terça-feira, 16 de abril de 2024

ESCUTE A VOZ DE DEUS, ELE FALOU E AINDA ESTÁ FALANDO

 


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“Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho…” (Hb 1.1,2).



​A Carta aos Hebreus, com singular beleza e não menor profundidade, de forma decisiva e peremptória, declara a existência de Deus. Por mais que os ateus neguem sua existência e os agnósticos acentuem a impossibilidade de conhecê-lo, Deus existe. Deus não apenas existe, mas, também, se revelou. O conhecimento de Deus não se dá por meio da investigação humana, mas pela auto-revelação divina. Só conhecemos a Deus porque ele revelou-se a nós. Deus fala e sua voz é poderosa. Como Deus se revelou?

​Em primeiro lugar, Deus se revelou na obra da criação. O salmista Davi foi enfático em dizer: “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos” (Sl 19.1). O universo vastíssimo e insondável, com mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro é o palco onde Deus reflete a glória de sua majestade. Vemos as digitais do criador nos incontáveis mundos estelares, bem como na singularidade de uma gota de orvalho. Tanto o macrocosmo como o microcosmo falam da grandeza de Deus. Cada entardecer e cada novo amanhecer pintam diante dos nossos olhos uma paisagem nova, refletindo quão grande e quão sábio é o nosso Deus.

​Em segundo lugar, Deus se revelou na consciência do homem. O filósofo alemão Emmanuel Kant, disse: “Há duas coisas que me encantam: o céu estrelado acima de mim e a lei moral dentro de mim”. Deus colocou dentro do homem um sensor, chamado consciência (Rm 2.15). É uma espécie de alarme que toca sempre que o homem transgride um preceito moral. Essa consciência acusa-o e defende-o. Porém, em virtude do pecado, a consciência do homem pode tornar-se fraca e até cauterizada, sendo, portanto, insuficiente para revelar-lhe, claramente, a pessoa de Deus.

​Em terceiro lugar, Deus se revelou progressivamente pelas Escrituras proféticas. Deus falou muitas vezes e de muitas maneiras aos pais pelos profetas. Usou muitos métodos e vários instrumentos para comunicar aos nossos antepassados sua lei e sua vontade. A antiga dispensação foi dada ao povo de Deus, pelo próprio Deus, por meio de seus servos, os profetas. A antiga dispensação, porém, foi parcial, incompleta e fragmentada. Ela era preparatória e não final. A lei nos foi dada não em oposição à graça, mas para nos conduzir à graça. O Antigo Testamento não está em oposição ao Novo. Ao contrário, aponta para ele é tem nele sua consumação. Nas palavras de Aurélio Agostinho: “O Novo Testamento está latente no Antigo Testamento e o Antigo Testamento está patente no Novo Testamento”. No Antigo Testamento temos o Cristo da promessa; no Novo Testamento temos o Cristo da História. Na plenitude dos tempos, ele nasceu sob a lei, nasceu de mulher, para remir o seu povo de seus pecados e trazer-lhe a plena revelação de Deus.​

Em quarto lugar, Deus se revelou completamente em seu Filho. O Filho é a última e completa revelação de Deus. Não há mais revelação por vir. No Filho, vemos o próprio Deus de forma plena. O Verbo divino se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. Ele é a exata expressão do ser de Deus. Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Ele é da mesma substância de Deus. Tem os mesmos atributos de Deus. Realiza as mesmas obras de Deus. Agora, nestes últimos dias, Deus nos falou pelo Filho. Portanto, Deus não tem mais nada a acrescentar em sua revelação. Assim, o Novo Testamento não é a apenas a sequência natural da revelação progressiva do Antigo Testamento, mas sua consumação plena. A lei não está em oposição à graça, mas tem sua consumação nela. Cristo é o fim da lei. Agora a Bíblia está completa. Tem uma capa ulterior. E isso nos basta: ela é inerrante, infalível e suficiente!



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 15 de abril de 2024

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia

Ó Deus, não há outro deus como tu, pois perdoas os pecados e as maldades daqueles do teu povo que ficaram vivos. Tu não continuas irado para sempre, mas tens prazer em nos mostrar sempre o teu amor.
Miqueias 7:18 NTLH

Bruna Karla - O Grande Eu Sou (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 16\04\2024 - Interrupções

 

Interrupções

Aproximando-se o prazo final de entrega de um trabalho, foi difícil encontrar tempo para escrever meus artigos este mês. Senti a vontade de colocar um sinal " Não Me Perturbe ". Embora tentasse reservar tempo para pensar e escrever, isso não aconteceu. Fui bombardeado com e-mails que exigiam minha atenção ou a necessidade de discutir projetos específicos com um colega.
Interrupções. Como devemos lidar com elas ?
Jesus conhecia tudo sobre interrupções. Um dia, logo após chegar à praia da Galileia, um homem perturbado em apuros saudou-o com uma súplica urgente. Jairo implorou a Jesus que o seguisse rapidamente. Sua ilha estava morrendo e ele queria que Jesus a curasse ( Marcos 5:22 ). Enquanto abriam caminho na multidão para chegar até a casa de Jairo, Jesus repentinamente percebeu que " ...dele saíra poder " ( v.30 ).
Para os discípulos, essa interrupção era indesejada. A reação deles demonstrava sua frustração, e disseram: " ...O senhor está vendo como esta gente o está apertando de todos os lados e ainda pergunta isso ? " ( v.31 ). Mas Jesus, cheio de compaixão, dedicou o tempo para dar Sua atenção a uma mulher sofredora. Sua doença a tornara cerimonialmente impura ( Levítico 15:25-27 ) e ela não podia participar da vida da comunidade havia 12 anos ! Jesus olhou nos olhos daquela mulher e assegurou-lhe: " Minha filha, você sarou porque teve fé. Vá em paz ; você está livre do seu sofrimento " ( Marcos 5:34 ).
A filha de Jairo morreu enquanto Jesus estava ocupado ajudando a mulher. Era tarde demais - ou assim parecia. A interrupção indesejada permitiu a Jairo obter um conhecimento ainda mais profundo de Jesus e do Seu poder - poder até mesmo sobre a morte !
Quando sua agenda for interrompida, confie em Deus e no Seu poder. Ele o ajudará a cumprir tudo o que precisa ser feito. - Poh Fang Chia

Leia: Marcos 5:21-42
...Não tenha medo; tenha fé ! ( v.36 ).

Examine: - Provérbios 3:27-28
- Lucas 10:30-37

Considere: Você pode ser mais semelhante a Cristo no modo como lida com interrupções ? De que maneira Deus se revelou através de interrupções em sua vida ?




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NÃO SOMOS MAIS ESCRAVOS, O REINADO DO PECADO ACABOU!

 


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“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões” (Rm 6.12).



​Todo aquele que pratica o pecado é escravo do pecado. O pecado é um rei que governa a vida de todo aquele que ainda não nasceu de novo. O homem não regenerado é um servo desse tirano. O pecado é um rei cruel, que coloca seus súditos debaixo de suas botas sujas. O homem nasce escravo desse carrasco impiedoso. Vive debaixo de sua ditadura implacável. Nenhum escravo pode libertar a si mesmo dessa escravidão.

Deus, porém, por meio de Cristo, nos libertou do poder do pecado (Rm 6.1-5). Onde o pecado abundou, superabundou a graça. Por ser a graça maior do que o nosso pecado, entretanto, ela não é um incentivo ao pecado. Ao contrário, não podemos viver no pecado, nós os que para ele já morremos. Estamos unidos com Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição. Morremos com ele, fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele. Estamos nele. Essa união com Cristo, destronou o pecado em nossa vida. Esse rei tirano perdeu seu poder sobre nós. Agora, somos livres do pecado e não mais escravos dele. O apóstolo Paulo, usa três argumentos para nos levar à essa gloriosa conclusão:

​Em primeiro lugar, nós devemos saber (Rm 6.6-10). O que nós devemos saber? Devemos saber que já foi crucificado com Cristo o nosso velho homem. Fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele para uma nova vida. Portanto, não precisamos mais servir o pecado como escravos. O pecado não é mais nosso patrão. Sua coroa foi tirada. Ele não é mais nosso rei. Não precisamos mais nos ajoelhar a seus pés para obedecer suas ordens. Fomos libertos dessa escravidão. O pecado foi destronado de nossa vida. Outrora, sob a lei, o pecado nos dominava, mas agora, sob a graça, somos livres!

Em segundo lugar, nós devemos considerar (Rm 6.11). Aquele que morreu com Cristo deve se considerar morto para o pecado. Deve andar com a certidão de óbito no bolso. Um morto não obedece o pecado, o seu antigo rei. Foi liberto do jugo. Assim, devemos nos considerar mortos para esse rei tirano. Seu governo cruel sobre nós acabou. Seu domínio opressor chegou ao fim. Não estamos mais com uma coleira no pescoço. O pecado não manda mais em nós. Agora, devemos nos considerar vivos para Deus. Temos um novo rei. Somos servos da justiça. Fomos libertos da casa do valente, do império das trevas, da tirania do diabo, do reinado do pecado. Estamos sob as ordens de um novo Senhor, aquele que morreu por nós e ressuscitou para nos libertar da escravidão do pecado.

​Em terceiro lugar, nós devemos oferecer (Rm 6.12-14). Quando sabemos que fomos crucificados, sepultados e ressuscitados com Cristo. Quando nos consideramos mortos para o pecado, então, podemos dizer ao pecado: Agora você não reina mais sobre nós. Agora não obedecemos mais às paixões carnais. Agora não oferecemos mais os membros do nosso corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade. Pelo contrário, agora oferecemos a nós mesmos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os nossos membros a Deus como instrumentos de justiça. Não estamos mais debaixo da lei, mas vivemos no reinado da graça. O poder da nova vida não vem mais do nosso inútil esforço, mas sim, de Cristo. Morremos com ele, ressuscitamos com ele. Vivemos nele. Dele nos vem o poder para uma nova vida. Ele é o nosso libertador. Foi ele quem quebrou o poder do pecado em nossa vida. Foi ele quem arrancou a coroa do pecado e destronou-o da nossa vida. Ele é o nosso Rei e o seu reino é o reino da graça. Agora, somos livres, verdadeiramente livres. Nele temos vida, e vida em abundância. Outrora, vivíamos debaixo de amarga escravidão, rendidos ao pecado. Agora, livremente oferecemo-nos a Deus. Outrora, caminhávamos com uma coleira no pescoço, para uma condenação eterna. Agora, cheios de contentamento e gozo, marchamos para o céu!



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 14 de abril de 2024

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia

Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos. É por isso que o mundo não nos conhece, pois não conheceu a Deus.
1João 3:1 NTLH

Eu Tenho Você - Marcelo Markes e Isadora Pompeo (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 15\04\2024 - Estrangeiros

 

Estrangeiros


Nos Filipinas, a porta está sempre aberta na hora das refeições. Mesmo sendo estrangeiro, um filipino insistirá para você entrar e cear. Se não tiver o suficiente, o anfitrião dará a porção dele. Os relacionamentos são valorizados acima do próprio conforto e bem-estar.
Quando Deus tirou os israelitas do Egito, Ele enfatizou a hospitalidade e generosidade para com os estrangeiros. " [ Deus ] defende os direitos dos órfãos e das viúvas; ele ama os estrangeiros que vivem entre nós e lhes dá comida e roupa... ", disse Moisés ao povo. " Amem esses estrangeiros... " ( Deuteronômio 10:18-19 ).
Há uma lição mais profunda aqui. Os israelitas receberam - os Dez Mandamentos e suas regras associadas - para guiar suas vidas. Mas, a aderência exterior a regras não conta. Assim, Moisés foi ao âmago da questão. " Povo de Israel, escute o que o Senhor Deus exige de você... " ( Deuteronômio 10:12 ). Sua conclusão ? " Portanto, sejam obedientes a Deus e deixem de ser teimosos " ( v.16 ). Essa frase terrena liga diretamente ao Novo Testamento. Em Efésios 2, Paulo disse aos novos cristãos gentios: " Lembrem que vocês, os não-judeus, eram chamados de incircuncidados pelos judeus, que chamam a si mesmos de circuncidados por praticar a circuncisão... " ( v.11 ). Os Dez Mandamentos são impotentes para mudar o coração humano. Somente Deus consegue fazer isso.
Os gentios - e nós, hoje - fomos estrangeiros espirituais, mortos em nossos pecados, separados de Deus ( Efésios 2:5 ). Paulo lembrou-os: " Mas agora, unidos com Cristo Jesus, vocês, que estavam longe de Deus, foram trazidos para perto dele pela morte de Cristo na cruz " ( v.13 ). O resultado: " Pois foi Cristo quem nos trouxe a paz, tornando os judeus e os não-judeus um só povo... " ( v.14 ). Em Cristo não existem estrangeiros. - Tim Gustafson 

Leia: Deuteronômio 10:12-22
Mas agora, unidos com Cristo Jesus, vocês, que estavam longe de Deus, foram trazidos para perto dele pela morte de Cristo na cruz ( Efésios 2:13 ).

Examine: - Efésios 2:11-22
- Hebreus 13:2

Considere: O que o tornará aceitável a Deus ? Como Deus lidou com o sistema de regras do Antigo Testamento ? ( Efésios 2:14-15. ) Qual o único caminho a Ele ? ( vv.4-5 ).





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CONSIDERE-SE MORTO!

 


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“Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus” (Rm 6.11).

Você deve andar com sua certidão de óbito no bolso. Eu explico! É que o apóstolo Paulo está respondendo à pergunta insinuadora dos libertinos: “Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?” (Rm 6.1). Esses expoentes da licenciosidade, haviam entendido mal o ensino apostólico: “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20). O argumento do veterano apóstolo é demolidor às pretensões imorais dos libertinos: Não podemos viver para o pecado, se para o pecado já morremos (Rm 6.2). Na verdade, nós já fomos batizados com Cristo na sua morte (Rm 6.3). Fomos sepultados com Cristo na morte pelo batismo (Rm 6.4). Devemos saber que foi crucificado com Cristo o nosso velho homem (Rm 6.6). Refutando, portanto, os libertinos e ensinando a igreja sobre a nova vida em Cristo, Paulo faz uma transição da justificação para a santificação, destacando três verdades sublimes:

Em primeiro lugar, o que devemos saber (Rm 6.6). Devemos saber que já foi crucificado com Cristo o nosso velho homem. O velho homem não é o nosso homem interior, mas o nosso homem anterior. Nossa morte com Cristo é um fato legal e consumado e, por isso, deve ser matéria do nosso conhecimento. Fomos crucificados com ele. Morremos com ele. Sua morte foi a nossa morte, pois estávamos nele. Como Cristo ressuscitou para não mais morrer, nós ressuscitamos com ele para uma nova vida. Sendo assim, morremos para o pecado de uma vez para sempre, para vivermos para Deus também para sempre. O apóstolo Paulo diz que esse não é um assunto para sentirmos, mas para sabermos. Essa verdade deve dominar nossa mente mais do que agitar nosso coração.

Em segundo lugar, o que devemos considerar (Rm 6.11). Apóstolo Paulo dá mais um passo rumo ao ensino sobre nossa santificação e diz que precisamos considerar-nos mortos para o pecado. Nossa morte legal para o pecado deve ser agora considerada experimental e constantemente por nós. Sempre que o pecado quiser impor sobre nós o seu reinado, precisamos tirar a certidão de óbito do bolso e dizer que não vamos mais atender às suas ordens porque estamos mortos. Paulo é categórico em informar que “quem morreu está justificado do pecado” (Rm 6.7). O reinado do pecado sobre o nosso corpo mortal acabou. Não precisamos mais obedecer às suas paixões. Esse rei perverso que nos mantinha no cativeiro foi destituído. Fomos libertados. Somos livres. Quando a tentação bater à porta do nosso coração com seus encantos e apelos, devemos considerar isso: estamos mortos!

Em terceiro lugar, o que devemos oferecer (Rm 6. 13). Ao sabermos que fomos crucificados com Cristo e considerarmos que estamos mortos em Cristo e vivos para Deus, não temos mais obrigação de oferecer os membros do nosso corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade. A contrário, devemos oferecer-nos a Deus, como ressurretos dentre os mortos e os membros do nosso corpo como instrumentos de justiça. Nossos olhos não devem mais contemplar o que é mal. Nossos ouvidos não devem mais se dispor a ouvir o que não edifica. Nosso paladar não deve mais degustar o que nos é prejudicial. Nossas mãos não devem praticar o mal nem os nossos pés andar por caminhos tortuosos. O pecado não tem mais domínio sobre nós, uma vez que não estamos mais debaixo da lei, e sim da graça. O reinado da graça nos faz verdadeiramente livres; livres não para pecar, mas livres para vivermos em santidade.



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 13 de abril de 2024

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia

Pelo contrário, sejam bons e atenciosos uns para com os outros. E perdoem uns aos outros, assim como Deus, por meio de Cristo, perdoou vocês.
Efésios 4:32 NTLH

Damares - Um novo Vencedor (VideoClipe)


 

PÃO DIÁRIO - 14\04\2024 - Perda e encontro

 


Perda e encontro

É provável que você tenha conhecido várias pessoas que perderam seus empregos. Recentemente, soube que outro bom amigo ficara desempregado. Isso seria má notícia para qualquer um, mas foi especialmente brutal para meu amigo, porque o cargo da esposa dele havia sido eliminado havia apenas um mês !
O rei Davi sabia o que é perder o cargo, o que resultou em verdadeiro pesar e tristeza ( 2 Samuel 15:30 ) - multiplicado pelo fato de ter sido seu próprio filho Absalão quem havia usurpado seu trono ( v.13 ). Todos nós podemos nos identificar com Davi em seus sentimentos de derrota e tristeza. A perda de um emprego produz esse tipo de sentimento. O rei imaginou que seus dias de reinado sobre o povo de Deus tinham se acabado e disse: " Mas, se [ Deus ] não está satisfeito, que faça comigo o que quiser ! " ( v.26 ).
Davi escreveu o Salmo 3 quando estava fugindo de Absalão. Se você ou alguém que você conhece perdeu o emprego, aqui estão três coisas positivas que Davi encontrou ao sofrer uma perda. Poderão ser úteis a você também:
Humildade - Um emprego pode tornar-se uma fonte da nossa identidade e até mesmo de orgulho. A perda nos leva a um ponto de humildade diante de Deus e dos outros. Reconhecemos que é somente Deus " ...que exalta a minha cabeça " ( Salmo 3:3 ).
Dependência - A perda nos leva a um lugar de desespero. Verdadeiramente precisamos de Deus e da Sua provisão. " Eu chamo o Senhor para me ajudar, e lá do seu monte santo ele me responde " ( v.4 ).
Confiança - Não em nós mesmos, mas em Deus. Aprendemos um nível mais profundo de confiança naquele que nos " protege " ( v.5 ) e nos dá vitória ( v.8 ), hoje e sempre !
Você não precisa perder tudo quando perde seu emprego. Confie em Deus e na Sua provisão para hoje. - Tom Felten

Leia: 2 Samuel 15:13-30
Davi subiu o monte das Oliveiras chorando; ele estava descalço e havia coberto a cabeça em sinal  de tristeza... ( v.30 ).

Examine: E Deus pode dar muito mais do que vocês precisam para que vocês tenham sempre tudo o que necessitam e ainda mais do que o necessário para fazerem todo tipo de boas obras ( 2 Coríntios 9:8 ).

Considere: A sua fé foi afetada por perda de emprego ? O que Deus ensinou a você através de dificuldades relacionadas ao emprego ?






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AOS PÉS DO SALVADOR, O MELHOR LUGAR DO MUNDO






O lugar mais alto que uma pessoa estar é aos pés do Salvador. É ali que encontramos abrigo para a nossa alma nas travessias pelos mares encapelados da vida.. É ali que encontramos segurança para o nosso coração, diante dos terrores que nos assustam. É ali que encontramos uma fonte inesgotável de alegria, mesmo que as lágrimas rolem amargas pelo nosso rosto. Essa verdade magna da vida cristã pode ser vista, de forma eloquente, na vida de Maria, irmã de Marta e Lázaro. Ela só aparece três vezes no registro dos evangelhos, mas nas três que aparece, está aos pés do Salvador.

Em primeiro lugar, aos pés do Salvador para ouvir seus ensinamentos (Lc 10.39). Jesus está em sua casa. Era amigo da família. Marta está agitada de um lado para o outro, cuidando dos afazeres da casa, enquanto Maria está quedada aos pés de Jesus, ouvindo-lhe os ensinamentos. Marta fica perturbada com a inércia de sua irmã. Roga, então, a Jesus para interferir no caso e ordenar a Maria para sair de sua confortável posição, a fim de ajudá-la nas lides domésticas. Longe de Jesus repreender Maria, repreende Marta, dizendo: “Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada”. A melhor parte é estar aos pés de Jesus. A melhor escola é aprender aos pés do Salvador. A comunhão com Cristo é mais importante do que o trabalho para Cristo. Primeiro devemos nos deleitar nele e então servir a ele. O Senhor vem antes de sua obra. Vida com Jesus precede trabalho para Jesus.

Em segundo lugar, aos pés do Salvador para buscar consolo para as dores da nossa alma (Jo 11.32). A dor do luto havia chegada no amado lar de Betânia. Lázaro adoeceu e morreu. Jesus foi avisado, mas só chegou quatro dias depois do sepultamento do amigo. As lágrimas eram copiosas. A dor era imensa. O choro era incontido. Jesus chega em Betânia e manda chamar Maria. Ela vai ao seu encontro e se prostra aos seus pés, agora para chorar. Jesus se comoveu e também chorou. Ordenou que a pedra do túmulo de Lázaro fosse tirada e embocou sua voz para dentro deste e ordenou-lhe: “Lázaro, vem para fora”. O morto ouviu sua voz. Lázaro ressuscitou. A vida triunfou sobre a morte. A alegria varreu do rosto de Maria as lágrimas. A dor foi espanada de seu coração. Jesus enxugou suas lágrimas e trouxe o milagre da vida para dentro de sua casa. É aos pés do Salvador que nossas dores são tratadas. É aos pés do Salvador que jorra uma fonte inexaurível de vida e paz.

Em terceiro lugar, aos pés do Salvador para honrá-lo por seus gloriosos feitos (Jo 12.3). Maria mais uma vez está aos pés do Salvador. Agora, trazendo um vaso de alabastro com meio litro de preciosíssimo perfume de nardo puro, avaliado em mais de trezentos denários. Ela derrama todo esse raro e caro perfume sobre a cabeça de Jesus e depois enxuga seus pés com seus cabelos. Ela quer expressar a ele sua gratidão. Ela fez o melhor para o Mestre. Deu a ele sacrificialmente aquele perfume que estava sendo preparado para suas núpcias. Mesmo sendo incompreendida, até mesmo pelos discípulos de Jesus, chamando de desperdício a prodigalidade de seu amor, Maria não recuou em seu preito de gratidão, porque tinha como único vetor de ação, o propósito de agradar somente ao seu Senhor. Maria, fez a coisa certa, à pessoa certa, no tempo certo, apesar das críticas. O que ela fez, no recôndito de uma humilde casa, na pequena cidade de Betânia, tem sido proclamado dos eirados da história e sido trombeteado nos ouvidos do mundo. Ela colocou aos pés de Jesus tudo o que possuía, o melhor que possuía e, isso de forma generosa e sacrificial. Aos pés do Salvador é o melhor lugar do mundo para nos prostrarmos e adorarmos. Aos pés do Salvador é o melhor lugar do mundo para expressarmos nossa sincera gratidão por suas intervenções graciosas em nossa vida e em nossa família. Aos pés do Salvador é o melhor lugar do mundo para oferecermos a ele o fruto da nossa gratidão e da nossa consagração, para que essas ações reverberem para dentro da história e impactem as futuras gerações .



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 12 de abril de 2024

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia

Porém alguns creram nele e o receberam, e a estes ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus.
João 1:12 NTLH

Marianna Goes - Quando eu chorar


 

PÃO DIÁRIO - 13\04\2024 - Ferramentas da fé

 


Ferramentas da fé

Em seu livro Play Ball ( Jogar Bola ), o ex-jogador de beisebol Dave Dravecky , da Liga Principal All-Star, nos EUA, diz que alguns atletas são conhecidos na liga como " pacotes 

completos " ou " jogadores de franquia ". O ex-empresário Leo Durocher, disse: " Esses são os atletas que os técnicos procuram, aqueles com capacidades excepcionais de 

correr, pegar, lançar, rebater a longa distância, rebater pela média. "
Dravecky usa esta analogia para sugerir que o cristão tenha cinco ferramentas:
- Aceitar a Palavra de Deus como prioridade. " ...não sejam apenas ouvintes dessa mensagem, mas a ponham em prática " ( Tiago 1:22 ).
- Saber que é incapaz de crescer sem a comunhão dos cristãos. " ...vocês, por meio da fé que se baseia no evangelho, estão lutando juntos, com um só desejo " ( Filipenses 

1:27 ).
- Orar regularmente . " ...orem sempre com o coração agradecido " ( Filipenses 4:6 ; Salmo 105:4 ).
- Falar a outras pessoas sobre seu relacionamento com Cristo. " ...anunciem a sua grandeza e contem às nações as coisas que ele fez. Cantem a Deus, cantem louvores a ele, 

falem dos seus atos maravilhosos " ( Salmo 105:1-2 ).
- Manter-se humilde e amar os outros como Cristo nos amou. " Não façam nada por interesse pessoal ou por desejos tolos de receber elogios ; mas sejam humildes e 

considerem os outros superiores a vocês mesmos. [ ...] Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha " ( Filipenses 2:3-5 ).
Dravecky conclui: " Os jogadores de beisebol precisam extrair o máximo de suas capacidades. Em cada geração, uns poucos selecionados nascem com a habilidade de jogar 

com as cinco capacidades. Os cristãos, por outro lado, podem ser seguidores de Cristo, com estas cinco ferramentas sempre que andarem no caminho. Por que deveríamos 

escolher a mediocridade ? " - Roxanne Robbins

Leia: Salmo 105:1-4
Procurem a ajuda do Senhor ; estejam sempre na sua presença ( v.4 ).

Examine:
- Salmo 8

Considere: Reveja os pontos que Dave Dravecky afirma abranger um " cristão de cinco habilidades ". Como tornar essas características uma parte importante da sua vida ?





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EU SOU O MAIOR PROBLEMA

 







“Desventurado homem que sou!…” (Rm 7.24).

Não é uma questão de retórica não; de fato, eu sou o meu maior problema. Sou uma pessoa mais complicada do que aquelas que estão ao meu redor podem perceber. Sou a fonte dos meus maiores dissabores e poucas vezes de minhas mais saborosas alegrias. Elencarei aqui algumas razões porque eu sou o meu maior problema.

Em primeiro lugar, porque embora salvo da condenação do pecado, ainda cometo terríveis transgressões. Inobstante ter sido regenerado, ainda tenho um coração inclinado ao mal. Meu coração cogita o que não é santo, meus olhos veem o que não é puro e minhas mãos fazem o que não é reto. Minha língua, às vezes, murmura em vez de adorar a Deus. Meus lábios se abrem para falar mal daqueles que foram criados à imagem e semelhança de Deus, em vez de abençoá-los com palavras de sabedoria. Meus pés, são inclinados a se desviarem em vez de andarem em retas veredas. Oh, desventurado homem que sou!

Em segundo lugar, porque tenho a tendência de enxergar um cisco nos olhos do meu irmão e não ver uma tábua encravada nos meus próprios olhos. Sou complacente com os meus erros e implacável com as falhas do meu próximo. Vejo as mínimas deficiências nos outros e não consigo diagnosticar pecados gritantes em mim mesmo. Sou exigente com os outros e muito tolerante comigo. Sou inflexível quando se trata de cobrar dos outros, mas extremamente complacente comigo mesmo. Condeno nos outros o que não tenho coragem confrontar no meu próprio coração. Muitas vezes, afivelo no rosto uma grossa máscara de piedade, quando o que desfila garbosamente na feira das vaidades é uma deslavada hipocrisia. Oh, desventurado homem que sou!

Em terceiro lugar, porque faço promessas a Deus e ao próximo acerca daquilo que não tenho a disposição de cumprir. Como sou pródigo em minhas promessas a Deus! Digo a ele que o amo, mas entristeço-o com meus pecados. Prometo a ele sincera amizade, mas não faço o que ele manda. Estadeio a ele minha inegociável fidelidade, mas troco-o, com frequência, por um prato raso de prazeres efêmeros. Faço estudos profundos sobre oração, mas meus joelhos não se dobram em deleitosa adoração. Ergo minha voz e digo para todos que sou um embaixador, mas me calo covardemente tantas vezes, deixando de anunciar as boas novas do evangelho aos que perecem em seus pecados. Reconheço que sou apenas mordomo e não o dono do que está em minhas mãos, mas nem sequer entrego a ele, com fidelidade, os dízimos e as ofertas. Oh, desventurado homem que sou!

Em quarto lugar,  porque minha vida nem sempre é avalista de minhas palavras. Minhas palavras são mais bonitas do que minhas obras. Sou como a figueira cheia de folhas, mas desprovida de frutos. Toco trombeta quando dou um esmola, mas faço-o para que as pessoas vejam quão generoso eu sou. Gosto de ser reconhecido pelos homens e deles receber aplausos mais do que agradar a Deus, que tudo vê em secreto. Escoa dos meus lábios torrentes de palavras bonitas, para impressionar as pessoas que só veem minha aparência, mas escondo no coração cogitações perversas que fariam afastar de mim os meus mais achegados amigos. Oh, desventurado homem que sou!

Em quinto lugar, porque sou um ser contraditório que acabo fazendo o que detesto e deixando de fazer o que aprovo. Meu coração é enganoso e desesperadamente corrupto. É um laboratório que produz, em larga escala, o que traz desonra para Deus e ofensa para o próximo. Sou um ser a tal ponto paradoxal, que o bem que eu quero fazer, não faço e o mal, que não quero, esse pratico. Meus lábios na mesma medida que adoram a Deus com cânticos espirituais no templo, ferem os irmãos como palavras grosseiras no pátio da igreja. Alteio minha voz para dizer que sou um pacificador, mas muitas vezes, acabo semeando contendas entre os irmãos, o pecado que Deus mais abomina. Oh, desventurado homem que sou! Minha esperança não está em quem sou nem no que faço, mas na graça daquele que tudo fez por mim, morrendo na cruz em meu lugar, para me dar a vida eterna!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 11 de abril de 2024

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia

Os mestres sábios, aqueles que ensinaram muitas pessoas a fazer o que é certo, brilharão como as estrelas do céu, com um brilho que nunca se apagará.
Daniel 12:3 NTLH

Kemilly Santos - Fica Tranquilo (Video Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 12\04\2024 - O caminho do descanso

 

O caminho do descanso


Frequentemente, as estações de trem no Japão contém a lista de paradas escrita em kanji e inglês. Esta, em especial, não, e quanto mais eu olhava para a placa, mais ela zombava de mim.
Finalmente, perguntei à mulher ao meu lado se ela falava inglês. Ela compreendeu onde eu queria ir e me fez sinal para segui-la. Entramos num trem e ela puxou um mapa com as paradas escritas em inglês e japonês. Depois, levou-me à fila correta para a minha baldeação. Ela não se limitou a dizer-me o caminho; mas mostrou o caminho.
Quando Deus tirou os israelitas do cativeiro no Egito, não se limitou a dizer-lhes em que direção ir; mas lhes mostrou o caminho com uma nuvem durante o dia e uma coluna de fogo durante a noite ( Êxodo 13:20-22 ). As pessoas, porém, se recusavam a confiar em seu Deus Provedor. Endureceram seus corações e se rebelaram contra Ele ( v.8; Salmo 95:7-8 ). As consequências foram desastrosas, pois " ...caíram mortos no deserto ", disse o autor de Hebreus ( 3.17 ).
Hoje, Deus nos mostra o caminho através da Sua Palavra e da iluminação do Espírito Santo ( João 14:16-17 ). Contudo, nós também podemos ignorar teimosamente Sua orientação. O livro de Hebreus diz que os israelitas incrédulos: " ...não puderam entrar na Terra Prometida porque não tiveram fé " ( 3:19 ). Depois, o autor faz uma distinção clara: " ...assim como aquelas pessoas ouviram, também nós ouvimos a boa notícia. Elas ouviram a mensagem, porém ela não lhes fez nenhum bem porque, quando a ouviram, não a receberam com fé. Portanto, nós, os que cremos, recebemos o descanso prometido por Deus... " ( 4:2-3 ).
Não encontrar a rota correta é uma inconveniência. Conhecer nosso destino final na vida e ainda recusar-se a segui-lo é um erro com consequências eternas. A pergunta a nos fazermos é: Estamos dentre aqueles que creem ? - Tim Gustafson

Leia: Hebreus 3:7-4:7
Cristo Jesus [ ... ] acabou com o poder da morte e, por meio do evangelho, revelou a vida que dura para sempre ( 2 Timóteo 1:10 )

Examine: Leia o Salmo 78 para obter um novo discernimento sobre a teimosia da natureza humana e a benevolência do caráter de Deus.

Considere: Desobediência, preocupação e ingratidão são indicadores de que você não está crendo em Deus. A sua vida demonstra que você acredita neles ? 




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COMO EXPERIMENTAR A PAZ EM MEIO ÀS TURBULÊNCIAS DA VIDA

 





“Deixo-vos a paz, a minha paz nos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27).

Jesus está no Cenáculo, junto com seus discípulos, na antessala de seu martírio. Longe de estar perplexo e intimidado pelos atrozes sofrimentos que deverá enfrentar, está acalmando o coração de seus discípulos. Uma das promessas mais consoladoras que Jesus ministra a eles é esta: “deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”.

A paz é um estado de alma, quando desfrutamos plena confiança em Deus, mesmo em meio às turbulências mais ruidosas da vida. A paz não é ausência de tempestade; é o senso da presença protetora de Deus em meio à tempestade. Num mundo marcado pela guerra, ferido pelo ódio e encharcado de aflição, nós podemos experimentar a paz de Deus, que excede todo o entendimento. Em vez de vivermos estrangulados pela ansiedade, podemos ser protegidos pela paz. A paz de Deus é a sentinela que guarda a nossa mente e o nosso coração, a nossa razão e os nossos sentimentos.

A paz de Deus é diferente da paz com Deus. Esta fala de um relacionamento certo com Deus; aquela, de um sentimento de descanso em virtude desse relacionamento. A paz com Deus é a causa, e a paz de Deus é o resultado. A paz de Deus substitui a ansiedade, quando nas turbulências da vida, deixamos de olhar para as circunstâncias para adorarmos a Deus por quem ele é e rendermos graças a ele pelo que ele faz. Adoração, petição e gratidão são os remédios divinos para a ansiedade, e a paz de Deus é a cura que invade a nossa mente e o nosso coração. Você, portanto, não precisa viver atormentado; pode experimentar agora mesmo a paz de Deus, que excede todo o entendimento. É dessa paz que Jesus está falando com seus discípulos, na mesma noite em que foi traído por Judas Iscariotes. Foi na mesma noite em que enfrentaria a mais renhida das batalhas, uma batalha de sangrento suor no jardim do Getsêmani; a noite em que Pedro, covardemente o negaria, enquanto sofria cusparadas, açoites e escárnios nas mãos do sinédrio judaico. Naquela noite seus discípulos se dispersariam e Jesus seria sentenciado à morte pelo crime de blasfêmia. Oh, o pastor ferido, está consolando as ovelhas! Oh, o nosso glorioso Redentor está deixando para nós, a sua paz.

Essa paz é diametralmente oposta à paz que o mundo dá. A paz que o mundo oferece é uma trégua que sacrifica a verdade, esconde a justiça e aliança-se com o pecado. A paz que o mundo dá é um arremedo de paz. Mas, a paz que Cristo dá é verdadeira. Ela nos coloca num relacionamento certo com Deus, com o próximo e com nós mesmos. Essa paz não é costurada nos bastidores ensombrecidos da iniquidade, mas foi selada na cruz do Calvário. É a paz que coloca os nossos pés no caminho da santidade. É a paz que nos leva a amar até mesmo os nossos inimigos. É a paz que aquieta a nossa alma até mesmo nos vales mais escuros da vida. É a paz que reina em nós, mesmo quando o nosso corpo está sendo surrado pela enfermidade. Esta paz não nos abandona nem mesmo quando cruzamos o vale da sombra da morte. A paz que Cristo dá é a paz que triunfa sobre o medo, vence nossas angústias e nos equipa para vivermos vitoriosamente todos os dias da nossa vida.

Você já conhece essa paz? Está tudo bem com sua alma? Há descanso em sua mente? Há refrigério em seu coração? Você já foi reconciliado com Deus e já desfruta, portanto, da paz com Deus? Você já tem sido inundado com as consolações divinas e, por isso, já tem bebido dessa fonte inexaurível da paz de Deus?



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia

Quando estou com medo, eu confio em ti, ó Deus Todo-Poderoso.
Salmos 56:3 NTLH

Sarah Farias - Deixa Eu Te Usar (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 11\04\2024 - Dicas de beleza

 


Dicas de beleza

Não muito tempo atrás, tivemos uma discussão no escritório sobre o que se deve comer com base no seu tipo sanguíneo. De repente, nossas conversas de horário de almoço foram temperadas com perguntas como: " Se sou B positivo, devo comer frango ou peixe ? " Os " gurus " da saúde que promovem a alimentação baseada no tipo sanguíneo afirmam que ela pode manter você em forma e com boa aparência.
Todos nós desejamos ter boa aparência e somos atraídos pela beleza. O livro Provérbios 31 oferece alguns excelentes dicas de beleza que todos nós  - homens e mulheres - precisamos ler. Os versículos resumem grande parte da sabedoria encontrada no livro de Provérbios, e apresentam a verdadeira beleza de uma mulher sábia que teme ao Senhor.
Aqui estão cinco das suas características:
- Confiável ( vv.11-12 ). Pode-se confiar que ela fará o bem e não o mal aos outros.
- Perspicaz ou sábia ( vv.13-18 ). Ela raciocina ao longo dos seus projetos e administra sabiamente seu tempo e seus recursos. Isso a leva  a completá-los com sucesso.
- Generosa ( vv.19-20 ). Ela dá aos pobres e necessitados - não é apática.
- Diligente  ( vv.21-25 ). Ela se certifica de que tudo está providenciado para a sua família. Ela tem um sorriso no rosto e alegria no coração porque fez o melhor para prover.
- Fala com sabedoria e bondade ( v.26 ). Ela diz o que precisa ser dito e faz o que precisa ser feito !
Olhando para as características dessa mulher, vemos que a verdadeira beleza de uma pessoa brota da alma. Sua gentileza, cuidado e paixão fluem do seu relacionamento com Deus ( v.30 ). Sigamos seu exemplo e vistamo-nos com o " ...a beleza de um espírito calmo e delicado, que tem muito valor para Deus " ( 1 Pedro 3:4 ). - Poh Fang Chia 

Leia: Provérbios 31:10-31
A formosura é uma ilusão, e a beleza acaba, mas a mulher que teme o Senhor Deus será elogiada ( v.30 ).

Examine: ...encham a mente de vocês com tudo o que é bom e merece elogios, isto é, tudo o que é verdadeiro, digno, correto, puro, agradável e decente ( Filipenses 4:8 ).

Considere: De que maneira você poderia vestir-se com um espírito manso e tranquilo hoje ? O que é necessário para refletir a beleza de Deus ?




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JESUS CRISTO, O GRANDE “EU SOU”

 







O evangelho de João prova, de forma cabal, a divindade de Jesus Cristo. Faz isso, usando dois expedientes. Primeiro, mostrando que ele tem os mesmos atributos de Deus e, segundo, provando que ele realiza as mesmas obras de Deus. Por isso, João seleciona em seu evangelho sete milagres de Cristo e também sete afirmações, onde ele se autoproclama o grande EU SOU. Vejamos:

Em primeiro lugar, EU SOU o Pão da Vida (Jo 6.35). Jesus é o Pão vivo que desceu do céu,  e quem dele se alimenta viverá eternamente. O pão da terra é apenas um símbolo de Jesus, o Pão do céu. Jesus é aquele que nutre nossa alma e sustenta nosso corpo. É por meio dele que vivemos, nos movemos e existimos. Nele temos rica e completa provisão para o tempo e para a eternidade.

Em segundo lugar, EU SOU a Luz do Mundo (Jo 8.12). Jesus é a verdadeira luz que vinda ao mundo ilumina a todo homem. Ele é a luz do mundo porque tem luz própria. Ele não deriva sua luz de ninguém. Ele é a luz que prevalece sobre as trevas. Aquele que segue a Jesus não tropeça e sabe para onde vai. Como a lua nós, filhos de Deus, também brilhamos, mas não temos luz própria. Só somos luz do mundo na medida que refletimos, no mundo, a luz de Cristo. Só ele tem luz própria. Ele é o Sol da Justiça!

Em terceiro lugar, EU SOU a Porta (Jo 10.9). Jesus é a porta da salvação, da libertação e da provisão. Há portas que quando o homem entra por elas, não consegue mais sair. São portas que prendem e conduzem à escravidão. Quem entra pela porta que é Jesus será salvo. Entra e sai. Tem plena liberdade. E ainda encontra pastagens, rica, plena e abundante provisão.

Em quarto lugar, EU SOU o Bom Pastor (Jo 10.11). Jesus é o bom pastor e como bom pastor, ele dá a vida pelas suas ovelhas. Como o bom pastor morreu pelas suas ovelhas. Jesus é grande pastor que vive pelas suas ovelhas. Ele está à destra do Pai, como nosso pastor sacerdote. Ele apascenta o seu povo e intercede por ele. Como supremo pastor, Jesus voltará para as suas ovelhas, trazendo para elas o seu galardão. A ovelha que tem Jesus como pastor tem plena provisão. Nada lhe falta.

Em quinto lugar, EU SOU a Ressurreição e a Vida (Jo 11.25). Jesus disse para Marta em Betânia que ele é a ressurreição e a vida. Ele entrou nas entranhas da morte, arrancou a aguilhão da morte e matou a morte ao ressuscitar dentre os mortos como as primícias dos que dormem. Aquele que nele crê não morrerá eternamente, mas passou da morte para a vida. Agora a morte não tem mais a última palavra nem é o nosso último endereço. A morte foi vencida. Tragada foi a morte pela vitória!

Em sexto lugar, EU SOU o Caminho, e a Verdade, e a Vida (Jo 14.6). Jesus é o Caminho para Deus, por onde devemos andar, a Verdade absoluta que devemos crer e a Vida verdadeira que devemos viver. Ele não um caminho dentre muitos. Ele é o único, novo e vivo caminho para Deus. Ele não é uma verdade dentre tantas outras. Ele é a única verdade que sacia a nossa mente, aquieta a nossa alma e plenifica a nossa alma. Ele não é uma vida entre outras tantas. Ele é a vida. Ele tem vida em si mesmo e dá vida eterna a todos os que nele creem.

Em sétimo lugar, EU SOU a Videira Verdadeira (Jo 15.1). Jesus é  a videira verdadeira e nós somos os ramos. Precisamos estar enxertados nele. Dele vem a seiva da vida. Dele vem os frutos que glorificam a Deus. Nosso propósito nessa união mística com ele é produzirmos muito fruto. Se não estamos produzindo esses frutos, somos podados pela tesoura de Deus, o Viticultor, a fim de produzirmos bons frutos. Assim como um ramo não tem vida em si mesmo fora do tronco, assim também, não temos vida à parte de Cristo. Ele é a fonte da vida. Ele é o manancial de onde jorra toda graça para o nosso viver. Jesus é o grande EU SOU, o Deus autossuficiente. Ele é tudo para nós. Nele, o grande EU SOU, temos vida e vida em abundância!




Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 9 de abril de 2024

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia

Pois o próprio Cristo sofreu uma vez por todas pelos pecados, um homem bom em favor dos maus, para levar vocês a Deus. Ele morreu no corpo, mas foi ressuscitado no espírito,
1Pedro 3:18 NTLH

ISAIAS SAAD - ÉS FIEL (AO VIVO)


 

PÃO DIÁRIO - 10\04\2024 - Tesouros

 


Tesouros 

Segundo uma pesquisa, todos os dias os americanos compram uma média de 3.972.603 ingressos de cinema; e 1.683.835 músicas e discos em lojas on-line. Alugam 1.650.000 DVDs; compram 978.030 sacos de pipocas; 568.764 bolas de golfe; 443.650 batatas fritas grandes, 160.968 garrafas de vodca; 7.500 TVs LCD; e 60 carros de uma certa marca. Analisando essa lista incompleta, fica claro que muitos consumidores gastam dinheiro em coisas temporárias. Jesus, porém, diz que devemos usar nossos recursos para adquirir coisas eternas.
Em Mateus 6, Ele identifica dois tipos de tesouros. O primeiro, as coisas acumuladas na terra. Esses tesouros são vulneráveis a todos os tipos de deterioração e roubo. Eles são os bens que não devemos buscar. A alternativa são os tesouros no céu. Jesus não estava dizendo que podemos comprar a nossa ida para o céu. Estava simplesmente chamando-nos a simplificar as nossas vidas e utilizar nosso tempo e recursos em prol de pessoas necessitadas ( Mateus 19:21; 1 Timóteo 6:17-19 ). Quando nós, com motivos puros ( Mateus 6:1-4 ), renunciarmos às nossas vidas e aos nossos recursos pelos marginalizados, estaremos " armazenando " tesouros no céu.
De que maneira podemos determinar onde estão nossos tesouros e o nosso coração ? Creio que as seguintes perguntas poderão nos ajudar: O que ocupa meus pensamentos e devaneios ? Com que mais me preocupo ? Além da minha família imediata, quem ou o que tenho mais pavor de perder ? Que critérios uso para avaliar os outros ? A ausência de que me faria mais feliz ?
Consideremos em oração os recursos que utilizamos e procuramos, certificando-nos de que nossos pertences são utilizados para abençoar outros e glorificar a Deus. - Marvin Williams

Leia: Mateus 6:19-24
...ajuntem riquezas no céu, onde as traças e a ferrugem não podem destruí-las, e os ladrões não podem arrombar e roubá-las. Pois onde estiverem as suas riquezas, aí estará o coração de vocês ( vv.20-21 ).

Examine: Se alguém é rico e vê o seu irmão passando necessidade, mas fecha o seu coração para essa pessoa, como pode afirmar que, de fato, ama a Deus ? ( 1 João 3:17 ).

Considere: De que maneira você pode fazer um investimento na eternidade hoje ? Há uma boa maneira de avaliar o seu uso do dinheiro ?




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O PERDÃO ILIMITADO

 






“Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt 18.21,22).


O perdão é um dos temas mais sensíveis abordados nas Escrituras. Uma vez que não somos uma pessoa perfeita nem lidamos com pessoas perfeitas, não deve causar-nos estranheza, que ocasionalmente, tenhamos queixas uns dos outros. A questão não é se devemos perdoar, pois isso o requer a própria convivência humana. A questão é: até onde podemos ir? Até quando podemos perdoar? Essa foi a pergunta de Pedro. Destacaremos aqui três pontos oportunos:

Em primeiro lugar, é possível que irmãos nossos pequem contra nós (Mt 18.21). Não vivemos num paraíso. Ainda estamos sujeitos a fraquezas. É certo que as pessoas nos decepcionarão e que nós decepcionaremos as pessoas. Os conflitos interpessoais podem ser vistos em toda a história bíblica e desde os primórdios da humanidade. Mesmo homens de Deus como Paulo e Barnabé tiveram suas tensões, e porque tinham pontos de vistas diferentes sobre determinada questão tiveram não pequena desavença. O propósito de Deus é que vivamos em paz com todos os homens, mas se conflitos surgirem, devemos lidar com essas questões biblicamente.

Em segundo lugar, o perdão limitado não expressa o ensino das Escrituras (Mt 18.21). Quando Pedro perguntou a Jesus: “Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?”, estava, em sua perspectiva, sendo muito generoso. O ensino dos rabinos é que o perdão devia limitar-se, no máximo, a três vezes. O que passasse disso, era abuso e não devia ser mais considerado. Os rabinos colocaram um limite no perdão e Pedro mesmo sendo mais compassivo, esticando essa cifra de três para sete, ainda colocava um limite no perdão que devemos oferecer ao irmão que pecou contra nós. O ensino claro das Escrituras, entretanto, é que Deus perdoa os nossos pecados e deles não mais se lembra. Perdoa-os e lança-os nas profundezas do mar. Perdoa-os e os afasta de nós como o Oriente afasta-se do Ocidente. Perdoa-os  e os desfaz como a névoa. Esse perdão é completo e para sempre. Deus nunca mais lança em nosso rosto os pecados que ele nos perdoa. Assim, é que devemos, também, perdoar uns aos outros.

Em terceiro lugar, o perdão que devemos dar aos nossos irmãos que pecam contra nós deve ser ilimitado (Mt 18.22). Quando Jesus fala de perdoar até setenta vezes sete, está falando não de uma cifra, mas de um emblema. O perdão horizontal deve ter a mesma proporcionalidade do perdão vertical. Assim como o perdão de Deus para nós é ilimitado, assim deve ser também nosso perdão oferecido ao irmão que peca contra nós. Jamais podemos fechar a porta da misericórdia àqueles que, arrependidos, nos procuram buscando perdão. Jesus foi ainda mais enfático nessa questão, quando disse: “Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lc 17.4). Jesus levanta uma questão hipotética e até mesmo improvável, de uma pessoa pecar contra nós, sete vezes num mesmo dia e vez por vez, recorrer ao pedido de perdão. Mesmo numa situação tão inusitada quanto esta não podemos sonegar perdão. A medida do perdão que recebemos de Deus é a medida do perdão que devemos conceder ao nosso irmão arrependido. O apóstolo Paulo escreve: “… assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.13).

O perdão não é uma opção, é uma ordem divina. Todos os que foram salvos pela graça, foram perdoados e aqueles que receberam perdão de Deus, devem conceder perdão aos seus irmãos!




Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...