segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

30 Minutos de Louvor com Israel Salazar


 

PÃO DIÁRIO - 25\01\2022 - FEITO POR DEUS


 FEITO POR DEUS

Quando era criança, alguém muito próximo a mim acreditou que poderia me motivar a ser melhor me perguntando, " por que você é tão bobo? " Eu não sabia o quanto isso tinha me efetado até me tornar adolecente e ouvir alguém, atrás de mim, dizer: " Bobão ! " Ao ouvir essa palavra, rapidamente voltei-me para atrás pensando que estavam falando comigo.
Conhecer Jesus Cristo como Salvador e Senhor me ajudou a perceber que, porque Deus me criou à Sua imagem ( Gênesis 1:27 ), eu não sou tolo, mas sim "...formado de modo assombrosamente maravilhoso " ( Salmo 139:14 ). Deus declara que tudo o que Ele fez é " muito bom " ( Gênesis 1:31 ), e os Salmos nos lembram de que somos "...formados e entretecidos..." ( Salmo 139:15 ).
O salmista Davi descreve como Deus conhece cada um de nós intimamente; " SENHOR, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me assento e quando me levanto; de longe penetras os meus pensamentos Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar e conheces todos os meus caminhos " ( vv.1-3 ).
Não apenas somos feitos de maneira maravilhosa, mas devido à morte de Cristo na cruz, podemos também ser maravilhosamente reaturados e ter um relacionamento reto com Deus. " E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura [...] Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo " ( 2 -Coríntios 5:17-18 ). - AL

Leia: Salmo 139:1-16.

Examine: Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste... - Salmo 139:14.

Considere: Cada pessoa é uma expressão única do amoroso projeto de Deus.

O LUGAR DAS BOAS OBRAS NA VIDA DO CRENTE

 


            Há muitas pessoas que, por não compreenderem o ensino das Escrituras, colocam a prática das boas obras como a causa da salvação. Isso é um ledo engano. As boas obras são a evidência da salvação e não a sua causa. Praticamos boas obras porque fomos salvos pela graça e não para sermos salvos pelos nossos méritos. Mas, então, qual é o lugar das boas obras na vida do crente? Vejamos:

            Em primeiro lugar, devemos fazer boas obras porque Deus é glorificado através delas (Mt 5.16). Quando os homens veem as nossas boas obras, eles glorificam ao nosso Pai que está nos céus. As boas obras não são praticadas para enaltecer a nós mesmos. Não devemos tocar trombetas para chamar atenção para nós mesmos, quando estendemos as mãos aos necessitados. Ao contrário, devemos ser discretos ao ajudar o próximo, sabendo que fazemos isso em obediência à ordem divina e para a glória de Deus.

            Em segundo lugar, devemos fazer boas obras porque este é o propósito eterno de Deus (Ef 2.10). Somos salvos pela graça, mediante a fé e não pelas obras. Se a salvação fosse pelas obras, teríamos do que nos gloriarmos e seria uma espécie de medalha de honra ao mérito. É meridianamente claro no ensino das Escrituras que nós não somos salvos pelas obras, mas para as boas obras. Deus preparou as boas obras de antemão, para andarmos nelas. Ao praticarmos boas obras estamos cumprindo o prévio plano de Deus estabelecido para nós.

            Em terceiro lugar, devemos fazer boas obras porque fomos remidos para esse sublime propósito (Tt 2.14)O Filho de Deus se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, um povo zelo de boas obras. Fomos remidos e purificados para pertencermos exclusivamente a Cristo. Fomos remidos e purificados para sermos zelosos na prática das boas obras. Ao praticarmos as boas obras estamos cumprindo, também, o propósito da nossa própria redenção.

            Em quarto lugar, devemos fazer boas obras para não nos tornarmos infrutíferos (Tt 3.14). O apóstolo Paulo orienta Tito a ensinar os crentes da Ilha de Creta a se distinguirem nas boas obras a favor dos necessitados, para não se tornarem infrutíferos. Nós, crentes, devemos nos distinguir nas boas obras. Devemos ser notáveis nessa prática. Não podemos encolher nossas mãos quando se trata de socorrer os necessitados. Deixar de ajudar os que carecem de socorro é lavrar uma sentença de esterilidade sobre nós mesmos. Fomos chamados para dar frutos, muitos frutos.

            Em quinto lugar, devemos fazer boas obras porque este é o sacrifício que agrada a Deus (Hb 13.16). Não podemos ser negligentes na prática do bem nem mesmo na mútua cooperação, pois tais sacrifícios agradam a Deus. O bem que fazemos para os irmãos são como ofertas de libação ao Senhor. O bem que praticamos na terra, chega até aos céus. O bem que fazemos aos homens agrada a Deus.

            Em sexto lugar, devemos fazer boas obras porque a fé sem as obras é morta (Tg 2.14-17). A salvação não é pelas obras nem pela fé mais as obras, mas pela fé que realiza obras. As obras são avalistas da fé. Quem crê, demonstra sua fé, pela prática das boas obras. Quem crê não despede vazios os irmãos carentes de roupa e alimento cotidiano, sem dar-lhes o necessário. A fé, se não tiver obras, por si só está morta.

            Em sétimo lugar, devemos fazer boas obras porque é assim que demonstramos que o amor de Deus permanece em nós (1Jo 3.17). Não podemos amar a Deus a quem não vemos se não amamos aos irmãos a quem vemos. Não podemos sonegar ajuda aos irmãos necessitados, fechando-lhes nosso coração, e ao mesmo tempo termos o amor de Deus permanecendo em nós. A prática das boas obras é uma evidência de que amamos a Deus e de que o amor de Deus habita em nós.



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 23 de janeiro de 2022

FAZER AMOR QUANTAS VEZES POR SEMANA???


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;

Mateus 5:4

LUKAS AGUSTINHO | LAGOINHA JUNDIAÍ


 

PÃO DIÁRIO - 24\01\2022 - ACHADOS E PERDIDOS

 


ACHADOS E PERDIDOS

Há algum tempo não conseguia encontrar meu cartão de crédito. Comecei a procura-lo freneticamente porque perder um cartão de crédito não é algo insignificante, Os pagamentos automáticos e compras diárias seriam interrompidos  até que eu tivesse outro cartão. Sem pensar na possibilidade de alguém tê-lo encontrado e fazer compras à nossa custa. Senti grande  alívio quando minha esposa encontrou o cartão no chão  sob a mesa do computador.
No livro de Lucas 15:8-10, Cristo contou a história de algo que estava perdido - uma moeda valiósa, que equivalia ao pagamento por dias de trabalho.
A mulher que perdeu estava tão preocupada em encontrá-la que acendeu uma lãmpada,vasculhou a casa e cuidadosamente procurou  até encontrar. E depois  disse a suas amigas " .. Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido " ( vs 9 ) ; Jesus então falou sobre a moral da história: " ... de igual modo; há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende "  ( vs 10 ).
As pessoas têm muito valor para Deus; Aqueles que não o conhecem, estão perdidos em seus pecados. Cristo pagou o preço máximo ao morrer na cruz pela redenção de todos. Você conhece pessoas que estão perdidas ? Peça ao Senhor por uma oportunidade para compartilhar as boas-novas com elas para que se arrependam de seus pecados e sejam encontradas por nosso Deus misericordioso.  HDF

Leia: Lucas 15:4-10

Examine: " .. Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido " - Lucas 15:9

Considere: Para ser encontrado primeiro admita estar perdido. 

OS PODERES CONSTITUÍDOS DA NAÇÃO

 


            O pensador grego Aristóteles (384-322 a.C.), em sua obra A Política foi o pioneiro a falar sobre a existência de três órgãos separados a quem cabiam as decisões de Estado. O filósofo inglês John Locke (1632-1704), em sua obra Segundo Tratado sobre o Governo Civil aborda, também, essa matéria. Mas, foi o político e filósofo francês Mostequieu (1689-1755) quem criou a tripartição e as devidas atribuições do modelo mais aceito atualmente como o Poder Legislativo, Executivo e o Judiciário. No pensamento de Montesquieu não é prudente deixar em uma única mão as tarefas de legislar, administrar e julgar, uma vez que a concentração de poder favorece o abuso dele.

            O texto bíblico em epígrafe nos mostra que antes mesmo desses corifeus humanos tratarem da matéria, Deus já havia estabelecido essas atribuições, servindo, ele mesmo, de modelo supremo para cada um desses poderes. Vejamos:

            Em primeiro lugar, o Senhor é o nosso Juiz. O Senhor não é apenas o nosso juiz, mas o juiz justo. Ele julga retamente. Seu caráter é impoluto, suas palavras são verdadeiras e seu julgamento é reto. Ele julga segundo a verdade. Nenhum engano é cometido em suas sentenças. Nenhuma injustiça é praticada em suas decisões. No tribunal de Deus não há parcialidade. O juiz é insubornável. Ele não tem por inocente o culpado. No julgamento divino não há apadrinhados nem protegidos. A toga do juiz supremo jamais é manchada por corrupção. Ele julga a todos: grandes e pequenos, ricos e pobres, doutos e iletrados, pios e pagãos, governantes e governados. No tribunal divino não há dois pesos e duas medidas. Todos serão julgados com a mesma régua da justiça. Ele julga as palavras e as ações; julga as omissões e até mesmo os propósitos do coração. Ele tem competência até mesmo para julgar foro íntimo, pois a tudo conhece e a todos sonda.

            Em segundo lugar, o Senhor é o nosso Legislador. O Senhor é o supremo legislador. Suas leis são justas. Elas visam promover o bem e coibir o mal. Elas regulamentam o relacionamento do homem com Deus e com o próximo. As leis de Deus são santas. Jamais deturpam a moral ou conspurcam a honra. Leis injustas, que oprimem os fracos e favorecem os poderosos, jamais são promulgadas por Deus. Leis imorais que invertem os valores, promovem o pecado e escarnecem da virtude são abominações aos olhos deste sábio legislador. As leis de Deus são perfeitas. Não precisam ser atualizadas nem jamais podem ser ab-rogadas. Deus promulgou-as não para nos amordaçar ou privar-nos de liberdade, mas para proporcionar-nos uma vida livre e bem-aventurada.

            Em terceiro lugar, o Senhor é o nosso Rei. O Senhor é o supremo governante. Seu trono está no céu. Ele faz todas as coisas conforme o conselho de sua vontade e sua vontade é boa, perfeita e agradável. Ele é soberano. Nada escapa ao seu controle. Ele governa o universo e tem as rédeas da história em suas mãos. Ele é o comandante em chefe dos exércitos celestiais. Nas suas mãos estão todo poder e toda autoridade. Ele governa as nações. Ele levanta reis e faz reis apearem do poder. Ele exalta uns e rebaixa outros. Seu reino é eterno e a extensão do seu reinado abrange todas as nações.

            Nenhum sistema de governo deste mundo, por mais refinado, pode comparar-se ao governo divino. Os juízes, os legisladores e os governantes humanos são falhos. Os poderes constituídos, embora legítimos, são passíveis de erros. Porém, Deus é perfeito em seu ser e poderoso em suas obras. Por isso, só ele pode nos salvar. Nele estão os nossos olhos. Ele á a nossa esperança!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 22 de janeiro de 2022

SALMOS 113 "ORAÇÃO NARRADA " COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia

Alargaste os meus passos debaixo de mim, e não vacilaram os meus artelhos.

2 Samuel 22:37

Preto no Branco - Ninguém Explica Deus ft. Gabriela Rocha


 

PÃO DIÁRIO - 23\01\2022 - O CORDEIRO QUE É LEÃO

 


O CORDEIRO QUE É LEÃO

No livro de Apocalipse 5, o apóstolo João retrata Jesus, o Leão de Judá (vs 5 ), como um cordeiro ferido ( vs 6 ). Ao mencionar essa figura descritiva, o pregador Charles Spargeon perguntou: " Por que nosso exaltado Senhor deveria aparecer em glória com Suas chagas? " E ele mesmo respondeu: ''  As chagas de Jesus são Sua glória ".
O simbolo de um cordeiro não representa tipicamente, poder e vitória. A maioria das pessoas prefere simbolos de força que as conidem à admiração. No entanto, Deus escolheu ser encarnado como um bebê, parte do lar de um pobre carpinteiro. Ele viveu como pregador itinerante e morreu " ... como cordeiro foi levado ao matadouro ..." ( Isaías 53:17 ) em uma cruz romana. Todos, incluindo Seus discípulos, pensaram que Sua crucificação significava o fim do único que havia ousado desafiar a ordem religiosa estabelecida de Seus dias. Mas quando Jesus Cristo ressuscitou, Ele demonstrou de maneira poderosa o incomparável poder e glória de Deus.
Está chegando o dia em que jesus retornará em glória para governar o que lhe é de direito. Nesse dia, todos se curvarão diante dele e dirão: "...Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória e louvor." ( Apocalipse 5:12 ). Jesus, o Cordeiro que também é o Leão, merece nosso louvor ! - CPH 

Leia: Apocalipse 5:1-12.

Examine: ...para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho [...] e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor. - Filipenses 2:10-11.

Considere: Para honrar nosso Rei, cantamos Seus louvores.

É TEMPO DE GUERRA


            O cristianismo proclama a paz, mas vive em guerra. Não uma guerra contra pessoas, mas contra principados e potestades, contra dominadores deste mundo tenebrosos e forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Essa guerra é espiritual. Lidamos com um inimigo real, porém invisível. Não podemos enfrentá-lo com armas carnais. Esse inimigo é assassino e ladrão. É mentiroso e cruel. É maligno e destruidor. Nessa guerra espiritual precisamos atentar para algumas realidades:

            Em primeiro lugar, precisamos saber contra quem estamos lutando (Ef 6.11,12). Nossa luta não é contra carne e sangue. Nossa guerra não é contra pessoas. O diabo é o nosso inimigo e ele não está sozinho. Ele tem anjos caídos que fazem parte do seu exército. Os demônios não descansam nem tiram férias. Eles usam ciladas e diversas estratégias para roubar, matar e destruir as pessoas. Esses inimigos são astutos, malignos e assassinos. São principados, potestades, dominadores deste mundo tenebroso e forças espirituais do mal.

            Em segundo lugar, precisamos saber quais são suas estratégias do inimigo (Ef 6.11). O diabo tem um arsenal variado. Ele tem muitas estratégias. Usa ciladas e estratagemas para capturar, atormentar e arruinar as pessoas. Para cada indivíduo ele usa armas diferentes. A uns, ele ataca na área da vaidade. A outros, ele ataca na área da sexualidade. Mas, a outros, ataca na área da ganância. Poder, sexo e dinheiro são laços sutis e armas afiadas para prender e destruir muitas pessoas. O diabo e seus agentes usam, também, a pressão (Ef 6.13). Trata-se do dia mal. Muitas pessoas são atacadas com armas de grosso calibre e ficam atordoadas e até mesmo profundamente feridas por esses ataques frontais. Ainda, o inimigo usa a constância (Ef 6.13). Quando ele dá uma trégua é apenas para realinhar suas estratégias e atacar com mais ferocidade e com novas táticas.

            Em terceiro lugar, precisamos usar toda a armadura de Deus (Ef 6.11,14-17). Entrar nessa guerra de cara limpa, sem proteção é uma insensatez. O inimigo sempre irá explorar as brechas. Precisamos nos revestir de toda a armadura de Deus, protegendo nossa cabeça com o capacete da salvação; nosso corpo, com a couraça da justiça e com o escuda da fé; e, nossos pés com os calçados do evangelho.  Precisamos, de igual modo, usar a espada do Espírito tanto para nos defender como para vencer o adversário. O inimigo usa seu exército de flecheiros para nos atacar com suas setas inflamadas. Sem a proteção divina e sem as armas espirituais, poderosas em Deus para destruir fortalezas e anular sofismas, não podemos prevalecer.

            Em quarto lugar, precisamos ser fortalecidos no Senhor e na força do seu poder (Ef 6.10). Uma vez que essa luta não é carnal, mas espiritual, não podemos entrar nela fiados em nosso próprio poder. Precisamos ser revestidos como o poder de Deus, o mesmo poder que ressuscitou Jesus dentre os mortos. Está à nossa disposição a suprema grandeza do poder de Deus. A igreja é o povo mais poderoso do mundo, porque embora fraco, tem à sua disposição o poder daquele que é onipotente.

            Em quinto lugar, precisamos entrar nessa guerra com toda oração (Ef 6.18). A oração conecta a fraqueza humana à onipotência divina e une o altar da terra ao trono do céu. Quanto mais dependemos de Deus, mais fortes nos tornamos. Quanto mais confiamos nos recursos que emanam do céu, mais poder experimentamos na terra. A igreja de Deus avança de joelhos e triunfa por intermédio da oração. Quando a igreja ora, o braço de Deus age em seu favor e os inimigos são desbaratados. Quando entramos na batalha fortalecidos com o poder de Deus, usando toda a armadura de Deus, com toda oração e súplica, triunfamos gloriosamente!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

6 coisas que podem matar o amor | Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

2 Coríntios 3:17

Leandro Borges - Deus e Eu - (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 22\01\2022 - O MELHOR PROFESSOR

 


O MELHOR PROFESSOR


Ao conversar com jovens a respeito de como se preparar para o futuro, ouvi muitos dizerem o seguinte: 
'' precisamos viver como o mundo, passar por situações mundanas para nos fortalecermos ".
Este tipo de pensamento tem engolido muitos cristãos imaturos e eventualmente  os afasta de Deus. Sim  estamos no mundo ( João 17:15 ) e somos expostos a contextos não-cristãos ( escola, trabalho, vizinhança ), mas precisamos ser cuidadosos para que a exposição a tais situações não nos leve a adotar filosofias mundanas. Todos nós amadureceríamos mais rapidamente se seguissemos o padrão divino, sugerido no Salmo 1:1 .
- Primeiro, não deixemos que nossas decisões e escolhas sejam controladas pelo " conselho do impio ".
- Segundo, não devíamosnos colocar em posições em que aqueles que não conhecem Jesus possam influenciar indevidamente  nosso processo de poensamento.
- Terceiro, evitemos nos acomodar confortavelmente com aqueles que zombam de Deus, de sua Palavra e de Seu papel em nossas vidas a ponto de sua maneira de pensar ser correta para nós.
O conselho vindo de tais fontes nos afasta de Deus. É melhor sermos treinados, guiados e recebermos conselhos da santa Palavra de Deus e daqueles que conhecem e a amam. Nosso melhor professor é Deus e Sua palavra, não nossas experiências .    - JDB

Leia: Salmo 1

Examine: bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos impios...  - Salmos 1:1

Considere: Deixe que a Palavra de Deus preencha sua memória, governe seu coração e oriente sua vida.

GLÓRIA E SOFRIMENTO

 


            A segunda carta de Paulo aos coríntios é a sua epístola mais pessoal. Mas, no capítulo 12.7-10, o veterano apóstolo abre as cortinas do santo dos santos de seu coração para compartilhar conosco sua experiência mais íntima. Aqui ele mostra como Deus equilibra em nossa vida glória e sofrimento. Vejamos:

            Em primeiro lugar, a grandeza das revelações (2Co 12.7a). A grandeza de suas revelações, sendo arrebatado até ao terceiro céu, ao paraíso, poderia ter sido um caminho escorregadio para seus pés, levando-o à soberba. Isso, porque nesse arrebatamento ouviu palavras inefáveis, que se sequer teve ousadia de referi-las. A experiência de Paulo foi de uma grandeza indescritível e sem paralelos. Nenhum outro apóstolo teve privilégio tão grandioso. Inobstante acontecimento tão sublime, jamais usou essa experiência para exaltar-se.

            Em segundo lugar, o doloso espinho na carne (2Co 12.7b). A soberba desqualifica um obreiro; o sofrimento não. Então, foi posto um espinho na carne de Paulo para que ele não se ensoberbecesse. Esse espinho era uma espécie de estaca pontiaguda a acicatar sua carne. Não há consenso sobre a natureza desse espinho. Estou inclinado a crer que se tratava de uma enfermidade física (Gl 4.14) que lhe causava grande sofrimento. A origem do espinho na carne de Paulo é divina. Sabemos disso por causa do propósito: “… a fim de que não me exalte”.

            Em terceiro lugar, as bofetadas de Satanás (2Co 12.7c). Satanás não era a fonte do espinho, mas usava essa providência carrancuda para impor a Paulo sofrimento atroz. Oh, como Satanás usa todas as suas armas para nos atacar quando enfrentamos situações adversas ou enfermidades dolorosas! Como ele lança sobre nós suas setas cheias de veneno, tentando nos levar a descrer do amor cuidadoso de Deus. Porém, Satanás não pode frustrar em nossa vida os planos de Deus. O espinho na carne de Paulo não tinha o propósito de levá-lo ao pecado, mas de afastar dele a soberba.

            Em quarto lugar, as orações não respondidas (2Co 12.8). Paulo orou três vezes, pedindo ao Senhor, para afastar dele, o espinho na carne. Ele que tinha orado por tantas pessoas enfermas e sido testemunho da cura delas, agora, ora por si mesmo e não vê o mesmo resultado. Porém, quando Deus responde negativamente ao nosso pleito, não é porque é indiferente à nossa dor ou porque não tenha amor por nós. Os pensamentos de Deus são sempre mais altos do que os nossos. Seus caminhos são sempre mais elevados do que os nossos. Seu propósito é soberano, sua vontade é perfeita e sempre nos leva a um nível mais profundo de intimidade com ele.

            Em quinto lugar, a resposta desconcertante (2Co 12.9a). Paulo não ficou sem resposta à suas orações. Deus lhe respondeu com um sonoro NÃO, mas, deu-lhe uma explicação solene: “A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Todos os gigantes de Deus são vasos frágeis. Nenhum instrumento usado por Deus pode vangloriar-se na sua inteligência, na sua força ou na sua riqueza. Deus usa aqueles que são frágeis para envergonhar os que são fortes. Ele faz de nossa fraqueza poder para desconcertar os poderosos. Ele usa vasos frágeis para que toda a glória seja dele.

            Em sexto lugar, a rendição obediente (2Co 12.9b,10a). Paulo não questiona a resposta divina nem se insurge contra Deus por causa de sua providência carrancuda. Ao contrário, ele se rende por completo, e declara que de boa vontade, se gloria mais nas fraquezas, a fim de que sobre ele repouse o poder de Cristo. Paulo chega até mesmo a sentir prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Em nada considera a vida preciosa para ele mesmo. Seu propósito é completar sua carreira e testemunhar o evangelho da graça.

            Em sétimo lugar, a constatação confiante (2Co 12.10b). Paulo conclui, usando um dos mais eloquentes paradoxos da vida cristã: “Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte”. Quanto mais fortes nos sentimos, menos dependentes de Deus nos tornamos; quanto mais fracos nos sentimos, mais dependentes de Deus nos sentimos. Como nosso vigor não procede de dentro, mas do alto; como nossa força não vem de nós, mas de Deus, então, quanto mais fracos somos, mais fortes nos tornamos. Deus é a nossa força. Amparados por seus braços onipotentes, triunfamos, ainda que o espinho na carne nos cause sofrimento em nossa jornada rumo à glória.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

SALMOS 71 "ORAÇÃO NARRADA" COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;

Isaías 61:1

Juliano Son | Lindo és + Só Quero Ver Você


 

PÃO DIÁRIO - 21\01\2022 - PAVÕES E SUA LINHAGEM


PAVÕES E SUA LINHAGEM

Pavões machos são criaturas resplandecentes com cauda alongada enfeitada com " olhos " coloridos em tons de dourado, vermelho e azul e plumagem azul-esverdeada irisdescente. Eles são pássaros incrivelmente belos, mas têm patas feias !
Para ser honesto, a maioria de nós tem algum tipo de limitação física. Pode ser algo que carregamos por toda a vida ou que adquirimos recentemente. Paulo descreve sua deficiência como um " espinho na carne " que o mantinha humilde ( 2 Coríntios 12:7-9 ). Por três vezes ele pediu ao Senhor que removesse o espinho, provavelmente pensando que poderia servir melhor a Deus. Mas o Senhor lhe garantiu, "...A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza..." Paulo respondeu: "...De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo " ( v.9 ).
Uma das ironias da fé é que Deus geralmente nos escolhe para cumprir Suas tarefas mais importantes independente de nossas imperfeições e não devido a nossas habilidades de oratória, nossa aparência ou preparação para a tarefa. O missionário Hudson Taylor disse: " Deus estava procurando alguém fraco o suficiente para usar e encontrou ( você e eu ) ! " Quando encontramos nossa força nele, Ele pode nos usar de maneira que jamais poderíamos imaginar ( v.9 ). - DHR

Leia: 2 Coríntios 12:7-10.

Examine: ...o poder se aperfeiçoa na fraqueza... - 2 Coríntios 12:9.

Considere: A força de Deus é mais bem vista em nossas fraquezas.

A ETERNIDADE DE DEUS E A TRANSITORIEDADE DO HOMEM

 


            O Salmo 90 abre o quarto livro do Saltério. Foi escrito por Moisés, o profeta de Deus. Este Salmo, de forma magistral, revela-nos a eternidade de Deus e a transitoriedade do homem. Cinco verdades emanam deste Salmo:

            Em primeiro lugar, a eternidade de Deus (90.1-4). Moisés diz que Deus foi, é, e será nosso refúgio. Ele tem sido refúgio do seu povo de geração em geração. Os homens surgem, vivem, morrem e passam, mas Deus continua sendo refúgio para aquela, para esta e para as futuras gerações. Ele é o mesmo no passado, no presente e no futuro. Deus preexiste à criação do universo. Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade ele é Deus. A vida dos homens está em suas mãos, pois ele é quem a todos dá a vida e tira a vida. Como Deus é eterno, para ele mil anos é como o dia que se foi e como a vigília da noite.

            Em segundo lugar, a mortalidade do homem (90.5,6). Se Deus é eterno, o homem é vulnerável e mortal. O homem é totalmente dependente de Deus. O Senhor o leva como um frágil objeto arrastado numa torrente. Seus dias são breves como um sono. Seu vigor é passageiro como uma flor que de madrugada viceja e floresce, mas à tarde murcha e seca.

            Em terceiro lugar, pecaminosidade do homem (90.7,8). O homem não é apenas vulnerável e mortal; é, também, pecador. Porque o pecado é maligníssimo e uma afronta a Deus, o homem é consumido e perturbado pela ira de Deus. As iniquidades dos homens são expostas diante de Deus e até seus pecados ocultos são manifestos aos seus olhos.

            Em quarto lugar, a transitoriedade do homem (90.9-12). Os dias do homem são turbulentos e seus anos acabam-se como um breve pensamento. A velhice chega rápido e nesses anos chegam também a canseira e o enfado. Nem bem o homem pousa seus pés na terra e já voa para a eternidade. Nesses corredios dias de sua vida, o homem peca contra Deus e suscita a sua ira. Por isso, carece de sabedoria para contar os seus dias e alcançar um coração sábio.

            Em quinto lugar, a súplica do homem (90.13-17). Moisés, cônscio de sua mortalidade, pecaminosidade e transitoriedade clama pela misericórdia divina. Sente necessidade de ser saciado a cada manhã com a benignidade de Deus, a fim de cantar de júbilo ao Senhor e alegrar-se durante seus breves dias sobre a terra. O poeta roga a Deus para alegrá-lo na mesma proporção e pelo mesmo tempo que foi afligido por ele. Anseia pela alegria na mesma medida que suportou a adversidade. Clama, ainda, que as obras de Deus apareçam a seus servos e a glória de Deus apareça aos seus filhos. Anseia ardentemente pela manifestação da graça de Deus. Suplica a Deus para confirmar as obras de suas mãos. Moisés está convencido acerca da onipotência de Deus contrastada com a fragilidade humana; da eternidade de Deus contrastada com a transitoriedade humana. Moisés inicia o Salmo com uma declaração e o conclui com uma súplica. Só o Deus que tem sido refúgio de geração em geração pode valer-nos e atender nosso clamor. Nele está a nossa esperança. Ele é o nosso refúgio desde agora e para sempre.

Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

10 sinais de perigo no casamento | Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!

Suellen Brum l Não Vai Se Repetir [Clipe Oficial]


 

PÃO DIÁRIO - 20\01\2022 - UM CÍRCULO DE AMIGOS

 


UM CÍRCULO DE AMIGOS

Muitos estudantes de Ensino Médio que têm autismo ou síndrome de Down sentem-se  excluídos e ignorados.
Eles frequentemente comem sozinhos em uma lanchonete cheia de pessoas porque outros estudantes não sabem como se relacionar com eles ou simplesmente não se importam. Para lidar com esta necessidade, uma fonoaudióloga iniciou o " Círculo de Amigos " - um programa que une estudantes em duplas: um estudante com algum tipo de incapacidade e outro sem nenhuma para almoços e atividades sociais. Por meio disso, estudantes com necessidades especiais e aqueles sem incapacidades que se tornaram seus amigos são continuamente enriquecidos e transformados pelo dom da aceitação, da amizade e compreensão.
Ser incluído está no cerne do evangelho de Cristo. " Mas Deus, sendo rico em misericórdia [...] estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos " ( Efésios 2:4-5 ). Por meio da fé em Cristo, nós que antes estávamos longe, fomos aproximados pelo sangue de Cristo ( v.13 ).
Nosso lugar privilegiado como membros da " família de Deus " ( v.19 ) deveria nos dar olhos para ver e corações para preocupar-nos com aqueles ao nosso redor que são ignorados e estão solitários. Se hoje, cada um de nós se preocupasse em ser solidário a alguém, quanta diferença isso faria para todos nós. - DCM

Leia: Efésios 2:1-13.

Examine: Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo. - Efésios 2:13.


Considere: Seja amigo e encoraje o solitário; fortaleça o cansado.

OS PILARES DA REFORMA PROTESTANTE

 


            A Reforma Protestante foi o maior acontecimento na igreja cristã depois do Pentecostes. No dia 31 de outubro de 1517, o monge agostiniano, Martinho Lutero, fixou nas portas da Igreja de Wittenberg as noventa e cinco teses contra as indulgências. Estava deflagrado esse poderoso movimento de retorno ao Cristianismo primitivo. A Reforma não foi uma inovação, mas uma volta à doutrina dos apóstolos. A Reforma foi erigida sobre cinco pilares doutrinários:

            Em primeiro lugar, Sola Scriptura. A Bíblia é a Palavra de Deus inspirada, inerrante, infalível e suficiente. É nossa única regra de fé e prática. É composta de sessenta e seis livros, escritos por homens santos de Deus. A Bíblia não é julgada pela cultura nem mesmo validada pelos concílios. A Palavra de Deus está acima da tradição, das confissões, dos catecismos, das decisões conciliares. Sua mensagem não precisa ser atualizada nem ressignificada. Ela é sempre atual, sempre viva, sempre poderosa, sempre eficaz. Ela é eterna. A Palavra Deus restaura a alma, ilumina os olhos e dá sabedoria aos simples. Por meio dela nascemos, crescemos e somos fortalecidos. Pela sua instrumentalidade somos santificados, exortados e consolados. Ela é leite para os infantes e carne para os experimentados. É mais preciosa do que ouro e mais doce que o mel. Ela é pão que alimenta, água que dessedenta, martelo que debulha, fogo que aquece e espada que defende.

            Em segundo lugar, Sola Gratia. A salvação é totalmente pela graça. Não somos salvos por aquilo que fazemos para Deus, mas pelo que Deus fez por nós, em Cristo Jesus. Não são nossas obras que nos levam para o céu, mas a obra de Cristo na cruz. Ele morreu pelos nossos pecados e pagou o preço da nossa redenção. A vida eterna não é uma conquista do mérito humano, mas uma oferta da graça de Deus. A vida eterna não é uma medalha de honra ao mérito que ostentamos, mas o presente do Rei recebido por um mendigo. Somos salvos totalmente pela graça para que toda a glória seja dada a Deus.  

            Em terceiro lugar, Sola Fide. A salvação não é pelas obras nem pela fé mais as obras, mas pela graça, mediante a fé, para as obras. Somos salvos não pelas obras, mas para as obras. As boas obras não são a causa da nossa salvação, mas a sua evidência. Não fazemos boas obras para sermos salvos, mas porque fomos salvos pela fé em Cristo Jesus. Fé e obras não estão em conflito. Uma é causa, a outra a consequência. Onde tem fé como raiz, há obras como fruto. Mas não é fé nos ídolos nem fé na fé, mas fé em Cristo Jesus. A fé não é causa meritória da nossa salvação; é a causa instrumental.

            Em quarto lugar, Solus Christus. Somos salvos por Cristo Jesus e apenas por ele. Não é Jesus mais Maria, é só Jesus. Não é Jesus mais nosso mérito, é só Jesus. Não é Jesus mais a igreja, é só Jesus. Não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos. Ele é o único Mediador entre Deus e os homens. Ele é a porta do céu e o caminho para Deus. Ele morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação. Só ele tem as palavras de vida eterna. Só nele temos copiosa redenção.

            Em quinto lugar, Soli Deo Gloria. A salvação foi planejada por Deus, é executada por Deus e será consumada por Deus para que toda a glória seja dada a ele. Tudo provém dele, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo. Fomos salvos pela graça, para a glória e, do começo ao fim, nossa salvação é obra dele. Porque dele, por meio dele e para ele são todas as coisas. Não há espaço para o homem vangloriar-se. Deus não divide sua glória com ninguém. Que o nosso coração se renda a ele, para dar-lhe todo o louvor e render-lhe toda a glória devida ao seu nome.

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

SALMOS 20 "ORAÇÃO NARRADA" COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo se adorna com turbante sacerdotal, e como a noiva que se enfeita com as suas jóias.

Isaías 61:10

Mattos Nascimento O Sonho de José


 

PÃO DIÁRIO - 19\01\2022 - SEM RESPOSTA

 


SEM RESPOSTA

Uma de minhas maiores lutas é uma oração não respondida. Talvez você passe pelo mesmo. Você pede a Deus que resgate um amigo de um vício, conceda salvação a um ente querido, que cure uma criança doente, restaure um relacionamento. Acreditamos que todas estas coisas devem ser vontade de Deus. Você ora por anos, mas não recebe nenhuma resposta dele e não vê resultado algum.
Você lembra o Senhor que Ele é poderoso. Que seu pedido é algo bom. Você suplica. Você espera. Você duvida - talvez Ele não ouça você, ou talvez Ele não seja tão poderoso no fim das contas. Você desiste de pedir - por dias ou meses. Você se sente culpado por duvidar. E lembra-se de que Deus quer que você leve suas necessidades a Ele e novamente lhe fala sobre seus pedidos.
 Podemos algumas vezes nos sentir como a viúva persistente na parábola de Jesus registrada no livro de Lucas 18. Ela continua voltando ao juiz, incomodando-o e tentando cansá-lo para que ele ceda. Mas sabemos que Deus é mais gentil e mais poderoso que o juiz na parábola. Confiamos nele porque Ele é bom, sábio e soberano. Lembramo-nos de que Jesus disse que nós devemos " ...orar sempre e nunca esmorecer " ( v.1 ).
Portanto pedimos a Ele, " Reúne, ó Deus, a tua força, força divina que usaste a nosso favor " ( Salmo 68:28 ). E depois confiamos nele... e esperamos. - AMC

Leia: Lucas 18:1-8.

Examine: Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer. - Lucas 18:1.

Considere: O atraso não é uma resposta negativa, por isso continue orando.

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

 



        Na carta de Paulo aos efésios, o veterano apóstolo trata, de maneira singular, da obra do Espírito Santo. O Espírito Santo é o aplicador da obra da redenção e aquele que reveste a igreja de poder para testemunhar o evangelho ao mundo. Vejamos:

            Em primeiro lugar, o selo do Espírito (Ef 1.13). O selo do Espírito ensina-nos três verdades. O selo fala de propriedade. Somos propriedade exclusiva de Deus. Ele nos criou e nos comprou. Somos duplamente de Deus. O selo fala, também, de legitimidade. Somos propriedade legítima de Deus. O que foi realizado em nós não é uma obra falsa nem híbrida, mas pura. Ainda, o selo fala de inviolabilidade. Temos o lacre do Espírito. Nossa salvação está assegurada.

            Em segundo lugar, o penhor do Espírito (Ef 1.14). O penhor aponta para duas verdades importantes. Na linguagem comercial, o penhor é a primeira parcela de um pagamento, com a promessa de que o pagamento final será efetuado. A boa obra que Deus começou a operar em nós, ele mesmo vai conclui-la até o dia de Cristo Jesus. O penhor do Espírito é essa garantia. Na linguagem familiar, o penhor fala do anel de noivado, com a promessa de que o compromisso feito no noivado será consumado com o casamento. A igreja é a noiva de Cristo e em sua segunda vinda, o casamento será consumado.

            Em terceiro lugar, o revestimento de poder (Ef 3.16,17). O Espírito nos reveste de poder para que Cristo habite em nosso coração. O poder do Espírito é evidenciado quando Cristo assume o comando de nossa vida. A palavra “habitar” significa habitar não como um turista, mas habitar como um residente permanente, ou seja, habitar como o dono da casa. O turista que se hospeda num hotel não é o dono daquele quarto. Não pode fazer mudanças no quarto, mas o dono da casa pode fazer reformas e até jogar fora o que não lhe agrada. A evidência do poder do Espírito em nós é o senhorio de Cristo em nossa vida. O Espírito Santo veio para nos revelar Jesus. Seu ministério é o ministério do holofote. O Espírito Santo aponta para Jesus e exalta Jesus em nossa vida.

            Em quarto lugar, não entristeça o Espírito Santo (Ef 4.30). O Espírito Santo é uma Pessoa divina. Ele habita em nós. Somos o santuário de sua morada. Sempre que deixamos de seguir sua orientação, ele é entristecido. Sempre que nós desobedecemos aos preceitos da Palavra de Deus, nós o entristecemos. Precisamos ouvir a voz do Espírito, obedecer ao Espírito, viver no Espírito, andar no Espírito e produzir o fruto do Espírito.

            Em quinto lugar, a plenitude do Espírito Santo (Ef 5.18-21). No texto em tela, há duas ordens: uma negativa e outra positiva. A negativa proíbe o crente de embriagar-se com vinho; a positiva ordena-o a ser cheio do Espírito. Uma pessoa embriagada está governada pelo vinho assim como uma pessoa cheia do Espírito está governada pelo Espírito Santo. Essa é uma semelhança superficial. Mas há aqui um contraste profundo. O resultado da embriaguez é a dissolução, enquanto o resultado da plenitude do Espírito é comunhão, adoração, gratidão e submissão. A plenitude do Espírito Santo não é uma sugestão, mas uma ordem expressa e ordem para todos os crentes. O verbo “enchei-vos” está no imperativo e no plural. O verbo “enchei-vos” está, também, no presente contínuo, significando que a plenitude de ontem não serve mais para hoje. Todo dia é necessário estar cheio do Espírito Santo. O verbo, por fim, está na voz passiva. Isso significa que não somos os agentes na plenitude, mas os receptáculos dela. Não enchemos a nós mesmos nem administramos essa plenitude para outrem. Somos cheios em vez produzirmos essa plenitude. Enquanto nossa vida for como vasilhas vazias, o azeite vai jorrar em nós. Não há limitação em Deus. Ele não nos dá o seu Espírito por medida. Há sempre mais, infinitamente mais para nós. Você está cheio do Espírito Santo?



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

MARIDO NÃO GOSTA DA AMIGA DA MULHER, O QUE FAZER?


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Porque eu, o SENHOR, falarei, e a palavra que eu falar se cumprirá; não será mais adiada; porque em vossos dias, ó casa rebelde, falarei uma palavra e a cumprirei, diz o Senhor DEUS.

Eli Soares, Álvaro Tito - Não Há Barreiras (Ao Vivo Em Belo Horizonte


 

PÃO DIÁRIO - 18\01\2022 - SEM PROBLEMAS...

 


SEM PROBLEMAS...


Será que os pais estão fazendo fazendo todo o possível para que seus filhos sejam felizes ? E isso não tendo o efeito contrário ? Estas perguntas são o início de uma entrevista com Lori Gottlieb, autora de um artigo sobre jovens adultos infelizes. Sua conclusão: Sim. Os pais se recusam a deixar seus filhos experimentarem o fracasso ou a tristeza dando-lhes uma falsa visão do mundo e não os preparam para as duras realidades da vida adulta. E no fim acabam ficando com sentimentos de vazio e ansiedade.

Alguns cristãos esperam que o Senhor seja o tipo de pai que os protege de toda tristeza e desapontamento. Mas não é esse tipo de Pai que Ele é. Ele amavelmente permite que Seus filhos passem por sofrimentos ( Isaías 43:2; 1 Tessalonicenses 3:3 ).
Quando começamos com a confiança equivocada de que uma vida sem problemas nos fará verdadeiramente felizes, nos enfraquecemos tentando viver nossa crença falha. Mas quando enfrentamos a verdade de que a vida é difícil, podemos investi-la na busca de uma vida boa e piedosa. Esse viver nos fortalece para os momentos difíceis.
O objetivo de Deus é tornar-nos santos, não apenas felizes ( 1 Tessalonicenses 3:13 ). E quando somos santos, temos mais chances de sermos verdadeiramente felizes e satisfeitos. - JAL  


Leia: 1 Tessalonicenses 3.

Examine:...a fim de que ninguém se inquiete com estas tribulações. Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto. - 1 Tessalonicenses 3:3.

Considere: A pessoa satisfeita aprendeu a aceitar o amargo com o doce.

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...