quinta-feira, 6 de junho de 2019

Quando nos sentimos encurralados

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O livro de Atos mostra a saga da Igreja de Cristo caminhando no poder do Espírito Santo, rompendo barreiras, avançando contra as portas do inferno e sendo instrumento de Deus para a proclamação das boas novas da salvação. No capítulo 12 de Atos, encontramos Herodes passando ao fio da espada o apóstolo Tiago e encerrando na prisão o apóstolo Pedro. A cidade de Jerusalém estava agitada. A oposição à igreja cristã crescia vertiginosamente. Pedro foi entregue a uma escolta de dezesseis soldados e sua morte parecia inevitável. Nesse momento, a igreja não apelou para os expedientes humanos, mas reuniu-se para clamar ao Senhor. Warren Wiersbe, comentando este texto, destaca três verdades sublimes:

1. Deus vê nossas tribulações (At 12.1-4) 

– Deus está no controle da situação mesmo quando nós perdemos esse controle. Tiago estava morto, Pedro estava preso e a igreja estava acuada. Herodes parecia um inimigo irresistível. A situação ameaçava irremediavelmente a igreja. O inimigo parecia estar no controle da situação para neutralizar e até mesmo destruir a igreja em seu nascedouro. Mas, como o próprio Pedro escreveu mais tarde: “Os olhos do Senhor repousam sobre os justos” (1Pe 3.12) e no tempo certo, da maneira certa, o braço do Onipotente prevalece sobre a fúria do inimigo, libertando o seu povo. Deus ainda vê nossas tribulações. Ele vê nossos vales sombrios, nossas noites escuras, nossas lágrimas grossas, nosso choro doído, nossos temores profundos. Ele é o Deus presente, que jamais desampara aqueles que nele esperam.

2. Deus ouve nossas orações (At 12.5-17) 

– A situação parecia insustentável. Pedro seria levado depois da festa da Páscoa à morte. Mas havia oração da igreja em seu favor. Quando a igreja ora, os céus se movem. Quando a igreja ora, as estratégias do inimigo são desbaratadas. Quando a igreja ora as portas da prisão são abertas e os servos de Deus são libertos. Pedro está preso, mas está confiante. Ele dorme (At 12.5,6). A prisão é de segurança máxima. Pedro está preso com cadeias nas mãos. Doze homens fortemente armados garantem que não haverá fuga. Nenhum poder ordinário poderia reverter a situação. Então, Deus usa um meio extraordinário. Envia um anjo à prisão e este acorda Pedro, quebra suas cadeias e tira-o do cárcere. O portão de ferro, trancado com grossas correntes, é aberto automaticamente e Pedro se vê livre das mãos do inimigo, “porque os ouvidos de Deus estão abertos às súplicas do seu povo” (1Pe 3.12). Ninguém detém os passos de uma igreja que ora. Nenhum poder na terra pode prevalecer sobre uma igreja que experimenta o poder deDeus através da oração.

3. Deus lida com os nossos inimigos (At 12.18-25) 

– Pedro conclui: “Mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males” (1Pe 3.12). Os guardas romanos encarregados de Pedro foram mortos em seu lugar, por ordem de Herodes. “O justo é libertado da angústia, e o perverso a recebe em seu lugar” (Pv 11.8). Herodes estava no auge de sua força e poder. O povo o aplaudia e gritava publicamente, considerando-o um deus. Por não ter dado glória a Deus, foi fulminado pelo Eterno e comido por vermes, expirou. Em vez de Pedro ser morto pelo rei Herodes, o rei é que foi morto pelo Deus de Pedro. Talvez o mesmo anjo que livrou Pedro da prisão tenha ferido mortalmente Herodes. Deus ainda vê as tribulações do seu povo, ouve suas orações e lida com seus inimigos. Quando nos sentirmos encurralados por temores avassaladores, circunstâncias adversas e inimigos implacáveis é hora de confiarmos que Deus está no controle e nos conduzirá em triunfo!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.

VÍDEO DO DIA - TUA UNÇÃO - IGREJA BATISTA NOVA JERUSALEM

TUA UNÇÃO - IGREJA BATISTA NOVA JERUSALEM



PÃO DIÁRIO - 05/06/2019 - Quem está no centro?

Quem está no centro?

O conselho do Senhor dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações. —Salmo 33:11


Recentemente, tive o que, para mim, foi um “momento Copérnico”: Não estou no centro do universo. O mundo não gira em torno de mim. Ele não se move no meu ritmo, nos meus termos, nem de acordo com as minhas preferências.
Embora possamos desejar que fosse diferente, a vida não se resume a nós. Tudo gira em torno do Senhor. No Salmo 33, lemos que toda a natureza gira em torno dele e do Seu controle (vv.6-9). Ele determinou os limites do mar e estabeleceu os oceanos em vastos reservatórios. Tudo na natureza opera em concordância com as leis que Ele determinou.
As nações também giram em torno do Senhor (vv.10-12). Nenhum plano ou esquema pode se levantar contra o de Deus. No fim, é o plano do Senhor que se manterá para sempre. Suas intenções nunca podem ser abaladas.
Finalmente, as vidas de toda a humanidade giram em torno do Senhor (vv.13-19). Deus vê toda a raça humana. Ele fez os nossos corações e compreende tudo o que fazemos. Ele tem o poder de intervir em nossas vidas e nos livrar de situações que saem de controle.
Nossa vida é criada para ser centrada em Deus, não em nós mesmos. Como podemos ser gratos por servirmos a um Deus poderoso assim, que tem todos os aspectos de nossas vidas sob o Seu controle.
— Poh Fang Chia

Leia: Salmo 33:6-19

Examine: A Bíblia em um ano: Josué 19-21;Lucas 2:25-52

Considere: Quando morremos para o egocentrismo, vivemos para o Deus acima de nós.

Alegre-se e exulte pois você foi destinado para a glória

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O povo de Deus não tem apenas expectativa da glória, tem garantia dela. A glória não é uma conquista das obras, mas uma oferta da graça. O apóstolo Pedro trata deste momentoso assunto em sua Primeira Carta e nos ensina quatro grandiosas lições.

1. O crente é nascido para a glória (1Pe 1.3,4) 

– Nós fomos regenerados para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Nascemos para uma herança incorruptível, sem mácula, e imarcescível, que está reservada nos céus para nós. Nascemos de novo, de cima, do alto, de Deus, para buscarmos as coisas lá do alto, onde Cristo vive. Não nascemos para o fracasso. Não nascemos para o cativeiro. Não nascemos para amar o mundo nem as coisas que há no mundo. Não nascemos para fazer a vontade da carne nem para andar segundo o príncipe da potestade do ar. Nascemos para as coisas mais elevadas. Nascemos para a glória!

2. O crente é guardado para a glória (1Pe 1.5) 

– Neste mundo cruzamos vales profundos, atravessamos pinguelas estreitas, palmilhamos desertos tórridos, enfrentamos inimigos cruéis. Essa caminhada rumo à glória não é amena. A vida cristã não se assemelha a um parque de diversões. Ao contrário, é luta sem pausa contra as trevas; é luta titânica contra o mal. Nessa caminhada rumo à glória pisamos estradas juncadas de espinhos e suportamos muitas aflições. Porém, Deus nunca nos desampara. Ele nunca nos abandona à nossa própria sorte. O apóstolo Pedro escreve: “vós sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo” (1Pe 1.5). Louvado seja Deus, pois nascemos para a glória e somos guardados para ela. Vamos caminhando em sua direção de força em força, de fé em fé, sendo transformados de glória em glória.


3. O crente está sendo preparado para a glória (1Pe 1.6,7) 

– O crente exulta com a certeza da glória, mesmo sabendo que no caminho para ela é contristado por várias provações (1Pe 1.6). Nossa fé é um dom gratuito de Deus a nós, mas não é uma fé barata. Ela é mais preciosa do que ouro depurado pelo fogo (1Pe 1.7). Deus não apenas nos destinou para a glória, mas também nos prepara para ela. Nessa jornada bendita despojamo-nos continuamente dos trajos inconvenientes do pecado e nos revestimos das virtudes de Cristo. Deus não apenas nos destinou para a glória, mas também está nos transformando à imagem do Rei da glória (Rm 8.29). Estamos sendo preparados para sermos apresentados ao Noivo, como uma noiva pura, imaculada, santa e sem defeito. Isso redundará em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo.

4. O crente já se regozija na glória desde agora (1Pe 1.8,9) 

– Agora vivemos por fé e não pelo que vemos. Agora caminhamos sustentados pelo bordão da esperança de que Aquele que fez a promessa é fiel. É preciso dizer em alto e bom som que essa caminhada rumo à glória não é feita com gemidos e lamentos. Não cruzamos esse deserto rumo à terra prometida murmurando, assaltados por avassaladora tristeza. Ao contrário, há um cântico de júbilo em nosso peito. Há um grito de triunfo em nossos lábios. Há uma alegria indizível e cheia de glória transbordando do nosso coração. Assim escreve o apóstolo Pedro: “A quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais, com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma” (1Pe 1.8,9). A alegria indizível e cheia de glória não é apenas uma promessa para a vida futura, mas um legado para o tempo presente. O evangelho que abraçamos é boa nova de grande alegria. O Reino de Deus que está dentro de nós é alegria no Espírito Santo. O fruto do Espírito é alegria e a ordem de Deus para a igreja é: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fp 4.4). Que Deus inunde nossa alma dessa bendita alegria. Que as glórias inefáveis da Glória por vir já sejam desfrutadas por nós, aqui e agora, enquanto marchamos rumo à posse definitiva dessa mui linda herança.




Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 4 de junho de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Entendendo isso você para de errar

Pr JOSUÉ GONÇALVES



Versículo do dia

Versículo do dia


Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.

VÍDEO DO DIA - I Need You More - Jesus Culture With Bethel Music


I Need You More - Jesus Culture With Bethel Music



PÃO DIÁRIO - 04/06/2019 - Testemunha gentil

Testemunha gentil

…sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. —Atos 1:8


Anos atrás, fui hospitalizado após cair de uma ponte de 11,5 metros de altura, correndo risco de morrer. Durante minha internação, a esposa do homem do leito ao lado parou para falar comigo. “Meu marido acaba de me contar o que aconteceu com você”, disse ela. “Nós cremos que Deus poupou sua vida porque quer usar você. Temos orado por você.”
Fiquei pasmo. Eu cresci indo à igreja, mas nunca imaginei que Deus quisesse envolver-se em minha vida. As palavras dela me mostraram um Salvador do qual eu já tinha ouvido falar, mas não conhecia — e marcaram o início da minha vinda a Cristo. Guardo com carinho aquelas palavras de uma testemunha gentil que se importou em dizer algo a um estranho acerca do Deus cujo amor é real. Suas palavras transmitiram cuidado e interesse, e proporcionaram propósito e promessa.
Jesus desafiou Seus discípulos — e todos nós — a contar aos outros sobre o amor de Deus: “…recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1:8).
Por meio do Espírito Santo, nossas palavras e nosso testemunho podem ter o poder de fazer uma diferença eterna nas vidas dos outros.
— Bill Crowder


Leia: Atos 1:1-11

Examine: A Bíblia em um ano: Josué 16-18;Lucas 2:1-24

Considere: Uma palavra carinhosa pode realizar mais do que poderíamos imaginar.

Eu quero ser um vaso novo

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O profeta Jeremias foi chamado a descer à casa do oleiro para receber uma mensagem de Deus para a nação de Judá (Jr 18.1-6). Ali ele viu o oleiro trabalhando sobre as rodas, moldando o barro e fazendo dele um vaso novo. O vaso havia se estragado nas mãos, mas em vez do oleiro jogar o vaso fora, fez dele um vaso novo. Esse episódio encerra algumas preciosas lições:

1. Deus não desiste de você, mesmo quando você falha em cumprir seu propósito (Jr 18.4). O oleiro não jogou no lixo o vaso que se lhe havia estragado nas mãos. Ele não o colocou num canto como algo imprestável. Ele não desistiu desse vaso, mas fez dele um vaso novo. Assim, também, Deus não desiste de você. Mesmo quando você se torna como um barro sem liga ou como um vaso estragado, Deus continua investindo em sua vida. Ele não abre mão de fazer de você um vaso novo. Deus não desiste de fazer um milagre em sua vida. Ele não abdica do direito que tem de fazer de você um vaso de honra, um vaso útil, preparado para toda boa obra. Mesmo quando você cai, fracassa e se desvia, Deus não considera você como sucata imprestável. Ele não olha você com desprezo. Como oleiro divino, ele investe em sua vida e transforma você, para que você cumpra os propósitos eternos que ele mesmo estabeleceu para sua vida.

2. Deus não faz apenas remendos em sua vida; ele faz de você um vaso novo (Jr 18.4). O oleiro não remendou o vaso que se lhe havia estragado nas mãos. Ele não se contentou com meias medidas. Ele fez um vaso novo. A obra de Deus em você é completa. Ele faz de você uma nova criatura. Ele não quer apenas uma reforma externa, um verniz de aparência. Ele quer dar-lhe uma nova vida, uma nova mente, um novo coração, uma nova família, uma nova pátria. Deus tem para você uma vida nova, com novos gostos, novas preferências, novos alvos, novos sonhos, novos compromissos. A vida com Cristo é novidade de vida. É vida santa, é vida no altar, é vida cheia do Espírito, é vida abundante, maiúscula, superlativa, eterna. A obra de Cristo em você é um milagre extraordinário. Portanto, você deve despojar-se dos trapos da murmuração e revestir-se com as vestes de louvor. Você deve largar para trás o espírito angustiado e cobrir-se com roupagens de louvor e óleo de alegria.

3. Deus não faz de você um vaso segundo o seu querer, mas um vaso segundo o seu propósito soberano (Jr 18.4). Deus fez do vaso que se lhe havia estragado nas mãos um vaso novo, segundo bem lhe pareceu. A obra de Deus em você não é conforme os ditames da sua vontade, mas conforme os propósitos soberanos do próprio oleiro divino. Deus tem o melhor para você. Os planos de Deus para a sua vida são mais elevados do que os seus próprios sonhos. O projeto de Deus para a sua vida são mais altaneiros que os seus próprios projetos. A vontade de Deus e não a sua deve prevalecer em sua vida. Ele é o oleiro, e você o barro. Não é o barro que manda no oleiro; é o oleiro que molda o barro. O oleiro tem o direito de fazer do barro o que lhe aprouver. O oleiro divino que molda você é o mesmo que espalhou as estrelas no firmamento e o mesmo que lançou os fundamentos da terra. O oleiro divino está empenhado em esculpir em você a beleza de Jesus. Seu projeto eterno é transformar você à imagem do Rei da glória. Ele lhe predestinou para você ser conforme à imagem do seu Filho. Deus jamais desistirá desse projeto. Seus planos não podem ser frustrados. Se preciso for, ele vai quebrar o vaso e fazê-lo de novo. Mas, jamais vai desistir de fazer de você, um vaso de honra.



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação;

VÍDEO DO DIA - Preto No Branco - Lágrimas No Olhar ft. Marquinhos Gomes, Gabriela Gomes

Preto No Branco - Lágrimas No Olhar 

 ft. Marquinhos Gomes, Gabriela Gomes



PÃO DIÁRIO - 03/06/2019 - Promovendo unidade


Promovendo unidade

…o Senhor abomina […] o que semeia contendas entre irmãos. —Provérbios 6:16,19


A linguagem do livro de Provérbios 6:16-19 é forte. Ao citar sete coisas que o Senhor odeia, semear “contendas entre irmãos” completa a lista. O motivo para citar este pecado é que ele deteriora a unidade que Cristo deseja para os Seus seguidores (João 17:21-22).
Aqueles que semeiam discórdia podem, inicialmente, não estar buscando criar divisões. Em vez disso, eles podem estar preocupados com suas necessidades pessoais ou com os interesses de um grupo a que pertencem (Tiago 4:1-10). Observe como os pastores de Ló discutiram com os de Abraão (Gênesis 13:1-18); os discípulos de Cristo discutiram sobre superioridade (Lucas 9:46); e divisões na igreja de Corinto colocaram as facções partidárias acima da unidade do Espírito (1 Coríntios 3:1-7).
Então, qual é a melhor maneira de promover a unidade? Ela começa com a transformação do coração. Quando agimos à maneira de Cristo, desenvolvemos uma atitude de humildade e nos focamos no serviço aos outros (Filipenses 2:5-11). Somente no Senhor somos capazes de “…[ter] em vista o que é propriamente [nosso], senão também cada qual o que é dos outros” (v.4). Em pouco tempo, as necessidades e as esperanças dos outros se tornam, para nós, mais importantes do que as nossas próprias.
Com crescentes laços de amor entre nós, vemos a discórdia ser substituída por alegria e unidade (Salmo 133:1).
— Dennis Fisher

Leia: Provérbios 6:16-19

Examine: A Bíblia em um ano: Josué 13-15;Lucas 1:57-80

Considere: Somos capazes de realizar mais juntos do que individualmente.

O colapso da sociedade

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O profeta Miquéias fez um diagnóstico da sociedade do seu tempo. Dois mil e setecentos anos se passaram e os problemas identificados naquele tempo parecem ser os mesmos. Os tempos mudaram, mas o coração do homem é o mesmo. Os mesmos problemas que levaram a nação de Judá ao colapso, ainda hoje ameaçam a nossa civilização de uma bancarrota. Que problemas são esses?

1. A exploração dos pobres pelos ricos (Mq 2.1,2)

 – Os ricos imaginavam a iniquidade no coração em seus leitos e à luz da alva o praticavam, porque o poder estava em suas mãos. Eles cobiçaram campos e os arrebatavam. Cobiçavam casas e as tomavam. Eles faziam violência aos pobres ao criarem leis e sistemas de opressão para assaltar o direito do pobre. Eles faziam as leis, manipulavam as leis, escapavam das leis, porque se colocaram acima das leis. Todo o sistema econômico agia em benefício dos poderosos. Os pobres não tinham vez nem voz. Eles viviam oprimidos, amordaçados, perdendo seus bens, suas famílias e até mesmo sua liberdade.

2. A corrupção dos políticos inescrupulosos (Mq 3.1-3)

 – A classe política de Judá havia se corrompido a tal ponto de Miquéias chamá-los de canibais. Eles comiam a carne do povo, arrancavam a pele e esmiuçavam os ossos. Eles aborreciam o bem e amavam o mal. Em vez dessa liderança política conhecer e exercer o juízo agia de forma draconiana oprimindo o povo, cobrando impostos abusivos para ostentar seu luxo nababesco. Quando o injusto governa o povo geme. Quando a injustiça prevelece, a nação se desespera.

3. A injustiça clamorosa do poder judiciário (Mq 3.11) 

– Não apenas a classe política havia naufragado no mar profundo do lucro imoral, mas também, o poder judiciário que deveria fiscalizar com justiça os atos do governo também havia se capitulado à sedução da riqueza ilícita. Miquéias diz que eles davam as sentenças por suborno. Eles não julgavam conforme a justiça nem pelo critério da verdade. Os pobres não tinham chance de defender sua causa, porque os juízes eram subornados e as sentenças eram compradas.

4. A decadência generalizada da família (Mq 7.6) 

– A decadência da sociedade de Judá procedia do palácio, passava pelo poder judiciário e descia à estrutura familiar. As famílias não eram mais redutos de reserva moral, mas campos de guerra. O conflito havia se instalado dentro da própria família. Os filhos desprezavam os pais, as filhas se levantavam contra as mães, as noras se levantavam contra as sogras, e os inimigos do homem eram os da sua própria casa. A família em vez de ser uma contra cultura numa sociedade decadente, era o espelho dessa sociedade. O mal que estava destruíndo a nação estava instalado no núcleo mais íntimo da nação, a família.

5. A apostasia galopante da religião (Mq 3.11)

 – A religião judaica devia ser como um facho de luz no meio da escuridão da idolatria pagã. Os judeus tinham a Palavra de Deus. Eles eram o povo da aliança. Eles foram escolhidos por Deus para ser luz para as nações. Mas, em vez do povo de Deus influenciar o mundo, foi o mundo que influenciou o povo de Deus. A religião deles tornou-se contaminada pelo fermento do lucro. Seus sacerdotes ensinavam por interesse, os seus profetas adivinhavam por dinheiro. O amor do dinheiro e a ganância pelo lucro fácil corrompeu-lhes a alma e fê-los cair nas teias insidiosas da apostasia.

Esse não é apenas o diagnóstico de uma sociedade remota, esse é o retrato da sociedade brasileira. Não podemos nos calar. Não podemos nos conformar. É tempo de nos levantarmos e agirmos!



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 2 de junho de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


O final dessa História ainda da pra mudar 

(Pr Josué Gonçalves)



Versículo do dia

Versículo do dia

Agora também, quando estou velho e de cabelos brancos, não me desampares, ó Deus, até que tenha anunciado a tua força a esta geração, e o teu poder a todos os vindouros.

VÍDEO DO DIA - Mais - Raiz Coral

Mais - Raiz Coral



PÃO DIÁRIO - 02/06/2019 - Em breve!


Em breve!

…Certamente, venho sem demora… —Apocalipse 22:20


Frequentemente, as palavras “EM BREVE!” precedem os eventos futuros nas diversões, nos esportes, ou no lançamento da mais nova tecnologia. O objetivo é criar expectativa e entusiasmo pelo que irá acontecer, ainda que isso só ocorra meses depois.
Ao ler o livro de Apocalipse, fiquei impressionado com o senso de iminência, do tipo “em breve”, que permeia o livro inteiro. Em vez de dizer “Algum dia, no futuro muito distante, Jesus Cristo retornará à terra”, o texto é repleto de frases como “…coisas que em breve devem acontecer…” (1:1) e “…o tempo está próximo” (v.3). No capítulo final, o Senhor diz três vezes: “…venho sem demora…” (Apocalipse 22:7,12,20). Outras versões traduzem essa frase como “venho em breve”, “cedo venho” e “venho logo!”
Como pode ser isso, se dois mil anos se passaram desde que essas palavras foram escritas? “Rapidamente” não parece adequado à nossa experiência de tempo.
Em vez de focar em uma data para o Seu retorno, o Senhor nos incita a fixarmos nossos corações em Sua promessa que será cumprida. Somos chamados a viver para Ele no tempo presente “…aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tito 2:13).
— david c. mccasland

Leia: Apocalipse 22:7-21

Examine: A Bíblia em um ano: Josué 10-12;Lucas 1:39-56

Considere: Viva como se Cristo fosse voltar hoje.

Triunfando sobre as tempestades da vida

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O Evangelho de Marcos 4.35-41 registra o episódio da tempestade enfrentada pelos discípulos no Mar da Galiléia. Nessa ocasião, Jesus estava no barco, dormindo, quando os discípulos foram surpreendidos por um forte vendaval. Os discípulos, apavorados, acordaram a Jesus, clamaram por socorro, e ele acalmou a tempestade, exortou os discípulos e eles, então, ficaram admirados com seu poder. Essa passagem encerra algumas oportunas lições, que passaremos a considerar:

1. As tempestades da vida são inevitáveis

– Assim como os fenômenos da natureza acontecem com freqüência, também as tempestades da vida nos atingem, mesmo quando nós não as esperamos. As tempestades da vida acontecem ao arrepio da nossa vontade e muitas vezes, colocam a nossa vida de ponta-cabeça. As tempestades chegam para todos: grandes e pequenos, jovens e velhos, doutores e analfabetos, crentes e descrentes. A vida não é um parque de diversões, mas a travessia de um mar revolto. A vida cristã não é um cruzeiro num confortável navio, singrando águas plácidas, mas uma viagem cheia de aventuras, onde não faltam os ventos contrários e as ondas revoltas.

2. As tempestades da vida são imprevisíveis 

– As tempestades chegam de súbito, inesperadamente. Elas não mandam aviso, não enviam telegrama, chegam repentinamente, agitando nossa vida, encrespando as ondas que nos assustam e nos assolam com desmesurado rigor. O Mar da Galiléia é um lago de águas doces de vinte e um quilômetros de comprimento por quatorze quilômetros de largura. Esse grande lago é encurralado pelas montanhas de Golã. No extremo norte, fica o Monte Hermom, a mais alta montanha de Israel, cujo cimo está sempre coberto de gelo. Com certa freqüência, os ventos gelados descem desse monte e encurralados pelas montanhas de Golã, batem na superfície do lago, levantando ondas gigantes. É assim também na vida. As tempestades nos colhem de surpresa: é uma doença súbita, é um acidente trágico, é um divórcio traumático, é um luto doloroso.

3. As tempestades da vida são inadministráveis 

– Os discípulos conheciam o Mar da Galiléia como poucos. Alguns deles eram pescadores e haviam nascido e crescido ao redor daquele lago. Dali eles tiravam o seu sustento. Mas o que era tão familiar para eles, tornou-se uma ameaça. Quando a tempestade chegou, eles tentaram escapar do perigo, remando com toda destreza, mas o barco estava se enchendo de água. Seus recursos foram insuficientes para resolver o problema. O barco não obedecia mais o comando deles. A tempestade os assolava impiedosamente e eles perderam o controle da situação. O vento chicoteava com violência o barco e as ondas se arremessavam contra eles para levá-los ao naufrágio. Muitas vezes, temos a sensação de que os problemas que nos afligem são como essa tempestade. A situação se agrava, perdemos o controle, o barco da nossa vida fica à deriva. As tempestades da vida são, também, inadministráveis.

4. As tempestades da vida são pedagógicas

 – Mesmo quando a tempestade foge do nosso controle, ela está sob o controle de Jesus. Aquele que está conosco tem autoridade sobre o vento e sobre o mar. As tempestades da nossa vida não vêm para nos destruir, mas para nos ensinar. Elas não acontecem à revelia, elas são instrumentos pedagógicos para nos fortalecer na fé. Jesus tem todo poder para acalmar não apenas a tempestade que está do lado de fora; mas, também, os vendavais do medo que estão dentro de nós. Jesus acalma não apenas as circunstâncias, mas, também, os nossos sentimentos. Nessa travessia do mar revolto da vida precisamos ter fé e não medo, sabendo que Jesus é fiel para cumprir suas promessas. Nosso destino é o outro lado do mar e não o naufrágio. Ele está conosco e podemos desfrutar da sua paz mesmo quando as ondas encapeladas berram aos nossos ouvidos. Ele é todo poderoso e aquilo que nos amedronta está literalmente debaixo dos seus pés. O Senhor não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. A tempestade vem para que vejamos o seu livramento e saibamos que ele é Deus, digno de ser adorado.



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 1 de junho de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.

VÍDEO DO DIA - Ser conhecido de Deus - Renascer Praise

Ser conhecido de Deus - Renascer Praise 



PÃO DIÁRIO - 01/06/2019 - Ainda trabalhando

Ainda trabalhando

…Muito bem, servo bom e fiel… —Mateus 25:23


Vivian e Donaldo têm cerca de 95 anos e estão casados há mais de 70 anos. Recentemente, Vivian sofreu um revés ao fraturar o quadril. Isso foi ainda mais difícil porque, há vários anos, Donaldo e Vivian têm se entristecido por perceberem que já não têm forças suficientes para se manterem ativos na obra de sua igreja.
Mas, eles ainda se dedicam bastante à obra do Senhor, atuando como intercessores. Embora nem sempre possam estar fisicamente presentes e visíveis nas atividades de sua igreja, eles são fiéis em servir a Deus “nos bastidores”.
A parábola dos talentos, no livro de Mateus 25, nos lembra de que precisamos usar com sabedoria os “talentos” que Deus nos deu. Todos nós temos diferentes níveis de habilidades e capacidades dadas por Ele — não devemos enterrar, sem uso, o que o Senhor nos deu.
Deus não nos usará somente em nossos anos de vitalidade, mas também em nossa idade avançada. O casal continua a servir orando. E, como eles, nós honramos ao nosso Salvador usando as nossas habilidades — “…cada um segundo a sua própria capacidade…” (v.15) para servir àquele que é digno.
— Dave Branon

Leia: Mateus 25:14-21

Examine: A Bíblia em um ano: Josué 7-9;Lucas 1:21-38

Considere: Deus pode usá-lo em qualquer idade — se você se dispuser.

Procure o que foi perdido dentro da sua casa

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A parábola da dracma perdida faz parte do conjunto de parábolas que Jesus contou em Lucas 15 para ilustrar o amor de Deus pelos pecadores. Nas três parábolas, Deus busca o que estava perdido, encontra o que estava perdido e celebra com efusiva alegria a recuperação do que estava perdido.

Voltaremos nossa atenção para a parábola da dracma perdida. Algumas lições merecem destaque:

1. A mulher perdeu algo de valor dentro de casa

 – Ela perdeu uma moeda de sua coleção. Das dez dracmas, a mulher perdeu uma e a perdeu dentro de casa. Mais importante do que valores são os relacionamentos. Mais precioso do que bens são as pessoas. Muitas vezes, por descuido, nós também, perdemos verdadeiros tesouros dentro de casa. Perdemos a comunicação, perdemos a alegria da comunhão, perdemos o acendrado amor com que devemos amar uns aos outros.

2. A mulher não se conformou com a perda 

– A mulher poderia ter se conformado com a perda da moeda. Afinal, ela ainda tinha nove delas guardadas em segurança. Mas, essa mulher não aceitou passivamente a perda. Ela não se conformou com a derrota. Ela não desistiu de recuperar a moeda perdida. Muitas vezes, nós somos descuidados em guardar os tesouros que temos e quando os perdemos somos vagarosos e até desanimados para procurar o que se perdeu. Conformamo-nos facilmente com a derrota como o sacerdote Eli. Preferimos desistir do casamento, dos relacionamentos, do que lutar para recuparar o que se perdeu.

3. A mulher acendeu a candeia para procurar o que havia perdido 

– As casas na Palestina não possuíam janelas. Eram ambientes escuros e ensombreados. Era impossível procurar algo perdido sem acender a candeia. Se queremos reencontrar o que perdemos dentro da nossa casa, precisamos de igual forma acender a candeia. A candeia é um símbolo da Palavra de Deus. Precisamos iluminar nossas mentes, nossos corações e nossos relacionamentos pela luz da Palavra se de fato queremos encontrar esses tesouros perdidos dentro da nossa casa.

4. A mulher varreu a casa para procurar o que se havia perdido 

– A mulher teve coragem de mexer e remover do lugar muita coisa. Ela teve iniciativa e esforço. Ela enfrentou o desconforto da desinstalação. Ela levantou muita poeira ao varrer cada canto da casa à procura do seu tesouro perdido. Se queremos a restituição desses tesouros perdidos dentro da nossa casa, precisamos de igual forma procurá-los diligentemente. Não podemos ser omissos nem acomodados. Não podemos ter medo de mexer em algumas coisas já sedimentadas. Não podemos ter medo de desconforto. Há muitos indivíduos que estoicamente desistem de procurar o que se perdeu em sua vida, em seu casamento, em sua família. Preferem encontrar justificativas para as perdas a investir tempo na busca do que se perdeu. Não devemos desistir jamais, pois o desconforto da busca não deve nos privar da alegria do encontro.

5. A mulher comemorou com grande alegria o encontro daquilo que estava perdido 

– A mulher perdeu a moeda no recesso do lar, sob as sombras do anonimato, mas ela celebrou o encontro da dracma publicamente sob os auspícios da luz. Nossas conquistas e bênçãos devem ser conhecidas e proclamadas. As outras pessoas devem conhecer nossas vitórias e participar das nossas alegrias. Há festa no céu quando um pecador se arrepende e quando o perdido é encontrado; também há alegria diante dos homens quando os tesouros que perdemos dentro da nossa casa são encontrados. É tempo de acendermos a candeia e pegarmos a vassoura. É tempo de procurarmos diligentemente aquilo que perdemos. É tempo de celebrarmos com os nossos irmãos as vitórias que vêm de Deus e a restituição das bênçãos de outrora!




Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...