sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
PÃO DIÁRIO - 23/01/2021 - O poder da demonstração
Por duas décadas o ecologista Mike Hands vem ajudando os fazendeiros na América Central a adotar métodos mais efetivos de aumentar a safra. No entanto, para eles é difícil abandonar sua longa tradição agrícola de “cortar e queimar”, embora saibam que isto destrói o solo e polui o ar.
Portanto, em vez de apenas falar com eles, Mike lhes mostra um caminho melhor. No documentário Up and Smoke (Queimando Tudo), ele diz: “Você tem que demonstrar, não pode pregar, não pode descrever. As pessoas devem ser capazes de colocar suas mãos à obra e ver.”
Paulo adotou uma abordagem similar ao compartilhar o evangelho de Jesus Cristo. Ele escreveu aos cristãos em Corinto: “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus” (1 Coríntios 2:4-5).
Mais tarde nessa mesma carta, Paulo lhes disse novamente, “…o reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder” (4:20).
Ao viver cada dia, peça a Deus para ajudá-lo a acompanhar suas palavras com ações. Quando permitimos que Deus aja em nós, demonstramos poderosamente Sua graça e amor.
— David C. McCasland
Leia: 1 Coríntios 2:1-5
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 23-24; Marcos 1:1-22
Considere: Nossas palavras precisam estar apoiadas em ações.
O TRONO DE DEUS, A SALA DE COMANDO DO UNIVERSO
Estamos começando mais um ano. Os prognósticos políticos e econômicos tanto do Brasil como do mundo são pessimistas, mas o nosso futuro não está nas mãos dos homens e sim, mas nas mãos de Deus. Ele está no trono e governa os destinos da história. A mensagem central do livro de Apocalipse é mostrar para a igreja que o seu Deus está no trono do universo. Olhando para Apocalipse capítulo 4, destacaremos três verdades importantes:
Em primeiro lugar, Deus está assentado no trono do universo e governa o nosso destino. João viu um trono no céu e trono é lugar de honra, autoridade e julgamento. Todos os tronos da terra estão sob a jurisdição desse trono do céu. O mesmo Deus que criou todas as coisas e está no controle de tudo levará a história para uma consumação final. O que João descreve não é Deus mesmo, mas o seu esplendor, porque a ele não se pode descrever (Ex 20.4). Não há descrição do trono nem da pessoa que está assentado nele. O que João viu quando olhou para o trono só pode ser descrito em termos de brilho de pedras preciosas. João descreve a Deus como um ser absolutamente misterioso, único, singular, o totalmente outro. João diz que ele é semelhante, no aspecto, a pedra de jaspe (a mais cristalina, a mais pura, sem nenhuma poluição) e de sardônio (cor vermelha, a mais translúcida que existe). A pedra de jaspe (branca) descreve a santidade de Deus e a de sardônio (vermelha), o seu juízo.
Em segundo lugar, o trono de Deus é o trono de graça, misericórdia, juízo e santidade. Ao redor do trono há um arco-íris semelhante, no aspecto, a esmeralda. O arco-íris é o símbolo da graça e da misericórdia de Deus, da sua aliança com o seu povo. Normalmente o arco-íris aparece depois da tempestade, mas aqui, ele aparece antes dela. Para os filhos de Deus a tempestade já passou, porque Cristo já se deu a si mesmo para nos resgatar do dilúvio do juízo. Agora, temos o sol da justiça brilhando sobre nós. Antes de Deus derramar o seu juízo sobre a terra, ele oferece a sua misericórdia. Antes das taças do juízo, ele envia as trombetas de alerta. Mas, o trono de Deus é, também, um trono de juízo. Os relâmpagos, as vozes e os trovões são evidências de juízo e ira. O arco-íris foi visto antes dos relâmpagos. A graça sempre antecede ao julgamento. Aqueles que recusam receber a misericórdia terão que suportar o juízo. Quem não foi purificado pelo sangue, terá que suportar o fogo do juízo divino. Mas, o trono Deus é, ainda, o trono de santidade. O mar de vidro está em contraste com o mar de sujeira e poluição do pecado. Para estar diante do trono de Deus é preciso ser purificado. Não há sujeira nem corrupção diante do trono de Deus. Tudo é transparente, limpo e puro. Deus é santo. Ele não se associa com o mal. Ele abomina o mal. Embora ele ame a todos, não ama a tudo.
Em terceiro lugar, aquele que está assentado no trono deve adorado. Os remidos adorarão àquele que vive pelo século dos séculos. A igreja se prostra diante daquele que está assentado no trono. A glória deles é glorificar ao que está assentado no trono. Depositarão suas coroas diante do trono em sinal de total submissão e rendição. Ele é digno de receber a glória; eles não são dignos de glorificar, por isso, se prostram e depositam suas coroas diante do trono. O que está assentado no trono é o criador de todas as coisas. O mesmo Deus que criou tudo e sustenta tudo levará o mundo, a história e a igreja à consumação final. João é chamado ao céu para ver o trono e o entronizado. O trono de Deus está no centro do universo. Tudo acontece a partir do trono. Tudo está ao redor do trono. Graça e juízo emanam do trono. Todo o louvor e glória são dirigidos àquele que está assentado no trono. Não precisamos temer o ano que se inicia. Tudo está sob controle daquele que está assentado no trono!
Por Rev. Hernandes Dias Lopes
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
MOMENTOS DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES
Aprenda com Ana alcançar o milagre | Pr Josué Gonçalves
Versículo do dia
Versículo do dia
Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.
VÍDEO DO DIA - Kleber Lucas e Delino Marçal - Deus Cuida de Mim
Kleber Lucas e Delino Marçal - Deus Cuida de Mim
PÃO DIÁRIO - 22/01/2021 - Abençoado para servir
E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. — 1 Coríntios 12:6
Um dia, me ocorreu que o meu pé direito faz todo o trabalho com os pedais quando dirijo meu carro de transmissão automática. O pé direito, sozinho faz funcionar o acelerador e o freio. O pé esquerdo fica inativo. O que acontecerá se eu decidir que para ser justo, meu pé esquerdo deve substituir o meu pé direito a metade do tempo enquanto eu estiver dirigindo? Se você nunca fez isso, por favor, não tente!
Se não exigimos tal igualdade entre membros do nosso próprio corpo, por que algumas vezes esperamos isto de pessoas na igreja? Essa parece ter sido uma questão que a igreja do primeiro século em Roma enfrentou. Alguns pensavam em si além do que convinha (Romanos 12:3) apenas porque faziam algumas coisas que outros não faziam. Mas Paulo nos lembra de que “…nem todos os membros têm a mesma função…” (v.4). Nós recebemos talentos de acordo com a graça de Deus (v.6). Ele nos deu estes dons para servirmos aos outros, não a nós mesmos (vv.6-13). Nosso servir deve ser marcado por cuidado e dedicação, pois servimos a Deus, não aos homens (v.11).
Portanto, não olhemos para o que os outros estão fazendo ou deixando de fazer. Veja como Deus pode usá-lo em Seu reino hoje, pois Ele lhe deu dons conforme o Seu agrado (v.3).
— C. P. Hia
Leia: Romanos 12:3-13
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 21-22; Mateus 28
Considere: Nem todos podem ter a mesma função no serviço a Deus, mas todos devem trabalhar em harmonia.
CUIDADO COM O VINHO, ELE PODE ARRUINAR SUA VIDA!
A palavra de Deus faz solenes advertências sobre o perigo da embriaguez. Sendo o álcool um dos maiores problemas da família brasileira, cumpre-nos entendermos o que a Bíblia diz sobre o assunto. Destacaremos, aqui quatro pontos:
Em primeiro lugar, quando o vinho é uma ameaça (Pv 23.29,30). A bebida alcoólica tem sido o maior ladrão de cérebros do mundo. Está por trás da maioria dos crimes passionais e dos acidentes automotivos. Os cemitérios estão cheios de suas vítimas e as cadeiras lotadas de seus protagonistas. Aqueles que se entregam à bebedeira render-se-ão aos lamentos. Serão provocadores de rixas e intrigas. Passarão a vida bebendo e se queixando dos males que eles mesmos provocaram. Aquele que se demora em beber vinho e busca bebida misturada labora contra si mesmo, cava sua própria cova e pavimenta o caminho de sua própria destruição. O alcoolista não apenas atenta contra sua própria vida, mas, também, transtorna sua própria família. Torna-se motivo de opróbrio para o cônjuge e vergonha para os filhos.
Em segundo lugar, quando a sedução do vinho é um laço (Pv 23.31,32). O vinho é uma bebida apreciada no mundo inteiro desde os tempos mais remotos. Jesus transformou água em vinho numa festa de casamento, inaugurando os seus milagres. Era símbolo da alegria e um importante alimento. Era usado como remédio e não faltava à mesa das pessoas ricas ou pobres. O vinho, porém, tem seus perigos e ameaças. O vinho tem um forte poder de sedução. Tem cheiro e sabor. Resplandece no copo e escoa suavemente. Aqueles que desprezam seu poder de sedução e domínio e perdem a sobriedade, são picados por uma víbora venenosa. A cobra é um animal sutil. Não rosna como um cão bravo nem urra como um leão esfaimado. A cobra espreita. Arma o bote e ataca repentina e implacavelmente. Seu bote é certeiro. Sua mordida é venenosa. Sua picada é mortal. Ninguém se inicia na bebida como um ébrio. Alguns, porém, flertam com a bebida e ficam presos em seus laços. Em vez de terem domínio próprio, são dominados pelo vinho. Tornam-se dependentes e adictos. Não conseguem beber com equilíbrio. Não sabem beber com moderação. São escravos da bebida. São dominados pela sedução do álcool. O resultado dessa escravidão é a dor, o sofrimento e a morte. A mordida dessa cobra e a picada desse basilisco pode ser fatal. Fuja do álcool enquanto é tempo!
Em terceiro lugar, quando os efeitos do vinho são desastrosos (Pv. 23.33). O vinho em excesso provoca alucinação. O álcool tem o poder de tirar a sobriedade. A embriaguez rouba o cérebro do homem, embaralha sua visão, entorpece seu entendimento e diminui seus reflexos. Um homem bêbado vê coisas esquisitas e fala coisas perversas. Seus olhos e sua boca são arrebatados pela loucura. Seus sentidos são alterados. Dentre os muitos efeitos do álcool, o texto em apreço destaca dois. O primeiro deles é que uma pessoa bêbada não consegue ver as coisas como elas são. Sua avaliação da realidade é completamente alterada. Sua percepção das coisas é embotada. Seu discernimento fica manco. Seus reflexos ficam lentos. Sua análise dos fatos completamente deficiente. O segundo efeito do álcool é que o coração do ébrio fala coisas perversas. Uma pessoa bêbada desanda a boca para falar impropérios e blasfêmias. O álcool não é prejudicial apenas a saúde; é letal ao bom nome, é nocivo à honra, é desastroso à família e à sociedade.
Em quarto lugar, quando o bebedor de vinho chega ao fundo do poço (Pv 23.34,35). O beberrão começa sua triste jornada olhando para o copo, sendo atraído pelo brilho do vinho e pela sedução de seu cheiro e termina sua inglória caminhada sendo jogado de um lado para o outro, ao sabor das ondas revoltas do mar da vida. Deitar-se no meio do mar é viver como um náufrago, sem chão, sem terra para pisar, sem casa para voltar. Deitar-se no alto do mastro fala de uma solidão avassaladora, de um isolamento cruel, de um auto-banimento amargo. Quando esse homem se levanta da tormenta e da solidão, seu corpo está cheio de hematomas e feridas. Foi espancado, mas nem sabe quem o agrediu. Ele tornou-se saco de pancada. Cair de porta em porta, perambular de boteco em boteco, chegar em casa com cheiro de álcool, ferido no corpo e na alma nem mais lhe provoca dor. Foi surrado e voltará a ser, porque já perdeu o pudor e a sensibilidade. Quando despertar do torpor do álcool, sabe o que ele fará? Voltará a beber! É um adicto. É um dependente! É um escravo do vício! Foi picado pela cobra venenosa do álcool. A não ser que seja liberto pela força divina, não conseguirá sair por si mesmo dessa masmorra cruel. Cuidado com o vinho!
Por Rev Hernansdes Dias Lopes
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
Versículo do dia
Versículo do dia
Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma.
PÃO DIÁRIO - 21/01/2021 - Saudação!
Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. — 2 João 1:10
John Glenn fez história como o primeiro americano a orbitar sobre a Terra em 1962. Assim que o foguete subiu, a base de controle disse: “Godspeed, John Glenn” que vem da expressão, “Que a paz de Deus esteja com você.”
Embora essa palavra não seja usada com frequência na atualidade, o apóstolo João a usou em sua segunda epístola: “Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas” (2 João 1:10).
João é mencionado como “o apóstolo do amor,” portanto por que ele advertiria os cristãos a não abençoar uns aos outros? Os evangelistas que viajavam dependiam da hospitalidade dos cristãos para lhes prover alojamento e alimentação. João estava falando aos cristãos que a verdade bíblica é importante. Se os missionários itinerantes não pregassem uma doutrina coerente com os ensinamentos apostólicos, os cristãos não deveriam abençoar o seu trabalho com a hospedagem ou a assistência financeira.
Aplica-se o mesmo aos cristãos de hoje. Devemos tratar a todos com generosidade porque Deus é bondoso para conosco. No entanto, quando somos solicitados a apoiar uma causa financeiramente, é importante sempre pedir sabedoria a Deus. O Espírito que nos guia na verdade (João 16:13) nos mostrará quando será apropriado abençoar àqueles que encontramos.
— Dennis Fisher
Leia: 2 João 1:1-11
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 19-20;Mateus 27:51-66
Considere: O Espírito de Deus por intermédio da Sua Palavra dá sabedoria para discernir a verdade do erro.
UM MUNDO EM CONVULSÃO
O apóstolo Paulo disse que nos últimos dias, os tempos seriam difíceis (2Tm 3.1). A palavra “difíceis” é a mesma usada para descrever o furioso endemoninhado de Gadara. O mundo está em convulsão. Há uma inquietação global. Há um desassossego entre as nações. Uma horda de “gafanhotos” sai do abismo para atormentar os homens (Ap 9.1-11). Essa angústia entre as nações pode ser vista nos seguintes fatos:
Em primeiro lugar, uma pandemia global. O ano 2020 ficará nos anais da história como um tempo em que o mundo parou por causa de um vírus. As colunas de sustentação da sociedade ficaram abaladas. Os poderes econômicos, políticos e científicos não tiveram uma resposta rápida e eficaz para sanar esse mal que ceifou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo. Países ricos e pobres enfrentaram a carranca da crise. A morte visitou palácios e choupanas, ricos e pobres, doutos e analfabetos, jovens e velhos, crentes e ateus. Bastou um vírus para jogar por terra toda a soberba humana e colocar de cócoras os poderosos. Hoje, vivemos a corrida na busca de uma vacina eficaz para erradicar esse mal. Porém, os temores teimam em assustar a todos, pois não se tem certeza da plena eficácia desses imunizantes.
Em segundo lugar, uma inversão de valores. A sociedade hodierna não apenas tolera o mal, mas promove-o. Não se trata apenas de acomodação à uma ética flácida e situacional, mas o que se vê é uma inversão de valores. A sociedade aplaude o que deveria reprovar e reprova o que se deveria promover. Chamam luz de trevas e trevas e luz. Um exemplo dessa inversão de valores foi a aprovação da lei do aborto, recentemente na Argentina. Multidões foram às ruas comemorar a cultura da morte. A sociedade que, hipocritamente, fala em direitos humanos, luta bravamente para defender ovos de tartaruga, mas sem qualquer pudor, drapeja suas bandeiras celebrando a morte de seres humanos privados do mais sagrado de todos os direitos, o direito à vida. Aborto é assassinato com requinte de crueldade. É transformar o sacrário do ventre materno num patíbulo de tortura. É arrancar do ventre um ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, como se fosse uma verruga pestilenta. Ah, o sangue dos inocentes clama aos céus!
Em terceiro lugar, uma marcha rumo ao ateísmo cultural. A sociedade contemporânea, em nome do Estado laico, quer estabelecer um Estado ateu. Os valores cristãos estão sendo tripudiados. Os símbolos cristãos estão sendo eliminados. Os princípios judaico-cristãos estão sendo perseguidos. O conceito de família, conforme instituída por Deus, está sendo atacada com rigor desmesurado. A intolerância com a fé cristã é notória. Uma onda de Cristofobia percorre o mundo. Cristãos estão sendo perseguidos em todo o mundo e em todos os níveis. A intolerância com a fé cristã é vista até mesmo nos países chamados cristãos. Essa intolerância, não raro, é notada nos palácios, nos parlamentos, nas cortes, na grande mídia, no teatro e na literatura.
Em quarto lugar, uma radicalização política intolerante. O mundo caminha para uma radicalização intolerante. Estamos perdendo a capacidade de dialogar com os diferentes e respeitar opiniões diversas das nossas. Até mesmo a maior democracia do mundo flerta com uma espécie de guerra civil. O idealismo da política está se desfigurando. Usa-se o poder para manipular. Compra-se apoio político para se perpetuar no poder. Expedientes heterodoxos e nada republicanos são usados para auferir vantagens pessoais. Populismo e ditadura são o sonho de consumo de líderes que amam a si mesmos e o poder em vez de amar o povo para servi-lo.
Em quinto lugar, uma apostasia galopante. Não é apenas o mundo que está em convulsão, a igreja, também, em larga escala, mundo a fora, ruma para uma apostasia assaz perigosa. Denominações inteiras sucumbiram ao liberalismo teológico e se desidrataram. Outras, renderam-se ao sincretismo religioso e se perderam nos labirintos de um misticismo tosco. Há aquelas que, por amor ao lucro, entregaram-se à teologia da prosperidade. Não poucas são as igrejas que se acomodaram a uma ortodoxia morta.
Nesse mundo em convulsão, é preciso erguer a voz e dizer que a única esperança para esta geração é o evangelho de Cristo. E só uma igreja viva e cheia do Espírito Santo pode pregar o evangelho com autoridade e poder.
Rev. Hernandes Dias Lopes
terça-feira, 19 de janeiro de 2021
MOMENTOS DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES
Descobri uma traição do meu marido o que eu faço | Pr Josué Gonçalves
Versículo do dia
Versículo do dia
Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
PÃO DIÁRIO - 20/01/2021 - À margem
À margem
José provavelmente partilhou esses sentimentos quando foi lançado à prisão por um crime que não cometera (Gênesis 39). Abandonado e esquecido por qualquer homem que pudesse resgatá-lo, ele estava preso. Ainda assim, “O Senhor, porém, era com José, e lhe foi benigno, e lhe deu mercê perante o carcereiro…” (v.21). Com o tempo, o carcereiro promoveu José a vigia de seus colegas prisioneiros, e tudo o que José fazia, “…o Senhor prosperava” (v.23). Todavia, apesar da presença e bênção de Deus, José permaneceu encarcerado por anos.
Você pode ser abandonado numa sala de hospital, numa cela, num país estrangeiro ou em sua própria prisão interior. Não importa onde você estiver, ou quanto tempo tiver permanecido lá, as misericórdias e bênçãos divinas podem alcançá-lo. Porque Ele é o Deus Todo-poderoso (Êxodo 6:3) presente em todos os lugares (Jeremias 23:23-24), Ele pode proteger, encorajar e suprir suas necessidades quando parece que ninguém mais pode ajudar.
— Jennifer Benson Schuldt
Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 1-3;Mateus 24:1-28
Considere: Deus está presente — mesmo quando sentimos que Ele está ausente.
AS BÊNÇÃOS DA BÊNÇÃO APOSTÓLICA
“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (2Co 13.13).
A bênção apostólica é mais do que uma frase de efeito ao final do culto público. Quando o ministro celebrante, com imposição de mãos, impetra a bênção apostólica, a igreja reconhece sua necessidade de graça, amor e comunhão. Vamos destacar essas três verdades magnas.
Em primeiro lugar, a graça do Senhor Jesus Cristo, a causa da salvação. A graça do Senhor Jesus Cristo é a causa da nossa salvação. É como um manancial inexaurível, de onde jorra copiosamente, salvação para todos os que creem. Essa graça é a dádiva máxima, a quem nada merece. É a oferta suprema oferecida a quem é totalmente indigno. A salvação não é uma conquista das obras, mas uma oferta da graça. A salvação não é um troféu de honra ao mérito, requerido pelo homem, mas um presente do Rei a pecadores que nada têm a reivindicar. A salvação não é uma medalha oferecida aos que fazem jus à vida eterna, mas um presente imerecido dado a indivíduos fracos, ímpios, pecadores e inimigos de Deus. Não somos salvos por aquilo que fazemos para Deus, mas por aquilo que Jesus Cristo fez por nós. Não somos salvos pelas obras que praticamos, mas pela obra expiatória de Cristo na cruz. A graça do Senhor Jesus Cristo trouxe luz a quem vivia na escuridão. Trouxe liberdade a quem era escravo. Trouxe vida a quem estava morto nos seus delitos e pecados. Aos que merecem apenas o juízo, o Senhor oferece graça. Sempre que a bênção apostólica é impetrada, estamos declarando que fomos salvos pela graça e que necessitamos dessa graça para prosseguir vitoriosamente na vida cristã.
Em segundo lugar, o amor de Deus, a fonte da salvação. Deus não passou a nos amar por causa da morte de Jesus na cruz. Jesus foi para a cruz porque Deus nos amou. A cruz não é a causa do amor de Deus por nós, mas a sua consequência. Deus nos amou com amor eterno. Ele nos amou incondicionalmente. Seu amor por nós é abundante, imerecido e provado. Ele nunca desistiu de nos amar e de nos atrair para si com cordas de amor. Não há nada que possamos fazer para ele nos amar mais ou menos. Seu amor levou-o a dar-nos seu próprio Filho Unigênito. Deus não poupou a seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou. Entregou-o não para morrer por homens bons e justos, mas para morrer por pecadores indignos. O amor de Deus por nós não pode ser definido em palavras. Mesmo que os mares fossem tinta e as nuvens fossem papel; mesmo que as árvores fossem pena e os homens escritores, nem mesmo assim se poderia descrever a altura, a largura, o comprimento e a profundidade do amor de Deus. Sempre que a bênção apostólica é impetrada recebemos uma chuvarada desse amor, sendo derramado em nosso coração.
Em terceiro lugar, a comunhão do Espírito Santo, o resultado da salvação. Deus Pai planejou nossa salvação, Deus Filho executou nossa salvação e Deus Espírito Santo aplica a nossa salvação. Porque Deus nos amou, o Senhor Jesus Cristo morreu por nós. O resultado é que o Espírito Santo nos convence de pecado, nos regenera, nos batiza no corpo de Cristo, nos sela para o dia da redenção e nos dá a bênção de termos comunhão com Deus e uns com os outros. Por causa da comunhão do Espírito Santo, somos ovelhas do rebanho de Cristo. Somos filhos da família de Deus. Somos ramos da Videira verdadeira. Pela obra do Espírito, todos nós, os que cremos em Cristo Jesus, somos um. Temos um só Deus e Pai, um só Senhor, uma fé, um só batismo. Somos membros uns dos outros. Temos comunhão uns com os outros. Mesmo diferentes uns dos outros, somos um. Temos unidade na diversidade. Não estamos competindo uns com os outros, mas cooperamos uns com os outros. Se um membro do corpo sofre, todos sofrem com ele; mas se outro membro é honrado, todos se alegram com ele.
Nunca menospreze a importância da bênção apostólica. Quando ela é impetrada estamos nos colocando debaixo do amor do Pai, da graça do Filho e da comunhão do Espírito Santo.
Rev. Hernandes Dias Lopes
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Versículodo dia
Versículodo dia
O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;
Isaías 61:1
VÍDEO DO DIA - Lágrimas No Olhar - Preto No Branco ft. Marquinhos Gomes, Gabriela Gomes
PÃO DIÁRIO - 19/01/2021 - Por nossas ações
O homem dispensou o doce como um pretenso sacrifício pela Quaresma, mas o fato de roubar demonstrou o seu verdadeiro caráter! Segundo o autor do livro de Provérbios, a conduta é o melhor indicador do caráter. Se alguém diz que é bondoso, suas palavras só podem ser provadas por práticas e ações consistentes (Provérbios 20:11). O mesmo acontecia com os líderes religiosos nos dias de Jesus. Ele condenou os fariseus e expôs sua hipocrisia por professarem piedade, mas negarem esta confissão com o pecado em suas vidas (Mateus 23:13-36). As aparências e as palavras são enganosas; o comportamento é o melhor juiz do caráter. Isto se aplica a todos nós.
Como seguidores de Jesus, demonstramos nosso amor por Ele, pelo que fazemos, e não apenas pelo que dizemos. Que, hoje, a nossa adoração a Deus, por causa do Seu amor por nós, seja revelada em nossas ações.
— Marvin Williams
Leia: Mateus 23:23-31
Considere: A melhor prova do caráter é a maneira de agir.
GLORIFICAR A DEUS, O NOSSO MAIOR DELEITE
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo. (Ef 1.3)
Paulo estava preso em Roma quando escreveu sua carta aos efésios. Na introdução da carta exalta ao Triúno Deus pelo planejamento, execução e consumação da nossa salvação. No texto em epígrafe, duas verdades são ressaltadas:
Em primeiro lugar, a compreensão de quem Deus é deve levar-nos à adoração (Ef 1.3). Apesar da pobreza, perseguição, açoites e prisões que aqueles primeiros crentes tiveram que enfrentar, eles se distinguiram por um espírito de adoração. Eles entravam e saíam das prisões cantando. Adoravam a Deus apesar das circunstâncias. Hoje, as pessoas vivem murmurando, reclamando, infelizes e descontentes. Mas, os salvos estão encantados com o Deus da graça, o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Estes adoram a Deus por ser quem ele é. Ele é bendito, exaltado e supremo. Diante dele os anjos se curvam e os salvos depositam suas coroas aos seus pés. Além de Deus ser adorado por quem ele é, deve também ser exaltado por aquilo que ele fez. Paulo diz que Deus tem nos abençoado. E como ele tem nos abençoado? Ele planejou nossa salvação antes da fundação do mundo, executou-a na história e a consumará na segunda vinda de Cristo.
Em segundo lugar, a natureza das bênçãos que recebemos deve nos levar à adoração (Ef 1.3). Em oposição à perniciosa teologia da prosperidade, tão em voga em nossos dias, Paulo fala de toda sorte de bênção espiritual. Quatro destaques devem ser feitos:
Antes de considerarmos as bênçãos, precisamos considerar o abençoador. A ordem é extremamente importante. Por causa do nosso miserável subjetivismo, sempre temos a tendência de concentrarmo-nos logo nas bênçãos; sempre queremos algo para nós mesmos. Contudo, o apóstolo insiste em que comecemos com Deus, e com o culto que lhe devemos. Por isso diz: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo…”.
A maneira pela qual nos vêm essas bênçãos. Essas bênçãos nos vêm “… em Cristo”. Sem Cristo não há bênção. Toda bênção que desfrutamos como crentes nos vêm por meio de Cristo. Há certas bênçãos comuns e gerais que são desfrutadas por todos os homens. Há o que se chama de “graça comum”, mas não é disso que Paulo está falando. Aqui ele está tratando de uma graça particular e especial. Você não pode ser crente sem estar em Cristo. Não há bênçãos para o crente fora de Cristo. As bênçãos vêm exclusivamente por meio de Cristo. Ele não tem nenhum assistente. “Nenhum outro nome é dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4.12). Buscar bênção espiritual em qualquer outra pessoa, em qualquer outro caminho, em qualquer religião é negar a Cristo.
A natureza dessas bênçãos. Paulo nos diz que essas bênçãos são “… espirituais”. Estas bênçãos vêm de Cristo, mas também vêm por meio do Espírito Santo; são bênçãos concedidas a nós pelo Pai, por meio de Cristo, via Espírito Santo. É pelo Espírito que essas bênçãos passam a ser nossas. A aplicação da obra de Cristo é feita pelo Espírito. O Espírito é quem nos vivifica, nos regenera, nos santifica, nos transforma e nos capacita com poder.
O lugar onde essas bênçãos estão concentradas. Paulo diz que somos abençoados “… nas regiões celestiais”. No Antigo Testamento as bênçãos eram mais materiais e físicas. Mas quando adentramos no Novo Testamento, entramos num domínio inteiramente diverso. Aqui as bênçãos são nas regiões celestiais. Nosso tesouro não está na terra. Nosso lar não é aqui. Nossa Pátria não é aqui. A nossa recompensa está no céu. Devemos ajuntar tesouros no céu. Somos uma colônia do céu na terra. Devemos buscar o que está além da vista. Aqui somos peregrinos e forasteiros (1Pe 2.11). Embora este mundo é de Deus, aqui não é o nosso lar. O crente não se apega a este mundo, não se amolda a ele, pois busca uma Pátria superior.
Por Rev Hernandes Dias Lopes
domingo, 17 de janeiro de 2021
MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES
Qualquer Casamento pode dar certo quando... | Pr Josué Gonçalves
Versículo do dia
Versículo do dia
Apresentemo-nos ante a sua face com louvores, e celebremo-lo com salmos.
Porque o Senhor é Deus grande, e Rei grande sobre todos os deuses.
PÃO DIÁRIO - 18/01/2021 - A lição
Certo verão eu estava numa reunião de velhos conhecidos do Ensino Médio quando alguém por detrás bateu em meus ombros. Assim que meus olhos bateram no crachá com o nome daquela mulher, minha mente voltou no tempo. Lembrei-me de um bilhete firmemente dobrado que tinha sido empurrado pela fresta na minha gaveta. Nele estavam escritas palavras cruéis de rejeição que me envergonharam e quebrantaram meu espírito. Lembro-me de ter pensado: “alguém precisa lhe dar uma lição sobre como tratar as pessoas!” Embora me sentisse como se estivesse revivendo minha dor da adolescência, me recompus com o mais falso dos meus sorrisos; e comecei a falar palavras insinceras.
Começamos a conversar, e ela foi colocando para fora a triste história do seu crescimento e do casamento infeliz. À medida que falava, a expressão “raiz de amargura” do livro de Hebreus 12:15 surgiu em minha mente. É o que estou sentindo, pensei. Após todos esses anos, eu ainda tinha uma profunda raiz de amargura escondida em mim, entrelaçando e estrangulando meu coração.
Em seguida, estas palavras vieram a minha mente: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Romanos 12:21).
Conversamos, e até compartilhamos algumas lágrimas. Nenhuma de nós mencionou o incidente do passado. Naquela tarde, Deus ensinou uma lição a alguém — uma lição de perdão e desprendimento da amargura. Ele me ensinou.
— Cindy Hess Kasper
Leia: Romanos 12:14-21
Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 36-38;Mateus 23:1-22
A MORTE NÃO TEM A ÚLTIMA PALAVRA
“Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (1Ts 5.13).
Os gregos acreditavam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo. Eles subscreviam o dualismo, que ensinava que a matéria é essencialmente má e o espírito é essencialmente bom. Consequentemente, os gregos negavam doutrinas pivotais da fé cristã, como a criação, a encarnação e a ressurreição. A igreja de Tessalônica, fortemente influenciada pela cultura grega, teve suas convicções abaladas com respeito à doutrina da ressurreição dos mortos e passaram a viver como os pagãos que não tinham esperança. O apóstolo Paulo escreve duas cartas à essa igreja para corrigir esse desvio doutrinário e ao mesmo tempo consolar a igreja. Paulo destaca quatro verdades importantes que, passo a mencionar:
Em primeiro lugar, a doutrina da ressurreição é uma revelação divina e não uma especulação humana (1Ts 4.15). “Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto…”. O futuro do povo de Deus não é o tormento do fogo eterno nem o túmulo gelado, mas a glória. Nosso corpo não ficará dormindo para sempre num sepulcro. Quando Jesus voltar, os vivos serão transformados e os mortos ressuscitarão com um corpo imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, semelhante ao corpo da glória do Senhor Jesus.
Em segundo lugar, a segunda vinda de Cristo é uma realidade inegável e inescapável (1Ts 4.16a). “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus…”. Jesus voltará visível, audível, física, inesperada, repentina e gloriosamente. Quando ele voltar, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro e os que estiverem vivos, serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares. A segunda vinda de Jesus fechará as cortinas da história e abrirá os portais da eternidade.
Em terceiro lugar, a ressurreição dos mortos acontecerá imediatamente após a segunda vinda de Cristo (1Ts 4.16b). “… e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”. Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro não em relação aos mortos que morreram na sua impiedade, porque todos os mortos ressuscitarão ao mesmo tempo, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo (Jo 5.28,29). Mas, ressuscitarão primeiro em relação aos que estiverem vivos. Ou seja, aqueles que morrem em Cristo, em critério algum, estão em desvantagem aos que continuam vivos, pois morrer é partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor e, quando Jesus voltar, os mortos em Cristo ressuscitarão antes dos vivos serem transformados e arrebatados.
Em quarto lugar, o arrebatamento dos salvos será a manifestação de todos os remidos do Senhor (1Ts 4.17). “Depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”. O arrebatamento a que Paulo faz referência aqui não é um arrebatamento secreto, distinto da segunda vinda. O arrebatamento é o resultado imediato da segunda vinda. Jesus vem do céu e os salvos vão com ele para o céu. Jesus desce do céu e os salvos sobem com ele para o céu. O arrebatamento será tanto daqueles que ressuscitaram para a vida como dos vivos que serão transformados. Subiremos entre nuvens para encontrar nosso Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor, na casa do Pai, na nova Jerusalém, na cidade santa, onde Deus enxugará dos nossos olhos toda lágrima; onde a morte não entrará; onde não haverá mais luto, nem pranto nem dor.
O apóstolo Paulo termina sua exposição dando uma ordem à igreja: “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (1Ts 4.18). Jesus venceu a morte, tirou a aguilhão da morte e, por isso, a morte não tem a última palavra!
Por Rev Hernandes Dias Lopes
sábado, 16 de janeiro de 2021
Versículo do dia
Versículo do dia
Antes, como ministros de Deus, tornando-nos recomendáveis em tudo; na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias,
PÃO DIÁRIO - 17/01/2021 - Apenas o necessário
Apenas o necessário
Este ano, quando cheguei ao livro de Mateus no meu planejamento anual de leitura bíblica, pela primeira vez percebi algo. Ao ler sobre a tentação de Cristo (Mateus 4:1-11), percebi o quanto o texto foi curto. Mateus usou menos de 250 palavras para descrever um dos acontecimentos mais centrais em toda a Escritura. Em seguida, pensei em outras passagens, curtas e também poderosas: O Salmo 23 (575 caracteres) e a oração do Senhor em Mateus 6:9-13 (395 caracteres).
Está claro que eu não preciso de mais palavras, nem caracteres, só preciso usá-los bem. Isto também se aplica a outras áreas da vida — tempo, dinheiro, espaço. As Escrituras afirmam que Deus atende as necessidades daqueles que buscam o Seu reino e a Sua justiça (Mateus 6:33). O salmista Davi nos encoraja “…aos que buscam o Senhor bem nenhum lhes faltará” (Salmo 34:10).
Se hoje você está pensando: “ preciso apenas de um pouquinho mais” de alguma coisa, considere em vez disso, a possibilidade de que Deus lhe deu “o necessário”.
— Julie Ackerman Link
Leia: Mateus 6:25-34
Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 34-35;Mateus 22:23- 46
Considere: É rico aquele que está satisfeito com o que tem.
O CULTO QUE AGRADA A DEUS
O evangelista João, registra o episódio do encontro de Jesus com a mulher samaritana no poço de Jacó. Nesse encontro, a mulher samaritana perguntou a Jesus onde adorar. Jesus respondeu que não é onde, mas como e a quem adorar. A verdadeira adoração a Deus é em espírito e em verdade. É de todo o coração e também prescrita pela palavra de Deus. A verdadeira adoração é um dos temas centrais das Escrituras. A veneração de imagens de escultura é uma abominação para Deus, pois Deus é plenamente espiritual em sua essência. Quando Jesus diz que Deus é Espírito significa que Deus é invisível, intangível e divino em oposição a humano. É desconhecido para os seres humanos a menos que ele decida se revelar (Jo 1.18). Da mesma forma que Deus é luz (1Jo 1.5) e Deus é amor (1Jo 4.8), também Deus é Espírito (Jo 4.24). Esses são elementos na forma em que Deus se apresenta aos seres humanos, em sua bondosa auto-revelação em seu Filho. Deus escolheu se revelar, quando o Verbo se fez carne. Quem vê a Jesus, vê o próprio Pai. O culto prestado a outros deuses é uma ofensa a Deus, pois Deus é um só e não há outro. A adoração a Deus, entrementes, não pode ser do nosso modo nem ao nosso gosto, pois Deus mesmo estabeleceu critérios claros como exige ser adorado.
Jesus orienta a mulher samaritana que não é de volta ao Judaísmo que os samaritanos devem ser convertidos nem é para Jerusalém que devem fazer peregrinações para adorar. Em Jerusalém Jesus também não achou “adoradores verdadeiros”. Ali eles haviam transformado a casa de seu Pai numa casa de comércio. Os verdadeiros adoradores não podem ser identificados por sua ligação a um santuário particular. Os adoradores verdadeiros são aqueles que adoram o Pai em espírito e em verdade.
A adoração falsa é abominação para Deus e a adoração hipócrita enfrenta o desgosto de Deus. O profeta Isaías já havia demonstrado o desgosto divino, quando disse que o povo de Israel honrava a Deus com os lábios, mas seu coração estava distante de Deus (Is 29.13). Amós, nessa mesma linha foi contundente, quando em nome de Deus, escreveu: “Aborreço e desprezo as vossas festas e com as vossas assembleias solenes não tenho nenhum prazer. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos, porque não ouvirei as melodias das tuas liras” (Am 5.21,23).
Jesus diz para a mulher samaritana o que adoração não é. Primeiro, não é adoração centrada em lugares sagrados (Jo 4.20). Não é neste monte nem naquele. Não existe lugar mais sagrado que outro. Não é o lugar que autentica a adoração, mas a atitude do adorador. Segundo, não é adoração sem entendimento (Jo 4.22). Os samaritanos adoravam o que não conheciam. Havia uma liturgia desprovida de entendimento. Havia um ritual vazio de compreensão. Terceiro, não é adoração descentralizada da pessoa de Cristo (Jo 4.25,26). Os samaritanos adoravam, mas não conheciam o Messias. Cristo não era o centro do seu culto. Nossa adoração será vazia se Cristo não for o seu centro.
Jesus, também, diz para a mulher samaritana o que a adoração é: Primeiro, a adoração precisa ser bíblica (Jo 4.24). O nosso culto é bíblico ou é anátema. Deus não se impressiona com pompa; ele busca a verdade no íntimo. Segundo, a adoração precisa ser sincera (Jo 4.24). A adoração precisa ser em espírito, ou seja, de todo o coração. Precisa ter fervor. Não é um culto frio, árido, seco, sem vida.
Deus deve ser o nosso maior deleite e o culto a Deus deve ser a razão principal da nossa vida!
Por Rev Hernandes Dias Lopes
sexta-feira, 15 de janeiro de 2021
MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES
3 coisas que determinam o sucesso do seu casamento. | Pr Josué Gonçalves
VÍDEO DO DIA - Preto no Branco - Os Sonhos de Deus ft. Juninho Black, Lukão Carvalho, Eli Soares
Os Sonhos de Deus
- Preto no Branco ft. Juninho Black, Lukão Carvalho, Eli Soares
PÃO DIÁRIO - 16/01/2021 - Prove o sabor
Prove o sabor
…todo o povo se foi a comer, a beber […] e a regozijar-se grandemente. — Neemias 8:12
Após muitos dos israelitas exilados na Babilônia retornarem a Jerusalém para reconstruir o templo e os muros da cidade, eles se reuniram para ouvir Esdras ler o livro da Lei dado por Deus por intermédio de Moisés (Neemias 8:1). Os israelitas ouviram a Palavra de Deus por horas, enquanto os mestres dentre eles davam “…explicações, de maneira que entendessem o que se lia” (v.8).
Quando eles choraram por causa de suas falhas, Esdras e Neemias; o governador, lhes disseram que este não era um tempo para se entristecerem, mas alegrar-se. Foi lhes dito também para que preparassem um banquete e dividissem com aqueles que nada tinham, “…porque a alegria do Senhor é a vossa força” (v.10). “Então, todo o povo se foi a comer, a beber, a enviar porções e a regozijar-se grandemente, porque tinham entendido as palavras que lhe foram explicadas” (v.12).
Para nós, é motivo de grande alegria — o banquete espiritual que Deus nos preparou em Sua Palavra. Vale a pena separar um tempo para saboreá-lo.
— David C. McCasland
Leia: Neemias 8:1-12
Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 31-33;Mateus 22:1-22
Considere: Deus, o Pão Vivo, satisfaz a nossa fome espiritual por meio da Palavra Viva.
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