terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

O ARCO-IRIS DE DEUS


            O arco-íris é um símbolo da aliança de Deus, de que não destruiria novamente a terra por intermédio de um dilúvio. Esse sinal era visível, notável, colocado nas nuvens para todos verem. Nas Escrituras há três momentos em que esse sinal é visto. Vamos destacar aqui esses três momentos e extrair algumas lições para o nosso enlevo espiritual.

            Em primeiro lugar, o arco-íris depois da tempestade (Gn 9.8-17). Depois que Noé e sua família saíram da arca, toda a terra estava atingida pelas águas que vieram de cima e as águas que brotaram debaixo. O dilúvio foi um juízo divino àquela geração má e perversa. O dilúvio foi universal. Atingiu toda a terra. O dilúvio apontava para um juízo ainda maior, o juízo final. Depois que as águas secaram, Deus faz uma aliança com Noé e sua descendência e diz que as águas nunca mais se tornariam em dilúvio para destruir toda carne. O arco-íris estaria nas nuvens e ao vê-lo, Deus se lembraria de sua aliança eterna entre ele e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a terra. Aqui aprendemos que depois da tempestade vem a bonança. Depois do choro vem a alegria. Depois da angústia vem o consolo. Depois da morte irrompe a vida. Mesmo que as circunstâncias sejam medonhas e mesmo que a carranca da morte deixe suas tristes pegadas, podemos ter a convicção de que Deus continua no controle do universo, tem as rédeas da história em suas mãos e jamais se esquecerá de sua aliança conosco.

            Em segundo lugar, o arco-íris no meio da tempestade (Ez 1.26-28). Ezequiel tem uma visão. Ele vê o resplendor da glória do Senhor, no aspecto do arco-íris que aparece na nuvem em dia de chuva. Ao ver o resplendor dessa glória, ele cai com o rosto em terra e ouve a voz do Senhor que o ordena a ficar de pé. O Espírito de Deus o possui e o Senhor o comissiona a pregar à nação de Israel e às nações rebeldes, sem qualquer temor, quer essas nações ouçam ou não. Aqui aprendemos que mesmo quando estamos no miolo da tempestade, no epicentro da crise, sendo enviados a cumprir uma missão árdua, nos lugares mais hostis e entre os homens mais rebeldes, o símbolo da aliança de Deus pode ser visto, não depois da tempestade ter ido embora, mas durante a tempestade. O Senhor é aquele que não nos livra da fornalha, mas caminha conosco no meio dela. O Senhor não nos poupa da cova dos leões, mas está conosco, livrando-nos da fúria dos predadores. O Senhor não nos livra dos vales da sombra da morte, mas caminha conosco nesses vales. Não precisamos ter medo ainda que os homens mais poderosos se levantem contra nós.

            Em terceiro lugar, o arco-íris antes da tempestade (Ap 4.3-5). João está exilado na Ilha de Patmos, uma colônia penal, já no final de sua vida. Todos os demais apóstolos já estavam mortos pelo viés do martírio. A igreja estava enfrentando os dias mais tenebrosos de sua jornada. Os crentes estavam sendo crucificados, queimados vivos e jogados às feras. No horizonte da igreja se formavam as nuvens escuras de uma terrível tempestade. João estava isolado nessa ilha, com todas as portas da terra fechadas para ele. É nesse momento que Deus lhe abre uma porta no céu e lhe ordena: “… sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas” (Ap 4.1). Quando João vê aquele que está assentado no trono, não ousa descrevê-lo. Ao redor do seu trono, ele vê um arco-íris. Só depois que João contempla o arco-íris é que ele vê os relâmpagos luzidios e o ribombar dos trovões. Aqui aprendemos que antes da abertura dos selos, do toque das trombetas e do derramamento das taças da ira de Deus, o Senhor mostra a João que tudo estava sob controle. O livro da história está nas mãos do Cordeiro e ele conduzirá a história à sua consumação. Não temos o que temer no futuro, pois Deus está no futuro. Não temos que temer o desconhecido porque Deus está no trono. Não temos que temer as tempestades, porque o arco-íris da aliança de Deus já é contemplado antes que as tempestades cheguem. Que o nosso coração descanse, portanto, na fidelidade de Deus!

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

DIVORCIEI MAS VOLTEI, POSSO TOMAR SANTA CEIA?


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




O Senhor dará força ao seu povo; o Senhor abençoará o seu povo com paz.

Salmos 29:11

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PÃO DIÁRIO - 15\02\2022 - OLHANDO PARA TRÁS

 

OLHANDO PARA TRÁS

George Matheson, mais bem conhecido pelo hino Amor, Que Por Amor Desceste ! ( HCC 171 ), escreveu outra canção intitulada Ignored Blessings ( Bênçãos Ignoradas ), na qual ele olha para trás, para " a estrada percorrida ". Foi olhando para trás que percebeu que o seu Pai celestial o havia conduzido por todo o caminho.
Deus tem um itinerário para cada um de nós, uma " rota " que precisamos percorrer ( Atos 20:24; 2 Timóteo 4:7 ). Nossa rota é mapeada nos conselhos do céu e fundamentada nos propósitos soberanos de Deus.
Contudo, nossas escolhas não são irrelevantes. Tomamos decisões todos os dias, grandes e pequenas, algumas das quais com consequências que alteram a vida. A pergunta, exceto o desconcertante mistério da soberania de Deus e da escolha humana, é essa: Como podemos discernir a rota que deve ser percorrida?
Para mim, a resposta agora é mais clara, pois estou mais velho e já vivi mais experiências. Olhando em retrospectiva, vejo que Deus me conduziu por todo o caminho. Posso verdadeiramente dizer: " Deus [...] me sustentou durante a minha vida até este dia " ( Gênesis 48:15 ). Embora as nuvens envolvam o presente e eu não saiba o que o futuro me reserva, tenho a segurança de que o Pastor me mostrará o caminho. Minha tarefa é segui-lo em amor e obediência, e confiar cada passo a Ele. - DHR

Leia: Gênesis 48:8-16.

Examine: Deus [...] me sustentou durante a minha vida até este dia. - Gênesis 48:15.

Considere: Podemos confiar em nosso Deus onisciente para o futuro desconhecido.

O CONSOLO DA PALAVRA DE DEUS

 




“O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica” (Sl 119.50)

            O Salmo 119, com seus 176 versículos, é dedicado exclusivamente a exaltar o valor e o poder da Palavra de Deus. A Palavra de Deus é inspirada, sua origem é divina. A Palavra de Deus é inerrante, nela não contém erros nem contradição. A Palavra de Deus é infalível, ela não pode falhar. A Palavra de Deus é eficaz, ela sempre cumpre os propósitos para os quais Deus a designou. A Palavra de Deus é poderosa, ela como martelo esmiúça a dureza dos corações. A Palavra de Deus é eterna, passa os céus e a terra, mas ela jamais passará.

            O texto em epígrafe fala-nos sobre três verdades, que passamos a destacar:

            Em primeiro lugar, os filhos de Deus não são poupados da angústia. A vida não é indolor. O percurso entre o berço e a sepultura está salpicado de dor. Não poucas vezes somos fuzilados por rajadas de ventos contrários, trazendo em suas asas, angústia para a alma e tormento para o coração. O salmista afirmou: “Laços de morte me cercaram e angústias do inferno se apoderaram de mim; caí em tribulação e tristeza” (Sl 116.3). A sua angústia era medonha. Em sua percepção, o inferno estava instalado dentro de seu peito. O apóstolo Paulo, o grande bandeirante do Cristianismo, chegou a afirmar que enfrentou tribulações maiores do que suas forças, a ponto de desesperar-se da própria vida (2Co 1.8). O próprio Jesus, o Filho de Deus, confessou aos seus mais próximos discípulos, no Getsêmani: “A minha alma está profundamente triste, até à morte” (Mt 26.38). Do lado de cá da sepultura passamos por angústias. Lidamos com o sofrimento. Nossos olhos são inundados de muitas lágrimas. Aqui sofremos, choramos, sangramos, morremos.

            Em segundo lugar, os filhos de Deus são consolados na angústia. O salmista não apenas destaca sua angústia, mas também ressalta o consolo que recebeu. Há bálsamo para os filhos de Deus. Há óleo fresco sobre a nossa cabeça. Há unguento sobre nossas feridas. Há refrigério para nossa alma. O nosso Deus é o Deus e Pai de toda consolação (2Co 1.3). É ele quem nos conforta em toda a nossa angústia, para consolarmos outros que estiverem passando pelas mesmas circunstâncias. Deus é poderoso para enxugar nossas lágrimas, terapeutizar nossa dor e trazer-nos alívio e conforto. Quando nos sentimos abatidos, ele nos levanta; quando nos sentimentos fracos, ele nos carrega no colo.

            Em terceiro lugar, os filhos de Deus são vivificados pela Palavra. A Palavra de Deus é o grande instrumento que Deus usa para nos consolar e nos vivificar. É pela Palavra que somos chamados à salvação. Ela é a divina semente, por meio da qual nascemos de novo. Ela, como luz, clareia as cavernas do nosso coração. Como fogo, queima os entulhos do nosso coração. Como martelo, esmiúça nossas resistências. Como espada, é arma poderosa para nos defender. A Palavra é alimento para nossa fome: é leite para os infantes e carne para os adultos. É pão nutritivo do céu. A Palavra é doce ao nosso paladar. É mais doce do que o mel e o destilar dos favos. A Palavra é mais preciosa para nós do que muito ouro depurado. Ela restaura a alma e ilumina os olhos. Ela dá sabedoria aos simples e alegra o coração. Ela nos dá discernimento e nos preserva de cair no cipoal da vaidade. Oh, quão poderosa é a Palavra de Deus para nos vivificar. Por meio dela somos santificados. Por ela somos consolados e reavivados. Todos os avivamentos da história foram inspirados pela Palavra e dirigidos por ela. Quando a examinamos, ela nos perscruta. Quando a guardamos no coração, ela nos protege do pecado. A Palavra de Deus é poderosa. Ela despede chamas de fogo e faz tremer o deserto. Ela é viva, irresistível e vitoriosa. 



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 13 de fevereiro de 2022

PROVÉRBIOS CAP 8 " ORAÇÃO NARRADA " COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto;

Efésios 2:17


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PÃO DIÁRIO - 14\02\2022 - PARE!

 

PARE!

A vida é um empreendimento agitado. Parece que sempre há mais afazeres, mais lugares para ir e pessoas para encontrar. E, embora nenhum de nós deseje uma vida sem coisas significativas para fazer, o ritmo acelerado ameaça roubar a tranquilidade que necessitamos.
Quando estamos dirigindo um automóvel, sinais de Pare e outras placas de aviso para diminuir a velocidade são lembretes de que, para estarmos seguros, não podemos manter o pé no acelerador o tempo todo. Necessitamos desses tipos de lembretes em todos os aspectos de nossas vidas.
O salmista compreendia claramente a importância dos tempos de calma e tranquilidade. O próprio Deus ' descansou " no sétimo dia. E, com mais mensagens para compartilhar e mais pessoas para curar, Jesus apartava-se das multidões e descansava um pouco ( Mateus 14:13; Marcos 6:31 ). Ele compreendia que não era sábio acelerar ao longo da vida com nosso marcador de combustível indicando " cansado " o tempo todo.
Quando foi a última vez que você fez valer as palavras do salmista: "...fiz calar e sossegar a minha alma " ? ( Salmo 131:2 ). Coloque um sinal de Pare no cruzamento de sua vida agitada. Encontre um lugar para ficar só. Afaste-se das distrações que o impedem de ouvir a voz de Deus e deixe que o Senhor fale enquanto você lê a Sua Palavra. Permita que Ele refresque o seu coração e a sua mente coma força para viver bem para Sua glória. - JMS

Leia: Salmo 131.

Examine: ...fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança [...] se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. ( Salmo 131:2 )

Considere: Pare e faça uma pausa das ocupações da vida, para poder reabastecer sua alma.

SALVA-ME, SENHOR!

 


            A mais breve oração feita pelo apóstolo Pedro, registrada na Bíblia, foi: “Salva-me, Senhor!” (Mt 14.30). Seu pedido ocorreu no epicentro de uma grande tempestade e imediatamente após demonstrar a mais robusta fé em Jesus. Já passava das três horas da madrugada e os discípulos estavam num barco frágil, no mar da Galileia, varridos de um lado para o outro lado, ao sabor dos vagalhões em fúria. Jesus vem ao encontro deles andando sobre as águas. Eles, tomados de grande medo, gritam em coro: “É um fantasma!”. Jesus, então, acalma-os, dizendo: “Tende bom ânimo. Sou eu. Não tenham medo”. Pedro, impulsivo como sempre, mas, movido pela fé, diz ao Senhor: “Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas”. Jesus respondeu-lhe: “Vem”. E Pedro, sem titubear saltou do barco e passou a andar sobre o mar. De repente, reparando na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: “Salva-me, Senhor!”. Esse pedido veemente, enseja-nos algumas lições:

            Em primeiro lugar, nós podemos orar ao Senhor em qualquer lugar e em qualquer situação. Era de madrugada. O mar da Galileia estava agitado. Pedro estava naufragando. E foi nesse lugar e sob essas circunstâncias que Pedro orou. Ele não estava no templo nem mesmo numa sinagoga. Ele não estava num culto público nem mesmo fazendo uma devocional. Ele orou na hora de seu maior aperto, com seu peito encharcado de medo, quando estava sendo engolido pelas ondas revoltas do mar da Galileia. Podemos orar em qualquer lugar, em qualquer tempo. Podemos orar no templo, em casa, no trabalho, no hospital. Podemos orar nas horas festivas da vida ou quando sentimos o bafo da morte.

            Em segundo lugar, nós podemos fazer a oração mais profunda com poucas palavras. Esta oração de Pedro é uma das mais curtas da Bíblia. Foi feita com senso de urgência e por uma necessidade vital. Com essa mesma laconicidade Neemias orou na presença do rei Artaxerxes (Ne 2.4). Jesus foi categórico ao ensinar: “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidades, antes que lho peçais” (Mt 6.7,8).

            Em terceiro lugar, nós podemos em poucas palavras fazer uma oração assaz abrangente. A oração de Pedro: “Salva-me, Senhor!” foi abrangente. Para um homem que estava afundando, o pedido foi pessoal e específico. O próprio Pedro quando foi alertado por Jesus, que Satanás estava requerendo-o para ser peneirado, poderia ter orado: “Salva-me, Senhor!”. O mesmo Pedro depois de ter negado a Jesus três vezes, ao sair da casa do sumo sacerdote, com os olhos molhados de lágrimas e o coração encharcado de vergonha, deveria ter orado: “Salva-me, Senhor!”. Esta oração deve estar em nossos lábios nas horas de aperto, quando a morte nos mostra a sua carranca ou quando o diabo, no seu multiforme arsenal de tentação, nos oferece seus falsos prazeres.

            Em quarto lugar, nós podemos fazer a oração mais breve com o maior senso de urgência. Pedro não escolheu palavras bonitas para orar nem ensaiou um discurso cheio de figuras retóricas como fez o fariseu, que entrou no templo para orar de si para si. Seu clamor foi direto, pessoal e com senso de urgência. Ele estava sendo tragado pelas ondas do mar. A morte estava fazendo careta para ele. Ele não podia salvar a si mesmo. Seus amigos não podiam resgatá-lo desse naufrágio. Por isso, seu pedido de socorro foi breve, claro e urgente. A oração de Pedro nos ensina a sermos específicos e urgentes em nossa oração.

            Em quinto lugar, nós podemos confiar que nossa oração, embora breve, será prontamente atendida pelo Senhor. Pedro orou e Jesus prontamente respondeu. Pedro gritou por socorro e Jesus na mesma hora estendeu-lhe a mão. Pedro estava perecendo e Jesus imediatamente o salvou. Pedro estava sendo engolido pelo mar revolto e na mesma hora Jesus o colocou salvo e seguro no barco. Se o mar de sua vida está encapelado, clame a Jesus! Se a morte parece encurralar você, ore: “Salva-me, Senhor!”.

Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 12 de fevereiro de 2022

OS SEGREDOS PARA SER UMA MULHER SÁBIA


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.

Provérbios 3:7

Gabriela Rocha - Atos 2 (Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 13\02\2022 - MEU AMIGO WILLIAM

 

MEU AMIGO WILLIAM

Ao descermos do ônibus num lar de crianças com problemas mentais e físicos em Copse, Jamaica, eu não esperava encontrar um jogador de futebol.
Enquanto o coral juvenil e os outros acompanhantes adultos se dispersavam para encontrar crianças para abraçar; amar e brincar, deparei-me com um jovem chamado William.
Não tenho certeza sobre qual era o diagnóstico de William, mas ele aparentava ter tido uma provável paralizia celebral. Com uma bola de futebol americano nas mãos , ao sair do ônibus, joguei-a de leve para William, que o deixou cair. Mas, quando eu a apanhei e a coloquei em suas mãos, ele a ajeitou lentamente até colocá-la na posição em que desejava. 
Em seguida, apoiando as costas num corrimão para equilibrar-se, William lançou-a numa espiral perfeita. Durante os 45 minutos seguintes, nós brincamos de lançar e pegar - ele lançava, eu pegava. William riu muito e conquistou meu coração. Estou certo de que, naquele dia, ele causou tanto impacto em im quanto eu nele. Ele me ensinou que todos nós somos necessários como parte do coração de Cristo,a igreja ( 1 Coríntios 12:20-25 ).
Frequentemente, as pessoas dispensam outras que são diferentes delas. Mas muitos são os " William " do mundo que nos ensinam que a alegria pode chegar quando aceitamos os outros e reagimos com compaixão. Em seu mundo, existe alguém que, tal como William, precisa de você como amigo ? - JDB

Leia: 1 Coríntios 12:18-27.

Examine: ...cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros.

Considere: Precisamos uns dos outros para sermos quem Deus quer que sejamos.

VELHICE, TEMPO DE GRANDES DESAFIOS

 


“Era Josué, porém, já idoso, entrado em dias; e disse-lhe o Senhor: Já estás velho, entrado em dias, e ainda muitíssima terra ficou para se possuir” (Js 13.1).

            Billy Graham, o maior evangelista do século vinte, em seu último livro, “A caminho de casa” disse que a velhice não é para os fracos. Muitos chegam à velhice vencidos pela amargura. Outros, alimentam-se apenas das lembranças do passado sem qualquer perspectiva para o futuro. O profeta Joel, falando da promessa do derramamento do Espírito Santo, disse que os velhos sonhariam (Jl 2.28). Como Calebe, na velhice ainda estariam cheios de vigor para fazer novas conquistas (Js 14.10-15).

            Não basta envelhecer, é preciso envelhecer com propósito. Sem cair no triunfalismo daqueles que batizam essa fase da vida como “a idade de ouro” ou “a melhor idade”, precisamos compreender que a velhice é tempo de testemunho acerca da fidelidade de Deus quanto ao passado bem como de novos e grandes desafios quanto ao futuro. A Escritura promete que mesmo na velhice podemos dar frutos e sermos cheios de serva e verdor (Sl 92.14).

            No texto em tela, vemos Deus falando a Josué sobre a conquista da terra prometida e a passagem enseja-nos três lições importantes:

            Em primeiro lugar, a velhice é uma realidade inegável (Js 13.1a). “… disse-lhe o Senhor: Já estás velho, entrado em dias…”. A vida passa rapidamente. Somos como uma flor que brota e viceja, para em seguida murchar e secar. Nosso vigor se estiola. Nossos braços ficam frouxos e nossos joelhos trôpegos. Nossos olhos ficam embaçados e nossas mãos trêmulas. A velhice é incontornável, a menos que a morte nos colha nos tempos primaveris da vida. Não podemos nos esconder dos anos nem fugir do rigor do tempo que esculpe rugas indisfarçáveis em nosso rosto. O próprio Deus diagnostica a velhice em Josué. Sua velhice era notória a Deus e aos homens. Sua velhice era conhecida no céu e na terra. Precisamos ter consciência de nossa temporalidade. Os anos vêm e vão e nós voamos. Por isso, precisamos remir o tempo e aproveitar as oportunidades que Deus coloca diante de nós. Só temos esta vida para viver. Não podemos desperdiçá-la com futilidades. Deus nos chamou para investirmos em causas de consequências eternas.

            Em segundo lugar, a velhice abre portas para oportunidades incríveis (Jo 13.1b). “… e ainda muitíssima terra ficou para se possuir”. Deus havia dado a Josué os limites da terra a ser conquistada (Js 1.2-4). Porém, os anos se passaram, e a nova geração que nasceu na terra prometida, não conhecia mais a Deus (Jz 2.10,11), muito embora Josué e sua família tivessem permanecendo fiéis (Js 24.15). Em vez de possuir a terra, o povo se enamorou com os deuses da terra. Em vez de triunfar sobre aqueles povos, Israel se misturou com eles, para adorar seus deuses e abandonar a sua fé no Deus vivo. Agora, mesmo Josué vivendo no meio daquela geração ingrata e rebelde, é informado por Deus que resta ainda muita coisa a fazer, uma vez que muitíssima terra ficou para ser conquistada. A velhice não é tempo de vestir um pijama e deitar-se numa cadeira de balanço. A velhice não é tempo de olhar apenas pelas lentes do retrovisor e ficar lembrando de um tempo que não volta mais. A velhice é tempo de novos sonhos, novas conquistas e novas realizações. Abraão começar a caminhar com Deus aos setenta e cinco anos de idade. Calebe estava disposto a conquistar uma montanha aos oitenta e cinco anos de idade. Na velhice temos maturidade e experiência para inspirar as novas gerações. Na velhice ainda temos muitíssima terra para conquistar.

            Em terceiro lugar, a velhice oportuniza novos desafios (Js 13.2-13). Deus dá o diagnóstico, mostra a oportunidade e faz o desafio. Josué deveria liderar o povo nas conquistas que haviam sido deixadas de lado. Mais uma vez, o Senhor delimita a terra que fora dada, mas precisava ser conquistada. A bênção de Deus flui da obediência e não do conformismo. Porque Israel deixou de cumprir a agenda estabelecida por Deus e acomodou-se, aquelas nações foram como espinhos em suas ilhargas; e eles, que haviam sido escravos no Egito, acabaram tornando-se escravos dos deuses pagãos daquela terra. É tempo dos velhos se levantarem e desafiarem a nova geração a colocar em Deus a sua confiança. A velhice não é tempo de jogar a toalha; é tempo de agir!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

2012 / 2022 -10 anos - BLOG VARÕES DE CRISTO IEAB ARAPUÁ

 


SALMOS 19 " ORAÇÃO NARRADA" COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Mas prove cada um a sua própria obra, e terá glória só em si mesmo, e não noutro.

Gálatas 6:4

Marquinhos Gomes - Deus Faz - Ao Vivo (DVD COMPLETO)


 

PÃO DIÁRIO - 12\02\2022 - FOGOS E LIBERDADE

 


FOGOS E LIBERDADE

Graças à engenhosidade dos chineses, os norte-americanos celebram sua independeência neste mês com grandes espetáculos de fogos de artifícios cheios de cor.
A cada ano, quando cantam o seu hino nacional e observam os belos efeitos padrões criados pelas " bombas explodindo no ar ", lembro-me de que a maioria das bombas é mortífera e não tem os belos efeitos como os espetáculos de fogos de artifícios. Embora as bombas  e fogos empreguem  ingredientes similares, as bombas têm a intenção de matar; os fogos de artifícios de entreter; Nesta metáfora, vemos um exemplo de como algo pode ser utilizado para o bem e para o mal. Nas mãos de pessoas capazes, cuidadosas e dedicadas, algo perigoso se torna glorioso. Mas o oposto também e verdadeiro.
A liberdade - aquilo que eles celebram com fogos de artifícios - também pode ser usadas para o bem e para o mal.
Como cristãos, estamos livres da restritiva lei Mosaica, mas a Bíblia nos alerta para não usarmos nossa liberdade espiritual para propósitos egoístas: "...não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede , antes servos uns dos outros, pelo amor " ( Gálatas 5:13 ).
Nem todos têm liberdade politica e religiosa, mas todos os cristãos têm liberdade espiritual. Precisamos usá-la não como arma para impor nossa vontade sobre os outros, mas sim para demonstrar a glória da vontade de Deus.    - JAL

Leia: Gálatas 5:1-14

Examine: ...fostes chamados à liberdade, porém não useis liberdade para dar ocasião à carne; sede , antes servos uns dos outros, pelo amor " ( Gálatas 5:13 )

Considere: A liberdade não nos dá o direito de fazer o que nos agrada, mas de fazer o que agrada a Deus.

OS DISTINTIVOS DO MINISTRO DO EVANGELHO

 


“Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At 20.24)

            O veterano apóstolo Paulo, depois de fazer três viagens missionárias, está se despedindo dos presbíteros de Éfeso, em Mileto. Nessa despedida, ele faz um discurso eloquente, onde dá testemunho de sua conduta nos três anos que viveu na capital da Ásia Menor e oferece importantes conselhos aos líderes que darão continuidade à sua obra. Paulo, no texto em tela, Paulo fala sobre três marcas de um ministro do evangelho.

            Em primeiro lugar, um ministro do evangelho tem certeza de sua vocação. “… o ministério que recebi do Senhor Jesus…”. Paulo não era um voluntário, mas um homem chamado por Deus para ser apóstolo. Seu ministério não foi resultado de um comissionamento humano. Ele recebeu seu ministério do Senhor Jesus. A convicção do chamado é muito importante para aquele que trabalha na obra de Deus. É essa convicção que dá firmeza ao ministro do evangelho diante das adversidades. Vocação não é sugestionamento, é convicção. É como algemas eternas ou como um fogo no coração. A distribuição das vocações é mais importante do que a distribuição das riquezas, pois quando uma pessoa trabalha numa área sem aptidão para o que realiza, ela não faz com eficiência nem com entusiasmo. Paulo foi separado por Deus não apenas para a salvação, mas também para ser um embaixador, a levar seu nome aos gentios. Deus o chamou para ser um pregador, um mestre, um defensor do evangelho. Em cumprimento ao seu chamado ele percorreu os mais longínquos rincões do império romano e plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor.

            Em segundo lugar, um ministério do evangelho precisa demonstrar abnegação. “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo contanto que complete a minha carreira…”. Paulo não entrou para o ministério buscando vantagens pessoais, para auferir lucro e promoção humana. Ele foi chamado por Deus para dar sua vida. Estava consciente de que, para cumprir sua missão enfrentaria a oposição dos homens, a fúria de Satanás e a perseguição do mundo. Por onde passou foi apedrejado, fustigado com varas, preso, açoitado e escorraçado. Na sua jornada ministerial foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado e preso em Filipos, escorraçado de Tessalônica e enxotado de Beréia. Foi chamado de tagarela em Atenas, impostor em Corinto e enfrentou feras em Éfeso. Foi preso em Jerusalém e acusado em Cesaréia. Enfrentou um naufrágio para Roma e foi picado por uma cobra em Malta. Passou por duas prisões em Roma. Foi vítima de uma acusação leviana por parte de seus inimigos e de um abandono cruel de seus amigos. Mesmo enfrentando circunstâncias tão adversas e providências tão carrancudas, não considerava sua vida preciosa para ele mesmo. A única coisa que lhe importava era testemunhar o evangelho da graça e completar sua carreira com fidelidade. Que o exemplo de Paulo nos inspire a viver de forma abnegada, sabendo que todo aquele que segue a Cristo, precisa primeiro levar a sua cruz, consciente de que a cruz precede a coroa.

            Em terceiro lugar, um ministro do evangelho precisa revelar paixão. “… para testemunhar o evangelho da graça de Deus”. Testemunhar o evangelho da graça era o combustível que alimentava a alma desse bandeirante do cristianismo. Com respeito ao evangelho, sentia-se devedor, estava sempre pronto a pregá-lo e não se envergonhava dele, pois o evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê. Chegou mesmo a dizer: “Ai de mim, se não pregar o evangelho”. Ele pregava com saúde ou doente, em liberdade ou preso, de casa em casa ou publicamente, nas sinagogas ou nas praças. A pregação do evangelho inflamava seu coração e trazia brilho aos seus olhos. Que o nosso coração seja despertado para redescobrirmos os valores sublimes do ministério. Que haja em nós convicção do chamado, disposição para sofrer pelo evangelho e paixão para pregar o evangelho.


Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

ANSIEDADE E OS HORMÔNIOS DA MULHER


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?

Romanos 8:32

Elias Silva | DVD/Vídeo Completo


 

PÃO DIÁRIO - 11\02\2022 - ORAÇÃO POR E-MAIL


 ORAÇÃO POR E-MAIL

Não muito tempo atrás, um amigo passou por uma cirurgia. Dois discos da sua coluna e um tendão de Aquiles rompido causavam-lhe muita dor. Após assegura-lo de que iria orar por ele, surgiu-me a idéia de enviar-lhe algo por escrito, para encorajá-lo ainda mais. Então, enviei o seguinte e-mail: " Esta foi minha oração por você  hoje: Deus vivo, agradeço-te pelo controle soberano sobre os acontecimentos da vida. Em favor do teu precioso servo, peço que dês a ele profunda paz. Oro pelos médicos ao exercerem suas habilidades médicas que o Senhor lhes conceda excelentes resultados. Que a tua mão curadora possa tocar e trazê-lo de volta à plena disposição à Tua obra. Em nome de Jesus, Amém "
O apóstolo Paulo escreveu orações para encorajar outros cristãos ( Filipenses 1:9-11 ; Colossenses 1:9-12; tessalonicenses 1:11-12 ). Ele escreveu aos efésios:
"... não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós, mas minhas orações, para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele..." ( Efésios 1:16-17 ).
Você tem amigos ou familiares que necessitam de suas orações de encorajamento neste momento? Além de informa-los que você está orando por eles, tente enviar-lhes também uma oração por escrito.    -  HDF


Leia: Efésios 1:15-23

Examine:  "... não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós, mas minhas orações...  Efésios 1:16

Considere:  Orar pelos outros é um privilégio - e uma responsabilidade. 

JOSÉ, A HISTÓRIA DE UM HOMEM FIEL


            José é um dos mais eloquentes tipos de Cristo em toda a Bíblia. Amado pelo pai, odiado pelos irmãos, vendido como escravo, exaltado como governador do Egito e provedor dos povos. Quem foi José?

            Em primeiro lugar, um sonhador. Dos 0 aos 17 anos José viveu na casa de seu pai, entre os seus irmãos. Nesse tempo, ele teve sonhos e nesses sonhos via sua família gravitando ao seu redor. Esses sonhos eram proféticos. Apontavam para sua honrosa posição como governador do Egito e lançavam luz sobre Cristo, em quem todas as coisas convergem, tanto as do céu como as da terra.

            Em segundo lugar, um escravo. Aos 17 anos José foi vendido, como escravo, pelos seus irmãos, para uma caravana de ismaelitas, que rumava para o Egito. No Egito, ele foi revendido para o egípcio Potifar, oficial de Faraó e comandante de sua guarda. Dentro da providência divina, o jovem José é levado para as proximidades do poder. Na casa de Potifar é promovido a mordomo. José tornou-se o administrar-mor da casa de Potifar. Tudo quando ele colocava as mãos, Deus fazia prosperar.

            Em terceiro lugar, um prisioneiro. José, no auge de sua honrosa posição de mordomo da casa de Potifar foi acusado de assédio sexual. A mulher de Potifar colocou os olhos nele e despudoradamente insistiu com José para deitar-se com ela. Mesmo diante de todas as investidas de sua patroa, José jamais abriu a guarda. Ele firmemente se recusou a deitar-se com ela. Então, ela agarrou o jovem hebreu e este precisou fugir, deixando sua túnica em suas mãos. José passa os melhores anos de sua juventude numa prisão. Dos 17 aos 30 anos José viveu uma espécie de gangorra no Egito: de escravo a mordomo; de mordomo a acusado; de acusado a prisioneiro.

            Em quarto lugar, um governador. Aos 30 anos José, por interpretar os sonhos de Faraó, foi nomeado o governador de toda a terra do Egito e recebeu poder e autoridade para colocar em curso o plano que Deus revelara a Faraó através de seus sonhos. Como gestor, José construiu muitos celeiros e armazenou cereal sem conta, para abastecer as nações nos anos que viriam de escassez e fome.

            Em quinto lugar, um provedor da família. Aos 39 anos José mandou chamar seu pai e toda a sua família para o Egito e, em vez de vingar-se de seus irmãos, perdoou-os, cuidou deles e de suas respectivas famílias, dando-lhes o melhor da terra do Egito. José pagou o mal com o bem e demonstrou que embora seus irmãos tivessem intentado o mal contra ele, Deus transformara o mal em bem, para a preservação da vida de todos.

            Em sexto lugar, um apaziguador da alma. Aos 56 anos, depois da morte de Jacó, seu pai, seus irmãos mais uma vez foram atormentados pela culpa. Pensaram que José se vingaria deles, uma vez que Jacó já estava morto. José chora ao perceber que seus irmãos ainda viviam fustigados pela culpa e pelo medo. Seus irmãos se oferecem para ser seus escravos, mas José acalma o coração deles, dizendo que não estava no lugar de Deus para vingar-se e que continuaria sustentando não só a eles, mas também a seus filhos.

            Em sétimo lugar, um homem de fé. Aos 110 anos José morre, mas antes de fechar os olhos para este mundo, abriu-os para o futuro, e profetizou o êxodo (Hb 11.22). José disse a seus irmãos que Deus os visitaria e os levaria para a terra de Canaã, conforme havia prometido a Abraão, a Isaque e a Jacó. E que nesse tempo, eles deveriam transportar seus ossos do Egito para a terra prometida. A promessa feita a José foi cumprida. Ele morreu. Seu corpo foi embalsamado e colocado num caixão. Mais de três séculos depois, quando Deus libertou o seu povo da escravidão no Egito, os ossos de José foram levados (Ex 13.19) e sepultados em Canaã (Js 24.32). José foi fiel na casa de seu pai, na casa de Potifar, na prisão e no palácio. Foi fiel na pobreza e na riqueza, no anonimato e na fama. Que Deus levante, em nossa geração, homens desse calibre! 




Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

OS TALENTOS "PARÁBOLAS DE JESUS" COM PR MARCOS BORRIELLO


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente.

Hebreus 13:8

Aline Barros - Vitória No Deserto - DVD Extraordinária Graça (AO VIVO)


 

PÃO DIÁRIO - 10\02\2022 - O GRANDE RETORNO

 

 O GRANDE RETORNO

Chad Pennington é um ex-jogador de futebol americano que sofreu muitas lesões ameaçadoras à sua carreira. Duas vezes suas lesões o fizeram enfrentar cirurgias, meses de fisioterapia e semanas de treino para voltar aos campos. Entretanto, ambas as vezes, ele não apenas voltou a jogar, mas sobressaiu-se tanto que naquele ano foi nomeado o “jogador que retornou” na Liga Nacional de Futebol. Para Pennington, seus esforços eram uma expressão de sua determinação a voltar ao futebol.

Espiritualmente, quando o pecado e o fracasso rompem nosso relacionamento com Deus e colocam nosso serviço em plano secundário, a determinação por si só não é o que nos restaura à retidão com Deus e utilidade em Seu Reino. Quando somos jogados para escanteio devido ao pecado, o caminho para o retorno é a confissão. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça (1 João 1:9).
Dependemos por completo daquele que se entregou por nós para que sejamos capazes de nos recuperarmos de nossos fracassos espirituais. E isso nos dá esperança. Cristo, que morreu por nós, nos ama com amor eterno e responderá com graça quando confessarmos nossas falhas a Ele. Por meio da confissão encontramos Sua graciosa restauração — o maior de todos os retornos.

— WEC


Leia: 1 João 1 


Examine:  Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. —1 João 1:9


Considere: A confissão é o caminho que leva à restauração.

O PODER ATRAVÉS DA ORAÇÃO

 


            A oração não é poderosa. Poderoso é o Deus que responde as orações. Deus, sendo soberano e onipotente, resolveu agir mediante as orações do seu povo. Quando oramos, unimos a fraqueza humana à onipotência divina; ligamos o altar da terra ao trono do céu. Tiago, irmão do Senhor, compreendeu essa verdade, quando disse: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tg 5.16). E exemplificou sua ousada afirmação, citando Elias, um homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, que orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos (Tg 5.17,18). Olhando para vida de Elias, destacamos quatro verdades preciosas sobre o poder através da oração.

            Em primeiro lugar, Deus traz juízo sobre os ímpios em resposta à oração do justo. Elias, o tesbita, dos moradores de Gileade, apareceu a Acabe, aquele perverso rei de Israel e lhe disse que, segundo a sua palavra, não haveria chuva nem orvalho nos próximos três anos e meio. Essa palavra de juízo veio em decorrência de Israel ter abandonado o Senhor para prostrar-se diante de Baal, um deus pagão, conhecido como o padroeiro da prosperidade. Os israelitas atribuíam os frutos de sua lavoura e as crias de suas ovelhas à Baal. Então, Deus fechou as comportas do céu, em resposta à oração de Elias. As chuvas periódicas foram retidas e o orvalho diário não caiu; e assim, a seca severa foi um golpe mortal naquele deus pagão. As orações de Elias acionaram o braço onipotente de Deus, trazendo juízo ao rei e ao povo. Quando o justo ora, Deus age!

            Em segundo lugar, Deus traz vida onde a morte produziu sofrimento em resposta à oração do justo. Depois que Elias entregou a palavra do juízo a Acabe, ficou escondido em Querite, por ordem de Deus. Ali, o Senhor alimentou-o até que a torrente da qual bebia secou-se. Então, Deus o ordena ir a Sarepta, onde havia uma mulher viúva que lhe sustentaria. Elias, em obediência a Deus vai e a mulher que deveria sustentá-lo estava prestes a morrer de fome. A viúva de Sarepta conheceu a Deus na cozinha. Por intervenção divina, a farinha foi multiplicada em sua panela e o azeite em sua botija. Depois, desse insólito milagre, porém, o filho único da viúva morre, e ela coloca a culpa dessa tragédia em Elias. O tesbita não se defende, mas leva o corpo inerte do menino para o quarto, fecha a porta e, ali, abre a boca e fala muito. Fala com Deus em oração. Elias pede para Deus um milagre inédito. Deus responde sua oração e a morte solta suas garras do menino e ele ressuscita. Deus trouxe de volta a vida onde a morte havia produzido sofrimento atroz.

            Em terceiro lugar, Deus traz plena demonstração de seu poder incomparável em resposta à oração do justo. Deus ordena Elias a comparecer diante de Acabe, num tempo que esse ímpio monarca caçava o profeta vivo ou morto em Israel e nas nações vizinhas. Elias obedece prontamente a ordem divina e parte para encontrar e confrontar o rei de Israel. Elias confronta o rei, o povo e os profetas de Baal. Chama-os para um desafio inédito. Um altar seria levantado. Uma oferta seria colocada sobre o altar. Eles deveriam invocar Baal e ele, Elias, invocaria a Deus. Quem respondesse com fogo, esse seria o Deus verdadeiro. A nação se reúne no Carmelo para esse duelo. Os profetas de Baal clamaram em vão. Gritaram e até se retalharam com facas, mas Baal não os ouviu nem lhes respondeu. Depois de escarnecer deles, Elias clamou ao Senhor e o fogo desceu e consumiu a oferta que estava sobre o altar. Deus demonstrou no monte Carmelo o seu poder, e o povo de Israel gritou: “Só o Senhor é Deus, só o Senhor é Deus”.

            Em quarto lugar, Deus traz restauração para a nação em resposta à oração do justo. Depois de retumbante vitória no Carmelo, removendo Baal do caminho das torrentes do céu, Elias sobe para o cume do Carmelo e ali trava uma batalha com Deus, uma batalha de oração. Ele ora de forma humilde e perseverante. Ele pede a Deus as chuvas restauradoras. Deus ouviu o seu clamor e as torrentes desceram e a terra fez germinar os seus frutos. O Deus de Elias é o nosso Deus. Ele faz maravilhas em resposta à oração do justo.

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

COMO SER UMA MULHER QUE INSPIRA -


 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós.

2 Timóteo 1:14

Anderson Freire - Raridade (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 09\02\2022 - QUEM É ESTE HOMEM?

 


QUEM É ESTE HOMEM?

Quando a atleta Kelly Steinhaus visitou o campus da Universidade de Harvard, nos EUA, para perguntar aos estudantes universitários o que eles pensavam sobre Jesus, as respostas foram respeitosas. Um disse que Ele era “alguém que cuidava de pessoas”. Outro disse: “Ele parece ser um cara legal.” Outros o rejeitaram abertamente: “Ele era apenas uma pessoa. Não acho que Ele era o Salvador.” E “Não aceito qualquer sistema de fé que diz: ‘Eu sou o único caminho para Deus.’” Algumas pessoas refletem e questionam sobre quem Jesus é e algumas o rejeitam.
Quando Jesus enfrentou a morte, dois mil anos atrás, muitas pessoas zombaram da ideia de Ele ser alguém especial. “Por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: Este é Jesus, o rei dos judeus” (Mateus 27:37). Aqueles que disseram: “Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo…” (v.40) duvidavam do Seu poder. As pessoas religiosas ainda disseram: “Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se…” (v.42).
Em Sua morte, Jesus pode ter parecido impotente. Mas, quando lemos a história toda, vemos que Ele deu Sua vida de boa vontade. Ao irromper do túmulo, Ele provou ser o Filho de Deus e ilimitado em poder. Perceba o valor da Sua morte e contemple o poder da Sua ressurreição. Ele é o Salvador do mundo!
—JDB

Leia: Mateus 27:32-44 

Examine: …[Jesus Cristo] foi designado Filho de Deus […] pela ressurreição dos mortos… — Romanos 1:3,4

Considere: A ressurreição de Jesus significou a morte da morte.

A IGREJA EXAMINADA POR JESUS


            Os dias mais amargos da perseguição à igreja haviam chegado desde que Nero, no ano 54 d.C., assumiu o comando do império romano. O imperador era um homem devasso, violento e cruel. No dia 17 de julho do ano 64 d.C., o próprio imperador colocou fogo na cidade de Roma e colocou a culpa desse crime horrendo na conta dos cristãos. Os anos que se seguiram foram de atroz sofrimento para o povo de Deus. Os crentes foram crucificados, queimados vivos e jogados às feras. No período do imperador Domiciano, quando todos os apóstolos já estavam mortos pelo viés do martírio, o apóstolo João, o último sobrevivente do grupo apostólico, foi deportado para a ilha de Patmos, uma espécie de colônia penal. Ali, o nosso glorioso Redentor revelou-se a ele, mostrando-lhe que Deus está no trono e que a história não está à deriva.

            João vê o Cristo vitorioso no meio das igrejas, andando entre elas, avaliando-as. Nesse escrutínio meticuloso, Jesus fez elogios e censuras às igrejas. Exortou, consolou e fez promessas. O diagnóstico de Jesus, porém, não raro, diverge frontalmente da análise que fazemos. Vejamos:

            Em primeiro lugar, há igrejas pobres aos olhos dos homens, mas rica aos olhos de Deus. Todos nós temos uma ideia do que seja uma igreja rica. Normalmente, achamos que uma igreja rica é aquela que tem muitos membros, reúne-se num templo suntuoso e possui um orçamento robusto. Porém, a igreja de Esmirna era pobre financeiramente, mas rica espiritualmente. Era pobre aos olhos dos homens, mas rica aos olhos de Deus. Era pobre na terra e rica no céu. Por outro lado, a igreja de Laodiceia, a mais rica igreja da Ásia, vangloriava-se de que era rica e abastada e não precisava de coisa alguma. Porém, Jesus ao examiná-la, dá um outro diagnóstico. Afirma, peremptoriamente, que a igreja era pobre e miserável. Oh, quão diferente do nosso é o conceito de Jesus acerca da verdadeira riqueza de uma igreja. O que é importante não é uma igreja ser rica aos olhos dos homens, mas ser rica aos olhos daquele que tudo conhece e a todos sonda.

            Em segundo lugar, há igrejas vivas aos olhos dos homens, mas mortas aos olhos de Deus. A igreja de Sardes tinha uma fama na cidade de ser uma igreja viva. Talvez seus cultos fossem cheios de entusiasmo. Suas celebrações deviam transbordar de emoções. Para um observador comum, aquela igreja estava experimentando um poderoso avivamento. Porém, Jesus a examina e dá um outro diagnóstico. Diz que ela só tinha nome de uma igreja viva, mas estava morta. A maioria de seus membros estavam com vestiduras sujas; apenas uns poucos não tinham ainda se contaminado. Ninguém pode esconder nada daquele, cujos olhos são como chama de fogo. Ele conhece as obras da igreja. Ele conhece as tribulações da igreja. Ele conhece onde a igreja está e como ela está. É ainda comum, em nossos dias, pessoas aprenderem jargões e clichês espirituais para impressionar os homens acerca de sua pretensa espiritualidade. Mas o Senhor da igreja não se impressiona com esses gestos, pois ele sonda os corações e requer a verdade no íntimo.

            Em terceiro lugar, há igrejas que têm pouca força, mas Deus coloca diante delas portas abertas. A igreja de Filadélfia era uma igreja fraca, mas o Senhor havia colocado diante dela uma porta aberta. As portas que Jesus abre ninguém pode fechá-las e as portas que Jesus fecha, ninguém pode abri-las. O que é importante não é ser uma igreja forte na avaliação dos homens, mas ser uma igreja fiel ao Senhor Jesus, o cabeça da igreja. Nosso papel é aproveitar as portas abertas, ainda que haja nesse ingresso muitas tribulações. Não nos cabe arrombar as portas que Jesus fecha. Precisamos ter olhos para ver, coração para discernir e disposição para obedecer.

            Ao sondar as sete igrejas da Ásia, Jesus fez elogios e nenhuma censura às igrejas de Esmirna e Filadélfia, a mais pobre e a mais fraca respectivamente. Para quatro igrejas, Éfeso, Tiatira, Pérgamo e Sardes Jesus fez elogios e censuras. Porém, para a igreja de Laodiceia, Jesus só fez censuras e nenhum elogio. Quando o Senhor Jesus examina a nossa vida e a nossa igreja, qual é o seu diagnóstico?

Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...