sábado, 16 de dezembro de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Faze-me ouvir do teu amor leal pela manhã, pois em ti confio. Mostra-me o caminho que devo seguir, pois a ti elevo a minha alma. 

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PÃO DIÁRIO - 16/12/2017 - O pequeno gigante


O pequeno gigante

O inimigo avança imponente no vale de Elá. Ele tem mais de 2,7 m de altura, e sua armadura, feita de muitas placas pequenas de bronze, brilha à luz do sol. A haste de sua lança está envolta por cordas para que possa girar no ar e ser arremessada a uma distância maior e com mais precisão. Golias parece invencível.

Mas Davi está ciente de tudo. Golias pode parecer um gigante e agir como tal, mas em contraste com o Deus vivo, ele é pequeno. Davi tem uma visão correta de Deus e, portanto, das circunstâncias também. Ele vê Golias como alguém que está desafiando os exércitos do Deus vivo (1 Samuel 17:26). Davi se coloca confiantemente diante de Golias, vestindo suas roupas de pastor e armado apenas com o seu cajado, cinco pedras e uma funda. Sua confiança não está no que ele possui, mas em quem está com ele (v.45).

Que “Golias” você está enfrentando neste momento? Pode ser uma situação impossível no trabalho, uma dificuldade financeira ou um relacionamento rompido. Comparadas a Deus, todas as coisas são pequenas. Nada é grande demais para Ele. As palavras do escritor de hinos Charles Wesley nos lembram: “Fé, poderosa fé, a promessa vê e somente a ela contempla; ri das impossibilidades e clama: ‘Será feito!’”. Deus é capaz de livrá-lo se isso for da Sua vontade, e Ele pode agir de maneira que você não imagina. - PFC


Leia: 1 Samuel 17:32-37 

Examine: O Senhor […] me livrará… —1 Samuel 17:37

Considere: Não diga a Deus o tamanho dos seus gigantes. Diga aos gigantes o tamanho do seu Deus.

Natal, uma boa nova de grande alegria

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O Natal é a celebração do nascimento de Jesus, o Filho de Deus. Muitos cristãos hesitam em comemorar o Natal e outros chegam mesmo a fazer oposição a essa comemoração, em virtude de não sabermos, com exatidão, a data precisa em que aconteceu esse fato auspicioso. Ainda outros desaconselham a celebração do Natal em virtude dos vários adendos acrescidos à festividade como presépio, árvore enfeitada e Papai Noel. Entendemos, que esses acréscimos não fazem parte do verdadeiro Natal e não devem distrair nossa atenção. Precisamos, portanto, resgatar o verdadeiro sentido do Natal e devolvê-lo a seu verdadeiro dono, Jesus Cristo, nosso Salvador.

A celebração do Natal é legítima, pois o primeiro Natal foi motivo de festa no céu e na terra, comemorado pelos anjos e pelos homens. A grande notícia anunciada pelo anjo do Senhor, aos pastores de Belém foi: “Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11). Natal é a verdade bendita de que o Eterno entrou no tempo, Deus se fez homem e o Senhor dos senhores se fez servo. Natal é o cumprimento do plano da redenção, traçado nos refolhos da eternidade. Natal é a concretização da promessa do Pai e o cumprimento das profecias anunciadas pelos patriarcas e profetas. Natal é a consumação da esperança de Israel. Na plenitude dos tempos, o Cristo de Deus, nasceu de mulher, nasceu sob a lei, para nos redimir dos nossos pecados.

Natal não é festa gastronômica. Natal não é o comércio guloso capitaneado pelo velho bojudo de barbas brancas. Natal não é troca de presentes nem ruas enfeitadas com cores policromáticas. Natal é a luz do céu invadindo a escuridão da terra. Natal é o Verbo eterno de Deus, se fazendo carne para habitar entre nós, cheio de graça e de verdade. Natal é o Deus que nem o céu dos céus pode contê-lo esvaziando-se, a ponto de nascer como um bebê numa pobre vila da Judéia. Natal é o criador e dono do universo despojando-se de sua glória para calçar as sandálias da humildade, fazendo-se pobre para tornar-nos ricos. Natal é a proclamação embalada nas asas da alegria, anunciando que Jesus é o Salvador do mundo, o Messias prometido, o Senhor do universo.

Natal é a evidência mais eloquente do amor de Deus aos pecadores. Quando Deus criou o universo, fê-lo pela palavra do seu poder. Quando Deus criou o homem, colocou a mão no barro. Porém, quando Deus desceu para resgatar o homem entrou no barro, pois o Verbo se fez carne, vestiu pele humana e armou sua tenda entre nós. Natal é a consumação da maior dádiva de Deus ao homem. Deus amou o mundo e deu seu Filho Unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Deu-o não a quem merece, mas a pecadores indignos. Deu-o não para ser exaltado entre os homens, mas para ser cuspido por eles. Deu-o não para entrar na história como o Rei da glória, mas para carregar a cruz maldita, como servo sofredor. Deu-o não na última hora, mas desde a eternidade!

Natal é a festa da salvação. É a celebração que nos remete ao plano eterno de Deus, quando a própria Trindade, no recôndito dos tempos eternos, decidiu nos amar e nos destinar para a salvação. Nesse projeto divino, o Pai envia o Filho e o Filho se submete ao Pai. Nesse decreto eterno, o Pai escolhe um povo e o dá como presente a seu Filho. O Filho deixa a glória que sempre teve com o Pai e desce para morrer em favor desse povo. O Espírito Santo, regenera e sela esse povo como propriedade exclusiva de Cristo. Agora, nós, povo de Deus, povo redimido, alcançado pela graça, devemos exaltar pelos séculos sem fim, o Cordeiro de Deus, por tão grande salvação.

Que o Natal de Jesus seja celebrado por todos nós, com fervor efusivo, com alegria indizível e com entusiasmo sem igual!




Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Vocês sairão em júbilo e serão conduzidos em paz; os montes e colinas irromperão em canto diante de vocês, e todas as árvores do campo baterão palmas. 

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PÃO DIÁRIO - 15/12/2017 - Nascido para resgatar

Nascido para resgatar


Depois do ataque terrorista e do colapso das Torres Gêmeas na cidade de Nova Iorque em 11 de setembro de 2001, Cynthia Otto tomou conta dos cães de busca e resgate. Anos mais tarde, ela fundou um Centro de Cães de Trabalho onde jovens filhotes passam por treinamento especializado que os prepara para ajudar vítimas de desastres.

Veja o comentário de Cynthia sobre estes animais de salvamento: “Existem tantos trabalhos hoje para os quais cães estão sendo usados […] e eles podem salvar vidas”. Disse também que estes filhotes um dia darão assistência vital às pessoas em circunstâncias de alto risco. Eles “nasceram” para resgatar os outros.

A Bíblia nos relata sobre o Messias que nasceu para resgatar a humanidade do castigo do pecado. O que Ele fez está acima de qualquer comparação terrena. Há mais de dois mil anos, o próprio Deus tomou a forma humana a fim de fazer por nós o que não poderíamos fazer. Quando Jesus tornou-se homem, Ele compreendeu e proclamou que tinha nascido para resgatar (João 12:27). “Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em regate por muitos” (Marcos 10:45).

Louvemos ao nosso Salvador maravilhoso, Jesus Cristo, que nasceu para salvar todos os que aceitarem Sua oferta de salvação. — HDF

Leia: Marcos 10:35-45 

Examine: Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em regate por muitos. (Marcos 10:45)

Considere: Cristo veio para buscar e salvar os perdidos.

Jesus, o nome sobre todo nome


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O nome de uma pessoa é sua maior identidade. O nome representa a personalidade, o caráter e a missão de uma pessoa. Recebe-se um grande nome por herança, doação e conquista. Jesus tem o nome sobre todo o nome por essas três razões. O nome de Jesus é conhecido no céu, na terra e no inferno. Anjos, homens e demônios se curvam diante de sua majestade. Ele é o Senhor dos senhores, o Rei dos reis, o Soberano dos reis da terra. Nele vivemos, nos movemos e existimos. Ele é a nossa vida, a nossa paz, a nossa alegria, a nossa herança, a nossa justiça, a nossa salvação.

Em primeiro lugar, Jesus herdou o maior de todos os nomes (Hb 1.4). Jesus é a exata expressão do ser de Deus, o resplendor máximo da sua glória, o herdeiro de todas as coisas. Por isso, herdou mais excelente nome do que os anjos e foi exaltado acima de todos os seres celestiais. Ele está entronizado acima dos querubins. Diante dele até os serafins cobrem o rosto. Ele é o Rei da glória e diante de sua majestade todo o universo se curva. Jesus é tudo em todos. Ele é o centro da eternidade e da história. Ele é o agente da criação, o sustentador do universo, o regente que governa os destinos da história e faz todas as coisas conforme o conselho de sua vontade. Não há nenhum nome que se compare ao nome de Jesus. Nenhum nome que esteja acima do nome de Jesus. Esse nome ele herdou do Pai.

Em segundo lugar, Jesus recebeu por doação o maior de todos os nomes (Fp 2.9-11). Pelo fato do Rei da glória ter se tornado servo e se humilhado até à morte e morte de cruz, Deus Pai o exaltou sobremaneira, acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus é o Senhor para a glória de Deus Pai. Não há salvação fora do nome de Jesus. Ele recebeu esse porque é o Salvador do seu povo (Mt 1.21). Não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12). Há poder no nome de Jesus para curar os enfermos (At 3.6). Há poder no nome de Jesus para libertar os cativos (Lc 10.17). Há poder no nome de Jesus para termos nossas orações respondidas (Jo 16.23). O nome de Jesus é o centro das Escrituras. Jesus é o Alfa e o Ômega. Ele é o Maravilhoso Conselheiro, o Deus forte, o Pai da eternidade e o Príncipe da paz. Jesus é Verbo eterno, o Emanuel, o Pão da vida, a Luz do mundo, a Videira verdadeira. Ele é o bom Pastor, a Porta das ovelhas, o Caminho, e a Verdade e a Vida. Ele é a Ressurreição e a vida, Aquele que esteve morto, mas está vivo pelos séculos dos séculos. Ele é o Salvador, o Messias e o Senhor. Diante de seu nome reis e vassalos, ateus e religiosos, ricos e pobres, doutores e analfabetos, anjos, homens e demônios precisam se curvar. Seu nome está acima de todo nome que se possa referir no céu e na terra!

Em terceiro lugar, Jesus recebeu o maior de todos os nomes por conquista (Cl 2.15). Jesus triunfou sobre os principados e potestades na cruz, despojando-os e decretando sua consumada derrota. Foi na cruz que Jesus esmagou a cabeça da serpente. Foi na cruz que Jesus arrancou a armadura do valente e o expôs ao desprezo. Jesus venceu o diabo, a morte e o pecado. Ressuscitou triunfantemente, ascendeu ao céu e foi entronizado com glória e majestade, acima de todo principado e potestade. Ele tem as chaves da morte e do inferno. Jesus tem todo o poder e toda autoridade no céu e na terra. Ele tem o livro da história em suas onipotentes mãos. Em breve, ele voltará com grande poder e glória para julgar as nações. Então, ele calcará aos pés todos os seus inimigos e todos os reinos do mundo serão do Senhor e do seu Cristo e ele reinará pelos séculos dos séculos. O universo inteiro se ajoelhará para dizer: “Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro seja o louvor, e a honra, e a glória e o domínio pelos séculos dos séculos”. Então, depositaremos aos seus pés nossas coroas e o serviremos por toda a eternidade!





Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


8 Semanas para Mudar Sua Família - Pr Josué Gonçalves



Versículo do Dia


Versículo do Dia


Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito. 

VÍDEO DO DIA - D´Ele, por Ele, e para Ele - David Quinlan


D´Ele, por Ele, e para Ele - David Quinlan 

 DVD No Infinito Deste Amor




PÃO DIÁRIO - 14/12/2017 - Uma carta maravilhosa

Uma carta maravilhosa

De vez em quando, minha esposa e eu abrimos a caixa do correio para encontrar uma carta sem palavras. Quando tiramos a “carta” do envelope, vemos um pedaço de papel com nada mais do que uma marca colorida feita com caneta hidrográfica. Essas “cartas” alegram o nosso coração, porque são da nossa netinha Kátia, em idade pré-escolar, que vive em outro estado. Mesmo sem palavras, estas cartas nos dizem que ela nos ama e pensa em nós.

Todos nós apreciamos muito receber cartas daqueles que amamos e dos que nos amam. Por essa razão, existe tanto consolo no fato de o nosso Pai celestial nos ter deixado uma carta chamada Bíblia. O valor das Escrituras vai além de suas palavras de poder, desafio e sabedoria. Em meio a todas as histórias, aos ensinamentos e orientações que este Livro oferece, predomina a ideia de que Deus nos ama e planeja o nosso resgate. A Bíblia nos relata sobre o Seu amor em orientar nossa existência (Salmo 139), suprir nossas necessidades (Mateus 6:31-34), consolar-nos (2 Coríntios 1:3,4) e nos salvar pelo sacrifício de Seu Filho, Jesus (Romanos 1:16,17).

Você é amado além da imaginação. Deus lhe diz isso em Sua mensagem inspirada e inspiradora. Não é de se admirar que o salmista tenha escrito: “…não me esquecerei da tua palavra” (119:16). Que carta maravilhosa!  — JDB

Leia: Salmo 119:9-16 

Examine: …não me esquecerei da tua palavra —Salmo 119:16

Considere: O amor de Deus por nós é revelado em Sua carta destinada a nós: a Bíblia.

Não havia lugar para Jesus

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Maria estava grávida pelo Espírito Santo e prestes a dar à luz a seu filho primogênito. Ele deveria receber o nome de Jesus, pois salvaria o seu povo de seus pecados. José, cumprindo ordem do imperador, precisa sair da Galiléia, rumo à Judeia para alistar. Quando José e Maria chegaram de Nazaré a Belém não havia lugar para eles nas estalagens. As pensões estavam todas ocupadas. As casas todas indisponíveis. Sem lugar para Jesus nascer, o casal não teve outra opção senão ir para uma Manjedoura, lugar onde os animais se alimentavam e eram recolhidos do frio da noite. O Filho de Deus, não encontrou lugar para nascer entre o homens e foi nascer entre os animais. Uma vez que era o Cordeiro de Deus, Jesus nasceu numa estrebaria, foi enfaixado em panos e colocado numa manjedoura. O criador do universo, o Verbo que se fez carne, o Salvador do mundo nasceu não num berço de ouro, mas no mais humilde dos berços. Sendo rico se fez pobre, sendo eterno entrou no tempo, sendo infinito foi enfaixado em panos, sendo o Rei da glória, se fez servo. Oh, imenso amor, incomensurável amor, eterno amor!

Dois mil anos se passaram e ainda hoje, as cidades, os campos, os homens estão cheios demais, ocupados demais para receberem Jesus. Não há lugar para Jesus nos corações. Os homens estão agitados demais, correndo demais, preocupados demais, aflitos demais. Eles não têm para Jesus. O Natal chegou mais uma vez. As ruas estão enfeitadas e multicoloridas. As lojas adornadas para atrair os consumidores. Os sinos repicam sua voz nas praças. Mas não há lugar para Jesus. Há lugar para o comércio. Há lugar para o lucro. Há lugar para os homens. Uns correm para presentear; outros buscam ser presenteados. Mas não há lugar para Jesus. Papai Noel, uma caricatura de piedoso Nicolau, bispo de Mira, na Turquia, tomou o lugar de Jesus. O Natal deveria nos remeter a Jesus, o Verbo de Deus que se fez carne, mas não é o nome de Jesus que aparece nas ruas, nas lojas, nas músicas, entre os homens.

As prefeituras municipais gastam milhões de reais para iluminar a cidade. O clima é de festa. As músicas enchem as praças. Há uma agitação nas famílias. É a corrida para se montar a árvore de Natal. É a busca intensa para gastar o décimo terceiro salário em presentes. É a corrida para se colocar à mesa os alimentos mais saborosos. Amigos e parentes se reúnem, comem, bebem, festejam, mas Jesus não é lembrado, seu nome não é exaltado. Aquele que é o dono da festa nem sequer foi convidado. Esse é um arremedo do verdadeiro Natal. É o Natal sem Jesus! É triste constatar que ainda não há lugar para Jesus.

Símbolos e mais símbolos foram agregados ao Natal. Presépio, árvore, guirlandas, sinos, pinheiros, mas nenhum deles está centrado na pessoa de Jesus. Somos criativos para fazer uma festa ao nosso gosto, uma festa que nos remete a nós mesmos. Mas, nessa festa não há lugar para Jesus. Ele é o grande ausente dessas celebrações que aquecem o comércio e reúnem as famílias e amigos.

Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos recristianizar o Natal. Precisamos nos alegrar em conhecer o Filho de Deus, com grande e intenso júbilo. Precisamos adorar a Jesus como os magos do Oriente o fizeram, reconhecendo que ele é o Rei dos reis, que se fez servo; o grande Sumo Sacerdote, que ofereceu a si mesmo como o supremo sacrifício; o maior de todos os profetas, o conteúdo da própria mensagem da salvação. O verdadeiro Natal traz glória a Deus no céu e paz na terra entre os homens. Traz comunhão com Deus na história e bem-aventurança plena na eternidade.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia



Grandes são as obras do Senhor, procuradas por todos os que nelas tomam prazer. 

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PÃO DIÁRIO - 13/12/2017 - Pose de gambá

Pose de gambá

Os gambás são conhecidos pela habilidade de se fingirem de mortos. Quando isso acontece, o corpo do gambá desfalece, a língua cai para fora da boca, e diminui a frequência de batimentos cardíacos. Depois de aproximadamente 15 minutos, o animal revive. É interessante que os especialistas dessa espécie não acreditam que os gambás se finjam de morto de propósito para fugir dos predadores. Eles desmaiam involuntariamente quando se sentem exaustos e ansiosos!

O rei Saul teve uma reação semelhante ao perigo no fim de seu reinado. “De súbito, caiu Saul estendido por terra e foi tomado de grande medo […] e faltavam-lhe as forças” (1 Samuel 28:20). Ele reagiu desta maneira quando o profeta Samuel lhe disse que os filisteus atacariam Israel no dia seguinte, e que o Senhor não o ajudaria. Como a vida de Saul tinha sido caracterizada por desobediência, precipitação e inveja, Deus não mais o guiaria (v.16), e seus esforços para defender a si próprio e aos israelitas seriam inúteis (v.19).

Podemos estar numa situação de fraqueza e desespero por nossa própria rebeldia ou pelas dificuldades da vida. Embora a ansiedade possa roubar nossa força, Deus pode renová-la quando confiamos nele (Isaías 40:31). O Senhor nunca “se cansa, nem se fatiga” (v.28), e está disposto a nos alcançar e nos renovar quando não conseguimos dar outro passo.  — JBS

Leia: 1 Samuel 28:5,6, 15-20 

Examine: …O Senhor, O Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga… —Isaías 40:28

Considere: O segredo da paz é entregar todas as ansiedades a Deus.

Natal, presentes para o rei

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Os magos vieram do Oriente para adorar o Rei Jesus e trazer-lhe presentes. Que presentes trouxeram? O que eles significam? Que implicações têm esses presentes colocados aos pés de Jesus? Compreender essa mensagem é fundamental para resgatarmos a centralidade do Natal. O Natal tem sido esvaziado de seu conteúdo. Coisas periféricas e até estranhas à mensagem do Natal têm ocupado o centro do palco e retirado de cena aquele que é o dono, o sentido e a razão de ser do Natal.

Os magos trouxeram ouro, incenso e mirra. Que tributos eles estavam prestando a Jesus com esses presentes?

1. Eles estavam reconhecendo que Jesus é o Rei dos reis. 

O ouro é o presente dedicado ao Rei. A humilde criança deitada na manjedoura, enfaixada em panos, que precisou retirar-se para o Egito para livrar-se da morte, que cresceu na apagada vila de Nazaré, que tinha as mãos calejadas no serviço da carpintaria, que se despojou de sua riqueza e se fez pobre e não tinha nem mesmo onde reclinar a cabeça, era o Rei dos reis, o dono do mundo. Jesus abriu mão da sua glória para vir ao mundo, encarnar-se e tornar-se Deus conosco e Deus semelhante a nós, exceto no pecado. Os magos reconheceram que Jesus é o Rei dos reis, a suprema autoridade no céu e na terra, aquele que está no trono do universo, que dirige as nações, que levanta reis e destrona reis, que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade. Diante de Jesus todo joelho deve se dobrar no céu, na terra e no inferno. Todas as criaturas do universo estão sujeitas a ele. Ele é o soberano absoluto sobre tudo e sobre todos. Nas suas mãos estão os destinos dos povos, das nações, da igreja, da sua própria vida.

2. Eles estavam reconhecendo que Jesus é o Sumo Sacerdote. 

Incenso é o presente para um sacerdote. Até o tempo de Jesus os sacerdotes ofereciam sacrifícios por si mesmos e pelo povo. Esses sacrifícios precisavam ser repetidos, pois eram imperfeitos, oferecidos por homens imperfeitos. Jesus veio ao mundo como o supremo sacerdote, o sacerdote perfeito, sem pecado, para oferecer um sacrifício perfeito, a sua própria vida. Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, mas também é o Sumo Sacerdote que, na cruz, fez um único e cabal sacrifício pelos nossos pecados. Ele é ao mesmo tempo o Sacerdote e o sacrifício. Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens, aquele que abriu para nós um novo e vivo caminho para Deus, por cuja morte, o véu do templo foi rasgado, dando-nos livre acesso à presença do Pai. Jesus é o caminho para Deus, a porte do céu.

3. Eles estavam reconhecendo que Jesus é o Supremo Profeta.

Mirra é o presente para um profeta. Deus falou muitas vezes, de muitas maneiras aos pais pelos profetas. Mas, agora, nos fala pelo seu Filho. Até Jesus, os profetas falavam em nome de Deus. Mas Jesus é o próprio Deus. Os profetas diziam: “Assim diz o Senhor”, mas Jesus diz: “Eu, porém, vos digo”. Ele é o mensageiro e a mensagem. Ele é o próprio conteúdo da mensagem que proclama. Não temos outra mensagem a proclamar a não ser Jesus. Ele é o conteúdo do Evangelho. Seu nascimento nos trouxe boas novas de grande alegria. Sua morte nos trouxe copiosa redenção. Sua ressurreição nos dá poder para viver vitoriosamente. Sua ascensão nos garante que sua obra foi completa e vitoriosa. A promessa da sua volta nos dá esperança da consumação de todas as coisas, com sua vitória triunfal sobre todas as hostes do mal. Os magos vieram de longe e adoraram a Jesus, reconhecendo que ele é o Rei, o Sacerdote e o Profeta. É Jesus o Rei da sua vida? Você já se apropriou dos benefícios de sua morte vicária? Você aguarda ansiosamente a sua vinda? É Jesus o centro das comemorações do seu Natal?





Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr CLAUDIO DUARTE


Pr Cláudio Duarte - testemunho




Versículo do Dia


Versículo do Dia



E veio ter com ele grandes multidões, que traziam coxos, cegos, mudos, aleijados, e outros muitos, e os puseram aos pés de Jesus, e ele os sarou,De tal sorte, que a multidão se maravilhou vendo os mudos a falar, os aleijados sãos, os coxos a andar, e os cegos a ver; e glorificava o Deus de Israel. 

VÍDEO DO DIA - Christafari - Hosanna (Official Music Video)



Christafari - Hosanna (Official Music Video)



PÃO DIÁRIO - 12/12/2017 - Semear o quê?

Semear o quê?


Na torre do relógio da universidade onde estudei, há uma escultura Art déco em baixo relevo intitulada O Semeador, e sob ela está escrito: “…aquilo que o homem semear…” (Gálatas 6:7). Essa universidade continua líder em pesquisas no setor agrícola, mas, apesar dos avanços nas técnicas de cultivo e produção de safra, permanece o fato inalterável: as sementes de milho não produzirão safra de feijão.

Jesus usou metáforas agrícolas para explicar o reino de Deus. Na parábola do semeador (Marcos 4), Ele comparou a Palavra de Deus a sementes plantadas em diferentes tipos de solo. Nessa parábola, o semeador semeia indiscriminadamente, sabendo que algumas sementes cairão em locais onde não crescerão.

Como Jesus, devemos plantar boas sementes em todos os lugares, em todos os momentos. Deus é responsável por onde elas caem e como elas crescem. O importante é semearmos. Deus não quer que colhamos destruição; por isso, quer que plantemos o que é bom e correto (Provérbios 11:18). O apóstolo Paulo utilizou-se da metáfora quando alertou os cristãos a não plantarem sementes de corrupção. Em vez disso, devemos plantar sementes que terão como colheita — a vida eterna (Gálatas 6:8).

A resposta para a pergunta “Semear o quê?” é: “Semeie o que quiser colher.” Para colher uma boa safra em sua vida, comece plantando sementes de bondade. — JAL

Leia: Marcos 4:1-20 

Examine: O perverso recebe um salário ilusório, mas o que semeia justiça terá recompensa verdadeira. ( Provérbios 11:18 )

Considere: Uma semente enterrada produz fruto; uma vida abnegada produz colheita eterna.

O nascimento do Rei

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O nascimento do Rei chegou. O Natal é uma festa de grande alegria. Traz glória a Deus no céu e alegria na terra entre os homens. O anjo disse aos pastores de Belém: “Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11). Os céus de Belém se cobriram de anjos e uma música ecoou desde as alturas: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele ama” (Lc 2.14). Devemos celebrar o nascimento de Jesus com entusiasmo, com gratidão e com louvor em nossos lábios. O Natal foi planejado na eternidade. Foi prometido no tempo. Anunciado pelos profetas. Cumprido na plenitude dos tempos. Deus entrou em nossa história, encarnou-se, vestiu a nossa pele e calçou as nossas sandálias. Jesus veio ao mundo não apenas para estar ao nosso lado, mas para ser o nosso substituto. O Rei dos reis fez-se servo. Sendo rico, tornou-se pobre. Sendo santíssimo, fez-se pecado. Sendo o autor da vida, morreu em nosso lugar.

O nascimento do Rei foi um golpe no orgulho dos poderosos. O Rei dos reis não entrou no mundo vestido das glórias celestiais. Ele não nasceu num palácio, mas numa estrebaria. Não pisou tapetes aveludados, mas andou pelas estradas poeirentas da Palestina. Não usou um cetro de ouro, mas empunhou um cinzel na dura faina de uma carpintaria. Não veio ostentando poder, mas esvaziou-se e tornou-se servo. Não reivindicou seus direitos, mas humilhou-se até a morte e morte de cruz.

O nascimento do Rei aponta-nos para o insondável amor de Deus. Ele nos amou desde toda a eternidade. Deus nos amou não porque merecíamos ser amados. Amou-nos quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Ele amou-nos sendo nós filhos da ira. Amou-nos e deu-nos seu Filho Unigênito. Deu-o como oferta pelo nosso pecado. Entregou-o para ser cuspido pelos homens e ser pregado numa cruz como nosso substituto.

O nascimento do Rei revela que há uma estreita conexão entre a manjedoura e a cruz. O Rei da glória entrou no mundo como o Cordeiro de Deus. Ele nasceu para morrer. Jesus é o nosso Cordeiro Pascal. Ele foi imolado em nosso lugar. Seu sangue foi vertido para expiar os nossos pecados. É pela sua morte que recebemos vida. É pelo seu sacrifício que somos perdoados, remidos e reconciliados com Deus.

O nascimento do Rei abriu-nos o caminho de volta para Deus. Ele mesmo é o caminho do céu. Ele é a porta da glória. Por meio dele temos livre acesso ao Pai e podemos entrar confiadamente na presença daquele que está assentado no trono. É por meio de Jesus que somos reconciliados com Deus. É por meio de Jesus que recebemos vida em abundância. É por meio de Jesus que somos adotados na família de Deus, somos feitos filhos de Deus, e nos tornamos herdeiros de Deus.

O nascimento do Rei é a festa da vida e da salvação. Precisamos resgatar o verdadeiro sentido do Natal. Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos como os magos do Oriente, ir a Jesus para adorá-lo, depositando a seus pés os nossos melhores tesouros, pois ele é digno de receber toda honra, toda glória e todo o louvor.





Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Todavia, eu sou o Senhor teu Deus desde a terra do Egito; portanto não reconhecerás outro deus além de mim, porque não há Salvador senão eu.

VÍDEO DO DIA - André Valadão - Acredito (Clipe Oficial)



André Valadão - Acredito (Clipe Oficial)



PÃO DIÁRIO - 11/12/2017 - Mais dele, menos de mim


Mais dele, menos de mim


Ao pastorear uma igreja no início do meu ministério, minha filha Lívia me perguntou: “Pai, nós somos famosos?”. Ao que repliquei: “Não, Lívia, não somos famosos.” Ela pensou por um momento, e disse com bastante indignação: “Bem, se mais pessoas nos conhecessem, seríamos famosos!”

Pobre Lívia! Com 7 anos apenas e já lutando com aquilo que muitos de nós enfrentamos ao longo da vida: se alguém nos reconhece e se estamos recebendo o reconhecimento que pensamos merecer?

Nosso desejo de reconhecimento não seria um problema, se não fosse a tendência de substituir Jesus como o centro da nossa atenção. Mas o fato de nos ocuparmos apenas com o nosso eu, tira o Senhor de cena.

A vida não pode girar ao nosso redor e ao redor de Jesus ao mesmo tempo. Isto torna estrategicamente importante a declaração de Paulo de que ele considerava “…tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus…” (Filipenses 3:8). Diante da escolha entre ele mesmo e Jesus, o apóstolo descartou intencionalmente as coisas que chamariam sua atenção a sua própria pessoa para poder se concentrar em conhecer e experienciar Jesus (vv.7,8,10).

Para nós, a decisão é a mesma. Viveremos para chamar a atenção a nós mesmos? Ou nos concentraremos no privilégio de conhecer e experimentar Jesus com maior intimidade? — JMS

Leia: Filipenses 3:1-11 

Examine: Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor…  ( Filipenses 3:8 )

Considere: As nossas escolhas honram a Deus ou a nós mesmos?

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...