sábado, 26 de janeiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Acostumados a Perder - Pr. Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


Ele veio e anunciou paz a vocês que estavam longe e paz aos que estavam perto,

VÍDEO DO DIA - Ousado Amor (Clipe Oficial) - Isaias Saad


Ousado Amor (Clipe Oficial) - Isaias Saad



PÃO DIÁRIO - 26/01/2019 - Duas vitórias

Duas vitórias

Davi consultou ao Senhor… —2 Samuel 5:19


O rei Davi foi contra um inimigo já conhecido. Anos antes, ainda um jovem pastor, ele enfrentou Golias, o melhor guerreiro filisteu, matando-o com uma pedra bem lançada (1 Samuel 17). Agora Davi era rei de Israel, e novamente vieram os filisteus! Eles souberam que Davi era rei e decidiram atacar (2 Samuel 5:17).
O que fazemos por primeiro, quando o problema está a caminho? Nós podemos entrar em pânico. Podemos fazer planos. Ou podemos primeiro fazer o que fez Davi — orar. “Davi consultou ao Senhor…” (v.19), e Deus o guiou.
Davi teve de lutar duas batalhas com os filisteus — uma em Baal Perazim e outra no vale de Refaim. Foi uma boa atitude ele ter consultado a Deus, porque nessas duas batalhas havia duas estratégias diferentes. Na primeira, Deus venceu a batalha apenas com o Seu poder: “Rompeu o Senhor as fileiras inimigas diante de mim, como quem rompe águas”, Davi registrou (v.20). Na outra, Deus deu a Davi um plano de ação, e quando ele o seguiu, os israelitas venceram (vv.23-25).
A cada dia, enfrentamos muitos desafios. Embora não haja uma única resposta que sirva para tudo, a nossa primeira ação deve ser sempre consultar a Deus. À medida que Ele nos orienta, podemos confiar nele. Então, se a vitória vem por intermédio de Sua intervenção miraculosa ou de Sua orientação, toda a glória pertence a Deus.
— Dave Branon

Leia: 2 Samuel 5:17-25

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 40-42;Hebreus 4

Considere: Para resistir aos desafios, invista tempo em oração.

Propostas indecentes

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Quando o povo de Israel estava para sair do Egito, Faraó fez quatro propostas a Moisés para reter o povo no cativeiro. Essas propostas eram indecentes. Tinham como objetivo enganar o povo e mantê-lo na escravidão. Vamos examiná-las:

Em primeiro lugar, não vá, fique (Ex 8.25). A escravidão é um símbolo do pecado, Faraó é um símbolo de Satanás e o Egito é um símbolo do mundo. Faraó propôs a Moisés a continuar no Egito e a levantar ali mesmo altares a Deus. A princípio parecia uma proposta simpática e acolhedora. Mas, toda vantagem proposta por Satanás tem uma armadilha. Ainda hoje, Satanás usa a mesma estratégia, induzindo as pessoas a pensar que podem adorar a Deus sem sair da escravidão do pecado. Que podem entrar para a igreja sem romper com os esquemas do mundo. Que podem colocar uma bela máscara de santidade, sem mudar de vida. Que podem se tornar religiosas sem novo nascimento. Faraó propõe a religião da forma sem vida, do ritual sem conversão, da aparência sem novo nascimento. Moisés rechaçou peremptoriamente a sedutora proposta de Faraó e nós devemos, também, rejeitar firmemente as insinuações do diabo. Não basta levantar altares a Deus. Precisamos sair do Egito!

Em segundo lugar, vá, mas não vá longe (Ex 8.28). Faraó agora propõe o povo ir, mas não ir tão longe. Faraó que até então castigava o povo com duros açoites e com trabalhos forçados, agora se transforma em chefe de relações públicas. Quer relacionamento. Abre as portas de seu império para o povo voltar sempre que sentir saudade. Quer manter os vínculos. Não quer cortar as raízes. A ideia de Faraó é esta: Vá, mas não vá tão longe. Vá, mas volte. Vá, mas não vá definitivamente. Hoje, ainda, essa é uma proposta perigosa. O diabo além de acusador é também um sedutor. Depois de afligir seus súditos, tenta atrai-los, mostrando as vantagens do mundo. Oferece-lhes prazeres. Abre-lhes a porta da liberdade. Convida-os a vir e desfrutar do melhor do Egito. A tese de Faraó aqui é que você pode desfrutar o melhor dos dois mundos e viver com o coração dividido. Moisés, porém, rechaça com veemência essa sedutora proposta. Quem foi liberto da escravidão, não deve mais retroceder. A vida com Deus exige consagração plena!

Em terceiro lugar, vá, mas nem todos (Ex 10.10,11). Faraó propõe a Moisés levar o povo, mas deixar no Egito as crianças e os jovens. Com isso, está insinuando que o lugar para os jovens desfrutarem a vida é no Egito. Que levantar altares a Deus é uma atividade para aqueles que já dobraram o cabo da boa esperança e já se aproximam do cabo das tormentas. Faraó quer induzir Moisés a pensar que o culto a Deus não tem atrativos para os jovens e que eles devem ficar no Egito, onde os prazeres são mais vibrantes. Essa mentira de Faraó traveste-se de muitas outras sedutoras propostas em nossos dias. Muitos jovens abandonam as fileiras da fé para retrocederem aos prazeres transitórios do pecado. Moisés, com firmeza pétrea, resiste a proposta de Faraó e não abre mão das crianças nem dos jovens. A família não pode estar dividida. Velhos, jovens e crianças, todos, devem estar na presença de Deus, a serviço de Deus, pois o lugar dos jovens desfrutarem a vida e encontrarem plenitude de alegria é na presença de Deus.

Em quarto lugar, vá, mas deixe a grana (Ex 10.24,26). Faraó ao ver esgotadas todas as suas sugestões, tentou sua última cartada. Sugeriu que Moisés fosse embora, mas deixasse para trás o rebanho. Os israelitas serviriam a Deus, mas seus rebanhos ficariam no Egito. A reposta de Moisés é corajosa e emblemática. Disse a Faraó que nem uma unha ficaria no Egito (Ex 10.26). Muitos querem adorar a Deus, deixando seus bens no Egito. Querem servir a Deus sem consagrar a ele seus bens. A Escritura é enfática em dizer que não podemos separar o culto que prestamos a Deus dos bens que possuímos, pois onde estiver o nosso tesouro, aí também estará o nosso coração. Cuidado com as propostas de Faraó, elas são indecentes e muito perigosas. Acautelemo-nos!




Rev Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Farei uma aliança de paz com eles; será uma aliança eterna. Eu os firmarei e os multiplicarei, e porei o meu santuário no meio deles para sempre.

VÍDEO DO DIA - Marcelo Nascimento - Prosperarei

Marcelo Nascimento - Prosperarei




PÃO DIÁRIO - 25/01/2019 - A bênção de doar

A bênção de doar

…Mais bem-aventurado é dar que receber. —Atos 20:35



Não fazia sentido para uma viúva doar suas últimas poucas moedas para uma instituição corrupta em Jerusalém, na qual os escribas que dependiam dessas doações “devora[vam] as casas das viúvas” (Marcos 12:40). Mas na oferta daquela mulher, Jesus viu uma demonstração prática da atitude correta em relação ao dinheiro (vv.41-44).
Gordon Cosby era pastor de uma igreja nos EUA. Ele conta a história de uma viúva cujo rendimento mal dava para alimentar e vestir seus seis filhos. No entanto, toda semana ela fielmente depositava uma pequena quantia no gasofilácio. Um diácono sugeriu que o pastor dissesse à mulher que usasse seu dinheiro em benefício de sua própria família.
Cosby aceitou esse conselho do diácono, para o próprio arrependimento. “Você está tentando tirar a última coisa que me dá dignidade e sentido”, disse a viúva. Ela tinha aprendido a essência de doar: pode ser mais benéfico para quem dá do que para quem recebe. Sim, aqueles em situação de pobreza precisam de ajuda financeira. Mas a necessidade de dar pode ser tão importante quanto a necessidade de receber.
O ato de doar nos lembra de que vivemos pela graça de Deus, como os pássaros e as flores. Essas criaturas não se preocupam com o futuro, nem nós deveríamos. Doar oferece-nos uma forma de expressar a nossa confiança de que Deus cuidará de nós, assim como Ele cuida de um pardal e de um lírio (Mateus 6:25-34).
— Philip Yancey


Leia: Marcos 12:38-44

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 43-45;Hebreus 5

Considere: Quando abrimos mão do dinheiro, frustramos o seu poder sobre nós.

O trono de Deus, a sala de comando do universo

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Estamos começando mais um ano. Os prognósticos políticos e econômicos para o Brasil , para muitos são de esperança e otimismo, para outros nem nem tanto, existem os  pessimistas , mas o nosso futuro não está nas mãos dos homens e sim, mas nas mãos de Deus. Ele está no trono e governa os destinos da história. A mensagem central do livro de Apocalipse é mostrar para a igreja que o seu Deus está no trono do universo. Olhando para Apocalipse capítulo 4, destacaremos três verdades importantes:

Em primeiro lugar, Deus está assentado no trono do universo e governa o nosso destino. João viu um trono no céu e trono é lugar de honra, autoridade e julgamento. Todos os tronos da terra estão sob a jurisdição desse trono do céu. O mesmo Deus que criou todas as coisas e está no controle de tudo levará a história para uma consumação final. O que João descreve não é Deus mesmo, mas o seu esplendor, porque a ele não se pode descrever (Ex 20.4). Não há descrição do trono nem da pessoa que está assentado nele. O que João viu quando olhou para o trono só pode ser descrito em termos de brilho de pedras preciosas. João descreve a Deus como um ser absolutamente misterioso, único, singular, o totalmente outro. João diz que ele é semelhante, no aspecto, a pedra de jaspe (a mais cristalina, a mais pura, sem nenhuma poluição) e de sardônio (cor vermelha, a mais translúcida que existe). A pedra de jaspe (branca) descreve a santidade de Deus e a de sardônio (vermelha), o seu juízo.

Em segundo lugar, o trono de Deus é o trono de graça, misericórdia, juízo e santidade. Ao redor do trono há um arco-íris semelhante, no aspecto, a esmeralda. O arco-íris é o símbolo da graça e da misericórdia de Deus, da sua aliança com o seu povo. Normalmente o arco-íris aparece depois da tempestade, mas aqui, ele aparece antes dela. Para os filhos de Deus a tempestade já passou, porque Cristo já se deu a si mesmo para nos resgatar do dilúvio do juízo. Agora, temos o sol da justiça brilhando sobre nós. Antes de Deus derramar o seu juízo sobre a terra, ele oferece a sua misericórdia. Antes das taças do juízo, ele envia as trombetas de alerta. Mas, o trono de Deus é, também, um trono de juízo. Os relâmpagos, as vozes e os trovões são evidências de juízo e ira. O arco-íris foi visto antes dos relâmpagos. A graça sempre antecede ao julgamento. Aqueles que recusam receber a misericórdia terão que suportar o juízo. Quem não foi purificado pelo sangue, terá que suportar o fogo do juízo divino. Mas, o trono Deus é, ainda, o trono de santidade. O mar de vidro está em contraste com o mar de sujeira e poluição do pecado. Para estar diante do trono de Deus é preciso ser purificado. Não há sujeira nem corrupção diante do trono de Deus. Tudo é transparente, limpo e puro. Deus é santo. Ele não se associa com o mal. Ele abomina o mal. Embora ele ame a todos, não ama a tudo.

Em terceiro lugar, aquele que está assentado no trono deve adorado. Os remidos adorarão àquele que vive pelo século dos séculos. A igreja se prostra diante daquele que está assentado no trono. A glória deles é glorificar ao que está assentado no trono. Depositarão suas coroas diante do trono em sinal de total submissão e rendição. Ele é digno de receber a glória; eles não são dignos de glorificar, por isso, se prostram e depositam suas coroas diante do trono. O que está assentado no trono é o criador de todas as coisas. O mesmo Deus que criou tudo e sustenta tudo levará o mundo, a história e a igreja à consumação final. João é chamado ao céu para ver o trono e o entronizado. O trono de Deus está no centro do universo. Tudo acontece a partir do trono. Tudo está ao redor do trono. Graça e juízo emanam do trono. Todo o louvor e glória são dirigidos àquele que está assentado no trono. Não precisamos temer o ano que se inicia. Tudo está sob controle daquele que está assentado no trono!




Rev Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Não ande só - Pr. Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração.
Entristeçam-se, lamentem e chorem. Troquem o riso por lamento e a alegria por tristeza.

VÍDEO DO DIA - Nivea Soares, Ana Paula Valadão e Fernanda Brum - Vinde a Mim (Acústico Ao Vivo)

Nivea Soares, Ana Paula Valadão e Fernanda Brum - Vinde a Mim 


PÃO DIÁRIO - 24/01/2019 - Tempo para tudo

Tempo para tudo

Tudo tem o seu tempo determinado… —Eclesiastes 3:1


Na década de 1960, a banda de folk-rock The Byrds popularizou a música Turn! Turn! Turn! (Vire!). Ela alcançou o primeiro lugar na lista das 100 melhores músicas e ganhou popularidade em todo o mundo. As pessoas pareciam cativadas pelas letras. Curiosamente, com exceção da última linha, as letras são do Antigo Testamento, do livro de Eclesiastes.
“Tudo tem o seu tempo determinado…” proclama o autor de Eclesiastes, “…e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (3:1). Em seguida, ele lista algumas fases da experiência humana: o nascimento e a morte, ganho e perda, lágrimas e risos, pranto e alegria. Assim como ocorrem as mudanças de estação na natureza, o mesmo acontece com as fases em nossas vidas. Nossas circunstâncias nunca permanecem as mesmas por muito tempo.
Às vezes, damos as boas-vindas à mudança em nossas vidas. Mas, frequentemente, quando envolve dor e perda é difícil. Contudo, ainda assim podemos ser gratos porque Deus não muda. “Eu, o Senhor,” Ele disse através do profeta Malaquias, “não mudo” (Malaquias 3:6).
Porque Deus permanece o mesmo, podemos confiar nele em meio às mudanças nas estações da vida. Sua presença está sempre conosco (Salmo 46:1), Sua paz tem o poder de guardar os nossos corações (Filipenses 4:7), e o Seu amor oferece segurança para as nossas almas (Romanos 8:39).
— Jennifer Benson Schuldt

Leia: Eclesiastes 3:1-8

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 37-39;Hebreus 3

Considere:A natureza imutável de Deus é a nossa segurança durante as fases de mudança.

A indescritível glória de Deus

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“…levantai-vos, bendizei ao Senhor, vosso Deus, de eternidade em eternidade. Então, se disse: Bendito seja o nome da tua glória, que ultrapassa todo bendizer e louvor.” (Ne 9.5)

Depois de um tempo de arrependimento e restauração, o povo de Israel regresso do cativeiro babilônico, prorrompeu em louvor a Deus, e de forma esplêndida exaltou sua indescritível grandeza. Três verdades são enfatizadas:

Em primeiro lugar, Deus é exaltado pela criação do universo. Está escrito: “Só tu és Senhor, tu fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles…” (Ne 9.6a). O universo não surgiu espontaneamente nem veio à existência mediante uma explosão cósmica. O universo não é resultado de uma evolução de milhões e milhões de anos, mas foi criado por Deus. Antes da criação só Deus existia. E ele, sendo o único Deus, trouxe à existência as coisas que não existiam. Criou tudo do nada, ou seja, sem matéria pré-existente. Em linguagem resumida, Neemias escreve que Deus criou tudo no céu, na terra e nos mares. O universo vastíssimo e insondável, com sua multifária beleza, é obra do Criador. Segundo os mais eminentes astrônomos, o universo tem mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro. Isso significa que se pudéssemos voar à velocidade da luz, trezentos mil quilômetros por segundo, nessa velocidade levaríamos mais de noventa e três bilhões de anos para ir de uma extremidade à outra do universo. Oh, quão grande é a obra criada! Pois, infinitamente maior é o Criador. Ele existe antes da criação. Ele é independente da criação. Ele é maior do que a criação!

Em segundo lugar, Deus é exaltado pela preservação das criaturas. O texto prossegue, e diz: “… e tu os preservas a todos com vida, e o exército dos céus te adora” (Ne 9.6b). Deus não apenas criou todas as coisas, mas também as sustenta. Deus não apenas deu vida a todas as criaturas, mas também as preserva com vida. Só Deus tem vida em si mesmo. Todas as criaturas dependem de Deus e não têm vida à parte dele. O Deus criador é também o Deus da providência. Os deístas afirmam que Deus criou todas as coisas, mas está longe delas. Imaginam que Deus é como um relojoeiro que depois de fabricar o relógio deu cordas nele e o deixou trabalhando sozinho. Esse pensamento está equivocado. Embora Deus seja transcendente, é também imanente. Embora tenha criado o universo com leis que o regem, intervém na criação providencialmente. Deus não apenas está além do universo e é independe dele, mas também está presente nele e o governa.

Em terceiro lugar, Deus é exaltado pela eleição e redenção do seu povo. Neemias continua, e diz: “Tu és o Senhor, o Deus que elegeste Abrão, e o tiraste de Ur dos caldeus, e lhe puseste por nome Abraão” (Ne 9.7). Não há Deus além do Senhor. Antes dele nunca houve nem depois dele jamais haverá outro semelhante. Os deuses dos povos são ídolos vãos, criados pela arte e pela imaginação humana. Ele é Senhor, Criador e Redentor. Ele não apenas criou todos os seres no céu, na terra e no mar, mas também a todos preserva com vida. Além disso, Deus escolheu um povo e o resgatou para ser sua propriedade exclusiva. O Deus que elege é também o Deus que chama e o mesmo Deus que chama é também o Deus que resgata. Deus nos escolheu antes da fundação do mundo e chamou-nos com santa vocação. Resgatou-nos com o sangue do seu Filho e selou-nos com o seu Santo Espírito. Fomos separados de entre todas as nações para sermos uma nação santa. Fomos resgatados de entre todos os povos para sermos um povo totalmente seu, zeloso e de boas obras. Somos o povo de Deus, a família de Deus, a habitação de Deus. Temos nele todo o nosso deleite e a ele rendemos toda a nossa adoração!



Rev  Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


e quando vocês e os seus filhos voltarem para o Senhor, para o seu Deus, e lhe obedecerem de todo o coração e de toda a alma, de acordo com tudo o que hoje lhes ordeno,
então o Senhor, o seu Deus, lhes trará restauração e terá compaixão de vocês e os reunirá novamente de todas as nações por onde os tiver espalhado.

VÍDEO DO DIA - Trazendo a Arca - Pra tocar o manto [ DVD LIVE IN ORLANDO ]

Trazendo a Arca - Pra tocar o manto 

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PÃO DIÁRIO - 23/01/2019 - Recompenças

Recompensas

É por isso que também nos esforçamos […] para lhe sermos agradáveis [a Deus]. —2 Coríntios 5:9


Em um ministério infantil da minha igreja, entregamos cartões para as crianças quando percebemos seu bom comportamento. Elas colecionam os cartões e recebem recompensas para as boas escolhas que fizeram. Estamos tentando reforçar o bom comportamento ao invés de focar no mau comportamento.
Quando um líder entregou um cartão a Theo, de 11 anos, ele respondeu: “Não, obrigado. Não preciso de um, eu quero me comportar bem e não preciso de uma recompensa por isso.” Para ele, fazer o certo era a sua recompensa e, definitivamente, tem bons valores enraizados em seu coração, e quer vivê-los — com recompensas ou não.
Como cristãos, um dia seremos recompensados. Lemos no livro de 2 Coríntios 5:10: “…que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo”. Mas, obter uma recompensa não deve ser a nossa motivação para viver corretamente. Tampouco é para ganhar a salvação. Viver por amor a Deus e agradá-lo deve ser o desejo dos nossos corações.
Quando amamos a Deus, o nosso alvo é agradar aquele que nos amou primeiro (1 João 4:19) e servi-lo com motivos puros (Provérbios 16:2; 1 Coríntios 4:5). A melhor recompensa será estar com Ele!
— Anne Cetas

Leia: 2 Coríntios 5:1-11

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 34-36;Hebreus 2

Considere: O nosso desejo de agradar a Deus é o nosso maior motivo para obedecê-lo.

Cuidado com o vinho, ele pode arruinar sua vida!

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A palavra de Deus faz solenes advertências sobre o perigo da embriaguez. Sendo o álcool um dos maiores problemas da família brasileira, cumpre-nos entendermos o que a Bíblia diz sobre o assunto. Destacaremos, aqui quatro pontos:

Em primeiro lugar, quando o vinho é uma ameaça (Pv 23.29,30). A bebida alcoólica tem sido o maior ladrão de cérebros do mundo. Está por trás da maioria dos crimes passionais e dos acidentes automotivos. Os cemitérios estão cheios de suas vítimas e as cadeiras lotadas de seus protagonistas. Aqueles que se entregam à bebedeira render-se-ão aos lamentos. Serão provocadores de rixas e intrigas. Passarão a vida bebendo e se queixando dos males que eles mesmos provocaram. Aquele que se demora em beber vinho e busca bebida misturada labora contra si mesmo, cava sua própria cova e pavimenta o caminho de sua própria destruição. O alcoolista não apenas atenta contra sua própria vida, mas, também, transtorna sua própria família. Torna-se motivo de opróbrio para o cônjuge e vergonha para os filhos.

Em segundo lugar, quando a sedução do vinho é um laço (Pv 23.31,32). O vinho é uma bebida apreciada no mundo inteiro desde os tempos mais remotos. Jesus transformou água em vinho numa festa de casamento, inaugurando os seus milagres. Era símbolo da alegria e um importante alimento. Era usado como remédio e não faltava à mesa das pessoas ricas ou pobres. O vinho, porém, tem seus perigos e ameaças. O vinho tem um forte poder de sedução. Tem cheiro e sabor. Resplandece no copo e escoa suavemente. Aqueles que desprezam seu poder de sedução e domínio e perdem a sobriedade, são picados por uma víbora venenosa. A cobra é um animal sutil. Não rosna como um cão bravo nem urra como um leão esfaimado. A cobra espreita. Arma o bote e ataca repentina e implacavelmente. Seu bote é certeiro. Sua mordida é venenosa. Sua picada é mortal. Ninguém se inicia na bebida como um ébrio. Alguns, porém, flertam com a bebida e ficam presos em seus laços. Em vez de terem domínio próprio, são dominados pelo vinho. Tornam-se dependentes e adictos. Não conseguem beber com equilíbrio. Não sabem beber com moderação. São escravos da bebida. São dominados pela sedução do álcool. O resultado dessa escravidão é a dor, o sofrimento e a morte. A mordida dessa cobra e a picada desse basilisco pode ser fatal. Fuja do álcool enquanto é tempo!

Em terceiro lugar, quando os efeitos do vinho são desastrosos (Pv. 23.33). O vinho em excesso provoca alucinação. O álcool tem o poder de tirar a sobriedade. A embriaguez rouba o cérebro do homem, embaralha sua visão, entorpece seu entendimento e diminui seus reflexos. Um homem bêbado vê coisas esquisitas e fala coisas perversas. Seus olhos e sua boca são arrebatados pela loucura. Seus sentidos são alterados. Dentre os muitos efeitos do álcool, o texto em apreço destaca dois. O primeiro deles é que uma pessoa bêbada não consegue ver as coisas como elas são. Sua avaliação da realidade é completamente alterada. Sua percepção das coisas é embotada. Seu discernimento fica manco. Seus reflexos ficam lentos. Sua análise dos fatos completamente deficiente. O segundo efeito do álcool é que o coração do ébrio fala coisas perversas. Uma pessoa bêbada desanda a boca para falar impropérios e blasfêmias. O álcool não é prejudicial apenas a saúde; é letal ao bom nome, é nocivo à honra, é desastroso à família e à sociedade.

Em quarto lugar, quando o bebedor de vinho chega ao fundo do poço (Pv 23.34,35). O beberrão começa sua triste jornada olhando para o copo, sendo atraído pelo brilho do vinho e pela sedução de seu cheiro e termina sua inglória caminhada sendo jogado de um lado para o outro, ao sabor das ondas revoltas do mar da vida. Deitar-se no meio do mar é viver como um náufrago, sem chão, sem terra para pisar, sem casa para voltar. Deitar-se no alto do mastro fala de uma solidão avassaladora, de um isolamento cruel, de um auto-banimento amargo. Quando esse homem se levanta da tormenta e da solidão, seu corpo está cheio de hematomas e feridas. Foi espancado, mas nem sabe quem o agrediu. Ele tornou-se saco de pancada. Cair de porta em porta, perambular de boteco em boteco, chegar em casa com cheiro de álcool, ferido no corpo e na alma nem mais lhe provoca dor. Foi surrado e voltará a ser, porque já perdeu o pudor e a sensibilidade. Quando despertar do torpor do álcool, sabe o que ele fará? Voltará a beber! É um adicto. É um dependente! É um escravo do vício! Foi picado pela cobra venenosa do álcool. A não ser que seja liberto pela força divina, não conseguirá sair por si mesmo dessa masmorra cruel. Cuidado com o vinho!




Rev Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


O que destrói mais casamentos do que o adultério? 

- Josué Gonçalves




Versículo do dia

Versículo do dia


Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

VÍDEO DO DIA - Marcelo Nascimento Derrama a Tua Glória


Marcelo Nascimento Derrama a Tua Glória



PÃO DIÁRIO - 22/01/2019 - Pule o muro

Pule o muro

Se o que te aborrece tiver fome, dá-lhe pão para comer; se tiver sede, dá-lhe água para beber. —Provérbios 25:21

O sargento Richard Kirkland era um soldado na Guerra Civil dos EUA (1861–65). Durante uma batalha, muitos soldados feridos foram abandonados na terra de ninguém, e Kirkland obteve permissão para ajudá-los. Ao recolher os cantis, ele pulou o muro de pedra que o separava de seus adversários e se inclinou sobre o primeiro soldado para prestar socorro. Correndo grande risco de vida, este herói estendeu a misericórdia de Cristo aos soldados inimigos.
Ainda que poucos de nós enfrentem um inimigo no campo de batalha, aqueles que sofrem podem ser encontrados ao nosso redor — pessoas que lutam contra a solidão, perda, problemas de saúde e pecado. Seus gritos, silenciados por muitas de nossas distrações, imploram por misericórdia e conforto, esperança e ajuda. O exemplo de Kirkland da compaixão de Cristo coloca em prática o mandamento de Jesus de “amar seus inimigos” (Mateus 5:44). Paulo desenvolveu este tema ao citar Provérbios 25:21: “Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber” (Romanos 12:20). “Não te deixes vencer do mal…” ele nos instruiu, “…mas vence o mal com o bem” (v.21).
O desafio de Paulo nos leva a imitar o sargento Kirkland. Hoje é o dia para “pularmos o muro” da segurança e emprestar o conforto de Deus àqueles que precisam.
— Randy Kilgore


Leia: Romanos 12:14-21

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias  32:33; Hebreus 1  

Considere:  A bondade está ao nosso alcance, mesmo quando a ternura não está - Samuel Johnson

Encurralado por Deus

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O rei Davi, no Salmo 139, mostra de forma incontroversa, que é impossível o homem escapar do conhecimento, da presença e do poder de Deus. Três atributos incomunicáveis de Deus são destacados e uma conclusão prática é estabelecida. Vejamos:

Em primeiro lugar, somos encurralados pelo conhecimento absoluto que Deus tem a nosso respeito (Sl 139.1-6). Se nós não conseguimos sondar e conhecer plenamente a nós mesmos, Deus nos sonda e nos conhece (v. 1). Ele conhece todos os nossos movimentos, ou seja, quando nos assentamos e levantamos (v. 2). Conhece até mesmo os nossos pensamentos (v. 2). Deus vai além. Ele esquadrinha o nosso andar e o nosso deitar. Na verdade, ele conhece todos os nossos caminhos (v. 3). Deus conhece todas as nossas palavras, mesmo antes de nós as proferirmos (v. 4). Deus nos encurrala por todos os lados, conhecendo nossa vida como jamais alguém poderia conhecê-la. Diante da onisciência de Deus, ficamos completamente esmagados (v. 5,6).

Em segundo lugar, somos encurralados pela presença de Deus que nos acompanha para onde formos (Sl 139.7-12). É impossível ausentar-se do Espírito de Deus e fugir de sua face (v. 7). Tanto os mais altos céus como o mais profundo abismo não seriam esconderijos seguros para nos escondermos de Deus (v. 8). Os confins dos mares não estão fora do alcance da onipresença de Deus (v. 9,10). Nem mesmo as trevas podem nos encobrir de seus olhos, pois para Deus as próprias trevas são como a luz (v. 11,12). Deus é inescapável. Em relação a Deus estamos num beco sem saída. Ele nos cerca por todos os lados. É impossível fugir de sua presença.

Em terceiro lugar, somos encurralados pelo poder Deus que nos fez de forma tão extraordinária (Sl 139.13-18). Como poderíamos escapar daquele que nos criou e nos formou? Como fugir daquele que formou o nosso interior e nos teceu no ventre de nossa mãe? (v. 13). Em vez de pegarmos, tolamente, uma rota de fuga para tentarmos, em vão, escaparmos de Deus, deveríamos dar graças a ele pela forma tão assombrosamente maravilhosa como ele nos formou (v. 14). Nosso corpo, embora frágil, é de uma complexidade indescritível. Somos um ser programado geneticamente. Temos em nosso corpo cerca de sessenta trilhões de células vivas e em cada uma delas um metro e setenta centímetros de fita DNA, onde estão gravados e computadorizados todos os nossos dados genéticos. Sabemos que códigos de vida não são gerados espontaneamente. Códigos de vida não surgem de uma explosão cósmica nem de uma evolução de milhões e milhões de anos. Códigos de vida foram plantados em nós pelo criador onipotente. Deus não só nos viu quando éramos apenas uma substância informe, mas, também, escreveu no seu livro todos os nossos dias, quando nenhum deles havia ainda (v. 15,16). Diante da grandeza insondável de Deus, só nos resta ficarmos extasiados (v. 17), sobretudo, diante da nossa limitação e incapacidade (v. 18).

Em quarto lugar, somos encurralados pelos nossos próprios pecados e não temos outra alternativa senão buscarmos o perdão divino (Sl 139.19-23). Porque Deus é onisciente, onipresente e onipotente não existe nada mais insensato do que o homem perverso tentar desafiá-lo (v.19,20). Davi firmemente se posiciona contra aqueles que se insurgem insidiosamente contra Deus. Ele aborrece quem Deus aborrece. Ele abomina o que Deus abomina (v. 21,22). Mas, Davi encurralado por Deus, vai além. Ele não apenas declara seu desgosto contra aqueles que se rebelam contra Deus e contra o próximo para derramarem sangue, mas volta suas armas para si mesmo, e clama a Deus para sondá-lo e prová-lo (v. 23). Roga a Deus não apenas para trazer à tona o que há de mau em seu coração, mas, também, pede a ele para guiá-lo pelo caminho eterno (v. 24). Você e eu estamos encurralados por Deus. O que vamos fazer? A única atitude sensata é rendermo-nos aos seus pés!



Rev Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Pois esse é o propósito do Senhor dos Exércitos; quem pode impedi-lo? Sua mão está estendida; quem pode fazê-la recuar?

VÍDEO DO DIA - A Mão do Mestre / CRISTINA MEL

A Mão do Mestre / CRISTINA MEL




PÃO DIÁRIO - 21/01/2019- Aquietai-vos

Aquietai-vos

Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. —Salmo 46:10


Eric Liddell, imortalizado no filme Carruagens de Fogo, ganhou uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris em 1924, antes de ir à China como missionário. Alguns anos mais tarde, com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, Liddell enviou sua família em segurança ao Canadá, mas ele permaneceu na China. Em seguida, Liddell e outros missionários estrangeiros foram internados em um campo de concentração japonês. Após meses de cativeiro, ele desenvolveu o que os médicos temiam ser um tumor cerebral.
Toda tarde de domingo, uma banda tocava perto do hospital. Um dia Liddell solicitou que tocassem o hino Descansa, ó alma (Hinário Presbiteriano NC). Enquanto ouvia, imagino se Eric ponderou estas palavras da canção: “Confia, ó alma! A hora vem chegando! Irás com Cristo, o teu Senhor, morar. Sem dor, nem mágoas gozarás cantando As alegrias do celeste lar! Descansa, ó alma; agora há pranto e dor; Depois o gozo, a paz, o céu de amor!”
Aquele hino lindo, tão confortador a Eric ao enfrentar uma doença que o levou à morte três dias depois, expressa uma grande realidade das Escrituras. No Salmo 46:10, Davi escreveu: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus…”. Em nossos momentos mais sombrios, podemos descansar, pois o nosso Senhor venceu a morte para o nosso bem. Aquiete-se, e permita que Ele acalme os seus maiores medos.
— Bill Crowder

Leia: Salmo 46

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 30-31;Filemom

Considere: O sopro do conforto de Deus silencia o barulho das nossas provações.

O culto que agrada a Deus

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O evangelista João, registra o episódio do encontro de Jesus com a mulher samaritana no poço de Jacó. Nesse encontro, a mulher samaritana perguntou a Jesus onde adorar. Jesus respondeu que não é onde, mas como e a quem adorar. A verdadeira adoração a Deus é em espírito e em verdade. É de todo o coração e também prescrita pela palavra de Deus. A verdadeira adoração é um dos temas centrais das Escrituras. A veneração de imagens de escultura é uma abominação para Deus, pois Deus é plenamente espiritual em sua essência. Quando Jesus diz que Deus é Espírito significa que Deus é invisível, intangível e divino em oposição a humano. É desconhecido para os seres humanos a menos que ele decida se revelar (Jo 1.18). Da mesma forma que Deus é luz (1Jo 1.5) e Deus é amor (1Jo 4.8), também Deus é Espírito (Jo 4.24). Esses são elementos na forma em que Deus se apresenta aos seres humanos, em sua bondosa auto-revelação em seu Filho. Deus escolheu se revelar, quando o Verbo se fez carne. Quem vê a Jesus, vê o próprio Pai. O culto prestado a outros deuses é uma ofensa a Deus, pois Deus é um só e não há outro. A adoração a Deus, entrementes, não pode ser do nosso modo nem ao nosso gosto, pois Deus mesmo estabeleceu critérios claros como exige ser adorado.

Jesus orienta a mulher samaritana que não é de volta ao Judaísmo que os samaritanos devem ser convertidos nem é para Jerusalém que devem fazer peregrinações para adorar. Em Jerusalém Jesus também não achou “adoradores verdadeiros”. Ali eles haviam transformado a casa de seu Pai numa casa de comércio. Os verdadeiros adoradores não podem ser identificados por sua ligação a um santuário particular. Os adoradores verdadeiros são aqueles que adoram o Pai em espírito e em verdade.

A adoração falsa é abominação para Deus e a adoração hipócrita enfrenta o desgosto de Deus. O profeta Isaías já havia demonstrado o desgosto divino, quando disse que o povo de Israel honrava a Deus com os lábios, mas seu coração estava distante de Deus (Is 29.13). Amós, nessa mesma linha foi contundente, quando em nome de Deus, escreveu: “Aborreço e desprezo as vossas festas e com as vossas assembleias solenes não tenho nenhum prazer. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras” (Am 5.21,23).

Jesus diz para a mulher samaritana o que adoração não é. Primeiro, não é adoração centrada em lugares sagrados (Jo 4.20). Não é neste monte nem naquele. Não existe lugar mais sagrado que outro. Não é o lugar que autentica a adoração, mas a atitude do adorador. Segundo, não é adoração sem entendimento (Jo 4.22). Os samaritanos adoravam o que não conheciam. Havia uma liturgia desprovida de entendimento. Havia um ritual vazio de compreensão. Terceiro, não é adoração descentralizada da pessoa de Cristo (Jo 4.25,26). Os samaritanos adoravam, mas não conheciam o Messias. Cristo não era o centro do seu culto. Nossa adoração será vazia se Cristo não for o seu centro.

Jesus, também, diz para a mulher samaritana o que a adoração é: Primeiro, a adoração precisa ser bíblica (Jo 4.24). O nosso culto é bíblico ou é anátema. Deus não se impressiona com pompa; ele busca a verdade no íntimo. Segundo, a adoração precisa ser sincera (Jo 4.24). A adoração precisa ser em espírito, ou seja, de todo o coração. Precisa ter fervor. Não é um culto frio, árido, seco, sem vida.

Deus deve ser o nosso maior deleite e o culto a Deus deve ser a razão principal da nossa vida!



Rev Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...