quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
Versículo do dia
Versículo do dia
Abram-se, ó portais; abram-se, ó portas antigas, para que o Rei da glória entre.
PÃO DIÁRIO - 26/12/2019 - A honra de seguir
A honra de seguir
E [Jesus] disse-lhes: Vinde após mim… —Mateus 4:19
Enquanto visitava Jerusalém, um amigo meu viu um rabino idoso passando pelo Muro das Lamentações. O interessante com relação a esse idoso rabino eram os cincos jovens que andavam atrás dele. Eles também caminhavam curvados para frente, mancando — exatamente como o seu rabino. Um judeu ortodoxo que os observasse saberia exatamente porque eles estavam imitando o seu mestre. Eles eram “seguidores”.
Leia: Mateus 4:18-22
Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 48-49;Hebreus 7
Considere: Siga Jesus e deixe que o mundo saiba que Ele é o seu Mestre.
E [Jesus] disse-lhes: Vinde após mim… —Mateus 4:19
Enquanto visitava Jerusalém, um amigo meu viu um rabino idoso passando pelo Muro das Lamentações. O interessante com relação a esse idoso rabino eram os cincos jovens que andavam atrás dele. Eles também caminhavam curvados para frente, mancando — exatamente como o seu rabino. Um judeu ortodoxo que os observasse saberia exatamente porque eles estavam imitando o seu mestre. Eles eram “seguidores”.
Por toda história do judaísmo, um dos cargos mais honrados para um judeu era ter o privilégio de tornar-se um “seguidor” do rabino local. Os seguidores se sentavam aos pés do rabino enquanto ele ensinava. Eles estudavam suas palavras e observavam como ele agia e reagia à vida e aos outros. Um seguidor considerava uma grande honra servir seu rabino mesmo nas tarefas mais servis. E porque admiravam o seu rabino, eles decidiam tornar-se como ele.
Quando Jesus chamou os Seus discípulos para segui-lo (Mateus 4:19), convidou-os a serem transformados por Ele e para compartilhar de Sua paixão por aqueles que precisam de um Salvador. A grande honra de ser seguidor de Cristo deveria também ser demonstrada em nossas vidas. Também nós fomos chamados para chamar a atenção do mundo que nos observa enquanto andamos, pensamos e agimos exatamente como Jesus — o rabino, o Mestre de nossas almas.
— Joe Stowell
Leia: Mateus 4:18-22
Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 48-49;Hebreus 7
Considere: Siga Jesus e deixe que o mundo saiba que Ele é o seu Mestre.
A NOITE EM QUE O SOL DA JUSTIÇA NASCEU
O Messias foi prometido mesmo nos refolhos da eternidade. Ainda não havia céus nem terra, quando em seu conselho eterno, Deus decidiu enviar seu Filho ao mundo. Os anjos ainda não haviam ruflado suas asas nem os astros haviam brilhado no firmamento quando a promessa do Salvador já havia sido lavrada. Toda a história da humanidade foi uma preparação para a chegada do Redentor. Ele é a semente da mulher. Ele é o cordeiro da páscoa. Ele é o verdadeiro maná que desceu do céu e a verdadeira água que brota da rocha. O tabernáculo era um símbolo dele. A arca da aliança apontava para ele. As festas de Israel eram sombras dele. O sábado era promessa do verdadeiro descanso que só ele oferece.
Deus preparou o cenário mundial para a chegada do seu Filho. Através do povo judeu, Deus trouxe a revelação especial. Através dos gregos Deus trouxe uma língua universal. Através dos romanos Deus trouxe a paz sob o pálio de um só governo. Na plenitude dos tempos, o Messias nasceu de mulher e sob a lei para ser o nosso Redentor. O Deus transcendente tornou-se imanente e fez-se carne. Ele a si mesmo se esvaziou e a si mesmo se humilhou. Ele sendo Deus se fez homem, sendo Rei dos reis se fez servo, sendo rico se fez pobre, sendo santo foi feito por pecado por nós, para morrer a nossa morte, a fim de nos dar a vida eterna.
O anjo Gabriel foi enviado a Nazaré, para comunicar a Maria, uma jovem desposada com o carpinteiro José, que ela seria a mãe do Salvador. Viria sobre ela a sombra do Altíssimo, e por obra do Espírito Santo, ela conceberia e daria à luz o Filho do Altíssimo. Por determinação divina, o Messias deveria nascer em Belém da Judeia. Por isso, José e Maria deslocam-se de Nazaré para Belém, e ali, na casa do pão, nasceu o pão da vida. Ali naquela noite de Natal, nasceu o Sol da justiça, trazendo salvação em suas asas. Naquela noite houve festa nos céus e alegria na terra. O anjo do Senhor comunicou aos pastores de Belém, que era portador de uma grande notícia, que seria o motivo da alegria para todos os povos. Acabava de nascer o Salvador, o Messias, o Senhor.
Na cidade de Belém não havia lugar para Jesus nascer. Em Jerusalém, o rei Herodes fica alarmado ao saber que um menino nascera para ser o rei dos judeus. Os escribas e principais sacerdotes, mesmo conhecedores das profecias, demonstraram total desinteresse em ir a Belém adorar o menino Jesus. Porém, os magos do Oriente, viram sua estrela e vieram para adorá-lo, trazendo-lhe seus presentes e reconhecendo ser ele o profeta, o sacerdote e o Rei.
Passados mais de dois mil anos, ainda celebramos o nascimento de Jesus. Isso, porque ele está vivo. Ele está no trono e voltará. Ele é o Sol da Justiça, que ilumina o nosso coração e dirige os nossos passos. Ele é a verdadeira luz que vinda ao mundo ilumina a todo homem. Nós que estávamos em trevas, vimos a sua luz. Nós que andávamos cegos e errantes fomos iluminados. Nós que vivíamos no império das trevas, em terrível cegueira, tivemos nossos olhos abertos e nossa alma aquecida pelo fulgor da sua luz.
Jesus é o Sol da Justiça. Sua luz brilha nas trevas e as trevas não podem prevalecer sobre essa luz. Jesus é o Salvador do mundo e não há outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos. Jesus é o Messias esperado, de quem os patriarcas falaram e para quem os profetas apontaram. Jesus é o Senhor do universo, diante de quem todo joelho deve se dobrar e toda língua deve confessar que ele é o Senhor para a glória de Deus Pai. Hoje celebramos o nascimento daquele que é a nossa alegria, a nossa paz, a nossa justiça, a razão da nossa vida!
Rev. Hernandes Dias Lopes
quarta-feira, 25 de dezembro de 2019
Parabéns Pr José Carlos

" Querido pastor, é com muita alegria no coração que hoje lhe prestamos esta pequena, mas muito sentida, homenagem no seu dia especial. Feliz aniversário!
Saiba que lhe reconhecemos um grande valor; seu ministério e sua presença enriquece de forma extraordinária a nossa igreja, e todos lhe somos muito gratos por tudo o que fez e faz por nós.
Que Deus abençoe você e continue iluminando seu caminho. Que em sua vida jamais se esgotem a sabedoria, a paciência, a saúde e a paz. Fique com Deus, querido pastor! "
Em nome do grupo Varões de Cristo, fica o nosso agradecimento a Deus por mais um ano de vida do nosso querido Pastor José Carlos dos Santos.
Versículo do dia
Versículo do dia
Quando Jesus veio para fora, usando a coroa de espinhos e a capa de púrpura, disse-lhes Pilatos: "Eis o homem! "
João 19:5
João 19:5
PÃO DIÁRIO - 25/12/2019 - Derrube o muro
Derrube o muro
…os consolou e lhes falou ao coração. —Gênesis 50:21
Leia: Gênesis 50:15-21
Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 46-47;Hebreus 6
Considere: A raiva levanta muros, o amor os derruba.
…os consolou e lhes falou ao coração. —Gênesis 50:21
Os anos subsequentes à Segunda Guerra Mundial foram rotulados de Guerra Fria, durante os quais as nações trocavam ameaças e trapaceavam para obter poder. O Muro de Berlim, construído em agosto de 1961, permaneceu intacto por quase três décadas como um dos símbolos mais poderosos da animosidade latente. Mas em 9 de novembro de 1989 foi anunciado que os cidadãos poderiam cruzar livremente a fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental. Todo o muro foi demolido no ano seguinte.
A conhecida história sobre José relatada no Antigo Testamento nos apresenta um filho preferido por seu pai e odiado pelos irmãos (Gênesis 37–50). Entretanto, José recusou-se a construir um muro de ódio entre ele e seus irmãos que o venderam como escravo. Quando a fome os colocou face a face após muitos anos, José tratou seus irmãos com bondade, dizendo: “Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem […]. Assim, os consolou e lhes falou ao coração” (50:20,21), ajudando a restaurar o relacionamento entre eles.
Há 25 anos desta data, uma barreira opressiva feita por homens foi destruída, oferecendo a liberdade e reunindo as famílias e os amigos.
Se porventura construímos muros de raiva e separação entre nós e outros, o Senhor está pronto e Ele é capaz de nos ajudar a começar a destruí-los hoje.
— david c. mccasland
Leia: Gênesis 50:15-21
Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 46-47;Hebreus 6
Considere: A raiva levanta muros, o amor os derruba.
QUANDO A RELIGIOSIDADE TOMA O LUGAR DA OBEDIÊNCIA A DEUS
Ao longo da história, em vários lugares, em diversas ocasiões, o povo de Deus substituiu a obediência pelos rituais religiosos. Foram zelosos na observância de preceitos externos e descuidados com a obediência, para a qual esses rituais apontavam. Praticaram a religiosidade para agradar a eles mesmos e não para o Senhor. O profeta Zacarias, trata desse solene assunto no capítulo sete de seu livro.
De Betel foram enviados mensageiros a Jerusalém para perguntarem aos sacerdotes e profetas que estavam na Casa de Deus, se deveriam continuar a chorar com jejuns, no quinto mês, como era seu costume há tantos anos. É nesse contexto que Deus ordena Zacarias a falar a todo o povo e aos sacerdotes, que nos setenta anos de cativeiro babilônico, o jejum que praticaram não foi para Deus. De igual modo, eles comeram e beberam para eles mesmos. Deus estivera ausente de suas atividades comuns bem como de suas práticas religiosas.
O profeta Zacarias, então, aproveita o ensejo para relembrar o povo que voltara do cativeiro, as mensagens que foram anunciadas pelos mensageiros de Deus a seus pais, quando a cidade de Jerusalém ainda vivia em paz e as cidades ao redor eram habitadas. Naquele tempo, o que Deus requeria do povo? Apenas um ritual religioso? Apenas um jejum de abstinência de alimentos e pranto? Não! A mensagem de Deus era clara: “Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão; não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente cada um, em seu coração, o mal contra o seu próximo” (Zc 7.9,10). Zacarias faz questão de registrar que seus pais não quiseram atender à voz de Deus. Ao contrário, rebeldes deram as costas para Deus e não acolherem a mensagem dos profetas. Zacarias chega a dizer que seus pais fizeram o seu coração duro como diamante para não ouvirem a lei nem as palavras que o Senhor dos Exércitos enviara pelo seu Espírito, por intermédio dos profetas. A consequência? Veio sobre eles a grande ira do Senhor! Porque Deus clamou ao povo e o povo não quis ouvi-lo, quando veio o cerco de Jerusalém e o povo foi levado cativo para a Babilônia, Deus também não ouviu o seu clamor. Ao contrário, eles foram espalhados como um turbilhão por entre todas as nações e a sua terra foi assolada atrás deles.
O cativeiro babilônico foi uma prova clara de que a religiosidade sem obediência pode levar a grandes desastres. De nada adiante jejuar e lamentar se isso não é feito para Deus. De nada adianta comer e beber se isso não é praticado para a glória e Deus. De nada adianta preservar rituais religiosos, se na prática desses rituais ainda se deixa de executar juízo verdadeiro, deixando de mostrar bondade e misericórdia, cada um a seu irmão. De nada adianta ser muito religioso e ao mesmo tempo oprimir a viúva, o órfão, o estrangeiro e o pobre. De nada adianta ser zeloso dos rituais sagrados se no coração se intenta o mal contra o próximo.
A religião dos preceitos sem uma vida rendida a Deus e sem a prática do amor ao próximo não passa de um simulacro de espiritualidade. Esse tipo de religiosidade, ainda que externamente possa impressionar os homens, não pode agradar a Deus. Aquele que sonda os corações requer a verdade no íntimo. Ele não se contenta com performance, pois conhece as motivações. Ele não aceita rituais religiosos, ainda que os mais sagrados, se esses estão apartados da correta relação com ele e com os irmãos.
Rev. Hernandes Dias Lopes
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
Versículo do dia
Versículo do dia
Seja a amabilidade de vocês conhecida por todos. Perto está o Senhor.
Filipenses 4:5
Filipenses 4:5
PÃO DIÁRIO - 24/12/2019 - Multiplique
Multiplique
Nunca mais haverá qualquer maldição… —Apocalipse 22:3
Amanda havia lutado com o câncer por cinco anos. O médico lhe disse então que os tratamentos estavam falhando e que ela tinha poucas semanas de vida. Desejando entender e ter segurança sobre a eternidade, Amanda perguntou ao seu pastor, “Como será o céu?”
Leia: Apocalipse 22:1-5
Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 40-42;Hebreus 4
Nunca mais haverá qualquer maldição… —Apocalipse 22:3
Amanda havia lutado com o câncer por cinco anos. O médico lhe disse então que os tratamentos estavam falhando e que ela tinha poucas semanas de vida. Desejando entender e ter segurança sobre a eternidade, Amanda perguntou ao seu pastor, “Como será o céu?”
Ele perguntou-lhe o que ela mais gostava em sua vida na terra. Amanda mencionou as caminhadas e o arco-íris, amigos cuidadosos e risadas de crianças. “Então você está dizendo que vou ter tudo isso lá?”, ela perguntou com ânsia.
O pastor respondeu: “Acredito que sua vida lá será muito mais bela e incrível do que qualquer coisa que tenha amado ou vivido aqui. Pense no que é melhor para você aqui e multiplique várias e várias vezes. É assim que o céu será na minha opinião.”
A Bíblia não descreve em detalhes como a vida será na eternidade, mas nos diz que estar com Cristo no céu é “…incomparavelmente melhor…” que nossa situação atual (Filipenses 1:23). “Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão” (Apocalipse 22:3).
O melhor de tudo é que veremos o Senhor Jesus face a face. Nossos anseios mais profundos serão completamente satisfeitos nele.
— Anne Cetas
Leia: Apocalipse 22:1-5
Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 40-42;Hebreus 4
Considere: Estar com Jesus para sempre é a essência de toda a felicidade.
POR QUE COMEMORAMOS O NATAL?
A comemoração do Natal não é uma celebração que conta com a unanimidade dos cristãos. Há alguns que não observam essa efeméride e outros que se opõem à sua observância. No passado, Herodes enfureceu-se com a notícia de que um menino havia nascido para ser o rei dos judeus. Os escribas, doutores na lei, trataram o caso com fria indiferença. Os magos e os pastores, porém, se alegraram sobremodo em Jesus e o adoraram. Aqui, vamos examinar três razões pelas quais devemos comemorar o Natal.
Em primeiro lugar, porque a vinda de Jesus ao mundo foi o cumprimento de um plano eterno de Deus. Antes mesmo de Deus criar o universo, ele já havia traçado um plano, onde a decisão de dar o seu Filho para resgate de um povo já estava firmado. Toda a história da humanidade até o nascimento do Messias foi uma preparação para a sua chegada. Todo o Antigo Testamento apontou para o nascimento de Jesus. Quando todo o cenário estava pronto, então, ele nasceu. Esse acontecimento auspicioso foi celebrado com efusiva alegria. Anjos e homens se alegraram. Céus e terra celebraram. Se o primeiro Natal foi proclamado com tanto entusiasmo, por que não deveríamos nós, de igual modo, render louvores a Deus pela suprema dádiva de seu amor? Porque o Natal fala do nascimento do nosso Salvador e porque ele é o centro da história e a razão da nossa vida, devemos com toda a reverência e santo fervor exaltar a Deus por tão grande prova de amor.
Em segundo lugar, porque a mensagem do Natal é a mais auspiciosa notícia vinda do céu à terra. O Natal foi anunciado pelo anjo aos pastores de Belém, como a melhor notícia que o mundo já ouviu. Essa mensagem é a única capaz de interromper o medo avassalador que assalta o coração humano. Acabava de chegar ao mundo, o Salvador, o Messias, o Senhor. Jesus não é um dentro muitos salvadores, ele é o Salvador. Não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos. Jesus é o Messias prometido. Para ele apontaram as profecias do Antigo Testamento. Ele foi simbolizado pelo santuário, pela arca da aliança, pelo templo, pelos sacrifícios judaicos, pelo sábado. Ele é o desejado de todas as nações. Ele é o Senhor dos senhores, diante de quem todo joelho se dobra no céu, na terra e debaixo da terra. Anjos, homens e demônios precisam se curvar e confessar que Jesus é o Senhor. Oh, como não comemorar esse fato tão glorioso e essa mensagem tão sublime? Como não exaltar Aquele que, por amor de nós, esvaziou-se, encarnou-se, morreu e ressuscitou para a nossa redenção?
Em terceiro lugar, porque o significado do Natal tem sido esvaziado e distorcido pelo secularismo consumista. O mundo, com seus devaneios, esforça-se para desfigurar o verdadeiro sentido do Natal. O bojudo Papai Noel, garoto propaganda do comércio insaciável, tenta ocupar o centro dessa festa cristã. As ruas enfeitadas, a troca de presentes, as mesas gastronômicas e os arranjos e adereços multicoloridos tentam ofuscar a personagem central dessa celebração. Em virtude de tantos acréscimos e tantos desvios, nós cristãos, precisamos recristianizar o Natal e devolvê-lo ao seu verdadeiro dono. A igreja cristã é a única instituição que pode ensinar aos homens o verdadeiro significado do Natal. Se nos calarmos acerca dessa celebração, à luz das Escrituras, a sociedade cada vez mais secularizada e Cristofóbica, não poupará esforços para paganizá-la. Não é porque o mundo já empurrou Jesus para fora dessa celebração é que devemos deixar de celebrar o verdadeiro significado do Natal. Não cultuamos nesta data os símbolos natalinos fabricados no laboratório do enganoso coração humano nem o comércio com suas luzes ofuscantes; adoramos a Jesus, o Verbo que se fez carne, o Filho de Deus, nosso Salvador, a razão da nossa esperança!
Rev. Hernandes Dias Lopes
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
Versículo do dia
Versículo do dia
Eu os purificarei de todo o pecado que cometeram contra mim e perdoarei todos os seus pecados de rebelião contra mim.
PÃO DIÁRIO - 23/12/2019 - Muitos cavalos
Muitos cavalos
Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste… —Salmo 139:14
Leia: Jó 39:19-25
Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 37-39;Hebreus 3
Considere: De toda a criação de Deus, apenas os humanos experimentam a recriação.
Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste… —Salmo 139:14
Pense por um momento no poder, na beleza e na majestade de um cavalo galopante — sua cabeça elevada, sua crina voando ao vento e suas patas trabalhando em uníssono para prover velocidade, força e desimpedimento.
Este é um exemplo maravilhoso da magnificente criação de Deus! Ele criou o cavalo não apenas para nos maravilharmos e dele desfrutarmos, mas também como um complemento à raça humana (Jó 39). O cavalo, se treinado apropriadamente, é destemido quando precisamos de um companheiro corajoso. Este animal era usado para carregar o soldado à batalha com fidelidade, velocidade (v.24) e esperança de chegar onde precisava (v.25).
Embora Deus estivesse usando a criação para ensinar Jó sobre a Sua soberania, esta passagem pode também nos lembrar de nosso valor no mundo de Deus. Fomos criados não simplesmente como belas criaturas com um trabalho a fazer, mas também como criaturas feitas à imagem de Deus. A força do cavalo é incrível, mas o valor de cada ser humano transcende todas as outras criaturas.
Deus nos criou unicamente para termos um relacionamento com Ele e para vivermos com o Senhor para sempre. Enquanto louvamos a Deus pela magnificência das criaturas da natureza, também nos maravilhamos por termos sido formados “…por modo assombrosamente maravilhoso…” (Salmo 139:14).
— Dave Branon
Leia: Jó 39:19-25
Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 37-39;Hebreus 3
Considere: De toda a criação de Deus, apenas os humanos experimentam a recriação.
MITO OU REALIDADE?
“No princípio criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1).
As cortinas da revelação divina abrem-se, mostrando-nos o aparecimento dos céus e da terra. De onde vem o universo? Será que a matéria é eterna? Será que as leis que governam o universo criaram a si mesmas? O universo veio à existência por geração espontânea? É resultado de uma mega explosão cósmica? Veio de uma evolução de milhões e milhões de anos? Para responder a essas perguntas, apresentaremos aqui a perspectiva judaico-cristã, pois assim entendemos e assim cremos. Vejamos:
Em primeiro lugar, o tempo da criação. “No princípio…”. Essa declaração pressupõe que a matéria não é eterna como pensavam os gregos. A matéria foi criada e veio a existir no princípio. Antes do princípio o universo não existia. Nos refolhos da eternidade só Deus existia. Ele é eterno e o Pai da eternidade. Só ele preexiste ao tempo. Só ele habitou em glória inacessível antes que houvesse mundo.
Em segundo lugar, a ação criadora. “No princípio criou…”. O universo foi criado. Isso não é artigo de fé, mas de ciência. Este mundo é feito de matéria e energia. Matéria e energia não criam a si mesmas. Este mundo é governado por leis. Leis não criam a si mesmas. Logo, este mundo foi criado e leis foram estabelecidas para governá-lo.
Em terceiro lugar, o agente criador. “No princípio criou Deus…”. O universo não deu a luz a si mesmo. Ele não surgiu espontaneamente. Este vasto e insondável universo, com leis tão precisas e movimentos tão harmônicos não surgiu de uma colossal explosão nem é fruto de um processo evolutivo pelo desdobrar dos milênios. Este mundo veio à existência pela palavra criadora do Deus Todo-poderoso. Do nada ele tudo criou. Sem matéria preexistente, ele chamou à existência as coisas que não existiam. Como já declaramos, o criacionismo não é artigo de fé, mas de ciência. O que cremos pela fé é que o universo, que foi criado, foi criado por Deus. Essa verdade magna está fartamente documentada nas Escrituras e robustamente comprovada pela ciência. Na verdade, não existe contradição entre a Bíblia e a ciência. Ambas emanam do mesmo autor, o próprio Deus. Sempre que a ciência for corretamente entendida e a Bíblia for corretamente interpretada, estarão de acordo.
Em quarto lugar, a obra criada. “No princípio criou Deus os céus e a terra”. Deus não criou um universo incipiente que foi expandindo-se pelo processo da evolução. O evolucionismo teísta está em desacordo com a Bíblia e está em descompasso com a ciência. O universo não está evoluindo, mas está num claro processo de decadência. Os céus e a terra foram criados por Deus no princípio e não ao longo dos séculos. Graças ao avanço da ciência podemos compreender, com mais precisão, a magnitude do universo criado por Deus no princípio. Muito embora nenhum astrônomo, por mais robusto que seja seu conhecimento e por mais peregrina que seja sua inteligência, possa afirmar, categoricamente, qual o tamanho exato do universo, eles já sabem e afirmam que o universo tem mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro. Isso significa que se voássemos à velocidade da luz, trezentos mil quilômetros por segundo, nessa fantástica velocidade, demoraríamos mais de noventa e três bilhões de anos para irmos de uma extremidade à outra do universo. Os astrônomos já sabem que há mais estrelas no firmamento do que todos os grãos de areia de todas as praias e desertos do nosso planeta. Ficamos extasiados diante da grandeza insondável do macro-universo e também boquiabertos com a complexidade inexplicável do microuniverso. Quanto mais a ciência avança rumo ao conhecimento, mais ficamos convencidos de que no princípio Deus criou os céus e a terra. A criação não é um mito; é uma realidade!
Rev. Hernandes Dias Lopes
domingo, 22 de dezembro de 2019
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