segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Igreja, uma comunidade de cura e restauração

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Na sua epístola aos Gálatas, o apóstolo Paulo diz que a igreja de Cristo recebeu o Espírito (3.2), nasceu segundo o Espírito (4.29), anda no Espírito (5.16), é guiada pelo Espírito (5.18), produz o fruto do Espírito (5.22,23), e vive no Espírito (5.25). Mas, ainda não está no céu. Há ainda a terrível possibilidade de quedas e fracassos. Estamos sujeitos a fraquezas e quedas. É nesse contexto que a igreja precisa se firmar como uma comunidade terapêutica. Paulo escreve: “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado” (Gl 6.1). À luz deste versículo, destacaremos três pontos importantes:

Em primeiro lugar, o perigo de uma queda repentina (6.1a). “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta…”. O termo surpreendido indica que não se trata de um caso de desobediência deliberada. Não houve um propósito maldoso antes da ação. A palavra “falta” significa, literalmente, “pisar fora do caminho” ou “dar um passo em falso”. Por que Paulo levanta esse caso hipotético? Porque nada revela de maneira mais clara a perversidade do legalismo do que a maneira como os legalistas tratam aqueles que pecaram. Paulo está alertando, também, que o pecado é um laço, uma armadilha colocada em nosso caminho, que pode nos surpreender. A expressão “se alguém” inclui a todos, sem exceção. Há terrenos escorregadios diante dos nossos pés. Não podemos andar despercebidamente.

Em segundo lugar, a necessidade de um confronto amoroso (6.1b). “… vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado”. Muitos lançam mão dos erros dos irmãos, usando-os como ocasião para insultá-los e atingi-los com linguagem rude e censuradora. Paulo diz que os crentes espirituais, ou seja, aqueles que andam no Espírito e são guiados pelo Espírito é que devem tomar a iniciativa de cuidar daqueles que são surpreendidos pelo pecado. Paulo está mais preocupado com aqueles que vão lidar com o caído do que com a própria pessoa que resvalou os pés. Lidar com disciplina na igreja sem total dependência do Espírito pode produzir mais doença do que cura. Os exortadores podem tornar o caso pior do que foi propriamente a falta. A única maneira de levantar aqueles que caíram em pecado é a confrontação amorosa. Paulo diz: “… corrigi-o”. O termo grego katartizo significa “por em ordem” e “restaurar à condição anterior”. No vocabulário médico esse temo referia-se ao ato de encanar um osso fraturado ou deslocado. O crente que caiu em pecado é como um osso fraturado no corpo que precisa ser restaurado. Obviamente, essa palavra aponta, também, para a motivação daquele que corrige. Seu intento não é tripudiar sobre o faltoso, mas ajudá-lo a colocar-se de pé. O confronto precisa ser com “espírito de brandura”. A dureza, a insensibilidade e a hipocrisia não podem estar presentes no processo da confrontação. Precisamos ter a ternura de Cristo e a doçura do Espírito de Deus, a fim de que a pessoa ferida pelo pecado seja curada e restaurada. A igreja não é uma comunidade geradora de traumas e doenças, mas um lugar de cura e restauração. Não somos um exército que executa seus soldados feridos, mas uma clínica que cuida com amor daqueles que foram surpreendidos e caíram nas malhas insidiosas do pecado.

Em terceiro lugar, um alerta sobre o cuidado preventivo (6.1c). “… e guarda-te para que não sejas também tentado”. A confrontação precisa ser feita com cautela e humildade. Não é sem razão que o apóstolo muda do plural para o singular. Ele dá vigor à sua exortação, quando se dirige individualmente a cada crente, instando a que cuide de si mesmo. Quem corrige não pode jactar-se, julgando-se melhor do que o indivíduo corrigido. Todos temos a mesma estrutura: somos pó. Se nos apartarmos um minuto sequer da graça de Deus, poderemos também tropeçar e cair. Somos todos vulneráveis e dependentes da misericórdia de Deus. Portanto, precisamos vigiar para não condenarmos nos outros aquilo que nós mesmos praticamos, ou para não cairmos em práticas semelhantes àquelas que reprovamos na vida dos nossos irmãos. Por mais perspicazes que sejamos em detectar os erros alheios, muitas vezes, não conseguimos ver a mochila pendurada às nossas costas.



Rev Hernandes Dias Lopes

domingo, 10 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


TODO FILHO QUER PRESENÇA, ANTES DE PRESENTE 

- Pr. Josué Gonçalves 



Versículo do dia

Versículo do dia


Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão meus discípulos.

VÍDEO DO DIA - Raiz Coral & Sergio Saas O Melhor de Deus

Raiz Coral & Sergio Saas O Melhor de Deus



PÃO DIÁRIO - 10/02/219 - Que horas são?


Que horas são?

…vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho… —Gálatas 4:4


O velho ditado é verdadeiro: O tempo é tudo! É por isso que a declaração de Paulo, “…vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho…” me intriga muito (Gálatas 4:4).
Uma rápida olhada na história revela que a vinda de Cristo foi exatamente no momento certo. Séculos antes, Alexandre, o Grande, conquistou a maior parte do mundo conhecido, trazendo com ele a cultura grega e sua língua. À beira de sua morte, o Império Romano retomou de onde Alexandre parou e expandiu o território sob a influência da unificação da cultura e da língua dos gregos. Foi sob o domínio romano que a crucificação aconteceu, onde o sangue de Cristo foi derramado por nós. Foi sob o governo de Roma que as condições foram preparadas para a propagação do evangelho em três continentes: boas estradas, limites territoriais livres de restrições de “passaporte” e um idioma unificador. A providência de Deus tinha colocado todas as peças no seu lugar para o momento perfeito de enviar o Seu Filho.
O tempo de Deus é perfeito em tudo. Enquanto você está esperando, talvez se perguntando por que Deus não parece estar agindo em seu nome, lembre-se de que Ele está trabalhando nos bastidores para preparar Seu momento de intervenção no tempo certo. Confie nele, pois Ele sabe qual é a hora certa.
— Joe Stowell

Leia: Gálatas 3:26-4:7 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 22-23;1 Pedro 1

Considere: Ensina-nos, ó Senhor, as disciplinas da paciência. Esperar é muitas vezes mais difícil do que trabalhar. —Marshall

Jejum, uma prática a ser resgatada

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O jejum é uma prática milenar, porém em desuso na igreja cristã contemporânea. Está presente tanto no Antigo como no Novo Testamento. Os profetas, os apóstolos, Jesus e muitos homens de Deus, ao longo da história, experimentaram os benefícios espirituais do jejum. Os santos de Deus em todos os tempos não somente creram no jejum, como também o praticaram. Hoje, porém, são poucos os crentes que jejuam com regularidade e ainda há muitas dúvidas acerca da sua necessidade e de seu funcionamento. Destacaremos três pontos para nosso ensino:

Em primeiro lugar, o significado do jejum. O que é jejum? É a abstenção de alimento por um período definido para um propósito definido. O jejum não é apenas abstinência de alimento. Jejum é fome de Deus, saudade do céu. Nós comemos e bebemos para a glória de Deus e também jejuamos para a glória de Deus (1Co 10.31). Se comemos para a glória de Deus e jejuamos para a glória de Deus, qual é a diferença entre comer e jejuar? John Piper diz que, quando jejuamos nos alimentamos do pão da terra, símbolo do Pão do céu; mas quando jejuamos, não nos alimentamos do símbolo, mas da própria essência, ou seja, nos alimentamos do próprio Pão do céu. Jejuar é amar a realidade acima do emblema. O alimento é bom, mas Deus é melhor. A comunhão com Deus deve ser a nossa mais urgente e apetitosa refeição. Nós glorificamos a Deus quando o preferimos acima dos seus dons.

Em segundo lugar, os obstáculos para a prática do jejum. Há muitos obstáculos que nos afastam do caminho do jejum. O maior obstáculo para o jejum, porém, não são as coisas más, mas as coisas boas. Nem sempre nos afastamos de Deus por coisas pecaminosas em si mesmas. Os mais mortíferos apetites não são pelos venenos do mal, mas pelos prazeres da terra, os deleites da vida (Lc 8.14; Mc 4.19). “Os prazeres desta vida” e “os desejos por outras coisas” não são um mal em si mesmos. Não são vícios; são dons de Deus. No entanto, esses dons podem tornar-se substitutos mortíferos do próprio Deus em nossa vida. Jesus disse que antes de sua volta as pessoas estarão vivendo desatentas como a geração que pereceu no dilúvio. E o que elas estavam fazendo? Comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento (Mt 24.37-39). Que mal há em comer e beber, casar e dar-se em casamento? Nenhum! Mas, quando nos deleitamos nas coisas boas e substituímos Deus pelas dádivas de Deus estamos em grande perigo. O jejum não é fome de coisas boas; o jejum é fome de Deus. O jejum não é fome das coisas que Deus dá; o jejum é fome do Deus doador. Nossa geração corre sôfrega atrás das bênçãos de Deus em vez de buscar o Deus das bênçãos. Deus é melhor do que suas dádivas. O abençoador é melhor do que sua bênção. Jejum é fome de Deus e não das dádivas de Deus!

Em terceiro lugar, o propósito do jejum. O jejum não é uma promoção pessoal nem uma trombeta a alardear nossa espiritualidade diante dos homens. O jejum não é meritório. Jejuamos para nos deleitarmos em Deus. Jejuamos porque temos saudade de Deus e não podemos viver vitoriosamente sem ele. O propósito do jejum não é obter o favor de Deus ou mudar a sua vontade (Is 58.1-12). Tampouco impressionar os outros com uma espiritualidade farisaica (Mt 6.16-18). Jejuar para ser admirado pelos homens é ter uma motivação errada. Jejum é fome do próprio Deus e não busca por aplausos humanos (Lc 18.12). O jejum é para nos humilharmos diante de Deus (Dn 10.1-12), para suplicarmos a sua ajuda (2Cr 20.3; Ed 4.16) e para voltarmo-nos para Deus com todo o nosso coração (Jl 2.12,13). O jejum é para reconhecermos a nossa total dependência divina (Ed 8.21-23). O jejum é um instrumento para fortalecer-nos com poder divino, em face dos ataques do inferno (Mc 9.28,29). É tempo da igreja jejuar! É tempo da igreja voltar-se para Deus de todo o seu coração, com jejuns e com pranto (Jl 2.12). É tempo de buscarmos um reavivamento verdadeiro, que traga fome de Deus em nossas entranhas e traga um profundo anseio pela presença manifesta de Deus em nossa igreja, em nossa cidade, em nossa nação!



Rev Hernandes Dias Lopes

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Ó terra, terra, terra, ouça a palavra do Senhor!

VÍDEO DO DIA - Victorino Silva A Oração Traz Resposta

Victorino Silva A Oração Traz Resposta



PÃO DIÁRIO - 09/02/2019 - Cartas vivas

Cartas vivas

…manifestos como carta de Cristo […] escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente… —2 Coríntios 3:3


Em novembro de 1963, no mesmo dia em que o presidente John F. Kennedy foi assassinado, outro líder morreu — Clive Staples Lewis. Este acadêmico da Universidade de Oxford, que havia se convertido do ateísmo ao cristianismo, foi um escritor produtivo. Livros intelectuais, ficção científica, fantasias infantis e outros trabalhos fluíram de sua pena com uma forte mensagem cristã. Os seus livros têm sido usados por Deus na conversão de muitos, inclusive um político e um cientista ganhador do Prêmio Nobel.
Alguns são chamados para contar aos outros sobre Cristo por meio da sua escrita, mas todos os cristãos são convocados a serem “epístolas” ou cartas de Cristo, em nossa maneira de viver. O apóstolo Paulo nos diz: “…manifestos como carta de Cristo […] escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente…” (2 Coríntios 3:3).
Com certeza, Paulo não quis dizer que somos, na verdade, pedaços de papel nos quais a mensagem de Deus foi escrita. Mas como “cartas” vivas podemos demonstrar como Jesus Cristo faz a diferença na maneira que tratamos os outros e em nosso esforço para viver com integridade.
Poucos terão a mesma influência que C.S. Lewis teve, mas todos nós somos chamados a dar glória Àquele que nos ama e nos redimiu!
— Dennis Fisher

Leia: 2 Coríntios 3:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 20-21;Tiago 5

Considere: Somos as “cartas de recomendação” de Cristo para todos os que leem as nossas vidas.

É legítimo um cristão ser dizimista?

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O dízimo está sendo atacado em nossos dias com rigor desmesurado. Em parte, porque muitos líderes inescrupulosos usam expedientes escusos e reprováveis para arrancar do povo o último vintém, a fim de viverem no fausto e no luxo. Outros, porque em muitas igrejas falta transparência na prestação de contas e o povo não sabe quanto entra nos cofres da igreja nem onde os recursos são aplicados. Há, ainda outros, que são contra o dízimo porque não estão convencidos de que este é o claro ensino das Escrituras.

O dízimo não é uma questão meramente financeira. Trata-se do reconhecimento de que tudo o que existe é de Deus. Não trouxemos nada para o mundo nem nada dele levaremos. Somos apenas mordomos de Deus e, no exercício dessa mordomia, devemos ser encontrados fiéis. O dízimo mais do que um valor, é um emblema. É um sinal de fidelidade a Deus e confiança em sua providência. A devolução dos dízimos é uma ordenança divina. Não temos licença para retê-lo, subtraí-lo nem administrá-lo.

De todas as críticas feitas à doutrina do dízimo, talvez a mais frequente seja esta: “O dízimo faz parte da lei cerimonial e esta foi abolida na cruz. Logo estou desobrigado de ser dizimista”. À esta crítica, respondemos que a prática do dízimo está presente em toda a Bíblia. No Antigo Testamento está presente nos livros da lei, nos livros históricos, nos livros poéticos e nos livros proféticos. No Novo Testamento está presente tanto nos evangelhos como nas epístolas. É importante dizer que a prática do dízimo é anterior à lei cerimonial (Gn 14.20; 28.18-22). Abrão, quatrocentos anos antes de a lei ser instituída, pagou dízimo a Melquisedeque, tipo de Cristo (Hb 7.1-10). O dízimo foi incluído na lei, pois foi a maneira de Deus prover o sustento da tribo de Levi, aqueles que trabalhavam no ministério (Lv 27.30-33; Nm 18.21-32; Dt 14.22-29; 18.1-8).

Da mesma forma, os que estão no ministério hoje, na vigência da nova aliança, devem viver do ministério. Os mesmos princípios usados na antiga aliança são também usados na nova aliança para tratar do sustento dos obreiros (1Co 9.7-14). Embora a ordem levítica tenha cessado com o advento da nova aliança, os dízimos não cessaram, porque Abraão como pai da fé pagou o dízimo a Melquisedeque, tipo de Cristo, e nós, como filhos de Abraão, pagamos o dízimo a Cristo, sacerdote da ordem de Melquisedeque (Hb 7.4-10).

Aqueles que usam Mt 23.23 para dizer que Jesus sanciona o dízimo antes da inauguração da nova aliança, mas que depois de sua morte, essa sanção não era mais válida, esquecem-se de que junto ao dízimo Jesus menciona também outros preceitos da mesma lei (a justiça, a misericórdia e a fé): “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas” (Mt 23.23). Se estamos desobrigados do dízimo, por ser da lei, deveríamos também estar desobrigados desses outros preceitos da lei, ou seja, a justiça, a misericórdia e a fé. Fica evidente que Jesus reprova os escribas e fariseus pelo sua prática legalista e meritória do dízimo. Pensavam que o dízimo era uma espécie de salvo conduto. Imaginavam que por serem dizimistas tinham licença para negligenciar os outros preceitos da lei. Na verdade, os escribas e fariseus, besuntados de hipocrisia, estavam superestimando o valor do dízimo e menosprezando os principais preceitos da lei. Ao mesmo tempo, porém, que Jesus reprova a visão distorcida dos escribas e fariseus, que davam uma super-ênfase ao dízimo em detrimento da justiça, da misericórdia e da fé, referenda a prática do dízimo. Apesar dos desvios de uns e das críticas de outros, devemos continuar fiéis a Deus, na devolução dos dízimos, pois este é o claro ensino das Escrituras.



Rev Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


FILHO NÃO VEM PRONTO SE CONSTRÓI 

- Pr. Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


Portanto, não durmamos como os demais, mas estejamos atentos e sejamos sóbrios;

VÍDEO DO DIA - Toma o meu coração - Prisma Brasil

Toma o meu coração - Prisma Brasil



PÃO DIÁRIO - 08/02/2019 - Ofuscado

Ofuscado

…Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra… —Lucas 1:35


Há 50 anos, neste dia, o assassinato do presidente dos EUA, John F. Kennedy surpreendeu as pessoas ao redor do mundo. No dia seguinte ao tiroteio, um artigo de um jornal de Londres falou sobre as repercussões em todos os mercados financeiros mundiais. A manchete foi: “Todos os outros acontecimentos foram ofuscados pela tragédia americana.”
Há momentos em nossas vidas em que uma morte, uma tragédia ou uma repentina reviravolta nas circunstâncias ofusca tudo. Foi o que aconteceu a uma jovem solteira ao saber que seria a mãe do Messias prometido, o Filho de Deus (Lucas 1:26-33). Quando ela perguntou como isto poderia acontecer, o anjo Gabriel disse: “…Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra…” (v.35).
A impossibilidade na vida de Maria foi ofuscada não pelas trevas, mas pelo brilho da glória e poder de Deus. Sua resposta continua a deixar-nos admirados: “…que se cumpra em mim conforme a tua palavra…” (v.38).
Nas próximas semanas, enquanto lemos novamente a história do Natal e consideramos o nascimento de Jesus em nosso mundo, vale a pena ponderar a palavra ofuscada. Ela fala de maneira tão poderosa da presença do Senhor em nossos corações e sua capacidade de ofuscar os momentos mais sombrios.
— david c. mccasland

Leia: Lucas 1:26-38 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 18-19;Tiago 4

Considere: Em cada situação, somos ofuscados pelo maravilhoso amor e poder de Deus.

Quando ter pouco é melhor do que muitos rendimentos

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O povo brasileiro anda estupefato com os escândalos financeiros que brotam como cogumelo em nossa nação e desidratam os cofres públicos e deixam anêmica a nossa economia. A nação está sendo saqueada sem piedade, por aqueles que pousam de beneméritos do povo. A busca insaciável pelo lucro a qualquer custo tornou-se uma doença crônica e endêmica. É nesse contexto que a palavra de Deus adverte: “Melhor é o pouco, havendo justiça, do que grandes rendimentos com injustiça” (Pv 16.8). A riqueza é uma bênção de Deus se granjeada com honestidade. É Deus quem fortalece nossas mãos para adquirirmos riquezas. A prosperidade que Deus dá não traz em sua bagagem o desgosto. Porém, é um terrível engano negociar princípios absolutos e vender a consciência para granjear fortunas e acumular bens. O dinheiro adquirido com injustiça não traz conforto nem descanso para a alma. Mentir e corromper para obter vantagens financeiras é uma consumada tolice. Roubar e gananciosamente surrupiar o alheio para acumular riquezas é uma consumada loucura. Torcer as leis e atentar contra a vida do próximo para abastecer a ganância insaciável é entrar por um caminho de morte. Melhor é ser um pobre íntegro do que um rico desonesto. O bom nome vale mais do que riquezas. De nada vale morar num palacete e viver inquieto. De nada adianta morar num apartamento de luxo e não ter paz na consciência. É totalmente desprezível ostentar ou esconder uma riqueza cuja origem está escondida nos porões da corrupção. A felicidade não está nas coisas, mas em Deus. A segurança não está no dinheiro, mas em Cristo. A paz interior não está no quanto de dinheiro você tem, mas na habitação do Espírito Santo em seu coração.

A palavra de Deus, outrossim, alerta-nos para o fato de que, “melhor é um bocado seco e tranquilidade do que a casa farta de carnes e contendas” (Pv 17.1). A sociedade valoriza muito a riqueza e o requinte, mas investe muito pouco em relacionamentos. As pessoas conseguem aumentar seus bens, mas não conseguem melhorar sua comunicação. Adquirem bens de consumo, mas não tem prazer de usufruí-los. Fazem banquetes colossais, mas não há alegria para saboreá-los. É melhor comer m pedaço de pão seco, tendo paz de espírito, do que ter um banquete numa casa cheia de brigas e contendas. A felicidade não é resultado da riqueza, mas da paz de espírito. As pessoas mais felizes não são aquelas que mais têm, nem aquelas que participam dos banquetes mais requintados, mas aquelas que celebram o amor, a amizade e o afeto, apesar da pobreza. Precisamos investir mais em pessoas do que em coisas. Precisamos valorizar mais relacionamentos do que conforto. Precisamos dar mais atenção aos sentimentos que nutrimentos no coração do que ao alimento que colocamos no estômago. A tranquilidade é um banquete mais saboroso do que a mesa farta de carnes. A paz de espírito não é apenas um componente da festa, mas é a melhor festa. É melhor ter paz no coração do que dinheiro no bolso. É melhor ter tranquilidade na alma do que carnes nobres no estômago.

Fica meridianamente claro que o problema não é ter dinheiro, mas o dinheiro nos ter. O problema não é ter dinheiro no bolso, mas tê-lo entronizado no coração. O problema não é ter dinheiro como servo, mas tê-lo como patrão. A riqueza não é pecado nem a pobreza virtude. A raiz de todos os males não é o dinheiro, mas o amor ao dinheiro. A vida de um homem não consiste na abundância de bens que ele possui. Há pobres ricos e ricos pobres. Os que querem ficar ricos caem em grande tentação e cilada e atormentam sua alma com muitos flagelos. Mas o contentamento com a piedade é grande fonte de lucro.



Rev Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Os preceitos do Senhor são justos, e dão alegria ao coração. Os mandamentos do Senhor são límpidos, e trazem luz aos olhos.

VÍDEO DO DIA - Raiz Coral Vencedor Vem Chegando o Dia Meu Novo Lar


 Raiz Coral Vencedor Vem Chegando o Dia Meu Novo Lar



PÃO DIÁRIO - 07/02/2019 - Preocupação genuína

Preocupação genuína

Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. —Filipenses 2:4


Na primeira noite no acampamento familiar, o diretor do local informou às famílias sobre a programação para a semana. Ao terminar, perguntou se alguém tinha algo a dizer. Uma jovem se levantou e fez um apelo emocionante para obter ajuda. Ela falou sobre seu pequeno irmão — um menino com necessidades especiais — e como o cuidado com ele poderia ser um desafio. Disse como isso era cansativo para a sua família e pediu a todos ali para ajudá-los a tomar conta dele durante a semana. Era um apelo nascido da verdadeira preocupação por seu irmão e seus pais. Durante a semana, foi muito bom ver as pessoas se voluntariando para ajudar essa família.
O apelo da garota foi um lembrete gentil de como podemos facilmente nos envolver em nosso próprio mundo, vida e problemas a ponto de não enxergar as necessidades dos outros. Paulo descreveu a nossa responsabilidade: “Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros” (Filipenses 2:4). O versículo seguinte nos lembra de que isto é parte do exemplo de Cristo: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (v.5).
O nosso cuidado demonstra uma preocupação semelhante à de Cristo pelas pessoas que estão sofrendo. Que possamos descansar na graça de Deus, confiando nele para nos capacitar a servir os outros em seus momentos de necessidade.
— Bill Crowder


Leia: Filipenses 2:1-5

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 14-15;Tiago 2

Considere: Jesus importou-se com os outros. Siga o exemplo dele.

Pedro, nosso fiel retrato

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Pedro é o personagem mais contraditório da história. Oscilava como  uma gangorra desde os picos mais altos da coragem até às profundezas da covardia mais vil. Com a mesma velocidade que avançava rumo à devoção mais fiel, dava marcha ré e tropeçava em suas próprias palavras. Pedro é mais do que um homem paradoxal; é um emblema. Pedro é o nosso fiel retrato. É a síntese da nossa biografia. O sangue de Pedro corre em nossas veias e o coração de Pedro pulsa em nosso peito. Temos o DNA de Pedro. Oscilamos também entre a devoção e a apostasia. Subimos aos píncaros e caímos nas profundezas. Falamos coisas lindas para Deus e depois tropeçamos em nossa língua e blasfemamos contra ele. Prometemos inabalável fidelidade e depois revelamos vergonhosa covardia. Revelamos uma fé robusta num momento e em seguida naufragamos nas águas revolta da incredulidade. É isso que somos, Pedro!

Quem era Pedro? Pedro era filho de Jonas e irmão de André. Nasceu em Betsaida, bucólica cidade às margens do mar da Galiléia. Pedro era um pescador rude e iletrado, mas detentor de uma personalidade forte. Era notório seu dom de liderança. Pedro era casado. Fixou residência em Cafarnaum, quartel general de Jesus em seu ministério. Nessa cidade tinha uma empresa de pesca em sociedade com Tiago e João, os filhos de Zebedeu.

Pedro foi levado a Cristo pelo seu irmão André. Desde que foi chamado por Cristo para ser um pescador de homens, ocupou naturalmente a liderança do grupo apostólico. Seu nome figura em primeiro lugar em todas as listas neo-testamentárias que apresentam os nomes dos apóstolos. Foi o líder inconteste dos apóstolos antes da morte de Cristo e o destacado líder depois da ressurreição de Cristo. Ele foi o homem que abriu as portas do evangelho tanto para os judeus como para os gentios.

Seu ministério foi direcionado especialmente aos judeus, aos da circuncisão. Foi o grande pregador da igreja primitiva em Jerusalém, aquele que levou a Cristo cerca de três mil pessoas em seu primeiro sermão depois do Pentecostes. Também foi dotado pelo Espírito Santo para operar grandes milagres. Até mesmo sua sombra era instrumento poderoso nas mãos de Deus para curar os enfermos.

Pedro foi como uma pedra bruta burilada pelo Espírito Santo. De um homem violento, tornou-se um homem manso. De um homem afoito e precipitado, tornou-se um homem ponderado. De um homem explosivo, tornou-se um homem controlado e paciente. De um homem covarde tornou-se um gigante, que enfrentou prisões, açoites e a própria morte com indômita coragem.

Pedro foi um homem de oração. Tinha intimidade com Deus. Porque prevalecia secretamente diante de Deus em oração, levantava-se com poder diante dos homens para pregar. Pedro foi um pescador de homens e um presbítero entre outros presbíteros. Jesus colocou em sua mão o cajado de pastor e ordenou-lhe a apascentar seus cordeiros e a pastorear suas ovelhas. Pedro foi um homem que encorajou a igreja a enfrentar o sofrimento da perseguição e também denunciou com inabalável coragem os falsos mestres que perturbavam a igreja. Esse foi o teor respectivo de suas duas epístolas. Pedro foi um missionário que, juntamente com sua esposa, anunciou o evangelho em muitos redutos do império romano. Pedro exaltou a Cristo em sua vida e glorificou a Deus através de sua morte. Que você e eu, sigamos as pegadas desse homem de Deus e que em nossa geração, Cristo seja conhecido em nós e através de nós!



Rev Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

FILHO NÃO SE PERDE NA RUA, MAS EM CASA 

- Pr. Josué Gonçalves 




Versículo do dia

Versículo do dia


Nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.

VÍDEO DO DIA - PG e Juninho Afram (O Tempo e Perfeito Amor) | Tocando a Vida


PG e Juninho Afram 

(O Tempo e Perfeito Amor) | Tocando a Vida 



PÃO DIÁRIO - 06/02/2019 - Quem disse a verdade?

Quem disse a verdade?

Quem dentre vós me convence de pecado? Se vos digo a verdade, por que razão não me credes? —João 8:46


Na campanha presidencial de 2012 nos EUA, a cobertura televisiva dos discursos e debates incluiu muitas vezes o processo de “averiguação dos fatos” pelos analistas que comparavam as declarações dos candidatos com os seus registros sobre a verdadeira atuação deles. Os candidatos estavam dizendo a verdade ou manipulando os fatos a seu favor?
O apóstolo João registrou um debate entre Jesus e um grupo de pessoas que acreditava que Ele estava fazendo falsas afirmações sobre si mesmo. Jesus lhes disse: “…Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:31-32). Eles lhe disseram que nunca tinham sido escravos de ninguém e perguntaram: “Como dizes tu: Sereis livres?” (v.33).
Durante o debate, Jesus lhes afirmava que Ele estava falando a verdade (vv.34,40,45,46,51). Alguns acreditaram em Jesus, mas outros não, e permaneceram com raiva dele.
Em certo sentido, aquele debate continua até hoje. Os que se opõem a Jesus procuram desacreditar Suas declarações e transformá-las em mentiras. Jesus diz: Eu “digo a verdade” e promete que nos dará uma liberdade que não podemos encontrar em nenhum outro lugar.
O relato bíblico da vida de Jesus é digno de uma verificação dos fatos à medida que determinamos a quem seguiremos. Todos nós temos uma escolha a fazer.
— david c. mccasland


Leia: João 8:31-47

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 11-13;Tiago 1

Considere: A verdade de Deus resiste a qualquer teste.

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...