quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


E saciarei a alma dos sacerdotes com gordura,  e o meu povo se fartará dos meus bens,  diz o Senhor. 

 Jeremias 31:14

Rebeca Carvalho & Leandro Borges - Você Viverá (Ao Vivo)


 

Pão Diário - 28/08/2026 - Castelo forte

Castelo forte


Você deve conhecer Martinho Lutero como o pai da Reforma e tradutor da Bíblia para alemão. Mas o que poucos lembram é que ele também compôs 37 hinos, sendo o mais popular " Castelo Forte ", também conhecido como Hino de Batalha de Reforma. Existem pelo menos 70 versões diferentes em inglês. A versão mais conhecida em português contém as palavras " Castelo forte é o nosso Deus, escudo e bom refúgio " ( CC 323 ).
O hino de Lutero baseia-se no Salmo 46, que fala sobre o refúgio e proteção que Deus oferece em tempos de aflição ( v.1 ). Perigos como desastres naturais ( vv.2-3 ) são uma realidade sempre presente. O mundo já experimentou grande devastação e destruição causadas por terremotos, maremotos e furações. E Jesus nos avisou de uma futura catástrofe de proporções cósmicas ( Lucas 21:11, 25-26 ; Mateus 24:29-30 ; Apocalipse 16:18-21 ).  Mas não importa o que acontecer, ou o quanto as circunstâncias forem adversas, aquele que fizer de Deus o seu refúgio e fortaeza, estará seguro ( Salmo 46:1-3 ).
Vivemos em um mundo repleto de conflitos ( vv.8-9 ), onde é normal a hostilidade e guerra entre as nações, inúmeras delas travadas nestas últimas décadas. Mas Jesus falou sobre guerras ainda maiores ( Lucas 21:9-10 ; Mateus 24:6-7 ) e a última guerra do mundo, a de Armagedom ( Zacarias 14:2-3 ; Apocalipse 16:12-16 ; 19:11-21 ). O resultado desta batalha apocalíptica será a vitória para o povo de Deus ( Salmo 46:5 ) e paz para o mundo ( v.9 ). Por duas vezes somos assegurados que o " Senhor Todo-Poderoso " está conosco; nosso Deus é nosso refúgio ( vv.7,11 ).
Não importam as circunstâncias, Deus nos chama a " ... [ parar ] de lutar e [ saber ] que Deus [ Ele é ] Deus... " ( v.10 ). Com esperança nele, cantare-mos " Castelo forte é nosso Deus, escudo e bom refúgio ". - K. T. Sim

Leia: Salmo 46
Deus é o nosso refúgio e a nossa força, socorro que não falta em tempos de aflição ( v.1 ).

Examine: O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador. O meu Deus é uma rocha em que me escondo. Ele me protege como um escudo; ele é o meu abrigo, e com ele estou seguro ( Salmo 18:2 ).

Considere: Quais provações e aflições você está enfrentando ? Por que é tão difícil aquietar-se na presença de Deus ?




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Amor e ódio de mãos dadas

 



Amor e ódio são sentimentos antagônicos e irreconciliáveis. Estão sempre em oposição. Não podem caminhar juntos. Abraçar um é repudiar o outro. Porém, num certo aspecto, amor e ódio precisam dar as mãos. Escrevendo sua carta aos romanos, o apóstolo Paulo afirma: “O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem” (Rm 12.9). Aqui, amor e ódio não se excluem mutuamente; completam-se. Não são opositores, mas parceiros!

O amor deve ser o vetor que guia os nossos passos e inspira as nossas motivações. Sem amor, nossa voz é um barulho confuso e nossas obras são pura vaidade. Sem amor, nossas motivações são adoecidas pelo egoísmo e nossas ações são desprovidas de bondade. O amor, entretanto, precisa ser verdadeiro e não hipócrita. O que é um amor hipócrita? É aquele que se apresenta com belos discursos, mas se afasta covardemente na hora da necessidade. O amor sincero, por sua vez, é aquele cujas obras da misericórdia são os avalistas das palavras de bondade. É neste contexto que o apóstolo Paulo diz que o amor e o ódio precisam dar as mãos. Quem ama, detesta o mal e apega-se ao bem. Quem ama, não pode ser conivente com o mal nem parceiro dele. Quem ama precisa ter pulso firme para combater o mal em todo o tempo, em todo lugar e de todas as formas. O amor que se corrompe e se mancomuna com o mal é um simulacro do amor verdadeiro, uma paixão carnal que deve ser repudiada com veemência.

Mas, não basta ao amor detestar o mal. Esse é apenas um lado da moeda. É o lado negativo. Precisamos ir além. Precisamos dar mais um passo. Precisamos apegar-nos ao bem. Apegar-se ao bem, entrementes, não é defendê-lo e praticá-lo apenas ocasionalmente, mas, sobretudo, ter uma atitude firme, perseverante e consistente na defesa e na promoção do bem em todo o tempo, em todos os lugares, sob todas as circunstâncias. O pecado da omissão é mui grave aos olhos de Deus. Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz peca contra Deus, contra o próximo e contra si mesmo. Repudiar o mal sem promover o bem, condenar o erro sem praticar a justiça, refrear as mãos do erro sem estendê-las à prática das boas obras não são expressões saudáveis da fé cristã. Na mesma medida e com a mesma intensidade com que rechaçamos o mal, devemos praticar o bem. Com a mesma veemência que repudiamos o pecado, devemos buscar a santidade. Só assim, seremos o sal da terra que coíbe a corrupção da sociedade e a luz do mundo que aponta o caminho aos errantes.

Na vida do cristão, amor e ódio habitam debaixo do mesmo teto, comem na mesma mesa e se hospedam no mesmo coração: o amor ao bem e o ódio ao mal!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Versiculo do dia

   Versiculo do dia


 Ele enviará desde os céus,  e me salvará do  desprezo daquele que procurava devorar-me.  (Selá.) Deus enviará a sua misericórdia  e a sua  verdade. 

 Salmos 57:3

Felipe Rodrigues & Marcus Salles - Amo o Senhor (Ao Vivo)


 

Pão Diário - 27/08/2026 - Um simples nome ?

 

Um simples nome ?


" Que há num simples nome ? O que chamamos rosa, com outro nome não teria igual perfume ? ", divagou Julieta para Romeu, na famosa peça de Shakespeare. 
Evidentemente ela não era hebreia. Pois o povo da antiga Israel achava que o significado por trás do nome de alguém tinha importância vital. Os pais escolhiam um nome cuidadosamente, baseando-se na personalidade, características ou caráter que eles viam em seu filho, ou o que eles desejavam para o futuro dele.
Quando Jesus chamou Simão para ser Seu discípulo, o pescador era conhecido por seu jeito rude e impulsivo - era um sujeito instável. Mais tarde, Jesus mudou o nome de Simão para Pedro, que significa rocha. Porém, levou um tempo até que Pedro fizesse jus a seu novo nome.
Lemos num relato mais adiante ( Mateus 26 ) que Pedro falhou com Jesus ao negá-lo três vezes. Antes disso, houve outro episódio triste no jardim do Getsêmani. 
Lá, Jesus sentiu uma tristeza " tão grande, que [ era ] capaz de [ lhe ] matar " ( Mateus 26:38 ). Ele foi falar com os discípulos três vezes. E em todas, Ele os encontrou dormindo. " ... Disse a Pedro: ' Será que vocês não podem vigiar comigo nem uma hora ? ' " ( v.4 ).
Ao final do evangelho de João, vemos Pedro voltando ao seu antigo ofício de pescador, talvez por estar desapontado consigo mesmo ( João 21 ). Mas a história não termina. Jesus foi restituir Pedro. Essencialmente, Jesus ajudou Pedro a entender que Deus não o tinha abandonado e ainda queria usá-lo.
Se você, como Pedro, recebeu Jesus como Salvador, você agora identifica com o nome de Cristo. Você é um cristão. Esse título enaltece quem você é e o chama para ser aquilo que ainda você não é. Anime-se. Deus ainda não completou Sua obra em você. - Poh Fang Chia 

Leia: Mateus 16:13-20
Portanto, eu lhe digo: você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha igreja, e nem a morte poderá vencê-la ( v.18 ).

Examine: ...agora nós somos filhos de Deus, mas ainda não sabemos o que vamos ser. Porém sabemos isto: quando Cristo aparecer, ficaremos parecidos com ele,
pois veremos como ele realmente é ( 1 João 3:2 ).

Considere: De que maneiras você tem feito jus ao nome de Cristo ? Como você tem se tornado cada vez mais parecido com Ele ?





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Deus, sara a nossa terra!

 



O rei Salomão estava consagrando o templo de Jerusalém ao Senhor. Na festa de inauguração, a glória de Deus encheu o templo. O povo ao ver a gloriosa manifestação de Deus, prostrou-se e o adorou. Deus, então, apareceu a Salomão e fez-lhe uma promessa, dizendo que, em caso de crise e juízo sobre a nação, se o seu povo se voltasse para ele, então seus pecados seriam perdoados e sua terra seria curada. (2Cr 7.14). Quatro verdades devem ser destacadas à luz do texto em tela.

1. Em tempos de crise, o povo de Deus deve se humilhar perante a face do Senhor (2Cr 7.14). “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar…”. Na mesma medida que a obediência produz bênçãos, a desobediência atrai maldição. Quando a nação vira as costas para Deus, rejeitando sua lei, escarnecendo de sua palavra, entregando-se à toda sorte de aberrações morais, promovendo o mal e refreando o bem, o juízo divino torna-se inevitável. A humilhação ante a poderosa mão de Deus é o caminho da restauração. Enquanto o povo endurecer sua cerviz, sofrerá as consequências irremediáveis de sua desobediência. O juízo deve começar pela casa de Deus. Por isso, só uma igreja quebrantada pode chamar a nação ao arrependimento. Só quando a igreja se humilha é que Deus visita a terra com cura.

2. Em tempos de crise, o povo de Deus deve orar com fervor (2Cr 7.14). “Se o meu povo, que se chama pelo nome […] orar, e me buscar…”. O pecado produz sofrimento para a nação, mas a oração abre o caminho da restauração. Quando a igreja se prostra para orar, Deus restaura a nação. Quando a igreja ora, o braço de Deus se move para restaurar o povo. A oração é a maior arma da igreja, pois Deus age por intermédio da oração. A oração é revolucionária, pois orar é conectar o altar ao trono, é unir a fraqueza humana à onipotência divina. Quando a igreja se prostra em oração diante de Deus para buscar sua face, o caminho da restauração e do avivamento é aberto.

3. Em tempos de crise, o povo de Deus deve abandonar seus maus caminhos (2Cr 7.14). “Se o meu povo […] se converter dos seus maus caminhos…”. Os pecados do povo de Deus são mais graves do que os pecados das demais pessoas. Isso, porque, o povo de Deus peca contra um maior conhecimento. O povo de Deus denuncia o pecado em público e, não poucas vezes, o pratica em secreto. Quando um cristão cai, sua queda torna-se pedra de tropeço para os incrédulos. O caminho da restauração passa pela confissão e pelo abandono do pecado. Uma igreja mundana e secularizada é sal que perdeu o sabor. É luz debaixo do alqueire. Seu testemunho é ineficaz, sua voz é confusa e sua influência é pífia. O povo de Deus é convocado pelo próprio Deus a se converter de seus maus caminhos. Quando isso acontece, então sua cura brota sem detença e a nação toda é abençoada.

4. Em tempos de crise, quando o povo de Deus se volta para Deus, ele se volta para seu povo para sarar a nação (2Cr 7.15). “… então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. O povo de Deus precisa passar pela porta do arrependimento para ser perdoado e curado. Nosso país está doente e caído pelos seus pecados. Desde o palácio às choupanas, desde o parlamento às cortes, desde a igreja às famílias, desde à indústria ao comércio, desde as salas das escolas às ruas, nossa nação tem multiplicado seus pecados contra Deus. O descalabro moral que feriu com golpes profundos nossa classe política e importantes setores da sociedade é consequência desse descaso com as coisas de Deus. A solução para o Brasil não está apenas nas decisões de nossas cortes nem apenas no escrutínio do voto popular. A solução para o Brasil está em Deus. Se nos voltarmos para Deus em arrependimento, ele se voltará para nós em graça e misericórdia!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


 Uns escarnecem, outros creem E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez.  

Atos 17:32

Nossas Mãos Te Exaltarão - Nívea Soares

 


Pão Diário - 26/08/2026 - " Meu Deus "


" Meu Deus "

Com o advento dos celulares, mensagens de texto e conversas on-line, surgiu uma nova linguagem cheia de termos abreviados. Os usuários geralmente se comunicam usando " vc " ( você ) ou " blz " ( beleza ).
Em sua maioria, essas abreviações são inofencivas. Porém, um termo, que é popular no inglês, chega a ser ofensivo aos cristãos - " omg ". A tradução mais comum para a sigla leva ao termo Oh, my God, ou " Ai, meu Deus. "
Será que devemos nos preocupar com este uso ? Ou estamos fazendo tempestade em copo d' água ? Considere o seguinte: apesar de a Bíblia não regulamentar toda e qualquer palavra que saia de nossa boca, ela deixa bem claro que não devemos usar o nome de Deus de modo trivial ( Êxodo 20:7 ). Mesmo que soltar um " Ai, meu Deus " de vez em quando ou escrever " omg " em celulares e internet tenha se tornado socialmente aceitável, ainda assim são exemplos do uso indevido do nome de Deus.
É uma questão de respeito. Referir-se ao Deus do universo deste modo, mesmo se for para expressar espanto ou surpresa, é irresponsável e desonroso. Trata o " ...nome mais importante de todos... " ( Filipenses 2:9 ) como irrelevante, como se não tivesse peso ou significado especial. Justiça seja feita, nem todos usam o " omg " deste jeito. Os que amam a Deus sabem que o Seu nome merece absoluto respeito.
O nome de Deus deve ser reverenciado, não tratado como uma palavra qualquer. Sempre que nos referirmos a Ele, reflitamos no que o salmista escreveu: " Anunciem a glória de Deus; curvem-se diante do Senhor, o Santo Deus, quando ele aparecer " ( Salmo 29:2 ). - Jeff Olson

Leia: Salmo 
Anunciem a glória de Deus; curvem-se diante do Senhor, o Santo Deus, quando ele aparecer ( v.2 ).

Examine: Pai nosso, que estás no céu, que todos reconheçam que o teu nome é santo ( Mateus 6:9 ).

Considere: Quais expressões você costuma usar com mais frequência ? Quais seriam as melhores expressões para se usar em situação de surpresa ou espanto ?




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A vida ou a morte, o que você vai escolher?

 



O rei Salomão está fazendo um contraste entre o néscio e o sábio. O néscio é aquele que tapa os ouvidos à voz de Deus e segue seu caminho cheio de autoconfiança. Sua sensação de bem-estar é seu maior perigo. Ele caminha para morte, mesmo imaginando que está saboreando a vida. O sábio, porém, é aquele que, com prontidão, escuta a voz de Deus e a obedece. Esse habitará seguro e não terá temor do mal. A vida ou a morte está à sua frente. Você pode escolher a vida. Você pode evitar a morte. Destacaremos esses dois pontos aqui:

Em primeiro lugar, o risco fatal de se desviar de Deus. Está escrito: “Os néscios são mortos por seu desvio, e aos loucos a sua impressão de bem-estar os leva à perdição” (Pv 1.32). Deus é a fonte da vida e longe de Deus prevalece a morte. O néscio, despreza a palavra de Deus julgando-se sábio, mas opta pela morte, pois o caminho da desobediência é uma auto pista que leva à morte física e eterna. O homem pode escolher a maneira de viver, mas não pode escolher as consequências de suas escolhas. Pode adotar um estilo de vida, mas não pode determinar os seus resultados. Quem tapa os ouvidos à voz de Deus e despreza seus ensinos coloca os pés numa estrada de morte. Nessa jornada rumo à morte há muitos atrativos e muitos prazeres efêmeros. É uma estrada larga. É um caminho espaçoso. Por esse caminho transita uma multidão. A regra desse caminho é a libertinagem, ou seja, a liberdade sem limites. Nada é proibido, tudo é aceitável. Todos os transeuntes devem se sentir bem. A impressão de bem-estar deve reger a todos, o tempo todo, em todos os lugares. Porém, essa sensação é uma armadilha mortal. Ela tem o poder de anestesiar a alma e entorpecer os sentimentos. Aqueles que seguem por essa estrada larga, sentem-se seguros e acompanhados por uma miríade de outros caminhantes. Todos parecem seguros, enquanto sorvem cada gota de todas as taças dos prazeres. Mas, essa sensação de bem-estar é o portal da morte, o corredor da perdição. Fuja da morte e escolha a vida! Deus propõe para você a salvação e não a perdição!

Em segundo lugar, a segurança inabalável de ouvir a voz de Deus. Está registrado na Escritura: “Mas o que me der ouvidos habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal” (Pv 1.33). Salomão contrasta os desastres da desobediência com os benefícios da obediência. A desobediência produz morte e perdição, mas a obediência aos preceitos divinos resulta em segurança e confiança. Aqueles que obedecem a Deus vivem seguros, tranquilos e sem temor do mal mesmo cercados por um mundo marcado pela violência. Deus mesmo é o nosso muro protetor. Ele é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Ele é o nosso escudo e nossa proteção. Ele prometeu estar conosco todos os dias até à consumação do século e é fiel para cumprir sua palavra. Promessa de Deus e realidade são a mesma coisa, pois Deus vela pela sua palavra em a cumprir. Quando Deus fala, ele cumpre. Quando Deus faz, ninguém pode impedir sua mão de fazer. A recompensa para aqueles que tapam os ouvidos à voz sedutora dos pecadores para ouvir e obedecer os preceitos divinos é que seremos um carvalho de justiça em meio os vendavais da vida. Teremos uma âncora firme nas tempestades da jornada. Cruzaremos incólumes o mar revolto da vida e navegaremos confiantes para o porto seguro. Mesmo que as circunstâncias sejam adversas, teremos paz. Mesmo que os perigos sejam imensos, teremos segurança. Mesmo que os inimigos sejam muitos, teremos vitória. Mesmo que o medo tente nos assaltar, teremos conforto. Mesmo que todos os homens se voltem contra nós, Deus nos cobrirá debaixo de suas asas.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


  Já o tens ouvido;  olha bem para tudo isto;  porventura  não o anunciareis? Desde agora te faço ouvir coisas novas  e ocultas,  e que nunca  conheceste.  

Isaías 48:

Marine Friesen - Jeová (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

Pão Diário - 25/08/2026 - Resistindo ao grampo

 Resistindo ao grampo


O britânico Ian Taylor tentou protestar serrando seu Ford Fiesta ao meio quando guardas de trânsito " grampearam " o carro. Parte do veículo estava estacionada, por uns cinco centímetros fora do limite permitido, e ele teria que desembolsar mais para pagar a multa do que o carro, que ele planejava dar ao seu enteado, valia. Antes de apoiar este homem, deixei-me terminar a história. Enquanto o sr. Taylor serrava, o carro pegou fogo, obrigando os bombeiros e a polícia a controlar as chamas e a movimentação de curiosos na área.
Quando recusamos correções, enfrentamos as consequências. Mas, quando aceitamos a disciplina - seja de Deus ou de autoridades terrenas, " ...[ recebemos ] como recompensa uma vida correta e de paz " ( Hebreus 12:11 ), e isso tem um peso especial quando se trata de disciplinarmos os nossos filhos.
Nossas reações às correções passam um exemplo para os nossos filhos. 
Nossas reações às correções passam um exemplo para os nossos filhos. Salomão disse, " Quem rejeita conselhos prejudica a si mesmo. mas quem aceita a correção fica mais sábio " ( Provérbios 15:32 ). Quando erramos, nossos filhos precisam nos ver agir com humildade e aprender com as consequências. Assim, eles saberão o que fazer quando nós os disciplinarmos.
Nossa submissão às autoridades não apenas serve de modelo para com nossos filhos deveriam reagir à nossa disciplina, mas também os ensina a respeitar as correções de Deus à medida que eles crescem. O autor do livro de Hebreus diz " Deus nos corrige para o nosso próprio bem, para que participemos da sua santidade " ( 12:10 ).
A correção vinda de Deus traz muitos benefícios: relembramos que Ele nos ama ( v.6 ), que nos acolhe ( v.7 ) e nos permite uma vida correta e de paz ( v.11 ). Mas para os pais há mais uma coisa. O segredo para corrigir nossos filhos pode começar com a aceitação da disciplina, e não resistir ao " grampo ". - Jennifer Benson Schuldt

Leia: Hebreus 12:6-11
Quando somos corrigidos, isso no momento nos parece motivo de tristeza e não de alegria. Porém, mais tarde, os que foram corrigidos recebem como recompensa uma vida correta e de paz ( v.11 ). 

Examine: - Salmo 141:5
- Provérbios 10:17
- Tito 3:1

Considere: Quais são as suas reações às correções de Deus em sua vida ? Com base na Palavra de Deus, como você deveria demonstrá-las ?




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Uma fera indomável

 

VARÕES DE CRISTO - I. E. A. B. - ARAPUÁ : Uma fera indomável


“Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo” (Tg 3.2).

Benjamim Franklin disse que a fera mais perigosa do mundo tem sua toca escondida atrás dos dentes. A língua é fogo. É mundo de iniquidade. Coloca em ruínas toda a carreira humana. Tem o poder de dirigir, pois é como o freio de um cavalo e como o leme de um navio. Se bem utilizada pode conduzir-nos em segurança, mas se usada com insensatez pode levar-nos à destruição. A língua tem o poder de destruir. É como fogo e como veneno letal. Um pequena chama incendeia uma floresta. Uma pequena dose de veneno tem um terrível poder letal. A língua tem o poder de deleitar. É como uma fonte e como uma árvore frutífera. Deve trazer refrigério para os cansados e alimentar os famintos.

Tiago faz três afirmações sobre a língua, que vamos aqui destacar:

Em primeiro lugar, a língua é destruidora (Tg 3.1-6). A língua é um pequeno órgão do corpo que pode destruir toda a carreira humana. Pode levar o homem ao inferno e ela mesma ser destruída nesse lugar de chamas eternas. Quantos relacionamentos estremecidos por causa da maledicência! Quantas guerras sangrentas foram provocadas por palavras insensatas! A língua é mundo de iniquidade. Está cheia de peçonha. É uma espada que fere, um fogo que destrói, um veneno que mata. Mais pessoas têm sido destruídas pelo poder da língua do que por qualquer outra arma. Acautele-se acerca de sua língua. Põe guarda na sua boca e vigie a porta de seus lábios, pois as palavras proferidas são como setas que uma vez lançadas não voltam mais. São como um saco de penas jogadas ao ar do alto de uma montanha. É impossível recolhê-las todas.

Em segundo lugar, a língua é indomável (Tg 3.7,8). O homem com a sua inteligência tem domado os animais do campo, as aves do céu e os peixes do mar. Porém, o homem não consegue domar sua própria língua. Em vez de usá-la com sabedoria, muitas vezes, usa-a para ferir pessoas. Em vez de abençoar o próximo, açoita-o com o látego das críticas mais desumanas. O apóstolo Paulo diz que devemos falar sempre a verdade. Só proferir o que é oportuno. E só falar aquilo que vai transmitir graça aos que ouvem. O pensador grego Platão dizia que devemos passar o que ouvimos por três peneiras: A primeira peneira: É verdade o que você está me dizendo> Você já falou para a pessoa envolvida> O fato de você me contar esse caso, vai ajudar em sua solução> Caso o depoente não pudesse passar seus comentários pelo crivo dessas três peneiras, Platão lhe dizia: “Eu não quero ouvir o que você tem para me falar”.

Em terceiro lugar, a língua é incoerente (Tg 3.9-12). Tiago diz que a língua é incoerente, pois da mesma língua sai louvores a Deus e críticas ferinas ao próximo, que foi criado à imagem de Deus. A mesma língua que canta louvores a Deus também fala blasfêmias contra Deus e lança maldição sobre o próximo. Tiago argumenta que, assim como uma fonte de água doce não produz água salobra, assim, também, da nossa língua não é conveniente que saia bênção e maldição. Assim como uma figueira não produz azeitonas nem videira figos, assim também da nossa boca não deveria sair palavras tão incoerentes. Assim como uma fonte de água salgada não pode dar água doce, assim, também, uma língua cheia de veneno não pode produzir o que produz vida. Oh, quão corrupto é o nosso coração! A língua é incoerente, porque ela revela o coração. A boca fala daquilo que está cheio o coração.

Só nos cabe rogar a Deus misericórdia e refrearmos nossa língua, pois, Tiago diz que se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã.



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 23 de agosto de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


E não tinham sede,  quando os levava pelos desertos;  fez-lhes correr água da rocha;  fendeu a rocha,  e as águas correram.  

Isaías 48:21

Marcelo Markes - Teu Fogo (Ao Vivo)


 

Pão Diário - 24/08/2026 - Lidando com dragões

Lidando com dragões


O adesivo do carro à minha frente me fez rir: Não se meta nos assuntos dos dragões, pois você é crocante, e fica bem com ketchup.
O dono do carro tem bom senso de humor. A frase contém uma verdade profunda: Não brinque com aqueles que têm potencial de devorá-lo.
As Escrituras se referem ao diabo como um dragão ( Apocalipse 12 ). Apesar de enfraquecido, ele continua sendo o líder dos anjos que se rebelaram contra Deus. O " dragão " é real, e não se deve mexer com ele.
Enquanto Paulo servia a Deus em Éfeso, alguns líderes religiosos locais invejavam sua habilidade de realizar milagres, e tentaram imitá-lo, expulsando espíritos maus. Lucas, o historiador, nos diz: " ...quiseram usar também o nome do Senhor Jesus para expulsar espíritos maus, dizendo a eles: ' Pelo poder do nome de Jesus, o mesmo que Paulo anuncia, eu mando que vocês saiam ! ' [ ... ] Um espírito mau disse a eles: ' Eu conheço a Jesus sei quem é Paulo. Mas vocês quem são ? ' " ( Atos 19:13-15 ). Por causa disso, eles levaram a surra de suas vidas ( v.16 ). Como foram pretensiosos em achar que teriam poder sobre demônios sem conhecer a Jesus ! Até Miguel, um dos anjos mais fortes de Deus, não se atreveu a discutir com o diabo, apenas respondendo " ...Que o Senhor repreenda você ! " ( Judas 1:9 ).
Mas também é igualmente errado temer o diabo sem necessidade. Numa passagem que nos alerta sobre aqueles que se opõem às coisas de Deus, João nos dá estas palavras reconfortantes: " Meus filhinhos, vocês são de Deus e têm derrotado os falsos profetas. Porque o Espírito que está em vocês é mais forte do que o espírito que está naqueles que pertencem ao mundo " ( 1 João 4:4 ).
O Cordeiro foi sacrificado por nós ( Apocalipse 5:6-10 ). Não precisamos matar dragões. Alguém muito mais poderoso já derrotou nosso adversário. - Tim Gustafson

Leia: Atos 19:11-20
O enorme dragão [...] aquela velha cobra, chamada Diabo ou Satanás, que leva todas as pessoas do mundo a pecar [...] foi jogado sobre a terra, e os seus anjos [...] junto com ele ( Apocalipse 12:9 ).

Examine: E Deus, a nossa fonte de paz, logo esmagará Satanás debaixo dos pés de vocês. Que a graça do nosso Senhor Jesus esteja com vocês ! ( Romanos 16:20 ).

Considere: Você comete o erro de não acreditar no diabo ou dá importância demais aos poderes dele ? Quais os perigos de se estar em um ou outro extremo ?




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A virtude que promove a unidade cristã

 



A humildade é a virtude que promove a unidade cristã. A humildade é o remédio para os males que atacam a unidade da igreja. A palavra grega tapeinophrosyne é um termo cunhado pelo Cristianismo. Humildade era uma expressão carregada de opróbrio no pensamento grego, tendo conotações de “servilismo”, como nas atitudes de um homem vil ou de um escravo. Quase sempre entre os escritores gregos, “humildade” tem um significado negativo. Entre o povo de Deus, porém, a humildade é um imperativo, pois “Deus escarnece dos escarnecedores, mas dá graça aos humildes” (Pv 3.34). “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tg 4.6) e o apóstolo Pedro ordena: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1Pe 5.5).

A humildade deve ser a marca do cristão, pois seu Senhor e Mestre foi “manso e humilde de coração” (Mt 11.29). Os discípulos de Cristo demoraram entender essa lição e muitas vezes discutiram quem devia ocupar a primazia entre eles. Nessas ocasiões, Jesus lhes dizia que maior é o que serve e que ele mesmo veio não para ser servido, mas para servir (Mc 10.45). Vejamos três fatos importantes para o entendimento deste tema:

Em primeiro lugar, o que é humildade (Fp 2.3). A humildade provém do verdadeiro conhecimento de Deus e do correto conhecimento de nós mesmos. Enquanto a ambição e o preconceito arruínam a unidade da igreja, a genuína humildade a edifica. Ser humilde envolve ter uma correta perspectiva sobre nós mesmos em relação a Deus (Rm 12.3), que por sua vez nos coloca numa correta perspectiva em relação ao próximo. Jamais o orgulho prevalece no coração de alguém que conhece a Deus e a si mesmo.

Em segundo lugar, como a humildade se manifesta? (Fp 2.3,4).O apóstolo Paulo menciona duas manifestações da humildade.

A humildade olha para o outro com honra (Fp 2.3). No capítulo primeiro, Paulo colocou Cristo em primeiro lugar (Fp 1.21). Agora, coloca o outro acima do eu (Fp 2.3). Uma pessoa humilde não tem sede de fama, projeção e aplausos. Ela não se embriaga com o poder. Ela não busca os holofotes do palco nem corre atrás das luzes da ribalta. Uma pessoa humilde não canta “quão grande és tu” diante do espelho.

A humildade busca o interesse do outro com solicitude (Fp 2.4). A igreja de Filipos era multirracial: Lídia era uma judia rica, a jovem liberta era uma escrava grega e o carcereiro era um oficial romano da classe média. Nessas condições não era fácil manter a unidade da igreja. Ter interesse em proteger os interesses alheios, porém, faz parte dos alicerces da ética cristã. No mundo cada um cuida primeiro de si, pensa somente em si e tem o olhar atento apenas para os próprios interesses. Os interesses dos outros estão fora de seu verdadeiro campo de visão. Por isso, tampouco, existe no mundo verdadeira comunhão, mas somente o medo recíproco e a ciumenta autodefesa contra o outro. Na irmandade da igreja de Jesus pode e deve ser diferente.

Em terceiro lugar, o supremo exemplo da humildade (2.5). Neste capítulo dois da carta aos filipenses, Paulo cita quatro exemplos de humildade, ou seja, colocar o “outro” na frente do “eu” (Fp 2.5; 2.17; 2.20; 2.30). Porém, o argumento decisivo de Paulo é o exemplo de Cristo (Fp 2.5). O exemplo de Cristo é sempre o argumento supremo de Paulo na exortação ética, principalmente quando trata do interesse altruísta pelo bem-estar do próximo. Se o exemplo de Cristo deve ser seguido, é melhor, então, manter maior interesse pelos direitos dos outros e pelos nossos deveres, do que cuidar principalmente de nossos direitos e dos deveres dos outros.

O texto que registra a encarnação, esvaziamento, humilhação, obediência, morte e exaltação de Cristo não é uma peça doutrinária escrita por um teológico de gabinete que está traçando reluzentes verdades doutrinárias contra o nevoeiro denso das heresias, mas foram escritas por um homem que, com humildade e amor lutava pela verdadeira concórdia de seus irmãos. Essas frases, com todo o seu teor dogmático são parte dessa luta. A leitura correta deste magno texto Cristológico não é apenas aquela que trata da humilhação e exaltação do Filho de Deus, mas a que abala nosso coração egoísta e vaidoso por meio da trajetória seguida por Jesus.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 22 de agosto de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo indescritível e glorioso; Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas.  

1 Pedro 1:8,9   

Fernanda Brum - O Nardo (Lyric Video)


 

Pão Diário - 23/08/2026 - Normas do Teu querer

Normas do Teu querer


Adelaide Pollard, nasceu em 1862, nos EUA, serviu a Deus por muitos anos com seus dons do ensino e da escrita. Seu maior desejo, porém, era ser missionária na África. Finalmente ela conseguiu acertar os detalhes e estava pronta para embarcar. Mas aí, inesperadamente, ela foi obrigada a cancelar os planos. Isso deixou Adelaide decepcionada e deprimida. Deus falou a seu coração e ela escreveu: " Molda e refaze todo o meu ser, segundo as normas do Teu querer. " Seu poema completo tornou-se o famoso hino " Vontade Soberana " ( HCC 472 ).
O profeta Jeremias também passou por circunstâncias deprimentes, como vemos relatado no livro das Lamentações. Ele viu Jerusalém ser destruída pelos babilônios e o povo de de Deus sofrer com um governo severo ( Jeremias 39:1-14; 52:12-14 ).
Mas, como Adelaide, em vez de se render à tristeza, Jeremias sujeitou-se e permaneceu na presença de Deus. Ele reconheceu que seu povo tinha pecado contra Deus. Adelaide também reconhecia, dizendo que " a vontade do homem é o pecado básico que ele comete contra Deus. " Por meio de arrependimento e da busca por Sua orientação, tanto a compositora quanto o profeta enxergaram esta verdade: Deus é soberano ( Lamentações 3:37 ). O que importa é a vontade dele, não a nossa.
Em vez de queixarem e irar-se ( v.39 ), eles sabiamente escolheram examinar o que estavam fazendo e voltar ao Senhor ( v.40 ). Esta é uma fórmula segura para empregarmos ao nos deparamos com mudanças inesperadas em nossos planos. Ao buscarmos os caminhos de Deus, e não os nossos, nos sujeitaremos e aquietaremos.
Com o tempo, o povo de Judá foi liberto e reconstruiu a cidade de Jerusalém. E, com o tempo, Adelaide Pollard recebeu a permissão de Deus para servi-lo na África - segundo as normas do Seu querer. - Tom Felten 

Leia: Lamentações 3:37-40
Ninguém pode fazer acontecer nada se Deus não quizer ( v.37 ).

Examine: Mas tu, ó Senhor Deus, és o nosso Pai; nós somos o barro, tu és o oleiro, todos nós fomos feitos por ti. ( Isaías 64:8 ).

Considere: Como reajo ás mudanças recentes em meus planos ? O que farei para sujeitar-me e permanecer na presença de Deus ?





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A morte não tem a última palavra

 



“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (1Ts 5.13).

Os gregos acreditavam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo. Eles subscreviam o dualismo, que ensinava que a matéria é essencialmente má e o espírito é essencialmente bom. Consequentemente, os gregos negavam doutrinas pivotais da fé cristã, como a criação, a encarnação e a ressurreição. A igreja de Tessalônica, fortemente influenciada pela cultura grega, teve suas convicções abaladas com respeito à doutrina da ressurreição dos mortos e passaram a viver como os pagãos que não tinham esperança. O apóstolo Paulo escreve duas cartas à essa igreja para corrigir esse desvio doutrinário e ao mesmo tempo consolar a igreja. Paulo destaca quatro verdades importantes que, passo a mencionar:

Em primeiro lugar, a doutrina da ressurreição é uma revelação divina e não uma especulação humana (1Ts 4.15). “Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto…”. O futuro do povo de Deus não é o tormento do fogo eterno nem o túmulo gelado, mas a glória. Nosso corpo não ficará dormindo para sempre num sepulcro. Quando Jesus voltar, os vivos serão transformados e os mortos ressuscitarão com um corpo imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, semelhante ao corpo da glória do Senhor Jesus.

Em segundo lugar, a segunda vinda de Cristo é uma realidade inegável e inescapável (1Ts 4.16a). “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus…”. Jesus voltará visível, audível, física, inesperada, repentina e gloriosamente. Quando ele voltar, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro e os que estiverem vivos, serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares. A segunda vinda de Jesus fechará as cortinas da história e abrirá os portais da eternidade.

Em terceiro lugar, a ressurreição dos mortos acontecerá imediatamente após a segunda vinda de Cristo (1Ts 4.16b). “… e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”. Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro não em relação aos mortos que morreram na sua impiedade, porque todos os mortos ressuscitarão ao mesmo tempo, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo (Jo 5.28,29). Mas, ressuscitarão primeiro em relação aos que estiverem vivos. Ou seja, aqueles que morrem em Cristo, em critério algum, estão em desvantagem aos que continuam vivos, pois morrer é partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor e, quando Jesus voltar, os mortos em Cristo ressuscitarão antes dos vivos serem transformados e arrebatados.

Em quarto lugar, o arrebatamento dos salvos será a manifestação de todos os remidos do Senhor (1Ts 4.17). “Depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”. O arrebatamento a que Paulo faz referência aqui não é um arrebatamento secreto, distinto da segunda vinda. O arrebatamento é o resultado imediato da segunda vinda. Jesus vem do céu e os salvos vão com ele para o céu. Jesus desce do céu e os salvos sobem com ele para o céu. O arrebatamento será tanto daqueles que ressuscitaram para a vida como dos vivos que serão transformados. Subiremos entre nuvens para encontrar nosso Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor, na casa do Pai, na nova Jerusalém, na cidade santa, onde Deus enxugará dos nossos olhos toda lágrima; onde a morte não entrará; onde não haverá mais luto, nem pranto nem dor.

O apóstolo Paulo termina sua exposição dando uma ordem à igreja: “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (1Ts 4.18). Jesus venceu a morte, tirou a aguilhão da morte e, por isso, a morte não tem a última palavra!




Por Rev, Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia

 

Assim voltarão os resgatados  do Senhor,  e virão a Sião  com júbilo,  e perpétua alegria haverá  sobre as suas cabeças;  gozo e alegria alcançarão,  a tristeza  e o gemido  fugirão. 

 Isaías 51:11

Kemilly Santos | Vencendo de Joelhos [Clipe Oficial]


 

Pão Diário - 22/08/2026 - Eu amo ?

 

Eu amo ?


Nos anos de 1940, Fred Craddock começou a servir como missionário na Índia. Quando acabou a Segunda Guerra Mundial, a igreja dele arrecadou fundos para ele retornar para casa de navio a vapor. Chegando ao porto de partida no dia de Natal, Craddock testemunhou uma cena perturbadora. Um navio de refugiados judeus da Alemanha tinha sido autorizado a atracar temporariamente, e os exilados estavam amontoados em compartimentos pequenos em condições desumanas. Craddock usou seu dinheiro para comprar alimentos para quantos deles fosse possível. Quando mencionou isso à sua igreja, eles lhe perguntaram " Você não sabe que eles não acreditam em Jesus ?"
" Sim", Craddock respondeu. " Mas eu acredito. "
Quando cremos em Jesus, nosso mundo se reordena radicalmente. Somos preenchidos com o Espírito de Cristo vivo, e nossos corações, visão e esperança são ( se permitirmos ) sintonizados para enxergarmos o mundo como Deus o vê.
Se tivermos curiosidade para saber se nossa fé está crescendo... se nossas ações estão de acordo com Jesus, se de fato " conhecemos a Deus ", precisamos responder: Nós amamos ? " ...Quem ama [ ... ] conhece a Deus " ( 1 João 4:7 ).
É raro hoje em dia ter uma resposta definitiva, um caminho oito ou 80, certo e errado. Mas em 1 João 4 temos a prova dos nove. Se você ama de verdade - você conhece a Deus. Se você não ama de verdade - você não conhece Deus. Ponto.
Quando um amigo me deixa só, quando meu pai abandona minha família, quando vejo a necessidade do próximo - nestes momentos, eu amo ? E este amor não trata somente de acumular uma reserva interior de boa vontade. Amar de verdade é compartilhar daquilo que Deus generosamente nos deu. - Winn Collier

Leia: 1 João 4:7-12
Quem não ama não o conhece [ a Deus ] ... ( v.8 ).

Examine: E o amor é isto: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou ( 1 João 4:10 ).

Considere: Sabendo que Deus já o encheu com o Seu amor, de que maneira isto altera a sua compreensão sobre este amor ? Como você reage às oportunidades de amar os outros ?



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O PODER DEVASTADOR DA MENTIRA

 



“Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros” (Ef 4.25).

A mentira é devastadora. Produz descrédito, decepção e morte. A mentira é nociva não apenas por causa de sua natureza perversa, mas, também por causa de sua origem maligna. O diabo é o pai da mentira e o padroeiro dos mentirosos. Muito embora a mentira não se mantenha de pé o tempo todo, pois é manca e tem pernas curtas, ainda assim ela produz muitos males, como veremos:

Em primeiro lugar, a mentira é uma afronta a Deus. Deus é luz e não há nele treva nenhuma. A mentira não habita na luz, antes esconde-se nas regiões lôbregas e ensombrecidas do engano. A mentira é um atentado contra a natureza de Deus e uma violação da lei de Deus. O nono mandamento é peremptório: “Não dirás falso testemunho”. A ordem divina é: “… deixando a mentira, fale cada um a verdade…”. A mentira tem muitas faces. Ela se apresenta disfarçada ora de autodefesa, ora de negação afrontosa da verdade. Quando Deus confrontou Adão por seu pecado, ele colocou a culpa em Eva. Quando Deus confrontou Caim pelo assassinato de Abel, ele evadiu-se dizendo que não era tutor de seu irmão. O mentiroso diz sim, quando deveria dizer não e diz não quando deveria dizer sim. A mentira é uma distorção, inversão e negação da verdade. Portanto, a mentira é uma ofensa à santidade de Deus e um atentado à integridade do próximo.

Em segundo lugar, a mentira é uma afronta ao próximo. A mentira tem como propósito enganar o próximo. Seu intento é sonegar a verdade ao próximo para usurpar seus direitos. A mentira tem a ver, outrossim, com uma informação eivada de distorções, para maquiar os fatos, usurpar o próximo e colocar o retrato do mentiroso na moldura da integridade. Toda mentira é prejudicial, pois não pode existir comunicação saudável nem relacionamentos confiáveis onde a mentira está presente. Seus efeitos são desastrosos, pois destrói a confiança, o alicerce das relações humanas.

Em terceiro lugar, a mentira é uma afronta a si mesmo. O mentiroso destrói a si mesmo antes de atingir o próximo. Perde sua credibilidade, seu nome e sua alma antes de prejudicar os outros. Os mentirosos não entram para o rol daqueles que são coroados de respeito e dignidade. Os mentirosos são abomináveis na terra e não herdam os céus. Os mentirosos bebem o refluxo perverso do seu próprio fluxo maligno. Colhem os frutos malditos de sua  própria semeadura insensata. Bebem o veneno que destilam de sua língua peçonhenta. Os mentirosos tropeçam em sua própria língua e cavam a sua própria sepultura.

Em quarto lugar, a mentira é uma afronta à sociedade. Vivemos numa sociedade corrompida, que lança mão da mentira nos palácios, nas cortes, na academia, nos templos, na indústria, no comércio e na família. A mentira vem, muitas vezes, travestida de verdade. Sendo injusta, não raro, traja-se com a toga da justiça. Sendo perversa, às vezes, desfila na passarela da honra. A mentira, entretanto, é maligna em sua essência e devastadora em seus efeitos. Não há sociedade ordeira e justa onde a mentira se traveste de verdade. Não há confiança duradoura nas relações onde a mentira se disfarça de verdade. Não há conceitos sólidos da verdade teológica ou dos preceitos éticos onde a mentira discursa com veemência nas cátedras ou  prega com eloquência nos púlpitos. Não há justiça social onde a mentira engana o povo na indústria ou no comércio. É impossível construir  uma sociedade honrada sobre o fundamento roto da mentira. Só no canteiro da verdade floresce o amor, a justiça e a paz. A mentira produz morte, mas a verdade dá à luz a vida. Deixemos, portanto, a mentira e falemos a verdade!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


O Dia do Eterno Tocai a trombeta em Sião,  e clamai em alta voz  no meu santo monte;  tremam todos os moradores  da terra,  porque o dia do Senhor vem,  já está perto; 

 Joel 2:1

Sarah Farias - Chame Jesus (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

Pão Diário - 21/08/2026 - O ato mais difícil

O ato mais difícil



Na eleição presidencial dos Estados Unidos em 2000, o senador John McCain perdeu pontos e eventualmente a candidatura por seu partido quando surgiram boatos sobre ele ter um filho de outra raça de um relacionamento extraconjugal. Além de assumidamente racista, a calúnia era particularmente detestável pelo fato da criança em questão ser uma órfã com necessidades especiais, que John e sua esposa Cindy adotaram de Bangladesh.
Sete anos mais tarde, quando seu marido concorria à presidência outra vez, perguntaram a Cindy o que ela faria se encontrasse a pessoa que espalhara o boato. Ela a apunhalaria pelas costas ? " Não ", ela disse, " apunhalaria pela frente mesmo. "
Quem poderia culpar Cindy McCain por nutrir esse rancor por todos aqueles anos ? Ela se sacrificara por sua filha, e esse ato de amor foi distorcido e usado contra ela.
Mas a questão é a seguinte: nós que recebemos o perdão de Cristo temos obrigação de passar o mesmo perdão para os outros. Senão, Jesus disse que seremos como o devedor de " milhões de reais " que exige pagamento de alguém que lhe deve " uns mil reais " ( Mateus 18:23-35 ). Mil reais é uma quantia considerável, mas bem menos do que nossa dívida perdoada por Deus. 
Mas é tão difícil perdoar os outros ! Na verdade, é impossível. Sozinhos, continuaremos a agir naturalmente e sonhando em nos vingar daqueles que nos prejudicaram. Mas com o poder do Espírito de Jesus podemos seguir o Seu exemplo, que enquanto concedia o perdão para o mundo todo, também pedia perdão pelas pessoas que o estavam matando ( Lucas 23:34 ). O perdão é um ato de Deus. Se Ele vive em você, você pode e deve praticá-lo. - Mike Wittmer 

Leia: Lucas 23:23-34
Então Jesus disse: " Pai, perdoa esta gente ! Eles não sabem o que estão fazendo " ( v.34 ).

Examine: ...disse: " Empregado miserável ! Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o que você me devia. Portanto, você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive pena de você " ( Mateus 18:32-33 ).

Considere: O que significa perdoar ? Como você faz para saber se já perdoou alguém ?





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A comunhão é necessária para a evangelização

 



A Comunhão e a evangelização estão intimamente conectadas. A evangelização sem a comunhão é como uma sala de obstetrícia, onde os bebês recém-nascidos são abandonados à sua própria sorte. A comunhão precede a evangelização. Somente uma igreja saudável evangeliza com eficácia. O livro de Atos dos apóstolos faz referência à comunhão dos crentes antes do Pentecostes, como estavam juntos e unânimes em oração (At 1.14). Também fala do profundo relacionamento de comunhão desfrutado pelos novos convertidos, logo que foram agregados à igreja (At 2.42-47). A igreja primitiva cresceu para cima, para dentro e para fora. Cresceu para cima em adoração, para dentro em comunhão e para fora em evangelização.

O Salmo 133 aborda três verdades importantes sobre o assunto em tela. Ei-los:

Em primeiro lugar, a comunhão é agradável. O salmista diz: “Oh quão bom e agradável é viverem unidos os irmãos” (Sl 133.1). A comunhão é algo belo e agradável aos olhos de Deus. A comunhão fortalece os relacionamentos fraternais e abre portas para novos contatos evangelísticos. A amizade é um poderoso instrumento evangelístico. Um indivíduo normalmente só permanece numa igreja onde constrói relacionamentos significativos de amizade. Sem comunhão, a evangelização perde seu vigor. Jesus foi enfático na Grande Comissão ao afirmar que os novos convertidos precisam ser integrados na igreja e essa integração passa pela comunhão (Mt 28.18-20).

Em segundo lugar, a comunhão é terapêutica. O salmista comparou a comunhão fraternal ao óleo (Sl 133.2) e ao orvalho (Sl 133.3). O óleo tem um simbolismo muito rico tanto no Antigo como no Novo Testamento. Sua utilidade era tríplice: era usado como cosmético, como remédio, e como um símbolo espiritual. A comunhão fraternal traz beleza aos relacionamentos, alívio na dor, além de ser símbolo da cura espiritual. A comunhão é a expressão visível da ação do Espírito derramando o amor de Deus no coração dos crentes. O orvalho é outra figura importante usada pelo salmista. O orvalho tem várias características: ele cai frequentemente. Sua ação é contínua. Assim deve ser a união fraternal. Ainda, o orvalho cai silenciosamente. Diferente da chuva, ele não é precedido pelos relâmpagos luzidios nem pelo estrondo dos trovões. Ele cai sem alarde. Assim é a comunhão fraternal. Ela age de forma terapêutica sem fazer barulho. Também, o orvalho cai durante a noite, ou seja, nas horas mais escuras da vida. É quando atravessamos os vales escuros da dor que a ação benfazeja da amizade desce sobre nossa vida como o orvalho restaurador. O orvalho sempre traz renovo e refrigério depois de um dia de calor escaldante. A comunhão fraternal tem o poder de refrigerar a alma e renovar o ânimo depois das duras provas e do calor sufocante que normalmente nos atinge nas jornadas da vida. O orvalho, finalmente, se espalha para horizontes longínquos. O orvalho que desce do Monte Hermon atinge também o Monte Sião. O Hermon fica no extremo norte de Israel e o Monte Sião está situado na cidade de Jerusalém, há mais de duzentos quilômetros ao sul. Assim é o poder da amizade. Ela cai sobre uma pessoa aqui e abençoa outras pessoas em lugares longínquos.

Em terceiro lugar, a comunhão é abençoadora. O salmista diz: “Ali ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre” (Sl 133.3). Não há evangelização poderosa sem a bênção de Deus. Evangelização eficaz é uma operação soberana do Espírito Santo abrindo o coração do homem, dando-lhe o arrependimento para a vida e a fé salvadora. Quando a igreja vive em comunhão, ali Deus ordena vida. A evangelização é o instrumento mediante o qual as pessoas que ouvem o evangelho nascem de novo e recebem vida em Cristo. Deus mesmo é quem ordena a vida onde a comunhão existe. Só Deus pode abrir o coração, dar o arrependimento para a vida e outorgar a fé salvadora. Só Deus justifica o pecador e o sela com o Espírito Santo da promessa. É Deus quem opera no homem tanto o querer como o realizar. Tudo provem de Deus! E é ele mesmo quem estabelece as condições para uma evangelização poderosa e eficaz: É preciso preparar o terreno. É preciso cultivar relacionamentos de comunhão fraternal, pois é nesse ambiente regado pelo amor, que Deus ordena sua bênção e a vida para sempre.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Versiculo do dia

    Versiculo do dia


 Por isso, estai vós preparados também; porque o Filho do homem de vir à hora em que não penseis.

Mateus 24:44

Versiculo do dia

     Versiculo do dia E saciarei a alma dos sacerdotes com gordura,  e o meu povo se fartará dos meus bens,  diz o Senhor.   Jeremias 31:14