sábado, 25 de maio de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos.

VÍDEO DO DIA - LUDI - Seu Amor ft. Isaías Saad (Clipe Oficial)

LUDI - Seu Amor ft. Isaías Saad (Clipe Oficial)



PÃO DIÁRIO - 25/05/2019 - Sem energia


Sem energia

Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. —Isaías 40:29


No fim de outubro de 2012, uma grande tempestade decorrente de um furacão atingiu a populosa região nordeste dos EUA, deixando um rastro de enormes inundações e destruição. Enquanto isso acontecia, mais de oito milhões de consumidores ficaram sem eletricidade. Em decorrência da falta de energia elétrica, faltaram alimentos, combustíveis e água. Também houve o caos dos congestionamentos. Os ventos uivantes e as águas deixaram muitos bairros destruídos, inundados e cobertos por montanhas de areia. Na mídia, a cobertura do evento relatava: “Milhões Sem Energia.”
Como uma tempestade natural, uma tragédia pessoal pode, com frequência, nos dar a sensação de estarmos sem energia e no escuro. Nesses momentos, a Palavra de Deus nos assegura da Sua ajuda: “Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor” (Isaías 40:29).
Em nossos momentos mais sombrios, quando estamos frágeis, podemos depositar nossa esperança no Senhor e encontrar nossa força nele. Ele nos promete que, a cada novo dia, “…os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (v.31).
Deus é a nossa fonte de energia espiritual em todas as tempestades da vida.
— david c. mccasland


Leia: Isaías 40:27-31; 41:10

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 20-22;Marcos 13:21-37

Considere: A tempestade é necessária para comprovar o verdadeiro abrigo.

A centésima ovelha

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Jesus, o bom pastor, contou uma parábola imortal, falando do pastor que foi buscar a centésima ovelha, e depois de achá-la festejou seu resgate e alegrou-se com seus amigos. Essa parábola enseja-nos três preciosas lições:

Em primeiro lugar, a ovelha perdeu-se porque afastou-se do rebanho. A ovelha é um animal míope, inseguro, indefeso e também rebelde. Ela não pode proteger-se contra os predadores. Ela não tem um bom senso de direção. Sua segurança está em ficar perto do pastor e junto do rebanho. Sempre que se desgarra e se afasta da companhia das outras ovelhas, está sujeita a cair e ferir-se. A figura da ovelha é sugestiva. Não é por acaso que Jesus viu os homens aflitos como ovelhas sem pastor. Mesmo depois de convertidos somos ovelhas. Não podemos caminhar fiados em nossa própria força. Dependemos de Deus e uns dos outros. Não podemos nos afastar da congregação. Não é seguro viver isolado do rebanho.

Em segundo lugar, o pastor não desistiu da ovelha pelo fato de ela ter se afastado do rebanho. O pastor poderia ter encontrado justificativas plausíveis para abandonar a ovelha perdida à sua própria sorte. Talvez, o pastor já tivesse alertado aquela ovelha sobre os perigos da solidão. Talvez, algumas vezes, o pastor já tivesse flagrado aquela ovelha se distanciando do rebanho e caminhando na direção de lugares perigosos. Talvez o pastor pudesse alegrar-se com o fato de que tinha ainda em segurança noventa e nove ovelhas que estavam debaixo do seu cuidado e proteção. O pastor não discutiu as razões da queda da ovelha. Ele foi buscá-la. Ele enfrentou riscos para resgatá-la. Ele não desistiu dela e não voltou para o aprisco até trazê-la em seus braços. Precisamos ter o mesmo empenho na restauração daqueles que se afastaram. Precisamos demonstrar pressa para resgatar aqueles que caíram. Precisamos amar aqueles que desobedeceram e se desviaram. Precisamos amá-los e trazê-los de volta ao rebanho de Cristo.

Em terceiro lugar, o pastor festejou a recuperação da ovelha perdida. O pastor não esmagou a ovelha com seu cajado ao encontrá-la; ele a tomou em seus braços. Ele não a mandou embora por ter lhe criado problemas; ele a carregou no colo. Ele não se aborreceu com o preço do resgate; ele festejou com seus amigos a restauração da ovelha perdida. Precisamos não apenas ir buscar a centésima ovelha, mas precisamos nos alegrar com sua restauração. Há festa nos céus por um pecador que se arrepende. A igreja é lugar de vida e restauração. A igreja é lugar de cura e perdão. A igreja é lugar de aceitação e reconciliação. A igreja é lugar de disciplina e recomeço. A disciplina é um ato responsável de amor. A disciplina visa a proteção do rebanho e a recuperação da centésima ovelha. Não basta nos alegrarmos com as ovelhas que estão em segurança no aprisco; devemos buscar a centésima ovelha que se dispersou. O Senhor Deus perdoou Davi e o restaurou depois de seu adultério com Bate-Seba. Jesus foi ao encontro de Pedro depois de sua queda para lhe restaurar a alma. Paulo ordenou à igreja de Corinto a perdoar o irmão faltoso, que havia se arrependido. Nós, de igual modo, devemos ir buscar aqueles que outrora estiveram conosco e hoje estão distantes. Essas pessoas devem ser alvos da nossa oração e do nosso cuidado pastoral. Não devemos descansar até vê-las restauradas por Deus e reintegradas em seu rebanho.


Por rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 24 de maio de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

COMECE CERTO O DIA 



Versículo do dia

Versículo do dia


Mas ele disse: Antes bemaventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam.

VÍDEO DO DIA - Renascer Praise - Moriáh (Ao Vivo)


Renascer Praise - Moriáh (Ao Vivo)




PÃO DIÁRIO - 24/05/2019 - A regra de ouro

A regra de ouro


Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles… —Mateus 7:12

O conceito da Regra de Ouro — tratar os outros como você gostaria de ser tratado — aparece em muitas religiões. Então, o que torna a versão de Jesus tão excepcional?
Sua singularidade está em uma única palavra: “pois”, que indica a generosidade de nosso Pai celestial. Eis o que Jesus disse: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem? Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles…” (Mateus 7:11-12).
Todos nós ficamos aquém daquilo que sabemos ser verdadeiro: Não amamos aos outros da maneira como Deus nos ama. Jesus expressou essa admirável ética com perfeito amor ao viver e morrer por todos os nossos pecados.
Nós temos um Pai amoroso e doador, que deixou de lado Seu próprio interesse para revelar a plena medida do Seu amor por meio de Seu Filho Jesus. A generosidade de Deus é a dinâmica pela qual tratamos os outros como gostaríamos de ser tratados. Nós amamos e damos aos outros porque Ele nos amou primeiro (1 João 4:19).
Nosso Pai celestial nos pede para cumprirmos os Seus mandamentos, mas também nos dá Seu poder e amor para podermos fazê-lo. Só precisamos lhe pedir.
— david h. roper

Leia: Mateus 7:7-12

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 17-19;Marcos 13:1-20

Considere: Nós guardamos a Regra de Ouro na memória; agora, vamos praticá-la. —E. Markham

O amor restaurador do Pai e a volta do pródigo ao lar

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Em Lucas 15 Jesus contou três parábolas imortais. Todas elas têm a mesma ênfase: a restauração dos que haviam se perdido. Há algumas progressões nessas parábolas: de cem ovelhas, uma se desviou; de dez moedas, uma foi perdida; de dois filhos, um abandonou a casa paterna. A ovelha se desviou por descuido; a moeda foi perdida por negligência; o filho foi embora de casa por ingratidão. Nos três casos, há um processo de busca ou espera. As parábolas terminam com o mesmo enfoque, a alegria do reencontro com os que se haviam perdido. As três parábolas, embora com nuances diferentes, têm a mesma lição central: Deus ama os pecadores, mesmo aqueles que são enjeitados pela sociedade, ou rejeitados pela religião. Deus se alegra na salvação deles e festeja a sua volta ao lar. Vamos nos deter, agora, na última parábola.

Embora essa seja mundialmente conhecida como a parábola do filho pródigo, sua lição central recai não na fuga do filho rebelde, nem mesmo no seu arrependimento e volta ao lar, mas no amor gracioso do pai. A despeito do pródigo não valorizar o conforto do lar nem a companhia do pai e do irmão; a despeito do pródigo pedir sua herança antecipada e assim, considerar o seu pai morto; a despeito do pródigo romper os laços com sua família de forma tão radical e sair para uma terra distante para viver na dissolução, esbanjando os seus bens com os prazeres do pecado; a despeito do pródigo, com profunda ingratidão, ter calcado debaixo dos seus pés o amor do pai e todos os valores morais aprendidos com ele; a despeito do pródigo ter esbanjado toda a herança com vida desregrada e colher os frutos amargos de sua maldita semeadura; a despeito do pródigo voltar para casa maltrapilho e sujo, arruinado e falido, o pai corre ao seu encontro, o abraça, o beija, o restaura e celebra a sua volta. Esse amor restaurador do pai tem algumas características:

Em primeiro lugar, é o amor que procura e espera a volta do pródigo. Não é o homem perdido que busca a reconciliação com Deus; é Deus quem o procura, quem muda seu coração e quem o recebe de volta. Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo. Tudo procede de Deus. É ele quem nos escolhe, chama, justifica, glorifica e festeja a nossa volta aos seus braços.

Em segundo lugar, é o amor que perdoa e restaura o pródigo. O filho pródigo não foi recebido de volta como um escravo, mas como filho. O pai corre ao seu encontro e o abraça e o beija. O pai manda lhe colocar vestes novas, sandálias nos pés e anel no dedo. O perdão é real e a restauração é completa. Para sermos reconciliados com Deus, três atitudes divinas foram tomadas: Primeiro, Deus não imputou a nós as nossas transgressões (2Co 5.19). Segundo, Deus colocou as nossas transgressões sobre Jesus (2Co 5.21a). Terceiro, Deus imputou a justiça de Cristo a nós (2Co 5.21). Estamos não apenas de volta ao lar, mas também perdoados e justificados.

Em terceiro lugar, é o amor que celebra a volta do pródigo ao lar. Deus não só perdoa e restaura, ele também festeja a volta do filho prodigo ao lar. Há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. Houve festa, música e alegria na casa do Pai, porque o filho que estava perdido foi encontrado, o filho que estava morto, reviveu. Deus se alegra quando os pródigos voltam para casa. Deus celebra com entusiasmo quando os pecadores se arrependem. Os anjos de Deus comemoram a chegada dos pródigos ao lar paterno. Deus tem prazer na misericórdia. Ele se deleita na salvação dos perdidos. Oh, amor bendito! Oh, graça infinita! Oh, salvação gloriosa!



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Ele é o teu louvor e o teu Deus, que te fez estas grandes e terríveis coisas que os teus olhos têm visto.

VÍDEO DO DIA - Além do Véu | Para o mundo ouvir (feat. Cantor PG) (DVD Ao Vivo)

Além do Véu | Para o mundo ouvir 

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PÃO DIÁRIO - 23/05/2019 - A caneta silenciosa

A caneta silenciosa

Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz. —Tiago 3:18


Harry Truman, ex-presidente dos EUA, tinha uma regra: qualquer carta escrita na hora da raiva tinha de permanecer sobre sua escrivaninha durante 24 horas antes de ser enviada. Se, após aquele período de “resfriamento”, ele ainda tivesse os mesmos sentimentos, enviaria a carta. No fim de sua vida, as cartas não enviadas de Truman enchiam uma grande gaveta da escrivaninha.
Nestes tempos de comunicação imediata, 24 minutos de sábia contenção nos poupariam de constrangimento! Em sua epístola, Tiago abordou um tema universal da história humana ao escrever sobre os prejuízos causados por uma língua descontrolada. “A língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar…”, escreveu ele. “…É mal incontido, carregado de veneno mortífero” (3:8).
Quando fofocamos ou falamos com raiva, encontramo-nos além dos limites da vontade de Deus. Nossas línguas, nossas canetas e até mesmo nossos teclados do computador devem se silenciar mais frequentemente. Devemos sentir gratidão em nossos corações pela restrição proporcionada por Deus. Com excessiva frequência, ao falarmos, lembramos a todos de nossa fragilidade como seres humanos.
Quando quisermos surpreender os outros com a diferença que Cristo faz, pode ser que não seja necessário fazer nada além de conter nossa língua. Os outros com certeza perceberão quando honramos a Deus com o que dizemos — ou não dizemos.
— Randy Kilgore


Leia: Tiago 3:1-12 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 14-16;Marcos 12:28-44

Considere: O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias. —Provérbios 21:23

Escolhendo a liderança da igreja

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É Deus quem escolhe, chama e capacita a liderança da sua igreja. É Deus quem dá pastores à sua igreja. É o Espírito Santo quem constitui presbíteros na igreja. A igreja expressa a vontade de Deus pelo voto, mas em última instância é o próprio Deus quem escolhe aqueles a quem ele mesmo quer para pastorear as suas ovelhas. Hoje, esta igreja estará escolhendo, sob a orientação divina, presbíteros e diáconos. Nossa oração é que, aqueles que forem eleitos, sejam homens cheios do Espírito Santo, dedicados ao pastoreio do rebanho de Deus. Qual deve ser o perfil do líder na igreja de Deus?

1. O líder precisa andar com Deus antes de fazer a obra de Deus. 
Quando Jesus chamou os apóstolos, designou-os para estarem com ele; só depois, os enviou a pregar. Vida com Deus precede trabalho para Deus. A vida do líder é a vida da sua liderança. Deus está mais interessado em quem o líder é do que naquilo que o líder faz. Primeiro o líder anda com Deus, depois ele trabalha para Deus.

2. O líder precisa ter consciência do seu chamado divino. 
Paulo diz para os presbíteros de Éfeso: “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos para pastoreardes a igreja de Deus”. É o Espírito Santo quem constitui presbíteros na igreja. O presbiterato é uma obra e uma obra excelente. Ninguém deve buscar esse ministério a menos que tenha consciência de que o Espírito Santo o convoca para esse mister. O presbiterato não é um posto de privilégio, mas uma plataforma de serviço. De igual modo, o diácono deve ter consciência do seu chamado para servir. O diaconato é uma sacrossanta vocação, uma vez que o próprio Filho de Deus veio para servir e não para ser servido.

3. O líder precisa cuidar de si mesmo e do rebanho de Deus. 
Cuidar de si sem cuidar do rebanho é egoísmo; cuidar do rebanho sem cuidar de si é incoerente. O líder precisa ter vida consistente e ministério eficiente. O presbítero precisa cuidar de todo o rebanho e não apenas de parte dele. O líder não pode fazer acepção de pessoas. Ele precisa pastorear as ovelhas e os cordeiros, os adultos e as crianças, e isso, com fidelidade, inteligência, sabedoria, graça, mansidão e amor. O líder precisa ser firme e também amável. O líder espiritual é aquele que cuida, ensina, protege e consola o povo de Deus.

4. O líder precisa proteger as ovelhas dos falsos ensinos. 
O apóstolo Paulo exortou os presbíteros de Éfeso a estarem atentos acerca dos lobos que estão do lado de fora querendo entrar no aprisco para destruir as ovelhas e dos lobos travestidos de ovelhas que estão dentro do aprisco buscando uma ocasião para se manifestarem e arrastarem após si as ovelhas. Cabe aos presbíteros velar pela vida espiritual das ovelhas de Cristo. Eles devem proteger as ovelhas de Cristo das perniciosas heresias e vigiar para que os falsos mestres não tenham acolhida na igreja de Deus. Cabe aos diáconos estarem atentos às necessidades físicas e espirituais dos crentes, a fim de que na igreja de Deus as necessidades dos santos sejam supridas.

5. O líder precisa ter motivações corretas no pastoreio do rebanho de Deus. 

O líder espiritual deve fazer a coisa certa, cuidar do rebanho de Deus, com a motivação certa. O presbítero deve pastorear a igreja de Deus em vez de apascentar a si mesmo. Ele deve pastorear a igreja de Deus não como uma pesada obrigação, mas espontaneamente. Nessa lida, o presbítero deve buscar os interesses de Cristo e da igreja e não vantagens pessoais. Ele deve ser amável com as ovelhas de Cristo, tratando-as com acendrado amor, servindo-lhes de exemplo, em vez de dominá-las com rigor. Por sua vez, os diáconos devem servir às mesas, cuidar dos pobres, assistir os necessitados e expressar por intermédio de seu ministério a misericórdia divina.


Pr. Hernandes in Pastorais

quarta-feira, 22 de maio de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Colunas que sustentam um casamento 

- Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


Até isto procede do Senhor dos Exércitos; porque é maravilhoso em conselho e grande em obra.

VÍDEO DO DIA - Me traz de volta - Leandro Soares (Feat. Sarah Beatriz)


Me traz de volta - Leandro Soares (Feat. Sarah Beatriz)



PÃO DIÁRIO - 16/03/2016 - Vestido para enganar

Vestido para enganar


Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. —Mateus 7:15


Caminhando pelas montanhas, Coty Creighton viu um bode que não se parecia com o resto do rebanho. Uma observação mais apurada revelou que o incomum animal era, na verdade, um homem vestido de bode. Quando as autoridades contataram o homem, ele descreveu seu traje como um macacão de pintor coberto com lã e disse estar testando seu disfarce para uma caçada.
O engano do caçador me faz recordar as palavras de Jesus: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (Mateus 7:15). Falsos mestres não toleram o fruto o Espírito de Deus (Gálatas 5:22-23). Em vez disso, “…seguindo a carne, […] menosprezam qualquer governo” (2 Pedro 2:10). Eles são ousados, egoístas e dados à ganância (vv.10,14). Governados por seus próprios desejos, eles exploram as pessoas usando “palavras fictícias” (v.3). A Bíblia diz que esses líderes espirituais desobedientes estão fadados à destruição e levarão muitas pessoas inocentes e sem discernimento com eles (vv.1-2).
Em vez de perseguir ganhos pessoais, Jesus, o Bom Pastor, entregou Sua vida por Suas ovelhas. Deus não quer que ninguém seja enganado por falsos ensinamentos. Cristo quer que estejamos alertas em relação àqueles que enganam e que em vez disso o sigamos — o verdadeiro Pastor das nossas almas.
— Jennifer Benson Schuldt

Leia: 2 Pedro 2:1-3,12-19 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 8-10;Marcos 11:19-33

Considere: Há muitos substitutos, mas só Cristo é único.

O túmulo vazio de Cristo, o berço da igreja

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A ressurreição de Cristo é o seu grito de triunfo sobre a morte. É a prova cabal de que sua morte foi eficaz, de que seu sacrifício vicário foi perfeito e de que a porta da esperança está aberta para nós. Não adoramos o Cristo preso na cruz nem o Cristo vencido pela morte. Jesus ressuscitou. Ele está à destra de Deus, de onde voltará com grande poder e glória. Vamos abordar essa magna doutrina da ressurreição sob três perspectivas:

1. A ressurreição de Cristo é um fato inegável (1Co 15.1-8)
 – Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou segundo as Escrituras. Sua morte e ressurreição não foram um acidente, mas uma agenda. Ele não morreu como um mártir, o Pai o entregou e ele voluntariamente se deu. Sua morte foi pública e sua ressurreição confirmada por várias testemunhas. Nossa fé não está fundamentada num mito. O alicerce da nossa esperança não está numa lenda. Os céticos tentam desesperadamente negar essa verdade incontroversa. Alguns dizem que Jesus não chegou a morrer, mas apenas teve um desmaio na cruz. Outros dizem que os discípulos roubaram o corpo de Cristo. Ainda outros dizem que as mulheres foram ao túmulo errado e divulgaram a notícia de que sua sepultura estava aberta. As trevas do engano, entretanto, não podem prevalecer contra a luz da verdade. Jesus está vivo. A realidade de sua ressurreição mudou a vida daqueles discípulos pusilânimes. Dominados pela convicção da vitória de Cristo sobre a morte, eles tornaram-se homens ousados e enfrentaram com galhardia os açoites, as prisões e o martírio.

2. A ressurreição de Cristo é um fato indispensável (1Co 15.12
-20a) 
– O apóstolo coloca o machado da verdade na raiz do falso pensamento grego acerca da ressurreição. Pelo fato de eles considerarem a matéria má e o corpo como cárcere da alma, não aceitavam a ressurreição do corpo. Paulo argumenta que se não há ressurreição do corpo, então Cristo não ressuscitou, e se Cristo não ressuscitou é vã nossa pregação e a nossa fé. Se Cristo não ressuscitou somos falsas testemunhas de Deus. Se Cristo não ressuscitou ainda permanecemos nos nossos pecados. Se Cristo não ressuscitou os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos. A ressurreição de Cristo é a pedra de esquina que mantém o edifício do cristianismo de pé. O túmulo vazio de Cristo é o berço da igreja. Porque Cristo ressuscitou, a morte não tem a última palavra. Porque Cristo ressuscitou o túmulo gelado não é nosso destino. Caminhamos não para um ocaso lúgubre, mas para uma manhã radiosa de imortalidade e gozo eterno.

3. A ressurreição de Cristo é um fato incomparável (1Co 15.20b-28) 
– Cristo levantou-se da morte como primícias dos que dormem. Ele abriu o caminho e após ele seguiremos. Como morremos em Adão, seremos vivificados em Cristo. Quando ele vier em sua majestade e glória, os mortos ouvirão dos túmulos a sua voz e sairão, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo. Ao vencer a morte, ele tirou o aguilhão da morte e matou a morte com sua morte, triunfando sobre ela na ressurreição. Sua ressurreição é a garantia da nossa ressurreição. À semelhança dele teremos, também, um corpo de glória. Nosso corpo será imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, espiritual e celestial. Vamos brilhar como as estrelas no firmamento e como o sol no seu fulgor. Caminhamos, portanto, não para um horizonte pardacento, mas para um céu de glória, onde estaremos com Cristo eternamente e com ele reinaremos para sempre!´´´



Por Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...