domingo, 12 de janeiro de 2020

O amor restaurador do Pai e a volta do pródigo ao lar

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Em Lucas 15 Jesus contou três parábolas imortais. Todas elas têm a mesma ênfase: a restauração dos que haviam se perdido. Há algumas progressões nessas parábolas: de cem ovelhas, uma se desviou; de dez moedas, uma foi perdida; de dois filhos, um abandonou a casa paterna. A ovelha se desviou por descuido; a moeda foi perdida por negligência; o filho foi embora de casa por ingratidão. Nos três casos, há um processo de busca ou espera. As parábolas terminam com o mesmo enfoque, a alegria do reencontro com os que se haviam perdido. As três parábolas, embora com nuances diferentes, têm a mesma lição central: Deus ama os pecadores, mesmo aqueles que são enjeitados pela sociedade, ou rejeitados pela religião. Deus se alegra na salvação deles e festeja a sua volta ao lar. Vamos nos deter, agora, na última parábola.

Embora essa seja mundialmente conhecida como a parábola do filho pródigo, sua lição central recai não na fuga do filho rebelde, nem mesmo no seu arrependimento e volta ao lar, mas no amor gracioso do pai. A despeito do pródigo não valorizar o conforto do lar nem a companhia do pai e do irmão; a despeito do pródigo pedir sua herança antecipada e assim, considerar o seu pai morto; a despeito do pródigo romper os laços com sua família de forma tão radical e sair para uma terra distante para viver na dissolução, esbanjando os seus bens com os prazeres do pecado; a despeito do pródigo, com profunda ingratidão, ter calcado debaixo dos seus pés o amor do pai e todos os valores morais aprendidos com ele; a despeito do pródigo ter esbanjado toda a herança com vida desregrada e colher os frutos amargos de sua maldita semeadura; a despeito do pródigo voltar para casa maltrapilho e sujo, arruinado e falido, o pai corre ao seu encontro, o abraça, o beija, o restaura e celebra a sua volta. Esse amor restaurador do pai tem algumas características:

Em primeiro lugar, é o amor que procura e espera a volta do pródigo. Não é o homem perdido que busca a reconciliação com Deus; é Deus quem o procura, quem muda seu coração e quem o recebe de volta. Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo. Tudo procede de Deus. É ele quem nos escolhe, chama, justifica, glorifica e festeja a nossa volta aos seus braços.

Em segundo lugar, é o amor que perdoa e restaura o pródigo. O filho pródigo não foi recebido de volta como um escravo, mas como filho. O pai corre ao seu encontro e o abraça e o beija. O pai manda lhe colocar vestes novas, sandálias nos pés e anel no dedo. O perdão é real e a restauração é completa. Para sermos reconciliados com Deus, três atitudes divinas foram tomadas: Primeiro, Deus não imputou a nós as nossas transgressões (2Co 5.19). Segundo, Deus colocou as nossas transgressões sobre Jesus (2Co 5.21a). Terceiro, Deus imputou a justiça de Cristo a nós (2Co 5.21). Estamos não apenas de volta ao lar, mas também perdoados e justificados.

Em terceiro lugar, é o amor que celebra a volta do pródigo ao lar. Deus não só perdoa e restaura, ele também festeja a volta do filho prodigo ao lar. Há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. Houve festa, música e alegria na casa do Pai, porque o filho que estava perdido foi encontrado, o filho que estava morto, reviveu. Deus se alegra quando os pródigos voltam para casa. Deus celebra com entusiasmo quando os pecadores se arrependem. Os anjos de Deus comemoram a chegada dos pródigos ao lar paterno. Deus tem prazer na misericórdia. Ele se deleita na salvação dos perdidos. Oh, amor bendito! Oh, graça infinita! Oh, salvação gloriosa!



Pr. Hernandes Dias Lopes

sábado, 11 de janeiro de 2020

Versículo do dia

Versículo do dia


com rapidez eu subjugaria os seus inimigos e voltaria a minha mão contra os seus adversários!

VÍDEO DO DIA - Alex e Alex - Escrito nas estrelas


Alex e Alex - Escrito nas estrelas 



PÃO DIÁRIO - 11/01/2020 - Perguntas diferentes

Perguntas diferentes


Quando a tragédia acontece, surgem as perguntas. A perda de um ente querido pode nos fazer questionar Deus com uma série de perguntas pontuais: “Por que o Senhor permitiu que isso acontecesse?” “De quem foi a culpa?”. “O Senhor não se importa com a minha dor?”. Acredite em mim — como pai enlutado de uma adolescente que morreu tragicamente, fiz estas mesmas perguntas.
O livro de Jó registra as perguntas que Jó faz ao se sentar com amigos para lamentar seu sofrimento. Ele perdera sua família, sua saúde e suas posses. Em certo ponto, ele pergunta: “Por que se concede luz ao miserável e vida aos amargurados de ânimo?” (3:20). Mais tarde, ele pergunta: “Por que esperar, se já não tenho forças?…” (6:11). E: “Parece-te bem que me oprimas…?” (10:3). Muitos estiveram diante de uma lápide colocada muito cedo e fizeram perguntas semelhantes.
Mas ao ler até o final do livro, você tem uma surpresa. Quando Deus responde a Jó (38–41), Ele o faz de maneira inesperada. Ele vira o jogo e questiona Jó — faz perguntas diferentes que demonstram a Sua sabedoria e soberania. Perguntas sobre a Sua magnífica criação — a terra, as estrelas e o mar. E todas as perguntas destacam o seguinte: Deus é soberano. Deus é Todo-poderoso. Deus é amor. E Ele sabe o que está fazendo.
—JDB


Leia: Jó 38:1-11

Examine: Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra?… —Jó 38:4

Considere: Nosso maior conforto no sofrimento é saber que Deus está no controle.

Quando o fracasso não tem a última palavra

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Há pessoas que começam bem, mas terminam mal. Elas têm um brilhante começo, mas um fim trágico. Assim foi a história de Demas. Ele é citado apenas três vezes no Novo Testamento. A primeira vez que Demas aparece, ele é apresentado como um cooperador de Paulo (Fm 24). Da segunda vez, nada se acrescenta a seu respeito; apenas seu nome é mencionado (Cl 4.14). Da última vez, porém, nos é dito que ele abandonou Paulo (2Tm 4.10). Há muitas pessoas cuja vida é uma descida ladeira a baixo. Há muitos indivíduos que em vez de caminhar para frente, recuam; em vez de subir, descem; em vez de crescerem no conhecimento e na graça de Deus, retrocedem na fé.

Mas, graças a Deus, muitos também fazem o caminho inverso. Esses caminham para a frente. Esses aprendem com os fracassos e se levantam na força do onipotente para prosseguirem firmes e resolutos nas veredas da justiça. Citamos, aqui, o exemplo do jovem João Marcos. Quem foi esse jovem?

Em primeiro lugar, João Marcos foi um cooperador(At 13.5). João Marcos era um jovem humilde e prestativo. Ele foi auxiliar de Barnabé e Paulo (At 13.5). Nesse tempo, João Marcos era ainda muito jovem e inexperiente, mas sentiu o desejo de acompanhar os dois missionários rumo à região da Galácia. Seu propósito era servir aos dois missionários separados por Deus para tão sublime tarefa. Nesse tempo João Marcos era um jovem idealista e corajoso. Dispôs-se a deixar o conforto da sua casa em Jerusalém (At 12.12), para enfrentar as agruras de uma viagem missionária por regiões inóspitas e perigosas.

Em segundo lugar, João Marcos foi um desertor(At 13.13). Não sabemos os motivos, mas no meio do caminho, João Marcos desistiu da viagem, apartou-se de Paulo e Barnabé e voltou para sua casa em Jerusalém. Faltou-lhe coragem e maturidade para prosseguir. Faltou-lhe perseverança para não retroceder. Faltou-lhe forças para continuar servindo aos dois missionários da igreja. Aquele foi um capítulo sombrio na vida desse jovem. Ele foi um desertor. Ele capitou-se diante das dificuldades. Ele não teve coragem de seguir adiante.

Em terceiro lugar, João Marcos foi um missionário (At 15.36-39). Era tempo de voltar à segunda viagem missionária. Barnabé, porém, queria levar consigo a João Marcos (At 15.37). Paulo, porém se recusou terminantemente dar uma segunda chance ao jovem desertor. Barnabé contendeu com Paulo, mas não desistiu de João Marcos (At 15.38,39). Levou-o consigo para Chipre e fez dele um missionário. João Marcos tornou-se um homem valoroso nas mãos de Deus. Além de Barnabé, o apóstolo Pedro também investiu na vida de João Marcos, a ponto de chamá-lo de filho (1Pe 5.13). Esse jovem mais tarde tornou-se o escritor do primeiro evangelho a ser escrito, o evangelho segundo Marcos, destacando nessa obra preciosa as gloriosas obras de Cristo, apresentando-o como servo perfeito.

Em quarto lugar, João Marcos foi um homem útil (2Tm 4.11). Paulo estava preso numa masmorra romana. A hora do seu martírio havia chegado. Do interior desse cárcere insalubre e frio Paulo escreve a seu filho Timóteo, rogando que ele fosse rápido vê-lo em Roma. Chama-nos atenção, uma recomendação do apóstolo a Timóteo: “Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil para o ministério” (2Tm 4.11). O jovem rejeitado por Paulo, é agora prezado por ele. Aquele que um dia desertou e foi rejeitado, é agora desejado. Paulo muda de opinião acerca de João Marcos e deseja tê-lo ao seu lado antes de morrer. João Marcos fraquejou um dia na vida, mas se levantou. Ele nos prova que é possível recomeçar, quando colocamos nossa vida nas mãos de Deus.



Pr. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM Pr JOSUÉ GONÇALVES


Não te amo mais, e agora? - Pr Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia



"Eu sou o Alfa e o Ômega", diz o Senhor Deus, "o que é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso".

Apocalipse 1:8

VÍDEO DO DIA - Marcos Freire - A Tua Glória Me Atrai ft. Nívea Soares

Marcos Freire - A Tua Glória Me Atrai ft. Nívea Soares



PÃO DIÁRIO - 10/01/2020 - Veias de ouro


Veias de ouro


Enquanto visitava a charmosa região de Cotswold na Inglaterra, comprei algumas canecas chinesas feitas de ossos como recordação. Eu as utilizava com cuidado, mas certa vez uma delas caiu na pia e estilhaçou-se. Recentemente pensei naquela caneca quando aprendi sobre a arte japonesa chamada Kintsugi.
Quando algo se quebra, geralmente pensamos em reparar de modo que seja possível reutilizá-lo. Mas há centenas de anos, um artista japonês decidiu que faria algo lindo com a porcelana quebrada. Ele então começou a utilizar resina de ouro para unir os fragmentos. Peças reparadas com o uso deste método possuem complexos filamentos de ouro.
O pecado entrou no mundo muito cedo na história da humanidade (Gênesis 3). Teólogos referem-se ao evento como “a queda”. O resultado inevitável é a destruição. A vida é dolorosa porque continuamos sendo feridos e ferindo outros com a nossa aspereza aguda e cortante. Mas Deus não quer que permaneçamos sendo destruídos. Sua obra de reparação transforma nossa destruição em beleza.
Como um artista Kintsugi, Deus nos restaura. Mas Ele usa algo mais precioso que ouro — o sangue de Seu Filho. Em vez de filamentos de ouro, somos unidos pelas veias do próprio Cristo. “…somos unidos com ele na semelhança da sua morte…” (Romanos 6:5). Não há nada mais belo do que isso.
—JAL


Leia: Romanos 6:1-14

Examine: …se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição. —Romanos 6:5

Considere: O preço de nossa libertação do pecado foi pago pelo sangue de Jesus.

Paz, uma dádiva do céu

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O mundo está em conflito. Enquanto erguemos monumentos À paz, investimos mais na guerra. Enquanto falamos da necessidade de paz, armamo-nos até aos dentes, preparando-nos para os mais encardidos combates. As tensões se agigantam entre as nações, dentro das famílias e até mesmo no sacrário da nossa alma. Somos uma guerra civil ambulante. O homem está em conflito com Deus, com seu próximo e consigo mesmo. A paz será sempre um sonho utópico até que reine o Príncipe da paz.

As Escrituras nos falam de paz com Deus e paz de Deus. A primeira é um estado, a segunda um sentimento. A paz de Deus nos fala de um relacionamento certo com Deus, fruto da reconciliação com ele, por meio de Cristo. A paz de Deus é fruto da paz com Deus e tem a ver com um sentimento de gozo inefável, que inunda a nossa alma, mesmo em meio aos vendavais da vida. Não há paz de Deus sem que primeiro se estabeleça a paz com Deus. A paz com Deus é a raiz, a paz de Deus é o fruto. A paz com Deus é a fonte e a paz de Deus é o fluxo que corre dessa fonte.

Mas, o que de fato é a paz com Deus? Ela é fruto da justificação, e justificação é um ato jurídico de Deus, declarando-nos inocentes e inculpáveis diante do seu tribunal, em virtude do sacrifício substitutivo de Cristo, em nosso favor e em nosso lugar. Mediante a justificação, ficamos quites com a lei de Deus e com a justiça divina, não pesando mais sobre nós nenhuma condenação. Nossos pecados não são imputados a nós, pois foram lançados sobre Jesus na cruz e toda a justiça de Cristo é transferida para o nossa conta, de tal maneira que somos justificados no tribunal de Deus. A justificação é um ato e não um processo; é feito no tribunal de Deus e não no nosso coração. Ela não tem graus, uma vez que todos os salvos são de igual forma justificados com base nos méritos de Cristo Jesus. Por isso, a paz com Deus é a mesma para todos os remidos. Nenhum salvo tem mais paz com Deus do que outro. Todos estão de igual forma reconciliados com Deus por meio de Cristo Jesus.

Já a paz de Deus difere de crente para crente. Nem todos os salvos a experimentam com a mesma intensidade. Ela não é um estado, mas um sentimento, fruto do nosso estreito relacionamento com Deus. Paulo diz que a falta dessa paz deixa o coração e a mente vulneráveis à ansiedade. A ansiedade é uma espécie de estrangulamento da alma, quando somos sufocados pelas tensões que chegam das circunstâncias, dos relacionamentos estremecidos e da preocupação com as coisas materiais. Quando buscamos a Deus em oração e o adoramos, dando graças por sua bondade, a ansiedade precisa bater em retirada e, a paz de Deus, como uma sentinela divina, passa a guardar nosso coração e a nossa mente em Cristo Jesus. A paz de Deus é uma fortaleza ao redor da nossa mente e do nosso coração, da nossa razão e dos nossos sentimentos. A paz de Deus é aquele descanso interior, em saber que Deus está no controle, que nossa vida está em suas mãos, mesmo quando as circunstâncias ao nosso redor estão tempestuosas. Não precisamos ser prisioneiros da ansiedade. Se já fomos reconciliados com Deus, já temos a paz com Deus, e agora, podemos experimentar a paz de Deus!



Pr. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Versículo do dia

Versículo do dia


Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele.

1 João 4:9

VÍDEO DO DIA - ENCHE-ME (Clipe Oficial) | Isaías Saad + Gabriela Rocha

ENCHE-ME (Clipe Oficial) | Isaías Saad + Gabriela Rocha



PÃO DIÁRIO - 20/01/2020 - Sabedoria do alto

Sabedoria do alto


Caso Kiera Wilmot tivesse executado seu experimento durante a feira de ciências do Ensino Médio, teria recebido nota 10. Mas, na verdade, ela foi acusada de causar uma explosão. Apesar de ter planejado esperar até que seu professor aprovasse o experimento, seus colegas a convenceram a executá-lo fora da sala de aula. Ao misturar compostos químicos dentro de uma garrafa plástica, o recipiente explodiu, e ela involuntariamente feriu alguns colegas.
O Antigo Testamento conta uma história de outro caso sobre pressão de grupo. Davi e seus homens estavam escondendo-se de Saul numa caverna quando Saul entrou (1 Samuel 24). Os companheiros de Davi sugeriram que Deus lhes havia entregado Saul e incitaram Davi a matá-lo (vv.4,10). Eles pensavam que, se Davi matasse Saul, eles poderiam deixar de se esconder e Davi poderia tornar-se rei. Mas Davi recusou-se a ferir Saul porque ele era “…o ungido do Senhor” (v.6).
As pessoas que nos cercam podem algumas vezes sugerir que façamos o que parece mais gratificante ou prático no momento. Mas há uma diferença entre sabedoria terrena e espiritual (1 Coríntios 2:6,7). A sabedoria do alto “…é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia…” (Tiago 3:17). Quando outros nos incitam a tomar certas atitudes, podemos convidar Deus para influenciar a nossa reação.
—JBS


Leia: 1 Samuel 24:1-10

Examine: A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente pura; depois, pacífica… —Tiago 3:17

Considere: O verdadeiro sábio é aquele que adquire a sabedoria do alto.

A igreja, lugar de vida

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A igreja é o povo chamado por Deus das trevas para a luz, da escravidão para a liberdade, do pecado para a santidade, da perdição para a salvação. O homem natural está longe de Deus, é rebelde contra Deus, e está morto em seus delitos e pecados. Ninguém vem a Deus por si mesmo. Ninguém pode vir a Cristo se o Pai não o trouxer. É Deus quem opera no homem tanto o querer quanto o realizar. É Deus quem tira a viseira dos seus olhos e o tampão dos seus ouvidos. É Deus quem abre o coração e dá o arrependimento para a vida. É Deus quem dá a fé salvadora e justifica o pecador.

A igreja é o povo chamado do mundo para um relacionamento particular com Deus. Somos adotados na família de Deus. Somos filhos de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Fomos chamados para um lugar de vida e não para as sombras da morte. Fomos chamados para vivermos de forma abundante e superlativa e não para nos apresentarmos no palco do mundo com um arremedo de vida. Fomos chamados para a liberdade em Cristo e não para colocarmos novamente nosso pescoço no jugo da escravidão.

A igreja é um lugar de vida, e nós podemos usufruir essa vida abundante, por três razões:

Em primeiro lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o passado têm convicção de que seus pecados foram perdoados. Todo aquele que pela fé veio a Cristo, e o recebeu como Salvador, foi justificado e não pesa mais sobre ele nenhuma condenação. Com respeito à justificação foi liberto da condenação do pecado. Seus pecados foram cancelados. Sua dívida foi paga. A lei foi plenamente cumprida e as demandas da justiça satisfeitas. Quem está em Cristo é nova criatura. Recebe um novo coração, uma nova mente, uma nova vida, uma nova família, uma nova pátria. Nosso passado foi passado a limpo e fomos lavados no sangue de Jesus e, agora, temos uma nova vida, sem as peias da culpa.

Em segundo lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o presente têm convicção de que podem viver estribados no poder de Deus. Aquele que está em Cristo não está mais debaixo do poder do pecado. Não é mais escravo do pecado. O poder que opera nele não é mais o poder da morte, mas o poder da ressurreição. Nele habita plenamente a palavra de Cristo. Ele foi feito templo do Espírito Santo. Cristo habita em seu coração pela fé. Ele morreu para o pecado e, agora, está vivo para Deus. A suprema grandeza do poder de Deus está à sua disposição para viver vitoriosamente, pois com respeito à santificação foi liberto do poder do pecado.

Em terceiro lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o futuro têm convicção de que caminham para a glória. O nosso futuro já está determinado. E determinado não por um destino cego, mas pelo Deus onipotente. Aqueles que Deus conheceu, predestinou, chamou e justificou, a esses Deus também glorificou. Nossa glorificação é um fato futuro, mas na mente de Deus e nos decretos de Deus já está consumado. Não caminhamos para um ocaso lúgubre, mas para a eternidade bendita. Não marchamos para um túmulo gelado, mas para a ressurreição gloriosa. Não nos assombramos diante de um futuro incerto, mas gloriamo-nos na esperança da glória de Deus. Receberemos um corpo semelhante ao corpo da glória de Cristo. Viveremos e reinaremos com Cristo por toda a eternidade. Deus, então, enxugará dos nossos olhos toda a lágrima, porque com respeito à glorificação seremos libertos da presença do pecado.



Pr. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

GRATIDÃO - Pr JOSUÉ GONÇALVES



Versículo do dia

Versículo do dia


Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens.
Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente,

Tito 2:11,12

VÍDEO DO DIA - Cadeias Quebrar / Oh Quão Lindo esse Nome É - MEDLEY PODEROSO - Tasha Cobbs e Da'dra Crawford

Cadeias Quebrar / Oh Quão Lindo esse Nome É 

 MEDLEY PODEROSO - Tasha Cobbs e Da'dra Crawford




PÃO DIÁRIO - 08/01/2019 - Socorro na estrada

Socorro na estrada


Um conhecido meu caçava com amigos perto de Balmoral, propriedade rural da rainha da Inglaterra. Na caminhada, ele torceu o tornozelo tão severamente que não conseguia continuar. Então disse a seus amigos que continuassem e ele esperaria à beira da estrada.
Enquanto estava lá sentado, um carro que descia a estrada reduziu a velocidade e parou. A mulher que dirigia abaixou o vidro e perguntou se ele estava bem. Ele explicou que estava esperando seus amigos retornarem. Ela disse: “Entre no carro; eu levo você até onde está hospedado.” Ele mancou até o carro e ao abrir a porta percebeu que a mulher era a Rainha Elizabeth!
Por mais que receber socorro da rainha da Inglaterra seja algo surpreendente, nós temos uma oferta de socorro que é ainda maior. O Deus Criador do universo desceu ao nosso mundo, vê a nossa dificuldade e oferece Seus recursos para nos ajudar. Como o salmista afirma confiantemente, “Deus é […] socorro bem presente nas tribulações” (Salmo 46:1). Nosso Salvador nos ajuda ao nos dar graça para persistir, Sua Palavra para nos manter, amigos para nos encorajar e orar por nós, e dando-nos a confiança de que Ele, no fim das contas, tudo fará para que todas as coisas cooperem para o nosso bem espiritual.
Da próxima vez em que você se sentir fracassado à beira da estrada da vida, procure o seu Ajudador.
—JMS

Leia: Salmo 46 

Examine: Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. —Salmo 46:1

Considere: Alegre-se! O seu Deus é um Rei ajudador!

Igreja, uma comunidade terapêutica


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A igreja de Deus é a coluna e baluarte da verdade. Ela é filha da verdade, anda na verdade, é santificada na verdade e embaixadora da verdade. A igreja, porém, tempera a verdade com o amor. Ela fala a verdade em amor. Verdade sem amor fere; amor sem verdade engana. Para ser uma comunidade terapêutica, a igreja precisa falar a verdade e ao mesmo tempo amar as pessoas. Nas palavras de Jesus, a igreja “não esmaga a cana quebrada nem apaga a torcida que fumega”. O apóstolo Paulo exorta as igrejas da Galácia: “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o, com espírito de brandura, e guarda-te para que não sejas também tentado” (Gl 6.1). Para que a igreja seja uma comunidade terapêutica, alguns princípios devem ser observados à luz do texto supra:

1. Uma igreja terapêutica não faz provisão para o pecado. 

Aqueles que vivem na prática do pecado não pertencem à igreja de Deus, pois quem vive pecando não conhece a Deus. O pecado na vida do crente é um acidente e não uma prática. O crente não pode pecar deliberadamente, intencionalmente. Não podemos fazer provisão para o pecado e ao mesmo tempo pertencermos à igreja do Deus vivo. Deus nos salvou do pecado e não no pecado; fomos chamados à santidade e à irrepreensibilidade.

2. Uma igreja terapêutica é conduzida pelo Espírito Santo. 

Quando Paulo fala: “vós, que sois espirituais” não está referindo-se a uma elite dentro da igreja. Os crentes em Cristo são aqueles que receberam o Espírito (Gl 3.2), nasceram do Espírito (Gl 4.29), andam no Espírito (Gl 5.16), produzem o fruto do Espírito (Gl 5.22,23), e vivem no Espírito (Gl 5.25). A igreja de Deus é uma comunidade terapêutica, porque os crentes, sendo espirituais, são agentes da cura e não instrumentos da morte.

3. Uma igreja terapêutica trata com sensibilidade os que tropeçam. 

O apóstolo ordena: “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura”. A palavra usada pelo apóstolo procede da medicina. Foi usada no grego clássico para reparar um osso quebrado. Precisamos lidar com tato e sensibilidade com as pessoas que caem. Devemos ser intransigentes com o pecado, mas cheios de ternura com aqueles irmãos que são surpreendidos por ele. Não podemos esmagar aqueles que já estão quebrados nem ferir ainda mais aqueles que já estão machucados pela queda. A correção ao faltoso precisa ser com espírito de brandura e não com truculência. A disciplina visa a restauração do caído e não sua destruição.

4. Uma igreja terapêutica mantém-se vigilante para não cair em pecado. 

Paulo diz que devemos nos guardar para não sermos também tentados a cair nos mesmos pecados que reprovamos nos outros. Hipocrisia e soberba são armadilhas perigosas que aprisionam e adoecem a igreja. Seria hipocrisia condenar na vida do irmão o pecado que acariciamos no coração. Somos tendentes a projetar nossos próprios erros em alguém e condenar nesse alguém o que não temos coragem de enfrentar em nós mesmos. Vemos com mais facilidade um cisco no olho do irmão do que uma trave em nosso próprio olho. Coamos mosquitos e engolimos camelos. Uma igreja terapêutica não coloca fardos nas costas das pessoas, mas leva as cargas uns dos outros.



Pr. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Versículo do dia

Versículo do dia


Por mim mesmo eu jurei, a minha boca pronunciou com toda integridade uma palavra que não será revogada: Diante de mim todo joelho se dobrará; junto a mim toda língua jurará.
Dirão a meu respeito: ‘Somente no Senhor estão a justiça e a força’. " Todos os que o odeiam virão a ele e serão envergonhados.

VÍDEO DO DIA - CAMINHO NO DESERTO ✦ Eddie James // Cruzada CFAN na África

CAMINHO NO DESERTO ✦ Eddie James 

// Cruzada CFAN na África



PÃO DIÁRIO - 07/01/2020 - Não pratique o mal

Não pratique o mal

Muitos consideram que o médico grego Hipócrates foi o pai da medicina ocidental. Ele entendeu a importância dos seguintes princípios morais na prática da medicina e tem o crédito de ter escrito o juramento de Hipócrates, que ainda serve como guia ético para os médicos de hoje. Um conceito chave do juramento é “nunca causar dano.” Isso sugere que um médico fará apenas o que ele acredita que beneficiará os seus pacientes.
O princípio de não causar dano estende-se aos nossos relacionamentos na vida diária. Na verdade, a benevolência é algo central no ensino do Novo Testamento sobre amar aos outros. Ao refletir sobre a lei de Deus, Paulo vê que o amor é o intento por trás de muitas ordenanças bíblicas: “O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Romanos 13:10).
A cada dia que seguimos Jesus Cristo nosso Salvador, somos confrontados com escolhas que afetarão a vida de outros. Quando escolhemos uma atitude a tomar, deveríamos nos perguntar: “Isto reflete a preocupação de Cristo com outros, ou só estou preocupado comigo mesmo?” Tal sensibilidade demonstra o amor de Cristo que procura curar os feridos e ajudar aqueles que necessitam.
—HDF

Leia: Romanos 13:8-10 

Examine: O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor. —Romanos 13:10

Considere: Preocupar-nos com fardos de outros nos ajuda a esquecermos os nossos.

Aborto, o grito silencioso dos que não nasceram

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A questão do aborto esteve no topo da lista das grandes discussões políticas em nossa nação. Este é um assunto solene, que merece nossa maior atenção. Não devemos ser frívolos em sua análise. O aborto sempre foi e ainda é assunto de debates entre juristas e legisladores; é tema da ética cristã que exige um posicionamento da igreja. Algumas ponderações precisam ser feitas no trato dessa matéria: Quando começa a vida? Quem tem o direito de decidir sobre a interrupção da vida? Em que circunstâncias um aborto pode ser justificado? O que a Palavra de Deus tem a dizer sobre o assunto? Não queremos, neste artigo, discutir aqueles casos de exceção, onde a medicina e a ética cristã precisam fazer uma escolha entre a vida da mãe ou do nascituro. Queremos, sim, alertar para a prática indiscriminada e irresponsável do aborto, fruto muitas vezes, de uma conduta imoral.

Embora seja ainda matéria de discussão, é consenso geral que a vida começa com a fecundação. A ciência apresenta o fato de que a vida humana inicia com a fecundação e termina com a morte. Desde a concepção, todos os componentes da vida já estão potencialmente presentes para o seu pleno desenvolvimento. É desse óvulo fertilizado que se desenvolve o ser humano pleno, corpo e alma. Na perspectiva bíblica, Deus é o autor da vida e ele mesmo é quem forma o nosso interior e nos tece no ventre da nossa mãe. É Deus quem nos forma de maneira assombrosamente maravilhosa. O salmista diz: “Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda” (Sl 139.15,16). A Bíblia fala do ser antes do nascer. Davi diz: “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51.5). Jó descreve sua existência pré-natal afirmando: “Porventura não me vazaste como leite e não me coalhaste como queijo? De pele e carne me vestiste, e de ossos e tendões me entreteceste” (Jó 10.10). Fica claro na perspectiva da Escritura, que a vida começa na concepção.

A lei de Deus é enfaticamente clara: “Não matarás” (Ex 20.13). Deus é o autor da vida e só ele tem autoridade para tirá-la (1Sm 2.6). A decisão acerca do aborto não pode ser apenas uma discussão restrita à mãe e ao seu médico. O direito à vida é um direito sagrado e deve ser amplamente discutido, sobretudo, à luz da ética cristã. O aborto é a eliminação de uma vida. É um assassinato. E o mais grave: um assassinato com requintes de crueldade. O aborto é matar um ser indefeso, incapaz de proteger-se. É tirar uma vida que não tem sequer o direito de erguer a voz e clamar por socorro. Ah! Se os milhões de crianças que não chegaram a nascer pudessem gritar aos ouvidos do mundo, ficaríamos estarrecidos diante dessa barbárie. Ficamos chocados com o Holocausto, onde seis milhões de judeus foram mortos nos campos de concentração e nos paredões de fuzilamento. O aborto, entretanto não é menos perverso. O ventre materno em vez de ser um refúgio da vida, torna-se o corredor da morte; em vez de ser o berço da proteção, torna-se o patíbulo da tortura; em vez de ser o reduto mais sagrado do direito à vida, torna-se a arena mais perigosa da morte. O aborto é um crime com vários agravantes, pois não raro, a criança em formação é envenenada, esquartejada e, sugada do ventre como uma verruga pestilenta e indesejável. Oh, que Deus tenha misericórdia da nossa sociedade! Que Deus tenha piedade daqueles que legislam! Que Deus tenha compaixão daqueles que favorecem ou praticam tamanha crueldade!



Pr. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

FAZEM AMOR - Pr JOSUÉ GONÇALVES




Versículo do dia

Versículo do dia



O Deus de toda a graça, que os chamou para a sua glória eterna em Cristo Jesus, depois de terem sofrido durante pouco de tempo, os restaurará, os confirmará, lhes dará forças e os porá sobre firmes alicerces.

1 Pedro 5:10

VÍDEO DO DIA - Never Lost My Praise - The Brooklyn Tabernacle Choir


 Never Lost My Praise - The Brooklyn Tabernacle Choir



PÃO DIÁRIO - 06/01/2020 - Torne atraente

Torne atraente


A história é de um jovem que, em uma época distante, estava a bordo de um trem para ganhar dinheiro vendendo maçãs. Ele andava pelo vagão dizendo: “Maçãs! Você gostaria de comprar uma maçã?” Ao chegar ao vagão do fundo, a cesta ainda estava cheia de maçãs e sem dinheiro algum.
Um senhor que percebeu sua situação o chamou num canto e pediu para ver uma das maçãs. Ele foi até a frente do trem, poliu a maçã com um guardanapo e então andou pelo corredor comendo a maçã e comentando sobre como estava deliciosa e refrescante. Depois disse ao jovem que tentasse novamente. Desta vez, ele vendeu todas as maçãs. A diferença? As maçãs passaram a ser atraentes para os possíveis consumidores.
Esta história nos lembra de um modo de criarmos interesse nos outros pelo evangelho de Jesus Cristo: torne-o atraente aos outros — mostre-lhes a diferença que ele tem feito em nossas próprias vidas. A melhor maneira de fazer isso é seguindo as palavras de Paulo no livro de Colossenses 4:5, que diz: “Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades.” Se demonstramos bondade, amor e compaixão a outros, aqueles que nos observam se perguntarão por quê o fazemos, e isso pode nos dar abertura para falar-lhes sobre a beleza do amor de Deus por eles.
—JDB


Leia: Colossenses 4:2-6 

Examine: Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades. —Colossenses 4:5

Considere: A beleza de uma vida transformada pode atrair outros àquele que nos faz belos.

Fechando as cortinas da vida

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Paulo foi o maior pastor, teólogo, missionário e plantador de igrejas da história do cristianismo. Ele plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor. Ele enfrentou açoites, prisões, naufrágios e apedrejamento, mas jamais perdeu a doçura nem deixou de glorificar a Deus no sofrimento. Em 2 Timóteo 4.6-18, Paulo fala que seu passado foi marcado por combate, perseverança e fidelidade (2Tm 4.7). Ao enfrentar seu presente, afirma que não é Nero que vai lhe matar, mas ele é quem vai se entregar (2Tm 4.6). Ao vislumbrar seu futuro, está seguro de que a recompensa divina já está preparada para ele.

Paulo está no corredor da morte, na ante-sala do martírio. Está fechando as cortinas da vida numa masmorra úmida, fria e insalubre. Não havia mais esperança de liberdade. Deus não o pouparia mais da morte, mas o libertaria através da morte. É nesse contexto que o veterano apóstolo compartilha conosco seus sentimentos. O que Paulo estava sentindo na prisão, antes do seu martírio?

1. O drama da solidão (2Tm 4.9,11,21). 

Paulo não está apenas preso, mas também só. Ele precisa de Deus, mas também de gente ao seu lado. Por isso, roga a Timóteo para vir estar com ele. Pede a Timóteo para trazer Marcos, o mesmo Marcos que ele um dia dispensara. Paulo anseia por comunhão e relacionamento. Deseja ter alguém do seu lado antes de morrer. Gente precisa de Deus, mas gente também precisa de gente.

2. O drama do abandono (2Tm 4.10).

 Paulo diz que Demas, por ter amado o presente século, o havia abandonado. Aquele que um dia caminhara com ele e fora seu cooperador, agora abandona suas fileiras. Quando mais Paulo precisa de ajuda e companheirismo, Demas o deixa só. Quando mais Paulo está focado no céu, ansiando pela era por vir, Demas ama o presente século e dá as costas para Deus.

3. O drama da traição (2Tm 4.14,15). 

Paulo enfrenta no final da vida a amarga realidade da traição. Alexandre, o latoeiro causou-lhe muitos males. Os estudiosos afirmam que foi esse indivíduo que delatou o apóstolo Paulo, culminando em sua segunda prisão e consequente martírio. Alexandre não perseguiu apenas o pregador, mas também a pregação. Ele atacou não apenas o mensageiro, mas também a mensagem. Mesmo o maior missionário da igreja cristã, não é poupado de enfrentar, já no final da vida, a dolorosa realidade da traição.

4. O drama da privação (2Tm 4.13). 

Paulo foi o maior líder da igreja cristã no primeiro século. Nenhum imperador exerceu tanta influência na história como ele. Mas esse homem chega ao final da vida sem aposentadoria, sem casa para morar nem mesmo roupa para vestir. Ele pede a Timóteo para trazer-lhe seus livros, pergaminhos e até mesmo a capa. O inverno estava chegando e ele não suportaria as baixas temperaturas de Roma enfurnado naquela gélida masmorra. Paulo não tem luxo e está privado até mesmo das coisas essenciais.

5. O drama da ingratidão (2Tm 4.16). 

O velho apóstolo enfrenta mais um golpe doloroso no final da vida. Na sua primeira defesa, ninguém foi a seu favor, antes todos o abandonaram. Aquele que investira sua vida na vida dos outros, agora quando precisa de uma palavra a seu favor, vê a sala da audiência vazia, pois todos o haviam abandonado. Antes de sentir-se desolado com a ingratidão dos homens, Paulo afirma que Deus o assistiu e o revestiu de forças. Antes de tombar no cadafalso romano, o veterano apóstolo ergue os olhos aos céus, e diz: “Ao Senhor Jesus seja a glória pelos séculos dos séculos”.



Pr. Hernandes  Dias Lopes

domingo, 5 de janeiro de 2020

Versículo do dia

Versículo do dia


Odeiem o mal, vocês que amam o Senhor, pois ele protege a vida dos seus fiéis e os livra das mãos dos ímpios.

VÍDEO DO DIA - Ser conhecido de Deus - Renascer Praise


Ser conhecido de Deus - Renascer Praise



PÃO DIÁRIO - 05/01/2020 - Você pode ajudar?

Você pode ajudar?


…a fé, se não tiver obras, por si só está morta. —Tiago 2:17

Os administradores de uma escola no Alasca, EUA, cansaram-se de ver os alunos arranjando problemas e 50% deles desistindo de estudar. Para mantê-los interessados, eles começaram um time de futebol que lhes oferecia uma chance para desenvolver habilidades pessoais, espírito de equipe e aprender lições de vida. O problema com o futebol nessa cidade, que fica ainda mais ao norte do que a própria Islândia, é a dificuldade em plantar um campo de grama. E assim, eles competiam num campo de pedregulhos e terra.
Muito distante dali, uma senhora ouviu falar da equipe e do perigoso campo de futebol em que treinavam. Sentindo que Deus a movia para ajudar e impressionada pelas mudanças positivas que viu nos alunos, ela entrou em ação. Quase um ano mais tarde, eles dedicaram seu novo campo de futebol, completo com um gramado artificial. Ela havia arrecadado milhares de dólares para ajudar adolescentes que nem conhecia.
Isto não se trata de futebol — ou dinheiro. Trata-se de lembrar-se “…a prática do bem e a mútua cooperação…” (Hebreus 13:16). O apóstolo Tiago nos lembra de que demonstramos a nossa fé por nossas ações (2:18). As necessidades em nosso mundo são várias e opressivas, mas quando amamos o nosso próximo como a nós mesmos, conforme Jesus disse (Marcos 12:31), alcançamos pessoas com o amor de Deus.
— Dave Branon

Leia: Tiago 2:14-20

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 14-15;Tiago 2

Considere: Abra seu coração a Deus para aprender a compaixão e a mão para ajudar.

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais ansiosos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premedit...