quarta-feira, 16 de junho de 2021

PÃO DIÁRIO - 16/06/2021 - Passe adiante

 


Passe adiante

…sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação. —2 Coríntios 1:7


Ao longo dos anos percebi que aqueles que sofreram são rápidos em consolar outros que estão sofrendo. Quando um jovem casal sofre com a perda de um filho, outro casal que também perdeu um filho no passado oferece a sua ajuda. Se um casal perde sua maior fonte de renda, quase que imediatamente outro casal dá um passo para oferecer socorro, lembrando-se de sua própria jornada pelos anos de pagamento de hipoteca. Vez após outra vemos o corpo de Cristo apoiando e encorajando uns aos outros. Estes cristãos aprenderam que podem usar as provações pelas quais passaram para alcançar outros que passam por dificuldades semelhantes.
Você está doente? Perdeu algum ente querido? Está preso? É tratado com injustiça? Em todas as nossas provações, Deus promete trazer algo bom mesmo de nossos momentos mais obscuros (Tiago 1:2-4). Uma maneira-chave de exemplificar isso é quando compartilhamos o consolo que Ele nos ofereceu com aqueles que agora enfrentam provações.
Como o apóstolo Paulo ressalta no livro de 2 Coríntios 1:3-7, somos consolados por um Salvador que conhece o nosso sofrimento e nós o honramos quando passamos Seu consolo adiante para tranquilizar outros.
Que nunca deixemos alguém sofrer sozinho. Se soubermos que os outros estão passando por dificuldades, Deus nos ajudará a guiá-los à Sua presença — o consolo mais seguro de todos.
— Randy Kilgore


Leia: 2 Coríntios 1:3-7 


Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 60-62;Romanos 5


Considere: Deus nos consola para que possamos consolar os outros.

A IGREJA EXAMINADA POR JESUS




            Os dias mais amargos da perseguição à igreja haviam chegado desde que Nero, no ano 54 d.C., assumiu o comando do império romano. O imperador era um homem devasso, violento e cruel. No dia 17 de julho do ano 64 d.C., o próprio imperador colocou fogo na cidade de Roma e colocou a culpa desse crime horrendo na conta dos cristãos. Os anos que se seguiram foram de atroz sofrimento para o povo de Deus. Os crentes foram crucificados, queimados vivos e jogados às feras. No período do imperador Domiciano, quando todos os apóstolos já estavam mortos pelo viés do martírio, o apóstolo João, o último sobrevivente do grupo apostólico, foi deportado para a ilha de Patmos, uma espécie de colônia penal. Ali, o nosso glorioso Redentor revelou-se a ele, mostrando-lhe que Deus está no trono e que a história não está à deriva.


            João vê o Cristo vitorioso no meio das igrejas, andando entre elas, avaliando-as. Nesse escrutínio meticuloso, Jesus fez elogios e censuras às igrejas. Exortou, consolou e fez promessas. O diagnóstico de Jesus, porém, não raro, diverge frontalmente da análise que fazemos. Vejamos:


            Em primeiro lugar, há igrejas pobres aos olhos dos homens, mas rica aos olhos de Deus. Todos nós temos uma ideia do que seja uma igreja rica. Normalmente, achamos que uma igreja rica é aquela que tem muitos membros, reúne-se num templo suntuoso e possui um orçamento robusto. Porém, a igreja de Esmirna era pobre financeiramente, mas rica espiritualmente. Era pobre aos olhos dos homens, mas rica aos olhos de Deus. Era pobre na terra e rica no céu. Por outro lado, a igreja de Laodiceia, a mais rica igreja da Ásia, vangloriava-se de que era rica e abastada e não precisava de coisa alguma. Porém, Jesus ao examiná-la, dá um outro diagnóstico. Afirma, peremptoriamente, que a igreja era pobre e miserável. Oh, quão diferente do nosso é o conceito de Jesus acerca da verdadeira riqueza de uma igreja. O que é importante não é uma igreja ser rica aos olhos dos homens, mas ser rica aos olhos daquele que tudo conhece e a todos sonda.


            Em segundo lugar, há igrejas vivas aos olhos dos homens, mas mortas aos olhos de Deus. A igreja de Sardes tinha uma fama na cidade de ser uma igreja viva. Talvez seus cultos fossem cheios de entusiasmo. Suas celebrações deviam transbordar de emoções. Para um observador comum, aquela igreja estava experimentando um poderoso avivamento. Porém, Jesus a examina e dá um outro diagnóstico. Diz que ela só tinha nome de uma igreja viva, mas estava morta. A maioria de seus membros estavam com vestiduras sujas; apenas uns poucos não tinham ainda se contaminado. Ninguém pode esconder nada daquele, cujos olhos são como chama de fogo. Ele conhece as obras da igreja. Ele conhece as tribulações da igreja. Ele conhece onde a igreja está e como ela está. É ainda comum, em nossos dias, pessoas aprenderem jargões e clichês espirituais para impressionar os homens acerca de sua pretensa espiritualidade. Mas o Senhor da igreja não se impressiona com esses gestos, pois ele sonda os corações e requer a verdade no íntimo.


            Em terceiro lugar, há igrejas que têm pouca força, mas Deus coloca diante delas portas abertas. A igreja de Filadélfia era uma igreja fraca, mas o Senhor havia colocado diante dela uma porta aberta. As portas que Jesus abre ninguém pode fechá-las e as portas que Jesus fecha, ninguém pode abri-las. O que é importante não é ser uma igreja forte na avaliação dos homens, mas ser uma igreja fiel ao Senhor Jesus, o cabeça da igreja. Nosso papel é aproveitar as portas abertas, ainda que haja nesse ingresso muitas tribulações. Não nos cabe arrombar as portas que Jesus fecha. Precisamos ter olhos para ver, coração para discernir e disposição para obedecer.


            Ao sondar as sete igrejas da Ásia, Jesus fez elogios e nenhuma censura às igrejas de Esmirna e Filadélfia, a mais pobre e a mais fraca respectivamente. Para quatro igrejas, Éfeso, Tiatira, Pérgamo e Sardes Jesus fez elogios e censuras. Porém, para a igreja de Laodiceia, Jesus só fez censuras e nenhum elogio. Quando o Senhor Jesus examina a nossa vida e a nossa igreja, qual é o seu diagnóstico?


Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 14 de junho de 2021

Versículo do dia

Versículo do  dia




Perseverai em oração, velando nela com ação de graças;

Colossenses 4:2

 

VÍDEO DO DIA - Jairo Bonfim e Beatriz - A Vitória É Nossa (Grandes Encontros MK 30 Anos)

Jairo Bonfim e Beatriz - A Vitória É Nossa 

(Grandes Encontros MK 30 Anos)



 

PÃO DIÁRIO - 15/06/2021 - Pensamentos mordazes

 

Pensamentos mordazes

…tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia. —Salmo 59:16


Há muitos anos, meu pai e eu fizemos uma longa caminhada pela região de Big Bend no Texas, EUA. Atualmente, a região é um parque nacional, mas naquela época era um lugar hostil.
Certa noite estávamos abrindo nossos sacos de dormir quando um casal, acompanhado de seu cachorro, nos perguntou se poderiam acampar por perto. Nós os saudamos e fomos nos deitar. O casal amarrou o seu cachorro a uma estaca ao lado de sua barraca. Algumas horas depois, meu pai cutucou-me até eu acordar e apontou sua lanterna para a escuridão. Nós vimos pares de olhos amarelos surgindo das sombras, iluminados pela luz. Uma alcateia de coiotes mordazes e rosnadores estava cercando o cachorro. Embora os tivéssemos afugentado e os nossos vizinhos tivessem colocado o cachorro dentro da barraca, não dormimos direito.
Penso nessa noite quando leio o Salmo 59 e vejo a imagem que Davi utilizou por duas vezes: “Ao anoitecer, uivam como cães…” (vv.6,14). Davi estava pensando no exército de Saul que lhe fechava o cerco. Medito nos pensamentos que retornam para nos ameaçar, ao anoitecer; mordazes e rosnando: “Você é um imbecil, um fracasso, inútil. Quem precisa de você?”
Quando temos tais pensamentos, podemos nos deleitar no amor de Deus que é incondicional e eterno. Sua dedicação resoluta é o nosso refúgio na noite escura repleta de dúvida pessoal e medo (v.16).
— David H. Roper


Leia: Salmo 59 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 57-59;Romanos 4

Considere: Saber que Deus nos ama pode dissipar a dúvida.

UM MUNDO EM CONVULSÃO




O apóstolo Paulo disse que nos últimos dias, os tempos seriam difíceis (2Tm 3.1). A palavra “difíceis” é a mesma usada para descrever o furioso endemoninhado de Gadara. O mundo está em convulsão. Há uma inquietação global. Há um desassossego entre as nações. Uma horda de “gafanhotos” sai do abismo para atormentar os homens (Ap 9.1-11). Essa angústia entre as nações pode ser vista nos seguintes fatos:


            Em primeiro lugar, uma pandemia global. Os anos de 2020 e 2021 ficarão nos anais da história como um tempo em que o mundo parou por causa de um vírus. As colunas de sustentação da sociedade ficaram abaladas. Os poderes econômicos, políticos e científicos não tiveram uma resposta rápida e eficaz para sanar esse mal que ceifou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo. Países ricos e pobres enfrentaram a carranca da crise. A morte visitou palácios e choupanas, ricos e pobres, doutos e analfabetos, jovens e velhos, crentes e ateus. Bastou um vírus para jogar por terra toda a soberba humana e colocar de cócoras os poderosos. Hoje, vivemos a corrida na busca de uma vacina eficaz para erradicar esse mal. Porém, os temores teimam em assustar a todos, pois não se tem certeza da plena eficácia desses imunizantes.


            Em segundo lugar, uma inversão de valores. A sociedade hodierna não apenas tolera o mal, mas promove-o. Não se trata apenas de acomodação à uma ética flácida e situacional, mas o que se vê é uma inversão de valores. A sociedade aplaude o que deveria reprovar e reprova o que se deveria promover. Chamam luz de trevas e trevas e luz. Um exemplo dessa inversão de valores foi a aprovação da lei do aborto, recentemente na Argentina. Multidões foram às ruas comemorar a cultura da morte. A sociedade que, hipocritamente, fala em direitos humanos, luta bravamente para defender ovos de tartaruga, mas sem qualquer pudor, drapeja suas bandeiras celebrando a morte de seres humanos privados do mais sagrado de todos os direitos, o direito à vida. Aborto é assassinato com requinte de crueldade. É transformar o sacrário do ventre materno num patíbulo de tortura. É arrancar do ventre um ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, como se fosse uma verruga pestilenta. Ah, o sangue dos inocentes clama aos céus!


            Em terceiro lugar, uma marcha rumo ao ateísmo cultural. A sociedade contemporânea, em nome do Estado laico, quer estabelecer um Estado ateu. Os valores cristãos estão sendo tripudiados. Os símbolos cristãos estão sendo eliminados. Os princípios judaico-cristãos estão sendo perseguidos. O conceito de família, conforme instituída por Deus, está sendo atacada com rigor desmesurado. A intolerância com a fé cristã é notória. Uma onda de Cristofobia percorre o mundo. Cristãos estão sendo perseguidos em todo o mundo e em todos os níveis. A intolerância com a fé cristã é vista até mesmo nos países chamados cristãos. Essa intolerância, não raro, é notada nos palácios, nos parlamentos, nas cortes, na grande mídia, no teatro e na literatura.


            Em quarto lugar, uma radicalização política intolerante. O mundo caminha para uma radicalização intolerante. Estamos perdendo a capacidade de dialogar com os diferentes e respeitar opiniões diversas das nossas. Até mesmo a maior democracia do mundo flerta com uma espécie de guerra civil. O idealismo da política está se desfigurando. Usa-se o poder para manipular. Compra-se apoio político para se perpetuar no poder. Expedientes heterodoxos e nada republicanos são usados para auferir vantagens pessoais. Populismo e ditadura são o sonho de consumo de líderes que amam a si mesmos e o poder em vez de amar o povo para servi-lo.


            Em quinto lugar, uma apostasia galopante. Não é apenas o mundo que está em convulsão, a igreja, também, em larga escala, mundo a fora, ruma para uma apostasia assaz perigosa. Denominações inteiras sucumbiram ao liberalismo teológico e se desidrataram. Outras, renderam-se ao sincretismo religioso e se perderam nos labirintos de um misticismo tosco. Há aquelas que, por amor ao lucro, entregaram-se à teologia da prosperidade. Não poucas são as igrejas que se acomodaram a uma ortodoxia morta.


Nesse mundo em convulsão, é preciso erguer a voz e dizer que a única esperança para esta geração é o evangelho de Cristo. E só uma igreja viva e cheia do Espírito Santo pode pregar o evangelho com autoridade e poder.


Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 13 de junho de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


8 SINAIS DO FIM DE UM CASAMENTO (SEU CASAMENTO ESTÁ ACABANDO?) 

- Pr. Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do  dia



E o povo se alegrou porque contribuíram voluntariamente; porque, com coração perfeito, voluntariamente deram ao Senhor; e também o rei Davi se alegrou com grande alegria.


PÃO DIÁRIO - 14/06/2021 - Voo confirmado


Voo confirmado

…assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. —1 Coríntios 15:22

Uma forte tempestade de trovões atrasou o nosso voo para Alemanha, e perdemos o voo de conexão. Avisaram-nos que o novo voo tinha sido confirmado para a noite seguinte. Mas quando chegamos ao portão, nos informaram de que estávamos na lista de espera. O voo estava cheio.
Quando soube disto, questionei se isto era uma simples falha de comunicação ou se era assim que lidavam com os voos perdidos. Se os passageiros tivessem sido avisados de antemão que estavam em lista de espera, ficariam descontentes. Daí talvez tivessem deixado para contar a verdade mais tarde.
Felizmente, Deus não age assim. Ele nos diz claramente tudo o que precisamos saber para chegar ao céu. A Bíblia declara que “…pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). Deus nos revelou a nossa natureza pecaminosa desde o livro de Gênesis 3 para nos dar a Sua total e completa solução.
A solução de Deus no livro de Romanos 3:24 é que nós somos “…justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus.” Deus enviou o Seu próprio Filho sem pecado para morrer por nossos pecados. O sacrifício de Jesus na cruz nos concedeu o perdão. Tudo o que precisamos fazer é receber esse dom gratuito por meio da fé. Estou muito feliz por Deus ter nos contado a verdade de antemão! Ele não nos deixou para que encontrássemos o nosso próprio caminho.
— C. P. Hia

Leia: Romanos 3:21-26 


Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 54-56;Romanos 3


Considere: A Palavra de Deus nos garante que a obra de Cristo nos salva.

VÍDEO DO DIA - Elaine Martins e Michelle Nascimento - Via Dolorosa (Grandes Encontros MK 30 Anos)

Elaine Martins e Michelle Nascimento - Via Dolorosa 

(Grandes Encontros MK 30 Anos)



 

A SOBERANA INTERVENÇÃO DE DEUS NA HISTÓRIA


         O cântico de Ana, registrado no primeiro livro de Samuel é revolucionário. Uma mulher oprimida por sua esterilidade, ultrajada por sua rival, incompreendida pelo sacerdote e encorajada a desistir de seu sonho pelo seu marido, triunfa pela oração, testifica o milagre de Deus em sua vida e expressa sua adoração a Deus, através de um cântico, onde ela enaltece a soberania de Deus. Quatro verdades são aqui destacadas:


         Em primeiro lugar, a incomparabilidade de Deus (1Sm 2.1,2). Deus é incomparável em sua dignidade. Ele é o Senhor, o Deus Javé, autoexistente, autossuficiente e incriado. Ele é o Deus da aliança, o Deus da salvação, digno de receber toda a adoração. Ele é incomparável em sua santidade, em seu poder e em sua sabedoria. Ele é o único Deus e o único refúgio. Portanto, qualquer arrogância diante dele é pura insensatez e consumada loucura.


         Em segundo lugar, a capacidade de Deus de mudar a sorte tanto dos poderosos quanto dos humildes (1Sm 2.4,5). Deus é poderoso para derrubar alguém altivamente encastelado entre as estrelas e fortalecer o débil, nocauteado por suas fraquezas. O arco dos fortes é quebrado enquanto os fracos são cingidos de força. Deus tira o rico abastado do topo da pirâmide e o faz descer às profundezas da necessidade extrema, mas abastece com abundância de pão aqueles que estavam amargando fome avassaladora. Deus é poderoso para abrir a madre da mulher estéril e fazê-la plenamente fértil e tirar a força daquela que tinha muitos filhos. Aquele que estava em cima cai e vem ao chão e o que estava na lona é levantado e escala as alturas.  Esses fatos não são resultado do acaso nem mesmo consequência da ingerência humana, mas da ação divina.


         Em terceiro lugar, a soberania de Deus na história dos homens (1Sm 2.6-8). Ana proclama neste cântico, com firmeza granítica, que o Senhor é quem tira a vida e a dá. Ele é o doador da vida e só ele tem autoridade para tirá-la. Ele tem autoridade para fazer o homem descer à sepultura e sob o comando de sua voz, os mortos sairão do túmulo. O Senhor é quem empobrece e enriquece o homem. É ele quem faz tanto o rico quanto o pobre. A riqueza não é apenas resultado do engenho humano, mas da providência divina. A pobreza não é apenas fruto da inépcia humana, mas também da soberania de Deus. Compete a Deus abaixar o homem e também exaltá-lo. Ele rebaixa uns e exalta outros. Ele humilha o orgulhoso e honra o humilde.  O Senhor é capaz de pegar um indivíduo na sarjeta, restaurá-lo e fazê-lo assentar-se entre príncipes. Na ciranda vida, os acontecimentos mudam não ao sabor das circunstâncias casuais, mas as cadeiras dançam, pela ação da mão onipotente de Deus.


         Em quarto lugar, a justiça discricionária de Deus (1Sm 2.9,10). Deus conhece e sonda todos os homens. Ele sabe distinguir os piedosos dos perversos. Ele protege os piedosos, mas coloca os perversos em completo desamparo. Aqueles que se insurgem contra Deus e contra o seu ungido jamais prevalecerão. Contra eles o Senhor troveja desde os céus e isso em toda a extremidade da terra. Concluímos, portanto, afirmando que assim como Deus mudou o cenário da história de Ana, ele tem poder também para mudar o cenário de sua vida.


Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 12 de junho de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E os errados de espírito virão a ter entendimento, e os murmuradores aprenderão doutrina.


VÍDEO DO DIA - Marina de Oliveira e Elaine Martins - O Pai Nosso (Grandes Encontros MK 30 Anos)

Marina de Oliveira e Elaine Martins - O Pai Nosso 

(Grandes Encontros MK 30 Anos) 




 

PÃO DIÁRIO - 13/06/2021 - Uma pessoa influente

 


Uma pessoa influente

“Disse ela à sua senhora: Tomara o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra.” —2 Reis 5:3


Se você buscar no Google “pessoa de influência”, a pesquisa mostrará várias listas “de pessoas mais influentes do mundo”. Elas habitualmente incluem líderes políticos; empreendedores de negócios e atletas, junto a pessoas na ciência, artes e entretenimento. Você não encontrará os nomes dos cozinheiros e funcionários de limpeza que trabalham para eles. No entanto, aqueles que servem nos assim chamados cargos humildes, muitas vezes influenciam aqueles a quem servem.
A história de Naamã, um comandante de alto escalão militar, inclui dois reis e um profeta de Deus (2 Reis 5:1-15). No entanto, foram as palavras de servos sem destaque que possibilitaram a cura da lepra de Naamã, uma doença que encerrava a carreira e transformava a vida. Uma jovem criada capturada em Israel disse à esposa de Naamã que um profeta em Samaria poderia curá-lo (vv.2-3). Quando Naamã se irritou com as instruções de Eliseu para se banhar no rio Jordão, seus servos o incentivaram a seguir as ordens do profeta. O resultado foi a restauração da saúde do comandante e a sua declaração: “…agora, reconheço que em toda a terra não há Deus, senão em Israel…” (v.15).
Que bela imagem do nosso papel como seguidores de Jesus Cristo! Somos convocados para sermos pessoas de influência — servos do Senhor que direcionam os outros Àquele cujo toque pode transformar suas vidas.
— David C. McCasland

Leia: 2 Reis 5:1-15 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 51-53;Romanos 2

Considere: Cristo nos envia para trazermos outros para o reino.

OS DISTINTIVOS DO MINISTRO DO EVANGELHO







“Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At 20.24)


            O veterano apóstolo Paulo, depois de fazer três viagens missionárias, está se despedindo dos presbíteros de Éfeso, em Mileto. Nessa despedida, ele faz um discurso eloquente, onde dá testemunho de sua conduta nos três anos que viveu na capital da Ásia Menor e oferece importantes conselhos aos líderes que darão continuidade à sua obra. Paulo, no texto em tela, Paulo fala sobre três marcas de um ministro do evangelho.


            Em primeiro lugar, um ministro do evangelho tem certeza de sua vocação. “… o ministério que recebi do Senhor Jesus…”. Paulo não era um voluntário, mas um homem chamado por Deus para ser apóstolo. Seu ministério não foi resultado de um comissionamento humano. Ele recebeu seu ministério do Senhor Jesus. A convicção do chamado é muito importante para aquele que trabalha na obra de Deus. É essa convicção que dá firmeza ao ministro do evangelho diante das adversidades. Vocação não é sugestionamento, é convicção. É como algemas eternas ou como um fogo no coração. A distribuição das vocações é mais importante do que a distribuição das riquezas, pois quando uma pessoa trabalha numa área sem aptidão para o que realiza, ela não faz com eficiência nem com entusiasmo. Paulo foi separado por Deus não apenas para a salvação, mas também para ser um embaixador, a levar seu nome aos gentios. Deus o chamou para ser um pregador, um mestre, um defensor do evangelho. Em cumprimento ao seu chamado ele percorreu os mais longínquos rincões do império romano e plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor.


            Em segundo lugar, um ministério do evangelho precisa demonstrar abnegação. “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo contanto que complete a minha carreira…”. Paulo não entrou para o ministério buscando vantagens pessoais, para auferir lucro e promoção humana. Ele foi chamado por Deus para dar sua vida. Estava consciente de que, para cumprir sua missão enfrentaria a oposição dos homens, a fúria de Satanás e a perseguição do mundo. Por onde passou foi apedrejado, fustigado com varas, preso, açoitado e escorraçado. Na sua jornada ministerial foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado e preso em Filipos, escorraçado de Tessalônica e enxotado de Beréia. Foi chamado de tagarela em Atenas, impostor em Corinto e enfrentou feras em Éfeso. Foi preso em Jerusalém e acusado em Cesaréia. Enfrentou um naufrágio para Roma e foi picado por uma cobra em Malta. Passou por duas prisões em Roma. Foi vítima de uma acusação leviana por parte de seus inimigos e de um abandono cruel de seus amigos. Mesmo enfrentando circunstâncias tão adversas e providências tão carrancudas, não considerava sua vida preciosa para ele mesmo. A única coisa que lhe importava era testemunhar o evangelho da graça e completar sua carreira com fidelidade. Que o exemplo de Paulo nos inspire a viver de forma abnegada, sabendo que todo aquele que segue a Cristo, precisa primeiro levar a sua cruz, consciente de que a cruz precede a coroa.


            Em terceiro lugar, um ministro do evangelho precisa revelar paixão. “… para testemunhar o evangelho da graça de Deus”. Testemunhar o evangelho da graça era o combustível que alimentava a alma desse bandeirante do cristianismo. Com respeito ao evangelho, sentia-se devedor, estava sempre pronto a pregá-lo e não se envergonhava dele, pois o evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê. Chegou mesmo a dizer: “Ai de mim, se não pregar o evangelho”. Ele pregava com saúde ou doente, em liberdade ou preso, de casa em casa ou publicamente, nas sinagogas ou nas praças. A pregação do evangelho inflamava seu coração e trazia brilho aos seus olhos. Que o nosso coração seja despertado para redescobrirmos os valores sublimes do ministério. Que haja em nós convicção do chamado, disposição para sofrer pelo evangelho e paixão para pregar o evangelho.


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 11 de junho de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

O que destrói mais casamentos do que o adultério? - Josué Gonçalves




 

VÍDEO DO DIA - Gislaine & Mylena e Marina de Oliveira - Foi Numa Linda Manhã (Grandes Encontros MK 30 Anos)

Gislaine & Mylena e Marina de Oliveira - Foi Numa Linda Manhã 

(Grandes Encontros MK 30 Anos)



 

PÃO DIÁRIO - 12/06/2021 - O que é amor?

 


O que é amor?

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho… —1 João 4:10

Se perguntamos: “O que é o amor?”, as crianças têm algumas grandes respostas. Noeli, de 7 anos, disse: “Amor é quando você diz a um garoto que você gosta da sua camisa, e ele a usa todos os dias.” Rebecca, de 8, respondeu: “Desde que a vovó ficou com artrite, ela não consegue mais se curvar e lixar as unhas dos pés. Então, o vovô sempre faz isso por ela o tempo todo, mesmo depois de suas mãos também terem artrite. Isso é amor.” Jéssica, também de 8 anos, concluiu: “Você realmente não deve dizer “eu te amo”, a não ser que você realmente queira dizer isso. Mas se você quer realmente dizer isso, deve dizer muitas vezes. As pessoas se esquecem.”
Às vezes, precisamos lembrar que Deus nos ama. Nós nos concentramos nas dificuldades da vida e questionamos: “Onde está o amor?” Mas se paramos e consideramos tudo o que Deus tem feito por nós, nos lembramos o quanto somos amados por Ele, que é amor (1 João 4:8-10).
O Salmo 103 enumera os “benefícios” que Deus derrama sobre nós em amor: Ele perdoa os nossos pecados (v.3), nos farta de bens (v.5), faz justiça e julga (v.6). Ele é lento para irar-se e rico em misericórdia (v.8). Ele não nos trata segundo os nossos pecados (v.10) e removeu o nosso pecado, desde o Oriente até o Ocidente (v.12). Ele não se esqueceu de nós!
O que é amor? Deus é amor e Ele está derramando esse amor em você e sobre mim.
— Anne Cetas

Leia: Salmo 103:1-14 


Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 49-50;Romanos 1


Considere: A morte de Cristo é a medida do amor de Deus por você

JOSÉ, A HISTÓRIA DE UM HOMEM FIEL


            José é um dos mais eloquentes tipos de Cristo em toda a Bíblia. Amado pelo pai, odiado pelos irmãos, vendido como escravo, exaltado como governador do Egito e provedor dos povos. Quem foi José?


            Em primeiro lugar, um sonhador. Dos 0 aos 17 anos José viveu na casa de seu pai, entre os seus irmãos. Nesse tempo, ele teve sonhos e nesses sonhos via sua família gravitando ao seu redor. Esses sonhos eram proféticos. Apontavam para sua honrosa posição como governador do Egito e lançavam luz sobre Cristo, em quem todas as coisas convergem, tanto as do céu como as da terra.


            Em segundo lugar, um escravo. Aos 17 anos José foi vendido, como escravo, pelos seus irmãos, para uma caravana de ismaelitas, que rumava para o Egito. No Egito, ele foi revendido para o egípcio Potifar, oficial de Faraó e comandante de sua guarda. Dentro da providência divina, o jovem José é levado para as proximidades do poder. Na casa de Potifar é promovido a mordomo. José tornou-se o administrar-mor da casa de Potifar. Tudo quando ele colocava as mãos, Deus fazia prosperar.


            Em terceiro lugar, um prisioneiro. José, no auge de sua honrosa posição de mordomo da casa de Potifar foi acusado de assédio sexual. A mulher de Potifar colocou os olhos nele e despudoradamente insistiu com José para deitar-se com ela. Mesmo diante de todas as investidas de sua patroa, José jamais abriu a guarda. Ele firmemente se recusou a deitar-se com ela. Então, ela agarrou o jovem hebreu e este precisou fugir, deixando sua túnica em suas mãos. José passa os melhores anos de sua juventude numa prisão. Dos 17 aos 30 anos José viveu uma espécie de gangorra no Egito: de escravo a mordomo; de mordomo a acusado; de acusado a prisioneiro.


            Em quarto lugar, um governador. Aos 30 anos José, por interpretar os sonhos de Faraó, foi nomeado o governador de toda a terra do Egito e recebeu poder e autoridade para colocar em curso o plano que Deus revelara a Faraó através de seus sonhos. Como gestor, José construiu muitos celeiros e armazenou cereal sem conta, para abastecer as nações nos anos que viriam de escassez e fome.


            Em quinto lugar, um provedor da família. Aos 39 anos José mandou chamar seu pai e toda a sua família para o Egito e, em vez de vingar-se de seus irmãos, perdoou-os, cuidou deles e de suas respectivas famílias, dando-lhes o melhor da terra do Egito. José pagou o mal com o bem e demonstrou que embora seus irmãos tivessem intentado o mal contra ele, Deus transformara o mal em bem, para a preservação da vida de todos.


            Em sexto lugar, um apaziguador da alma. Aos 56 anos, depois da morte de Jacó, seu pai, seus irmãos mais uma vez foram atormentados pela culpa. Pensaram que José se vingaria deles, uma vez que Jacó já estava morto. José chora ao perceber que seus irmãos ainda viviam fustigados pela culpa e pelo medo. Seus irmãos se oferecem para ser seus escravos, mas José acalma o coração deles, dizendo que não estava no lugar de Deus para vingar-se e que continuaria sustentando não só a eles, mas também a seus filhos.


            Em sétimo lugar, um homem de fé. Aos 110 anos José morre, mas antes de fechar os olhos para este mundo, abriu-os para o futuro, e profetizou o êxodo (Hb 11.22). José disse a seus irmãos que Deus os visitaria e os levaria para a terra de Canaã, conforme havia prometido a Abraão, a Isaque e a Jacó. E que nesse tempo, eles deveriam transportar seus ossos do Egito para a terra prometida. A promessa feita a José foi cumprida. Ele morreu. Seu corpo foi embalsamado e colocado num caixão. Mais de três séculos depois, quando Deus libertou o seu povo da escravidão no Egito, os ossos de José foram levados (Ex 13.19) e sepultados em Canaã (Js 24.32). José foi fiel na casa de seu pai, na casa de Potifar, na prisão e no palácio. Foi fiel na pobreza e na riqueza, no anonimato e na fama. Que Deus levante, em nossa geração, homens desse calibre! 



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Depois tornarão os filhos de Israel, e buscarão ao Senhor seu Deus, e a Davi, seu rei; e temerão ao Senhor, e à sua bondade, no fim dos dias.


VÍDEO DO DIA - Fernanda Brum e Marina de Oliveira - Imenso Amor (Grandes Encontros MK 30 Anos)


Fernanda Brum e Marina de Oliveira - Imenso Amor 

(Grandes Encontros MK 30 Anos) 



 

PÃO DIÁRIO - 11/06/2021 - Regras do desapego

 


Regras do desapego

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. —João 8:36

Em seu livro Jogue fora 50 coisas, (Ediouro, 2010), a autora Gail Blanke destaca quatro “Regras do Desapego” para ajudar as pessoas a eliminarem a desordem de suas vidas. A primeira regra declara: “Se isso… lhe traz peso, entulha ou simplesmente faz você se sentir mal consigo mesmo, jogue fora, dê, venda, deixe-o ir, siga em frente.”
Acho que esta regra de desapego tem uma aplicação espiritual também: Não devemos permanecer ligados ao pecado do passado. Os irmãos de José lutaram com isto. Anos depois de terem vendido José como escravo, recordaram-se de sua crueldade e temiam vingança (Gênesis 50:15). Assim, enviaram uma mensagem a José, implorando por perdão (vv.16-17). Eles fizeram isto apesar das ações misericordiosas e garantias demonstradas anteriormente pelo irmão deles (45:4-15).
Muitos de nós permanecemos ligados às antigas ofensas apesar da misericórdia e do perdão daqueles a quem podemos ter ferido. No entanto, a verdadeira liberdade surge quando confessamos a nossa transgressão a Deus. Ele a perdoa (1 João 1:9) e nos afasta dela (Salmo 103:12). Como o versículo de Miqueias 7:19 afirma, Ele lança nossos pecados nas profundezas do mar! Por causa disto, podemos nos lembrar de que o Filho nos libertou e nós somos verdadeiramente livres (João 8:36).
— Jennifer Benson Schuldt

Leia: Gênesis 50:15-21 


Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 43-45;Atos 27:27-44


Considere: O preço da nossa liberdade do pecado foi pago pelo sangue de Jesus.

O CONSOLO DA PALAVRA DE DEUS


“O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica” (Sl 119.50)


            O Salmo 119, com seus 176 versículos, é dedicado exclusivamente a exaltar o valor e o poder da Palavra de Deus. A Palavra de Deus é inspirada, sua origem é divina. A Palavra de Deus é inerrante, nela não contém erros nem contradição. A Palavra de Deus é infalível, ela não pode falhar. A Palavra de Deus é eficaz, ela sempre cumpre os propósitos para os quais Deus a designou. A Palavra de Deus é poderosa, ela como martelo esmiúça a dureza dos corações. A Palavra de Deus é eterna, passa os céus e a terra, mas ela jamais passará.


            O texto em epígrafe fala-nos sobre três verdades, que passamos a destacar:


            Em primeiro lugar, os filhos de Deus não são poupados da angústia. A vida não é indolor. O percurso entre o berço e a sepultura está salpicado de dor. Não poucas vezes somos fuzilados por rajadas de ventos contrários, trazendo em suas asas, angústia para a alma e tormento para o coração. O salmista afirmou: “Laços de morte me cercaram e angústias do inferno se apoderaram de mim; caí em tribulação e tristeza” (Sl 116.3). A sua angústia era medonha. Em sua percepção, o inferno estava instalado dentro de seu peito. O apóstolo Paulo, o grande bandeirante do Cristianismo, chegou a afirmar que enfrentou tribulações maiores do que suas forças, a ponto de desesperar-se da própria vida (2Co 1.8). O próprio Jesus, o Filho de Deus, confessou aos seus mais próximos discípulos, no Getsêmani: “A minha alma está profundamente triste, até à morte” (Mt 26.38). Do lado de cá da sepultura passamos por angústias. Lidamos com o sofrimento. Nossos olhos são inundados de muitas lágrimas. Aqui sofremos, choramos, sangramos, morremos.


            Em segundo lugar, os filhos de Deus são consolados na angústia. O salmista não apenas destaca sua angústia, mas também ressalta o consolo que recebeu. Há bálsamo para os filhos de Deus. Há óleo fresco sobre a nossa cabeça. Há unguento sobre nossas feridas. Há refrigério para nossa alma. O nosso Deus é o Deus e Pai de toda consolação (2Co 1.3). É ele quem nos conforta em toda a nossa angústia, para consolarmos outros que estiverem passando pelas mesmas circunstâncias. Deus é poderoso para enxugar nossas lágrimas, terapeutizar nossa dor e trazer-nos alívio e conforto. Quando nos sentimos abatidos, ele nos levanta; quando nos sentimentos fracos, ele nos carrega no colo.


            Em terceiro lugar, os filhos de Deus são vivificados pela Palavra. A Palavra de Deus é o grande instrumento que Deus usa para nos consolar e nos vivificar. É pela Palavra que somos chamados à salvação. Ela é a divina semente, por meio da qual nascemos de novo. Ela, como luz, clareia as cavernas do nosso coração. Como fogo, queima os entulhos do nosso coração. Como martelo, esmiúça nossas resistências. Como espada, é arma poderosa para nos defender. A Palavra é alimento para nossa fome: é leite para os infantes e carne para os adultos. É pão nutritivo do céu. A Palavra é doce ao nosso paladar. É mais doce do que o mel e o destilar dos favos. A Palavra é mais preciosa para nós do que muito ouro depurado. Ela restaura a alma e ilumina os olhos. Ela dá sabedoria aos simples e alegra o coração. Ela nos dá discernimento e nos preserva de cair no cipoal da vaidade. Oh, quão poderosa é a Palavra de Deus para nos vivificar. Por meio dela somos santificados. Por ela somos consolados e reavivados. Todos os avivamentos da história foram inspirados pela Palavra e dirigidos por ela. Quando a examinamos, ela nos perscruta. Quando a guardamos no coração, ela nos protege do pecado. A Palavra de Deus é poderosa. Ela despede chamas de fogo e faz tremer o deserto. Ela é viva, irresistível e vitoriosa. 



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 9 de junho de 2021

MOMENTO DA PALVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


8 INIMIGOS DO DIÁLOGO CONJUGAL (PARTE 2)



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Depois tornarão os filhos de Israel, e buscarão ao Senhor seu Deus, e a Davi, seu rei; e temerão ao Senhor, e à sua bondade, no fim dos dias.

 

VÍDEO DO DIA - Voices - Faça Um Teste (Grandes Encontros MK 30 Anos)

Voices - Faça Um Teste (Grandes Encontros MK 30 Anos) 




 

PÃO DIÁRIO - 10/06/2021 - Sabedoria

 


Sabedoria

Não havendo sábia direção, cai o povo, mas na multidão de conselheiros há segurança. —Provérbios 11:14

A descrição on-line do livro Sabedoria das Multidões (Record, 2006) relata que: “Neste livro fascinante, o colunista de negócios nova-iorquino James Surowiecki explora uma ideia aparentemente simples: Grandes grupos de pessoas são mais inteligentes do que uma pequena elite, não importa o quão brilhante — são melhores na resolução de problemas, promovendo inovação, tomando decisões sábias e até prevendo o futuro.”
O autor usa uma variedade de coisas, que vão desde a cultura pop à política, para apresentar um pensamento básico: na maioria das vezes, a multidão acerta. É uma teoria interessante, mas que provavelmente só entraria em debate durante anos eleitorais ou quando o concorrente favorito de alguém fosse eliminado de um reality show.
Embora a Bíblia esclareça que a sabedoria das multidões pode não ser confiável e pode ser perigosa (Mateus 7:13-14), há outra maneira em que a sabedoria coletiva pode ser útil. No livro de Provérbios 11:14, lemos: “Não havendo sábia direção, cai o povo, mas na multidão de conselheiros há segurança.” Um dos benefícios do corpo de Cristo é o fato de podermos ajudar uns aos outros — em parte ao trabalharmos juntos para buscar a sabedoria divina. Quando nos unimos para buscar os propósitos de Deus, encontramos a segurança em Sua provisão para cada um e recebemos a Sua sabedoria para os desafios da vida.
— Bill Crowder

Leia: 1 Coríntios 1:18-25 


Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 46-48;Atos 28


Considere: Buscamos melhor a sabedoria de Deus quando a buscamos unidos.

MESMO EMPENHO, MAS NEM SEMPRE O MESMO DESEMPENHO


            Os filhos, mesmo nascendo do mesmo ventre e sendo gerados pelos mesmos pais, não são iguais. Cada um tem suas peculiaridades. Para educá-los precisamos adotar os mesmos princípios, mas nem sempre usar os mesmos métodos. O que pode ser pesado demais para um, pode ser leve demais para outro. Comparar os filhos, portanto, é uma atitude imprudente. Exigir dos filhos o mesmo desempenho pode tornar-se uma tirania. Por exemplo: Dois filhos estudam na mesma classe e fazem prova da mesma matéria, no mesmo dia. Um tira dez e o outro sete. Pode ser que aquele que tirou sete tenha estudado mais do que aquele que tirou dez. É que eles têm capacidades diferentes e habilidades distintas. Então os pais podem exigir deles o mesmo empenho, mas nunca o mesmo desempenho. Aliás, comparar os filhos é sempre uma atitude perigosa, porque essa postura, longe de construir pontes de amizade entre os filhos, levanta muros de separação.


            Não resta dúvidas que a disputa gera ciúmes e inveja. Privilegiar um filho em detrimento a outro pode abrir feridas profundas na alma e deixar sequelas permanentes. Os pais devem tratar os filhos com a mesma firmeza e doçura. Devem educá-los sob os mesmos princípios e com os mesmos valores. Porém, devem respeitar a individualidade dos filhos e observar suas peculiaridades. Os pais devem usar as mesmas normas, mas nem sempre os mesmos métodos.


            É oportuno lembrar aqui a atitude errada de Isaque e Rebeca com respeito à criação de seus filhos Esaú e Jacó. O pai amava mais o primogênito e a mãe mais o caçula. Essa preferência dos pais, acabou afastando Isaque de Rebeca e jogando um filho contra o outro. Todos saíram perdendo. Feridas foram abertas. Mágoas foram alimentadas. Distanciamento foi imposto. É digno de nota que o mesmo erro foi cometido mais tarde por Jacó. Ele amava mais a José do que aos seus outros filhos. Isso alimentou ódio no coração dos demais filhos de Jacó por José, culminando em sua venda como um escravo para o Egito. É claro que Deus transformou esse mal em bem, mas toda a família sofreu durante mais de duas décadas as consequências desse desvario.


            É preciso dizer, com diáfana clareza, que o nosso lar precisa ser um canteiro fértil para se cultivar a amizade nos relacionamentos e não a hostilidade. Embora sendo nós diferentes uns dos outros, somos uma só família. A despeito de nossas fraquezas, precisamos amar uns aos outros. Por causa dos nossos flancos vulneráveis, precisamos proteger uns aos outros. A família precisa ser um lugar de aceitação e acolhimento. Um lugar de enfrentamento e encorajamento. Precisamos ter a dureza do diamante e a sensibilidade da seda. Precisamos confrontar em particular e defender em público. Precisamos amar e perdoar. Advertir e consolar. Conduzir e restaurar.


            Como pais, precisamos conhecer os nossos filhos. Precisamos abrir avenidas de comunicação com eles, a fim de auscultar suas alegrias mais doces e suas tristezas mais doídas. Precisamos ser amigos de nossos filhos, a fim de que encontrem em nós um porto seguro na hora de suas crises mais medonhas. Precisamos dar aos nossos filhos não apenas o melhor desta terra, mas oferecer-lhes também as iguarias do céu. Precisamos pregar para eles e interceder por eles. Precisamos trazer Deus para os nossos filhos e conduzi-los a Deus por meio da oração.


            Oh, que Deus nos ajude a cuidar de nossa casa com santo zelo e ternura. Que jamais falte em nosso coração a disposição para amar. Que jamais falta em nossos lábios palavras de alento. Que jamais falte em nossas mãos a prontidão para ajudar. Que jamais falta em nossas ações a resolução de socorrer. Que jamais falte em nossos planos uma entrega incondicional a Deus, para que ele cumpra em nós o seu querer e faça de nós um instrumento em suas mãos, a fim de sermos um exemplo e uma bênção dentro do nosso lar.


Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 7 de junho de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

8 INIMIGOS DO DIÁLOGO CONJUGAL (PARTE 1)




 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

Isaías 9:6

VÍDEO DO DIA - Elaine Martins DVD Ao Vivo

Elaine Martins DVD Ao Vivo



 

PÃO DIÁRIO - 08/06/2021 - Muito abençoado


Muito abençoado

Rendam graças ao Senhor por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens! —Salmo 107:8

No meu trajeto diário de ida e volta do escritório, tenho tempo de sobra para ler — isto é; adesivos em carros. Alguns são grosseiros, outros inteligentes e outros ainda absolutamente de mau gosto. Um adesivo que vi recentemente, no entanto, desafiou gentilmente o meu coração sobre a maneira que muitas vezes vejo a vida. O adesivo simplesmente dizia: “Abençoado demais para reclamar.”
Preciso confessar que me senti culpado à medida que ponderava nessas palavras. Muitas vezes me pego lamentando os momentos na vida que não acontecem do meu jeito, ao invés de concentrar-me nos presentes maravilhosos que meu Pai celestial me deu. Ler essa simples mensagem naquele dia renovou o meu compromisso para ser mais ativo e intencionalmente agradecido, pois o meu Deus tem sido bom para mim em mais maneiras do que eu jamais poderia imaginar.
O Salmo 107 é uma canção que procura corrigir o pensamento ingrato. O salmista (que muitos pensam ser o rei Davi) faz um apelo aos corações que se esfriaram com ingratidão, repetindo quatro vezes: “Rendam graças ao Senhor por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (vv.8,15,21,31). Mesmo nos piores momentos, temos muito a agradecer. Que possamos aprender a agradecer a Deus por Sua bondade conosco!
— Bill Crowder

Leia: Salmo 107:1-8

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 35-36;Atos 25

Considere: Não precisamos de mais para ser gratos, precisamos apenas ser mais gratos.

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais ansiosos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premedit...