segunda-feira, 8 de agosto de 2022

PÃO DIÁRIO - 09/08/2022 - Absolutamente grato

 


Absolutamente grato

Em tudo, dai graças… —1 Tessalonicenses 5:18


Minha filha é alérgica a amendoim. Sua sensibilidade é tão aguda, que comer até o menor fragmento de um amendoim ameaça sua vida. Por esse motivo, nós lemos cuidadosamente os rótulos das embalagens de alimentos. Carregamos uma seringa contendo medicamento (para reações alérgicas) aonde quer que vamos. E, quando comemos fora, telefonamos com antecedência e perguntamos à equipe do restaurante a respeito dos itens do cardápio.

Apesar destas precauções, ainda fico preocupada com sua segurança atual e futura. Esta situação não é algo pelo qual eu seria naturalmente grata. Contudo, a Palavra de Deus nos desafia: “Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (1 Tessalonicenses 5:18). Não há como fugir disto. Quando o futuro é incerto, quando a dor nos abate e quando surgem as necessidades, Deus quer que oremos com gratidão.

É difícil ser grato nas dificuldades, mas não impossível. Daniel “…orava, e dava graças…” (Daniel 6:10), sabendo que a sua vida estava em perigo. Jonas clamou “…com a voz do agradecimento…” (Jonas 2:9) enquanto estava no interior de um peixe! Estes exemplos, com a promessa de Deus de que Ele coopera para o nosso bem e a Sua glória (Romanos 8:28), podem nos inspirar a sermos gratos em tudo.

— Jennifer Benson Schuldt


Leia: 1 Tessalonicenses 5:12-22 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 14-16; Marcos 12:28-44

Considere: Podemos dar graças a Deus em todas as circunstâncias por não nos deixar desamparados.

UMA IGREJA FIEL E RELEVANTE

 




UMA IGREJA FIEL E RELEVANTE

 

A igreja de Deus é composta de todos aqueles que, em todos os tempos, em todos os lugares e de todas as etnias foram chamados por Deus, para crerem no seu Filho, pela ação do Espírito Santo, para herdarem a vida eterna. Essa igreja não se restringe a nenhuma denominação religiosa. Suas fronteiras transcendem os limites geográficos. Todos aqueles que creem em Cristo Jesus, são batizados pelo Espírito, no corpo de Cristo, e passam a fazer parte da família de Deus. Há uma só igreja, um só rebanho, um só povo.

Essa igreja formada de judeus e gentios é a noiva do Cordeiro, a vinha de Deus, o rebanho de Cristo, o edifício feito não por mãos, o santuário do Espírito, onde ele habita. Essa igreja é sal da terra e luz do mundo. Seu chamado é para andar com Deus e glorificá-lo através de uma vida de obediência e fidelidade. Ela é coluna e baluarte da verdade num mundo de cegueira espiritual. É embaixadora da reconciliação num mundo marcado de segregação e ódio. Sua mensagem é de arrependimento num mundo mergulhado no caudal do pecado. Sua voz brada com senso de urgência num mundo que dorme o sono da morte.

Para cumprir o seu papel na história a igreja precisa ser fiel. Se ela abandonar seu compromisso com Deus, torna-se sal sem sabor. Se calar sua voz, torna-se uma luz debaixo do alqueire. Se ela fizer amizade com o mundo, torna-se inimiga de Deus. Se conformar-se com o presente século, perde seu testemunho  e acaba sendo condenada com o mundo. A igreja precisa ser fiel à palavra de Deus para andar na verdade e pregar a verdade. Mudar a mensagem para agradar os homens é incorrer em anátema. Tornar a mensagem mais açucarada para agradar aos ouvidos incircuncisos é atentar contra o Todo-poderoso. Pregar o que as pessoas querem ouvir é cair nas malhas de um pragmatismo antropolátrico. Imitar o mundo para agradar o mundo ou receber dele sua aprovação é assinar seu próprio atestado de óbito.

A igreja precisa ser, também, relevante. Ela precisa estar no mundo sem ser do mundo. Precisa pregar aos ouvidos e também aos olhos. Precisa falar e fazer. Precisa anunciar o amor de Deus a um mundo no estertor da morte e demonstrá-lo com atos de misericórdia. Precisa demonstrar sua fé através de suas obras. A igreja precisa ir lá fora onde as pessoas estão em vez de apenas esperar que elas venham onde nós estamos. A igreja relevante não é sal no saleiro, mas atua com graça e compaixão fora dos portões, levando o pão da vida aos famintos, a água da vida aos sedentos, a esperança da salvação aos perdidos, o braço estendido da misericórdia aos que jazem prostrados e feridos à beira do caminho.

A igreja fiel é ortodoxa e a igreja relevante é ortoprática. A igreja fiel levanta a bandeira da doutrina certa e a igreja relevante põe em prática a doutrina cerca. A igreja fiel tem luz na mente e a igreja relevante tem fogo no coração. A igreja fiel goteja do púlpito a doutrina pura, a igreja relevante destila de suas mãos os atos de misericórdia. A igreja fiel tem uma relação vertical correta e a igreja relevante demonstra isso ao mundo através de uma relação horizontal adequada. Ortodoxia desacompanhada de ação torna-se academicismo teológico árido; ação de misericórdia sem ortodoxia torna-se assistencialismo humanista. Não podemos cair num extremo nem noutro. Precisamos manter juntos o que nunca pode ser separado: ortodoxia e ortopraxia, teologia e ética, doutrina e vida, credo e conduta, palavra e ação. O apóstolo João, em sua primeira epístola, deixa claro que um verdadeiro cristão é conhecido por três provas: A prova doutrinária, a fé em Jesus como Filho de Deus; a prova moral, a obediência aos mandamentos de Jesus; e a prova social, o amor ao próximo como evidência de nosso amor por Deus. A igreja não é uma torre de marfim, confortavelmente discutindo seus postulados doutrinários entre quatro paredes, mas uma agência do reino de Deus, pregando o evangelho e demonstrado o amor de Cristo, lá fora onde os pecadores estão. Oh, que Deus nos ajude a ser uma igreja fiel e relevante!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 7 de agosto de 2022

Curando a Ferida Paterna - Pr. Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Ouro para os objetos de ouro, e prata para os de prata; e para toda a obra de mão dos artífices. Quem, pois, está disposto a encher a sua mão, para oferecer hoje voluntariamente ao Senhor?

Damares - O Maior Troféu (Videoclip)


 

PÃO DIÁRIO - 08/08/2022 - A equipe de Jesus

 



A equipe de Jesus

…viu um publicano, chamado Levi, assentado na coletoria, e disse-lhe: Segue-me! — Lucas 5:27


Em 2002, os Oakland Athletics montaram uma equipe vencedora de beisebol de uma maneira não tradicional. Eles haviam perdido três de seus melhores jogadores ao final da temporada anterior e não tinham dinheiro para contratar estrelas do esporte. Então, Billy Beane, o gerente geral do Oakland, utilizou algumas estatísticas frequentemente negligenciadas para montar um grupo de jogadores menos conhecidos, “em decadência” ou vistos por outras equipes como não suficientemente habilidosos. Essa equipe mambembe venceu 20 jogos seguidos, liderou a divisão e venceu 103 partidas.

Isto me lembra a maneira como Jesus montou Sua equipe de discípulos: rudes pescadores da Galileia, um zelote e um desprezado coletor de impostos chamado Levi (Mateus). Lembra também que “…Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes” (1 Coríntios 1:27). Deus usou aqueles homens dedicados (menos Judas) para deflagrar um movimento que afetou o mundo tão dramaticamente, que este jamais foi o mesmo.

Existe aqui uma lição para nós. Às vezes, buscamos os conhecidos, os influentes e os ricos, e tendemos a ignorar pessoas com menos status ou portadoras de limitações físicas.

Jesus colocou em Sua equipe algumas das pessoas menos desejáveis da sociedade — tratando a todos com igualdade. Com o poder e a orientação do Espírito, nós também podemos honrar todas as pessoas igualmente.

— David C. Egner


Leia: Lucas 5:27-35 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 5-7; Marcos 11:1-18

Considere: Todos têm importância no corpo de Cristo.

O PODER ATRAVÉS DA ORAÇÃO

 


 

​Deus é soberano e faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade, mas sendo ele soberano, escolheu agir em resposta às orações do seu povo. Orar é conectar o altar com o trono, a fraqueza humana à onipotência divina. Orar é falar com aquele que está entronizado acima dos querubins e governa o universo. Não há nenhuma força mais poderosa na terra do que a oração, pois a palavra de Deus diz que muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.

​Pela oração situações humanamente irremediáveis acontecem. Ana orou ao Senhor e tornou-se alegre mãe de filhos, inobstante ser estéril. Deus derrotou o poderoso exército da Assíria em resposta às orações do rei Ezequias. Esse mesmo rei foi curado de uma enfermidade mortal, em resposta ao seu clamor e às suas lágrimas. A oração aciona o braço do Onipotente!

​Pela oração, as mui ricas e preciosas promessas de Deus são apropriadas. Tiago escreveu: “Nada tendes, porque nada pedis”. Jesus ensinou: “Pedi e dar-se-vos-á, porque todo o que pede recebe”. Bênçãos são retidas quando as orações não sobem ao trono da graça. Mas, promessas são cumpridas quando o povo de Deus ergue sua voz aos céus. Pela oração apropriamo-nos das promessas divinas.

​Pela oração, enfermos são curados. Portanto, devemos orar pelos enfermos. Deus cura com os meios, sem os meios e apesar dos meios. Ele cura segundo o seu propósito e sua soberana vontade. Quando ele deixa de curar é, de igual modo, para mostrar como o seu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Porém, jamais devemos calar a nossa voz diante do sofrimento, seja nosso ou dos nossos irmãos. Deus é poderoso para reverter a situação mais adversa. Ele pode transformar choro em alegria, desespero em esperança, o cheio da morte em aroma de vida.

​Pela oração, a igreja é fortalecida com poder para testemunhar. A igreja avança mais rápido e com mais vigor quando caminha de joelhos. É quando nos prostramos diante de Deus que podemos nos levantar diante dos homens. É quando nos curvamos diante de Deus em oração que podemos nos levantar para pregar com eficácia. Não há pregação poderosa sem que primeiro os joelhos se dobrem. Precisamos falar com Deus antes de falar aos homens. Precisamos conhecer o poder de Deus através da oração antes de sermos usados por Deus na pregação.

​Pela oração, a igreja transforma as ameaças do mundo em ousadia para testemunhar com intrepidez. A perseguição jamais enfraqueceu a igreja. Ao contrário, leva-a ainda mais longe em sua ousadia, para clamar aos céus, rogando intrepidez e poder para testemunhar. Foi assim com os apóstolos diante da perseguição do sinédrio judaico. Foi assim com os crentes primitivos diante da amarga e truculenta perseguição dos imperadores romanos. Foi assim ao longo da história da igreja. O sofrimento põe a igreja de joelhos e quando a igreja se ajoelha ela é mais forte do que um poderoso exército. A igreja transforma as ameaças do mundo em oportunidades para buscar a face do Onipotente e sair desse campo das lágrimas revestida com o poder do Espírito Santo.

​Pela oração, a igreja se deleita em Deus mais do que nas obras de Deus. O maior privilégio da oração é ter intimidade com Deus e deleitar-se nele. Quanto mais nos regozijamos em Deus, mas ele se deleita em nós. Quanto mais nos apegamos ao Altíssimo, mais temos gozo nele e motivos para andarmos com ele. Nosso maior problema não é a presença do adversário, mas a ausência de Deus. Nossa maior riqueza não são as bênçãos de Deus, mas o Deus das bênçãos. Deus é melhor do que suas bênçãos. Ele é mais excelente do que suas mais excelentes dádivas. Oh, que a igreja redescubra as bênçãos da oração! Oh, que a igreja deixe de fazer a obra na força do braço humano, para recorrer aos insondáveis recursos divinos. Oh, que a igreja se prostre diante de Deus em oração, para levantar-se diante dos homens em testemunho!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 6 de agosto de 2022

7 ERROS QUE AS MULHERES NÃO PODEM COMETER!!!


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia  



Falou Nabucodonosor, dizendo: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, que enviou o seu anjo, e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois violaram a palavra do rei, preferindo entregar os seus corpos, para que não servissem nem adorassem algum outro deus, senão o seu Deus.

SÓ TU ÉS SANTO / UMA COISA / DEIXA QUEIMAR / QUANDO ELE VEM | MORADA (AO VIVO)


 

PÃO DIÁRIO - 07/08/2022 - À margem



À margem

E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades. — Filipenses 4:19


Quando as borboletas saem de seus casulos, no parque da cidade, elas têm um paraíso tropical preparado e perfeitamente adequado ao suprimento de todas as suas necessidades. A temperatura e a umidade são perfeitas. O alimento contém o perfeito equilíbrio de calorias e nutrientes para mantê-las saudáveis. Não há necessidade de irem a qualquer outro lugar. Contudo, algumas borboletas veem o céu azul brilhante fora do abrigo e passam seus dias voando junto ao teto de vidro, muito longe do abundante suprimento de alimentos.

Quero dizer a essas borboletas: “Vocês não sabem que tudo de que necessitam está aí dentro? O lado de fora é frio e agressivo, e vocês morrerão em poucos minutos se conseguirem o que estão desejando.”

Pergunto-me se essa é a mensagem que Deus tem para mim e questiono: olho com desejo para coisas que me fariam mal? Uso minha energia para obter o que não necessito e não deveria ter? Ignoro a abundante provisão de Deus porque imagino que algo além do meu alcance é melhor? Invisto meu tempo à margem da fé?

Deus supre todas as nossas necessidades com Suas riquezas (Filipenses 4:19). Então, em vez de nos esforçarmos por obter o que não temos, vamos abrir os nossos corações para receber com gratidão tudo o que Ele já nos concedeu.

— Julie Ackerman Link


Leia: Filipenses 4:10-20 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 3-4; Marcos 10:32-52

Considere: As nossas necessidades nunca esgotarão os suprimentos divinos.

O ESPLÊNDIDO MINISTÉRIO DE JESUS

 



 “Percorri Jesus toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo” (Mt 4.23).

 

Jesus já tinha passado pela água do batismo e pelo fogo da tentação. Seu ministério já estava suplantando o robusto ministério de João Batista em termos de adesão das multidões (Jo 4.1-3). Então, Jesus deixa a Judeia para evitar conflitos precoces com as autoridades religiosas e vai para a Galileia (Mt 4.23). Sua fama transborda para além das fronteiras de Israel (Mt 4.24). Multidões fluíam de todos os cantos da nação para segui-lo (Mt 4.25). O texto em relevo mostra-nos três áreas do ministério de Jesus:

Em primeiro lugar, Jesus ensinou nas sinagogas. Jesus foi o Mestre dos mestres, o mensageiro e a mensagem, o profeta e profecia, o professor e o conteúdo do seu ensino. Não ensinou a doutrina dos rabinos nem o pensamento de sua época. Ensinou as Escrituras, mostrando que ele era o cumprimento de toda a esperança prometida no Antigo Testamento. Jesus não foi um alfaiate do efêmero, mas o escultor do eterno. Ele não ensinou nulidades, mas a verdade eterna. Ensinou nas sinagogas, lugar onde as pessoas se reuniam para ouvir a leitura da lei. Ensinou no lugar onde as pessoas buscavam conhecimento. Ensinou com fidelidade, com regularidade, com irretocável precisão. Nós, de igual forma, imitando a Jesus, devemos, no cumprimento da grande comissão, ensinar a palavra aqui e acolá, em nossa terra e além fronteiras, usando todos os métodos legítimos e disponíveis, até que as pessoas cheguem à maturidade e alcancem a estatura do varão perfeito.

Em segundo lugar, Jesus pregou o evangelho do reino. Jesus era um mestre e também um pregador. Ele veio para pregar. Pregar não a opinião dos doutores da lei nem a última corrente de pensamento dos grandes rabinos. Ele veio para pregar a palavra de Deus, o evangelho do reino. O evangelho do reino é o evangelho da graça que chama o homem ao arrependimento e promete-lhe remissão de pecados. O evangelho que, pela obra de Cristo, transporta o pecador do reino das trevas para o reino da luz, da potestade de Satanás para o domínio de Deus. O evangelho que abre a porta da salvação pela fé em Cristo sem o concurso das obras. O evangelho que apresenta a bondade e a severidade de Deus, a graça e o juízo, a redenção e a condenação, a vida e morte. Este evangelho não é criação do homem, mas dádiva de Deus. Destaca não as pretensas virtudes do homem, mas a soberana graça de Deus. Este evangelho do reino é a única boa notícia que pode tirar o homem da escravidão para a liberdade, das trevas para a luz, do juízo condenatório para a justificação pela fé. Este evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. A igreja não tem outra mensagem, o mundo não tem outra esperança.

Em terceiro lugar, Jesus curou toda sorte de doenças e enfermidades. Jesus cuidou da alma e do corpo, das necessidades espirituais e das necessidades físicas. Seu ministério foi marcado pela compaixão. A dor que latejava no peito das pessoas doía também em seu coração. Seu ministério não foi dentro de quatro paredes. Ele saía para encontrar as pessoas onde elas estavam e elas vinham a ele de onde estavam. Ele estancou o sofrimento efêmero e resolveu o problema eterno. Trouxe pleno perdão para os pecados e pleno alívio para as dores. Seu ministério de socorro dos aflitos pavimenta o caminho para a igreja seguir suas pegadas. Inobstante faltar-nos o poder pleno e absoluto que nele há, devemos ser revestidos de sua compaixão a fim de exercermos, dentro de nossos limites, o exercício da misericórdia. A igreja não pode olvidar aqueles que sofrem. Não pode passar de largo daqueles que jazem feridos à beira do nosso caminho. A igreja é o braço estendido da misericórdia de Deus num mundo enfermo que soluça e geme sem esperança. O que pulsa no coração de Deus deve também pulsar em nosso coração. A misericórdia não é para ser discutida, mas para ser praticada!

Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

CONSELHOS AOS PAIS PARA ABENÇOAR SEUS FILHOS - PR. JOSUÉ GONÇALVES


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

Mateus 5:16

Regis Danese - Faz Um Milagre em Mim (DVD 10 Anos) [Vídeo Oficial]


 

PÃO DIÁRIO - 06/08/2022 - Carrinhos bate-bate


Carrinhos bate-bate

…Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? — Mateus 18:21


A vida é muito parecida com os “carrinhos bate-bate” de um parque de diversões. Você entra em seu carro sabendo que será atingido… você só não sabe com qual intensidade. E, ao ser atingido, pisa no acelerador e sai à caça daquele que lhe bateu, esperando bater nessa pessoa com força ainda maior.

Essa pode ser uma estratégia divertida para carrinhos bate-bate, mas é terrível para a vida. Quando você for atingido na vida, revidar só aumentará os danos e, no final, todos sofrerão prejuízos.

Jesus tinha uma estratégia melhor: perdoar aqueles que nos “atingiram”. Como Pedro, podemos imaginar quantas vezes temos de perdoar. Quando Pedro perguntou a Jesus: “Até sete vezes?” Jesus respondeu “Até setenta vezes sete” (Mateus 18:21-22). Em outras palavras, não há limites para a graça. Devemos sempre conceder um espírito de perdão. Por quê? Na parábola do perdoador, Jesus explicou que perdoamos não porque nossos ofensores o merecem, mas porque fomos perdoados. Ele diz: “…perdoei-te […] porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?” (vv.32-33).

Como fazemos parte dos que foram muito perdoados, vamos interromper os danos e compartilhar essa bênção com os outros.

— Joe Stowell

Leia: Mateus 18:23-35 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 1-2; Marcos 10:1-31

Considere: O perdão é a graça de Deus em ação por nosso intermédio.

BEM-AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS

 



 Misericórdia é inclinar o coração na miséria do outro. Mas, quem é esse outro? Pode ser um membro de nossa família. Pode ser um membro da igreja que frequentamos. Pode ser um cristão ou um não cristão com quem não nos relacionamos. Pode ser até mesmo um inimigo. Embora, nossa ação misericordiosa tenha círculos de prioridade, estende-se ao fim, a todos, sem distinção e sem exceção. Eis o ensino do apóstolo Paulo: “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gl 6.10). Pensar que a misericórdia deve ser endereçada apenas à família de sangue ou aos domésticos da fé é uma limitação grotesca da vida cristã e um reducionismo sem fundamento da prática do amor ao próximo.

Jesus estendeu sua ação misericordiosa aos estrangeiros, aos endemoninhados, aos enfermos, aos leprosos, às mulheres, às crianças, aos publicanos e aos pecadores. Os apóstolos curaram um homem paralítico na porta do templo sem antes investigar se ele fazia parte da comunidade dos salvos. Na parábola do “Bom Samaritano” Jesus deixa claro que os religiosos, presos aos seus preceitos legalistas, passaram de largo e deram mais valor aos ritos sagrados do que a assistência a um homem ferido (Lc 10.31,32). O desprezado e nada ortodoxo samaritano foi quem socorreu o moribundo e o tirou da zona de perigo (Lc 10.33-35). No dia do juízo, Jesus disse que seremos julgados pela omissão de sonegar pão, água, vestes, abrigo e cuidado aos que, necessitados cruzaram o nosso caminho (Mt 25.31-46).

Jesus profere aqui uma bem-aventurança aos misericordiosos (Mt 5.7), aqueles que buscam razões para socorrer o aflito em vez de buscar subterfúgios para passar de largo. Os misericordiosos são aqueles que dedicam tempo aos necessitados, ajuda-os em suas necessidades e assiste-os em suas aflições. Os misericordiosos são aqueles que fazem o bem a todos, independentemente de sua crença, de sua raça e de sua condição social. O preceito do evangelho é dar pão a quem tem fome, ainda que este seja nosso inimigo. O apóstolo Paulo escreve: “… se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber…” (Rm 12.20). E acrescenta: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.21). Jesus falou de oferecer um banquete a quem não pode nos retribuir. É expressar bondade àqueles que, esquecidos dos homens, podem revelar para nós o próprio rosto de Jesus. Quando fazemos o bem a um dos pequeninos famintos, sedentos, nus, doentes ou forasteiros, fazemos ao próprio Senhor Jesus (Mt 25.40).

A misericórdia abençoa não apenas aqueles que por ela são contemplados, mas, também, e principalmente, aqueles que a exercem. Jesus ensinou que “mais bem-aventurado é dar que receber” (At 20.35). A alegria de ajudar é maior do que a alegria de ser ajudado. A recompensa de dar é maior do que a alegria de receber. Quando exercemos misericórdia imitamos aquele que é o Misericordioso por excelência. Quando inclinamos nosso coração à miséria do nosso próximo, isso traz glória ao nome de Deus no céu e gratidão a Deus na terra (Mt 5.16).

Mas Jesus conclui, dizendo que os misericordiosos alcançam misericórdia. Eles colhem o que semeiam. Eles recebem o refluxo do seu próprio fluxo. Eles bebem da própria fonte que deles jorrou. Eles comem do mesmo fruto cuja semente foi plantada na seara do amor. Oh, quão felizes são os misericordiosos! Oh, quão benditas são as mãos que se estendem para o socorrer! Oh, quão suave, como aroma, sobe ao trono de Deus no céu, as ações da misericórdia na terra! Deus está mais interessado no exercício da misericórdia do que no legalismo religioso (Mt 12.7). Deus dá mais valor ao ser humano do que a rituais. Esse valor foi eloquentemente demonstrado, não com palavras de fogo escritas nas nuvens, mas esculpida na cruz do Calvário, quando Deus não poupou a seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou (Rm 8.32)!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

5 COISAS QUE AS MULHERES SÁBIAS NÃO FAZEM!!!


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Falou Nabucodonosor, dizendo: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, que enviou o seu anjo, e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois violaram a palavra do rei, preferindo entregar os seus corpos, para que não servissem nem adorassem algum outro deus, senão o seu Deus.

Anderson Freire - Essência (DVD COMPLETO)


 

PÃO DIÁRIO - 05/08/2022 - Lazer forçado

 


Lazer forçado

O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor… — Sofonias 3:17


Pouco antes de um Natal, uma amiga recebeu o diagnóstico de leucemia e foi instruída a começar a quimioterapia imediatamente. Poucas semanas antes, Karina tinha dito aos amigos como se sentira abençoada e contente por ter uma família amorosa, uma casa confortável e um novo neto. Ao entrar no hospital, Karina pediu a Jesus para mostrar-lhe Sua presença e permanecer junto a ela.

Nos sete meses de tratamentos que se seguiram, a recuperação exigiu isolamento parcial, e este tempo se tornou um período que ela chama de “lazer forçado”. Ela diz ter aprendido a desacelerar, refletir silenciosamente e descansar na bondade, no amor e no plano perfeito de Deus — sendo ou não curada.

Karina se apropriou de uma das promessas de Deus ao Seu povo de Israel: “O Senhor, teu Deus, […] poderoso para salvar-te; ele se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo” (Sofonias 3:17).

O câncer agora está em remissão após uma jornada que ela diz ter mudado sua vida para melhor. De volta à rotina agitada, ela frequentemente faz uma pausa para apossar-se novamente das lições aprendidas no “lazer forçado”.

É muito importante — seja em tempos de bonança ou de desafios — nos aproximarmos do coração amoroso de Deus para ouvir a Sua voz e colocarmos as nossas vidas em Suas mãos.

— David C. McCasland


Leia: Sofonias 3:14-20 

Examine: A Bíblia em um ano: Números 34-36; Marcos 9:30-50

Considere: Deus tem as pessoas no íntimo do Seu coração.

CULTIVE A HUMILDADE E NÃO SEJA UM GABOLA

 


 “Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba de dádivas que não fez” (Pv 25.14).

 

A gabolice é uma atitude mesquinha e reprovável. O gabola é aquele indivíduo que tem necessidade de contar vantagem sobre si mesmo. Está sempre enaltecendo suas próprias virtudes. Sempre contando suas façanhas com o propósito de receber o aplauso dos homens. Sempre estadeando suas dádivas generosas. Sempre exagerando em suas palavras, colocando-se num lugar de honra que jamais mereceu. A gabolice, também, pode ser notada, quando o indivíduo disfarça o seu complexo de inferioridade usando a máscara do complexo de superioridade. Quem constantemente precisa se autoafirmar, contando histórias onde ele sempre é o herói ou tem necessidade de contar seus feitos, suas obras, seu desempenho e sua desenvoltura com o propósito de afagar seu próprio ego, demonstra ser uma pessoa imatura.

O texto em epígrafe revela que o homem que se gaba de dádivas que não fez é uma farsa, um embuste, uma nuvem falaz. Troveja e relampeja suas obras caridosas sem as ter praticado. Suas palavras parecem nuvens carregadas de chuvas benfazejas. Mas, todas esses relatórios de benemerências não passam de mentiras deslavadas. Sua verborragia benevolente são nuvens passageiras que vêm e vão sem deixar cair sequer uma gota de misericórdia sobre os necessitados. O gabola é um mentiroso. Suas palavras não merecem confiança. É pródigo de bondade apenas nos lábios, porém, suas mãos nunca se estendem para socorrer o aflito. Sua bondade é uma miragem. Seus feitos de misericórdia são uma ficção. Suas promessas são uma frustração. O gabola é como nuvem passageira e como vento uivante que não produz chuva por anda passa.

Jesus nos ensinou a sermos misericordiosos, mas com discrição, sem fazer propaganda de nossas obras. Dar esmola e depois tocar trombeta, jejuar e depois fazer propaganda de sua espiritualidade é uma atitude mesquinha. Orar de pé com o fim de ser visto pelos homens e depois estadear diante de Deus suas virtudes espirituais não passa de indisfarçável hipocrisia. Há um adágio popular que diz que “lata vazia é que faz barulho”. Quem é, não precisa fazer propaganda de si mesmo. O autoelogio é uma atitude imprópria para um cristão maduro. Bater palmas para si mesmo e colocar-se acima dos outros é uma evidência eloquente de consumada imaturidade.

A palavra de Deus é enfática em dizer que Deus dá graça aos humildes, mas resiste aos soberbos. A bem-aventurança não está na arrogância espiritual, mas na singeleza de coração. Jesus ensinou: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Os humildes de espírito são aqueles que têm plena consciência de sua pobreza. Sabem que nada têm para reivindicar qualquer direito diante de Deus. Chegam à presença de Deus conscientes de sua total falência e carentes da graça. Esses são felizes e a esses pertence o reino dos céus. Porém, os arrogantes, cheios de si, que ostentam suas pretensas virtudes, são despedidos vazios e não são justificados diante de Deus.

Oh, que Deus nos livre da soberba! Oh, que nosso coração fuja da sedução enganadora da gabolice! Oh, que o nosso coração se humilhe sob a onipotente mão de Deus e que não sejam nossos próprios lábios que nos louvem! É tempo de sermos maduros na fé e chorarmos pelos nossos pecados em vez de alardearmos nossas virtudes!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

O final dessa História ainda da pra mudar (Pr Josué Gonçalves)


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




E Pedro, tornando a si, disse: Agora sei verdadeiramente que o Senhor enviou o seu anjo, e me livrou da mão de Herodes, e de tudo o que o povo dos judeus esperava.

Atos 12:11

Valesca Mayssa l Árvore Cortada [Clipe Oficial]


 

PÃO DIÁRIO 04/08/2022 - Candura refrescante

 


Candura refrescante

…aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, […] será bem-aventurado no que realizar. —Tiago 1:25


Das muitas coisas que amo em minha mãe, a principal pode ser a sua candura. Muitas vezes, telefonei-lhe para pedir sua opinião a respeito de determinado assunto e ela sempre respondeu “Não peça minha opinião a menos que queira ouvi-la. Não vou tentar descobrir o que você quer ouvir. Vou dizer-lhe o que realmente penso.”

Num mundo em que as palavras são cuidadosamente analisadas, sua abordagem direta é refrescante. Ela é, também, uma das características de um verdadeiro amigo. Os amigos sinceros nos falam a verdade em amor — mesmo não sendo o que queremos ouvir. Como diz o provérbio, “Leais são as feridas feitas pelo que ama…” (Provérbios 27:6).

Esse é um dos motivos pelos quais Jesus é o maior de todos os amigos. Quando encontrou a mulher no poço (João 4:7-26), Ele se recusou a deixar-se envolver numa discussão sobre questões secundárias. Em vez disso, abordou diretamente as mais profundas questões e necessidades do coração dela. Ele a confrontou a respeito do caráter do Pai e, amorosamente, falou-lhe sobre seus sonhos desfeitos e suas profundas decepções.

Ao caminharmos com o nosso Senhor, vamos permitir que Ele fale candidamente à verdadeira condição de nossos corações por meio das Escrituras — e que possamos recorrer a Ele e encontrar a Sua graça para nos ajudar em nossos momentos de necessidade.

— Bill Crowder

Leia: João 4:7-26 

Examine: A Bíblia em um ano: Números 28-30; Marcos 8:22-38

Considere: Jesus sempre nos diz a verdade.

A LOUCURA DA PREGAÇÃO

 


“Visto como, na sabedoria de Deus o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus saber os que creem pela loucura da pregação” (1Co 1.21).

O apóstolo Paulo está escrevendo sua primeira carta aos Coríntios da cidade de Éfeso. Naquela cidade grega, o veterano apóstolo havia passado dezoito meses, plantando uma igreja num reduto assaz corrompido moralmente. Os gregos não apenas estavam rendidos à depravação moral, mas também estavam abertos a discutir novas ideias e a ouvir diferentes vertentes filosóficas. Mas, o evangelho que Paulo pregou e pelo qual Deus ainda salva os que creem não é uma ideia entre outras, mas o único meio pelo qual ele chama os eleitos à salvação. Esse está centrado na pessoa e na obra de Cristo. Seu eixo principal é a cruz, onde o Filho de Deus carregou sobre seu corpo, nossos pecados. A pregação não é um discurso religioso, mas uma mensagem solene sobre a morte expiatória de Cristo. Por isso, o apóstolo fala da loucura da pregação. Destaco aqui três verdades:
Em primeiro lugar, a pregação é uma loucura porque seu conteúdo é a cruz. A cruz era o método mais terrível de pena capital no primeiro século. Aquele que era dependurado na cruz era considerado maldito. Sofria dores atrozes, repúdio absoluto e opróbrio sem igual. Pois, o Messias que Paulo anunciou e nós ainda proclamamos foi pregado na cruz. Foi exposto à vergonha e ao opróbrio. Foi suspenso entre a terra e o céu no mais horrendo espetáculo de dor. A cruz era escândalo para os judeus e vergonha para os gentios (1Co 1.23). Mas, foi na cruz que Deus fez refulgir seu mais eloquente amor e reluzir sua mais profunda justiça. Foi na cruz que Deus puniu nossos pecados, imputando-os a seu Filho. Foi na cruz que Deus desamparou seu Filho para nos perdoar e nos justificar. Foi na cruz que a cabeça da serpente foi esmagada, o preço da nossa redenção foi pago e a nossa salvação foi consumada.
Em segundo lugar, a pregação é uma loucura porque o sua exigência é radical. A pregação exige de todos os homens arrependimento e fé em Jesus. A menos que o homem reconheça que está perdido e se arrependa de seus pecados, pondo em Jesus sua confiança não pode ser salvo. Não salvação em nenhum outro nome, exceto no nome de Jesus. A pregação é uma oferta da salvação feita a todos, mas somente os que se arrependem e creem são salvos. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê e só daquele que crê. Ninguém pode ser salvo pelas obras nem mesmo pela sua religiosidade, apenas pela graça mediante a fé. A fé vem pela pregação, e a pregação pela palavra de Cristo (Rm 10.17).
Em terceiro lugar, a pregação é uma loucura porque sua mensagem não agrada aos sábios deste mundo. A pregação não é um discurso humanista, que exalta o homem e o coloca no pedestal. Ao contrário, fere seu orgulho mostrando que sua sabedoria é incapaz de reconhecer a existência de Deus ou mesmo as obras de Deus. O mundo não conhece a Deus por sua sabedoria. É por isso, que Deus não chamou muitos sábios e entendidos deste mundo, mas os pequeninos e humildes. É claro que essa arrogância não tem a ver com conhecimento e posição social. Há homens doutos humildes e homens ignorantes soberbos. Há homens ricos quebrantados e há homens pobres arrogantes. Um indivíduo soberbo coloca-se fora do alcance do evangelho. A pregação lhe é loucura. Mas, aos que se humilham sob a poderosa mão de Deus, pela obra do Espírito Santo, esses ouvem, esses se arrependem, esses creem, esses são salvos pela graça. Oh, bendito evangelho! Oh, bendita loucura do evangelho! O apóstolo Paulo troveja sua voz e diz: “A loucura de Deus é mais sábia que do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (1Co 1.25).

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 2 de agosto de 2022

Como sair vitorioso da crise - Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.

Heloisa Rosa e Fernandinho - Yeshua (Live Session)


 

PÃO DIÁRIO - 03/08/2022 - Eles estão observando

 


Eles estão observando

…não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens. — Tito 3:2


Faz muitas décadas que um acontecimento no Ensino Médio me afligiu. Para mim, era extremamente importante praticar esportes. Meu objetivo era o basquetebol e passei centenas de horas praticando minha jogada. Então, quando não consegui ser escalado para jogar pelo colégio em meu último ano, depois de estar nele desde o Ensino Fundamental, me senti desapontado.

Decepcionado e confuso, segui em frente. Tornei-me o responsável pelas estatísticas da equipe, assistindo aos jogos e mantendo um registro dos rebotes e lances dos meus amigos quando eles participavam de um jogo do campeonato estadual e eu não. Para ser honesto, nunca pensei em como eles viam minha reação. De alguma maneira, eu superei. Por isso, fiquei surpreso ao ouvir, recentemente, que vários de meus colegas de classe disseram a meu irmão que viram em minha reação uma lição de cristianismo — uma figura de Cristo. Meu objetivo não é dizer a você para agir como eu, porque não estou certo do que fiz. Meu objetivo é dizer-lhe que, quer saibamos, quer não, as pessoas estão nos observando.

No livro de Tito 3:1-8, Paulo explica a vida para a qual Deus nos capacita — uma vida de respeito, obediência e bondade, resultado do nosso renascimento por meio de Jesus e renovação pelo Espírito Santo que foi derramado em nós.

Ao vivermos sob a orientação do Espírito, Deus usará a nossa vida para demonstrar aos outros a realidade da Sua presença.

— Dave Branon

Leia: Tito 3:1-8 

Examine: A Bíblia em um ano: Números 31-33; Marcos 9:1-29

Considere: Um cristão é um sermão vivo, ainda que não pregue uma só palavra.

PARECEU BEM AO ESPÍRITO SANTO E A NÓS



“Pois pareceu bem ao Espírito Santo e a nós…” (At 15.28).

A Igreja Primitiva caminhava em obediência à orientação do Espírito Santo. As decisões eram tomadas em submissão à sua soberana vontade. Líderes eram escolhidos conforme seu querer. A direção missionária da igreja era dada pelo Espírito Santo. As decisões doutrinárias da igreja, de igual forma, eram feitas sob a égide do Espírito Santo. Esse modelo não se caducou. Não pode ser alterado. O Espírito Santo nos foi dado para guiar-nos à toda a verdade. Sua direção é dentro da Palavra de Deus e não fora dela. Seu propósito é sempre exaltar a Cristo. Sua vontade está sempre afinada com o supremo propósito do Pai. Portanto, a igreja precisa, constantemente, curvar-se à direção do Espírito Santo, para que marche firme e resoluta rumo à obediência e à santidade.

Hoje, a igreja reúne-se para escolher seus líderes: presbíteros e diáconos. Depois de orar e buscar a vontade de Deus, chegou a hora de escolher aqueles que, devem ocupar um posto de serviço e não de prestígio. Essa escolha não pode ser feita de acordo com o padrão do mundo. No mundo quanto maior é o homem mais servos ele tem a seu serviço; no reino de Deus, quanto maior um homem é, mais pessoas ele serve. O padrão do mundo destaca o homem pelos seus predicados intelectuais e financeiros; mas no reino de Deus, o homem é reconhecido pela sua humildade e piedade. No reino de Deus a pirâmide está invertida. O maior é o menor e o menor é o maior.

Devemos rogar a Deus, com temor e tremor, a fim de que sua vontade seja feita e que homens fiéis e cheios do Espírito Santo sejam eleitos para governarem e para servirem à igreja com o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Precisamos de pastores servos e de servos pastores. Precisamos de homens firmes na Palavra e amáveis no trato. Homens que tenham conhecimento e sabedoria. Homens que amem a Cristo e apascentem suas ovelhas. Homens que sejam doutos na Palavra e dedicados ao ensino. Homens que sejam intolerantes com o pecado e compassivos com os pecadores. Homens que celebram com o rebanho e também chorem suas dores. Homens que inspirem mais pelo exemplo do que pelo discurso. Homens que vivam o que ensinam e preguem como se jamais tivessem oportunidade de pregar novamente.  Homens que conheçam o estado de suas ovelhas e desçam aos lugares mais perigosos para resgatar aquela que caiu. Homens que cuidem das ovelhas que estão seguras no aprisco e saiam em busca da que se desviou.

Precisamos de homens que cuidem dos enfermos e supram as necessidades dos aflitos. Homens que se afadigam na Palavra e oram sem esmorecer. Homens que sejam exemplos de piedade no lar e padrão dos fiéis no seu trabalho. Homens que sejam respeitados dentro do lar e tenham bom testemunho dos de fora. Homens que não gastem seu tempo com conversas frívolas nem sejam amigos de contendas. Homens cujo temperamento seja controlado pelo Espírito e transmitam graça no abrir de sua boca. Homens de verdade e homens de honra. Homens cheios do Espírito Santo, cheios de fé e cheios de sabedoria. Homens cheios de graça e cheios de poder. Homens cuja vida seja avalista de suas palavras. Homens fervorosos de espírito e não religiosos carregados de tradições. Homens que tenham luz na mente e fogo no coração. Homens que tenham zelo por Deus e profunda compaixão pelos perdidos. Oh, que Deus nos oriente para que nessa assembleia, possamos agir de tal forma na escolha de nossos líderes, que ao final possamos dizer: “Pois pareceu bem ao Espírito Santo e a nós”.

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

VOCÊ PRECISA ACERTAR O ALVO (Pr Josué Gonçalves)


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro.

1 João 4:19

Eyshila - Nada Pode Calar Um Adorador (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 02/08/2022 - Um bom homem

 



Um bom homem

Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. — Efésios 2:8


“Geraldo era um bom homem”, disse o pastor no funeral de Geraldo Stevens. “Ele amava sua família, era fiel à sua esposa, serviu seu país nas Forças Armadas, foi excelente pai, avô e um grande amigo.”

Em seguida, o pastor continuou, dizendo aos amigos e parentes reunidos que a boa vida que ele levava e as boas obras de Stevens não eram suficientes para assegurar-lhe um lugar no céu. E que o próprio Stevens teria sido o primeiro a dizer-lhes isso!

Stevens acreditava nas seguintes palavras da Bíblia: “…todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23) e “…porque o salário do pecado é a morte…” (6:23). O destino final e eterno na jornada da vida não fora determinado por ele ter vivido uma vida realmente boa, mas unicamente por Jesus ter morrido em seu lugar para pagar o preço pelo pecado. Ele acreditou que cada um de nós deve aceitar pessoalmente o dom gratuito de Deus, que é “…a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (6:23).

Stevens foi um bom homem, mas nunca poderia ter sido ‘bom o suficiente’. Nós também não podemos. É somente pela graça que podemos ser salvos por meio da fé. E isso não tem absolutamente nada a ver com os nossos esforços humanos. “…é dom de Deus” (Efésios 2:8).

“Graças a Deus pelo seu dom inefável!” (2 Coríntios 9:15).

— Cindy Hess Kasper

Leia: Romanos 3:10-18

Examine: A Bíblia em um ano: Números 26-27;Marcos 8:1-21

Considere: Não somos salvos por boas obras, mas pela obra de Deus.

UMA NAÇÃO RENDIDA AO CRIME


 

“As suas mãos estão sobre o mal e o fazem diligentemente; o príncipe exige condenação, o juiz aceita suborno, o grande fala dos maus desejos de sua alma, e, assim, todos eles juntamente urdem a trama” (Mq 7.3).

 

​O texto em epígrafe não foi extraído da Folha de São Paulo nem é uma citação do último Telejornal. É uma menção feita pelo profeta Miquéias há mais de dois mil e setecentos anos. Israel era uma nação rendida ao crime. Por não ter se arrependido, sofreu um amargo cativeiro, sob a látego dos caldeus. O Brasil segue à risca esse mesmo roteiro trágico. Vejamos:

​Em primeiro lugar, a maldade é praticada com diligência. “As suas mãos estão sobre o mal e o fazem diligentemente…”. Não se trata apenas de tolerância ao erro, mas de uma inversão total de valores. Não se trata apenas de uma parcela da sociedade estar corrompida, mas esse levedo do mal, fermentou toda a sociedade, e, assim, todos estendem sua mão para fazer o mal contra o seu próximo, e isso, com diligência. O mal não é apenas praticado, mas praticado com planejamento rigoroso, com dedicação exclusiva.

​Em segundo lugar, os governantes tornam-se feitores do mal e não do bem. “… o príncipe exige condenação…”. Os governantes são ministros de Deus para a prática do bem e a proibição do mal. Eles devem servir ao povo em vez de se servirem do povo. São defensores do povo e não opressores dele. Porém, aqui, o príncipe está exigindo condenação. Está usando seu mandato para oprimir o povo e não para aliviar o fardo do povo. Quando os governantes, com desfaçatez, pervertem seu caráter, maculam sua honra, rendem-se ao crime e oprimem o povo, tornam-se um pesadelo para a nação.

​Em terceiro lugar, os tribunais tornam-se agência de injustiça. “… o juiz aceita suborno…”. Os juízes deixam de julgar conforme a lei para promoverem a injustiça. Julgam com parcialidade, para favorecer aos poderosos e esmagar os fracos. Os juízes escondem a verdade, amordaçam a justiça, aviltam o direito, escarnecem da lei e dão sentenças por suborno. Por causa do amor ao dinheiro, as cortes deixam de ser o refúgio dos justos para ser o esconderijo dos criminosos.

​Em quarto lugar, os poderosos encontram caminho aberto para colocarem em prática seus desejos perversos. “… o grande fala dos maus desejos da sua alma…”. Quando os poderes constituídos se capitulam ao crime; quando o Estado é domesticado para favorecer os fortes e oprimir os fracos, então, os poderosos perdem o pudor e não escondem mais seus projetos iníquos. Sabem que praticarão delitos e escaparão do braço da lei. Sabem que seus crimes lhes trarão robustas recompensas. Sabem que, ainda que suas transgressões venham à baila, eles não serão exemplarmente punidos. O palácio, o parlamento e a corte, assim, deixam de ser a fortaleza da esperança do povo para tornarem-se na sua maior ameaça. As riquezas que deveriam atender as necessidades do povo são desviadas, criminosamente, para atender aos interesses dos ricos e endinheirados. Enquanto os poderosos vivem refestelando-se em seu luxo extremo, o povo geme abandonado ao descaso extremo.​Em quinto lugar, os defensores do povo se unem para oprimir ainda mais o povo. “… e, assim, todos eles juntamente urdem a trama”. A trama não é urdida por aqueles que vivem ao arrepio da lei, nos subúrbios do crime, mas por homens togados, investidos de poder, mas sem nenhum coração. O crime não vem apenas dos porões escuros da marginalidade, mas sobretudo do palácio e do parlamento. O povo aturdido não tem a quem recorrer, pois há uma orquestração bem alinhada entre os poderosos para, sob o manto da lei, transgredirem a lei. Aqueles que sobem à tribuna ou discursam nos tribunais, estadeando sua lealdade à Constituição, pisam-na. Aqueles que são escolhidos pelo povo, para servirem ao povo, exploram-no. Aqueles que deveriam administrar os recursos públicos para o bem do povo, desviam-nos para atender a ganância dos poderosos. Aqueles que deveriam ser exemplo de integridade para o povo, como ratazanas esfaimadas, abocanham as riquezas da nação, deixando o povo à míngua. Cercados por essa horda de criminosos, só nos resta clamar Àquele que tudo vê, tudo sonda e a todos conhece. Nesse tempo de desesperança, é tempo de buscarmos em Deus refúgio, unir nossa voz à voz do profeta Miquéias e clamar: “Eu, porém, olharei para o Senhor e esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá” (Mq 7.5).

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais ansiosos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premedit...