sexta-feira, 8 de setembro de 2023

PÃO DIÁRIO - 09/09/2023 - Um ritmo mais lento

 


Um ritmo mais lento

Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho… —Êxodo 20:9-10


Quando o escritor Bruce Feiler foi diagnosticado com câncer de ossos em sua coxa, ele não pôde andar sem ajuda durante mais de um ano. Aprender a se locomover com muletas o fez apreciar a vida em um ritmo mais lento. Feiler disse: “A ideia de desacelerar se tornou a lição número 1 que aprendi desta minha experiência.”
Após Deus libertar o povo do Egito, Ele deu a eles um mandamento que os faria desacelerar e ver o Senhor e o mundo “em pausa”. O quarto mandamento apresentou um contraste drástico à escravidão dos israelitas sob Faraó, período em que eles não tinham intervalo em sua rotina diária de trabalho.
O mandamento insistia em que o povo de Deus reservasse um dia na semana para relembrar diversas coisas importantes: o trabalho de Deus na criação (Gênesis 2:2), a libertação do povo da escravidão egípcia (Deuteronômio 5:12-15), o seu relacionamento com Deus (6:4-6) e a necessidade deles por descanso pessoal (Êxodo 31:12-18). Este não deveria ser um dia de preguiça, mas um dia em que o povo de Deus refletisse, louvasse e descansasse nele.
Nós também somos chamados a desacelerar, descansar física, mental e emocionalmente, e a contemplar Deus em Sua boa criação.
— Marvin Williams

Leia: Êxodo 20:8-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 135–136;1 Coríntios 12

Considere: Viver para Deus começa ao descansarmos nele.

A IMPORTÂNCIA DOS SINAIS

 


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E, estando ele em Jerusalém pela Páscoa, durante a festa, muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome.João 2.23
  

É preciso observar o fato de Jesus ter feito vários sinais em Seus dias na Terra. As Suas ações foram para o nosso benefício e ensino. Portanto, se ignorarmos as ministrações dEle, deixaremos de realizar a obra corretamente. Quando não damos crédito aos detalhes da Palavra, ficamos privados do entendimento da vontade divina. Segundo Oseias, o povo foi destruído por lhe faltar o conhecimento (Os 4.6). Isso mudará a sua vida!

Naqueles dias, o Mestre aproveitou que Jerusalém estava cheia de pessoas, as quais tinham ido àquele local a fim de participar das festividades pascoais, para lhes ensinar a importância de praticar a Palavra. Além de aprenderem que Deus é imutável, elas foram curadas e libertas. Devido a isso, o Nome de Cristo se tornou notório. Os sinais e prodígios feitos em Nome de Jesus são os melhores testemunhos da Verdade!

Mais à frente, João escreveu que grandes multidões seguiam o Mestre por causa dos sinais que Ele operava sobre os enfermos (Jo 6.2). Se Jesus não tivesse feito isso, as pessoas que O acompanhavam não teriam movido sequer um pé para andar após Ele. Da mesma forma, se a igreja ignorar a ordem de expulsar os demônios e curar os enfermos, ficará vazia. Os sinais realizados em Nome de Jesus fazem até os sacerdotes de outras religiões O seguirem.

Apesar de não ter visto Jesus em pessoa, Paulo creditou o seu sucesso no Evangelho ao poder que o acompanhava, dizendo: Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós, com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas (2 Co 12.12). O pregador que se recusar a ser usado em sinais, prodígios e maravilhas pouco fará e, então, ao desenterrar o talento embrulhado no lenço, terá problemas no Juízo (Lc 19.20).

Fazendo a defesa do seu ministério, o apóstolo escreveu: Porque não ousaria dizer coisa alguma, que Cristo por mim não tenha feito, para obediência dos gentios, por palavra e por obras; pelo poder dos sinais e prodígios, na virtude do Espírito de Deus; de maneira que, desde Jerusalém e arredores até ao Ilírico, tenho pregado o evangelho de Jesus Cristo (Rm 15.18,19). Não há substituto à altura do Nome que está acima de todo nome.

Ao ler e meditar em Hebreus 2.1-4, você verá que é nossa obrigação pregar o Evangelho por inteiro, tal qual o Senhor o pregava, a menos que não tenhamos medo do julgamento. Se o Salvador deu o exemplo de como anunciar a Palavra com sucesso, por que não crermos no que Ele diz e fazermos igual? Caso contrário, poderemos ser condenados por desobediência. Temos de fazer o Nome dEle ser conhecido!

Seja você quem for, dê-se por avisado. Jesus fez sinais, prodígios e maravilhas, e as multidões O seguiram. Se houvesse meio melhor de alcançar os perdidos, Ele, que sabe de todas as coisas, teria nos ensinado. Não deixe Satanás enganá-lo mais; prepare-se e consagre-se para realizar a vontade de Deus conforme Cristo nos ordenou. Ele nos deu o exemplo (Jo 13.15).

Em Cristo, com amor,




R. R. Soares

quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Portanto, grandioso és, ó Senhor Deus, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus senão tu só, segundo tudo o que temos ouvido com os nossos ouvidos.

Eu vejo a Glória - FH Worship - Snippets


 

PÃO DIÁRIO - 08/09/2023 - Autenticidade

 


Autenticidade

…ressuscitou ao terceiro dia […]. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez… —1 Coríntios 15:4-6


Algumas vezes limpar o sótão da casa do vovô vale a pena. Valeu pela descoberta de um jogo de cartas de beisebol altamente conservadas. As cartas foram avaliadas em três milhões de dólares.
Um dos motivos para o alto valor destas cartas era o fato de estarem bem preservadas. Mas, além disso, o verdadeiro valor das cartas estava no fato de serem autênticas. Caso fossem falsas ou cópias — independentemente de suas boas condições — não valeriam nem o papelão em que foram pintadas.
O apóstolo Paulo tinha algo semelhante a dizer sobre o cristianismo. Ele afirmou que a nossa fé seria completamente inútil; uma falsificação, se a ressurreição de Jesus não tivesse sido autêntica. Foi necessário bravura e confiança no plano de Deus para Paulo dizer: “…se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé” (1 Coríntios 15:14) e “…se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (v.17).
A fé cristã está na autenticidade desta história: Jesus morreu na cruz e ressuscitou dos mortos. Louve a Deus pela transparente evidência da morte e ressurreição de Jesus (vv.3-8). A morte e ressurreição foram autênticas e verdadeiras e nesta verdade podemos alicerçar a nossa eternidade e total dependência em Deus.
— Dave Branon

Leia: 1 Coríntios 15:1-21 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 132-134;1 Coríntios 11:17-34

Considere: Deus é o único Deus verdadeiro.

CREIA NA PALAVRA QUE LHE É DITA

 






Quando, pois, ressuscitou dos mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isso; e creram na Escritura e na palavra que Jesus tinha dito.João 2.22
  

Não há estupidez maior do que o homem descrer da Palavra enviada por Deus, pois ela vem com poder para fazer o que anuncia. No passado, quando as pessoas não confiaram no Senhor, além de tê-Lo desagradado, sofreram as consequências desse ato. Ao falar com o homem, o Altíssimo o faz por misericórdia, a fim de ajudá-lo. Porém, se ele não crer, perderá a oportunidade de tê-Lo operando em seu favor.

Se não entender o que Deus lhe disser, não feche o coração nem diga que as palavras dEle não fazem sentido. Apenas, ore a respeito. Então, um dia, você entenderá a razão delas, pois, certamente, ali está a sua bênção especial. Quando eu era jovem, ao ler que um determinado rei fizera tudo o que era esperado dele, porém não tirara os altos (1 Rs 15.14), não entendi a repreensão. Então, comecei a orar. Um dia, enquanto dirigia o meu carro, compreendi o que o Senhor queria me falar.

Naqueles dias, principalmente no Rio de Janeiro, fazíamos uma intensa obra de libertação espiritual, pois essa cidade parecia que estava virando um só terreiro de feitiçaria. Então, ao entender, recebi a grande bênção e disse ao pastor que estava ao meu lado o seguinte: “Muitos pregadores fizeram tudo o que era pertinente ao seu ofício, mas o povo continua a frequentar a feitiçaria. Temos de fechar esses lugares dedicados ao diabo”.

Enquanto libertava indivíduos possuídos por espíritos malignos, eu convocava o demônio chefe dos lugares onde essas pessoas frequentaram, e ele vinha como se fosse o dono da situação, dizendo-se forte e que não iria me obedecer. Em o Nome de Jesus, eu afirmava que todos estavam amarrados e, antes de expulsá-los, proibia-os de voltar, declarando que aqueles antros de perdição estavam fechados a partir de então, e assim acontecia.

Portanto, se não entender o que o Altíssimo lhe mostrar, ore e espere nEle. Assim, quando vier o entendimento, assuma-o. Os judeus e os discípulos de Jesus não compreenderam que o santuário era o corpo de Cristo. Porém, estes não acharam que as palavras do Mestre tinham sentido. Porém, quando o Salvador ressuscitou ao terceiro dia, creram no que Ele havia dito.

A Palavra é como Deus. Por mais que conheçamos um versículo, um dia, o Altíssimo pode usá-lo para nos fazer saber a Sua vontade. Não há nada oculto que não seja revelado (Mt 10.26), nem prometido que não se cumpra. Portanto, é bom observar tudo o que lhe é revelado. Tendo entendido, tome posse daquilo naquele momento. Ainda que passem muitos anos, o Senhor jamais Se esquecerá de Suas palavras ou promessas.

Quem crê na Palavra crê na Verdade. Ao conhecê-la, você será liberto (Jo 8.32). Não há poder, filosofia ou força do Inferno nem do homem que predominem contra ela. A Verdade liberta, cura e dá solução aos problemas da humanidade. A Verdade prevalecerá para sempre. Nada e ninguém podem contra ela!

Em Cristo, com amor,




R. R. Soares

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia




E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol.

Marcos 16:2

Maria Marçal - Deixa (Clipe Oficial MK Music)


 

PÃO DIÁRIO - 07/09/2023 - Um escape



Um escape

…vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar. —1 Corinthians 10:13


A rodovia 77, que passa pelas Montanhas dos Apalaches no oeste da Virgínia, EUA, apresenta uma série de rotas de escape para caminhões fora de controle. Estas saídas semipavimentadas aparecem em uma área da rodovia em que a altitude cai quase 396 metros em um percurso de 9,65 km em média. Este declive combinado com o caminho sinuoso da rodovia pode criar problemas para os motoristas — especialmente para os caminhoneiros.
Assim como um caminhão descontrolado precisa da rota de escape de uma rodovia, nós também precisamos de “um escape” quando os desejos fora de controle ameaçam o nosso bem-estar espiritual. Quando enfrentamos a tentação, Deus “…proverá livramento, de sorte que a possa [mos] suportar” (1 Coríntios 10:13). Deus nos capacita a dizer “não” à sedução por meio do poder de Sua Palavra. Jesus venceu a tentação de Satanás em relação à comida, à autoridade e à confiança, citando versículos do livro de Deuteronômio (Mateus 4:4-10). As Escrituras o ajudaram a resistir ao diabo apesar dos efeitos de um jejum de 40 dias no deserto.
Quando somos tentados, podemos sentir como se um desastre está prestes a acontecer. As memórias de fracassos anteriores e o isolamento de outros podem intensificar este sentimento. No entanto, podemos confiar em Deus nos momentos de tentação; Ele é fiel. O Senhor proverá um caminho para resistirmos à fascinação do pecado.
— Jennifer Benson Schuldt

Leia: 1 Coríntios 10:12-13 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 123-125;1 Coríntios 10:1-18

Considere: A melhor maneira de escapar da tentação é correr para Deus.

BEM-AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS

 





Misericórdia é inclinar o coração na miséria do outro. Mas, quem é esse outro? Pode ser um membro de nossa família. Pode ser um membro da igreja que frequentamos. Pode ser um cristão ou um não cristão com quem não nos relacionamos. Pode ser até mesmo um inimigo. Embora, nossa ação misericordiosa tenha círculos de prioridade, estende-se ao fim, a todos, sem distinção e sem exceção. Eis o ensino do apóstolo Paulo: “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gl 6.10). Pensar que a misericórdia deve ser endereçada apenas à família de sangue ou aos domésticos da fé é uma limitação grotesca da vida cristã e um reducionismo sem fundamento da prática do amor ao próximo.
Jesus estendeu sua ação misericordiosa aos estrangeiros, aos endemoninhados, aos enfermos, aos leprosos, às mulheres, às crianças, aos publicanos e aos pecadores. Os apóstolos curaram um homem paralítico na porta do templo sem antes investigar se ele fazia parte da comunidade dos salvos. Na parábola do “Bom Samaritano” Jesus deixa claro que os religiosos, presos aos seus preceitos legalistas, passaram de largo e deram mais valor aos ritos sagrados do que a assistência a um homem ferido (Lc 10.31,32). O desprezado e nada ortodoxo samaritano foi quem socorreu o moribundo e o tirou da zona de perigo (Lc 10.33-35). No dia do juízo, Jesus disse que seremos julgados pela omissão de sonegar pão, água, vestes, abrigo e cuidado aos que, necessitados cruzaram o nosso caminho (Mt 25.31-46).
Jesus profere aqui uma bem-aventurança aos misericordiosos (Mt 5.7), aqueles que buscam razões para socorrer o aflito em vez de buscar subterfúgios para passar de largo. Os misericordiosos são aqueles que dedicam tempo aos necessitados, ajuda-os em suas necessidades e assiste-os em suas aflições. Os misericordiosos são aqueles que fazem o bem a todos, independentemente de sua crença, de sua raça e de sua condição social. O preceito do evangelho é dar pão a quem tem fome, ainda que este seja nosso inimigo. O apóstolo Paulo escreve: “… se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber…” (Rm 12.20). E acrescenta: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.21). Jesus falou de oferecer um banquete a quem não pode nos retribuir. É expressar bondade àqueles que, esquecidos dos homens, podem revelar para nós o próprio rosto de Jesus. Quando fazemos o bem a um dos pequeninos famintos, sedentos, nus, doentes ou forasteiros, fazemos ao próprio Senhor Jesus (Mt 25.40).
A misericórdia abençoa não apenas aqueles que por ela são contemplados, mas, também, e principalmente, aqueles que a exercem. Jesus ensinou que “mais bem-aventurado é dar que receber” (At 20.35). A alegria de ajudar é maior do que a alegria de ser ajudado. A recompensa de dar é maior do que a alegria de receber. Quando exercemos misericórdia imitamos aquele que é o Misericordioso por excelência. Quando inclinamos nosso coração à miséria do nosso próximo, isso traz glória ao nome de Deus no céu e gratidão a Deus na terra (Mt 5.16).
Mas Jesus conclui, dizendo que os misericordiosos alcançam misericórdia. Eles colhem o que semeiam. Eles recebem o refluxo do seu próprio fluxo. Eles bebem da própria fonte que deles jorrou. Eles comem do mesmo fruto cuja semente foi plantada na seara do amor. Oh, quão felizes são os misericordiosos! Oh, quão benditas são as mãos que se estendem para o socorrer! Oh, quão suave, como aroma, sobe ao trono de Deus no céu, as ações da misericórdia na terra! Deus está mais interessado no exercício da misericórdia do que no legalismo religioso (Mt 12.7). Deus dá mais valor ao ser humano do que a rituais. Esse valor foi eloquentemente demonstrado, não com palavras de fogo escritas nas nuvens, mas esculpida na cruz do Calvário, quando Deus não poupou a seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou (Rm 8.32)!

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 5 de setembro de 2023

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.

Mateus 5:13

Ton Carfi - Infinitamente Mais


 

PÃO DIÁRIO - 06/09/2023 - Riscos e resgate

 


Riscos e resgate

Saudai Priscila e Áquila, […] os quais pela minha vida arriscaram a sua própria cabeça. —Romanos 16:3-4


Grace Darling, a filha do zelador de um farol, viu um naufrágio e os sobreviventes perto da praia, no dia 7 de setembro de 1838. Ela e seu pai, juntos, corajosamente remaram seu barco por 1,60 km em águas agitadas para resgatar muitas pessoas. Grace se tornou uma lenda por seu coração compassivo e mão firme ao arriscar sua vida para salvar outros.
O apóstolo Paulo nos fala de outro homem e mulher que correram riscos para resgatar outros. Ele escreveu sobre Priscila e Áquila, seus colaboradores em Cristo, que “…arriscaram a sua própria cabeça; e isto lhes agradeço, não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios” (Romanos 16:4).
Não nos é dito exatamente a que “riscos” Paulo se referia, mas sabendo que espancamentos, aprisionamento, naufrágios e ameaças de morte eram tão comuns no ministério dele, não é tão difícil imaginar como este casal poderia ter se colocado em caminhos perigosos para ajudar o seu amigo. À primeira vista, o resgate de Paulo era mais importante para eles do que a sua própria segurança.
Resgatar os outros — seja do perigo físico ou espiritual — geralmente vem com um risco. Mas quando corremos o risco por alcançar aos outros, refletimos o coração do nosso Salvador que desistiu de muito por nós.
— Dennis Fisher

Leia: Romanos 16:1-7

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 129-131;1 Coríntios 11:1-16

Considere: Se você já tiver sido resgatado, terá o desejo de resgatar os outros.

ESTIVE COM FOME E ME DESTES DE COMER

 


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Os extremos são perigosos. Há na igreja aqueles que reduzem o Cristianismo à prática da caridade; outros que tapam os ouvidos ao clamor dos aflitos. Há aqueles que reduzem o evangelho ao social; outros nada veem no evangelho sobre o socorro aos necessitados. Esses dois extremos não têm amparo nas Escrituras. A palavra de Deus acentua o privilégio de pregar o evangelho e a responsabilidade de socorrer os necessitados. Destacaremos alguns pontos:
Em primeiro lugar, as obras são a evidência da nossa salvação (Ef 2.8-10). Não somos salvos pelas obras, mas para as boas obras. As boas obras não são a causa, mas o resultado da nossa salvação. A justificação é pela fé somente, mas a fé salvadora nunca vem só. A fé sem obras é morta (Tg 2.17). São as obras que autenticam a nossa fé, pois somos feitura de Deus, criados em Cristo Jesus, para as boas obras. Tiago escreve: “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas na suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tg 1.27).
Em segundo lugar, a prática do amor é a evidência de que somos discípulos de Cristo (Jo 13.34,35).Provamos que somos discípulos de Cristo não apenas pela doutrina que professamos, mas, sobretudo, pelo amor que praticamos. Devemos amar como Cristo nos amou, ou seja, com amor sacrificial. Como? O apóstolo João responde: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3.16). Como podemos demonstrar esse amor? Socorrendo os aflitos, alimentando os famintos, visitando os enfermos e dando abrigo aos forasteiros! Somos conhecidos como discípulos de Cristo pelo amor. O amor é a apologética final, a evidência irrefutável de que amamos como Cristo nos amou.
Em terceiro lugar, seremos julgados no dia do juízo se nos omitirmos na prática do bem (Mt 25.31-46).Saber que se deve fazer o bem e não o fazer é um pecado. No dia do juízo seremos julgados pelas nossas palavras, ações, pensamentos e omissões. Não dar pão ao faminto, água ao sedento, roupa ao nu e abrigo ao forasteiro é um grave pecado aos olhos de Deus. Deixar de visitar o encarcerado e o enfermo em sua aflição é uma negação do amor que professamos. No dia do juízo, Jesus dirá aos que estiverem à sua direita: “Estive com fome e me destes de comer”. Como assim Jesus? O que fizestes a um desses pequeninos, a mim o fizestes!
Em quarto lugar, devemos fazer o bem a todos, sem distinção (Gl 6.10). Muito embora devamos cuidar primeiro dos membros da nossa família e dos domésticos da fé, nossa generosidade não pode parar aí. Devemos fazer o bem a todos sem exceção e sem acepção. Devemos pagar o mal com o bem. Devemos dar àqueles que não podem nos retribuir. Devemos alimentar até mesmo os nossos inimigos. Devemos abençoar quem nos amaldiçoa e orar por aqueles que nos perseguem (Rm 12.17-21).
Em quinto lugar, devemos ajudar de forma prática aqueles que estão em nosso caminho (Lc 10.29-37).O nosso próximo é toda pessoa que está ao alcance da nossa mão. Jesus contou a parábola do bom samaritano para destacar o fato de que nossa ajuda precisa ser prática e endereçada até mesmo àqueles que historicamente são considerados como nossos inimigos. O samaritano, desprezado pelos judeus, é quem estende a mão ao homem moribundo à beira do caminho. Amar apenas aqueles que nos amam e servir apenas aos domésticos da fé é uma limitação da ação misericordiosa de Deus estendida a todos os homens. Se Deus nos amou quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos, iremos nós sonegar amor aos que estão na mesma condição?
Em sexto lugar, a verdadeira espiritualidade passa pelo amor prático ao nosso próximo (Is 58.6,7). Deus está mais interessado na prática do amor do que na observância de rituais religiosos. Os fariseus eram criteriosos em observar seus rituais, mas não hesitavam em explorar até mesmo os órfãos e as viúvas. Deus se agrada mais da misericórdia do que de sacrifícios. Atos de amor valem mais do que palavras de amor. O jejum que Deus requer é cessar de acusar o próximo e dar pão ao faminto, vestir o nu e receber em casa os desabrigados.
Em sétimo lugar, quando a igreja pratica boas obras na terra, Deus é glorificado no céu (Mt 5.16). Jesus foi enfático em dizer que nossa luz deve brilhar diante dos homens, para que eles vejam as nossas boas obras e glorifiquem ao Pai que está nos céus. Nossas ofertas de amor ao próximo sobem à presença de Deus e são recebidas por ele como aroma suave. Isso redunda em gratidão no coração dos homens e em ações de graças a Deus.

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia



A tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho.
Salmos 119:105 NTLH

Preto no Branco - Os Sonhos de Deus ft. Juninho Black, Lukão Carvalho, Eli Soares


 

PÃO DIÁRIO - 05/09/2023 - Preocupação

 


Preocupação

Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros… —João 13:34


Há algum tempo, escrevi um artigo sobre minha esposa Marlene e suas lutas com a vertigem. Quando foi publicado, eu não estava preparado para a forte onda de respostas de leitores oferecendo encorajamento, ajuda, sugestões, e principalmente demonstrando preocupação com o bem-estar dela. Estas mensagens vieram de todo o mundo, de pessoas de todos os tipos. Expressões de preocupação afetuosa por minha esposa, derramadas ao ponto de não conseguirmos nem começar a responder todas. Foi impressionante, da melhor maneira possível, ver o corpo de Cristo reagir à luta de Marlene. Ficamos e permanecemos profundamente agradecidos.
Em essência, é assim que o corpo de Cristo deve funcionar. A preocupação afetuosa por nossos irmãos e irmãs em Cristo torna-se a evidência de que experimentamos o Seu amor. Quando se dirigiu aos discípulos na Última Ceia, Jesus disse: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos…” (João 13:34-35).
Marlene e eu experimentamos uma amostra do amor e da preocupação de Cristo naquelas cartas que recebemos. Que possamos demonstrar aos outros este tipo de amor com a ajuda do nosso Salvador e como meio de louvá-lo.
— Bill Crowder

Leia: João 13:31-35 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 126-128;1 Coríntios 10:19-33

Considere: A altura de nosso amor por Deus é indicada pela profundidade de nosso amor uns pelos outros. —Morley

UMA IGREJA FIEL E RELEVANTE

 


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A igreja de Deus é composta de todos aqueles que, em todos os tempos, em todos os lugares e de todas as etnias foram chamados por Deus, para crerem no seu Filho, pela ação do Espírito Santo, para herdarem a vida eterna. Essa igreja não se restringe a nenhuma denominação religiosa. Suas fronteiras transcendem os limites geográficos. Todos aqueles que creem em Cristo Jesus, são batizados pelo Espírito, no corpo de Cristo, e passam a fazer parte da família de Deus. Há uma só igreja, um só rebanho, um só povo.
Essa igreja formada de judeus e gentios é a noiva do Cordeiro, a vinha de Deus, o rebanho de Cristo, o edifício feito não por mãos, o santuário do Espírito, onde ele habita. Essa igreja é sal da terra e luz do mundo. Seu chamado é para andar com Deus e glorificá-lo através de uma vida de obediência e fidelidade. Ela é coluna e baluarte da verdade num mundo de cegueira espiritual. É embaixadora da reconciliação num mundo marcado de segregação e ódio. Sua mensagem é de arrependimento num mundo mergulhado no caudal do pecado. Sua voz brada com senso de urgência num mundo que dorme o sono da morte.
Para cumprir o seu papel na história a igreja precisa ser fiel. Se ela abandonar seu compromisso com Deus, torna-se sal sem sabor. Se calar sua voz, torna-se uma luz debaixo do alqueire. Se ela fizer amizade com o mundo, torna-se inimiga de Deus. Se conformar-se com o presente século, perde seu testemunho  e acaba sendo condenada com o mundo. A igreja precisa ser fiel à palavra de Deus para andar na verdade e pregar a verdade. Mudar a mensagem para agradar os homens é incorrer em anátema. Tornar a mensagem mais açucarada para agradar aos ouvidos incircuncisos é atentar contra o Todo-poderoso. Pregar o que as pessoas querem ouvir é cair nas malhas de um pragmatismo antropolátrico. Imitar o mundo para agradar o mundo ou receber dele sua aprovação é assinar seu próprio atestado de óbito.
A igreja precisa ser, também, relevante. Ela precisa estar no mundo sem ser do mundo. Precisa pregar aos ouvidos e também aos olhos. Precisa falar e fazer. Precisa anunciar o amor de Deus a um mundo no estertor da morte e demonstrá-lo com atos de misericórdia. Precisa demonstrar sua fé através de suas obras. A igreja precisa ir lá fora onde as pessoas estão em vez de apenas esperar que elas venham onde nós estamos. A igreja relevante não é sal no saleiro, mas atua com graça e compaixão fora dos portões, levando o pão da vida aos famintos, a água da vida aos sedentos, a esperança da salvação aos perdidos, o braço estendido da misericórdia aos que jazem prostrados e feridos à beira do caminho.
A igreja fiel é ortodoxa e a igreja relevante é ortoprática. A igreja fiel levanta a bandeira da doutrina certa e a igreja relevante põe em prática a doutrina cerca. A igreja fiel tem luz na mente e a igreja relevante tem fogo no coração. A igreja fiel goteja do púlpito a doutrina pura, a igreja relevante destila de suas mãos os atos de misericórdia. A igreja fiel tem uma relação vertical correta e a igreja relevante demonstra isso ao mundo através de uma relação horizontal adequada. Ortodoxia desacompanhada de ação torna-se academicismo teológico árido; ação de misericórdia sem ortodoxia torna-se assistencialismo humanista. Não podemos cair num extremo nem noutro. Precisamos manter juntos o que nunca pode ser separado: ortodoxia e ortopraxia, teologia e ética, doutrina e vida, credo e conduta, palavra e ação. O apóstolo João, em sua primeira epístola, deixa claro que um verdadeiro cristão é conhecido por três provas: A prova doutrinária, a fé em Jesus como Filho de Deus; a prova moral, a obediência aos mandamentos de Jesus; e a prova social, o amor ao próximo como evidência de nosso amor por Deus. A igreja não é uma torre de marfim, confortavelmente discutindo seus postulados doutrinários entre quatro paredes, mas uma agência do reino de Deus, pregando o evangelho e demonstrado o amor de Cristo, lá fora onde os pecadores estão. Oh, que Deus nos ajude a ser uma igreja fiel e relevante!

Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 3 de setembro de 2023

VERSÍCULO DO DIA

 

VERSÍCULO DO DIA



Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.


Mateus 5:13

Davi Sacer e Trazendo a Arca – Não Vou Desistir


 

PÃO DIÁRIO - 04/09/2023 - Misericórdia

 


Misericórdia

…o que confia no Senhor, a misericórdia o assistirá. —Salmo 32:10


Era quase impossível não ver o enorme outdoor com o fundo vermelho e enormes letras brancas que gritavam: “Este ano, milhares de homens morrerão de teimosia.” Depois, descobri que o outdoor era um de centenas que tinham como alvo os homens de meia-idade que tipicamente evitam as triagens médicas rotineiras e geralmente morrem de doenças que podem ser prevenidas.
O Salmo 32 lida com a doença espiritual — o pecado, a qual pode ser tratada por meio do reconhecimento honesto e arrependimento. Os primeiros cinco versículos expressam a angústia de esconder a nossa culpa e então celebra a jubilosa libertação de confessar as nossas transgressões a Deus e sermos perdoados.
Este salmo continua nos mostrando que o Senhor anseia que busquemos a Sua ajuda em momentos de dificuldade (vv.6-8) e recebamos a Sua orientação. “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho” (v.8). Somos impedidos, no entanto, quando, em teimosia, nos recusamos a seguir a Sua direção e nos arrepender de nosso pecado.
A Palavra de Deus nos incita: “Não sejais como o cavalo ou a mula, […] os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem” (v.9). Ao invés de nos apegarmos ao nosso pecado, o Senhor nos oferece uma alternativa: quando confessarmos em humildade, Sua misericórdia nos cercará (v.10).
— David C. McCasland


Leia: Salmo 32 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 120-122;1 Coríntios 9

Considere: O primeiro passo para receber o perdão de Deus é admitir que precisamos dele.

DISCUSSÃO SEM PODER

 





​Jesus subira com Pedro, Tiago e João para um alto monte, a fim de orar. Lá ele foi transfigurado na presença deles. Mesmo vendo milagres no topo dessa montanha, os discípulos não oraram. Por isso, estavam desprovidos de entendimento. Não compreenderam a centralidade da pessoa nem da missão de Jesus. Em vez de se deleitarem em Deus, passaram a ter medo dele. Os discípulos que ficaram no sopé do monte também não oraram. Em vez de fazerem a obra, discutiram com os escribas, os maiores opositores de Jesus. A apologética é necessária quando se trata da defesa da fé, mas apenas discutir a obra em vez de fazer a obra é uma perda de foco e um perigo ameaçador para a igreja.  
​No vale, enquanto os discípulos discutem com os escribas, um pai aflito busca ajuda para seu filho endemoninhado. Esse homem recorre aos discípulos, mas eles não puderam libertar o seu filho. Em vez de orar e libertar os cativos, eles estavam gastando toda a sua energia numa discussão infrutífera. Em vez de socorrer os aflitos e fazer a obra, estavam discutindo a obra com os inimigos da obra.
​Enquanto a igreja se distrai, discutindo a obra ano após ano, no conforto do templo, o diabo age destruindo famílias. Aquele jovem endemoninhado era jogado na água, no fogo e na terra por uma casta de demônios e isso desde sua infância. Havia um grande sofrimento naquela família. A esperança de encontrar nos discípulos de Jesus uma saída para esse drama fracassou. Eles estavam sem poder. Tinham perdido o foco. Estavam gastando todo o tempo discutindo a obra em vez de fazer a obra.
​Enquanto os discípulos discutem, as multidões perecem, os cativos não são libertos e os demônios não são confrontados. Oh, como esse fato deveria nos despertar! Gastamos muito tempo discutindo nossas doutrinas, defendendo nossos posicionamentos, combatendo nossos opositores, mas investimos muito pouco tempo fazendo a obra de Deus. Por isso, o crescimento da igreja é tão inexpressivo. Não adianta apenas dizer que temos uma boa doutrina. Que a palavra de Deus é poderosa! Que a semente tem vida em si mesma! Que ela é irresistível! Essa semente só vai frutificar se nós a semearmos. Não basta apenas defender o evangelho. Importa também pregá-lo no poder do Espírito Santo. A fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus. Há igrejas que estão ficando desidratadas de tanto de discutir. Sempre teremos mais um assunto novo para discutir ou se nos falta um novo assunto, repisamos os antigos. Essa agenda nunca se esgotará. Enquanto ficarmos agarrados com essas discussões inócuas, a igreja não terá resposta para o mundo aflito e atormentado pelas hordas demoníacas.​
Quando aquele pai aflito buscou a Jesus e o informou que seus discípulos não puderam libertar seu filho, Jesus soltou uma exclamação de dor: “Oh, geração incrédula e perversa, até quando vos suportarei?”. A falta de poder na igreja causa dor no coração do nosso Salvador. Jesus, então, libertou o menino e o devolveu a seu pai. O mal foi vencido. As trevas foram derrotadas. O evangelho prevaleceu. A falta de poder na igreja impede os cativos de serem libertos. A falta de poder na igreja é um entrave para o seu crescimento. É tempo de avaliarmos nosso coração, nossa vida, nossa agenda, nossa igreja. É tempo de sairmos da arena da discussão, para o campo da ação. É tempo de fazermos a obra em vez de apenas discutir sobre a obra. É tempo de orar e jejuar. É tempo de buscarmos o poder do Espírito Santo. É tempo de sermos uma igreja viva e operosa, que leva a esperança da salvação para fora de seus portões!


Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 2 de setembro de 2023

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia


No começo aquele que é a Palavra já existia. Ele estava com Deus e era Deus.
João 1:1 NTLH

Paulo Cesar Baruk - Me Derramar (LIVE Portas Abertas)


 

PÃO DIÁRIO - 03/09/2023 - O que está em jogo?

 


O que está em jogo?

Ouve o conselho e recebe a instrução, para que sejas sábio nos teus dias por vir. —Provérbios 19:20


Arrisco ou não arrisco estaquear? Esta foi a questão com que Marília se deparou quando plantou uma muda no verão passado. O vendedor disse: “Estaqueie por um ano para ter apoio em caso de ventos fortes. Depois remova as estacas para que a muda desenvolva raízes profundas por si só.” Mas um vizinho lhe disse: “Estaquear pode fazer mais mal do que bem. A árvore precisa começar a desenvolver raízes fortes desde já, ou talvez nunca o faça. Em longo prazo, é melhor para o bem da planta, não estaquear.”
Questionamo-nos sobre essa questão também nos relacionamentos. Por exemplo, se alguém se meteu em apuros, nós o resgatamos “apoiando-o”, ou deixamos que essa pessoa desenvolva “raízes fortes” por conta própria, permitindo que enfrente as consequências de suas escolhas? Obviamente, isso depende do que parece ser melhor para a saúde espiritual da pessoa em longo prazo. O que o amor faz e quando o faz? O livro de Provérbios 19 oferece pensamentos opostos: devemos ter “pena” e oferecer ajuda (v.17), contudo há perigos em resgatar o outro porque você pode precisar fazê-lo novamente (v.19). Prover a ajuda correta requer sabedoria além da nossa própria.
Deus não nos deixou sozinhos. Ele nos dará a sabedoria quando lhe pedirmos. E conforme dependemos dele, nossas raízes também se aprofundarão nele.
— Anne Cetas

Leia: Provérbios 19:15-25

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 119:89-176;1 Coríntios 8

Considere: A verdadeira sabedoria olha para o mundo da perspectiva de Deus.

TRÊS VERDADES SOLENES SOBRE O HOMEM

 

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​A origem do homem está ancorada em Deus. O homem foi criado e criado à imagem e semelhança de Deus. Não veio à existência por meio da evolução, mas saiu das mãos do criador. Três verdades sobre o homem são destacadas nas Escrituras:
​Em primeiro lugar, a magnitude da sua posição original na criação. Deus criou o homem perfeito. Criou-o como um ser físico, moral e espiritual. Criou-o para o maior de todos os propósitos, ser glorificado nele. Criou-o como o maestro da grande orquestra da criação. Criou-o para dominar sobre as aves dos céus, os animais do campo e os peixes do mar. O homem foi colocado no mundo como o gestor do universo, como o administrador da criação, como o mordomo da natureza. O homem foi criado um pouco menor do que Deus (Sl 8.5). Oh, quão privilegiado é o homem, quão magnífica é sua honra, quão exaltada é a sua posição na ordem da criação. E isso, não apenas por causa da nobreza de sua pessoa, mas também por causa da grandeza de sua missão. Todas as coisas lhe estavam sujeitas.
​Em segundo lugar, a tragédia da sua condição atual. O homem criado livre escolheu usar sua liberdade para pecar. Tendo plena comunhão com Deus, foi banido da presença de Deus pelo pecado. Sendo o gestor da natureza e tendo tudo sob seu comando, viu a natureza tornar-se-lhe hostil. Os animais dóceis tornaram-se feras. A terra benfazeja produziu espinhos e abrolhos. O trabalho deleitoso produziu-lhe suor em sua face. A relação harmoniosa com sua mulher, passou a ser marcada por conflitos. Dar à luz a um filho tornou-se missão penosa e cheia de dores para sua mulher. O homem caiu num estado de depravação e miséria. Perdeu sua comunhão com o criador e passou a ter medo de Deus. Perdeu sua liberdade e tornou-se escravo. Perdeu sua alegria e passou a ser esmagado pela culpa. O homem que tinha acesso à arvore da vida, morreu em seus delitos e pecados. Adão, como cabeça federal da raça, precipitou toda a raça num estado de decadência e miséria. Por ele o pecado entrou no mundo e pelo pecado a morte. Todos morreram porque todos pecaram. Não há justo nenhum sequer. Oh, que tragédia terrível foi a queda! Oh, quão maligníssimo é o pecado! É pior do que sofrimento e a morte, que ele trouxe em suas asas.
​Em terceiro lugar, a glória de sua restauração em Cristo. A imagem de Deus criada no princípio, desfigurada pela queda, é, agora, restaurada em Cristo. O homem perdido é encontrado. O homem escravo é liberto. O homem morto recebe vida eterna. O homem corrompido é lavado. O homem arruinado pelo pecado é redimido e restaurado. Pela obra do Espírito Santo ele nasce de novo e torna-se nova criatura. Tudo se faz novo em sua vida. Ele é arrancado da casa do valente, do império da trevas e transportado para o reino da luz. Outrora era escravo do diabo, agora é filho de Deus. Outrora vivia com o pescoço da coleira do pecado, agora deleita-se na santidade. Outrora, vivia segundo o curso deste mundo, andava segundo seus pensamentos e era filho da ira, mas agora deleita-se em Deus, tem prazer em sua palavra. Outrora, vivia sem esperança e sem Deus no mundo, agora regozija-se na esperança da glória de Deus. Outrora, era mesquinho, avarento, egoísta e fazia tudo para agradar sua própria carne, agora seu propósito é alegrar o coração de Deus através de um serviço abnegado ao próximo. Outrora, seus olhos eram cheios de cobiça e impureza, agora deleita-se na santidade. Outrora, amava as coisas, usava as pessoas e era inimigo de Deus, agora adora a Deus, ama as pessoas e usa as coisas para honrar a Deus e servir ao próximo. Na criação Deus fez o homem um ser honrado. Na redenção, Deus devolveu ao homem sua dignidade e o fez assentar-se com Cristo, nas regiões celestes. Na glorificação, Deus levará o homem para sua glória eterna, onde ele reinará com Cristo pelos séculos eternos!

Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia



Tomem cuidado para que ninguém pague o mal com o mal. Pelo contrário, procurem em todas as ocasiões fazer o bem uns aos outros e também aos que não são irmãos na fé.
1Tessalonicenses 5:15 NTLH

Ao único / Espirito enche a minha vida / Sala do trono


 

PÃO DIÁRIO - 02/09/2023 - O próximo capítulo

 


O próximo capítulo

…corramos, com perseverança […] olhando firmemente para […] Jesus… — Hebreus 12:1-2

Estêvão tinha quase 5 anos quando seu pai, o piloto missionário Nate Saint, e mais quatro homens foram assassinados em 1956, pela tribo Waodani no Equador. Mas como resultado do amor e perdão demonstrado pelas famílias dos homens mártires cresce, atualmente, uma comunidade de cristãos entre os Waodani.
Já adulto, Estêvão mudou-se novamente para o Equador e se tornou amigo de Mincaye, um dos homens que mataram seu pai. O lema de Estêvão é: “Permita que Deus escreva a sua história.” Ele diz: “Há muitas pessoas […] que querem escrever sua própria história e deixar Deus editá-la quando algo dá errado. Há muito tempo decidi permitir que Deus escrevesse a minha história.” Quando Estêvão sofreu um acidente grave em 2012, ele tranquilizou sua família: “Vamos permitir que Deus escreva este capítulo também.” Sua fé continua a sustentá-lo rumo à recuperação.
A história continua a desenrolar-se para todos os seguidores de Jesus Cristo. Nenhum de nós sabe como será o próximo capítulo de nossas vidas. Mas ao olharmos para Jesus e corrermos “…com perseverança, a carreira que nos está proposta…” podemos confiar nele — o autor e consumador da nossa fé (Hebreus 12:1-2). Jesus escreveu o início da nossa história, e escreverá o próximo capítulo, assim como o fim.
— Cindy Hess Kasper

Leia: Hebreus 12:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmo 119:1-88;1 Coríntios 7:20-40

Considere: Permita que a sua vida conte a história do amor e da misericórdia de Cristo ao mundo ao seu redor.

GUIA FIEL E VERDADEIRO

 


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Eis que eu envio um Anjo diante de ti, para que te guarde neste caminho e te leve ao lugar que te tenho aparelhado. Êxodo 23.20
  

O percurso dos israelitas rumo à Terra da Promessa seria guiado pelo Anjo do Senhor, por isso eles não deveriam temer nenhum inimigo que surgisse. Isso nos ensina que haverá oposição do mal à nossa caminhada, mas não precisamos ter medo, porque jamais estaremos sozinhos a cada passo dado para o cumprimento da vontade do Senhor. Ele pensou em tudo e já preparou o socorro nas horas de tribulação.

O Anjo do Senhor tinha autoridade para fazer o necessário, para que a Palavra se cumprisse a respeito das promessas contidas nelas. Eles somente teriam de ser conduzidos por esse especial mensageiro celestial. Do mesmo modo, devemos proceder hoje, sem deixar a dúvida ou o medo nos assaltarem e nos distanciarem do propósito de Deus. Somos parte desse plano, e o Altíssimo cuidará dos detalhes.

O Anjo iria à frente dos israelitas, abrindo-lhes uma passagem segura, a fim de não errarem nenhuma pisada. Isso simboliza o que acontece hoje, quando obedecemos ao Ide do Senhor. A nossa trajetória deve ser firme e constante até o fim. Não podemos nos desviar do lugar apontado para chegarmos. Enquanto estivermos aqui, teremos aflições, mas o Pai cuidará de nós (Jo 16.33)!

O enviado celestial possuía autoridade para guardá-los. Por essa razão, eles não precisavam temer nenhuma ameaça. Tendo sido autorizado por Deus, o mensageiro os protegeria e os levaria até o fim. Esteja certo de que nada conseguirá tirá-lo do desígnio do Altíssimo. Logo, você pode e deve avançar para o alvo, guardando a fé, certo de que o justo Senhor lhe dará a coroa da vida. Aguarde essa recompensa!

Deus havia provido o lugar para os israelitas pisarem e, a cada passo dado, poderiam tomar posse dele. Da mesma forma, o Senhor tem preparado as Suas promessas para que as possuamos. Assim, quando houver uma situação contrária, resista à tentação a qual diz que Deus não o ama, ou você não é chamado para fazer a vontade dEle. Certamente, Ele o assistirá e provará que a bênção é sua.

O Senhor tem colocado o Seu poder em Suas determinações a fim de nos fazer atingir tal posição. Se for preciso usar tal autoridade, o Enviado divino não deixará de fazê-lo em hipótese alguma. Nada pode impedi-lo de cumprir a sua missão. Você será e terá o que Deus tem declarado a seu respeito. Os testemunhos do Senhor são fidedignos, por isso nunca se desvie das Escrituras.

O Espírito Santo é o Enviado dos Céus para nos levar aonde o Altíssimo nos tem aparelhado, para nos usar e nos fazer verdadeiros vencedores. Ele é Deus assim como o Pai e o Filho. Pelo agir dEle em sua vida, não lhe faltarão vontade, poder nem habilidade para cumprir seu chamado. O Senhor é fiel Cumpridor de Suas promessas. Você crê nisso?

Em Cristo, com amor,




R. R. Soares

quinta-feira, 31 de agosto de 2023

Versículo do Dia

 

Versículo do Dia



Ó SENHOR Deus, eu lembrarei dos teus feitos maravilhosos! Recordarei as maravilhas que fizeste no passado. Pensarei em tudo o que tens feito, meditarei em todos os teus atos poderosos.
Salmos 77:11-12 NTLH

Versiculo do dia

     Versiculo do dia ⁴¹ E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talita cumi; que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te. E logo a m...