quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
PÃO DIÁRIO - 08/01/2021 - Hora da história
Hora da história
Você já pensou sobre a ideia de as nossas vidas contarem uma história? Em cada situação — boa, má ou indiferente — as pessoas ao nosso redor estão observando e ouvindo as histórias que contamos. Nossa história é comunicada não somente por nossas palavras, mas também por nossas atitudes e ações ao reagirmos às bofetadas e bênçãos da vida. Nossos filhos e netos, cônjuge, vizinhos e colegas de trabalho, todos podem observar a história que estamos contando.
O apóstolo Paulo nos lembra de que como seguidores de Jesus, nossas vidas são como carta “…conhecida e lida por todos os homens […] carta de Cristo […] escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente…” ( 2 Coríntios 3:2-3).
Qual é a história que aqueles ao nosso redor estão lendo por meio da carta de nossas vidas? Histórias de perdão? Compaixão? Generosidade? Paciência? Amor?
Se você experimentou a alegria de uma vida cheia de graça que vem do Espírito de Deus em sua vida, então bem-vindo à alegria de ser um dos contadores de história da grandeza de Deus!
— Joe Stowell
Leia: 2 Coríntios 3:1-11
Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo: 14-15;Mateus: 17
Considere: Permita que a sua vida conte a história do amor e misericórdia de Cristo ao mundo a sua volta.
MARIDO, AME SUA MULHER
O apóstolo Paulo, em sua carta aos efésios (Ef 5.18-33), coloca os relacionamentos familiares dentro do contexto da plenitude do Espírito Santo. Nada mais oportuno. A esposa não consegue ser submissa a seu marido nem o marido amar sua mulher sem a plenitude do Espírito Santo. Um marido cheio do Espírito ama a sua mulher como Cristo amou a igreja. Esse amor pode ser atestado como segue:
Em primeiro lugar, o marido deve amar sua mulher com amor incondicional. A palavra de Deus diz que Cristo amou os seus e amou-os até o fim (Jo 13.1). Jesus amou seus discípulos não por causa de seus méritos, mas apesar de seus deméritos. Amou-os não por causa de suas virtudes, mas apesar de suas fraquezas. O marido deve amar sua mulher com todas as suas limitações ou mesmo quando seu amor não é plenamente correspondido.
Em segundo lugar, o marido deve amar sua mulher com amor perseverante. Cristo amou os seus até o fim. Assim o marido deve amar sua mulher com amor perseverante. Não é amar até a primeira crise. Não é amar até a primeira fraqueza. O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba. As muitas águas não podem apagar o amor nem os rios afogá-lo.
Em terceiro lugar, o marido deve amar sua mulher com amor santificador. Cristo amou a igreja e a santificou. O amor do marido deve dar segurança à sua espoa e protegê-la. Uma mulher amada pelo marido, não se vulnerabiliza. Uma mulher amada pelo marido é protegida das seduções perigosas que, sutilmente, circundam a sua vida.
Em quarto lugar, o marido deve amar sua mulher com amor sacrificial. Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. O amor não é egoísta nem visa seus próprios interesses. Quem ama se entrega. Quem ama se doa. Quem ama está pronto a viver e a morrer pela pessoa amada. O amor do marido pela sua esposa não pode ser apenas de palavras, mas deve ser demonstrado pela sua disposição de servi-la e pela sua prontidão de dar sua vida por ela.
Em quinto lugar, o marido deve amar sua mulher com amor altruísta. Quem ama a sua mulher a si mesmo se ama, pois sua esposa é carne de sua carne e ninguém jamais odiou sua própria carne, antes a alimenta e dela cuida. O marido não pode tratar sua mulher com indiferença nem com truculência. A mulher é o vaso mais frágil. Precisa ser tratada com dignidade e ternura. O marido precisa viver a vida comum do lar e relacionar-se com sua mulher de forma fiel e amável, suprindo suas necessidades físicas, emocionais e espirituais.
Em sexto lugar, o marido deve amar sua mulher com amor romântico. A palavra “cuidar” em Efésios 5.29, tem o significado de “acariciar”. O marido não pode ser rude no trato. Deve tratar sua mulher com romantismo. Deve cobri-la de afeto e encorajá-la com eloquentes elogios. Cabe ao marido suprir as necessidades emocionais de sua mulher, a fim de que ela seja valorizada como sua amada e sentir-se confortada com o seu amor.
Em sétimo lugar, o marido deve amar sua mulher com amor prático. Todas as vezes que essa ordenança é dada ao marido nas Escritura, utiliza-se a palavra grega ágape, para caracterizar o amor. Esse amor é distinto do amor físico e vai além do amor amizade. Trata-se do amor que se entrega sem reservas e que se sacrifica sem temores. Esse amor não é um conceito teórico, mas uma atitude prática. Esse amor serve mais do que deseja ser servido, se doa mais do que deseja receber, investe mais do que reivindica. Esse amor se sacrifica em vez de exigir sacrifícios. Permanece, portanto, a ordem apostólica: “Maridos, amai vossa mulher” (Ef 5.25)!
Por Pr. Hernandes Dias Lopes
quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
PÃO DIÁRIO - 07/01/2021 - Lista de convidados
…ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; e serás bem-aventurado… —Lucas 14:13-14
Qumran foi uma comunidade judaica do primeiro século que se isolou das influências externas para se preparar para a chegada do Messias. Eles tiveram grande cuidado com a vida religiosa, lavagens cerimoniais e estrita observação às regras de conduta. Documentos remanescentes mostram que eles não permitiam coxos, cegos e aleijados em suas comunidades; baseavam-se em suas próprias convicções de que qualquer um que tivesse um “defeito” físico era cerimonialmente impuro. Na comunhão ao redor da mesa, os inválidos nunca participavam como convidados.
Ironicamente, naquela mesma época, o Messias de Israel trabalhava nas cidades e vilas da Judeia e Galileia. Jesus proclamou o reino de Seu Pai, trouxe ensino e conforto, e realizou poderosos milagres. Corajosamente, o Senhor proclamou: “Antes, ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; e serás bem-aventurado…”( Lucas 14:13-14).
O contraste entre as palavras de Jesus e a lista da “elite espiritual” dos convidados de Qumran nos ensina. Com frequência, gostamos de nos sentar à mesa com pessoas que pareçam, pensem, e ajam como nós. Mas nosso Deus nos exorta a ser como Ele e a abrirmos as nossas portas a todos.
— Dennis Fisher
Leia: Lucas 14:7-4
Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 12-13;Mateus 16
Considere: O evangelho inclusivo não pode ser partilhado por um povo exclusivo. — George Sweeting
MULHERES, SEJAM SUBMISSAS AO SEU MARIDO
“As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor” (Ef 5.22).
O relacionamento entre marido e mulher, de acordo com o padrão divino, é consequência da plenitude do Espírito Santo (Ef 5.18). Somente um marido cheio do Espírito Santo ama sua mulher como Cristo ama a igreja e somente uma mulher cheia do Espírito Santo submete-se a seu marido como a igreja é submissa a Cristo. Antes de expor o que a submissão significa, é mister deixar claro o que ela não significa.
Em primeiro lugar, o que a submissão não significa?
A submissão não significa inferioridade de gênero. Homem e mulher foram criados por Deus à sua imagem e semelhança. Ambos têm o mesmo valor e a mesma dignidade aos olhos de Deus. Nenhum é superior ou inferior ao outro (1Co 11.11,12). A mulher não é submissa ao gênero masculino; é submissa ao seu próprio marido. A submissão não é uma questão de valor pessoal, mas uma questão funcional no casamento.
A submissão não significa que a mulher é um capacho do homem. Submissão não é inferioridade nem significa negar à esposa o direito de ter vez e voz. A mesma Escritura que ordena à mulher ser submissa a seu marido, ordena o marido a amar sua mulher como Cristo amou à igreja (Ef 5.25). Não é submissão a um tirano, mas a um marido que ama sua mulher com amor perseverante, santificador e sacrificial (Ef 5.25-29).
A submissão não é obediência incondicional. A submissão da esposa a seu marido está limitada à sua obediência a Cristo. Ela não é obrigada a ser submissa a seu marido, se ele exige dela que transgrida sua consciência ou se requer dela uma postura que ultrapasse sua fidelidade a Cristo. Se o marido exigir de sua mulher uma obediência cega, servil e opressora, por dever de consciência, ela deve desobedecê-lo para obedecer a Cristo, pois antes importa obedecer a Deus do que aos homens (At 5.29).
Em segundo lugar, o que a submissão significa?
A submissão da esposa ao seu marido significa exercer uma missão sob a missão do marido. Quando Deus instituiu a família, por questão de funcionalidade, colocou o marido como cabeça da esposa, como o próprio Deus é o cabeça de Cristo (1Co 11.3). Uma casa não pode ter dois comandos. Uma família não pode ser bicéfala. Deus é Deus de ordem e não de confusão. O homem é o responsável pela liderança de sua família. A mulher sábia, entende isso, respeita isso e, ajuda seu marido, como auxiliadora idônea, a cumprir sua missão.
A submissão da esposa ao seu marido significa que ela exerce esse papel com espontaneidade e não com relutância. A mulher deve ser submissa ao seu marido como a igreja é sujeita a Cristo (Ef 5.24). Em outras palavras, porque a mulher é serva de Cristo, ela submete-se a seu marido. Com essa postura, ela orna a doutrina de Cristo, honra ao seu marido e edifica a sua casa. A submissão da esposa ao seu marido não é um cerceamento de sua liberdade, mas uma afirmação dela. Somos livres não quando transgredimos os preceitos que nos regem, mas quando os observamos. Somos livres para dirigir nosso carro quando obedecemos às leis de trânsito e não quando as transgredimos. Somos livres para irmos e virmos na sociedade quando observamos as leis constituídas e não quando as quebramos. Assim, quanto mais a mulher é submissa ao seu marido, mais livre ela é, pois submissão para ela não é subserviência, mas realizar sua missão sob a missão dele, para que ele cumpra sua missão de amá-la como Cristo amou a igreja.
A submissão da esposa ao seu marido significa que ela tem na igreja de Cristo seu exemplo e seu padrão. Quanto mais a igreja é submissa a Cristo, mais feliz ela se torna, mais segura ela vive e mais livre ela se sente. Assim também, quanto mais a esposa se sujeita ao seu marido, como convém no Senhor, mais feliz ela é, mais segura ela vive e mais livre ela se sente. Os preceitos de Deus não nos aprisionam, mas libertam-nos. Não nos foram dados para nos oprimir, mas para nos dar vida em abundância. Que os casamentos sejam esse reduto feliz onde o marido ama a sua mulher como Cristo amou a igreja e a esposa seja submissa ao seu marido como a igreja o é a Cristo.
Por Pr. Hernandes Dias Lopes
terça-feira, 5 de janeiro de 2021
Versículo do dia
Versículo do dia
Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.
PÃO DIÁRIO - 06/01/2021 - Semelhante a Jesus
Semelhante a Jesus
…aquele que diz que permanece nele, esse deve andar assim como ele andou. —1 João 2:6
Durante um culto infantil, a professora falou sobre o primeiro dos Dez Mandamentos: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20:3). Ela sugeriu algumas maneiras para as crianças guardarem este mandamento, e disse, “nada deve vir antes de Deus — nem doces, nem tarefas da escola, nem videogames.” Disse-lhes também que colocar Deus em primeiro lugar significava que o tempo investido com Ele, na leitura da Bíblia e oração deveria vir antes de qualquer outra atividade.
Uma criança mais velha no grupo respondeu com uma instigante pergunta. Ela perguntou se o fato de ser cristão significava seguir regras ou se, em vez disso, Deus queria estar envolvido em todas as áreas das nossas vidas.
Às vezes cometemos erros como vermos a Bíblia como uma lista de regras. Certamente obedecer a Deus (João 14:21) e investir tempo com Ele é importante, mas não porque precisamos ser cumpridores de regras. Jesus e o Pai tinham um relacionamento baseado em amor. Quando nos relacionamos com Deus, desejamos investir o nosso tempo com Ele e obedecê-lo, assim podemos nos tornar mais parecidos com Jesus. João disse: “…aquele que diz que permanece nele [Jesus] esse deve também andar assim como ele andou” (1 João 2:6). Ele é o exemplo que podemos seguir.
Quando queremos entender como amar, como ser humilde, como ter fé ou mesmo como estabelecer as nossas prioridades, podemos olhar para Jesus e seguir o Seu coração.
— Anne Cetas
Leia: 1 João 2:5-11
Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 9-11;Mateus 15:21-39
Considere: Jesus nos chama para segui-lo.
O VERDADEIRO E O FALSO EVANGELHO
“Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” (Gl 1.6-8).
O evangelho é a maior e melhor notícia que o homem pode ouvir. Essa mensagem não emana da terra, vem do céu. Não procede do homem, mas de Deus. Suas origens recuam à eternidade. Suas consequências desdobram-se para dentro da eternidade. O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, fala acerca desse verdadeiro evangelho ao mesmo tempo que denuncia o falso evangelho.
Em sua carta aos Gálatas, o grito altissonante da liberdade cristã, o apóstolo dos gentios trata desse magno assunto. Essa missiva foi a primeira epístola escrita pelo apóstolo Paulo. Escreveu-a para combater a influência perigosa dos judaizantes que atacavam a fé cristã e perturbavam a igreja. Os judaizantes tentaram levar os gentios convertidos de volta para o Judaísmo. Diziam para eles que se não se circuncidassem e se não guardassem os preceitos da lei de Moisés jamais poderiam ser salvos (At 15.1,5). Diziam que só a fé em Jesus não era suficiente para a salvação. Acrescentavam à fé em Cristo, as obras da lei. Os judaizantes pregavam uma espécie de sinergismo, a cooperação do homem com Deus para sua salvação. Porém, o que ensinavam pervertia completamente a essência do evangelho. O ensino insofismável das Escrituras é que somos salvos pela graça, mediante a fé, e isso não vem de nós; é dom de Deus. Os crentes gentios, mormente os da província da Galácia, influenciados por esses falsos mestres, estavam passando depressa para outro evangelho, um evangelho diferente, falso, humanista, um outro evangelho. Não era um outro evangelho da mesma substância, mas um outro evangelho completamente oposto ao verdadeiro evangelho. Não podemos acrescentar nada à obra completa de Cristo. Não somos salvos pelas obras da lei nem podemos cooperar com Deus em nossa salvação. A salvação vem de Deus. Ele a planejou na eternidade, executa-a no tempo e a consumará na segunda vinda de Cristo.
O evangelho é a boa nova de Deus acerca dessa salvação. O evangelho trata da encarnação, vida, obra, morte e ressurreição de Cristo. Somos salvos não por aquilo que fazemos para Deus, mas por aquilo que Deus fez por nós em Cristo Jesus. Somos salvos não pelo caminho que abrimos da terra ao céu, mas pelo novo e vivo caminho que foi aberto para nós do céu à terra. Essa é a mensagem do verdadeiro evangelho. Qualquer outro evangelho, que nos venha por uma suposta revelação angelical ou mesmo por uma suposta pregação apostólica, que divirja do já revelado evangelho, o evangelho da graça, deve ser rechaçado peremptoriamente. O verdadeiro evangelho não aceita novas revelações. O cânon das Escrituras não está aberto para novos acréscimos. A Bíblia tem uma capa ulterior. Não temos que buscar novas revelações forâneas às Escrituras; precisamos nos voltar sempre para o antigo evangelho, o evangelho da graça. Nossa fé não está construída sobre essas inovações engendradas no enganoso coração do homem, mas está firmada na eterna, infalível, inerrante e suficiente palavra de Deus. Apeguemo-nos ao verdadeiro evangelho e rejeitemos o falso evangelho!
Por Pr. Hernandes Dias Lopes
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
Versículo do dia
Versículo do dia
Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído;
PÃO DIÁRIO - 05/01/2021 - Palavras sadias
Palavras sadias
O discurso inconveniente era um problema até mesmo nos dias do apóstolo Paulo. Ele lembrou os cristãos em Éfeso que deveriam despojar-se da vulgaridade, lascívia, calúnias, e linguagem obscena de suas vidas (Efésios 5:4; Colossenses 3:8). Estas eram as expressões de suas vidas antes da justificação (1 Coríntios 6:9-11), e tais expressões, já não tinham lugar em sua nova identidade em Cristo. Em vez disso, as suas vidas seriam caracterizadas pelo discurso íntegro. Suas palavras de edificação dariam graça aos ouvintes. O Espírito Santo os ajudaria a guardar as suas palavras, os convenceria do discurso inadequado e os ajudaria a usar palavras para beneficiar outros (João 16:7-13).
Fomos chamados a demonstrar a presença de Deus com tudo o que somos, e isso inclui nossas palavras. Que nossas bocas possam estar repletas de gratidão e palavras que edifiquem aos outros.
— Marvin Williams
Leia: Efésios 4: 25-32
Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 7-8;Mateus 15:1-20
O TESTEMUNHO DE UM GRANDE LIVRAMENTO
“Pois livraste da morte a minha alma, das lágrimas os meus olhos e da queda os meus pés” (Sl 116.8).
O Salmo 116 é atribuído, por alguns eruditos, ao rei Ezequias, rei de Judá. Esse homem piedoso enfrentou dois graves problemas na vida. Foi atacado pelo poderoso império assírio e foi atingido por uma enfermidade mortal. De ambos os problemas, Deus o livrou. Deus dispersou o exército inimigo e curou-o da enfermidade mortal. Então, no texto em apreço, ele registra sua experiência.
Em primeiro lugar, um homem encurralado por circunstâncias medonhas (Sl 116.3). Ezequias enfrenta dois problemas gravíssimos, um externo e outro interno. Ele diz que laços de morte o cercaram. Laços são armadilhas. Essas armadilhas eram invisíveis e mortais. Ele estava encurralado por armadilhas cuja propósito eram levá-lo à morte. Tanto a ataque assírio como a enfermidade severa mostravam-lhe a carranca da morte. Como resultado dessas circunstâncias carrancudas, angústias do inferno se apoderaram dele. O inferno instalou-se em seu peito e uma dor pungente passou a açoitar o seu coração. O resultado é que ele caiu em tribulação e tristeza. Foi esmagado debaixo de um rolo compressor e a alegria fugiu de sua face.
Em segundo lugar, um homem que clama a Deus do fundo do poço (Sl 116.4). Quando as circunstâncias da vida são medonhas e nos empurram para os abismos da angústia, a única direção a olhar é para cima. Foi o que Ezequias fez. Ele clamou ao Senhor. Ele gritou por socorro. Ele pediu livramento. Há momentos na vida que os recursos humanos se esgotam, que o socorro da terra é insuficiente, que as portas de livramento se fecham. Nessas horas, precisamos olhar para cima, para alto, para Deus.
Em terceiro lugar, um homem que conhece o caráter e a intervenção de Deus (Sl 116.5-7). Quando Ezequias clamou ao Senhor descobriu algumas verdades sublimes que trouxeram luz nas suas trevas. Primeiro, ele descobriu o caráter de Deus. Ele é justo e misericordioso. Justo para não deixar o inimigo prevalecer com truculência sobre nós e misericordioso para nos amparar em nossas fraquezas. É no caráter de Deus que encontramos refúgio seguro para a nossa alma e abrigo certo no temporal. Segundo, ele descobriu que mesmo quando estamos nocauteados pelas crises da vida, ainda assim Deus pode nos por de pé novamente. Ele estava prostrado e o Senhor o salvou. Terceiro, ele descobriu a necessidade de apropriar-se da obra de Deus. Ele se coloca diante do espelho e num solilóquio profundo, exorta a sua alma a voltar ao seu sossego, em virtude do que Deus já havia feito por ele. Não é razoável ficarmos desassossegados mesmo depois do livramento divino. Não basta clamar a Deus; é preciso tomar posse do livramento divino.
Em quarto lugar, um homem que experimenta um poderoso livramento divino (Sl 116.8). Ezequias recebe um tríplice livramento de Deus. Primeiro, o livramento espiritual. Deus livrou sua alma da morte. Ele estava num calabouço escuro e para ele raiou a luz. Ele estava preso com grossas correntes, e para ele sorriu a liberdade. Ele estava atormentado pelos seus pecados, e para ele brotou torrentes de perdão. Segundo, o livramento emocional. Deus livrou seus olhos das lágrimas. O choro, muitas vezes, é a confissão de impotência diante dos dramas da vida. Somos golpeados duramente por fatos e sentimentos e todo o nosso ser reage a essas trovoadas com chuvas de lágrimas. Terceiro, o livramento moral. Deus livrou seus pés da queda. Ah, como somos fracos! Como somos vulneráveis! Ou Deus nos segura pela mão, ou perecemos!
Em quinto lugar, um homem que assume solenes compromissos com Deus (Sl 116.1,2,9). Depois desse poderoso livramento, Ezequias assume três compromissos com Deus. Primeiro, ele assume o compromisso de amar a Deus. Houve um reavivamento de amor a Deus em seu coração. Segundo, ele assume o compromisso de buscar a face de Deus enquanto viver. O Deus que nos socorre na aflição deve ser também o deleite do nosso coração nos tempos de bonança. Terceiro, ele assume o compromisso de andar na presença de Deus na terra dos viventes, ou seja, no mais hostil dos ambientes. Qual é o seu testemunho? O que Deus já fez em sua vida?
Que tributo de gratidão, você trará hoje à presença de Deus?
Rev. Hernandes Dias Lopes
domingo, 3 de janeiro de 2021
MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES
Quando há um conflito eles ficam uma semana sem conversar
| Pr Josué Responde
Versículo do dia
Versículo do dia
PÃO DIÁRIO - 04/01/2021 - Escolha seu Deus
Escolha seu Deus
Uau! “escolher seu deus.” Essas palavras, embora apresentadas casualmente no anúncio, atingiram-me como sendo características de uma das coisas mais perigosas do nosso mundo. Em um jogo, pode ser insignificante qual “deus” você escolhe; mas no mundo real essa escolha tem consequências eternas.
Para uma geração de israelitas cercada pelos deuses dos seus dias, Josué declarou que eles deveriam escolher seu deus — mas isto não deveria ser feito de uma maneira improvisada. Ele deu o exemplo ao dizer: “Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15).
Hoje, como nos dias de Josué, há muitas opções. Há, contudo, somente uma escolha sábia — o Deus verdadeiro. Josué fez a escolha certa. “…serviremos ao Senhor”.
—WEC
Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 4–6 ; Mateus 14:22-36
Considere: Nada pode preencher o vazio em seu coração exceto Deus.
LIÇÕES IMPORTANTES DA GENEALOGIA DE JESUS
A Bíblia nos apresenta a genealogia de Jesus em duas perspectivas. Mateus apresenta Jesus como descendente de Abraão e Lucas retrocede sua linhagem até Adão. Mateus apresenta Jesus como o Rei dos judeus e Lucas como o Homem perfeito. Marcos e João não tratam da genealogia de Jesus Cristo, por causa do propósito para o qual escreveram. Marcos, escrevendo para os romanos, apresenta Jesus como servo e destaca suas obras mais do que suas palavras. João, escrevendo um evangelho universal, tem como escopo apresentar Jesus como o Filho de Deus e como tal, ele não tem genealogia.
Tanto no registro de Mateus como no de Lucas, vemos na genealogia de Jesus Cristo pessoas más, que se insurgiram contra Deus.
Destacaremos aqui, alguns pontos:
Em primeiro lugar, vemos na genealogia de Jesus Cristo mulheres em cuja vida há marcas reprováveis. Tamar, coabitou com o seu próprio sogro Judá e gerou dele dois filhos gêmeos Perez e Zera; Raabe era prostituta em Jericó; Rute era moabita e Bate-Seba, mãe de Salomão, adulterou com Davi. Mui provavelmente nenhum personagem gostaria de destacar em sua biografia mulheres com esse passado. Mas por que elas estão inseridas na genealogia de Jesus Cristo? Para reforçar a verdade de que o Filho de Deus se identificou com os pecadores a quem veio salvar.
Em segundo lugar, vemos na genealogia de Jesus homens em cuja vida há marcas de mentira. Os patriarcas mencionados aqui, Abraão, Isaque e Jacó tiveram momentos de fraqueza na área da mentira. Eles não só se omitiram, mas esconderam a verdade e inverteram os fatos com medo de sofrerem com as consequências de seus atos. Foram fracos e repreensíveis. Isso prova que Deus nos escolhe não pelos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos.
Em terceiro lugar, vemos na genealogia de Jesus homens em cuja vida há marcas de violência. Na lista da genealogia de Jesus há homens como Davi, cujas mãos estavam cheias de sangue. Roboão governou Judá com truculência. O rei Acaz queimou seus filhos, perseguiu seu próprio povo e cerrou ao meio o profeta Isaías. Manassés foi muito violento. Ele encheu Jerusalém de sangue. Foi um monstro. Um tormento para seu próprio povo. Oh, jamais escolheríamos homens dessa estirpe para integrar nossa família. Oh, a genealogia de Jesus Cristo aponta-nos para a infinita misericórdia de Deus! Ele ama com amor eterno os mais indignos.
Em quarto lugar, vemos na genealogia de Jesus homens em cuja vida há marcas de idolatria. Salomão, por causa de suas muitas mulheres, sucumbiu à idolatria. Roboão, fez um bezerro de ouro e construiu novos templos em Israel para desviar o povo de Deus. Acaz fechou a casa de Deus e encheu Jerusalém de ídolos abomináveis. Manassés foi astrólogo, idólatra e feiticeiro. Levantou altares pagãos e prostrou-se diante de todo o exército dos céus. Oh, na esteira da genealogia de Jesus Cristo temos pessoas que nos deixam perplexos por causa de sua afrontosa rebeldia a Deus. Isso prova, de forma incontestável, que Deus ama os objetos de sua ira e enviou Jesus para identificar-se com os pecadores e salvá-los de seus pecados.
Mas, antes de ficarmos mais chocados com essa assombrosa lista, olhemos para nós mesmos. Somos indignos. Somos pecadores. Somos culpados. Nosso coração é desesperadamente corrupto. Por que Deus nos escolheu? Por que ele nos amou? Por que ele não poupou o seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou, para morrer em nosso lugar? A resposta é: Por causa de sua graça, que é maior do que o nosso pecar!
Rev. Hernandes Dias Lopes
sábado, 2 de janeiro de 2021
Versículo do dia
Versículo do dia
Ele se lembrou do seu amor leal e da sua fidelidade para com a casa de Israel; todos os confins da terra viram a vitória do nosso Deus.
VÍDEO DO DIA - Eli Soares, Álvaro Tito - Não Há Barreiras
Eli Soares, Álvaro Tito - Não Há Barreiras
PÃO DIÁRIO - 03/01/2021 - Braços abertos
Braços abertos
…Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. — Lucas 15:20
No funeral da ex-primeira-dama dos EUA Betty Ford, seu filho Estêvão disse: “ela era a que tinha o amor e o consolo, e era a primeira a abraçá-lo. Dezenove anos atrás quando afundei no alcoolismo, minha mãe… deu-me um dos maiores presentes, e mostrou-me o que significava render-se a Deus e aceitar a Sua graça em minha vida. E nos braços dela senti-me verdadeiramente como o filho pródigo voltando ao lar, e pude sentir o amor de Deus por meio do amor de minha mãe. E foi um bom presente.”
A parábola de Jesus sobre um jovem que pediu e desperdiçou sua herança e em seguida humildemente voltou ao lar nos deixa maravilhados com a reação de seu pai: “…Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou”(Lucas 15:20). Em vez de um sermão ou uma punição, o pai expressou amor e perdão ao dar-lhe uma festa. Por quê? “…porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado…” (v.24)
O filho concluiu o tributo à mãe com as palavras: “Obrigado, mãe, por nos amar, amar seu marido, seus filhos e a nação, com o amor de Deus.”
Que Deus possa nos capacitar a estendermos os nossos braços aos outros, assim como os dele estão abertos a todos os que se voltam a Ele.
—DCM
Leia: Lucas 15:11-24
Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 1–3 ; Mateus 14:1-21
Considere: Os pecadores perdoados conhecem o amor e o demonstram.
GENEROSIDADE, O AMOR EM AÇÃO
“Mais bem-aventurado é dar do que receber” (At 20.35).
Antes de falar sobre a generosidade precisamos entender algumas verdades importantes: de onde viemos, quem somos e para onde estamos indo? A Bíblia diz que fomos formados do pó, somos pó e voltaremos ao pó. Nossa origem é pó. Nosso destino é pó. Nosso presente é pó. Em nossa origem não tínhamos nada. Para a sepultura não levaremos nada. Consequentemente, tudo o que ajuntamos entre o pó que fomos e o pó que seremos não é nosso. Nada tivemos e nada teremos. Nada trouxemos e nada levaremos. Somos apenas mordomos daquilo que é de Deus. Se estamos tomando conta daquilo que pertence a Deus, precisamos perguntar: que princípios Deus estabelece para usarmos os recursos dele que estão em nossas mãos?
Em primeiro lugar, Deus requer de nós uma atitude de generosidade com o próximo. A generosidade é uma expressão da graça de Deus em nós e um transbordamento da graça de Deus através de nós. A generosidade de Deus é o exemplo que devemos seguir. Deus amou-nos e deu-nos o seu Filho. Jesus nos amou e a si mesmo se entregou por nós. Nós devemos amar o próximo a dar nossa vida por ele. Deus sempre nos dá mais do que precisamos e isso não é para retermos com usura, mas para repartirmos com generosidade. Temos mais sementes do que conseguimos comer. Portanto, seria falta de amor guardar só para nós as sementes que estão sob nosso poder quando pessoas à nossa volta carecem de socorro. Devemos repartir com generosidade, pois quanto mais semeamos, mais Deus multiplica a nossa sementeira. A palavra de Deus diz que a alma generosa prosperará. Quando damos ao pobre, a Deus emprestamos. Deus socorre os necessidades pelas nossas mãos. Os recursos de Deus estão sob nossa administração e Deus requer de nós fidelidade nessa administração.
Em segundo lugar, Deus requer de nós uma motivação pura no exercício da generosidade. A generosidade cristã é diferente de filantropia. Suprir as necessidades do próximo não é tudo o que Deus requer de nós. Ele se importa, sobretudo, com a nossa motivação. Há muitos que contribuem, de forma farisaica, apenas para serem vistos e aplaudidos pelos homens. Há outros que, por ganância, abrem a mão ao necessitado numa espécie de barganha com Deus. A generosidade precisa ser espontânea, altruísta e frequente. O vetor que move a alma generosidade é a glória de Deus e o amor ao próximo. Deus ama a quem dá com alegria. A contribuição cristã não é um favor que fazemos ao próximo; é uma graça que Deus concede a nós. Antes de dar uma oferta a alguém precisamos dar a nós mesmos a Deus e ao próximo.
Em terceiro lugar, Deus requer de nós constância e proporcionalidade no ato da generosidade. A contribuição precisa ser planejada, regular e proporcional. Não é um ato esporádico, é uma prática constante. Não é um pico de emoção, mas uma ação permanente. Cada um deve contribuir segundo as suas posses. Não dá com generosidade quem não dá proporcionalmente. Não dá com amor, quem só dá esporadicamente. Assim como Deus é constantemente generoso conosco, devemos, também, expressar ao nosso próximo nossa constante generosidade.
Em quarto lugar, Deus promete aos generosos uma recompensa eterna. A generosidade demonstrada aos homens, traz não apenas alívio ao próximo, mas, também, glória ao nome de Deus. Aquilo que fazemos em nome de Cristo na terra, reverbera no céu. Até um copo de água fria que damos à alguém, em nome de Cristo, não ficará sem galardão. Jesus foi enfático ao dizer que mais feliz é aquele que dá do aquele que recebe. Quanto mais generosos somos, mais nos tornamos parecidos com o Pai Celestial. Quanto mais generosos somos, mais Deus é glorificado em nós e mais nós nos deleitamos nele. Que aprendamos com Deus a sermos generosos! Que nosso coração, nossas mãos, nosso bolso e nossa casa se abram para o exercício da generosidade!
Rev. Hernandes Dias Lopes
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
PÃO DIÁRIO 02/01/2021 - Uma canção
Uma canção
Alegrei-me quando recebi um presente gratuito na correspondência — um CD de versículos musicados. Após ouvi-lo muitas vezes, algumas melodias aninharam-se em minha mente. Em pouco tempo, eu pude cantar as palavras de alguns versículos no livro de Salmos sem a ajuda da gravação.
A música pode nos ajudar a lembrar de palavras e ideias que de outra maneira poderíamos esquecer. Deus sabia que os israelitas esqueceriam-se dele quando entrassem na Terra Prometida (Deuteronômio 31:20). Eles o abandonariam, curvariam-se aos ídolos, e os problemas surgiriam (vv.16-18). Por causa disto, Deus pediu a Moisés para compor uma canção e ensiná-la aos israelitas para que pudessem lembrar-se da proximidade que tiveram com Deus no passado e do pecado que havia interferido em seu relacionamento com o Pai (31:19-22). Talvez o mais importante tenha sido que Deus queria que Sua nação se lembrasse do Seu caráter; Deus é a rocha, “…Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo, Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto” (32:4).
Pense no que Deus pode querer que você lembre sobre Ele hoje. Seu poder, Sua santidade, Seu amor ou Sua fidelidade? Você consegue lembrar-se de uma canção que exalte o caráter de Deus? Em seu coração, cante-a para o Senhor (Efésios 5:19).
—JBS
Leia: Deuteronômio 31:16-22
Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 49–50 ; Mateus 13:31-58
Considere: Lembrar-se da bondade de Deus traz uma canção em nossos corações.
CUIDADO COM OS SEUS SENTIMENTOS
No Salmo 37, Davi, rei de Israel, alerta para o perigo de não administrarmos bem os nossos sentimentos. Corremos o risco de ficarmos indignados com os malfeitores e hospedarmos inveja em nosso coração de pessoas que praticam a iniquidade (v. 1). Devemos saber que a glória dessas pessoas é efêmera e que o vigor delas definhará como a relva (v. 2). Como podemos proteger nosso coração desses sentimentos mesquinhos?
Em primeiro lugar, devemos por nossa confiança em Deus e viver de modo íntegro mesmo que sejamos vítimas de injustiças (v. 3). Confiar em Deus num ambiente onde alguns praticam o mal e outros vivem às soltas na iniquidade é o antídoto para não ficarmos irritados nem termos inveja do aparente sucesso dos pecadores. Aqueles que confiam em Deus praticam o bem. Os malfeitores iníquos serão varridos e terão sua memória apagada, mas os mansos que não pagam o mal com o mal, antes confiam no Senhor, habitam a terra. Nas palavras de Jesus: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt 5.5).
Em segundo lugar, devemos nos agradar do Senhor na certeza de que somente ele pode satisfazer os desejos do nosso coração (v. 4). Em vez de fixarmos nossos olhos nos malfeitores para retaliarmos ou nos iníquos para os imitarmos, devemos nos agradar do Senhor. Os desejos do nosso coração não podem ser supridos com revide nem como inveja. Só o Senhor é a fonte que pode saciar os anelos mais profundos de nossa alma e dar-nos uma vida maiúscula e superlativa.
Em terceiro lugar, devemos entregar nosso caminho ao Senhor, sabendo que ele suficientemente poderoso e bom para cuidar de nós (v. 5). Isso significa que precisamos entregar nas mãos do Senhor tudo o que somos e temos e confiar nele, na certeza de que o mais ele fará. É imperativo colocar nas mãos de Deus os nossos planos, sonhos e aspirações. Ele é poderoso e sábio, assaz bondoso e sabe o que é melhor para nós. Somos pequenos e limitados demais para cuidar de nós mesmos. Não administramos o futuro. Não podemos sequer ficar de pé escorados no bordão da autoconfiança. Por isso, é sensato entregar nosso caminho ao Senhor, sabendo que ele é suficientemente poderoso para nos conduzir pelas veredas da justiça, pelas sendas da santidade e levar-nos ao destino da plena felicidade.
Em quarto lugar, devemos descansar no Senhor na certeza de que aqueles que nele esperam estão seguros (v. 7). A ordem é confiar, entregar e descansar. É impossível confiar sem entregar bem como entregar sem descansar. Não podemos colocar nossa vida nas mãos de Deus e tomá-la de volta. Não devemos depositar aos pés do Senhor nossa ansiedade e ao mesmo tempo trazer à baila nossos temores. A fé descansa na promessa. A fé apoia-se no caráter de Deus e confia na palavra de Deus. O resultado dessa entrega confiante é o descanso. Não precisamos viver atormentados pelo ruído das tempestades que nos ameaçam. Podemos nos agasalhar nos braços do Pai. Deus é a nossa cidade refúgio diante da fúria do inimigo. É nosso abrigo seguro no campo aceso da batalha. É nosso consolador, quando as lágrimas quentes brotam, como torrentes, dos nossos olhos.
O Salmo 37, depois de falar da alegria efêmera dos perversos e da felicidade permanente dos justos; da ruína completa dos ímpios e da vitória retumbante dos crentes, conclui dizendo que “vem do Senhor a salvação dos justos; ele é a sua fortaleza no dia da tribulação. O Senhor os ajuda e os livra; livra-os dos ímpios e os salva, porque nele buscam refúgio” (v. 39,40).
Rev. Hernandes Dias Lopes
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
Promessa de fé para o Ano Novo
tempo de virada do ano, de celebrações que despedem o ano velho, mas é também momento de reflexão, de ponderação e principalmente de gratidão.
Deus nos presenteou com mais um ano que agora despedimos, e a Ele devemos agradecer pela generosidade e misericórdia infinitas.
Vamos receber o Ano Novo com a alma renovada de esperança e alegria, carregando Jesus no coração, e que assim seja o ano todo. A todos desejo um Feliz Ano Novo! Que seja de amor, perdão, paz e felicidade!
Que o Evangelho seja nossa orientação em cada dia deste novo ano. Que saibamos encontrar a felicidade na paz e no amor de Cristo. Que Deus abençoe a todos e Sua luz ilumine os nossos corações.
Que a maior promessa de Ano Novo seja o fortalecimento da nossa fé, e que a saibamos cumprir em cada um dos 365 dias.
Versículo do dia
Versículo do dia
3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência,
4 E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
5 E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Versiculo do dia
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