quarta-feira, 8 de junho de 2022

PÃO DIÁRIO - 09/06/2022 - Demora não é negação



Demora não é negação




O aniversário dos meus filhos é em dezembro. Quando eles eram pequenos, Ângelo logo aprendeu que se não recebesse o brinquedo tão aguardado no começo do mês, talvez ele o encontrasse embaixo da árvore de Natal. E se Davi não recebesse seu presente no Natal, ele poderia receber 4 dias depois, em seu aniversário. A demora não necessariamente significa negação.

Era natural para Marta e Maria chamarem Jesus quando Lázaro adoeceu seriamente (João 11:1-3). Talvez elas olhassem ansiosamente à estrada buscando sinais de Sua chegada, mas Jesus não veio. “Chegando Jesus, encontrou Lázaro já sepultado, havia quatro dias” (v.17).

Marta estava entorpecida, quando disse: “…Senhor, se estiveras aqui, não teria morrido meu irmão” (v.21). Então recuperando a fé, afirmou: “…sei que, mesmo agora, tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá” (v.22). Questiono-me sobre o que ela esperava. Lázaro estava morto, e ela temerosa sobre a abertura do túmulo. No entanto, por uma palavra de Jesus, o espírito de Lázaro retornou ao seu corpo em decomposição (vv.41-44). Jesus deixara simplesmente de curar seu amigo doente, para realizar um milagre ainda maior — trazê-lo de volta à vida.

Aguardar pelo tempo de Deus também pode nos trazer um milagre ainda maior do que esperávamos.

—MS

Leia: João 11:21-35

Examine: Quando [Jesus], pois, soube que Lázaro estava doente, ainda se demorou dois dias no lugar onde estava. — João 11:6

Considere: O tempo que investimos ao esperar em Deus jamais é desperdiçado.

CRIAÇÃO, MITO OU REALIDADE?

 


Desde que Charles Darwin publicou o seu livro A Origem das Espécies, em Londres, em 1859, que a chamada teoria da evolução tem sido ensinada nas escolas e universidades como uma verdade científica. Falta-lhe, entretanto, a evidência das provas. Na contramão dessa teoria, a Escritura diz: “No princípio criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Essa declaração enseja-nos algumas conclusões:

Em primeiro lugar, a matéria não é eterna. Os gregos afirmavam que a matéria é eterna, mas eterno só Deus o é. O universo, feito de matéria e energia, foi criado e criado no princípio. Matéria e energia não criam a si mesmas. O universo é governado por leis e leis não criam a si mesmas. Que o universo foi criado, a ciência prova. O que aceitamos pela fé é que o universo foi criado pela palavra de Deus (Hb 11.3). Todas as coisas foram criadas por intermédio do Verbo divino (Jo 1.3). Ele criou todas as coisas, visíveis e invisíveis (Cl 1.16). Deus fez o universo por intermédio do seu Filho (Hb 1.2).

Em segundo lugar, o mundo não surgiu espontaneamente. A teoria da geração espontânea não está calçada com a verdade. O mundo não pariu a si mesmo. Não veio à existência por iniciativa própria. O mundo foi criado e criado por Deus. Não há contradição entre a ciência corretamente entendida e a Bíblia corretamente interpretada. Ambas têm o mesmo autor, Deus.

Em terceiro lugar, o mundo não é resultado de uma grande explosão cósmica. A teoria do Big Bang não tem a seu favor a evidência das provas. O caos não produz o cosmos nem a desordem a ordem. Seria mais fácil acreditar que ao se lançar ao ar um bilhão de letras, elas caíssem como uma grande enciclopédia do que acreditar que uma explosão cósmica produziu este universo tão vasto, com mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro, com leis tão precisas. É preciso ter mais fé para ser um ateu do que para ser um crente. O planeta terra não está onde está porque casualmente uma explosão o deixou aqui. Na verdade, a terra está exatamente onde deveria estar. Se nós estivéssemos mais perto do sol, morreríamos queimados; se estivéssemos mais longe, morreríamos congelados. A lua, a faxineira do planeta terra, não está em sua órbita por acaso, mas porque as mãos do criador, colocou-a rigorosamente em seu lugar. Sem as fases da lua não teríamos o fenômeno das marés e sem o fenômeno das mares, nossas praias se encheriam de lixo e a vida seria impossível no planeta terra. Nada disso é resultado do acaso, mas obra de Deus, o criador.

Em quarto lugar, o mundo não é resultado de uma evolução de milhões e milhões de anos. A verdadeira primeira do cristianismo é que “no princípio criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Essa verdade tem sido atacada com rigor desmesurado, ao longo dos séculos, mas mantém-se imperturbável e sobranceira. A pá dos arqueólogos tem demonstrado, dia após dia, a veracidade dessa espantosa declaração. Hoje, alguns estudiosos têm tentado costurar uma aliança espúria entre Cristo e Darwin, defendendo a teoria do evolucionismo teísta. Essa teoria diz que Deus criou o universo através do processo da evolução. O grande problema dessa interpretação é que, necessariamente, precisa rejeitar o registro histórico da criação. Olha para o registro de Gênesis 1 e 2 apenas como um texto metafórico e mítico. Segundo essa teoria, Adão e Eva não existiram. Ora, se eles não existiram, então, não houve queda. E se não houve queda, então, não houve redenção. Se o primeiro Adão foi um mito, então, o segundo Adão também o foi. Para subscrevermos essa teoria, precisaríamos desconstruir toda Bíblia, pois o relato da criação está presente no pentateuco, nos livros históricos, poéticos, proféticos, nos evangelhos, no livro de Atos, nas epístolas e no livro de Apocalipse. No meio dessa babel de ideias, ficamos com as Escrituras, que não podem falhar. Estribados na realidade e não em mitos, erguemos bem alto o estandarte da verdade: “No princípio criou Deus os céus e a terra”.

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 7 de junho de 2022

12 segredos casais que crescem juntos (parte1) | Pr Josué Gonçalves


 

Eliane Fernandes - Cicatrizes | DVD


 

PÃO DIÁRIO - 08/06/2022 - Use sua armadura

 


Use sua armadura


Ao visitar um museu, fiquei intrigado com uma pequena inscrição que descrevia uma classe de gladiadores romanos — os Reciários — que lutavam usando somente uma rede e um tridente. De todas as armas temíveis e letais à disposição daqueles guerreiros, que muitas vezes lutavam até à morte, esses homens recebiam apenas essas duas — uma rede e uma lança de três pontas. Quando entravam na arena, a sua sobrevivência dependia da habilidade de usar tais armas.


Na batalha espiritual que enfrentamos como cristãos, Deus escolheu a nossa armadura: “Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas…” (2 Coríntios 10:3,4).


Vale a pena fazer uma pausa e olhar para nós mesmos, espelhando-nos na carta aos Efésios 6:10-18, a fim de ver se estamos devidamente equipados com toda a armadura de Deus. Desde o capacete da salvação até os pés calçados com a preparação do evangelho da paz, devemos estar protegidos e armados para um conflito que não depende de forças humanas, mas do poder de Deus.


Quando compreendemos a natureza desta luta e as forças que estão contra nós, é insensato entrar neste combate com qualquer outra coisa que não seja a armadura que o Senhor nos deu.


—DCM


Leia: Efésios 6:10-20 


Examine : …embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. — Efésios 6:16


Considere: …mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças… — Isaías 40:31

AOS PÉS DO SALVADOR, O MELHOR LUGAR DO MUNDO

 


O lugar mais alto que uma pessoa estar é aos pés do Salvador. É ali que encontramos abrigo para a nossa alma nas travessias pelos mares encapelados da vida.. É ali que encontramos segurança para o nosso coração, diante dos terrores que nos assustam. É ali que encontramos uma fonte inesgotável de alegria, mesmo que as lágrimas rolem amargas pelo nosso rosto. Essa verdade magna da vida cristã pode ser vista, de forma eloquente, na vida de Maria, irmã de Marta e Lázaro. Ela só aparece três vezes no registro dos evangelhos, mas nas três que aparece, está aos pés do Salvador.

Em primeiro lugar, aos pés do Salvador para ouvir seus ensinamentos (Lc 10.39). Jesus está em sua casa. Era amigo da família. Marta está agitada de um lado para o outro, cuidando dos afazeres da casa, enquanto Maria está quedada aos pés de Jesus, ouvindo-lhe os ensinamentos. Marta fica perturbada com a inércia de sua irmã. Roga, então, a Jesus para interferir no caso e ordenar a Maria para sair de sua confortável posição, a fim de ajudá-la nas lides domésticas. Longe de Jesus repreender Maria, repreende Marta, dizendo: “Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada”. A melhor parte é estar aos pés de Jesus. A melhor escola é aprender aos pés do Salvador. A comunhão com Cristo é mais importante do que o trabalho para Cristo. Primeiro devemos nos deleitar nele e então servir a ele. O Senhor vem antes de sua obra. Vida com Jesus precede trabalho para Jesus.

Em segundo lugar, aos pés do Salvador para buscar consolo para as dores da nossa alma (Jo 11.32). A dor do luto havia chegada no amado lar de Betânia. Lázaro adoeceu e morreu. Jesus foi avisado, mas só chegou quatro dias depois do sepultamento do amigo. As lágrimas eram copiosas. A dor era imensa. O choro era incontido. Jesus chega em Betânia e manda chamar Maria. Ela vai ao seu encontro e se prostra aos seus pés, agora para chorar. Jesus se comoveu e também chorou. Ordenou que a pedra do túmulo de Lázaro fosse tirada e embocou sua voz para dentro deste e ordenou-lhe: “Lázaro, vem para fora”. O morto ouviu sua voz. Lázaro ressuscitou. A vida triunfou sobre a morte. A alegria varreu do rosto de Maria as lágrimas. A dor foi espanada de seu coração. Jesus enxugou suas lágrimas e trouxe o milagre da vida para dentro de sua casa. É aos pés do Salvador que nossas dores são tratadas. É aos pés do Salvador que jorra uma fonte inexaurível de vida e paz.

Em terceiro lugar, aos pés do Salvador para honrá-lo por seus gloriosos feitos (Jo 12.3). Maria mais uma vez está aos pés do Salvador. Agora, trazendo um vaso de alabastro com meio litro de preciosíssimo perfume de nardo puro, avaliado em mais de trezentos denários. Ela derrama todo esse raro e caro perfume sobre a cabeça de Jesus e depois enxuga seus pés com seus cabelos. Ela quer expressar a ele sua gratidão. Ela fez o melhor para o Mestre. Deu a ele sacrificialmente aquele perfume que estava sendo preparado para suas núpcias. Mesmo sendo incompreendida, até mesmo pelos discípulos de Jesus, chamando de desperdício a prodigalidade de seu amor, Maria não recuou em seu preito de gratidão, porque tinha como único vetor de ação, o propósito de agradar somente ao seu Senhor. Maria, fez a coisa certa, à pessoa certa, no tempo certo, apesar das críticas. O que ela fez, no recôndito de uma humilde casa, na pequena cidade de Betânia, tem sido proclamado dos eirados da história e sido trombeteado nos ouvidos do mundo. Ela colocou aos pés de Jesus tudo o que possuía, o melhor que possuía e, isso de forma generosa e sacrificial. Aos pés do Salvador é o melhor lugar do mundo para nos prostrarmos e adorarmos. Aos pés do Salvador é o melhor lugar do mundo para expressarmos nossa sincera gratidão por suas intervenções graciosas em nossa vida e em nossa família. Aos pés do Salvador é o melhor lugar do mundo para oferecermos a ele o fruto da nossa gratidão e da nossa consagração, para que essas ações reverberem para dentro da história e impactem as futuras gerações .

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 6 de junho de 2022

8 Passos para ter um casamento curado | Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



No coração dos que maquinam o mal há engano, mas os que aconselham a paz têm alegria.

Elaine Martins DVD Ao Vivo Completo


 

PÃO DIÁRIO - 07/06/2022 - Fora do Egito

 



Fora do Egito



Certa vez, quando nossa família viajava a caminho da casa de nossa avó, no momento em que chegamos numa determinada cidade foi emitido um aviso de furacão. De repente, tudo mudou, pois temíamos que os nossos filhos pudessem estar em perigo.

Menciono esta história para nos ajudar a imaginar o que aconteceu com a família de José, quando ele, Maria e seu filho viajaram para o Egito. Herodes, não um furacão, ameaçou-os, tentando matar o infante Jesus. Imagine quão assustador era para eles, saber que “…Herodes há de procurar o menino para o matar” (Mateus 2:13).

Geralmente temos uma visão mais idílica da época natalina — mugido de bois e pastores ajoelhados em uma cena de paz. Mas não havia nenhuma paz para a família de Jesus enquanto eles tentavam escapar do horror de Herodes. Somente quando um anjo lhes disse que era seguro a família sair do Egito e voltar para casa em Nazaré, eles tomaram a iniciativa de retornar (vv.20-23).

Quanto temor e admiração a encarnação deve nos infundir! Jesus, que desfrutava da majestade do céu com o Pai, renunciou a tudo isto para nascer na pobreza, para enfrentar muitos perigos e para ser crucificado por nós. Sair do Egito é uma coisa, mas sair do céu por nós — é a parte maravilhosa e incrível desta história!

—JDB


Leia: Mateus 2:13-21 

Examine: …Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito… — Mateus 2:13

Considere: Jesus veio à terra por nós, então podemos ir ao céu com Ele.

A SUPREMA IMPORTÂNCIA DA PALAVRA DE DEUS

 


“Guardo no coração, a tua palavra, para não pecar contra ti” (Sl 119.11).

A palavra de Deus é nosso mais precioso tesouro. É melhor do que muito ouro depurado. Não podemos tratá-la com descaso nem trocá-la por outros valores, por mais excelentes que sejam. Davi, no texto em epígrafe, ensina-nos três verdades preciosas que vamos, aqui, destacar:

Em primeiro lugar, devemos guardar a melhor coisa. Davi é um rei. Tem muitos bens e rico patrimônio. Em sua casa há muitas riquezas. Em seu reino muitos tesouros. Pedras preciosas chegam para ele de diversos lugares do mundo. Vive cercado de pompa e luxo. Porém, nenhum tesouro ocupou lugar tão alto em sua vida como a palavra de Deus. Não foram as riquezas dos homens que conquistaram seu coração. Não foi ouro nem prata que armazenou como seu valor mais estimado. Davi guardou a melhor coisa, a palavra de Deus. Essa foi sua verdadeira poupança. Seu melhor investimento. Seu mais valioso tesouro. Oh, como nós precisamos redescobrir o valor da palavra de Deus! Como precisamos amá-la! Como precisamos tê-la em alta estima! Ela deve ser lâmpada para nossos pés. Deve ser mapa para nossa jornada. Deve ser mel em nossa boca e alimento sólido para nos sustentar. Em vez de guardar os tesouros perecíveis, devemos guardar essa riqueza incomparável. Ela restaura a alma, ilumina os olhos e alegra o coração.

Em segundo lugar, devemos guardar a melhor coisa no melhor lugar. Davi resolveu guardar a palavra de Deus não numa prateleira de cedro nem num móvel importado. Não a escondeu num cofre fechado a sete chaves. Guardou-a em seu coração. Internalizou-a, nela meditando de dia e de noite. A palavra foi seu deleite. Seu maior prazer. Desse baú divino, ele tirou coisas novas e velhas. Dali saia sua motivação para uma vida de obediência. Por causa dessa palavra, afastou seus pés do conselho dos ímpios, do caminho dos pecadores e da roda dos escarnecedores. Essa palavra conduziu-o pelas veredas da justiça. Por meia dela conheceu Jeová como seu pastor. Essa palavra trouxe-lhe consolo e segurança, quando cruzou os vales da sombra da morte. Por meia dela alimentou sua alma, com provisões ricas, pois a palavra é uma mesa farta no deserto. Oh, que o nosso coração seja um depósito para esse mais valioso tesouro! Em vez de esquecê-la, devemos tê-la bem perto das nossas mãos, junto aos nossos olhos, entronizada em nosso coração. Em vez de substituí-la pelo farelo dos prazeres efêmeros, devemos encontrar nela real prazer. Em vez de guardar riquezas terrenas e bens que serão consumidos pelo fogo, devemos guardá-la com máxima presteza no lugar mais seguro deste mundo, o nosso coração.

Em terceiro lugar, devemos guardar a melhor coisa, no melhor lugar, com o melhor propósito. O propósito de Davi ao guardar a palavra de Deus em seu coração era não pecar contra Deus. A palavra de Deus é um freio moral que livra os nossos pés da queda. Dwight Moody escreveu na capa de sua Bíblia: “Este livro afastará você do pecado ou o pecado afastará você deste livro”. A maneira de um jovem guardar puro o seu coração é observando tudo conforme a palavra de Deus. A maneira de um crente ser santo é ser santificado pela palavra. Ela é como água que nos limpa. É como fogo que queima nossas escórias. É como martelo que esmiúça as resistências do nosso coração. Quanto mais cheios da palavra, mais vazios da vaidade. Quanto mais plenos das verdades eternas, mais desapegados seremos das coisas aqui debaixo. Quanto mais espaço tiver a palavra em nosso coração, menos domínio o pecado terá sobre nós. A palavra de Deus é meio de graça e ferramenta poderosa para nossa santificação. Quanto mais a lemos, mais ela nos examina. Quanto mais mergulhamos nela, mais ela nos perscruta. Quanto mais guardamos a palavra, mais guardados nós somos do mal.

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 5 de junho de 2022

Não Amo Mais o meu marido o que faço agora? Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;

Mateus 5:9

Bruna Karla - Advogado Fiel (DVD COMPLETO)


 

PÃO DIÁRIO - 06/06/2022 Na vizinhança

 


Na vizinhança

Havia muita movimentação em nosso bairro. Um famoso jogador de futebol havia mudado a apenas duas casas para baixo da nossa. Nós o conhecíamos pela televisão e líamos sobre sua grande habilidade em campo, mas nunca pensamos que ele escolheria nosso bairro para morar. Inicialmente, nossas expectativas eram de que seria bom tê-lo entre nós e que nos tornaríamos grandes amigos. Mas, obviamente, sua vida era muito ocupada para qualquer um de nós o conhecermos pessoalmente.
Imagine isto: Jesus — o Senhor do universo e Criador de todas as coisas — escolheu morar entre nós! Ele deixou o céu e veio a esta terra. Como o evangelho de João diz: “…vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (1:14). Jesus decidiu se envolver intimamente com todos aqueles que se aproximarem dele. E, ainda mais significativo, naqueles dentre nós que receberam Seu amor redentor, o Espírito Santo agora fixou morada em nosso coração para nos confortar, consolar, convencer, conduzir e ensinar.
Quando você pensar no bebê na manjedoura, lembre-se de como é especial o fato que Ele não apenas se mudou para nossa “vizinhança”, mas que Ele o fez para poder nos abençoar com o privilégio íntimo de Sua habitação em nós.
—JMS
LeIa: João 1:1-14 
Examine:  E o Verbo se fez carne e habitou entre nós… — João 1:14
Considere: Desfrute do dom da presença de Deus.

O REINO DE PONTA-CABEÇA

 


No célebre Sermão do Monte, Jesus mostrou, de forma eloquente, que o reino de Deus é um reino de ponta-cabeça. A pirâmide está invertida. Feliz é  aquele que nada ostenta diante de Deus e ainda chora pelos seus pecados. Feliz é aquele que abre mão dos seus direitos em vez de oprimir o fraco para reivindicar até direitos que não tem. Feliz é o que abre sua mão ao necessitado e não o que explora para enriquecer-se. Feliz é o que constrói pontes de contato entre as pessoas e não aquele que cava abismos de inimizades entre as pessoas. Feliz é o que ama e pratica a justiça e não aquele que usa as filagranas da lei para auferir vantagens próprias. Feliz é aquele que busca a santidade e não aquele que rasga a cara em ruidosas gargalhadas carregadas de lascívia. No reino de Deus ser perseguido por causa da justiça é melhor do que fazer injustiça e pousar de benemérito da sociedade.

A ética do reino de Deus não afrouxa as exigências da lei para render-se à licenciosidade sem freios. Se nos reinos do mundo, o forte prevalece sobre o fraco e o poder da vingança esmaga até os inocentes, no reino de Deus, o perdão é maior do que a vingança e a busca da reconciliação é melhor do que a vitória num tribunal. Nos reinos do mundo, os homens se satisfazem com as ações certas sob a investigação da lei, no reino de Deus, até mesmo as motivações do coração são contadas. Odiar alguém é matá-lo no coração; olhar para uma mulher com intenção pura é adulterar com ela. Se os tribunais da terra só podem julgar palavras e ações; no reino de Deus, o tribunal divino julga até mesmo as intenções.

Na ética do mundo, o casamento está cada vez mais enfraquecido e o divórcio cada vez mais robusto. No reino de Deus, divorciar-se por qualquer motivo é entrar pelos corredores escuros do adultério e arruinar não apenas a própria vida, mas também a família. Na ética do mundo, o sexo tornou-se banal e promíscuo. Toda sorte de aberrações sexuais são aplaudidos e incentivados, mas no reino de Deus, exige-se a pureza no coração e a fidelidade nos relacionamentos.

Na ética do mundo, a espiritualidade é uma encenação na passarela da vaidade. Os homens são aplaudidos por aquilo que aparentam ser e não pelo que de fato são. No reino de Deus, a espiritualidade verdadeira não busca holofotes nem aplauso dos homens, porque visa exclusivamente agradar a Deus, que tudo vê em secreto e a todos sonda. Na ética do mundo, os homens julgam temerariamente e ao mesmo tempo que expõem os pecados do próximo, promovem a si mesmos. No reino de Deus, o indivíduo é rigoroso ao tratar seus próprios pecados, mas é compassivo para lidar com os pecados do próximo. Na ética do mundo, ser grande é acumular riquezas na terra, construir impérios financeiros e ostentar poder econômico. No reino de Deus, ser rico é ajuntar tesouros no céu, onde os ladrões não roubam nem a traça e a ferrugem corroem. Nos reinos do mundo, os homens vivem ansiosos pelas coisas que perecem, enquanto os filhos de Deus buscam em primeiro lugar o reino de Deus que é eterno. No ética do mundo, os falsos profetas são tidos em alta conta e recebem dos homens todo prestígio e acolhida. Mas, para os filhos do reino eles são falsos ministros, que pregam um falso evangelho, produzindo falsos crentes.

Na ética do mundo, o que importa é aparência. Por isso, a insensatez prevalece. Os homens escutam a verdade, mas não a colocam em prática. Constroem sua casa sobre a areia, para vê-la desmoronar na chegada da tempestade.  No reino de Deus não basta ouvir ou conhecer, é preciso praticar. Não basta construir sua casa, é preciso construí-la sobre a rocha. Não basta ter uma casa segura aos olhos dos homens, é preciso que essa casa permaneça inabalável diante das tempestades da vida.

O reino de Deus está em oposição aos reinos deste mundo. Os reinos deste mundo são aplaudidos agora, mas entrarão em colapso depois. Ostentam sua riqueza agora, mas depois ficarão completamente desamparados. Drapejam suas bandeiras de sucesso agora, mas serão cobertos de opróbrio na manifestação de nosso glorioso Redentor. Então, todos os reinos deste mundo passarão, mas o reino de Cristo, mesmo sendo agora um reino de ponta-cabeça, jamais findará.

Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 4 de junho de 2022

SALMOS 20 "ORAÇÃO NARRADA" COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, dando-vos as firmes beneficências de Davi.

DVD Completo Heloisa Rosa - Ao Vivo em São Paulo


 

PÃO DIÁRIO - 05/06/2022 - Paz duradoura

 


Paz duradoura



Na véspera do Natal de 1914, durante a Primeira Guerra Mundial, as armas silenciaram ao longo de um trecho de aproximadamente 50 quilômetros da frente ocidental. Os soldados surgiam cautelosamente por cima das trincheiras, enquanto alguns deles recuperavam suas posições e enterravam os mortos. Quando a escuridão chegou, algumas tropas alemãs acenderam suas lanternas e cantaram canções natalinas. Os soldados do lado britânico aplaudiram e gritaram saudações de Natal.

No dia seguinte, as tropas alemãs, francesas e britânicas reuniram-se em terreno neutro para apertar as mãos, compartilhar a refeição e trocar presentes. Foi um breve intervalo da guerra, que logo terminou quando a artilharia e as metralhadoras despertaram rugindo novamente. Mas ninguém que experimentou aquela “trégua de Natal”, como ficou conhecido aquele evento, esquecerá como se sentiu e como isso alimentou seu desejo por paz duradoura.

Na profecia de Isaías sobre a vinda do Messias, lemos: “…e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6). Por Sua morte na cruz, Jesus removeu o “terreno neutro” entre nós e Deus. “Porque ele é a nossa paz” (Efésios 2:14).

Em Jesus podemos encontrar a paz duradoura com Deus e a harmonia uns com os outros. Esta é a mensagem do Natal que transforma as vidas!

—DCM

Leia: Efésios 2:13-19 

Examine: Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade... — Efésios 2:14

Considere: Somente em Cristo a verdadeira paz pode ser alcançada.

FUNDAMENTOS DESTRUÍDOS: UM ATAQUE FRONTAL À NAÇÃO

 

“Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?” (Sl 11.3).

Os fundamentos da nação brasileira têm sido atacados no palácio, no parlamento, nas cortes, na imprensa, na grande mídia, nas universidades, na literatura, no teatro, no cinema e até nos púlpitos. Os valores morais são escarnecidos. A família é desfigurada. A sodomização da cultura é aplaudida. A inversão de valores é incentivada. Nessa conjuntura, o salmista Davi é oportuno quando pergunta: “Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?”. Destacaremos aqui sete pontos para nossa reflexão:

Em primeiro lugar, quando os fundamentos são destruídos os justos são induzidos a fugir (Sl 11.1). Os ímpios armam ciladas, destroem os fundamentos, corrompem a sociedade e pressionam os justos a abandonar sua fé em Deus e fugir. Os ímpios promovem a apostasia. Estimulam a decadência da fé. Criam o caos e depois dizem aos justos que a única saída para eles é fugir para o seu próprio abrigo.

Em segundo lugar, quando os fundamentos são destruídos os valores morais são invertidos (Sl 11.2). Os ímpios passam a comandar e os retos de coração passam a ser perseguidos. As artilharias contra os retos são dispostas para destruí-los. Porém, tudo, acontece às ocultas, nos bastidores. O bem passou a ser coibido e o mal promovido. A virtude passou a ser escarnecida e os vícios aplaudidos. O que é certo passou a ser visto como errado e o que é errado passou a ser considerado certo.

Em terceiro lugar, quando os fundamentos são destruídos os justos ficam perplexos (Sal 11.3). Quando os fundamentos são atacados, os justos são tomados de perplexidade. O que eles poderão fazer? A quem recorrer? Para onde ir? Que direção tomar? É óbvio que a vida do justo é pautada por valores morais absolutos, pela verdade inerrante, pelo prumo da justiça, pela integridade moral, pelas balizas do bem, pelo trabalho honesto, pelo cumprimento da lei. Mas, quando os fundamentos são destruídos a lei é distorcida, os tribunais são comprados, a justiça é injusta e os valores morais são escarnecidos. Do topo da pirâmide à sua base, a sociedade se corrompe, rendendo-se à ditadura do relativismo moral.

Em quarto lugar, quando os fundamentos são destruídos os homens perdem a percepção da soberania de Deus (Sl 11.4). O salmista Davi não permitiu que o caos instaurado pelos ímpios tirasse dele a compreensão de que Deus é soberano, está no trono e não faz vistas grossas às tramas urdidas pelos ímpios.

Em quinto lugar, quando os fundamentos são destruídos os homens perdem a noção da justiça divina (Sl 11.5). Deus não apenas está no trono, ele também põe à prova ao justo e ao ímpio. Ao justo ele prova para purificar; ao ímpio ele prova para reprovar. A alma de Deus abomina àquele que ama e semeia a violência.

Em sexto lugar, quando os fundamentos são destruídos os homens perdem a capacidade de ver o juízo vingador de Deus (Sl 11.6). Deus não só prova ao ímpio, mas faz chover sobre os perversos brasas de fogo e enxofre. O mal pode prevalecer por um tempo, mas não por todo o tempo. O ataque frontal aos valores morais pode receber dos ímpios aplausos por um momento, mas quando o juízo divino chegar, um vento abrasador da parte de Deus passará sobre os perversos e eles serão consumidos.

Em sétimo lugar, quando os fundamentos são destruídos os homens precisam saber que Deus nunca perde o controle da história (Sl 11.7). Deus é justo e ama a justiça. Aqueles que aqui são perseguidos, triunfarão sobre a maldade dos perversos e contemplarão a face do Senhor. Os ímpios serão dispersos como a palha, mas os justos viverão seguros num reino de glória, onde o mal jamais penetrará. Os fundamentos da terra podem ser abalados, mas os fundamentos do céu jamais serão atingidos. Os tronos da terra podem se corromper, mas o trono de Deus permanecerá sendo justo para sempre!

 

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 3 de junho de 2022

Como Cuidar dos Casais que eu Lidero? | Pr Josué Responde


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Então falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo: Se com todo o vosso coração vos converterdes ao Senhor, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o vosso coração ao Senhor, e servi a ele só, e vos livrará da mão dos filisteus.

Damares - LIVE Superação


 

PÃO DIÁRIO - 04/06/2022 - Mordomos da história

 



Mordomos da história


Muitas pessoas tomam bastante cuidado para terem certeza de que suas posses serão bem utilizadas após sua morte. Elas fazem consórcios, testamentos e criam fundações para garantir que seus ativos continuarão a ser empregados em um bom propósito, depois que se despedirem de sua vida na terra. A isso damos o nome de boa mordomia.

Igualmente importante, contudo, é sermos bons mordomos da nossa história de vida. Deus ordenou aos israelitas não apenas que ensinassem Suas leis aos filhos, mas também que se certificassem de que eles tivessem conhecimento da história de sua família. Era responsabilidade dos pais e avós assegurar-se de que os seus filhos conhecessem as histórias de como Deus havia trabalhado em seu favor (Deuteronômio 4:1-14).

Deus concedeu a cada um de nós uma história única. Seu plano para nossa vida é individualizado. Outras pessoas sabem em que você acredita e por quê? Elas conhecem a história de como você chegou à fé em Cristo, e como Deus trabalha em sua vida para fortalecer sua fé? Elas sabem como o Senhor tem-se mostrado fiel e ajudado em meio às dúvidas e decepções?

Temos o privilégio de passar adiante a história da fidelidade de Deus. Devemos gravá-la de alguma forma e compartilhá-la. Seja um bom mordomo da história que Deus está contando por seu intermédio.

—DJD

Leia: Deuteronômio 4:1-9 

Examine: …não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto […] e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos. — Deuteronômio 4:9

Considere: Viver continuamente na presença de Deus deixa um legado duradouro.

O PERDÃO ILIMITADO

 


“Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt 18.21,22).

 

O perdão é um dos temas mais sensíveis abordados nas Escrituras. Uma vez que não somos uma pessoa perfeita nem lidamos com pessoas perfeitas, não deve causar-nos estranheza, que ocasionalmente, tenhamos queixas uns dos outros. A questão não é se devemos perdoar, pois isso o requer a própria convivência humana. A questão é: até onde podemos ir? Até quando podemos perdoar? Essa foi a pergunta de Pedro. Destacaremos aqui três pontos oportunos:

Em primeiro lugar, é possível que irmãos nossos pequem contra nós (Mt 18.21). Não vivemos num paraíso. Ainda estamos sujeitos a fraquezas. É certo que as pessoas nos decepcionarão e que nós decepcionaremos as pessoas. Os conflitos interpessoais podem ser vistos em toda a história bíblica e desde os primórdios da humanidade. Mesmo homens de Deus como Paulo e Barnabé tiveram suas tensões, e porque tinham pontos de vistas diferentes sobre determinada questão tiveram não pequena desavença. O propósito de Deus é que vivamos em paz com todos os homens, mas se conflitos surgirem, devemos lidar com essas questões biblicamente.

Em segundo lugar, o perdão limitado não expressa o ensino das Escrituras (Mt 18.21)Quando Pedro perguntou a Jesus: “Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?”, estava, em sua perspectiva, sendo muito generoso. O ensino dos rabinos é que o perdão devia limitar-se, no máximo, a três vezes. O que passasse disso, era abuso e não devia ser mais considerado. Os rabinos colocaram um limite no perdão e Pedro mesmo sendo mais compassivo, esticando essa cifra de três para sete, ainda colocava um limite no perdão que devemos oferecer ao irmão que pecou contra nós. O ensino claro das Escrituras, entretanto, é que Deus perdoa os nossos pecados e deles não mais se lembra. Perdoa-os e lança-os nas profundezas do mar. Perdoa-os e os afasta de nós como o Oriente afasta-se do Ocidente. Perdoa-os  e os desfaz como a névoa. Esse perdão é completo e para sempre. Deus nunca mais lança em nosso rosto os pecados que ele nos perdoa. Assim, é que devemos, também, perdoar uns aos outros.

Em terceiro lugar, o perdão que devemos dar aos nossos irmãos que pecam contra nós deve ser ilimitado (Mt 18.22). Quando Jesus fala de perdoar até setenta vezes sete, está falando não de uma cifra, mas de um emblema. O perdão horizontal deve ter a mesma proporcionalidade do perdão vertical. Assim como o perdão de Deus para nós é ilimitado, assim deve ser também nosso perdão oferecido ao irmão que peca contra nós. Jamais podemos fechar a porta da misericórdia àqueles que, arrependidos, nos procuram buscando perdão. Jesus foi ainda mais enfático nessa questão, quando disse: “Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lc 17.4). Jesus levanta uma questão hipotética e até mesmo improvável, de uma pessoa pecar contra nós, sete vezes num mesmo dia e vez por vez, recorrer ao pedido de perdão. Mesmo numa situação tão inusitada quanto esta não podemos sonegar perdão. A medida do perdão que recebemos de Deus é a medida do perdão que devemos conceder ao nosso irmão arrependido. O apóstolo Paulo escreve: “… assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.13).

O perdão não é uma opção, é uma ordem divina. Todos os que foram salvos pela graça, foram perdoados e aqueles que receberam perdão de Deus, devem conceder perdão aos seus irmãos!

Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 2 de junho de 2022

SALMOS 50 "ORAÇÃO NARRADA" COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante:
É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre a rocha.

Lucas 6:47,48

Essência Anderson Freire DVD COMPLETO


 

PÃO DIÁRIO - 03/06/2022 - Uma obra em andamento

 



Uma obra em andamento



Pablo Casals foi considerado o mais ilustre violoncelista na primeira metade do século 20. Ele ainda tocava seu violoncelo apesar de sua idade avançada, quando um jovem repórter perguntou: “Senhor Casals, o senhor está com 95 anos de idade e é o maior violoncelista que já existiu. Por que o senhor ainda estuda violoncelo seis horas por dia?”

Ele respondeu: “Porque acho que estou fazendo progressos.”

Que atitude magnífica! Como cristãos nunca devemos ficar satisfeitos com o pensamento de que atingimos o autoproclamado pináculo de sucesso espiritual, mas ao invés disso continuar a crescer “…na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (2 Pedro 3:18). Jesus nos lembra no evangelho de João 15:16 que Ele nos escolheu para irmos e darmos frutos. O resultado do crescimento saudável continua a dar frutos espirituais ao longo de nossa vida. O Senhor Jesus promete: “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto…” (v.5).

Com crescimento constante e fiel, no qual nos tornamos cada vez mais como aquele a quem amamos e servimos, podemos confiar que Ele, que começou uma “boa obra” em nós, continuará, até finalmente completá-la quando voltar (Filipenses 1:6). — CHK

Leia: João 15:9-17 

Examine: Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. —2 Pedro 3:18

Considere: A obra invisível de Deus em nosso coração produz frutos em nossa vida.

OS PRIVILÉGIOS DAQUELES QUE TEMEM AO SENHOR (SL 25.12-14)

 


            Temer ao Senhor é o primeiro passo rumo à sabedoria. O temor do Senhor é o portal da felicidade. O texto supra trata de cinco privilégios daqueles que temem ao Senhor. Vejamos:

Em primeiro lugar, aqueles que temem ao Senhor são instruídos por ele a tomar as decisões certas na vida (Sl 25.12). Não é fácil fazer escolhas acertadas. Há muitas encruzilhadas. Há muitas bifurcações na trajetória da vida. Que decisão tomar na escolha vocacional? Que decisão tomar na vida emocional? Que escolha fazer com respeito à vida profissional? Qual é o específico propósito de Deus para a nossa vida? Quando tememos a Deus, ele mesmo nos instrui acerca da melhor escolha. Ele mesmo vai à nossa frente, abrindo o caminho. Ele mesmo nos toma pela mão e nos guia, apontando-nos o caminho seguro.

Em segundo lugar, aqueles que temem ao Senhor têm uma vida espiritual próspera (Sl 25.13a). Há muitas pessoas que granjeiam fortunas, mas vivem na mendicância espiritual. Têm um corpo sadio e nédio, mas a alma está enferma. Desfrutam dos prazeres deste mundo, mas não conhecem o sabor da mesa do Pai. Só desfrutam dos venturas terrenas, mas nada conhecem das alegrias celestiais. Aqueles que temem ao Senhor, porém, encontram abrigo em seus braços e sua alma repousa em prosperidade. Bebem das fontes de Deus, deleitam-se nos banquetes da graça e desfrutam de uma alegria indizível e cheia de glória.

Em terceiro lugar, aqueles que temem ao Senhor têm uma descendência bem-aventurada na terra (Sl 25.13b). Os que temem ao Senhor não apenas são prósperos espiritualmente, mas também têm uma descendência abençoada. Seus filhos herdam a terra e influenciam o mundo. Longe de sua família ser um transtorno para a sociedade, influenciam os homens. Longe de viverem como nômades sem chão na história, herdam a terra. Longe de viverem sem raiz e sem morada certa, tomam posse da terra.

Em quarto lugar, aqueles que temem ao Senhor desfrutam da sua intimidade (Sl 25.14a). A dádiva mais importante que um indivíduo pode usufruir na vida é desfrutar da intimidade de Deus. É na presença dele que existe plenitude de alegria. É na sua destra que há delícias perpetuamente. Deus é melhor do que suas dádivas. O abençoador é melhor do que suas bênçãos. Deus se revela pessoal e intimamente àqueles que o temem. Quanto mais nos deleitamos em Deus, mais prazer ele tem em nós. Quanto mais prestamos a ele nossa devoção cheia de reverência, mais ele se revela a nós, dando-nos a conhecer sua intimidade.

Em quinto lugar, aqueles que temem ao Senhor recebem dele o privilégio de conhecer a sua aliança (Sl 25.25.14b). Deus firmou uma aliança conosco de ser o nosso Deus e nós sermos o seu povo para sempre. Sua aliança é um pacto de amor. Quanto mais ele nos dá a conhecer sua aliança, mais encontramos nele o sentido da vida. Quanto mais compreendemos sua disposição de revelar a nós as bênçãos da sua aliança, mais ficamos extasiados com suas entranháveis misericórdias. Oh, amor sem igual! Oh, graça bendita! Deus nos escolheu, nos chamou, nos justificou e nos deu garantia de vida eterna. Nada nem ninguém pode frustrar seus planos nem impedir sua obra por nós, em nós e através de nós, porque ele jamais deixou cair por terra uma só de suas palavras nem jamais quebrou sua aliança conosco.  Temer ao Senhor, de fato, é um sublime privilégio!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 1 de junho de 2022

4 ERROS que podem DESTRUIR seu CASAMENTO | Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Nenhum servo pode servir dois senhores; porque, ou há de odiar um e amar o outro, ou se há de chegar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.

Lucas 16:13

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PÃO DIÁRIO - 02/06/2022 - Meus amigos e eu


Meus amigos e eu


João Crisóstomo (347–407d.C.), arcebispo de Constantinopla, disse o seguinte sobre a amizade: “A amizade é tal que, por meio dela nós amamos lugares e épocas; pois […] como as flores deixam cair suas suaves folhas no chão ao seu redor, assim os amigos derramam graça nos lugares em que habitam.”

Jônatas e Davi ilustram a doçura de uma amizade verdadeira. A Bíblia registra uma ligação íntima e imediata entre eles (1 Samuel 18:1). Eles mantiveram sua amizade viva demonstrando sua lealdade um ao outro (18:3; 20:16,42; 23:18), e também se preocupavam e cuidavam um do outro. Jônatas deu presentes a Davi (18:4) e o ajudava quando ele enfrentava dificuldades (19:1,2; 20:12,13).


No livro de 1 Samuel 23:16, vemos o momento mais crucial dessa amizade. Ocorreu, quando Davi estava fugindo do pai de Jônatas: “Então, se levantou Jônatas, filho de Saul, e foi para Davi, a Horesa, e lhe fortaleceu a confiança em Deus.” Os amigos ajudam você a se fortalecer em Deus durante as fases difíceis da vida.


Neste mundo onde a maioria dos relacionamentos gira em torno do que se pode obter, seja o tipo de amigo que se concentra naquilo que você pode oferecer. Jesus, nosso amigo perfeito, mostrou-nos que: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13).


—PFC



Leia: 1 Samuel 18:1-4; 23:15-18 


Examine: Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma. —1 Samuel 18:3


Considere: A glória da vida é amar, não ser amado; dar, não receber; servir, não ser servido.

O PRECEITO DIVINO SOBRE O CASAMENTO

 


“Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne” (Ef 5.31).

O casamento é uma instituição divina. Deus instituiu o casamento para a sua glória, a felicidade do ser humano e a perpetuação da raça. Esta conceituada instituição, inobstante sua origem divina, tem sido atacada com rigor desmesurado, e isso, desde os tempos mais remotos. À luz do texto em epígrafe, três são os preceitos divinos sobre o casamento. Vejamos:

Em primeiro lugar, o casamento é heterossexual. “Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher…”. O casamento tem um deixar e um unir-se. Antes do homem unir-se à sua mulher, precisa deixar pai e mãe. Mas o homem que deixa pai e mãe, deixa-os para se unir à sua mulher e não a outro homem. O casamento, segundo os preceitos divinos, não é a união entre um homem e outro homem nem entre uma mulher e outra mulher. A relação homoafetiva, embora, receba a aprovação dos homens, não encontra a aprovação de Deus. Os preceitos divinos não ficam de cócoras diante dos preceitos humanos. Aquilo que a sociedade, adoecida pelo pecado, chama de amor, a palavra de Deus chama de paixão infame. Aquilo que dizem ser um acerto, a palavra de Deus chama de erro. Aquilo que dizem ser natural, a palavra de Deus diz que é antinatural. Aquilo que dizem ser uma conquista, a palavra de Deus diz que é uma torpeza (Rm 1.24-28). Nenhuma tribunal humano, por mais conspícuo, pode desfazer os preceitos divinos. Não são as leis humanas que legitimam a palavra de Deus, mas é a palavra de Deus que a todas as leis julga. O casamento conforme instituído por Deus foi, é, e sempre será heterossexual. O que passar disso é fruto do enganoso coração humano.

Em segundo lugar, o casamento é monogâmico. “… deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher”. O casamento é a relação entre um homem e uma mulher e não entre um homem e várias mulheres nem a união entre uma mulher e vários homens. A poligenia (a união de um homem com várias mulheres) e a poliandria (a união de uma mulher com vários homens) estão fora do propósito divino. Muito embora a poligamia fosse corrente em algumas culturas, os preceitos divinos sobre a monogamia são meridianamente claros. Na criação, Deus deixou isso evidente em Gênesis 2.24: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne”. Na entrega dos dez mandamentos, a lei moral de Deus, essa mesma verdade foi reafirmada em Êxodo 20.17: “… não cobiçarás a mulher do teu próximo…”. Na dispensação da graça, Jesus consolidou esse mesmo princípio em Mateus 19.4,5: “… não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?”. Fica, pois, meridianamente claro que o casamento além de ser heterossexual é, também, monogâmico!

Em terceiro lugar, o casamento é monossomático. “… e se tornarão uma só carne”. Deus criou o homem e a mulher, o macho e a fêmea. Deus criou-os com a capacidade de amarem e serem amados, sentir prazer e dar prazer. O sexo é puro, santo e deleitoso. Porém, o sexo só deve ser desfrutado no contexto sacrossanto do casamento. No casamento, o homem e a mulher tornam-se uma só carne. O sexo antes do casamento é fornicação e aqueles que o praticam estão debaixo do juízo divino (1Ts 4.3-8). O sexo fora do casamento é adultério e só aqueles que querem se destruir cometem tal loucura (Pv 6.32). O sexo no casamento, porém, é uma ordenança divina (1Co 7.5). O sexo no casamento é como as águas de um rio. Quando essas águas correm dentro do leito, levam vida e prazer por onde passam, mas quando transbordam e saem do leito, levam destruição aonde chegam. Resta claro, portanto, afirmar: o casamento é heterossexual, monogâmico e monossomático. O que passar disso, não vem de Deus.

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 31 de maio de 2022

PROVÉRBIOS CAP 8 " ORAÇÃO NARRADA " COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Então falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo: Se com todo o vosso coração vos converterdes ao Senhor, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o vosso coração ao Senhor, e servi a ele só, e vos livrará da mão dos filisteus.

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PÃO DIÁRIO - 01/06/2022 - A essência do Natal

 


A essência do Natal


O romance de Charles Dickens, “Canção de Natal”, foi lançado em 19 de dezembro de 1843 e nunca mais saiu de circulação. Ele conta a história de Ebenezer Scrooge, um homem rico, mal-humorado e mesquinho que dizia: “Cada idiota que aparece desejando ‘Feliz Natal’, deveria ser cozido junto com seu próprio pudim!” Porém, na véspera de Natal, Scrooge é radicalmente transformado em um homem generoso e feliz. Com muito humor e perspicácia, o livro de Dickens capta o anseio universal por paz interior.

Quando jovem, o apóstolo Paulo persegue Jesus e Seus seguidores com um espírito vingativo. Ele “…assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (Atos 8:3). Mas um dia ele encontrou o Cristo ressurreto, e sua vida tornou-se uma história diferente (9:1-16).

Em uma carta a Timóteo, seu filho na fé, Paulo descreveu essa mudança de vida, dizendo que ele “…outro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente […] transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus” (1 Timóteo 1:13,14).

Jesus veio ao nosso mundo e deu Sua vida para podermos ser perdoados e transformados por meio da fé nele. Esta é a essência do Natal!

—DCM

Leia: 1 Timóteo 1:12-17 

Examine: Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. —
1 Timóteo 1:14

Considere: A mudança de comportamento começa com a transformação operada por Jesus em nosso coração.

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...