sábado, 22 de maio de 2021

VÍDEO DO DIA - Eli Soares - Me Ajude A Melhorar

Eli Soares - Me Ajude A Melhorar 




 

PÃO DIÁRIO - 23/05/2021 - Um milagre voador

 


Um milagre voador


Que variedade, Senhor, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas. —Salmo 104:24

Dentre as criaturas de Deus, a borboleta é uma das mais incrivelmente lindas! Seu voo suave, asas coloridas e seus surpreendentes padrões migratórios são características que as tornam uma obra-prima do mundo natural.
Esse inseto voador, ao mesmo tempo em que nos surpreende com prazer visual, também nos fornece exemplos surpreendentes das maravilhas da criação de Deus.
Por exemplo, a majestosa borboleta-monarca pode viajar 4.800 quilômetros em sua migração para a América Central, apenas para acabar na mesma árvore em que seus pais ou até seus avós pousaram uma ou duas gerações antes. Ela faz isso guiada por um cérebro do tamanho de uma cabeça de alfinete.
Ou considere a metamorfose da monarca. Após a lagarta construir um casulo em torno de si mesma, libera uma substância química que transforma o seu interior em um massa pastosa, sem partes perceptíveis. De alguma forma, a partir disto emergem o cérebro, as partes internas, cabeça, patas e asas de uma borboleta.
Um especialista em borboletas disse: “A transformação do corpo de uma lagarta no corpo e nas asas de uma borboleta é, sem dúvida, uma das maravilhas da vida na terra.” Outro especialista acredita que esta metamorfose é “vista como um milagre.”
“Que variedade, Senhor, nas tuas obras!…” (Salmo 104:24) — e a borboleta é apenas uma delas.
— Dave Branon

Leia: Salmo 104:10-24 


Examine: A Bíblia em um ano: Jó 22-24;Atos 11


Considere: O projeto da criação revela o Artífice-mestre.

A SINGULARIDADE DA MÚSICA NA IGREJA


A música é uma arte sublime presente tanto no céu como na terra, usada tanto por anjos como por homens. Frans Liszt, pianista e compositor húngaro, disse que a música é a linguagem universal, porque todos os sentidos humanos são expressos por ela e feitos bem claros a todos os homens. Ela toca as emoções, estimula a razão, alivia as tensões da alma e produz bem estar físico. A música enleva o espírito e nos motiva a derramar o coração em fervente adoração ao criador. Bethoven, o mestre de Bonn, disse que a música faz jorrar fogo do espírito do homem. Ela começa onde as palavras terminam.


Davi, o grande compositor de Israel, no Salmo 40:3, disse que a origem da música é divina. Ela vem de Deus. É o próprio Deus quem coloca em nossos lábios a música que o agrada. Em segundo lugar, Davi disse que a música tem uma natureza bem delineada: é um novo cântico. Essa música não envelhece, não se torna arcaica, é sempre nova. Quanto mais a cantamos, mais somos arrebatados por sua beleza majestosa. Em terceiro lugar, a música tem um claro propósito. Ela é um hino de glória ao Senhor. A música vem de Deus e volta para Deus. Ele emana de Deus e destina-se a glorificar a Deus. Não cantamos para entreter os ouvintes nem mesmo para agradar os gostos e preferências dos músicos ou espectadores. A música é feita para Deus, é para exaltar a Deus e cultuar o único que é digno de toda honra, glória e louvor. Finalmente, Davi disse que a música produz resultados extraordinários. Muitas pessoas tocadas por ela temerão e confiarão no Senhor. A música tem uma dimensão vertical: a exaltação de Deus e uma dimensão horizontal: levar as pessoas a confiar em Deus. Ela é dirigida a Deus e aos homens. A música não apenas glorifica a Deus, mas também edifica as pessoas. Ela não apenas chega ao céu, mas, também, realiza grandes coisas na terra. A música é uma poderosa ferramenta evangelística. Ela é um veículo eficaz para a proclamação do Evangelho. As músicas de Martinho Lutero foram peças chaves para a divulgação das doutrinas da Reforma Protestante. As músicas de Ira Sankey foram fundamentais nas campanhas de avivamento e evangelização de Dwight L. Moody. As igrejas que têm realizado um ministério mais eficiente na proclamação do evangelho e que têm experimentado um crescimento mais expressivo investem com mais zelo na música.


A música na igreja não deve ser apenas a apreciação da arte pela arte. Não se pode divorciar a arte da música da vida do músico. A música precisa ser desenvolvida num contexto de plenitude da Palavra (Cl 3:16) e plenitude do Espírito (Ef 5:18-20). O povo de Deus canta como conseqüência de se estar cheio do Espírito e cheio da Palavra. A música na igreja transborda de corações cheios de Deus.


A música precisa ser dirigida à mente e também ao coração, à razão e às emoções. O apóstolo Paulo diz que devemos cantar com a mente e também com o nosso espírito (1 Co 14:15). Não cantamos em estado de êxtase nem cantamos com o coração gelado. Cantamos com a mente cheia de luz e com o coração cheio de fogo. Cantamos com atilado entendimento e com profundo sentimento. Usando uma expressão de Martin Lloyd-Jones, a música à semelhança da pregação, deveria ser lógica em fogo. Quando compreendemos a majestade e a santidade de Deus, então, como os serafins, prostramos-nos em fervorosa adoração (Is 6:1-3). Os anjos no céu, não se cansam de adorar e louvar àquele que está no trono. No céu não vai ter pranto nem choro. Nem mesmo pregação haverá no céu. Mas lá haverá muita música. No céu, revestidos de um corpo de glória, nos uniremos aos anjos para celebrar louvores, por toda a eternidade, àquele que é digno de toda honra e adoração.


A música esteve presente na criação, pois os anjos se alegravam quando Deus lançava os fundamentos da terra (Jó 38:4-7). Ela esteve presente na redenção do povo de Deus (Ex 15:1-21; Mt 26:30). A música está presente na caminhada da igreja, tanto na alegria (Sl 100:1) como na dor (At 16:25) e a música estará presente na eternidade (Ap 5:13). Enquanto caminhamos para o nosso lar eterno, que Deus nos encha de santo fervor para exaltarmos o seu nome, com uma música que alegre os céus e encha a terra do conhecimento do nosso Senhor.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 21 de maio de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

8 Passos para ter um casamento curado | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

  

Versículo  do dia


Cantai ao SENHOR um cântico novo, porque fez maravilhas; a sua destra e o seu braço santo lhe alcançaram a salvação.

Salmos 98:1

VÍDEO DO DIA - DVD Completo - Adhemar de Campos 30 Anos - Comunhão e Adoração

DVD Completo - Adhemar de Campos 30 Anos - Comunhão e Adoração




 

PÃO DIÁRIO - 22/05/2021 - Recuperando-se


Recuperando-se

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. —1 João 1:9

Em 18 de janeiro de 2012, a mais longa série de vitórias da história do esporte universitário dos EUA — 252 vitórias consecutivas — terminou quando a equipe do Trinity College perdeu uma partida de squash para a Universidade de Yale. Na manhã seguinte à primeira derrota do time em 14 anos, Paul Assaiante, o técnico do Trinity recebeu um e-mail de um renomado técnico de futebol profissional: “Agora você precisa se recuperar.” Dez dias depois, o time desse técnico de futebol perdeu num dos eventos esportivos mais assistidos — o NFL Super Bowl. Todos nós precisamos lidar com a derrota.
A sensação de fracasso após a derrota esportiva assemelha-se ao sentimento de autocondenação após uma queda espiritual. Como nos recuperar por ter magoado a Deus e aos outros, quando estamos tristes com nós mesmos? O apóstolo João escreveu: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:8-9). Deus nos perdoa porque Jesus pagou o preço por nossos pecados (2:2).
O perdão de Deus nos liberta para recomeçar e para nos concentrarmos na oportunidade de hoje, ao invés de na derrota de ontem. Sua purificação fiel nos permite recomeçar com um coração puro. Hoje, Deus nos convida e capacita para voltarmos ao jogo.
— David C. McCasland

Leia: 1 João 1:5-2:2 

Examine: A Bíblia em um ano: Jó 20-21;Atos 10:24-48

Considere: Em vez de viver nas sombras de ontem, caminhe na luz de hoje e na esperança do amanhã. 

O CRESCIMENTO DA IGREJA


O crescimento da igreja é um tema palpitante. É bíblico, pertinente e atual. Devemos buscá-lo com todas as forças da nossa alma, de todas as formas legítimas, em todas as frentes, em todos os lugares, em todos os tempos. Deus está comprometido com esta causa nobilíssima, porque ele escolheu para si um povo desde os tempos eternos e o deu ao seu unigênito Filho. Para comprar esse povo procedente de toda tribo, raça, língua e nação Cristo morreu e verteu o seu sangue.


O crescimento da igreja é obra de Deus. A conversão não pode ser produzida por nenhuma ação humana. Só o Espírito de Deus pode regenerar o coração do homem. Só o Pai pode trazer os eleitos a Cristo. Só Cristo pode salvar o pecador. A igreja pode plantar e regar, mas só Deus pode dar o crescimento. Somos cooperadores de Deus na proclamação do evangelho, mas só Ele pode acrescentar à igreja os que são salvos.


O crescimento da igreja é responsabilidade nossa. Não há colheita sem semeadura. Não há frutos sazonados sem cuidado da lavoura. Fomos chamados para dar frutos, muitos frutos. Cabe-nos sair e semear, ainda que com lágrimas. A semente é a Palavra, o campo é o mundo, os semeadores somos nós, os remidos pelo sangue do Cordeiro, o tempo é agora. Devemos abraçar com grande ardor essa gloriosa missão que os próprios anjos anelam. Essa é uma tarefa imperativa, intransferível e impostergável.


O crescimento da igreja precisa ser buscado pelos critérios bíblicos. Deus não está interessado apenas em crescimento numérico da igreja, mas em crescimento saudável. A igreja evangélica brasileira cresce em número, mas está decadente em qualidade. Temos extensão, mas não profundidade. Temos movimento, mas não quebrantamento; temos muito palavras de homens, mas, pouco Palavra de Deus.


O crescimento da igreja precisa evitar dois extremos: o primeiro é a numerolatria. Muitas igrejas buscam resultados a qualquer custo. Estão interessadas no que funciona e não na verdade. Buscam o que dá certo e não o que é certo. Para encher a igreja, muitos pregadores negociam a verdade, mercadejam o evangelho, fazem do templo uma praça de barganha, do púlpito um balcão, da graça de Deus um produto e dos crentes consumidores. Consequentemente, nem todo crescimento é resultado da ação do Espírito Santo. Nem todo crescimento significa salvação de vidas. Nem todo crescimento promove a glória de Deus.


O segundo extremo que precisamos evitar é a numerofobia. Muitos pregadores tentam esconder o seu fracasso, justificando com argumentos vulneráveis a esterilidade da igreja. Concordo com Rick Warren, quando afirmou que não deveríamos perguntar: “o que fazer para a igreja crescer?”. Antes, deveríamos perguntar: “O que está impedindo a igreja de crescer?”. A igreja é um organismo vivo. Ela é o corpo de Cristo. Ela deve crescer naturalmente. O crescimento da igreja é um resultado de seu estilo de vida. Muitos pregadores tentam justificar a estagnação espiritual da igreja, dizendo que não estão buscando quantidade, mas qualidade. Precisamos alertar, entretanto, que qualidade gera quantidade. Não há qualidade estéril.


O crescimento da igreja deve ser buscado de acordo com os princípios da Palavra de Deus e para a glória de Deus. O livro de Atos é o primeiro e o maior manual do crescimento da igreja de todos os tempos. Ali estão as balizas norteadoras. Devemos buscar o crescimento saudável da igreja através da oração, da Palavra e do poder do Espírito Santo. As técnicas modernas podem ser acessórios, mas jamais devem substituir os elementos fundamentais estabelecidos pelo próprio Deus.


O crescimento da igreja deve ser buscado com um profundo senso de urgência. Deus se importa com números, porque atrás deles estão vidas preciosas por quem Cristo verteu o seu sangue. A Bíblia é um livro de estatística, porque Deus se importa com pessoas. Portanto, a evangelização dos povos deve estar no topo da agenda de toda igreja que deseja agradar o coração de Deus.


Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Versiculo do dia

 

Versiculo do dia 


E os levitas, Jesuá, Cadmiel, Bani, Hasabnéias, Serebias, Hodias, Sebanias e Petaías, disseram: Levantai-vos, bendizei ao Senhor vosso Deus de eternidade em eternidade; e bendigam o teu glorioso nome, que está exaltado sobre toda a bênção e louvor.


Neemias 9:5

VÍDEO DO DIA - Wilian Nascimento e Jairo Bonfim - Soldado Ferido



Wilian Nascimento e Jairo Bonfim - Soldado Ferido



 

PÃO DIÁRIO - 21/05/2021 - Boas-vindas tardias

 


Boas-vindas tardias

…quero dar a este último tanto quanto a ti. —Mateus 20:14

Certa noite quando visitei um asilo, um residente chamado Tomé saiu em silêncio de seu quarto, esperando me alcançar para conversarmos. Após conversarmos um pouco, ele perguntou: “Deus não se ofenderá se eu me tornar cristão em idade tão avançada?” A pergunta de Tomé não foi uma surpresa. Como capelão, eu geralmente ouço a mesma coisa de anciãos, daqueles que lutam com vícios, de ex-detentos; mas em formas variadas. Eles pensam ter uma razão legítima para acreditar que é tarde demais para conhecerem a Deus ou para serem usados por Ele.
Tomé e eu investimos tempo estudando pessoas nas Escrituras que, por seu passado, poderiam ter pensado que era tarde demais para conhecerem a Deus. Mas Raabe, uma prostituta (Josué 2:12-14; Hebreus 11:31), e Zaqueu, um coletor de impostor (Lucas 19:1-8), escolheram a fé em Deus apesar de seus passados.
Nós também olhamos a parábola de Jesus sobre os trabalhadores na vinha (Mateus 20:1-16). Quanto antes fossem contratados, mais trabalho poderiam fornecer ao dono da vinha (vv.2-7), mas aqueles que foram contratados mais tarde descobriram que tinham o mesmo valor aos olhos do dono e seriam recompensados igualmente (vv.8-16). O dono da vinha escolheu ser gracioso com todos.
Não importa o nosso passado ou presente, Deus anseia por nos demonstrar Sua graça e nos levar a um relacionamento com Ele.
— Randy Kilgore

Leia: Mateus 20:1-16 

Examine: A Bíblia em um ano: Jó 17-19;Atos 10:1-23

Considere: Entregar sua vida a Cristo agora significa tê-la para sempre.

A ESCOLHA DA LIDERANÇA DA IGREJA


O Senhor Jesus é o nosso supremo modelo. Ele é o referencial absoluto para quem a igreja deve olhar na hora de tomar as suas decisões. No que concerne à escolha da liderança da igreja, precisamos aprender com o método de Jesus. Como ele escolheu os seus discípulos? Que critérios ele usou nessa escolha? Como ele trabalhou com a sua liderança?


1. Ele buscou a direção do Pai na escolha – Jesus passou uma noite orando em favor dessa sublime causa. Ele buscou a vontade e a direção do Pai para fazer essa escolha. Ele escolheu os seus discípulos pela orientação do céu. Devemos, de igual modo, escolher a liderança da igreja em espírito de oração. Devemos submeter a nossa vontade à vontade sábia e soberana de Deus. Os critérios humanos são falhos. As aparências enganam. Se não seguirmos a vontade de Deus, conforme estabelecida em sua Palavra, podemos fazer escolhas erradas. Por esta causa devemos nos colocar de joelhos diante do Pai. É a vontade de Deus que deve prevalecer, e não a nossa, na escolha dos líderes da igreja.


2. Ele escolheu homens para andarem com ele – Jesus designou os doze apóstolos para estarem com ele. A maior prioridade da liderança da igreja não é fazer a obra de Deus, mas ter comunhão com o Deus da obra. O que nos qualifica para a liderança não é o ativismo, mas a intimidade com Deus. O ser vem antes do fazer. A vida vem antes do trabalho. Deus está mais interessado em quem somos do que no que fazemos. Deus está mais interessado em caráter do que em carisma. Ele está mais interessado em nossa vida do que no nosso trabalho. Jesus chamou os apóstolos para estarem com ele. Esse é o primeiro chamado da liderança. Não podemos apascentar o rebanho se não conhecemos intimamente o Senhor do rebanho.


3. Ele comissionou e capacitou a liderança para fazer a sua obra – Os discípulos, chamados e treinados, devem pregar a Palavra, expelir demônios e orar pelos enfermos. O ministério é de proclamação, libertação e consolo. A liderança não é aquela que simplesmente manda fazer, mas a que vai à frente do rebanho, como exemplo do rebanho, fazendo a obra de Deus no poder do Espírito Santo. A liderança da igreja precisa estar comprometida com a proclamação da Palavra, com a libertação dos cativos e com o alívio dos que sofrem. Ela deve ser exercer um ministério querigmático e terapêutico.


4. Ele chamou homens diferentes para fazer parte da liderança da igreja – Jesus escolheu doze homens totalmente diferentes. Escolheu um homem temperamental e falante como Pedro. Investiu em pessoas de estopim curto, filhos do trovão, como Tiago e João. Chamou pessoas pacatas como André; pragmáticas como Filipe; preconceituosa como Bartolomeu; incrédula como Tomé. Chamou um homem da situação como Mateus e um oposicionista revolucionário como Simão, o zelote. Escolheu outros que viveram sempre no anonimato como Tiago, filho de Alfeu e Tadeu. Chamou até mesmo, Judas Iscariotes, o traidor. Jesus não escolheu esses homens porque eram perfeitos. Jesus investiu neles. Trabalhou com eles. Gastou tempo com eles. Ensinou-os. Corrigiu-os. Amou-os. Depois, revestiu-os com o poder do seu Espírito. Suas vidas não continuaram sendo as mesmas. Eles foram transformados pelo Espírito de Deus para transformarem o mundo. O método de Jesus não mudou…



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quarta-feira, 19 de maio de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


SOU VIÚVA COM MARIDO VIVO - Pr JOSUÉ GONÇALVES



 

Versiculo do dia

 Versiculo do dia 


Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração;

Efésios 5:19


VÍDEO DO DIA - Voices - Aguenta Firme - Acústico


Voices - Aguenta Firme - Acústico




 

PÃO DIÁRIO - 20/05/2021 - Amor e oração

 

    

Amor e oração

Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor. —Salmo 92:14


Em um livro infantil popular, o ursinho Pooh assiste Kanga ir embora saltando. Eu gostaria de poder pular da mesma forma, ele pensa. Alguns conseguem, outros não. É assim que as coisas são.
Vemos homens e mulheres mais jovens ou mais capazes fazendo coisas extraordinárias que não podemos fazer. Eles podem, nós não. É assim que as coisas são. É fácil nos sentirmos inúteis quando não conseguimos fazer coisas que um dia fomos capazes de fazer.
É verdade que talvez não sejamos capazes de “saltar” como no passado, mas podemos amar e orar. Estas são as obras que o tempo e a experiência nos prepararam para executar bem.
O amor é o melhor presente que temos para dar a Deus e aos outros. Não é algo pequeno, pois o amor é o meio pelo qual cumprimos todo o nosso dever com Deus e com o nosso próximo. Nosso amor por uma pessoa pode parecer ser uma pequena ação, mas é o maior dom de todos (1 Coríntios 13:13).
E nós podemos orar. Paulo encorajou os colossenses: “Perseverai na oração, vigiando com ações de graças” (Colossenses 4:2). As nossas orações são uma força poderosa no universo!
Amor e oração são de fato obras poderosas, as obras mais poderosas para qualquer um de nós. Por quê? Porque nosso Deus, que quer nos usar, é um Deus completamente amoroso e poderoso.
— David H. Roper

Leia: Salmo 92 

Examine: A Bíblia em um ano: Jó 14-16;Atos 9:22-43

Considere: Deus derrama o Seu amor em nossos corações para que flua de nós para os outros.

IGREJA REFORMADA SEMPRE SE REFORMANDO


A Reforma Protestante do Século XVI não foi uma inovação, mas uma volta às origens. A igreja havia se desviado da verdade e perdido o cristianismo puro e simples. Os dogmas papais haviam substituído a infalível Palavra de Deus. As heresias tomaram o lugar da verdade e a apostasia tomou conta da igreja. A Reforma, então, foi um movimento de retorno à Palavra de Deus e um resgate do evangelho pregado pelos apóstolos. Depois do Pentecoste não houve nenhum fato mais marcante na história da igreja do que a Reforma. Ela trouxe cinco ênfases:


1. Só a Escritura – A Bíblia não é apenas uma fonte da revelação de Deus ao homem, mas a única regra de fé e prática. As tradições humanas, os dogmas da igreja, as decisões dos concílios, bem como todo pensamento humano precisam passar pelo crivo da Palavra de Deus. Ela é a única autoridade da vontade revelada de Deus para o homem. Não são as experiências que julgam a bíblia, mas a Bíblia que julga as experiências. A igreja não está acima da Palavra, mas é governada por ela.


2. Só a Fé – A justificação é somente pela fé, independente das obras da lei. A base da salvação não é o esforço humano, mas o sacrifício substitutivo de Cristo na cruz. Recebemos a salvação oferecida por Deus pela fé e não como resultado das nossas obras. As obras são conseqüência da salvação e não a sua causa.


3. Só a Graça – A graça é um dom imerecido de Deus. Fomos escolhidos por Deus para a salvação não por causa dos nossos méritos, obras ou religiosidade, visto que éramos inimigos de Deus, estávamos cativos do diabo, do mundo e da carne. Estávamos cegos, perdidos e mortos nos nossos delitos e pecados. Mas, a despeito da nossa terrível condição, Deus nos amou e graciosamente nos salvou.


4. Só Cristo – A Reforma restabeleceu a verdade incontroversa de que existe um único mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo. Ele é o único Salvador e Senhor e não há salvação em nenhum outro nome. Jesus é o caminho para Deus. Ele é a porta do céu. Ele é o pão da vida, a fonte da água viva. O acesso a Deus não é por meio de Maria ou Pedro, nem mesmo por meio dos santos, mas, somente por meio de Jesus.


5. Só a Deus toda a glória – Deus não reparte a sua glória com ninguém. Ele e não o homem é o centro e a medida de todas as coisas. Dele, por meio dele e para ele são todas as coisas. Não é Deus quem vive para a glória do homem, mas é o homem que deve viver para a glória de Deus. Deus e não o homem é o centro do universo.

Mas a Reforma continua. A igreja reformada sempre deve se reformar. Em que sentido? Sempre que a igreja se desvia da verdade, ela precisa parar e confrontar sua teologia e sua vida à luz das Escrituras e voltar ao seu primeiro amor. Muitas vezes, ao longo da história, a igreja desviou-se das antigas veredas. Após a Reforma, no afã de defender a ortodoxia, a igreja tornou-se árida. Ortodoxia sem piedade produz racionalismo. A reação à frieza espiritual foi o Pietismo, que partiu para o outro extremo: buscou a piedade sem a ortodoxia. Piedade sem ortodoxia produz misticismo. Hoje, estamos precisando de uma nova reforma. Algumas igrejas estão descambando para o liberalismo teológico negando os postulados essenciais da fé. Outras, estão se desviando para o misticismo sincrético, importando novidades estranhas à Palavra de Deus, abraçando um outro evangelho e não o evangelho da graça. Há aquelas igrejas que caíram na sedução do pragmatismo, que estão buscando sucesso e resultado a qualquer custo. Trocaram a mensagem da cruz pela pregação da prosperidade e da cura. Estão mais fascinadas pela riqueza do que pela glória de Deus. Há ainda outras igrejas, que, embora, fiéis na doutrina estão vivendo sem piedade. Possuem uma ortodoxia morta. A crise na teologia desemboca na crise da ética. A igreja evangélica cresce em número, mas não em santidade. As pessoas correm aos borbotões para os templos evangélicos, mas suas vidas não são efetivamente transformadas. Na mesma medida em que a igreja evangélica cresce em nossa nação, cresce também a corrupção. Deixamos de ser sal e luz. Em vez de a igreja abalar o mundo, é o mundo que está abalando a igreja. Em vez de a igreja entrar no mundo para resgatar os que perecem, é o mundo que está entrando na igreja e influenciando os crentes. Ó que Deus tenha misericórdia de nós. Estamos precisando, e urgente, de uma nova reforma!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

terça-feira, 18 de maio de 2021

Versículo do dia

 

Versículo  do dia



A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração.

Colossenses 3:16

VÍDEO DO DIA - Wilian Nascimento e Francielli Santos - Todavia Me Alegrarei

Wilian Nascimento e Francielli Santos - Todavia Me Alegrarei




 

PÃO DIÁRIO - 19/05/2021 - Sucesso miserável

 

Sucesso miserável

…Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. —Lucas 9:23


“Em qualquer coisa que um homem faça sem Deus, ele deverá falhar miseravelmente — ou ser miseravelmente bem-sucedido”, escreveu George MacDonald (1824–1905), um romancista escocês, poeta e ministro cristão. Essa afirmação intrigante é frequentemente citada por palestrantes e escritores modernos e aparece no livro de MacDonald chamado Sermões Não Pronunciados.
Ele estava lidando com o difícil assunto da autonegação de um cristão e com a ideia de como devemos aplicar o seguinte ensinamento de Jesus: “…Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará” (Lucas 9:23-24).
Ao invés de simplesmente tentar suprimir os nossos desejos naturais, MacDonald disse que a verdadeira autonegação significa que “devemos ver as coisas como [Cristo] as viu, considerá-las como Ele as considerou; precisamos tomar a vontade de Deus como a própria vida de nosso ser… não devemos mais pensar ‘O que eu gostaria de fazer?’, mas sim ‘O que o Deus vivo tem para eu fazer?’”
Ter apenas o que nós queremos é ser miseravelmente bem-sucedidos. O verdadeiro sucesso está em perder nossas vidas por amor a Jesus e reencontrá-las plenas e livres em Sua vontade.
— David C. McCasland

Leia: Lucas 9:18-27 

Examine: A Bíblia em um ano: Jó 11-13;Atos 9:1-21

Considere: O espírito de humildade e autonegação precede uma caminhada profunda e próxima de Deus.

AS MARCAS DE UMA IGREJA ATRAENTE


A igreja de Jerusalém tornou-se uma referência em todo o mundo e para todos os tempos. Em Atos 2:1-47 encontramos algumas marcas dessa igreja, dignas de serem imitadas:


1. Era uma igreja comprometida com a verdade – v. 42 – A igreja de Jerusalém nasceu sob a égide das Escrituras. A doutrina dos apóstolos representa a ortodoxia que deve nortear o conteúdo da nossa fé. A igreja não pode estar à mercê de doutrinas de homens, mas deve estar fundamentada na eterna e infalível palavra de Deus. A igreja não pode andar às escuras. Ela sabe com segurança para onde vai. Ela anda na luz da verdade.


2. Era uma igreja marcada pela profunda união entre os irmãos – v. 1, 42 – Uma igreja jamais poderá atrair as pessoas se não houver comunhão entre os seus membros. O amor é a evidência do verdadeiro discípulo de Jesus. O amor é uma poderosa ferramenta evangelística. Os crentes estavam juntos. Eles partilhavam a vida e os bens. Eles cuidavam uns dos outros. A igreja era um lugar de aceitação e cura. Era uma comunidade terapêutica.


3. Era uma igreja simpática aos olhos da sociedade – v. 47 – A igreja de Jerusalém desfrutava de uma boa reputação na cidade. Os crentes davam um testemunho irrepreensível. Eles uma referência para os não crentes. Quando as pessoas chegavam na igreja, elas eram acolhidas com alegria e profunda simpatia. A igreja precisa ser uma comunidade de amor. A graça de Deus não nos isola das pessoas, mas torna-nos pessoas mais acolhedoras e simpáticas.


4. Era uma igreja que transbordava alegria e felicidade – v. 46,47 – A igreja celebrava as coisas comuns da vida, como as refeições diárias, com grande alegria (v 46). Os crentes traziam nos lábios sorriso em vez de murmuração. Eles enfrentavam as dificuldades não com queixumes, mas com confiança em Deus e solidariedade fraternal (v. 45). O culto da igreja era uma festa. Eles louvavam a Deus no templo diariamente (v. 46,47). A vida de Deus transbordava na vida igreja.


5. Era uma igreja que tinha fome de Deus – v. 42 – A igreja de Jerusalém não apenas acreditava na oração, ela orava. Ela não apenas tinha uma correta teologia acerca da oração, ela orava. Ela não apenas entendia que oração precisava ocupar a primazia da agenda da igreja, ela praticava o que cria. A igreja antes de falar poderosamente aos homens precisa falar com Deus. Não podemos prevalecer com os homens antes de prevalecermos com Deus.


6. Era uma igreja cheia do Espírito Santo – v. 4,38 – Todos aqueles que crêem têm o Espírito Santo, mas nem todos estão cheios do Espírito Santo. Todos os que crêem são batizados pelo Espírito no corpo de Cristo, mas nem todos estão revestidos com o poder do Espírito para testemunhar. Não basta ser habitado pelo Espírito, precisamos ser cheios do Espírito. Não basta ter o Espírito presente, precisamos ter o Espírito presidente.


7. Era uma igreja que crescia diariamente – v. 47 – Enquanto a igreja crescia em graça e piedade, Deus a fazia crescer em número. Qualidade gera quantidade. Quando a igreja planta e rega, Deus dá o crescimento. Quando a igreja vive o que prega e testemunha no poder do Espírito, Deus a faz crescer. Que estas marcas possam ser buscadas ansiosamente pela nossa igreja.




Rev. Hernandes Dias Lopes.

segunda-feira, 17 de maio de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O PR JOSUÉ GONÇALVES

8 passos ter um casamento curado ( Parte 2 ) | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo  do dia


Em Deus tenho posto a minha confiança; não temerei o que me possa fazer o homem.


VÍDEO DO DIA - Discopraise - Se Eu Me Humilhar


Discopraise - Se Eu Me Humilhar 



 

PÃO DIÁRIO -18/05/2021 - Permaneçamos juntos


Permaneçamos juntos

Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. —1 Coríntios 12:14

Para a maioria das regiões do mundo o incrível fenômeno da neve é algo familiar. Flocos de neve são lindos cristais de gelo trabalhados. Cada floco é frágil e derrete rapidamente se cair em sua mão. No entanto, em grande quantidade criam uma força considerável. Podem bloquear grandes cidades e ao mesmo tempo criam belas paisagens de árvores carregadas de neve, cujas imagens decoram calendários e tornam-se tema de ilustrações. Proporcionam divertimento nas rampas de esqui e alegria para crianças que fazem bonecos de neve e têm munição para guerras de bola de neve. Tudo isso porque os flocos permanecem juntos, grudados.
O mesmo é verdade para aqueles que seguem a Cristo. Cada um de nós foi exclusivamente dotado de capacidade para contribuir com a obra de Cristo. O plano para nós nunca foi de uma vida em isolamento, mas de trabalho em união para nos tornarmos uma grande força para Deus e para o avanço de Sua causa. Como Paulo nos lembra, o corpo de Cristo “…não é um só membro, mas muitos” (1 Coríntios 12:14). Todos nós devemos usar os nossos dons para servir uns aos outros de modo que juntos façamos grande diferença em nosso mundo.
Coloque seu talento para funcionar, coopere alegremente com o talento daqueles ao seu redor e permita ao vento do Espírito usar você para a Sua glória!
— Joe Stowell

Leia: 1 Coríntios 12:12-27 

Examine: A Bíblia em um ano: Jó 8-10;Atos 8:26-40

Considere: Conquistamos mais juntos do que sozinhos.

O DESAFIO DA OBRA MISSIONÁRIA




A obra missionária é uma tarefa inacabada. Ela exige o empenho de toda a igreja, em todo o mundo, para alcançar todo aquele por quem Cristo deu a sua vida. Esta obra é imperativa, intransferível e inadiável. Vejamos alguns desafios da obra missionária:


1. O alvo da obra missionária (Mt 28:18-20) – O grande alvo da obra missionária é fazer discípulos de todas as nações. Esse é o grande imperativo de Cristo na grande comissão. O Senhor não quer apenas uma grande multidão, mas discípulos, pessoas transformadas, comprometidas e engajadas no projeto do Reino de Deus. Hoje, vemos muita adesão e pouca conversão; muito ajuntamento, mas pouco envolvimento; muitos assistentes e poucos discípulos.


2. O alcance da obra missionária (Mc 16:15) – Jesus desafiou seus discípulos a pregarem o evangelho por todo o mundo. O campo é o mundo. O evangelho deve ser pregado a todas as nações, a todas as etnias da terra. Onde existir um grupo étnico, por mais remoto que seja ou de difícil acesso, ali está um campo missionário que precisa ser alcançado. Precisamos levantar os nossos olhos e ver os campos que estão brancos para a ceifa aqui, ali e além fronteira.


3. A mensagem da obra missionária (Lc 24:46-47) – A mensagem a ser proclamada ao mundo inteiro é a morte e a ressurreição de Cristo. A obra expiatória de Cristo e sua vitória sobre a morte, o pecado, o mundo e o diabo é a essência do evangelho. Devemos, portanto, exortar os homens, em todos os lugares, e em todos os tempos a se arrependerem e se voltarem para Deus enquanto é tempo. A mensagem do amor de Deus, da cruz de Cristo, do evangelho da graça que oferece vida eterna a todos aqueles que se arrependem e crêem no Senhor Jesus é a boa nova que a igreja precisa anunciar.


4. O método da obra missionária (Jo 20:21) – Jesus disse para os seus discípulos: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio”. Jesus deu uma ordem e também uma estratégia. O Pai enviou Jesus e ele se fez carne; ele tabernaculouse entre os homens. A obra missionária exige identificação sem conivência com o mal. O missionário precisa envolver-se com as pessoas, inserir-se em seu meio e compadecer-se delas. Cristo foi um homem do povo. Ele percorreu as cidades, ele estava no meio da multidão. Ele compadeceu-se dos aflitos, curou os enfermos, limpou os leprosos, alimentou os famintos. Jesus atraía as pessoas para si. Devemos, de igual modo, amar aqueles a quem Deus ama e compadecernos deles, levando-lhes as boas novas do evangelho, servindo-os com profunda compaixão.


5. O poder da obra missionária (At 1:8) – Não podemos fazer a obra de Deus confiados em nossa própria sabedoria e força. Só o Espírito Santo pode convencer o homem do pecado. Só ele pode regenerar o coração impenitente. Sem o poder do Espírito Santo a obra missionária seria um fracasso, pois todas as estratégias e recursos humanos seriam absolutamente insuficientes para levantar, sequer uma pessoa da morte. Jesus não abriu mão da capacitação do Espírito Santo para realizar seu ministério. A igreja apostólica só alcançou o mundo para Cristo depois que foi revestida com o poder do Espírito Santo no Pentecostes. Nos grandes avivamentos da história, quando a igreja cresceu e fez abundantes colheitas, ela buscou e recebeu o poder do Espírito Santo. Que seja esse o clamor da nossa igrej nestes dias!


Rev. Hernandes Dias Lopes.

domingo, 16 de maio de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia





Eles me atacaram no dia da minha calamidade, mas o Senhor foi o meu amparo.
Deu-me ampla liberdade; livrou-me, pois me quer bem.

2 Samuel 22:19,20

VÍDEO DO DIA - Renascer Praise - com participação do Marcelo Aguiar


 Renascer Praise - com participação do Marcelo Aguiar



 

PÃO DIÁRIO - 17/05/2021 - O pior dia de sua vida

 

O pior dia de sua vida

…falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma. —Jó 7:11


Em maio de 2011, uma jovem americana abrigou-se numa banheira durante um furacão que devastou sua cidade. Seu marido cobriu o corpo da moça com o dele e recebeu as pancadas dos escombros atirados pelo vento. Ele morreu e ela sobreviveu graças ao seu heroísmo. Ela, naturalmente, luta com a pergunta “Por quê?” Mas um ano após o tornado, ela diz que encontra consolo porque mesmo no pior dia de sua vida, foi amada.
Quando penso em “piores dias”, imediatamente penso em Jó. Um homem que amava Deus, perdeu seus animais, seus servos e dez filhos num único dia! (Jó 1:13-19). Jó lamentou profundamente e também perguntou “por quê?”. Ele clamou: “Se pequei, que mal te fiz a ti […]? Por que fizeste de mim um alvo para ti…?” (7:20). Os amigos de Jó o acusaram de ter pecado e acharam que ele merecia suas dificuldades, mas Deus disse sobre esses amigos: “…não dissestes de mim o que era reto, como o meu servo Jó” (42:7). Deus não lhe disse quais eram as razões para o sofrimento por qual passara, mas ouviu Jó e não o culpou pelas perguntas que fez. Deus garantiu-lhe que tinha controle sobre tudo e Jó confiou nele (42:1-6).
O Senhor pode não nos dar razões para as nossas provações. Mas, felizmente, mesmo nos piores dias de nossas vidas, temos a certeza de que somos amados por Ele (Romanos 8:35-39).
— Anne Cetas

Leia: Jó 7:11-21 

Examine: A Bíblia em um ano: Jó 5-7;Atos 8:1-25

Considere: O amor de Deus não impede as nossas provações, mas no ampara em meio a elas.

A NOSSA IGREJA PRECISA CRESCER




Quanto ao crescimento da igreja, temos hoje dois extremos: ambos perigosos, ambos inadequados, ambos prejudiciais. De um lado temos a numerolatria. É a posição daqueles que buscam o crescimento da igreja a todo custo. Eles não estão preocupados com a verdade, mas com os resultados. Para esses, os fins justificam os meios. Para atrair as massas, vale tudo. Os protagonistas dessa filosofia torcem a Palavra, burlam as Escrituras, agridem a sã teologia, fazem promessas milagrosas em nome de Deus e enchem as pessoas de vãs esperanças. É claro que nem tudo que cresce é de Deus. O Senhor tem compromisso com a sua Palavra e a verdade não pode ser pisada nem sonegada ao povo, mesmo que a razão para isso seja a defesa do crescimento numérico da igreja. O outro extremo é a numerofobia. Esta é a posição daqueles que se escondem atrás das máscaras de seu fracasso, dizendo que Deus não está interessado em quantidade, mas tão somente em qualidade. Essa visão é doentia. Certamente não há qualidade sem resultados. Qualidade gera quantidade. Um corpo vivo cresce. Um ramo ligado à videira frutifica. A igreja precisa experimentar um crescimento natural. Cada membro da igreja é um membro do corpo e tem sua função no corpo. Cada ramo da videira precisa florescer e frutificar.


Para a igreja experimentar um crescimento dinâmico, ela precisa ser saudável. Quando a igreja anda com Deus, o próprio Deus acrescenta os que vão sendo salvos. Se plantamos e regamos, Deus dá o crescimento. Outro fator fundamental para o crescimento da igreja é cada membro dela ser um elemento catalisador. Precisamos acolher com simpatia e amor as pessoas que vêem até nós. Precisamos receber com entusiasmo e alegria os visitantes. Precisamos ter compromisso de falar do que Deus fez na nossa vida para as dezenas de pessoas com quem convivemos diariamente. Precisamos ter prazer de convidar de forma inteligente e atrativa as pessoas para virem conosco à igreja. Também, é fundamental que o culto seja um acontecimento singular. Precisamos louvar a Deus com entusiasmo. Precisamos demonstrar que de fato Deus está em nosso meio. Devemos, outrossim, servir uns aos outros com profundo amor. A igreja deve ser lugar de comunhão e amizade. Se queremos ver a igreja crescer, precisamos nos dispor a visitar os novos conversos, ajudando-os na caminhada da fé. Se queremos pagar o preço para o crescimento da igreja, precisamos nos engajar, conforme o dom que cada um recebeu, no evangelismo, no discipulado, na visitação, na integração e no treinamento. Não podemos ter apenas um pequeno grupo fazendo tudo. Todos precisam se envolver. Somos um corpo.


Convoco todos os membros para orar e trabalhar com afinco pelo crescimento espiritual e numérico da nossa igreja. Mãos à obra enquanto é dia, a noite vem quando ninguém mais poderá trabalhar.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

8 SINAIS DO FIM DE UM CASAMENTO (SEU CASAMENTO ESTÁ ACABANDO?)

 - Pr. Josué Gonçalves




 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Encontraram-me no dia da minha calamidade; porém o Senhor se fez o meu amparo.
E tirou-me para um lugar espaçoso, e livrou-me, porque tinha prazer em mim.

2 Samuel 22:19,20


VÍDEO DO DIA - Paloma Possi - Autor da Vida ( Aline Barros )

Paloma Possi - Autor da Vida ( Aline Barros )




 

PÃO DIÁRIO - 16/05/2021 - Simulador de voo

 

Simulador de voo

Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim… —João 16:33

Quando pilotos de avião estão em treinamento, gastam muitas horas em simuladores de voo. Estes simuladores dão aos estudantes a chance de experienciar os desafios e perigos do voo em uma aeronave — mas sem o risco. Os pilotos não precisam sair do chão e caso colidam durante a simulação, podem calmamente sair andando.
Simuladores são ferramentas de ensino fantásticas — úteis no preparo de um piloto aspirante para assumir o comando de uma aeronave verdadeira. Os dispositivos, no entanto, têm uma deficiência: criam uma experiência artificial em que a pressão de controlar uma cabine verdadeira não pode ser totalmente reproduzida.
A vida real é assim, não é? Não pode ser simulada. Não há um ambiente seguro, livre de risco em que possamos experimentar os altos e baixos da vida e sairmos ilesos. Não se pode escapar dos riscos e perigos de se viver num mundo conturbado. É por isso que as palavras de Jesus são tão tranquilizantes. Ele disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16:33).
Embora não possamos evitar os perigos da vida em um mundo decaído, podemos ter paz por meio de um relacionamento com Jesus. Ele garantiu a nossa vitória final.
— Bill Crowder

Leia: João 16:25-33 


Examine: A Bíblia em um ano: Jó 1-2;Atos 7:22-43


Considere: Não há vida mais segura do que uma vida entregue a Deus.

VIVENDO DENTRO DO ORÇAMENTO




Não é fácil lidar com o dinheiro, principalmente quando o dinheiro é pouco e os gastos são muitos. A pressão da sociedade consumista e o apelo do visual que se renova a cada dia para atrair a atenção dos compradores, geram nas pessoas necessidades e até mesmo uma compulsão por coisas supérfluas e não essenciais. Daí muitas pessoas ficarem insatisfeitas e até frustradas por não conseguirem acompanhar essa ciranda louca do mundo comercial.

O cristão precisa ter alguns princípios elementares que devem reger a sua vida: 1. Deve aprender a viver contente em toda e qualquer situação – Nosso contentamento deve estar em Deus e não nas coisas materiais. O dinheiro e as coisas que ele pode nos dar não nos satisfazem. Tendo o que comer e vestir, diz Paulo, com isto devemos estar contentes. 2. Deve viver dentro do seu orçamento – O cristão deve envidar todos os esforços para não gastar mais do que ganha. Ele precisa ser criterioso no seu orçamento. Não podemos começar um projeto sem antes calcular o seu custo. Não podemos viver num padrão acima das nossas possibilidades. O mundo moderno tenta nos levar a comprar o que não precisamos, com o dinheiro que não temos, para impressionar as pessoas que não conhecemos. 3. Não contrair dívidas – Paulo diz: “A ninguém fiqueis devendo nada, exceto o amor…”. Devemos ser muito cuidadosos para não nos envolvermos com dívidas, pois contraí-las sem saldá-las integralmente, no tempo devido, é comprometer o nosso nome, bem como a honra do Evangelho, além de causar transtornos para quem nos socorreu na hora da aflição. Especialmente num mercado financeiro, onde os juros são abusivos, nosso cuidado deve ser redobrado para não cairmos na rede de compromissos financeiros impagáveis. O melhor é evitar comprar a prazo e ter o máximo de critério para não exceder no uso dos cartões de crédito. 4. Fazer um cuidadoso exame em nossa escala de valores – É bem provável que muitas pessoas já embutiram em seus orçamentos coisas absolutamente dispensáveis e desnecessárias. Precisamos ter um estilo de vida mais simples, mais modesto. Muitas vezes gastamos muito em nossos próprios deleites, enquanto investimos tão pouco nas causas nobres do Reino de Deus. Às vezes, chegamos ao ponto de contrairmos dívidas, que vão se tornando uma bola de neve, para mantermos certos itens no nosso orçamento, que bem poderiam ser cortados, sem nenhum prejuízo para nós. 5. Dar a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus – Como cristãos temos deveres para com o Estado e para com Deus. Não podemos sonegar o que lhes é devido. A Bíblia diz que reter mais do que é justo é pura perda. A fidelidade abre sobre nós as janelas do céu, pois a bênção de Deus enriquece e com ela não traz desgosto.

Oro a Deus para que sejamos um povo fiel no pouco e no muito. A grandeza de uma pessoa não está no ter, mas no ser. O bom nome vale mais do que as riquezas. Que Deus nos ajude a administrar com sabedoria os recursos que Ele colocou em nossas mãos.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...