terça-feira, 7 de março de 2017

Os alicerces da unidade cristã

Resultado de imagem para Os alicerces da unidade cristã


A unidade espiritual da igreja é uma obra exclusiva de Deus. Não podemos produzir unidade; apenas mantê-la. Todos aqueles que nasceram de novo fazem parte da igreja e seus membros devem demonstrar aos olhos do mundo, de forma visível essa unidade interna. A desunião dos crentes, portanto, é uma ameaça à igreja e um escândalo diante do mundo. Essa atitude desonra a Cristo e a própria igreja.

Quando Paulo escreve sua carta aos Filipenses faz uma transição dos inimigos externos (Fp 1.28), para os perigos internos (Fp 2.1-4). Paulo está deixando a ameaça de um mundo hostil, para tratar de um problema igualmente ameaçador, o da comunidade dividida. Paulo alerta para o fato de que uma igreja dividida é uma presa fácil no caso de um ataque frontal da sociedade externa. Assim, não basta apenas ficar firme contra os perigos que vêm de fora; é preciso acautelar-se contra o perigo de esboroar-se por causa das divisões internas. Para o apóstolo Paulo “uma santa e una igreja” não era apenas um artigo de fé.

Antes de exortar a igreja de Filipos sobre a questão da unidade cristã, Paulo dá a base doutrinária. Há quatro pilares que sustentam a unidade cristã. Esses pilares não são criados pela igreja; são dádivas de Deus à igreja. Paulo coloca esses fundamentos em forma de cláusulas condicionais, mas ele assume em cada uma que a condição é verdadeira. Esses pilares já existem e eles precisam ser o alicerce da unidade. Podemos ver a obra da própria Trindade na construção da unidade da igreja. Os crentes estão em Cristo, experimentando a realidade do amor de Deus, pela ação do Espírito Santo. Quais são esses pilares da unidade?

Em primeiro lugar, exortação em Cristo (Fp 2.1). 

A palavra grega paraklesis sugere que há uma obrigação colocada sobre os filipenses, oriunda diretamente de sua vida comum “em Cristo”, para trabalharem juntos e em harmonia. Paulo está convidando os filipenses a lembrar-se de seu status de comunidade amada por Cristo. Todo crente tem recebido encorajamento, exortação e conforto de Cristo. Essa comum experiência deveria unir os crentes. Ninguém pode caminhar desunido com seu semelhante e ao mesmo tempo estar unido a Cristo. Ninguém pode viver a atmosfera de Cristo e viver ao mesmo tempo odiando a seus irmãos.

Em segundo lugar, consolação de amor (Fp 2.1).

 Aqui, é o amor de Cristo pela igreja que Paulo tem em vista. Ao conclamar os crentes para que vivam juntos em harmonia, Paulo apela para os mais altos motivos: o amor que o Senhor da Igreja nutre por seu povo deve impeli-los a viver dignamente. O amor de Cristo nos leva a amar como Cristo nos amou (1Jo 3.16). O amor nos leva a suportar uns aos outros. O amor nos leva a perdoar uns aos outros.

Em terceiro lugar, comunhão do Espírito (Fp 2.1). 

A participação comum no Espírito, pela qual os crentes são batizados em um só corpo, deveria determinar a morte de toda desavença e espírito de partidarismo dentro da igreja. O Espírito Santo trouxe os cristãos de à comunhão uns com os outros. Aquele que os uniu em Cristo, também os uniu uns aos outros. É o Espírito Santo que produz a nossa comunhão com Deus e a nossa comunhão com os irmãos. É o Espírito que nos une a Deus e aos irmãos de tal maneira que todo aquele que vive em desunião com seus irmãos dá provas de não possuir o dom do Espírito.

Em quarto lugar, entranhados afetos e misericórdia (Fp 2.1). 

A palavra grega splanchna “afetos” significa literalmente “as entranhas humanas”, consideradas como a sede da vida emocional (Fp 1.8). Enquanto no primeiro capítulo a palavra está se referindo ao amor de Paulo pelos filipenses, aqui ela se refere ao amor de Cristo por eles e através deles. Já a palavra grega oiktirmoi “misericórdias” é a palavra que descreve a emoção humana da piedade terna. A irmandade em uma igreja não se limita a “sentimentos” nem se resume em atividades de ajuda e frias ações. Certamente nossas “entranhas” precisam ser movidas, e as aflições do irmão precisam despertar em nós uma viva compaixão.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 6 de março de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia

Não é Efraim o meu filho querido? O filho em quem tenho prazer? Cada vez que eu falo sobre ele, mais intensamente me lembro dele. Por isso o meu coração por ele anseia; tenho por ele grande compaixão", declara o Senhor. 
Jeremias 31:20

VÍDEO DO DIA - Regis Danese - Tu Podes (Clipe oficial MK Music)


Regis Danese - Tu Podes (Clipe oficial MK Music)



PÃO DIÁRIO - 06/03/2017 - Entrando para a família


Entrando para a família



Maurice Griffin foi adotado aos 32 anos de idade. Ele havia vivido com Lisa e Charles Godbold por 20 anos, tendo-os como seus tutores. Apesar de Maurice ser agora um homem vivendo por conta própria, a completude do processo de adoção era o que ele e a família sempre quiseram. Estando reunidos com a adoção oficial, Maurice comentou: “Este é provavelmente o momento mais feliz da minha vida […] Estou feliz por estar em casa.”
Aqueles de nós que ingressamos na família de Deus podemos nos referir àquele momento como o momento mais feliz em nossas vidas. Quando confiamos nossa salvação a Cristo, nos tornamos filhos de Deus e Ele se torna o nosso Pai celestial. A Bíblia nos garante: “Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus” (Gálatas 3:26).
Como filhos adotados de Deus, nós temos irmãos espirituais — nossos irmãos e irmãs em Cristo — e todos nós compartilhamos de uma herança eterna (Colossenses 1:12). Além disso, o Espírito de Jesus habita em nossos corações e nos capacita a orar usando o nome Abba, Pai (Gálatas 4:6) — como uma criança chamando, “Papai”.
Ser filho de Deus é experimentar a proximidade e a segurança de um Pai que nos ama, aceita e quer nos conhecer. A nossa adoção em Sua família é uma maravilhosa volta ao lar.
—JBS


 Leia: Gálatas 3:26–4:7 

Examine: Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. —Gálatas 3:26

Considere: Os braços de Deus estão sempre abertos para receber qualquer um de volta em casa.




Ministério Pão Diário - Nosso site é: http://paodiario.org/
e nossa página no Facebook: Facebook.com/paodiariooficial

O imperativo da unidade cristã

Resultado de imagem para O imperativo da unidade cristã



O apóstolo Paulo está preso e algemado na antessala do martírio, mas sua atenção não está voltada para si mesmo. Havia alegria em seu coração (Fp 4.4,10), mas sua medida ainda não estava cheia. Um grau mais elevado de unidade, de humildade e de solicitude em família podia completar o que ainda faltava no cálice da alegria de Paulo. Seu principal anseio não era a rápida libertação da prisão, mas o progresso espiritual dos filipenses. Sua alegria, não vem de suas condições pessoais, mas da condição da igreja de Deus. Mesmo preso, Paulo diz que a igreja de Filipos era sua alegria e coroa (Fp 4.1). Suas orações em favor dos cristãos filipenses eram orações alegres (Fp 1.4). Mas, agora, o apóstolo deseja que o cálice da sua alegria transborde e por isso ordena: “Completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma cousa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento” (Fp 2.2). Paulo não pode estar alegre enquanto o espírito de facção existir nessa generosa igreja de Filipos. Paulo exorta aqueles irmãos para que tenham unanimidade de coração. Não se trata da unanimidade formal que se consegue manter mediante pelo poder de veto; trata-se daquela unanimidade sincera de propósitos, pela qual ninguém deseja impor um veto sobre as pessoas.

Aquela mesma igreja que estava comprometida com Paulo no apoio missionário, dando-lhe conforto e sustento financeiro, estava sendo ameaçada por divisões internas e isso estava toldando a alegria no coração do velho apóstolo.

Como a igreja poderia completar a alegria de Paulo?

Em primeiro lugar, demonstrando unidade de pensamento (Fp 2.2). 

A unidade de pensamento não é uma coisa fácil de alcançar, especialmente onde as pessoas têm uma mente ativa e um espírito independente. O verbo grego phronein usado aqui para definir “o pensar a mesma coisa” aparece nesta carta dez vezes, enquanto aparece apenas mais treze vezes em todas as demais epístolas. Usando a palavra phronein, Paulo não tem em vista o “pensamento” teórico do teólogo, mas o pensar prático, subordinado ao querer. Aqui se trata do “pensamento” que conduziu o Filho de Deus do trono da glória para a vergonha da morte na cruz! Se todos “pensarem” da maneira como Jesus Cristo também pensou, como ele morreu por pecadores, não poderão se separar; hão de apegar-se aos irmãos. Fica claro que a palavra phronein traduzida aqui por “mente” denota não uma capacidade intelectual, mas uma ação e uma atitude moral. Obviamente, “ter uma só mente” não significa que os crentes têm que concordar em tudo; em vez disso, cada crente deve ter a mesma atitude de Cristo (Fp 2.5).

Em segundo lugar, demonstrando unidade nos relacionamentos (Fp 2.2).

 Os irmãos da igreja de Filipos precisam ter o mesmo amor uns pelos outros, igual ao que Cristo tem por eles. O amor de Cristo o trouxe do céu para a humilde condição da natureza humana, para morrer na cruz em favor dos pecadores. Muito embora os crentes não podem fazer o que Cristo fez, eles podem seguir seu exemplo, quando expressam o mesmo amor na maneira de lidar uns com os outros.

Em terceiro lugar, demonstrando unidade espiritual (Fp 2.2). 

A igreja precisa ser unida de alma. Jesus orou para que todos aqueles que creem possam ser um como ele e o Pai são um (Jo 17.22-24). Essa frase significa dois corações batendo como se fosse um só. Na igreja de Deus não há espaço para disputas pessoais. A igreja não é um concurso de projeção pessoal nem um campeonato de desempenhos pessoais. A igreja é um corpo onde cada membro coopera com o outro, visando a edificação de todos.

Em quarto lugar, demonstrando unidade de sentimento (Fp 2.2). 

A igreja precisa ser ter o mesmo sentimento. A igreja é como um coro que deve cantar no mesmo tom. Os crentes não são competidores, mas cooperadores. Eles não são rivais, mas parceiros. Eles não estão lutando por causas pessoais, mas todos estão buscando a glória de Deus.





Por Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 5 de março de 2017

Versículo do Dia


Versículo do Dia

Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus. 
Romanos 9:16

VÍDEO DO DIA - Vineyard - Quebrantado (Juninho Afram)


Vineyard - Quebrantado (Juninho Afram)


PÃO DIÁRIO - 05/03/2017 - Identidade confundida


Identidade confundida


Meu irmão mais novo nasceu quando eu estava no último ano do Ensino Médio. Esta diferença de idade criou uma situação interessante quando ele chegou à juventude. Em sua primeira visita ao campus da universidade, nossa mãe e eu o acompanhamos. Quando chegamos, as pessoas pensaram que eu era o pai de meu irmão e que a nossa mãe era a avó dele. Finalmente, acabamos desistindo de corrigi-los. Independentemente do que disséssemos ou fizéssemos, o nosso verdadeiro grau de parentesco era suplantado por este caso cômico de troca de identidade.
Jesus questionou os fariseus sobre a Sua identidade: “Que pensais vós do Cristo? De quem é filho?…” Eles responderam, “…de Davi.” (Mateus 22:42). A identidade de Messias era decisiva, e a resposta deles estava correta, mas incompleta. As Escrituras haviam afirmado que o Messias viria e reinaria no trono de Seu pai Davi. Mas Jesus os lembrou de que apesar de Davi ser Seu ascendente, Jesus Cristo seria mais — Davi referiu-se a Ele como “Senhor”.
Diante de uma questão semelhante, Pedro respondeu corretamente, “…Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16). Ainda hoje, a questão da identidade de Jesus surge com mais importância que o restante dos questionamentos — e é eternamente importante que não cometamos erros ao entender quem Ele é. Nosso Criador, Defensor, Redentor e Amigo.
—WEC


Leia: Mateus 16:13-20 

Examine: Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? —Mateus 16:15

Considere: Nenhum erro é mais perigoso do que enganar-se com relação à identidade de Jesus.





Ministério Pão Diário - Nosso site é: http://paodiario.org/
e nossa página no Facebook: Facebook.com/paodiariooficial

A virtude que promove a unidade cristã


Resultado de imagem para  A humildade é a virtude que promove a unidade cristã.



A humildade é a virtude que promove a unidade cristã. A humildade é o remédio para os males que atacam a unidade da igreja. A palavra grega tapeinophrosyne é um termo cunhado pelo Cristianismo. Humildade era uma expressão carregada de opróbrio no pensamento grego, tendo conotações de “servilismo”, como nas atitudes de um homem vil ou de um escravo. Quase sempre entre os escritores gregos, “humildade” tem um significado negativo. Entre o povo de Deus, porém, a humildade é um imperativo, pois “Deus escarnece dos escarnecedores, mas dá graça aos humildes” (Pv 3.34). “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tg 4.6) e o apóstolo Pedro ordena: “Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1Pe 5.5).

A humildade deve ser a marca do cristão, pois seu Senhor e Mestre foi “manso e humilde de coração” (Mt 11.29). Os discípulos de Cristo demoraram entender essa lição e muitas vezes discutiram quem devia ocupar a primazia entre eles. Nessas ocasiões, Jesus lhes dizia que maior é o que serve e que ele mesmo veio não para ser servido, mas para servir (Mc 10.45). Vejamos três fatos importantes para o entendimento deste tema:

Em primeiro lugar, o que é humildade (Fp 2.3). 

A humildade provém do verdadeiro conhecimento de Deus e do correto conhecimento de nós mesmos. Enquanto a ambição e o preconceito arruínam a unidade da igreja, a genuína humildade a edifica. Ser humilde envolve ter uma correta perspectiva sobre nós mesmos em relação a Deus (Rm 12.3), que por sua vez nos coloca numa correta perspectiva em relação ao próximo. Jamais o orgulho prevalece no coração de alguém que conhece a Deus e a si mesmo.

Em segundo lugar, como a humildade se manifesta? (Fp 2.3,4).

O apóstolo Paulo menciona duas manifestações da humildade.

A humildade olha para o outro com honra (Fp 2.3). No capítulo primeiro, Paulo colocou Cristo em primeiro lugar (Fp 1.21). Agora, coloca o outro acima do eu (Fp 2.3). Uma pessoa humilde não tem sede de fama, projeção e aplausos. Ela não se embriaga com o poder. Ela não busca os holofotes do palco nem corre atrás das luzes da ribalta. Uma pessoa humilde não canta “quão grande és tu” diante do espelho.

A humildade busca o interesse do outro com solicitude (Fp 2.4). A igreja de Filipos era multirracial: Lídia era uma judia rica, a jovem liberta era uma escrava grega e o carcereiro era um oficial romano da classe média. Nessas condições não era fácil manter a unidade da igreja. Ter interesse em proteger os interesses alheios, porém, faz parte dos alicerces da ética cristã. No mundo cada um cuida primeiro de si, pensa somente em si e tem o olhar atento apenas para os próprios interesses. Os interesses dos outros estão fora de seu verdadeiro campo de visão. Por isso, tampouco, existe no mundo verdadeira comunhão, mas somente o medo recíproco e a ciumenta autodefesa contra o outro. Na irmandade da igreja de Jesus pode e deve ser diferente.

Em terceiro lugar, o supremo exemplo da humildade (2.5). 

Neste capítulo dois da carta aos filipenses, Paulo cita quatro exemplos de humildade, ou seja, colocar o “outro” na frente do “eu” (Fp 2.5; 2.17; 2.20; 2.30). Porém, o argumento decisivo de Paulo é o exemplo de Cristo (Fp 2.5). O exemplo de Cristo é sempre o argumento supremo de Paulo na exortação ética, principalmente quando trata do interesse altruísta pelo bem-estar do próximo. Se o exemplo de Cristo deve ser seguido, é melhor, então, manter maior interesse pelos direitos dos outros e pelos nossos deveres, do que cuidar principalmente de nossos direitos e dos deveres dos outros.

O texto que registra a encarnação, esvaziamento, humilhação, obediência, morte e exaltação de Cristo não é uma peça doutrinária escrita por um teológico de gabinete que está traçando reluzentes verdades doutrinárias contra o nevoeiro denso das heresias, mas foram escritas por um homem que, com humildade e amor lutava pela verdadeira concórdia de seus irmãos. Essas frases, com todo o seu teor dogmático são parte dessa luta. A leitura correta deste magno texto Cristológico não é apenas aquela que trata da humilhação e exaltação do Filho de Deus, mas a que abala nosso coração egoísta e vaidoso por meio da trajetória seguida por Jesus.





Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 4 de março de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia


Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou".
 Apocalipse 21:4

VÍDEO DO DIA - Trio Nascimento - Chegou o Avivamento (Clipe Oficial MK Music em HD)


Trio Nascimento - Chegou o Avivamento
 (Clipe Oficial MK Music em HD)


PÃO DIÁRIO - 04/03/2017 - Brade aleluia!


Brade aleluia!


Há alguns dias, vi meu velho amigo Beto pedalando vigorosamente uma bicicleta na academia de nossa vizinhança enquanto olhava para baixo encarando o monitor de pressão sanguínea em seu dedo.
“O que você está fazendo?”, perguntei.
“Olhando para ver se estou vivo”, ele resmungou.
“O que você faria se visse que está morto?”, repliquei.
“Gritaria aleluia”, ele respondeu com um sorriso radiante.
Com o passar dos anos, tive a oportunidade de ver a grande força interior do Beto: sua resistência diante da decadência física e do desconforto, sua fé e esperança conforme ele se aproxima do fim de sua jornada na vida. Realmente ele não só encontrou esperança, mas a morte perdeu o poder de oprimi-lo.
Quem consegue encontrar paz e esperança — até mesmo alegria — na morte? Apenas aqueles que estão unidos pela fé ao Deus da eternidade e que sabem que têm a vida eterna (1 Coríntios 15:52,54). Para aqueles que têm esta certeza, como meu amigo Beto, a morte perdeu o seu terror. Eles podem falar com grande alegria sobre ver Cristo face a face!
Por que ter medo da morte? Por que não se alegrar? Como o poeta John Donne (1572–1631) escreveu, “Após curto sono, acorda eterno o que jaz.”
—DHR


Leia: 1 Coríntios 15:50-58 

Examine: Onde está, ó morte, a tua vitória?… —1 Coríntios 15:55

Considere: Para o cristão, morrer é a última sombra da noite terrena antes da alvorada celestial.




Ministério Pão Diário - Nosso site é: http://paodiario.org/
e nossa página no Facebook: Facebook.com/paodiariooficial

ESCUTE A VOZ DE DEUS, ELE FALOU E AINDA ESTÁ FALANDO


Resultado de imagem para ESCUTE A VOZ DE DEUS, ELE FALOU E AINDA ESTÁ FALANDO


“Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho…” (Hb 1.1,2).



​A Carta aos Hebreus, com singular beleza e não menor profundidade, de forma decisiva e peremptória, declara a existência de Deus. Por mais que os ateus neguem sua existência e os agnósticos acentuem a impossibilidade de conhecê-lo, Deus existe. Deus não apenas existe, mas, também, se revelou. O conhecimento de Deus não se dá por meio da investigação humana, mas pela auto-revelação divina. Só conhecemos a Deus porque ele revelou-se a nós. Deus fala e sua voz é poderosa. Como Deus se revelou?

​Em primeiro lugar, Deus se revelou na obra da criação. O salmista Davi foi enfático em dizer: “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos” (Sl 19.1). O universo vastíssimo e insondável, com mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro é o palco onde Deus reflete a glória de sua majestade. Vemos as digitais do criador nos incontáveis mundos estelares, bem como na singularidade de uma gota de orvalho. Tanto o macrocosmo como o microcosmo falam da grandeza de Deus. Cada entardecer e cada novo amanhecer pintam diante dos nossos olhos uma paisagem nova, refletindo quão grande e quão sábio é o nosso Deus.

​Em segundo lugar, Deus se revelou na consciência do homem. O filósofo alemão Emmanuel Kant, disse: “Há duas coisas que me encantam: o céu estrelado acima de mim e a lei moral dentro de mim”. Deus colocou dentro do homem um sensor, chamado consciência (Rm 2.15). É uma espécie de alarme que toca sempre que o homem transgride um preceito moral. Essa consciência acusa-o e defende-o. Porém, em virtude do pecado, a consciência do homem pode tornar-se fraca e até cauterizada, sendo, portanto, insuficiente para revelar-lhe, claramente, a pessoa de Deus.

​Em terceiro lugar, Deus se revelou progressivamente pelas Escrituras proféticas. Deus falou muitas vezes e de muitas maneiras aos pais pelos profetas. Usou muitos métodos e vários instrumentos para comunicar aos nossos antepassados sua lei e sua vontade. A antiga dispensação foi dada ao povo de Deus, pelo próprio Deus, por meio de seus servos, os profetas. A antiga dispensação, porém, foi parcial, incompleta e fragmentada. Ela era preparatória e não final. A lei nos foi dada não em oposição à graça, mas para nos conduzir à graça. O Antigo Testamento não está em oposição ao Novo. Ao contrário, aponta para ele é tem nele sua consumação. Nas palavras de Aurélio Agostinho: “O Novo Testamento está latente no Antigo Testamento e o Antigo Testamento está patente no Novo Testamento”. No Antigo Testamento temos o Cristo da promessa; no Novo Testamento temos o Cristo da História. Na plenitude dos tempos, ele nasceu sob a lei, nasceu de mulher, para remir o seu povo de seus pecados e trazer-lhe a plena revelação de Deus.​

Em quarto lugar, Deus se revelou completamente em seu Filho. O Filho é a última e completa revelação de Deus. Não há mais revelação por vir. No Filho, vemos o próprio Deus de forma plena. O Verbo divino se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. Ele é a exata expressão do ser de Deus. Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Ele é da mesma substância de Deus. Tem os mesmos atributos de Deus. Realiza as mesmas obras de Deus. Agora, nestes últimos dias, Deus nos falou pelo Filho. Portanto, Deus não tem mais nada a acrescentar em sua revelação. Assim, o Novo Testamento não é a apenas a sequência natural da revelação progressiva do Antigo Testamento, mas sua consumação plena. A lei não está em oposição à graça, mas tem sua consumação nela. Cristo é o fim da lei. Agora a Bíblia está completa. Tem uma capa ulterior. E isso nos basta: ela é inerrante, infalível e suficiente!




Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 3 de março de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia


destruirá a morte para sempre. O Soberano Senhor enxugará as lágrimas de todo o rosto e retirará de toda a terra a zombaria do seu povo. Foi o Senhor quem disse!
 Isaías 25:8

VÍDEO DO DIA - Quatro Por Um - Então É Só Clamar (Clipe Oficial MK Music em HD)



Quatro Por Um - Então É Só Clamar 
(Clipe Oficial MK Music em HD)


PÃO DIÁRIO - 03/03/2017 - Continue a orar


Continue a orar

Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á. v.10



Às vezes, oramos em silêncio. Outras vezes, em voz alta. Oramos por mais de 17 anos pela saúde de nossa filha Melissa, por orientação, por sua salvação e muitas vezes por proteção. Assim como oramos por nossos outros filhos, pedimos que a mão protetora de Deus estivesse sobre ela.
Quando Melissa chegou à adolescência, oramos ainda mais para que Deus a guardasse do mal — que mantivesse Seus olhos sobre ela quando, junto com seus amigos, começou a dirigir. Oramos: “Deus, por favor, proteja Melissa.”
Então, o que aconteceu? Será que Deus não compreendeu que, perder esta linda jovem desta maneira machucaria muitas pessoas, já que ela tinha tanto potencial para servi-lo e servir aos outros? Será que, naquela noite quente de primavera, Deus não viu o outro carro aproximar-se?
Nós oramos, mas Melissa morreu.
E agora? Vamos parar de orar? Vamos desistir de Deus? Vamos tentar seguir sozinhos?
Absolutamente, não! A oração é ainda mais vital para nós agora. Deus — nosso inexplicável e soberano Senhor — ainda tem o controle. Seus mandamentos para orar ainda são válidos. Seu desejo de ouvir-nos ainda persiste. A fé não exige o que queremos; ela confia na bondade de Deus, apesar das tragédias da vida. Nós sofremos. Oramos. E continuamos a orar.
— Dave Branon


Leia: Lucas 11:5-13 

Examine: A Bíblia em um ano: Números 17–19, Marcos 6:30-56 


Considere: Deus pode negar nossos pedidos, mas nunca decepcionará nossa confiança.





Ministério Pão Diário - Nosso site é: http://paodiario.org/
e nossa página no Facebook: Facebook.com/paodiariooficial

Como vencer a ansiedade

Resultado de imagem para Como vencer a ansiedade



A ansiedade é um parasita que estrangula nossas emoções e rouba nosso viço. É considerada o mal do século, pois atinge pessoas de todos os estratos sociais, de todos os credos religiosos e de todas as faixas etárias. A ansiedade é uma espécie de asfixia da alma, um estrangulador das emoções. Destacaremos quatro pontos importantes no trato dessa matéria:

Em primeiro lugar, a causa da ansiedade. Jesus Cristo ao falar sobre a ansiedade diz que os gentios que não conhecem a Deus é que ficam ansiosos quanto ao que comer, beber e vestir. A incredulidade é a causa da ansiedade. Ficamos ansiosos porque duvidamos que Deus é suficientemente bom e sábio para cuidar de nossa vida. Ficamos ansiosos porque tentamos tomar o destino de nossa vida em nossas próprias mãos. Só temos duas opções: descansamos na bondosa providência de Deus ou seremos estrangulados emocionalmente pela ansiedade.

Em segundo lugar, os perigos da ansiedade. A ansiedade é inútil, pois por mais ansiosos que estejamos, não conseguiremos acrescentar sequer alguns centímetros ao curso da nossa vida. Não nos fortalecemos para lidar com as tensões do futuro, ficando ansiosos hoje. A ansiedade não tonifica os músculos da nossa alma; afrouxa-os. A ansiedade não nos equipa para a luta; enfraquece-nos. A ansiedade não nos capacita a vencer; derrota-nos. A ansiedade além de inútil, é também, prejudicial, pois nos leva a ocupar-nos de um problema que ainda não está acontecendo. Está provado que mais de setenta por cento dos assuntos que nos deixam ansiosos nunca vão acontecer. A ansiedade antecipa problemas fictícios e nos leva a sofrer por eles como se já estivessem acontecendo. A ansiedade é, também, uma ilusão, pois nos dá a sensação de que estamos no controle da situação, ou que precisamos tomar as rédeas da nossa vida em nossas próprias mãos. Uma pessoa ansiosa, consequentemente, vive sobressaltada. Não descansa. Não tem paz.

Em terceiro lugar, o remédio divino para a ansiedade. Devemos lidar com a ansiedade de três formas distintas: Primeiro, devemos orar corretamente. Paulo escreve: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp 4.6). A palavra “oração” tem aqui o significado de adoração. Então, você adora a Deus por quem Deus é, dá graças a Deus pelo que ele faz e suplica a ele, porque ele é seu Pai. Quando oramos corretamente, triunfamos sobre a ansiedade. Segundo, devemos pensar corretamente. Paulo ainda continua: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama […] seja isso que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4.8). A batalha contra a ansiedade é decidida no campo da mente. Se focarmos nossos pensamentos nos problemas, seremos vencidos por ela; mas, se voltarmos nossos pensamentos para Deus, então ganharemos a peleja. Terceiro, devemos agir corretamente. Paulo conclui: “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai…” (Fp 4.9). A vitória sobre a ansiedade não está apenas no campo do conhecimento; mas, sobretudo, na arena da prática, na geografia da obediência.

Em quarto lugar, a cura para a ansiedade. Ansiedade produz tormento mental, estrangulamento emocional e ausência de paz. Quando, porém, buscamos a face de Deus em oração, alimentamos nossa mente com pensamentos lá do alto e colocamos em prática o que aprendemos das Escrituras, então, a ansiedade bate em retirada e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, vem habitar em nós, montando guardas e sentinelas ao redor do nosso coração e da nossa mente. Mais do que isso, o próprio Deus da paz caminha conosco e nos conduz em triunfo!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 2 de março de 2017

Versículo do Dia

Versículo do Dia

"Então purificarei os lábios dos povos, para que todos eles invoquem o nome do Senhor e o sirvam de comum acordo. 
Sofonias 3:9

VÍDEO DO DIA - Vineyard - Senhor, Te Quero



Vineyard - Senhor, Te Quero



PÃO DIÁRIO - 02/03/2017 - Celebração da criação


Celebração da criação

…pois, nele, foram criadas todas as coisas… Colossenses 1:16


Num dos livros de As crônicas de Nárnia, de C. S. Lewis, Digory e Polly usam anéis especiais para entrar em outro universo. Em uma ocasião, são transportados a um lugar onde são testemunhas da criação de um novo mundo. Na escuridão, uma bela voz canta e faz aparecer as estrelas, seguidas por um novo amanhecer.
Na luz matutina, eles veem que o cantor é um leão misterioso. Como resposta à sua voz, a relva aparece como um tapete e as árvores crescem apenas em alguns momentos. Então começam a se formar animais da terra. Quando a criação de Nárnia está completa, Aslan — seu criador — dá o dom da fala aos animais e comemora junto com suas criaturas.
Lewis, num habilidoso emprego do simbolismo cristão, dá uma nova perspectiva do milagre do início do nosso próprio mundo. Houve uma época na qual não existia o nosso universo. Não havia matéria, nem energia e nem tempo.
Então, o Filho de Deus falou e criou o que vemos agora (João 1:1-3). Em resposta, soou uma adoração angelical vinda dos lugares celestiais. O livro de Jó nos conta que quando foram lançados os alicerces da terra “…as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus” (Jó 38:4,7).
Uma noite estrelada pode fazer ressoar em nossos corações a adoração que começou com anjos, para a glória de Deus.
— Dennis Fisher


Leia: Jó 38:1-7 

Examine: A Bíblia em um ano: Números 12–14, Marcos 5:21-43

Considere: A obra da criação de Deus está concluída; nossa obra de louvor apenas começou.





Ministério Pão Diário - Nosso site é: http://paodiario.org/
e nossa página no Facebook: Facebook.com/paodiariooficial

Perdão, a cura para os relacionamentos feridos

Resultado de imagem para Perdão, a cura para os relacionamentos feridos



O perdão é o melhor remédio para a saúde emocional. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente, a alforria do coração, a cura das emoções. Perdoar é lembrar sem sentir dor. Perdoar é zerar a conta e não cobrar mais a dívida. O perdão é ato de misericórdia e manifestação da graça. O perdão é absolutamente necessário. E isso, por várias razões:

1. O perdão é necessário porque temos queixa uns dos outros. 

Nós não somos perfeitos, não viemos de uma família perfeita, não temos um casamento perfeito, não temos filhos perfeitos nem frequentamos uma igreja perfeita. Consequentemente, nós temos queixas uns dos outros. Na verdade, nós decepcionamos as pessoas e as pessoas nos decepcionam. Nossas fraquezas transpiram em nossas palavras e atitudes. Sem o exercício do perdão ficamos entupidos de mágoas e a mágoa gera raiz de amargura no coração. Não somente isso, a amargura perturba a pessoa que a alimenta e contamina as pessoas ao redor.

2. O perdão é necessário porque fomos perdoados por Deus. 

Quem é receptáculo do perdão precisa transformar-se em canal do perdão. Aqueles que retêm o perdão ao próximo fecham-se para receber o perdão de Deus. Não existe uma pessoa salva que não tenha sido perdoada. Na verdade, no céu só entrarão os perdoados. Logo, é impossível ser um cristão sem exercitar o perdão. Devemos perdoar assim como fomos perdoados. Como Deus nos perdoou devemos nós também perdoar uns aos outros. Quando compreendemos a enormidade do perdão recebido por Deus, não temos mais motivos para sonegar perdão ao próximo. Nossa dívida com Deus era impagável e Deus no-la perdoou completamente. Não fomos perdoados por mérito, mas por graça. Perdão não é reinvindicação de direito, mas o clamor solícito da misericórdia.

3. O perdão é necessário porque por meio dele restauramos relacionamentos feridos.

 A Bíblia não oculta o perigo devastador da mágoa dentro da família e da igreja. Exemplos como Caim e Abel, José e seus irmãos, Absalão e Amnon retratam essa amarga realidade. Há pessoas feridas dentro do lar e também na assembleia dos santos. Há pessoas doentes e perturbadas emocionalmente porque um dia foram injustiçadas por palavras impiedosas e atitudes truculentas. Há pessoas prisioneiras de traumas e abusos sofridos na infância. Há indivíduos que não conseguem avançar vitoriosamente rumo ao futuro porque nunca se desvencilharam das amarras do passado. O perdão destampa esse poço infecto. Espreme o pus da ferida. Cirurgia os abcessos da alma. Promove uma assepsia da mente e proclama a libertação das grossas correntes do ressentimento. O perdão constrói pontes no lugar que a mágoa cavou abismos. O perdão passa o óleo terapêutico da cura, onde o ódio abriu feridas. O perdão promove reconciliação onde a indiferença quebrou relacionamentos. O perdão expressa o triunfo da graça, onde o ódio mostrou a carranca do desprezo.

4. O perdão é necessário para experimentarmos plena felicidade.

Uma pessoa que nutre mágoa no coração não é feliz. O ressentimento é autofagia, é autodestruição. Guardar mágoa é a mesma coisa que o indivíduo beber um copo de veneno pensando que o outro é quem vai morrer. Nenhum calmante químico pode aquietar uma alma desassossegada pela mágoa. Nenhum prazer deste mundo pode aliviar a dor de um coração ferido pelo ódio. A mágoa produz muitas doenças. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente. Mas, o perdão traz cura completa para o corpo e felicidade plena para a alma.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes 

quarta-feira, 1 de março de 2017

Versículo do Dia


Versículo do Dia

E clamavam em alta voz: "A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro". 
Apocalipse 7:10

VÍDEO DO DIA - Michele Nascimento - Louve e Adore (Clipe em HD)


Michele Nascimento - Louve e Adore (Clipe em HD)



PÃO DIÁRIO - 01/03/2017 - Disque 9


Disque 9

Louvar-te-ei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. v.1


Você está num consultório odontológico e está demorando mais do que imaginava. Já se atrasou para o próximo compromisso e pede se pode usar o telefone. Digita o número duas vezes e nada acontece. “Como consigo linha?”, você pergunta frustrado. A recepcionista diz: “Perdão, disque o zero primeiro.”
Você veio para a igreja a fim de adorar a Deus. Você está cantando. Está orando junto com o pastor e acompanhando as passagens bíblicas, ao serem lidas. Mas dentro de você não acontece nada. Você quer adorar o Senhor, mas está apenas seguindo os movimentos. O que você pode fazer?
Aqui está uma sugestão: disque 9. Abra a sua Bíblia no Salmo 9 e siga as indicações de Davi, ao expressar o seu louvor sincero ao Senhor.
• Abra seu coração (v.1). Deixe o louvor emergir!
• Procure lembrar-se de todas as coisas que Ele fez por você (v.1).
• Alegre-se! Exulte! Cante! (v.2).
• Reconheça que Ele o defende (vv.3-5).
• Busque refúgio nele (v.9).
• Fale do que Ele fez por você (v.11).
• Receba Sua misericórdia e regozije-se em Sua salvação (vv.13,14).
Tente seguir o exemplo de Davi. Você vai se reconectar com Deus em sua adoração e louvor.
— david c. egner


Leia: Salmo 9:1-14

Examine: A Bíblia em um ano: Números 9–11, Marcos 5:1-20

Considere: Adore ao Senhor de todo o coração.




Ministério Pão Diário - Nosso site é: http://paodiario.org/
e nossa página no Facebook: Facebook.com/paodiariooficial

Igreja, uma comunidade de cura e restauração

Resultado de imagem para Igreja, uma comunidade de cura e restauração


Na sua epístola aos Gálatas, o apóstolo Paulo diz que a igreja de Cristo recebeu o Espírito (3.2), nasceu segundo o Espírito (4.29), anda no Espírito (5.16), é guiada pelo Espírito (5.18), produz o fruto do Espírito (5.22,23), e vive no Espírito (5.25). Mas, ainda não está no céu. Há ainda a terrível possibilidade de quedas e fracassos. Estamos sujeitos a fraquezas e quedas. 
É nesse contexto que a igreja precisa se firmar como uma comunidade terapêutica. Paulo escreve: “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado” (Gl 6.1). À luz deste versículo, destacaremos três pontos importantes:

Em primeiro lugar, o perigo de uma queda repentina (6.1a). “Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta…”. O termo surpreendido indica que não se trata de um caso de desobediência deliberada. Não houve um propósito maldoso antes da ação. A palavra “falta” significa, literalmente, “pisar fora do caminho” ou “dar um passo em falso”. Por que Paulo levanta esse caso hipotético? Porque nada revela de maneira mais clara a perversidade do legalismo do que a maneira como os legalistas tratam aqueles que pecaram. Paulo está alertando, também, que o pecado é um laço, uma armadilha colocada em nosso caminho, que pode nos surpreender. A expressão “se alguém” inclui a todos, sem exceção. Há terrenos escorregadios diante dos nossos pés. Não podemos andar despercebidamente.

Em segundo lugar, a necessidade de um confronto amoroso (6.1b). “… vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado”. Muitos lançam mão dos erros dos irmãos, usando-os como ocasião para insultá-los e atingi-los com linguagem rude e censuradora. Paulo diz que os crentes espirituais, ou seja, aqueles que andam no Espírito e são guiados pelo Espírito é que devem tomar a iniciativa de cuidar daqueles que são surpreendidos pelo pecado. Paulo está mais preocupado com aqueles que vão lidar com o caído do que com a própria pessoa que resvalou os pés. Lidar com disciplina na igreja sem total dependência do Espírito pode produzir mais doença do que cura. Os exortadores podem tornar o caso pior do que foi propriamente a falta. A única maneira de levantar aqueles que caíram em pecado é a confrontação amorosa. Paulo diz: “… corrigi-o”. O termo grego katartizo significa “por em ordem” e “restaurar à condição anterior”. No vocabulário médico esse temo referia-se ao ato de encanar um osso fraturado ou deslocado. O crente que caiu em pecado é como um osso fraturado no corpo que precisa ser restaurado. Obviamente, essa palavra aponta, também, para a motivação daquele que corrige. Seu intento não é tripudiar sobre o faltoso, mas ajudá-lo a colocar-se de pé. O confronto precisa ser com “espírito de brandura”. A dureza, a insensibilidade e a hipocrisia não podem estar presentes no processo da confrontação. Precisamos ter a ternura de Cristo e a doçura do Espírito de Deus, a fim de que a pessoa ferida pelo pecado seja curada e restaurada. A igreja não é uma comunidade geradora de traumas e doenças, mas um lugar de cura e restauração. Não somos um exército que executa seus soldados feridos, mas uma clínica que cuida com amor daqueles que foram surpreendidos e caíram nas malhas insidiosas do pecado.

Em terceiro lugar, um alerta sobre o cuidado preventivo (6.1c). “… e guarda-te para que não sejas também tentado”. A confrontação precisa ser feita com cautela e humildade. Não é sem razão que o apóstolo muda do plural para o singular. Ele dá vigor à sua exortação, quando se dirige individualmente a cada crente, instando a que cuide de si mesmo. Quem corrige não pode jactar-se, julgando-se melhor do que o indivíduo corrigido. Todos temos a mesma estrutura: somos pó. Se nos apartarmos um minuto sequer da graça de Deus, poderemos também tropeçar e cair. Somos todos vulneráveis e dependentes da misericórdia de Deus. Portanto, precisamos vigiar para não condenarmos nos outros aquilo que nós mesmos praticamos, ou para não cairmos em práticas semelhantes àquelas que reprovamos na vida dos nossos irmãos. Por mais perspicazes que sejamos em detectar os erros alheios, muitas vezes, não conseguimos ver a mochila pendurada às nossas costas.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais ansiosos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premedit...