terça-feira, 8 de dezembro de 2020

PASSOS NECESSÁRIOS PARA O PERDÃO

 


“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe” (Lc 17.3).

 


​Depois de alertar seus discípulos sobre a inevitabilidade dos escândalos e a tragédia que desabará sobre aqueles por meio de quem os escândalos vêm, Jesus trata da necessidade de perdoar aqueles que falham conosco. No texto em tela, Jesus ensina cinco passos necessários para o pleno perdão.


​Em primeiro lugar, a cautela (Lc 17.3). “Acautelai-vos…”. A cautela é imperativa porque onde o perdão é necessário, os relacionamentos já estão fragilizados, as emoções já estão esfalfadas e as feridas já estão abertas. Sem cautela pode existir arrogância no trato do assunto, deixando a relação ainda mais adoecida. Quem pede perdão precisa ter humildade para reconhecer o seu erro e quem concede perdão precisa ter graça para não pleitear justiça, mas exercer misericórdia.


​Em segundo lugar, a repreensão (Lc 17.3). “Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o…”. Jesus está falando que o relacionamento, mesmo entre irmãos, pode ter falhas e precisar de reparos. O caminho para a restauração não é dar tempo ao tempo. O tempo não cura as feridas. Também, o caminho não é o silêncio, pois este não é sinônimo de perdão. O remédio para curar as feridas da mágoa é a repreensão. Longe da pessoa ofendida espalhar sua mágoa, contando a outras pessoas a desavença fraternal, denigrando a imagem de quem a feriu, deve procurar a pessoa para um confronto direto, pessoal e sincero, mas cheio de amor. Essa repreensão é, ao mesmo tempo, firme e terna, a ponto de não acobertar o erro nem negligenciar a compaixão. A verdade em amor é terapia divina para curar os males que afligem os relacionamentos. Verdade sem amor machuca; amor sem verdade adoece.


​Em terceiro lugar, o arrependimento (Lc 17.3). “Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender…”. O amor é incondicional, mas o perdão não. O perdão precisa passar, necessariamente, pelo arrependimento. O ofensor precisa reconhecer seu pecado diante da pessoa a quem ofendeu. Esse reconhecimento implica em admitir o erro, sentir tristeza pelo erro e dispor-se a abandonar o erro. Com essas disposições, o ofensor deve procurar o ofendido para expor seu arrependimento. Em assim fazendo, o ofendido não tem outra opção senão perdoar imediatamente e completamente.


​Em quarto lugar, o perdão. (Lc 17.3). “Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe”. O perdão é a disposição de tratar o ofensor como irmão, sem jogar em seu rosto o seu pecado. Perdoar é zerar a conta e não cobrar mais a dívida. Perdoar é tratar a pessoa arrependida como se ela nunca tivesse pecado. Perdoar é restaurar o relacionamento e recomeçar uma relação de confiança. O perdão quebra a parede da separação e abre os portais da graça para aceitar de volta o que falhou, dando-lhe a oportunidade de começar outra vez a bendita relação de amizade. O perdão traz cura para quem cometeu o erro e alegria para quem exercitou a misericórdia. Na parábola do Filho pródigo, quem demonstra alegria é o pai que perdoa e não o filho perdoado. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a cura das emoções. O perdão é terapêutico, pois dele emana a restauração da alma.


​Em quinto lugar, a fé (Lc 17.4,5). “Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe. Então, disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé”. O perdão ilimitado não é uma capacidade inata que possuímos, é uma operação da graça de Deus em nós. Não temos essa disposição nem esse poder. Somente quando o Senhor aumenta nossa fé podemos perdoar, de forma ilimitada, como Deus em Cristo nos perdoou. O perdão não é uma opção, mas uma ordem divina e uma necessidade humana. Quem não perdoa destrói a própria ponte sobre a qual precisa passar.


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

 

Minha esposa não é submissa o que eu faço? | Pr Josué Responde



Versículo do dia

 

Versículo do dia


e cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro: "Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus todo-poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações.

Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiça se tornaram manifestos".

VÍDEO DO DIA - Eyshila, Isadora Pompeo - Nada Pode Calar Um Adorador

Eyshila, Isadora Pompeo - Nada Pode Calar Um Adorador



 

PÃO DIÁRIO - 08/12/2020 - Assim como está

 

Assim como está



Uma casa colocada à venda “assim como está” geralmente significa que o vendedor não pode ou não quer gastar mais qualquer valor para reparar a casa ou melhorar o seu visual. Qualquer conserto necessário ou melhorias desejadas são responsabilidade do comprador quando a venda estiver efetuada. “Assim como está” equivale a dizer: “Comprador tome cuidado. A casa pode precisar de investimentos adicionais significativos.”

É digno de nota que Jesus ao morrer pagou o mais alto preço por todos nós, independentemente de nossa condição. O livro de Apocalipse 5 descreve uma cena no céu onde apenas “o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi” é digno de ler e selar o rolo (vv.3-5). Ele aparece como um cordeiro e se torna objeto de louvor em uma nova canção, “…porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra” (vv.9,10).

Jesus Cristo deliberadamente nos comprou para Deus com Seu sangue. Fomos comprados “assim como estamos”, com falhas, com defeitos, carentes de transformação. Por fé estamos agora sob Sua propriedade, no processo de reforma para a glória de Deus. Que maravilhoso! Deus nos conhecia, nos amava e nos comprou exatamente como somos.

—DCM

Leia: Apocalipse 5:1-12

Examine: …porque foste morto e com o teu sangue [nos] compraste para Deus… — Apocalipse 5:9

Considere: Deus nos conhece por dentro e por fora. Nenhuma restauração é complicada demais para Ele.

O QUE PODEMOS APRENDER COM A PALMEIRA, O SÍMBOLO DO JUSTO?




“O justo florescerá como a palmeira…” (Sl 92.12).


A Bíblia está cheia de metáforas. São figuras e imagens que nos apresentam lições morais e espirituais. Aqui, no texto em tela, o justo é comparado com a palmeira. É claro que, no caso de Israel, o escritor está falando da tamareira, pois é a árvore mais conhecida na região e uma das primeiras fontes de renda na agricultura. Que lições podemos aprender?


Em primeiro lugar, o justo cresce verticalmente. A tamareira cresce para cima, para o alto, para o céu. Assim é o justo. Sua vida é reta e cresce verticalmente. Isso fala de sua retidão e integridade. O justo não tem em seu caráter sinuosidades. Sua vida é reta. Sua conduta é ilibada. Seu testemunho é irrepreensível. Seu crescimento é para o alto!


Em segundo lugar, o justo tem uma vida útil. Tudo na tamareira é útil. Suas raízes, seu caule, suas folhas e seus frutos. Assim é o justo. Sua vida é uma bênção para a família e para a sociedade. Sua presença no mundo é abençoadora. Suas palavras são terapêuticas e suas obras são marcadas pela bondade. Seus frutos são doces e nutritivos.


Em terceiro lugar, o justo tem uma vida bela aos olhos de Deus e dos homens. A palmeira ou a tamareira enfeita o ambiente hostil onde cresce. No meio do deserto ela desfralda suas folhas robustas. No meio da seca severa, ela mantem seu verdor. Sua folhagem não murcha nem perde a sua beleza. Assim é o justo. Ele é belo aos olhos de Deus e seu testemunho é reconhecido na terra.


Em quarto lugar, o justo mantém-se firme mesmo em tempos de duras provas. A tamareira cresce no deserto, floresce em lugares áridos, frutifica em ambientes hostis. Suas raízes são castigadas pelo tropel de camelos e feras. Seu caule e suas folhas são surradas por rajadas dos ventos quentes do deserto. Seus frutos suculentos são amadurecidos sob o calor implacável, imposto pelo sol causticante. Assim é o justo, mesmo sendo duramente provado, permanece firme, pois está plantado em Deus, é sustentado por Deus e frutifica para a glória de Deus.


Em quinto lugar, o justo produz frutos que exaltam a Deus e abençoam o próximo. As tâmaras são apreciadas no mundo inteiro. É um fruto doce, nutritivo e nobre. É o mais importante produto da agricultura de Israel. É um importante fator da economia da região árida do deserto da Judeia. O justo produz, também, frutos dignos de arrependimento. O fruto do Espírito pode ser encontrado em sua vida. Não tem apenas folhas, mas frutos, muitos frutos que glorificam a Deus e abençoam o próximo.


Em sexto lugar, o justo aponta para a verdadeira fonte da vida. Onde o viajor cansado, pelos desertos áridos, vislumbra uma tamareira, sabe que ali existe um oásis, lugar de abrigo e refrigério. A tamareira é um ponto de referência no meio do deserto inóspito. Assim é o justo. Ele é plantado junto à fonte e sua vida aponta para Deus, o verdadeiro manancial da vida. Aqueles que andam errantes pelos desertos da vida, olham para ele, e podem encontrar a fonte da vida, um lugar de abrigo sob as asas do Onipotente Deus.


Em sétimo lugar, o justo é vitorioso em sua jornada. A folha da palmeira ou da tamareira é um símbolo de vitória. Quando erguida e acionada, com uma bandeira no mastro, ela proclama a vitória daqueles que a ostentam. Assim é a vida do justo. Ele é mais do que vencedor em Cristo. Sua vitória não decorre de sua beleza intrínseca nem de sua força pessoal. Sua vitória vem de Deus. Apesar de sua fraqueza, triunfa. Apesar de seu pecado, é justificado. Apesar de habitar numa tenda rota, será revestido com um corpo de glória! O justo florescerá como a palmeira!


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 6 de dezembro de 2020

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Pois assim diz o Alto e Sublime, que vive para sempre, e cujo nome é santo: "Habito num lugar alto e santo, mas habito também com o contrito e humilde de espírito, para dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito.


VÍDEO DO DIA - Leonardo Gonçalves - Ele Vive

Leonardo Gonçalves - Ele Vive



 

PÃO DIÁRIO - 07/12/2020 - Amargura duradoura


Amargura duradoura


Durante a Segunda Guerra Mundial, a família de Corrie ten Boom era proprietária de uma relojoaria na Holanda e eles trabalhavam ativamente para proteger as famílias judias. Ao fim, a família ten Boom foi enviada a um campo de concentração, onde o patriarca morreu dez dias depois. A irmã de Corrie, Betsie também morreu no campo. Enquanto Betsie e Corrie estavam juntas, a fé de Betsie ajudou a fortalecer a fé de Corrie.

Essa mesma fé levou Corrie a perdoar até mesmo os homens cruéis que serviam como guardas durante os seus dias de campo de concentração. Ainda que o ódio e o desejo de vingança continuassem a destruir muitas vidas muito tempo depois do fim dos campos de concentração, Corrie conhecia a verdade: O ódio fere mais quem odeia do que a pessoa odiada, independentemente do quanto se possa justificá-lo.

Como ela, cada um de nós tem a oportunidade de amar o nosso inimigo e escolher perdoar. O perdão não justifica a ofensa, mas quando perdoamos mostramos Cristo ao mundo. “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Efésios 4:32).

Deus ajudará você a abrir mão de todo o rancor furioso conforme você perceber o Espírito Santo construir em você um lugar onde outros veem o Salvador.

—RKK

Leia: Colossenses 3:12-17

Examine: …caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. — Colossenses 3:13

Considere: Quando perdoamos alguém, mais nos assemelhamos a Cristo

NÃO PERCA O FOCO, CONCENTRE-SE NO QUE É IMPORTANTE


 

 A vida é feita de escolhas. A todo momento estamos tomando decisões. Algumas delas positivas, outras negativas. Algumas nos impulsionarão, outras nos puxarão para trás. Há escolhas acertadas e escolhas insensatas. Há lutas que merecem nosso empenho; outras que drenam nossas forças. Há batalhas dignas de serem travadas; outras que tiram o nosso foco. Destacaremos aqui, alguns pontos:


Em primeiro lugar, não olhe pelas lentes do retrovisor; olhe para frente. O apóstolo Paulo diz que precisamos esquecer as coisas que para trás ficaram, para podermos avançar para aquelas que diante de nós estão. Se ficarmos sempre olhando pelas lentes do retrovisor, presos ao passado, não sairemos do lugar. Para avançarmos, precisamos nos desvencilhar de todo peso e amarras. Um corredor não pode ter bom desempenho com uma mochila pesada em suas costas. Há pesos que prendem nossos pés ao chão. Há amarras emocionais que nos impedem de caminhar vitoriosamente. Há pendências que adoecem nossa alma e tiram-nos o entusiasmo de viver. Não permita, portanto, que sua alegria seja roubada. Não consinta que sua alma fique presa no cipoal da amargura. Não coloque seus pés no laço do ressentimento. Não entregue sua mente aos devaneios e perturbações. Não terceirize seus sentimentos. Mantenha-se focado no que Deus chamou você para fazer.


Em segundo lugar, não discuta com os críticos, vença os seus gigantes. Quando Davi foi levar provisão para seus três irmãos mais velhos que estavam no campo de batalha contra os filisteus, tomou conhecimento da afronta que Golias impunha aos soldados de Israel. O jovem pastor, corajosamente, se dispôs a enfrentar o gigante. Seu irmão mais velho, Eliabe, irritou-se com Davi. Humilhou-o diante dos soldados de Saul. Tentou achatar sua estima e reduzi-lo à insignificância. Eliabe queria tirar o foco de Davi, mas Davi não o permitiu. Davi não gastou seu tempo nem suas energias com o irmão crítico. Ele tinha uma causa para lutar. Ele tinha um gigante a vencer. Ele tinha um opróbrio a ser tirado de Israel. Ele tinha uma guerra a ser vencida. Se você escutar seus críticos, você perderá a alegria, a paz, o sono, o apetite, o foco.


Em terceiro lugar, não discuta com os inimigos da obra, trabalhe com maior entusiasmo. Quando Neemias chegou em Jerusalém, a cidade já estava há mais de cento e vinte anos debaixo de escombros. O desânimo do povo era imenso. A oposição dos inimigos era esmagadora. A restauração parecia impossível. Neemias, porém, orou a Deus e agiu. Avaliou a situação e convocou o povo ao trabalho. Dispôs o povo nas funções certas, nos lugares certos, com a motivação certa. Os inimigos se levantaram para paralisar a obra. Usaram as mais diferentes armas para atingir Neemias, para enfraquecer o povo e para deter a reforma. Neemias, porém, enfrentou todos os ataques com oração e trabalho. Suportou todos os ataques e críticas com firmeza pétrea. Instou o povo a trabalhar e a vigiar. Quando todos os esforços dos inimigos foram baldados, tentaram a cartada do diálogo. Chamaram Neemias para assentar-se ao redor de uma mesa, mas ele disse: “Eu estou fazendo uma grande obra e não posso descer”. Neemias não perdeu o foco. Ele sabia que a distração podia ser fatal. Ele sabia que a obra de Deus não é para ser discutida, mas para ser realizada.


Em quarto lugar, não discuta a obra, faça a obra enquanto é tempo. Quando Jesus desceu do monte de transfiguração, havia um pai aflito, com um filho endemoninhado precisando de libertação. O pai já havia apresentado seu filho aos discípulos de Jesus, mas eles não puderam curá-lo. Em vez dos discípulos estarem comprometidos com uma agenda positiva de oração e ação, estavam discutindo com os escribas. Em vez de estarem fazendo a obra, estavam discutindo a obra. Em vez de estarem orando e jejuando, buscando poder para fazer a obra, estavam discutindo com os opositores da obra. Na verdade, os discípulos perderam o foco, gastando o tempo com uma discussão infrutífera. Ainda hoje, corremos o risco de perdemos nosso tempo com uma agenda que nada produz para o reino de Deus. Ainda hoje corremos o risco de gastarmos nosso tempo discutindo a obra, em vez de investirmos nosso tempo fazendo a obra. Não perca o foco, concentre-se naquilo que é importante!


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Como Você Trata a Família do Seu Marido? 

 | Pr. Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Deus dá um lar aos solitários, liberta os presos para a prosperidade, mas os rebeldes vivem em terra árida.

Quando saíste à frente do teu povo, ó Deus, quando marchaste pelo ermo, Pausa


VÍDEO DO DIA - Juliano Son | Lindo és + Só quero ver Você

Juliano Son | Lindo és + Só quero ver Você





 

PÃO DIÁRIO -06/12/2020 - O calor do sol

 

O calor do sol



Os Beach Boys, Brian Wilson e Mike Love, num dia de novembro de 1963, compuseram uma canção relativamente diferente das melodias animadas da banda. Era uma canção pesarosa sobre um amor perdido. Love, mais tarde, disse: “Por mais difícil que esse tipo de perda possa ser, o que fica de bom é ter tido a experiência de estar apaixonado.” Eles intitularam a canção como The Warmth of the Sun (O calor do sol).

O fato de a tristeza servir como catalisador para a composição das canções não é nada novo. Alguns dos salmos mais comoventes de Davi, incluindo o Salmo 6, foram redigidos em momentos de profunda perda pessoal. Ainda que não sejamos informados dos acontecimentos que o moveram a escrever, os versos são repletos de pesar, “Estou cansado de tanto gemer; todas as noites faço nadar o meu leito, de minhas lágrimas o alago. Meus olhos, de mágoa, se acham amortecidos…” (vv.6,7).

Mas não é aqui que a canção termina. Davi conhecia dor e perda, mas conhecia também o consolo de Deus. E portanto escreveu, “o Senhor ouviu a minha súplica; o Senhor acolhe a minha oração” (v.9).

Em seu pesar, Davi não apenas encontrou uma canção, mas também encontrou motivo para confiar em Deus, cuja fidelidade permeia todas as épocas difíceis da vida. No calor de Sua presença, nossas tristezas ganham uma perspectiva de esperança.

—WEC

Leia: Salmo 6

Examine: Estou cansado de tanto gemer; todas as noites faço nadar o meu leito, de minhas lágrimas o alago. — Salmo 6:6

Considere: A canção de tristeza pode voltar nossos corações a Deus — que nos concede alegria eterna.

ESCUTE A VOZ DE DEUS, ELE FALOU E AINDA ESTÁ FALANDO



“Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho…” (Hb 1.1,2).


​A Carta aos Hebreus, com singular beleza e não menor profundidade, de forma decisiva e peremptória, declara a existência de Deus. Por mais que os ateus neguem sua existência e os agnósticos acentuem a impossibilidade de conhecê-lo, Deus existe. Deus não apenas existe, mas, também, se revelou. O conhecimento de Deus não se dá por meio da investigação humana, mas pela auto-revelação divina. Só conhecemos a Deus porque ele revelou-se a nós. Deus fala e sua voz é poderosa. Como Deus se revelou?


Em primeiro lugar,
Deus se revelou na obra da criação. O salmista Davi foi enfático em dizer: “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos” (Sl 19.1). O universo vastíssimo e insondável, com mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro é o palco onde Deus reflete a glória de sua majestade. Vemos as digitais do criador nos incontáveis mundos estelares, bem como na singularidade de uma gota de orvalho. Tanto o macrocosmo como o microcosmo falam da grandeza de Deus. Cada entardecer e cada novo amanhecer pintam diante dos nossos olhos uma paisagem nova, refletindo quão grande e quão sábio é o nosso Deus.


Em segundo lugar, Deus se revelou na consciência do homem. O filósofo alemão Emmanuel Kant, disse: “Há duas coisas que me encantam: o céu estrelado acima de mim e a lei moral dentro de mim”. Deus colocou dentro do homem um sensor, chamado consciência (Rm 2.15). É uma espécie de alarme que toca sempre que o homem transgride um preceito moral. Essa consciência acusa-o e defende-o. Porém, em virtude do pecado, a consciência do homem pode tornar-se fraca e até cauterizada, sendo, portanto, insuficiente para revelar-lhe, claramente, a pessoa de Deus.


Em terceiro lugar, Deus se revelou progressivamente pelas Escrituras proféticas. Deus falou muitas vezes e de muitas maneiras aos pais pelos profetas. Usou muitos métodos e vários instrumentos para comunicar aos nossos antepassados sua lei e sua vontade. A antiga dispensação foi dada ao povo de Deus, pelo próprio Deus, por meio de seus servos, os profetas. A antiga dispensação, porém, foi parcial, incompleta e fragmentada. Ela era preparatória e não final. A lei nos foi dada não em oposição à graça, mas para nos conduzir à graça. O Antigo Testamento não está em oposição ao Novo. Ao contrário, aponta para ele é tem nele sua consumação. Nas palavras de Aurélio Agostinho: “O Novo Testamento está latente no Antigo Testamento e o Antigo Testamento está patente no Novo Testamento”. No Antigo Testamento temos o Cristo da promessa; no Novo Testamento temos o Cristo da História. Na plenitude dos tempos, ele nasceu sob a lei, nasceu de mulher, para remir o seu povo de seus pecados e trazer-lhe a plena revelação de Deus.​


Em quarto lugar, Deus se revelou completamente em seu Filho. O Filho é a última e completa revelação de Deus. Não há mais revelação por vir. No Filho, vemos o próprio Deus de forma plena. O Verbo divino se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. Ele é a exata expressão do ser de Deus. Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Ele é da mesma substância de Deus. Tem os mesmos atributos de Deus. Realiza as mesmas obras de Deus. Agora, nestes últimos dias, Deus nos falou pelo Filho. Portanto, Deus não tem mais nada a acrescentar em sua revelação. Assim, o Novo Testamento não é a apenas a sequência natural da revelação progressiva do Antigo Testamento, mas sua consumação plena. A lei não está em oposição à graça, mas tem sua consumação nela. Cristo é o fim da lei. Agora a Bíblia está completa. Tem uma capa ulterior. E isso nos basta: ela é inerrante, infalível e suficiente!


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Versículo do dia

 

Versículo do dia


32 Ao anoitecer, depois do pôr-do-sol, o povo levou a Jesus todos os doentes e os endemoninhados.

33 Toda a cidade se reuniu à porta da casa,

34 e Jesus curou muitos que sofriam de várias doenças. Também expulsou muitos demônios; não permitia, porém, que estes falassem, porque sabiam quem ele era.

VÍDEO DO DIA - Nathália Braga | Deus Te Escondendo [Clipe Oficial]


Nathália Braga | Deus Te Escondendo [Clipe Oficial]


 

Pão Diário - 05\12\2020 - Provisão

 

Provisão


Quatro anos atrás, o Egito estava no topo da nossa lista de férias dos sonhos, porém não foi possível ir até lá, mas ainda temos esperança de visitá-lo um dia.
Eu gostaria especialmente de ver o Vale dos reis, uma série de tumbas escavadas em encostas acidentadas e ásperas das montanhas. Com os segredos mantidos  por mais de três mil anos, a descoberta das tumbas em 1881 revelou uma riqueza de conhecimentos sobre as primeiras dinastias do Egito.
Durante o cativeiro no Egito, o antigo de Israel manteve viva a esperança, parcialmente devido a um tumba em Canaã ( Gênesis 50:24-25 ). As Escrituras nos contam sobre duas transações de aliança feitos por Abraão enquanto ele morava nessa terra. Para garantir água para seu gado, Abraão cavou um poço e deu a Abimeleque sete cordeiras " ...para que [ me ] sirvam de testemunho de que eu cavei este poço ( 21:30 ). A segunda ocorreu quando Abraão comprou uma terra para um túmulo após a morte da sua esposa Sara. No acordo, um lote de terra em Macpela tornou-se posse de Abraão ( 23:17-18 ).
Entrageiro nessa terra, Abraão foi capaz de dar água aos seus rebanhos e de enterrar seus mortos como Deus havia prometido. Tendo sido alertado do cativeiro de gerações futuras ( Gênesis 15:13 ), Abraão possuiu por fé aquilo que finalmente pertenceria, na realidade, aos seus descendentes. Séculos mais tarde, Josué lideraria Israel de volta à Terra Prometida conforme Deus havia dito: " ...eu lhes darei toda a terra que pisarem " ( Josué 1:3 ).
Começando com um poço e um túmulo em Canaã, as promessas de Deus se tornaram manifestas em Cristo. Nenhum poço visível é necessário, porque a vida que Ele proporciona nos faz nunca mais ter sede ( João 4:14-15 ); e um túmulo se torna uma promessa, porque " ...quem crê em mim, ainda que morra, viverá... " ( João 11:25 ). - Regina Franklin

Leia: Gênesis 21:22-33; 23:1-18
Abraão plantou uma árvore em Berseba e ali adorou o Senhor, o Deus eterno ( 21:33 ).

Examine: - 2 Coríntios 1:20
- Gálatas 3:29
- 1 Pedro 1:3-4

Considere: A vida de Cristo torna a sua vida uma " terra prometida " espiritual ? Quais as promessas que você espera que Deus cumpra, e os " poços " feitos pelo homem que o impedem de ver as promessas de Deus ? 

NUNCA PERCA A ESPERANÇA




 


“… Senhor, se tu quiseres, podes purificar-me” (Lc 5.12).


 


​Há problemas insolúveis, há doenças incuráveis, há causas perdidas, a menos que Jesus realize um milagre. E foi o que ele fez e é o que ele faz. O texto em apreço fala de um homem coberto de lepra que, estando como uma carcaça humana, com seu corpo apodrecendo, vai a Jesus, prostra-se diante dele e, clama: “Senhor, se tu quiseres, podes purificar-me”. Sua doença era incurável, seu problema era insolúvel, sua causa era perdida, mas Jesus estendeu a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E, imediatamente, lhe desapareceu a lepra. Seis verdades são destacadas no texto em tela:


​Em primeiro lugar, o doente (Lc 5.12). Os três Evangelhos Sinóticos narram esse episódio, mas só Lucas, que era médico, nos informa que o homem estava coberto de lepra, ou seja, no estado mais avançado da doença. O homem está apodrecendo vivo. Era um carcaça humana. Um ser nauseabundo. Seu caso era irremediável. Ele vai a Jesus, e humildemente, roga por um milagre e o milagre acontece. O doente não exigiu, rogou. Mesmo sabendo que Jesus tem todo o poder, submeteu-se à sua vontade soberana.


Em segundo lugar, o médico (Lc 5.13). Ninguém podia tocar um leproso sem ficar impuro. Jesus compadeceu-se do homem, tocou-lhe e disse: Quero, fica limpo! Em vez do impuro contaminar o puro, foi o puro que tocou o impuro e tornou o impuro, puro! Por que Jesus tocou o leproso se um leproso não podia ser tocado? Porque viu que o leproso, a tanto tempo reduzido ao ostracismo da doença, precisava sentir-se amado. Jesus é o médico que tem compaixão e poder. Para ele não tem doença incurável nem causa perdida. Ele não apenas cura as feridas do corpo, mas também lanceta os abcessos da alma.


​Em terceiro lugar, a cura (Lc 5.13b). O texto diz: “… e, no mesmo instante, lhe desapareceu a lepra. Jesus cura-o imediatamente, completamente, eficazmente. Cura-o emocional e fisicamente. Cura-o sem deixar qualquer sequela. Cura-o, apesar de estar coberto de lepra, com o corpo deformado, com a pele necrosada. Cura-o a despeito de sua morte já ter sido decretada pela doença.


Em quarto lugar, o testemunho (Lc 5.14). Jesus manda o homem ao sacerdote por duas razões. Primeiro, porque o sacerdote era a autoridade sanitária competente para declará-lo publicamente curado. Isso significa que os milagres de Jesus não eram apenas experiências subjetivas, mas fatos concretos e verificáveis. Segundo, porque fazendo isso, Jesus estava protegendo esse homem de quaisquer especulações maliciosas. Ninguém precisava suspeitar da veracidade de sua cura. Jesus estava, assim, devolvendo-o ao convívio familiar, religioso e social.


​Em quinto lugar, o impacto (Lc 5.15). O milagre operado por Jesus produziu tal impacto que, grandes multidões afluíam para ouvi-lo e serem curadas. Mesmo tendo Jesus ordenado ao homem curado para não falar nada para ninguém, ele saiu a propalar esse prodígio divino (Mc 1.44,45). Jesus ordenou a esse homem para se calar e ele proclamou os grandes feitos de Cristo em sua vida; Jesus nos ordena a falar e nós nos calamos. A atitude desse homem denuncia a nossa omissão.


​Em sexto lugar, o retiro (Lc 5.16). Em face das multidões afluírem a Jesus para ouvi-lo e serem curadas, Jesus se retirava para lugares solitários e orava. Por que Jesus fugia das multidões para buscar lugares solitários para orar? Primeiro, porque não queria fortalecer na mente das pessoas a ideia de que ele era apenas um operador de milagres. Ele veio como o Messias de Deus, para morrer pelo seu povo. Seus milagres eram sinais de que ele era o ungido de Deus. Segundo, porque Jesus entendia que a intimidade com o Pai era mais importante do que sucesso no ministério. Deus vem antes das pessoas. Terceiro, porque Jesus, sendo perfeitamente homem, sabia que o poder vem por meio da oração. O resultado desse retiro é que “o poder do Senhor estava com ele para curar” (Lc 5.17). Jesus, hoje, está à destra de Deus Pai, de onde intercede por nós. Por isso, por mais dramático que seja o nosso problema, jamais devemos perder a esperança!


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

4 ERROS que podem DESTRUIR seu CASAMENTO | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


No Senhor me refugio. Como então vocês podem dizer-me: "Fuja como um pássaro para os montes"?


PÃO DIÁRIO - 04/12/2020 - Adeus

 

Adeus



Quando Max Lucado participou de um Meio-Ironman triatlo, ele experimentou o poder negativo da reclamação, e disse: “Após nadar quase 1900 m, e de 90 km de ciclismo, não tinha muita energia sobrando para a corrida de 21 km. E nem o camarada correndo ao meu lado, que me disse: ‘Isto é uma droga. Esta competição foi a decisão MAIS tola que já tomei.’ Eu lhe respondi: ‘Adeus.’” Max sabia que se o ouvisse por muito tempo, começaria a concordar com o outro triatleta. Disse-lhe adeus e continuou correndo.

Entre os israelitas, muitas pessoas ouviram reclamações por muito tempo e começaram a concordar. Isto desagradou a Deus e com razão. Ele havia libertado os israelitas da escravidão e concordara em viver no meio deles, mas mesmo assim eles reclamavam. Além da dificuldade do deserto, eles estavam insatisfeitos com a provisão do maná. Em suas reclamações, Israel esqueceu que o maná era um PRESENTE concedido a eles pela amorosa mão de Deus (Números 11:6). Como a reclamação envenena o coração com ingratidão e pode ser contagiosa, Deus precisou julgá-la.

Dizer “adeus” à reclamação e ingratidão é a maneira correta de agirmos. Todos os dias, relembremos a fidelidade e a bondade de Deus para conosco.

—MLW

Leia: Números 11:1-10 

Examine: Queixou-se o povo de sua SORTE aos ouvidos do Senhor; ouvindo-o o Senhor, acendeu-se-lhe a ira… — Números 11:1

Considere: Proclamar a fidelidade de Deus silencia o descontentamento.

VÍDEO DO DIA - Julia Vitoria - Som Das Águas

Julia Vitoria - Som Das Águas



 

DEZ RAZÕES PARA VOCÊ SER UM ALUNO DA ESCOLA DOMINICAL





​A Escola Dominical foi criada em 1780, em Gloucester, na Inglaterra, porém, o estudo sistemático da Bíblia é uma prática do povo de Deus, desde os tempos mais remotos. Os períodos mais robustos da igreja foram aqueles em que as famílias tinham prazer e deleite no estudo da Bíblia e faziam dessa prática uma oportunidade para trazer pessoas a Cristo e discipulá-las. Elencamos dez vantagens de ser um aluno da Escola Bíblica Dominical:


​Em primeiro lugar, porque o Domingo é o dia do Senhor e devemos nos deleitar em Deus. A secularização tem levado muitos crentes a fazerem uma agenda pessoal para se dedicar ao esporte e ao lazer no domingo, deixando de consagrar esse dia para adoração e descanso, conforme ensina as Escrituras.


​Em segundo lugar, porque quando nos reunimos na casa de Deus estamos cumprindo um mandamento divino. A palavra de Deus diz que não devemos deixar de congregar, conforme o costume de alguns. Muitas são as distrações que podem nos afastar do culto e do estudo das Escrituras na Escola Dominical. Muitos são os interesses que podem nos levar para longe de nossa máxima prioridade que é glorificar a Deus e buscar em primeiro lugar o seu reino.


​Em terceiro lugar, porque somos uma família e devemos nos estimular uns aos outros à piedade cristã. Há lugar para o estudo particular e individual das Escrituras, mas há, também, o momento oportuno para nos reunirmos, como família da fé, como rebanho de Cristo, para sermos exortados e estimulados mutuamente na carreira cristã.


​Em quarto lugar, porque devemos exercitar nossos dons espirituais para a edificação do corpo de Cristo. Quando a igreja se reúne em culto público e também em classes para o estudo da Bíblia, colocamos os dons que Deus nos deu a serviço da edificação mútua. Aqueles que têm o dom de ensino, repartem com os outros o rico alimento que receberam de Deus e assim, suprem em Cristo, as necessidades espirituais dos santos.


Em quinto lugar, porque a vida é um constante aprendizado e precisamos crescer no conhecimento e na graça. Sempre que abrimos as Escrituras tiramos desse reservatório inesgotável tesouros preciosos, lições oportunas e ensinamentos necessários para o nosso crescimento espiritual.


​Em sexto lugar, porque um dia na Casa de Deus vale mais do que mil dias nas tendas da perversidade. Aquele que foi alcançado pela graça de Deus não tem mais prazer nas tendas da perversidade, antes o seu prazer está em Deus. Ao contrário da geração do profeta Malaquias, que dizia acerca do culto: “Que canseira!”, o povo de Deus diz: “A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor” e ainda testemunha: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor”.


​Em sétimo lugar, porque na Escola Dominical há estudo interativo da Palavra de Deus. Na Escola Dominical cada aluno pode participar, perguntar, interagir e aprender a Palavra de Deus. Pelo fato do estudo ser um grupos menores, no formato de uma classe, o aprendizado torna-se mais acessível e pessoalizado.


​Em oitavo lugar, porque o aprendizado da Palavra de Deus está ao alcance de todos. A pessoa que está dando os primeiros passos na carreira cristã e o crente mais maduro na fé aprendem a Palavra de Deus de acordo com o nível em que se encontra. O processo ensino-aprendizado é endereçado a todos, sem acepção e sem exceção. Todos somos alunos. E todos estamos debaixo da autoridade das Escrituras.


Em nono lugar, porque o aprendizado da Palavra de Deus visa a transformação da vida. Não estudamos a Bíblia apenas para aumentar o nosso conhecimento acerca das verdades eternas. Estudamo-la para sermos transformados de glória em glória na imagem de Cristo. À medida que estudamos a Bíblia, ela nos sonda. Quanto mais nos aproximamos da Bíblia, mais nos distanciamos do pecado.


​Em décimo lugar, porque a Escola Dominical é a maior escola do mundo. Essa é a maior escola do mundo. Está presente em praticamente todas as nações. Tem milhões de alunos aplicados que estudam domingo após domingo, sem jamais receberem diploma de conclusão. Quanto mais estudamos a Bíblia mais entendemos que só estamos arranhando sua superfície. Ela é a Palavra de Deus. Viva e eficaz!


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo.

VÍDEO DO DIA - Julia Vitoria e Aline Barros - Ele Vem / A Cidade Santa

Julia Vitoria e Aline Barros - Ele Vem / A Cidade Santa 



 

PÃO DIÁRIO - 03/12/2020 - Lidando com distrações

 

Lidando com distrações



O dono de um restaurante na vila de Abu Ghosh, fora da cidade de Jerusalém, ofereceu um desconto de 50% para os clientes que desligassem seus celulares. Jawdat Ibrahim acredita que smartphones mudaram o foco das refeições: do companheirismo e conversa para a navegação na internet, envio de mensagens de texto e telefonemas de negócio. “A tecnologia é algo muito bom,” Ibrahim diz. “Mas… quando você está com a sua família e os seus amigos, é possível ser capaz de esperar por meia hora e simplesmente desfrutar do alimento e da companhia.”

Como é fácil nos distrairmos com muitas coisas, seja em nosso relacionamento com os outros ou com o Senhor.

Jesus disse aos Seus seguidores que a distração espiritual começa com os corações endurecidos, com ouvidos que dificilmente ouvem e olhos que já se fecharam (Mateus 13:15). Ao usar a ilustração de um fazendeiro espalhando sementes, Jesus comparou a semente que caiu entre espinhos à pessoa que ouve a Palavra de Deus mas cujo coração está focado em outras coisas. “…os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera” (v.22).

Há grande valor em cultivarmos momentos, todos os dias, nos quais acabamos com as distrações da mente e do coração e nos focamos no Senhor.

—DCM

Leia: Mateus 13:14-22 

Examine: …os cuidados do mundo […] sufocam a palavra… —  Mateus 13:22

Considere: Colocar Cristo no centro de tudo, coloca o restante em perspectiva.

VOCÊ É MESMO UM CRISTÃO? COMO SABE DISSO?




​O apóstolo João escreveu o evangelho para mostrar como uma pessoa pode ser salva: “Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31). E escreveu sua primeira carta para mostrar que os salvos podem ter certeza da salvação: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1Jo 5.13). Há dois erros que precisam ser evitados: Primeiro, buscar outro meio de salvação, fora de Jesus. Segundo, duvidar que a salvação oferecida por Jesus possa ser perdida. Todo aquele que crê em Jesus pode ter certeza da vida eterna, porém, a falsa segurança, pode ser uma grande tragédia. Por isso, João elenca na primeira epístola três mentiras assaz perigosas:


​Em primeiro lugar, a mentira moral. Um cristão é alguém que nasceu de novo e recebeu um novo coração, uma nova mente, uma nova vida, uma nova família, uma nova pátria. Tudo se fez novo em sua vida e as coisas antigas ficaram para trás. Logo, o apóstolo João afirma: “Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade” (1Jo 1.6). Nessa mesma linha de pensamento ainda escreve o apóstolo: “Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade” (1Jo 2.4). A evidência da salvação é uma vida transformada.


​Em segundo lugar, a mentira doutrinaria. No primeiro século, muitos falsos mestres se infiltraram na igreja, pregando um falso evangelho, produzindo falsos crentes e gerando uma falsa esperança. Não há salvação fora de Cristo. Por isso, o apóstolo João alerta: “Quem é mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai” (1Jo 2.22,23). Muitos hoje professam crer em Cristo, mas não confiam nele plenamente para sua salvação. Professam Cristo, mas também confiam em suas obras. Professam Cristo, mas também recorrem a Maria como intercessora. Professam Cristo, mas também fazem promessas aos “santos”. Professam Cristo, mas também depositam sua confiança na igreja e em seus rituais sagrados. A salvação está em Cristo e nele somente. A vida eterna é oferecida por ele, e por ele somente. Jesus é a porta do céu e o caminho para Deus. Ele é o único Mediador entre Deus e os homens. Só em seu nome há salvação.


​Em terceiro lugar, a mentira social. Aqueles que foram salvos pela graça de Deus, mediante a fé em Cristo Jesus e passam a amar a Deus de toda a sua força e com toda a sua alma, devem também amar a seu irmão. Assim escreve o apóstolo João: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1Jo 4.20). Que tipo de amor deve ser esse? Escreve o veterano apóstolo: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1Jo 3.16). O apóstolo João registra as palavras do próprio Senhor Jesus, dizendo que o amor aos irmãos é a evidência de sermos seus discípulos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.35).


​É hora de fazermos uma investigação de nossa própria vida para sabermos se de fato fomos salvos. Nossa confiança está em Cristo? Andamos na luz? Amamos os nossos irmãos? Que cada um, examinando seu coração, dê essa resposta diante de Deus.


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Eu não posso mexer no celular do meu marido que eu faço ?

 | Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Eu te bendirei enquanto viver, e em teu nome levantarei as minhas mãos.


VÍDEO DO DIA - Enquanto Eu Te Espero - Gabriel Brito (Clipe Oficial)

Enquanto Eu Te Espero - Gabriel Brito (Clipe Oficial)



 

PÃO DIÁRIO - 02/12/2020 - Você pode ajudar?

 

Você pode ajudar?



Os administradores de uma escola no Alasca, EUA, cansaram-se de ver os alunos arranjando problemas e 50% deles desistindo de estudar. Para mantê-los interessados, eles começaram um time de FUTEBOL que lhes oferecia uma chance para desenvolver habilidades pessoais, espírito de equipe e aprender lições de vida. O problema com o FUTEBOL nessa cidade, que fica ainda mais ao norte do que a própria Islândia, é a dificuldade em plantar um campo de grama. E assim, eles competiam num campo de pedregulhos e terra.

Muito distante dali, uma senhora ouviu falar da equipe e do perigoso campo de futebol em que treinavam. Sentindo que Deus a movia para ajudar e impressionada pelas mudanças positivas que viu nos alunos, ela entrou em ação. Quase um ano mais tarde, eles dedicaram seu novo campo de futebol, completo com um gramado artificial. Ela havia arrecadado milhares de dólares para ajudar adolescentes que nem conhecia.

Isto não se trata de FUTEBOL — ou dinheiro. Trata-se de lembrar-se “…a prática do bem e a mútua cooperação…” (Hebreus 13:16). O apóstolo Tiago nos lembra de que demonstramos a nossa fé por nossas ações (2:18). As necessidades em nosso mundo são várias e opressivas, mas quando amamos o nosso próximo como a nós mesmos, conforme Jesus disse (Marcos 12:31), alcançamos pessoas com o amor de Deus.

—JDB

Leia: Tiago 2:14-20 

Examine: …a fé, se não tiver obras, por si só está morta. —Tiago 2:17

Considere: Abra seu coração a Deus para APRENDER a compaixão e a mão para ajudar.

UMA PODEROSA MUDANÇA NA VIDA


 O evangelista Lucas registra o importante episódio dos dois discípulos de Emaús, que caminham desassistidos de esperança, mergulhados nas sombras de expectativas frustradas, até que reconhecem o Cristo ressurreto, caminhando com eles, ensinando a eles, e tendo comunhão com Deus. Uma mudança profunda foi efetuada na vida deles. Que mudanças foram essas?


Em primeiro lugar, olhos abertos pela exposição das Escrituras (Lc 24.26,27,31). Jesus revelou-se pelas Escrituras. Ele já havia ensinado: “Examinai as Escrituras, porque são elas que testificam de mim” (Jo 5.39). Quando reconhecemos em nosso caminho que Jesus está vivo, não há mais espaço para a preocupação ( Lc24.17), tristeza (Lc 24.17), desesperança (Lc 24.21) e incredulidade (Lc 24.25). O Cristo que tinha de padecer devia também entrar na sua glória. Cristo não foi derrotado pelo poder da morte, mas triunfou através dos seus sofrimentos e venceu a morte.


Em segundo lugar, corações ardentes pela comunhão com o Cristo vivo (Lc 24.28,29,32). Quando temos comunhão com Jesus, nosso coração arde e o fogo de Deus nos inflama. Há entusiasmo em nosso coração. O vento do Espírito sopra sobre nós e remove as cinzas do comodismo e reacende as brasas do zelo em nosso coração. Quando o coração arde, acaba a frieza espiritual e o marasmo. Então, estar na Casa de Deus é alegria, orar é necessidade, louvar a Deus é prazer, andar com Jesus é o sentido da vida. Quando o nosso coração arde, nossa vida se torna um graveto seco. Então, o fogo do Espírito arde em nós, nos iluminando, nos purificando, nos aquecendo e alastrando através de nós.


Em terceiro lugar, pés velozes para ir anunciar a ressurreição (Lc 24.33). Quem tem olhos abertos e coração ardente tem pés velozes para falar de Jesus. Os mesmos que fugiram de Jerusalém, agora voltam para Jerusalém. Eles que disseram que já era tarde, não se importam com os perigos da noite. Eles que deixaram o convívio com os outros discípulos, voltam à companhia deles. Eles que conjugavam todos os verbos da esperança no passado, cheios de frustrações, agora têm pressa para testemunhar a gloriosa realidade da ressurreição. O futuro não é mais incerto, mas a garantia de uma eternidade vitoriosa.


Em quarto lugar, lábios abertos para proclamar que Cristo está vivo (Lc 24.34,35). Nem distância nem a noite os impede. Eles voltam para ter comunhão e para proclamar que Jesus está vivo. Eles voltam para dizer que a morte não tem a última palavra. A última palavra é que Jesus venceu a morte. A tristeza não pode mais nos dominar. Caminhamos para o glorioso amanhecer da eternidade e não para a noite fatídica da desesperança. É impossível ter um encontro com o Cristo vivo e ainda permanecer calado e acovardado. O poder da ressurreição abre os nossos lábios para pregação poderosa!


A ressurreição de Jesus abriu os olhos, aqueceu o coração, apressou os pés e abriu os lábios dos discípulos de Emaús. E em você, que tipo de impacto a ressurreição tem provocado? Como você tem caminhado pela vida? Tem você se encontrado com o Cristo ressurreto? O Senhor nos encontra nas angústias da nossa caminhada. O Senhor nos encontra na exposição da palavra de Deus. O Senhor nos encontra no partir do pão. Ele abre nossos olhos, nossa mente, nosso coração e nossos lábios.


Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais ansiosos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premedit...