domingo, 17 de fevereiro de 2019

A amizade, um refrigério para o coração

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A amizade é uma das mais importantes bênçãos da vida. O amigo ama em todo o tempo. É mais achegado que um irmão. Não poderíamos viver bem sem amigos achegados, companheiros de jornada, conselheiros sábios, refrigério de Deus para o coração. É claro que não estou falando de amigos de taberna, companheiros de copo, que rasgam a cara em ruidosas gargalhadas nos banquetes da iniquidade. Não estou falando dos amigos utilitaristas que se aproximam apenas para auferirem alguma vantagem imediata. Falo dos amigos sinceros, que estão ao seu lado para celebrar suas vitórias e chorar com você em suas lutas. Falo daqueles amigos que confrontam você em secreto e enaltecem você em público. Falo daquela amizade que é edificada sobre o sólido fundamento do amor, e que, por isso, não se abala quando as vicissitudes nos açoitam com rigor desmesurado.

Amigos bajuladores são um simulacro da verdadeira amizade. Agradam você com elogios hipócritas em sua presença e solapam sua honra quando você vira as costas. O verdadeiro amigo, porém, ama em todo o tempo. Está presente com você não porque busca alguma vantagem, mas porque tem pressa em servi-lo. O amigo verdadeiro é aquele que chega quando todos já se foram. É aquele que lhe estende a mão com presteza, quando os outros recuam com celeridade.

O apóstolo Paulo ilustra essa magna verdade, mencionando Filemom, um homem cujo o amor lhe trazia grande alegria e conforto; um homem que reanimava o coração dos santos; um amigo leal, um bálsamo de Deus na vida das pessoas. Eis o registro do veterano apóstolo: “Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido por teu intermédio” (Fm 7). E você, tem sido um amigo leal? Você tem reanimado o coração das pessoas? Dale Carnegie, em seu clássico Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, diz que a única maneira de termos amigos é sermos amigos. Aqueles que investem em pessoas, amando, cuidando e servindo recebem de volta amizade sincera. Quando semeamos lealdade, colhemos fidelidade. Quando esparramamos as sementes do amor, colhemos os frutos da lealdade. Quando abençoamos, somos abençoados. Quando franqueamos nosso coração aos outros, recebemos de volta aquilo que ofertamos.

Você tem amigos verdadeiros? Eles têm sido seus conselheiros? Você tem encontrado neles consolo e encorajamento? Você tem esse tipo de amigo? Você encontra tempo para investir na vida das pessoas que ama? Está presente com elas em suas alegrias para celebrar suas vitórias? Está junto delas para chorar suas dores? Lembre-se: nesse terreno, colhemos o que plantamos e ceifamos o que semeamos!




Pr. Hernandes Dias Lopes

sábado, 16 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES



QUAL SUA NOTA COMO PAI OU MÃE? 

- Pr. Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


Sejam misericordiosos, assim como o Pai de vocês é misericordioso".

VÍDEO DO DIA - Fernanda Brum - A Carta ( Clipe Oficial )


Fernanda Brum - A Carta ( Clipe Oficial )


PÃO DIÁRIO - 16/02/2019 - Atenção às palavras

Atenção às palavras

Entretanto, Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração. —Salmo 66:19


Uma semana depois que C.S. Lewis morreu em 1963, colegas e amigos se reuniram numa capela, em Oxford, Inglaterra, para prestar homenagem ao homem cujos escritos tinham alimentado as chamas da fé e da imaginação em crianças e estudiosos.
Durante o funeral, um amigo próximo de Lewis chamado Austin Farrer comentou que Lewis sempre enviou uma resposta escrita à mão a cada carta que recebeu de leitores de todo o mundo. “Sua atitude característica para as pessoas em geral era de consideração e respeito”, Farrer disse. “Ele pagou a vocês o elogio de prestar atenção às suas palavras.”
Dessa forma, Lewis se espelhou na notável atenção que Deus dá para o que dizemos a Ele em oração. Durante um momento de grande dificuldade, o escritor do Salmo 66 clamou a Deus (vv.10-14). Mais tarde, ele louvou ao Senhor por Sua ajuda, dizendo: “Entretanto, Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração” (v.19).
Quando oramos, o Senhor ouve as nossas palavras e conhece os nossos corações. Verdadeiramente podemos dizer como o salmista: “Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, nem aparta de mim a sua graça!” (v.20). Nossas orações se tornam o caminho para um relacionamento mais profundo com Deus. Em todos os momentos, mesmo nas horas de maior necessidade, Ele presta atenção às nossas palavras.
— david c. mccasland

Leia: Salmo 66:10-20 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 37-39;2 Pedro 2

Considere: Deus sempre presta atenção em nós.

Homens de honra

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“Eu vou pelo caminho de todos os mortais. Coragem, pois, e sê homem!” (1Rs 2.2).

A família, a igreja e a sociedade precisam de homens de verdade, homens de honra. Esse foi o conselho de Davi a Salomão, seu filho, antes de morrer. Há muitos homens famosos, ricos, cultos, influentes, mas escasseiam os homens de honra. Homem de honra é aquele cuja vida é irrepreensível, cujas palavras são irresistíveis e cujas obras são irrefutáveis. Homem de honra é aquele que teme a Deus, ama a família e serve ao próximo. Homem de honra é aquele que, embora pobre enriquece a muitos; embora anônimo, abençoa a muitos; embora longe dos holofotes, ilumina a muitos.

Precisamos de homens de honra, homens que tenham a coragem de amar a esposa como Cristo amou a igreja. Homens que tenham o compromisso de ensinar os filhos pelo exemplo mais do que pelas palavras. Homens que não terceirizam a liderança de sua casa nem se esquivam do sacerdócio do seu lar. Precisamos de homens como Abraão que levantou altares para adorar a Deus. Precisamos de homens como Josué que disse para sua nação: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. Precisamos de homens como Neemias que teve coragem de chorar e jejuar pelo seu povo e se colocar nas mãos do Altíssimo para erguer do pó a sua cidade. Precisamos de homens como Paulo, que dispôs sua vida para servir a Cristo na saúde e na doença, na riqueza e na escassez. Precisamos de homens que não se dobrem diante da sedução dos prazeres nem das perseguições do mundo. Homens que enaltecem a verdade e combatem a mentira. Homens cuja vida é o avalista de suas palavras.

Precisamos de homens de honra na política, nos tribunais, na educação, na saúde, na igreja, no comércio, na indústria, e sobretudo, na família. Somente homens de honra inspiram os mais jovens à integridade. Chega dos discursos hipócritas daqueles que estadeiam virtude no palco e rasgam todos os códigos da decência nos bastidores. Precisamos de exemplo e não de palavras, pois palavras sem vida são propaganda enganosa, trovão sem chuva, árvores cheias de folhas, mas desprovidas de frutos.

O conselho de Davi a Salomão nos ensina a necessidade de prepararmos nossos sucessores. Davi está morrendo, mas Salomão precisa pegar o bastão e continuar sua obra. Davi está morrendo, mas os princípios que governaram sua vida devem continuar na vida de Salomão, seu sucessor. Os homens de honra do presente precisam se inspirar nos homens de honra do passado, pois a história deve ser nossa pedagoga e não nossa coveira. Os melhores dias do passado podem ser medidas mínimas do que Deus pode fazer no presente.




Pr. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus.

VÍDEO DO DIA - Trio Nascimento - Chegou o Avivamento ( Clipe Oficial )


Trio Nascimento - Chegou o Avivamento ( Clipe Oficial )


PÃO DIÁRIO - 15/02/2019 - Primeiras impressões

Primeiras impressões

…O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração. —1 Samuel 16:7


Enquanto eu comprava alimentos um dia eu era visto como um ladrão por uma pessoa e um herói por outra.
Ao sair do supermercado, um funcionário disse: “Desculpe-me, senhor. Há muitos itens não ensacados em seu carrinho.” Esta é evidentemente uma estratégia utilizada por ladrões. Quando ele viu que eram produtos muito grandes para serem ensacados, se desculpou e me permitiu seguir o meu caminho.
No estacionamento, uma mulher olhou para o meu boné de atleta com um bordado dourado. Confundindo-o com um chapéu militar, ela disse: “Obrigada por defender o nosso país!” Em seguida, ela se afastou.
O funcionário do supermercado e a mulher no estacionamento tinham, cada um, formado conclusões precipitadas sobre mim. É fácil formar opiniões sobre os outros baseado em primeiras impressões.
Quando Samuel foi escolher o próximo rei de Israel dentre os filhos de Jessé, ele também fez um julgamento a partir de primeiras impressões. No entanto, o escolhido de Deus não era estava entre os filhos mais velhos. O Espírito Santo disse a Samuel: “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura…” (1 Samuel 16:7). Deus escolheu Davi, o mais novo, que menos parecia como um rei.
Deus pode nos ajudar a ver as pessoas por intermédio dos Seus olhos, “…porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7).
— Dennis Fisher

Leia: 1 Samuel 16:1-7 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 35-36;2 Pedro 1

Considere: As primeiras impressões muitas vezes podem levar a conclusões erradas.

A decadência de uma nação

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Uma nação torna-se decadente quando seus líderes civis e religiosos se corrompem e abandonam os princípios absolutos que deveriam regê-los. O profeta Miquéias ao fazer um diagnóstico de sua nação, retrata a própria decadência do Brasil. Vejamos:

Em primeiro lugar, ele denuncia o aparelhamento do Estado para saquear o povo (Mq 2.1,2). Os líderes do povo maquinavam o mal em seu leito e ao amanhecer já colocavam em ação esses planos, porque o poder de fazer o mal estava em suas mãos. Tudo quanto cobiçavam, tomavam. Tudo quanto desejavam, extorquiam, porque o Estado estava aparelhado para a roubalheira.

Em segundo lugar, ele denuncia a inversão de valores da sociedade (Mq 3.2). Miquéias diz que o povo se corrompeu a tal ponto de “aborrecer o bem e amar o mal”. Isso não é apenas tolerância ao erro; é inversão de valores. É aplaudir o que se deve repudiar e repudiar o que se deve promover. A sociedade brasileira está assim também: chama luz de trevas e trevas de luz.

Em terceiro lugar, ele denuncia o canibalismo dos líderes políticos (Mq 3.1,3,9). Os líderes políticos em vez de servir ao povo, serviam-se do povo. Em vez de atender às necessidades do povo; exploravam o povo, arrancando sua pele, esmiuçando seus ossos e devorando sua carne. Os líderes longe de proteger o povo, faziam do povo sua presa. Esses líderes chegaram ao extremo de abominar o juízo e perverter tudo o que era direito (Mq 3.9). Os líderes eram o maior problema da nação, o maior flagelo para o povo.

Em quarto lugar, ele denuncia a corrupção do poder judiciário (Mq 3.11). O profeta diz: “Os seus cabeças dão as sentenças por suborno…”. Não havia qualquer esperança de justiça. Os fracos eram esmagados pelos fortes. Os pobres eram espoliados pelos ricos. As cortes estavam rendidas ao esquema da corrupção. Estavam a serviço do Estado para explorar a população. Os juízes que deveriam fazer cumprir as leis e aplicar a justiça, por dinheiro, condenavam os inocentes e inocentavam os culpados.

Em quinto lugar, ele denuncia o conluio dos poderes constituídos  (Mq 7.3). Miquéias diz que o poder executivo e o poder judiciário estavam mancomunados na prática do crime: “… o príncipe exige condenação, o juiz aceita suborno, o grande fala dos maus desejos de sua alma, e, assim, todos eles juntamente urdem a trama”. Uma coisa é um dos poderes constituídos se corromper; outra coisa é quando os poderes se unem para a prática do mal. Havia uma teia criminosa que sugava o Estado e oprimia o povo.

Em sexto lugar, ele denuncia a corrupção da religião (Mq 3.5,11). Os profetas deixaram de pregar a palavra de Deus com fidelidade, para render sua consciência à sedução do lucro: “… os profetas fazem errar o meu povo e clamam: Paz, quando têm o que mastigar, mas apregoam guerra santa contra aqueles que nada lhes metem na boca”. Diz ainda: “… os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro…”. A igreja é a consciência do Estado, mas quando sua liderança se corrompe e busca o lucro em vez de proclamar a verdade, em vez de ser bênção torna-se maldição.

Em sétimo lugar, ele denuncia a corrupção da família (Mq 7.6). A família é o último reservatório moral da nação. Se ela cair, o povo se chafurda na lama. Como estava a família? Responde o profeta: “Porque o filho despreza o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora, contra a sogra; os inimigos do homem são os da sua própria casa”. Nenhuma nação é forte se as famílias que a compõe estão fracas. O resultado dessa decadência é o caos da sociedade: “Pereceu da terra o piedoso, e não há entre os homens um que seja reto; todos espreitam para derramarem sangue; cada um caça a seu irmão com rede” (Mq 7.2). Miquéias está entre nós. Sua voz ecoa nos palácios e nas ruas. É tempo dos líderes de nossa nação se arrependerem. É tempo do povo voltar-se para Deus. 
Quem sabe ainda haja esperança para o Brasil!




Pr. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


O AMOR QUE NÃO ENTRA EM CRISE

 - Pr. Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


O Senhor nosso Deus é misericordioso e perdoador, apesar de termos sido rebeldes;

VÍDEO DO DIA - Anderson Freire - A Glória É Tua ( Clipe Oficial )


Anderson Freire - A Glória É Tua ( Clipe Oficial )




PÃO DIÁRIO - 14/02/2019 - Como aproveitar tudo

Como aproveitar tudo

Quanto ao homem […] receber a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus. —Eclesiastes 5:19

Em seu livro “Daring to Draw Near” (Ouse se aproximar), o Dr. John White escreve que muitos anos antes, Deus lhe possibilitou comprar uma linda casa com muitos luxos. Os seus sentimentos em relação à casa variaram dramaticamente.
Ao lembrar-se de que a casa era um dom da graça de Deus, ele sentiu alegria e gratidão. Mas quando começava a compará-la com a casa de seus amigos, se sentia orgulhoso por ter uma bela casa e sua alegria evaporava. A sua casa, na realidade, se tornaria um fardo. Tudo o que poderia ver eram os muitos arbustos e árvores para cuidar e as tarefas chatas e intermináveis para fazer. White disse: “Enquanto a vaidade faz neblina em meus olhos e sobrecarrega o meu coração, a gratidão limpa a minha visão e ilumina os meus fardos.”
O escritor de Eclesiastes viu Deus a cada momento no gozo das coisas materiais. O poder para comer os frutos de nossos trabalhos e até mesmo a força para receber e nos regozijarmos neles vem de Deus (5:18-19).
Do início ao fim, a vida inteira é um dom dado continuamente por Deus. Nós nada merecemos. Ele não nos deve nada. No entanto, Ele nos dá tudo. Se nos lembrarmos disso, não precisaremos nos sentir egoístas ou culpados. Sejam quais forem as bênçãos materiais que temos, elas são um presente do nosso bondoso Deus.
— Dennis J. De Haan

Leia: Eclesiastes 5:13-20 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 33–34;1 Pedro 5

Considere: Deus, que deu tanto para nós, oferece mais uma coisa: um coração agradecido. —Herbert

Paz para enfrentar os momentos decisivos da vida

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O mundo está atormentado por muitos flagelos. O terrorismo internacional fragiliza as nações mais poderosas da terra. O vazio existencial empurra muitas pessoas para o suicídio. O avanço das drogas letais, por mais firme que seja a repressão, cresce no mundo inteiro, deixando tantas pessoas prisioneiras do vício e do tráfico. Há um gemido represado nos corações. Há uma dor que lateja na alma. Há lágrimas copiosas que toldam as alegrias da vida.

Há momentos em que a doença surra o nosso corpo e a morte nos mostra a sua carranca. Nessas horas decisivas, muitos se desesperam; outros, porém, desfrutam de uma paz que excede todo o entendimento. Uma pergunta se impõe nesse cenário cinzento e nesses momentos decisivos: É possível experimentar a verdadeira paz? Nossa resposta é um sonoro SIM. Elenco, abaixo, duas situações dramáticas vividas pelo apóstolo Paulo, o maior bandeirante do Cristianismo, onde ele compartilha seus sentimentos tanto diante da enfermidade como na hora da morte.

Em primeiro lugar, a paz para enfrentar a enfermidade. “Então, ele me disse: A minha graça te basta; porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza…” (2Co 12.9). A enfermidade enfraquece nosso corpo e dobra nosso espírito. Provoca sofrimento físico e golpeia nosso orgulho. O apóstolo Paulo ficou doente quando fazia sua primeira viagem missionária (Gl 4.13-15). Chamou essa doença de espinho na carne (2Co 12.7). Essa enfermidade trouxe-lhe atroz sofrimento. Ao mesmo tempo que Deus usou sua enfermidade para torná-lo humilde, Satanás usou-a para lhe esbofetear. Paulo, então, rogou a Deus três vezes para remover o espinho de sua carne, mas Deus, em vez de curar sua enfermidade, deu-lhe graça para suportá-la, dizendo-lhe que seu poder se aperfeiçoa na fraqueza. A enfermidade de Paulo tornou-o completamente dependente de Deus. Impediu que ele se ensoberbecesse diante da grandeza das revelações. Mesmo acicatado por esses espinhos pontiagudos, manteve-se resoluto em seu ministério, levando a boa nova do evangelho aos mais longínquos rincões do império. O mesmo Deus que cura é também aquele que consola. O mesmo Deus que permite a enfermidade é também aquele que a instrumentaliza para o nosso bem. O mesmo Deus que coloca seu tesouro em um frágil vaso de barro é também aquele que traz glória ao seu santo nome, pelo nosso santificado sofrimento.

Em segundo lugar, a paz na hora da morte. “Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado” (2Tm 4.6). Voltaire, um filósofo ateu, que escarneceu do Cristianismo, morreu em grande agonia e desespero. O apóstolo Paulo, que proclamou a fé cristã nas diversas províncias do império romano, demonstrou profunda serenidade diante da morte. Mesmo sabendo que caminharia de uma masmorra úmida e fria para o patíbulo da morte, disse: “Já estou sendo oferecido por libação e o tempo da minha partida é chegada”. Paulo entende que não é Roma que vai lhe matar, mas é ele quem vai se entregar. Não vai se entregar a César, pois é prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Vai oferecer-se a Deus como uma oferta de libação. Paulo não está com medo de morrer, porque sabe em quem tem crido e sabe para onde está indo. Em vez de usar o termo “morte” para o desfecho de sua vida, usa a palavra “partida” e isso por três razões. Primeiro, “partida” significa tirar o fardo das costas de alguém. Morrer para um crente é descansar de suas fadigas. Segundo, “partida” significa desatar um bote do tronco e atravessar o rio. Morrer para um crente é fazer sua última viagem rumo à Pátria celestial. Terceiro, “partida” significa afrouxar as estacas de uma barraca, levantar acampamento e ir para sua casa permanente. Morrer para um crente é mudar de endereço; é ir para a casa do Pai.

E Você, tem desfrutado essa paz? Agora mesmo você pode apropriar-se dela em Cristo Jesus. Ele é a nossa paz. Nele temos paz com Deus e a paz de Deus.





Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Senhor, não me abandones! Não fiques longe de mim, ó meu Deus!



VÍDEO DO DIA - A Mão do Mestre / CRISTINA MEL


A Mão do Mestre / CRISTINA MEL



PÃO DIÁRIO - 13/02/2019 - Lugar de águas

Lugar de águas


…a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. —João 4:14


A África Oriental é um dos lugares mais secos da Terra, o que faz “Nairóbi” ser um nome tão significativo para uma cidade naquela região. O nome vem de uma frase na língua Massai que significa “água fria”, e significa literalmente “o lugar de água”.
Ao longo da história, a presença de água foi vivificadora e estratégica. Se uma pessoa vive em um clima seco ou numa floresta tropical, a água é uma necessidade inegociável. Em um clima seco e árido, saber onde encontrar o lugar de água pode significar a diferença entre a vida e a morte.
A nossa vida espiritual também tem alguns elementos inegociáveis. É por isso que Jesus, ao encontrar uma mulher espiritualmente sedenta num poço, declarou a ela que só Ele poderia fornecer água viva. Ele lhe disse: “…aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (João 4:14).
Como a corça mencionada no Salmo 42:1-2 que anseia por água, a nossa alma tem sede de Deus e anseia por Ele (63:1). Precisamos desesperadamente do sustento que vem somente de Jesus Cristo. Ele é a fonte de água viva que refresca os nossos corações.
— Bill Crowder


Leia: Salmo 42:1-5 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 30-32;1 Pedro 4

Considere: Jesus é a fonte de água viva.

Como vencer os obstáculos da vida

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A vida é uma corrida e uma corrida com obstáculos. Nossa trajetória não se dá, entretanto, num estádio iluminado, com pistas aplainadas e uma plateia entusiasmada nos ovacionando. Não raro, cruzamos solitariamente desertos tórridos, navegamos por mares revoltos e atravessamos pinguelas estreitas sobre pântanos ameaçadores. Os vencedores são aqueles que a pesar de suas fragilidades, tiram seus olhos das circunstâncias, para colocá-los em Deus.

A Escritura diz que Deus faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Deus levanta do pó o abatido, do monturo o necessitado e o faz assentar-se entre príncipes. Deus é quem adestra nossas mãos para a batalha. É ele quem faz com que a mulher estéril seja alegre mãe de filhos. É ele quem nos toma pela mão direita, nos guia com seu conselho eterno e nos recebe na glória. Nossos problemas podem ser insolúveis, se olharmos para as nossas fraquezas. Porém, se olharmos para Deus, aquilo que nos era impossível, torna-se realidade, pois para Deus não há impossível em todas as suas promessas.

A história humana está crivada de exemplos de pessoas que superaram suas fraquezas, triunfaram sobre sua limitações e conquistaram retumbantes vitórias. Thomas Alva Edson, o maior inventor de todos os tempos, somente frequentou o colégio três meses. A escola devolveu-o por concluir que não tinha condições de acompanhar seus pares. Sua mãe investiu em sua educação e fez dele um dos maiores cientistas do mundo. Henry Ford, o maior fabricante de carros do mundo, estudou apenas até o primeiro ano do secundário. Inobstante as limitações de sua educação formal, foi uma das mentes mais brilhantes, criativas e empreendedoras da história. John Milton ficou completamente cego aos cinquenta anos de idade. Para todos os que estavam à sua volta, era o fim de sua carreira, o epílogo triste de um homem que mergulhava na escuridão. Porém, sob o manto da cegueira, escreveu o grande clássico, “O paraíso perdido”. O grande compositor Ludwig Van Beethoven, depois de uma surdez progressiva, ficou completamente surdo aos quarenta e seis anos de idade. Para todos, a surdez irreversível parecia ser o fim de sua brilhante carreira musical. Entrementes, apesar desse fato doloroso, ele compôs mais cinco sinfonias, suas músicas mais excelentes. Fanny Crosby, a maior compositora evangélica de todos os tempos, ficou cega na sexta semana de vida e viveu noventa e dois anos na escuridão da cegueira. Mas, essa mulher extraordinária compôs mais de oito mil hinos traduzidos e cantados no mundo inteiro, músicas que têm espargido abundantemente a luz de Cristo Jesus. Todas essas pessoas enfrentaram imensos obstáculos, ultrapassaram barreiras humanamente impossíveis, mas venceram.

Talvez seus obstáculos são outros. Talvez você tem uma limitação física, ou emocional, ou mesmo espiritual. Talvez você esteja enfrentando uma crise conjugal, um drama familiar, uma tempestade financeira. Talvez você esteja amargando uma derrota fatídica por causa de um vício que o escraviza. Você se sente inadequado diante de desafios imensos, de ameaças concretas, de obstáculos superiores às suas forças. Nessas horas você é tentado é entregar os pontos, a jogar a toalha, a se dar por vencido. Porém, encorajo você a olhar para cima, a olhar para Deus. Não há causa perdida quando a colamos nas mãos de Deus. Não há vida irrecuperável para o Filho de Deus. Ele fez prodígios ontem e continua fazendo maravilhas hoje. Ele é o nosso refúgio. Nele está a nossa esperança. Dele vem o nosso socorro. É ele quem nos faz mais do que vencedores!



Pr. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


RELACIONAMENTO VEM ANTES DE REGRAS 

- Pr. Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: "Mestre, não te importas que morramos? "

VÍDEO DO DIA - FIDELIDADE - NARA LIMA


FIDELIDADE - NARA LIMA



PÃO DIÁRIO - 12/02/2019 - Amor verdadeiro

Amor verdadeiro

[O amor] tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba. —1 Coríntios 13:7-8


Há alguns anos, a mãe de minha amiga foi diagnosticada com mal de Alzheimer. Desde então, Bete foi forçada a tomar decisões difíceis sobre o cuidado de sua mãe, e o seu coração tem sido muitas vezes quebrantado enquanto observa sua mãe vibrante e divertida lentamente desaparecer. No processo, minha amiga tem aprendido que o verdadeiro amor nem sempre é fácil ou conveniente.
Depois que sua mãe foi hospitalizada por alguns dias do ano passado, Bete escreveu estas palavras a alguns de seus amigos: “Ao contrário do que possa parecer, estou muito grata pela jornada que estou tendo com a minha mãe. Por trás do desamparo da perda de memória, confusão e absoluto desamparo, há uma pessoa bonita que ama a vida e está em completa paz. Estou aprendendo muito sobre o que o amor verdadeiro é, ainda que eu provavelmente não tenha pedido por esta viagem, pelas lágrimas e os sofrimentos que a acompanham, não trocaria isso por nada.”
A Bíblia nos lembra de que o amor é paciente e bondoso. Não é egoísta ou se irrita facilmente. Ele “…tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta…” (1 Coríntios 13:4-7).
O amor verdadeiro se originou com o nosso Pai, que nos deu a dádiva de Seu Filho. Conforme procuramos demonstrar o Seu amor aos outros, podemos seguir o exemplo de Cristo, que deu a Sua vida por nós (1 João 3:16-18).
— Cindy Hess Kasper

Leia: 1 Coríntios 13:1-8 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 27-29;1 Pedro 3

Considere: O verdadeiro amor é ajudar os outros por amor a Jesus, mesmo que nunca possam devolver o favor.

A virtude que promove a unidade cristã

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A humildade é a virtude que promove a unidade cristã. A humildade é o remédio para os males que atacam a unidade da igreja. A palavra grega tapeinophrosyne é um termo cunhado pelo Cristianismo. Humildade era uma expressão carregada de opróbrio no pensamento grego, tendo conotações de “servilismo”, como nas atitudes de um homem vil ou de um escravo. Quase sempre entre os escritores gregos, “humildade” tem um significado negativo. Entre o povo de Deus, porém, a humildade é um imperativo, pois “Deus escarnece dos escarnecedores, mas dá graça aos humildes” (Pv 3.34). “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tg 4.6) e o apóstolo Pedro ordena: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1Pe 5.5).

A humildade deve ser a marca do cristão, pois seu Senhor e Mestre foi “manso e humilde de coração” (Mt 11.29). Os discípulos de Cristo demoraram entender essa lição e muitas vezes discutiram quem devia ocupar a primazia entre eles. Nessas ocasiões, Jesus lhes dizia que maior é o que serve e que ele mesmo veio não para ser servido, mas para servir (Mc 10.45). Vejamos três fatos importantes para o entendimento deste tema:

Em primeiro lugar, o que é humildade (Fp 2.3). A humildade provém do verdadeiro conhecimento de Deus e do correto conhecimento de nós mesmos. Enquanto a ambição e o preconceito arruínam a unidade da igreja, a genuína humildade a edifica. Ser humilde envolve ter uma correta perspectiva sobre nós mesmos em relação a Deus (Rm 12.3), que por sua vez nos coloca numa correta perspectiva em relação ao próximo. Jamais o orgulho prevalece no coração de alguém que conhece a Deus e a si mesmo.

Em segundo lugar, como a humildade se manifesta? (Fp 2.3,4).O apóstolo Paulo menciona duas manifestações da humildade.

A humildade olha para o outro com honra (Fp 2.3). No capítulo primeiro, Paulo colocou Cristo em primeiro lugar (Fp 1.21). Agora, coloca o outro acima do eu (Fp 2.3). Uma pessoa humilde não tem sede de fama, projeção e aplausos. Ela não se embriaga com o poder. Ela não busca os holofotes do palco nem corre atrás das luzes da ribalta. Uma pessoa humilde não canta “quão grande és tu” diante do espelho.

A humildade busca o interesse do outro com solicitude (Fp 2.4). A igreja de Filipos era multirracial: Lídia era uma judia rica, a jovem liberta era uma escrava grega e o carcereiro era um oficial romano da classe média. Nessas condições não era fácil manter a unidade da igreja. Ter interesse em proteger os interesses alheios, porém, faz parte dos alicerces da ética cristã. No mundo cada um cuida primeiro de si, pensa somente em si e tem o olhar atento apenas para os próprios interesses. Os interesses dos outros estão fora de seu verdadeiro campo de visão. Por isso, tampouco, existe no mundo verdadeira comunhão, mas somente o medo recíproco e a ciumenta autodefesa contra o outro. Na irmandade da igreja de Jesus pode e deve ser diferente.

Em terceiro lugar, o supremo exemplo da humildade (2.5). Neste capítulo dois da carta aos filipenses, Paulo cita quatro exemplos de humildade, ou seja, colocar o “outro” na frente do “eu” (Fp 2.5; 2.17; 2.20; 2.30). Porém, o argumento decisivo de Paulo é o exemplo de Cristo (Fp 2.5). O exemplo de Cristo é sempre o argumento supremo de Paulo na exortação ética, principalmente quando trata do interesse altruísta pelo bem-estar do próximo. Se o exemplo de Cristo deve ser seguido, é melhor, então, manter maior interesse pelos direitos dos outros e pelos nossos deveres, do que cuidar principalmente de nossos direitos e dos deveres dos outros.

O texto que registra a encarnação, esvaziamento, humilhação, obediência, morte e exaltação de Cristo não é uma peça doutrinária escrita por um teológico de gabinete que está traçando reluzentes verdades doutrinárias contra o nevoeiro denso das heresias, mas foram escritas por um homem que, com humildade e amor lutava pela verdadeira concórdia de seus irmãos. Essas frases, com todo o seu teor dogmático são parte dessa luta. A leitura correta deste magno texto Cristológico não é apenas aquela que trata da humilhação e exaltação do Filho de Deus, mas a que abala nosso coração egoísta e vaidoso por meio da trajetória seguida por Jesus.



Rev Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


É como árvore plantada à beira de águas correntes: Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que ele faz prospera!

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PÃO DIÁRIO - 11/02/2019 - Plágio espiritual

Plágio espiritual

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. —João 1:14



Quando eu ensino redação em Inglês, exijo que os alunos a escrevam na sala de aula. Sei que o que escrevem em sala é produto de seu próprio esforço. Desta maneira, me familiarizo com o estilo de escrita de cada aluno e posso detectar se eles “emprestam” um tanto demais de outro escritor. Os estudantes se surpreendem ao saber que o seu estilo literário — que inclui o que dizem e como dizem — é tão peculiar como a sua própria voz. Assim como as palavras que falamos vêm de nossos corações, as palavras que escrevemos também. Elas revelam quem somos.
Da mesma maneira, nos familiarizamos com a voz de Deus. Ao ler o que Ele escreveu, aprendemos sobre quem Ele é e como se expressa. Satanás, no entanto, tenta fazer-se soar como Deus (2 Coríntios 11:14). Usando as palavras de Deus de uma forma ligeiramente alterada, ele vem com argumentos convincentes para as coisas que não são verdadeiras. Por exemplo, ao convencer as pessoas a fazer coisas que imitam santidade, como confiar na aparência exterior da autodisciplina ao invés de confiar na morte de Cristo para a salvação (Colossenses 2:23), Satanás tem levado muitos ao erro.
Deus foi aos extremos para assegurar-se de que reconheceríamos a Sua voz. Ele não apenas nos deu a Sua Palavra, nos deu o Verbo feito carne, Jesus (João 1:14), de modo que não seremos facilmente enganados ou iludidos.
— Julie Ackerman Link

Leia: João 1:1-18 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 24-26;1 Pedro 2

Considere: Puríssima é a tua palavra; por isso, o teu servo a estima. —Salmo 119:140

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...