sexta-feira, 6 de junho de 2014

Perdão, a faxina da alma


O perdão é a cura das memórias, a assepsia do coração, a faxina da alma. O perdão é uma necessidade vital e uma condição indispensável para termos uma vida em paz com Deus, com nós mesmos e com o próximo. Uma vez que somos falhos e pecadores, estamos sujeitos a erros. Por essa razão, temos motivos de queixas uns contra os outros. As pessoas nos decepcionam e nós decepcionamos as pessoas.

É impossível termos uma vida cristã saudável sem o exercício do perdão. Quem não perdoa não pode adorar a Deus nem mesmo trazer sua oferta ao altar. Quem não perdoa tem suas orações interrompidas e nem mesmo pode receber o perdão de Deus. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente. Quem não perdoa é entregue aos verdugos da consciência. O perdão, portanto, não é uma opção para o crente, mas uma necessidade imperativa.

O perdão é uma questão de bom senso. Quando nutrimos mágoa no coração, tornamo-nos escravos do ressentimento. A amargura alastra em nós suas raízes e produz dois frutos malditos: a perturbação e a contaminação. Uma pessoa magoada vive perturbada e ainda contamina as pessoas à sua volta. Quando guardamos algum ranço no coração e nutrimos mágoa por alguém, acabamos convivendo com essa pessoa de forma ininterrupta. Se vamos descansar, essa pessoa torna-se o nosso pesadelo. Se vamos nos assentar para tomar uma refeição, essa pessoa tira o nosso apetite. Se nosso propósito é sair de férias com a família, essa pessoa pega carona conosco e estraga as nossas férias. Por essa razão, perdoar não é apenas uma questão imperativa, mas, também, uma atitude de bom senso. O perdão alivia a bagagem, tira o fardo das costas e terapeutiza a alma.

Mas, o que é perdão? Perdão é alforriar o ofensor. Perdoar é não cobrar nem revidar a ofensa recebida. O perdão não exige justiça; exerce misericórdia. O perdão não faz registro das mágoas. Perdoar é lembrar sem sentir dor.

Até quando devemos perdoar? A Bíblia nos diz que devemos perdoar assim como Deus em Cristo nos perdoou. Devemos perdoar de forma ilimitada e incondicional. Devemos perdoar não apenas até sete vezes, mas até setenta vezes sete.

Por que devemos perdoar? Porque fomos perdoados por Deus. Os perdoados precisam ser perdoadores. No céu só entra aqueles que foram perdoados; e se não perdoarmos, não poderemos ser perdoados. Logo, todo crente em Cristo precisa praticar o perdão.

Quem deve tomar iniciativa no ato do perdão? Jesus disse que se nos lembrarmos que nosso irmão tem alguma coisa contra nós, devemos ir a ele. Não importa se somos o ofensor ou o ofendido. Sempre devemos tomar a iniciativa, e isso com humildade e espírito de mansidão. Precisamos entender que o tempo nem o silêncio são evidências de perdão. É preciso o confronto em amor. Há muitas pessoas doentes emocionalmente porque não liberam perdão. Há muitas pessoas fracas espiritualmente porque não têm a humildade de pedir e conceder perdão. Precisamos quebrar esses grilhões, a fim de vivermos a plenitude da liberdade cristã.

O perdão é a manifestação da graça de Deus em nós. Se nos afastarmos de Deus, nosso coração torna-se insensível. Porém, se nos aproximarmos de Deus, ele mesmo nos move e nos capacita a perdoar assim como ele em Cristo nos perdoou.


Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 5 de junho de 2014

PÃO DIÁRIO - 05\06\2014 - SÓ DESSA VEZ

SÓ DESSA VEZ

Quando eu era menino, costumava andar de carrinho de rolimã. Certa vez, enquanto impulsionava o carrinho rua abaixo, o aviso de meu pai veio à memória: " Sempre olhe para todos os lados, certificando-se de que não ha carros. " Mas eu ponderei: Não tem problema não fazer isso só dessa vez. Então ouvi o som estridente do carro freando abruptamente para evitar me atingir. Pensar que eu poderia quebrar a regra de meus pais quase custou minha vida.
A Bíblia tem muitos exemplos daqueles que sabiam o que era certo, mas escolheram quebrar as regras de Deus, Desde a infância, Davi meditava na lei de Deus enquanto cuidava de suas ovelhas. Ele sabia que o sétimo mandamento condenava o adultério, e, no entanto, quando viu uma bela mulher se banhando fez uso de seu poder real para tomar para si a esposa de Urias. Este pecado trouxe consequências terríveis ( 2 Samuel 11-12 ).
O salmista escreveu: " Também da soberba guarda o teu servo..." ( 19:13 ). Você já se sentiu tentado a fazer algo " só dessa vez " mesmo sabendo ser errado ? Olhar pornografia na internet, " emprestar " dinheiro de uma conta no trabalho, ou aumentar a verdade pode parecer uma atividade isolada, mas pode levar a consequências terríveis. Com a ajuda de Deus, abandone o pecado e encontre o caminho que Ele lhe oferece ( 1 Coríntios 10:13 ). - HDF

Leia: Salmo 19:7-14.

Examine: Também da soberba guarda o teu servo... - Salmo 19:13.

Considere: As tentações surgirão à sua porta; não as convide para entrar !

Devocional - 05\06\2014 Permaneça Firme


Permaneça Firme

Ele [Abraão] creu [confiou , dependeu, permanecer firme] no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça (posição correta diante de Deus).
Gênesis 15.6


Passar tempo com Deus mantém você estável, firme e tranqüilo. Deus diz que Ele “o fortalecerá e firmará para enfrentar as dificuldades” (Isaías 41.10). Quando sua fé é alimentada diariamente pela presença de Deus, o diabo não pode controlá-lo, porque você não se perturba facilmente.
Ser cheio da verdade de Deus torna mais fácil viver a vida que Ele planejou para você. Deixe Deus ser sua âncora no meio das ondas violentas das circunstâncias. Permaneça firme nele.


Por Joyce Meyer

Como vencer a mágoa



A mágoa é um sentimento avassalador. Muitas pessoas são destruídas pela mágoa e vivem soterradas debaixo dos escombros de seus ressentimentos. Há indivíduos que perdem a alegria de viver por nutrirem amargura no coração. Elimeleque, Noemi, Malom e Quiliom enfrentaram duras circunstâncias em Belém, a casa do pão (Rt 1.1-22). Faltou pão na casa do pão. Aquela família para fugir da crise econômica, mudou-se para Moabe. Ao buscar sobrevivência e segurança em Moabe encontraram a carranca da morte. Em Moabe Noemi perdeu o marido e seus dois filhos (Rt 1.3-5). Agora, estava velha, viúva, pobre e sozinha em terra estrangeira. As circunstâncias pareciam conspirar contra ela. Seu coração encheu-se de mágoa. Logo que Deus mudou a sorte de Belém, Noemi resolveu voltar para sua terra. Nessa volta, ela expressou sua mágoa; mas, também, nessa volta Deus a restaurou e lhe abriu a porta da esperança. Como vencer a mágoa?

1. Olhe para o alto e saiba que Deus está no controle da situação
 - Noemi lançou a culpa de suas perdas sobre Deus. Ela disse que Deus havia descarregado sobre ela a sua mão (Rt 1.13). Ela afirmou que o Todo-poderoso havia lhe dado grande amargura (Rt 1.20). Ela disse que havia partido ditosa de Belém, mas o Senhor a havia feito voltar a Belém pobre (Rt 1.21a). Ela acusou Deus de ter se manifestado contra ela e tê-la afligido (Rt 1.21b). Noemi olhou para Deus como o causador de sua dor. Ela entendeu que Deus era o protagonista e responsável por todo o seu sofrimento. Na sua leitura, Deus estava contra ela e não ao seu favor. A sua mágoa mais profunda não era por causa de suas perdas, mas porque Deus estava pesando a mão sobre ela. Noemi olhou para vida pelo lado avesso. Ela não discerniu o propósito soberano de Deus que se desenrolava na sua vida e através da sua vida. Deus estava escrevendo um dos capítulos mais emocionantes da história da humanidade através daquela pobre viúva, a fim de que ela fosse avó do grande rei Davi, tronco de onde nasceria o Messias, o Salvador do mundo.

2. Olhe ao seu redor e saiba que há pessoas que amam você verdadeiramente 
- Quando Noemi já velha, viúva, pobre e sozinha voltava para Belém, sua nora Rute, viúva de Malom, demonstra a ela, de forma eloqüente, um acendrado amor. As palavras de Rute a Noemi são relembradas com grande emoção ainda hoje nas cerimônias de casamento: "Aonde quer que tu fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o Senhor o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti" (Rt 1.16,17). Quando estamos amargurados deixamos de perceber a beleza e a profundidade do amor que as pessoas nos dedicam. A vida nunca é um deserto quando somos consolados pelo bálsamo do amor. A amargura e o amor não podem co-existir. O amor transforma o vazio da solidão na plenitude da alegria.

3. Olhe para frente e saiba que Deus pode transformar suas tragédias em triunfo 
- Noemi pensou que o seu destino era sofrer. Ao chegar de volta em Belém resolveu trocar de nome (Rt 1.20).. Noemi significa "ditosa, feliz". Ela pediu para ser chamada de Mara, "amargura". Ela queria levantar um monumento definitivo para celebrar a sua dor. Ela estava olhando pela lente do retrovisor, só relembrando suas perdas e suas desventuras. Mas, Deus transformou suas tragédias em triunfo. Rute casou-se com Boaz, um parente rico e remidor (Rt 4.9,10). Desse casamento nasceu Obede, pai de Jessé, pai de Davi (Rt 4.17). Rute fez parte da árvore genealógica de Jesus, o Messias (Mt 1.5). Deus enxugou as lágrimas de Noemi, restaurou sua sorte e colocou em seus lábios um cântico de vitória. As mulheres de Belém disseram a Noemi: "Seja o Senhor bendito, que não deixou, hoje, de te dar um neto que será teu resgatador, e seja afamado em Israel o nome deste. Este será restaurador da tua vida e consolador da tua velhice, pois tua nora, que te ama, o deu à luz, e ela te é melhor do que sete filhos" (Rt 4.14,15).



Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 4 de junho de 2014

PÃO DIÁRIO - 04\06\2014 - DE DENTRO PARA FORA

DE DENTRO PARA FORA

Amo a história de Jonas! É cheia de drama e importantes lições de vida. Após recusar-se teimosamente a fazer a vontade de Deus, Jonas finalmente pregou um sermão de avivamento em Nínive que o teria feito um dos missionários mais bem-sucedidos do seu tempo. Quando o povo se arrependeu e afastou-se de seus caminhos pervertidos - e quando Deus cedeu e abandonou Sua ira contra eles - seria de se esperar que Jonas se alegrasse. Mas em vez disso, ele se irou por Deus ter sido misericordioso. Por quê ? Ainda que ele estivesse finalmente obedecendo a Deus a fazer a coisa certa no lugar certo, ele estava profundamente equivocado por dentro.
Como Jonas, se não formos cuidadosos, podemos aparentar " estar bem " espiritualmente, mas estarmos muito distantes de Deus em nossos corações. ele está mais interessado em como somos em nosso interior. Sua Palavra é "...mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito..." ( Hebreus 4:12 ); e com ela, Ele intervém divinamente para remover a cobiça, desonestidade, ódio, orgulho e egoísmo que vivem nas sombras das profundezas de nossos corações.
Na próxima vez em que o Espírito Santo o convencer a perguntar sobre suas más atitudes ( Jonas 4:4 ) - ouça com cuidado. Renda-se e permita que Ele transforme o seu interior. - JMS

Leia : Jonas 4

Examine: E disse o SENHOR: É razoável essa tua ira! - Jonas 4:4

Considere: Se Deus controla o seu interior, sua atitudes externas serão genuínas.

Devocional - 04\06\2014 - Não Se Embaraçe


Não Se Embaraçe

Revesti-vos de toda a armadura de Deus [de um soldado fortemente armado, a qual Deus provê], para poderdes ficar firmes contra as ciladas (estratégias, enganos) do diabo;
Efésios 6. 11

Somos chamados a ser soldados do exército de Deus. Paulo disse a Timóteo que nenhum soldado se embaraça com os prazeres civis ou desta vida, mas seu alvo é satisfazer e agradar àquele que o alistou (2 Timóteo 2.4). Da mesma forma, quando servimos ao Senhor, devemos nos focar em sua obra, e não em nossos próprios interesses. 
Se quisermos ser testemunhas do poder de Deus, devemos primeiramente fazer o que Ele nos diz e demonstrar aos outros o fruto que vem por servi-Lo (veja versículos 6-7). Fazemos isso ao conservar nossa mente constantemente em Jesus Cristo. Devemos ainda lidar com os negócios da vida cotidiana, mas não devemos deixar que os afazeres do mundo nos enredem e nos prendam.


Por Joyce Meyer

O que fazer quando não se sabe o que fazer


O rei Josafá está encurralado por adversários medonhos e insolentes. Uma grande multidão, fortemente armada estava pronta para atacar Jerusalém. Não dava tempo para reagir nem Josafá tinha recursos para resistir àquele aparato militar que pretendia varrer Jerusalém do mapa. Ao saber da tragédia, humanamente irremediável, Josafá teve medo e pôs-se a buscar o Senhor, convocando a nação para orar e jejuar. Em sua oração, o rei disse: "Ah! Nosso Deus, acaso, não executarás tu o teu julgamento contra eles? Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti" (2Cr 20.12). Diante da situação tão desesperadora, Josafá admite sua incapacidade; reconhece que não sabe o que fazer, mas põe os seus olhos em Deus. Desse episódio podemos tirar quatro lições:

1. Quando você não souber o que fazer, busque a Deus em oração e jejum (2Cr 20.3) - Há momentos em que os problemas vêm sobre nós como uma torrente caudalosa, como uma avalanche avassaladora, como um terremoto assustador. Nessas horas, nossos recursos são absolutamente insuficientes para enfrentarmos a situação e nada podemos fazer senão recorrermos ao Deus do céu, e clamar por sua ajuda e socorro. A oração e o jejum são recursos sobrenaturais, são armas espirituais à disposição do povo de Deus. Quando agimos por nossa própria destreza e fiados em nossos próprios recursos, ficamos sujeitos a derrotas acachapantes. Mas, quando buscamos a Deus em oração e nos humilhamos sob sua onipotente mão, então, seu braço onipotente sai em nossa defesa e nos concede vitória.

2. Quando você não souber o que fazer, confie nas promessas de Deus (2Cr 20.4-12) – Não basta orar, precisamos orar como convém. Não basta pedir, precisamos conhecer aquele a quem pedimos. Josafá reconhece que Deus é o soberano Senhor nos céus e domina sobre todos os reinos da terra. Ele ora consciente de que nas mãos de Deus estão toda força e poder e não há quem lhe possa resistir. Quando compreendemos a grandeza de Deus, nossos grandes problemas se apequenam. Mas, Josafá deu um passo além em sua oração: ele fulcrou sua súplica nas promessas de Deus. Ao mesmo tempo em que buscou a Deus em oração, abriu as Escrituras para orar e fundamentar sua petição no alicerce firme das promessas de Deus. Oramos com eficácia quando ancoramos nossas petições nas promessas daquele que tem zelo pela sua Palavra e fidelidade em cumpri-la.

3. Quando você não souber o que fazer, ouça e obedeça a Palavra de Deus (2Cr 20.13-19) - Quando todos os homens, mulheres e crianças se reuniram para falar com Deus em oração, Deus se manifestou e falou com eles, trazendo-lhes sua Palavra. Por intermédio da oração falamos com Deus; por meio da Palavra Deus fala conosco. A Palavra divina que veio ao povo encorajou-o a não olhar para as circunstâncias e não temer as ameaças do inimigo. Deus lhes acalmou o coração dizendo que pelejaria por eles e lhes daria a vitória. A Palavra gerou fé no coração deles e tirou seus olhos do problema para colocá-los no Deus que está acima e no controle da situação.

4. Quando você não souber o que fazer, louve a Deus com confiança (2Cr 20.20-30) – Quando o povo ouviu a voz de Deus, o medo foi substituído pelo louvor. Eles enfrentaram os exércitos inimigos não com armas carnais, mas com louvor. Eles não louvaram depois que o inimigo foi derrotado; louvaram para derrotar o inimigo. O louvor não é apenas conseqüência da vitória, mas é a causa da vitória. "Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o Senhor emboscada contra os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados" (2Cr 20.22). O louvor é o brado de triunfo dos filhos de Deus no campo de batalha. Quando os problemas parecerem insolúveis, faça o que fez Josafá: ore, jejue, obedeça, e louve ao Senhor, e o inimigo será desbaratado.


Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 3 de junho de 2014

PÃO DIÁRIO - 03\06\2014 - DISCURSO DESCUIDADO

DISCURSO DESCUIDADO

Quando minha esposa e eu estávamos visitando uma igreja para um evento musical especial, chegamos cedo para conseguir um bom lugar. Antes de o evento começar ouvimos dois membros sentados logo atrás reclamando de sua igreja. Eles criticaram a equipe pastorial, a liderança, a música, as prioridades do ministério e muitos outros pontos que os desagradavam. Estavam despreocupados com a presença de visitantes ou alheios a ela.
Ocorreu-me que sua conversa inoportuna poderia ter-nos afastado se estivéssemos procurando por uma nova igreja. Ou até pior, e se estivéssemos buscando Deus e essas opiniões decepcionantes nos desviassem para outro caminho ? Seu discurso descuidado não foi apenas de palavras que usaram ou atitudes que demonstraram,  mas também deixou claro sua falta de preocupação com relação ao impacto que aquelas palavras poderiam causar sobre outras pessoas.
No livro de Provérbios 17:27 encontramos uma maneira melhor de lidar com as palavras, no qual Salomão disse: " Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência. "  Na maioria das vezes, seria melhor se não disséssemos tudo o que o pensamos ou sabemos ( ou pensamos que sabemos ), mas buscássemos usar palavras que promovam calma e paz. Você nunca sabe quem pode estar ouvindo. - WEC

Leia: Tiago 3:1-12.

Examine: Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência. - Provérbios 17:27

Considere: A discrição ao falar é melhor do que a eloquência com as palavras.

Devocional - 03\06\2014 - Plante com um Propósito


Plante com um Propósito

Não vos enganeis: de Deus não se zomba (Ele não se deixa desdenhar, ou se enganar por meras pretensões ou confissões, ou caso seus preceitos sejam colocados de lado); pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará [Inevitavelmente engana-se quem tenta enganar a Deus; pois o que o homem semeia, isso e somente isso é o que ele colherá]. 
Gálatas 6.7

Escolha cuidadosamente o que você semeia por intermédio de suas palavras e ações e plante somente o que quer colher: “Pois aquele que semeia para sua própria carne (natureza decaída, sensualidade) da carne colherá a decadência, ruína e destruição, mas aquele que semeia no Espírito colherá do Espírito a vida eterna” (Gálatas 6.8 – AMP). 
Tudo o que fizer durante todo o dia é uma oportunidade para semear sementes boas ou ruins, que podem mudar drasticamente sua vida. Comece logo cedo a semear somente o que deseja colher de volta. 


Por Joyce Meyer

Solidão, o vazio de relacionamentos



A solidão é o apanágio da geração contemporânea. Somos experimentados no relacionamento com as máquinas e inexperientes no trato com as pessoas. Vivemos cercados de gente e ao mesmo tempo, como uma ilha existencial, somos profundamente solitários. A solidão não é simplesmente uma questão de viver no ostracismo, à margem dos relacionamentos interpessoais, mas uma atitude interna, uma inadequação para esses relacionamentos. Há indivíduos solidários que vivem no meio da multidão, mas que não conseguem construir pontes de contato com as pessoas. Quando um dos grandes vultos da música popular brasileira, Roberto Carlos, foi interrogado acerca da pior coisa que lhe poderia acontecer, ele respondeu sem hesitar: a solidão. A solidão atinge grandes e pequenos, ricos e pobres, doutores e analfabetos.

Emile Durkhaim, ínclito sociólogo francês, chegou a afirmar que o suicídio, a maior agressão contra si mesmo, é uma inadequação social. É a incapacidade de inserir-se no convívio social e relacionar-se com as pessoas de modo a criar vínculos de amor e amizade. Vivemos numa sociedade doente. Na mesma proporção que cresce a população do mundo, aumenta a solidão das pessoas. Os grandes centros urbanos fervilham de pessoas que se acotovelam todos os dias em imensas aglomerações humanas, mas essas pessoas são rostos sem nome e sem identidade: uns que vão, outros que vêm e todos que passam.

A solidão não está apenas do lado de fora da família; está também dentro do lar. A televisão ocupou o lugar da conversa ao redor da mesa. A internet preencheu o espaço do diálogo cheio de intercâmbio das idéias. O telefone celular nos conecta com o outro, do outro lado da linha, mas nos afasta daqueles que estão ao nosso derredor. Vivemos no paraíso das comunicações virtuais, mas transformamos esse jardim cheio de raras belezas num deserto de relacionamentos vazios e carente de significado. Transformamos o palácio da cibernética na masmorra da solidão.

Não precisamos jogar pela janela as conquistas da ciência. Não precisamos viver paquerando nostalgicamente o passado que se foi. Mas, precisamos urgentemente, preservar os valores do passado, usar com racionalidade as conquistas do presente e estabelecer metas elevadas de comunhão para o futuro. Não podemos transformar o conforto da tecnologia em armas mortíferas contra nós mesmos. É tempo de buscarmos as primeiras coisas primeiro. É tempo de realinharmos nossas prioridades de conformidade com a prioridade de Deus. É tempo de entender que devemos adorar a Deus, amar as pessoas e usar as coisas em vez de amarmos as coisas, usarmos as pessoas e nos esquecermos de Deus. Pessoas valem mais do que coisas. Família é mais importante do que sucesso. Relacionamento sadio na família, na igreja, no trabalho e na escola é melhor do que a solidão na masmorra luxuosa da sofisticada tecnologia contemporânea.

Deus não nos criou para a solidão, pois fomos feitos à sua imagem e semelhança. Deus é Triúno e plenamente feliz em si mesmo. As três pessoas da Trindade relacionam-se em perfeita harmonia. O projeto de Deus é que vivamos em profunda comunhão com ele e uns com os outros. A solidão é uma negação dessa semelhança divina, uma conspiração contra essa vocação celestial, uma oposição radical contra esse sublime desiderato. Não somos apenas uma gota desse vasto oceano da humanidade. Não somos apenas um rosto sem nome no meio da multidão; somos alguém especial, criados de forma especial, para um propósito especial, para vivermos de forma abundante, maiúscula e superlativa a realidade bendita da comunhão íntima e profunda com Deus, com a família e com a igreja.


Por Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 2 de junho de 2014

PÃO DIÁRIO - 02\06\2014 - CARGAS FRÁGEIS

CARGAS FRÁGEIS  

Enquanto dirigia na estrada. Dolores perebeu que um carro a seguia muito próximo. Podia quase sentir a irritação do motorista enquanto ela dirigia cuidadosamente fazendo várias curvas com muita lentidão.
E claro que o motorista do outro carro não tinha como saber que Dolores estava transportando quase  45 quilos de purê de batatas, duas panelas cheias de molho e muitos outros itens para um jantar na igreja - suficientes para alimentar 200 pessoas! Percebendo a frustação do outro motorista, Dolores pensou se ele soubesse que carga frágil estou transportando, entederia por que estou dirigindo desta forma.
Rapidamente ocorreu-lhe pensamento: Com que frequência sou impaciennte com pessoas por não imaginar que tipo de carga  elas podem estar carregando?
Com que facilidade emitimos julgamentos sobre alguém, pensando que conhecemos todos os fatos sobre a situação?
A Palavra de Deus nos leva a uma direção mais caridosa, nos instruindo a amar uns aos outros com amabilidade, humildade e paciência. (Colossensses 3:12). Podemos ser muito mais amorosos nos sustentamos e perdoamos. ( vs 13).
Tratemos os outros como gostaríamos de ser tratados ( lucas 6:31 ), lembrando que nem sempre sabemos que tipo de fardos eles podem estar carregando.  CHR


Leia : Colossensses 3:12-17

Examine : Antes, sedes uns para com os outros benígnos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou.  Efésios 4:32

Considere : Se você está prestes a perder a paciência, avalie como Deus tem sido paciente com você.

Devocional - 02\06\2014 - Dependa de Deus


Dependa de Deus

Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus (até o momento de seu retorno].
Filipenses 2.6

Seja o que for que você possa estar enfrentando hoje, o Espírito Santo o ajudará a viver uma vida com domínio próprio, porque a Bíblia diz que o domínio próprio é fruto da presença do Espírito Santo que habita em você (veja Gálatas 5.22-23). 
Permita que o Espírito Santo o ajude a admitir quando você tem um problema que precisa da sua ajuda para vencer; e então peça a Deus pela ajuda do Espírito. 
Jesus disse: “Eis que lhes dei autoridade (poder, força e habilidade física e mental) sobre todo o poder do inimigo” (Lucas 10.19).


Por Joyce Meyer

Jejum, fome de Deus


O jejum é uma prática milenar, porém em desuso na igreja cristã contemporânea. O jejum está presente tanto no Antigo como no Novo Testamento. Os profetas, os apóstolos, Jesus e muitos homens de Deus ao longo da história experimentaram os benefícios espirituais por intermédio do jejum. Os santos de Deus em todos os tempos e em todos os lugares não somente creram no jejum, como também o praticaram. Hoje, porém, são poucos os crentes que jejuam com regularidade e ainda há muitas dúvidas acerca da sua necessidade e de seu funcionamento.

O que é jejum? É a abstenção de alimento por um período definido para um propósito definido. O jejum não é apenas abstinência de alimento. Não é um regime para emagrecer. Ele deve ter propósitos espirituais claros. Jejum é fome de Deus, é saudade do céu. A Bíblia diz que comemos e bebemos para a glória de Deus e também jejuamos para a glória de Deus (1Co 10.31). Se comemos para a glória de Deus e jejuamos para a glória de Deus, qual é a diferença entre comer e jejuar? Quando jejuamos nos alimentamos do pão da terra, símbolo do Pão do céu; mas quando jejuamos não nos alimentamos do símbolo, mas da essência, ou seja, nos alimentamos do próprio Pão do céu. Jejuar é amar a realidade acima do emblema. O alimento é bom, mas Deus é melhor (Mt 4.4; Jo 4.32). A comunhão com Deus deve ser a nossa mais urgente e apetitosa refeição. Nós glorificamos a Deus quando o preferimos acima dos seus dons.

O maior obstáculo para o jejum não são as coisas más, mas as coisas boas. Nem sempre nos afastamos de Deus por coisas pecaminosas em si mesmas. Os mais mortíferos apetites não são pelos venenos do mal, mas pelos simples prazeres da terra, os deleites da vida (Lc 8.14; Mc 4.19). “Os prazeres desta vida” e “os desejos por outras coisas” não são um mal em si mesmos. Não são vícios. São dons de Deus. No entanto, todas elas podem tornar-se substitutos mortíferos do próprio Deus em nossa vida. Jesus disse que antes de sua volta as pessoas estarão vivendo desatentas como a geração que pereceu no dilúvio. E o que elas estavam fazendo? Comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento (Mt 24.37-39). Que mal há em comer e beber, casar e dar-se em casamento? Nenhum! Mas, quando nos deleitamos nas coisas boas e substituímos Deus pelas dádivas de Deus estamos em grande perigo. O jejum não é fome de coisas boas; o jejum é fome de Deus. O jejum não é fome de coisas que Deus dá; o jejum é fome do Deus doador. Nossa geração corre atrás das bênçãos de Deus em vez de buscar o Deus das bênçãos. Deus é melhor do que suas dádivas. O abençoador é melhor do que a bênção.

O propósito do jejum não é obter o favor de Deus ou mudar a sua vontade (Is 58.1-12). Tampouco impressionar os outros com uma espiritualidade farisaica (Mc 2.16-18). Nem é para proclamar a nossa própria espiritualidade diante dos homens. Jejum significa amor a Deus. Jejuar para ser admirado pelos homens é ter uma motivação errada. Jejum é fome do próprio Deus e não por aplausos humanos (Lc 18.12). É para nos humilharmos diante de Deus (Dn 10.1-12), para suplicarmos a sua ajuda (2Cr 20.3; Ed 4.16) e para voltarmo-nos para Deus com todo o nosso coração (Jl 2.12,13). É para reconhecermos a nossa total dependência divina (Ed 8.21-23). O jejum é um instrumento para fortalecer-nos com poder divino, em face dos ataques do inferno (Mc 9.28,29).

É tempo da igreja jejuar! É tempo da igreja voltar-se para Deus de todo o seu coração, com jejuns e com pranto. É tempo de buscar um reavivamento verdadeiro que traga fome de Deus em nossas entranhas, que traga anseio por um profundo despertamento da realidade de Deus em nossa igreja, em nossa cidade, em nossa nação!


Por Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 1 de junho de 2014

PÃO DIÁRIO - 01\06\2014 - GANHAR E PERDER

GANHAR E PERDER


O torneio Masters de Golfe é um dos mais prestigiádos no golfe profissional. Em 2009, o jogador Kenny Perry ficou em segundo lugar após liderar a rodada final. Ao escrever em sua coluna no jornal, certo comentarista esportivo descreveu Perry após esta perda como "decepcionado, mas não desanimado." Perry disse: "Vou olhar pra trás tentando descobrir o que poderia ter feito diferente, mas não me prenderei a isso. Se isto vier a ser a pior coisa a acontecer em minha vida em minha vida, então estou muito bem. Não deixarei que isso me atormente. Há muitas outras coisas na vida que importam mais [...] Vou para casa hoje à noite com minha família e nos divertiremos juntos."
A habilidade de olhar para além de nossos dissabores é essencial para os seguidores de Cristo. Nossa perspectiva determina como enfrentamos as vitórias e derrotas na vida. "Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá alto, não nas que são aqui da terra" (Colossenses 3:1-2). Este modo de pensar nos leva a olar para Cristo em busca de acolhimento e aprovação e não para nossas conquistas. Nós o buscamos, não buscamos o sucesso.
Quando nos esforçamos paraa atingir a excelência e damos o nosso melhor, a perda é dolorosa, mas não necessariamente precisa nos prejudicas. A chave está naquilo em que estabelecemos nossas mentes e corações. - DCM

Leia: Colossenses 3:1-12

Examine: Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra. - Colossenses 3:2

Considere: Quando Cristo é o centro de nossa vida, todo o resto é colocado na perspectiva correta.

Devocional - 01\06\2014 - A Forma de Deus Funciona


A Forma de Deus Funciona

Bem-aventurado (feliz, afortunado e admirável) aquele que teme (reverencia e adora) ao Senhor e anda nos seus caminhos!
Salmos 128.1

A Bíblia diz: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba (Ele não se deixa desdenhar, ou se enganar...), pois aquilo que o homem semear isso também ceifará” (Gálatas 6.7). A Palavra de Deus é verdadeira, e de Deus não se zomba. 
Se parece que o inimigo tem edificado obstáculos para impedi-lo de alcançar seu propósito, apenas mantenha-se fazendo o que é certo. Falando do Senhor, o salmista disse: “Arrasaste os seus muros e fortificações; reduziste a ruínas as suas fortalezas” (Salmos 89.40). Deus está no controle; se você fizer o que é certo hoje, sua vida será abençoada.


Por Joyce Meyer

Triunfando sobre as tempestades da vida


O Evangelho de Marcos 4.35-41 registra o episódio da tempestade enfrentada pelos discípulos no Mar da Galiléia. Nessa ocasião, Jesus estava no barco, dormindo, quando os discípulos foram surpreendidos por um forte vendaval. Os discípulos, apavorados, acordaram a Jesus, clamaram por socorro, e ele acalmou a tempestade, exortou os discípulos e eles, então, ficaram admirados com seu poder. Essa passagem encerra algumas oportunas lições, que passaremos a considerar:

1. As tempestades da vida são inevitáveis - Assim como os fenômenos da natureza acontecem com freqüência, também as tempestades da vida nos atingem, mesmo quando nós não as esperamos. As tempestades da vida acontecem ao arrepio da nossa vontade e muitas vezes, colocam a nossa vida de ponta-cabeça. As tempestades chegam para todos: grandes e pequenos, jovens e velhos, doutores e analfabetos, crentes e descrentes. A vida não é um parque de diversões, mas a travessia de um mar revolto. A vida cristã não é um cruzeiro num confortável navio, singrando águas plácidas, mas uma viagem cheia de aventuras, onde não faltam os ventos contrários e as ondas revoltas.

2. As tempestades da vida são imprevisíveis – As tempestades chegam de súbito, inesperadamente. Elas não mandam aviso, não enviam telegrama, chegam repentinamente, agitando nossa vida, encrespando as ondas que nos assustam e nos assolam com desmesurado rigor. O Mar da Galiléia é um lago de águas doces de vinte e um quilômetros de comprimento por quatorze quilômetros de largura. Esse grande lago é encurralado pelas montanhas de Golã. No extremo norte, fica o Monte Hermom, a mais alta montanha de Israel, cujo cimo está sempre coberto de gelo. Com certa freqüência, os ventos gelados descem desse monte e encurralados pelas montanhas de Golã, batem na superfície do lago, levantando ondas gigantes. É assim também na vida. As tempestades nos colhem de surpresa: é uma doença súbita, é um acidente trágico, é um divórcio traumático, é um luto doloroso.

3. As tempestades da vida são inadministráveis – Os discípulos conheciam o Mar da Galiléia como poucos. Alguns deles eram pescadores e haviam nascido e crescido ao redor daquele lago. Dali eles tiravam o seu sustento. Mas o que era tão familiar para eles, tornou-se uma ameaça. Quando a tempestade chegou, eles tentaram escapar do perigo, remando com toda destreza, mas o barco estava se enchendo de água. Seus recursos foram insuficientes para resolver o problema. O barco não obedecia mais o comando deles. A tempestade os assolava impiedosamente e eles perderam o controle da situação. O vento chicoteava com violência o barco e as ondas se arremessavam contra eles para levá-los ao naufrágio. Muitas vezes, temos a sensação de que os problemas que nos afligem são como essa tempestade. A situação se agrava, perdemos o controle, o barco da nossa vida fica à deriva. As tempestades da vida são, também, inadministráveis.

4. As tempestades da vida são pedagógicas – Mesmo quando a tempestade foge do nosso controle, ela está sob o controle de Jesus. Aquele que está conosco tem autoridade sobre o vento e sobre o mar. As tempestades da nossa vida não vêm para nos destruir, mas para nos ensinar. Elas não acontecem à revelia, elas são instrumentos pedagógicos para nos fortalecer na fé. Jesus tem todo poder para acalmar não apenas a tempestade que está do lado de fora; mas, também, os vendavais do medo que estão dentro de nós. Jesus acalma não apenas as circunstâncias, mas, também, os nossos sentimentos. Nessa travessia do mar revolto da vida precisamos ter fé e não medo, sabendo que Jesus é fiel para cumprir suas promessas. Nosso destino é o outro lado do mar e não o naufrágio. Ele está conosco e podemos desfrutar da sua paz mesmo quando as ondas encapeladas berram aos nossos ouvidos. Ele é todo poderoso e aquilo que nos amedronta está literalmente debaixo dos seus pés. O Senhor não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. A tempestade vem para que vejamos o seu livramento e saibamos que ele é Deus, digno de ser adorado.


Por Rev. Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

  Versiculo do dia M as Gideão lhe respondeu : Ai , Senhor meu , se o Senhor é conosco , por que tudo isto nos sobreveio ? E que é feito de...