sábado, 23 de julho de 2022
PÃO DIÁRIO - 24/07/2022 - Coroado em glória
Coroado em glória
…que é o homem, que dele te lembres?… — Salmo 8:4
A sonda espacial Voyager 1 foi lançada em 1977 e está a mais de 14 bilhões de quilômetros de distância do nosso sistema solar. Em fevereiro de 1990, quando o Voyager 1 estava a quase 6,4 bilhões de quilômetros de distância, cientistas voltaram suas câmeras à Terra e tiraram algumas fotos que mostraram o nosso planeta como um ponto azul quase imperceptível num vasto espaço vazio.
Na imensa extensão do nosso universo, a Terra é apenas uma minúscula partícula. Neste fragmento aparentemente insignificante no mar dos objetos galácticos vivem mais de 7 bilhões de pessoas.
Se isto faz você se sentir insignificante, Deus tem algumas notícias boas. Guardado dentro de um dos Salmos de Davi está uma pergunta retórica que pode permitir-lhe caminhar na brisa noturna, olhar para o céu e alegrar-se. O Salmo 8:3-5 afirma que somos astros aos olhos de Deus: “Quando contemplo os teus céus, obra de teus dedos […] que é o homem, que dele te lembres? […] e de glória e de honra o coroaste.” Absorva isso! Deus — que fez existir um universo tão vasto que para o telescópio Hubble foi impossível encontrar seu fim — criou você, e cuida profundamente de você. Ele o cuida tanto que pediu a Jesus para deixar o céu e morrer por você.
Observe maravilhado a criação de Deus e louve-o por coroá-lo com glória por meio de Seu Filho Jesus.
— Dave Branon
Leia: Salmo 8
Examine: A Bíblia em um ano: Números 4-6;Marcos 4:1-20
Considere: Vemos o poder da criação de Deus; sentimos o poder do Seu amor.
TRÊS VERDADES SUBLIMES DO CRISTIANISMO
A doutrina da reconciliação é uma das verdades mais gloriosas da fé cristã. O apóstolo Paulo tratou desse magno assunto em sua segunda carta aos Coríntios (2Co 5.18-21). O texto em tela mostra a necessidade da reconciliação (2Co 5.19), o autor da reconciliação (2Co 5.18), o agente da reconciliação (2Co 5.18,19), a base da reconciliação (2Co 5. 19,21) e a oferta da reconciliação (2Co 5.19,20). No bojo dessa bendita doutrina, o apóstolo Paulo faz três afirmações mui preciosas, que se nos apresentam como três verdades nucleares da fé cristã. Vejamo-las:
Em primeiro lugar, para reconciliar-nos consigo mesmo, Deus não colocou a nossa dívida em nossa conta. Paulo escreve: “A saber, que Deus estavam em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões…” (2Co 5.19). A Escritura diz que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Somos devedores e a nossa dívida com Deus é impagável. Jamais poderíamos saldar essa dívida. Pecamos contra Deus por palavras, por obras, por omissão e por pensamentos. O pecado atingiu todas as áreas da vida nossa: razão, emoção e vontade. O pecado maculou nosso corpo e nossa alma. O pecado é maligníssimo aos olhos de Deus. Sendo Deus santo, santo, santo, ele não pode contemplar o mal. Sua justiça exige a completa punição do pecado e o salário do pecado é a morte. Se Deus lançasse em nossa conta a nossa imensa dívida, estaríamos irremediavelmente perdidos. A palavra “imputação” significa “colocar na conta de”. Uma vez que o pecado é considerado uma dívida, Deus não colocou essa dívida em nossa conta.
Em segundo lugar, para reconciliar-nos consigo mesmo, Deus colocou a nossa dívida na conta de Jesus, o seu Filho. Paulo registra: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós…” (2Co 5.21a). Em vez de Deus lançar nossos pecados sobre nós, lançou-os sobre o seu Filho. O profeta Isaías diz: “… mas o Senhor fez cair sobre ele [Jesus] a iniquidade de nós todos” (Is 53.6). O apóstolo Pedro nessa mesma linha de pensamento diz: “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados…” (1Pe 2.24). O apóstolo João registra a penúltima palavra de Jesus na cruz. Foi um brado de vitória e triunfo: “Está consumado!” (Jo 19.30). Essa expressão significa: está pago! O apóstolo Paulo é enfático: “Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz” (Cl 2.14). A dívida que não foi colocada em nossa conta e colocada na conta de Jesus, foi completamente paga, não com ouro ou com prata, mas com o sangue precioso do bendito Filho de Deus.
Em terceiro lugar, para reconciliar-nos consigo mesmo, Deus colocou em nossa conta a plena justiça de Jesus, o seu Filho. Paulo conclui: “… para que nele [Jesus], fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5.21b). A reconciliação é edificada sobre o fundamento da justificação. A justificação é um ato único e soberano de Deus e não um processo. Não possui graus. Ao sermos justificados, estamos justificamos plena e eternamente. A justificação é mais do que perdão. No perdão nossa dívida é cancelada. Na justificação, todo o crédito da justiça de Cristo é depositada em nossa conta. Pela justificação estamos quites com a lei de Deus e com a justiça de Deus. A penalidade que deveríamos receber, Jesus nosso fiador e representante, sofreu por nós. Agora, pois, já não há mais nenhuma condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus, nosso Senhor. Na cruz, a justiça de Deus foi plenamente satisfeita. Na vida e na morte de Jesus, a lei foi cabalmente cumprida. Nós, que cremos no Filho de Deus, morremos com Cristo para o pecado e ressuscitamos com ele para uma nova vida. Nós que estávamos perdidos, fomos achados. Nós que éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados!
Rev. Hernandes Dias Lopes
sexta-feira, 22 de julho de 2022
Versículo do dia
Versículo do dia
E o carcereiro-mor não teve cuidado de nenhuma coisa que estava na mão dele, porquanto o Senhor estava com ele, e tudo o que fazia o Senhor prosperava.
PÃO DIÁRIO - 23/07/2022 - Jarros de barro
Jarros de barro
Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. — 2 Coríntios 4:7
Quando você compra uma boa joia, ela costuma ser embalada em veludo preto ou escuro. Acho que é feito assim para que a sua atenção seja imediatamente voltada para a beleza da joia. Se a embalagem fosse muito decorada, competiria com a beleza do tesouro.
Faz-me lembrar dos comentários de Paulo sobre o ministério de Jesus em nós, quando ele disse “Temos […] este tesouro em vasos de barro” (2 Coríntios 4:7). É fácil esquecer que nós somos a embalagem e a Sua obra é o tesouro. Dessa forma, adornamos nossos jarros de barro, recebendo os créditos pelas coisas que fazemos para servir a Cristo. Buscamos trazer glória para nós mesmos quando perdoamos alguém, demonstramos misericórdia ou ofertamos generosamente. O problema é quando começamos a buscar reconhecimento e elogios pelas boas ações; competimos com o brilho do tesouro da ação de Deus agindo em nós.
Quando trabalhamos para Cristo, não é para nós, mas para Sua glória. Quanto menos evidente formos, mais brilhante Ele será. Por isso, Paulo afirma que o tesouro foi posto em jarros de barro para que Deus fosse aquele a ser glorificado. Além disso, desde quando os jarros de barro têm algum valor? Vale o que está em seu interior!
— Joe Stowell
Leia: 2 Coríntios 4:7-15
Examine: A Bíblia em um ano: Números 1-3; Marcos 3
Considere: Permita que o brilho do tesouro de Cristo resplandeça através de você ao viver por Ele.
UMA AMIZADE PERIGOSA
UMA AMIZADE PERIGOSA
Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4).
O mundo, kosmos, aqui, não é o mundo físico, geográfico ou habitado pelo homens, mas um sistema de valores que está em aberta oposição a Deus e à sua palavra. Não se trata de algo material, mas espiritual. Não se refere à criação, mas à cosmovisão que conspira contra os preceitos de Deus. É uma maneira ver a vida, a família, a sociedade, a igreja, o dinheiro, o sexo, os prazeres, as oportunidades, o tempo e a eternidade deixando de lado a realidade de Deus e de sua palavra.
Ser amigo desse sistema é um ato de infidelidade a Deus. É como um adultério espiritual. Deus firmou um pacto conosco, onde somos o seu povo e ele é o nosso Deus. Estamos numa relação de aliança com ele. Devemos a ele fidelidade e obediência. Portanto, ser amigo do mundo, amar o mundo e conformar-se com o mundo, é virar as costas para Deus, repudiá-lo e ser infiel a ele. Consequentemente, a amizade do mundo é inimiga de Deus. Não dá para ser amigo de Deus e do mundo ao mesmo tempo. É impossível viver enamorado do mundo e ter comunhão com Deus. A amizade do mundo exclui a amizade com Deus e a amizade com Deus impede a amizade com o mundo.
Esse sistema chamado “mundo” é governado por um ser maligno. O mundo tem um príncipe que está em oposição a Deus. O príncipe deste mundo é o diabo. Ele é mentiroso, ladrão e assassino. Ele é enganador, tentador e destruidor. Veio para roubar, matar e destruir. Este príncipe das trevas mantém as pessoas cativas em sua casa, na sua potestade e no seu reino lúgubre e lôbrego. Ser amigo do mundo é viver debaixo desse influência maligna.
O mundo tem o seu glamour. Suas ofertas são sedutoras. Suas propostas são aparentemente vantajosas. O diabo é um embusteiro. Oferece o que não pode dar. Seus banquetes têm muitas taças transbordantes de prazer, mas ao fim são taças cheias de veneno. Ao mesmo que oferecem prazer, trazem desgosto; ao mesmo tempo que fazem promessas de liberdade, escravizam. Ao mesmo tempo que anunciam vida, pagam com a morte.
Oh, Deus é a fonte da vida! Na sua presença há plenitude de alegria. Ele é a fonte de todo o bem. Só ele pode trazer alegria para a alma, descanso para a mente, alívio para o coração. Só ele pode tirar o fardo pesado da dor, perdoar os pecados e fazer novas todas as coisas em nossa vida. A amizade de Deus é o mais sublime privilégio da vida. Ser amigo de Deus é desfrutar de alegria indizível e cheia de glória. Desfrutar da intimidade de Deus é beber as taças da verdadeira felicidade. Obedecer a Deus é a essência do nosso verdadeiro prazer. Só quando conhecemos a amizade de Deus, temos pleno discernimento de quão enganoso é o mundo. Só quando saboreamos a alegria da vida eterna e os privilégios que ela traz temos uma noção cristalina de quão perverso é o mundo, quão iníquos são seus valores e quão terrível é o diabo.
É tempo de rompermos com a amizade do mundo. É tempo de olharmos para a vida na perspectiva de Deus e quebrarmos todos os vínculos que ainda tentam nos prender ao mundo. O caminho do mundo é largo, mas leva à perdição. A porta do mundo é espaçosa, mas conduz à morte. O mundo é uma mentira. Suas vantagens são pura perda. Seus prazeres são notórios pesados. Seu caminho leva ao inferno. Sua amizade é inimiga de Deus. Porém, a amizade de Deus é o caminho mais seguro para a nossa plena felicidade aqui e por toda a eternidade, uma vez que a própria essência da vida eterna é conhecer a Deus e deleitarmo-nos nele para sempre e sempre.
Rev. Hernandes Dias Lopes
quinta-feira, 21 de julho de 2022
Versículo do dia
Versículo do dia
No dia em que eu clamei, me escutaste; e alentaste com força a minha alma.
Salmos 138:3
Salmos 138:3
PÃO DIÁRIO - 22/07/2022 - Sei onde estou…
Sei onde estou…
Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. — Provérbios 3:6
“Não se preocupem, sei onde estou indo.” disse aos meus passageiros. Logo uma voz quase humana delatou-me: “Recalculando….” Agora todos sabiam que eu estava perdido!
Hoje em dia, milhares de motoristas reconhecem estas palavras, ou outras similares, como sinal de que saíram da trajetória ou passaram reto por uma saída. O GPS não só reconhece quando o motorista sai do percurso, mas imediatamente começa a traçar um novo caminho de volta para redirecionar a trajetória.
Às vezes, os seguidores de Jesus precisam de ajuda para voltar à trajetória espiritual. Podemos nos desviar do caminho intencionalmente porque achamos que sabemos mais, ou nos afastarmos lentamente, falhando em perceber que estamos indo mais e mais longe da caminhada que Deus quer ter conosco.
No entanto, Deus não nos deixou por nossa conta. Ele concedeu o Espírito Santo a todos os cristãos (João 14:16-17; 1 Coríntios 3:16), que nos convence de nossos pecados (João 16:8,13). Quando estamos nos desviando da rota, Ele soa o alarme e desperta a nossa consciência (Gálatas 5:16-25). Podemos ignorar o aviso, mas o fazemos para o nosso próprio dano (Isaías 63:10; Gálatas 6:8).
Que conforto saber que Deus trabalha em nossas vidas por meio da ação convincente do Espírito Santo! (Romanos 8:26-27). Com a ajuda e direção de Deus, podemos continuar no caminho que o agrada.
— Randy Kilgore
Leia: Provérbios 3:1-8
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 26-27; Marcos 2
A SUPREMA IMPORTÂNCIA DA PALAVRA DE DEUS
“Guardo no coração, a tua palavra, para não pecar contra ti” (Sl 119.11).
A palavra de Deus é nosso mais precioso tesouro. É melhor do que muito ouro depurado. Não podemos tratá-la com descaso nem trocá-la por outros valores, por mais excelentes que sejam. Davi, no texto em epígrafe, ensina-nos três verdades preciosas que vamos, aqui, destacar:
Em primeiro lugar, devemos guardar a melhor coisa. Davi é um rei. Tem muitos bens e rico patrimônio. Em sua casa há muitas riquezas. Em seu reino muitos tesouros. Pedras preciosas chegam para ele de diversos lugares do mundo. Vive cercado de pompa e luxo. Porém, nenhum tesouro ocupou lugar tão alto em sua vida como a palavra de Deus. Não foram as riquezas dos homens que conquistaram seu coração. Não foi ouro nem prata que armazenou como seu valor mais estimado. Davi guardou a melhor coisa, a palavra de Deus. Essa foi sua verdadeira poupança. Seu melhor investimento. Seu mais valioso tesouro. Oh, como nós precisamos redescobrir o valor da palavra de Deus! Como precisamos amá-la! Como precisamos tê-la em alta estima! Ela deve ser lâmpada para nossos pés. Deve ser mapa para nossa jornada. Deve ser mel em nossa boca e alimento sólido para nos sustentar. Em vez de guardar os tesouros perecíveis, devemos guardar essa riqueza incomparável. Ela restaura a alma, ilumina os olhos e alegra o coração.
Em segundo lugar, devemos guardar a melhor coisa no melhor lugar. Davi resolveu guardar a palavra de Deus não numa prateleira de cedro nem num móvel importado. Não a escondeu num cofre fechado a sete chaves. Guardou-a em seu coração. Internalizou-a, nela meditando de dia e de noite. A palavra foi seu deleite. Seu maior prazer. Desse baú divino, ele tirou coisas novas e velhas. Dali saia sua motivação para uma vida de obediência. Por causa dessa palavra, afastou seus pés do conselho dos ímpios, do caminho dos pecadores e da roda dos escarnecedores. Essa palavra conduziu-o pelas veredas da justiça. Por meia dela conheceu Jeová como seu pastor. Essa palavra trouxe-lhe consolo e segurança, quando cruzou os vales da sombra da morte. Por meia dela alimentou sua alma, com provisões ricas, pois a palavra é uma mesa farta no deserto. Oh, que o nosso coração seja um depósito para esse mais valioso tesouro! Em vez de esquecê-la, devemos tê-la bem perto das nossas mãos, junto aos nossos olhos, entronizada em nosso coração. Em vez de substituí-la pelo farelo dos prazeres efêmeros, devemos encontrar nela real prazer. Em vez de guardar riquezas terrenas e bens que serão consumidos pelo fogo, devemos guardá-la com máxima presteza no lugar mais seguro deste mundo, o nosso coração.
Em terceiro lugar, devemos guardar a melhor coisa, no melhor lugar, com o melhor propósito. O propósito de Davi ao guardar a palavra de Deus em seu coração era não pecar contra Deus. A palavra de Deus é um freio moral que livra os nossos pés da queda. Dwight Moody escreveu na capa de sua Bíblia: “Este livro afastará você do pecado ou o pecado afastará você deste livro”. A maneira de um jovem guardar puro o seu coração é observando tudo conforme a palavra de Deus. A maneira de um crente ser santo é ser santificado pela palavra. Ela é como água que nos limpa. É como fogo que queima nossas escórias. É como martelo que esmiúça as resistências do nosso coração. Quanto mais cheios da palavra, mais vazios da vaidade. Quanto mais plenos das verdades eternas, mais desapegados seremos das coisas aqui debaixo. Quanto mais espaço tiver a palavra em nosso coração, menos domínio o pecado terá sobre nós. A palavra de Deus é meio de graça e ferramenta poderosa para nossa santificação. Quanto mais a lemos, mais ela nos examina. Quanto mais mergulhamos nela, mais ela nos perscruta. Quanto mais guardamos a palavra, mais guardados nós somos do mal.
Rev. Hernandes Dias Lopes
quarta-feira, 20 de julho de 2022
Versículo do dia
Versículo do dia
O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e vida.
João 6:63
João 6:63
PÃO DIÁRIO - 21/07/2022 - Espere
Espere
…disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente em não guardar o mandamento que o Senhor, teu Deus, te ordenou… — 1 Samuel 13:13
Certo homem em São Francisco, Califórnia, nos EUA, impaciente, tentou escapar do movimento desviando-se de uma faixa de carros parados. Entretanto, ele entrou numa faixa que tinha acabado de ser cimentada, e o seu Porsche 911 ficou grudado no chão, sem poder sair do local. Este motorista pagou um alto preço por sua impaciência.
As Escrituras relatam sobre um rei que também pagou um alto preço por sua impaciência. Ansioso para Deus abençoar os israelitas na batalha contra os filisteus, Saul agiu impacientemente. Quando Samuel não chegou na hora marcada para oferecer um sacrifício por auxílio divino, Saul tornou-se impaciente e desobedeceu ao mandamento de Deus (1 Samuel 13:8-9,13). A impaciência fez Saul pensar que ele estava acima da lei, e se colocar na posição, não autorizada, de sacerdote. Ele pensou que poderia desobedecer a Deus sem sérias consequências. Estava errado.
Quando Samuel chegou, ele repreendeu Saul por sua desobediência e profetizou que este perderia o seu reino (vv. 13-14). A recusa de Saul em esperar pelo desenvolvimento do plano de Deus o motivou a agir apressadamente, e em sua pressa ele perdeu seu caminho (Provérbios 19:2). Sua impaciência foi a demonstração final de falta de fé.
O Senhor proverá Sua presença orientadora ao esperarmos pacientemente Ele executar a Sua vontade.
— Marvin Williams
Leia: 1 Samuel 13:7-14
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 25; Marcos 1:23-45
Considere: Paciência significa esperar o tempo de Deus e confiar no Seu amor.
UMA PODEROSA MUDANÇA NA VIDA
O evangelista Lucas registra o importante episódio dos dois discípulos de Emaús, que caminham desassistidos de esperança, mergulhados nas sombras de expectativas frustradas, até que reconhecem o Cristo ressurreto, caminhando com eles, ensinando a eles, e tendo comunhão com Deus. Uma mudança profunda foi efetuada na vida deles. Que mudanças foram essas?
Em primeiro lugar, olhos abertos pela exposição das Escrituras (Lc 24.26,27,31). Jesus revelou-se pelas Escrituras. Ele já havia ensinado: “Examinai as Escrituras, porque são elas que testificam de mim” (Jo 5.39). Quando reconhecemos em nosso caminho que Jesus está vivo, não há mais espaço para a preocupação ( Lc24.17), tristeza (Lc 24.17), desesperança (Lc 24.21) e incredulidade (Lc 24.25). O Cristo que tinha de padecer devia também entrar na sua glória. Cristo não foi derrotado pelo poder da morte, mas triunfou através dos seus sofrimentos e venceu a morte.
Em segundo lugar, corações ardentes pela comunhão com o Cristo vivo (Lc 24.28,29,32). Quando temos comunhão com Jesus, nosso coração arde e o fogo de Deus nos inflama. Há entusiasmo em nosso coração. O vento do Espírito sopra sobre nós e remove as cinzas do comodismo e reacende as brasas do zelo em nosso coração. Quando o coração arde, acaba a frieza espiritual e o marasmo. Então, estar na Casa de Deus é alegria, orar é necessidade, louvar a Deus é prazer, andar com Jesus é o sentido da vida. Quando o nosso coração arde, nossa vida se torna um graveto seco. Então, o fogo do Espírito arde em nós, nos iluminando, nos purificando, nos aquecendo e alastrando através de nós.
Em terceiro lugar, pés velozes para ir anunciar a ressurreição (Lc 24.33). Quem tem olhos abertos e coração ardente tem pés velozes para falar de Jesus. Os mesmos que fugiram de Jerusalém, agora voltam para Jerusalém. Eles que disseram que já era tarde, não se importam com os perigos da noite. Eles que deixaram o convívio com os outros discípulos, voltam à companhia deles. Eles que conjugavam todos os verbos da esperança no passado, cheios de frustrações, agora têm pressa para testemunhar a gloriosa realidade da ressurreição. O futuro não é mais incerto, mas a garantia de uma eternidade vitoriosa.
Em quarto lugar, lábios abertos para proclamar que Cristo está vivo (Lc 24.34,35). Nem distância nem a noite os impede. Eles voltam para ter comunhão e para proclamar que Jesus está vivo. Eles voltam para dizer que a morte não tem a última palavra. A última palavra é que Jesus venceu a morte. A tristeza não pode mais nos dominar. Caminhamos para o glorioso amanhecer da eternidade e não para a noite fatídica da desesperança. É impossível ter um encontro com o Cristo vivo e ainda permanecer calado e acovardado. O poder da ressurreição abre os nossos lábios para pregação poderosa!
A ressurreição de Jesus abriu os olhos, aqueceu o coração, apressou os pés e abriu os lábios dos discípulos de Emaús. E em você, que tipo de impacto a ressurreição tem provocado? Como você tem caminhado pela vida? Tem você se encontrado com o Cristo ressurreto? O Senhor nos encontra nas angústias da nossa caminhada. O Senhor nos encontra na exposição da palavra de Deus. O Senhor nos encontra no partir do pão. Ele abre nossos olhos, nossa mente, nosso coração e nossos lábios.
Rev. Hernandes Dias Lopes
terça-feira, 19 de julho de 2022
Versículo do dia
Versículo do dia
Louvai ao SENHOR. Louvai ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.
PÃO DIÁRIO - 20/07/2022 - O poder da demonstração
O poder da demonstração
…o reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder. — 1 Coríntios 4:20
Por duas décadas o ecologista Mike Hands vem ajudando os fazendeiros na América Central a adotar métodos mais efetivos de aumentar a safra. No entanto, para eles é difícil abandonar sua longa tradição agrícola de “cortar e queimar”, embora saibam que isto destrói o solo e polui o ar.
Portanto, em vez de apenas falar com eles, Mike lhes mostra um caminho melhor. No documentário Up and Smoke (Queimando Tudo), ele diz: “Você tem que demonstrar, não pode pregar, não pode descrever. As pessoas devem ser capazes de colocar suas mãos à obra e ver.”
Paulo adotou uma abordagem similar ao compartilhar o evangelho de Jesus Cristo. Ele escreveu aos cristãos em Corinto: “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus” (1 Coríntios 2:4-5).
Mais tarde nessa mesma carta, Paulo lhes disse novamente, “…o reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder” (4:20).
Ao viver cada dia, peça a Deus para ajudá-lo a acompanhar suas palavras com ações. Quando permitimos que Deus aja em nós, demonstramos poderosamente Sua graça e amor.
— David C. McCasland
Leia: 1 Coríntios 2:1-5
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 23-24; Marcos 1:1-22
Considere: Nossas palavras precisam estar apoiadas em ações.
VOCÊ É MESMO UM CRISTÃO? COMO SABE DISSO?
VOCÊ É MESMO UM CRISTÃO? COMO SABE DISSO?
O apóstolo João escreveu o evangelho para mostrar como uma pessoa pode ser salva: “Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31). E escreveu sua primeira carta para mostrar que os salvos podem ter certeza da salvação: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1Jo 5.13). Há dois erros que precisam ser evitados: Primeiro, buscar outro meio de salvação, fora de Jesus. Segundo, duvidar que a salvação oferecida por Jesus possa ser perdida. Todo aquele que crê em Jesus pode ter certeza da vida eterna, porém, a falsa segurança, pode ser uma grande tragédia. Por isso, João elenca na primeira epístola três mentiras assaz perigosas:
Em primeiro lugar, a mentira moral. Um cristão é alguém que nasceu de novo e recebeu um novo coração, uma nova mente, uma nova vida, uma nova família, uma nova pátria. Tudo se fez novo em sua vida e as coisas antigas ficaram para trás. Logo, o apóstolo João afirma: “Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade” (1Jo 1.6). Nessa mesma linha de pensamento ainda escreve o apóstolo: “Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade” (1Jo 2.4). A evidência da salvação é uma vida transformada.
Em segundo lugar, a mentira doutrinaria. No primeiro século, muitos falsos mestres se infiltraram na igreja, pregando um falso evangelho, produzindo falsos crentes e gerando uma falsa esperança. Não há salvação fora de Cristo. Por isso, o apóstolo João alerta: “Quem é mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai” (1Jo 2.22,23). Muitos hoje professam crer em Cristo, mas não confiam nele plenamente para sua salvação. Professam Cristo, mas também confiam em suas obras. Professam Cristo, mas também recorrem a Maria como intercessora. Professam Cristo, mas também fazem promessas aos “santos”. Professam Cristo, mas também depositam sua confiança na igreja e em seus rituais sagrados. A salvação está em Cristo e nele somente. A vida eterna é oferecida por ele, e por ele somente. Jesus é a porta do céu e o caminho para Deus. Ele é o único Mediador entre Deus e os homens. Só em seu nome há salvação.
Em terceiro lugar, a mentira social. Aqueles que foram salvos pela graça de Deus, mediante a fé em Cristo Jesus e passam a amar a Deus de toda a sua força e com toda a sua alma, devem também amar a seu irmão. Assim escreve o apóstolo João: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1Jo 4.20). Que tipo de amor deve ser esse? Escreve o veterano apóstolo: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3.16). O apóstolo João registra as palavras do próprio Senhor Jesus, dizendo que o amor aos irmãos é a evidência de sermos seus discípulos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.35).
É hora de fazermos uma investigação de nossa própria vida para sabermos se de fato fomos salvos. Nossa confiança está em Cristo? Andamos na luz? Amamos os nossos irmãos? Que cada um, examinando seu coração, dê essa resposta diante de Deus.
Rev. Hernandes Dias Lopes
segunda-feira, 18 de julho de 2022
Versículo do dia
Versículo do dia
Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;
Colossenses 1:14
Colossenses 1:14
PÃO DIÁRIO - 19/07/2022 - Abençoado para servir
Abençoado para servir
E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. — 1 Coríntios 12:6
Um dia, me ocorreu que o meu pé direito faz todo o trabalho com os pedais quando dirijo meu carro de transmissão automática. O pé direito, sozinho faz funcionar o acelerador e o freio. O pé esquerdo fica inativo. O que acontecerá se eu decidir que para ser justo, meu pé esquerdo deve substituir o meu pé direito a metade do tempo enquanto eu estiver dirigindo? Se você nunca fez isso, por favor, não tente!
Se não exigimos tal igualdade entre membros do nosso próprio corpo, por que algumas vezes esperamos isto de pessoas na igreja? Essa parece ter sido uma questão que a igreja do primeiro século em Roma enfrentou. Alguns pensavam em si além do que convinha (Romanos 12:3) apenas porque faziam algumas coisas que outros não faziam. Mas Paulo nos lembra de que “…nem todos os membros têm a mesma função…” (v.4). Nós recebemos talentos de acordo com a graça de Deus (v.6). Ele nos deu estes dons para servirmos aos outros, não a nós mesmos (vv.6-13). Nosso servir deve ser marcado por cuidado e dedicação, pois servimos a Deus, não aos homens (v.11).
Portanto, não olhemos para o que os outros estão fazendo ou deixando de fazer. Veja como Deus pode usá-lo em Seu reino hoje, pois Ele lhe deu dons conforme o Seu agrado (v.3).
— C. P. Hia
Leia: Romanos 12:3-13
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 21-22; Mateus 28
Considere: Nem todos podem ter a mesma função no serviço a Deus, mas todos devem trabalhar em harmonia.
EU SOU O MEU MAIOR PROBLEMA
“Desventurado homem que sou!…” (Rm 7.24).
Não é uma questão de retórica não; de fato, eu sou o meu maior problema. Sou uma pessoa mais complicada do que aquelas que estão ao meu redor podem perceber. Sou a fonte dos meus maiores dissabores e poucas vezes de minhas mais saborosas alegrias. Elencarei aqui algumas razões porque eu sou o meu maior problema.
Em primeiro lugar, porque embora salvo da condenação do pecado, ainda cometo terríveis transgressões. Inobstante ter sido regenerado, ainda tenho um coração inclinado ao mal. Meu coração cogita o que não é santo, meus olhos veem o que não é puro e minhas mãos fazem o que não é reto. Minha língua, às vezes, murmura em vez de adorar a Deus. Meus lábios se abrem para falar mal daqueles que foram criados à imagem e semelhança de Deus, em vez de abençoá-los com palavras de sabedoria. Meus pés, são inclinados a se desviarem em vez de andarem em retas veredas. Oh, desventurado homem que sou!
Em segundo lugar, porque tenho a tendência de enxergar um cisco nos olhos do meu irmão e não ver uma tábua encravada nos meus próprios olhos. Sou complacente com os meus erros e implacável com as falhas do meu próximo. Vejo as mínimas deficiências nos outros e não consigo diagnosticar pecados gritantes em mim mesmo. Sou exigente com os outros e muito tolerante comigo. Sou inflexível quando se trata de cobrar dos outros, mas extremamente complacente comigo mesmo. Condeno nos outros o que não tenho coragem confrontar no meu próprio coração. Muitas vezes, afivelo no rosto uma grossa máscara de piedade, quando o que desfila garbosamente na feira das vaidades é uma deslavada hipocrisia. Oh, desventurado homem que sou!
Em terceiro lugar, porque faço promessas a Deus e ao próximo acerca daquilo que não tenho a disposição de cumprir. Como sou pródigo em minhas promessas a Deus! Digo a ele que o amo, mas entristeço-o com meus pecados. Prometo a ele sincera amizade, mas não faço o que ele manda. Estadeio a ele minha inegociável fidelidade, mas troco-o, com frequência, por um prato raso de prazeres efêmeros. Faço estudos profundos sobre oração, mas meus joelhos não se dobram em deleitosa adoração. Ergo minha voz e digo para todos que sou um embaixador, mas me calo covardemente tantas vezes, deixando de anunciar as boas novas do evangelho aos que perecem em seus pecados. Reconheço que sou apenas mordomo e não o dono do que está em minhas mãos, mas nem sequer entrego a ele, com fidelidade, os dízimos e as ofertas. Oh, desventurado homem que sou!
Em quarto lugar, porque minha vida nem sempre é avalista de minhas palavras. Minhas palavras são mais bonitas do que minhas obras. Sou como a figueira cheia de folhas, mas desprovida de frutos. Toco trombeta quando dou um esmola, mas faço-o para que as pessoas vejam quão generoso eu sou. Gosto de ser reconhecido pelos homens e deles receber aplausos mais do que agradar a Deus, que tudo vê em secreto. Escoa dos meus lábios torrentes de palavras bonitas, para impressionar as pessoas que só veem minha aparência, mas escondo no coração cogitações perversas que fariam afastar de mim os meus mais achegados amigos. Oh, desventurado homem que sou!
Em quinto lugar, porque sou um ser contraditório que acabo fazendo o que detesto e deixando de fazer o que aprovo. Meu coração é enganoso e desesperadamente corrupto. É um laboratório que produz, em larga escala, o que traz desonra para Deus e ofensa para o próximo. Sou um ser a tal ponto paradoxal, que o bem que eu quero fazer, não faço e o mal, que não quero, esse pratico. Meus lábios na mesma medida que adoram a Deus com cânticos espirituais no templo, ferem os irmãos como palavras grosseiras no pátio da igreja. Alteio minha voz para dizer que sou um pacificador, mas muitas vezes, acabo semeando contendas entre os irmãos, o pecado que Deus mais abomina. Oh, desventurado homem que sou! Minha esperança não está em quem sou nem no que faço, mas na graça daquele que tudo fez por mim, morrendo na cruz em meu lugar, para me dar a vida eterna!
Rev. Hernandes Dias Lopes
domingo, 17 de julho de 2022
Versículo do dia
Versículo do dia
Portanto, grandioso és, ó Senhor Deus, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus senão tu só, segundo tudo o que temos ouvido com os nossos ouvidos.
PÃO DIÁRIO - 18/07/2022 - Saudação!
Saudação!
Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. — 2 João 1:10
John Glenn fez história como o primeiro americano a orbitar sobre a Terra em 1962. Assim que o foguete subiu, a base de controle disse: “Godspeed, John Glenn” que vem da expressão, “Que a paz de Deus esteja com você.”
Embora essa palavra não seja usada com frequência na atualidade, o apóstolo João a usou em sua segunda epístola: “Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas” (2 João 1:10).
João é mencionado como “o apóstolo do amor,” portanto por que ele advertiria os cristãos a não abençoar uns aos outros? Os evangelistas que viajavam dependiam da hospitalidade dos cristãos para lhes prover alojamento e alimentação. João estava falando aos cristãos que a verdade bíblica é importante. Se os missionários itinerantes não pregassem uma doutrina coerente com os ensinamentos apostólicos, os cristãos não deveriam abençoar o seu trabalho com a hospedagem ou a assistência financeira.
Aplica-se o mesmo aos cristãos de hoje. Devemos tratar a todos com generosidade porque Deus é bondoso para conosco. No entanto, quando somos solicitados a apoiar uma causa financeiramente, é importante sempre pedir sabedoria a Deus. O Espírito que nos guia na verdade (João 16:13) nos mostrará quando será apropriado abençoar àqueles que encontramos.
— Dennis Fisher
Leia: 2 João 1:1-11
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 19-20;Mateus 27:51-66
Considere: O Espírito de Deus por intermédio da Sua Palavra dá sabedoria para discernir a verdade do erro.
Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. — 2 João 1:10
John Glenn fez história como o primeiro americano a orbitar sobre a Terra em 1962. Assim que o foguete subiu, a base de controle disse: “Godspeed, John Glenn” que vem da expressão, “Que a paz de Deus esteja com você.”
Embora essa palavra não seja usada com frequência na atualidade, o apóstolo João a usou em sua segunda epístola: “Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas” (2 João 1:10).
João é mencionado como “o apóstolo do amor,” portanto por que ele advertiria os cristãos a não abençoar uns aos outros? Os evangelistas que viajavam dependiam da hospitalidade dos cristãos para lhes prover alojamento e alimentação. João estava falando aos cristãos que a verdade bíblica é importante. Se os missionários itinerantes não pregassem uma doutrina coerente com os ensinamentos apostólicos, os cristãos não deveriam abençoar o seu trabalho com a hospedagem ou a assistência financeira.
Aplica-se o mesmo aos cristãos de hoje. Devemos tratar a todos com generosidade porque Deus é bondoso para conosco. No entanto, quando somos solicitados a apoiar uma causa financeiramente, é importante sempre pedir sabedoria a Deus. O Espírito que nos guia na verdade (João 16:13) nos mostrará quando será apropriado abençoar àqueles que encontramos.
— Dennis Fisher
Leia: 2 João 1:1-11
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 19-20;Mateus 27:51-66
Considere: O Espírito de Deus por intermédio da Sua Palavra dá sabedoria para discernir a verdade do erro.
A CRISE É O PRELÚDIO DO AVIVAMENTO
Os grandes avivamentos da história aconteceram em tempos de crise. Não nasceram do útero da bonança, mas foram gestados com dores e lágrimas em tempos de sequidão. A crise nunca foi impedimento para a ação soberana de Deus. É quando os recursos dos homens se esgotam que Deus mais visivelmente manifesta o seu poder. É quando todas as portas da terra se fecham é que Deus abre as janelas do céu. É quando o homem decreta sua falência, que o braço do onipotente mais se manifesta.
O Brasil está vivendo, possivelmente, a sua mais aguda e agônica crise desde o seu descobrimento. A nação está rubra de vergonha, diante da desfaçatez de políticos e empresários que domesticaram os poderes constituídos, para assaltarem a nação e sonegarem ao povo o direito de viver dignamente. O profeta Miquéias, já no seu tempo, identificou esse conluio do crime, quando escreveu: “As suas mãos estão sobre o mal e o fazem diligentemente; o príncipe exige condenação, o juiz aceita suborno, o grande fala dos maus desejos de sua alma, e, assim, todos eles juntamente urdem a trama” (Mq 7.3). A corrupção chegou ao palácio, ao parlamento, às cortes e em setores importantes do empresariado. Um terremoto devastador atingiu as instituições, abalou a economia e enfraqueceu a indústria e o comércio. A carranca da crise é vista na desesperança dos mais de quatorze milhões de desempregados em nosso país. A morte se apressa para aqueles que não têm direito a uma assistência digna nos hospitais, sempre lotados e desprovidos de recursos. Os acidentes trágicos se multiplicam porque nossas estradas estão sucateadas. A educação se enfraquece porque as escolas públicas, em muitos lugares, estão entregues ao descaso. Líderes com muito poder e apequenado caráter, favorecem os poderosos e tiram o pão da boca dos famintos, fazendo amargar a vida de um povo já combalido pela pobreza e desesperança.
Nesse cenário cinzento, muitas igrejas, por terem se afastado da sã doutrina e por terem tergiversado com a ética, perderam a capacidade de exercer voz profética. Não confrontam os pecados da nação, como consciência do Estado, porque primeiro precisam embocar a trombeta para dentro de seus próprios muros. Há um silêncio gelado, um conformismo covarde, um torpor anestésico. Há igrejas cheias de pessoas vazias de Deus. Há igrejas onde os púlpitos já baniram a pregação fiel da palavra de Deus. Há igrejas onde o antropocentrismo idolátrico substituiu a centralidade de Cristo. Há igrejas mornas, apáticas, amando o mundo, sendo amigas do mundo e conformando-se com o mundo. Há igrejas que parecem um vale de ossos secos. Perdeu-se a vitalidade. Perdeu-se o vigor. Falta um sopro de vida!
É nesse momento de prognósticos sombrios, que devemos nos humilhar sob a poderosa mão de Deus. É imperativo converter-nos dos nossos maus caminhos e orarmos, buscando a face do Senhor, a fim de que ele perdoe nossos pecados, restaure a nossa sorte e sare a nossa terra. O avivamento começa com a igreja e partir dela reverbera para o mundo. O avivamento é uma obra soberana do Espírito Santo que vem, como torrentes do céu, sobre a terra seca. A água é derramada sobre o sedento e as torrentes sobre a terra seca. O Espírito Santo é derramado sobre um povo que anseia por Deus mais do que pelas bênçãos de Deus. É quando decretamos nossa falência, nos convertemos dos nossos maus caminhos e nos prostramos diante de Deus, para desejarmos ardentemente sua presença manifesta, é que ele traz sobre nós o seu renovo. Então, a igreja florescerá como salgueiros junto às correntes das águas. Então, os crentes se levantarão para dizer: “Eu sou do Senhor”. Então, não haverá mais abismo entre o que se prega e o que se vive, porque os crentes escreverão na própria mão: “Eu sou do Senhor”. Oh, que Deus levante sua igreja e restaure a nossa nação! Oh, que nesse tempo de crise e sequidão caia sobre nós as torrentes abundantes do Espírito Santo!
Rev. Hernandes Dias Lopes
sábado, 16 de julho de 2022
Versículo do dia
Versículo do dia
Porém tu, Senhor, és um escudo para mim, a minha glória, e o que exalta a minha cabeça.
Com a minha voz clamei ao Senhor, e ouviu-me desde o seu santo monte. (Selá.)
PÃO DIÁRIO - 17/07/2022 - Clamando a Deus
Clamando a Deus
…sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica… — Filipenses 4:6
Depois de todos estes anos, ainda não entendo completamente a oração. É um mistério para mim. Mas uma coisa eu sei: Quando estamos desesperadamente necessitados, a oração salta naturalmente de nossos lábios e do mais profundo de nossos corações.
Quando estamos desesperadamente desorientados, quando somos empurrados além dos nossos limites, quando somos arrancados da nossa zona de conforto, quando o nosso bem-estar é perturbado e posto em risco, nós reflexiva e involuntariamente recorremos à oração. “Socorro, Senhor!” é o nosso clamor natural.
O autor Eugene Peterson escreveu: “A linguagem da oração é forjada em meio ao teste severo da adversidade. Quando não podemos nos ajudar e pedir ajuda, quando não gostamos de onde estamos e queremos sair, quando não gostamos de quem somos e queremos uma mudança, usamos a linguagem instintiva, e essa linguagem torna-se a linguagem basilar da oração.”
A oração começa nos problemas, e continua porque sempre estamos com algum tipo de problema. Não requer preparação especial, nem vocabulário preciso, nem postura apropriada. Surge em nós diante das necessidades e, com o tempo, torna-se a nossa resposta habitual a cada problema — bom ou ruim — que enfrentamos nesta vida (Filipenses 4:6). Temos o privilégio de levar todas as coisas a Deus em oração!
— David H. Roper
Leia: Salmo 142
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 17-18;Mateus 27:27-50
Considere: A ajuda de Deus está a apenas uma oração de distância.
…sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica… — Filipenses 4:6
Depois de todos estes anos, ainda não entendo completamente a oração. É um mistério para mim. Mas uma coisa eu sei: Quando estamos desesperadamente necessitados, a oração salta naturalmente de nossos lábios e do mais profundo de nossos corações.
Quando estamos desesperadamente desorientados, quando somos empurrados além dos nossos limites, quando somos arrancados da nossa zona de conforto, quando o nosso bem-estar é perturbado e posto em risco, nós reflexiva e involuntariamente recorremos à oração. “Socorro, Senhor!” é o nosso clamor natural.
O autor Eugene Peterson escreveu: “A linguagem da oração é forjada em meio ao teste severo da adversidade. Quando não podemos nos ajudar e pedir ajuda, quando não gostamos de onde estamos e queremos sair, quando não gostamos de quem somos e queremos uma mudança, usamos a linguagem instintiva, e essa linguagem torna-se a linguagem basilar da oração.”
A oração começa nos problemas, e continua porque sempre estamos com algum tipo de problema. Não requer preparação especial, nem vocabulário preciso, nem postura apropriada. Surge em nós diante das necessidades e, com o tempo, torna-se a nossa resposta habitual a cada problema — bom ou ruim — que enfrentamos nesta vida (Filipenses 4:6). Temos o privilégio de levar todas as coisas a Deus em oração!
— David H. Roper
Leia: Salmo 142
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 17-18;Mateus 27:27-50
PAULO, O VELHO!
O apóstolo Paulo, da primeira prisão de Roma, escreve para Filemon e diz acerca de si mesmo: “Paulo, o velho e, agora, até prisioneiro de Cristo Jesus” (Fm 9). Esse grande bandeirante do Cristianismo, depois de passar três anos na Arábia, ser perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém e esquecido em Tarso, agora é chamado por Deus para a obra missionária. Realiza três viagens e planta igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor.
Ao viajar para Jerusalém, para levar oferta aos pobres da Judeia é preso e jurado de morte. De Jerusalém é transferido para Cesaréia Marítima, quartel general de Roma em Israel, e passa dois anos detido, sob forte acusação dos judeus, sob a égide dos governadores Félix e Festo. Em virtude da inclinação de Festo para entregá-lo ao sinédrio para granjear apoio político dos judeus e sabendo que o sinédrio tramava sua morte à traição, usando seu direito de cidadão romano, exigiu ser julgado em Roma, diante de César.
Depois de uma viagem turbulenta e o enfrentamento de terrível naufrágio, Paulo chega em Roma. Chega não como sonhara chegar. Chega algemado, e nessa prisão fica dois anos, período em que vê a igreja sendo despertada pelo seu exemplo. Vê, ainda, toda a guarda pretoriana, os soldados de elite do imperador, sendo evangelizados. Em vez de capitular-se ao desânimo nessa prisão, escreve cartas abençoadoras às igrejas de Éfeso, Filipos e Colossos e ainda uma carta pessoal a Filemon. É nessa epístola a esse homem que hospedava a igreja de Colossos em sua casa, que o veterano apóstolo refere-se a si mesmo como Paulo, o velho.
A velhice de Paulo não foi um sinal de fraqueza, mas de robusta experiência. Ele não ensarilhou as armas nem tirou do mastro sua bandeira. Ao contrário, lutou ainda com mais denodo pela causa do evangelho. Dessa prisão ele saiu para realizar a quarta viagem missionária. Deixou Timóteo em Éfeso, Tito em Creta, passou por Nicópolis e mui provavelmente foi à Espanha como era seu desejo. Nesse tempo, começa a perseguição romana contra a igreja, sendo os crentes acusados de agentes do incêndio do Roma. Paulo foi preso novamente e dessa prisão saiu para o martírio.
O velho apóstolo, não deixou herança; apenas cicatrizes. Não ajuntou riquezas na terra, mas acumulou rico tesouro no céu. Não pautou sua vida pela busca de conforto pessoal, mas doou-se, sem reservas, para que o evangelho chegasse a todos os gentios. Mesmo suportando solidão, abandono, traição, privação e ingratidão no final da vida, não fechou as cortinas de sua história com amargura na alma, mas com um cântico de exaltação a Cristo em seus lábios.
A velhice, conforme a avaliação do grande evangelista Billy Graham, não é para os fracos. Chegar à velhice é um privilégio, mas as rugas nem sempre são um sinal de vitória. Muitos acumulam apenas anos e chegam diante de Deus de mãos vazias, com o coração cheio de remorso pelas oportunidades perdidas. Muitos investem apenas em si mesmos e não fazem qualquer semeadura para abençoar outras pessoas. Outros chegam não com as cicatrizes do sofrimento pelo evangelho, mas com os troféus de palha que conquistaram para a sua própria promoção. A velhice de Paulo não o livrou da prisão, mas suas cãs inspiram ainda hoje multidões a andarem com Deus. Suas cicatrizes custaram-lhe gemidos e lágrimas, mas motivam milhares ainda hoje a dar sua vida por Cristo. Seu legado não matricula os homens na escola do enriquecimento, mas estimula uma vasta multidão a não considerar a vida preciosa para si mesma, mas a completar a carreira que recebeu do Senhor Jesus, para testemunhar o evangelho da graça.
Que Deus nos ajude a semear na vida com exultação ou mesmo com lágrimas, para que, na velhice, possamos nos apresentar diante de Deus, trazendo em nossas mãos farturosos feixes!
Rev. Hernandes Dias Lopes
sexta-feira, 15 de julho de 2022
Versículo do dia
Versículo do dia
Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para ele vivem todos.
Lucas 20:38
Lucas 20:38
PÃO DIÁRIO - 16/07/2022 - Segunda escolha?
Segunda escolha?
…pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. — Romanos 5:8
Lia deve ter ficado acordada a noite toda pensando no momento em que seu novo marido acordaria. Ela sabia que não era o seu rosto que ele esperava ver, mas o de Raquel. Jacó fora enganado, e quando percebeu que tinha caído numa armadilha, imediatamente fez um novo acordo com Labão para reivindicar a mulher que lhe fora prometida (Gênesis 29:25-27).
Você já se sentiu insignificante ou uma segunda escolha? Lia já sentiu-se assim, e isto se percebe nos nomes que foram escolhidos para os seus três primeiros filhos (vv. 31-35). Rúben significa “Deus consolou minha aflição”, Simeão significa “Deus me ouviu”, e Levi “aquele que une.” O nome de todos eles contém palavras que indicam a falta de amor que ela sentia da parte de Jacó. Com o nascimento de cada filho, ela esperava desesperadamente atrair a afeição de Jacó e merecer o seu amor. No entanto, a atitude de Lia mudou lentamente, e ela deu ao seu quarto filho o nome de Judá, que significa “louvor” (v.35). Embora sentisse a rejeição do marido, talvez naquele momento tenha compreendido que era muito amada por Deus.
Nunca poderemos merecer o amor de Deus, pois isto não depende do que fazemos. Na verdade, a Bíblia diz que “…Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores…” (Romanos 5:8). Aos olhos de Deus, valemos o melhor presente que os céus poderiam oferecer — a dádiva do Seu precioso Filho.
— Cindy Hess Kasper
Leia: Gênesis 29:16-30
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 15-16;Mateus 27:1-26
Considere: Nada exprime o amor de Deus com mais clareza do que a cruz.
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