sexta-feira, 24 de junho de 2022

SALMO 91: O PODEROSO LIVRAMENTO DE DEUS

 


O Salmo 91 é o texto clássico do livramento divino. Muitos o usam de forma mística, sem qualquer proveito para sua alma. Nós, porém, devemos nos deter nas promessas de Deus aqui exaradas. Quais são os privilégios que temos em Deus?

Em primeiro lugar, temos uma habitação plenamente segura (Sl 91.1,2). Habitamos no esconderijo do Altíssimo e descansamos sob a sua sombra. Deus mesmo é o nosso refúgio. Ele mesmo é o nosso baluarte, nossa torre de proteção. Estamos nele. Guardados por ele. Ele nos cobre por todos os lados.

Em segundo lugar, temos livramento do laço do passarinheiro (Sl 91.3a). O laço do passarinheiro é uma armadilha para lançar os pés. Nessa armadilha tem uma isca aparentemente vantajosa que atrai o pássaro, mas quando ele voa para ela em busca de algo que lhe oferece vantagem e prazer, descobre que foi aprisionado. Deus é quem livra nossos pés da queda e nos afasta dessas armadilhas de morte.

Em terceiro lugar, temos livramento da peste perniciosa (Sl 91.3b). A peste perniciosa é uma doença endêmica que assola e mata. Vem como uma onda devastadora. Nenhum castelo, por mais seguro, a mantém do lado de fora. Somente Deus pode nos livrar dessa onda de morte. Somente Deus pode nos proteger dos perigos invisíveis que nos rodeiam.

Em quarto lugar, temos uma proteção amorosa e eficaz (Sl 91.4). Quando uma galinha percebe a chegada de uma tempestade, chama seus filhotes e os protege debaixo de suas asas. Deus, sendo onipotente, ao ver as rajadas de vento e os perigos tenebrosos nos encurralando, nos atrai para debaixo de suas asas. Quando andamos na sua verdade, temos um escudo suficientemente poderoso para nos livrar de todos os dardos inflamados do maligno.

Em quinto lugar, temos livramento dos terrores que assaltam nossa alma (Sl 91.5). O terror noturno fala daqueles medos que assaltam a nossa alma. São os medos que brotam do coração atormentado e sobem da alma angustiada. Nessas horas de escuridão, é Deus quem nos livra de atentarmos contra a nossa própria vida. Deus nos livra não apenas dos perigos invisíveis nas caladas da noite, mas também nos livra das ameaças reais que tentam nos atingir, como setas cheias de veneno, na correria da vida diurna.

Em sexto lugar, temos livramento dos perigos visíveis e invisíveis (Sl 91.6). Há pestes que se propagam nas trevas e há mortandades que assolam ao meio-dia. Somos impotentes que enfrentar ambos os riscos. Nenhuma posição social pode nos blindar. Nenhum conhecimento, por mais robusto, pode nos proteger. Somente Deus pode nos guardar desses perigos reais, mas tantas vezes, invisíveis.

Em sétimo lugar, temos um livramento singular (Sl 91.7,8). Aqueles que buscam abrigo em Deus, veem a morte assolando ao seu lado e à sua direita, mas são preservados milagrosamente por ele. Nossa vitória não decorre de nossas forças nem de nossas estratégias; vêm de Deus!

Em oitavo lugar, temos nossa casa protegida de toda praga (Sl 91.9,10). Quando fazemos de Deus a nossa morada, Deus vem morar em nossa casa, protegendo-nos de todo mal e de toda praga. Os homens maus podem até urdir contra nós e lançar sobre nós suas maldiçoes, mas essas imprecações venenosas não chegam em nossa tenda, porque Deus nos livra de todas elas.

Em nono lugar, temos o ministério dos anjos em nosso favor (Sl 91.11-13). Os anjos são ministros de Deus que trabalham em nosso favor. Eles nos guardam e nos livram. Quando andamos em todos os caminhos de Deus, os anjos nos sustentam e nos livram de tropeços. Mesmo que as víboras mais sutis e venenosas como a áspide nos ataquem ou mesmo que os leões ferozes com seus rugidos apavorantes nos ameacem, prevaleceremos.

Em décimo lugar, temos as promessas de Deus asseguradas (Sl 91.14-16). Aqueles que se apegam a Deus com amor, têm de Deus a promessa do livramento. Aqueles que conhecem o nome de Deus são colocados a salvo. Aqueles que invocam a Deus, recebem de Deus a resposta. Mesmo que a angústia chegue, a esses Deus dá sua presença, seu livramento e sua recompensa de vida longa na terra e salvação eterna!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 23 de junho de 2022

Karina Bacchi expôs motivos de divórcio em live com pastor Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E tu, ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo, Porque hás de ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos;
Para dar ao seu povo conhecimento da salvação, Na remissão dos seus pecados;

Lucas 1:76,77

Sonda-me, Usa-me | Paulo Neto e Aline Barros


 

PÃO DIÁRIO - 24/06/2022 - Escolha seu Deus


Escolha seu Deus


…escolhei hoje a quem sirvais […] Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. — Josué 24:15


Vi, recentemente, um comercial para um jogo on-line baseado na mitologia grega. Falava sobre exércitos, deuses mitológicos, heróis e perseguições. A descrição de como o jogo começava chamou minha atenção, pois dizia: Você se registra on-line, escolhe seu deus, e em seguida constrói seu império.

Uau! “escolher seu deus.” Essas palavras, embora apresentadas casualmente no anúncio, atingiram-me como sendo características de uma das coisas mais perigosas do nosso mundo. Em um jogo, pode ser insignificante qual “deus” você escolhe; mas no mundo real essa escolha tem consequências eternas.

Para uma geração de israelitas cercada pelos deuses dos seus dias, Josué declarou que eles deveriam escolher seu deus — mas isto não deveria ser feito de uma maneira improvisada. Ele deu o exemplo ao dizer: “Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15).

Hoje, como nos dias de Josué, há muitas opções. Há, contudo, somente uma escolha sábia — o Deus verdadeiro. Josué fez a escolha certa. “…serviremos ao Senhor”.

—WEC


Leia: Josué 24:14-18 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 4–6 ; Mateus 14:22-36

Considere: Nada pode preencher o vazio em seu coração exceto Deus.

O ENSINO DE JESUS SOBRE A ORAÇÃO

 


“E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo 14.13).

 

Jesus estava no Cenáculo com seus discípulos. Passava-lhes suas últimas instruções. Falou para eles sobre a Casa do Pai, a segunda vinda e a promessa do Espírito Santo. Lavou seus pés, revelou-lhes seu amor e inaugurou a nova aliança em seu sangue. Nesse feixe de benditos ensinamentos, Jesus falou aos seus discípulos, também, sobre oração. No texto em tela, Jesus ensina quatro verdades sublimes sobre oração. Vejamos:

Em primeiro lugar, a abrangência ilimitada da oração. “E tudo o que pedirdes…”. Jesus não colocou limites no alcance da oração. Podemos apresentar a ele nossas necessidades, nossos desejos e nossos propósitos. Para ele não há coisa demasiadamente difícil. Ele pode todas as coisas e nada lhe é impossível. Podemos ser ousados e apresentar a ele aquilo que é impossível na perspectiva humana. Não oramos a um ídolo mudo, mas ao Todo-poderoso Deus. Ele está assentado no trono. tem as rédeas da história em suas mãos. Ele é poderoso para interferir no curso da história e atender o clamor de seu povo. Ouse apresentar grandes pedidos a Deus. Ouse colocar diante dele o impossível dos homens. O que o homem não pode fazer e o que a ciência não pode realizar, ele pode!

Em segundo lugar, a mediação eficaz da oração. “… em meu nome…”. Não existe oração forte nem pessoas poderosas na oração. Não oramos fiados em nossos méritos. As orações são atendidas não com base nos méritos de quem ora, mas pelos méritos daquele que media a oração. Achegamo-nos a ele falidos, mas ele tem todo o crédito. Chegamos à sua presença fracos, mas ele tem todo o poder. Chegamos a ele não em nosso próprio nome, mas em seu nome. Não é a oração que é poderosa. Poderoso é aquele que responde as orações. Poderoso é o mediador das nossas súplicas.

Em terceiro lugar, a promessa segura da oração. “… isso farei…”. Aquele que nos ensina a orar, promete ouvir nossa oração e garante-nos que a atenderá. Sendo assim, orar é unir a fraqueza humana à onipotência divina. É conectar o altar da terra com o trono do céu. Se tudo é possível para Deus, então, tudo é possível por meio da oração. Sendo Deus soberano, e fazendo todas as coisas conforme o conselho de sua vontade, escolheu, livremente, agir por meio das orações do seu povo. Tiago, irmão do Senhor, escreveu: “… nada tendes, porque não pedis” (Tg 4.2). O nosso glorioso Redentor ensinou: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Mt 7.7). Orar as promessas de Deus é orar com plena ousadia. Ele não é homem para mentir. Em todas as suas promessas nós tem o sim e o amém. Nenhuma de suas palavras cai por terra.

Em quarto lugar, o propósito maior da oração. “… a fim de que o Pai seja glorificado no Filho”. O fim último da oração não é o bem do homem, mas a glória do Pai manifestada no Filho. Quando o Senhor atende nossas petições e súplicas, o Pai é glorificado e o Filho é exaltado nele. A oração não é antropocêntrica, mas teocêntrica. A oração não visa exaltar o homem, mas a Cristo. Tudo vem de Cristo, tudo é por meio de Cristo e tudo é para Cristo. Na mesma medida que nossas necessidades são supridas, em resposta às nossas oração, o Pai é glorificado no Filho. Na mesma proporção que apresentamos ao Senhor os anseios de nossa alma e encontramos nele resposta, a bênção que vem do céu a nós, retorna para o céu, como um tributo de louvor ao Pai, o único que é digno de toda honra, glória e louvor.


Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 22 de junho de 2022

8 SINAIS DO FIM DE UM CASAMENTO (SEU CASAMENTO ESTÁ ACABANDO?) - Pr. Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Corroborados em toda a fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência, e longanimidade com gozo;
Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz;

Colossenses 1:11,12

Anderson Freire e Banda Giom - Primeira Essência (Ao Vivo) - DVD Essência


 

PÃO DIÁRIO - 23/06/2022 - Braços abertos

 


Braços abertos

…Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. — Lucas 15:20 

No funeral da ex-primeira-dama dos EUA Betty Ford, seu filho Estêvão disse: “ela era a que tinha o amor e o consolo, e era a primeira a abraçá-lo. Dezenove anos atrás quando afundei no alcoolismo, minha mãe… deu-me um dos maiores presentes, e mostrou-me o que significava render-se a Deus e aceitar a Sua graça em minha vida. E nos braços dela senti-me verdadeiramente como o filho pródigo voltando ao lar, e pude sentir o amor de Deus por meio do amor de minha mãe. E foi um bom presente.”

A parábola de Jesus sobre um jovem que pediu e desperdiçou sua herança e em seguida humildemente voltou ao lar nos deixa maravilhados com a reação de seu pai: “…Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou”(Lucas 15:20). Em vez de um sermão ou uma punição, o pai expressou amor e perdão ao dar-lhe uma festa. Por quê? “…porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado…” (v.24)

O filho concluiu o tributo à mãe com as palavras: “Obrigado, mãe, por nos amar, amar seu marido, seus filhos e a nação, com o amor de Deus.”

Que Deus possa nos capacitar a estendermos os nossos braços aos outros, assim como os dele estão abertos a todos os que se voltam a Ele.

—DCM

Leia: Lucas 15:11-24 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 1–3 ; Mateus 14:1-21

Considere: Os pecadores perdoados conhecem o amor e o demonstram.

SETE ESTÁGIOS NA VIDA DE UM HOMEM DE DEUS

 


O profeta Elias foi um homem poderosamente usado por Deus. Exerceu o seu ministério no período mais sombrio da história de Israel. Corajosamente confrontou o rei Acabe, os profetas de Baal e o povo apóstata de Israel. Sua vida pode ser resumida em sete estágios.

Em primeiro lugar, Elias no palácio confrontando o rei. Elias, sendo um homem desconhecido, de  uma família desconhecida, começa o seu ministério pregando para o rei, no palácio do rei, trazendo uma mensagem de juízo da parte de Deus. Elias entrega uma poderosa mensagem nas altas cortes de Israel, com o propósito de desbancar a credibilidade de Ball, o deus cananita, que estava sendo adorado pelo rei e seus súditos.

Em segundo lugar, Elias no deserto sendo tratado por Deus. Depois que Elias anuncia o juízo de Deus sobre Israel, uma severa seca de três anos e meio, Deus o envia ao deserto, onde o sustentou milagrosamente. O deserto não foi um acidente de percurso na vida de Elias, mas uma agenda de Deus. No deserto Deus tratou com ele, antes de usá-lo. Deus está mais interessado em quem nós somos do que no que nós fazemos. Vida com Deus precede trabalho para Deus. Também, no deserto, Elias aprendeu a depender mais do provedor do que da provisão.

Em terceiro lugar, Elias na fornalha sendo moldado por Deus. Deus ordenou Elias sair da deserto para ir a Sarepta, a fim de ser sustentado por uma mulher viúva, que estava prestes a morrer de fome. A palavra “Sarepta” significa “fornalha, cadinho”. O fogo de Deus, entretanto, não nos destrói, apenas nos purifica. Na fornalha de Deus somos forjados antes de sermos usados por ele. Sair de Querite, no deserto, para atravessar a fronteira de Israel rumo a Sarepta era correr o risco de ser morto pela polícia do rei Acabe. Mas, o Deus que envia é o mesmo que protege. Em Sarepta Elias viu Deus multiplicando o azeite e a farinha da viúva e, também, viu Deus trazendo à vida o seu filho morto. Deus realiza tanto os milagres extraordinários como supre as necessidades ordinárias da vida. Para Deus não há impossíveis.

Em quarto lugar, Elias no Carmelo lutando contra os deuses falsos. Deus preparou Elias três anos e meio para usá-lo num único dia no Monte Carmelo. Ali Elias confrontou Acabe, o rei de Israel, chamando-o de perturbador. Também confrontou o povo, que coxeava entre dois pensamentos. Ainda, confrontou os profetas de Baal, chamando-os para um desafio. O Mesmo Elias que havia orado para Deus reter as chuvas, agora, ora para Deus enviar o fogo e provar que somente o Senhor é Deus.

Em quinto lugar, Elias no topo da montanha lutando com o Deus verdadeiro. Depois que Elias triunfa sobre os profetas de Baal, tirando-os do caminho, ele sobe para o alto do monte e ali, com o rosto em terra, ele luta com Deus, clamando pelas chuvas restauradoras. Elias ora com humildade, intensidade e perseverança e as torrentes abençoadoras caem sobre a terra seca para engrinaldá-la de flores e frutos.

Em sexto lugar, Elias na caverna da depressão sendo curado por Deus. Após sua retumbante vitória no Monte Carmelo, Elias recebe uma ameaça de morte da perversa rainha Jezabel. Ele teme, foge e se esconde numa caverna, depressivo, desejando a morte. Elias fraquejou ao tirar os olhos de Deus para colocá-los nas circunstâncias. Elias desejou a morte quando imaginou que não havia mais perspectiva de futuro. Deus, porém, tratou de Elias, alimentou-o, colocando-o para dormir e, ainda, ordenando-o a sair da caverna para o exercício de um estratégico ministério.

Em sétimo lugar, Elias no Jordão a caminho do céu. Depois que Elias cumpriu todo o propósito de Deus em sua vida, ele foi trasladado e arrebatado ao céu. Uma carruagem de fogo, com cavalos de fogo, apanharam-no e num redemoinho ele foi levado ao céu. Elias foi um homem de Deus, um profeta em cuja boca a palavra de Deus sempre foi a verdade. Ele foi um homem de oração, um servo fiel e obediente, que cumpriu cabalmente o seu  ministério.

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 21 de junho de 2022

7 PILARES DA LIDERANÇA DE CASAIS!! (PARTE 4) - PODCAST AMOFAMÍLIA


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Porque o Senhor é o nosso Juiz; o Senhor é o nosso legislador; o Senhor é o nosso rei, ele nos salvará.

Isaías 33:22

Nani Azevedo - Os Sonhos De Deus | DVD Excelência (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 22/06/2022 - Pronto para glória

 



Pronto para glória

Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos seus santos. — Salmo 116:15


O pregador e comentarista bíblico D. Martyn Lloyd-Jones, morreu no dia 1 de março de 1981. Ele foi pastor de uma capela em Londres de 1939–68. No fim da sua vida, Lloyd-Jones perdeu a habilidade de falar. Para indicar que não queria mais orações por sua recuperação, ele escreveu num pedaço de papel: “Não me impeçam de ir para a glória.”

Como a vida é preciosa, pode ser difícil deixar os nossos amados partirem quando chega a hora de ir desta terra para o céu. No entanto, Deus estabeleceu o tempo que Ele planeja nos chamar para casa. O livro de Salmo 116:15 relata, “Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos seus santos.”

Quando Paulo viu que a morte estava próxima, encorajou-se pelo que o aguardava no paraíso: “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quanto amam a sua vinda” (2 Timóteo 4:8).

Não importa onde os cristãos estão na jornada da vida, seu destino final é “…estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (Filipenses 1:23). Isto deveria nos dar a confiança para enfrentar os desafios da vida e nos confortar quando outros cristãos nos deixam para ir ao glorioso lar que Cristo preparou.

—HDF

Leia: Filipenses 1:12-23 

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 46–48 ; Mateus 13:1-30

Considere: A maior alegria da vida é a firme esperança da eternidade.

COMO AMAR O PRÓXIMO COMO A NÓS MESMOS

 



Os Dez Mandamentos são uma síntese dos mandamentos de Deus. Tratam do nosso amor a Deus e ao próximo. Os quatro primeiros mandamentos estão ligados ao nosso relacionamento com Deus e os seis últimos ao nosso relacionamento com o próximo. Esses dez mandamentos podem ser resumidos no grande mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Como devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos?

Em primeiro lugar, honrando aos pais como as pessoas mais próximas (Ex 20.12). O quinto mandamento deixa claro que o nosso relacionamento com o próximo precisa começar dentro de nossa casa. Nossos pais devem merecer o melhor da nossa atenção e do nosso respeito. A eles devemos tributar obediência e honra. A desobediência aos pais é um sinal de rebeldia e decadência. É impossível construir outros relacionamentos saudáveis se não velamos pelo convívio saudável com os nossos pais.

Em segundo lugar, respeitando a vida do próximo (Ex 20.13). O sexto mandamento da lei de Deus é: “Não matarás”. Esta ordem de Deus deixa claro a sacralidade da vida. Uma vez que não está em nossas mãos dar a vida, é-nos proibido tirá-la. É Deus quem dá a vida e só ele tem autoridade para ceifá-la. Devemos, portanto, repudiar toda forma de sacrifício da vida. Aborto, suicídio, assassinatos e guerras são um atentado contra o próximo e uma rebelião contra Deus. A vida é um dom de Deus e nosso papel é cuidar do nosso próximo em vez de destruí-lo.

Em terceiro lugar, respeitando a honra do próximo (Ex 20.14). O sétimo mandamento da lei de Deus lida com a honra do próximo. Quem ama responsavelmente não trai a seu cônjuge nem fere a honra do próximo, possuindo o seu cônjuge. O adultério é um atentado contra a instituição do casamento. É um terremoto na vida dos casais. É uma conspiração contra a pureza conjugal.

Em quarto lugar, respeitando os bens do próximo (Ex 2015). O oitavo mandamento da lei de Deus proíbe-nos qualquer forma injusta, ilícita e desonesta de apropriar-nos indebitamente do que não nos pertence. Balança enganosa, produtos falsificados, plágio, pirataria, opressão econômica, corrupção, favorecimentos escusos, compra de sentenças, corpo mole no trabalho, tudo isso, constitui uma quebra deste mandamento. A integridade nos negócios é um imperativo divino para o ser humano.

Em quinto lugar, respeitando o nome do próximo (Ex 20.16). O nono mandamento da lei de Deus deixa claro que o falso testemunho é um pecado gravíssimo, pois seu objetivo é arruinar o nome e a reputação do próximo, omitindo a verdade, promovendo a mentira e pervertendo a justiça. Quando um indivíduo, por maldade ou inveja, denigre a imagem do próximo, espalhando boataria e disseminando falsas notícias através das redes sociais, sem averiguar a exatidão dos fatos, transgride este mandamento.

Em sexto lugar, respeitando, no coração, tudo o que pertence ao próximo (Ex 20.17). O décimo mandamento da lei de Deus proíbe a cobiça. Este mandamento distingue-se dos nove primeiros. É o único mandamento subjetivo. Todos os demais podem ser aferidos pelos tribunais da terra. Este mandamento, porém, é de foro íntimo. Nenhum tribunal da terra, por mais conspícuo, tem competência para julgar foro íntimo. Pois Deus julga foro íntimo. Só Deus conhece e sonda os corações. Um indivíduo pode ter uma espiritualidade externa irretocável como os fariseus e ainda assim ter um coração podre. Não basta parecer ser piedoso, é preciso sê-lo. Como só Deus conhece e requer a verdade no íntimo, ele exige de nós uma vida sem os laivos da cobiça. Não podemos cobiçar o cônjuge do próximo nem o que existe em sua casa. A piedade com contentamento deve ser a marca daqueles que foram resgatados por Deus e obedecem a Deus. Concluímos, portanto, dizendo que aquele que ama o próximo honra pai e mãe, não mata, não adultera, não furta, não diz falso testemunho nem cobiça o que lhe pertence. O amor é o cumprimento da lei!

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 20 de junho de 2022

7 ERROS QUE AS MULHERES NÃO PODEM COMETER!!! - PODCAST AMOFAMÍLIA


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Disse-lhes: Aplicai o vosso coração a todas as palavras que hoje testifico entre vós, para que as recomendeis a vossos filhos, para que tenham cuidado de cumprir todas as palavras desta lei.

Deuteronômio 32:46

Wilian Nascimento, Kleber Lucas, Paulo Neto e Luiz Arcanjo - Tua Graça me Basta - Acústico 93 - 2021


 

PÃO DIÁRIO - 21/06/2022 - Você é necessário

 


Uma canção

…Engrandecei o nosso Deus. Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas… — Deuteronômio 32:3-4


Alegrei-me quando recebi um presente gratuito na correspondência — um CD de versículos musicados. Após ouvi-lo muitas vezes, algumas melodias aninharam-se em minha mente. Em pouco tempo, eu pude cantar as palavras de alguns versículos no livro de Salmos sem a ajuda da gravação.

A música pode nos ajudar a lembrar de palavras e ideias que de outra maneira poderíamos esquecer. Deus sabia que os israelitas esqueceriam-se dele quando entrassem na Terra Prometida (Deuteronômio 31:20). Eles o abandonariam, curvariam-se aos ídolos, e os problemas surgiriam (vv.16-18). Por causa disto, Deus pediu a Moisés para compor uma canção e ensiná-la aos israelitas para que pudessem lembrar-se da proximidade que tiveram com Deus no passado e do pecado que havia interferido em seu relacionamento com o Pai (31:19-22). Talvez o mais importante tenha sido que Deus queria que Sua nação se lembrasse do Seu caráter; Deus é a rocha, “…Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo, Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto” (32:4).

Pense no que Deus pode querer que você lembre sobre Ele hoje. Seu poder, Sua santidade, Seu amor ou Sua fidelidade? Você consegue lembrar-se de uma canção que exalte o caráter de Deus? Em seu coração, cante-a para o Senhor (Efésios 5:19).

—JBS

Leia: Deuteronômio 31:16-22 

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 49–50 ; Mateus 13:31-58

Considere: Lembrar-se da bondade de Deus traz uma canção em nossos corações.

A RESSACA DA MENSAGEM TRIUNFALISTA

 




            Já era previsível o desencanto com a mensagem humanista e triunfalista, da teologia da prosperidade, que coloca o homem no palco e faz dele o centro do universo. Essa mensagem, centrada no homem, pode ser popular, mas não é verdadeira. Pode atrair as pessoas, por um momento, mas não o tempo todo. A teologia da prosperidade e da confissão positiva estão na contramão do ensino bíblico. O homem não é o centro de todas as coisas, Deus é. Não é a vontade do homem que deve prevalecer no céu, mas a vontade de Deus que deve prevalecer na terra. Não é Deus quem está a serviço do homem, mas é o homem que deve ser estar a serviço de Deus.

            Vamos elencar quatro razões pelas quais devemos rejeitar a mensagem da teologia da prosperidade:

            Em primeiro lugar, porque esta mensagem é antropocêntrica e não Cristocêntrica. A mensagem do evangelho é Cristocêntrica. Ela exalta a Cristo e não o homem. Fala das glórias do Redentor e não das proezas do homem. Enaltece a cruz de Cristo e não a riqueza material. Fala da salvação e não da prosperidade material. Destaca a pessoa e a obra do Salvador e não as conquistas terrenas. As bênçãos materiais podem vir como consequência da bênção de Deus e do trabalho honrado, mas não são a essência da vida cristã. Um cristão pode ser pobre e próspero e um homem pode ser rico e miserável. A vida de um homem não consiste na abundância de bens que ele possui.

            Em segundo lugar, porque essa mensagem visa agradar ao homem em vez de glorificar a Deus. Aqueles que pregam a teologia da prosperidade têm como propósito agradar ao homem e atraí-lo com essa mensagem. Porque o coração do homem está inclinado ao amor do dinheiro, os pregoeiros dessa falsa teologia prometem mundos e fundos aos que abraçarem sua mensagem. Mas, a riqueza material não satisfaz o coração humano. Deus colocou a eternidade no coração do homem e só as riquezas espirituais podem preencher o vazio de sua vida. O evangelho oferece perdão, redenção e vida eterna. A mensagem do evangelho requer do pecador arrependimento e fé em Cristo. A promessa do evangelho não é riqueza na terra, mas herança no céu. Não é tesouros neste mundo, mas herança imarcescível no céu.

            Em terceiro lugar, porque essa mensagem promete em nome de Deus o que ele não está prometendo. Os embaixadores da teologia da prosperidade, usam como isca os testemunhos das pessoas que estavam desempregadas e endividadas e agora são prósperos empresários, como se essa fosse a realidade de todos ou a mensagem do evangelho. Essa vitrine é uma propaganda enganosa. É Deus quem faz o pobre e o rico. Prometer, porém, que todo crente será rico, é falsa promessa. Prometer que o crente nunca ficará doente, é uma falsa promessa. Prometer que o crente nunca enfrentará aflições neste mundo, é uma falsa promessa. A pandemia que assolou o mundo desde 2020 desmascarou a mensagem triunfalista desses mercadores da fé. Deus não promete riquezas a todos os que creem em Cristo, mas vida eterna.

            Em quarto lugar, porque essa mensagem reduz as riquezas espirituais aos bens materiais. No Antigo Testamento as bênçãos espirituais eram, não raro, manifestadas por meio de riquezas materiais. Porém, no Novo Testamento, nós já somos abençoados com toda sorte de bênçãos espirituais, em Cristo Jesus, nas regiões celestes. Somos herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo. Mesmo não tendo nada, possuímos tudo. Muito embora as riquezas sejam expressão da generosidade de Deus, elas em si mesmas, não traduzem a realidade maior das bênçãos espirituais que temos em Cristo. Há ricos pobres e pobres ricos. Os apóstolos eram homens pobres e mesmo assim, influenciaram o mundo. Jesus, sendo rico se fez pobre para nos dar as riquezas celestiais. Devemos ajuntar tesouros no céu onde os ladrões não roubam e não colocar o nosso coração dos bens da terra, quando esses se multiplicam. Que Deus nos livre da falsa teologia! Que nos apeguemos, com mais firmeza, ao evangelho da graça!


Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 19 de junho de 2022

Meu marido só me trata mal o que devo fazer? | Pr Josué Responde


 

Versículo do dia

 Versículo do dia


Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.

Isaías 55:6

Sérgio Lopes - Tente Lembrar ao vivo | Zekap Music


 

PÃO DIÁRIO - 20/06/2022 - Você é necessário

 


Você é necessário

…Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra aquilo que menos tinha… — 1 Coríntios 12:24



Conta-se a história de um maestro que regia sua orquestra. O órgão tocava uma bela melodia, os tambores trovejavam, o som das trombetas ecoava e os violinos soavam belamente. Mas o maestro notou que algo estava faltando — o flautim. O flautinista se distraiu e esperou que seu instrumento não fizesse falta. O maestro o lembrou: “Cada um de nós é necessário.”

Esta foi essencialmente a mesma mensagem que Paulo comunicou aos cristãos de Corinto em sua primeira carta a eles (1 Coríntios 12:4-7). Cada cristão exerce um papel importante no corpo de Cristo. Paulo deu uma lista de dons espirituais e comparou seus usos às funções das várias partes do corpo humano para o bem do todo (vv.8-10). Pode ser que os cristãos de Corinto tinham culturas, dons e personalidades diferentes, mas eles eram cheios do mesmo Espírito e pertenciam ao mesmo corpo de Cristo. Paulo fez uma menção especial das partes do corpo que eram fracas e obscuras, e ensinou que todos os cristãos têm um papel necessário e significativo. Nenhuma parte é mais necessária do que qualquer outra.

Lembre-se, Jesus lhe deu uma parte importante e significativa a cumprir e a usará para edificar o Seu povo.

—MLW


Leia: 1 Coríntios 12:14-16 

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 43–45 ; Mateus 12:24-50

Considere: Como membro do corpo de Cristo você é parte necessária do todo.

JAMAIS VIMOS COISA ASSIM!

 



            Os evangelhos sinóticos relatam a cura de um paralítico em Cafarnaum e o evangelista Marcos conclui seu registro, dizendo que todos se admiraram e deram glória a Deus, afirmando: “Jamais vimos coisa assim!” (Mc 2.12). Esse episódio enseja-nos três grandes lições:

            Em primeiro lugar, o paralítico foi carregado e voltou carregando. O paralítico não podia ir a Jesus; ele foi levado. Suas pernas estavam entrevadas. Seus movimentos haviam paralisado. Estava confinando numa cama. Seus amigos o levaram a Jesus. Subiram com ele para o teto da casa e destelhando-a, desceram o paralítico onde Jesus estava. Jesus, vendo-lhes a fé, curou o homem emocional, física e espiritualmente. Ele foi aleijado e voltou curado. Ele foi deitado no seu leito e voltou carregando o leito. Ele foi enfermo e voltou cheio de saúde. Jesus curou aquele homem emocionalmente, quando lhe ordenou: ‘Tende bom ânimo”. Jesus curou-o espiritualmente, quando lhe falou: “Os teus pecados estão perdoados”. Jesus curou-o fisicamente, ordenando-lhe: “Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa”.   

            Em segundo lugar, o paralítico foi cativo e voltou livre. O paralítico estava preso ao leito, ao desânimo e ao pecado. Ele foi levado a Jesus literalmente cativo. Ele não podia promover sua própria cura. Não podia gerar ânimo em seu coração nem muito menos libertar-se de seus pecados. Aquele homem era totalmente carente da graça salvadora de Jesus e totalmente necessitado do seu poder de curar. Ao ser levado a Jesus, as grossas correntes do desânimo foram quebradas. Seus pecados, que atormentavam sua alma e o mantinham prisioneiro da carne, do mundo, e do diabo foram perdoados. Seu corpo, surrado pela doença crônica e incurável foi, milagrosamente, curado por Jesus instantânea e eficazmente. O paralítico foi a Jesus cativo e voltou para sua casa livre. Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre. Só ele tem poder de libertar os cativos. A Escritura diz: “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo8.32).

            Em terceiro lugar, o paralítico foi buscar uma bênção e voltou trazendo duas. Quando o paralítico foi levado a Jesus, o que se pretendia era sua cura física. O alvo era apenas o alívio do sofrimento das dores temporais. A enfermidade do paralítico foi o motivo desse homem ser levado a Jesus. Os problemas temporais podem abrir-nos a agenda para as coisas eternas. Porém, quando o homem foi colocado diante de Jesus, este diagnosticou nele males ainda mais graves. Ele precisava de ânimo antes de ser curado. Precisava de perdão para seus pecados antes de suas pernas se movimentarem. De todas as necessidades humanas, o perdão é a mais urgente. Os males do corpo podem afligir os homens apenas no breve percurso do berço à sepultura, mas o pecado atormenta-os no tempo e na eternidade. As enfermidades do corpo terminam com a morte, mas o pecado empurra os homens para um abismo eterno, de atroz sofrimento, sem qualquer pausa ou descanso. Oh, quão miserável é o homem preso aos seus pecados! Quão trágico é o destino daqueles que permanecem em seus pecados! O paralítico foi levado a Jesus para buscar uma bênção, a cura física, mas voltou trazendo duas: a cura física e, também, a cura espiritual.

            Hoje, Jesus pode fazer o mesmo em sua vida. Ele é poderoso para curar, libertar e salvar. Ele traz ânimo novo aos que apáticos estão rendidos ao desânimo. Ele traz cura aos que estão assolados pela enfermidade. Ele traz perdão e salvação àqueles que se arrependem e nele creem. Em Cafarnaum, após o extraordinário milagre operado por Jesus, todos ficaram maravilhados e glorificavam a Deus, dizendo: “Jamais vimos coisa assim!”. Hoje, coisas surpreendentes, inéditas e singulares, também, podem acontecer em sua vida. Renda-se aos pés de Jesus e surpreenda-se!


Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 18 de junho de 2022

Refletindo sobre adultério no casamento, feridas e cura - Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Então Jesus, chamando-os para junto de si, disse: Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles.
Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal;

Mateus 20:25,26

Preto No Branco - Lágrimas No Olhar (Ao Vivo) ft. Marquinhos Gomes, Gabriela Gomes


 

PÃO DIÁRIO - 19/06/2022 - Problema

 


Problema

…No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. —João 16:33


Estava contente por ver os últimos dias do ano se aproximarem. O ano tinha sido de muito pesar, doenças e tristezas. Sentia-me pronta para acolher o mês de janeiro com toda a pompa que tinha direito!
Mas ao chegar o primeiro mês do novo ano, vieram também as más notícias, uma após outra. Diversos amigos perderam seus pais. O irmão do meu pai morreu enquanto dormia. Outros amigos descobriram que tinham câncer. O irmão de um colega e o filho de um amigo morreram, ambos, trágica e abruptamente. Ao invés de os tempos tristes cessarem, o novo ano parecia trazer um novo tsunami de tristezas.


O livro de João 16:33 nos diz, “…No mundo, passais por aflições…” Nem mesmo aos filhos de Deus foi prometida uma vida de facilidades, prosperidade ou boa saúde. No entanto, nunca estamos sozinhos em nossas tribulações. O livro de Isaías 43:2 lembra-nos que mesmo que atravessemos águas profundas, Deus está conosco. Embora nem sempre entendamos os propósitos de Deus nas provações que enfrentamos, podemos confiar em Seu coração porque nós o conhecemos.

Nosso Deus é um Deus de amor abundante e “…nem a morte, nem a vida […] nem as coisas do presente, nem do porvir [nunca poderá] separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8:38-39). Quando a aflição vier, a promessa de Deus é estar presente.


—CHK

Leia: João 16:25-33


Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 41–42 ; Mateus 12:1-23


Considere: Fé é acreditar que Deus está presente quando ouvimos apenas o silêncio.

ENCORAJAMENTO DIVINO



            O apóstolo Paulo está em Corinto, cidade grega, capital da providência da Acaia. A cidade é banhada pelo mar Jônico e pelo mar Egeu. Corinto era rota comercial e centro de adoração à deusa Afrodite. Nessa cidade de comércio febril e imoralidade sem freios, o veterano apóstolo permanece dezoito meses pregando o evangelho. As dificuldades eram imensas, a oposição era ferrenha, mas o encorajamento divino foi notório. Destacamos quatro verdades preciosas que impulsionaram Paulo a pregar o evangelho de Cristo em Corinto.

            Em primeiro lugar, a ordem expressa dada por Deus (At 18.9). “Teve Paulo durante a noite uma visão em que o Senhor lhe disse: “Não temas; pelo contrário, fala e não te cales”. A obra de Deus é feita sob oposição e perseguição. Os obstáculos, porém, não devem nos fazer recuar. Não devemos temer as ameaças dos homens nem fugir da carranca do diabo. Maior é aquele que está conosco. Os perigos não devem calar a nossa voz. Devemos falar com voz altissonante. Devemos pregar com ousadia. Devemos proclamar o evangelho, no poder do Espírito Santo, apesar do ódio do mundo, da oposição dos homens e das artimanhas do diabo.

            Em segundo lugar, a garantia absoluta dada por Deus (At 18.10a). “Porquanto eu estou contigo, e ninguém ousará fazer-te mal…”. Não podemos lograr êxito na obra de Deus sem a consciência de que o comissionador é também o nosso companheiro de jornada. Ele não apenas está conosco, mas, também, nos protege das ciladas dos inimigos. Não estamos sozinhos. Jesus prometeu estar conosco todos os dias até à consumação dos séculos. Não temos recursos para desmantelar os ardis do adversário nem recursos para destruir fortalezas e anular sofismas. Porém, o Senhor que nos envia, vai conosco e nos protege no cumprimento da missão.

            Em terceiro lugar, a motivação eloquente oferecida por Deus (At 18.10b). “… pois tenho muito povo nesta cidade”. A eleição divina longe de desencorajar os obreiros, é sua garantia de sucesso no trabalho. O Senhor ordena a Paulo a falar e não se calar, porque tinha muito povo na cidade de Corinto. Deus haveria de chamar esse povo pela voz do evangelho. Como ovelhas, ao ouvirem a voz do pastor, elas o seguiriam, recebendo dele a vida eterna. Oh, Deus tem os seus escolhidos e devemos ir a todo o mundo, pregando o evangelho a cada criatura, fazendo discípulos de todas as nações. A voz de Deus é poderosa e não voltará para si vazia. Deus chama e chama eficazmente. A vocação divina é eficaz: “Aos que Deus predestinou, a esses também chamou, e aos que chamou a esses também justificou, e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30). Que os nossos braços não se afrouxem! Que os nossos pés não se cansem! Que os nossos lábios não se calem! Que a nossa voz chegue aos rincões da terra, levando a mensagem da salvação, em Cristo Jesus!

            Em quarto lugar, a decisão obediente do apóstolo Paulo (At 18.11). “E ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus”. O apóstolo Paulo não desobedeceu a visão celestial. Ele atendeu, prontamente, a orientação divina e permaneceu em Corinto um ano e seis meses, pregando, ensinando, e fortalecendo a igreja de Cristo. Num território eivado de idolatria, ele plantou uma igreja para adorar o único Deus vivo e verdadeiro. Numa cidade rendida à imoralidade, ele instruiu um povo a viver em santidade. Num território mergulhado na escuridão do paganismo, ele proclamou a luz do evangelho. Que as mesmas verdades que encorajaram Paulo a pregar o evangelho em Corinto, também nos estimule a cumprir a nossa missão!

Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 17 de junho de 2022

Depois do adultério existe esperança para o casamento? Pr Josué Gonçalves


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Ai daqueles que nas suas camas intentam a iniqüidade, e maquinam o mal; à luz da alva o praticam, porque está no poder da sua mão!

Marquinhos Gomes - Lágrimas no olhar (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 18/06/2022 - De ponta-cabeça

 


De ponta-cabeça


Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos… — Isaías 55:8


Há muitas coisas que me intrigam sobre Jesus. Um dos aspectos do Seu ministério que tem produzido reações controversas é a contradição em Seus ensinamentos sobre aspectos diferentes da vida.

Ao seguirmos em nossa jornada da vida, podemos pensar que já descobrimos tudo e que nossos padrões de pensamentos e comportamentos para viver o dia a dia estão profundamente arraigados. Todavia, Jesus nos interrompe em meio às nossas rotinas e nos chama para um novo e melhor caminho. Mas cuidado! Este encontro com as maneiras de Jesus agir será desafiador.

Considere estas proposições paradoxais: Para viver você deve morrer (Marcos 8:35); para ganhar você deve dar (Mateus 19:21); “Bem-aventurados os que choram…” (5:4); para governar você deve servir (Lucas 22:26); e o sofrimento tem propósito (5:10-11).

São pronunciamentos como estes que fazem as pessoas pensarem que Cristo é estranhamente inatingível. Mas nós somos os inalcançáveis. Ele não é contraditório, nós somos! Agimos como crianças que pensam saber melhor do que seus pais sobre aquilo que é o melhor.

Não me admira que Deus nos tenha dito: “…meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos…” (Isaías 55:8). Portanto, em vez de confiar em nossos instintos desordenados, vamos pedir-lhe que nos ajude a refletir as Suas maneiras de agir.

—JMS

Leia: Isaías 55:6-13 

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 39–40 ; Mateus 11

Considere: O que pode parecer desordenado para nós está na posição certa para Deus.

SALVAÇÃO, OBRA DE DEUS

 




E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30).

            O texto em epígrafe diz, com diáfana clareza, que a salvação é uma obra de Deus. Ele a planejou, a executou e a consumou. O homem não é o agente de sua própria salvação, Deus é. Quatro verdades solenes são, aqui, acentuadas:

            Em primeiro lugar, Deus predestina para a salvação. A predestinação é um decreto eterno e soberano de Deus, no qual, ele, livremente, nos escolheu para a salvação, não com base nos nossos méritos, mas conforme a sua própria determinação e graça. A eleição divina não ocorreu no tempo, mas antes da fundação do mundo. Não com base em nossas obras, mas conforme o seu favor imerecido. Não porque Deus previu que iríamos crer em Jesus, mas para a fé a Jesus. Não porque Deus previu que iríamos ser santos, mas para sermos santos e irrepreensíveis perante ele.

            Em segundo lugar, Deus chama eficazmente para a salvação. Há dois chamados, um externo e outro interno. Um dirigido aos ouvidos e outro dirigido ao coração. Muitos são chamados, mas poucos escolhidos. Jesus diz que suas ovelhas ouvem sua voz e lhe seguem. Ele dá a elas a vida eterna e ninguém as arrebatará de suas mãos. A voz do pastor é o evangelho. Quando o eleito ouve o evangelho, o próprio Deus tira o tampão de seus ouvidos, a venda de seus olhos e transforma o seu coração de pedra num coração de carne. O chamado divino é eficaz. A voz de Deus é poderosa. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. É evidente, portanto, que a doutrina da predestinação não é um desestímulo à pregação, mas uma garantia de sua eficácia. O Senhor Jesus disse a Paulo, na cidade de Corinto: “Fala e não te cales, porque tenho muito povo nesta cidade” (At 18.9,10).

            Em terceiro lugar, Deus justifica os que são chamados para a salvação. A justificação é um ato livre e soberano de Deus, no qual, ele declara justo, diante do seu tribunal, todos aqueles que creem em Cristo. A justificação não acontece em nós, mas fora de Deus. Não é um processo, mas um ato. Não possui graus, ou seja, todos aqueles que são justificados estão plenamente quites com a lei de Deus e com sua justiça. Na justificação, nossos pecados foram imputados a Cristo e a justiça de Cristo foi imputada a nós. Na cruz, Jesus pagou a nossa dívida e agora, portanto, nenhuma condenação há mais para aqueles que estão em Cristo Jesus. Não apenas nossa dívida foi paga, mas temos um crédito infinito diante do tribunal de Deus, a justiça de Cristo depositada em nossa conta.

            Em quarto lugar, Deus glorifica a todos quantos foram predestinados, chamados e justificados. A glorificação é uma realidade futura. Dar-se-á na segunda vinda de Cristo, quando os mortos ressuscitarão com corpos glorificados, semelhantes ao corpo da glória do Senhor Jesus e os vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares. Muito embora, esse auspicioso evento se dará no fim, nos decretos de Deus, a glorificação já um fato consumado. Por isso, Paulo colocou o verbo “glorificou” no pretérito perfeito. A salvação não apenas é uma obra exclusiva de Deus, mas é, também, assegurada pelo próprio Deus. É impossível um salvo perder a salvação. É impossível alguém predestinado, chamado, justificado e glorificado perecer eternamente. O mesmo Deus que começou a boa obra em nós, completá-la-á até o dia de Cristo Jesus. Ninguém pode ir a Jesus sem que o próprio o Pai o traga a ele e ninguém vai a ele para ser lançado fora. Das mãos de Jesus ninguém pode nos arrebatar. É digno de nota, porém, que não somos salvos no pecado, mas do pecado. Somos salvos para vivermos uma vida santa e irrepreensível. A evidência da salvação é a santidade, pois sem santidade ninguém verá o Senhor.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...