domingo, 15 de setembro de 2024
PÃO DIÁRIO - 16\09\2024 - BEM ESCONDIDO
VOCÊ PODE TER CERTEZA DE SUA SALVAÇÃO
O apóstolo Paulo, o paladino do Cristianismo, em sua derradeira epístola, alerta o jovem Timóteo a não perder o foco de seu ministério, envolvendo-se em falatórios inúteis e profanos (2Tm 2.16). Também, afirma que alguns, nessa prática, desviaram-se da verdade (2Tm 2.17,18). Longe, porém, do veterano apóstolo estar abrindo uma brecha para a possibilidade da perda da salvação, afirma com diáfana clareza, a segurança da salvação, aduzindo dois eloquentes argumentos:
Em primeiro lugar, os salvos são conhecidos por Deus (2Tm 2.19a). “O Senhor conhece os que lhe pertencem…”. Deus nos conheceu de antemão (Rm 8.29). Escolheu-nos conforme sua própria determinação e graça em Cristo antes dos tempos eternos (2Tm 1.9). Escolheu-nos em Cristo antes da fundação do mundo (Ef 1.4). Escolheu-nos desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade (2Ts 2.13). Nessa mesma linha de pensamento, o apóstolo Paulo diz: Deus conhece os que lhe pertencem (2Tm 2.19). O ensino insofismável das Escrituras é que Deus nos amou primeiro e nos atraiu para si com cordas de amor. Fomos escolhidos, chamados e justificados. Nossos pecados foram perdoados, nossa dívida foi paga e nosso nome está escrito no livro da vida. Fomos comprados por alto preço, resgatados da morte e declarados justos diante do tribunal de Deus. Nossa salvação não é resultado das obras que realizamos para a Deus, mas da obra que Deus realizou por nós, na cruz do Calvário. Deus nos amou quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Éramos escravos e ele nos libertou. Estávamos perdidos e ele nos encontrou. Estávamos mortos em nossos delitos e pecados e ele nos deu vida. Fez-nos seus filhos e seus herdeiros. Agora, somos membros do corpo de Cristo, ovelhas do seu pastoreio e ramos da Videira verdadeira. Somos a sua herança, a menina dos seus olhos e a sua delícia, em quem ele em todo o seu prazer. Nossa vida está segura nas mãos de Cristo e de suas mãos ninguém pode nos arrebatar. Nada nem ninguém, neste mundo ou no porvir, pode nos separar de seu amor, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. Estamos seguros porque o próprio Deus que nos criou, nos escolheu e nos salvou nos conhece como sua propriedade exclusiva!
Em segundo lugar, os salvos vivem em santidade (2Tm 2.19b). “… e mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor”. A gloriosa doutrina da eleição tem sido atacada por muitos e não entendida por outros. Longe dessa verdade induzir o descaso com a santidade, promove-a. O ensino claro das Escrituras é que Deus no escolheu pela santificação do Espírito e fé na verdade (2Ts 2.13). Deus nos escolheu para sermos santos e irrepreensíveis (Ef 1.4). Deus não nos chamou para a impureza e sim para a santificação (1Ts 4.7). Logo, aqueles a quem Deus conhece como seus e que professam o seu nome, apartam-se da injustiça (2Tm 2.19). A evidência da eleição é a santificação. Ninguém pode se julgar um eleito de Deus se não vive em santidade. Ninguém pode comprovar sua eleição, senão pela prática da piedade. Os que são de Deus vivem em novidade de vida. Aqueles a quem Deus conhece têm um novo coração, uma nova mente e uma nova vida. Quem pratica o pecado é escravo do pecado, ainda permanece nas trevas e não conhece a Deus, pois Deus é luz. A segurança da nossa salvação não está estribada em quem nós somos, mas em que Deus é e, no que ele fez por nós, em nós e através de nós!
Rev. Hernandes Dias Lopes
sábado, 14 de setembro de 2024
Versículo do Dia
E saiu uma voz do trono, que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os seus servos, e vós que o temeis, assim pequenos como grandes.
PÃO DIÁRIO - 15\09\2024 - PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS
O REAVIVAMENTO PROMOVIDO PELA PALAVRA DE DEUS
A Reforma do século XVI foi uma volta às Escrituras. Essa volta à palavra de Deus produziu mudanças profundas na vida da igreja e trouxe um poderoso reavivamento. O Salmo 119, sendo o maior capítulo da Bíblia, trata da excelência da palavra de Deus e de seus benditos efeitos em nossa vida. Destacaremos, aqui, a relação entre a palavra de Deus e o reavivamento.
Em primeiro lugar, reavivamento e restauração (Sl 119.25). “A minha alma está apegada ao pó; vivifica-me segundo a tua palavra”. Davi está prostrado até ao pó. Sua alma está humilhada ao extremo. Nessa prostração total, clama pela vivificação que vem por meio da palavra. É a palavra de Deus que restaura a alma!
Em segundo lugar, reavivamento e proteção (Sl 119.37). “Desvia os meus olhos, para que não vejam a vaidade, e vivifica-me no teu caminho”. Nossos olhos podem nos atrair para armadilhas perigosas. Podem ser um laço para os nossos pés. Por isso, o salmista roga a Deus proteção da queda e ao mesmo tempo vivificação no caminho de Deus, o caminho da santidade.
Em terceiro lugar, reavivamento e aspiração (Sl 119.40). “Eis que tenho suspirado pelos teus preceitos; vivifica-me por tua justiça”. Quanto mais suspiramos pela palavra de Deus, mais somos cheios dela e mais vivificados seremos pela justiça divina. Quanto mais cheios da presença de Deus, mais desejamos Deus em nossa vida.
Em quarto lugar, reavivamento e consolo (Sl 119.50). “O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica”. A vida com Deus é uma jornada por onde a angústia sempre nos espreita. Porém, nas noites mais escuras da alma, a palavra de Deus nos vivifica, nos consola e nos enche de verdor e frutos benditos.
Em quinto lugar, reavivamento e obediência (Sl 119.88). “Vivifica-me, segundo a tua misericórdia, e guardarei os teus testemunhos oriundos de tua boca”. Quando descemos aos vales escuros da vida ou tropeçamos em virtude de nossa fraqueza, precisamos da misericórdia de Deus e quando ele nos vivifica, então, renovamos o nosso compromisso de obediência à sua palavra.
Em sexto lugar, reavivamento e aflição (Sl 119.107). “Estou aflitíssimo; vivifica-me, Senhor, segundo a tua palavra”. A aflição é o cálice que bebemos enquanto caminhamos na estrada juncada de espinhos, entre o berço e a sepultura. Porém, nas horas que sorvemos esse cálice amargo, Deus nos vivifica segundo a sua palavra, apruma nossos joelhos trôpegos, fortalece as nossas mãos descaídas e nos restaura o vigor.
Em sétimo lugar, reavivamento e oração (Sl 119.149). “Ouve, Senhor, a minha voz, segundo a tua bondade; vivifica-me, segundo os teus juízos”. Oração e palavra são os dois grandes instrumentos que nos levam à vivificação espiritual. Quando Deus ouve nosso clamor, então, sua palavra nos restaura. Pela oração falamos com Deus; pela palavra Deus fala conosco!
Em oitavo lugar, reavivamento e libertação (Sl 119.154). “Defende a minha causa e liberta-me; vivifica-me, segundo a tua palavra”. Quando somos apanhados na rede da perseguição externa ou da aflição interna, precisamos de livramento e quando este chega, Deus nos vivifica pela sua palavra. Oh, bendito livramento! Deus não nos deixa expostos ao opróbrio dos nossos inimigos.
Em novo lugar, reavivamento e misericórdia (Sl 119.156). “Muitas, Senhor, são as tuas misericórdias; vivifica-me segundo os teus juízos”. Por causa das muitas misericórdias de Deus não somos consumidos. Por elas, Deus não nos dá o juízo que merecemos. Por isso, ele nos ergue de nossa fraqueza e nos vivifica segundo os seus juízos.
Em décimo lugar, reavivamento e amor à palavra (Sl 119.159). “Considera em como amo os teus preceitos; vivifica-me, ó Senhor, segundo a tua bondade”. O amor à palavra de Deus descortina diante de nós o caminho da bondade divina e nesse caminho está a gloriosa realidade do reavivamento e da vivificação espiritual. É tempo de buscarmos ao Senhor e a sua palavra até que ele venha sobre nós, trazendo em suas asas, poderoso reavivamento espiritual!
Rev. Hernandes Dias Lopes
sexta-feira, 13 de setembro de 2024
Versículo do Dia
E o Senhor vos aumente, e faça crescer em amor uns para com os outros, e para com todos, como também o fazemos para convosco;
PÃO DIÁRIO - 14\09\2024 - FEITO POR DEUS
PARECEU BEM AO ESPÍRITO SANTO E A NÓS
“Pois pareceu bem ao Espírito Santo e a nós…” (At 15.28).
A Igreja Primitiva caminhava em obediência à orientação do Espírito Santo. As decisões eram tomadas em submissão à sua soberana vontade. Líderes eram escolhidos conforme seu querer. A direção missionária da igreja era dada pelo Espírito Santo. As decisões doutrinárias da igreja, de igual forma, eram feitas sob a égide do Espírito Santo. Esse modelo não se caducou. Não pode ser alterado. O Espírito Santo nos foi dado para guiar-nos à toda a verdade. Sua direção é dentro da Palavra de Deus e não fora dela. Seu propósito é sempre exaltar a Cristo. Sua vontade está sempre afinada com o supremo propósito do Pai. Portanto, a igreja precisa, constantemente, curvar-se à direção do Espírito Santo, para que marche firme e resoluta rumo à obediência e à santidade.
Hoje, a igreja reúne-se para escolher seus líderes: presbíteros e diáconos. Depois de orar e buscar a vontade de Deus, chegou a hora de escolher aqueles que, devem ocupar um posto de serviço e não de prestígio. Essa escolha não pode ser feita de acordo com o padrão do mundo. No mundo quanto maior é o homem mais servos ele tem a seu serviço; no reino de Deus, quanto maior um homem é, mais pessoas ele serve. O padrão do mundo destaca o homem pelos seus predicados intelectuais e financeiros; mas no reino de Deus, o homem é reconhecido pela sua humildade e piedade. No reino de Deus a pirâmide está invertida. O maior é o menor e o menor é o maior.
Devemos rogar a Deus, com temor e tremor, a fim de que sua vontade seja feita e que homens fiéis e cheios do Espírito Santo sejam eleitos para governarem e para servirem à igreja com o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Precisamos de pastores servos e de servos pastores. Precisamos de homens firmes na Palavra e amáveis no trato. Homens que tenham conhecimento e sabedoria. Homens que amem a Cristo e apascentem suas ovelhas. Homens que sejam doutos na Palavra e dedicados ao ensino. Homens que sejam intolerantes com o pecado e compassivos com os pecadores. Homens que celebram com o rebanho e também chorem suas dores. Homens que inspirem mais pelo exemplo do que pelo discurso. Homens que vivam o que ensinam e preguem como se jamais tivessem oportunidade de pregar novamente. Homens que conheçam o estado de suas ovelhas e desçam aos lugares mais perigosos para resgatar aquela que caiu. Homens que cuidem das ovelhas que estão seguras no aprisco e saiam em busca da que se desviou.
Precisamos de homens que cuidem dos enfermos e supram as necessidades dos aflitos. Homens que se afadigam na Palavra e oram sem esmorecer. Homens que sejam exemplos de piedade no lar e padrão dos fiéis no seu trabalho. Homens que sejam respeitados dentro do lar e tenham bom testemunho dos de fora. Homens que não gastem seu tempo com conversas frívolas nem sejam amigos de contendas. Homens cujo temperamento seja controlado pelo Espírito e transmitam graça no abrir de sua boca. Homens de verdade e homens de honra. Homens cheios do Espírito Santo, cheios de fé e cheios de sabedoria. Homens cheios de graça e cheios de poder. Homens cuja vida seja avalista de suas palavras. Homens fervorosos de espírito e não religiosos carregados de tradições. Homens que tenham luz na mente e fogo no coração. Homens que tenham zelo por Deus e profunda compaixão pelos perdidos. Oh, que Deus nos oriente para que nessa assembleia, possamos agir de tal forma na escolha de nossos líderes, que ao final possamos dizer: “Pois pareceu bem ao Espírito Santo e a nós”.
Rev. Hernandes Dias Lopes
quinta-feira, 12 de setembro de 2024
PÃO DIÁRIO - 13/09\2024 - ACHADOS E PERDIDOS
QUÃO GLORIOSO É O NOSSO REDENTOR!
“Ele é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder…” (Hb 1.3).
A carta aos Hebreus é considerada o quinto Evangelho, pois se os quatro Evangelhos falam do que Cristo fez na terra, Hebreus fala do que Cristo continua fazendo no céu. Essa epístola enfatiza a superioridade de Cristo em relação aos profetas, aos anjos, a Moisés, a Josué, a Arão. Seu sacrifício foi melhor e a aliança que estabeleceu em seu sangue é superior. Logo no introito de Hebreus, o autor ressalta a grandeza incomparável de Jesus, elencando sete de seus gloriosos predicados:
Em primeiro lugar, Jesus foi constituído por Deus como o herdeiro de todas as coisas (Hb 1.2). “… a quem constituiu herdeiro de todas as coisas…”. É claro que o autor não está tratando de seu estado eterno junto com o Pai, pois sempre teve glória plena antes que houvesse mundo. Fala, entretanto, de uma herança que recebeu como resultado de seu sacrifício vicário. Em virtude do Filho ter se encarnado, morrido e ressuscitado para remir seu povo, a ele é dado como herança, todas as coisas.
Em segundo lugar, Jesus foi o criador do universo (Hb 1.2). “… pelo qual também fez o universo”. O universo não surgiu espontaneamente nem foi produto da uma evolução de milhões e milhões de anos. A matéria não é eterna. Só Deus o é. O universo foi criado, e isso, a ciência prova. Mas, pela fé entendemos que o universo foi criado por Deus, por intermédio de seu Filho. Desde os mundos estelares até o homem, obra prima da criação. Desde os anjos até o menor dos seres vivos que rasteja pela terra, voa pelo ar ou percorre as sendas dos mares, tudo saiu das mãos do Filho de Deus. Tudo foi feito por ele e sem ele nada do que foi feito se fez. Ele criou todas as coisas, as visíveis e as invisíveis. Do nada ele tudo criou, com poder e sabedoria.
Em terceiro lugar, Jesus é o resplendor da glória de Deus (1.3). “Ele, que é o resplendor da glória…”. A glória não é um atributo de Deus, mas a somatória de todos eles, na sua expressão máxima. Jesus encerra em si mesmo todo o resplendor dessa glória divina. Ele é a manifestação plena e final de Deus. Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Vemos Deus em sua face. Quem vê Jesus, vê a Deus, pois tem a mesma essência, os mesmos atributos e a realiza as mesmas obras.
Em quarto lugar, Jesus é a expressão exata do ser de Deus (Hb 1.3). “… e a expressão exata do seu Ser…”. Deus é espírito, portando não podemos contemplá-lo. Deus é tão santo e glorioso que até os serafins cobrem o rosto diante de sua Majestade. Jesus, porém, sendo Deus se fez carne e habitou entre nós, cheio da graça e de verdade e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. Se quisermos saber como Deus é, devemos olhar para Jesus. Se quisermos saber quão belo, quão, santo, quão amoroso Deus é, devemos olhar para Jesus. Ele disse: “Quem me vê a mim, vê o Pai, pois eu e o Pai, somos um”. Jesus é a exegese de Deus!
Em quinto lugar, Jesus é o sustentador do universo (Hb 1.3). “… sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder…”. Jesus não apenas criou todas as coisas, mas sustenta todas elas, pela palavra do seu poder. É ele quem mantém o universo em equilíbrio. É ele quem mantém as galáxias em movimento. É ele quem dá coesão, ordem e sentido a este vastíssimo e insondável universo com mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro. É ele quem espalhada as estrelas no firmamento e conhece cada uma delas pelo nome. O universo não se mantém fora de sua providência e nem sobrevive sem seu governo.
Em sexto lugar, Jesus é o Sumo Sacerdote que fez a purificação dos pecados (Hb 1.3). “… depois de ter feito a purificação dos pecados…”. Jesus é o grande Sumo Sacerdote, que sendo perfeito, ofereceu um sacrifício perfeito, o seu próprio sangue, para purificar-nos do pecado. Os animais mortos foram varridos do altar, porque Jesus ofereceu um único e eficaz sacrifício para remir-nos e purificar-nos.
Em sétimo lugar, Jesus é o Rei que foi exaltado por Deus (Hb 1.3). “… assentou-se à direita da Majestade, nas alturas”. Jesus é o Profeta por quem Deus encerrou sua revelação. É o Sumo Sacerdote que ofereceu a si mesmo como sacrifício perfeito. É o Rei glorioso que está assentado à mão direita de Deus, de onde governa sua igreja, as nações e o próprio universo e, de onde vai voltar, gloriosamente, para buscar sua igreja. Oh, quão glorioso é o nosso Redentor!
Rev. Hernandes Dias Lopes
quarta-feira, 11 de setembro de 2024
Versículo do Dia
Versículo do Dia
Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.
PÃO DIÁRIO - 12\09\2024 - O CORDEIRO QUE É LEÃO
Está chegando o dia em que jesus retornará em glória para governar o que lhe é de direito. Nesse dia, todos se curvarão diante dele e dirão: "...Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória e louvor." ( Apocalipse 5:12 ). Jesus, o Cordeiro que também é o Leão, merece nosso louvor ! - CPH
Leia: Apocalipse 5:1-12.
Examine: ...para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho [...] e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor. - Filipenses 2:10-11.
Considere: Para honrar nosso Rei, cantamos Seus louvores.
OS SÍMBOLOS DA HUMILHAÇÃO E DA EXALTAÇÃO DE JESUS
Jesus é o centro da eternidade e da história. Nele convergem todas as coisas, na terra e no céu. Ele é o centro dos decretos eternos de Deus, o centro das Escrituras e será o centro do céu, por toda a eternidade. Destacamos, aqui, alguns símbolos de sua encarnação e de sua super-exaltação.
Em primeiro lugar, a manjedoura (Lc 2.7). A encarnação do Verbo eterno, pessoal e divino é um glorioso mistério. O transcendente se esvaziou e vestiu pele humana. O eterno entrou no tempo. O infinito tornou-se um bebê e o Rei dos reis nasceu num manjedoura. Sendo rico, se fez pobre. Sendo santo, foi feito pecado. Sendo bendito eternamente, foi feito maldição. A manjedoura é um golpe no orgulho dos homens, pois Jesus veio como cordeiro, como servo, como alguém que, sendo Deus não julgou como usurpação o ser igual a Deus.
Em segundo lugar, a bacia e a toalha (Jo 13.4,5). No mesmo momento em que os discípulos disputavam entre si prestígio e proeminência, Jesus confronta-os cingindo-se com uma toalha e deitando a água na bacia para lavar seus pés empoeirados. Sendo ele o Senhor e o Mestre, voluntariamente, fez o trabalho de um escravo. Jesus deixa claro que no reino de Deus a pirâmide está invertida. Aquele que tem mais honra é o servo de todos. Jesus não veio para ser servido, ele veio para servir, ensinando com isso, que a humildade é o portal da honra enquanto a soberba é a antessala do fracasso.
Em terceiro lugar, a cruz (Lc 23.33)). Não podemos separar a manjedoura da cruz. Jesus nasceu numa manjedoura porque ele veio como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Com seu sacrifício na cruz, Jesus varreu do altar os animais sacrificados. Com sua morte, ele pôs fim a todo o sistema cerimonial judaico e abriu-nos um novo e vivo caminho para Deus. A cruz é o palco onde Deus demonstrou o seu amor por pecadores indignos e ao mesmo tempo satisfez sua justiça, pois seu Filho morreu como nosso substituto. Na manjedoura Jesus se esvaziou. Usando a toalha e a bacia Jesus serviu. Mas, na cruz Jesus se sacrificou.
Em quarto lugar, o túmulo vazio (Lc 24.1-3). Jesus não foi retido pela morte. Ele matou a morte e arrancou o seu aguilhão. Ele triunfou sobre a morte e ressuscitou com um corpo imortal, incorruptível, poderoso, glorioso e celestial. A morte foi vencida e tragada pela vitória. Sua ressurreição é o selo da nossa esperança. Jesus abriu o caminho da imortalidade e se levantou do túmulo como primícia dos que dormem. Sua ressurreição é a garantia de aqueles que dormem em Cristo se levantarão do túmulo e receberão um corpo semelhante ao corpo de sua glória.
Em quinto lugar, o trono (Hb 1.8). Porque Jesus se esvaziou e foi obediente até à morte e morte de cruz, Deus Pai o exaltou sobremaneira e o fez assentar-se no trono das alturas. Jesus foi elevado acima dos céus. Ele está entronizado acima dos querubins. Ele governa o universo, intercede pela igreja e voltará gloriosamente. Seu trono jamais será abalado e seu reino jamais passará. Seu domínio é eterno. Diante dele todo joelho precisa se prostrar e toda língua precisa confessar que ele é Senhor, para a glória de Deus. Até mesmo aqueles que o rejeitaram terão que se prostrar. Ateus, agnósticos e místicos precisarão se render e confessar que Jesus é Senhor. Anjos, homens e demônios precisarão reconhecer que Jesus é o Rei dos reis e o Senhor dos senhores. O Jesus da manjedoura é o Jesus do trono. Ele está à destra de Deus Pai, de onde virá visivelmente, audivelmente, repentinamente, inesperadamente, inescapavelmente, poderosamente e gloriosamente para buscar a sua igreja. Virá para julgar vivos e mortos. Virá para estabelecer seu reino de glória. Virá para colocar debaixo de seus pés todos os seus inimigos e entregar o reino ao Deus e Pai!
Rev. Hernandes Dias Lopes
terça-feira, 10 de setembro de 2024
Versículo do Dia
Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.
PÃO DIÁRIO - 11\09\2024 - PAVÕES E SUA LINHAGEM
PAVÕES E SUA LINHAGEM
Pavões machos são criaturas resplandecentes com cauda alongada enfeitada com " olhos " coloridos em tons de dourado, vermelho e azul e plumagem azul-esverdeada irisdescente. Eles são pássaros incrivelmente belos, mas têm patas feias !
Leia: 2 Coríntios 12:7-10.
Examine: ...o poder se aperfeiçoa na fraqueza... - 2 Coríntios 12:9.
Considere: A força de Deus é mais bem vista em nossas fraquezas.
O QUE PODEMOS APRENDER COM A PALMEIRA, O SÍMBOLO DO JUSTO?
“O justo florescerá como a palmeira…” (Sl 92.12).
A Bíblia está cheia de metáforas. São figuras e imagens que nos apresentam lições morais e espirituais. Aqui, no texto em tela, o justo é comparado com a palmeira. É claro que, no caso de Israel, o escritor está falando da tamareira, pois é a árvore mais conhecida na região e uma das primeiras fontes de renda na agricultura. Que lições podemos aprender?
Em primeiro lugar, o justo cresce verticalmente. A tamareira cresce para cima, para o alto, para o céu. Assim é o justo. Sua vida é reta e cresce verticalmente. Isso fala de sua retidão e integridade. O justo não tem em seu caráter sinuosidades. Sua vida é reta. Sua conduta é ilibada. Seu testemunho é irrepreensível. Seu crescimento é para o alto!
Em segundo lugar, o justo tem uma vida útil. Tudo na tamareira é útil. Suas raízes, seu caule, suas folhas e seus frutos. Assim é o justo. Sua vida é uma bênção para a família e para a sociedade. Sua presença no mundo é abençoadora. Suas palavras são terapêuticas e suas obras são marcadas pela bondade. Seus frutos são doces e nutritivos.
Em terceiro lugar, o justo tem uma vida bela aos olhos de Deus e dos homens. A palmeira ou a tamareira enfeita o ambiente hostil onde cresce. No meio do deserto ela desfralda suas folhas robustas. No meio da seca severa, ela mantem seu verdor. Sua folhagem não murcha nem perde a sua beleza. Assim é o justo. Ele é belo aos olhos de Deus e seu testemunho é reconhecido na terra.
Em quarto lugar, o justo mantém-se firme mesmo em tempos de duras provas. A tamareira cresce no deserto, floresce em lugares áridos, frutifica em ambientes hostis. Suas raízes são castigadas pelo tropel de camelos e feras. Seu caule e suas folhas são surradas por rajadas dos ventos quentes do deserto. Seus frutos suculentos são amadurecidos sob o calor implacável, imposto pelo sol causticante. Assim é o justo, mesmo sendo duramente provado, permanece firme, pois está plantado em Deus, é sustentado por Deus e frutifica para a glória de Deus.
Em quinto lugar, o justo produz frutos que exaltam a Deus e abençoam o próximo. As tâmaras são apreciadas no mundo inteiro. É um fruto doce, nutritivo e nobre. É o mais importante produto da agricultura de Israel. É um importante fator da economia da região árida do deserto da Judeia. O justo produz, também, frutos dignos de arrependimento. O fruto do Espírito pode ser encontrado em sua vida. Não tem apenas folhas, mas frutos, muitos frutos que glorificam a Deus e abençoam o próximo.
Em sexto lugar, o justo aponta para a verdadeira fonte da vida. Onde o viajor cansado, pelos desertos áridos, vislumbra uma tamareira, sabe que ali existe um oásis, lugar de abrigo e refrigério. A tamareira é um ponto de referência no meio do deserto inóspito. Assim é o justo. Ele é plantado junto à fonte e sua vida aponta para Deus, o verdadeiro manancial da vida. Aqueles que andam errantes pelos desertos da vida, olham para ele, e podem encontrar a fonte da vida, um lugar de abrigo sob as asas do Onipotente Deus.
Em sétimo lugar, o justo é vitorioso em sua jornada. A folha da palmeira ou da tamareira é um símbolo de vitória. Quando erguida e acionada, com uma bandeira no mastro, ela proclama a vitória daqueles que a ostentam. Assim é a vida do justo. Ele é mais do que vencedor em Cristo. Sua vitória não decorre de sua beleza intrínseca nem de sua força pessoal. Sua vitória vem de Deus. Apesar de sua fraqueza, triunfa. Apesar de seu pecado, é justificado. Apesar de habitar numa tenda rota, será revestido com um corpo de glória! O justo florescerá como a palmeira!
Rev. Hernandes Dias Lopes
segunda-feira, 9 de setembro de 2024
Versículo do Dia
Louvai ao SENHOR. Louvarei ao SENHOR de todo o meu coração, na assembléia dos justos e na congregação.
PÃO DIÁRIO - 10\09\2024 - UM CÍRCULO DE AMIGOS
NUNCA PERCA A ESPERANÇA
“… Senhor, se tu quiseres, podes purificar-me” (Lc 5.12).
Há problemas insolúveis, há doenças incuráveis, há causas perdidas, a menos que Jesus realize um milagre. E foi o que ele fez e é o que ele faz. O texto em apreço fala de um homem coberto de lepra que, estando como uma carcaça humana, com seu corpo apodrecendo, vai a Jesus, prostra-se diante dele e, clama: “Senhor, se tu quiseres, podes purificar-me”. Sua doença era incurável, seu problema era insolúvel, sua causa era perdida, mas Jesus estendeu a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E, imediatamente, lhe desapareceu a lepra. Seis verdades são destacadas no texto em tela:
Em primeiro lugar, o doente (Lc 5.12). Os três Evangelhos Sinóticos narram esse episódio, mas só Lucas, que era médico, nos informa que o homem estava coberto de lepra, ou seja, no estado mais avançado da doença. O homem está apodrecendo vivo. Era um carcaça humana. Um ser nauseabundo. Seu caso era irremediável. Ele vai a Jesus, e humildemente, roga por um milagre e o milagre acontece. O doente não exigiu, rogou. Mesmo sabendo que Jesus tem todo o poder, submeteu-se à sua vontade soberana.
Em segundo lugar, o médico (Lc 5.13). Ninguém podia tocar um leproso sem ficar impuro. Jesus compadeceu-se do homem, tocou-lhe e disse: Quero, fica limpo! Em vez do impuro contaminar o puro, foi o puro que tocou o impuro e tornou o impuro, puro! Por que Jesus tocou o leproso se um leproso não podia ser tocado? Porque viu que o leproso, a tanto tempo reduzido ao ostracismo da doença, precisava sentir-se amado. Jesus é o médico que tem compaixão e poder. Para ele não tem doença incurável nem causa perdida. Ele não apenas cura as feridas do corpo, mas também lanceta os abcessos da alma.
Em terceiro lugar, a cura (Lc 5.13b). O texto diz: “… e, no mesmo instante, lhe desapareceu a lepra. Jesus cura-o imediatamente, completamente, eficazmente. Cura-o emocional e fisicamente. Cura-o sem deixar qualquer sequela. Cura-o, apesar de estar coberto de lepra, com o corpo deformado, com a pele necrosada. Cura-o a despeito de sua morte já ter sido decretada pela doença.
Em quarto lugar, o testemunho (Lc 5.14). Jesus manda o homem ao sacerdote por duas razões. Primeiro, porque o sacerdote era a autoridade sanitária competente para declará-lo publicamente curado. Isso significa que os milagres de Jesus não eram apenas experiências subjetivas, mas fatos concretos e verificáveis. Segundo, porque fazendo isso, Jesus estava protegendo esse homem de quaisquer especulações maliciosas. Ninguém precisava suspeitar da veracidade de sua cura. Jesus estava, assim, devolvendo-o ao convívio familiar, religioso e social.
Em quinto lugar, o impacto (Lc 5.15). O milagre operado por Jesus produziu tal impacto que, grandes multidões afluíam para ouvi-lo e serem curadas. Mesmo tendo Jesus ordenado ao homem curado para não falar nada para ninguém, ele saiu a propalar esse prodígio divino (Mc 1.44,45). Jesus ordenou a esse homem para se calar e ele proclamou os grandes feitos de Cristo em sua vida; Jesus nos ordena a falar e nós nos calamos. A atitude desse homem denuncia a nossa omissão.
Em sexto lugar, o retiro (Lc 5.16). Em face das multidões afluírem a Jesus para ouvi-lo e serem curadas, Jesus se retirava para lugares solitários e orava. Por que Jesus fugia das multidões para buscar lugares solitários para orar? Primeiro, porque não queria fortalecer na mente das pessoas a ideia de que ele era apenas um operador de milagres. Ele veio como o Messias de Deus, para morrer pelo seu povo. Seus milagres eram sinais de que ele era o ungido de Deus. Segundo, porque Jesus entendia que a intimidade com o Pai era mais importante do que sucesso no ministério. Deus vem antes das pessoas. Terceiro, porque Jesus, sendo perfeitamente homem, sabia que o poder vem por meio da oração. O resultado desse retiro é que “o poder do Senhor estava com ele para curar” (Lc 5.17). Jesus, hoje, está à destra de Deus Pai, de onde intercede por nós. Por isso, por mais dramático que seja o nosso problema, jamais devemos perder a esperança!
Rev. Hernandes Dias Lopes
“… Senhor, se tu quiseres, podes purificar-me” (Lc 5.12).
Há problemas insolúveis, há doenças incuráveis, há causas perdidas, a menos que Jesus realize um milagre. E foi o que ele fez e é o que ele faz. O texto em apreço fala de um homem coberto de lepra que, estando como uma carcaça humana, com seu corpo apodrecendo, vai a Jesus, prostra-se diante dele e, clama: “Senhor, se tu quiseres, podes purificar-me”. Sua doença era incurável, seu problema era insolúvel, sua causa era perdida, mas Jesus estendeu a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E, imediatamente, lhe desapareceu a lepra. Seis verdades são destacadas no texto em tela:
Em primeiro lugar, o doente (Lc 5.12). Os três Evangelhos Sinóticos narram esse episódio, mas só Lucas, que era médico, nos informa que o homem estava coberto de lepra, ou seja, no estado mais avançado da doença. O homem está apodrecendo vivo. Era um carcaça humana. Um ser nauseabundo. Seu caso era irremediável. Ele vai a Jesus, e humildemente, roga por um milagre e o milagre acontece. O doente não exigiu, rogou. Mesmo sabendo que Jesus tem todo o poder, submeteu-se à sua vontade soberana.
Em segundo lugar, o médico (Lc 5.13). Ninguém podia tocar um leproso sem ficar impuro. Jesus compadeceu-se do homem, tocou-lhe e disse: Quero, fica limpo! Em vez do impuro contaminar o puro, foi o puro que tocou o impuro e tornou o impuro, puro! Por que Jesus tocou o leproso se um leproso não podia ser tocado? Porque viu que o leproso, a tanto tempo reduzido ao ostracismo da doença, precisava sentir-se amado. Jesus é o médico que tem compaixão e poder. Para ele não tem doença incurável nem causa perdida. Ele não apenas cura as feridas do corpo, mas também lanceta os abcessos da alma.
Em terceiro lugar, a cura (Lc 5.13b). O texto diz: “… e, no mesmo instante, lhe desapareceu a lepra. Jesus cura-o imediatamente, completamente, eficazmente. Cura-o emocional e fisicamente. Cura-o sem deixar qualquer sequela. Cura-o, apesar de estar coberto de lepra, com o corpo deformado, com a pele necrosada. Cura-o a despeito de sua morte já ter sido decretada pela doença.
Em quarto lugar, o testemunho (Lc 5.14). Jesus manda o homem ao sacerdote por duas razões. Primeiro, porque o sacerdote era a autoridade sanitária competente para declará-lo publicamente curado. Isso significa que os milagres de Jesus não eram apenas experiências subjetivas, mas fatos concretos e verificáveis. Segundo, porque fazendo isso, Jesus estava protegendo esse homem de quaisquer especulações maliciosas. Ninguém precisava suspeitar da veracidade de sua cura. Jesus estava, assim, devolvendo-o ao convívio familiar, religioso e social.
Em quinto lugar, o impacto (Lc 5.15). O milagre operado por Jesus produziu tal impacto que, grandes multidões afluíam para ouvi-lo e serem curadas. Mesmo tendo Jesus ordenado ao homem curado para não falar nada para ninguém, ele saiu a propalar esse prodígio divino (Mc 1.44,45). Jesus ordenou a esse homem para se calar e ele proclamou os grandes feitos de Cristo em sua vida; Jesus nos ordena a falar e nós nos calamos. A atitude desse homem denuncia a nossa omissão.
Em sexto lugar, o retiro (Lc 5.16). Em face das multidões afluírem a Jesus para ouvi-lo e serem curadas, Jesus se retirava para lugares solitários e orava. Por que Jesus fugia das multidões para buscar lugares solitários para orar? Primeiro, porque não queria fortalecer na mente das pessoas a ideia de que ele era apenas um operador de milagres. Ele veio como o Messias de Deus, para morrer pelo seu povo. Seus milagres eram sinais de que ele era o ungido de Deus. Segundo, porque Jesus entendia que a intimidade com o Pai era mais importante do que sucesso no ministério. Deus vem antes das pessoas. Terceiro, porque Jesus, sendo perfeitamente homem, sabia que o poder vem por meio da oração. O resultado desse retiro é que “o poder do Senhor estava com ele para curar” (Lc 5.17). Jesus, hoje, está à destra de Deus Pai, de onde intercede por nós. Por isso, por mais dramático que seja o nosso problema, jamais devemos perder a esperança!
Rev. Hernandes Dias Lopes
domingo, 8 de setembro de 2024
Versículo do Dia
Versículo do Dia
Muitas são, Senhor meu Deus, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti; se eu os quisera anunciar, e deles falar, são mais do que se podem contar.
PÃO DIÁRIO - 09\09\2024 - SEM RESPOSTA
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