sexta-feira, 14 de junho de 2019

O que fazer quando não se sabe o que fazer

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O rei Josafá está encurralado por adversários medonhos e insolentes. Uma grande multidão, fortemente armada estava pronta para atacar Jerusalém. Não dava tempo para reagir nem Josafá tinha recursos para resistir àquele aparato militar que pretendia varrer Jerusalém do mapa. Ao saber da tragédia, humanamente irremediável, Josafá teve medo e pôs-se a buscar o Senhor, convocando a nação para orar e jejuar. Em sua oração, o rei disse: "Ah! Nosso Deus, acaso, não executarás tu o teu julgamento contra eles? Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti" (2Cr 20.12). Diante da situação tão desesperadora, Josafá admite sua incapacidade; reconhece que não sabe o que fazer, mas põe os seus olhos em Deus. Desse episódio podemos tirar quatro lições:

1. Quando você não souber o que fazer, busque a Deus em oração e jejum (2Cr 20.3) 

– Há momentos em que os problemas vêm sobre nós como uma torrente caudalosa, como uma avalanche avassaladora, como um terremoto assustador. Nessas horas, nossos recursos são absolutamente insuficientes para enfrentarmos a situação e nada podemos fazer senão recorrermos ao Deus do céu, e clamar por sua ajuda e socorro. A oração e o jejum são recursos sobrenaturais, são armas espirituais à disposição do povo de Deus. Quando agimos por nossa própria destreza e fiados em nossos próprios recursos, ficamos sujeitos a derrotas acachapantes. Mas, quando buscamos a Deus em oração e nos humilhamos sob sua onipotente mão, então, seu braço onipotente sai em nossa defesa e nos concede vitória.

2. Quando você não souber o que fazer, confie nas promessas de Deus (2Cr 20.4-12)

– Não basta orar, precisamos orar como convém. Não basta pedir, precisamos conhecer aquele a quem pedimos. Josafá reconhece que Deus é o soberano Senhor nos céus e domina sobre todos os reinos da terra. Ele ora consciente de que nas mãos de Deus estão toda força e poder e não há quem lhe possa resistir. Quando compreendemos a grandeza de Deus, nossos grandes problemas se apequenam. Mas, Josafá deu um passo além em sua oração: ele fulcrou sua súplica nas promessas de Deus. Ao mesmo tempo em que buscou a Deus em oração, abriu as Escrituras para orar e fundamentar sua petição no alicerce firme das promessas de Deus. Oramos com eficácia quando ancoramos nossas petições nas promessas daquele que tem zelo pela sua Palavra e fidelidade em cumpri-la.

3. Quando você não souber o que fazer, ouça e obedeça a Palavra de Deus (2Cr 20.13-19)

 – Quando todos os homens, mulheres e crianças se reuniram para falar com Deus em oração, Deus se manifestou e falou com eles, trazendo-lhes sua Palavra. Por intermédio da oração falamos com Deus; por meio da Palavra Deus fala conosco. A Palavra divina que veio ao povo encorajou-o a não olhar para as circunstâncias e não temer as ameaças do inimigo. Deus lhes acalmou o coração dizendo que pelejaria por eles e lhes daria a vitória. A Palavra gerou fé no coração deles e tirou seus olhos do problema para colocá-los no Deus que está acima e no controle da situação.

4. Quando você não souber o que fazer, louve a Deus com confiança (2Cr 20.20-30)

 – Quando o povo ouviu a voz de Deus, o medo foi substituído pelo louvor. Eles enfrentaram os exércitos inimigos não com armas carnais, mas com louvor. Eles não louvaram depois que o inimigo foi derrotado; louvaram para derrotar o inimigo. O louvor não é apenas conseqüência da vitória, mas é a causa da vitória. "Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o Senhor emboscada contra os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados" (2Cr 20.22). O louvor é o brado de triunfo dos filhos de Deus no campo de batalha. Quando os problemas parecerem insolúveis, faça o que fez Josafá: ore, jejue, obedeça, e louve ao Senhor, e o inimigo será desbaratado.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Grandes são as obras do Senhor, procuradas por todos os que nelas tomam prazer.

VÍDEO DO DIA - Mighty To Save Legendado - Hillsong

  

Mighty To Save Legendado - Hillsong



PÃO DIÁRIO - 13/06/2019 - Confira o óleo


Confira o óleo

De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando. —Salmo 5:3

Quando ajudei nossas filhas a aprenderem a dirigir, incluí uma pequena instrução sobre manutenção mecânica básica. Visitamos um posto de gasolina onde elas aprenderam a conferir o óleo todas as vezes que abastecem o carro. Hoje, anos depois, elas frequentemente me lembram de meu lema de seis palavras, “Óleo é barato, motores são caros.” Acrescentar menos de um litro de óleo não é nada comparado a substituir um motor.
A manutenção também é importante em nossas vidas espirituais. Separar um tempo todos os dias para ler a Bíblia, orar e ouvir a Deus é um elemento-chave para evitar um colapso. No Salmo 5, Davi escreveu: “De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando” (v.3). Nos versículos seguintes, ele derramou seu coração em louvor, ação de graças e pedidos a Deus.
Muitas pessoas acreditam ser essencial começar todos os dias com o Senhor. Antes de checar emails, inteirar-se das notícias ou tomar o café da manhã, elas buscam alguns momentos de quietude para ler uma porção da Palavra de Deus, louvá-lo por Sua grandiosidade, agradecê-lo por Seu amor e buscar o Seu direcionamento. Outros investem tempo lendo e orando em diferentes momentos do dia.
Não é mágica — é manutenção, pois pedimos diariamente ao Senhor que encha os nossos corações com Sua presença na estrada da vida. — david c. mccasland 

Leia: Salmo 5

Examine: A Bíblia em um ano: Rute 1-4;Lucas 8:1-25

Considere: As raízes da estabilidade resultam de estarmos firmados na Palavra de Deus e na oração.

Que cargo você ocupa na igreja?

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O livro de Atos é um registro da história da igreja apostólica, desde seu nascimento em Jerusalém até sua chegada a Roma, a capital do império. Nessa trajetória muitas lutas foram travadas, muitas perseguições foram enfrentadas, mas, também, muitas vitórias foram celebradas. No capítulo 11 de Atos, nos versículos 1 a 26, Lucas relata o testemunho de Pedro aos irmãos da igreja de Jerusalém, como Deus abrira a porta do evangelho aos gentios. Segundo Warren Wiersbe, ilustre comentarista bíblico, esse relato nos enseja algumas preciosas lições.

1. Algumas pessoas fazem as coisas acontecer (At 11.4-17) 

– Pedro, mesmo relutante em atender à ordem de Deus, dispôs-se a levar o evangelho aos gentios. A parede da inimizade que separava os judeus dos gentios havia sido quebrada pela morte de Cristo (Ef 2.11-19). Essa notícia foi estonteante para os judeus tradicionais, uma vez que eles imaginavam que os gentios precisavam primeiro se tornar judeus para depois serem cristãos. Pedro, obedecendo ao desiderato divino, foi à casa do gentio Cornélio e pregou a ele e a toda a sua família o evangelho e eles creram e foram salvos. Damos graças a Deus porque Pedro não resistiu ao propósito de Deus e se tornou instrumento nas mãos do Eterno para as coisas acontecerem.

2. Algumas pessoas escutam que as coisas acontecem (At 11.1) 

– Chegou ao conhecimento dos apóstolos e dos irmãos que estavam na Judéia que também os gentios haviam recebido a palavra de Deus (At 11.1). Argüiram a Pedro sobre seu procedimento e exigiram explicações pelo fato de ele ter entrado na casa de gentios incircuncisos e até ter comido com eles. Essas pessoas dão mais valor à tradição religiosa do que às pessoas. Valorizam mais os rituais do que o amor. Elas imaginam que Deus não pode amar aqueles a quem elas rejeitam. Elas não são agentes para fazer a obra de Deus; apenas escutam com censura o que está acontecendo.

3. Algumas pessoas se opõem às coisas que acontecem (At 11.2,3) 

– Os membros legalistas da assembléia de Jerusalém atacaram Pedro por este ter entrado na casa do gentio Cornélio e tomado uma refeição em sua casa. Diante da argüição dos opositores, Pedro explicou que sua atitude foi em plena submissão à orientação do Espírito Santo (At 11.12) e desobedecer a esse mandato seria o mesmo que resistir ao próprio Deus (At 11.15-17). Por um momento essas pessoas se apaziguaram (At 11.18). Mais tarde alguns indivíduos, da seita dos fariseus, que desceram da Judéia para Antioquia teimavam em ensinar que os gentios precisam primeiro se tornar judeus para depois se tornarem cristãos (At 15.1-5). Para esclarecer esse ponto vital para o Cristianismo, foi necessário, que os apóstolos e os presbíteros se reunissem em Jerusalém num concílio geral a fim de silenciar aqueles que tentavam limitar a liberdade do evangelho.

4. Algumas pessoas ajudam outras pessoas a fazerem as coisas acontecer (At 11.19-26) 

– Quando a igreja de Jerusalém ouviu acerca do crescimento da igreja em Antioquia da Síria enviou para lá Barnabé, um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. Este, imediatamente lembrou-se de Saulo que estava em Tarso e o convocou para juntar-se a ele na obra. Barnabé, o filho da consolação, fez do seu ministério uma plataforma de investimento na vida de outras pessoas, para que elas pudessem ser usadas também nas mãos de Deus. Longe de ser obstáculo para os que queriam fazer a obra como os fariseus legalistas, Barnabé era um facilitador, um cooperador e um encorajador daqueles que estavam engajados na obra. Precisamos perguntar a nós mesmos, quem somos dentro da igreja: Pessoas que fazem as coisas acontecer? Pessoas que apenas escutam que as coisas estão acontecendo? Pessoas que se opõem ao que está acontecendo ou pessoas que ajudam outras pessoas a fazerem as coisas acontecer? Em qual dessas molduras está a sua fotografia?



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 12 de junho de 2019

FELIZ DIA DOS NAMORADOS - DEUS OS ABENÇOE GRANDEMENTE !!

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MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

VOCÊ PRECISA ACERTAR O ALVO (Pr Josué Gonçalves)



Versículo do dia

Versículo do dia


Sabei que o Senhor é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto.

VÍDEO DO DIA - Brenda - Rei da Glória

Brenda - Rei da Glória



PÃO DIÁRIO - 12/06/2019 - Amado para amar

      

Amado para amar

Amai, pois, o estrangeiro, porque fostes estrangeiros na terra do Egito. —Deuteronômio 10:19

A vida de Dietrich Bonhoeffer estava em risco todos os dias em que permaneceu na Alemanha de Hitler, mas ele ficou mesmo assim. Imagino que ele compartilhava da visão do apóstolo Paulo de que estar no céu era o desejo de seu coração, mas ficar onde precisavam dele era o propósito de Deus para o momento (Filipenses 1:21). Ele ficou; como pastor, ofereceu cultos clandestinos de adoração e resistiu ao cruel regime de Hitler.
Apesar do perigo diário, Bonhoeffer escreveu Vida em Comunhão — um livro sobre a hospitalidade como ministério. Ele colocou este princípio em prática ao viver e trabalhar num monastério e quando esteve preso. Bonhoeffer ensinava que toda refeição, tarefa e conversa eram uma oportunidade para mostrar Cristo aos outros, mesmo sob grande estresse ou pressão.
Lemos no livro de Deuteronômio que, assim como Deus ministrou aos israelitas que estavam deixando o Egito, Ele os instruiu a imitá-lo amando e recebendo os estrangeiros e viúvas (10:18-19; Êxodo 22:21-22). Nós também somos amados por Deus e capacitados por Seu Espírito para servi-lo. Fazemos isso servindo a outros diariamente de inúmeros modos, por meio de palavras e atitudes gentis.
Alguém em nossa jornada diária parece estar sozinho ou perdido? Podemos confiar que o Senhor nos capacitará a levar esperança e compaixão até estas pessoas conforme vivemos e trabalhamos juntos para Ele.
— Randy Kilgore

Leia: Deuteronômio 10:12-22 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Samuel 13-14;Lucas 10:1-24

Considere: Quanto mais entendemos o amor de Deus por nós, mais demonstraremos amor os outros.

Jesus, o verbo de Deus

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O apóstolo João, mais do que os outros evangelistas, falou-nos acerca da divindade de Jesus Cristo. No prólogo de seu evangelho já deu o rumo de sua obra: “No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus e o verbo era Deus” (Jo 1.1). Depois de falar que o verbo foi o agente criador e também o doador da vida, anunciou de forma magistral: “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). Destacamos, portanto, aqui, quatro grandes verdades sobre o verbo de Deus.

1. A eternidade do verbo – “No princípio era o verbo…” (Jo 1.1). 

Quando tudo teve o seu começo, o verbo estava lá, não como alguém que passou a existir, mas como o agente de tudo o que veio à existência. O verbo não foi causado, mas ele é causa de tudo o que existe. O verbo não foi criado antes de todas as coisas, mas é o criador do universo no princípio (Jo 1.3). Se antes do princípio descortinava-se a eternidade e se o verbo já existia antes do começo de tudo, o verbo é eterno. A eternidade é um atributo exclusivo de Deus. Só Deus é eterno!

2. A personalidade do verbo – “… e o verbo estava com Deus…” (Jo 1.1). 

No princípio o verbo estava em total e perfeita comunhão com Deus. A expressão grega pros ton Theon traz a idéia que o verbo estava face a face com Deus. Como Deus é uma pessoa e não uma energia, o verbo é uma pessoa. O verbo é Jesus, a segunda Pessoa da Trindade. Isso significa que antes da encarnação do verbo, ele já existia e, isso, desde toda a eternidade e em plena comunhão com o Pai. Jesus como Deus não passou a existir depois que nasceu em Belém. Ele é o Pai da eternidade. Nas palavras do Concílio de Nicéia, ele é co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai.

3. A divindade do verbo – “… e o verbo era Deus” (Jo 1.1). 

O verbo não é apenas eterno e pessoal, mas, também, divino. Ele é Deus. Ele é a causa não causada. Ele é origem de todas as coisas. Ele o criador do universo. Ele é o verbo, ou seja, o agente criador de tudo que existe, das coisas visíveis e invisíveis. O Deus único e verdadeiro constitui-se em três Pessoas distintas, porém, iguais, da mesma essência e substância. O verbo não é uma criatura, mas o criador. Ele não é um ser inferior a Deus, mas o próprio Deus. Embora, distinto do Deus Pai, é da mesma essência e substância. Ele é divino!

4. A encarnação do verbo – “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). 

Aqui está o sublime mistério do Natal: O eterno entrou no tempo. O transcendente tornou-se imanente. Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo foi enfaixado em panos e deitado numa manjedoura. Deus se fez homem, o Senhor dos senhores se fez servo. Aquele que é santo, santo, santo se fez pecado por nós e o que é exaltado acima dos querubins, assumindo o nosso lugar, como nosso fiador, se fez maldição por nós e, sorveu sozinho, o cálice amargo da ira de Deus, morrendo morte de cruz, para nos dar a vida eterna. Jesus veio nos revelar de forma eloqüente o amor de Deus. Não foi sua encarnação que predispôs Deus a nos amar, mas foi o amor de Deus que abriu o caminho da encarnação. A encarnação do verbo não é a causa da graça de Deus, mas seu glorioso resultado. Jesus veio ao mundo não para mudar o coração de Deus, mas para revelar-nos seu infinito e eterno amor. Essa é a mensagem altissonante do Natal. Esse é o núcleo bendito do Evangelho.



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 11 de junho de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.

VÍDEO DO DIA - Prisma Brasil - Meu Lar


Prisma Brasil - Meu Lar



PÃO DIÁRIO - 11/06/2019 - “Deus é poderoso!”

   

“Deus é poderoso!”

Tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome… —Salmo 29:2

Certo dia, minha neta Kátia de três anos surpreendeu seus pais com certa habilidade “ou astúcia” teológica. Ela lhes disse: “Você dois tinham irmãs que morreram. Então Deus as levou para o céu para estarem com Ele. Deus é poderoso!”
O imenso poder de Deus é um mistério, entretanto é simples o suficiente para que uma criança entenda. Em seu jeito infantil de pensar, ela sabia que para Deus fazer algo tão miraculoso, significaria que Ele é poderoso. Sem entender os detalhes, Kátia sabia que Deus fez algo maravilhoso ao levar suas duas tias para o céu.
Com que frequência deixamos de nos envolver em nosso mundo mais sofisticado para nos maravilharmos com essa ideia de que Deus é poderoso? Provavelmente, não o suficiente. Não podemos saber como Deus trouxe os mundos à existência com Sua voz (Jó 38–39; Salmo 33:9; Hebreus 11:3), nem podemos saber como Ele mantém o controle destes mundos (Neemias 9:6). Não podemos saber como Ele planejou e cumpriu a encarnação de Jesus, nem podemos entender como Ele pode fazer o sacrifício de Cristo ser suficiente para a nossa salvação. Mas sabemos que estas coisas são verdade.
O poder de Deus é imensurável em seu prodígio, porém é claro o suficiente para que o entendamos. E, no entanto, é mais uma razão para louvá-lo.
— Dave Branon


Leia: Salmo 29 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Samuel 17-18;Lucas 11:1-28

Considere: Tudo o que Deus faz está marcado com simplicidade e poder. —Tertuliano

Como podemos conhecer a Deus

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O reformador João Calvino, no início de suas Institutas da Religião Cristã afirmou, acertadamente, que só podemos conhecer a Deus porque ele se revelou a nós. 
E Deus se revelou a nós de quatro formas distintas:

1. Deus se revelou através das obras da criação (Sl 19.1-6) 

– A criação é um arauto do criador. Os céus proclamam a glória de Deus. A criação com sua multifária beleza é uma eloqüente mensagem do criador. O universo não surgiu espontaneamente. Ele não é produto de uma explosão cósmica nem de uma evolução de milhões e milhões de anos. A matéria não é eterna nem divina. Deus criou todas as coisas e ele é distinto da criação. Ele está fora da criação e ao mesmo tempo presente nela. O criador é ao mesmo tempo transcendente e imanente. Com o progresso da ciência, ficamos ainda mais encantados com a grandeza da criação e com a majestade do criador. Os mundos estelares, os bilhões de galáxias, com sua complexidade quase indescritível apontam a onipotência do criador. Tanto o macrocosmo como o microcosmo estampam as digitais do criador. Em virtude desta estupenda obra da criação, os homens são indesculpáveis diante do criador (Rm 1.20).

2. Deus se revelou através da nossa consciência (Rm 2.14,15)

 – Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Mesmo aqueles que vivem na impiedade têm dentro de si uma consciência, uma lei que os acusa e os defende. Essa lei gravada no coração é o testemunho da consciência. O homem pode divorciar-se da família, mas jamais pode separar-se de sua consciência. Essa consciência pode ser limpa e sensível ou ficar cauterizada. Por isso, essa forma da revelação de Deus é suficiente para condenar o homem (Rm 2.12), mas não eficiente para salvá-lo (Rm 2.16).

3. Deus se revelou através da sua Palavra (Sl 19.7-10) 

– A Palavra de Deus é o sopro do Espírito. Ela é inspirada, infalível e inerrante. A Palavra de Deus foi revelada e registrada com absoluta fidelidade. Ela é a verdade. Por meio dela somos levados à fé salvadora. Por meio dela conhecemos a Cristo. Por meio dela somos santificados, ensinados, corrigidos e consolados. A Bíblia é a nossa única regra de fé e prática. Ela não apenas contém a Palavra de Deus; ela é a Palavra de Deus. Podemos conhecer a Deus porque ele se revelou a nós por meio da sua Palavra. Quando lemos a Bíblia, o próprio Deus fala conosco. Quando sua Palavra é pregada com fidelidade, ouvimos a própria voz de Deus.

4. Deus se revelou através do seu Filho Unigênito (Jo 1.18)

 – Jesus é o ponto culminante da revelação de Deus. O escritor aos Hebreus diz: "Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho" (Hb 1.1,2). Jesus é o Verbo eterno e divino que se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade (Jo 1.14). Sua glória é a glória do Unigênito do Pai. Jesus veio para nos mostrar o Pai. Quem o vê, vê o Pai. Jesus é a exegese de Deus. Ele e o Pai são um. O evangelista João registra: "Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou" (Jo 1.18). Ninguém jamais pode ir a Deus a não ser por meio de Jesus. O próprio Jesus afirmou: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6). Jesus é a revelação máxima e final de Deus. Ele é co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai. Antes que houvesse mundo, o Filho já desfrutava de glória excelsa com o Pai. Quando Deus trouxe o mundo à existência, o Verbo eterno foi seu agente criador. Tudo veio a existir por seu intermédio. Ele é o criador das coisas visíveis e invisíveis. Concluímos, afirmando que Deus se revelou a nós pela sua criação, pela voz da consciência, pela sua Palavra e por seu Filho Unigênito. Você já conhece esse Deus, o Deus Todo-poderoso?




Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...