terça-feira, 5 de dezembro de 2017

PÃO DIÁRIO - 05/12/2017 - Não fui esquecido

Não fui esquecido

Esperar é difícil em qualquer situação, porém, quando dias, semanas ou até meses se passam e nossas orações parecem não ter resposta, é fácil sentir que Deus nos esqueceu. Talvez, possamos enfrentar as distrações cotidianas ao longo do dia, mas, à noite, é muito mais difícil lidar com os pensamentos que nos causam ansiedade. As preocupações se intensificam e as horas de escuridão parecem não ter fim. O cansaço extremo faz parecer impossível enfrentar o novo dia.

O salmista cansou-se ao esperar (13:1). Sentiu-se abandonado — como se os seus inimigos estivessem em vantagem (v.2). Quando estamos esperando que Deus resolva uma situação difícil ou responda a orações muitas vezes repetidas, é fácil desanimar.

Satanás sussurra em nossos ouvidos que Deus nos esqueceu, e que as coisas jamais mudarão. Nossa tendência pode ser a de ceder ao desespero. Por que se preocupar em ler a Bíblia ou orar? Por que se esforçar para adorar com os outros cristãos? Precisamos mais dos nossos salva-vidas espirituais quando estamos esperando. Eles nos ajudam a permanecer firmes no amor de Deus e a nos tornarmos sensíveis ao Seu Espírito.

O salmista tinha um remédio. Ele se concentrava em tudo o que sabia sobre o amor de Deus, lembrando-se das bênçãos do passado e louvando a Deus voluntariamente, que não o esqueceria. Podemos fazer o mesmo. — MS

Leia: Salmo 13 

Examine: Nossa alma espera no Senhor, nosso auxílio e escudo. — Salmo 33:20

Considere: Vale a pena esperar em Deus; Seu tempo é sempre o melhor.

Ecumenismo, avanço ou uma ameaça à igreja?

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Está na moda o diálogo inter-religioso. Vivemos a época do inclusivismo, fruto da ideia pós-moderna, que não existe verdade absoluta. Muitos pastores, em nome do amor, sacrificam a verdade e caem nessa teia perigosa do ecumenismo. Precisamos afirmar que não existe unidade espiritual fora da verdade, assim como luz e trevas não podem coexistir. Não podemos ser um com aqueles que negam a salvação pela graça de Cristo Jesus. Não é um ato de amor deixar que aqueles que andam pelo caminho largo da condenação sigam “em paz” por esse caminho de morte. Esse falso amor tem cheiro de morte. Essa atitude de dar as mãos a todas as religiões, numa espécie de convivência harmoniosa, acreditando que toda religião é boa e leva a Deus é uma falácia. Toda religião é vã a não ser que pregue a Cristo, e este crucificado. Toda religião afasta o homem de Deus, a não ser que anuncie Jesus Cristo como o único caminho para Deus! Vamos deixar esse discurso falacioso de amor a todos, e vamos amar de verdade às pessoas, de todas as religiões, pregando a elas, com senso de urgência, o evangelho que exige arrependimento e fé e oferece vida eterna.

Obviamente, a união de todas as religiões e de todas as crenças não é um avanço, mas uma ameaça à igreja de Cristo. O que está por trás dessa tentativa de unir todas as crenças é a heresia de que toda religião é boa e todo o caminho leva a Deus. O ecumenismo, o diálogo inter-religioso e a fraternidade com todos os credos é um engano fatal. É um falso entendimento do que Jesus ensinou sobre a unidade espiritual da igreja. Não há unidade espiritual fora do evangelho de Cristo. O argumento de que Jesus acolheu publicanos e pecadores e por isso devemos receber todos os credos é uma falsa interpretação do texto bíblico. O amor não é um substituto da verdade. Todos são convidados a vir a Cristo, mas de todos é exigido arrependimento e fé.

É preciso alertar, ainda, que essa frouxidão doutrinária do liberalismo desemboca na relativização moral. O entendimento pós-moderno é que cada um tem sua própria verdade. A verdade deixou de ser objetiva para ser subjetiva. Com isso, assistimos, estarrecidos, não apenas um ataque aos valores morais, mas uma inversão dos valores morais. O profeta Isaías já havia denunciado essa atitude: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is 5.20). É isso que estamos vendo na mídia todos os dias. Faz-se apologia do aborto, do adultério, do homossexualismo, da violência e da mentira. Porque uma ideia falsa foi plantada no passado, estamos fazendo uma colheita desditosa no presente. A igreja de Cristo precisa estar firme contra todas essas ondas de engano e permanecer inabalável no cumprimento de sua vocação de levar o evangelho a toda criatura, em todo o mundo.





Por Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr CLAUDIO DUARTE


O Pinguço Cachaceiro Fedorento Miserável 

- Pr Claudio Duarte



Versículo do Dia

Versículo do Dia


E farei com eles uma aliança eterna de não me desviar de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor nos seus corações, para que nunca se apartem de mim. 

VÍDEO DO DIA - How Great Is Our God (World Edition) [feat. Chris Tomlin]


How Great Is Our God (World Edition)

 [feat. Chris Tomlin]



PÃO DIÁRIO - 04/12/2017 -O sacrifício final

O sacrifício final

Quando Deng Jinjie viu pessoas se debatendo nas águas do rio Sunshui na China, não ficou indiferente. Em um ato de heroísmo, pulou na água e ajudou a salvar quatro membros de uma família. Infelizmente, a família deixou o lugar enquanto ele ainda estava na água. Jinjie, esgotado pelos esforços do resgate, submergiu, foi arrastado pela correnteza do rio e se afogou.

Quando estávamos nos afogando em nosso pecado, Jesus Cristo deu Sua vida para vir em nosso socorro. Somos aqueles a quem Ele veio resgatar. O Senhor desceu dos céus e nos levou para um lugar seguro. Ele fez isso carregando o castigo por todas as nossas transgressões ao morrer na cruz (1 Pedro 2:24) e ressuscitar três dias depois. A Bíblia declara: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós…” (1 João 3:16). O amor sacrificial de Jesus nos inspira a demonstrar amor genuíno “…de fato e de verdade” (v.18) aos outros com quem temos relacionamento.

Se negligenciarmos o sacrifício final de Jesus em nosso favor, falharemos em ver e experimentar Seu amor. Hoje, reflita sobre a conexão entre o sacrifício do Senhor e Seu amor por você. Ele veio para nos resgatar.  — JBS

Leia: 1 João 3:16-23 

Examine: Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós… —1 João 3:16

Considere: Jesus deu Sua vida para mostrar Seu amor por nós.

ENCARNAÇÃO, O GRANDE MISTÉRIO DO CRISTIANISMO


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“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14).

Atanásio, o grande vencedor da ortodoxia, no concílio de Nicéia, em 325 d.C., disse, acertadamente, que a encarnação do Verbo é o grande mistério do Cristianismo. O apóstolo João, no vestíbulo de seu evangelho, apresenta-nos o Verbo eterno, pessoal, divino, auto-existente, agente da criação, luz que ilumina todo homem e o único nome pelo qual podemos receber de Deus a salvação. A encarnação é uma doutrina cristã que transcende nosso entendimento, mas nutre nossa alma de gloriosa segurança. Três verdades são enfatizadas no texto em tela.

Em primeiro lugar, o auto-esvaziamento daquele que é transcendente. O Verbo tem os mesmos atributos de Deus e realiza as mesmas obras de Deus, portanto, ele é Deus. Deus de Deus, Luz de Luz, co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai. Ele não deixou de ser Deus ao entrar no mundo e se fazer Homem nem deixou de ser Homem ao retornar ao céu como Deus. Seus atributos são divinos: Ele é imenso, infinito, eterno, imutável, auto-existente, onipotente, onisciente, onipresente e transcendente. Ele é maior do que tudo quanto existe. Não há sequer um centímetro deste vasto e insondável universo onde ele não esteja e não seja o Senhor. Nem o céu dos céus pode contê-lo. Ele é transcendente! Na plenitude dos tempos, ele esvaziou a si mesmo, tornou-se um zigoto, um embrião, um feto, um bebê. Nasceu de uma virgem, foi colocado numa manjedoura, enfaixado em panos e cresceu em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens. Ele vestiu pele humana, pisou o nosso chão, comeu o nosso pão, bebeu a nossa água, chorou as nossas lágrimas, sentiu a nossa dor, foi traspassado pelas nossas iniquidades, morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação. Oh, que glorioso mistério: Deus se fez homem, o eterno entrou no tempo. Sendo ele Senhor, se fez servo. Sendo ele rico, se fez pobre por amor de nós. Sendo ele, santo foi feito pecado por nós. Sendo ele bendito, foi feito maldição para que nós fôssemos benditos eternamente.

Em segundo lugar, a auto-revelação cheia de graça e verdade daquele que é santo e justo. Se o Verbo divino tivesse vindo até nós cheio de justiça e juízo estaríamos arruinados. Aos seus olhos, o melhor de nós, nossas justiças, não passam de trapo de imundícia. E o pior de nós, os nossos pecados, o que seriam aos seus olhos? Ele veio não para nos condenar, mas para nos salvar. Veio não para ser servido, mas para servir e dar sua vida em nosso resgate. Ele nos amou não por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos. Ele pôs seu coração em nós, quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Estávamos perdidos e fomos achados. Estávamos mortos e recebemos vida. Éramos escravos do pecado, depravados e condenados e ele nos libertou, nos ressuscitou para uma nova vida e transformou nossa história, fazendo-nos assentar com ele, nos lugares celestiais.

Em terceiro lugar, a manifestação plena daquele que é glorioso. O texto conclui, dizendo: “… e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. A glória não é um atributo de Deus, como santidade, justiça e misericórdia, mas a manifestação máxima de todos os atributos de Deus, no seu pleno fulgor. Quando os profetas do Antigo Testamento foram levantados, enfatizaram os atributos de Deus. Isaías enfatizou sua santidade. Amós, a sua justiça e Oséias, a sua misericórdia. Quando, porém, Jesus veio, na plenitude dos tempos, ele estampou diante de nós, não apenas sua santidade, justiça e misericórdia, mas todo o fulgor da glória de Deus. Nele habitou corporalmente, toda a plenitude da divindade. Ele é o resplendor da glória e a exata expressão do ser de Deus. Ele mesmo disse: “Quem me vê a mim, vê o Pai, porque eu e o Pai somos um”. Se quisermos saber quão magnífico é o nosso Deus, devemos olhar para Jesus! Ele é a exegese de Deus. Ele veio nos revelar Deus e nos levar de volta para a presença de Deus. Ele é o caminho para Deus. Ele é a porta de acesso à presença de Deus. Ele é o Verbo que se fez carne. Ele é o Deus Emanuel!





Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 3 de dezembro de 2017

Versículo do Dia


Versículo do Dia



Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz.

VÍDEO DO DIA - Give Me Jesus ( De-me Jesus ) - Jeremy Camp


Give Me Jesus ( De-me Jesus ) - Jeremy Camp




PÃO DIÁRIO - 03/12/2017 - Aja!

Aja!

Quando uma marmota começou a roer nossa garagem, comprei uma armadilha com planos de transportar a amiguinha para um parque. Coloquei iscas dentro da armadilha e abri o alçapão. Na manhã seguinte, eu estava animado para encontrar a pequena criatura presa — até perceber que não havia nenhuma marmota lá. Eu tinha capturado um gambá.

Procurei na internet como tirar o gambá da armadilha sem… bem, você sabe. As soluções eram extremamente cautelosas em suas descrições de como se proteger ao libertar o animal. Sacolas plásticas. Luvas. Lonas. Cobertores. Óculos de proteção. A tarefa parecia assustadora e perigosa.

Então, meu genro tomou a iniciativa. Ele simplesmente pisou por cima da armadilha, abriu a porta e convenceu nosso amigo listrado a seguir seu caminho com algumas pulverizações de mangueira de jardim.

Às vezes nossos medos podem nos impedir de agir. Preocupamo-nos tanto em nos proteger, que falhamos em simplesmente tomar a iniciativa. Quando o rei Asa soube que o Senhor queria que ele removesse os ídolos de Israel, ele “cobrou ânimo” (2 Crônicas 15:8). Ele agiu, e como resultado, a nação regozijou (v.15).

Enfrentando algum desafio espiritual? O Senhor o ajudará a agir com coragem e a confiar nele para o melhor resultado. — JDB

Leia: 2 Crônicas 15:1-12 

Examine: …[Asa] cobrou ânimo e lançou abominações fora de toda a terra […] e renovou o altar do Senhor… —2 Crônicas 15:8

Considere: Coragem é o medo que fez sua oração.

A família na época pós-moderna

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A pós-modernidade está firmada sobre o tripé: pluralização, privatização e secularização. A pluralização diz que há muitas ideias, muitos valores, muitas crenças. Não existe uma verdade absoluta, tudo é relativo. A privatização diz que nossas escolhas são soberanas e cada um tem sua própria verdade. A secularização, por sua vez, coloca Deus na lateral da vida e o reduz apenas aos recintos sagrados. A família está nesse fogo cruzado. Caminha nessa estrada juncada de perigos, ouvindo muitas vozes, tendo à sua frente muitas bifurcações morais. Que atitude tomar? Que escolhas fazer para não perder sua identidade? Quero sugerir algumas decisões:

Em primeiro lugar, coloque Deus acima das pessoas. No mundo temos Deus, pessoas e coisas. Vivemos numa sociedade que se esquece de Deus, ama as coisas e usa as pessoas. Devemos, porém, adorar a Deus, amar as pessoas e usar as coisas. A família pós-moderna tem valorizado mais as coisas do que o relacionamento com Deus. Vivemos numa sociedade que valoriza mais o ter do que o ser. Uma sociedade que se prostra diante de Mamom e se esquece do Deus vivo.

Em segundo lugar, coloque seu cônjuge acima de seus filhos. O índice de divórcio cresce espantosamente no Brasil. Enquanto os véus das noivas ficam cada vez mais longos, os casamentos ficam cada vez mais curtos. Um dos grande erros que se comete é colocar os filhos acima do cônjuge. Muitos casais transferem o sentimento que devem dedicar ao cônjuge para os filhos e isso, fragiliza a relação conjugal e ainda afeta profundamente a vida emocional dos filhos. O maior presente que os pais podem dar aos filhos é amar seu cônjuge. Pais estruturados criam filhos saudáveis.

Em terceiro lugar, coloque seus filhos acima de seus amigos. Muitos pais vivem ocupados demais, correm demais e dedicam tempo demais aos amigos e quase nenhum tempo aos filhos. Alguns pais tentam compensar essa ausência com presentes. Mas, nossos filhos não precisam tanto de presentes, mas de presença. Nenhum sucesso profissional ou financeiro compensa o fracasso do relacionamento com os filhos. Nossos filhos são nosso maior tesouro. Eles são herança de Deus. Equivocam-se os pais que pensam que a melhor coisa que podem fazer pelos filhos é deixar-lhes uma rica herança financeira. Muitas vezes, as riquezas materiais têm sido motivo de contendas na hora da distribuição da herança. Nosso maior legado para os filhos é nosso exemplo, nossa amizade e nossa dedicação a eles, criando-os na disciplina e admoestação do Senhor.

Em quarto lugar, coloque os relacionamentos acima das coisas. Vivemos numa ciranda imensa, correndo atrás de coisas. Muitas pessoas acordam cedo e vão dormir tarde, comendo penosamente o pão de cada dia. Pensam que se tiverem mais coisas serão mais felizes. Sacrificam relacionamentos para granjearem coisas. Isso é uma grande tolice. Pessoas valem mais do que coisas. Relacionamentos são mais importantes do que riquezas materiais. É melhor ter uma casa pobre onde reina harmonia e paz do que viver num palacete onde predomina a intriga.

Em quinto lugar, coloque as coisas importantes acima das coisas urgentes. Há uma grande tensão entre o urgente e o importante. Nem tudo o que é urgente é importante. Não poucas vezes, sacrificamos no altar do urgente as coisas importantes. Nosso relacionamento com Deus, com a família e a com a igreja são coisas importantes. Relegar esses relacionamentos a um plano secundário para correr atrás de coisas passageiras é consumada tolice. A Bíblia nos ensina a buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, sabendo que as demais coisas nos serão acrescentadas. Precisamos investir em nosso relacionamento com Deus e em nossos relacionamentos familiares, a fim de não naufragarmos nesse mar profundo da pós-modernidade!



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 2 de dezembro de 2017

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr CLAUDIO DUARTE


Tem Mulher que Só a Graça do Eterno 



Versículo do Dia

Versículo do Dia


A minha alma anseia pelo Senhor, mais do que os guardas pela manhã, mais do que aqueles que guardam pela manhã. 

VÍDEO DO DIA - You raise me up - Você me Levanta


You raise me up - Você me Levanta



PÃO DIÁRIO - 02/12/2017 - Termos do contrato

Termos do contrato

Se você for como eu, raramente lê os contratos de serviços de internet antes de assiná-los. Eles se estendem por páginas, e a maior parte do jargão legal não faz sentido para pessoas comuns como eu.

Fiquei muito surpresa, portanto, quando um amigo da África me falou sobre um tipo peculiar de contrato de um software on-line. Em vez de uma licença prolixa ensinando aos usuários como não usá-lo, o programador oferece uma simples benção, exortando as pessoas a usá-lo para o bem:

Que você faça o bem e não o mal. Que você encontre perdão para si mesmo e perdoe os outros. Que você compartilhe livremente, nunca tomando mais do que dá.

A princípio pensei, Uau. Imagine se mais cláusulas de contratos fossem escritas como bênçãos, em vez de documentos legais. E então refleti: O contrato que Jesus faz conosco é assim. Ele nos oferece perdão dos pecados, paz com Deus e a presença do Espírito Santo. Em troca, tudo o que nos pede é que façamos o bem (Gálatas 6:10), perdoemos como fomos perdoados (Lucas 6:37) e amemos aos outros como Ele nos ama (João 13:34).

A beleza do contrato de Jesus conosco é que, embora falhemos em cumprir as cláusulas, ainda recebemos a benção. — JAL

Leia: Lucas 6:27-37 

Examine: …perdoai e sereis perdoados. —Lucas 6:37

Considere: …enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos… —Gálatas 6:10

As estratégias evangelísticas de Paulo

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Paulo foi o maior missionário da história da igreja. Investigar o conteúdo da sua mensagem e a relevância de seus métodos é um desafio para a igreja contemporânea. Na busca do crescimento da igreja, não precisamos recorrer às novas técnicas engendradas no laboratório do pragmatismo, mas devemos nos voltar ao exemplo daquele que foi o maior bandeirante do Cristianismo. Algumas estratégias de Paulo merecem destaque:

1. Paulo sempre buscou as sinagogas para alcançar os religiosos. Sempre que Paulo chegava em uma cidade, procurava ali uma sinagoga. Sabia que nesse ambiente religioso, judeus e pessoas tementes a Deus se reuniam para estudar a lei e orar. Seu propósito era argumentar com essa pessoas, a partir do Antigo Testamento, que o Jesus histórico é o Messias, o Salvador do mundo. Não podemos perder a oportunidade de pregar a Palavra nos templos, onde pessoas religiosas se reúnem, para expor a elas as Escrituras e por meio delas apresentar-lhes Jesus.

2. Paulo sempre aproveitou os lugares seculares para alcançar as pessoas não religiosas. Tanto em Corinto como em Éfeso, Paulo lançou mão desse recurso. Não podemos limitar o ensino da Palavra de Deus apenas aos locais religiosos. Em Corinto Paulo ensinou na casa de Tício Justo e em Éfeso, na escola de Tirano. Paulo ia ao encontro das pessoas, onde elas estavam. Era um evangelista que tinha cheiro de gente. Estava nas ruas, nas praças, nas escolas. Era um pregador fora dos portões. Ainda hoje podemos e devemos usar esses recursos. Podemos e devemos plantar igrejas, usando espaços neutros, como fábricas, escolas e hotéis. Muitas pessoas que, ainda hoje, encontram resistência para entrar num lugar religioso não oferecem qualquer resistência para ir a um lugar neutro.

3. Paulo sempre utilizou os lares como lugares estratégicos para a evangelização e o ensino. Paulo ensinava publicamente e também de casa em casa, testemunhando tanto a judeus como a gregos o arrependimento e a fé em Cristo Jesus. Paulo era um evangelista e um mestre. O lar sempre foi um lugar estratégico para o crescimento da igreja. Na igreja apostólica não havia templos. As igrejas se reuniam nas casas. E a partir desses núcleos, a igreja espalhou-se e multiplicou-se por todo o império romano. O lar deve ser uma embaixada do reino de Deus na terra, uma agência de evangelização e uma escola de discipulado.

4. Paulo sempre plantou igrejas em cidades estratégicas. Paulo foi um pregador fiel e relevante. Ele lia o texto e o povo. Conhecia as Escrituras e a cultura. Jamais mudou a mensagem, mas sempre buscou os melhores métodos para alcançar os melhores resultados. Por isso, fixou-se nas cidades mais importantes do império, porque estava convencido de que a partir dali, o evangelho poderia se espalhar para outros horizontes. Nas quatro províncias que Paulo plantou igrejas, as províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor, procurou sempre se estabelecer em lugares geográfica, econômica e religiosamente importantes, pois sabia que as igrejas nessas cidades tornar-se-iam multiplicadoras na evangelização mundial.

5. Paulo sempre acreditou no poder da verdade para convencer e converter os corações. Paulo pregou com lágrimas, mas sem deixar de usar seu cérebro. Por onde passou, dissertou sobre a verdade das Escrituras e persuadiu as pessoas a crerem em Cristo. Ele dirigiu-se à mente das pessoas e tocou-lhes o coração. Paulo rejeitou a sabedoria humana, mas não a sabedoria divina. Ele não confiou nos recursos da retórica, mas usou todos os argumentos lógicos e racionais, na dependência do Espírito, para alcançar as pessoas com o evangelho. Hoje, à semelhança de Paulo, precisamos de pregadores que conheçam a verdade; pregadores que ousem pregá-la com clareza, exatidão e poder.






Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume; 

VÍDEO DO DIA - Alan Jackson - Are You Washed In The Blood / I'll Fly Away


Alan Jackson 

 Are You Washed In The Blood / I'll Fly Away



PÃO DIÁRIO - 01/12/2017 - Retrato de humildade

Retrato de humildade

Durante a Páscoa, minha esposa e eu fomos a um culto em que os participantes tentaram reproduzir os acontecimentos que Jesus e Seus discípulos experimentaram na noite que antecedeu a crucificação. Como parte do culto, os membros da equipe da igreja lavaram os pés de alguns voluntários. Enquanto assistia a cena, imaginava se os mais humildes eram os que lavavam os pés, ou os que permitiam ter os pés lavados por outra pessoa. Tanto os que serviam, como os que eram servidos, retrataram figuras diferentes de humildade.

Quando Jesus e Seus discípulos estavam reunidos para a Última Ceia (João 13:1-20), Jesus, em humilde servidão, lavou os pés de Seus discípulos. Mas Simão Pedro resistiu, dizendo: “…Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo” (13:8). Lavar os seus pés não era um mero ritual. Poderia também ser interpretado como um retrato de nossa necessidade da limpeza de Cristo — uma limpeza que nunca será completa, a menos que estejamos dispostos a ser humildes perante o Salvador.

Tiago escreveu “…Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (4:6). Recebemos a graça de Deus quando reconhecemos a grandeza do Senhor, que se humilhou na cruz (Filipenses 2:5-11). — WEC

Leia: João 13:1-11 

Examine: …Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. —Tiago 4:6

Considere: A posição mais poderosa da terra é ajoelhar-se diante do Senhor do universo.

Generosidade, o fundamento da prosperidade



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A generosidade é o caminho da prosperidade. Quando abrimos o coração e as mãos para socorrer os aflitos, Deus abre sobre nós as janelas dos céus. A generosidade e não a usura é a fonte da verdadeira prosperidade. Vejamos três aspectos da generosidade cristã:

Em primeiro lugar, a generosidade é uma semeadura que produz farta colheita. A Palavra de Deus diz: “A quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais; ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á pura perda” (Pv 11.24). Na economia de Deus, você tem o que dá e perde o que retém. O dinheiro é como uma semente, só se multiplica quando é semeado. A semente que se multiplica não é a que comemos nem a que guardamos, mas a que semeamos. A semeadura generosa terá uma colheita farta, pois quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais. É o próprio Deus quem multiplica a nossa semente e faz prosperar a nossa sementeira, quando abrimos a mão para abençoar. Mãos abertas produzem bolsos cheios. O contrário, também, é verdadeiro. Ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á pura perda. Vasa entre os dedos. É como receber salário e colocá-lo num saco furado. Aqueles que acumulam com avareza o que poderia socorrer o aflito, descobre que esse dinheiro acumulado não pode lhes dar felicidade nem segurança. Aqueles que ajuntaram fortunas e viveram no fausto e no luxo, deixando à míngua o próximo à sua porta, descobrem que, quando a morte chegar, não poderão levar sequer um centavo. Não há caminhão de mudança em enterro nem gaveta em caixão. Mas aquilo que você dá com generosidade, é como uma semente bendita que se multiplica e alimenta a milhares.

Em segundo lugar, a generosidade é uma dádiva que produz prosperidade. A Palavra de Deus é clara em afirmar: “A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado” (Pv 11.25). A prosperidade não é resultado da usura, mas da generosidade. A avareza é a mãe da pobreza, mas a generosidade é a genetriz da prosperidade. Aqueles cujos corações foram abertos por Deus, têm mãos e bolsos abertos para socorrer os necessitados. Jesus Cristo disse que mais bem-aventurado é dar do que receber. A contribuição não é um favor que fazemos às pessoas, mas uma graça que recebemos de Deus. Quando abrimos a mão para ofertar estamos investindo em nós mesmos e semeando em nosso próprio campo. Quem dá ao pobre empresta a Deus e ele jamais fica em débito com ninguém. Deus multiplica a sementeira daquele que semeia na vida dos seus irmãos. Quem dá alívio aos outros, alívio receberá. Quando damos a beber a quem tem sede, dessedentamos a nós mesmos. O bem que fazemos aos outros, retorna para nós em dobro.

Em terceiro lugar, a generosidade é um empréstimo a Deus, que a ninguém fica devendo. A Palavra de Deus é enfática: “Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício” (Pv 19.17). Deus sempre demonstra um cuidado especial aos pobres. Deus, porém, faz tanto o rico quanto o pobre. Se o pobre é um mistério divino, o rico tem um ministério divino. O rico não deve acumular sua riqueza com avareza, mas distribui-la com generosidade. Deve ser rico de boas obras e ter consciência de que, o que recebe de Deus com abundância, deve ser compartilhado com generosidade. Isso é como emprestar a Deus, pois Deus é o fiador do pobre. Deus nunca fica em dívida com ninguém. Ele não dá calote. Sua justiça é perfeita e sua misericórdia não tem fim. Ele é a fonte de todo o bem. Tudo o que temos e somos vem de Deus. Riquezas e glórias vêm das suas mãos. É ele quem multiplica a nossa sementeira para continuarmos semeando na vida do nosso próximo. É ele quem nos faz prosperar como fruto da generosidade. É ele quem nos paga em dobro tudo quanto ofertamos ao pobre.





Por Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...