domingo, 5 de janeiro de 2020

Um alerta de Deus ao seu povo

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É Deus quem está falando e falando desde os céus. Salomão está consagrando o templo de Jerusalém, quando escuta este alerta de Deus: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr 7.14). Destacamos, aqui, algumas importantes lições:

1. O povo de Deus precisa se humilhar. 

A restauração que vem de Deus e emana dos céus começa quando o povo de Deus se humilha. O mundo é impactado e os corações são alcançados quando o povo de Deus se prostra e se humilha sob a mão do Altíssimo. Antes da igreja chamar o mundo ao arrependimento, ela precisa se humilhar diante de Deus. O juízo começa pela Casa de Deus. A igreja só pode levantar-se diante dos homens quando primeiro se prostra diante de Deus. Nada pode ser mais contraditório que um crente soberbo. A soberba é a porta de entrada da ruína. Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

2. O povo de Deus precisa buscar a Deus em oração. 

Quando o homem reconhece sua fraqueza ele confessa a onipotência divina. Só quando nos humilhamos diante de Deus é que aprendemos a verdadeira essência da oração. É o reconhecimento da nossa fragilidade que nos impulsiona a orar. Aqueles que se humilham diante Deus, também o buscam de todo o coração. Aqueles que choram pelos seus pecados, também oram com fervor. A restauração divina vem dos céus sobre uma igreja que ora. A oração abre o caminho da cura, pavimenta a estrada do avivamento e abre as comportas da restauração. Os avivamentos sempre foram precedidos por oração. Mas, que tipo de oração? Não uma oração centrada no homem. Oração não é prioritariamente buscar as bênçãos de Deus, é buscar o Deus das bênçãos. Orar é deleitar-se em Deus por quem ele é mais do que buscá-lo pelo que ele dá. O alvo principal da oração é comunhão com Deus. É deleite em Deus. Orar é intimidade com Deus. É na presença de Deus que existe plenitude de alegria e só na sua destra há delícias perpetuamente.

3. O povo de Deus precisa se converter dos seus maus caminhos. 

Não poucas vezes o povo de Deus envereda-se por atalhos perigosos, por descaminhos escabrosos e desvia-se das veredas da justiça. Quando aqueles que conhecem a Deus desviam-se da verdade, caem na iniquidade, e praticam os mesmos pecados daqueles que não o conhecem, tornam-se pedra de tropeço, embaraço para os incrédulos e motivo de escândalo no mundo. A igreja de Deus é convocada pelo próprio Deus a voltar suas costas para o pecado e converter-se dos seus maus caminhos. Como resultado do arrependimento da igreja, Deus promete ouvir seu clamor e sarar a sua terra. A santidade é o segredo da vitória na oração e a vitória na oração é o segredo do avivamento e, o avivamento traz restauração para a igreja e salvação para o mundo.



Pr. Hernandes Dias Lopes

sábado, 4 de janeiro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

PEDIR AJUDA - Pr JOSUÉ GONÇALVES




Versículo do dia

Versículo do dia 


"Não perverta o direito dos pobres em seus processos.

VÍDEO DO DIA - Pra que? Voz da Verdade


Pra que? Voz da Verdade



PÃO DIÁRIO - 05/01/2020 - Herança inesperada

 Herança inesperada


…o pão nosso de cada dia dá-nos hoje. —Mateus 6:11

Ao ganhar o maior prêmio lotérico em 2012, o feliz empresário expressou desejos nobres. Ele queria começar uma fundação de caridade, devolver empregos a desempregados e beneficiar sua família. Ele já era rico e disse aos repórteres que o grande prêmio não o mudaria.
Alguns anos depois, um artigo descreveu um resultado diferente. Após ganhar o maior prêmio de todas as loterias esse homem tinha enfrentado problemas legais, perdido sua reputação pessoal e seu dinheiro em jogos e apostas.
Um homem zeloso chamado Agur escreveu palavras que antecipam tal desgosto. Ele era modesto por ter consciência de suas próprias inclinações naturais (Provérbios 30:2,3), Agur via os perigos de possuir demais ou muito pouco. Então orou: “…não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus” (vv.8,9).
Agur viu os desafios peculiares que surgem com a riqueza e a pobreza, mas também com nossas tendências pessoais. Cada um destes nos dá razões para termos cautela. Juntos eles mostram a nossa necessidade por Aquele que nos ensinou a orar, “…o pão nosso de cada dia dá-nos hoje.”
— Mart De Haan


Leia: Provérbios 30:1-9 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 1-2;Hebreus 11:1-19

Considere: O descontentamento empobrece o rico e o contentamento enriquece o pobre.

A escola do deserto

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Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto. O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar. Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos. Destacaremos, aqui, três verdades importantes:

1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos 

– Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração. No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar. No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus. Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.

2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão 

– Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos. Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria. Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão. Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.

3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra 

– Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo. Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida. Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus. Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo. Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra. Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento. O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!



Pr. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Versículo do dia

Versículo do dia



Todos que estão aqui saberão que não é por espada ou por lança que o Senhor concede vitória; pois a batalha é do Senhor, e ele entregará todos vocês em nossas mãos".

VÍDEO DO DIA - Voz da Verdade - "Projeto no Deserto"


Voz da Verdade - "Projeto no Deserto"




PÃO DIÁRIO - 03/01/2020 - Sentindo-se preso?

Sentindo-se preso?


Boécio viveu na Itália do século seis e serviu à corte real como político altamente qualificado. Infelizmente, caiu em desgraça com o rei. Ele foi acusado de traição e preso. Enquanto aguardava a execução, pediu materiais para escrever, para poder compor suas reflexões. Mais tarde, estas se tornaram um clássico espiritual sobre a consolação.
Quando Boécio estava na prisão, ponderando sobre suas perspectivas sombrias, sua fé em Cristo inspirou-o: “Nada é miserável, exceto o que se pensa ser assim; e por outro lado, toda classe social é feliz se quem nela estiver, se contentar.” Ele compreendeu que é uma escolha pessoal a maneira como vemos as circunstâncias e o contentamento.
O apóstolo Paulo reforçou a ideia de que a maneira como vemos as nossas circunstâncias é mais importante do que as próprias circunstâncias. Enquanto ele estava na prisão, também escreveu: “…aprendi a viver contente em toda e qualquer situação” (Filipenses 4:11). Esses dois homens conseguiam se contentar porque a sua satisfação final encontrava-se em Deus, que nunca muda.
Você está preso a circunstâncias difíceis? Deus pode lhe dar contentamento. A satisfação duradoura só pode ser encontrada nele, porque em Sua “…presença há plenitude de alegria, [em sua] destra, delícias perpetuamente” (Salmo 16:11).
—HDF


Leia: Salmo 16:1-11

Examine: …aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. —Filipenses 4:11

Considere: Quando tudo o que você tem é Deus, você tem todo o necessário.

O povo mais rico do mundo

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O apóstolo Paulo escreve sua Carta aos Efésios de sua primeira prisão em Roma. Ele já era um homem velho e trazia no corpo as marcas de Cristo. Já havia sido preso em Filipos, Jerusalém e Cesaréia. Como bandeirante do Cristianismo, já havia sido apedrejado, açoitado, fustigado com varas e enfrentado naufrágios e perigos de toda sorte. Agora, o apóstolo estava algemado e preso em Roma, a capital do Império. Ao escrever sua Epístola aos Efésios, longe de reclamar de suas cadeias, ou rogar qualquer alívio do sofrimento, relembra à igreja, quão rico é o povo de Deus. Paulo diz que aqueles que crêem em Cristo são santos e fiéis e detentores tanto da graça como da paz. Para nossa geração embriagada pelas bênçãos e tão apática em relação ao abençoador, Paulo diz que já somos abençoados com toda sorte de bênção em Cristo Jesus. Somos o povo mais rico do mundo. É claro que Paulo não está falando da teologia da prosperidade, reduzindo as riquezas espirituais apenas ao nível material. A Bíblia diz que há ricos pobres e pobres ricos. A verdadeira riqueza não é terrena, é celestial; não é material, é espiritual.

Somos o povo mais rico do mundo, porque somos abençoados com toda sorte de bênção espiritual pelo Deus Pai (Ef 1.4-6), pelo Deus Filho (Ef 1.7-12), e pelo Deus Espírito Santo (Ef 1.13,14). Nossa salvação é uma obra realizada pelo próprio Deus triúno e para a glória do Deus triúno (Ef 1.6,12,14). Quais são essas bênçãos que temos e, que nos torna o povo mais rico do mundo?

1. Nós fomos escolhidos por Deus (Ef 1.4). 

Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi Deus quem nos escolheu. Não fomos nós que amamos a Deus, foi ele quem nos amou primeiro. Deus nos escolheu não porque cremos em Jesus, mas cremos em Jesus porque ele nos escolheu. Deus não nos elegeu porque éramos santos, mas nos elegeu para a santidade. Ele nos escolheu não porque tínhamos boas obras, mas fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras. Deus nos escolheu, em Cristo, desde a eternidade, para a salvação não por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos.

2. Nós fomos adotados na família de Deus (1.5).


 Deus não apenas nos livrou da condenação eterna, que os nossos pecados merecem, mas também nos adotou em sua família. Somos filhos de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Temos livre acesso à sua presença por meio de Jesus. O Espírito Santo, agora, habita em nós e nos transforma de glória em glória, na imagem de Cristo, nosso irmão primogênito. Aqui cruzamos vales escuros, pisamos o chão crivado de espinhos pontiagudos, porém, em breve, estaremos na Casa do Pai, no Paraíso, na Cidade Celeste, com corpos glorificados, para reinarmos com Jesus, pelos séculos sem fim.

3. Nós fomos remidos pelo sangue de Cristo (1.7).

Deus nos amou e nos resgatou da casa do valente, da potestade de Satanás, do reino das trevas, da masmorra do pecado, mesmo quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Éramos escravos da carne, do mundo e do diabo quando Deus quebrou as correntes que nos mantinham prisioneiros. Fomos libertos e resgatados. Pelo sangue de Jesus fomos comprados para Deus, para sermos propriedade exclusiva de Deus, e para vivermos para a glória de Deus. Esse resgate não foi mediante ouro ou prata, mas pelo precioso sangue de Jesus!

4. Nós fomos selados com o Santo Espírito da promessa (Ef 1.13,14). 

Deus Pai nos escolheu e nos adotou em sua família, Deus Filho nos remiu com o seu sangue e, Deus, o Espírito Santo, nos selou como propriedade exclusiva de Deus. Ninguém neste mundo nem no vindouro pode arrancar-nos dos braços de Deus. Estamos seguros e guardados. Temos o selo de Deus. O Espírito Santo, que habita em nós, é o penhor e a garantia de que aquele que começou boa obra em nós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus. Somos ricos, muito ricos; de fato, o povo mais rico do mundo!



Pr. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

COMECE CERTO O DIA - Pr JOSUÉ GONÇALVES




Versículo do dia

Versículo do  dia


Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio.

2 Timóteo 1:7

VÍDEO DO DIA - Voz da Verdade - "Coração Valente"


Voz da Verdade - "Coração Valente"



PÃO DIÁRIO - 02/01/2020 - Com boa aparência!

Com boa aparência!


Certo dia, após experimentar meus novos óculos de sol no carro, minha filha os entregou de volta e disse: “Estes não são óculos de sol, mamãe. São apenas lentes da moda. Deixe-me adivinhar”, provocou ela, “você os comprou porque fica bonitinha com eles”.
É isso mesmo, preciso admitir — minha filha me conhece. Não tinha sequer pensado em raios UV ou, até mesmo, se aqueles óculos realmente bloqueariam o sol. Simplesmente tinha gostado do meu visual com eles.
A maioria de nós gosta de ter boa aparência. Queremos parecer “estar com tudo em cima” — sem lutas, medos, tentações ou tristezas.
Tentar manter uma fachada de perfeição em nossa jornada espiritual não ajuda nem a nós, nem aos nossos companheiros de viagem. Mas compartilhar a nossa vida com outras pessoas do corpo de Cristo nos beneficia a nós e aos outros. Quando somos um pouco mais transparentes, podemos encontrar pessoas que estão enfrentando situação semelhante. E, quando desfrutamos de uma comunhão cada vez maior com Deus e nos tornamos mais conscientes de nossa própria fragilidade e inadequação, Deus pode nos usar mais plenamente para ajudar aos outros.
Permitamos que Deus nos prive de qualquer pretensão e “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hebreus 10:24).
—CHK

Leia: Hebreus 10:19-25

Examine: Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. —Hebreus 10:24

Considere: Os cristãos são fortes quando não estão sozinhos.

Como superar as dores do passado

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O passado pode nos influenciar mais do que gostaríamos. Há dores do passado que, muitas vezes, não conseguimos superar. Há feridas na alma que demoram a sarar, há traumas que se recusam a ir embora e se levantam como fantasmas para nos atormentar. No livro de 1 Crônicas 4.9,10 lemos a história de Jabez, um homem que superou as dores do seu passado. Ele foi mais nobre do que seus irmãos porque não se conformou com a decretação da derrota em sua vida. Sua mãe lhe deu esse nome, porque com dores o deu à luz. Muito embora Jabez estivesse carimbado por um passado de dor, reagiu a essa situação e superou esses traumas. A solução não veio da psicologia de auto-ajuda, mas da ajuda do alto. Ele invocou o Deus de Israel e, dos céus brotou a sua cura. Jabez fez quatro coisas para superar as dores do seu passado:

1. Ele clamou pela bênção de Deus

 – Seu pedido foi: “Oh! Tomara que me abençoes…”. Em vez de olhar pelas lentes do retrovisor, ferido pelas lembranças amargas do seu passado, Jabez olhou para o alto e rogou a bênção de Deus. Em vez de viver preso no cipoal da amargura, curtindo os traumas da sua infância, ele buscou a Deus e rogou sua bênção. Jabez reagiu. Ele não se conformou com o caos. Ele sacudiu o jugo do passado. Ele entendeu que sua vida não precisaria ser uma jornada de dor, mas uma caminhada sob a bênção de Deus. De modo semelhante podemos, também, buscar a bênção de Deus em vez de vivermos prisioneiros de um passado de dor.

2. Ele clamou pela prosperidade de Deus 

– Jabez prosseguiu: “… e me alargues as fronteiras”. Jabez não se encolheu diante de um passado de dor, mas olhou para frente e avançou com mais ousadia. Ele não quis ser influenciado pelos acontecimentos dolorosos do ontem, mas um influenciador no futuro. Jabez quer mais espaço, mais influência, mais oportunidade para ser uma bênção nas mãos de Deus. Jabez é um homem com visão do farol alto. Em vez de ficar lamentando seus pesares nos vales da vida, ele sobe nos ombros dos gigantes para divisar horizontes ainda mais largos.

3. Ele clamou pela presença de Deus 

– Jabez continuou: “… que seja comigo a tua mão”. Jabez não quer apenas as bênçãos de Deus, ele quer, sobretudo, o Deus das bênçãos. O doador é mais importante do que suas dádivas. O abençoador é mais importante do que suas bênçãos. Mais do que coisas, Jabez ansiava por Deus. Mais do que ajuda dos homens, ele queria a mão de Deus conduzindo sua vida. Para superar as dores do passado nós precisamos da presença de Deus e da fortaleza do seu braço para nos sustentar.

4. Ele clamou pela proteção de Deus 

– Jabez concluiu, dizendo: “… e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição…”. Jabez entende que a vida é cheia de perigos. Há inimigos de fora e temores de dentro tentando nos manter prisioneiros no calabouço do medo. A vida não se processa num parque de diversões, mas num campo de batalha. Jabez anseia pela proteção divina. Ele deseja proteção tanto do maligno como da aflição provocada por ele. A breve, mas intensa biografia de Jabez termina dizendo: “… e Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”. Como Jabez, você também, pode superar as dores do seu passado!




Pr. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

FELIZ E ABENÇOADO SEJA O ANO DE 2020 A TODOS !!

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Versículo do dia

Versículo do dia 


"Havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho fino e vivia no luxo todos os dias.
Diante do seu portão fora deixado um mendigo chamado Lázaro, coberto de chagas;

Lucas 16:19,20

VÍDEO DO DIA - Davi Sacer - Marca da Promessa

Davi Sacer - Marca da Promessa 




PÃO DIÁRIO - 01/01/2020 - Pontes vivas

Pontes vivas



As pessoas que vivem na cidade de Cherrapunji, na Índia, desenvolveram uma forma singular de atravessar os muitos rios e córregos em suas terras. Elas fazem crescer pontes a partir das raízes de seringueiras. Estas “pontes vivas” levam entre 10 e 15 anos para amadurecer, mas uma vez crescidas, tornam-se extremamente estáveis e duram centenas de anos.
A Bíblia compara a pessoa que confia em Deus a uma “…árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro…” (Jeremias 17:8). Por suas raízes serem bem nutridas, esta árvore sobrevive a temperaturas elevadas. E, durante a seca, continua a produzir frutos.
Como uma árvore firmemente enraizada, as pessoas que confiam em Deus sentem a estabilidade e a vitalidade, apesar das piores circunstâncias. Em contrapartida, as pessoas que colocam sua confiança em outros seres humanos, vivem frequentemente com a sensação de instabilidade. A Bíblia as compara a arbustos do deserto, que frequentemente são mal nutridos e solitários (v.6). É o mesmo que acontece com a vida espiritual das pessoas que abandonam a Deus.
Onde estão as nossas raízes? Estamos enraizados em Jesus? (Colossenses 2:7). Somos uma ponte que leva outros a Ele? Se conhecemos Cristo, podemos testemunhar esta verdade: Bem-aventurados são aqueles que confiam no Senhor (Jeremias 17:7).
—JBS

Leia: Jeremias 17:5-10

Examine: Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. —Jeremias 17:7

Considere: Nem mesmo as fortes provações conseguem derrubar quem está enraizado em Deus.

Semeadura e colheita

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Estamos iniciando mais um ano. É tempo de novos sonhos e desafios. É tempo de investimento e semeadura. A vida é feita de escolhas e decisões. Se fizermos escolhas erradas e tomarmos a direção errada distanciar-nos-emos do alvo de Deus para nossa vida. Se fizermos uma semeadura errada, no campo errado, faremos também uma colheita errada. A lei da semeadura e da colheita é universal. Colhemos o que semeamos, e colhemos mais do que plantamos. Destacaremos alguns princípios para a nossa reflexão:

1. A semeadura exige um tempo de preparação. Antes de semear um campo, o agricultor prepara o terreno. Lançar a preciosa semente sem primeiro arar a terra é trabalhar para o desastre. Na parábola de Jesus, o semeador lançou a semente à beira do caminho, no chão batido e sem umidade. A semente não penetrou na terra e por isso, as aves dos céus vieram e comeram-na. Lançou também a semente no terreno pedregoso e a semente até nasceu, mas por falta de umidade, mais tarde secou. De igual forma, semeou no meio dos espinheiros e a semente ao nascer foi sufocada, e mirrada, não produziu frutos. Apenas a semente que caiu na boa terra frutificou a trinta, a sessenta e a cem por um. Nós somos os semeadores e também o campo onde a semente é lançada. Precisamos preparar nosso coração para receber essa divina semente!

2. A semeadura exige esforço e sacrifício. O salmista diz que quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo trazendo os seus feixes. Muitas vezes devemos umedecer o solo duro com as nossas próprias lágrimas. Semear não é coisa fácil: exige preparo, esforço e sacrifício. Para semear precisamos sair e nos desinstalar do nosso comodismo. Às vezes, nessa semeadura nós encontramos toda sorte de resistência. Na parábola do semeador a semente foi atacada pelos seres espirituais, racionais e irracionais. O diabo, os homens, as aves, os espinhos e as pedras conspiraram contra a semente. O diabo rouba, os homens pisam, as aves arrebatam, os espinhos picam e as pedras ferem a semente. É por isso, que a semeadura, muitas vezes, arranca lágrimas dos nossos olhos. Mas, o semeador não desiste por causa do sacrifício da semeadura, ele sai andando e chorando enquanto semeia pela certeza de que a colheita é certa, abundante e feliz.

3. A semeadura determinada a colheita. Nós colhemos o que semeamos. A colheita é da mesma natureza da semeadura. Aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Quem semeia amizade, colhe afeto. Quem semeia amor, colhe simpatia. Quem semeia bondade, colhe misericórdia. Quem semeia no Espírito, do Espírito colhe vida eterna; mas quem semeia na carne, da carne colhe corrupção. Não podemos colher figos de espinheiros. A colheita não é apenas da mesma natureza da semeadura, mas também mais numerosa que a semeadura. Quem muito semeia, com abundância ceifará. Quem semeia ventos colhe tempestade. A semeadura é apenas um vento, mas a colheita é uma tempestade. Nossas palavras e ações são sementes que se multiplicam para o bem ou para o mal. Precisamos ser criteriosos na escolha das sementes. Estamos entrando pelos portais de mais um ano. Que tipo de semente nós vamos semear, em nossa vida, em nossa família e em nossa igreja? Que tipo de semeadura nós teremos em nossos estudos, em nossos relacionamentos e em nosso trabalho? Como será nossa semeadura em nossa vida espiritual? Que Deus nos ajude a semearmos com alegria e com abundância no campo certo, usando as sementes certas, para colhermos os frutos certos. Nós somos a lavoura de Deus e ele espera de nós muitos frutos, pois é assim que ele é glorificado!



Pr. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais ansiosos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premedit...