porta de meu quarto à noite e vou dormir, é uma bênção esquecer as preocupações do dia.
Quando penso no fato de que Jesus se chamou de “a porta” (João 10:7,9), percebo um novo significado para esta metáfora. Quando as ovelhas entram no aprisco, refugiam-se em um local protegido de ladrões e predadores. No caso dos cristãos, o Grande Pastor é a porta entre nós e nossos inimigos. Uma vez que entramos no abrigo para ovelhas, podemos “esquecer” todos os perigos e ameaças. Podemos desfrutar do esquecimento divino e descansar na proteção do Grande Pastor.
—JAL


Leia: João 10:1-10 

Examine: Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo… —João 10:9

Considere: Cristo é a porta que nos mantém protegidos, deixando o perigo para fora.




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Vocação, o farol que ilumina o futuro

 



John Mackay, presidente do Seminário de Princeton, em seu livro O sentido da vida trata desta questão maiúscula e fundamental para a sociedade que é a vocação. Não podemos subestimar esse tema. Ele deve ser discutido no lar, na igreja, na academia e nas mais nobres instituições humanas.

O sentido da vocação é um dos sentidos superiores do homem. É o sentido que o leva a realizar com desinteresse e denodo as maiores empresas. Nos momentos sombrios proporciona-lhe luz, nos transes difíceis incute-lhe novo ânimo.

Vamos destacar alguns princípios que devem orientar a família no trato dessa magna matéria:

1. A vocação é o vetor que rege nossas escolhas


Vivemos numa sociedade embriagada pelo lucro. As pessoas são valorizadas pelo que possuem e não pela dignidade do caráter. O dinheiro e o lucro tornaram-se os vetores das escolhas profissionais. Nessa perspectiva uma pessoa bem sucedida não é aquela que proporciona um maior bem aos outros, mas aquele que ajunta mais tesouros para si. A ganância insaciável é plantada na mente das crianças. Os livros que abrem avenidas para o enriquecimento rápido multiplicam-se nas prateleiras. No mercado global e consumista o lucro é o oxigênio que rega os pulmões da sociedade. Mas, o prazer de fazer o que se é chamado para fazer e a alegria de estar trabalhando numa área aonde a contribuição com a sociedade seja mais importante do que a busca da recompensa financeira precisa ser proclamada aos ouvidos da nação. A riqueza em si não satisfaz, mas o senso do dever cumprido, movido pela alavanca da vocação traz uma alegria indizível.

2. A vocação é a consciência de se estar no lugar certo, fazendo a coisa certa


O problema da vocação é talvez o problema social mais grave e urgente, aquele que constitui o fundamento de todos os outros. O problema social não é apenas uma questão de divisão de riquezas, produtos do trabalho, mas um problema de divisão de vocações, modos de produzir. Um dos mais graves problemas da sociedade contemporânea é que de um lado, há grande quantidade de pessoas sem trabalho ou vocação, e, do outro, quantidade muito maior que não sente vocação para o papel que desempenha. Muitos carecem de convicção vocacional nos cargos que desempenham. São médicos, advogados, legisladores, funcionários públicos, pastores,professores, estudantes e outros profissionais, de quem não se pode dizer senão isto: sabem sê-lo. Cada um tem posição; mas nenhum, vocação. Esses pessam somente nas vantagens que hão de desfrutar e não no bem que podem fazer. Que tragédia quando grande quantidade dos homens de um país procura cargos, em lugar de vocações!

Um indivíduo com senso de vocação tem profundo amor pelo que faz, dedica-se ao que faz e o faz com esmero. Sem vocação não há paixão nem idealismo na profissão. A maior recompensa de um trabalho não é o lucro pessoal auferido, mas a alegria do dever cumprido e a certeza de que se promoveu o bem maior para um número maior de pessoas.

3. Vocação pode ser tanto um pendor quanto um chamado

Em geral, encontra-se a vocação por um destes dois meios: o descobrimento de uma capacidade especial, ou a visão de uma necessidade urgente, diz John Mackay. O pendor natural de uma pessoa para uma área é um sinal claro da vocação. O vocacionado é aquele que tem alegria de fazer o que faz, por isso, tem melhor desempenho no que faz. Seus dotes são demonstrados por ele e reconhecidos pelos outros. Muitas vezes essa descoberta é feita através da leitura de biografias. É na luz dos homens superiores que se deve acender a chama do ideal e perscrutar os horizontes do destino. Enxergamos mais longe quando subimos nos ombros dos gigantes. Inspirar-nos na vida dos heróis é ter a visão do farol alto, é alargar a fronteira dos nossos horizontes. A vocação não raro vem também pelo simples conhecimento de uma grande necessidade. Neemias, ao ser informado sobre a triste condição do povo que regressara da Babilônia, entregue à pobreza e à miséria, deixou seu posto de conforto na cidadela de Susã para ser o restaurador da sua nação. O conhecimento das necessidades à nossa volta nos responsabiliza e muitas vezes pavimenta o nosso caminho rumo ao futuro. A maioria dos grandes benfeitores da humanidade encontrou a vocação achando-se, num momento determinado da vida, face a face com uma situação grave que, imperiosamente, reclamava solução. Quase todas as grandes instituições filantrópicas foram fundadas por homens e mulheres que, como Florence Nightingale, fundadora da Cruz Vermelha, acharam a vocação na tarefa de enfrentar necessidades prementes.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.

Números 6:26

Fael Magalhães e Paola Carla - ESSÊNCIA DE DEUS - Acústico 93 - AO VIVO


 

PÃO DIÁRIO - 07/05/2026 - Cangurus e avestruzes

 

Cangurus e avestruzes



Duas das criaturas nativas da Austrália, cangurus e avestruzes, têm algo em comum — elas raramente se movem para trás. Os cangurus, devido à forma de seu corpo e ao comprimento de sua longa e forte cauda, conseguem saltar em movimentos dianteiros, mas não conseguem transpor o movimento para a direção oposta. Avestruzes conseguem correr rápido com suas longas pernas, mas as juntas em seus joelhos parecem dificultar o movimento para trás. Ambos os animais estão no brasão como símbolo de que a nação deve para sempre mover-se adiante e progredir.
O apóstolo Paulo fez uma abordagem semelhante com relação à vida de fé em sua carta aos filipenses: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:13,14).
Ainda que seja sábio aprender com o passado, não devemos viver nele. Não podemos refazer ou desfazer o passado, mas pela graça de Deus podemos avançar e servi-lo fielmente hoje e no futuro. A vida de fé é uma jornada para frente conforme nos tornamos mais semelhantes a Cristo.
—WEC


Leia: Filipenses 3:12-17 

Examine: …esquecendo-me das coisas que para trás ficam […] prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação… —Filipenses 3:13,14

Considere: Irei a qualquer lugar — desde que seja em frente.



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Versículo do dia

        Versículo do dia E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre o...