terça-feira, 16 de agosto de 2022

PÃO DIÁRIO - 17/08/2022 - De quem são meus lábios?

 


     
De quem são meus lábios?

As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor… — Salmo 19:14


Com frequência, o motivo estabelece a diferença entre o elogio e a bajulação. Um elogio representa uma apreciação verdadeira por uma qualidade ou ação de outra pessoa. O objetivo da bajulação é, habitualmente, tirar proveito próprio ou receber a recompensa ou favor de outra pessoa. Os elogios procuram incentivar; a bajulação tenta manipular.

No Salmo 12, Davi lamentou sua sociedade, na qual as pessoas piedosas e fiéis haviam desaparecido e sido substituídas por outras que falavam com falsidade, “…com lábios bajuladores e coração fingido” (v.2). Elas haviam dito: “…Com a língua prevaleceremos, os lábios são nossos; quem é senhor sobre nós?” (v.4).

Uma boa pergunta a nos fazermos quando sentimos o desejo de bajular para obtermos o que desejamos é: “A quem pertencem meus lábios?”. Se meus lábios me pertencem, posso falar o que eu quiser. Mas, se o Senhor for o dono dos meus lábios, meu falar espelhará as Suas palavras, o que o salmista descreveu como “…palavras puras, prata refinada em cadinho de barro, depurada sete vezes” (v.6).

Talvez uma boa maneira de demonstrar a quem nossos lábios pertencem seja iniciar o dia com outra oração de Davi: “As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu” (Salmo 19:14).

— David C. McCasland


Leia: Salmo 12 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 30-31; Marcos 15:1-25

Considere: “O que guarda a boca conserva a sua alma…” — Provérbios 13:3

DISCUSSÃO SEM PODER

 



​Jesus subira com Pedro, Tiago e João para um alto monte, a fim de orar. Lá ele foi transfigurado na presença deles. Mesmo vendo milagres no topo dessa montanha, os discípulos não oraram. Por isso, estavam desprovidos de entendimento. Não compreenderam a centralidade da pessoa nem da missão de Jesus. Em vez de se deleitarem em Deus, passaram a ter medo dele. Os discípulos que ficaram no sopé do monte também não oraram. Em vez de fazerem a obra, discutiram com os escribas, os maiores opositores de Jesus. A apologética é necessária quando se trata da defesa da fé, mas apenas discutir a obra em vez de fazer a obra é uma perda de foco e um perigo ameaçador para a igreja.  

​No vale, enquanto os discípulos discutem com os escribas, um pai aflito busca ajuda para seu filho endemoninhado. Esse homem recorre aos discípulos, mas eles não puderam libertar o seu filho. Em vez de orar e libertar os cativos, eles estavam gastando toda a sua energia numa discussão infrutífera. Em vez de socorrer os aflitos e fazer a obra, estavam discutindo a obra com os inimigos da obra.

​Enquanto a igreja se distrai, discutindo a obra ano após ano, no conforto do templo, o diabo age destruindo famílias. Aquele jovem endemoninhado era jogado na água, no fogo e na terra por uma casta de demônios e isso desde sua infância. Havia um grande sofrimento naquela família. A esperança de encontrar nos discípulos de Jesus uma saída para esse drama fracassou. Eles estavam sem poder. Tinham perdido o foco. Estavam gastando todo o tempo discutindo a obra em vez de fazer a obra.

​Enquanto os discípulos discutem, as multidões perecem, os cativos não são libertos e os demônios não são confrontados. Oh, como esse fato deveria nos despertar! Gastamos muito tempo discutindo nossas doutrinas, defendendo nossos posicionamentos, combatendo nossos opositores, mas investimos muito pouco tempo fazendo a obra de Deus. Por isso, o crescimento da igreja é tão inexpressivo. Não adianta apenas dizer que temos uma boa doutrina. Que a palavra de Deus é poderosa! Que a semente tem vida em si mesma! Que ela é irresistível! Essa semente só vai frutificar se nós a semearmos. Não basta apenas defender o evangelho. Importa também pregá-lo no poder do Espírito Santo. A fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus. Há igrejas que estão ficando desidratadas de tanto de discutir. Sempre teremos mais um assunto novo para discutir ou se nos falta um novo assunto, repisamos os antigos. Essa agenda nunca se esgotará. Enquanto ficarmos agarrados com essas discussões inócuas, a igreja não terá resposta para o mundo aflito e atormentado pelas hordas demoníacas.​

Quando aquele pai aflito buscou a Jesus e o informou que seus discípulos não puderam libertar seu filho, Jesus soltou uma exclamação de dor: “Oh, geração incrédula e perversa, até quando vos suportarei?”. A falta de poder na igreja causa dor no coração do nosso Salvador. Jesus, então, libertou o menino e o devolveu a seu pai. O mal foi vencido. As trevas foram derrotadas. O evangelho prevaleceu. A falta de poder na igreja impede os cativos de serem libertos. A falta de poder na igreja é um entrave para o seu crescimento. É tempo de avaliarmos nosso coração, nossa vida, nossa agenda, nossa igreja. É tempo de sairmos da arena da discussão, para o campo da ação. É tempo de fazermos a obra em vez de apenas discutir sobre a obra. É tempo de orar e jejuar. É tempo de buscarmos o poder do Espírito Santo. É tempo de sermos uma igreja viva e operosa, que leva a esperança da salvação para fora de seus portões!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

FILHOS CRIADOS POR PAIS FERIDOS!! - PODCAST AMOFAMÍLIA


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.

Efésios 2:10

ENCHE-ME (Clipe Oficial) | Isaías Saad + Gabriela Rocha


 

PÃO DIÁRIO - 16/08/2022 - Ossos quebrados

 



Ossos quebrados

Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste. — Salmo 51:8


Anos atrás, fui goleiro da equipe de futebol da faculdade. Foi mais divertido do que posso descrever aqui, mas, toda aquela diversão teve um alto preço — que continuo a pagar até hoje. Ser goleiro significa estar constantemente atirando o seu corpo em direção ao perigo para impedir que a outra equipe marque um gol, o que frequentemente resulta em lesões. Durante uma temporada, sofri fratura na perna e em várias costelas, luxação de ombro e uma concussão! Hoje, especialmente nos dias frios, as dolorosas lembranças daqueles ossos quebrados me visitam.

Davi também teve lembretes de ossos quebrados, mas, suas lesões eram espirituais, não físicas. Após o colapso moral de Davi envolvendo um caso amoroso com Bate-Seba e o assassinato do marido dela, Deus o disciplinou com firmeza. Entretanto, Davi arrependeu-se e orou: “Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste” (Salmo 51:8).

A correção de Deus foi tão esmagadora, que Davi se sentiu como se seus ossos estivessem quebrados. Contudo, ele confiou que o Deus da graça poderia reparar as suas pisaduras e reacender a sua alegria. Em nossas próprias falhas e pecados, é confortante saber que Deus nos ama o suficiente para ir ao nosso encontro e nos restaurar com a Sua amorosa disciplina.

— Bill Crowder

Leia: Salmo 51:1-13 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 28-29; Marcos 14:54-72

Considere: A mão de Deus, que disciplina, é uma mão de amor.

COMO SERÁ O CORPO DA RESSURREIÇÃO?

 


 “Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita-se na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória” (1Co 15.42)

 

​Os gregos acreditavam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo. Os filósofos epicureus, por sua vez, acreditavam que a morte tinha a última palavra e punha fim à carreira humana. A igreja de Corinto, influenciada pela cultura grega, estava vivendo uma crise de fé, pensando que os mortos em Cristo não tinham esperança de ressurreição. Para esclarecer esse ponto, Paulo escreveu este robusto capítulo 15, mostrando que a ressurreição de Cristo é um fato incontroverso (15.1-11), uma verdade essencial da fé cristã (15.12-19) e possui uma ordem lógica: Cristo como primícias dos que dormem e os que são de Cristo na sua vinda (15.20-34). Os mortos em Cristo ressuscitarão com um corpo de glória (15.35-49) e esse auspicioso acontecimento dar-se-á na segunda vinda de Cristo (15.50-58).

​Vamos tratar aqui da natureza da ressurreição. Uma pergunta foi feita naquela época e ainda é feita hoje: “Como ressuscitam os mortos? Em que corpo vêm?” (15.35). Para responder a essa pergunta, Paulo usa três figuras: a figura da semente (15.36-38), a figura da carne (15.39) e a figura dos astros (15.40,41). Limitar-nos-emos à figura da semente. O corpo é como uma semente, que ao morrer e ser sepultado, é semeado no ventre da terra, mas ao ressurgir, embora mantenha a mesma identidade, será um corpo totalmente novo. Ao mesmo tempo que há continuidade, há, também, descontinuidade. Vejamos:

​Em primeiro lugar, semeia-se na corrupção, ressuscita-se na incorrupção (15.42). Nosso corpo hoje nasce, cresce, envelhece e morre. O tempo vai esculpindo em nosso corpo rugas indisfarçáveis. Ficamos cansados, doentes, caquéticos. Nosso corpo está sujeito à fraquezas e doenças. É surrado pelas intempéries do tempo e pela ação das enfermidades. Mas, o corpo da ressurreição não terá corrupção, ou seja, jamais ficará cansado, enfermo ou senil. Será um corpo perfeito, sem defeito, com absoluto vigor.

​Em segundo lugar, semeia-se em desonra, ressuscita-se em glória (15.42). Nosso corpo hoje é escravizado por pecados, vícios e mazelas de toda sorte. Sofre o golpe da nossa insensatez e recebe a paga do nosso pecado. Nosso corpo fica desfigurado pela iniquidade, abatido pela doença e sem qualquer beleza ou fulgor por causa do peso dos anos que nos esmaga. Porém, o corpo da ressurreição brilhará como as estrelas no firmamento. Jamais ficará envelhecido ou cansado. Será um corpo semelhante ao corpo da glória do Senhor Jesus (Fp 3.21).

​Em terceiro lugar, semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder (15.43). Nosso corpo tem muitas fraquezas. Temos limitações intransponíveis. À medida que os anos passam, nosso corpo vai ficando débil, enrugado e impotente. Nossos olhos ficam embaçados, nossas mãos descaídas e nossos joelhos trôpegos. Todavia, o corpo da ressurreição será um corpo poderoso. Não terá limitações. Quando Jesus ressuscitou e recebeu um corpo de glória, ele entrava numa casa fechada sem precisar abrir a porta. Ele saía de Jerusalém e aparecia na Galileia sem precisar percorrer essa longa distância. Ele foi assunto aos céus entre nuvens. Assim será o corpo que recebemos na ressurreição, um corpo poderoso!

​Em quarto lugar, semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual (15.44). O nosso corpo foi feito do pó, é pó e voltará ao pó. Nosso corpo é terreno e não pode sobreviver senão nesse ambiente. Porém, o corpo da ressurreição será um corpo espiritual e celestial, completamente governado pelo nosso espírito glorificado. Então, habitaremos os novos céus e a nova terra. Reinaremos com Cristo e o serviremos pelo desdobrar da eternidade. Assim como no corpo terreno trazemos a imagem do primeiro Adão, em nosso corpo espiritual traremos a imagem de Jesus, o segundo Adão, a imagem do celestial. Oh, quão belo, quão perfeito e quão glorioso será o nosso corpo!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 14 de agosto de 2022

O PODER DE SONHAR GRANDE - Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Lembrei-me dos teus juízos antiqüíssimos, ó Senhor, e assim me consolei.

Aline Barros - Caminho de Milagres (DVD COMPLETO)


 

PÃO DIÁRIO - 15/08/2022 - Os olhos de Jesus

 


Os olhos de Jesus

Vendo ele [Jesus] as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. — Mateus 9:36


Estávamos na fila da sorveteria quando o percebi. Sua face carregava as marcas de muitas lutas — nariz torto e algumas cicatrizes. Suas roupas estavam amarrotadas, embora limpas. Coloquei-me entre ele e meus filhos, usando minhas costas para bloqueá-lo.

Na primeira vez em que ele falou, não o ouvi claramente e, por isso, apenas fiz com a cabeça um sinal de reconhecer sua presença ali. Eu mal fazia contato visual com ele. Como a minha mulher não estava comigo, ele pensou que eu fosse um pai solteiro e disse com brandura: “É difícil criá-los sozinho, não é?” algo em seu tom de voz me fez virar e olhar para ele. Só então percebi seus filhos e escutei-lhe ao contar há quanto tempo sua esposa já havia partido. Suas palavras brandas contrastavam com seu exterior duro.

Fui devidamente castigado! Mais uma vez eu falhara em ver além da aparência. Jesus encontrou pessoas cujo exterior poderia tê-lo afastado, incluindo o homem possuído pelos demônios em nossa leitura de hoje (Marcos 5:1-20). Contudo, Ele viu as necessidades do coração e as supriu.

Jesus nunca deixa de ver-nos com amor, mesmo que tenhamos cicatrizes de pecado e uma natureza amarrotada que transparece em nossa cambaleante fidelidade. Que Deus possa nos ajudar a substituir a nossa altivez pelo coração amoroso de Jesus.

— Randy Kilgore


Leia: Marcos 5:1-20

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 26-27;Marcos 14:27-53

Considere: Se você olhar através dos olhos de Jesus, verá um mundo necessitado.

NÓS SOMOS UM CORPO, O CORPO DE CRISTO

 


 “Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” (1Co 12.27).

 

​O apóstolo Paulo, em sua primeira carta aos coríntios, evoca uma das principais figuras da igreja para ensinar que não devemos lutar uns contra os outros, mas devemos servir uns aos outros. Somos um corpo com diferentes membros e cada membro trabalha para servir ao corpo. Três verdades são destacadas pelo veterano apóstolo:

​Em primeiro lugar, a unidade do corpo (1Co 12.12,13). A igreja é o corpo de Cristo. Só existe uma igreja, um corpo, um rebanho, uma noiva. Todos aqueles que foram predestinados, chamados, justificados e glorificados fazem parte desse corpo. Exatamente quando cremos em Cristo, somos batizados pelo Espírito nesse corpo. Passamos, então, a fazer parte da família de Deus. Tornamo-nos membros da igreja do Deus vivo. Tornamo-nos filhos de Deus e ovelhas do seu pastoreio. Somos introduzidos nesse corpo místico e dele jamais seremos desligados. A igreja visível possui muitas denominações, com várias peculiaridades distintas. Temos diferenças de sistema de governo. Temos formas diferentes de administrar os sacramentos. Temos formas diferentes de interpretarmos determinadas passagens das Escrituras. Mas, se cremos na Trindade. Se cremos que Jesus é o nosso único Salvador e Senhor. Se temos as Escrituras como nossa única regra de fé e prática. Se cremos na salvação pela graça mediante a fé. Se cremos que Jesus voltará em glória para julgar os vivos e os mortos, então, fazemos parte da verdadeira igreja, da única igreja, do corpo de Cristo. Não importa a cor da nossa pele, a nossa condição social ou mesmo a nossa denominação. Se estamos em Cristo, somos um.

​Em segundo lugar, a diversidade dos membros do corpo (1Co 12.14-23). O corpo é um só, mas possui muitos membros. Os membros são diversos, mas todos pertencem ao mesmo corpo. É Deus quem dispôs os membros no corpo como lhe aprouve. Por isso, no corpo não pode existir competição. Não há espaço no corpo para complexo de superioridade. Os olhos não podem dizer às mãos: Não preciso de vocês. Também, no corpo não pode existir complexo de inferioridade. Os pés não podem dizer aos olhos: Por que não sou olho, pé eu não quero ser. Cada membro tem sua função no corpo e deve desempenhá-la para a edificação do corpo. É impensável um membro do corpo atacar outro. Seria evidência de insanidade um membro do corpo deixar de servir a outro membro ou mesmo feri-lo. A diversidade dos membros não é uma negação da unidade corpo, mas uma prova incontestável de sua funcionalidade e beleza.

​Em terceiro lugar, a mutualidade no corpo (1Co 12.24-31). Os membros estão no corpo não para competirem uns com os outros, mas para servirem uns aos outros. Cada um é colocado por Deus para uma atividade peculiar. Deixar de cumprir o seu papel é prejudicar todo o corpo. Nenhum membro do corpo é autossuficiente. Precisamos servir uns aos outros. Precisamos suprir as necessidades uns dos outros. Nenhum crente possui todos os dons espirituais. O que nos falta é suprido por outro membro do corpo e o que falta ao outro membro do corpo, deve ser suprido por nós. Essa mutualidade traz comunhão na igreja na terra e promove a glória de Deus no céu. Esse cuidado recíproco no corpo e esse amor prático na igreja demonstra ao mundo a eficácia do evangelho. O amor, desta forma, é a apologética final, a prova mais eloquente de que somos discípulos de Jesus. Agindo assim, o mundo crerá que Deus enviou Jesus. Então, haverá a salvação dos perdidos, a edificação dos salvos e a glorificação do nome de Deus.

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 13 de agosto de 2022

DESAFIOS DE SER A ESPOSA DO PASTOR!!!


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



(Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada);

1 João 1:2

Elaine Martins - Volte a Sonhar (Testemunho)


 

PÃO DIÁRIO - 14/08/2022 - Caixas-pretas

 


Caixas-pretas

Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa… —1 Coríntios 10:11


As aeronaves comerciais são equipadas com duas caixas que registram os dados de voo; as caixas-pretas. Uma delas registra o desempenho e a condição da aeronave em voo; a outra registra a conversação da tripulação com os controladores de tráfego aéreo em solo. Estas caixas são feitas para suportar temperaturas extremas e são equipadas com sinalizadores subaquáticos que emitem sons para a superfície. Após a queda de uma aeronave, estas caixas são resgatadas e seus dados são cuidadosamente analisados para determinar a causa da queda. Os especialistas em segurança de voo desejam aprender com os erros do passado, dentre outras coisas, para que não se repitam.

Como cristãos, nós também devemos buscar os erros do passado e aprender com eles. Paulo, por exemplo, aludiu a alguns dos erros cometidos pelos israelitas em sua jornada do Egito a Canaã. Ele escreveu que, por Deus não ter se agradado deles, muitos morreram no deserto (1 Coríntios 10:5). Continuando, Paulo explicou que “Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (v.11).

A Palavra inspirada por Deus é escrita para nos instruir para a vida (2 Timóteo 3:16-17). Agradecemos ao Senhor pela orientação da Sua Palavra.

— C. P. Hia

Leia: 1 Coríntios 10:1-11

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 23-25; Marcos 14:1-26

Considere: As advertências de Deus são para nos proteger, não para nos punir.

A MESA DA COMUNHÃO


 

​A participação na Ceia do Senhor é um imenso privilégio e uma enorme responsabilidade. Esse não é um banquete qualquer. O alimento oferecido nessa mesa da comunhão não é para nutrir nosso corpo, mas para fortalecer nossa fé. Para assentar-se à mesa é necessário estar vestido com as roupas alvas da justiça de Cristo, pois não fazemos parte desse banquete por merecimento, mas por graça. Somente aqueles que foram libertos no sangue do Cordeiro de Deus estão aptos a se alimentarem do Cordeiro. Participar desse banquete da graça sem discernimento é comer e beber juízo para si. Comer do pão e beber do cálice sem autoexame é participar indignamente. O que precisamos fazer para participarmos da mesa da comunhão?

​Em primeiro lugar, reconhecer que nossos pecados foram julgados na cruz de Cristo. A nossa dignidade é a consciência da nossa indignidade. Participamos da Ceia dignamente quando compreendemos que nossos pecados foram punidos no corpo de Cristo e ele morreu pelos nossos pecados para nos libertar da condenação do pecado e nos purificar da contaminação do pecado. Não podemos participar dignamente da Ceia a menos que reconheçamos que foi por causa dos nossos pecados que Jesus foi pregado na cruz e verteu o seu sangue.

​Em segundo lugar, reconhecer que necessitamos ser sustentados continuamente por Cristo. A obra de Cristo na cruz nos libertou da condenação do pecado, mas precisamos nos apropriar continuamente de Cristo para termos vitória sobre o poder do pecado. A Ceia é um meio de graça. Por meio dessa participação na Ceia somos fortalecidos com graça para uma vida de santidade. Não podemos viver deliberadamente no pecado e ao mesmo tempo participarmos desse banquete de forma digna. Também não podemos fugir da Ceia por causa do pecado, mas devemos fugir do pecado por causa da Ceia. Como nos deleitaremos no pecado, se foi por causa do pecado que o Filho de Deus morreu na cruz? Nós que fomos libertos pelo sangue do Cordeiro uma vez por todas, precisamos nos alimentar do Cordeiro continuamente.

​Em terceiro lugar, reconhecer que precisamos amar e perdoar nossos irmãos que conosco comungam na mesma mesa. Oh, quão grave pecado é assentarmo-nos à mesa do Senhor desprovidos de amor uns pelos outros! Oh, quão indigno é, afirmarmos que somos membros uns dos outros, se abrigamos no coração repulsa por aqueles por quem Cristo morreu! Oh, quão perigoso é julgarmo-nos uns aos outros, em vez de julgarmo-nos a nós mesmos? Oh, quão imprudente é examinarmos a vida dos outros, em vez de examinarmo-nos a nós mesmos. Diante da mesa do Senhor, não devemos apontar para os pecados dos nossos irmãos, mas arrependermo-nos dos nossos próprios pecados. Se em nosso coração houver qualquer outro sentimento que não aquele que houve em Cristo Jesus, ao participarmos da Ceia, haverá fraqueza em nós, em vez de força. Haverá doença em nós, em vez de saúde. Haverá morte entre nós, em vez de vida.

​Em quarto lugar, reconhecer que somos uma só família e que juntos iremos celebrar com Cristo o banquete celestial. A Ceia do Senhor aponta para o passado, para a cruz, para o que Cristo fez por nós. Aponta para o presente, para a presença espiritual de Cristo entre nós. Mas, aponta também para o futuro, para o Cristo que virá para nós. Então, sem qualquer muro de separação, estaremos todos juntos, glorificados, para participarmos, com alegria indizível, e sem qualquer mácula, do grande banquete da salvação. Aquela será uma festa de gozo indizível, de comunhão plena e de celebração permanente ao Cordeiro de Deus!

 

Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

COMUNICAÇÃO INTELIGENTE NA FAMÍLIA! - PODCAST AMOFAMÍLIA


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor.

Eyshila - 10 Anos Collection (DVD COMPLETO)


 

PÃO DIÁRIO - 13/08/2022 - Testamento vivo



Testamento vivo

Lembra-te de Jesus Cristo, ressuscitado de entre os mortos, descendente de Davi, segundo o meu evangelho. — 2 Timóteo 2:8


Watchman Nee foi preso em decorrência de sua fé em Cristo em 1952, e passou o resto de sua vida na prisão. Ele morreu em sua cela em 30 de maio de 1972. Quando sua sobrinha veio buscar seus poucos pertences, recebeu um pedaço de papel que um guarda encontrara ao lado do catre de Nee. Nele estava escrito seu testemunho de vida:

“Cristo é o Filho de Deus que morreu pela redenção dos pecadores e foi ressuscitado depois de três dias. Esta é a maior verdade no universo. Morro devido à minha crença em Cristo. — Watchman Nee”

Diz a tradição que o apóstolo Paulo também foi martirizado por sua fé em Cristo. Numa carta escrita pouco antes de sua morte, Paulo exortou seus leitores: “Lembra-te de Jesus Cristo, ressuscitado de entre os mortos, descendente de Davi, segundo o meu evangelho; pelo qual estou sofrendo até algemas […]; contudo, a Palavra de Deus não está algemada” (2 Timóteo 2:8-9).

Podemos não ser chamados para sermos martirizados como testemunhas da veracidade de Cristo — como milhões dos Seus seguidores o foram ao longo dos séculos —, mas somos chamados para ser um testamento vivo da obra de Jesus em nosso favor. Independente do resultado, por termos um coração grato pelo gracioso dom de Deus, nós podemos contar aos outros o que Jesus tem feito por nós.

— Dennis Fisher

Leia: 2 Timóteo 2:1-10 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 20-22;Marcos 13:21-37

Considere: Permita que a sua vida e também os seus lábios testemunhem a favor de Cristo.

DEZ RAZÕES PARA VOCÊ SER UM ALUNO DA ESCOLA DOMINICAL

 


​A Escola Dominical foi criada em 1780, em Gloucester, na Inglaterra, porém, o estudo sistemático da Bíblia é uma prática do povo de Deus, desde os tempos mais remotos. Os períodos mais robustos da igreja foram aqueles em que as famílias tinham prazer e deleite no estudo da Bíblia e faziam dessa prática uma oportunidade para trazer pessoas a Cristo e discipulá-las. Elencamos dez vantagens de ser um aluno da Escola Bíblica Dominical:

​Em primeiro lugar, porque o Domingo é o dia do Senhor e devemos nos deleitar em Deus. A secularização tem levado muitos crentes a fazerem uma agenda pessoal para se dedicar ao esporte e ao lazer no domingo, deixando de consagrar esse dia para adoração e descanso, conforme ensina as Escrituras.

​Em segundo lugar, porque quando nos reunimos na casa de Deus estamos cumprindo um mandamento divino. A palavra de Deus diz que não devemos deixar de congregar, conforme o costume de alguns. Muitas são as distrações que podem nos afastar do culto e do estudo das Escrituras na Escola Dominical. Muitos são os interesses que podem nos levar para longe de nossa máxima prioridade que é glorificar a Deus e buscar em primeiro lugar o seu reino.

​Em terceiro lugar, porque somos uma família e devemos nos estimular uns aos outros à piedade cristã. Há lugar para o estudo particular e individual das Escrituras, mas há, também, o momento oportuno para nos reunirmos, como família da fé, como rebanho de Cristo, para sermos exortados e estimulados mutuamente na carreira cristã.

​Em quarto lugar, porque devemos exercitar nossos dons espirituais para a edificação do corpo de Cristo. Quando a igreja se reúne em culto público e também em classes para o estudo da Bíblia, colocamos os dons que Deus nos deu a serviço da edificação mútua. Aqueles que têm o dom de ensino, repartem com os outros o rico alimento que receberam de Deus e assim, suprem em Cristo, as necessidades espirituais dos santos.

​Em quinto lugar, porque a vida é um constante aprendizado e precisamos crescer no conhecimento e na graça. Sempre que abrimos as Escrituras tiramos desse reservatório inesgotável tesouros preciosos, lições oportunas e ensinamentos necessários para o nosso crescimento espiritual.

​Em sexto lugar, porque um dia na Casa de Deus vale mais do que mil dias nas tendas da perversidade. Aquele que foi alcançado pela graça de Deus não tem mais prazer nas tendas da perversidade, antes o seu prazer está em Deus. Ao contrário da geração do profeta Malaquias, que dizia acerca do culto: “Que canseira!”, o povo de Deus diz: “A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor” e ainda testemunha: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor”.

​Em sétimo lugar, porque na Escola Dominical há estudo interativo da Palavra de Deus. Na Escola Dominical cada aluno pode participar, perguntar, interagir e aprender a Palavra de Deus. Pelo fato do estudo ser um grupos menores, no formato de uma classe, o aprendizado torna-se mais acessível e pessoalizado.

​Em oitavo lugar, porque o aprendizado da Palavra de Deus está ao alcance de todos. A pessoa que está dando os primeiros passos na carreira cristã e o crente mais maduro na fé aprendem a Palavra de Deus de acordo com o nível em que se encontra. O processo ensino-aprendizado é endereçado a todos, sem acepção e sem exceção. Todos somos alunos. E todos estamos debaixo da autoridade das Escrituras.

​Em nono lugar, porque o aprendizado da Palavra de Deus visa a transformação da vida. Não estudamos a Bíblia apenas para aumentar o nosso conhecimento acerca das verdades eternas. Estudamo-la para sermos transformados de glória em glória na imagem de Cristo. À medida que estudamos a Bíblia, ela nos sonda. Quanto mais nos aproximamos da Bíblia, mais nos distanciamos do pecado.

​Em décimo lugar, porque a Escola Dominical é a maior escola do mundo. Essa é a maior escola do mundo. Está presente em praticamente todas as nações. Tem milhões de alunos aplicados que estudam domingo após domingo, sem jamais receberem diploma de conclusão. Quanto mais estudamos a Bíblia mais entendemos que só estamos arranhando sua superfície. Ela é a Palavra de Deus. Viva e eficaz!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

10 sinais de perigo no casamento | Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito.

ANDRÉ AQUINO - QUANDO ELE VEM ( LIVE )


 

PÃO DIÁRIO - 12/08/2022 - Riquezas da alma

 



Riquezas da alma

…não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário. — Provérbios 30:8


Com a esperança de ganhar um prêmio recorde de 640 milhões de dólares, os norte-americanos gastaram aproximadamente 1,5 bilhão de dólares em bilhetes de uma loteria interestadual no início de 2012. A probabilidade de vencer era de 1 em surpreendentes 176 milhões, mas as pessoas faziam filas em supermercados, postos de combustíveis e em cafés para arriscar na oportunidade de enriquecer. Algo em nós nos faz pensar que mais dinheiro resolverá nossos problemas e melhorará nossas vidas.

A Bíblia fala de um homem chamado Agur o qual tinha uma perspectiva diferente a respeito das riquezas quando rogou a Deus para conceder-lhe dois pedidos antes de morrer.

Em primeiro lugar, disse ele: “…afasta de mim a falsidade e a mentira…” (Provérbios 30:8). A integridade é a chave para viver livre da ansiedade. Quando nada temos a esconder, nada temos a temer. O engano escraviza; a honestidade liberta. Em segundo lugar, ele disse: “…não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário” (v.8). O contentamento surge como resultado de confiarmos em Deus como nosso provedor e aceitarmos com gratidão o que Ele nos concede. Agur disse que o Criador “…estabeleceu todas as extremidades da terra […] ele é escudo para os que nele confiam” (vv.4-5).

Integridade e contentamento são riquezas da alma que estão disponíveis a todos. Nosso Senhor se agrada em dar esses tesouros a quem os pedir.

— David C. McCasland

Leia: Provérbios 30:1-9 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 17-19; Marcos 13:1-20

Considere: O descontentamento nos empobrece ao passo que o contentamento nos enriquece!

POR QUE DEVEMOS SER DIZIMISTAS AINDA HOJE?

 


O dízimo é uma prática antiga. No registro bíblico é mencionado pela primeira vez em Gênesis 14.20, quando Abraão pagou o dízimo a Melquisedeque. Depois, o dízimo teve continuidade no sacerdócio levítico (Lv 27.30; Dt 14.22-29; 18.1-8). No Novo Testamento a prática do dízimo foi referendada por Cristo (Mt 23.23) e também pelos apóstolos (1Co 9.7-14). A Carta aos Hebreus, entretanto, é aquela que oferece o mais sólido argumento teológico para a contemporaneidade dos dízimos (Hb 7.1-10).


A Epístola aos Hebreus é a chave hermenêutica para se compreender o propósito do Antigo Testamento. Nenhum livro da Bíblia é mais importante do que esta Epístola para se compreender a transição da antiga para a nova aliança e do sacerdócio da ordem levítica para o sacerdócio de Cristo, segundo a ordem de Melquisedeque. O Velho Testamento era a preparação; o Novo Testamento é a consumação. O Velho Testamento era a sombra; o Novo Testamento é a realidade. O Velho Testamento falou do Cristo da profecia; o Novo Testamento apresenta o Cristo da história. O autor da carta aos Hebreus afirma que o sacerdócio de Melquisedeque é anterior e superior ao sacerdócio levítico. O sacerdócio levítico é temporário, o sacerdócio de Melquisedeque é eterno. O sacerdócio da ordem levítica era interrompido pela morte, o sacerdócio da ordem de Melquisedeque dura para sempre. O sacerdócio da ordem levítica era realizado por homens imperfeitos, oferecendo sacrifícios imperfeitos, em favor de homens imperfeitos. O sacerdócio da ordem de Melquisedeque, porém, tem um sacerdote perfeito, que ofereceu um sacrifício perfeito, para santificar homens imperfeitos rumo à perfeição.


Abraão pagou dízimos a Melquisedeque, rei de Justiça e de Paz. Levi, bisneto de Abraão, estava nos lombos de Abraão, quando este pagou dízimos àquele. Logo, o próprio Levi pagou dízimos a Melquisedeque. Abraão, o pai da nação de Israel, é maior do que Levi, o cabeça da tribo dos levitas; e Melquisedeque é maior do que Abraão. Se Abraão e Levi pagaram dízimos a Melquisedeque, logo, ambos são inferiores a Melquisedeque. Muito embora a ordem levítica, que recebia os dízimos do povo, tenha encerrado seu ciclo, e não haja mais altar, nem sacrifícios, nem sacerdotes, a ordem de Melquisedeque continua eternamente. Cristo é sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque. Ali os dízimos eram entregues a sacerdotes mortais, mas aqui, são entregues àquele sacerdote de quem se testifica que vive. Ele é sacerdote para sempre (Hb 7.8).


O sacerdócio da ordem levítica era apenas uma sombra do sacerdócio da ordem de Melquisedeque. Cristo enquanto viveu na terra nunca entrou no templo para oferecer sacrifícios, porque somente os descentes da tribo de Levi podiam exercer o sacerdócio e Cristo era da tribo de Judá. Porém, Cristo, sendo de uma ordem superior, ou seja, a ordem de Melquisedeque, ofereceu-se a si mesmo como sacrifício perfeito e depois de consumar nossa redenção, entrou no santuário celeste, o verdadeiro santuário, do qual o santuário da terra era apenas uma cópia. O sacerdócio da ordem de Levi era temporário, e passou; o sacerdócio da ordem de Melquisedeque é eterno, e está em vigência. Aquele era provisório; este é permanente. Aquele era imperfeito; este é perfeito. Aquele tinha sucessores; este não teve predecessores nem sucessores.


O dízimo, portanto, existiu antes e depois do sacerdócio da ordem levítica, ou seja, no sacerdócio da ordem de Melquisedeque. O sacerdócio da ordem de Levi acabou, a prática do dízimo não. O dízimo perpetuou-se não na ordem levítica, mas na ordem de Melquisedeque. Abraão, o pai dos crentes, pagou dízimo a Melquisedeque, tipo de Cristo; nós, filhos de Abraão, pagamos dízimos a Cristo, de quem Melquisedeque era tipo. Deus não mudou. Sua palavra não. A prática do dízimo não mudou. Os crentes, filhos de Abraão, têm essa grande responsabilidade e esse imenso privilégio!


Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

3 COISAS QUE TODO HOMEM QUER OUVIR DE SUA MULHER | •LIVE | Pr. Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Porventura a Deus se ensinaria ciência, a ele que julga os excelsos?

Jessé Aguiar | Alívio [Clipe Oficial]


 

PÃO DIÁRIO - 11/08/2022 - Presentes generosos

 



Presentes generosos

…todos estes deram como oferta daquilo que lhes sobrava; esta, porém, da sua pobreza deu tudo o que possuía, todo o seu sustento. — Lucas 21:4


Quando pastoreava uma pequena igreja, enfrentamos uma enorme crise. A menos que conseguíssemos completar as amplas reformas necessárias para ajustar nosso prédio aos regulamentos de segurança adequados, perderíamos nosso local de adoração. Seguiram-se campanhas desesperadas para arrecadar fundos para pagar as restaurações; mas, de todo o dinheiro arrecadado, uma doação chamou a atenção da nossa liderança.

Uma senhora idosa da igreja doou várias centenas de dólares ao projeto — dinheiro do qual sabíamos que ela não podia abrir mão. Ficamos gratos por sua doação, mas queríamos devolver, sentindo que suas necessidades eram maiores do que as da igreja. Contudo, ela se recusou a receber o dinheiro de volta. Ela poupara durante vários anos para comprar um fogão e, enquanto isso, cozinhava numa chapa elétrica. Ainda assim, insistiu em que necessitava mais de um local de adoração com sua família da igreja do que de um fogão. Ficamos aturdidos com sua generosa doação.

Quando nosso Senhor observou uma viúva colocando as menores moedas no gazofilácio do templo, Ele a louvou por sua generosidade (Lucas 21:3-4). Por quê? Não pela quantia que ela ofertou, mas por ela ter dado tudo o que tinha. Esse é o tipo de doação que não somente honra ao nosso Deus, mas também nos faz lembrar da mais generosa das doações a nós — Cristo.

— Bill Crowder


Leia: Lucas 21:1-4 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 11-13; Marcos 12:1-27

Considere: Um espírito generoso revela a gratidão do coração.

POR QUE UM REAVIVAMENTO É NECESSÁRIO?


 

No mesmo ano que se celebra os quinhentos anos da Reforma Protestante, faz-se necessário uma reflexão profunda sobre a saúde espiritual da igreja. Mesmo tendo igrejas saudáveis e cheias do Espírito Santo espalhadas pelo mundo, o cenário geral é assaz preocupante. Há perigosas ameaças à igreja. Vejamos:

Em primeiro lugar, a ameaça do liberalismo teológico. O Racionalismo trouxe em suas asas a ideia de que a razão humana é o supremo tribunal aferidor da verdade. O Iluminismo colocou o homem no centro do universo. A Alta Crítica, faz uma releitura da Bíblia e assaca contra ela pesadas acusações. Acusam a Bíblia de ser um livro eivado de erros e prenhe de mitos. O resultado é que esse viés teológico, como um veneno letal, devastou a igreja onde chegou. Os seminários, que outrora formaram teólogos, pastores e missionários, agora, plantam ceticismo, promovem incredulidade e espalham apostasia. Os sinais da devastação provocada pelo liberalismo teológico podem ser vistos na Europa, na América do Norte e também no Brasil.

Em segundo lugar, a ameaça da secularização. O humanismo idolátrico  baniu o jugo de Deus. Karl Marx, com seu materialismo dialético tirou Deus da história, Charles Darwin, com sua teoria da evolução, tirou Deus da ciência. Sigmund Freud, o pai da psicanálise, tirou Deus do inconsciente humano. Friedrich Nietsche, do topo de sua soberba intelectual, disse que Deus morreu. Richard Dawkins, o patrono dos ateus contemporâneos, disse que Deus é  um delírio. O homem, besuntado de orgulho, baniu Deus de sua vida e de sua história. Até mesmo aqueles que professam a fé cristã, em muitos redutos, já empurraram Deus para a lateral da vida e vivem para o seu próprio deleite e não para a glória de Deus. Tudo agora gira em torno do homem. Tudo acontece pelo homem e para o homem. A secularização está entrando nas igrejas, deixando-as anêmicas e desidratadas. A falta de engajamento e fervor da maioria dos crentes é um fato incontroverso.

Em terceiro lugar, a ameaça do sincretismo. No afã de atrair mais pessoas para o seu arraial, muitos líderes, desprovidos da verdade, introduzem na igreja crendices pagãs e práticas estranhas à sã doutrina para enredar os incautos. Torcem a palavra de Deus. Inventam novidades. Acorrentam o povo com as cordas da ignorância. Por causa da ganância insaciável, esses corifeus do engano, transformam o evangelho num produto híbrido, o púlpito num balcão, o templo numa praça de negócios e os crentes em consumidores. O vetor que move esses arautos da mentira é o lucro. Esses lobos travestidos de pastores arrancam a lã das ovelhas e devoram sua carne, dando-lhes o caldo mortífero das últimas novidades do mercado da fé, para mantê-las prisioneiras do engano religioso.

Em quarto lugar, a ameaça do mundanismo. A verdadeira doutrina desemboca na verdadeira ética. Os reformadores ensinavam a vida simples e viviam de forma modesta. A simplicidade era a marca do cristão. O ideal desses homens não era ajuntar tesouros na terra, mas no céu. Não era ostentar bens materiais, mas promover a fé. Não era copiar o mundo em seus conceitos, valores e prazeres, mas inconformar-se com ele. Não era viver no fausto e no luxo, mas proclamar o evangelho, mesmo sob severa perseguição, e isso, até aos confins da terra. A paixão pela glória de Deus foi sendo perdida a cada geração. O entusiasmo com o avanço do evangelho entre as nações arrefeceu. A igreja passou a amar o mundo e a conformar-se com ele em vez de ser luz no mundo e embaixadora do reino de Deus.

Em quinto lugar, a ameaça da ortodoxia sem piedade. A ortodoxia é necessária, inegociável e insubstituível, mas a ortodoxia precisa vir acompanhada de piedade. Uma ortodoxia ossificada produz morte, pois a ortodoxia morta, mata. Não basta crer nas doutrinas certas, é preciso viver da maneira certa. Não basta ter luz na mente, é preciso ter fogo no coração. Não basta ter conhecimento certo, é preciso praticar o que é certo. Não basta convicção, é preciso poder. Não basta ter zelo pela sã doutrina, é preciso praticar o genuíno amor. O descompasso entre teologia e ética, doutrina e vida, fé e conduta tem sido um grande estorvo ao avanço da fé cristã. Em face das considerações retro mencionadas, é mister a igreja arrepender-se e clamar por um poderoso reavivamento espiritual, preparando o caminho do Senhor, para que ele se manifeste.  

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 9 de agosto de 2022

8 Passos para ter um casamento curado | Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

  

Versículo do dia



Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos;

Romanos 12:16

Eyshila - Até Tocar o Céu - Ao Vivo em Fortaleza (DVD COMPLETO)


 

PÃO DIÁRIO - 10/08/2022 - Parceiros de oração

 



Parceiros de oração

Irmãos, orai por nós. — 1 Tessalonicenses 5:25


Encontrei minha amiga Ângela para almoçar, depois de não nos vermos durante vários meses. Ao final do nosso encontro, ela puxou um pedaço de papel com anotações do nosso encontro anterior. Era uma lista dos meus pedidos de oração pelos quais ela viera orando desde então. Ela recapitulou cada um deles e perguntou-me se Deus já os respondera ou se havia alguma atualização a fazer. Em seguida, conversamos sobre seus pedidos de oração. Como é encorajador ter um parceiro de oração!

O apóstolo Paulo mantinha um relacionamento de oração com as igrejas às quais ele servia, incluindo a de Tessalônica. Ele agradeceu a Deus pela fé, o amor e a esperança das pessoas (1 Tessalonicenses 1:2-3). Ele desejava revê-los e pedia a Deus “noite e dia” para que lhe fosse possível visitá-los novamente (3:10-11). Ele pediu ao Senhor para ajudá-los a “…crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos…” (3:12). Ele também orava para que os corações deles fossem isentos de culpa perante Deus (v.13). Eles devem ter se encorajado ao ler sobre as preocupações e orações de Paulo por eles. Paulo também conhecia sua própria necessidade da presença e do poder de Deus, e pediu: “Irmãos, orai por nós” (5:25).

Amoroso Pai, obrigado por desejar que falemos contigo. Ensina-nos a sermos parceiros de oração.

— Anne Cetas

Leia: 1 Tessalonicenses 3:6-13 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 8-10; Marcos 11:19-33

Considere: O melhor tipo de amigo é o parceiro de oração.

IGREJA, ACORDA! O EVANGELHO PRECISA SER PROCLAMADO!

 


 ​O apóstolo Paulo, o maior bandeirante do Cristianismo, definiu o evangelho como o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. Não há nenhuma fraqueza no evangelho, pois não é um poder humano, mas divino. É o poder do Deus onipotente. Não é um poder destrutivo, mas o poder para a salvação. Não está destinado a salvar os fortes, mas a salvar os que creem.

​Porque o evangelho tem esse poder e fomos comissionados a pregá-lo em todo o mundo, a cada criatura, em todo o tempo, a todas as nações precisamos ter senso de urgência. Somos devedores e precisamos estar prontos. Não temos o direito de retê-lo. Calar nossa voz é consumada rebeldia ao comissionador soberano e absurda falta de compaixão àqueles que jazem mergulhados num caudal de escuridão.

​O evangelho não é uma mensagem criada pela igreja, mas é a boa nova de Deus. Não emana da terra, procede do céu. Não visa dar ao homem prosperidade e riqueza neste mundo, mas salvá-lo deste mundo para um reino de graça e glória. Não tem como propósito resolver apenas os problemas terrenos, mas reconciliar o homem com Deus e dar a ele a vida eterna.

​O mundo está saturado de religião. Religiões antigas e novas não podem reconciliar o homem com Deus nem trazer paz à sua alma. Nenhum expediente humano pode trazer redenção ao pecador. Nenhum rito sagrado pode libertar o pecador de suas algemas invisíveis. Nenhum esforço humano pode trazer paz à atribulada alma humana. Somente pelo sacrifício de Cristo o homem pode ser transformado, perdoado e restaurado.

​Oh, o evangelho é poderoso para pegar pessoas arruinadas e fazer delas vasos de honra nas mãos de Deus. Jesus fez do endemoninhado gadareno um missionário para o seu povo. Jesus transformou Maria Madalena, uma mulher possessa de demônios, na primeira mensageira de sua ressurreição. Jesus fez da proscrita mulher samaritana, uma embaixadora na cidade de Sicar e toda aquela cidade foi alcançada pelo seu testemunho. Jesus restaurou Pedro depois de sua covarde negação e fez dele um homem poderoso nas Escrituras. Jesus apanhou Saulo de Tarso, na sua fúria contra os cristãos e fez dele o maior apóstolo do Cristianismo. Jesus transformou o devasso Agostinho, filho de Mônica, no maior teólogo dos primórdios do Cristianismo. Jesus transformou Lutero, o monge atormentado pelos seus pecados, no grande líder da Reforma Protestante. Jesus continua ainda hoje, pelo poder do evangelho, apanhando pessoas arruinadas pelo pecado e transformando-as em instrumentos poderosos em suas mãos!

​Oh, quão glorioso é o evangelho em seu conteúdo! Quão poderosa é sua mensagem salvadora! Quão benditos são os seus resultados! É tempo de resgatarmos nossa paixão pela sua proclamação. A proclamação é uma tarefa imperativa. É ordem divina e não podemos nos omitir. É uma tarefa intransferível e não podemos terceirizá-la. É uma tarefa inadiável e não podemos deixa-la para depois. Se nos calarmos seremos tidos como culpados. Enquanto a igreja se cala, as falsas religiões espalham o veneno das falsas doutrinas. Enquanto as vozes de Sião se silenciam, as vozes da Babilônia trovejam. Enquanto os filhos do reino dormem, os filhos do maligno agem. Oh igreja, é tempo de acordarmos de nossa sonolência! É tempo de irmos lá fora onde os pecadores estão para levarmos a eles a esperança do evangelho! É tempo anunciarmos ao mundo que Cristo morreu pelos nossos pecados e agora, a porta da graça está aberta e todos são chamados a participar do banquete da salvação!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

Como ajudar os filhos a enfrentar as crises | Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




E não puderam apanhá-lo em palavra alguma diante do povo; e, maravilhados da sua resposta, calaram-se.

Lucas 20:26

Davi Sacer e Ton Carfi - Restitui (15 Anos) [Vídeo Oficial]


 

PÃO DIÁRIO - 09/08/2022 - Absolutamente grato

 


Absolutamente grato

Em tudo, dai graças… —1 Tessalonicenses 5:18


Minha filha é alérgica a amendoim. Sua sensibilidade é tão aguda, que comer até o menor fragmento de um amendoim ameaça sua vida. Por esse motivo, nós lemos cuidadosamente os rótulos das embalagens de alimentos. Carregamos uma seringa contendo medicamento (para reações alérgicas) aonde quer que vamos. E, quando comemos fora, telefonamos com antecedência e perguntamos à equipe do restaurante a respeito dos itens do cardápio.

Apesar destas precauções, ainda fico preocupada com sua segurança atual e futura. Esta situação não é algo pelo qual eu seria naturalmente grata. Contudo, a Palavra de Deus nos desafia: “Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (1 Tessalonicenses 5:18). Não há como fugir disto. Quando o futuro é incerto, quando a dor nos abate e quando surgem as necessidades, Deus quer que oremos com gratidão.

É difícil ser grato nas dificuldades, mas não impossível. Daniel “…orava, e dava graças…” (Daniel 6:10), sabendo que a sua vida estava em perigo. Jonas clamou “…com a voz do agradecimento…” (Jonas 2:9) enquanto estava no interior de um peixe! Estes exemplos, com a promessa de Deus de que Ele coopera para o nosso bem e a Sua glória (Romanos 8:28), podem nos inspirar a sermos gratos em tudo.

— Jennifer Benson Schuldt


Leia: 1 Tessalonicenses 5:12-22 

Examine: A Bíblia em um ano: Deuteronômio 14-16; Marcos 12:28-44

Considere: Podemos dar graças a Deus em todas as circunstâncias por não nos deixar desamparados.

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais ansiosos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premedit...