segunda-feira, 23 de maio de 2022

ORAÇÃO NARRADA - DE SALMOS , PALAVRA PROFÉTICA, PARABOLAS DE JESUS.


 

Versículo do dia

Versículo do dia


 Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor.


Lamentações 3:26

Cassiane | Estou Contigo (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 24/05/2022 - O poder de mudar

 

O poder de mudar



Tony Wagner, educador e autor de renome, acredita fortemente na “inovação desordenada” que muda o modo como o mundo pensa e funciona. Em seu livro Creating Inovators: The Making of Young People Who Will Change the World (Criando Inovadores: a preparação de jovens que mudarão o mundo) ele diz: “A inovação ocorre em todos os aspectos do empreendimento humano” e “a maioria das pessoas pode se tornar mais criativa e inovadora — desde que tenham o ambiente certo e as oportunidades certas.”

Paulo foi um inovador do primeiro século que viajou pela Ásia Menor dizendo às pessoas como elas poderiam ser transformadas pela fé em Jesus Cristo. Aos cristãos em Roma Paulo escreveu: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente…” (Romanos 12:2). Ele os estimulou a entregarem-se por completo a Deus (v.1). Em um mundo egocêntrico, ganancioso e mesquinho, Paulo os estimulou e mentoreou sobre como viver uma vida de doação, centrada em Cristo.

O mundo mudou drasticamente desde a época de Paulo. Mas os anseios das pessoas por amor, perdão e o poder de mudar permanecem os mesmos. Jesus, o Grande Inovador, oferece tudo isto e nos convida a experimentar uma vida nova e diferente nele.

— DCM

Leia: Romanos 12:1-8 

Examine: E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente… — Romanos 12:2

Considere: Deus nos aceita como somos, mas nunca nos deixa nessa condição.

domingo, 22 de maio de 2022

SALVAÇÃO, OBRA DE DEUS

 




E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30).

            O texto em epígrafe diz, com diáfana clareza, que a salvação é uma obra de Deus. Ele a planejou, a executou e a consumou. O homem não é o agente de sua própria salvação, Deus é. Quatro verdades solenes são, aqui, acentuadas:

            Em primeiro lugar, Deus predestina para a salvação. A predestinação é um decreto eterno e soberano de Deus, no qual, ele, livremente, nos escolheu para a salvação, não com base nos nossos méritos, mas conforme a sua própria determinação e graça. A eleição divina não ocorreu no tempo, mas antes da fundação do mundo. Não com base em nossas obras, mas conforme o seu favor imerecido. Não porque Deus previu que iríamos crer em Jesus, mas para a fé a Jesus. Não porque Deus previu que iríamos ser santos, mas para sermos santos e irrepreensíveis perante ele.

            Em segundo lugar, Deus chama eficazmente para a salvação. Há dois chamados, um externo e outro interno. Um dirigido aos ouvidos e outro dirigido ao coração. Muitos são chamados, mas poucos escolhidos. Jesus diz que suas ovelhas ouvem sua voz e lhe seguem. Ele dá a elas a vida eterna e ninguém as arrebatará de suas mãos. A voz do pastor é o evangelho. Quando o eleito ouve o evangelho, o próprio Deus tira o tampão de seus ouvidos, a venda de seus olhos e transforma o seu coração de pedra num coração de carne. O chamado divino é eficaz. A voz de Deus é poderosa. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. É evidente, portanto, que a doutrina da predestinação não é um desestímulo à pregação, mas uma garantia de sua eficácia. O Senhor Jesus disse a Paulo, na cidade de Corinto: “Fala e não te cales, porque tenho muito povo nesta cidade” (At 18.9,10).

            Em terceiro lugar, Deus justifica os que são chamados para a salvação. A justificação é um ato livre e soberano de Deus, no qual, ele declara justo, diante do seu tribunal, todos aqueles que creem em Cristo. A justificação não acontece em nós, mas fora de Deus. Não é um processo, mas um ato. Não possui graus, ou seja, todos aqueles que são justificados estão plenamente quites com a lei de Deus e com sua justiça. Na justificação, nossos pecados foram imputados a Cristo e a justiça de Cristo foi imputada a nós. Na cruz, Jesus pagou a nossa dívida e agora, portanto, nenhuma condenação há mais para aqueles que estão em Cristo Jesus. Não apenas nossa dívida foi paga, mas temos um crédito infinito diante do tribunal de Deus, a justiça de Cristo depositada em nossa conta.

            Em quarto lugar, Deus glorifica a todos quantos foram predestinados, chamados e justificados. A glorificação é uma realidade futura. Dar-se-á na segunda vinda de Cristo, quando os mortos ressuscitarão com corpos glorificados, semelhantes ao corpo da glória do Senhor Jesus e os vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares. Muito embora, esse auspicioso evento se dará no fim, nos decretos de Deus, a glorificação já um fato consumado. Por isso, Paulo colocou o verbo “glorificou” no pretérito perfeito. A salvação não apenas é uma obra exclusiva de Deus, mas é, também, assegurada pelo próprio Deus. É impossível um salvo perder a salvação. É impossível alguém predestinado, chamado, justificado e glorificado perecer eternamente. O mesmo Deus que começou a boa obra em nós, completá-la-á até o dia de Cristo Jesus. Ninguém pode ir a Jesus sem que o próprio o Pai o traga a ele e ninguém vai a ele para ser lançado fora. Das mãos de Jesus ninguém pode nos arrebatar. É digno de nota, porém, que não somos salvos no pecado, mas do pecado. Somos salvos para vivermos uma vida santa e irrepreensível. A evidência da salvação é a santidade, pois sem santidade ninguém verá o Senhor.

Rev. Hernandes Dias Lopes

#01 Papo Sobre Namoro com Pr. Josué Gonçalves - RENÚNCIA


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Agora, pois, Senhor DEUS, tu és o mesmo Deus, e as tuas palavras são verdade, e tens falado a teu servo este bem.

2 Samuel 7:28

Voz da Verdade - "Sou um Milagre"


 

PÃO DIÁRIO - 23/05/2022 - O que você espera?



 O que você espera?


Em seu livro God in the Dock (Deus na Doca), C. S. Lewis escreveu: “Imagine um grupo de pessoas morando no mesmo edifício. Metade delas acredita que está em um HOTEL, a outra metade acredita que está numa prisão. Aqueles que pensam estar em um hotel podem considerá-lo intolerável e aqueles que pensam estar em uma prisão podem considerá-la surpreendentemente confortável.” Lewis usou habilmente este contraste entre um hotel e uma prisão para ilustrar o modo como vemos a vida fundamentados em nossas expectativas. Ele diz: “Se você considera este mundo um lugar planejado simplesmente para nossa felicidade, irá considerá-lo um bocado intolerável; conceba-o como um lugar de treinamento e correção e acaba não sendo tão ruim.”


Algumas vezes esperamos que a vida seja feliz e indolor. Mas não é isto que a Bíblia ensina. Para o cristão, este mundo é um lugar de desenvolvimento espiritual por meio de momentos bons e ruins. Jesus foi realista quando explicou o que deveríamos esperar da vida. Ele disse a Seus discípulos: “…No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16:33). Ao enfrentarmos as bênçãos e as injúrias da vida podemos ter paz eterna, pois Deus está orquestrando eventos de acordo com Seu plano soberano.


A presença de Cristo em nossa vida nos capacita a ter “bom ânimo” mesmo em meio à dor.

—HDF

Leia: João 16:25-33 


Examine: …No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. — João 16:33


Considere: Em meio aos problemas, a paz pode ser encontrada em Jesus.

O PERIGO DO AUTOENGANO

 



(Provérbios 30.11-14)

            Há lobos que se disfarçam de ovelhas, para devorar as ovelhas.  Há hipócritas que fazem propaganda de virtudes que não têm, para arrancar aplauso dos homens. Há filhos ingratos que tratam seus progenitores com crueldade para cavar uma cova para seus próprios pés. Em Provérbios 30.11-14, o sábio Agur apresenta quatro situações de autoengano:

            Em primeiro lugar, o engano da ingratidão perversa (Pv 30.11). “Há daqueles que amaldiçoam a seu pai e que não bendizem a sua mãe”. Há aqui um pecado de comissão e outro de omissão. Esses filhos perversos amaldiçoam seu pai e não bendizem sua mãe. Ao pai, agem com crueldade; à mãe, com ingratidão. Dão ao pai o que ele não merece, e não dão à mãe, o que ela merece. Os filhos que assim procedem pensam estar destruindo a vida dos pais, mas, na verdade, estão cavando uma cova para seus próprios pés. O mal que lançam sobre o pai cai em sua própria cabeça; o bem que não endereçam à mãe, não o alcançam.

            Em segundo lugar, o engano da santidade inexistente (Pv 30.12). “Há daqueles que são puros aos próprios olhos e que jamais foram lavados da sua imundícia”. Julgar-se santo e tocar trombetas sobre a pureza pessoal sem ser lavado de sua imundícia é um lego engano. Na verdade, é uma miopia espiritual em estado avançado. Só aqueles que vivem na escuridão não veem suas próprias máculas. Só aqueles que andam longe de Deus fazem propaganda de sua pureza pessoal. Quanto mais perto de Deus o homem anda, mais consciência ele tem de sua impureza. Os homens mais santos foram os que mais reconheceram seus pecados e mais choraram por eles. Jó, quando contemplou a Deus, disse: “Eu me abomino no pó e na cinza”. Isaías, quando contemplou a Deus em sua santidade, disse: “Estou perdido, pois sou homem de lábios impuros”. Cuidado com a síndrome da santarronice. Acautele-se com o perigo do farisaísmo que consegue diagnosticar um cisco nos olhos dos outros, mas não uma enxerga uma trave em seus próprios olhos.

            Em terceiro lugar, o engano do orgulho desmedido (Pv 30.13). “Há daqueles – quão altivos são os seus olhos e levantadas as suas pálpebras”. Há pessoas que se julgam melhores do que os outros. Não hesitam em se comparar com outras pessoas apenas para enaltecer suas pretensas virtudes e desmerecer o próximo. Há aqueles que estufam o peito, levantam o nariz e mantêm os olhos altivos, sentindo-se superiores aos demais. São soberbos, arrogantes e altivos. Sobem ao pináculo de seu castelo de areia só para acender os holofotes sobre si mesmos, baterem palmas para si mesmos, fazerem propaganda de si mesmos. O orgulho está na raiz do pecado. Foi a causa da queda dos anjos e dos homens. Deus resiste ao soberbo. A soberba precede a ruína. Só os tolos se julgam melhores do que os outros. Só os néscios tocam trombetas para propagar seus predicados morais ou suas obras beneméritas. Só aqueles que não conhecem a Deus nem a si mesmos cometem tal loucura.

            Em quarto lugar, o engano da crueldade desumana (Pv 30.14). “Há daqueles que cujos dentes são espadas, e cujos queixais são facas, para consumirem na terra os aflitos e os necessitados entre os homens”. Infeliz é o homem que tenta construir seu sucesso sobre os escombros de seu semelhante. Miserável é o destino daqueles que veem o ser humano, na sua aflição, e aproveita de sua desdita para enfiar-lhe a espada no peito e esfaqueá-lo com suas mandíbulas, com o propósito consumir na terra os aflitos e os necessitados. Trágico é o destino daqueles que constroem sua casa com sangue e acumula suas riquezas com opressão. A crueldade que destilaram dos dentes voltará contra eles mesmos. O mal que semearam cairá sobre sua própria cabeça. O vento que lançaram sobre os aflitos virá como uma tempestade sobre sua própria casa!

Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 21 de maio de 2022

ORAÇÃO NARRADA "PALAVRAS PROFÉTICAS" COMPLETO COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

Hebreus 4:12

Delino Marçal e Midian Lima - Você Não Imagina


 

PÃO DIÁRIO - 22/05/2022 - A lição do bambolê

 


A lição do bambolê



Um de meus brinquedos favoritos na infância está ressurgindo — o bambolê. Minha amiga Suzi e eu gastávamos horas no jardim aperfeiçoando nossa técnica e competindo para ver quem de nós conseguia mantê-lo girando na cintura por mais tempo. Este ano revivi essa parte de minha infância. Sentada em um parque, observei enquanto as crianças de todas as idades e tamanhos tentavam ao máximo impedir os bambolês de caírem no chão. Elas giravam e giravam com toda a força, mas apesar de seu esforço os bambolês caíam. Uma jovem então apanhou um bambolê. Praticamente sem muito esforço, ela o moveu suavemente e com ritmo para cima e para baixo, da cintura até os ombros e de volta à cintura. Seu sucesso dependeu de movimento estratégico, não do movimento vigoroso.

Em nossa vida espiritual, podemos gastar todo tipo de energia tentando acompanhar o ritmo de outros no serviço a Deus. Mas trabalhar até a exaustão não é uma virtude (Gálatas 6:9). Antes de alimentar milhares de pessoas com apenas cinco pães e dois peixes (Marcos 6:38-44), Jesus chamou Seus discípulos à parte para descansar, provando que Ele não precisa de nosso empenho frenético para cumprir Sua obra. Jesus quer nos ensinar a verdade que ensinou a Seus discípulos: obediência mansa alcança mais do que atividade desenfreada.

—JAL

Leia: Marcos 6:34-44 

Examine: E não nos cansemos de fazer o bem… — Gálatas 6:9

Considere: Jesus quer prontidão, não exaustão.

O CICLO DA VIDA


“Há tempo de nascer e tempo de morrer…” (Ec 3.2).

            A vida é um ciclo entre o nascer e o morrer. Alguns não chegam nem mesmo a nascer e outros não chegaram sequer a morrer. A morte precoce pode ter causas naturais e causas provocadas. Há abortos não provocados e abortos deliberadamente praticados. Quão trágico é privar o ser humano do primeiro e mais fundamental direito da vida, o direito à própria vida! Por isso, há mortes que interrompem a vida e impedem até mesmo o nascimento. Afortunadamente, há aqueles que passaram pela vida e não sentiram o gosto da morte. A Bíblia fala de Enoque e Elias que foram trasladados e também fala daqueles que estarão vivos quando Jesus voltar. Esses serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor Jesus nos ares.

            Seja breve ou longa, curta ou comprida, a vida é uma dádiva de Deus e a morte uma sentença divina. A vida é sopro divino, a morte é despedida desse sopro. Soprando Deus, o barro recebeu vida e passou a ser alma vivente; retirando o sopro, o homem que foi feito do pó, é pó, volta ao pó. Vivo, o homem é pó levantado. Morto, é pó caído. Soprando o vento, o pó se levanta, e corre, e voa. Cessando o vento, o pó cai em casa, no hospital, na cidade ou no campo. O homem é, certamente, um ser frágil que faz a sua jornada breve ou longa entre pó e pó. A vida é um ciclo entre nascer e morrer.

            Salomão resume essa verdade com a frase lapidar: “Há tempo de nascer e tempo de morrer”. Consideremos essa afirmação:

            Em primeiro lugar, há tempo de nascer. A vida é um presente, presente de Deus. Só ele pode dar a vida e só ele tem autoridade para tirar a vida. Por ser um dom divino, devemos receber a vida com gratidão, cuidar dela com devoção e empregá-la para adoração. O nascimento fala do começo, onde saímos do sagrado templo da vida, o ventre materno, para o enfrentamento das lutas e dores da caminhada. Não é sem razão que nascemos com choro e não com sorriso nos lábios. Nascer é dar o primeiro pontapé na jornada da vida. É sair do aconchego do ventre materno para contemplar a luz, proferir as primeiras palavras, dar os primeiros passos e rumar para os novos e diversos desafios da caminhada. Nascer é depender dos pais para viver e sobreviver. O nascimento é a primeira semente do envelhecimento. Começamos a vida dependentes dos pais e terminamos a jornada dependentes dos filhos. Do começo ao fim do ciclo da vida passamos por diversas fases rumo à maturidade. Oh, que privilégio é nascer!

            Em segundo lugar, há tempo de morrer. Salomão diz, também, que há tempo de morrer. A morte entrou no mundo como o pagamento ou salário do pecado. A sentença divina depois da queda foi categórica: “Tu és pó, e ao pó tornarás”. Na morte, o homem que era pó levantado, agora é pó caído. A morte é descrita como o rei dos terrores e o último inimigo a ser vencido. Sempre traz em sua bagagem sofrimento, tanto para os que são ceifados por ela, como por aqueles que veem seus familiares e amigos sendo levados por ela. Muito embora a morte sempre nos morda o calcanhar, ela própria já foi golpeada por uma ferida incurável. Jesus entrou nas entranhas da morte, arrancou o aguilhão da morte, matou a morte e ressuscitou gloriosamente, inaugurando a imortalidade. A morte para o cristão não é mais um terror, mas é descansar das fadigas. Morrer para o cristão é deixar o corpo e habitar com o Senhor. É deixar uma tenda rota e mudar-se para a Casa do Pai. É partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Agora, o nosso último endereço não é um túmulo gelado, mas as mansões celestiais. A morte não pode nos condenar, mas ela mesma está condenada e será lançada no lago de fogo. O salmista diz: “Do nascimento do sol até ao ocaso, louvado seja o nome do Senhor” (Sl 113.3). Tomando emprestado as palavras do poeta inspirado, podemos erguer nossa voz e dizer: “Do nascimento à morte, louvado seja o nome do Senhor”. Isso, porque há tempo de nascer e tempo de morrer!

Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 20 de maio de 2022

É NORMAL HOMEM AJUDAR NOS DEVERES DE CASA?


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E os levitas, Jesuá, Cadmiel, Bani, Hasabnéias, Serebias, Hodias, Sebanias e Petaías, disseram: Levantai-vos, bendizei ao Senhor vosso Deus de eternidade em eternidade; e bendigam o teu glorioso nome, que está exaltado sobre toda a bênção e louvor.

Neemias 9:5

ISAIAS SAAD + NÍVEA SOARES - RUJA O LEÃO / QUE SE ABRAM OS CÉUS


 

PÃO DIÁRIO - 21/05/2022 - Um fiel ajudante

 


Um fiel ajudante


Quando jovem, meu pai tinha que alimentar porcos famintos com lavagem na fazenda onde cresceu. Ele odiava o trabalho porque os porcos o derrubavam quando ele entrava no chiqueiro. Esta tarefa poderia ter sido impossível se não fosse um fiel ajudante que o acompanhava — uma cachorra da raça pastor alemão. Ela se contorcia entre meu pai e os porcos e os afastava até que meu pai terminasse sua tarefa.

O profeta Jeremias tinha a difícil tarefa de proclamar as mensagens de Deus aos israelitas. Isto exigia que ele resistisse ao abuso físico, ataques verbais, aprisionamento e isolamento. Apesar de lutar com o profundo desencorajamento, Jeremias tinha um Ajudador durante todos os tormentos. Deus prometeu-lhe: “…eu sou contigo […] para te livrar” (Jeremias 1:19).

Deus não abandonou Jeremias e não nos abandonará. Temos Sua ajuda contínua por meio do poder do Espírito que vive em todo cristão (João 14:16,17). O Ajudador nos dá esperança (Romanos 15:13), nos direciona à verdade espiritual (João 16:13) e derrama o amor de Deus em nossos corações (Romanos 5:5). Podemos confiar que Deus fielmente nos ajuda à medida que suportamos a dificuldade. Podemos dizer como Jeremias, “…o Senhor está comigo como um poderoso guerreiro…” (Jeremias 20:11).
— JBS

Leia: Jeremias 20:7-13 

Examine: Mas o Senhor está comigo como um poderoso guerreiro… —Jeremias 20:11

Considere: Nossa maior esperança aqui na terra é a ajuda de Deus que está no céu.

COMO ENTENDER O LIVRO DE SALMOS

 


            O livro de Salmos é uma coletânea de cento e cinquenta poemas. Este é o maior livro da Bíblia e foi dividido, à semelhança dos Pentateuco, em cinco livros: 1-41; 42-72; 73-89; 90-106; 107-150. Esses cento e cinquenta Salmos foram escritos por vários autores, desde Moisés a Davi, Salomão, Asafe, os filhos de Coré, Hemã, Etã e vários outros autores anônimos. Os Salmos foram escritos num período de aproximadamente mil anos, uma vez que temos um Salmo de Moisés (90), que viveu mil e quinhentos anos antes de Cristo e temos Salmos pós-cativeiro babilônico (126), ocorrido próximo ao ano quinhentos antes de Cristo.

            Davi é o autor da quase a metade dos Salmos. Muitos Salmos anônimos são atribuídos a ele, por parte de destacados eruditos. Isso faria de Davi o autor da maioria dos Salmos. Inobstante os Salmos expressarem, nitidamente, a realidade dos escritores, seja de alegria ou tristeza, certeza ou temores, fé ou dúvida, estes poemas são inspirados pelo Espírito Santo e fazem parte do cânon sagrado.

            Toda a Escritura é inspirada por Deus. A Escritura é a inerrante Palavra de Deus que fala a nós; os Salmos, todavia, falam também por nós. Transbordam desses poemas as mais diversas experiências vividas pelos escritores. Por isso, temos Salmos de louvor, Salmos de lamento, Salmos de penitência, Salmos imprecatórios, Salmos de romagem e Salmos messiânicos. Esses poemas foram compostos para serem cantados pelo povo de Deus e eram uma expressão de sua fé. Os Salmos expressam as alegrias da vida e as dores da jornada, os arroubos do entusiasmo e o abatimento da alma. Os picos ensolarados da esperança e os valores profundos do desespero. Os Salmos são uma radiografia da alma, um termômetro da vida espiritual. Eles falam da alegria da salvação, do deleite que temos na Palavra e alertaram para a malignidade horrenda do pecado.

            O livro de Salmos é, mui provavelmente, a porção mais lida nos cultos público e nas devocionais pessoais. Eles são cânticos e, também, orações. Em virtude desses poemas retratarem a experiência de seus escritores, são mais facilmente compreendidos e mais facilmente aplicados ao nosso cotidiano. Os Salmos, na verdade, foram e ainda são a parte mais importante da hinódia de muitos cristãos. Os reformadores metrificaram os Salmos e cantaram os Salmos. Os Salmos falam a nós e por nós. São uma estrada de pista dupla. Por meio dos Salmos Deus fala conosco e por meio deles falamos com Deus.

            O livro de Salmos tem sido fonte inesgotável de consolo. Compartilhamos sua mensagem nos tempos de alegria e, também, para expressar nossas angústias. Os Salmos são lidos em festas de aniversário e, também, nos funerais. São lidos nas reuniões públicas e, também, no recesso do nosso quarto.

            Muito embora, os Salmos não têm como escopo principal dar-nos um arcabouço teológico e doutrinário, eles estão cheios de doutrina. As grandes doutrinas da fé cristã estão presentes nessa coletânea de poemas: a doutrina das Escrituras; a doutrina da Pessoa de Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo; a doutrina da criação e da providência; a doutrina do homem, do pecado e da redenção; a doutrina dos anjos e a doutrina da igreja; a doutrina da segunda vinda de Cristo, da ressurreição dos mortos e do juízo final. É de estranhar, portanto, que o livro de Salmos seja o livro do Antigo Testamento mais citado no Novo Testamento.

            Minha oração é que o mesmo Espírito que inspirou este precioso e amado livro da Bíblia nos desperte para sua leitura e meditação. Que a mensagem dos Salmos seja para nós mais preciosa do que muito ouro depurado e mais doce ao nosso paladar do que o mel e o destilar dos favos. Que haja em nosso coração um renovo de amor à Palavra e um apego a esses poemas dados por Deus para a edificação da sua igreja.

Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 19 de maio de 2022

SALMOS 89 "ORAÇÃO NARRADA COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração;

Efésios 5:19

Sarah Farias, Stella Laura e Valesca Mayssa - Deus Não Vai Parar


 

PÃO DIÁRIO - 20/05/2022 - Esperar em Deus

 


Esperar em Deus


Cha Sa-soon, uma coreana de 69 anos, finalmente recebeu sua carteira de motorista após três anos tentando ser aprovada no exame teórico. Essa senhora queria a carteira para poder levar seus netos ao zoológico.

Ela foi persistente naquilo que normalmente seria obtido com maior rapidez. Quando queremos algo e não conseguimos tê-lo, geralmente reclamamos e exigimos. Em outros momentos, desistimos e caminhamos em frente se aquilo que queremos não pode ser rapidamente satisfeito. “Espere” é uma palavra que detestamos ouvir! Entretanto, muitas vezes a Bíblia nos afirma que Deus quer que esperemos nele, pelo Seu tempo.

Esperar em Deus significa olhar para Ele pacientemente para obter o que precisamos. Davi reconheceu o motivo pelo qual precisava esperar no Senhor. Primeiro, sua salvação veio do Senhor (Salmo 62:1). Ele aprendeu que ninguém mais podia libertá-lo. Sua única esperança estava em Deus (v.5), pois somente Ele ouve nossas orações (v.8).

Nossas orações frequentemente giram em torno de pedir a Deus que se apresse e abençoe o que queremos fazer. E se Deus simplesmente nos responde: “Seja paciente. Espere em mim”? Podemos orar como Davi: “De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando” (Salmo 5:3). Podemos confiar em Sua resposta, mesmo que não venha no momento que esperamos.

—CPH

Leia: Salmo 62:1-8 

Examine: Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança. — Salmo 62:5

Considere: Toda oração deveria finalizar com “Seja feita a Sua vontade.”

A VIDA DEBAIXO DO SOL

 


“Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol?” (Eclesiastes 1.3).

            Eclesiastes é, de longe, o livro mais polêmico da Bíblia. Muitos estudiosos questionaram sua canonicidade e outros colocaram em dúvida a autoria Salomônica. Por que este livro foi escrito? Qual foi a perspectiva do autor? Se não entendermos o propósito do autor e sem o filtro da graça, poderemos ficar com a pele tostada, completamente afadigados, debaixo do sol.

            Entendemos que Salomão, filho de Davi, é o pregador que escreveu este livro. A palavra “Eclesiastes” tem a mesma origem do vocábulo grego Ecclesia, de onde vem a palavra “igreja”. O pregador está falando a uma comunidade acerca da impossibilidade instransponível do homem encontrar qualquer sentido na vida nas realizações pessoais e nas conquistas deste mundo. Em sua jornada do berço à sepultura, caminhando debaixo do sol, ele só encontra fadigas.   

            Salomão foi o rei mais rico, mais sábio e que granjeou as maiores conquistas pessoais da história de Israel, quiçá do mundo. Sua riqueza era proverbial. Seu profundo conhecimento, nas mais diversas áreas das ciências concedia-lhe o prêmio do homem mais sábio de sua geração. Desfrutou de todos os prazeres que a vida pôde lhe proporcionar. Desde os banquetes mais requintados aos vinhos mais caros. Desde as vestes mais brilhantes às aventuras amorosas mais quentes. Tudo que Salomão fez, recebeu o carimbo da superlatividade. Suas taças cheias de prazer estavam transbordando e ele bebeu todas elas a largos sorvos até à última gota. Não negou a si mesmo nenhum prazer. Porém, tudo que granjeou, tudo que alcançou, tudo que experimentou, tudo que jogou para dentro de seu coração sedento de prazer, debaixo do sol, não pôde atenuar sua ânsia por aquilo que estava acima do sol. Deus havia colocado a eternidade em seu coração e os prazeres efêmeros deste mundo não passavam de vaidade, uma mera bolha de sabão dançando diante dos seus olhos no mar do nada.

            Salomão vai fazer uma peregrinação exaustiva pelos caminhos da vida. Vai tocar, sondar e experimentar muitas coisas, as mais altas e as mais baixas, as mais complexas e as mais simples, as mais distantes e mais próximas, as mais táteis e as mais impalpáveis. Mas tudo acima dele, ao redor dele, abaixo dele e dentro dele, debaixo do sol, é marcado pela a ausência crônica de sentido. Definitivamente, o homem não encontra razão superlativa para viver, mesmo quando suas mãos se enchem de riquezas generosas. No seu peito ainda lateja a dor do vazio, mesmo depois de fazer as viagens mais paradisíacas, depois de ostentar as roupas de grifes mais caras e comer nos restaurantes mais bem conceituados do mundo.

Mesmo que os favores desta vida possam abrir largos sorrisos para o homem, a carranca do tédio continuará lhe assustando. Mesmo que ele more em casas palacianas, em apartamentos de luxo, com as paredes adornadas dos quadros mais famosos. Mesmo que seus pés sejam acariciados pelos tapetes mais macios e se banhe sob a aspersão generosa de água morna nos banheiros revestidos das louças mais caras, com torneiras banhadas de ouro. Mesmo que ele durma em camas de marfim, coberto por lençóis de fios egípcios e repouse sua cabeça em travesseiros de pena de ganso, sua alma não repousará sossegada.

 Mesmo que sua fama chegue às alturas nefelibatas e seu nome se torne notório entre os homens; mesmo que o mundo se dobre aos seus pés num reconhecimento de sua grandeza majestática, ainda assim, o homem continuará sendo atordoado por um vazio impreenchível, sorvendo o cálice amargo de uma vida fútil, numa maratona enfadonha rumo à vaidade, cujo troféu não passa de uma baforada quente, um vapor que se dissipa, uma bolha de sabão.

            Por isso, Salomão com larga experiência, nos toma pela mão e nos leva a reconhecer que o sentido da vida não está debaixo do sol, mas acima do sol. Não está no mundo, mas em Deus. A suma de tudo é temer a Deus e guardar os seus mandamentos; este é o dever de todo homem (Ec 12.13).

Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 18 de maio de 2022

VENCENDO A ANSIEDADE!! - PR. JOSUÉ GONÇALVES


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Cantai ao SENHOR um cântico novo, porque fez maravilhas; a sua destra e o seu braço santo lhe alcançaram a salvação.

Davi Sacer | Foi Deus [Clipe Oficial]


 

PÃO DIÁRIO - 19/05/2022 - Hasteie a bandeira

 


Hasteie a bandeira


A rainha Elizabeth II governa o Império Britânico por mais de 60 anos. Sua monarquia se caracterizada por graça e classe. Ela diligentemente doa sua vida para servir bem ao seu povo e como resultado é muito amada e honrada. Assim, você pode compreender a importância da bandeira hasteada sobre o Palácio de Buckingham. Quando está hasteada, significa que a rainha está morando no centro de Londres. A bandeira é uma declaração pública de que a monarca está presente com seu povo.

Enquanto pensava sobre isso, ocorreu-me que nosso Rei Jesus reside em nossos corações como nosso Monarca que nos diz: “…De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” (Hebreus 13:5). Por mais maravilhoso que isso seja para nós pessoalmente, me pergunto se aqueles ao nosso redor reconhecem que Ele reside em nós pelo modo como vivemos. Se Ele está dentro de nós, isso aparecerá externamente. Como Paulo diz, devemos ser “…imitadores de Deus…” e andar “…em amor, como também Cristo nos amou…” (Efésios 5:1,2). Ao agirmos dessa forma, expressaremos alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (Gálatas 5:22,23).

Hasteemos a bandeira de Sua presença — a bandeira de Sua graça, justiça e amor — para que outros possam vê-lo por nosso intermédio.

—JMS

Leia: Efésios 5:1-13 

Examine: Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados. — Efésios 5:1

Considere: Hasteie a bandeira da presença de Cristo pra demonstrar que o Rei reside em sua vida.

A PORTA ESTREITA

 



“Entrai pela porta estreita […] que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mt 7.13,14).

            Há duas portas, a larga e a estreita. Há dois caminhos, o espaçoso e o apertado. O A porta larga e o caminho espaçoso conduz para a perdição; a porta estreita e o caminho apertado conduz para a vida. São muitos os que entram pela porta larga e trafegam pelo caminho espaçoso. São poucos os que acercam com a porta estreita e trafegam pelo caminho apertado. 

            Só há dois tipos de pessoas: aquelas que entram pela porta larga e andam pelo caminho espaço e aquelas que entram pela porta estreita e andam pelo caminho apertado. Só há dois tipos de destino: a perdição e a vida. É impossível que alguém entre pela porta larga e trefegue pelo caminho espaçoso e encontre a vida. De igual modo, é impossível que alguém entre pela porta estreita e ande pelo caminho apertado e se perca eternamente.

            O que significa entrar pela porta estreita e andar pelo caminho apertado?

            Em primeiro lugar, é assumir um compromisso pessoal com Deus. A entrada é individual. Ninguém entra por essa porta por procuração ou por atacado. O relacionamento com Deus é individual. Os pais não podem representar os filhos nem os filhos aos pais. A esposa não pode levar o marido consigo, de carona, nem o marido levar sua mulher. A responsabilidade é pessoal. Esta porta é Jesus. Só quem entra por ele tem liberdade, provisão e salvação.         

            Em segundo lugar, é reconhecer Jesus Cristo como o único Salvador e Senhor. A porta estreita não é uma instituição, mas é Cristo Jesus. Ele disse: “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” (Jo 10.9). O caminho apertado não é um conjunto de regras, mas Cristo Jesus. Ele disse: “Eu sou o Caminho […] e ninguém vem ao Pai senão por mim”. Não há salvação em nenhum outro nome.

            Em terceiro lugar, é renunciar ao pecado. A porta está aberta para todos, mas não para tudo. São os arrependidos é que entram por essa porta e não os impenitentes. Na porta larga muitos entram com sua pesada bagagem de pecados e mazelas e pelo caminho espaçoso muitos trafegam, vivendo dissolutamente. Porém, isso é impossível àqueles cujo propósito é caminhar para a vida. Os salvos não amam o pecado nem fazem concessão à iniquidade. Aqueles que conhecem a Deus não vivem na prática do pecado.

            Em quarto lugar, é buscar uma vida de santidade. Entrar pela porta estreita é matricular-se na escola da santidade. Só os puros de coração verão a Deus. Sem santificação ninguém verá o Senhor. O caminho estreito é trilhado pelos que amam a santidade. Aqueles que rumam para a glória eterna não se distraem com os encantos do mundo nem colocam seu coração nos prazeres desta vida. Eles buscam em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça.

            Em quinto lugar, é viver para a glória de Deus. A glória de Deus é vetor da vida cristã. Nascemos e crescemos para a glória de Deus. Casamos e temos filhos para a glória de Deus. Trabalhamos e descansamos para a glória de Deus. Fazemos investimentos e ampliamos o espaço da nossa tenda para a glória de Deus. Comemos e bebemos para a glória de Deus. Pregamos o evangelho e fazemos missões aqui, ali e além-fronteiras para a glória de Deus. Enquanto peregrinamos para o céu reconhecemos que tudo vem de Deus, tudo é por meio de Deus e tudo é para Deus.

            Você já entrou pela porta estreita? Já está andando rumo à glória no caminho apertado? Hoje é o dia da decisão. Agora é o tempo oportuno!

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 17 de maio de 2022

O SERMÃO DO MONTE "ORAÇÃO NARRADA" COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração.

Colossenses 3:16

Elaine Martins - Elaine Martins 20 Anos Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 18/05/2022 - Ovelha rosa

 


Ovelha rosa


Enquanto viajava de Glasgow a Edinburgh, na Escócia, eu desfrutava da bela região campestre pastoril quando uma visão um tanto jocosa chamou minha atenção. No topo de uma pequena colina, havia uma grande rebanho de ovelhas rosas.
Eu sei que os donos de ovelhas marcam seus animais com pontos de tinta spray para identificá-las — mas estas ovelhas realmente se destacavam. O dono as havia coberto totalmente com tinta rosa. Todos sabiam a quem aquelas ovelhas pertenciam.
As Escrituras chamam os seguidores de Cristo de ovelhas e eles também têm uma marca identificadora singular. Qual é a “tinta rosa” na vida de um seguidor de Cristo? Como alguém pode ser identificado como propriedade de Jesus?
No evangelho de João, Jesus, o Bom Pastor, nos disse qual é esse identificador: amor. “…vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei […]. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:34,35).

Em palavras ou ações, o cristão deve demonstrar amor a todos ao seu redor. “Amados…” João escreve, “…se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros” (1 João 4:11). O amor do cristão pelos outros deveria ser tão óbvio quanto lã rosa em um rebanho de ovelhas escocesas.
—JDB

Leia: João 10:7-18 

Examine: Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros. —João 13:35

Considere: Como seguidores de Cristo, nosso amor deve nos destacar em uma multidão.

NÃO OLHE AS CIRCUNSTÂNCIAS, OLHE PARA DEUS

 


“Na noite seguinte, o Senhor, pondo-se ao lado dele, disse: Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma” (At 23.11).

            Depois das três viagens missionárias realizadas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor, Paulo vai a Jerusalém levar ofertas aos pobres da Judeia. Depois, era seu propósito ir a Roma e de lá ser enviado à Espanha. O Espírito Santo, porém, o alertou que enfrentaria pela frente cadeias e tribulações. O profeta Ágabo o advertiu que seria preso em Jerusalém. Mas, o veterano apóstolo não se intimidou. Estava pronto a ser preso e até mesmo a morrer por Jesus em Jerusalém. De fato, Paulo foi preso. A cidade ficou amotinada. A intenção dos judeus era matá-lo. Mas, o velho apóstolo, com firmeza granítica, aproveitou o ensejo para fazer sua defesa e testemunhar sua experiência com Cristo no caminho de Damasco. Esse episódio só fez crescer a oposição contra ele. Mais de quatro dezenas de judeus fizeram, sob voto de anátema, uma conspirata para matá-lo. As circunstâncias eram medonhas. O perigo de morte era iminente. Porém, nesse nevoeiro cinzento de convulsão social, Paulo foi recolhido à fortaleza e Deus falou com ele, revelando-lhe três verdades consoladoras:

            Em primeiro lugar, nas horas mais amargas da vida, o Senhor está ao nosso lado (At 23.11a). “Na noite seguinte, o Senhor, pondo-se ao lado dele, disse…”. O Senhor se pôs ao lado de Paulo, para livrá-lo da morte, como seu escudo e defensor. Há momentos na vida que os inimigos nos encurralam, que a voz ensurdecedora que chega aos nossos ouvidos é a voz dos adversários ensandecidos. Há circunstâncias desfavoráveis em que nos sentimos prisioneiros da maldade e parece até mesmo que os nossos inimigos vão nos engolir vivos. Porém, nesses momentos tormentosos, o Senhor se coloca ao nosso lado. Ele não desampara aqueles que nele esperam. Tendo o Senhor ao nosso lado, somos maioria. Tendo o Senhor ao nosso lado, ninguém poderá ser contra nós e prevalecer sobre nós. O Senhor Jesus prometeu: “Eis que estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos” (Mt 28.20).

            Em segundo lugar, nas horas de nossos temores mais aterradores, o Senhor nos encoraja (At 23.11b). “… coragem!…”. O Senhor dissipa todo o temor do coração de Paulo, dando-lhe uma ordem peremptória: Coragem! Ah, como precisamos de coragem diante dos perigos da vida! Como precisamos de coragem, quando os inimigos rosnam com fúria assassina, tentando tirar nossa vida! Como precisamos de coragem para testemunharmos Cristo diante de providências carrancudas e pessoas hostis! O medo é um sentimento aterrador. Se o agasalharmos no coração, o inimigo se agiganta e nós nos apequenamos. O medo despede a fé e nos esmaga antes mesmo de travarmos a luta. Por isso, o Senhor encoraja Paulo, mostrando-lhe que não era o sinédrio com suas tramas de morte nem mesmo os judeus rebelados que estavam no controle da situação. Sua prisão em Jerusalém não seria o seu fim. Assim, também, nossa vida e nosso futuro estão nas mãos do Senhor. É ele quem dirige o nosso destino. Portanto, coragem!

            Em terceiro lugar, nas horas que pensamos ser o fim de nossa jornada, Deus nos abre novos campos de trabalho (At 23.11c). “… pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma”. A prisão em Jerusalém não era o fim, mas apenas uma fase preparatória para um testemunho mais retumbante em Roma, a capital do império. Deus levaria Paulo mais além. Deus abriria novos campos de trabalho para o apóstolo. Deus dá uma comissão a Paulo para ir a horizontes mais largos, quando tudo parecia ser o seu fim. Hoje mesmo, Deus pode abrir novas portas para testemunharmos de Jesus. Que tenhamos consciência de sua presença conosco! Que a coragem vinda de Deus nos impulsione a seguir em frente. Que a comissão divina apresse nossos pés a avançarmos para novos campos de trabalho!

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Refletindo sobre adultério no casamento, feridas e cura - Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

  

Versículo do dia



Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.

1 Coríntios 3:6

Nathália Braga | Deus Está Te Ensinando


 

PÃO DIÁRIO - 17/05/2022 - Cultura descartável

 


Cultura descartável



Mais do que nunca vivemos em uma cultura descartável. Pense por um momento em algumas das coisas que são feitas para serem descartadas — barbeadores, garrafas de água, isqueiros, pratos de papelão, talheres plásticos. Produtos são utilizados, jogados e substituídos.


Esta cultura descartável também repercute de maneiras mais significativas. Muitas vezes, o verdadeiro compromisso nos relacionamentos é visto como algo opcional. Casamentos lutam para sobreviver. Funcionários antigos são dispensados pouco antes da aposentadoria e trocados por opções mais baratas. Um atleta muito reconhecido abandona um time para juntar-se a outro. Parece que nada dura.

Nosso Deus imutável, no entanto, promete que Sua amorosa misericórdia dura para sempre. No Salmo 136, o autor celebra esta maravilhosa promessa fazendo afirmações sobre as maravilhas, a obra e o caráter de Deus. Ele então pontua cada afirmação sobre o Senhor com a frase: “…porque a sua misericórdia dura para sempre”. Seja pela maravilha de Sua criação (vv.4-9), pelo resgate de Seu povo (vv.10-22), ou por Seu atencioso cuidado pelos Seus (vv.23-26), podemos confiar nele porque Sua misericórdia nunca falhará. Em um mundo passageiro, a permanência da misericórdia de Deus nos dá esperança. 
Podemos cantar com o salmista: “Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre” (v.1).


—WEC

Leia: Salmo 136:1-9,23-26 


Examine: Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre. — Salmo 136:1


Considere: A graça de Deus é imensurável; Sua misericórdia inesgotável; Sua paz inexprimível.

DEUS VÊ, DEUS OUVE, DEUS LIVRA

 


Disse ainda o Senhor: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo…” (Êx 3.7,8).

            Os tempos áureos da família de Jacó no Egito há haviam se dissipado nas brumas do tempo. O povo cresceu e se multiplicou e, por isso veio, em pencas, a opressão. A escravidão associada ao flagelo fez amargar a vida do povo de Deus. Trabalhos forçados debaixo do chicote carrasco era a agenda do dia dos israelitas. Se não bastasse essas agruras desumanas, a dor do povo foi agravada, quando Faraó ordenou que todos os recém-nascidos do sexo masculino fosse mortos. Além da escravidão opressora, ainda se lhes acrescentou a dor da desesperança e do luto.

            É nesse torvelinho de dor que o povo derramou, como água, o seu clamor diante de Deus. O Senhor viu, ouviu e desceu para livrar o seu povo da fornalha da aflição e da masmorra da escravidão. Como Deus é imutável, ele continua fazendo essas mesmas intervenções libertárias. Vejamos:

            Em primeiro lugar, Deus vê a aflição do seu povo. Perseguir o povo de Deus é insurgir-se com violência contra o próprio Deus. O Senhor não está longe nem indiferente à dor do seu povo. Ele certamente a tudo vê e a todos sonda. Atacar o povo de Deus é declarar guerra ao próprio Deus. Somos a menina dos olhos de Deus. Ele tem zelo por nós. Ele é o nosso defensor. Ele sabe onde estamos, o que nossos exatores estão fazendo contra nós e como estamos nos sentindo. Deus sabe exatamente o que você está enfrentando neste momento. Ele conhece a dor que lateja em sua alma e o sofrimento que castiga o seu corpo. Sua aflição aflige também o coração de Deus. Ele é compassivo.

            Em segundo lugar, Deus ouve o clamor do seu povo. O Deus que vê é, também, o Deus que ouve. Ele escuta o clamor do seu povo. O mesmo Deus que vê as lágrimas, escuta as orações. Assim como nada fica escondido diante dos seus olhos, também, nenhuma palavra de lamento ou súplica passa ao largo de seus ouvidos atentos. Ele não só se inclina no céu para ver o que se passa conosco, mas também inclina seus ouvidos para escutar o nosso clamor. A oração mais silenciosa é um grito altissonante aos ouvidos de Deus. Quando a terra se torna o palco da nossa aflição, podemos nos dirigir àquele que governa das alturas e fazer a ele as nossas súplicas. A oração é um recurso poderoso que o próprio Deus colocou em nossas mãos. Nenhum cristão é desprovido de força se pode orar ao Deus onipotente. A oração une a fraqueza humana à onipotência divina. Um crente de joelhos é mais forte do que um exército. A força da oração não está naquele que ora, mas no Deus que responde às orações.

            Em terceiro lugar, Deus desce para livrar o seu povo.  Deus viu, Deus ouviu e Deus desceu para livrar o seu povo. O tempo da escravidão havia terminado. O tempo da libertação havia raiado. Porque Deus desceu o povo poderia subir do Egito. O instrumento que Deus usou para libertar o seu povo foi Moisés, o menino tirado das águas do Nilo. Deus o preparou quarenta anos no Egito e mais quarenta anos no deserto. Ele tinha conhecimento e experiência. Deus deitou por terra o panteão de deuses do Egito. Deus enviou dez pragas e cada praga era uma ação divina para desbancar uma divindade egípcia. No Egito Deus revelou seu poder e ao seu povo demonstrou sua graça. Deus tirou Israel de uma amarga escravidão para conduzi-lo à terra prometida e assim cumprir sua promessa feita a Abraão. O nosso Deus, na cruz do Calvário, pelo seu sacrifício seu Filho, também nos livrou da escravidão do pecado e da morte. Hoje somos livres e estamos a caminho da nossa pátria celestial.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...