quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

VÍDEO DO DIA - Eu Navegarei, Espírito... Ao Único | Pr. Asaph Borba

Eu Navegarei, Espírito... Ao Único | Pr. Asaph Borba



 

PÃO DIÁRIO - 25/12/2020 - Use sua armadura

 

Use sua armadura


Ao visitar um museu, fiquei intrigado com uma pequena inscrição que descrevia uma classe de gladiadores romanos — os Reciários — que lutavam usando somente uma rede e um tridente. De todas as armas temíveis e letais à disposição daqueles guerreiros, que muitas vezes lutavam até à morte, esses homens recebiam apenas essas duas — uma rede e uma lança de três pontas. Quando entravam na arena, a sua sobrevivência dependia da habilidade de usar tais armas.

Na batalha espiritual que enfrentamos como cristãos, Deus escolheu a nossa armadura: “Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas…” (2 Coríntios 10:3,4).

Vale a pena fazer uma pausa e olhar para nós mesmos, espelhando-nos na carta aos Efésios 6:10-18, a fim de ver se estamos devidamente equipados com toda a armadura de Deus. Desde o capacete da salvação até os pés calçados com a preparação do evangelho da paz, devemos estar protegidos e armados para um conflito que não depende de forças humanas, mas do poder de Deus.

Quando compreendemos a natureza desta luta e as forças que estão contra nós, é insensato entrar neste combate com qualquer outra coisa que não seja a armadura que o Senhor nos deu.

—DCM

Leia: Efésios 6:10-20 

Examine : …embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. — Efésios 6:16

Considere: …mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças… — Isaías 40:31

NATAL: QUANDO DEUS VIRA A MESA DA HISTÓRIA


            O Natal não foi acidental, mas uma agenda traçada na eternidade. Deus não é pego de surpresa nem usa rascunho em seus planos. Seus planos são perfeitos e não podem ser frustrados. Toda a história registrada no Antigo Testamento foi uma preparação para o nascimento do Messias. Seu nascimento, vida, milagres, ensinos, morte e ressurreição já estavam nos decretos de Deus mesmo antes do universo ser criado.


            O Verbo eterno, pessoal, divino, criador, autoexistente e doador da vida se fez carne. Ele sendo Deus, se fez homem; sendo transcendente, esvaziou-se a si mesmo e tornou-se imanente; sendo rico, se fez pobre; sendo o Rei dos reis, se fez servo; sendo santíssimo, foi feito pecado; sendo bendito, foi feito maldição; sendo o autor da vida, morreu pelos nossos pecados.


            O nascimento de Jesus quebrou todos os paradigmas e virou a mesa da história. O anjo Gabriel não foi enviado a uma família da nobreza de Roma nem aos afamados religiosos de Jerusalém, mas a uma família pobre, da desprezada e mal falada Nazaré da Galileia. O Senhor não escolheu uma mulher de elevada reputação social, mas uma jovem virgem, desposada com um carpinteiro. O Senhor não escolheu um nobre cavalheiro das altas rodas aristocráticas para ser o pai legal de Jesus, mas um pobre carpinteiro, de uma pequena cidade. O Filho de Deus não entrou na história nascendo num berço de ouro, mas nasceu numa estrebaria e enfaixado em panos foi colocado numa manjedoura, um coxo onde os animais comiam.


            O nascimento de Jesus foi marcado pelo ódio do rei Herodes e pela indiferença dos escribas. Tanto o poder político quanto o religioso demonstraram desprezo ao Rei dos judeus. Enquanto os de perto escandalizavam-se nele, vieram os gentios de longe, para adorá-lo. Enquanto o palácio do perverso Herodes tramava sua morte, os pastores, classe desacreditada na época, foi alvo da mensagem especial do anjo do Senhor.


            O precursor do Messias nasce de um sacerdote idoso e de uma mulher estéril e ainda avançada em idade. Maria, a mãe de Messias, em seu cântico, Magnificat, proclama uma revolução política, econômica social e espiritual. Maria afirma a soberana intervenção de Deus na história (Lc 1.46-49), o poder de Deus para invadir a história e inverter os valores do mundo (Lc 1.51-53). Maria, a bem-aventurada entre as mulheres, humildemente declara sua profunda necessidade de Deus e alegra-se em sua salvação.


            O Filho de Deus, como a verdadeira luz, que vinda ao mundo ilumina a todo homem, foi rejeitado pelos homens, porque estes amaram mais as trevas do que a luz. Ele veio para os seus, mas os seus não o receberam. Mesmo sendo vigiado, odiado, perseguido e espreitado, andou por toda a parte fazendo o bem e libertando os oprimidos do diabo: os cegos viram, os mudos falaram, os surdos ouviram, os coxos andaram, os leprosos foram purificados e os mortos ressuscitaram, mas os seus mancomunaram-se com os gentios para pregá-lo na cruz.


            O Filho de Deus nasceu numa estrebaria, cresceu numa carpintaria, dormiu num barco emprestado, entrou em Jerusalém num jumentinho emprestado, reuniu-se com seus discípulos para celebrar a páscoa e inaugurar a Ceia, num salão emprestado. Morreu na cruz e foi sepultado num túmulo emprestado. Desceu o último degrau da humilhação. Mas, a morte não pode retê-lo. Ele saiu da sepultura triunfante. Ele ressuscitou e inaugurou a imortalidade. Ele voltou para o céu e assentou-se no trono. Ele reina e vai voltar pessoalmente, fisicamente, visivelmente, audivelmente, inesperadamente, repentinamente, vitoriosamente. Ele vai assentar no trono e julgar as nações. Ele vai colocar todos os seus inimigos debaixo dos seus pés e lançar no lago do fogo o anticristo, o falso profeta, o diabo, a morte e todos aqueles cujos nomes não estiverem no livro da vida. Então, vai reinar com o seu povo pelos séculos sem fim. A manjedoura e a cruz estão conectadas. O túmulo vazio e o trono estão aliançados. Seu túmulo está vazio, mas seu trono está ocupado. O Pai que o exaltou sobremaneira, ainda continua virando a mesa da história!


Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Depois do adultério existe esperança para o casamento? 

Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia 


Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele.

VÍDEO DO DIA - Victorino Silva Meu Tributo

Victorino Silva Meu Tributo



 

PÃO DIÁRIO - 24/12/2020 - Na vizinhança

 

Na vizinhança

Havia muita movimentação em nosso bairro. Um famoso jogador de futebol havia mudado a apenas duas casas para baixo da nossa. Nós o conhecíamos pela televisão e líamos sobre sua grande habilidade em campo, mas nunca pensamos que ele escolheria nosso bairro para morar. Inicialmente, nossas expectativas eram de que seria bom tê-lo entre nós e que nos tornaríamos grandes amigos. Mas, obviamente, sua vida era muito ocupada para qualquer um de nós o conhecermos pessoalmente.
Imagine isto: Jesus — o Senhor do universo e Criador de todas as coisas — escolheu morar entre nós! Ele deixou o céu e veio a esta terra. Como o evangelho de João diz: “…vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (1:14). Jesus decidiu se envolver intimamente com todos aqueles que se aproximarem dele. E, ainda mais significativo, naqueles dentre nós que receberam Seu amor redentor, o Espírito Santo agora fixou morada em nosso coração para nos confortar, consolar, convencer, conduzir e ensinar.
Quando você pensar no bebê na manjedoura, lembre-se de como é especial o fato que Ele não apenas se mudou para nossa “vizinhança”, mas que Ele o fez para poder nos abençoar com o privilégio íntimo de Sua habitação em nós.
—JMS
Leia: João 1:1-14 
Examine:  E o Verbo se fez carne e habitou entre nós… — João 1:14
Considere: Desfrute do dom da presença de Deus.

NÓS SOMOS A MORADA DE DEUS






“E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles” (Ex 25.8)


O Deus transcendente, que nem o céu dos céus pode contê-lo, decidiu vir morar com o seu povo. Moisés é ordenado a fazer um tabernáculo e nesse tabernáculo a presença manifesta de Deus seria notória no meio do povo. Mais tarde, o tabernáculo móvel foi substituído pelo templo de Jerusalém e, mais uma vez, a presença de Deus encheu aquela casa. Na plenitude dos tempos, o próprio Filho de Deus desceu e se encarnou. Habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. O Filho de Deus viveu entre nós, morreu por nós, ressuscitou para a nossa justificação e retornou ao céu vitoriosamente. Então, enviou o Espírito Santo, o outro Consolador, para estar para sempre conosco, habitando em nós. Nosso corpo, frágil vaso de barro, é o santo dos santos, onde o Espírito Santo habita. Somos o morada de Deus!


Que implicações tem essa verdade magna?


Em primeiro lugar, o nosso corpo é sagrado (1Co 3.17). O nosso corpo, embora frágil e mortal, é a habitação do Espírito Santo. Porque ele é a morada de Deus, o nosso corpo é sagrado. Profaná-lo, portanto, é uma desonra para aquele que nele habita. Destruí-lo, é afrontar aquele que tem o poder para dar a vida e tirá-la. A sacralidade do nosso corpo não está em sua essência, mas na sua utilidade. Ele é sagrado porque aquele que é Santo, Santo, Santo nele habita.


Em segundo lugar, o nosso corpo é membro de Cristo (1Co 6.15). Sendo o nosso corpo membro de Cristo, não podemos fazer dele, membro de meretriz. Isso é profanar o santo nome do nosso Salvador e macular sua honra bendita. Precisamos ter plena consciência de quem somos, a quem estamos unidos e quem é que habita em nós. Nosso corpo não está a serviço do pecado. Nosso corpo não existe para atender as seduções do mundo. Nosso corpo é membro de Cristo e está a serviço dele.


Em terceiro lugar, o nosso corpo é o santo do santos onde a glória de Deus assiste (1Co 3.16). A palavra santuário no texto em tela, onde o Espírito de Deus habita, não é templo, mas o santo dos santos, o lugar mais sagrado templo, onde estava a arca da aliança e onde a glória de Deus se manifestava em seu fulgor. A arca era um símbolo de Cristo e Cristo está em nós. Ele habita em nosso coração. E tem as chaves de toda a nossa vida.


Em quarto lugar, o nosso corpo não nos pertence (1Co 6.19). Aqueles que são morada de Deus não pertencem mais a si mesmos. Eles foram criados por Deus, remidos por Cristo e selados pelo Espírito Santo para serem propriedade exclusiva de Deus. Não podem mais usar o corpo para a impureza. Não podem profanar com imoralidade a santa habitação de Deus. Não podem se render aos vícios deletérios. Não podem destruir o corpo com práticas invasivas e perniciosas, subjugando-o à escravidão do pecado.


Em quinto lugar, o nosso corpo foi comprado por alto preço (1Co 6.20a). O nosso corpo é de Deus, porque ele o criou e porque ele o comprou por alto preço, o preço de sangue, o sangue do seu Filho. Fomos resgatados do nosso fútil procedimento. Embora pecadores e sujeitos à morte, Deus investiu tudo em nós. Ele nos comprou não com coisas perecíveis como o ouro ou a prata, mas com o sangue precioso de Jesus. Somos de Deus. Duplamente dele! Ele tem direito sobre nós tanto de criação como de redenção!


Em sexto lugar, devemos glorificar a Deus no nosso corpo (1Co 6.20b). Em vez de unir nosso corpo à impureza para profaná-lo ou em vez de destruir o nosso corpo capitulando-nos aos vícios degradantes, devemos glorificar a Deus em nosso corpo, vivendo de forma justa, sensata e piedosa neste mundo.


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Versículo do dia

  Versículos Diários


Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.


Apocalipse 1:8

VÍDEO DO DIA - Elaine Martins - Volte A Sonhar


Elaine Martins - Volte A Sonhar 




 

PÃO DIÁRIO - 23/12/2020 - Mordomos da história

 

Mordomos da história



Muitas pessoas tomam bastante cuidado para terem certeza de que suas posses serão bem utilizadas após sua morte. Elas fazem consórcios, testamentos e criam fundações para garantir que seus ativos continuarão a ser empregados em um bom propósito, depois que se despedirem de sua vida na terra. A isso damos o nome de boa mordomia.

Igualmente importante, contudo, é sermos bons mordomos da nossa história de vida. Deus ordenou aos israelitas não apenas que ensinassem Suas leis aos filhos, mas também que se certificassem de que eles tivessem conhecimento da história de sua família. Era responsabilidade dos pais e avós assegurar-se de que os seus filhos conhecessem as histórias de como Deus havia trabalhado em seu favor (Deuteronômio 4:1-14).

Deus concedeu a cada um de nós uma história única. Seu plano para nossa vida é individualizado. Outras pessoas sabem em que você acredita e por quê? Elas conhecem a história de como você chegou à fé em Cristo, e como Deus trabalha em sua vida para fortalecer sua fé? Elas sabem como o Senhor tem-se mostrado fiel e ajudado em meio às dúvidas e decepções?

Temos o privilégio de passar adiante a história da fidelidade de Deus. Devemos gravá-la de alguma forma e compartilhá-la. Seja um bom mordomo da história que Deus está contando por seu intermédio.

—DJD

Leia: Deuteronômio 4:1-9 

Examine: …não esqueças daquelas coisas que os teus olhos têm visto […] e as farás saber a teus filhos e aos filhos de teus filhos. — Deuteronômio 4:9

Considere: Viver continuamente na presença de Deus deixa um legado duradouro.

TRÊS AMEAÇAS À SAÚDE ESPIRITUAL DA IGREJA


A igreja de Deus tem sido atacada com fúria pertinaz e, isso, desde as mais priscas eras. Muitas artimanhas têm sido usadas contra ela. Armas de grosso calibre têm sido empregadas para atingi-la e enfraquecê-la. Porém, quero aqui, destacar três ameaças assaz perigosas que conspiram contra a igreja ainda hoje.


Em primeiro lugar, o liberalismo teológico. O liberalismo teológico é filho do Racionalismo. O homem do topo de sua pretensa sabedoria colocou-se como juiz das Escrituras, e pôs sua razão acima da revelação. Passou a rejeitar como verdade tudo aquilo que sua razão não podia explicar. Assim, passaram a negar os milagres. Fizeram uma releitura da Bíblia e passaram a negar sua inerrância e infalibilidade. Trouxeram à baila aquilo que consideraram erros, contradições e impropriedades. Chegaram a ponto de afirmar que a Bíblia estava cheia de mitos e que precisava ser desmitologizada. O liberalismo, negando a inspiração das Escrituras, esvaziaram-na de seu sublime conteúdo. Negando sua origem divina, tiraram dela sua autoridade. Os teólogos liberais viram a Bíblia apenas como um livro comum, sujeito a erros e falhas. Por isso, o liberalismo tornou-se a maior ameaça à igreja. Ao entrar nos seminários teológicos, transformou a cátedra em laboratório de incredulidade e espalhou dali o veneno letal do ceticismo. Das cátedras esse veneno desceu aos púlpitos e dos púlpitos matou as igrejas. Não há antídoto para uma igreja que se capitula ao liberalismo. Onde ele chega, a igreja adoece e morre. Como a teologia é mãe da ética, onde o liberalismo avança, a ética cristã recua. Precisamos vigiar para que esse perigo tão devastador não nos fira de morte. É mister manter a sã doutrina!


Em segundo lugar, o sincretismo religioso. Se o liberalismo teológico tira das Escrituras o que nelas estão, o sincretismo religioso acrescenta a elas o que não se pode a elas adicionar. A Bíblia tem um capa ulterior. O cânon das Escrituras está completo. As revelações cessaram. Não podemos buscar novidades forâneas às Escrituras, mas devemos a elas nos apegar. Não podemos nos desviar nem para a direita nem para a esquerda. É um insulto à Palavra de Deus introduzir novidades na pregação. É um sinal de clara apostasia as pessoas buscarem gurus espirituais para receberam deles novas revelações. É uma abominação para Deus criar rituais e cerimônias e introduzi-las no culto, como se Deus já não tivesse prescrito a forma como deve ser adorado. Hoje, multiplicam-se os falsos profetas, com falsos ensinos, realizando falsas cerimônias, com falsos rituais, enganando os incautos, mercadejando, assim, a Palavra de Deus. Esses aventureiros da fé, pervertem o evangelho, transtornam a igreja, fazendo dela uma empresa, do púlpito um balcão, do templo uma praça de negócios e dos crentes consumidores. O vetor que move esses atravessadores da fé é o lucro. São lobos vestidos com peles de ovelhas. São falsos pastores que exploram o rebanho em vez de apascentá-lo. Devemos nos acautelar para que essa ameaça tão devastadora não atinja a igreja!


Em terceiro lugar, a ortodoxia morta. A ortodoxia é a doutrina certa e a doutrina certa é boa, necessária e insubstituível. Entretanto, a ortodoxia precisa vir acompanhada de vida piedosa. Não basta crer na verdade, é preciso viver a verdade. Não basta subscrever as doutrinas certas, é preciso deleitar-se nelas. Não basta ter luz na cabeça, é preciso ter fogo no coração. A ortodoxia morta é aquela que está desidratada e ossificada e, por isso, leva seus seguidores a perderem o entusiasmo. As pessoas professam conhecer a Deus, mas o negam com sua vida. São ortodoxas de cabeça, mas hereges de conduta. Há muitos crentes que detectam, com facilidade, a heresia nos outros, mas não enxergam a apatia espiritual em si mesmos. Como a igreja de Éfeso, defendem a sã doutrina, perseveram no sofrimento e até erguem o estandarte da ética cristã, mas já não desfrutam mais da alegria indizível e cheia de glória da comunhão com o seu Salvador. Muitas igrejas já abandonaram o seu primeiro amor. Colocaram a vida cristã no piloto automático e tudo passa a acontecer de forma mecânica e sem vigor. Essas pessoas não têm mais fervor. Não têm mais entusiasmo com as coisas de Deus. Oh, que Deus nos livre da ortodoxia morta! Que o nosso coração possa arder de amor por aquele que, sendo Deus se fez homem, sendo santo se fez pecado, para morrer por nós e nos dar vida plena, maiúscula, superlativa e eterna.


Por Rev Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


7 ERROS no casamento que as MULHERES não podem COMETER

- Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.

VÍDEO DO DIA - Sabor de Mel / Terremoto Santo / Deus dos Deuses / Minha Benção / A Mensagem da Cruz


Sabor de Mel / Terremoto Santo / Deus dos Deuses 

/ Minha Benção / A Mensagem da Cruz



 

PÃO DIÁRIO - 22/12/2020 - Uma obra em andamento

 


Uma obra em andamento


Pablo Casals foi considerado o mais ilustre violoncelista na primeira metade do século 20. Ele ainda tocava seu violoncelo apesar de sua idade avançada, quando um jovem repórter perguntou: “Senhor Casals, o senhor está com 95 anos de idade e é o maior violoncelista que já existiu. Por que o senhor ainda estuda violoncelo seis horas por dia?”

Ele respondeu: “Porque acho que estou fazendo progressos.”

Que atitude magnífica! Como cristãos nunca devemos ficar satisfeitos com o pensamento de que atingimos o autoproclamado pináculo de sucesso espiritual, mas ao invés disso continuar a crescer “…na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (2 Pedro 3:18). Jesus nos lembra no evangelho de João 15:16 que Ele nos escolheu para irmos e darmos frutos. O resultado do crescimento saudável continua a dar frutos espirituais ao longo de nossa vida. O Senhor Jesus promete: “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto…” (v.5).

Com crescimento constante e fiel, no qual nos tornamos cada vez mais como aquele a quem amamos e servimos, podemos confiar que Ele, que começou uma “boa obra” em nós, continuará, até finalmente completá-la quando voltar (Filipenses 1:6). — CHK

Leia: João 15:9-17 

Examine: Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. —2 Pedro 3:18

Considere: A obra invisível de Deus em nosso coração produz frutos em nossa vida.

AINDA ANSEIO POR UM AVIVAMENTO



Reconheço que a palavra “avivamento” está desgastada no meio evangélico brasileiro. Sei que em muitos redutos, o avivamento tornou-se sinônimo de esquisitice. Há aqueles que confundem avivamento com toda sorte de sincretismo religioso. Há outros que associam avivamento com as últimas novidades no mercado da fé. Porém, os desvios de muitos e a apatia ou a oposição de outros, não abafam no meu peito o anseio por um genuíno e poderoso avivamento espiritual. Por que devemos esperar ainda um avivamento?


Em primeiro lugar, porque Deus prometeu (Is 44.3). Deus prometeu derramar do seu Espírito sobre sua igreja. Essa promessa é segura, pois não é feita pelo homem, mas pelo Deus Todo-poderoso, que fala e cumpre o que diz; faz e ninguém pode impedir sua mão de fazê-lo. Nenhuma força na terra pode deter o braço de Deus nem impedir a igreja de avançar. Essa promessa é, também, abundante. O texto fala de um derramamento e de torrentes. Deus tem para nós uma vida maiúscula e abundante. Ele não nos dá o seu Espírito por medida. Ao contrário, prometeu-nos torrentes!


Em segundo lugar, porque nós precisamos (Is 44.3). A igreja está como uma vinha murcha. Falta-lhe vigor e entusiasmo. Está como uma figueira com folhas, mas desprovida de frutos. Em muitos redutos falta a sã doutrina; noutros falta fervor. Em muitas igrejas há ortodoxia, mas não existe poder; noutras há muita trovoada, mas nenhuma chuva. Há igrejas que, lamentavelmente, sucumbiram ao liberalismo teológico e abandonaram sua fidelidade à palavra de Deus. Essas igrejas estão desidratando e entrando por um caminho tenebroso de apostasia. Há outras igrejas que, governadas pelo pragmatismo, renderam-se ao sincretismo religioso, abraçaram as últimas novidades do mercado da fé e sucumbiram ao antropocentrismo idolátrico. No texto em tela, o Espírito é simbolizado pela água. O que isso nos ensina? Primeiro, não há vida sem água. Podemos ter a melhor terra, a melhor semente, os melhores insumos e a melhor tecnologia. Sem água, a semente morre mirrada no ventre da terra. Podemos ter templos modernos, tecnologia sofisticada, pregadores cultos, músicos excelentes, mas sem o poder do Espírito Santo, não há vida na igreja. Como disse Charles Spurgeon: “É mais fácil um leão tornar-se vegetariano, do que uma alma sequer ser salva sem a obra do Espírito Santo”.


Em terceiro lugar, porque quando a igreja tem sede de Deus, ele derrama sobre ela as torrentes do seu Espírito (Is 44.3). Deus derrama água sobre o sedento e torrentes sobre a terra seca. Não podemos ser cheios de Deus até que estejamos vazios de nós mesmos. Não seremos saciados com as chuvas benditas do céu, a não ser que estejamos com sede de Deus. É por essa causa que os avivamentos sempre foram precedidos por oração. Avivamento não é sede de bênçãos, mas sede de Deus. Avivamento vem como resposta à oração de uma igreja sedenta pela presença de Deus. Hoje, as pessoas buscam prosperidade e saúde. Querem os milagres. Querem as bênçãos. Mas, a vida gira em torno delas mesmas. O centro de tudo é a vontade do homem. Em tempos de avivamento a igreja anseia por Deus mais do que pelas bênçãos de Deus!


Em quarto lugar, porque uma igreja cheia do Espírito Santo colhe resultados extraordinários (Is 44.4,5). O primeiro resultado de uma igreja cheia do Espírito é um crescimento numérico explosivo. Os descendentes de Abraão brotam como ervas, como salgueiros junto às correntes das águas. Pecadores endurecidos são quebrantados. Multidões, aos borbotões, correm para a igreja, com pressa para acertar a vida com Deus. Igrejas vazias ficam cheias. Igrejas fracas ficam robustas e cheias do poder do Espírito. O segundo resultado é que os crentes tornam-se ousados no testemunho. Cada um diz ao seu próximo: “Eu sou do Senhor”. Uma igreja cheia do Espírito não cala a sua voz. Não se acovarda nem sonega ao mundo a mensagem do evangelho. Finalmente, uma igreja cheia do Espírito confirma com a vida aquilo que prega com os lábios. Não há abismo entre o que igreja prega e o que ela vive. Os crentes escrevem na própria mão: “Eu sou do Senhor”. Oh, que Deus derrame sobre nós as torrentes do seu Espírito! Que venha sobre nós as chuvas benditas do céu, trazendo-nos restauração e vida!


 


Rev. Hernandes Dias Lopes.

domingo, 20 de dezembro de 2020

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Temam o Senhor, vocês que são os seus santos, pois nada falta aos que o temem.


VÍDEO DO DIA - Rose Nascimento - Para o Mundo Ouvir



Rose Nascimento - Para o Mundo Ouvir 

 




PÃO DIÁRIO - 21/12/2020 - Meus amigos e eu

 

Meus amigos e eu



João Crisóstomo (347–407d.C.), arcebispo de Constantinopla, disse o seguinte sobre a amizade: “A amizade é tal que, por meio dela nós amamos lugares e épocas; pois […] como as flores deixam cair suas suaves folhas no chão ao seu redor, assim os amigos derramam graça nos lugares em que habitam.”

Jônatas e Davi ilustram a doçura de uma amizade verdadeira. A Bíblia registra uma ligação íntima e imediata entre eles (1 Samuel 18:1). Eles mantiveram sua amizade viva demonstrando sua lealdade um ao outro (18:3; 20:16,42; 23:18), e também se preocupavam e cuidavam um do outro. Jônatas deu presentes a Davi (18:4) e o ajudava quando ele enfrentava dificuldades (19:1,2; 20:12,13).


No livro de 1 Samuel 23:16, vemos o momento mais crucial dessa amizade. Ocorreu, quando Davi estava fugindo do pai de Jônatas: “Então, se levantou Jônatas, filho de Saul, e foi para Davi, a Horesa, e lhe fortaleceu a confiança em Deus.” Os amigos ajudam você a se fortalecer em Deus durante as fases difíceis da vida.


Neste mundo onde a maioria dos relacionamentos gira em torno do que se pode obter, seja o tipo de amigo que se concentra naquilo que você pode oferecer. Jesus, nosso amigo perfeito, mostrou-nos que: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13).


—PFC



Leia: 1 Samuel 18:1-4; 23:15-18 

Examine: Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma. —1 Samuel 18:3

Considere: A glória da vida é amar, não ser amado; dar, não receber; servir, não ser servido.

COBIÇA, O PECADO SECRETO




“Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo” (Ex 20.17).


A cobiça é o pecado secreto do coração. É subjetivo e não pode ser identificado pelo homem. De todos os dez mandamentos, este é o único que se mantém incógnito ao alvitre humano. Uma pessoa pode ter uma auréola de santidade sobre a cabeça e um coração podre, encharcado de cobiça. Foi esse décimo mandamento da lei de Deus que levou o apóstolo Paulo à consciência de que era pecador. Os nove primeiros mandamentos da lei de Deus são objetivos e podem ser vistos e julgados por todos os homens, mas o décimo trata de uma questão de foro íntimo e nenhum tribunal da terra tem competência para julgar fora íntimo.


A cobiça é o desejo de possuir o alheio. É um pecado de ingratidão,  uma vez que o cobiçoso não valoriza o que tem nem se contenta com o que tem, mas deseja ardentemente o que se não tem nem se pode ter. O cobiçoso em vez de se deleitar naquilo que recebeu de Deus, movido pela ganância insaciável, busca ter o que pertence ao próximo.


O texto em tela destaca alguns pontos, que passaremos a mencionar:


Em primeiro lugar, a cobiça induz o indivíduo a desejar a casa do próximo. Esse é um desejo amplo e abrangente. O cobiçoso anseia ter tudo o que o próximo tem, ou seja, a sua casa com tudo o que ela tem e representa. O cobiçoso tira os olhos de tudo o que tem para colocá-los em tudo o que não tem. O cobiçoso é como Adão e Eva, que embora galardoados por Deus e tendo o privilégio de viver no jardim do Éden, cheio de delícias, tendo plena comunhão com Deus, sentiram-se injustiçados e desejaram ser iguais a Deus. O cobiçoso é como o rei Acabe, que não satisfeito em assentar-se no trono, e ser dono de tantas riquezas, entristeceu-se por não ter a vinha de Nabote. O cobiçoso quer tudo o que o outro tem, em vez de alegrar-se com tudo o que já tem.


Em segundo lugar, a cobiça induz o indivíduo a desejar o cônjuge do próximo. Cobiçar a mulher do próximo é desejar o que se não pode ter. É desejar o proibido. É abrir um caminho escorregadio rumo ao adultério. Davi viu e desejou Bate-Seba, por isso adulterou com ela. A cobiça é a mãe do pecado e a avó da morte. O desejo secreto gesta a ação pecaminosa. O cobiçoso ainda que não consume o ato de seu desejo, aos olhos de Deus, já cometeu o pecado de adultério, pois Deus julga não apenas o ato, mas também a intenção e o desejo. Portanto, cobiçar a mulher do próximo é uma quebra do sétimo mandamento da lei de Deus. Jesus afirmou que aquele que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela. Mesmo que o adultério tenha ocorrido apenas nas recâmaras do coração, aos olhos de Deus, o pecado já aconteceu. É preciso, portanto, alertar que o tribunal de Deus tem competência para julgar foro íntimo, uma vez que Deus conhece não apenas nossas ações, mas também nossas intenções.


Em terceiro lugar, a cobiça induz o indivíduo a desejar os bens do próximo. Esses bens são descritos como servos, animais ou quaisquer outros bens. Desta forma, a cobiça é uma quebra do oitavo mandamento. Mesmo que o cobiçoso não consume o objeto de seu desejo, aos olhos de Deus, ele é um ladrão, pois se não conseguiu ter os bens do próximo, não foi por falta de motivação, mas por fatores alheios à sua vontade. O cobiçoso pode jamais ser apanhado pela lei dos homens, mas não consegue escapar da lei de Deus. O cobiçoso pode jamais ser descoberto pelo escrutínio da lei ou julgado pelos tribunais da terra, mas não ficará impune à análise perscrutadora do tribunal de Deus. Oh, que Deus nos livre desse terrível pecado da cobiça!


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 19 de dezembro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

10 sinais de perigo no casamento | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Ó Senhor nosso Deus, outros senhores além de ti nos tem dominado, mas só ao teu nome honramos.

 

VÍDEO DO DIA - Voz da Verdade - "O Escudo"


Voz da Verdade - "O Escudo"



 

PÃO DIÁRIO - 20/12/2020 - O pastor de estrelas

 

O pastor de estrelas



Longe das luzes da cidade, “Levantai ao alto os olhos e vede…” (Isaías 40:26), você verá uma faixa luminosa de estrelas se estendendo de horizonte a horizonte — nossa galáxia.

Se tiver bons olhos, você conseguirá ver perto de 5 mil estrelas, diz o astrônomo Simon Driver. No entanto existem outras que são impossíveis de ver a olho nu. O estudo feito sobre as imagens obtidas pela sondagem espacial do telescópio Hubble de uma pequena região do céu, em 1995, concluiu que existem bilhões de galáxias, cada uma contendo bilhões de estrelas. Uma das estimativas afirma que existem mais de dez estrelas no universo para cada grão de areia na terra. No entanto, todas as noites, Deus “…faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, […] por ser ele grande em força […] nem uma só vem a faltar” (v.26).

Por que, então, as pessoas dizem, “O meu caminho está encoberto ao Senhor…?” (v.27). Sim, bilhões de indivíduos habitam este globo, mas nenhum foi esquecido por Deus. Ele conhece os que lhe pertencem (2 Timóteo 2:19). Se Ele pode fazer sair os incalculáveis exércitos de estrelas todas as noites, uma a uma, pode trazer você à Sua luz. Ele o faz “…por ser ele grande em força…” (Isaías 40:26) — a força que Ele demonstrou quando ressuscitou Jesus dentre os mortos.

As estrelas estão no céu esta noite? Alegre-se! Deus cuida de você.

—DHR

Leia: Isaías 40:25-27 

Examine: Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas?… — Isaías 40:26

Considere: Ao vermos o poder da criação de Deus, sentimos o poder do Seu amor.

DEBAIXO DO CAJADO DE JESUS


“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará” (Sl 23.1)


O Salmo 23 é um reservatório inesgotável de consolo para o povo de Deus. Dessa fonte jorra copiosamente refrigério para os cansados, força para os fracos  e alegria para os tristes. Jesus é o pastor divino. Ele é o bom, o grande e o supremo pastor. Ele ama suas ovelhas e cuida delas. Ele deu sua vida por elas e as guiará à casa do Pai, à bem aventurança eterna. O Salmo 23 enseja-nos três lições assaz oportunas: 


Em primeiro lugar, porque o Senhor é o nosso pastor, há pleno suprimento para as nossas necessidades (Sl 23.1-3). Embora, como ovelhas somos frágeis, míopes, inseguros e inclinados a nos desviarmos do aprisco das ovelhas, em Jesus Cristo, o bom, o grande e o supremo pastor, temos repouso, refrigério e direção. Jesus não é apenas o nosso grande provedor; ele é, também, nossa melhor provisão. Ele não apenas nos concede sua paz nas tormentas da vida; ele é a nossa paz. Jesus não apenas nos guia pelas veredas da justiça; ele é a nossa justiça. Jesus não é apenas pastor; ele é o nosso pastor. Aquele que está assentado no trono e tem as rédeas da história em suas mãos, pastoreia a nossa alma, alimenta-nos com sua graça e fortalece-nos com seu poder.  Conhecer a ele é a própria essência da vida eterna. Andar com ele é a maior de todas as venturas. Glorificar a ele é a razão da nossa vida. Fazer a sua vontade é a maior de todas as nossas metas. Portanto, como Davi podemos alçar nossa voz e dizer que o Senhor é o nosso pastor, por isso, nada nos faltará!


Em segundo lugar, porque o Senhor é o nosso pastor, há consoladora companhia nas adversidades (Sl 23.4,5). A vida cristã não é uma jornada fácil. Cruzamos desertos tórridos e vales profundos. Atravessamos mares revoltos e enfrentamos ventos contrários. Porém, mesmo quando andamos pelos vale da sombra da morte, não precisamos ter medo. E isso, não porque somos fortes ou os perigos são irreais. Nossa confiança decorre do fato de Jesus estar conosco em todas as circunstâncias e em todo o tempo. Não precisamos ter medo dos adversários que nos ameaçam, pois o nosso pastor nos dá vitória sobre eles. Não precisamos ter medo de vexame e fracasso, pois o nosso pastor nos honra, ungindo-nos a cabeça com óleo. Não precisamos ter medo da tristeza que ronda a nossa alma, pois o nosso pastor oferece-nos robusta alegria, fazendo o nosso cálice transbordar.


Em terceiro lugar, porque o Senhor é o nosso pastor, temos bendita comunhão para a eternidade (Sl 23.6). Não apenas nosso pastor está conosco, mas, também, coloca ao nosso lado dois escudos seguros: bondade e misericórdia, e isso, durante todos os dias da nossa vida. Bondade é o que Deus nos dá e não merecemos, a sua graça. Misericórdia é o que nós merecemos, e Deus nãos nos dá, o seu juízo. Ladeados por bondade e misericórdia avançamos neste mundo, guardados e protegidos. Porém, quando a carreira terminar, então, habitaremos na Casa do Senhor para todo o sempre. Aqui o Senhor está conosco; lá, nós estaremos com ele. Sua presença será nossa alegria e nossa maior recompensa. O céu é a Casa do Pai. O céu é o nosso lar. Para lá caminhamos. Lá está a nossa pátria. Lá está o nosso tesouro. Lá está o nosso bom, grande e supremo pastor. Ele o centro dos decretos divinos. Ele é o centro das Escrituras. Ele é o centro da história. Ele é o centro da eternidade. Ele é o centro do paraíso. Vivemos nele, com ele e para ele. Jesus é a nossa segurança, a nossa provisão, a nossa paz, a nossa justiça, a nossa alegria, a nossa recompensa. Com ele estaremos para sempre e com ele reinaremos pelos séculos eternos!


Rev. Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Pedro e os outros apóstolos responderam: "É preciso obedecer antes a Deus do que aos homens!

VÍDEO DO DIA - Michelle Nascimento - Louve e Adore

Michelle Nascimento - Louve e Adore 



 

PÃO DIÁRIO - 19/12/2020 - Uma cobra na caixa

 


Uma cobra na caixa


Em um minizoo, vi a filha de minha amiga, um bebê de bochechas rosadas, acariciar uma caixa grande de vidro. Dentro da caixa, uma serpente deslizou lentamente, olhando para a menina. O corpo do réptil era tão grosso quanto meu antebraço e era marcado por manchas marrons e amarelas. Embora eu soubesse que ela não poderia escapar de seu recipiente, ver uma criatura de aspecto ameaçador tão perto de uma criança pequena me fez estremecer.

A Bíblia fala de um tempo no futuro quando animais ferozes já não ameaçarão outros animais ou seres humanos. “O lobo habitará com o cordeiro…” e “A criança de peito brincará sobre a toca da áspide…” (Isaías 11:6,8). Todos os habitantes do mundo experimentarão plena paz e harmonia.

O Senhor estabelecerá esse ambiente seguro quando restaurar o mundo com Sua sabedoria, poder e conhecimento. Naquele dia, julgará o mundo com equidade e justiça (11:4). E todos reconhecerão Sua grandeza: “…porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor…” (11:9).

Vivemos num mundo corrompido. A injustiça e discórdia, o medo e a dor são sentimentos muito reais em nossa vida diária. Mas um dia Deus mudará tudo e “…nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas…” (Malaquias 4:2). Então Jesus governará o mundo com justiça.

—JBS

Leia: Isaías 11:1-9 

Examine: Porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor. — Isaías 11:9 

Considere: Deixe a justiça final nas mãos do Deus justo.

O TRABALHO GLORIFICA A DEUS, DIGNIFICA O HOMEM E ABENÇOA O PRÓXIMO



 “Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado” (Ef 4.28)


 O Deus que trabalha criou o homem para o trabalho. O trabalho é ordenança divina antes da entrada do pecado no mundo e fará parte da agenda dos remidos de Deus depois da glorificação, quando a presença do pecado será banida de nossa vida.  O texto em tela aponta-nos três verdades, que passo a destacar:


Em primeiro lugar, o cristão é alguém comprometido com o princípio da integridade. “Aquele que furtava não furte mais…”. Paulo está se dirigindo à igreja de Éfeso e diz que aqueles que fazem parte da família de Deus não podem mais lançar mão daquilo que não lhes pertence. O furto é surrupiar o alheio e subtrair do próximo o que lhe pertence. O furto é um atentado contra o direito de propriedade. O furto é uma quebra do oitavo mandamento da lei de Deus. Um cristão precisa ser honesto em suas atitudes, íntegro em seu trabalho e fiel em suas transações comerciais. O lucro desonesto e o enriquecimento ilícito são incompatíveis com a ética cristã.


Em segundo lugar,  o cristão é alguém comprometido com o trabalho honrado. “… antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom…”. Não basta ao cristão deixar de furtar. Esse é o lado negativo. É preciso ir além e adotar uma agenda positiva. O cristão precisa trabalhar. O trabalho não é apenas uma questão de sobrevivência, mas de dignidade. Mesmo aqueles que têm com abundância e poderiam viver de suas reservas não estão dispensados do trabalho. Deus de nada precisa, mas ele trabalha até agora. O trabalho é uma bênção. Exalta a Deus, dignifica o homem e abençoa o próximo. Mas, uma pergunta se impõe: que tipo de trabalho? Qualquer trabalho? Não! Colocar as mãos num trabalho que contribui para a decadência do ser humano é conspirar contra o propósito para o qual o trabalho foi instituído por Deus. Fazer aquilo que é desonesto para assaltar o erário público ou roubar o semelhante, buscando apenas vantagens pessoais, ao arrepio da lei, é um atentado à ordenança divina e uma conspiração aos direitos do próximo. A ordem bíblica é meridianamente clara: Devemos fazer o que é bom, ou seja, aquilo que traz glória para Deus, sustento para nós e socorro para o próximo.


Em terceiro lugar, o cristão é alguém comprometido com a assistência aos necessitados. “…para que tenha com que acudir ao necessitado”. O apóstolo Paulo está aqui alertando para duas atitudes inadequadas: a primeira delas é furtar, ou seja, tomar do próximo o que lhe pertence. A segunda é acumular só para si o que deve ser repartido com o próximo. Há pessoas que trabalham com integridade, mas não distribuem com generosidade. Há aqueles que amealham riquezas como fruto do seu trabalho honesto, mas jamais estendem a mão para socorrer o aflito à sua porta. A ética cristã vai além do ganhar honestamente. Também trata do distribuir generosamente. Quando Deus nos dá com fartura, não é para ajuntarmos tudo para o nosso deleite, mas para repartirmos com misericórdia aos necessitados. Deus multiplica a nossa sementeira não para ajuntarmos toda essa provisão em nossos celeiros. O cristão é alguém que tem o coração aberto, as mãos abertas, o bolso aberto e a casa aberta para socorrer os necessitados. Ele é mordomo dos bens que Deus lhe confiou e usa esses bens para a expansão do reino de Deus e para o bem daqueles que foram criados à imagem e semelhança de Deus. Quem tem ouvidos, ouça: Não furte! Trabalhe! Faça o que é bom! Socorra ao necessitado! Eis os imperativos da ética cristã!


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


3 coisas que determinam o sucesso do seu casamento. | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

Versículo do dia


A minha alma suspira por ti durante a noite; e logo cedo o meu espírito por ti anseia, pois, quando se vêem na terra as tuas ordenanças, os habitantes do mundo aprendem justiça.


VÍDEO DO DIA - Fabiana Anastácio | Adorarei

Fabiana Anastácio | Adorarei




 

PÃO DIÁRIO - 18/12/2020 - A corrida de Johnny


A corrida de Johnny


Quando Johnny Agar, de 19 anos, terminou a corrida de 5 quilômetros, muitas pessoas correram até ele — os membros da família e os amigos que queriam parabenizá-lo.

Agar tem paralisia cerebral, o que dificulta a atividade física. Mas ele e seu pai, Jeff, formaram uma dupla para competir em muitas corridas — o pai empurrando (o carrinho) e Agar dirigindo. Mas um dia, ele quis terminar a corrida sozinho. No meio do percurso, seu pai o tirou do carrinho, ajudou-o a colocar as muletas, e viu o filho terminar a corrida com seus próprios pés. Isso fez os amigos e a família aplaudirem o feito com grande entusiasmo. “Foi mais fácil fazê-lo com eles me apoiando”, Johnny disse a um repórter. “O encorajamento deles foi o que me impulsionou.”

Não é isso que os seguidores de Cristo devem fazer? O livro de Hebreus 10:24 nos lembra: “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras”. Com base no modelo de amor do nosso Salvador (João 13:34,35), imagine a diferença que faria se todos nós encorajássemos uns aos outros — se sempre soubéssemos que atrás de nós há um grupo de amigos torcendo por nós. Se levássemos a sério as palavras: “Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente…” (1 Tessalonicenses 5:11), a corrida seria mais fácil para todos nós.

—DJB

 Leia: Hebreus 10:19-25

Examine: Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente… — I Tessalonicenses 5:11

Considere: Uma palavra de encorajamento pode fazer a diferença entre desistir ou prosseguir.

INTEGRIDADE INEGOCIÁVEL


“Não furtarás” (Ex 20.)

O oitavo mandamento da lei de Deus trata da integridade em relação aos bens do próximo. Precisamos respeitar sua vida, sua honra e seus bens. Quem ama o próximo não atenta contra sua vida. Quem ama o próximo não fere sua honra. Quem ama o próximo não saqueia os seus bens.


Este mandamento é assaz oportuno e gritantemente necessário, pois a maior crise que atinge o nosso país é a crise de integridade. O roubo está presente desde o topo da sociedade até suas camadas mais abissais. O país está sendo saqueado por um horda de ladrões, muitos deles, de colarinho branco. Os poderosos armam esquemas ardilosos para assaltar os cofres da nação e se abastecerem das riquezas que deveriam ser distribuídas com justiça, deixando à margem das oportunidades os fracos que não têm voz nem vez. O roubo está presente no palácio e no congresso. Está presente nas cortes e nas universidades. Está presente na indústria e no comércio. Está presente nas ruas e nos templos.


Vamos, aqui destacar algumas frentes onde este momentoso mandamento está sendo quebrado.


Em primeiro lugar, furta-se sempre que o alheio é apropriado de forma frontal e violenta. Cresce assombrosamente em nossa nação os assaltos, os sequestros, os arrombamentos e a prática dos larápios que, furtivamente, subtraem o alheio. Essa forma afrontosa ou sutil de saquear o próximo e ainda atentar contra sua integridade física é uma transgressão incisiva deste mandamento.


Em segundo lugar, furta-se sempre que os recursos públicos são desviados para abastecer as contas bancárias dos poderosos. A corrupção endêmica em nosso país é uma prova insofismável de que a lei de Deus está sendo pisada como lama nas ruas. O erário público é assaltado impiedosamente. As obras públicas superfaturadas para abastecer os interesses rasteiros de políticos e empresários desonestos tiram o pão da boca do faminto e deixam desamparados os pobres. A corrupção é um crime contra a nação, é uma violência social gritante e um atentado contra o próximo.


Em terceiro lugar, furta-se sempre que na indústria e no comércio se faz propaganda enganosa para enganar os consumidores. Sempre que a indústria entrega um produto inferior ao prometido e o comércio majora os preços para auferir maiores lucros, o consumidor está sendo lesado. Deus abomina a mentira. Ele reprova balanças enganosas e pesos falsos. Deus não tolera a falta de integridade nas palavras e nas ações. Os ardis forjados para se passar um produto inferior por um preço superior é uma conspiração contra os bens do próximo e uma afronta aos seus direitos.


Em quarto lugar, furta-se sempre quando no trabalho se retém da empresa o que ela tem direito e sempre que o trabalhador retém da empresa o que não lhe pertence. O furto não é apenas de coisas, mas também de tempo, empenho e desempenho. Quando um funcionário faz corpo mole em vez de trabalhar com afinco. Quando chega sistematicamente atrasado em vez de ser pontual. Quando se apropria de objetos e bens da empresa para uso pessoal, o oitavo mandamento da lei de Deus está sendo quebrado.


Em quinto lugar, furta-se sempre que a propriedade privada é invadida, mesmo sob os auspícios de leis jeitosamente feitas para anular a lei substantiva de Deus. A propriedade privada é um direito sagrado dado pelo próprio Deus. Invadir a propriedade privada por quaisquer motivos, suplantando o direito do proprietário é uma quebra do oitavo mandamento. A apropriação indiscriminada dos bens alheios e a Estatização dos bens particulares é uma afronta à lei de Deus e um golpe ao direito do próximo. Que os homens se curvem à lei de Deus, pois ela deve ser a matriz para todas as leis humanas. Só assim, teremos uma sociedade ordeira e íntegra.


Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...