segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O compromisso com o evangelho da graça

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O apóstolo Paulo foi levantado por Deus para ser o maior teólogo, o maior missionário e o maior plantador de igrejas da história do cristianismo. Ele foi um desbravador do evangelho, um bandeirante do cristianismo, um embaixador de Cristo, um arauto do Rei dos reis. Plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor. Por sua influência, igrejas se espalharam em todo o mundo Oriental e Ocidental. Sua conversão foi um grande milagre, sua vida foi uma grande cruzada em favor da evangelização e sua morte foi uma profunda demonstração de coragem.

Quando Paulo despediu-se dos presbíteros de Éfeso, fez um dos mais belos discursos de sua carreira. Com palavras eloquentes, desafiou os líderes daquela igreja a assumirem um compromisso solene com Deus, com a Palavra e com a igreja. Para encorajá-los, deu seu próprio testemunho, como segue: “Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At 20.24). No texto em apreço, três verdades são destacadas:

Em primeiro lugar, o ministério não é conquistado por mérito, mas recebido por graça. “… o ministério que recebi do Senhor Jesus…”. Paulo foi um homem vocacionado. Foi chamado por Cristo para desempenhar o ministério. Ele não se auto-intitulou apóstolo. Ele não se colocou-se num pedestal de liderança nem acendeu os holofotes sobre si mesmo. Sua vocação foi celestial. Ele ouviu a voz divina e a obedeceu. O líder cristão é também um homem vocacionado. É o Espírito Santo quem constitui líderes na igreja. Embora o episcopado pode ser desejado pelo homem, o chamado é divino. Embora a igreja escolha seus líderes, é Jesus quem chama a si os que ele mesmo quer para apascentar suas ovelhas e anunciar as boas novas de salvação.

Em segundo lugar, o ministério não é plataforma de privilégios, mas uma arena de renúncia. “Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo…”. A liderança cristã exige renúncia. Ser um líder cristão é abraçar uma sacrossanta carreira, uma excelente obra. Mas, não uma obra de engrandecimento pessoal. Ser grande é ser pequeno. Ser líder é ser servo. Ser o maior é ser servo de todos. Paulo enfrentou toda sorte de provações no exercício do seu ministério. Foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto. Enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, foi acusado em Cesaréia, foi picado por uma cobra em Malta e foi preso em Roma. Suportou cadeias e açoites. Foi fustigado com varas e apedrejado. Mesmo em face da morte, não considerou sua vida preciosa para si mesmo. A abnegação e não a megalomania foi o apanágio de sua vida.

Em terceiro lugar, o ministério é regido por um ideal mais alto do que a própria vida. “… para testemunhar o evangelho da graça de Deus”. Quando o ideal é maior do que a vida, vale a pena dar a vida pelo ideal. Testemunhar o evangelho da graça era o grande vetor da vida de Paulo. Ele respirava o evangelho. Vivia pelo evangelho. Estava pronto a se sacrificar e a morrer pelo evangelho. Nenhuma outra motivação governava sua vida. Não buscava grandeza para si mesmo. Não cobiçava ouro nem prata. Não buscava para si riquezas nem fama. Mesmo sofrendo ameaças e passando parte de sua vida encarcerado, jamais perdeu o entusiasmo de viver nem o senso de urgência de proclamar o evangelho. Considerava-se prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Mesmo diante das mais terríveis adversidades, Paulo tinha o coração ardente, os pés velozes e os lábios abertos para proclamar Cristo, a essência do evangelho.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 10 de dezembro de 2017

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr CLAUDIO DUARTE

 Casar com alguém que já foi casado.

Pr. Cláudio Duarte



Versículo do Dia


Versículo do Dia


E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.

VÍDEO DO DIA - How Great Is Our God (World Edition) [feat. Chris Tomlin]


How Great Is Our God (World Edition) [feat. Chris Tomlin]




PÃO DIÁRIO - 10/12/2017 - Permita-me cantar

Permita-me cantar

Quando perguntei a um amigo como a mãe dele estava, ele me disse que a demência tinha lhe roubado sua habilidade de lembrar-se de muitos nomes e acontecimentos do passado. “Mesmo assim”, ele acrescentou, “ela ainda pode sentar-se ao piano e, sem partitura, tocar hinos decorados lindamente.”

Platão e Aristóteles escreveram sobre o poder curador da música há 2.500 anos. Mas séculos antes disso, o relato bíblico já estava repleto com música.

Desde a primeira menção a Jubal, “…pai de todos os que tocam harpa e flauta” (Gênesis 4:21), até aqueles que “…entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro” (Apocalipse 15:3), as páginas da Bíblia ressoam com música. Os salmos, muitas vezes chamados de “livros de cânticos da Bíblia”, mostram-nos o amor e a fidelidade de Deus. Eles se encerram com um chamado incessante à adoração: “Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!” (Salmo 150:6).

Hoje, precisamos do ministério da música de Deus em nosso coração como em qualquer momento da história. Independentemente do que cada dia trouxer, que a noite nos encontre cantando: “A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia” (59:17)  — DCM


Leia: Salmo 150 

Examine: Todo ser que respira louve ao Senhor… (Salmo 150:6)

Considere: Quando você conta as suas bênçãos, o louvor a Deus surge naturalmente.

Quando Deus transforma o sofrimento em porta de entrada para o evangelho

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O apóstolo Paulo enfrentou toda sorte de provações e sofrimentos desde sua conversão. Foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado e preso em Filipos, escorraçado de Tessalônica, enxotado de Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto. Enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, acusado em Cesaréia, enfrentou um naufrágio na viagem para Roma e foi picado por uma cobra em Malta. Mas, ao chegar algemado na maior metrópole do mundo, a capital do império, Paulo escreveu sua carta aos filipenses, dizendo que as coisas que lhe haviam acontecido tinham contribuído para o progresso do evangelho. A palavra “progresso”, na língua grega, era usada para os engenheiros que abriam estradas para as viagens do imperador. O sofrimento do cristão abre portas e caminhos para o avanço do evangelho. Porque Paulo estava preso, três coisas muito importantes aconteceram:

1. Os crentes foram mais encorajados a pregar a Palavra. 

O ministério de Paulo não foi limitado com sua prisão, pois se considerava prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Mas o ministério da igreja foi ampliado com suas cadeias. A igreja sentiu-se mais encorajada a pregar. É bem verdade que algumas pessoas passaram a pregar o evangelho com motivações duvidosas, com o propósito de despertar ciúmes em Paulo. Mas, como estavam pregando o evangelho e não uma outra mensagem, Paulo se regozijava em ver que seu sofrimento estava abrindo picadas para o avanço de novos obreiros e alargando estradas para a caminhada mais rápida do evangelho. Deus não desperdiça sofrimento na vida de seus filhos. O sofrimento dos filhos de Deus contribui para o progresso do evangelho.

2. Os membros da guarda pretoriana foram evangelizados. 

Porque Paulo estava algemado, sob os cuidados do imperador, dois soldados da guarda pretoriana eram algemados a ele, em três turnos por dia, durante dois anos. Esses guardas faziam parte de um grupo de elite. Eram dezesseis mil soldados de escol, gente que tinha trânsito livre no palácio e influência política no império. Nesses dois anos, Paulo estava com as mãos presas, mas seus lábios estavam livres para testemunhar. Nesse tempo, Paulo evangelizou esses soldados e os demais membros do palácio. Nero, o imperador, não sabia, mas Deus o havia constituído em presidente das missões estrangeiras do império, pois havia colocado no palácio o maior missionário da igreja e diante dele o seu auditório. Durante essa prisão em Roma, Paulo ganhou muitas pessoas para Cristo, a ponto de escrever aos filipenses: “Os santos vos saúdam, especialmente os da casa de César” (Fp 4.22). No sofrimento os filhos de Deus podem testemunhar e colher muitos frutos para a glória de Deus.

3. Cartas abençoadoras foram escritas. 

Porque Paulo estava preso, ele não podia visitar as igrejas. O que ele fez? Começou a escrever cartas e essas cartas são verdadeiros tesouros ainda hoje. Que cartas foram escritas dessa primeira prisão em Roma? Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom. Essas epístolas têm sido luzeiros a brilhar para milhões de pessoas em todo o mundo. São cartas inspiradas pelo Espírito de Deus que têm edificado a igreja, consolado o rebanho de Cristo e sido instrumentos para levar tantos outros aos pés do Salvador. Para um observador desatento, a vida de Paulo estava à deriva. Por todo lado por onde passava era açoitado pelo azorrague do sofrimento, mas Deus estava no comando em cada circunstância, transformando os sofrimentos do apóstolo em abertura de novos caminhos para a proclamação do evangelho. De fato a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória acima de toda comparação. Não precisamos nos desesperar no vale da dor, pois nosso Deus é especialista em transformar nossos sofrimentos em portas de entrada para o evangelho.





Por Rev. Hernandes Dias Lopes 

sábado, 9 de dezembro de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.

VÍDEO DO DIA - Que Ele Cresça - Ao Vivo



Que Ele Cresça - Ao Vivo



PÃO DIÁRIO - 09/12/2017 - Com Ele para sempre!

Com Ele para sempre!


Nos anos turbulentos que antecederam a Guerra Civil Americana, em 1859, Abraham Lincoln teve a oportunidade de falar para uma Sociedade Agrícola. Durante o discurso, ele compartilhou com os presentes a história da busca de um antigo monarca por uma frase que fosse “verdadeira e apropriada em todos os momentos e situações”. Os seus sábios, diante deste desafio perspicaz, deram-lhe a frase: “E isto também passará.”

Tal afirmação certamente se aplica ao mundo atual em constante processo de deterioração. Isto não acontece apenas com o mundo; na verdade, em nossa vida também nos deparamos com nossos dias contados. Tiago escreveu: “Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tiago 4:14).

Embora nossa vida presente seja temporária e também passará, o Deus que adoramos e servimos é eterno. Ele compartilhou conosco essa eternidade por meio da dádiva de Seu Filho, Jesus Cristo. Ele nos promete uma vida que jamais passará: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Quando Cristo voltar, Ele nos levará para casa para estar com Ele para sempre!  — WEC

Leia: Tiago 4:11-17 

Examine: Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. —Tiago 4:14

Considere:  Para ter esperança hoje, lembre-se do fim da história — a eternidade com Deus.

Arrependimento, a manchete do evangelho

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João Batista foi o precursor de Jesus, para preparar o caminho de sua chegada. Brandindo a espada do Espírito, conclamou o povo a arrepender-se e a produzir frutos de arrependimento. Não se trata de arrepender e novamente se arrepender, mas de arrepender e dar frutos de arrependimento. Arrependimento significa mudar de mente e de direção. Implica em mudança. Exige transformação. Impõe um novo rumo com novas atitudes. Aqueles que permanecem no erro, mesmo que se desmanchem em lágrimas, não dão provas de arrependimento nem demonstram seus frutos. Arrependimento é um tema ausente na maioria dos púlpitos contemporâneos. Nossa geração prefere entreter os pecadores a chamá-los ao arrependimento. Prefere mantê-los sorrindo caminhando para a morte, do que levá-los ao choro do arrependimento para a vida.

O arrependimento exige mudanças em três áreas vitais da vida:

1. A razão. Arrependimento significa mudar de mente. 

O arrependimento verdadeiro é conceitual. Traz uma nova luz para a mente e faz brotar um novo entendimento da vida e dos valores que a governam. Uma pessoa arrependida compreende que o pecado é maligníssimo. Uma rebelião contra Deus. Portanto, foge não apenas das consequências do pecado, mas, sobretudo, do pecado. Aqueles que se deleitam no pecado e se refestelam nos prazeres da vida, mesmo que derramem lágrimas amargas quando recebem o merecido salário do seu pecado não demonstram um genuíno arrependimento. Os frutos do arrependimento só podem ser produzidos por alguém que recebeu a luz da verdade na mente, a convicção do pecado no coração e, consciente e deliberadamente se aparta do pecado como o maior de todos os males.

2. A emoção. Arrependimento significa sentir tristeza segundo Deus pelo pecado. 

É demonstrar um profundo pesar por ofender a santidade de Deus. É afastar-se do pecado como uma coisa abominável aos olhos daquele que é puro. A tristeza segundo Deus produz vida e não morte. Conduz o homem pelas veredas da salvação e não pelos abismos da condenação. A tristeza do mundo esmaga, atormenta e mata. A tristeza do mundo produz culpa e remorso, mas não alivia a consciência, porém a tristeza segundo Deus abre a ferida, mas também cura. Convence de pecado, mas também conduz à fonte do perdão. Arrependimento não é remorso que leva à morte, mas é choro pelo pecado que conduz à vida. Aqueles que se arrependem choram não porque foram flagrados no pecado e agora estão sofrendo as consequências do seu erro, mas choram porque o pecado é mau aos olhos de Deus.

3. A vontade. Arrependimento significa dar meia volta, mudar de direção e adotar um novo comportamento.

 Não é arrependimento e novamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento. Aqueles que verdadeiramente se arrependem não vivem mais na prática do pecado. Não são mais escravos do pecado. Não vivem mais com o pescoço na coleira do diabo. Arrependimento significa abandonar o pecado para deleitar-se na santidade. Significa deixar o reino das trevas e ser transportado para o reino da luz. Arrependimento, mais do que sentimento, é atitude. Não é aquilo que falamos apenas, mas aquilo que fazemos. Não é discurso diante dos homens, é mudança de vida diante de Deus. Não é um desempenho teatral para impressionar as pessoas, mas um quebrantamento sincero diante de Deus. Não é rasgar as vestes, mas o coração. 
O arrependimento é a manchete do evangelho, a porta de entrada no reino de Deus, uma exigência inegociável para a salvação.





Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr CLAUDIO DUARTE


Claudio Duarte Refeição de rico



Versículo do Dia

Versículo do Dia


E ao segundo chamou Efraim; porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição.

VÍDEO DO DIA - Newsboys - We Believe (Live From Ocean Way)


Newsboys - We Believe (Live From Ocean Way)



PÃO DIÁRIO - 08/12/2017 - O leão que late


O leão que late



Os visitantes de um zoológico ficaram horrorizados quando o “leão africano” começou a latir em vez de rugir. Os funcionários do zoológico disseram que tinham disfarçado de leão um cão de porte grande da raça mastim tibetano por não terem condições de comprar um leão de verdade. Não é necessário dizer que a reputação do zoológico ficou manchada, e que as pessoas pensarão duas vezes antes de visitá-lo.

A reputação é frágil; uma vez prejudicada, é difícil restaurá-la. É comum sacrificar a boa reputação no altar do poder, do prestígio ou do lucro. Esta também poderia ser a nossa história. A Escritura nos encoraja: “Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas” (Provérbios 22:1). Deus está nos dizendo que devemos dar o verdadeiro valor a quem somos, não ao que temos.

O filósofo grego Sócrates disse: “A maneira de conquistar boa reputação está em se esforçar para ser aquilo que se deseja parecer.” Como seguidores de Jesus, carregamos o Seu nome. Por causa de Seu amor por nós, lutamos para caminhar dignamente para Ele, refletindo Sua imagem em nossas palavras e ações.

Quando falhamos, Ele nos levanta novamente pelo Seu amor. Por meio do nosso exemplo, os outros que nos cercam serão levados a louvar ao Deus que nos redimiu e nos transformou (Mateus 5:16) — porque o nome do Senhor é digno de glória, honra e todo o louvor.  — PFC


Leia: Provérbios 22:1-1 

Examine: Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas…   Provérbios 22:1

Considere: A reputação impecável é o tesouro mais puro que a vida finita concede.   — Shakespeare

A BÍBLIA, O LIVRO DOS LIVROS


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A Bíblia é o livro mais importante da história da humanidade. Inspirado por Deus, escrito por homens santos de Deus, concebido no céu, nascido na terra e farol para os homens na história. A Bíblia é a biblioteca do Espírito Santo. Seu conteúdo foi revelado por Deus. Sua mensagem é inspirada por Deus. A Bíblia é inerrante, infalível e suficiente. É inerrante quanto ao seu conteúdo. É infalível quanto às suas profecias. É suficiente quanto ao seu propósito. A Bíblia é a palavra de Deus. É verdadeira, viva e eficaz. Ela não pode falhar. É luz para o errante. É pão para o faminto. É leite para os neófitos e carne para os amadurecidos na fé. A Bíblia é arma de ataque e escudo de defesa. Ela é a espada do Espírito. Ela penetra os regiões abissais da nossa alma. Discerne as profundezas do nosso coração. Quando a examinamos, ela nos investiga. Quando dela nos alimentamos, ela nos fortalece. Quando a resistimos, como martelo, ela nos debulha. Ela é mais doce do que o mel e mais preciosa do que muito ouro depurado. Nela temos todo o nosso prazer. Ouvi-la é ser bem-aventurado. Meditar nela é nosso maior deleite. Praticá-la é nosso sublime dever. Proclamá-la é nossa mais elevada responsabilidade.

A Bíblia é o livro dos livros, porque inobstante ter sido perseguida com fúria indomável ao longo dos séculos, tem saído vitoriosa de todos esses embates. Foi atacada pela fogueira da intolerância, mas saiu incólume das chamas. Foi perseguida pelos falsos mestres, que tentaram e tentam desacreditar sua mensagem, mas a voz dos críticos cai em descrédito e a mensagem da Bíblia sobranceira e vitoriosa avança em sua triunfante jornada. Tem sido escarnecida pelos homens besuntados de soberba, que tentam ridicularizar os gloriosos feitos de Deus, a história da redenção e os milagres operados pela mão do Todo-poderoso, mas a palavra de Deus, impávida e de fronte erguida, desfralda seu estandarte e permanece intocável, invencível, incontroversa e invicta em todas batalhas.

A Bíblia é o livro mais distribuído na história da humanidade. Já passam de quatro bilhões de exemplares impressos. É o livro mais lido e mais amado, muito embora, seja também, o livro mais odiado e perseguido. A Bíblia é o livro que mais tem influenciado a história das civilizações. As grandes mudanças e transformações da sociedade, arrancando os homens das profundezas da ignorância, do abominável preconceito de cor, de raça e de condição social são resultado da influência da palavra de Deus. A palavra de Deus é luz que espanca as trevas. Onde sua mensagem chega, chega também a liberdade. Por isso, o Senhor Jesus diz: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32).

A Bíblia não precisa de atualização. Mesmo sendo escrita num período de mais de mil anos, por homens de vários estofos culturais e intelectuais e de diferentes matizes sociais, possui plena harmonia. Temos nela unidade na diversidade. Suas centenas de profecias cumpriram-se e estão se cumprindo com rigor absoluto. Sua mensagem é transformadora e irresistível. Cativos têm sido libertos. Cegos espirituais têm visto o reino de Deus. Bêbedos e drogados têm sido transformados e vivido de forma sóbria. Assassinos e pervertidos têm sido regenerados para uma nova vida de amor e pureza. Oh, a palavra de Deus fala por si mesma, pois tem vida em si mesma. Ela tem quebrado grilhões. Tem arrebentado grossas correntes de vícios.  Tem arrancado dos porões da iniquidade e dos esgotos fétidos da corrupção homens e mulheres, oferecendo-lhes a graça de Deus e a salvação em Cristo Jesus. Ele é o centro da Bíblia. Para ele o Antigo Testamento apontou. Dele o Novo Testamento falou. Para ele devemos nos voltar com o coração arrependido, a fim de encontramos copiosa redenção.






Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Seis dias trabalharás, mas ao sétimo dia descansarás: na aradura e na sega descansarás. 

VÍDEO DO DIA - Enche-me Até Transbordar ● Tasha Cobbs - Lakewood Church

Enche-me Até Transbordar 

● Tasha Cobbs - Lakewood Church



PÃO DIÁRIO - 07/12/2017 - Esperança para continuar


Esperança para continuar


O avião Solar Impulse movido à energia solar pode voar dia e noite sem combustível. Os inventores, Bertrand Piccard e André Borschberg, esperam fazer um voo ao redor do mundo em 2015. Enquanto a aeronave voa o dia todo movida à energia solar, acumula energia suficiente para conseguir voar durante toda a noite. Quando o sol nasce, Piccard diz: “traz novamente a esperança de continuidade”.

A ideia de o nascer do sol nos trazer esperança me faz pensar no livro de Lamentações 3 da nossa leitura bíblica para hoje: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; elas renovam-se cada manhã…” (vv.21-23). Mesmo enquanto o povo de Deus estava no mais profundo desespero quando a cidade de Jerusalém estava sendo invadida pelos babilônios, o profeta Jeremias, disse que eles tinham motivo para ter esperança, pois ainda contavam com as misericórdias e a compaixão do Senhor.

Às vezes, nossas lutas parecem piores ao vir a noite, mas, quando o sol nasce, ele traz novamente a esperança de que podemos continuar. “Ao anoitecer, pode vir o choro”, diz o salmista, “mas a alegria vem pela manhã” (30:5).

Obrigada, Senhor, pela esperança concedida em cada nascer do sol. Suas misericórdias e compaixão se renovam cada manhã!  — AMC


Leia: Lamentações 3:19-33 

Examine: As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos…   Lamentações 3:22,23

Considere: Cada novo dia nos dá novos motivos para louvarmos ao Senhor.

Por que o céu é melhor?

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O céu é um lugar preparado para pessoas preparadas. O céu é um lugar de bem aventurança eterna e um estado de felicidade eterna. O céu é a casa do Pai, o paraíso, o seio de Abraão, a Nova Jerusalém. O céu é o lugar onde está o trono de Deus e onde os salvos reinarão com Cristo pelos séculos sem fim. Destacaremos, agora, algumas razões pelas quais podemos afirmar categoricamente que o céu é melhor.

Em primeiro lugar, o céu é melhor porque lá não entrará pecado. O pecado que entrou no mundo trazendo a morte não entrará no céu. Nada contaminado entrará na Cidade Santa. No céu não haverá tristeza nem dor; não haverá choro nem pranto; não haverá doença nem luto. O pecado que tenazmente nos assedia agora, não desfilará mais no paraíso. Se fomos libertos da condenação do pecado na justificação e se estamos sendo libertos do poder do pecado na santificação, seremos libertos da presença do pecado na glorificação. O corpo de glória que receberemos, não estará mais poluído pelo pecado nem sujeito a ele.

Em segundo lugar, o céu é melhor porque lá não haverá mais despedida. A vida neste mundo é marcada por encontros e desencontros, alegrias e tristezas. Aqui celebramos o nascimento e choramos pela morte. Aqui, vemos nossos amigos e familiares sendo ceifados, deixando em nosso coração uma dor avassaladora. Aqui, choramos à beira da sepultura. Aqui, temos o coração rasgado pela saudade. Porém, no céu, não haverá mais despedida; não haverá mais adeus. Estaremos sempre juntos, sem rusgas nem mágoas, sem conflitos nem separações. Nossa comunhão será perfeita. Seremos uma só família, um só rebanho, uma só igreja.

Em terceiro lugar, o céu é melhor porque lá Deus vai enxugar dos nossos olhos toda lágrima. A vida aqui é marcada pela dor. O pecado trouxe sofrimento ao mundo. Choramos a dor das perdas, a dor da enfermidade e a dor do luto. Aqui, a mulher dá à luz com dores e o homem granjeia seu pão com o suor do rosto. Aqui, a terra produz espinhos que acicatam nossos pés. Aqui, choramos pelas nossas fraquezas e pelos nossos pecados. Choramos porque os homens escarnecem de Deus e zombam de sua lei. Choramos porque o mundo jaz no maligno. Porém, no céu, Deus vai enxugar dos nossos olhos toda a lágrima. O dor que nos assola o peito vai ser banida para sempre. O céu é lugar de gozo e paz, alegria e celebração.

Em quarto lugar, o céu é melhor porque lá veremos a Jesus face a face. No céu entraremos para a festa das bodas do Cordeiro. Essa festa será no melhor lugar, com as melhores companhias, com a melhor música, com as melhores roupas e com a melhores iguarias. Essa festa nunca vai acabar. Exaltaremos pelos séculos dos séculos aquele que nos remiu com seu sangue. Proclamaremos para sempre sua graça. Ergueremos nossa voz para dizer que nosso Deus é digno de receber a honra, a glória e o poder. Lá veremos a Jesus em toda a sua glória e fulgor. Contemplaremos sua face. Prostrar-nos-emos aos seus pés e depositaremos diante dele as nossas coroas!

Em quinto lugar, o céu é melhor porque lá serviremos a Deus com perfeição. O céu não será lugar de ócio. O céu será dinâmico e vibrante. Os servos de Deus o servirão. O céu será lugar de trabalho e realização. Aqui, nosso trabalho para Deus é imperfeito e incompleto. Aqui, nossas obras são maculadas pelo pecado e nossas justiças não passam de trapos. Porém, no céu nossas obras serão deleitosas ao Senhor. Nosso serviço será completo, perfeito e digno daquele nos amou e enviou-nos seu Filho para nos libertar do império das trevas e nos levar para o seu reino de luz. Diante do exposto, faço-lhe uma pergunta importante e urgente: Você já é um cidadão do céu? Está caminhando para o céu? Anseia pelo céu? Lembre-se: Jesus é a porta do céu e o caminho para o céu. Renda-se a ele, agora. Arrependa-se de seus pecados e creia no Filho de Deus. Então, venha e faça parte conosco dessa bendita família que vai morar no céu.




Por  Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr CLAUDIO DUARTE


Claudio Duarte, Exame de próstata




Versículo do Dia


Versículo do Dia


Porque aquele que entrou no seu repouso, ele próprio repousou de suas obras, como Deus das suas. 

VÍDEO DO DIA - Fernandinho - Todas as Coisas (DVD Uma Nova História)


Fernandinho - Todas as Coisas (DVD Uma Nova História)



PÃO DIÁRIO - 06/12/2017 - Nem sequer um aceno


Nem sequer um aceno


O trânsito estava ruim, e todos estavam mal-humorados naquela tarde quente. Percebi um carro com dois jovens que esperavam para entrar e trafegar na via saindo de uma lanchonete. Achei gentil quando o motorista à minha frente lhes deu passagem.

Porém, quando o motorista “gentil” não recebeu um aceno de agradecimento com a cabeça ou a mão, ele se indignou. Primeiro, abaixou o vidro do carro e gritou para o motorista a quem tinha acabado de dar passagem. Depois, acelerou o motor e seguiu adiante como se quisesse bater no carro à frente, buzinando e berrando para descarregar a raiva.

Quem estava “mais errado”? Será que a ingratidão do jovem motorista justificava a reação irada do motorista “gentil”? Ele merecia um agradecimento?

Certamente, os dez leprosos que Jesus curou deviam gratidão a Ele. Como pôde apenas um voltar para lhe agradecer? Fico impressionado com a reação de Jesus: “Não houve, porventura, quem voltasse para dar glória a Deus, senão este estrangeiro?” (Lucas 17:18). Se o Rei dos reis só obteve um agradecimento entre dez, como podemos esperar mais dos outros? Melhor fazer nossas ações para honrar a Deus e servir aos outros do que para cobrar gratidão. Que a graça de Deus possa ser vista em nós mesmo quando nossos atos de bondade forem desconsiderados. — RKK

Leia: Lucas 17:11-19 

Examine: Um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glória a Deus em alta voz. —Lucas 17:15

Considere: Assim brilhe também a vossa luz […] glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. —Mateus 5:16

Por que eu creio na Bíblia?

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Eu creio na Bíblia porque ela é totalmente fiel e confiável quanto à sua origem, conteúdo e propósito. Ela vem de Deus, revela Deus e chama o homem de volta para Deus. O homem não é o centro da Bíblia; Deus é. A Bíblia é o livro dos livros. Concebida no céu, nascida na terra; inspirada pelo Espírito de Deus, escrita por homens santos de Deus; proclamada pela igreja, crida pelos eleitos e perseguida pelo mundo. A Bíblia é o livro mais lido no mundo, mais amado no mundo e o mais perseguido no mundo. Destaco três verdades axiais sobre a Bíblia:

Em primeiro lugar, quanto à sua origem, afirmamos categoricamente que a Bíblia procede de Deus. A Bíblia não foi concebida no coração do homem, mas no coração de Deus. Não procede da terra, mas do céu. Não é produto da lucubração humana, mas da revelação divina. Muito embora homens santos foram chamados para escrever a Bíblia, e nesse processo Deus não anulou a personalidade deles nem desprezou o conhecimento deles, o conteúdo da Escritura é inerrante. O próprio Deus revelou seu conteúdo e assistiu os escritores para que registrassem com fidelidade seu conteúdo. A Bíblia não é palavra de homens, mas a Palavra de Deus. É digna de inteira confiança, pois é inerrante quanto a seu conteúdo, infalível quanto às suas profecias e suficiente quanto a seu conteúdo.

Em segundo lugar, quanto ao seu conteúdo, afirmamos confiadamente que a Bíblia fala sobre Deus e sua oferta de salvação. Só conhecemos a Deus porque ele se revelou. Revelou-se de forma geral na obra da criação e de forma especial em sua Palavra. É verdade que os céus proclamam a glória de Deus e toda a terra está cheia de sua bondade. É verdade que podemos encontrar as digitais do criador em todo o vasto universo. Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos. Porém, conhecemos acerca de seu plano redentor através das Escrituras. A salvação é um plano eterno de Deus. Mesmo nos refolhos da eternidade, o Pai, o Filho e o Espírito, o Deus Triúno, planejou nossa salvação. Nesse plano, o Pai escolhe para si um povo e envia o Filho ao mundo para redimi-lo. Jesus faz-se carne. Veste pele humana, vive entre os homens, cumpre cabalmente a lei, satisfaz a justiça divina e como nosso representante e substituto leva sobre si nossos pecados sobre a cruz e morre vicariamente, pagando nossa dívida e adquirindo para nós eterna redenção. Completando a obra da salvação, o Espírito Santo aplica, de forma eficaz, a obra de Cristo no coração dos eleitos, de tal forma que aqueles que Deus predestina, também os chama e aqueles a quem chama, também os justifica e aos que justifica, também os glorifica. É impossível, portanto, que aqueles que foram eleitos por Deus Pai, remidos pelo Deus Filho e regenerados e selados pelo Espírito Santo pereçam eternamente. O mesmo Deus que começou a boa obra em nós, completá-la-á até o dia de Cristo Jesus.

Em terceiro lugar, quanto ao seu propósito, afirmamos indubitavelmente que a Bíblia visa a glória de Deus e a redenção do pecador. A Bíblia não é um livro antropocêntrico; é teocêntrico. Seu eixo central não é o homem, mas Deus. Seu propósito não é exaltar o homem, mas promover a glória de Deus. Não é mostrar quão grande o homem é, mas quão gracioso é Deus. A história da redenção é a mais bela história do mundo. Fala de como Deus nos amou, estando nós mortos em nossos delitos e pecados. Fala de como Deus nos resgatou estando nós prisioneiros no cativeiro do pecado. Fala de como Deus nos libertou estando nós no império das trevas, na casa do valente, dominados pelo príncipe da potestade do ar. Nossa redenção tem como propósito maior a manifestação da glória de Deus e o nosso prazer nele. Concluo, portanto, com a conhecida afirmação de John Pipper: “Deus é tanto mais glorificado em nós, quanto mais nós nos deleitamos nele”.





Por Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Versiculo do dia

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