sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

PÃO DIÁRIO - 20/12/2025 - Uma pessoa influente

 


Uma pessoa influente

“Disse ela à sua senhora: Tomara o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra.” —2 Reis 5:3


Se você buscar no Google “pessoa de influência”, a pesquisa mostrará várias listas “de pessoas mais influentes do mundo”. Elas habitualmente incluem líderes políticos; empreendedores de negócios e atletas, junto a pessoas na ciência, artes e entretenimento. Você não encontrará os nomes dos cozinheiros e funcionários de limpeza que trabalham para eles. No entanto, aqueles que servem nos assim chamados cargos humildes, muitas vezes influenciam aqueles a quem servem.
A história de Naamã, um comandante de alto escalão militar, inclui dois reis e um profeta de Deus (2 Reis 5:1-15). No entanto, foram as palavras de servos sem destaque que possibilitaram a cura da lepra de Naamã, uma doença que encerrava a carreira e transformava a vida. Uma jovem criada capturada em Israel disse à esposa de Naamã que um profeta em Samaria poderia curá-lo (vv.2-3). Quando Naamã se irritou com as instruções de Eliseu para se banhar no rio Jordão, seus servos o incentivaram a seguir as ordens do profeta. O resultado foi a restauração da saúde do comandante e a sua declaração: “…agora, reconheço que em toda a terra não há Deus, senão em Israel…” (v.15).
Que bela imagem do nosso papel como seguidores de Jesus Cristo! Somos convocados para sermos pessoas de influência — servos do Senhor que direcionam os outros Àquele cujo toque pode transformar suas vidas.
— David C. McCasland

Leia: 2 Reis 5:1-15 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 51-53;Romanos 2

Considere: Cristo nos envia para trazermos outros para o reino.

Deus não abre mão da sua vida

 




O amor incondicional e irresistível de Deus pode ser visto de forma sublime na vida de Jacó. O Deus que elege é o mesmo que chama, justifica e glorifica. Tudo provém de Deus. Não somos salvos por méritos, mas por graça. Algumas verdades podem ser destacadas na intervenção de Deus na vida de Jacó:

Deus confronta Jacó na hora da sua maior angústia
Jacó havia mentido para o pai, enganado o irmão, mas não havia conseguido apagar as chamas de sua própria consciência culpada. Os anos não conseguiram apagar o drama existencial vivido por Jacó. A sua crise com Esaú ainda estava acesa no coração. Depois de vinte anos, ele está de volta. Agora precisa encontrar-se com Esaú. O medo lhe vem ao coração. A culpa o assola. Ele que vivera a vida fugindo, precisa agora enfrentar a situação. Ele não pode fugir de si mesmo e por isso fica só. Ele tem que olhar no espelho da sua própria alma e contemplar de fato quem ele é: um suplantador.

Deus luta com Jacó
Deus quer transformar Jacó. Deus não abre mão da sua vida. Deus toma a iniciativa. Ele começa a luta. O encontro de Jacó com Deus não pode ser mais adiado. Ter as bênçãos de Deus não é suficiente. Jacó precisava ter uma experiência pessoal e profunda com o próprio Deus. Mas é Deus quem toma a iniciativa. Deus de igual modo não desiste de você. Hoje você precisa atravessar o seu Jaboque. Deus está no seu encalço. Ele não abre mão da sua vida. Ele ama você. Ele tem investido em você. Ele tem abençoado a sua vida. Mas, agora ele quer o seu coração. Se preciso for, ele vai lutar com você, para conquistar o seu coração, porque ele não pode abrir mão do direito de ter você.

Deus não desiste de Jacó a despeito da sua resistência
Jacó lutou a noite toda. Ele não queria ceder. Ele não queria entregar os pontos. Ele mediu força com força, poder com poder, destreza com destreza. Jacó era um caso difícil, um coração duro, um homem difícil de se render. Mas, Deus não abandonou Jacó por isso. O mesmo Deus que vinha abençoando Jacó a vida toda, agora luta com ele a noite toda. Deus tem lutado com você também. Deus tem colocado intercessores no seu caminho. Ele tem colocado pregadores diante de você. Você tem escutado muitas vezes a voz de Deus. Não endureça o seu coração.

Deus feriu Jacó para não perdê-lo para sempre 
Deus deixou Jacó aleijado para que ele não fosse condenado por toda a eternidade. Deus foi às últimas conseqüências para salvar Jacó. Deus empregou um método radical. Quem não vem por amor, vem pela dor. A vocação de Deus é irrevogável e sua graça irresistível. Deus empregará todos os meios para salvar você. Se preciso for, ele tocará em seu corpo, em seus bens, para que você se quebrante, para que você se humilhe. A voz de Deus é tremenda. Ela despede chamas de fogo. Ela faz tremer o deserto. Ela despedaça os cedros do Líbano, ela quebra as nossas resistências. Deus, às vezes, usa uma enfermidade, um acidente, uma perda significativa. Deus, porém, jamais desiste de salvar aqueles a quem ele escolheu desde a eternidade.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Versículo do dia

   Versículo do dia


³ Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Melhorai os vossos caminhos e as vossas obras, e vos farei habitar neste lugar. 

Jeremias 7:3

Bruna Karla - Meu Viver (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 19/12/2025 - O que é amor?

 

O que é amor?


Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho… —1 João 4:10

Se perguntamos: “O que é o amor?”, as crianças têm algumas grandes respostas. Noeli, de 7 anos, disse: “Amor é quando você diz a um garoto que você gosta da sua camisa, e ele a usa todos os dias.” Rebecca, de 8, respondeu: “Desde que a vovó ficou com artrite, ela não consegue mais se curvar e lixar as unhas dos pés. Então, o vovô sempre faz isso por ela o tempo todo, mesmo depois de suas mãos também terem artrite. Isso é amor.” Jéssica, também de 8 anos, concluiu: “Você realmente não deve dizer “eu te amo”, a não ser que você realmente queira dizer isso. Mas se você quer realmente dizer isso, deve dizer muitas vezes. As pessoas se esquecem.”
Às vezes, precisamos lembrar que Deus nos ama. Nós nos concentramos nas dificuldades da vida e questionamos: “Onde está o amor?” Mas se paramos e consideramos tudo o que Deus tem feito por nós, nos lembramos o quanto somos amados por Ele, que é amor (1 João 4:8-10).
O Salmo 103 enumera os “benefícios” que Deus derrama sobre nós em amor: Ele perdoa os nossos pecados (v.3), nos farta de bens (v.5), faz justiça e julga (v.6). Ele é lento para irar-se e rico em misericórdia (v.8). Ele não nos trata segundo os nossos pecados (v.10) e removeu o nosso pecado, desde o Oriente até o Ocidente (v.12). Ele não se esqueceu de nós!
O que é amor? Deus é amor e Ele está derramando esse amor em você e sobre mim.
— Anne Cetas

Leia: Salmo 103:1-14 


Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 49-50;Romanos 1


Considere: A morte de Cristo é a medida do amor de Deus por você

Uma vida com propósitos

 

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Rick Warren disse que se você quer saber por que está aqui neste planeta, você tem que começar com Deus. Você nasceu por seu propósito e para seu propósito. João Calvino começa as suas Institutas mostrando que o conhecimento do homem, sua origem e propósito só pode ser compreendido quando começamos com o conhecimento de Deus. Você não descobre o significado da vida, como muitos livros de auto-ajuda ensinam, olhando para dentro, mas olhando para o alto.

O propósito da vida não está na especulação dos milhares de filósofos, mas na revelação divina. Você não é um acidente. Seu nascimento não foi um engano. Seus pais podem não ter planejado você, mas Deus planejou. Deus não ficou surpreso por seu nascimento, antes o esperou. Antes de ser concebido por seus pais, você foi concebido na mente de Deus. Ele planejou cada detalhe do seu corpo (Salmo 139). Deus determinou os talentos naturais que você possuiria e também sua personalidade. Deus determinou o tempo da sua vida sobre a terra. Deus determinou onde você nasceria: sua nacionalidade, filiação, temperamento, cultura. Sua nacionalidade não é arbitrária. Deus determinou como você iria nascer. Enquanto há pais ilegítimos, não há filhos ilegítimos. Muitos filhos não foram planejados por seus pais, mas foram planejados por Deus. Deus pensou em você antes de criar o mundo. Você foi criado para ser um mordomo de Deus.

Somos mordomos de Deus

O mordomo é uma pessoa incumbida dos bens do seu senhor. Ele não é o dono, mas o dono da casa lhe confia tudo o que tem para ser cuidado e desenvolvido: terras, dinheiro, jóias, filhos, alimentação da família e administração de suas riquezas. Quando o mordomo se sente dono dos bens do seu senhor, ele trai o seu senhor. Quando o mordomo deixa de cuidar com zelo e fidelidade dos bens do seu senhor, ele torna-se infiel. A Bíblia diz que Potifar confiou a José tudo o que tinha (Gn 39:3,6). Somos mordomos de Deus. Devemos cultivar e guardar o que é de Deus (Gn 2:15-17). Nosso trabalho é administrar a criação divina (Gn 1:28; Sl 8:3-9). Deus é o dono de tudo e não nos passou escritura do que lhe pertence. Abraão disse para o rei de Sodoma que “o Deus altíssimo possui os céus e a terra” (Gn 14:22). Moisés disse que “os céus e os céus dos céus são do Senhor, a terra e tudo o que nela há” (Dt 10:14). Os animais são de Deus (Sl 50:10-12), a terra é de Deus (Lv 25:23), a prata e o ouro são de Deus (Ag 2:8). O que a terra produz é de Deus (Os 2:8). Até os bens que administramos e empregamos na obra de Deus é de Deus (1 Cr 29:13-16). Sempre que granjeamos, administramos e gastamos os recursos como se eles fossem nossos, não atentando que pertencem a Deus, tornamo-nos mordomos infiéis.

Somos propriedade exclusiva de Deus

Nós não nos pertencemos, somos propriedade exclusiva de Deus. E isso, por três razões distintas. Em primeiro lugar, por direito de criação (Gn 1:27; 2:7; Is 42:5; 43:1-7). Você não é produto do acaso nem da evolução. Deus criou você, formou você e o entreteceu de forma assombrosamente maravilhosa. Ele conhece cada célula do seu corpo e cada fio de cabelo da sua cabeça. Todos os seus dias estão contados e determinados pelo Senhor.

Em segundo lugar, você é propriedade de Deus por direito de preservação (At 14:15-17; 17:22-28) . A doutrina da providência é maravilhosa. Ela alcança ímpios e remidos. Deus dá a chuva e o sol ao ateu e ao crente. Ele dá saúde ao salvo e ao incrédulo. As bênçãos da graça comum, ele as distribui a todos. É Deus quem nos dá a vida, a respiração, a saúde, a proteção, o alimento, o paladar, o livramento.

Em terceiro lugar, você é propriedade de Deus por direito de redenção (1 Co 6:19-20; 1 Pe 2:9; Ap 5:9). Deus criou você para a sua glória (Is 43:7). O pecado o afastou de Deus (Is 59:2). Então, Deus o comprou pelo preço do sangue do seu Filho (At 20:28; 1 Co 6:20). Somos de Deus porque ele nos criou, porque ele nos preserva e porque ele nos remiu.

Somos responsáveis diante de Deus

A compreensão dessa gloriosa verdade nos leva a ter um profundo senso do sagrado. Tudo para nós torna-se sagrado. Você é um mordomo no comércio e no templo. O lar, a escola, o trabalho e a igreja participam da mesma esfera sagrada, isto porque tudo é de Deus e ele se importa com tudo o que é dele.

A compreensão dessa gloriosa verdade nos leva a ter um profundo senso de responsabilidade. Vamos prestar conta da nossa mordomia, de como usamos nossa vida, família, bens, recursos, talentos, oportunidades, tempo, e dinheiro. O que se requer dos mordomos é que eles sejam encontrados fiéis (1 Co 4:1-2).

Finalmente, a compreensão dessa gloriosa verdade nos leva a ter um profundo senso de dependência. Nenhum mordomo poderá desempenhar o seu sublime papel sem total dependência de Deus, sem o poder do Espírito Santo.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Versículo do dia

   Versículo do dia


⁵ E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude o conhecimento,

⁶ E ao conhecimento a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade,

⁷ E à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal o amor. 

2 Pedro 1:5-7

Paulo Neto e Allana Silva - Teu Deus (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 18/12/2025 - Regras do desapego

 

Regras do desapego


Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. —João 8:36

Em seu livro Jogue fora 50 coisas, (Ediouro, 2010), a autora Gail Blanke destaca quatro “Regras do Desapego” para ajudar as pessoas a eliminarem a desordem de suas vidas. A primeira regra declara: “Se isso… lhe traz peso, entulha ou simplesmente faz você se sentir mal consigo mesmo, jogue fora, dê, venda, deixe-o ir, siga em frente.”
Acho que esta regra de desapego tem uma aplicação espiritual também: Não devemos permanecer ligados ao pecado do passado. Os irmãos de José lutaram com isto. Anos depois de terem vendido José como escravo, recordaram-se de sua crueldade e temiam vingança (Gênesis 50:15). Assim, enviaram uma mensagem a José, implorando por perdão (vv.16-17). Eles fizeram isto apesar das ações misericordiosas e garantias demonstradas anteriormente pelo irmão deles (45:4-15).
Muitos de nós permanecemos ligados às antigas ofensas apesar da misericórdia e do perdão daqueles a quem podemos ter ferido. No entanto, a verdadeira liberdade surge quando confessamos a nossa transgressão a Deus. Ele a perdoa (1 João 1:9) e nos afasta dela (Salmo 103:12). Como o versículo de Miqueias 7:19 afirma, Ele lança nossos pecados nas profundezas do mar! Por causa disto, podemos nos lembrar de que o Filho nos libertou e nós somos verdadeiramente livres (João 8:36).
— Jennifer Benson Schuldt

Leia: Gênesis 50:15-21 


Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 43-45;Atos 27:27-44


Considere: O preço da nossa liberdade do pecado foi pago pelo sangue de Jesus.

UM HOMEM QUE PREFERIU MORRER A OBEDECER

 




O profeta Jonas foi o primeiro profeta transcultural do Antigo Testamento. Outros profetas já haviam profetizado às nações estrangeiras como Isaías e Amós, mas Jonas foi o primeiro a ser enviado especificamente a um povo estrangeiro. Jonas morava numa cidade próxima a Nazaré, na Galileia. Profetizou no reinado de Jeroboão II, o rei que teve o reinado mais longo e mais próspero do reino do Norte.

Deus ordenou-o a ir a Nínive e clamar contra ela. O pecado daquela grande cidade havia subido até aos céus. Nínive era a maior, a mais opulenta e a mais perversa cidade daquele tempo. Era a capital do grande império assírio. Era uma cidade fortemente cercada por muros com quase trinta metros de altura e tão largos que dois carros podiam correr por cima deles. A cidade tinha cerca de mil e duzentas torres, onde ficavam sentinelas que vigiavam a cidade.

O império assírio era cruel com os povos conquistados. A cidade de Nínive estava cheia de sangue, resultado de sua violência imposta aos povos. Agora, Deus ordena Jonas a ir à essa cidade violenta e clamar contra ela. O profeta se dispôs mas para fugir da presença do Senhor. Jonas desceu de sua cidade até Jope, e ali tomou um navio para Társis, a última região do ocidente, conhecida na época. Ele foi para lá porque Társis ficava no fim do mundo. Ali as pessoas nunca haviam ouvido falar de Deus (Is 66.19).

Jonas foge do caminho da obediência e Deus manda a tempestade atrás dele. Foi descoberto no porão do navio e identificado como o culpado da trágica tempestade. Ao ser interpelado, confessou ser hebreu e temer ao Deus criador. Sua teologia era ortodoxa, mas sua vida estava errada. Era ortodoxo de cabeça e herege de conduta. Sua teologia não governava sua vida. Os pagãos invocam a seus deuses, mas Jonas não ora ao Deus verdadeiro. Jonas está pronto a ser lançado do navio, mas não se dispõe a obedecer. Jonas preferiu a morte à obediência. Jonas fez opção pela morte, mas Deus preferiu lhe preservar a vida.

Jonas foi compelido a obedecer. Anunciou o juízo de Deus a Nínive, mas não se alegrou com o arrependimento dos ninivitas. Ficou irado porque o povo ninivita se humilhou e ficou desgostoso com Deus porque  este exerceu sua misericórdia e não seu juízo. Desejou a morte para si ao ver seus potenciais inimigos salvos. Ficou triste com a conversão de seus ouvintes. Aborreceu-se até à morte por causa do estrondoso sucesso de sua missão. A seu contragosto, sua mensagem surtiu o mais esplêndido resultado registrado na história. Uma cidade inteira voltou-se para Deus, por causa da sua mensagem.

Jonas reclama de Deus e justifica os motivos de sua fuga frustrada. Fugiu não porque era covarde. Fugiu não porque se sentia incapaz para tão gigantesca obra. Fugiu não porque duvidava do poder de Deus. Fugiu porque conhecia a Deus o suficiente para saber que ele é misericordioso e tardio em irar-se. Fugiu porque sabia que Deus voltar-se-ia para os ninivitas se esses se voltassem para ele. O profeta está querendo morrer porque os ninivitas estão querendo viver. Jonas está irado porque Deus abrandou sua ira. Jonas está ardendo em ira porque os ninivitas estão fugindo da ira vindoura.

O livro de Jonas termina com a exortação de Deus a ele e com o seu silêncio gelado. Não sabemos se Jonas se dispôs a obedecer em vez de continuar insistindo em morrer. A razão desse desfecho é porque essa resposta deve ser dada por você e por mim. Jonas está entre nós; aliás, dentro de nós. Jonas mora debaixo da nossa pele. O coração de Jonas bate em nosso peito. O sangue de Jonas corre em nossas veias. Nós temos o DNA de Jonas. Nós somos Jonas. Cabe-nos o ônus dessa decisão: arrepender e viver ou não se arrepender e morrer.



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Versículo do dia

   Versículo do dia


⁵ Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. 

Isaías 53:5

Eyshila e Marianna Goes - Te Amo, Espírito Santo (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 17/12/2025 - Sabedoria


Sabedoria

Não havendo sábia direção, cai o povo, mas na multidão de conselheiros há segurança. —Provérbios 11:14

A descrição on-line do livro Sabedoria das Multidões (Record, 2006) relata que: “Neste livro fascinante, o colunista de negócios nova-iorquino James Surowiecki explora uma ideia aparentemente simples: Grandes grupos de pessoas são mais inteligentes do que uma pequena elite, não importa o quão brilhante — são melhores na resolução de problemas, promovendo inovação, tomando decisões sábias e até prevendo o futuro.”
O autor usa uma variedade de coisas, que vão desde a cultura pop à política, para apresentar um pensamento básico: na maioria das vezes, a multidão acerta. É uma teoria interessante, mas que provavelmente só entraria em debate durante anos eleitorais ou quando o concorrente favorito de alguém fosse eliminado de um reality show.
Embora a Bíblia esclareça que a sabedoria das multidões pode não ser confiável e pode ser perigosa (Mateus 7:13-14), há outra maneira em que a sabedoria coletiva pode ser útil. No livro de Provérbios 11:14, lemos: “Não havendo sábia direção, cai o povo, mas na multidão de conselheiros há segurança.” Um dos benefícios do corpo de Cristo é o fato de podermos ajudar uns aos outros — em parte ao trabalharmos juntos para buscar a sabedoria divina. Quando nos unimos para buscar os propósitos de Deus, encontramos a segurança em Sua provisão para cada um e recebemos a Sua sabedoria para os desafios da vida.
— Bill Crowder

Leia: 1 Coríntios 1:18-25 


Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 46-48;Atos 28


Considere: Buscamos melhor a sabedoria de Deus quando a buscamos unidos.

A CRUZ DE CRISTO, ONDE A JUSTIÇA E A PAZ SE BEIJARAM

 




“Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram” (Sl 85.10).

O texto em tela aponta para Jesus, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. Destaca a consumação de sua obra na cruz, onde a justiça e a paz se beijaram. A crucificação era a pena de morte mais cruel no primeiro século. Só os criminosos mais execrandos eram punidos com esse gênero de morte. Jesus foi condenado à morte e morte de cruz, sob a acusação injusta de crime contra Deus (blasfêmia) e contra César (fazer-se rei). O poder religioso e o poder político se uniram para condenar Jesus à morte. Judeus e gentios fizeram uma aliança espúria para matarem o Autor da vida.

A morte de Cristo foi o maior crime da história e ao mesmo tempo o maior gesto de amor. Do ponto de vista humano, os homens o mataram com mãos de iníquos. Do ponto de vista de Deus, ele foi entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus (At 2.23). A cruz de Cristo tornou-se o cenário mais vívido para demonstrar o amor e a justiça de Deus. Naquele palco de horror, o amor de Deus foi despejado abundantemente, pois o Pai não poupou a seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou (Rm 8.32). Deus nos amou de tal maneira que deu seu Filho unigênito (Jo 3.16). Deu-o para vir habitar entre nós. Deu-o para morrer por nós. Deu-o para levar sobre si os nossos pecados. Ao mesmo tempo, a cruz revela a justiça de Deus, pois na cruz o Pai puniu, no seu Filho, os nossos pecados. Cristo morreu pelos nossos pecados segundo as Escrituras.

Era impossível o homem pecador ser reconciliado com o Deus santo sem que seu pecado fosse punido e sem que sua culpa fosse removida. Pois Jesus se fez pecado por nós, carregando sobre o seu corpo, no madeiro, nossas transgressões. Deus lançou sobre ele a iniquidade de todos nós. Ao morrer por nós, em nosso lugar, morte vicária, ele pagou a nossa dívida, abrindo-nos os portais do perdão. Fomos justificados. Agora não pesa mais nenhuma condenação sobre aqueles que estão em Cristo Jesus. Em vez de culpa, temos toda a infinita justiça de Cristo, creditada a nós. Fomos reconciliados com Deus. Agora temos paz com Deus em relação ao passado, acesso à graça em relação ao presente e esperança da glória em relação ao futuro. Estamos quites com a lei de Deus e cobertos com a justiça de Cristo. A cortina que nos separava de Deus foi rasgada de alto a baixo. Fomos aceitos no Amado. Somos filhos e membros da família de Deus. Somos herdeiros de Deus e coherdeiros com Cristo. Nada nem ninguém pode separar-nos do amor de Cristo. Estamos seguros nos braços de Cristo. De suas onipotentes mãos ninguém pode nos arrebatar.

Na cruz de Cristo, a justiça e a paz se beijaram. A justiça foi feita, pois Deus puniu nosso pecado em seu Filho. Na cruz de Cristo, Deus reivindicou sua justiça e satisfez todas as demandas de sua lei. Ao mesmo tempo que ele é justo, também é o justificador daqueles que creem. Nós que éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos de Deus fomos aproximados pelo sangue de Cristo e, por isso, temos paz com Deus. A cruz é o cenário onde houve esse bendito encontro da justiça e da paz. Ali a justiça e a paz deram as mãos. Ali a justiça e a paz se beijaram, selando a nossa eterna redenção.

Não por outra razão, o apóstolo Paulo, o grande bandeirante do cristianismo, disse: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo” (Gl 6.14). Ainda: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co 2.2). Que o nosso coração renda louvores a Deus, pela mensagem da cruz! Que nos gloriemos na cruz de Cristo, em nossa jornada rumo à glória!



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Versículo do dia

   Versículo do dia


 ⁵ Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. 

Isaías 53:5

Bruna Karla e ‪@GabrielaRochaOficial‬ - Tua Glória Me Abraça (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 16/12/2025 - As regras do desvencilhar

 

As regras do desvencilhar


Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu… —Mateus 13:5

Uma pequena área do meu jardim parecia simplesmente não funcionar. A grama sempre parecia escassa nesse ponto, indiferente do quanto eu regasse.
Portanto, certo dia finquei uma pá neste pedaço problemático do meu jardim e descobri o problema: Logo abaixo da superfície havia uma camada de pedras de cerca de sete centímetros de profundidade. Substitui as pedras por um solo rico no qual as novas sementes poderiam se enraizar.
Jesus falou sobre sementes e solos. Em uma parábola no livro de Mateus 13 sobre o que acontece quando a semente do evangelho é semeada em vários tipos de terreno, Ele afirmou que as sementes que caem em pedras e não há “terra bastante” crescem rapidamente, mas, em seguida, queimam com o sol (vv.5-6). Ele se referia a alguém que ouvira e recebera o evangelho, mas em cuja vida a mensagem não se enraizara. Quando as dificuldades chegam, esta pessoa — que não é um verdadeiro cristão — cai.
Podemos ser bem agradecidos pelas palavras de Jesus que concluem esta parábola: “…o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica…” (v.23). Que lembrete útil — o privilégio e a responsabilidade acompanham a nossa salvação.
Louve a Deus pela semente do evangelho e pelo solo de crescimento espiritual.
— Dave Branon

Leia: Mateus 13:1-9 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 40-42;Atos 27:1-26

Considere: Um coração aberto a Deus é o solo no qual a semente da Sua Palavra pode florescer.

SUICÍDIO, O ASSASSINATO DE SI MESMO




“Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida…” (Ef 5.29).

O crescimento espantoso do número de suicídios no mundo, é hoje uma amarga realidade. Pessoas se matam em qualquer fase da vida. Os suicidas estão entre jovens, velhos, ricos, pobres, doutores, analfabetos, religiosos e ateus. Segundo Andrew Solomon, em seu livro “Um crime da solidão”, a cada quarenta segundos, alguém comete suicídio. Há mais suicídios do que assassinatos. Mais pessoas matam a si mesmas do que morrem por aneurisma ou aids. Só nos Estados Unidos da América, cerca de quinhentas mil pessoas são levadas para o hospital todos os anos por tentativa de suicídio. A depressão ainda continua sendo a principal causa do suicídio. A depressão é uma doença da solidão, e a privacidade de um indivíduo deprimido nada tem a ver com dignidade, mas transforma-se numa prisão perigosa.

O suicídio é multicausal. Depressão, divórcio, drogas, doenças incuráveis, problemas passionais, dramas pessoais, crises financeiras, vazio existencial ou complexo de inferioridade são algumas  dessas causas. Há aqueles que defendem ser o suicídio resultado de doenças psíquicas; outros pensam ser fruto de um desajuste social. Alguns acham que só os doentes mentais ceifam a própria vida, porém, as evidências provam que muitas pessoas, inobstante serem psiquicamente saudáveis, dão cabo de sua própria vida.

O suicídio não é justificável filosófica, moral e teologicamente. Não labora a favor de si mesmo quem a si mesmo elimina. Não é racional exterminar a si mesmo, para livrar-se dos dramas da vida. O homem não é um ilha. Não tem o direito de atentar contra si mesmo, para “aliviar” uma dor pessoal,  abrindo ao mesmo tempo uma ferida incurável na família e nos amigos. Constitui-se egoísmo incorrigível pensar só em si, a ponto de tirar a própria vida, sem avaliar a dor que isso pode causar na família. Além do mais, é uma visão deficiente e equivocada pensar que ao sair de cena, pelo expediente do suicídio, isso não vai fazer a mínima diferença para as pessoas. Pertencemos à nossa família. Não vivemos nem morremos para nós mesmos. Somos membros uns dos outros. Vivemos numa sociedade.

Vale destacar, outrossim, que a vida é uma dádiva de Deus. Só ele tem o poder de dar a vida e só ele tem autoridade  para tirar a vida. Matar a si mesmo é uma quebra do sexto mandamento da lei de Deus: “Não matarás”. Tirar a própria vida é uma usurpação de uma prerrogativa divina. É assassinato de si mesmo.

O suicídio precisa ser prevenido, muito embora não haja nenhuma vacina capaz de debelá-lo. As pessoas que flertam perigosamente com a morte precisam romper o silêncio e pedir ajuda. As pessoas que vivem no beiral desse precipício precisam ser amadas incondicionalmente, para não se sentirem um fardo para a família. É preciso demonstrar um amor mais profundo a essas pessoas enquanto elas estão vivas, mais do que demonstramos depois que elas morrem. Talvez, isso evitaria sua morte.

É preciso enfatizar, finalmente, que para as angústias da alma e para os tormentos do coração, existe um remédio eficaz: a esperança que o evangelho oferece. Jesus tira a nossa alma do cárcere. Ele perdoa os nossos pecados. Ele remove o fardo da culpa. Ele cura nossas memórias amargas. Ele oferece paz ao aflito, alegria ao triste e poder ao fraco. Jesus é poderoso para transformar vales em mananciais, desertos em pomares e inspirar canções de louvor nas noites escuras. Só Jesus preenche o vazio do coração. Só nele o aflito pode encontrar descanso para sua alma, alívio para sua dor, e razão para sua vida. Só Jesus oferece vida e vida em abundância!




Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 14 de dezembro de 2025

Versículo do dia

   Versículo do dia


⁷ E por isso nem ainda me julguei digno de ir ter contigo; dize, porém, uma palavra, e o meu criado sarará. 

Lucas 7:7

Novo Som - Legado (Completo)


 

PÃO DIÁRIO - 15/12/2025 - Muito abençoado

 

Muito abençoado


Rendam graças ao Senhor por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens! —Salmo 107:8

No meu trajeto diário de ida e volta do escritório, tenho tempo de sobra para ler — isto é; adesivos em carros. Alguns são grosseiros, outros inteligentes e outros ainda absolutamente de mau gosto. Um adesivo que vi recentemente, no entanto, desafiou gentilmente o meu coração sobre a maneira que muitas vezes vejo a vida. O adesivo simplesmente dizia: “Abençoado demais para reclamar.”
Preciso confessar que me senti culpado à medida que ponderava nessas palavras. Muitas vezes me pego lamentando os momentos na vida que não acontecem do meu jeito, ao invés de concentrar-me nos presentes maravilhosos que meu Pai celestial me deu. Ler essa simples mensagem naquele dia renovou o meu compromisso para ser mais ativo e intencionalmente agradecido, pois o meu Deus tem sido bom para mim em mais maneiras do que eu jamais poderia imaginar.
O Salmo 107 é uma canção que procura corrigir o pensamento ingrato. O salmista (que muitos pensam ser o rei Davi) faz um apelo aos corações que se esfriaram com ingratidão, repetindo quatro vezes: “Rendam graças ao Senhor por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (vv.8,15,21,31). Mesmo nos piores momentos, temos muito a agradecer. Que possamos aprender a agradecer a Deus por Sua bondade conosco!
— Bill Crowder

Leia: Salmo 107:1-8

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 35-36;Atos 25

Considere: Não precisamos de mais para ser gratos, precisamos apenas ser mais gratos.

Casamento, fonte de alegria ou tristeza

 




O casamento foi instituído por Deus para resolver problemas e não criar problemas. O casamento deve ser uma fonte de prazer e não um peso a mais na caminhada da vida. O casamento deve ser um horizonte de liberdade e não uma masmorra; um refúgio e não um lugar de tormento; um cenário de felicidade e não a sepultura dos sonhos. Por causa da dureza do nosso coração podemos transformar esse mosaico colorido num painel cinzento, esse jardim engrinaldado de flores num deserto abrasador. Por causa da nossa insensibilidade podemos ferir a pessoa que um dia prometemos amar; podemos infernizar a vida da pessoa que prometemos proteger; podemos roubar os sonhos da pessoa que um dia prometemos fazer feliz.

O casamento precisa de cuidado. Nenhum casal é feliz automaticamente. A felicidade precisa ser construída com inteligência e muito esforço. Não há casamento ideal nem cônjuges perfeitos. Todo casamento precisa de renúncia e investimento. Precisamos ser pródigos nos elogios e comedido nas críticas. Precisamos ser generosos nas palavras, bondosos nas ações e puros nas intenções, se queremos fazer do casamento uma fonte de alegria.

O casamento é como uma conta bancária, precisamos fazer mais depósitos do que retiradas. Precisamos fazer altos investimentos se queremos ter retorno. Precisamos sempre manter um saldo positivo se não quisermos viver no "vermelho". Precisamos elogiar mais e criticar menos; precisamos dar mais e cobrar menos; precisamos compreender mais e exigir menos. O nosso papel no casamento não é buscar a nossa própria felicidade, mas fazer o nosso cônjuge feliz. O amor não é egoísta, ele busca a felicidade do outro mais do que a sua própria. O amor não é egocentralizado, mas outrocentralizado.

O casamento é como um jogo de frescobol. Os cônjuges não são rivais, mas parceiros. Eles não exploram a fraqueza e as falhas um do outro, mas ajudam um ao outro em suas limitações. Se quisermos um casamento feliz precisaremos cultivar a amizade e manter o diálogo. A Bíblia diz que a palavra dura suscita a ira. Onde floresce a animosidade, as palavras ásperas e as atitudes mesquinhas, o romantismo murcha e seca.

Nós colhemos no casamento o que plantamos. Quem semeia amor, colhe amor. Quem semeia amizade colhe amizade. Porém, quem semeia vento, colhe tempestade. Quem semeia incompreensão, colhe solidão. Nós refletimos dentro da nossa casa o nosso próprio rosto. Nós bebemos o refluxo do nosso próprio fluxo. O bem que fazemos retorna para nós com ricos dividendos, porém, o mal que fazemos recai sobre a nossa própria cabeça.

Muitos casais passam fome no banquete. Têm tudo para serem felizes, mas vivem amargando uma sufocante infelicidade. Casaram-se com a alma cheia de sonhos, mas estes se perderam pelas estradas da vida. Feridas foram abertas, promessas foram quebradas, e agora, o casamento tornou-se um pesadelo, uma prisão, um lugar de tristeza e não de felicidade.

Essa situação pode e precisa ser revertida. Se ouvirmos a Deus e atentarmos para a sua Palavra, poderemos comer o melhor desta terra. O mesmo Deus que instituiu o casamento para a nossa felicidade tem os princípios para vivenciarmos esta felicidade. Deus restaura vasos quebrados. Ele ainda transforma água em vinho, choro em alegria, deserto em manancial, casamento insosso em relação exuberante. Invista no seu casamento. Restaure seus sonhos perdidos. Experimente o melhor de Deus na sua vida conjugal!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

sábado, 13 de dezembro de 2025

Versículo do dia

   Versículo do dia


¹ A ti clamarei, ó Senhor, Rocha minha; não emudeças para comigo; não aconteça, calando-te tu para comigo, que eu fique semelhante aos que descem ao abismo. 

Salmos 28:1

Eyshila e Delino Marçal - Descanse o Seu Coração + Deus é Deus (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 14/12/2025 - Onde achar sabedoria?

 

Onde achar sabedoria?


Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus… —Tiago 1:5


Sabedoria é a beleza da santidade. Tiago diz que a sabedoria é razoável; flexível; misericordiosa; pacífica; tratável; dada a visitas amigáveis, pequenos atos de cortesia e palavras gentis. É totalmente humilde, transparente, simples, gentil e graciosa (Tiago 3:17).
Onde a sabedoria pode ser encontrada? Ela vem do céu (1:5). Charles Spurgeon escreveu, “Sabedoria é uma beleza de vida que só pode ser produzida pela obra de Deus em nós.”
De vez em quando é bom perguntar: “Estou crescendo em sabedoria?” Afinal de contas, a vida é implacavelmente dinâmica. Estamos nos tornando mais doces e mais sábios à medida que os dias passam, ou tolos e rabugentos mal-humorados. Estamos nos tornando o quê?
Nunca é tarde demais para começar a crescer em sabedoria. Deus nos ama com uma afeição zelosa e intensa que pode nos libertar de nossa insensatez, se nos entregarmos a Ele. Seu amor pode transformar a natureza mais difícil em um milagre de beleza estonteante. Pode doer um pouco e pode demorar um pouco, mas Deus procura incansavelmente por nossa transformação. Quando pedirmos, a Sua sabedoria começará a crescer em nós e a derramar-se para outros.
Nós temos esta promessa: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (1:5).
— David H. Roper


Leia: Tiago 3:13-17 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 37-39;Atos 26

Considere: A verdadeira sabedoria começa e termina com Deus.

O culto doméstico

 



O culto doméstico é um tesouro perdido na vida da maioria do povo de Deus. Essa perda tem profundas e tristes conseqüências. Ela aponta uma perda de profundidade no relacionamento com Deus e também um enfraquecimento da comunhão familiar. O mundo contemporâneo sofre uma perda de critérios e valores. As coisas urgentes tomaram o lugar das coisas importantes. Corremos atrás do vento e gastamos toda a nossa energia buscando as coisas que perecem e deixamos de buscar as coisas lá do alto, aquilo que permanece para sempre. Creio que chegou o tempo de avaliarmos nossa vida e termos coragem de mudar o curso dos acontecimentos, de não sermos esmagados debaixo desse rolo compressor do secularismo nem sermos vítimas da ditadura dessa agenda que empurra as coisas espirituais para a lateral da nossa vida. O culto doméstico pode ajudar-nos em várias frentes e queremos destacar algumas:

1) O culto doméstico corrige a prioridade do nosso relacionamento com Deus.

Deus é mais importante do que suas dádivas. O abençoador é mais importante do que suas bênçãos. Ainda que tivéssemos todas as benesses de Deus, sem ele, nossa vida ainda seria vazia e carente. Só Deus nos satisfaz. Podemos adquirir conhecimento, granjear riquezas e conquistar sucesso e fama, mas sem Deus, tudo isso é vaidade. Precisamos buscar o Reino de Deus em primeiro lugar e o culto doméstico abre esse caminho para priorizarmos nossa relação com Deus acima de quaisquer outros interesses.

2) O culto doméstico restabelece a comunhão familiar.

A sociedade contemporânea está assistindo estarrecida ou mesmo anestesiada a desagregação da família. As pessoas estão vivendo numa profunda solidão mesmo vivendo em família. O diálogo está morrendo nos lares. Os cônjuges já não têm tempo para estar a sós. Os pais já não têm tempo para os filhos. Cada um segue o seu caminho e não pára para avaliar a vida sob a perspectiva de Deus. O culto doméstico é um instrumento bendito para a família fechar a agenda do urgente e abrir a agenda do importante. O culto doméstico abre o caminho para a família não apenas estar unida, mas unida ao redor do trono da graça para adorar a Deus. Uma família que ora unida, triunfa sobre as dificuldades.

3) O culto doméstico galvaniza os valores de Deus em nossa vida.

A marca da nossa sociedade é a superficialidade. Vivemos uma geração que anda errante por ter abandonado os princípios e os absolutos de Deus. Na era da comunicação e da explosão do conhecimento, vemos uma geração analfabeta da Bíblia e a perda dos critérios bíblicos está produzindo uma geração entregue ao relativismo moral. Sem conhecimento da verdade não há como construir uma sociedade justa. A família é a base de todos os outros relacionamentos horizontais. Se a família estiver sem critérios, a sociedade perder-se-á nos labirintos da permissividade.

4) O culto doméstico trará um novo frescor à vida espiritual.

Ele não somente trará benefícios para a coletividade, mas uma revitalização pessoal para cada um de per si. A educação cristã começa no lar. Aí está seu alicerce. Se o lar não estiver comprometido com o ensino da Palavra de Deus, a igreja não cumprirá cabalmente o seu papel. É no lar que as bases são plantadas. É no lar que devemos ser alimentados com o leite genuíno da piedade. É no lar que forjamos o nosso caráter e crescemos rumo à estatura do Varão perfeito. Quero encorajar as famílias da igreja a abraçar esse projeto de resgate do culto doméstico. Somos todos muito ocupados, mas temos tempo para tudo aquilo que nos é prioridade. Porque Deus e a família são prioridades para nós, devemos aderir sem reservas e sem desculpas a esse plano que certamente procede do coração de Deus. Não temos mais tempo a perder. Chegou a hora de colocarmos nossa vida e nossa família no altar de Deus e vivermos para a glória de Deus. Nossa casa precisa ser uma igreja viva a serviço do Deus vivo. Que Deus assim nos ajude!




Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Versículo do dia

   Versículo do dia



Vendo, então, os principais sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se,

E disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?

Paulo Neto - Tua Presença (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 13/12/2025 - Boas-vindas a todos!


Boas-vindas a todos!

…O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração. —1 Samuel 16:7

Um projeto de embelezamento na estrada principal da minha cidade levou à demolição de uma igreja construída em 1930. Embora as janelas da igreja vazia tivessem sido removidas, as portas permaneceram no local durante vários dias, mesmo quando as escavadeiras começaram a derrubar as paredes. Cada jogo de portas ao redor da igreja tinha uma mensagem escrita em letras de forma gigantes, laranja-fluorescente: Afaste-se!
Infelizmente, algumas igrejas cujas portas estão abertas transmitem a mesma mensagem aos visitantes, cuja aparência não corresponde aos seus padrões. Não são necessárias letras gigantes fluorescentes. Com um único olhar de desaprovação, algumas pessoas comunicam: “Você não é bem-vindo aqui!”.
É óbvio que a aparência exterior das pessoas não é um indicador do que está em seus corações. A atenção de Deus direciona-se para a vida interior das pessoas. Ele olha o coração sob a aparência de alguém (1 Samuel 16:7) e é isso que Ele deseja que também façamos. Deus também conhece os corações daqueles que parecem ser “justos”, mas são “cheios de hipocrisia” em seu interior (Mateus 23:28).
A mensagem de boas-vindas de Deus, que devemos mostrar aos outros, é clara. Ele diz a todos que o buscam: “…Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas…” (Isaías 55:1).
— Cindy Hess Kasper

Leia: Isaías 55:1-9

Examine: A Bíblia em um ano: Jó 34-35;Atos 15:1-21

Considere: Ninguém saberá o significado de “Deus é amor”, a menos que você o demonstre.

Princípios para uma boa comunicação no lar

 



A comunicação inteligente, respeitosa e harmoniosa é o cerne de um relacionamento familiar saudável. Podemos dar vida ou matar o relacionamento dependendo da maneira como nos comunicamos. A Palavra de Deus diz que “a morte e a vida estão no poder da língua” (Pv 18.21). Os conflitos dentro do lar são gerados por uma comunicação deficiente. Queremos alistar alguns princípios importantes para uma boa comunicação. 

Em primeiro lugar, precisamos aprender a ouvir com mais atenção. Todos nós temos necessidade de alguém que nos ouça. Tiago diz que devemos ser pessoas prontas para ouvir (Tg 1.19). Quem ama tem tempo para a pessoa amada; busca agradar a pessoa amada, bem como, compreender a pessoa amada. Assim, quando nos dispomos a ouvir, demonstramos que a outra pessoa tem valor e prioridade para nós. Agindo assim, estaremos construindo pontes de contato e pavimentando a estrada de uma comunicação saudável. 

Em segundo lugar, precisamos aprender a falar com mais amor. Uma comunicação harmoniosa depende da capacidade de falar a coisa certa, na hora certa, da maneira certa, com a pessoa certa, com a motivação certa. Às vezes nós pecamos não a respeito do que falamos, mas como falamos. A maneira de dizer é tão importante quanto o que se diz. Tiago diz que devemos ser tardios no falar (Tg 1.19), enquanto Paulo alerta para o fato de que devemos falar a verdade em amor (Ef 4.15). Se não tomarmos cuidado, poderemos ferir com a nossa língua a pessoa que maisamamos. 

Em terceiro lugar, precisamos aprender a elogiar com mais generosidade. O elogio sincero é um bálsamo para a alma e um tônico para o coração. Um elogio sincero vale mais do que mil críticas. Um ditado chinês diz que apanhamos mais moscas com uma gota de mel do que com um barril de fel. Temos necessidades emocionais que precisam ser supridas e Deus instituiu a família para que pudéssemos ajudar-nos uns aos outros. A família precisa cultivar um ambiente gostoso de comunhão, de amizade e de afeto, onde as pessoas sejam valorizadas pelo que são e não apenas pelo seu desempenho. Devemos reafirmar nosso amor uns pelos outros dentro do lar, sendo aliviadores de tensões e bálsamos do céu na vida uns dos outros. 

Em quarto lugar, precisamos aprender a perdoar com mais compaixão. Não há família perfeita nem relacionamentos perfeitos. Todo relacionamento familiar precisa de renúncia e investimento. Toda família precisa exercer o perdão. Sem perdão não há relacionamentos saudáveis. Todos nós decepcionamos as pessoas e elas nos decepcionam. As pessoas têm a capacidade de nos ferir. Nós sofremos mais por causa de relacionamentos do que por causa de outros problemas. Pessoas roubam mais nossa alegria do que circunstâncias. Por esta razão, precisamos aprender a perdoar assim como Deus em Cristo nos perdoou. O perdão deve ser imediato, completo e incondicional. Pelo perdão somos libertos e curados. Através do perdão temos a oportunidade de recomeçar e reconstruir uma relação quebrada. O perdão nos ajuda a fechar feridas, a tapar brechas e a construir novos sonhos. 

Em quinto lugar, precisamos aprender a cultivar um relacionamento de intimidade com Deus. O casamento deve ser um cordão de três dobras, onde Deus é a parte mais forte e aquele que une as outras duas dobras. O salmista diz que se Deus não edificar a casa em vão trabalham os que a edificam. A maior necessidade da família é da presença de Deus. O casamento e todo o relacionamento familiar precisa estar edificado sobre uma relação pessoal e íntima com Deus. Nada nem ninguém pode substituir a presença de Deus na família. Podemos ter dinheiro, sucesso e muitas conquistas, mas sem Deus, tudo isso é chocho e vazio. É a presença de Deus que dá sentido e sabor ao relacionamento conjugal e familiar. 



Rev. Hernandes Dias Lopes.

Versículo do dia

   Versículo do dia


E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Senhor; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados.

Sarah Farias - 🌱 Só Quem Tem Raiz (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 12/12/2025 - Construção de estrada

Construção de estrada


…libertados da lei […] de modo que servimos em novidade de espírito… —Romanos 7:6


Onde moramos, nós brincamos que temos duas estações: inverno e construção de estradas. Os invernos rigorosos danificam as superfícies das estradas, e as equipes de reparos começam o seu trabalho logo que o gelo derrete e o solo degela. Embora chamemos este trabalho de “construção”, o que eles fazem parece “destruição”. Às vezes, remendar os buracos não é opção. É preciso reconstruir a antiga estrada.
Sentimos isso quando Deus age em nossas vidas. Por todo o Antigo Testamento, Deus disse ao Seu povo para esperarem por uma grande renovação no caminho entre Ele e o povo (Isaías 62:10-11; Jeremias 31:31). Quando Deus enviou Jesus, para os judeus pareceu como se o caminho deles para chegar a Deus estivesse sendo destruído. Mas Jesus não estava destruindo nada. Ele estava completando (Mateus 5:17). O antigo caminho, pavimentado com leis tornou-se um caminho novo pavimentado com o amor sacrificial de Jesus.
Deus ainda está agindo, substituindo os antigos caminhos do pecado e legalismo pelo caminho de amor que Jesus completou. Quando Ele remove nossa antiga maneira de pensar e agir, pode nos parecer como se tudo o que nos fosse familiar estivesse sendo destruído. Mas Deus não está destruindo nada, Ele está construindo um caminho melhor. E podemos confiar que o resultado final será de relacionamentos mais tranquilos com os outros e um relacionamento mais íntimo com Ele.
— Julie Ackerman Link

Leia: Jeremias 31:31-34 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 33-34;Atos 24

Considere: Com frequência, a perturbação precede o progresso espiritual.

Porque fazer missões é uma tarefa tão urgente?

 

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Por que fazer missões deve ser a missão da igreja? Por que a igreja deve levar a mensagem do evangelho para os de perto e os de longe? Por que o território de ação da igreja deve estender-se até aos confins da terra?

Em primeiro lugar, porque o homem sem Cristo está perdido. Não há salvação sem Cristo. Nenhuma religião pode salvar. Nenhuma religião pode nos reconciliar com Deus. O mundo está saturado de muitas religiões, enquanto a humanidade perece. Não é verdade que toda religião é boa e que todo caminho leva a Deus. Há caminhos que ao homem parecem direito, mas ao fim são caminhos de morte. A ignorância não é outra porta para o céu. Quem sem lei pecar, sem lei perecerá. A não ser que a igreja anuncie o evangelho a todos os povos não haverá esperança de salvação para eles. Só Cristo é a porta do céu, só ele é o caminho que conduz a Deus. Só ele é o mediador entre Deus e os homens.

Em segundo lugar, porque a obra de Cristo já foi consumada. A salvação é uma obra planejada por Deus, consumada por Cristo e aplicada pelo Espírito Santo. Tudo já foi feito. Não resta mais nada por fazer. Cristo já morreu e ressuscitou. Ele já enviou o Espírito Santo para capacitar a igreja e já deu a ela o evangelho e o poder para proclamá-lo. Agora, cabe à igreja ir ao mundo e anunciar que o banquete da salvação está pronto.

Em terceiro lugar, porque não há outro evangelho a ser pregado a não ser o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo. Fazer missões não é pregar cultura, religião nem doutrinas de homens. Muitos têm pregado um outro evangelho, um evangelho híbrido, sincrético, místico; um falso evangelho, um outro evangelho. Mas, só há um evangelho; ele não pode ser mudado nem adulterado ao nosso bel prazer. Não podemos tirar nada dele nem acrescentar nada a ele. Toda mensagem que tira o foco da cruz de Cristo e da sua obra perfeita e consumada na cruz é um falso evangelho que engana os homens em vez de leva-los à fonte da vida eterna.

Em quarto lugar, porque só a igreja de Cristo está credenciada a pregar o evangelho. Só há um evangelho e só há uma agência do reino credenciada a pregar o evangelho a toda a criatura, em todo o mundo, a igreja de Cristo. Se nós nos calarmos, seremos tidos como culpados. A igreja é o método de Deus para alcançar o mundo. Nenhuma embaixada humana, por mais nobre que seja tem competência para anunciar as boas novas da salvação. Nem mesmo os anjos podem desincumbir-se dessa gloriosa tarefa. Ela é nossa e de mais ninguém.

Em quinto lugar, porque o tempo de proclamar o evangelho é agora. Devemos fazer a obra de Deus enquanto é dia, enquanto temos oportunidade, enquanto as portas estão abertas. Só temos essa geração para evangelizar os nossos contemporâneos. Se falharmos nessa empreitada, teremos fracassado em nossa missão.

Em sexto lugar, porque a evangelização dos povos é uma ordem imperativa, intransferível e inadiável do Senhor Jesus. O universo inteiro se curva diante da autoridade absoluta do Senhor Jesus. Ousaríamos nós desobedecê-la? Se até os demônios obedecem à sua voz, seríamos nós os únicos a fazer pouco caso dela? Não temos escolha, fazer missões não é opção da igreja, é sua responsabilidade inalienável.

Em sétimo lugar, porque a conversão daqueles por quem Cristo morreu traz glória ao nome de Deus. Fazemos missões para que os povos venham e se prostrem aos pés de Jesus e dêem a Deus toda a glória devida ao seu nome. A glória de Deus deve ser a nossa motivação mais elevada para evangelizarmos todas os povos, tribos, línguas e nações!




Rev. Hernandes Dias Lopes.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Versículo do dia

    Versículo do dia


¹⁵ Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.

¹⁶ Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna. 

1 Timóteo 1:15,16

Midian Lima - Não Pare (Clipe Oficial MK Music)


 

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...