sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

O EVANGELHO, A BOA NOVA DO CÉU À TERRA


 

O evangelho é a maior e a melhor notícia que o mundo já ouviu. É a mensagem da salvação em Cristo Jesus. O evangelho é chamado nas Escrituras de diferentes formas. Abordaremos, aqui, três dessas formas.


Em primeiro lugar, o evangelho do reino (Mt 4.23). “Percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo”. Na agenda de Jesus, três atividades foram destacadas. Primeiro, Jesus ensinou nas sinagogas. Este lugar era o centro dos encontros dos judeus e gentios piedosos para orarem e estudarem a lei de Deus. Ali Jesus entrava para ensinar o evangelho do reino. Segundo, Jesus pregou o evangelho do reino. Pregou no campo e na cidade, no templo e nas sinagogas, nas ruas e nos lares. Jesus não pregou a corrente de pensamento dos rabinos de seu tempo nem sobre as expectativas messiânicas no povo, mas pregou o evangelho do reino. Terceiro, Jesus curou toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo. Jesus ensinava, pregava e curava. Atendia as necessidades do corpo e da alma. Tratava do homem no sentido pleno, aliviando suas dores, curando suas doenças e oferecendo-lhes sua graça salvadora. Assim como o evangelho do reino teve prioridade na agenda de Jesus, a igreja, também, deve comprometer-se a pregar este evangelho.


Em segundo lugar, o evangelho da paz (At 10.36). “Esta é a palavra que Deus enviou aos filhos de Israel, anunciando-lhes o evangelho da paz, por meio de Jesus Cristo. Este é o Senhor de todos”. O evangelho do reino é também o evangelho da paz. Por meio dele, judeus e gentios formam um só povo. O evangelho não faz distinção entre judeus e gentios, ricos e pobres, doutores e analfabetos. É endereçado a todos os homens, de todos os estratos sociais, de todos os estofos culturais, de todas as classes políticas. É o evangelho da paz, pois onde ele é proclamado, aí os homens são reconciliados com Deus e com o próximo. Onde o evangelho da paz é crido, cessam as guerras e conflitos dentro dos homens e entre os homens. Onde o evangelho da paz entra, ele produz paz com Deus, pois por meio de Cristo, todo aquele que crê, é reconciliado com Deus e feito filho de Deus. O evangelho da paz não é outro evangelho distinto do evangelho do reino; é o mesmo evangelho anunciado por meio de Jesus Cristo, o Senhor de todos. À parte de Cristo não existe boas novas aos homens. Jesus Cristo é a própria essência do evangelho. Ele é o conteúdo do evangelho. O evangelho não é apenas uma coletânea de doutrinas; é, sobretudo, uma pessoa. É Jesus, o Senhor de todos.


Em terceiro lugar, o evangelho da promessa (At 13.32). “Nós vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais”. O evangelho do reino é, também, chamado de evangelho paz e evangelho da promessa. O evangelho não começou quando Jesus veio ao mundo. Ele foi prometido desde a eternidade. Foi proclamado por Deus no jardim do Éden. Ele foi preanunciado pelos patriarcas nas priscas eras. Foi proclamado altissonantemente pelos profetas. Há, aqui, uma estreita conexão entre a antiga aliança e a nova aliança. Os que viveram antes de Cristo, olharam para frente, para o Messias que havia de vir; nós que vivemos depois de Cristo, olhamos para trás, para o Messias que já veio. O Cristo da profecia é o Jesus histórico. Nossos pais creram no Cristo da promessa; nós cremos no Jesus da história. Jesus é o grande elo que liga os dois testamentos. Ele é o conteúdo e a essência de ambos. Só existe um evangelho desde o início até o fim da história. Este é o evangelho do reino, o evangelho da paz, o evangelho da promessa, o evangelho da nossa salvação. A salvação foi planejada na eternidade e executada no tempo. Deus nunca mudou seu método de salvar o homem. Sempre foi, em todos os tempos, em todos os lugares, e para todos os homens, o mesmo método. O homem é salvo por Cristo, por meio do evangelho, o evangelho do reino, o evangelho da paz, o evangelho da promessa!



Por Pr. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia


E dizia-lhes uma parábola: Pode porventura o cego guiar o cego? Não cairão ambos na cova?

VÍDEO DO DIA - Kemuel | Oh Quão Lindo Esse Nome É


Kemuel | Oh Quão Lindo Esse Nome É



 

PÃO DIÁRIO - 15/01/2021 - Novos olhos

 

 

Novos olhos

…iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual a riqueza da glória da sua herança nos santos. — Efésios 1:18

Conheci uma estudante universitária recém-convertida a Cristo. E ela descreveu sua primeira mudança de vida da seguinte maneira: “Quando confiei em Cristo como Salvador, senti como se Deus tivesse descido dos céus e colocado novos olhos em minha cavidade ocular. Pude entender a verdade espiritual!”

Foi comovente ouvir como o seu encontro com o Salvador trouxe-lhe uma nova percepção espiritual. Mas a experiência dela não é singular. Todos são imbuídos com visão espiritual quando confiam em Cristo como seu Salvador. Contudo, por vezes um “nevoeiro” envolve nossa visão espiritual tornando-a nebulosa e obscura. Isso acontece quando negligenciamos nosso relacionamento com Cristo.

Nas ardentes orações de Paulo pela visão espiritual dos cristãos, vemos como é importante apreciar por completo tudo o que Deus fez e fará para nós, por meio de Cristo. Ele orou para que os olhos do nosso entendimento fossem iluminados para sabermos “…qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos” (Efésios 1:18).

Cada cristão recebeu novos olhos para discernir as verdades espirituais. À medida que mantemos nossos corações voltados a Deus, Ele nos ajudará a ver com os nossos olhos espirituais tudo o que Ele nos deu em Cristo.

— Dennis Fisher

Leia: Efésios 1:15-21 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 29-30;Mateus 21:23-46

Considere: Outrora eu era cego, mas agora vejo!

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Casamento ou Prisão? Pr. Josué Gonçalves



 

PAZ PARA ENFRENTAR OS MOMENTOS DECISIVOS DA VIDA


O mundo está atormentado por muitos flagelos. O terrorismo internacional fragiliza as nações mais poderosas da terra. O vazio existencial empurra muitas pessoas para o suicídio. O avanço das drogas letais, por mais firme que seja a repressão, cresce no mundo inteiro, deixando tantas pessoas prisioneiras do vício e do tráfico. Há um gemido represado nos corações. Há uma dor que lateja na alma. Há lágrimas copiosas que toldam as alegrias da vida.


Há momentos em que a doença surra o nosso corpo e a morte nos mostra a sua carranca. Nessas horas decisivas, muitos se desesperam; outros, porém, desfrutam de uma paz que excede todo o entendimento. Uma pergunta se impõe nesse cenário cinzento e nesses momentos decisivos: É possível experimentar a verdadeira paz? Nossa resposta é um sonoro SIM. Elenco, abaixo, duas situações dramáticas vividas pelo apóstolo Paulo, o maior bandeirante do Cristianismo, onde ele compartilha seus sentimentos tanto diante da enfermidade como na hora da morte.


Em primeiro lugar, a paz para enfrentar a enfermidade. “Então, ele me disse: A minha graça te basta; porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza…” (2Co 12.9). A enfermidade enfraquece nosso corpo e dobra nosso espírito. Provoca sofrimento físico e golpeia nosso orgulho. O apóstolo Paulo ficou doente quando fazia sua primeira viagem missionária (Gl 4.13-15). Chamou essa doença de espinho na carne (2Co 12.7). Essa enfermidade trouxe-lhe atroz sofrimento. Ao mesmo tempo que Deus usou sua enfermidade para torná-lo humilde, Satanás usou-a para lhe esbofetear. Paulo, então, rogou a Deus três vezes para remover o espinho de sua carne, mas Deus, em vez de curar sua enfermidade, deu-lhe graça para suportá-la, dizendo-lhe que seu poder se aperfeiçoa na fraqueza. A enfermidade de Paulo tornou-o completamente dependente de Deus. Impediu que ele se ensoberbecesse diante da grandeza das revelações. Mesmo acicatado por esses espinhos pontiagudos, manteve-se resoluto em seu ministério, levando a boa nova do evangelho aos mais longínquos rincões do império. O mesmo Deus que cura é também aquele que consola. O mesmo Deus que permite a enfermidade é também aquele que a instrumentaliza para o nosso bem. O mesmo Deus que coloca seu tesouro em um frágil vaso de barro é também aquele que traz glória ao seu santo nome, pelo nosso santificado sofrimento.


Em segundo lugar, a paz na hora da morte. “Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado” (2Tm 4.6). Voltaire, um filósofo ateu, que escarneceu do Cristianismo, morreu em grande agonia e desespero. O apóstolo Paulo, que proclamou a fé cristã nas diversas províncias do império romano, demonstrou profunda serenidade diante da morte. Mesmo sabendo que caminharia de uma masmorra úmida e fria para o patíbulo da morte, disse: “Já estou sendo oferecido por libação e o tempo da minha partida é chegada”. Paulo entende que não é Roma que vai lhe matar, mas é ele quem vai se entregar. Não vai se entregar a César, pois é prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Vai oferecer-se a Deus como uma oferta de libação. Paulo não está com medo de morrer, porque sabe em quem tem crido e sabe para onde está indo. Em vez de usar o termo “morte” para o desfecho de sua vida, usa a palavra “partida” e isso por três razões. Primeiro, “partida” significa tirar o fardo das costas de alguém. Morrer para um crente é descansar de suas fadigas. Segundo, “partida” significa desatar um bote do tronco e atravessar o rio. Morrer para um crente é fazer sua última viagem rumo à Pátria celestial. Terceiro, “partida” significa afrouxar as estacas de uma barraca, levantar acampamento e ir para sua casa permanente. Morrer para um crente é mudar de endereço; é ir para a casa do Pai.


E Você, tem desfrutado essa paz? Agora mesmo você pode apropriar-se dela em Cristo Jesus. Ele é a nossa paz. Nele temos paz com Deus e a paz de Deus.



Por Pr. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia 


Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso.

VÍDEO DO DIA - KLEV LIVE #2 | Um Chamado - Cinco Pães e Dois Peixinhos

KLEV LIVE #2 | Um Chamado - Cinco Pães e Dois Peixinhos

 



 

PÃO DIÁRIO 14/01/2021 - Irrefreável

 

Irrefreável


Então o Senhor abriu os olhos a Balaão, ele viu o Anjo do Senhor, que estava no caminho… —Números 22:31

Abaixo. Acima. Em volta. Através. Nada irá me impedir de fazê-lo. Ouço com frequência as pessoas expressarem esse tipo de atitude quando elas têm uma ideia ou veem uma oportunidade que lhes pareça boa ou vantajosa. Dedicam todos os seus recursos para conquistá-la.

Como evidência de que esta maneira de pensar possa ser falha, chamo uma jumenta como minha testemunha — uma que pertence a um homem chamado Balaão.

Um rei vizinho ofereceu a Balaão uma tarefa vantajosa, e ele perguntou a Deus se lhe era permitido aceitá-la (Números 22). Quando Deus disse não, os representantes do rei fizeram uma oferta melhor. Pensando que Deus poderia ter mudado de ideia, Balaão perguntou novamente. Deus permitiu a Balaão ir com os representantes, mas sob rigorosas condições. Deus conhecia o coração de Balaão e não estava contente com ele, portanto o Senhor colocou o Seu anjo no caminho. Balaão não podia ver o anjo, mas sua jumenta podia. Quando a jumenta recusou-se a continuar, Balaão irritou-se com o animal por bloquear o seu caminho.

A história de Balaão nos ensina que nem todo obstáculo foi feito para ser superado. Alguns são colocados por Deus para nos proteger de fazer algo tolo. Quando nossos planos são dificultados, não deveríamos presumir que é Satanás tentando nos parar. Pode ser Deus tentando nos proteger.

— Julie Ackerman Link

Leia: Números 22:10-34 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 23-24;Mateus 20:1-16

Considere: Deus está sempre nos protegendo — mesmo quando não percebemos que precisamos.

RAZÕES PARA GLORIFICARMOS A DEUS


“Porque dele, por meio dele, e para ele são todas as coisas; a ele, pois, glória pelo século dos séculos.” (Rm 11.36)


Os eruditos afirmam, e com razão, que a carta de Paulo aos Romanos é a cordilheira do Himalaia de toda a revelação bíblica. Aqui Paulo chegou à cumeeira, ao ponto culminante das Escrituras. Num texto de irretocável beleza e profundidade, o apóstolo dos gentios traça a nossa trajetória das profundezas da decadência moral às culminâncias da nossa redenção. Depois de destacar que toda a obra da redenção foi planejada soberanamente por Deus e realizada eficazmente por ele, encerra a primeira parte da epístola (capítulos 1-11) numa doxologia, onde desabotoa sua voz em torrentes de exaltação a Deus. Três verdades são destacadas.


Em primeiro lugar, Deus deve ser glorificado porque ele é o idealizador da nossa salvação (Rm 11.36a). “Por que dele…”. Nossa redenção não começa no tempo, mas na eternidade; não começa na terra, mas no céu; não começa com o homem, mas com Deus. Ele planejou a nossa salvação, e isso desde os tempos eternos. Tudo provém dele, pois ele é a fonte e a origem da nossa salvação. Tudo provém de Deus, pois nos amou com amor eterno e nos atraiu para si com cordas de amor. Ele é idealizador da nossa redenção, pois nos escolheu em Cristo, antes da fundação do mundo. O evangelho não é um caminho aberto da terra para o céu; é o caminho aberto do céu para a terra. O evangelho não é uma tentativa do homem encontrar Deus; é a decisão de Deus buscar o homem perdido. Todas as religiões do mundo são um esforço humano para agradar a Deus através de obras, ritos e sacrifícios; mas o Cristianismo é Deus tomando a iniciativa de reconciliar o homem consigo mesmo por intermédio de Cristo.


Em segundo lugar, Deus deve ser glorificado porque ele é o executor da nossa salvação (Rm 11.36b). “… e por meio dele…”. Deus não apenas planejou nossa salvação na eternidade, mas a executou na história. Para tornar eficaz seu plano eterno, o Verbo divino, Deus de Deus, luz de Deus, fez-se carne e habitou entre Deus. O unigênito do Pai, da mesma essência do Pai, esvaziou-se e assumiu a forma humana. Sendo Deus, se fez homem; sendo exaltado pelos anjos, se fez servo; sendo imaculado, se fez pecado; sendo bendito se fez maldição; sendo rico se fez pobre; sendo o autor da vida, morreu pelos nossos pecados. O homem não poderia ser o agente de sua própria salvação. Não poderia apagar as manchas de seus próprios pecados. Não poderia voltar-se para Deus por si mesmo. O homem está perdido, cego, surdo, endurecido e morto nos seus pecados. Deixado à sua própria sorte, caber-lhe-ia apenas uma condenação inexorável. Por isso, Deus sendo rico em misericórdia, amou eternamente os objetos de sua ira a ponto de dar seu Filho unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. O filho de Deus, veio ao mundo para ser nosso fiador e substituto. Deus lançou sobre ele a iniquidade de todos nós. Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelos nossos pecados. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras foram sarados. Ele levou sobre o seu corpo, no madeiro, os nossos pecados. Ele morreu pelos nossos pecados, pagou a nossa dívida e nos reconciliou com Deus. Jesus é o novo e vivo caminho que nos conduz ao Pai.


Em terceiro lugar, Deus deve ser glorificado porque o louvor de sua glória é o propósito da nossa salvação (Rm 11.36c). “… e para ele são todas as coisas; a ele, pois, glória pelo século dos séculos”. A salvação não é uma medalha de honra ao mérito que ostentamos no campeonato da vida. Não é um troféu que levantamos no pódio da exaltação humana. Nossa salvação foi planejada, executada e consumada por Deus para que todos os remidos sejam apresentados, nos séculos vindouros, como troféus de sua graça, a fim de que Deus receba a glória pelos séculos dos séculos. Se o fim principal do homem é glorificar a Deus, o fim principal de Deus é glorificar a si mesmo, pois não existe nenhum outro propósito mais elevado e santo do que a própria exaltação de Deus, aquele que é o início, o meio e o fim de todas as coisas. Por toda a eternidade, os remidos se desdobrarão em louvor e adoração a Deus por tão grande salvação e nem mesmo assim poderão esgotar esse tributo de gratidão!



Por Rev Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia 


E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia.


VÍDEO DO DIA - Damares - Derrama Shekináh

Damares - Derrama Shekináh



 

PÃO DIÁRIO - 13/01/2021 - Atitude do coração

 


Atitude do coração

…não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus… —Efésios 6:6


Amo assistir a destreza e a paixão dos grandes atletas à medida que fazem o seu melhor em campo, pois é isso que demonstra o seu amor pelo jogo. Inversamente, quando uma longa temporada está acabando e a equipe já está praticamente eliminada do campeonato ou das partidas finais, às vezes, parece que os atletas “jogam meramente para cumprir tabela.” Sua falta de paixão pode ser decepcionante para os fãs que pagaram para assistir a um bom jogo.

Do mesmo modo, a paixão é um aspecto chave das nossas vidas. A atitude do nosso coração em relação a Deus é revelada na maneira como o servimos. O apóstolo Paulo disse que servir ao Senhor compreende a maneira como desempenhamos nossas atividades diárias. Em Efésios 6:6-7, lemos que devemos fazer o nosso trabalho, “…não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens”.

A chave nesse versículo, para mim, é “de coração.” Tenho um Pai celestial que me ama profundamente e que sacrificou Seu Filho por mim. Como posso fazer qualquer coisa menos do que dar-lhe o meu melhor? A paixão para viver para Deus, que vem “do coração”, faz surgir a nossa melhor resposta àquele que fez tanto por nós.

— Bill Crowder


Leia: Efésios 6:5-9 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 27-28;Mateus 21:1-22

Considere: O amor de Deus nos motiva a viver para Deus.

O AMOR, O MAIOR DE TODOS OS ARGUMENTOS




“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.34,35).


Francis Schaeffer definiu o amor como a apologética final, o argumento irresistível e irrefutável. Jesus está no cenáculo, dando suas últimas instruções a seus discípulos, quando falou para eles sobre esse novo mandamento. Três verdades são aqui destacadas:


Em primeiro lugar, o amor é o maior de todos os argumentos pela sua natureza. “Novo mandamento vos dou…”. Amar ao próximo era um mandamento antigo. Era a própria essência da lei de Deus e o seu cabal cumprimento. Porém, Jesus fala de um novo mandamento, porque trata do amor sob uma nova perspectiva. A lei ensinava a amar o próximo como a si mesmo, mas aqui Jesus vai além e fala de um amor transcendente, que ultrapassa a fronteira do amor próprio. Esse novo mandamento fala de um amor que ninguém conhecia até então e ninguém podia praticá-lo senão pelo poder de Jesus e pela influência de seu exemplo. Não se trata do amor natural pelo próximo nem do amor que existe entre os membros de uma família. Esse amor é totalmente novo e, por isso, sua prática consiste na obediência de um novo mandamento.


Em segundo lugar, o amor é o maior de todos os argumentos pelo seu exemplo. “… que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei…”. Até então o homem conhecia o amor ao próximo como a si mesmo. Esse amor tinha limites e era regulado pelo amor a si mesmo. Jesus, porém, nos amou mais do que si mesmo. Ele nos amou e a si mesmo se entregou por nós. Ele nos amou e deixou a glória para habitar entre nós. Ele nos amou e vestiu pele humana e calçou as sandálias da humildade para servir-nos. Ele nos amou e andou por toda a parte fazendo o bem, libertando todos os oprimidos do diabo. Ele nos amou e por nós foi perseguido, traído e torturado. Ele nos amou e levou sobre si os nossos pecados, não levando em conta a ignomínia da cruz, pela alegria que lhe estava proposta. Ele nos amou e suportou morte e morte de cruz para nos dar a vida eterna. Ele nos amou se fez pecado por nós, para que nós fôssemos justificados. Ele nos amou e foi feito maldição por nós para que nós fôssemos benditos eternamente. Se ele nos amou e deu sua vida por nós, o amor consiste em amarmos aos nossos irmãos e darmos nossa vida por eles (1Jo 3.16).


Em terceiro lugar, o amor é o maior de todos os argumentos pelo seu resultado. “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”. O amor vivido entre os irmãos transborda para além dessa fraternidade e alcança o mundo. O amor entre os irmãos tem um profundo impacto evangelístico. Quando o mundo olha para nós e vê o amor vivido mais do que o amor falado, precisa se curvar à realidade inegável de que somos discípulos de Jesus, aquele que por amor, sendo Deus se fez homem, sendo Senhor se fez servo, sendo rico se fez pobre. O amor é o sermão pregado aos olhos. O discurso do amor impacta mais os corações do que carradas de palavras desprovidas dele. O amor é a maior defesa do nosso discipulado. Não somos conhecidos como discípulos de Jesus pelo nosso conhecimento nem mesmo pelos nossos dons. Somos conhecidos como seus discípulos pelo amor. O amor é a prova dos nove, o argumento mais poderoso, a apologética final. Aqueles que amam nasceram de Deus, pois Deus é amor. Aqueles que amam são filhos da luz, andam na luz e são luzeiros num mundo de trevas. Que o nosso amor uns pelos outros seja a maior evidência da nossa fé e a nossa mais eloquente pregação aos olhos do mundo.



Por Rev Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


O Mito do CASAMENTO PERFEITO | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador,

Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.

VÍDEO DO DIA - Aline Barros - Rendido Estou

Aline Barros - Rendido Estou 




 

PÃO DIÁRIO - 12/01/2021 - Resgatado

 


Resgatado


…Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa. —Atos 16:31


Manuel Gonzalez foi o primeiro socorrista a alcançar os 33 mineiros presos por 69 dias na explosão em uma mina chilena, em 2010. Sob o enorme risco à sua própria vida, ele desceu cerca de 610 metros da terra para trazer os homens presos de volta à superfície. O mundo assistiu maravilhado como cada mineiro, um por um, foi resgatado e transportado à liberdade.

A Bíblia nos relata um resgate ainda mais maravilhoso. Pela desobediência de Adão e Eva, toda a humanidade está presa no pecado (Gênesis 2:17; 3:6,19; Romanos 5:12). Incapaz de libertar-se, cada pessoa enfrenta a morte certa — física e eterna. Mas Deus providenciou um Redentor — Jesus Cristo, o Filho de Deus. Todos os que aceitam o presente gratuito da salvação oferecida por meio de Sua morte e ressurreição são libertos das garras do pecado e do consequente castigo da morte (Romanos 5:8-11; 10:9-11; Efésios 2:1-10).

Jesus Cristo é “…primícias dos que dormem” (1 Coríntios 15:20). Ele foi o primeiro a ressuscitar dentre os mortos, para nunca mais morrer. Da mesma maneira, todos os que colocam sua fé em Cristo receberão vida (Romanos 8:11).

Você ainda está preso nas armadilhas dos seus pecados? Aceite o presente da salvação de Jesus e desfrute a liberdade de uma vida em Cristo e a eternidade com Ele (Atos 16:31; Efésios 2:1; Colossenses 2:13).

— C. P. Hia

Leia: 1 Coríntios 15:1-4, 20-25 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 25-26;Mateus 20:17-34

Considere: Por intermédio da Sua cruz, Jesus resgata e redime.

DEUS, O REFÚGIO DO SEU POVO

 



            O Salmo 46 fala de Deus como o refúgio do seu povo. Nos versículos 1 a 3 vemos quem Deus é; nos versículos 4-7 onde Deus está; e, nos versículos 8 a 11, o que Deus faz. Nos versículos 1 a 3 vemos Deus sendo refúgio do seu povo, quando a natureza está em fúria. Nos versículos 4 a 7 vemos Deus no meio do seu povo, quando este é sitiado pelos inimigos. Nos versículos 8 a 11 vemos Deus desbaratando os inimigos, impondo a eles completa derrota.


            Diante da convulsão da natureza e das catástrofes naturais somos desafiados a não temer (v. 2). Diante do cerco do inimigo, somos conclamados a não ficar abalados (v. 5). Diante dos poderosos feitos de Deus, colocando termo à guerra e neutralizando seus instrumentos de destruição, somos exortados a compreender a singularidade de Deus, que é exaltado entre as nações.


            Destacaremos, portanto, esses três aspectos deste Salmo:


            Em primeiro lugar, a proteção de Deus (Sl 46.1-3). Não precisamos viver dominados pelo medo, porque Deus é o nosso refúgio, quando somos acuados pelas circunstâncias. Não precisamos sucumbir ao temor porque Deus é a nossa fortaleza, quando o maligno nos assalta. Não precisamos ficar intimidados com as tribulações, porque mesmo nesse beco sem saída, Deus é o nosso socorro bem presente. Não precisamos viver prisioneiros do medo nem mesmo diante das catástrofes da natureza. Terra transtornada, montes se abalando no seio dos mares e águas revoltas a ponto de abalar e estremecer os montes é uma descrição de terror, que coloca em pânico até mesmo os poderosos. Mesmo nessas circunstâncias radicais, de total vulnerabilidade humana, não precisamos temer. A vitória sobre o medo não decorre de nossa força, mas da proteção divina.


            Em segundo lugar, a presença de Deus (Sl 46.4-7). O povo de Deus, mesmo cercado por inimigos perigosos, tem sua alegria renovada pela presença do rio da graça que flui do trono de Deus. A cidade de Deus, simbolizada por Jerusalém, é uma descrição de seu próprio povo. Nessa cidade está a morada do Altíssimo. Somos a habitação de Deus. Somos o templo do Espírito Santo. Deus habita na igreja. Deus está no meio da igreja. Por isso, ela jamais será abalada. Deus é o seu ajudador, por isso, os inimigos não podem prevalecer contra ela. Mesmo que os inimigos sejam muitos e poderosos, mesmo que as nações se enfureçam e os reinos deste mundo se levantem contra Cristo e sua igreja, a cidade de Deus jamais fica abalada, porque o Senhor dos Exércitos está com ela. O Deus de Jacó, o Deus da aliança, é o seu refúgio.


            Em terceiro lugar, o poder de Deus (Sl 46.8-11). O povo de Deus é convidado a vir e ver as obras do Senhor. Ele é quem abate os poderosos, faz despencar os arrogantes e despede vazios os ricos. Ele é quem coloca um ponto final na guerra e impõe uma acachapante derrota aos seus inimigos. Ele é quem desbarata os exércitos inimigos e quem torna em sucata os instrumentos de guerra. Deus abate reinos e destrona reis. Os reinos deste mundo passam. Os poderosos deste século são dissipados com o sopro do Deus Todo-poderoso. O Senhor vindica a sua própria glória, pois é exaltado em toda a terra.


O salmista conclui esta canção, repetindo a monumental declaração: “O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio” (Sl 46.7,11). Se aquele que tem as hostes celestiais sob seu comando, o Deus Todo-Poderoso está conosco, não precisamos ter medo; se o Deus de Jacó, o Deus de toda a graça, é o nosso refúgio, jamais precisamos viver abalados. Foi fundamentado neste Salmo que Martinho Lutero escreveu a marselhesa da Reforma, o hino “Castelo Forte”. Milênios passam, séculos ficam para trás e anos voam nas asas do vento, mas Deus continua sendo o nosso refúgio e a nossa fortaleza, de geração em geração.



Rev. Hernandes Dias Lopes


domingo, 10 de janeiro de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Assim diz o Senhor DEUS, que congrega os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.


VÍDEO DO DIA - Fernanda Brum e Eyshila - Espírito Santo

Fernanda Brum e Eyshila - Espírito Santo



 

PÃO DIÁRIO - 11/01/2021- Burocracia

 


Burocracia


…por intermédio de quem [Jesus] obtivemos […] acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; […] na esperança da glória… — Romanos 5:2


A expressão “fita vermelha” descreve a irritante maneira como a burocracia impede as coisas de ficarem prontas. Originalmente, a frase refere-se à prática comum de prender documentos oficiais com uma fita vermelha. No anos iniciais do século 19, o termo foi popularizado pelos escritos de um historiador escocês Thomas Carlyle, que protestava contra as procrastinações do governo. Após a Guerra Civil Americana, o problema da “fita vermelha” ressurgiu à medida que os veteranos da guerra lutaram para receber os seus benefícios. O termo denota frustração e desapontamento devido aos penosos obstáculos levantados para alcançarem os seus objetivos.

A fita vermelha e burocrática é quase lendária, mas há um lugar no universo onde ela nunca se aplica — o trono de Deus. No livro de Romanos 5:2, Paulo fala de Cristo, “…de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes…” Quando nossos corações estão partidos ou as nossas vidas atribuladas, não há burocracia que dificulte o nosso acesso a Deus. Jesus Cristo pavimentou o caminho de maneira que podemos ter acesso para entrar confiadamente na presença do Rei do céu (Hebreus 4:16).

Lembre-se, quando seu coração estiver ferido, você não terá que cortar muitas fitas vermelhas para apresentar suas necessidades a Deus. Por meio de Cristo, temos acesso completo e imediato.

— Bill Crowder

Leia: Romanos 5:1-8 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 21-22; Mateus 19

Considere: O trono de Deus está sempre acessível aos Seus filhos.

O VALOR INCOMPARÁVEL DE UMA MÃE


De todas as missões concedidas ao ser humano na história, nenhuma transcende à maternidade. O grande estadista americano, Abraham Lincoln, diz que as mãos que embalam o berço governam o mundo. Peter Marshall, capelão do senado americano, diz que as mães são as guardas das fontes, aquelas que promovem o bem mesmo permanecendo, tantas vezes, nas sombras do anonimato.


Ser mãe é gerar um outro ser dentro do seu próprio ser. É misturar sua vida com outra vida diferente, mas umbilicalmente jungida ao seu corpo, sua alma e seus sonhos. Ser mãe é doar-se incondicionalmente ao objeto do seu amor. É entregar-se sem reservas a quem nutre no ventre, no seio, nos braços. É correr risco para que o fruto do seu amor seja protegido e guardado do mal. Ser mãe é ser ensinadora, intercessora e protetora. Ser mãe é celebrar com os filhos as suas mais risonhas vitórias e chorar com eles as suas mais amargas tristezas. Ser mãe é ser um vaso de honra nas mãos de Deus para edificar uma família sólida, lançar os fundamentos de uma sociedade mais justa e construir os alicerces de uma grande nação.


A Bíblia faz referência a muitas mães que deixaram um abençoado legado a ser seguido. Joquebede não desistiu de Moisés, seu filho, mesmo estando ele sentenciado à morte antes de nascer. Deus a honrou e esse filho tirado das águas foi o libertador do seu povo. Ana orou e chorou por Samuel, seu filho, antes dele ser concebido e consagrou-o a Deus depois de nascido, para vir a ser o maior profeta, sacerdote e juiz de sua geração. Abigail lutou bravamente pela sua casa e livrou seus filhos de grande tragédia, conjugando firmeza e doçura, destreza e prudência. Rispa protegeu seus filhos mesmo depois de mortos e suportou, com bravura, o calor do dia e o frio da noite, até que eles recebessem um sepultamento digno. Eunice educou Timóteo nas Sagradas Escrituras, dando-lhe o leite da piedade desde sua mais tenra idade, e este jovem veio a ser um grande cooperador do apóstolo Paulo, o maior bandeirante do Cristianismo.


Aplaudimos com vívido entusiasmo as conquistas das mulheres em nosso tempo. Por muitos séculos elas tiveram seus direitos diminuídos ou mesmo sequestrados. Porém, nenhum sucesso da mulher compensa o seu fracasso como mãe. Nenhum posto é mais elevado para uma mulher do que o ministério de mãe. Nenhum trabalho é mais importante para a sociedade que o exercício pleno da maternidade. Mãe não é apenas aquela que gera, mas, sobretudo, aquela que nutre, ensina, educa e prepara para a vida.


A mãe cristã é aquela que intercede pelos filhos com fervor, acompanha-os com amor, orienta-os com sabedoria e disciplina-os com firmeza. É aquela que se coloca na brecha em favor dos filhos e não abre mão de vê-los aos pés do Senhor. Chora por eles, jejua por eles, não desiste deles até vê-los salvos e levantados como colunas do santuário de Deus, usados como vasos de honra nas mãos do Senhor.


Mais do que de bens materiais, de sucesso profissional, de conquistas de títulos e honras deste mundo, as famílias precisam de mães que não abram mão de sua trincheira, a trincheira da oração pelos filhos. Quando as mães se prostram diante de Deus em oração, os filhos são levantados por Deus diante do mundo. Quando as mães se tornam reparadoras de brechas, os filhos são levantados como instrumentos de transformação da sociedade. Oh, que as mães sejam sempre mestras do bem, guerreiras de oração, missionárias incansáveis dentro de sua família, a fim de que tempos de refrigério venham da parte do Senhor sobre a igreja, trazendo-nos um poderoso reavivamento espiritual!



Por Pr. Hernandes Dias Lopes

sábado, 9 de janeiro de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

12 segredos casais que crescem juntos (parte1) | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade, e vivifica-me no teu caminho.


VÍDEO DO DIA - Catedral e Novo Som - Chame a Deus

Catedral e Novo Som - Chame a Deus



 

PÃO DIÁRIO - 10/01/2021 - A verdadeira liderança

 

A verdadeira liderança


…e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. —Marcos 10:44


Enquanto visitava o campus universitário num dia gelado de inverno, deparei-me com dois rapazes lascando uma grossa camada de gelo na calçada próxima a uma casa de irmandade. Deduzindo que deveriam ser calouros a quem tinha sido atribuído o duro trabalho pelos veteranos da fraternidade, perguntei: “Eles não mencionaram estes tipos de tarefas quando vocês ingressaram, mencionaram?” Um deles olhou para cima com um sorriso e disse, “Bem, somos ambos veteranos. Eu sou o vice-presidente e o meu amigo aqui é o presidente.” Eu os agradeci pelo seu trabalho duro e segui meu caminho sendo lembrado que a marca de um verdadeiro líder é o seu serviço aos outros.

Quando dois dos discípulos de Jesus lhe pediram cargos de honra no Seu reino vindouro, o Senhor reuniu seus Doze seguidores mais próximos e lhes disse: “…quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos” (Marcos 10:43-44). Se houve alguma dúvida sobre o que Jesus quis dizer, Ele os lembrou de que Ele não tinha vindo para ser servido, mas para servir aos outros e dar Sua vida para resgatá-los do poder do pecado (v.45).

A marca da verdadeira liderança divina não é poder e privilégio, mas o serviço humilde. Deus nos dá força para seguirmos o exemplo de Jesus e indicar o Seu caminho.

— David C. McCasland

Leia: Marcos 10:35-45 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 16-18;Mateus 18:1-20

Considere: Um líder qualificado é alguém que aprendeu a servir.

PAIS, NÃO IRRITEM SEUS FILHOS!


Depois de orientar os filhos a serem submissos e obedientes a seus pais (Ef 6.1-3), a palavra de Deus ordena aos pais a não provocar seus filhos à ira (Ef 6.4). A relação entre pais e filhos é uma pista dupla, onde há deveres e responsabilidades, direitos e obrigações. Se os filhos devem honrar os pais, os pais devem criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor. Se os filhos devem obedecer os pais, os pais não devem provocar os filhos à ira. Mas, como os pais poderiam provocar os filhos à ira?


Em primeiro lugar, quando os pais deixam de ser um exemplo para eles. Os pais ensinam os filhos não apenas com palavras, mas, sobretudo, com exemplo. O exemplo não é uma forma de ensinar, mas a única forma eficaz de fazê-lo. A vida dos pais precisa ser o avalista de suas palavras. A vida dos pais é a vida do seu ensino. Quando os pais falam uma coisa para os filhos e vivem outra, quando são inconsistentes, então, seu ensino se apequena. Em virtude dessa incongruência, os filhos ficam desanimados e irritados.


Em segundo lugar, quando os pais usam dois pesos e duas medidas. Há pais que elogiam e criticam os filhos pelos mesmos motivos. Não há uma regra clara para encorajá-los nem para discipliná-los. Os filhos ficam à mercê do ímpeto emocional dos pais, que como pêndulos, oscilam entre serenidade e irritabilidade. Os filhos precisam de regras claras, de princípios absolutos, de posicionamento consistente dos pais. Há pais que tratam filhos adultos como crianças e tratam filhos pequenos como adultos. Isso irrita os filhos!


Em terceiro lugar, quando os pais preferem um filho em detrimento do outro. Os filhos não são iguais. Têm personalidade e temperamento diferentes. Os pais podem exigir deles o mesmo empenho, mas nunca o mesmo desempenho. Têm habilidades e potencialidades diferentes. Sendo, assim, cada filho precisa ser tratado respeitando sua personalidade. Quando os pais demonstram preferência por um filho em detrimento de outro, provocam nos filhos ciúmes e essa emulação acaba por destruir a vida deles. Cada filho é um universo distinto. Cada filho deve ser tratado observando suas peculiaridades. As mesmas normas devem reger todos os filhos, mas a forma de aplicar essas normas deve variar de filho para filho.


Em quarto lugar, quando os pais deixam de dosar disciplina com encorajamento. Os filhos precisam de elogios e reprimendas. Precisam de apoio e de correção. Precisam de palavras de incentivo e de repreensão. Se os pais apenas cobram dos filhos e nunca os encorajam produz neles desânimo. Se os pais apenas cobrem os filhos de mimo e nunca os disciplina produz neles um caráter invertebrado. Firmeza e doçura, encorajamento e repreensão, consolo e disciplina precisam caminhar de mãos dadas na sublime missão de educar filhos para a glória de Deus.


Em quinto lugar, quando os pais deixam de viver a vida comum do lar. Há pais que transferem o amor conjugal para os filhos e tentam compensar nos filhos o fracasso do casamento. Os filhos nunca podem ocupar o lugar do cônjuge. A melhor coisa que os pais podem fazer para os filhos é viver uma relação conjugal regada de amor e respeito. O exemplo dos pais fala mais alto aos ouvidos dos filhos do que as palavras mais eloquentes. O maior legado que os pais podem deixar para os filhos é o exemplo de um casamento feliz. Os benefícios de crescer numa família onde o amor é o cardápio do dia têm reflexos mais profundos na vida dos filhos que qualquer outra influência fora do lar.


Em sexto lugar, quando os pais têm uma espiritualidade eivada de hipocrisia. Os pais são o espelho dos filhos. Um espelho precisa ser limpo e plano. O espelho não grita, demonstra. O espelho não faz discurso, revela. Nada produz maior decepção na vida dos filhos do que os pais exigirem deles um estilo de vida que eles mesmos não vivem. Cobrarem deles uma vida espiritual que não têm. Esperarem deles um compromisso espiritual que nunca praticaram dentro do lar. Permanece, portanto, a orientação apostólica: “E vós, pais, não provoqueis os vossos filhos à ira” (Ef 6.4).



Por Pr. Hernandes

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia 


Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;

VÍDEO DO DIA - LUCIANO CLAW - EIS ME AQUI


LUCIANO CLAW - EIS ME AQUI



 

PÃO DIÁRIO - 09/01/2021 - Os bons velhos tempos

 


Os bons velhos tempos


Lembro-me dos dias de outrora… — Salmo 143:5

Às vezes nossas mentes voltam nos anos e anseiam por aqueles momentos e lugares que foram melhores — “os bons velhos tempos”.
Mas para alguns, o passado abriga apenas memórias amargas. Nas profundezas da noite, eles ponderam suas próprias falhas, desilusões e fantasias, e pensam em como a cruel mão da vida os tratou.

É melhor relembrar o passado como Davi fez, contemplando os benefícios que Deus fez, “…penso em todos os teus feitos e considero nas obras das tuas mãos” (Salmo 143:5). Ao trazermos à mente a bondade do Senhor, podemos ver Suas bênçãos através dos anos. Estas são as memórias que fortalecem o bem mais elevado, pois evoca um profundo desejo por mais de Deus e mais do Seu suave cuidado. Elas transformam o passado em um lugar de familiaridade e comunhão com o nosso Senhor.

Ouvi uma história sobre uma senhora idosa que sentava em silêncio por horas em sua cadeira de balanço, as mãos dobradas em seu colo, olhos perdidos à distância. Um dia sua filha perguntou, “mãe, no que você pensa quando você senta aí tão quieta?” Sua mãe replicou suavemente com um brilho em seus olhos, “Isto é só entre Jesus e eu.”

Eu oro para que nossas memórias e meditações possam atrair-nos à Sua presença.

— David H. Roper

Leia: Salmo 143:1-6 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 19-20;Mateus 18:21-35

Considere: A comunhão com Cristo é o segredo da felicidade agora 

FILHOS, HONREM SEUS PAIS


“Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra” (Ef 6.1-4).


O quinto mandamento da lei de Deus trata da relação dos filhos com os pais. Duas palavras resumem o dever dos filhos para com os pais: Obediência e honra. Quando Paulo escreveu esta carta aos efésios estava em vigência no Império Romano o regime do pater postestas. O pai tinha o direito absoluto sobre o filho: podia casá-lo, divorciá-lo, escravizá-lo, vendê-lo, rejeitá-lo, prendê-lo, e até matá-lo.


Hoje estamos vivendo o outro extremo. Na década de 60 irrompeu com os hippies uma contracultura. Os jovens se revoltaram contra a autoridade dos pais e se rebelaram contra toda sorte de autoridade institucional.


O apóstolo menciona três motivos que devem levar os filhos a honrarem e serem obedientes aos pais: a natureza, a lei e o evangelho.


Em primeiro lugar, a natureza (Ef 6.1). “Filhos obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo”. A obediência dos filhos aos pais é uma lei da própria natureza, é o comportamento padrão de toda a sociedade. Os moralistas pagãos, os filósofos estóicos, a cultura oriental (chineses, japoneses e coreanos), as grandes religiões como Confucionismo, Budismo e Islamismo defendem também essa bandeira. É antinatural os filhos desobedecerem aos pais. A desobediência aos pais é um sinal de decadência moral da sociedade e um sinal do fim dos tempos ( Rm 1.28-30; 2Tm 3.1-3).


Em segundo lugar, a lei (Ef 6.2-3). “Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra”. Honrar os pais é mais do que obedecê-los. Os filhos devem prestar não apenas obediência aos pais, mas, também devotar a eles amor, respeito e cuidado. É possível obedecer sem honrar. Na imortal parábola que Jesus contou, o irmão do filho pródigo obedecia ao pai, mas não o honrava. Há filhos que desamparam os pais na velhice. Há outros que trazem flores para o funeral dos pais, mas jamais lhes presentearam com um botão de rosas, enquanto estavam vivos. Honrar pai e mãe é honrar a Deus (Lv 19.1-3). Porém, resistir a autoridade dos pais é insurgir-se contra a autoridade do próprio Deus. Honrar pai e mãe traz preciosos benefícios (Ef 6.2,3). A promessa consiste em prosperidade e longevidade. No Velho Testamento as bênçãos eram terrenas e temporais, como a posse da terra. No Novo Testamento nós somos abençoados com toda sorte de bênçãos espirituais em Cristo (Ef 1.3). Um filho obediente livra-se de grandes desgostos. Quantos desastres seriam evitados se os filhos ouvissem o conselho dos pais! Quantos casamentos desastrosos jamais aconteceriam se os filhos ouvissem a orientação dos pais! Quantas companhias nocivas, que levam para o abismo, seriam evitadas se os filhos ouvissem os pais! Quantos namoros turbulentos jamais começariam se os filhos atendessem à orientação dos pais! Obedecer pai e mãe é um antídoto contra grandes desastres na vida!


Em terceiro lugar, o evangelho (Ef 6.1): “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor…”. O apóstolo Paulo em Colossenses 3.20 fala que os filhos devem obedecer aos pais em tudo, já Efésios 6.1 equilibra dizendo que devem obedecer no Senhor. O que Paulo está ensinando? Os filhos devem obedecer aos pais porque eles mesmos são servos de Cristo. Eles devem obedecer aos pais por causa do relacionamento que têm com Cristo. Em Cristo a família é resgatada à plenitude do seu propósito original. Nossos relacionamentos familiares são restaurados porque estamos no Senhor. Porque estamos em Cristo, nossos relacionamentos são governados por ele. Quanto mais servos de Cristo somos, mais harmoniosa será a relação entre filhos e pais. Porque os filhos vivem para a glória de Deus e têm deleite em fazer sua vontade, eles aprendem a obedecer aos pais porque isto é agradável ao Senhor (Cl 3.20).



 Por Pr. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

6 coisas que podem matar o amor | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


O Senhor DEUS me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado. Ele desperta-me todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que ouça, como aqueles que aprendem.

 


Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...