quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Onde a felicidade não está presente

Resultado de imagem para No final de sua vida, Salomão chegou à conclusão de que só o temor de Deus dá sentido  à vida (Ec 12.13).



O rei Salomão entregue às cogitações de seu coração, numa conversa consigo mesmo, disse: “Vamos! Eu te provarei com a alegria; goza, pois, a felicidade; mas também isso era vaidade” (Ec 2.1). Salomão foi o homem mais rico de sua geração. Sua fama era notória. Seu poder era colossal. Seu reino era esplêndido. Mesmo cercado de tanta pompa e luxo, mesmo habitando no pináculo do sucesso, mesmo sendo o rei mais conhecido e famoso de sua geração, perdeu-se nos labirintos de sua própria alma. Enfastiado com o glamour do mundo, Salomão procurou a felicidade em fontes onde ela não estava presente.

Em primeiro lugar, Salomão buscou a felicidade na bebida (Ec 2.3). Pensou que a felicidade estava no fundo de uma garrafa. Mas, a alegria do vinho é passageira e as consequências da embriaguez são danosas. Muitos ainda hoje entregam-se à bebedeira para a ruína de sua vida, para a destruição de sua reputação e para a dissolução de sua família. A alegria etílica evapora rapidamente. Não suporta as crises da vida. A verdadeira alegria está em Deus. Só na presença de Deus há plenitude de alegria e delícias perpetuamente.

Em segundo lugar, Salomão buscou a felicidade na riqueza (Ec 2.4-8a). Acumulou bens e granjeou fortunas colossais. Vestia-se regiamente. Estava cercado de ouro e pedras preciosas. Mas, o brilho da riqueza não passa de bolha de sabão, tem muito colorido, mas nenhuma consistência. Salomão mesmo sendo rico e o mais rico de sua geração não encontrou na riqueza a verdadeira felicidade. A riqueza material é ainda hoje a alavanca que move as pessoas e o vetor que governa muitos corações. Quantos relacionamentos são sacrificados! Quantas injustiças são feitas! Quantos crimes são praticados por causa do amor do dinheiro!

Em terceiro lugar, Salomão procurou a felicidade nas aventuras sexuais (Ec 2.8b). Proveu para si mulheres e mulheres. Teve setecentas princesas e trezentas concubinas. Mas, as aventuras românticas e as paixões carnais não preencheram o vazio do seu coração. Vivemos numa sociedade erotizada. O sexo é vendido como um produto vital para a felicidade humana. A indústria pornográfica move bilhões de dólares todos os anos. Quanto mais, porém, as pessoas se entregam às aventuras sexuais mais infelizes e vazias elas se tornam. O sexo é bom, puro e deleitoso, mas só é legitimamente usufruído no âmbito sacrossanto do matrimônio. Dentre suas mil mulheres, Salomão não encontrou nenhuma sequer, porque a felicidade não está na multiplicidade de parceiros sexuais, mas na fidelidade do casamento monogâmico.

Em quarto lugar, Salomão procurou a felicidade na fama. (Ec 2.9,10). Tornou-se grande, sobrepujou-se a todos os seus antecessores. Abasteceu seu coração com tudo o que desejou seus olhos, porém, no final reconheceu que todas essas coisas não passaram de vaidade (Ec 2.11). Multidões e multidões, ainda hoje, trafegam na passarela da fama sob as luzes da ribalta. Chegam ao topo de suas realizações e conquistas. Tornam-se famosos, são conhecidos e reconhecidos no mundo, mas todo esse glamour não preenche o vazio do coração, não satisfaz aos reclamos da alma, não produz verdadeira felicidade. Salomão transcendeu a todos os de sua geração em esplendor. O mundo inteiro olhava para ele com admiração. Todos apostavam que ele era o homem mais feliz do mundo. Porém, inobstante estar cercado de riqueza, fama e glórias humanas, nutria em seu coração uma tristeza crônica, pois a alegria que o mundo dá é rasa, passageira e insuficiente.

No final de sua vida, Salomão chegou à conclusão de que só o temor de Deus dá sentido  à vida (Ec 12.13). Agostinho de Hipona disse que Deus nos criou para ele e somente na presença dele encontraremos sentido para nossa vida. Você é uma pessoa feliz? Onde você está buscando a felicidade? Pare de correr de um lado para o outro. A verdadeira felicidade está em Deus, e nele somente!



Rev Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


para que o meu coração cante louvores a ti e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te darei graças para sempre.

VÍDEO DO DIA - Marcelo Nascimento Meu Refúgio Ao Vivo


Marcelo Nascimento Meu Refúgio Ao Vivo



PÃO DIÁRIO - 05/02/2019 - Bem-vindo de volta

Bem-vindo de volta

Porém tu, ó Deus perdoador, clemente e misericordioso… —Neemias 9:17


Jonas decidiu seguir a Cristo com 10 anos. Quinze anos depois, seu compromisso enfraqueceu. Ele adotou uma filosofia de viver o aqui e agora e desenvolveu alguns maus hábitos. Assim, sua vida pareceu desmoronar. Ele teve problemas no trabalho. Três familiares morreram quase que simultaneamente. Medos e dúvidas começaram a assolar Jonas, e nada parecia ajudar, até que um dia ele leu o Salmo 121:2: “O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra.” Estas palavras atravessaram o medo e a confusão em seu coração. Ele se voltou para a ajuda de Deus, e Ele o acolheu.
A jornada espiritual de Jonas me lembra da história do antigo povo de Israel. Os israelitas tinham uma relação única com Deus. Eles eram o Seu povo escolhido (Neemias 9:1-15). No entanto, passaram muitos anos se rebelando e ignorando a bondade de Deus, afastando-se para seguir os seus próprios caminhos (vv.16-21). Mas, quando eles se voltaram a Ele e se arrependeram, Deus foi perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-se e grande em bondade (v.17).
Estas qualidades divinas nos encorajam a nos aproximarmos de Deus, mesmo depois de termos nos afastado dele. Quando nós humildemente abandonarmos a nossa rebeldia e nos comprometermos novamente com os caminhos de Deus, Ele mostrará compaixão e nos acolherá de volta em Sua intimidade.
— Jennifer Benson Schuldt

Leia: Neemias 9:7-21

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 8-10;Hebreus 13

Considere: Os acolhedores braços de Deus estão sempre abertos.

Volte em paz para sua casa

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Jacó precisou fugir da casa de seus pais. Seu irmão Esaú queria matá-lo. Depois de muitas trapaças e mentiras, a situação no seu lar ficou insustentável. Orientado por sua mãe, enganou o pai e traiu o irmão. Agora, não pode mais ficar. Tem de sair. As fraquezas de Jacó, entretanto, não anularam o propósito de Deus em sua vida. Deus aparece para ele em Betel e lhe faz promessas. Jacó prossegue viagem e chega em Padã-Arã, e ali conhece Labão e suas filhas. Trabalhou quatorze anos para seu sogro para ter o direito de casar-se com Raquel. Deus abençoou sua vida e ele prosperou. Seu sogro era um homem esperto e queria se aproveitar dele, mas Deus reverteu a situação e Jacó enriqueceu-se. Depois de vinte anos, Jacó tem numerosa família e muitos bens.

O sucesso de Jacó foi a perturbação de Labão e de seus filhos. Jacó já não era mais bem-visto pelo sogro nem pelos cunhados. Jacó não tem mais espaço naquela terra, então, resolve voltar. Reúne suas mulheres, seus filhos, seu gado e sai. Porém, ao saber de sua fuga, Labão vai atrás dele, cheio de ira e o confronta. Jacó se defende e eles se perdoam e se reconciliam. Jacó volta à sua terra e Labão retorna a seu lar. Esse episódio nos enseja algumas lições.

Em primeiro lugar, quando há falta de transparência nos relacionamentos, surgem mágoas e ressentimentos. Labão quis passar a perna em Jacó e explorá-lo. Jacó desde cedo percebeu que a relação de seu sogro com ele não era uma relação de amor e transparência, mas de interesse e exploração. Isso criou uma fenda no relacionamento entre eles. Mesmo trabalhando perto, morando perto e convivendo, não havia diálogo nem comunhão.

Em segundo lugar, quando a malquerença se instala, a convivência se torna insuportável. Jacó não podia mais ficar. Precisou reunir sua família e sair. As palavras dos cunhados e o rosto do sogro não era mais favorável a ele. Suspeitas, acusações e hostilidade eram tudo que havia sobrado daquela relação utilitarista. A família não tem mais comunhão. O dinheiro ocupou o lugar dos relacionamentos. O lucro tomou o lugar do amor. A intenção de levar vantagem em tudo, pavimentou o caminho para a mágoa e a mágoa separou quem deveria ter vivido em comunhão.

Em terceiro lugar, quando a comunhão acaba e a desavença se estabelece, é preciso ter coragem para enfrentar o problema. Labão vai atrás de Jacó. O que domina seu coração é o ódio. Está furioso. Está revoltado. Sentiu-se traído. Jacó por sua vez, lanceta os abcessos da alma e põe para fora sua mágoa represada há vinte anos. Essa faxina da alma, porém, trouxe oportunidade para eles falarem um para o outro o que estava engasgado. Abriram a caixa de ferramenta, o porão da alma e fizeram uma assepsia do coração. O confronto e a confissão trouxe cura para eles.

Em quarto lugar, o confronto precisa desembocar em perdão e restauração. Labão e Jacó se reconciliaram. Abraçaram e se perdoaram. Comeram juntos e choraram. Agora, Labão torna-se, de fato, o pai de suas filhas e o sogro de Jacó. Dá conselhos e faz aliança. Não temos uma família perfeita. Porém, mesmo com suas rusgas e seus conflitos mal resolvidos, jamais podemos desistir da nossa família. Ela é preciosa e não podemos abrir mão dela. Precisamos ter coragem para confrontar e humildade para pedir perdão e perdoar. Precisamos dar o primeiro passo para restaurar o que foi quebrado e restituir o que foi perdido.

Em quinto lugar, quando os relacionamentos são curados, há paz para cada um voltar para sua casa. Tanto Labão quanto Jacó puderam voltar em paz para sua casa. Cada um seguiu o seu caminho e cada um foi guiado por Deus para cumprir o propósito de sua vida. Caminhar deixando pendências para trás é uma tragédia. Jacó saiu do encontro com o sogro para o encontro com Esaú. O mesmo Deus que o ajudou a restaurar seu relacionamento com o sogro, pavimentou o caminho da reconciliação com Esaú, seu irmão. Há conflitos na sua casa? Há pendências em sua família? É hora de resolver isso e voltar em paz para casa!



Rev Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Como ser bons pais de filhos adolescentes 

- Pr Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz.

VÍDEO DO DIA - Sarando a Terra Ferida - Vivendo o Impossível


Sarando a Terra Ferida - Vivendo o Impossível 



PÃO DIÁRIO - 04/02/2019 - Herói sobre o pecado

Herói sobre o pecado

Cria em mim, ó Deus, um coração puro… —Salmo 51:10


Há pouco tempo, alguém me fez uma pergunta muito difícil: “Quanto tempo você já ficou sem pecar? Uma semana, um dia, uma hora?” Como podemos responder a uma pergunta como essa? Se formos verdadeiros, poderemos dizer, “Eu não posso viver um dia sem pecar.” Ou, se pensarmos na semana passada, poderemos perceber que não confessamos a Deus nem mesmo um só pecado. Mas estaríamos nos enganando se disséssemos que não temos pecado em nossos pensamentos ou ações por uma semana.
Deus conhece os nossos corações e sabe se somos sensíveis ao poder de convencimento do Espírito Santo. Se realmente conhecemos a nós mesmos, nos apropriamos do versículo de 1 João 1:8: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.” Certamente, não queremos que o versículo 10 seja verdade para nós: “Se dissermos que não temos cometido pecado […] a sua palavra não está em nós”.
Uma pergunta mais encorajadora a fazer seria: “Qual é a resposta de Deus para a nossa admissão do pecado e da necessidade de perdão?” A resposta: “Se confessarmos […], Ele é fiel e justo para nos perdoar…” (v.9). Jesus levou o nosso problema de pecado sobre si ao morrer em nosso lugar e ressurgir. É por isso que Ele pode criar em nós “um coração puro” (Salmo 51:10). Tenho um amigo, jovem, que está certo quando diz: “Jesus é o herói sobre os nossos pecados.”
— Anne Cetas

Leia: 1 João 1

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 5-7;Hebreus 12

Considere: O perdão de Cristo é a porta para um novo começo.

Construa pontes em vez de cavar abismos

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Nós não somos perfeitos nem convivemos com pessoas perfeitas. Temos, não raro, motivos de queixas uns contra os outros. Os relacionamentos mais íntimos adoecem. As amizades mais próximas acidentam-se nos rochedos das decepções e das mágoas. As palavras de amor são substituídas por censuras e os abraços fraternos são trocados pelo afastamento gelado.

Os relacionamentos adoecem na família, na igreja e no trabalho. Pessoas que andaram juntas e comungaram dos mesmos sentimentos e ideais, afastam-se. Cônjuges que fizeram votos de amor no altar, ferem um ao outro com palavras duras. Amigos que celebravam juntos as venturas da vida, distanciam-se. Parentes que degustavam as finas iguarias no banquete da fraternidade, recuam amargurados. Irmãos que celebravam festa ao Senhor com o mesmo entusiasmo, apartam-se tomados por dolorosa indiferença.

Como podemos restaurar esses relacionamentos quebrados? Como podemos despojar-nos da mágoa que nos atormenta? Como podemos buscar o caminho do perdão e construir pontes em vez de cavarmos abismos?

1. reconhecendo nossa própria culpa na quebra desses relacionamentos. É mais fácil acusar os outros do que reconhecer nossos próprios erros. É mais fácil ver os erros dos outros do que admitir os nossos próprios. É mais cômodo recolher-nos na caverna da auto-piedade do que admitir com honestidade a nossa própria parcela de culpa. A cura dos relacionamentos começa com o correto diagnóstico das causas que provocaram as feridas. E um diagnóstico honesto passa pela admissão da nossa própria culpa.

2. tomando atitudes práticas de construir pontes de aproximação em vez de cavar abismos de separação. A honestidade de reconhecer nossa culpa e a humildade de dizer isso para a pessoa que está magoada conosco é o caminho mais curto e mais seguro para termos vitória na restauração dos relacionamentos quebrados. Jesus Cristo nos ensinou a tomar a iniciativa de buscar o perdão e a reconciliação. Não podemos ficar na retaguarda, nos enchendo de supostas razões, esperando que os outros tomem a iniciativa. Devemos nós mesmos dar o primeiro passo. Deus honrará essa atitude.

3. tomando a atitude de perdoar a pessoa que está magoada conosco assim como Deus em Cristo nos perdoou. É mais fácil falar de perdão do que perdoar. O perdão não é coisa fácil, mas é necessário. Não podemos ser verdadeiros cristãos sem o exercício do perdão. O perdão também não é coisa rasa. Não podemos nos contentar com uma cura superficial dos relacionamentos feridos. Não podemos ignorar o poder da mágoa nem achar que o silêncio ou o tempo, por si mesmos, possam trazer cura para esses relacionamentos estremecidos. O perdão é mais do que sentimento, é uma atitude. Devemos perdoar porque fomos perdoados e devemos perdoar como fomos perdoados. Devemos apagar os registros que temos guardado nos arquivos da nossa memória. Não devemos cobrar mais aquilo que já perdoamos nem lançar mais no rosto da pessoa aquilo que já resolvemos aos pés do Salvador. O perdão é um milagre. É obra da graça de Deus em nós e através de nós. É dessa fonte da graça que emana a cura para os relacionamentos quebrados. Que Deus nos dê a alegria da cura dos relacionamentos no banquete da reconciliação!



Rev Hernandes Dias Lopes

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz a cura.

VÍDEO DO DIA - Alex e Alex - Escrito nas estrelas


Alex e Alex - Escrito nas estrelas



PÃO DIÁRIO - 03/02/2019 - A quem é de direito

A quem é de direito

Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; […] a quem honra, honra. —Romanos 13:7


Meu marido e eu vivemos numa área rural rodeada por fazendas onde este lema é popular: “Se você fez uma refeição hoje, agradeça a um fazendeiro.” Definitivamente, eles merecem a nossa gratidão. Os fazendeiros fazem o trabalho duro do preparo do solo, plantio das sementes e colheita do alimento que nos impede de morrer de fome.
Mas toda vez que agradeço a um fazendeiro, também tento me lembrar de louvar a Deus, pois Ele é o único responsável pela produção do alimento que comemos. O Senhor dá a luz, envia chuva e cria a energia dentro da semente, que lhe dá a força para empurrar através do solo e produzir frutos.
Embora a terra e todas as coisas pertençam a Deus (Salmo 24:1), Ele escolheu os seres humanos para serem seus cuidadores. Nós somos responsáveis por usar os recursos da terra, como Ele os usaria para fazer a Sua obra no mundo (115:16). E, assim como nós somos mordomos da criação física de Deus, também somos mordomos do Seu projeto para a sociedade. Fazemos isso ao respeitar aqueles a quem Ele colocou em posição de autoridade, pagando os impostos, honrando aos que mereceram, e ao continuar a pagar a nossa dívida de amor (Romanos 13:7-8). Mas uma coisa nós reservamos para Deus: Todo louvor e glória pertencem ao Senhor, pois Ele é o único que faz todas as coisas possíveis (Salmo 96:8).
— Julie Ackerman Link

Leia: Romanos 13:1-10

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 3-4;Hebreus 11:20-40

Considere: Os caminhos insondáveis de Deus merecem o nosso louvor sem limites.

A prática do bem não pode esperar

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A prática do bem não pode ser postergada. Assim nos ensina as Escrituras: “Não te furtes de fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo” (Pv 3.27). A parábola do Bom Samaritano é uma ilustração eloquente do texto em apreço. Tanto o sacerdote quanto o levita viram um homem semimorto caído à beira do caminho e passaram de largo. Agiram com criminosa indiferença. Pensaram mais no conforto e segurança própria do que em socorrer o necessitado. Eles tinham oportunidade de fazer o bem, e não o fizeram. A omissão e a indiferença são pecados cruéis. É a apostasia do amor, o divórcio da misericórdia, a morte da sensibilidade. A prática do bem não pode ser postergada se está em nossas mãos o poder de realizá-la imediatamente. Não podemos despedir o nu sem roupa se temos como cobrir sua nudez. Não podemos despedir vazio o faminto se temos em nossa despensa abundância de pão. Não podemos falar ao próximo: volte amanhã, se podemos socorrê-lo no exato momento de sua necessidade. Quem ama tem pressa em socorrer a pessoa amada. Quem ama não adia a solução de um problema que é colocado em suas mãos. Delegar a solução de um problema a outrem tendo nós a oportunidade de resolvê-lo é consumada covardia. Deixar de ajudar alguém, tendo nós a chance e os recursos para atendê-lo é negar o amor. O bem precisa ser praticado e praticado sem tardança.

A Palavra de Deus ainda nos adverte: “Não digas ao teu próximo: Vai e volta amanhã; então, to darei, se o tens agora contigo” (Pv 3.28). A demora pode ser um erro irremediável. Protelar uma ação pode ser fatal. Muitos chegam tarde demais, quando poderiam ter chegado mais cedo. Outros deixam de estender a mão para socorrer alguém que está nos portais da morte. Salomão coloca uma situação prática para ilustrar esse fato. O próximo é toda pessoa necessitada que está em nosso caminho, ao nosso alcance. Essa pessoa pode ser membro da família de sangue, ligado à família da fé ou até mesmo alguém que se declara nosso inimigo. Se essa pessoa estiver necessitada e buscar nossa ajuda, tendo nós condições de socorrê-la, não devemos dizer a ela: “Volte amanhã e eu to darei o que me pedes”. A prática do bem precisa de feita imediatamente, com senso de urgência, pois a pessoa necessitada nem sempre pode esperar. Nosso coração não pode ser relutante na prática das boas obras. Nossas mãos não podem ser remissas na demonstração do amor. Despedir vazio o faminto, descoberto o nu e sedento o sequioso, com a promessa de que amanhã o ajudaremos é uma negação do amor, uma apostasia da misericórdia, uma negação da fé. O amor é pródigo na prática do bem. O amor tem pressa em socorrer a pessoa amada. Quem ama sai do território do discurso para engajar-se na ação misericordiosa.

Você tem sido uma fonte exuberante na qual os sedentos encontram refrigério? Você tem sido um celeiro transbordante onde os famintos podem mitigar sua fome? Você tem sido um mensageiro da esperança, onde os atormentados pelos dramas da vida podem buscar paz? Você tem sido um embaixador da verdade, onde os errantes podem encontrar o caminho? Você tem sido um amigo fiel onde as pessoas aflitas podem encontram uma palavra de conforto? Você tem sido um conselheiro sábio onde as pessoas confusas podem encontrar o caminho da vida? Você tem sido pródigo na prática da misericórdia e cuidadoso na censura ao próximo? Você tem sido um bálsamo do céu onde você está plantado? Você é alguém que torna o ambiente onde você está melhor, porque de sua vida transborda a graça de Deus e de suas mãos fluem a misericórdia? O alerta continua: Faça o bem, mas faça agora!



Rev Hernandes Dias Lopes

sábado, 2 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Como ter o céu em casa - Pr Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


Ó Esperança de Israel, tu que o salvas na hora da adversidade, por que te comportas como um estrangeiro na terra, ou como um viajante que fica somente uma noite?

VÍDEO DO DIA - Preto no Branco - Me Deixe Aqui ft. Priscilla Alcantara


Preto no Branco - Me Deixe Aqui ft. Priscilla Alcantara




PÃO DIÁRIO - 03/02/2019 - Corajoso defensor

Corajoso defensor


Por que sois tímidos, homens de pequena fé? —Mateus 8:26


Adormecer era um desafio durante a minha infância. Mal meus pais apagavam as luzes, as roupas amassadas que eu tinha jogado na cadeira assumiam a forma de um dragão feroz e os pensamentos de alguma coisa vivendo debaixo da minha cama me apavoravam tanto que dormir era impossível.
Eu percebi que o poder imobilizador do medo não é apenas uma experiência da infância. O medo nos impede de perdoar, nos posicionarmos no trabalho, doar os nossos recursos para o reino de Deus, ou dizer não quando todos os nossos amigos estão dizendo sim. Sozinhos, estamos diante de muitos dragões ferozes em nossas vidas.
Na história dos discípulos no barco revolto pela tempestade, me impressiono pelo fato de que o único que não tinha medo era Jesus. Ele não teve medo da tempestade, nem do homem louco num cemitério ou da legião de demônios que possuía aquele homem (Mateus 8:23-34).
Diante do medo, precisamos ouvir a pergunta de Jesus: “Por que sois tímidos…?” (v.26) e lembrar que Ele nunca nos deixará nem nos abandonará (Hebreus 13:5-6). Não há nada que Ele não possa superar e, portanto, nada para Ele temer. Assim, da próxima vez que você estiver assombrado por seus medos, lembre-se de que você pode confiar em Jesus, nosso corajoso defensor!
— Joe Stowell

Leia: Mateus 8:23-34

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 1-2;Hebreus 11:1-19

Considere: Em tempos de medo, clame a Jesus, o nosso corajoso defensor.

O CLAMOR DO AFLITO

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“Estou aflitíssimo; vivifica-me, Senhor, segundo a tua palavra” (Sl 119.107).

            A aflição é inevitável. Chega para todos, sem exceção. A vida não se desenrola num parque de diversões. Aqui navegamos por mares revoltos e atravessamos desertos inóspitos. Pessoas e circunstâncias tiram nossa alegria. Preocupações e ansiedade roubam nossas forças. Pecados e transgressões estrangulam a nossa paz. Enfermidades e limitações financeiras roubam nosso sono. Muitas são as causas de nossas aflições. Variadas são as consequências delas. O texto em apreço apresenta-nos quatro lições oportunas:

Uma confissão. “Estou aflitíssimo…”. O Salmista coloca sua aflição em grau superlativo. Sua aflição chegou ao nível máximo. Essa aflição vaza por todos os seus poros. Sua mente é açoitada pelo chicote dessa dor indescritível. Seu corpo é surrado pelos efeitos dessa angústia. Sua alma é atormentada, sem pausa, por essa tristeza que o encurrala por todos os lados. Temores internos e ameaças externas agravam sua crise. As dores do passado e o medo do futuro lançam sombras sobre sua vida. O presente o deixa atordoado. Não encontra nos recursos dos homens nenhum lenitivo. Saúde, dinheiro e prazeres não podem aplacar a sua dor emocional. Aventuras e conquistas não podem serenar os vendavais de sua alma. Está muito aflito, aflitíssimo!
Uma súplica. “… vivifica-me…”. Em face de sua extrema aflição, o salmista clama por vivificação. A tristeza nos abate a ponto de secar nossa alma. A aflição profunda transforma os cenários verdejantes do nosso coração num deserto cheio de cactos. Onde havia júbilo, a aflição traz a sinfonia dos gemidos. Onde havia brados de vitória, a aflição chega com sua bagagem cheia de derrotas amargas. Onde havia os raios fúlgidos da esperança, a aflição traz as nuvens escuras do desespero. Nessas horas, precisamos clamar aos céus para que nossa sorte seja restaurada. Precisamos de renovo, de restauração, de vivificação.
Um consolador. “… Senhor….”. A aflição pode vir de diversas fontes, mas nossa vivificação só pode vir do Senhor. Só ele tem poder para enxugar nossas lágrimas, terapeutizar nosso coração e curar as feridas da nossa alma. Só ele tem poder para perdoar nossos pecados, quebrar os grilhões que nos oprimem e arrancar da nossa alma a dor que nos aflige. Só o Senhor pode curar o enfermo, dar paz ao aflito e salvar o perdido. Quando descemos às profundezas da nossa aflição, somente Deus pode estender-nos a mão e tirar-nos desse poço escuro. Ele é poderoso para transformar nossos desertos secos em mananciais, nossos vales escuros em horizontes ensolarados, nossos dramas pessoais e familiares em motivos sobejos de louvor. O Senhor é o nosso consolador. Para ele não tem causa perdida nem problema insolúvel. Dele vem a nossa cura. De suas mãos procedem a nossa restauração.
Um instrumento. “… segundo a tua palavra”. Deus opera maravilhas em nossa vida segundo a sua palavra. Ele chama-nos ao arrependimento pela voz poderosa da sua palavra. Ele transforma-nos pelo poder de sua palavra. Ele instrui-nos na verdade, segundo a sua palavra. Ele guia-nos pelas veredas da justiça, pela luz da sua palavra. É pela palavra que nascemos. É pela palavra que crescemos. É pela palavra que atingimos a maturidade. Pela palavra Deus nos salva e nos reveste de poder. Pela palavra Deus nos consola e faz de nós instrumentos de consolação. Pela palavra Deus enche nossa alma de gozo e vivifica o nosso coração.


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Tomem também como exemplo os navios; embora sejam tão grandes e impelidos por fortes ventos, são dirigidos por um leme muito pequeno, conforme a vontade do piloto.
Semelhantemente, a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha.

VÍDEO DO DIA - Alex e Alex - Muda Minha Vida


Alex e Alex - Muda Minha Vida


PÃO DIÁRIO - 01/02/2019 - Ajudando os outros

Ajudando os outros


Quando também segares a messe da tua terra […] não segarás totalmente… —Levítico 19:9


Quando as tempestades de neve enterram as pastagens, os fazendeiros devem alimentar os seus rebanhos manualmente. Enquanto o feno é lançado a partir de carretas e caminhões, os animais mais fortes abrem caminho. Os animais tímidos ou doentes conseguem pouco ou nenhum alimento salvo pela intervenção do rancheiro.
Pessoas que trabalham em campos de refugiados e com distribuição de alimentos relatam um padrão semelhante. Ao abrirem as portas para os necessitados, os fracos e tímidos podem não chegar à frente da fila. Como os fazendeiros, essas “cordas salva-vidas” humanas devem tomar medidas para assegurar que os seus serviços alcancem o fraco, cansado, doente e os que estão à margem da sociedade.
Eles estão realizando um princípio estabelecido por Deus há muito tempo. No livro de Levítico 19, Moisés instruiu os fazendeiros de Israel e viticultores a deixar porções dos seus cultivos para que o pobre e o estrangeiro tivessem algo para comer (vv.9-10).
Nós também podemos ser como zeladores para o fraco e cansado. Quer sejamos professores persuadindo os alunos tímidos a se abrirem, profissionais junto a um colega de trabalho em dificuldades, presidiários cuidando dos recém-chegados, ou os pais que dão atenção aos seus filhos. Nós temos maneiras de honrar a Deus ajudando os outros.
À medida que buscamos servir os necessitados, que a graça de Deus que nos alcançou em nossa necessidade nos mova para alcançar aos outros nas deles.
— Randy Kilgore


Leia: Levítico 19:9-15

Examine: A Bíblia em um ano: Lamentações 3-5;Hebreus 10:19-39

Considere: Ao servirmos aos outros, servimos a Deus.

Preguiça, alergia ao trabalho

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O preguiçoso tem alergia ao trabalho. Sente urticária só em pensar que precisa sair de seu comodismo. A preguiça é indolência crônica e irresponsabilidade consumada. A preguiça desemboca em pobreza e penúria. 
Três fatos serão aqui destacados:

Em primeiro lugar, as desculpas do preguiçoso (Pv 26.13). “Diz o preguiçoso: um leão está nas ruas”. O preguiçoso é um especialista em arranjar desculpas. Emprega toda sua energia e todo o seu esforço mental para criar mecanismos de defesa, para inventar razões para não trabalhar. O preguiçoso vê o que não existe, aumenta o que existe e foge daquilo que deveria procurar. O provérbio em apreço mostra até que ponto o preguiçoso é capaz de chegar em suas desculpas. O leão é um animal selvagem que vive em algumas savanas, longe de lugares habitados. O leão não perambula pelas ruas. Não transita entre os homens. Não vive às soltas nas ruas. Mas, como o preguiçoso precisa encontrar uma justificativa para sua inércia, inventa essa descabida desculpa. Se o preguiçoso usasse sua ginástica mental, utilizada para criar desculpas, para trabalhar, poderia ser um indivíduo próspero. Mas, ele prefere ficar confortavelmente em seu leito, virando de um lado para o outro, descansando. Ele cansa de descansar; então, descansa até cansar. O preguiçoso viu ameaça onde não tinha ameaça, mas o verdadeiro leão que viu nas ruas é sua pobreza que chegará e desse leão ele não escapará.

Em segundo lugar, a cama do preguiçoso (Pv 26.14). “Como a porta que se revolve nos seus gonzos, assim, o preguiçoso, no seu leito”. A cama do preguiçoso é o seu quartel-general. É dessa trincheira que ele inventa todas as suas estratégias para não trabalhar. O preguiçoso se revolve no seu leito como uma porta se revolve nos seus gonzos. Uma porta se revolve nos seus gonzos, mas não sai do lugar. Ela abre e fecha o tempo todo, mas fica estacionada no mesmo lugar. Assim é o preguiçoso. Ele se mexe na cama. Ele vira de um lado para o outro. Mas, ele não se levanta para agir. Ele não pula do leito para trabalhar. Seu descanso parece não ter fim. Seu sono parece nunca acabar. Está sempre cansado. Sempre precisando de mais descanso. O trabalho é para ele um perigo e uma ameaça. O leito do preguiçoso é sua câmara de segurança. O seu quarto é seu castelo seguro. O sono para ele é mais doce do que o mel. O conforto do seu quarto é para ele melhor do que as maiores conquistas do trabalho. Sua recompensa é descansar um pouco mais até que a pobreza bata à sua porta como um leão faminto.

Em terceiro lugar, o engano do preguiçoso (Pv 26.16). “Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem”. O preguiçoso não tem apenas as mãos frouxas para o trabalho, mas também, a mente ágil para a soberba. Ele se julga mais inteligente que o maior dos gênios. Acredita que sua filosofia de vida, rendida à preguiça crônica, está acima de todas as outras. Arrogantemente estadeia sua sabedoria e aplaude a si mesmo, julgando-se melhor do que os outros. Entoa, com o peito estufado, o cântico “quão grande és tu” diante do espelho. Acredita que é mais sábio a seus próprios olhos do que sete homens que sabem responder bem. O preguiçoso tem uma visão distorcida não só do trabalho, mas também de si mesmo. Vê o trabalho como ameaça e a si mesmo como sábio. Tem uma visão exagerada de si mesmo, a ponto de achar-se melhor do que os maiores sábios. A preguiça tirou-lhe o bom senso, embaçou seus olhos, entorpeceu sua mente e afrouxou seus braços. O preguiçoso é um indivíduo não apenas tolo, mas também auto-enganado. Pensa ser quem não é. Literalmente, ele dorme o sono da morte. Sua máscara só cairá no dia da calamidade. Então, perceberá tarde demais, que suas desculpas foram esfarrapadas, sua sabedoria não passava de consumada tolice e seu sono confortável lhe empurrará para o abismo da calamidade irremediável.



Rev  Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...