segunda-feira, 7 de junho de 2021

PÃO DIÁRIO - 08/06/2021 - Muito abençoado


Muito abençoado

Rendam graças ao Senhor por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens! —Salmo 107:8

No meu trajeto diário de ida e volta do escritório, tenho tempo de sobra para ler — isto é; adesivos em carros. Alguns são grosseiros, outros inteligentes e outros ainda absolutamente de mau gosto. Um adesivo que vi recentemente, no entanto, desafiou gentilmente o meu coração sobre a maneira que muitas vezes vejo a vida. O adesivo simplesmente dizia: “Abençoado demais para reclamar.”
Preciso confessar que me senti culpado à medida que ponderava nessas palavras. Muitas vezes me pego lamentando os momentos na vida que não acontecem do meu jeito, ao invés de concentrar-me nos presentes maravilhosos que meu Pai celestial me deu. Ler essa simples mensagem naquele dia renovou o meu compromisso para ser mais ativo e intencionalmente agradecido, pois o meu Deus tem sido bom para mim em mais maneiras do que eu jamais poderia imaginar.
O Salmo 107 é uma canção que procura corrigir o pensamento ingrato. O salmista (que muitos pensam ser o rei Davi) faz um apelo aos corações que se esfriaram com ingratidão, repetindo quatro vezes: “Rendam graças ao Senhor por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (vv.8,15,21,31). Mesmo nos piores momentos, temos muito a agradecer. Que possamos aprender a agradecer a Deus por Sua bondade conosco!
— Bill Crowder

Leia: Salmo 107:1-8

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 35-36;Atos 25

Considere: Não precisamos de mais para ser gratos, precisamos apenas ser mais gratos.

VENCENDO A TRISTEZA PELA TERAPIA DA PALAVRA DE DEUS





            O SALMO 119 é o maior Salmo da Bíblia. Seu foco principal é a excelência da palavra de Deus como conte
údo de nossa fé, como fonte de nosso consolo e como remédio para nossos males. Neste Salmo, o cantor sacro abre sua alma e fala de suas tristezas e como triunfar sobre elas.


            Em primeiro lugar, as lágrimas da alma podem ser estancadas pelo fortalecimento da palavra de Deus (Sl 119.28). “A minha alma, de tristeza, verte lágrimas; fortalece-me segundo a tua palavra”. Há momentos em que as torrentes de lágrimas que brotam de nossa alma são mais copiosas do que as torrentes que vertem dos nossos olhos. A tristeza não apenas abate o rosto, mas também entristece a alma. O remédio para essa tristeza não é encontrado nas terapias humanas nem nos rituais religiosos, mas no fortalecimento procedente da palavra de Deus.


            Em segundo lugar, as angústias do crente são curadas pela vivificação da palavra de Deus (Sl 119.50). “O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica”. O salmista não tem receio de admitir sua angústia. Ele está amassado por sentimentos avassaladores, atordoado por circunstâncias medonhas e atribulado por uma angústia esmagadora. Onde encontrar consolo? Para onde correr nessa hora? O autor sacro encontrou consolo e vivificação na palavra de Deus.


            Em terceiro lugar, a angústia faz perecer, mas a palavra de Deus traz prazer (Sl 119.92). “Não fosse a tua lei ter sido o meu prazer, há muito já teria eu perecido na minha angústia”. A angústia que nos assola, por vezes, é tão cruel que pensamos que não vamos aguentar. É como um tsunami que nos engole sem que consigamos reagir às ondas gigantescas. Onde encontrar prazer, quando a vida parece só mostrar sua carranca para nós? Onde encontrar um porto seguro para encorar nossa alma assolada pelos vendavais da vida? Onde beber as delícias da alegria, quando tudo o que sorvemos na vida é o cálice amargo da dor? O salmista, com entusiasmo, confessa que não fora a lei de Deus ter sido o seu prazer, ele teria sucumbido há muito tempo à sua angústia. Ó que poder terapêutico tem a palavra de Deus! Ó que consolo bendito ela traz à alma aflita!


            Em quarto lugar, a aflição superlativa deve levar-nos a uma súplica urgente (Sl 119.107). “Estou aflitíssimo; vivifica-me, Senhor, segundo a tua palavra”. O salmista é um homem de Deus, mas não tem imunidade especial. Ele anda com Deus, mas não é poupado das dores naturais dos mortais. Ele não esteve muito aflito no passado remoto nem estará aflitíssimo num futuro distante. Ele está aflitíssimo agora. Enquanto escreve, seu coração está apertado pela dor, sua alma está gemendo de aflição e seus olhos são fontes de onde escorrem lágrimas amargas. Sua súplica é urgente. Mas ele não recorre a homens, mas ao Senhor da aliança. Não busca os recursos da terra, mas invoca a vivificação que emana do céu. O reavivamento que anseia é rogado ao Senhor e procede do Senhor. A fonte desse reavivamento é a palavra de Deus. A restauração é segundo a palavra de Deus e não segundo a diretrizes humanas.


            Em quinto lugar, a aflição escraviza, mas a lei de Deus traz esperança (Sl 119.153). “Atenta para a minha aflição e livra-me, pois não me esqueço da tua lei”. O salmista, inobstante não se esquecer da lei de Deus, está aflito. A vida cristã não é uma estufa espiritual nem uma bolha que nos esconde das aflições deste mundo. O povo de Deus está sujeito às vicissitudes comuns dos mortais. Eles bebem, também, as porções amargas da providência carrancuda. Nessas horas, devemos clamar ao Senhor para observar nossa aflição e ainda pedir a ele livramento de nossas dores. O argumento usado pelo salmista para estadear seu pleito diante de Deus é que ele não se esquecia da lei do Senhor. Nas suas aflições, não ergueu seus punhos contra Deus como fez a mulher de Jó nem virou as costas para Deus como fez a mulher de Ló. Ao contrário, reavivou ainda mais sua memória para guardar a palavra de Deus. Ó que Deus nos ajude a ter a mesma experiência do salmista: “Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço” (Sl 119.165).


Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 6 de junho de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia




No coração dos que maquinam o mal há engano, mas os que aconselham a paz têm alegria.

Provérbios 12:20

VÍDEO DO DIA - OUSADO AMOR + ESPONTÂNEO - RECKLESS LOVE | RAFAEL BICUDO | EDIFICANDO ADORADORES


OUSADO AMOR + ESPONTÂNEO -

 RECKLESS LOVE | RAFAEL BICUDO | EDIFICANDO ADORADORES


 

PÃO DIÁRIO - 07/06/2021 - As regras do desvencilhar


As regras do desvencilhar

Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu… —Mateus 13:5

Uma pequena área do meu jardim parecia simplesmente não funcionar. A grama sempre parecia escassa nesse ponto, indiferente do quanto eu regasse.
Portanto, certo dia finquei uma pá neste pedaço problemático do meu jardim e descobri o problema: Logo abaixo da superfície havia uma camada de pedras de cerca de sete centímetros de profundidade. Substitui as pedras por um solo rico no qual as novas sementes poderiam se enraizar.
Jesus falou sobre sementes e solos. Em uma parábola no livro de Mateus 13 sobre o que acontece quando a semente do evangelho é semeada em vários tipos de terreno, Ele afirmou que as sementes que caem em pedras e não há “terra bastante” crescem rapidamente, mas, em seguida, queimam com o sol (vv.5-6). Ele se referia a alguém que ouvira e recebera o evangelho, mas em cuja vida a mensagem não se enraizara. Quando as dificuldades chegam, esta pessoa — que não é um verdadeiro cristão — cai.
Podemos ser bem agradecidos pelas palavras de Jesus que concluem esta parábola: “…o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica…” (v.23). Que lembrete útil — o privilégio e a responsabilidade acompanham a nossa salvação.
Louve a Deus pela semente do evangelho e pelo solo de crescimento espiritual.
— Dave Branon

Leia: Mateus 13:1-9 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 40-42;Atos 27:1-26

Considere: Um coração aberto a Deus é o solo no qual a semente da Sua Palavra pode florescer.

O EXTRAORDINÁRIO PODER DE JESUS


            O evangelista Marcos registra, com retórica irretocável, nos capítulos 4 e 5 de seu evangelho, a singularidade da pessoa de Jesus e a magnitude excelsa de seu poder. Vamos, aqui, destacar quatro aspectos desse poder singular:


            Em primeiro lugar, o poder de Jesus sobre a natureza (Mc 4.39-41). Os discípulos estavam enfrentando uma tempestade borrascosa no Mar da Galileia. Baldados todos os esforços, recorreram a Jesus, num tom de censura: “Mestre, não te importa que pereçamos?”. Jesus, com autoridade absoluta, repreendeu o vento e disse ao mar: “Acalma-te, emudece! O vento aquietou-se, e fez-se grande bonança. Sendo Jesus, o criador do universo, ele tem poder sobre a natureza. Ele manda e o sol cessa o seu percurso. Ele ordena e as estrelas aparecem. Ele dá uma ordem e o vento se acalma. Ao comando de sua palavra o mar se encolhe. Sua ordem não pode ser contestada. Seu poder não pode ser desafiado. Ele tem toda autoridade sobre as leis da natureza.


            Em segundo lugar, o poder de Jesus sobre os demônios (Mc 5.8). Jesus e seus discípulos chegam em Gadara, região gentílica, composta por dez cidades. Ali havia um cemitério, onde vivia um homem nu, ferindo-se com pedras, furioso, gritando alucinadamente, possesso de uma legião de demônios. Uma legião é uma corporação romana, composta de seis mil soldados. Jesus liberta aquele homem do poder dos demônios, devolve-lhe a sanidade mental. Transforma-o e envia-o de volta à sua família, a fim de contar tudo quanto o Senhor havia feito por ele. Os demônios estão debaixo da autoridade de Jesus. Sob a ordem de Jesus, eles precisam bater em retirada. O mesmo Jesus que é o libertador dos cativos é o atormentador dos demônios.


            Em terceiro lugar, o poder de Jesus sobre as enfermidades (Mc 5.28,29). Uma mulher anônima esgueira-se no meio da multidão que aperta Jesus, enquanto o Senhor caminhava para a casa de Jairo. Ela estava sofrendo a doze anos de uma hemorragia. Os médicos já haviam desistido de seu caso. Seus recursos já haviam se esgotado na busca de um tratamento eficaz. Então, ela pensou: “Se eu apenas tocar na orla de suas vestes, eu ficarei livre do meu mal”. Ela tocou nas vestes de Jesus e imediatamente a hemorragia foi estancada. Jesus demonstrou seu poder sobre as enfermidades. Por seu poder os cegos viram, os mudos falaram, os surdos ouviram, os coxos andaram, os leprosos foram purificados e até os mortos ressuscitaram. Para Jesus não tem doença incurável. Ele é o médico onipotente que sara todas as nossas enfermidades.


            Em quarto lugar, o poder de Jesus sobre a morte (Mc 5.41,42). Enquanto Jesus caminhava para a casa de Jairo para curar sua filha única de doze anos, vieram alguns de sua casa, dizendo que sua filha acabara de morrer. Jesus, sem se abalar, disse a Jairo: “Não temas, crê somente”. Ao entrar na casa de Jairo, Jesus disse à menina morta: “Menina, eu te mando, levanta-te”. Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar. Jesus demonstrou que ele tem poder sobre a morte. Na verdade, Jesus venceu a morte e arrancou seu aguilhão. A morte foi tragada pela vitória. A morte, mesmo sendo o rei dos terrores e o último inimigo a ser vencido, já não tem mais a última palavra. Jesus matou a morte, ressuscitando e inaugurando a imortalidade. Ele é a ressurreição e a vida e todo aquele que nele crê, nunca mais morrerá eternamente.


            Jesus não apenas tem poder sobre a natureza, os demônios, as enfermidades e a própria morte, mas ele tem, também, todo poder e toda autoridade nos céus e na terra. Ele está assentado no trono e tudo faz conforme lhe apraz. Ele tem as rédeas da história em suas mãos e dirige os destinos das nações. Ele levanta reinos e abate reinos. Ele dá a vida e tira a vida. Ele faz descer à sepultura e faz subir. O Senhor empobrece e enriquece, abaixa e também exalta. Não precisamos ficar de cócoras, assombrados, cheios de pavor diante dos perigos da vida. Podemos confiar em Jesus, sabendo que tudo está debaixo do seu controle e o seu poder é absoluto!


Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 5 de junho de 2021

MOMENTOS DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

O PODER DA GRATIDÃO EM TEMPOS DIFICEIS | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;

Mateus 5:9

VÍDEO DO DIA - Gabriela Rocha - Noite de Adoração

Gabriela Rocha - Noite de Adoração




 

PÃO DIÁRIO - 06/06/2021 - Onde achar sabedoria?


Onde achar sabedoria?

Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus… —Tiago 1:5


Sabedoria é a beleza da santidade. Tiago diz que a sabedoria é razoável; flexível; misericordiosa; pacífica; tratável; dada a visitas amigáveis, pequenos atos de cortesia e palavras gentis. É totalmente humilde, transparente, simples, gentil e graciosa (Tiago 3:17).
Onde a sabedoria pode ser encontrada? Ela vem do céu (1:5). Charles Spurgeon escreveu, “Sabedoria é uma beleza de vida que só pode ser produzida pela obra de Deus em nós.”
De vez em quando é bom perguntar: “Estou crescendo em sabedoria?” Afinal de contas, a vida é implacavelmente dinâmica. Estamos nos tornando mais doces e mais sábios à medida que os dias passam, ou tolos e rabugentos mal-humorados. Estamos nos tornando o quê?
Nunca é tarde demais para começar a crescer em sabedoria. Deus nos ama com uma afeição zelosa e intensa que pode nos libertar de nossa insensatez, se nos entregarmos a Ele. Seu amor pode transformar a natureza mais difícil em um milagre de beleza estonteante. Pode doer um pouco e pode demorar um pouco, mas Deus procura incansavelmente por nossa transformação. Quando pedirmos, a Sua sabedoria começará a crescer em nós e a derramar-se para outros.
Nós temos esta promessa: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (1:5).
— David H. Roper


Leia: Tiago 3:13-17 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 37-39;Atos 26

Considere: A verdadeira sabedoria começa e termina com Deus.

SALVA-ME, SENHOR!


            A mais breve oração feita pelo apóstolo Pedro, registrada na Bíblia, foi: “Salva-me, Senhor!” (Mt 14.30). Seu pedido ocorreu no epicentro de uma grande tempestade e imediatamente após demonstrar a mais robusta fé em Jesus. Já passava das três horas da madrugada e os discípulos estavam num barco frágil, no mar da Galileia, varridos de um lado para o outro lado, ao sabor dos vagalhões em fúria. Jesus vem ao encontro deles andando sobre as águas. Eles, tomados de grande medo, gritam em coro: “É um fantasma!”. Jesus, então, acalma-os, dizendo: “Tende bom ânimo. Sou eu. Não tenham medo”. Pedro, impulsivo como sempre, mas, movido pela fé, diz ao Senhor: “Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas”. Jesus respondeu-lhe: “Vem”. E Pedro, sem titubear saltou do barco e passou a andar sobre o mar. De repente, reparando na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: “Salva-me, Senhor!”. Esse pedido veemente, enseja-nos algumas lições:


            Em primeiro lugar, nós podemos orar ao Senhor em qualquer lugar e em qualquer situação. Era de madrugada. O mar da Galileia estava agitado. Pedro estava naufragando. E foi nesse lugar e sob essas circunstâncias que Pedro orou. Ele não estava no templo nem mesmo numa sinagoga. Ele não estava num culto público nem mesmo fazendo uma devocional. Ele orou na hora de seu maior aperto, com seu peito encharcado de medo, quando estava sendo engolido pelas ondas revoltas do mar da Galileia. Podemos orar em qualquer lugar, em qualquer tempo. Podemos orar no templo, em casa, no trabalho, no hospital. Podemos orar nas horas festivas da vida ou quando sentimos o bafo da morte.


            Em segundo lugar, nós podemos fazer a oração mais profunda com poucas palavras. Esta oração de Pedro é uma das mais curtas da Bíblia. Foi feita com senso de urgência e por uma necessidade vital. Com essa mesma laconicidade Neemias orou na presença do rei Artaxerxes (Ne 2.4). Jesus foi categórico ao ensinar: “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidades, antes que lho peçais” (Mt 6.7,8).


            Em terceiro lugar, nós podemos em poucas palavras fazer uma oração assaz abrangente. A oração de Pedro: “Salva-me, Senhor!” foi abrangente. Para um homem que estava afundando, o pedido foi pessoal e específico. O próprio Pedro quando foi alertado por Jesus, que Satanás estava requerendo-o para ser peneirado, poderia ter orado: “Salva-me, Senhor!”. O mesmo Pedro depois de ter negado a Jesus três vezes, ao sair da casa do sumo sacerdote, com os olhos molhados de lágrimas e o coração encharcado de vergonha, deveria ter orado: “Salva-me, Senhor!”. Esta oração deve estar em nossos lábios nas horas de aperto, quando a morte nos mostra a sua carranca ou quando o diabo, no seu multiforme arsenal de tentação, nos oferece seus falsos prazeres.


            Em quarto lugar, nós podemos fazer a oração mais breve com o maior senso de urgência. Pedro não escolheu palavras bonitas para orar nem ensaiou um discurso cheio de figuras retóricas como fez o fariseu, que entrou no templo para orar de si para si. Seu clamor foi direto, pessoal e com senso de urgência. Ele estava sendo tragado pelas ondas do mar. A morte estava fazendo careta para ele. Ele não podia salvar a si mesmo. Seus amigos não podiam resgatá-lo desse naufrágio. Por isso, seu pedido de socorro foi breve, claro e urgente. A oração de Pedro nos ensina a sermos específicos e urgentes em nossa oração.


            Em quinto lugar, nós podemos confiar que nossa oração, embora breve, será prontamente atendida pelo Senhor. Pedro orou e Jesus prontamente respondeu. Pedro gritou por socorro e Jesus na mesma hora estendeu-lhe a mão. Pedro estava perecendo e Jesus imediatamente o salvou. Pedro estava sendo engolido pelo mar revolto e na mesma hora Jesus o colocou salvo e seguro no barco. Se o mar de sua vida está encapelado, clame a Jesus! Se a morte parece encurralar você, ore: “Salva-me, Senhor!”.


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos.

Lucas 11:1

VÍDEO DO DIA - Elaine Martins - Elaine Martins 20 Anos Ao Vivo


Elaine Martins - Elaine Martins 20 Anos Ao Vivo 



 

PÃO DIÁRIO - 05/06/2021 - Boas-vindas a todos!

 

Boas-vindas a todos!

…O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração. —1 Samuel 16:7

Um projeto de embelezamento na estrada principal da minha cidade levou à demolição de uma igreja construída em 1930. Embora as janelas da igreja vazia tivessem sido removidas, as portas permaneceram no local durante vários dias, mesmo quando as escavadeiras começaram a derrubar as paredes. Cada jogo de portas ao redor da igreja tinha uma mensagem escrita em letras de forma gigantes, laranja-fluorescente: Afaste-se!
Infelizmente, algumas igrejas cujas portas estão abertas transmitem a mesma mensagem aos visitantes, cuja aparência não corresponde aos seus padrões. Não são necessárias letras gigantes fluorescentes. Com um único olhar de desaprovação, algumas pessoas comunicam: “Você não é bem-vindo aqui!”.
É óbvio que a aparência exterior das pessoas não é um indicador do que está em seus corações. A atenção de Deus direciona-se para a vida interior das pessoas. Ele olha o coração sob a aparência de alguém (1 Samuel 16:7) e é isso que Ele deseja que também façamos. Deus também conhece os corações daqueles que parecem ser “justos”, mas são “cheios de hipocrisia” em seu interior (Mateus 23:28).
A mensagem de boas-vindas de Deus, que devemos mostrar aos outros, é clara. Ele diz a todos que o buscam: “…Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas…” (Isaías 55:1).
— Cindy Hess Kasper

Leia: Isaías 55:1-9

Examine: A Bíblia em um ano: Jó 34-35;Atos 15:1-21

Considere: Ninguém saberá o significado de “Deus é amor”, a menos que você o demonstre.

DISCIPLINA, COMO NEGOCIAR O NEGOCIÁVEL


Disciplina é uma palavra fora de moda no mundo pós moderno. Predomina hoje a liberdade sem fronteiras. A pós-modernidade, sustentada pelo tripé da pluralização, privatização e secularização, ensina que não existe um padrão de conduta absoluto e que cada um deve escolher o seu modo de viver sem ter que dar satisfação de suas escolhas. A disciplia seria uma agressão à individualidade, uma intromissão ao mundo particular, indevassável e não compartilhado. A lei básica que prevalece hoje é: faça o que lhe dá prazer, o que é importante é você se sentir bem. É proibido proibir. Cada um deve escolher o que melhor lhe agrada sem a interferência de quem quer que seja. Se não existem limites claros sobre o que é certo e errado; se não existem valores absolutos; se tudo é relativo, então, a disciplina deve ser aposentada como um expediente arcaico para o tempo pós-moderno.


O resultado dessa cosmovisão é a anarquia, a licenciosidade e a confusão moral. A sociedade moderna está falida moralmente. A família está como um barco à deriva num mar tempestuoso. Os pais estão perdidos, perplexos e confusos vendo a família naufragar. Os filhos, sem parâmetros e balizas orientadoras de disciplina, estão se rendendo à uma licenciosidade perigosa, capitulando-se à devassidão. Choramos as consequências, mas não diagnosticamos as causas. Combatemos os resultados da crise, mas não lutamos contra as causas geradoras da crise. Não enxergamos com clareza os princípios que estão por trás das ações. A questão básica é que não apenas a verdade é atacada, mas os pressupostos da verdade foram abalados. Emanuel Kant, no seu livro A crítica da razão pura questionou a verdade antitética, afirmando que não há verdade absoluta. Kierkegaard, o pai do existencialismo moderno afirmou que a verdade é subjetiva. Hegel, o filósofo ditador da Alemanha, com sua dialética, disse que tudo é relativo. Se assim é, não há espaço para se crer em Deus nem muito menos na sua Palavra. John Locke afirmou que o homem é produto do meio, negando assim, a inclinação para o mal que está dentro do nosso coração. Jean Jacques Rousseau, dizia que o homem é bom por natureza, por isso não há necessidade de correção. Charles Darwin, negava a verdade de que o homem foi criado por Deus e que só os mais fortes e espertos sobreviveriam. Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, pontuava que a repressão é o gênese de todas as neuroses, por isso a disciplina está na contra-mão da vida saudável. Augusto Comte, o pai do Positivismo, dizia que a sociedade perfeita viria com a educação das massas. O homem não precisa de Deus, precisa de educação. Ora, todos esses afluentes filosóficos desaguaram no mar da confusão e da libertinagem. Temos uma socieade confusa, perdida moralmente, atolada no pântano de seus muitos prazeres, mas destruída pelas drogas deletérias, pelos vícios degradantes, pela sexualidade desregrada e sem freios.


Mais do que nunca a bandeira da verdade de Deus deve ser levantada. A falta de disciplina traz corrupção. Onde não há limites, onde não há lei, o povo se degrada. Por isso, a disciplina se faz necessária, porque todos nós temos uma inclinação para o mal. Temos a semente do pecado dentro de nós. A estultícia está ligada ao coração da criança. A falta de disciplina traz vergonha e desgraça. A disciplina deve ser preventiva e interventiva. Deve ser firme e amorosa. Deve ser clara e justa. Deve ser bíblica em sua essência para buscar sempre a correção e a restauração do faltoso. Assim, entendemos que disciplina não é nem repressão patológica nem castigo, mas um ato de amor.


A questão básica é saber distinguir o que é inegociável e o que é negociável. Muitos pais engolem um camelo e coam um mosquito. Brigam por coisas banais e toleram aberrações. Já no quinto século, Agostinho dizia que um pai deve educar um filho vinte anos antes dele nascer. Primeiro, devemos ser disciplinados para depois exercermos com coerência e consistência a disciplina bíblica. O que podemos tolerar? Onde podemos fazer concessão? Os pais jamais devem abrir mão de valores absolutos da Palavra de Deus. Há coisas que são supra culturais, são princípios eternos de Deus em qualquer tempo e em qualquer lugar. Pecado é pecado em qualquer tempo, em qualquer cultura. Transigir com esses princípios, aceitar o que Deus proíbe, aplaudir o que Deus abomina, amar o que Deus rejeita é insensatez. Por outro lado, há o risco de super valorizar o que Deus não proíbe. Muitos pais caem nesse extremo do legalismo, do farisaísmo, impondo sobre os filhos regras e mais regras, fardos e mais fardos, oprimindo suas vidas com mandamentos de homens, com hábitos e costumes que não possuem nenhuma fundamentação na Palavra de Deus. Essa atitude repressiva e opressora produz uma geração doente emocionalmente e fraca espiritualmente.


Não existe nenhuma cultura sagrada e pura. Todas elas estão contaminadas pelo vírus do pecado. Não é a cultura que determina o que é santo e profano, o que é certo e errado, mas a Palavra de Deus. Seremos julgados não segundo os preceitos e regras da nossa cultura, mas segundo o escrutínio da Palavra de Deus. Os fariseus eram legalistas, davam mais valor a preceitos de homens do que aos princípios das Escrituras. Viviam mais preocudos com a aparência diante dos homens do que com a piedade diante de Deus. Estavam mais interessados em arrancar aplausos dos homens do que receber a aprovação de Deus. Negociavam o inegociável e eram intransigentes com o negociável. Por fora, eram lindos; por dentro, podres. Há muitos pais que não sabem distinguir o que é essencial e o que é secundário. Não sabem dialogar, não sabem ceder, não sabem fazer concessões naquilo que é negociável. Mantém suas regras e perdem seus filhos. Deixam intactos seus preceitos e arrebentam com a família. Mais do que nunca os pais precisam estar perto dos filhos, precisam ser amigos dos filhos. As pressões que os filhos enfrentam hoje são descomunais. As armadilhas são mortíferas. A sedução do prazer é avassaladora. Se o lar não for um quartel general, um lugar de refúgio, um abrigo contra o temporal, os jovens não resistirão. Os pais precisam investir nos filhos, gastar tempo com os filhos. Nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Os filhos não precisam tanto de conforto, mas de amor. Precisam não de presentes, mas de presença. Precisam não de censura, mas de compreensão e disciplina amorosa.


A águia tem muito para nos ensinar sobre a disciplina dos filhos. Ela, como pedagoga de Deus, nos dá vários princípios fundamentais, dignos de ser observodos:


1. Coloca o ninho dos seus filhos longe dos predadores 

– A águia não constrói o ninho dos seus filhos perto dos predadores. Ela busca os lugares altaneiros para ali colocar o ninho dos filhos. Muitos pais perdem os filhos, porque colocam o ninho deles perto de feras perigosas. Como Ló, armam suas tendas para as bandas de Sodoma e Gomorra. Davi, mesmo sendo o homem segundo o coração de Deus, mesmo tendo vencido um urso, matado um leão, derrotado um gigante, conquistado um reino, acumulado riquezas, e se tornado um homem de sucesso e fama internacional, perdeu os seus filhos dentro de casa. No ninho do rei havia uma víbora peçonhenta, chamado Jonadabe, que deu um conselho maligno para Amnom. Ele violentou a sua própria irmã. Mais tarde Absalão matou Amnon, conspirou contra o seu pai e foi morto. Salomão, quando assumiu o reinado, matou seu irmão Adonias. Houve estupro, assassinato, conspiração, derramamento de sangue na casa de um homem de Deus, porque ele construiu o ninho de seus filhos perto dos predadores. Pai e Mãe, onde vocês estão contruindo o ninho dos seus filhos? Onde estão os seus filhos? Quem são os conselheiros de seus filhos? Quem frequenta a sua casa com os seus filhos?


2. A águia ensina os seus filhos pelo exemplo

 – Muitos pais fracassam na disciplina dos filhos, porque ensinam uma coisa e praticam outra. Os filhos não vêem coerência na vida dos pais. Quando o filhote da águia está na hora de sair do ninho, ela começa a voejar sobre o ninho, mostrando-lhe a necessidade de sair para as aventuras da vida. A Bíblia diz que os pais devem ensinar a criança não o caminho em que ela quer andar, nem mesmo o camino em que ela deve andar, mas no caminho em que ela deve andar. Ensinar o caminho é algo teórico, ensinar no caminho é uma lição de vida.


3. A águia aplica disciplina adequada aos filhos na hora certa – Quando o filhote da águia não obedece o comando para voar, e mesmo diante do exemplo se nega a sair do ninho, ela então, remove toda a penugem do ninho e deixa apenas os espinhos e ferpas pontiagudas para acicatar o filhote. Tem hora que a única linguagem que os filhos entendem é a voz da disciplina. Há muitos pais que estragam seus filhos, hiper-protegendo-os. A disciplina é ato de amor. Ela visa o amadurecimento do filho. Ela produz fruto de justiça.


4. A águia vai às últimas consequências para disciplinar e discipular os filhos 

– Quando o filhote se recusar até mesmo a atender o expediente da disciplina, a águia toma uma medida radical. Ela pega o filhote do ninho com as suas possantes garras e arroja-o das alturas para o chão. Ele que nunca voou sozinho, cai de ponta cabeça, desesperado; e ela deixa. Quando o filhote está para espatifar-se ao chão, ela o toma novamente e o leva de volta para as alturas e novamente o arroja de lá. E faz isso, duas, cinco, dez vezes, até que o filhote aprende a voar sozinho. A lei da águia é: meu filho tem que ser meu discípulo. A águia não desiste do filho. Precisamos aprender essa lição: Não podemos abrir mão dos nossos filhos. Eles são filhos da promessa. Eles são herança de Deus. Não geramos filhos para a morte, não geramos filhos para povoar o inferno. Nossos filhos são presente de Deus. Devemos amá-los, discipliná-los, orar com eles, por eles, chorar por eles e jamais abrir mão deles, até que Deus os restabeleça e faça deles uma bênção, uma coroa de glória na sua mão!



Rev. Hernandes Dias Lopes.



quinta-feira, 3 de junho de 2021

MOMENTOS DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Não Desista, Deus vai te dar muito mais do que você Sonhou

 | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia 


Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e da tua mão, ó rei.


VÍDEO DO DIA - Bruna Karla - Creio - Ao Vivo

Bruna Karla - Creio - Ao Vivo 



 

PÃO DIÁRIO - 04/06/2021 - Construção de estrada

 

Construção de estrada

…libertados da lei […] de modo que servimos em novidade de espírito… —Romanos 7:6


Onde moramos, nós brincamos que temos duas estações: inverno e construção de estradas. Os invernos rigorosos danificam as superfícies das estradas, e as equipes de reparos começam o seu trabalho logo que o gelo derrete e o solo degela. Embora chamemos este trabalho de “construção”, o que eles fazem parece “destruição”. Às vezes, remendar os buracos não é opção. É preciso reconstruir a antiga estrada.
Sentimos isso quando Deus age em nossas vidas. Por todo o Antigo Testamento, Deus disse ao Seu povo para esperarem por uma grande renovação no caminho entre Ele e o povo (Isaías 62:10-11; Jeremias 31:31). Quando Deus enviou Jesus, para os judeus pareceu como se o caminho deles para chegar a Deus estivesse sendo destruído. Mas Jesus não estava destruindo nada. Ele estava completando (Mateus 5:17). O antigo caminho, pavimentado com leis tornou-se um caminho novo pavimentado com o amor sacrificial de Jesus.
Deus ainda está agindo, substituindo os antigos caminhos do pecado e legalismo pelo caminho de amor que Jesus completou. Quando Ele remove nossa antiga maneira de pensar e agir, pode nos parecer como se tudo o que nos fosse familiar estivesse sendo destruído. Mas Deus não está destruindo nada, Ele está construindo um caminho melhor. E podemos confiar que o resultado final será de relacionamentos mais tranquilos com os outros e um relacionamento mais íntimo com Ele.
— Julie Ackerman Link

Leia: Jeremias 31:31-34 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 33-34;Atos 24

Considere: Com frequência, a perturbação precede o progresso espiritual.

QUANDO SOMOS OS TERAPEUTAS DE NOSSA PRÓPRIA ALMA


“Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu” (Sl 42.5,11; 43.5).


            O versículo em epígrafe é citado três vezes no Salmo 42 e 43. Essa repetição ocorre por causa da ênfase que o salmista quer dar à necessidade de sermos os terapeutas de nossa própria alma. O contexto dos dois salmos é de um cantor do templo que está exilado no norte de Israel, privado do culto público, sem desfrutar das alegrias da adoração e dos louvores na Casa de Deus. O salmista tem plena consciência de que Deus é a sua alegria mais excelente (Sl 43.4). No exílio amargo, cravejado por setas venenosas, de inimigos cruéis, que o ferem com sua língua afiada, questionando sua confiança em Deus e afirmando que nem mesmo Deus pode livrá-lo, o salmista se alimenta das lembranças de como liderava o povo de Deus nas procissões festivas rumo à Jerusalém, com o propósito de adorar a Deus.


            É nessa conjuntura que, numa conversa diante do espelho, num solilóquio profundo, o salmista confronta sua própria alma, advertindo-a a não ficar abatida, mas prometendo louvar a seu Deus, o seu verdadeiro auxílio. Este episódio, enseja-nos cinco lições preciosas:


            Em primeiro lugar, devemos ser terapeutas de nossa própria alma quando nos vemos privados do culto público. O autor desses dois Salmos estava no exílio, banido de Jerusalém, longe da casa de Deus, privado das festas, cercado por inimigos impiedosos e por circunstâncias medonhas. Sua alma estava numa espécie de lock down radical, numa dolorosa querentena. O culto público é fonte de grande alegria. A reunião dos remidos do Senhor, na Casa do Senhor, é tônico para a alma, fortificante para fé e estimulante do amor fraternal. Ser privado do culto público é assaz doloroso. Afastar-se desse privilégio é assaz perigoso. Em vez de rendermo-nos à essa triste situação, devemos advertir nossa alma a não ficar abatida.


            Em segundo lugar, devemos ser terapeutas de nossa própria alma sempre que o abatimento espiritual enfiar em nós as suas garras. É possível passar pelo vale e fazer dele um manancial. É possível os pés estarem no vale e o coração estar no plano. Porém, às vezes, ao sofrermos revezes na vida, e descermos aos vales, nosso coração também desce a esses vales escuros e profundos. É importante ressaltar que não vivemos pelas circunstâncias nem pelos sentimentos. Vivemos pela fé. A voz estridente e mais cortante do que uma faca afiada dos adversários, não deve sangrar-nos até à morte, mas levar-nos ao autoconfronto para exortar a nossa alma a não ficar abatida.


            Em terceiro lugar, devemos ser terapeutas de nossa própria alma sempre que perdemos a serenidade a ponto de ficarmos perturbados. Nossa alma, muitas vezes, é varrida de um lado para o outro, pelos fortes vendavais do medo, da dúvida e da angústia. O salmista além de estar impedido de estar na Casa de Deus era, também, atormentado pelos seus adversários. Uma alma perturbada, inquieta e desassossegada capitula-se à ansiedade e à depressão. Uma alma perturbada tira nossos olhos de Deus para colocá-los da carranca da crise. Converse, portanto, com sua alma. Confronte-a. Não permita que a sua alma habite no território da perturbação.


            Em quarto lugar, devemos ser terapeutas de nossa própria alma, alimentando-a com o eficaz remédio do louvor. O salmista está privado do santuário de Jerusalém, mas sua alma é um santuário, onde Deus habita. O louvor não está restrito apenas a uma geografia ou a uma circunstância. Podemos cantar na prisão, como Paulo e Silas. Podemos cantar no luto como Jó. Podemos cantar na noite da traição como Jesus. O nosso Deus inspira canções de louvor até mesmo nas noites escuras. 


            Em quinto lugar, devemos ser terapeutas de nossa própria alma, relembrando a ela quem é o nosso verdadeiro auxílio. O salmista encontra pouso seguro para sua alma nas tempestades da vida ao afirmar que o seu Deus é o seu verdadeiro auxílio. Os homens podem nos privar de nossa liberdade e até mesmo tirar a nossa própria vida, mas não podem roubar de nós a nossa fé e a nossa confiança inabalável de que o nosso Deus é nosso auxílio na vida, na morte e por toda a eternidade.


Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 2 de junho de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.


Vídeo do dia - Vários Artistas - Raridade - Louvorzão Drive In (Ao Vivo)

Vários Artistas - Raridade - Louvorzão Drive In (Ao Vivo)



 

PÃO DIÁRIO - 03/05/2021 - Mais, mais, mais

 


Mais, mais, mais

…guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui. —Lucas 12:15

Algumas pessoas gostam de fazer compras. Elas têm um desejo eterno de comprar, comprar, comprar. A mania de encontrar a última oferta é mundial. Há enormes shopping centers ao redor do mundo. O aumento nas compras em lojas e on-line revelam que comprar é um fenômeno global.
Comprar pode ser divertido. Certamente, não há nada de errado em tentar encontrar um bom negócio e desfrutar das coisas que Deus nos deu. Mas quando ficamos preocupados em adquirir bens materiais, perdemos o foco.
Jesus desafiou Seus ouvintes com estas palavras: “…Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lucas 12:15). Ele continuou contando uma parábola sobre um homem “Assim é o que entesoura para si mesmo…”, mas não está preocupado com o seu relacionamento com Deus (v.21).
Como podemos aprender a nos contentar com o que temos e não sermos consumidos pela vontade de acumular mais? Aqui estão algumas maneiras: Considere os bens materiais como dádivas de Deus para serem utilizados sabiamente (Mateus 25:14-30). Trabalhe com afinco para ganhar e economizar dinheiro (Provérbios 6:6-11). Doe para a obra do Senhor e aos necessitados (2 Coríntios 9:7; Provérbios 19:17). E lembre-se sempre de ser agradecido e de apreciar o que Deus lhe dá (1 Timóteo 6:17).
— Dennis Fisher

Leia: Lucas 12:13-21 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 31-32;Atos 23:16-35

Considere: Ser rico em Deus é muito melhor do que ser rico em bens materiais.

UM CLAMOR POR MISERICÓRDIA


“Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões” (Sl 51.1).


            O Salmo 51 é o grito de socorro de Davi, depois de ter pecado contra Deus. Davi era um homem de Deus, mas caiu em pecado. Adulterou, mandou matar o marido da mulher e depois casou-se com ela. Jeitosamente tentou esconder o seu pecado. Porém, o que Davi fez foi mau aos olhos do Senhor. Confrontado pelo profeta Natã, Davi reconheceu seu pecado, confessou-o e clamou pela misericórdia divina.


            O versículo em tela, enseja-nos quatro lições:


            Em primeiro lugar, a compaixão divina é baseada em sua benignidade e não em nosso merecimento. O pecado é maligníssimo e indesculpável. Davi pecou deliberadamente contra Deus, contra si mesmo, contra Bate-Seba, contra Urias, contra sua família e contra sua nação. É digno de nota que para pecados deliberados não havia expiação. O pecado é uma afronta a Deus antes de ser um golpe no próximo. O pecado é o maior de todos os males, por nos privar da maior de todas as bênçãos. O pecado nos priva da comunhão com Deus e faz separação entre nós e Deus. Davi não reivindica nada, só roga compaixão. Ele não tem nada a exigir, apenas pleiteia a misericórdia. A confissão de Deus começa com o coração quebrantado. Manifesta-se não nas tentativas de fuga, mas no real enfrentamento da culpa. Davi se estriba na benignidade Deus e não em seus próprios predicados para rogar o perdão divino.


            Em segundo lugar, o pedido de perdão é resultado de um reconhecimento profundo de nossa culpa pessoal. Davi orou e pediu: “Compadece-te de mim, ó Deus…”. Mesmo sendo rei e o maior de toda a monarquia de Israel, mesmo sendo rico e o mais rico do seu reino, mesmo sendo o mais conceituado e valente guerreiro de seu exército, Davi está tomado por uma profunda convicção de pecado. Está consciente de que nada merece. Está profundamente quebrantado por causa de vileza de seu pecado, da enormidade de sua culpa e das trágicas consequências de sua transgressão. Não há perdão onde não há arrependimento e não há arrependimento onde não há profundo reconhecimento de que o pecado cometido é uma afronta a Deus e um atentado contra o próximo. Davi ora, “compadece-te de mim…”.


            Em terceiro lugar, não há nenhuma outra fonte de perdão fora do próprio Deus. Davi recorre a Deus porque sabe que só Deus pode perdoar pecados, aliviar a consciência culpada e restaurar o caído. Nenhuma igreja tem autoridade para perdoar pecados. Nenhum sacerdote pode inocentar o culpado. Nenhuma terapia psicológica pode apagar as manchas do pecado. Nenhum expediente místico pode atenuar a dor provocada pelos verdugos da consciência. Ninguém pode perdoar pecados, exceto Deus. Recorrer a qualquer outra fonte é enganar a si mesmo. Davi confessa seu pecado a Deus e roga sua misericórdia e alcança o perdão e o alívio para sua consciência.


            Em quarto lugar, o perdão dos nossos pecados só é possível por causa da multidão das misericórdias de Deus. As transgressões não podem ser apagadas se Deus fizer apontamento dos nossos pecados. Nossa dívida é impagável. Nosso débito com Deus está além de nossa possiblidade de saldá-lo. Somos devedores. Somos culpados. Não podemos quitar nossa própria dívida. Não podemos romper nossos próprios grilhões. Não podemos limpar as nossas manchas. Não podemos purificar o nosso próprio coração nem apagar nossas transgressões. Porém, quando nos arrependemos e confessamos a Deus os nossos pecados, por causa do sangue de Jesus vertido na cruz e por causa da multidão de suas misericórdias, ele nos perdoa, nos lava, nos restaura. Não fuja de Deus, corra para seus braços. Não esconda suas transgressões, confesse-as e deixe-as. Não acaricie seus delitos, abomine-os e o Deus misericordioso restaurará a sua sorte.


Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 1 de junho de 2021

MOMENTOS DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

ORAÇÃO DA NOITE ESPEREI COM PACIÊNCIA NO SENHOR 

com o Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Alargaste os meus passos debaixo de mim, e não vacilaram os meus artelhos.


vídeo do dia - Davi Sacer - Sobre as Águas (DVD No Caminho do Milagre)

Davi Sacer - Sobre as Águas (DVD No Caminho do Milagre)



 

PÃO DIÁRIO - 02/06/2021 - Arrogância e soberba

 


Arrogância e soberba

…a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço. —Provérbios 8:13


Em Cartas de um diabo ao seu aprendiz, livro escrito por C. S. Lewis, um demônio veterano incita o seu jovem protegido a desviar os pensamentos de um cristão para longe de Deus e concentrar-se nas falhas das pessoas ao seu redor na igreja.
Durante um culto de domingo, me distraí e me irritei com uma pessoa perto de mim que cantava alto, desafinado e estava fora de sincronia durante as leituras em uníssono. Mas quando inclinamos a cabeça para um momento de oração silenciosa, veio-me à mente a ideia de que certamente o Senhor devia estar mais satisfeito com o coração da outra pessoa do que com os sentimentos de julgamento que Ele viu no meu.
Poucos dias depois, eu li o capítulo de Provérbios 8 e fui impactado pelo versículo 13: “…a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço”. Por todo este capítulo, a sabedoria nos convoca a termos um coração compreensivo (v.5) e a encontrar vida e obter o favor do Senhor (v.35). A alternativa é passar pela vida com uma atitude superior, morrendo por dentro durante o processo (v.36).
O orgulho é uma espada que fere a pessoa que o utiliza, e fere também aqueles contra os quais o orgulho é utilizado. A arrogância nos rouba tudo o que Deus deseja nos dar, mas a “…humildade e o temor do Senhor são riquezas, e honra, e vida” (22:4)
— David C. McCasland

Leia: Provérbios 8:12-21 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmos 29-30;Atos 23:1-15

Considere: O orgulho traz vergonha. A humildade traz sabedoria.

VELHICE, TEMPO DE GRANDES DESAFIOS




“Era Josué, porém, já idoso, entrado em dias; e disse-lhe o Senhor: Já estás velho, entrado em dias, e ainda muitíssima terra ficou para se possuir” (Js 13.1).


            Billy Graham, o maior evangelista do século vinte, em seu último livro, “A caminho de casa” disse que a velhice não é para os fracos. Muitos chegam à velhice vencidos pela amargura. Outros, alimentam-se apenas das lembranças do passado sem qualquer perspectiva para o futuro. O profeta Joel, falando da promessa do derramamento do Espírito Santo, disse que os velhos sonhariam (Jl 2.28). Como Calebe, na velhice ainda estariam cheios de vigor para fazer novas conquistas (Js 14.10-15).


            Não basta envelhecer, é preciso envelhecer com propósito. Sem cair no triunfalismo daqueles que batizam essa fase da vida como “a idade de ouro” ou “a melhor idade”, precisamos compreender que a velhice é tempo de testemunho acerca da fidelidade de Deus quanto ao passado bem como de novos e grandes desafios quanto ao futuro. A Escritura promete que mesmo na velhice podemos dar frutos e sermos cheios de serva e verdor (Sl 92.14).


            No texto em tela, vemos Deus falando a Josué sobre a conquista da terra prometida e a passagem enseja-nos três lições importantes:


            Em primeiro lugar, a velhice é uma realidade inegável (Js 13.1a). “… disse-lhe o Senhor: Já estás velho, entrado em dias…”. A vida passa rapidamente. Somos como uma flor que brota e viceja, para em seguida murchar e secar. Nosso vigor se estiola. Nossos braços ficam frouxos e nossos joelhos trôpegos. Nossos olhos ficam embaçados e nossas mãos trêmulas. A velhice é incontornável, a menos que a morte nos colha nos tempos primaveris da vida. Não podemos nos esconder dos anos nem fugir do rigor do tempo que esculpe rugas indisfarçáveis em nosso rosto. O próprio Deus diagnostica a velhice em Josué. Sua velhice era notória a Deus e aos homens. Sua velhice era conhecida no céu e na terra. Precisamos ter consciência de nossa temporalidade. Os anos vêm e vão e nós voamos. Por isso, precisamos remir o tempo e aproveitar as oportunidades que Deus coloca diante de nós. Só temos esta vida para viver. Não podemos desperdiçá-la com futilidades. Deus nos chamou para investirmos em causas de consequências eternas.


            Em segundo lugar, a velhice abre portas para oportunidades incríveis (Jo 13.1b). “… e ainda muitíssima terra ficou para se possuir”. Deus havia dado a Josué os limites da terra a ser conquistada (Js 1.2-4). Porém, os anos se passaram, e a nova geração que nasceu na terra prometida, não conhecia mais a Deus (Jz 2.10,11), muito embora Josué e sua família tivessem permanecendo fiéis (Js 24.15). Em vez de possuir a terra, o povo se enamorou com os deuses da terra. Em vez de triunfar sobre aqueles povos, Israel se misturou com eles, para adorar seus deuses e abandonar a sua fé no Deus vivo. Agora, mesmo Josué vivendo no meio daquela geração ingrata e rebelde, é informado por Deus que resta ainda muita coisa a fazer, uma vez que muitíssima terra ficou para ser conquistada. A velhice não é tempo de vestir um pijama e deitar-se numa cadeira de balanço. A velhice não é tempo de olhar apenas pelas lentes do retrovisor e ficar lembrando de um tempo que não volta mais. A velhice é tempo de novos sonhos, novas conquistas e novas realizações. Abraão começar a caminhar com Deus aos setenta e cinco anos de idade. Calebe estava disposto a conquistar uma montanha aos oitenta e cinco anos de idade. Na velhice temos maturidade e experiência para inspirar as novas gerações. Na velhice ainda temos muitíssima terra para conquistar.


            Em terceiro lugar, a velhice oportuniza novos desafios (Js 13.2-13). Deus dá o diagnóstico, mostra a oportunidade e faz o desafio. Josué deveria liderar o povo nas conquistas que haviam sido deixadas de lado. Mais uma vez, o Senhor delimita a terra que fora dada, mas precisava ser conquistada. A bênção de Deus flui da obediência e não do conformismo. Porque Israel deixou de cumprir a agenda estabelecida por Deus e acomodou-se, aquelas nações foram como espinhos em suas ilhargas; e eles, que haviam sido escravos no Egito, acabaram tornando-se escravos dos deuses pagãos daquela terra. É tempo dos velhos se levantarem e desafiarem a nova geração a colocar em Deus a sua confiança. A velhice não é tempo de jogar a toalha; é tempo de agir!


Rev. Hernandes Dias Lopes

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