terça-feira, 8 de janeiro de 2019

PÃO DIÁRIO - 08/01/2019 - O dia glorioso!


O dia glorioso!

Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito… —Mateus 28:6


Foi no dia seguinte. Meu time favorito tinha acabado de perder seu último jogo e o sonho de um campeonato tinha sido frustrado. O tempo estava frio e um pouco feio quando entrei no carro para ir ao trabalho. Nada disso deveria ter tanta importância, mas estava transformando aquela segunda-feira em um dia triste.
Mas então tocou uma música no rádio que transformou a minha perspectiva. Era a banda Casting Crowns cantando “Glorioso dia”. “Um dia o levaram ao Calvário, e o pregaram para morrer em um madeiro. Sofrimento, angústia, desprezo e rejeição”. Até esse momento, nada de encorajamento — mais notícias ruins. Mas logo depois, a canção descreve a boa notícia da ressurreição de Cristo e Sua vitória sobre a morte.
Do pior dos dias — e da escuridão do meio-dia naquele monte em Jerusalém — surgiu a única verdadeira esperança para a humanidade. Porque Jesus “suportou os pregos por mim, levou os meus pecados, e vai voltar”, como diz a canção, “Ó, dia glorioso!”
Talvez o dia de hoje não tenha começado bem e você esteja enfrentando uma série de problemas, que ameaçam trazer desespero. Volte sua atenção para Jesus. Relembre o que Ele fez por você no Calvário e como Ele venceu a morte por Sua ressurreição: “Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito…” (Mateus 28:6). Isso pode tornar qualquer dia num dia glorioso!
— Dave Branon

 Leia: Mateus 27:27-31; 28:1-6

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 62-64;1 Timóteo 1

Considere: O túmulo vazio de Cristo nos enche de esperança.

Integridade inegociável

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“Não furtarás” (Ex 20.)


O oitavo mandamento da lei de Deus trata da integridade em relação aos bens do próximo. Precisamos respeitar sua vida, sua honra e seus bens. Quem ama o próximo não atenta contra sua vida. Quem ama o próximo não fere sua honra. Quem ama o próximo não saqueia os seus bens.

Este mandamento é assaz oportuno e gritantemente necessário, pois a maior crise que atinge o nosso país é a crise de integridade. O roubo está presente desde o topo da sociedade até suas camadas mais abissais. O país está sendo saqueado por um horda de ladrões, muitos deles, de colarinho branco. Os poderosos armam esquemas ardilosos para assaltar os cofres da nação e se abastecerem das riquezas que deveriam ser distribuídas com justiça, deixando à margem das oportunidades os fracos que não têm voz nem vez. O roubo está presente no palácio e no congresso. Está presente nas cortes e nas universidades. Está presente na indústria e no comércio. Está presente nas ruas e nos templos.

Vamos, aqui destacar algumas frentes onde este momentoso mandamento está sendo quebrado.

Em primeiro lugar, furta-se sempre que o alheio é apropriado de forma frontal e violenta. Cresce assombrosamente em nossa nação os assaltos, os sequestros, os arrombamentos e a prática dos larápios que, furtivamente, subtraem o alheio. Essa forma afrontosa ou sutil de saquear o próximo e ainda atentar contra sua integridade física é uma transgressão incisiva deste mandamento.

Em segundo lugar, furta-se sempre que os recursos públicos são desviados para abastecer as contas bancárias dos poderosos. A corrupção endêmica em nosso país é uma prova insofismável de que a lei de Deus está sendo pisada como lama nas ruas. O erário público é assaltado impiedosamente. As obras públicas superfaturadas para abastecer os interesses rasteiros de políticos e empresários desonestos tiram o pão da boca do faminto e deixam desamparados os pobres. A corrupção é um crime contra a nação, é uma violência social gritante e um atentado contra o próximo.

Em terceiro lugar, furta-se sempre que na indústria e no comércio se faz propaganda enganosa para enganar os consumidores. Sempre que a indústria entrega um produto inferior ao prometido e o comércio majora os preços para auferir maiores lucros, o consumidor está sendo lesado. Deus abomina a mentira. Ele reprova balanças enganosas e pesos falsos. Deus não tolera a falta de integridade nas palavras e nas ações. Os ardis forjados para se passar um produto inferior por um preço superior é uma conspiração contra os bens do próximo e uma afronta aos seus direitos.

Em quarto lugar, furta-se sempre quando no trabalho se retém da empresa o que ela tem direito e sempre que o trabalhador retém da empresa o que não lhe pertence. O furto não é apenas de coisas, mas também de tempo, empenho e desempenho. Quando um funcionário faz corpo mole em vez de trabalhar com afinco. Quando chega sistematicamente atrasado em vez de ser pontual. Quando se apropria de objetos e bens da empresa para uso pessoal, o oitavo mandamento da lei de Deus está sendo quebrado.

Em quinto lugar, furta-se sempre que a propriedade privada é invadida, mesmo sob os auspícios de leis jeitosamente feitas para anular a lei substantiva de Deus. A propriedade privada é um direito sagrado dado pelo próprio Deus. Invadir a propriedade privada por quaisquer motivos, suplantando o direito do proprietário é uma quebra do oitavo mandamento. A apropriação indiscriminada dos bens alheios e a Estatização dos bens particulares é uma afronta à lei de Deus e um golpe ao direito do próximo. Que os homens se curvem à lei de Deus, pois ela deve ser a matriz para todas as leis humanas. Só assim, teremos uma sociedade ordeira e íntegra.




Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


"Eu sou o Alfa e o Ômega", diz o Senhor Deus, "o que é, o que era e o que há de vir, o Todo-poderoso".

VÍDEO DO DIA - Elaine Martins e Michelle Nascimento - Via Dolorosa (Grandes Encontros MK 30 Anos)

Elaine Martins e Michelle Nascimento - Via Dolorosa 



PÃO DIÁRIO - 07/01/2019 - Mantenha a calma

Mantenha a calma



… Nós somos servos do Deus dos céus e da terra… —Esdras 5:11

“Mantenha a calma e ligue para mamãe.” “Mantenha a calma e alimente-se.” “Mantenha a calma e ponha a chaleira no fogo.” Estas palavras derivam da frase: “Mantenha a calma e siga em frente.” Esta mensagem apareceu pela primeira vez na Grã-Bretanha quando a Segunda Guerra Mundial começou em 1939. Os oficiais britânicos imprimiam a frase em pôsteres projetados para combater o pânico e o desânimo durante a guerra.
Tendo voltado à terra de Israel após um tempo de cativeiro, os israelitas precisaram vencer seus medos e a interferência inimiga ao começarem a reconstruir o templo (Esdras 3:3). Quando terminaram a fundação, seus oponentes “alugaram contra eles conselheiros para frustrarem o seu plano…” (4:5). Os inimigos de Israel também escreveram cartas acusadoras aos oficiais do governo e tiveram sucesso no atraso do projeto (vv.6,24). Apesar disto, o rei Dario eventualmente emitiu um decreto que permitia ao povo concluir o templo (6:12-14).
Quando estamos comprometidos com a obra de Deus e encontramos reveses, podemos continuar calmamente porque, assim como os israelitas, “…Nós somos servos do Deus dos céus e da terra…” (5:11). Os obstáculos e atrasos podem nos desencorajar, mas podemos descansar na promessa de Jesus: “…edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mateus 16:18). É o poder de Deus que capacita a Sua obra e não o nosso.
—JBS

Leia: Esdras 5:7-17 

Examine: … Nós somos servos do Deus dos céus e da terra… —Esdras 5:11

Considere: O Espírito de Deus concede poder ao nosso testemunho.

Há esperança para aquele que pecou

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“Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas quem as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).

Não há homem que não peque. Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. A inclinação do nosso coração é para o mal. O pecado é uma isca que nos seduz e uma armadilha que nos atrai. O pecado é maligníssimo. Seu salário é a morte. Mas, será que há esperança para aquele que peca? O texto em tela nos dá a resposta.

Em primeiro lugar, há esperança para aquele que peca, quando há uma disposição de confissão. Encobrir o pecado é subestimar seu poder devastador. Mantê-lo escondido é tornar-se seu escravo. Onde o pecado é escondido, aí ele exerce sua tirania. O caminho do transgressor fica bloqueado, sempre que seu pecado é mantido sob o manto do silêncio. Encobrir o pecado é abrir no peito uma dor sem cura, é ver alastrar no corpo uma doença contagiosa, é ser derrotado por um mal fatal. Davi chegou a dizer que enquanto ele calou o seu pecado, o seu vigor tornou-se em sequidão de estio e a mão de Deus pesava sobre ele de dia e de noite. Os cânticos de alegria foram substituídos pelos constantes gemidos. A alma em festa foi coberta de luto e a exultação em Deus foi transformada em total desespero. Oh, quão terrível é o pecado! Quão devastador são seus efeitos! Quão perturbador é para a alma encobri-lo.

Em segundo lugar, há esperança para aquele que peca, quando há uma confissão sincera. Mas, o que é confessar o pecado? É concordar com Deus que houve a transgressão. É não se justificar nem buscar evasivas apenas para continuar na sua prática. A confissão é a disposição de reconhecer a culpa. É espremer o pus da ferida. É fazer uma assepsia da alma e uma faxina da mente. A confissão deve ser a Deus, uma vez que só Deus pode perdoar pecados. Nenhum homem, por mais consagrado ou por mais alta posição que ocupe tem essa autoridade. Quando pecamos contra o nosso próximo, devemos, também, confessar a ele nossa transgressão. A palavra de Deus nos ensina a confessarmos os nossos pecados uns aos outros para sermos curados. A Escritura ainda nos diz que se confessarmos os nossos pecados Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça. Quando confessamos, Deus perdoa e quando Deus perdoa, ele apaga completamente as nossas transgressões e nos torna mais alvos do que a neve. Oh, que glorioso perdão podemos receber de Deus! Oh, quão gracioso é o nosso Deus que nos dá o seu perdão, que não merecemos e quão misericordioso é ele que não aplica em nós o seu justo juízo que merecemos! Se Deus observasse os nossos pecados estaríamos consumidos. Mas, porque ele é perdoar, nisso consiste nossa esperança!

Em terceiro lugar, há esperança para aquele que peca, quando depois da confissão do pecado há um rompimento com sua prática. O ensino da palavra de Deus não é arrependimento e novamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento. Não é confissão e mais confissão do pecado, mas confissão e abandono do pecado. É confessar as transgressões e deixá-las. A confissão e o abandono do pecado implica no recomeço de uma nova vida. É lembrar de onde se caiu e voltar à prática das primeiras obras. É sair do deserto existencial que o pecado produziu e entrar no jardim de Deus, onde os aromas da graça exalam com exuberância. É sacudir o jugo pesado da tristeza que o pecado produziu e celebrar com vívida alegria a restauração. A promessa segura de Deus é que aquele que confessa e deixa suas transgressões alcança misericórdia. Oh, graça maravilhosa! Oh, Deus perdoador! Oh, esperança bendita! Há esperança para você, há esperança para mim, há esperança para todos nós, pecadores!



Rev Hernandes Dias Lopes

domingo, 6 de janeiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

SAÍ COM OUTRA MULHER - JOSUÉ GONÇALVES




Versículo do dia

Versículo do dia


"Vocês esperavam muito, mas, para surpresa de vocês, acabou sendo pouco. E o que vocês trouxeram para casa eu dissipei com um sopro. E por que fiz isso? ", pergunta o Senhor dos Exércitos. "Por causa do meu templo, que ainda está destruído, enquanto cada um de vocês se ocupa com a sua própria casa.

VÍDEO DO DIA - Elaine Martins - Volte A Sonhar (Clipe Oficial MK Music)

Elaine Martins - Volte A Sonhar 



PÃO DIÁRIO - 06/01/2019 - Corações dispersos

Corações dispersos

…Ora, o povo cometeu grande pecado, fazendo para si um deus de ouro. —Êxodo 32:31


No último outono, uma via expressa na minha cidade foi fechada por várias horas por causa do tombamento de um caminhão que transportava gado. O rebanho então escapou e se espalhou pela rodovia. Saber desta notícia sobre gado desaparecido me fez pensar em algo que eu havia estudado recentemente no livro de Êxodo 32, sobre o povo de Deus que se desviou dele.
No reino dividido do antigo Israel, o rei Jeroboão erigiu dois bezerros de ouro para que o povo os adorasse (1 Reis 12:25-32). Mas a ideia de adorar pedaços de ouro não se originou dele. Mesmo depois de escapar da escravidão brutal e de ter visto o poder do Senhor e a Sua glória demonstrada poderosamente, os israelitas rapidamente permitiram que os seus corações se afastassem desse rei (Êxodo 32). Enquanto Moisés estava no Monte Sinai recebendo a lei do Senhor, seu irmão Arão ajudou o povo de Deus a se desviar, construindo um ídolo no formato de um bezerro de ouro. O autor de Hebreus nos lembra da ira de Deus para com essa idolatria e para com aqueles que “sempre erram no coração” (Hebreus 3:10).
Deus sabe que nossos corações têm tendência a se desviar. Sua Palavra deixa claro que Ele é o Senhor e que não devemos adorar “outros deuses” (Êxodo 20:2-6).
“Porque o Senhor é o Deus supremo e o grande Rei acima de todos os deuses.” (Salmo 95:3). Ele é o único Deus verdadeiro!
— Cindy Hess Kasper

Leia: Êxodo 32:21-35

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 59-61;2 Tessalonicenses 3


Considere: Ansiar intensamente por algo mais do que pelo Senhor é idolatria. —A. B. Simpson

COBIÇA, O PECADO SECRETO

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“Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo” (Ex 20.17).



A cobiça é o pecado secreto do coração. É subjetivo e não pode ser identificado pelo homem. De todos os dez mandamentos, este é o único que se mantém incógnito ao alvitre humano. Uma pessoa pode ter uma auréola de santidade sobre a cabeça e um coração podre, encharcado de cobiça. Foi esse décimo mandamento da lei de Deus que levou o apóstolo Paulo à consciência de que era pecador. Os nove primeiros mandamentos da lei de Deus são objetivos e podem ser vistos e julgados por todos os homens, mas o décimo trata de uma questão de foro íntimo e nenhum tribunal da terra tem competência para julgar fora íntimo.

A cobiça é o desejo de possuir o alheio. É um pecado de ingratidão,  uma vez que o cobiçoso não valoriza o que tem nem se contenta com o que tem, mas deseja ardentemente o que se não tem nem se pode ter. O cobiçoso em vez de se deleitar naquilo que recebeu de Deus, movido pela ganância insaciável, busca ter o que pertence ao próximo.

O texto em tela destaca alguns pontos, que passaremos a mencionar:

Em primeiro lugar, a cobiça induz o indivíduo a desejar a casa do próximo. Esse é um desejo amplo e abrangente. O cobiçoso anseia ter tudo o que o próximo tem, ou seja, a sua casa com tudo o que ela tem e representa. O cobiçoso tira os olhos de tudo o que tem para colocá-los em tudo o que não tem. O cobiçoso é como Adão e Eva, que embora galardoados por Deus e tendo o privilégio de viver no jardim do Éden, cheio de delícias, tendo plena comunhão com Deus, sentiram-se injustiçados e desejaram ser iguais a Deus. O cobiçoso é como o rei Acabe, que não satisfeito em assentar-se no trono, e ser dono de tantas riquezas, entristeceu-se por não ter a vinha de Nabote. O cobiçoso quer tudo o que o outro tem, em vez de alegrar-se com tudo o que já tem.

Em segundo lugar, a cobiça induz o indivíduo a desejar o cônjuge do próximo. Cobiçar a mulher do próximo é desejar o que se não pode ter. É desejar o proibido. É abrir um caminho escorregadio rumo ao adultério. Davi viu e desejou Bate-Seba, por isso adulterou com ela. A cobiça é a mãe do pecado e a avó da morte. O desejo secreto gesta a ação pecaminosa. O cobiçoso ainda que não consume o ato de seu desejo, aos olhos de Deus, já cometeu o pecado de adultério, pois Deus julga não apenas o ato, mas também a intenção e o desejo. Portanto, cobiçar a mulher do próximo é uma quebra do sétimo mandamento da lei de Deus. Jesus afirmou que aquele que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela. Mesmo que o adultério tenha ocorrido apenas nas recâmaras do coração, aos olhos de Deus, o pecado já aconteceu. É preciso, portanto, alertar que o tribunal de Deus tem competência para julgar foro íntimo, uma vez que Deus conhece não apenas nossas ações, mas também nossas intenções.

Em terceiro lugar, a cobiça induz o indivíduo a desejar os bens do próximo. Esses bens são descritos como servos, animais ou quaisquer outros bens. Desta forma, a cobiça é uma quebra do oitavo mandamento. Mesmo que o cobiçoso não consume o objeto de seu desejo, aos olhos de Deus, ele é um ladrão, pois se não conseguiu ter os bens do próximo, não foi por falta de motivação, mas por fatores alheios à sua vontade. O cobiçoso pode jamais ser apanhado pela lei dos homens, mas não consegue escapar da lei de Deus. O cobiçoso pode jamais ser descoberto pelo escrutínio da lei ou julgado pelos tribunais da terra, mas não ficará impune à análise perscrutadora do tribunal de Deus. Oh, que Deus nos livre desse terrível pecado da cobiça!



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 5 de janeiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Nunca lhes falte o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor.

VÍDEO DO DIA - Reina sobre mim | Nívea Soares

Reina sobre mim | Nívea Soares




PÃO DIÁRIO - 05/01/2019 - O fim?

O fim?

Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. —1 Coríntios 15:57


Tudo neste mundo acaba no devido tempo, o que às vezes pode ser desanimador. É o sentimento que se tem ao ler um livro tão bom que chega-se a não querer que acabe. Ou quando você assiste a um filme que você gostaria que durasse um pouco mais.
Mas todas as coisas — boas e ruins — chegam ao fim. Na verdade, a vida finalmente chega ao fim, e às vezes mais cedo do que esperamos. Todos nós que já estivemos ao lado do caixão de um ente querido sabemos o vazio doloroso de um coração que deseja que a vida ainda não tivesse terminado.
Felizmente, Jesus compreende as profundas decepções e, por meio de Sua morte e ressurreição, Ele nos traz esperança. Nele, “o fim” é um prelúdio a uma eternidade livre da morte, e palavras como “acabou” são substituídos pela alegre expressão “para sempre”. Uma vez que os nossos corpos não são uma realidade eterna, Paulo nos assegura que “deveremos ser todos transformados” (1 Coríntios. 15:51), e nos lembra que por causa da conquista de Cristo, podemos dizer com confiança: “Onde está, ó morte, a tua vitória?…” (v.55).
Portanto, não deixe seu coração ser incomodado. Nossa tristeza é verdadeira, mas podemos nos encher de gratidão, pois Deus “nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.57).
— Joe Stowell


Leia: 1 Coríntios 15:50-58 

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 53-55;2 Tessalonicenses 1

Considere: Em Cristo, o fim é apenas o começo.

NÓS SOMOS A MORADA DE DEUS

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“E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles” (Ex 25.8)



O Deus transcendente, que nem o céu dos céus pode contê-lo, decidiu vir morar com o seu povo. Moisés é ordenado a fazer um tabernáculo e nesse tabernáculo a presença manifesta de Deus seria notória no meio do povo. Mais tarde, o tabernáculo móvel foi substituído pelo templo de Jerusalém e, mais uma vez, a presença de Deus encheu aquela casa. Na plenitude dos tempos, o próprio Filho de Deus desceu e se encarnou. Habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. O Filho de Deus viveu entre nós, morreu por nós, ressuscitou para a nossa justificação e retornou ao céu vitoriosamente. Então, enviou o Espírito Santo, o outro Consolador, para estar para sempre conosco, habitando em nós. Nosso corpo, frágil vaso de barro, é o santo dos santos, onde o Espírito Santo habita. Somos o morada de Deus!

Que implicações tem essa verdade magna?

Em primeiro lugar, o nosso corpo é sagrado (1Co 3.17). O nosso corpo, embora frágil e mortal, é a habitação do Espírito Santo. Porque ele é a morada de Deus, o nosso corpo é sagrado. Profaná-lo, portanto, é uma desonra para aquele que nele habita. Destruí-lo, é afrontar aquele que tem o poder para dar a vida e tirá-la. A sacralidade do nosso corpo não está em sua essência, mas na sua utilidade. Ele é sagrado porque aquele que é Santo, Santo, Santo nele habita.

Em segundo lugar, o nosso corpo é membro de Cristo (1Co 6.15). Sendo o nosso corpo membro de Cristo, não podemos fazer dele, membro de meretriz. Isso é profanar o santo nome do nosso Salvador e macular sua honra bendita. Precisamos ter plena consciência de quem somos, a quem estamos unidos e quem é que habita em nós. Nosso corpo não está a serviço do pecado. Nosso corpo não existe para atender as seduções do mundo. Nosso corpo é membro de Cristo e está a serviço dele.

Em terceiro lugar, o nosso corpo é o santo do santos onde a glória de Deus assiste (1Co 3.16). A palavra santuário no texto em tela, onde o Espírito de Deus habita, não é templo, mas o santo dos santos, o lugar mais sagrado templo, onde estava a arca da aliança e onde a glória de Deus se manifestava em seu fulgor. A arca era um símbolo de Cristo e Cristo está em nós. Ele habita em nosso coração. E tem as chaves de toda a nossa vida.

Em quarto lugar, o nosso corpo não nos pertence (1Co 6.19). Aqueles que são morada de Deus não pertencem mais a si mesmos. Eles foram criados por Deus, remidos por Cristo e selados pelo Espírito Santo para serem propriedade exclusiva de Deus. Não podem mais usar o corpo para a impureza. Não podem profanar com imoralidade a santa habitação de Deus. Não podem se render aos vícios deletérios. Não podem destruir o corpo com práticas invasivas e perniciosas, subjugando-o à escravidão do pecado.

Em quinto lugar, o nosso corpo foi comprado por alto preço (1Co 6.20a). O nosso corpo é de Deus, porque ele o criou e porque ele o comprou por alto preço, o preço de sangue, o sangue do seu Filho. Fomos resgatados do nosso fútil procedimento. Embora pecadores e sujeitos à morte, Deus investiu tudo em nós. Ele nos comprou não com coisas perecíveis como o ouro ou a prata, mas com o sangue precioso de Jesus. Somos de Deus. Duplamente dele! Ele tem direito sobre nós tanto de criação como de redenção!

Em sexto lugar, devemos glorificar a Deus no nosso corpo (1Co 6.20b). Em vez de unir nosso corpo à impureza para profaná-lo ou em vez de destruir o nosso corpo capitulando-nos aos vícios degradantes, devemos glorificar a Deus em nosso corpo, vivendo de forma justa, sensata e piedosa neste mundo.



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


TODO FILHO QUER PRESENÇA, ANTES DE PRESENTE 

- Pr. Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


Depois despediu-se dos seus irmãos e, ao partirem, disse-lhes: "Não briguem pelo caminho! "

VÍDEO DO DIA - Acalma o Meu Coração / Imperfeito - Anderson Freire ft Maestro Stefano


Acalma o Meu Coração / Imperfeito - Anderson Freire ft Maestro Stefano 



 

PÃO DIÁRIO - 04/01/2019 - Quanto tempo?

Quanto tempo?

Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre?… —Salmo 13:1


Por nove longos anos, Saul perseguiu Davi como “…quem persegue uma perdiz nos montes” (1 Samuel 26:20). “Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre?” Davi orou. “Até quando ocultarás de mim o rosto? […] Até quando se erguerá contra mim o meu inimigo?” (Salmo 13:1,2).
A aflição prolongada muitas vezes incomoda a nós também. Queremos uma solução repentina, um conserto rápido. Mas algumas coisas não podem ser corrigidas. Elas só podem ser suportadas.
Podemos reclamar com Deus quando estamos em problemas. Temos um Pai celestial, que deseja que nos envolvamos com Ele em nossas lutas. Ele entende Seus filhos como ninguém.
Quando nos voltamos a Ele com nossas queixas, compreendemos o que sentimos. No caso de Davi, seus pensamentos se voltaram à certeza da vida: o amor de Deus. Davi lembrou a si mesmo: “No tocante a mim, confio na tua graça; regozije-se o meu coração na tua salvação. Cantarei ao Senhor porquanto me tem feito muito bem” (vv.5,6). Os sofrimentos podem durar, mas Davi ainda podia cantar em meio as suas provações, pois ele era filho amado de Deus. Isso era tudo o que ele precisava saber.
A.W. Thorold assinala: “O mais alto pináculo da vida espiritual não é felicidade total na luz do sol ininterrupta, mas a confiança absoluta e sem dúvidas no amor de Deus.”
Mesmo em nossos problemas, podemos confiar no amor de Deus.
— david h. roper


Leia: Salmo 13 

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 56-58;2 Tessalonicenses 2

Considere: O amor de Deus permanece quando o restante falha.

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais ansiosos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premedit...