quarta-feira, 9 de julho de 2025

PÃO DIÁRIO - 10/07/2025 - Misericórdia

 

Misericórdia


…o que confia no Senhor, a misericórdia o assistirá. —Salmo 32:10


Era quase impossível não ver o enorme outdoor com o fundo vermelho e enormes letras brancas que gritavam: “Este ano, milhares de homens morrerão de teimosia.” Depois, descobri que o outdoor era um de centenas que tinham como alvo os homens de meia-idade que tipicamente evitam as triagens médicas rotineiras e geralmente morrem de doenças que podem ser prevenidas.
O Salmo 32 lida com a doença espiritual — o pecado, a qual pode ser tratada por meio do reconhecimento honesto e arrependimento. Os primeiros cinco versículos expressam a angústia de esconder a nossa culpa e então celebra a jubilosa libertação de confessar as nossas transgressões a Deus e sermos perdoados.
Este salmo continua nos mostrando que o Senhor anseia que busquemos a Sua ajuda em momentos de dificuldade (vv.6-8) e recebamos a Sua orientação. “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho” (v.8). Somos impedidos, no entanto, quando, em teimosia, nos recusamos a seguir a Sua direção e nos arrepender de nosso pecado.
A Palavra de Deus nos incita: “Não sejais como o cavalo ou a mula, […] os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem” (v.9). Ao invés de nos apegarmos ao nosso pecado, o Senhor nos oferece uma alternativa: quando confessarmos em humildade, Sua misericórdia nos cercará (v.10).
— David C. McCasland


Leia: Salmo 32 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 120-122;1 Coríntios 9

Considere: O primeiro passo para receber o perdão de Deus é admitir que precisamos dele.

terça-feira, 8 de julho de 2025

Versículo do Dia

   Versículo do Dia


²² Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz 

Daniel 2:22

Paulo Neto - O Altar Sou Eu (Ao Vivo) (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 09/07/2025 - O que está em jogo?

 

O que está em jogo?


Ouve o conselho e recebe a instrução, para que sejas sábio nos teus dias por vir. —Provérbios 19:20


Arrisco ou não arrisco estaquear? Esta foi a questão com que Marília se deparou quando plantou uma muda no verão passado. O vendedor disse: “Estaqueie por um ano para ter apoio em caso de ventos fortes. Depois remova as estacas para que a muda desenvolva raízes profundas por si só.” Mas um vizinho lhe disse: “Estaquear pode fazer mais mal do que bem. A árvore precisa começar a desenvolver raízes fortes desde já, ou talvez nunca o faça. Em longo prazo, é melhor para o bem da planta, não estaquear.”
Questionamo-nos sobre essa questão também nos relacionamentos. Por exemplo, se alguém se meteu em apuros, nós o resgatamos “apoiando-o”, ou deixamos que essa pessoa desenvolva “raízes fortes” por conta própria, permitindo que enfrente as consequências de suas escolhas? Obviamente, isso depende do que parece ser melhor para a saúde espiritual da pessoa em longo prazo. O que o amor faz e quando o faz? O livro de Provérbios 19 oferece pensamentos opostos: devemos ter “pena” e oferecer ajuda (v.17), contudo há perigos em resgatar o outro porque você pode precisar fazê-lo novamente (v.19). Prover a ajuda correta requer sabedoria além da nossa própria.
Deus não nos deixou sozinhos. Ele nos dará a sabedoria quando lhe pedirmos. E conforme dependemos dele, nossas raízes também se aprofundarão nele.
— Anne Cetas

Leia: Provérbios 19:15-25

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 119:89-176;1 Coríntios 8

Considere: A verdadeira sabedoria olha para o mundo da perspectiva de Deus.

Cuidado com os bens mal adquiridos

 





Salomão foi um homem rico, muito rico. Conhecia como poucos os perigos que ameaçam aqueles que querem ficar ricos a qualquer custo. Sabia que a formação de quadrilha para maquinar o mal, com o propósito de ajuntar bens mal adquiridos, é um esquema sedutor. Por isso escreveu: “Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, coo os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos de despojos nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos todos uma só bolsa” (Pv 1.10-14). O dinheiro adquirido com violência é uma maldição. A riqueza que vem como resultado do roubo e do derramamento de sangue torna-se o combustível para destruir os próprios transgressores. Não é pecado ser rico; pecado é amar o dinheiro. Não é pecado ter dinheiro; o problema é o dinheiro nos ter. Não é pecado carregar dinheiro no bolso; o problema é carregar dinheiro no coração. Muitas pessoas, por amor ao dinheiro, mentem, roubam, sequestram e matam. Outros, por amor ao dinheiro casam-se e divorciam, corrompem e são corrompidas, torcem a lei e pervertem o direito. A motivação para a violência é o desejo de acumular bens. O brilho da riqueza têm fascinado multidões, transformando homens em feras, jovens em monstros, pessoas de bem em ladrões incorrigíveis. A ganância insaciável é o útero onde é gestado crimes hediondos. Desde o narcotráfico até o assalto aos cofres públicos são delinquências inspiradas por esse desejo insaciável de pilhar o próximo e acumular o alheio. Os bens roubados não são preciosos nem a casa pode ser verdadeiramente cheia de despojos oriundos do crime. Essa riqueza produz tormento. Essa fortuna desemboca em vergonha, opróbrio e prejuízos irremediáveis. Esse pacote tem cheiro de enxofre e o seu fim é a morte.

Salomão é enfático, quando exorta: Cuidado com as suas alianças! O segredo de uma vida feliz é apartar-se daqueles que, deliberadamente andam no caminho da perversidade. Esses agentes da ilegalidade, protagonistas do crime, feitores de males são proselitistas perigosos, que lançam sua rede sedutora para arrastar pessoas incautas para seu cartel do crime. Nesse projeto de engrossar suas fileiras, buscam alianças e fazem promessas. Querem parceiros e garantem vantagens. Chamam para a aventura e dizem que esse caminho é lucrativo. A bolsa coletiva onde se acumula o dinheiro da iniquidade, entretanto, é maldita. Os valores que entram nela vêm do roubo, da opressão, da violência e do derramamento de sangue. Esses recursos tornam-se o próprio combustível para a destruição dos malfeitores. Essa riqueza entorpece a mente, calcifica o coração, enceguece os olhos e coloca tampão nos ouvidos. Faz do homem um monstro celerado, uma fera sanguesedenta, um lobo selvagem. Ser sábio é não dialogar com esses arautos do crime. Ser prudente é sequer se aproximar daqueles que vivem na marginalidade. Ser feliz é fugir não apenas do mal, mas até mesmo da aparência do mal. A felicidade não habita nas tendas da perversidade, mas está presente na casa daqueles que vivem em retidão e justiça. Não faça alianças com homens perversos; junte-se a pessoas que podem ajudar você a viver mais perto de Deus.

Nessa mesma linha de pensamento, o apóstolo Paulo exorta: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitos flagelos” (1Tm 6.9,10). A exortação é oportuna: Cuidado com os bens mal adquiridos!




Rev Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Versículo do Dia

   Versículo do Dia


²⁵ Pai justo, o mundo não te conheceu; mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste a mim. 

João 17:25

Thalita Roberta - Não Estou Sozinho (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 08/07/2025 - Está comigo

 

Está comigo


O Senhor está comigo; não temerei. —Salmo 118:6


Após a pequena atleta olímpica, Gabby Douglas, ganhar duas medalhas de ouro nos jogos de Londres 2012, ela fez a seguinte proclamação: “Deus nunca falhará com você. Ele está sempre ao seu lado.”
Algumas vezes este tipo de afirmação feita por um atleta pode ser mal compreendida. Pode ser interpretada como se significasse que se estou competindo contra você num campeonato e tenho a ajuda de Deus, não há como perder. Mas se recorremos ao Salmo 118:5-6, entendemos o que essa afirmação realmente significa. O salmista escreveu: “Em meio à tribulação, invoquei o Senhor, e o Senhor me ouviu e me deu folga. O Senhor está comigo; não temerei.”
Outra versão também traduz o versículo 6 como “O Senhor está comigo…” (NVI). É a ideia de que quando o problema surge em nossas vidas, Deus, que é cheio de misericórdia e amor (que “dura para sempre”, v.4) sempre estará atento a nós e proverá a proteção de que precisamos.
Não precisamos ser um campão olímpico para valorizar este tipo de atenção divina. Precisamos desta atenção quando a economia vacila e as nossas finanças não são suficientes. Precisamos desta atenção quando um relacionamento significativo se desfaz. Não importa qual seja a nossa situação, como seguidores de Cristo sabemos onde encontrar ajuda. “O Senhor está comigo.”
— Dave Branon


Leia: Salmo 118:1-6 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 116-118;1 Coríntios 7:1-19

Considere: Deus está conosco em meio às provações.

A vida ou a morte, o que você vai escolher?

 





O rei Salomão está fazendo um contraste entre o néscio e o sábio. O néscio é aquele que tapa os ouvidos à voz de Deus e segue seu caminho cheio de autoconfiança. Sua sensação de bem-estar é seu maior perigo. Ele caminha para morte, mesmo imaginando que está saboreando a vida. O sábio, porém, é aquele que, com prontidão, escuta a voz de Deus e a obedece. Esse habitará seguro e não terá temor do mal. A vida ou a morte está à sua frente. Você pode escolher a vida. Você pode evitar a morte. Destacaremos esses dois pontos aqui:

Em primeiro lugar, o risco fatal de se desviar de Deus. Está escrito: “Os néscios são mortos por seu desvio, e aos loucos a sua impressão de bem-estar os leva à perdição” (Pv 1.32). Deus é a fonte da vida e longe de Deus prevalece a morte. O néscio, despreza a palavra de Deus julgando-se sábio, mas opta pela morte, pois o caminho da desobediência é uma auto pista que leva à morte física e eterna. O homem pode escolher a maneira de viver, mas não pode escolher as consequências de suas escolhas. Pode adotar um estilo de vida, mas não pode determinar os seus resultados. Quem tapa os ouvidos à voz de Deus e despreza seus ensinos coloca os pés numa estrada de morte. Nessa jornada rumo à morte há muitos atrativos e muitos prazeres efêmeros. É uma estrada larga. É um caminho espaçoso. Por esse caminho transita uma multidão. A regra desse caminho é a libertinagem, ou seja, a liberdade sem limites. Nada é proibido, tudo é aceitável. Todos os transeuntes devem se sentir bem. A impressão de bem-estar deve reger a todos, o tempo todo, em todos os lugares. Porém, essa sensação é uma armadilha mortal. Ela tem o poder de anestesiar a alma e entorpecer os sentimentos. Aqueles que seguem por essa estrada larga, sentem-se seguros e acompanhados por uma miríade de outros caminhantes. Todos parecem seguros, enquanto sorvem cada gota de todas as taças dos prazeres. Mas, essa sensação de bem-estar é o portal da morte, o corredor da perdição. Fuja da morte e escolha a vida! Deus propõe para você a salvação e não a perdição!

Em segundo lugar, a segurança inabalável de ouvir a voz de Deus. Está registrado na Escritura: “Mas o que me der ouvidos habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal” (Pv 1.33). Salomão contrasta os desastres da desobediência com os benefícios da obediência. A desobediência produz morte e perdição, mas a obediência aos preceitos divinos resulta em segurança e confiança. Aqueles que obedecem a Deus vivem seguros, tranquilos e sem temor do mal mesmo cercados por um mundo marcado pela violência. Deus mesmo é o nosso muro protetor. Ele é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Ele é o nosso escudo e nossa proteção. Ele prometeu estar conosco todos os dias até à consumação do século e é fiel para cumprir sua palavra. Promessa de Deus e realidade são a mesma coisa, pois Deus vela pela sua palavra em a cumprir. Quando Deus fala, ele cumpre. Quando Deus faz, ninguém pode impedir sua mão de fazer. A recompensa para aqueles que tapam os ouvidos à voz sedutora dos pecadores para ouvir e obedecer os preceitos divinos é que seremos um carvalho de justiça em meio os vendavais da vida. Teremos uma âncora firme nas tempestades da jornada. Cruzaremos incólumes o mar revolto da vida e navegaremos confiantes para o porto seguro. Mesmo que as circunstâncias sejam adversas, teremos paz. Mesmo que os perigos sejam imensos, teremos segurança. Mesmo que os inimigos sejam muitos, teremos vitória. Mesmo que o medo tente nos assaltar, teremos conforto. Mesmo que todos os homens se voltem contra nós, Deus nos cobrirá debaixo de suas asas.




Rev Hernandes Dias Lopes

domingo, 6 de julho de 2025

Versículo do Dia

   Versículo do Dia


Que se lembrou da nossa baixeza; porque a sua benignidade dura para sempre;

Anderson Freire - Guarda Minha Casa (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 07/07/2025 - O dom da luz

 

O dom da luz


…Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida. —João 8:12


Sir Christopher Wren projetou e construiu mais de 50 igrejas em Londres no fim do século 17. O estilo de seu projeto tinha duas características proeminentes — a primeira delas eram os campanários fortes e altos. A segunda, no entanto, era mais profunda. Wren estava convencido de que todas as janelas em suas igrejas precisavam ter vidro transparente em contraste aos vitrais coloridos tão populares nas igrejas daquela época. Em parte, o seu motivo para a escolha do vidro transparente está em suas palavras: “O maior presente de Deus ao homem é a luz.” Permitir que a luz banhasse as pessoas enquanto elas adoravam era, para Wren, uma celebração deste presente.
No relato do livro de Gênesis, no primeiro dia da criação Deus fez a luz (1:3). A luz que Deus criou é muito mais do que simplesmente um meio de enxergar. É uma imagem do que Cristo trouxe quando veio a este mundo obscuro. No livro de João 8:12, o nosso Senhor disse: “…Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” Para o seguidor de Cristo, a luz é um dos grandes lembretes do caráter do nosso Salvador e da qualidade de vida que Ele nos deu por meio de Seu sacrifício na cruz.
Wren estava certo. A luz é o maior presente de Deus ao homem — Jesus Cristo, a luz do mundo!
— Bill Crowder

Leia: João 8:12-20 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 113-115;1 Coríntios 6

Considere: Jesus veio para dar luz a um mundo obscuro.

O justo e o ímpio, um contraste profundo

 




Os homens perversos se alimentam da maldade e têm como propósito de vida derrubar aqueles que andam retamente. Sentem-se recompensados quando derrubam alguém que cruza seu caminho. Eis o que diz a Escritura: “Pois não dormem, se não fizerem o mal, e foge deles o sono, se não fizerem tropeçar alguém…” (Pv 4.16,17). Os perversos têm uma compulsão para o mal. Rolam no seu leito não para conciliar o sono, mas para maquinar o mal contra o próximo. Empregam sua inteligência e sua energia não para fazer o bem, mas para engendrar formas de oprimir as pessoas. Quando não conseguem levar a cabo sua intenção maligna, perdem o sono. O que lhes acalma a mente irrequieta é exatamente conceber os intentos perversos do coração. Tão logo concebem o mal, colocam-no em ação. As lágrimas dos outros são sua alegria. O fracasso dos outros, o seu triunfo. A seiva que lhes sustenta a vida é a violência. A motivação que lhes mantêm acordados é a destruição do próximo.

A Escritura contrasta o caminho dos maus com a vereda dos justos: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4.18). Naquele reina a violência e a negridão subterrânea dos maus intentos; nesta habita a luz que esparrama sua luz, como os raios do sol que surgem nas encostas dos montes. A vereda dos justos não é apenas um caminho iluminado, mas um caminho cuja luz vai crescendo como a luz do sol até ser dia perfeito. A vida do justo vai sendo aperfeiçoada de glória em glória. O brilho da face de Cristo resplandece nele. O fulgor da glória de Deus irradia nele. O justo é filho da luz e luz do mundo. Ele anda na luz, suas obras são feitas na luz e todo o seu corpo é iluminado. O justo não dá marcha ré em seu testemunho. Não vive ziguezagueando perdendo sua força em avanços e recuos. O justo caminha para frente, faz uma escalada para as alturas. Sua vida não se estaciona na região nebulosa do comodismo. O justo cresce no conhecimento e na graça. Avança para o alvo. Busca as coisas lá do alto, onde Cristo vive. Contempla o galardão. Aspira as coisas mais excelentes. Sua história começa na conversão, avança no processo da santificação, mas seu alvo é a glorificação, o dia perfeito.

Se a vereda dos justos é um caminho cheio de luz, o caminho dos perversos é uma estrada mergulhada em densas trevas. “O caminho dos perversos é como a escuridão; nem sabem eles em que tropeçam” (Pv 4.19). A escuridão é ausência completa de luz. É lugar de cegueira. É território lôbrego de confusão. É cenário de medo e pavor. É estrada povoada por aqueles que não sabem aonde vão nem sabem em que tropeçam. Se a luz é símbolo de conhecimento, a escuridão é o emblema da ignorância. Se a luz é símbolo de pureza, a escuridão é a evidência de sujeira. Se a luz é símbolo da santidade, a escuridão é sinal de iniquidade. Se a luz é símbolo do amor, a escuridão é prova de ódio. O caminho dos perversos é como a escuridão: uma estrada marcada pela anti-vida. Uma vereda sulcada pelos buracos das desavenças. Uma senda onde as coisas mais vergonhosas se praticam sem qualquer pudor. Um trilho sinuoso que leva à morte. Os perversos caminham de solavanco em solavanco. Caem aqui, tropeçam acolá e nem sabem em que tropeçam. Longe de fazerem uma caminhada ascendente rumo à glória, fazem uma descida vertiginosa rumo ao abismo. Oh, caminho perigoso! Oh, caminhada inglória! Oh, triste destino! Só aqueles que amam a destruição continuam por esse caminho. Só aqueles que rejeitam a oferta da graça, preferem esse caminho. Só aqueles que se recusam a crer em Jesus, o novo e vivo caminho, permanecem nessa estrada de densas trevas.





Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 5 de julho de 2025

Versículo do Dia

    Versículo do Dia


²⁰ Olha, Senhor, porque estou angustiada; turbadas estão as minhas entranhas; o meu coração está transtornado dentro de mim, porque gravemente me rebelei; fora me desfilhou a espada, em casa está a morte. 

Lamentações 1:20

Renascer Praise – Escape (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 06/07/2025 - Positivo

        

Positivo
As tuas palavras são em tudo verdade… —Salmo 119:160           
Nos Estados Unidos, o site Pandora é uma das maravilhas musicais na era da internet. Ele ajuda o usuário a criar sua própria estação de rádio, pois permite a “personalização” da música escolhida. Reproduz uma canção e há o sinal de “positivo” ou “negativo” para indicar se o usuário gostou ou não. No fim, a pessoa tem um arranjo apenas com as canções que gosta.
Infelizmente, algumas vezes fazemos o mesmo com a Bíblia. As pessoas podem escolher algumas passagens das Escrituras que gostam mais e ignorar outras; e assim elas a “personalizam” conforme suas preferências. O salmista via a Palavra de Deus da seguinte forma: “As tuas palavras são em tudo verdade…” (Salmo 119:160). E o apóstolo Paulo disse ao jovem pastor Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil…” (2 Timóteo 3:16).
As Escrituras eram importantes para Jesus (Mateus 5:17-18), mas Ele as encarava de modo diferente dos líderes religiosos de Seu tempo. Para Ele, “Não matarás” estava no mesmo nível de “…sem motivo se irar contra seu irmão…” (vv.21-22). Longe de personalizar as Escrituras, Ele estava preocupado com a motivação do coração das pessoas em aplicar tudo o que nela há.
À medida que nos apropriarmos mais plenamente da Palavra de Deus, nós o conheceremos mais profundamente e desejaremos honrá-lo.
— Marvin Williams
      Leia: Mateus 5:17-20
      Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 110-112;1 Coríntios 5
      Considere: Ao abrir a sua Bíblia, peça ao Autor que abra o seu coração.

Obedecer é preciso!

 




O apóstolo Paulo, em sua carta aos Romanos, destaca três imperativos vitais para a vida cristã. Que imperativos são esses? Vejamos: “Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração perseverantes” (Rm 12.12).

Em primeiro lugar, precisamos ter uma esperança cheia de alegria (Rm 12.12a). A esperança é o combustível que nos alimenta em nossa jornada rumo ao futuro. Sem esperança, tombaremos vencidos nas estradas na vida. Sem esperança nossa alma murcha no calor tórrido da existência, nosso sorriso apaga-se em nossos lábios e o choro amargo embaça nossa visão. Sem esperança a vida torna-se um fardo pesado, um grito de dor, uma sinfonia de gemidos. A esperança é o óleo que unge nossa cabeça, a força que tonifica a nossa alma, a motivação que impulsiona a nossa caminhada. Muitas pessoas já naufragaram nas tempestades da vida e perderam a esperança de livramento. Outras, só esperam aquilo que lhes traz desesperança. Nós, todavia, somos daqueles que esperam até mesmo contra a esperança. Nossa esperança não é uma expectativa vaga, mas uma certeza experimental. Não se confunde, porque o amor de Deus é derramado em nossos corações. Por isso, é tempo de avançarmos rumo ao futuro com um cântico nos lábios e desfraldando o pendão da vitória, regozijando-nos na esperança.

Em segundo lugar, precisamos ter uma paciência triunfadora na tribulação (Rm 12.12b). A vida não é um parque de diversões nem uma colônia de férias. Não vivemos numa estufa espiritual nem estamos blindados contra as vicissitudes da vida. Estamos sujeitos às borrascas perigosas e às crises mais avassaladoras. Muitas vezes, somos assolados por circunstâncias amargas. É uma doença grave, um divórcio doloroso, um luto traumático. Muitas vezes, somos atacados com armas de grosso calibre e nossos inimigos conspiram contra nós para nos destruir. Somos vítimas de calúnias injuriosas, de acusações levianas e de mentiras destrutivas. Não raro, ao passarmos por esse vale de prova, por esse deserto causticante, ficamos impacientes e até revoltados. A ordem da palavra de Deus, porém, nos leva para outra direção. Devemos ser pacientes na tribulação. A paciência aqui não é uma atitude estoica de suportar a dor com os dentes trincados, mas é lidar com a tribulação com um otimismo inabalável. A tribulação é uma prensa que nos esmaga, o rolo compressor que passa sobre nós como um descascador de cereais que separa a palha do grão. As tribulações não vêm para nos destruir, mas para nos purificar, para nos tornar mais parecidos com Jesus, que aprendeu pelas coisas que sofreu. Se você está sendo provado, acalme seu coração. Tenha paciência, pois Deus está trabalhando.

Em terceiro lugar, precisamos ter uma firme perseverança na oração (Rm 12.12c). A oração é a usina de poder que mantém nossa vida em movimento. Sem oração não há força para caminharmos vitoriosamente. A oração une a fraqueza humana à onipotência divina e conecta o altar com o trono. A oração liga a terra ao céu. Quando oramos, movemos a mão daquele que move o mundo. O Deus soberano escolheu agir na história por intermédio da oração de seu povo. Tornamo-nos parceiros de Deus no governo do mundo por meio da oração. Mas, não basta orar; precisamos perseverar na oração. Muitos têm entusiasmo para começar uma reunião de oração, mas perdem o vigor no meio do caminho e retrocedem. O fogo no altar da oração não pode apagar. Precisamos orar sem cessar. Precisamos orar sempre sem esmorecer. Essa é uma batalha sem trégua, um luta sem pausa. Se a igreja parar de orar, ela perde o poder. A oração, porém, abre o caminho para a plenitude do Espirito e a plenitude do Espírito produz santidade e poder. Os grandes avivamentos da história foram precedidos por perseverantes reuniões de oração. Os grandes problemas do mundo foram vencidos quando a igreja de Deus se pôs de joelhos. Não cesse de orar, pois coisas grandes da parte de Deus estão a caminho.



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Versículo do Dia

    Versículo do Dia


²⁰ Olha, Senhor, porque estou angustiada; turbadas estão as minhas entranhas; o meu coração está transtornado dentro de mim, porque gravemente me rebelei; fora me desfilhou a espada, em casa está a morte. 

Lamentações 1:20

Eli Soares, Álvaro Tito - Não Há Barreiras


 

PÃO DIÁRIO - 05/07/2025 - Além das probabilidades

 

Além das probabilidades

…mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele. —Atos 12:5

Muitos de nós tomamos decisões diárias com base em probabilidades. Se houver 20% de probabilidade de chuva, podemos ignorá-la. Se a probabilidade for de 90%, levaremos conosco um guarda-chuva. Quanto maior a possibilidade, mais o nosso comportamento é afetado, pois queremos escolher sabiamente e sermos bem-sucedidos.

O livro de Atos 12:1-6 descreve uma situação em que as probabilidades de Pedro sobreviver eram muito baixas. Ele estava na prisão, “…entre dois soldados, acorrentado com duas cadeias…” enquanto outros guardavam a porta (v.6). Herodes já havia executado Tiago, um dos seguidores mais próximos de Jesus e tinha em mente o mesmo destino para Pedro (vv.1-3). Um apostador não teria colocado dinheiro algum na hipótese de Pedro sair vivo desta situação.
No entanto, o plano de Deus para Pedro incluía uma libertação miraculosa, qual mesmo aqueles que estavam intercedendo por ele acharam difícil acreditar (vv.13-16). Eles ficaram pasmos quando Pedro apareceu na reunião de oração deles.
Deus pode agir além das probabilidades porque Ele é Todo-poderoso. Nada é difícil demais para Ele. Aquele que nos ama e se entregou por nós está no controle das nossas vidas. Em circunstâncias comuns e situações impossíveis, Deus pode revelar o Seu poder. Quer sejamos agraciados com o sucesso ou amparados na tristeza, Ele está conosco.
— David C. McCasland
Leia: Atos 12:1-11

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 107-109;1 Coríntios 4
Considere: Detrás dos bastidores, Deus está sempre no controle.

Propostas indecentes

 


Resultado de imagem para Propostas indecentes, cuidado cristão

Quando o povo de Israel estava para sair do Egito, Faraó fez quatro propostas a Moisés para reter o povo no cativeiro. Essas propostas eram indecentes. Tinham como objetivo enganar o povo e mantê-lo na escravidão. Vamos examiná-las:

Em primeiro lugar, não vá, fique (Ex 8.25). A escravidão é um símbolo do pecado, Faraó é um símbolo de Satanás e o Egito é um símbolo do mundo. Faraó propôs a Moisés a continuar no Egito e a levantar ali mesmo altares a Deus. A princípio parecia uma proposta simpática e acolhedora. Mas, toda vantagem proposta por Satanás tem uma armadilha. Ainda hoje, Satanás usa a mesma estratégia, induzindo as pessoas a pensar que podem adorar a Deus sem sair da escravidão do pecado. Que podem entrar para a igreja sem romper com os esquemas do mundo. Que podem colocar uma bela máscara de santidade, sem mudar de vida. Que podem se tornar religiosas sem novo nascimento. Faraó propõe a religião da forma sem vida, do ritual sem conversão, da aparência sem novo nascimento. Moisés rechaçou peremptoriamente a sedutora proposta de Faraó e nós devemos, também, rejeitar firmemente as insinuações do diabo. Não basta levantar altares a Deus. Precisamos sair do Egito!

Em segundo lugar, vá, mas não vá longe (Ex 8.28). Faraó agora propõe o povo ir, mas não ir tão longe. Faraó que até então castigava o povo com duros açoites e com trabalhos forçados, agora se transforma em chefe de relações públicas. Quer relacionamento. Abre as portas de seu império para o povo voltar sempre que sentir saudade. Quer manter os vínculos. Não quer cortar as raízes. A ideia de Faraó é esta: Vá, mas não vá tão longe. Vá, mas volte. Vá, mas não vá definitivamente. Hoje, ainda, essa é uma proposta perigosa. O diabo além de acusador é também um sedutor. Depois de afligir seus súditos, tenta atrai-los, mostrando as vantagens do mundo. Oferece-lhes prazeres. Abre-lhes a porta da liberdade. Convida-os a vir e desfrutar do melhor do Egito. A tese de Faraó aqui é que você pode desfrutar o melhor dos dois mundos e viver com o coração dividido. Moisés, porém, rechaça com veemência essa sedutora proposta. Quem foi liberto da escravidão, não deve mais retroceder. A vida com Deus exige consagração plena!

Em terceiro lugar, vá, mas nem todos (Ex 10.10,11). Faraó propõe a Moisés levar o povo, mas deixar no Egito as crianças e os jovens. Com isso, está insinuando que o lugar para os jovens desfrutarem a vida é no Egito. Que levantar altares a Deus é uma atividade para aqueles que já dobraram o cabo da boa esperança e já se aproximam do cabo das tormentas. Faraó quer induzir Moisés a pensar que o culto a Deus não tem atrativos para os jovens e que eles devem ficar no Egito, onde os prazeres são mais vibrantes. Essa mentira de Faraó traveste-se de muitas outras sedutoras propostas em nossos dias. Muitos jovens abandonam as fileiras da fé para retrocederem aos prazeres transitórios do pecado. Moisés, com firmeza pétrea, resiste a proposta de Faraó e não abre mão das crianças nem dos jovens. A família não pode estar dividida. Velhos, jovens e crianças, todos, devem estar na presença de Deus, a serviço de Deus, pois o lugar dos jovens desfrutarem a vida e encontrarem plenitude de alegria é na presença de Deus.

Em quarto lugar, vá, mas deixe a grana (Ex 10.24,26). Faraó ao ver esgotadas todas as suas sugestões, tentou sua última cartada. Sugeriu que Moisés fosse embora, mas deixasse para trás o rebanho. Os israelitas serviriam a Deus, mas seus rebanhos ficariam no Egito. A reposta de Moisés é corajosa e emblemática. Disse a Faraó que nem uma unha ficaria no Egito (Ex 10.26). Muitos querem adorar a Deus, deixando seus bens no Egito. Querem servir a Deus sem consagrar a ele seus bens. A Escritura é enfática em dizer que não podemos separar o culto que prestamos a Deus dos bens que possuímos, pois onde estiver o nosso tesouro, aí também estará o nosso coração. Cuidado com as propostas de Faraó, elas são indecentes e muito perigosas. Acautelemo-nos!




Rev Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 3 de julho de 2025

Versículo do Dia

   Versículo do Dia


E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.

Rachel Novaes e Thamires Garcia – Minh'alma Engrandece ao Senhor / Adorado (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 04/07/2025 - Pertencimento


Pertencimento

Na casa de meu Pai há muitas moradas […] vou preparar-vos lugar. —João 14:2


Meu pai tinha muitas histórias sobre sua cidade natal. Então você pode imaginar como eu me empolgava todos os verões quando ele levava nossa família até lá. Nós pescávamos no rio juntos e visitávamos a sua fazenda da época da infância onde todas as suas histórias ganhavam vida. Apesar daquele lugar nunca ter sido realmente o meu lar, sempre que visito aquela cidade — agora com meus filhos adultos e meus netos — encho-me de um senso nostálgico de pertencimento.
Jesus conversou com Seus discípulos sobre Sua casa no céu, que Ele havia deixado para viver entre nós. Que alegria deve ter sido para Ele contar aos Seus discípulos, “Na casa de meu Pai há muitas moradas […] vou preparar-vos lugar […] para que, onde eu estou, estejais vós também” (João 14:2-3). Sem dúvida, Jesus que “…em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz…” (Hebreus 12:2), estava esperando pelo retorno à Sua casa celestial e por poder levar os filhos e filhas de Seu Pai para lá com Ele.
A ideia de Jesus levando-nos à casa de Seu Pai nos enche de grande expectativa e nos compele a contar aos outros as boas-novas sobre o Filho que veio para nos resgatar deste lugar decaído.
— Joe Stowell

Leia: João 14:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 77-78;Romanos 10

Considere: Apenas Jesus pode nos encher com um senso de pertencimento que jamais conhecêramos.

O trono de Deus, a sala de comando do universo

 





Estamos começando mais um ano. Os prognósticos políticos e econômicos para o Brasil , para muitos são de esperança e otimismo, para outros nem nem tanto, existem os  pessimistas , mas o nosso futuro não está nas mãos dos homens e sim, mas nas mãos de Deus. Ele está no trono e governa os destinos da história. A mensagem central do livro de Apocalipse é mostrar para a igreja que o seu Deus está no trono do universo. Olhando para Apocalipse capítulo 4, destacaremos três verdades importantes:

Em primeiro lugar, Deus está assentado no trono do universo e governa o nosso destino. João viu um trono no céu e trono é lugar de honra, autoridade e julgamento. Todos os tronos da terra estão sob a jurisdição desse trono do céu. O mesmo Deus que criou todas as coisas e está no controle de tudo levará a história para uma consumação final. O que João descreve não é Deus mesmo, mas o seu esplendor, porque a ele não se pode descrever (Ex 20.4). Não há descrição do trono nem da pessoa que está assentado nele. O que João viu quando olhou para o trono só pode ser descrito em termos de brilho de pedras preciosas. João descreve a Deus como um ser absolutamente misterioso, único, singular, o totalmente outro. João diz que ele é semelhante, no aspecto, a pedra de jaspe (a mais cristalina, a mais pura, sem nenhuma poluição) e de sardônio (cor vermelha, a mais translúcida que existe). A pedra de jaspe (branca) descreve a santidade de Deus e a de sardônio (vermelha), o seu juízo.

Em segundo lugar, o trono de Deus é o trono de graça, misericórdia, juízo e santidade. Ao redor do trono há um arco-íris semelhante, no aspecto, a esmeralda. O arco-íris é o símbolo da graça e da misericórdia de Deus, da sua aliança com o seu povo. Normalmente o arco-íris aparece depois da tempestade, mas aqui, ele aparece antes dela. Para os filhos de Deus a tempestade já passou, porque Cristo já se deu a si mesmo para nos resgatar do dilúvio do juízo. Agora, temos o sol da justiça brilhando sobre nós. Antes de Deus derramar o seu juízo sobre a terra, ele oferece a sua misericórdia. Antes das taças do juízo, ele envia as trombetas de alerta. Mas, o trono de Deus é, também, um trono de juízo. Os relâmpagos, as vozes e os trovões são evidências de juízo e ira. O arco-íris foi visto antes dos relâmpagos. A graça sempre antecede ao julgamento. Aqueles que recusam receber a misericórdia terão que suportar o juízo. Quem não foi purificado pelo sangue, terá que suportar o fogo do juízo divino. Mas, o trono Deus é, ainda, o trono de santidade. O mar de vidro está em contraste com o mar de sujeira e poluição do pecado. Para estar diante do trono de Deus é preciso ser purificado. Não há sujeira nem corrupção diante do trono de Deus. Tudo é transparente, limpo e puro. Deus é santo. Ele não se associa com o mal. Ele abomina o mal. Embora ele ame a todos, não ama a tudo.

Em terceiro lugar, aquele que está assentado no trono deve adorado. Os remidos adorarão àquele que vive pelo século dos séculos. A igreja se prostra diante daquele que está assentado no trono. A glória deles é glorificar ao que está assentado no trono. Depositarão suas coroas diante do trono em sinal de total submissão e rendição. Ele é digno de receber a glória; eles não são dignos de glorificar, por isso, se prostram e depositam suas coroas diante do trono. O que está assentado no trono é o criador de todas as coisas. O mesmo Deus que criou tudo e sustenta tudo levará o mundo, a história e a igreja à consumação final. João é chamado ao céu para ver o trono e o entronizado. O trono de Deus está no centro do universo. Tudo acontece a partir do trono. Tudo está ao redor do trono. Graça e juízo emanam do trono. Todo o louvor e glória são dirigidos àquele que está assentado no trono. Não precisamos temer o ano que se inicia. Tudo está sob controle daquele que está assentado no trono!




Rev Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 2 de julho de 2025

Versículo do Dia

    Versículo do Dia


E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.

Samuel Miranda - Primeira Essência (Ao Vivo) #MKNetwork


 

PÃO DIÁRIO - 03/07/2025 - Pertencimento

 

Pertencimento


Na casa de meu Pai há muitas moradas […] vou preparar-vos lugar. —João 14:2


Meu pai tinha muitas histórias sobre sua cidade natal. Então você pode imaginar como eu me empolgava todos os verões quando ele levava nossa família até lá. Nós pescávamos no rio juntos e visitávamos a sua fazenda da época da infância onde todas as suas histórias ganhavam vida. Apesar daquele lugar nunca ter sido realmente o meu lar, sempre que visito aquela cidade — agora com meus filhos adultos e meus netos — encho-me de um senso nostálgico de pertencimento.
Jesus conversou com Seus discípulos sobre Sua casa no céu, que Ele havia deixado para viver entre nós. Que alegria deve ter sido para Ele contar aos Seus discípulos, “Na casa de meu Pai há muitas moradas […] vou preparar-vos lugar […] para que, onde eu estou, estejais vós também” (João 14:2-3). Sem dúvida, Jesus que “…em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz…” (Hebreus 12:2), estava esperando pelo retorno à Sua casa celestial e por poder levar os filhos e filhas de Seu Pai para lá com Ele.
A ideia de Jesus levando-nos à casa de Seu Pai nos enche de grande expectativa e nos compele a contar aos outros as boas-novas sobre o Filho que veio para nos resgatar deste lugar decaído.
— Joe Stowell

Leia: João 14:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 77-78;Romanos 10

Considere: Apenas Jesus pode nos encher com um senso de pertencimento que jamais conhecêramos.

A indescritível glória de Deus

 

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“…levantai-vos, bendizei ao Senhor, vosso Deus, de eternidade em eternidade. Então, se disse: Bendito seja o nome da tua glória, que ultrapassa todo bendizer e louvor.” (Ne 9.5)

Depois de um tempo de arrependimento e restauração, o povo de Israel regresso do cativeiro babilônico, prorrompeu em louvor a Deus, e de forma esplêndida exaltou sua indescritível grandeza. Três verdades são enfatizadas:

Em primeiro lugar, Deus é exaltado pela criação do universo. Está escrito: “Só tu és Senhor, tu fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles…” (Ne 9.6a). O universo não surgiu espontaneamente nem veio à existência mediante uma explosão cósmica. O universo não é resultado de uma evolução de milhões e milhões de anos, mas foi criado por Deus. Antes da criação só Deus existia. E ele, sendo o único Deus, trouxe à existência as coisas que não existiam. Criou tudo do nada, ou seja, sem matéria pré-existente. Em linguagem resumida, Neemias escreve que Deus criou tudo no céu, na terra e nos mares. O universo vastíssimo e insondável, com sua multifária beleza, é obra do Criador. Segundo os mais eminentes astrônomos, o universo tem mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro. Isso significa que se pudéssemos voar à velocidade da luz, trezentos mil quilômetros por segundo, nessa velocidade levaríamos mais de noventa e três bilhões de anos para ir de uma extremidade à outra do universo. Oh, quão grande é a obra criada! Pois, infinitamente maior é o Criador. Ele existe antes da criação. Ele é independente da criação. Ele é maior do que a criação!

Em segundo lugar, Deus é exaltado pela preservação das criaturas. O texto prossegue, e diz: “… e tu os preservas a todos com vida, e o exército dos céus te adora” (Ne 9.6b). Deus não apenas criou todas as coisas, mas também as sustenta. Deus não apenas deu vida a todas as criaturas, mas também as preserva com vida. Só Deus tem vida em si mesmo. Todas as criaturas dependem de Deus e não têm vida à parte dele. O Deus criador é também o Deus da providência. Os deístas afirmam que Deus criou todas as coisas, mas está longe delas. Imaginam que Deus é como um relojoeiro que depois de fabricar o relógio deu cordas nele e o deixou trabalhando sozinho. Esse pensamento está equivocado. Embora Deus seja transcendente, é também imanente. Embora tenha criado o universo com leis que o regem, intervém na criação providencialmente. Deus não apenas está além do universo e é independe dele, mas também está presente nele e o governa.

Em terceiro lugar, Deus é exaltado pela eleição e redenção do seu povo. Neemias continua, e diz: “Tu és o Senhor, o Deus que elegeste Abrão, e o tiraste de Ur dos caldeus, e lhe puseste por nome Abraão” (Ne 9.7). Não há Deus além do Senhor. Antes dele nunca houve nem depois dele jamais haverá outro semelhante. Os deuses dos povos são ídolos vãos, criados pela arte e pela imaginação humana. Ele é Senhor, Criador e Redentor. Ele não apenas criou todos os seres no céu, na terra e no mar, mas também a todos preserva com vida. Além disso, Deus escolheu um povo e o resgatou para ser sua propriedade exclusiva. O Deus que elege é também o Deus que chama e o mesmo Deus que chama é também o Deus que resgata. Deus nos escolheu antes da fundação do mundo e chamou-nos com santa vocação. Resgatou-nos com o sangue do seu Filho e selou-nos com o seu Santo Espírito. Fomos separados de entre todas as nações para sermos uma nação santa. Fomos resgatados de entre todos os povos para sermos um povo totalmente seu, zeloso e de boas obras. Somos o povo de Deus, a família de Deus, a habitação de Deus. Temos nele todo o nosso deleite e a ele rendemos toda a nossa adoração!



Rev  Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 1 de julho de 2025

Versículo do Dia

    Versículo do Dia


⁷ E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:

⁸ Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; porque tendo pouca  

Apocalipse 3:7,8

Cuidado com o vinho, ele pode arruinar sua vida!





A palavra de Deus faz solenes advertências sobre o perigo da embriaguez. Sendo o álcool um dos maiores problemas da família brasileira, cumpre-nos entendermos o que a Bíblia diz sobre o assunto. Destacaremos, aqui quatro pontos:

Em primeiro lugar, quando o vinho é uma ameaça (Pv 23.29,30). A bebida alcoólica tem sido o maior ladrão de cérebros do mundo. Está por trás da maioria dos crimes passionais e dos acidentes automotivos. Os cemitérios estão cheios de suas vítimas e as cadeiras lotadas de seus protagonistas. Aqueles que se entregam à bebedeira render-se-ão aos lamentos. Serão provocadores de rixas e intrigas. Passarão a vida bebendo e se queixando dos males que eles mesmos provocaram. Aquele que se demora em beber vinho e busca bebida misturada labora contra si mesmo, cava sua própria cova e pavimenta o caminho de sua própria destruição. O alcoolista não apenas atenta contra sua própria vida, mas, também, transtorna sua própria família. Torna-se motivo de opróbrio para o cônjuge e vergonha para os filhos.

Em segundo lugar, quando a sedução do vinho é um laço (Pv 23.31,32). O vinho é uma bebida apreciada no mundo inteiro desde os tempos mais remotos. Jesus transformou água em vinho numa festa de casamento, inaugurando os seus milagres. Era símbolo da alegria e um importante alimento. Era usado como remédio e não faltava à mesa das pessoas ricas ou pobres. O vinho, porém, tem seus perigos e ameaças. O vinho tem um forte poder de sedução. Tem cheiro e sabor. Resplandece no copo e escoa suavemente. Aqueles que desprezam seu poder de sedução e domínio e perdem a sobriedade, são picados por uma víbora venenosa. A cobra é um animal sutil. Não rosna como um cão bravo nem urra como um leão esfaimado. A cobra espreita. Arma o bote e ataca repentina e implacavelmente. Seu bote é certeiro. Sua mordida é venenosa. Sua picada é mortal. Ninguém se inicia na bebida como um ébrio. Alguns, porém, flertam com a bebida e ficam presos em seus laços. Em vez de terem domínio próprio, são dominados pelo vinho. Tornam-se dependentes e adictos. Não conseguem beber com equilíbrio. Não sabem beber com moderação. São escravos da bebida. São dominados pela sedução do álcool. O resultado dessa escravidão é a dor, o sofrimento e a morte. A mordida dessa cobra e a picada desse basilisco pode ser fatal. Fuja do álcool enquanto é tempo!

Em terceiro lugar, quando os efeitos do vinho são desastrosos (Pv. 23.33). O vinho em excesso provoca alucinação. O álcool tem o poder de tirar a sobriedade. A embriaguez rouba o cérebro do homem, embaralha sua visão, entorpece seu entendimento e diminui seus reflexos. Um homem bêbado vê coisas esquisitas e fala coisas perversas. Seus olhos e sua boca são arrebatados pela loucura. Seus sentidos são alterados. Dentre os muitos efeitos do álcool, o texto em apreço destaca dois. O primeiro deles é que uma pessoa bêbada não consegue ver as coisas como elas são. Sua avaliação da realidade é completamente alterada. Sua percepção das coisas é embotada. Seu discernimento fica manco. Seus reflexos ficam lentos. Sua análise dos fatos completamente deficiente. O segundo efeito do álcool é que o coração do ébrio fala coisas perversas. Uma pessoa bêbada desanda a boca para falar impropérios e blasfêmias. O álcool não é prejudicial apenas a saúde; é letal ao bom nome, é nocivo à honra, é desastroso à família e à sociedade.

Em quarto lugar, quando o bebedor de vinho chega ao fundo do poço (Pv 23.34,35). O beberrão começa sua triste jornada olhando para o copo, sendo atraído pelo brilho do vinho e pela sedução de seu cheiro e termina sua inglória caminhada sendo jogado de um lado para o outro, ao sabor das ondas revoltas do mar da vida. Deitar-se no meio do mar é viver como um náufrago, sem chão, sem terra para pisar, sem casa para voltar. Deitar-se no alto do mastro fala de uma solidão avassaladora, de um isolamento cruel, de um auto-banimento amargo. Quando esse homem se levanta da tormenta e da solidão, seu corpo está cheio de hematomas e feridas. Foi espancado, mas nem sabe quem o agrediu. Ele tornou-se saco de pancada. Cair de porta em porta, perambular de boteco em boteco, chegar em casa com cheiro de álcool, ferido no corpo e na alma nem mais lhe provoca dor. Foi surrado e voltará a ser, porque já perdeu o pudor e a sensibilidade. Quando despertar do torpor do álcool, sabe o que ele fará? Voltará a beber! É um adicto. É um dependente! É um escravo do vício! Foi picado pela cobra venenosa do álcool. A não ser que seja liberto pela força divina, não conseguirá sair por si mesmo dessa masmorra cruel. Cuidado com o vinho!




Rev Hernandes Dias Lopes

Wilian Nascimento e Jairo Bonfim - Soldado Ferido (Ao Vivo) #MKNetwork


 

PÃO DIÁRIO - 02/07/2025 - Reflexos em janelas


Reflexos em janelas

Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei. —Salmo 119:18


Muito da paisagem que vi durante nossas férias no Alasca, EUA, foi pelas janelas de veículos em movimento. Fiquei grata pelo vidro que me permitia ver a beleza e permanecer aquecida e seca. Mas as janelas também apresentavam um desafio. Quando chovia, as gotas de água do lado de fora turvavam a visão. Quando a temperatura mudava, a condensação criava a neblina no lado de dentro.
Estes desafios me ajudam a entender porque é impossível vermos a vida da maneira que Deus planejou que a víssemos. O pecado turva a beleza da vida que Deus quer que desfrutemos. Algumas vezes o pecado está do lado de dentro — nosso egoísmo cria uma neblina que nos faz ver como mais importantes do que somos e nos faz esquecer os interesses de outros. Algumas vezes o pecado está do lado de fora. A injustiça de outros faz nossas lágrimas rolarem como chuva, nos impedindo de ver a bondade de Deus. Qualquer tipo de pecado nos impede de ver a maravilha e a glória da vida da forma como foi planejada por Deus.
Por enquanto, mesmo que vejamos “…como em espelho, obscuramente…” (1 Coríntios 13:12), ainda assim vemos o suficiente para saber que Deus é bom (Salmo 34:8). As muitas coisas maravilhosas que Deus revelou nos ajudarão a abandonar o pecado e a trabalhar para minimizar suas consequências no mundo.
— Julie Ackerman Link

Leia: Salmo 34:1-10 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 74-76;Romanos 9:16-33

Considere: A única maneira de ver a vida claramente é focar em Cristo.

Encurralado por Deus

 






O rei Davi, no Salmo 139, mostra de forma incontroversa, que é impossível o homem escapar do conhecimento, da presença e do poder de Deus. Três atributos incomunicáveis de Deus são destacados e uma conclusão prática é estabelecida. Vejamos:

Em primeiro lugar, somos encurralados pelo conhecimento absoluto que Deus tem a nosso respeito (Sl 139.1-6). Se nós não conseguimos sondar e conhecer plenamente a nós mesmos, Deus nos sonda e nos conhece (v. 1). Ele conhece todos os nossos movimentos, ou seja, quando nos assentamos e levantamos (v. 2). Conhece até mesmo os nossos pensamentos (v. 2). Deus vai além. Ele esquadrinha o nosso andar e o nosso deitar. Na verdade, ele conhece todos os nossos caminhos (v. 3). Deus conhece todas as nossas palavras, mesmo antes de nós as proferirmos (v. 4). Deus nos encurrala por todos os lados, conhecendo nossa vida como jamais alguém poderia conhecê-la. Diante da onisciência de Deus, ficamos completamente esmagados (v. 5,6).

Em segundo lugar, somos encurralados pela presença de Deus que nos acompanha para onde formos (Sl 139.7-12). É impossível ausentar-se do Espírito de Deus e fugir de sua face (v. 7). Tanto os mais altos céus como o mais profundo abismo não seriam esconderijos seguros para nos escondermos de Deus (v. 8). Os confins dos mares não estão fora do alcance da onipresença de Deus (v. 9,10). Nem mesmo as trevas podem nos encobrir de seus olhos, pois para Deus as próprias trevas são como a luz (v. 11,12). Deus é inescapável. Em relação a Deus estamos num beco sem saída. Ele nos cerca por todos os lados. É impossível fugir de sua presença.

Em terceiro lugar, somos encurralados pelo poder Deus que nos fez de forma tão extraordinária (Sl 139.13-18). Como poderíamos escapar daquele que nos criou e nos formou? Como fugir daquele que formou o nosso interior e nos teceu no ventre de nossa mãe? (v. 13). Em vez de pegarmos, tolamente, uma rota de fuga para tentarmos, em vão, escaparmos de Deus, deveríamos dar graças a ele pela forma tão assombrosamente maravilhosa como ele nos formou (v. 14). Nosso corpo, embora frágil, é de uma complexidade indescritível. Somos um ser programado geneticamente. Temos em nosso corpo cerca de sessenta trilhões de células vivas e em cada uma delas um metro e setenta centímetros de fita DNA, onde estão gravados e computadorizados todos os nossos dados genéticos. Sabemos que códigos de vida não são gerados espontaneamente. Códigos de vida não surgem de uma explosão cósmica nem de uma evolução de milhões e milhões de anos. Códigos de vida foram plantados em nós pelo criador onipotente. Deus não só nos viu quando éramos apenas uma substância informe, mas, também, escreveu no seu livro todos os nossos dias, quando nenhum deles havia ainda (v. 15,16). Diante da grandeza insondável de Deus, só nos resta ficarmos extasiados (v. 17), sobretudo, diante da nossa limitação e incapacidade (v. 18).

Em quarto lugar, somos encurralados pelos nossos próprios pecados e não temos outra alternativa senão buscarmos o perdão divino (Sl 139.19-23). Porque Deus é onisciente, onipresente e onipotente não existe nada mais insensato do que o homem perverso tentar desafiá-lo (v.19,20). Davi firmemente se posiciona contra aqueles que se insurgem insidiosamente contra Deus. Ele aborrece quem Deus aborrece. Ele abomina o que Deus abomina (v. 21,22). Mas, Davi encurralado por Deus, vai além. Ele não apenas declara seu desgosto contra aqueles que se rebelam contra Deus e contra o próximo para derramarem sangue, mas volta suas armas para si mesmo, e clama a Deus para sondá-lo e prová-lo (v. 23). Roga a Deus não apenas para trazer à tona o que há de mau em seu coração, mas, também, pede a ele para guiá-lo pelo caminho eterno (v. 24). Você e eu estamos encurralados por Deus. O que vamos fazer? A única atitude sensata é rendermo-nos aos seus pés!



Rev Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 30 de junho de 2025

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...