domingo, 21 de fevereiro de 2021

VOCÊ ESTÁ CHEIO DO ESPÍRITO SANTO?


O apóstolo Paulo, preso em Roma, escreve sua carta à igreja de Éfeso, capital da Ásia Menor, e ordena: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5.18). Jesus morreu, ressuscitou e subiu ao céu. Então, o Espírito Santo, o outro Consolador, desceu e desceu para ficar para sempre conosco. Sem a obra do Espírito Santo jamais haveria um só convertido na terra, pois é ele quem aplica a obra da redenção. Concordo com Charles H. Spurgeon, quando disse que é mais fácil acreditar que um leão tornar-se-á vegetariano do que acreditar que uma pessoa só possa ser salva sem a obra do Espírito Santo. Todo crente é regenerado, habitado e selado com o Espírito Santo, mas nem todo crente está cheio do Espírito Santo. Uma coisa é ter o Espírito Santo; outra coisa é o Espírito Santo nos ter. Uma coisa é ter o Espírito Santo presente; outra coisa é ter o Espírito presidente. O texto em apreço nos ensina quatro verdades.


Em primeiro lugar, a plenitude do Espírito é uma ordem expressa de Deus. Há duas ordens no texto. Uma negativa e outra positiva. A negativa é não se embriagar com vinho; a positiva é ser cheio do Espírito Santo. Assim como a embriaguez é um pecado; também o é a ausência da plenitude do Espírito Santo. Se a embriaguez produz vergonha e dissolução, a plenitude do Espírito Santo desemboca em comunhão, adoração, gratidão e serviço.


Em segundo lugar, a plenitude do Espírito é uma exigência a todos os crentes. O ordem para ser cheio do Espírito é endereçada a todos e não apenas a alguns crentes. Os líderes, os anciãos, os adultos, os jovens, as crianças, os ricos, os pobres, os doutores, os analfabetos, todos os salvos, sem exceção, devem ser cheios do Espírito Santo. A plenitude do Espírito não deve ser uma exceção na igreja; é a norma para todos os crentes.


Em terceiro lugar, a plenitude do Espírito Santo é uma experiência que deve ser repetida continuamente. Não se trata de um acontecimento único e irrepetível como é o batismo pelo Espírito no corpo de Cristo. A plenitude de ontem não serve para hoje, assim como a vitória do passado não garante vitória no presente. Todo dia é dia de ser cheio do Espírito Santo. Todo dia é tempo de andar com Deus e experimentar o extraordinário de Deus. As melhores experiências do passado podem ser medidas mínimas do que Deus pode fazer em nossa vida no futuro.


Em quarto lugar, não podemos produzir a plenitude do Espírito, podemos apenas nos esvaziar para sermos cheios. A plenitude do Espírito Santo não é uma realidade produzida por nós. Não administramos essa experiência. Ela vem do alto, de cima, do céu. Devemos ser como vasos vazios, puros e disponíveis para o Espírito Santo nos encher. Não há limitação no Espírito Santo. Podemos ser cheios a ponto de sermos tomados de toda a plenitude de Deus. Você está cheio do Espírito Santo?




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia



46 Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor,

47 E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador;

48 Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada,

Lucas 1:46-48 

VÍDEO DO DIA - HILSONG




 

PÃO DIÁRIO - 21/02/2021 - Fora de contexto

 


Fora de contexto

…a tua palavra é a verdade. —João 17:17

Quando um amigo começou a fazer declarações aleatórias desesperadoras, as pessoas se preocuparam com ele e começaram a dar conselhos e oferecer encorajamento. Acabamos descobrindo que ele estava simplesmente se divertindo ao repetir letras de canções fora de contexto para iniciar uma conversação. Amigos que tentaram ajudar desperdiçaram seu tempo oferecendo ajuda que ele não precisava e conselhos que ele não queria. As consequências das declarações desorientadoras de meu amigo não foram sérias, mas poderiam ter sido. Ao dedicar tempo para reagir a sua falsa necessidade, alguém poderia ter negligenciado a necessidade verdadeiramente séria de outra pessoa.

Algumas pessoas que usam palavras fora de contexto querem apenas chamar a atenção ou vencer uma discussão. Mas, outras são mais sinistras. Elas distorcem a verdade para obter o poder sobre os outros. Elas colocam em perigo não apenas vidas, mas também almas.

Quando pessoas usam palavras para manipular os outros, de modo que estes se comportem de determinadas maneiras — ou pior, quando elas citam a Bíblia fora de contexto para convencer outras a fazerem coisas erradas — só existe uma defesa: Precisamos saber o que Deus realmente diz em Sua Palavra. Jesus foi capaz de resistir à tentação com a verdade (Lucas 4). Nós dispomos do mesmo recurso. Deus nos deu a Sua Palavra e Espírito para nos guiar e impedir de sermos enganados ou confundidos.

— Julie Ackerman Link


Leia: Lucas 4:1-13 

Examine: A Bíblia em um ano: Juízes 1-3;Lucas 4:1-30

Considere: Se nos apegarmos à verdade de Deus, não cairemos nas armadilhas das mentiras de Satanás.

AMOR E ÓDIO DE MÃOS DADAS




Amor e ódio são sentimentos antagônicos e irreconciliáveis. Estão sempre em oposição. Não podem caminhar juntos. Abraçar um é repudiar o outro. Porém, num certo aspecto, amor e ódio precisam dar as mãos. Escrevendo sua carta aos romanos, o apóstolo Paulo afirma: “O amor seja sem hip
ocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem” (Rm 12.9). Aqui, amor e ódio não se excluem mutuamente; completam-se. Não são opositores, mas parceiros!


O amor deve ser o vetor que guia os nossos passos e inspira as nossas motivações. Sem amor, nossa voz é um barulho confuso e nossas obras são pura vaidade. Sem amor, nossas motivações são adoecidas pelo egoísmo e nossas ações são desprovidas de bondade. O amor, entretanto, precisa ser verdadeiro e não hipócrita. O que é um amor hipócrita? É aquele que se apresenta com belos discursos, mas se afasta covardemente na hora da necessidade. O amor sincero, por sua vez, é aquele cujas obras da misericórdia são os avalistas das palavras de bondade. É neste contexto que o apóstolo Paulo diz que o amor e o ódio precisam dar as mãos. Quem ama, detesta o mal e apega-se ao bem. Quem ama, não pode ser conivente com o mal nem parceiro dele. Quem ama precisa ter pulso firme para combater o mal em todo o tempo, em todo lugar e de todas as formas. O amor que se corrompe e se mancomuna com o mal é um simulacro do amor verdadeiro, uma paixão carnal que deve ser repudiada com veemência.


Mas, não basta ao amor detestar o mal. Esse é apenas um lado da moeda. É o lado negativo. Precisamos ir além. Precisamos dar mais um passo. Precisamos apegar-nos ao bem. Apegar-se ao bem, entrementes, não é defendê-lo e praticá-lo apenas ocasionalmente, mas, sobretudo, ter uma atitude firme, perseverante e consistente na defesa e na promoção do bem em todo o tempo, em todos os lugares, sob todas as circunstâncias. O pecado da omissão é mui grave aos olhos de Deus. Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz peca contra Deus, contra o próximo e contra si mesmo. Repudiar o mal sem promover o bem, condenar o erro sem praticar a justiça, refrear as mãos do erro sem estendê-las à prática das boas obras não são expressões saudáveis da fé cristã. Na mesma medida e com a mesma intensidade com que rechaçamos o mal, devemos praticar o bem. Com a mesma veemência que repudiamos o pecado, devemos buscar a santidade. Só assim, seremos o sal da terra que coíbe a corrupção da sociedade e a luz do mundo que aponta o caminho aos errantes.


Na vida do cristão, amor e ódio habitam debaixo do mesmo teto, comem na mesma mesa e se hospedam no mesmo coração: o amor ao bem e o ódio ao mal!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Como construir um casamento de Sucesso - Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E achando-a, a põe sobre os seus ombros, jubiloso;

VÍDEO DO DIA - THIRD DAY - CHILDREN OF GOD (VideoClipe Oficial)

THIRD DAY - CHILDREN OF GOD (VideoClipe Oficial)



 

PÃO DIÁRIO - 20/02/2021 - O mundo do nosso Pai

 


O mundo do nosso Pai

Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. —Salmo 24:1


Quando Amanda estava cursando o segundo ano da universidade, ela começou a repensar seus pontos de vista que se referiam à mordomia cristã em relação à Terra. Amanda fora educada pensando que ter consciência ambiental nada tinha a ver com o seu relacionamento com Jesus. Tudo isso mudou quando ela foi desafiada a considerar o papel do cristão no cuidado do planeta — especialmente como isso se relaciona a alcançar os mais necessitados no mundo.

O nosso cuidado com o lindo mundo que Deus nos deu e com as pessoas que nele habitam demonstra a nossa reverência por Deus e se fundamenta em dois princípios bíblicos.

Primeiro, a terra pertence a Deus (Salmo 24:1-2). O salmista louvou o Senhor por Sua criação e Seu senhorio sobre ela. Os céus, a terra e tudo que neles há lhe pertencem. Ele os criou, é soberano (93:1-2) e cuida deles (Mateus 6:26-30). Segundo, Deus delegou a nós a responsabilidade pelo bem-estar da Sua terra (Gênesis 1:26-28), o que inclui a apreciação e cuidado tanto com a natureza (Levítico 25:2-5,11; Provérbios 12:10) quanto com as pessoas (Romanos 15:2).

Este é o mundo do nosso Pai. Vamos demonstrar o quanto o amamos através do respeito e cuidado com as pessoas que habitam nele.

— Marvin Williams


Leia: Gênesis 1:26-28 

Examine: A Bíblia em um ano: Josué 22-24; Lucas 3

Examine: Tratar com descaso a criação de Deus é ofender o Criador.

QUANDO FALTA DISCIPLINA NA FAMÍLIA

 


Não existe curso de doutorado em paternidade. Grandes homens fracassaram rotundamente nesse sublime, mas árduo ministério. Um clássico exemplo dessa realidade é o sacerdote Eli. Diz a Escritura que seus filhos eram filhos de Belial e não se importavam com o Senhor (1Sm 2.12). Eli foi juiz e sacerdote de Israel por quarenta anos. Era um homem de Deus, que tinha discernimento das coisas espirituais. Em seu longo ministério, certamente cuidou de milhares de famílias e aconselhou muitos filhos a honrarem seus pais e a obedecerem a Deus. Porém, Eli deixou de disciplinar seus próprios filhos.


Hofni e Finéas, cresceram dentro da casa de Deus. Desde cedo se acostumaram com o culto divino e com as ofertas trazidas pelo povo. A casa deles estava encharcada da presença do sagrado. Entretanto, esses jovens prevaricaram e tornaram-se culpáveis diante de Deus. Viveram em excessos. Tornaram-se adúlteros, blasfemos e insolentes. Perderam completamente o temor de Deus. Corromperam o sacerdócio. Profanaram a casa de Deus. Mancharam suas vestes. Tornaram-se falsos pastores.


O povo todo via os escândalos promovidos por Hofni e Finéas, que embora casados, eram infiéis a Deus, ao cônjuge e ao povo. Os comentários deprimentes acerca do mau exemplo dos filhos de Eli chegavam a ele, mas este amava mais a seus filhos do que a Deus e não os disciplinava com o rigor necessário. Eli foi alertado várias vezes, mas não teve fibra para corrigir seus filhos. Finalmente, Deus usou o jovem Samuel para comunicar a sentença de morte à casa de Eli. Nem assim, ele reagiu. Ao contrário, aceitou passivamente a decretação da derrota em sua casa.


Eli tornou-se um pai complacente, bonachão e conivente com o pecado de seus filhos. Por causa do pecado deles, mais de trinta mil pessoas foram mortas no campo de batalha, a arca da aliança, símbolo da presença de Deus, foi roubada e eles foram mortos. O próprio Eli morreu ao saber das más notícias. Também morreu sua nora, a mulher de Hofni, ao dar à luz a Icabode, uma evidência de que a glória de Deus havia se apartado deles.


A família do sacerdote Eli é um alerta para nós. O amor responsável disciplina e estabelece limites. Não ama suficientemente os filhos, os pais que os poupam de confronto firme e de disciplina amorosa. Os pais ensinam os filhos com exemplo, admoestam os filhos com a palavra de Deus e os disciplinam com temor e reverência. Se você pai, ama seus filhos, ouse discipliná-los. É melhor ver os filhos chorando agora, do que sofrendo as consequências de seus pecados por toda a eternidade. É melhor o desconforto do confronto sincero do que o aparente conforto da omissão covarde. Que Deus nos ajude a termos famílias piedosas. Que a nossa maior alegria seja ver os nossos filhos andando na verdade!


Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia


O que pela sua força consolida os montes, cingido de fortaleza;


PÃO DIÁRIO - 19/02/2021 - Pesado demais

 



Pesado demais

Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. —Mateus 11:28


Ao dar a partida em meu carro no escuro da madrugada, percebi no painel uma luz de aviso do cinto de segurança. Verifiquei minha porta, abri e a fechei novamente. Puxei meu cinto de segurança para testá-lo. Mas a luz do sensor permanecia acesa. Então, lentamente, estendi o braço e levantei minha bolsa até alguns centímetros acima do banco do passageiro. A luz se apagou.


Aparentemente, um telefone celular, três pacotes de moedas, um livro de capa dura e meu almoço, guardados em minha enorme bolsa, equivaliam ao peso de um passageiro pequeno, disparando o sensor!


Embora eu possa esvaziar facilmente uma bolsa, outros pesos não são fáceis. Esses fardos da vida oprimem o espírito.


Seja o peso que nos oprime decorrente de culpa, como o que consumiu os pensamentos de Davi (Salmo 32:1-6); de medo, como o que Pedro sentiu (Mateus 26:20-35); ou de dúvida, como a de Tomé (João 20:24-29), Jesus nos convidou a levá-los a Ele: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).


Não somos feitos para suportar os fardos sozinhos. Quando os lançamos sobre aquele que deseja carregá-los (Salmo 68:19; 1 Pedro 5:7), Ele os substitui por perdão, cura e restauração. Nenhuma carga é pesada demais para Ele.


— Cindy Hess Kasper



Leia: Salmo 32:1-6; Mateus 11:28-30 


Examine: A Bíblia em um ano: Josué 19-21; Lucas 2:25-52


Considere: Lance sobre Deus o peso que lhe oprime.

VÍDEO DO DIA - DVD Completo - Paulo César Baruk - Piano e Voz, Amigos e Pertences 2

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OS GOVERNANTES PRECISAM TEMER A DEUS


A nação brasileira vive uma das maiores crises de sua história desde o Brasil Colônia, desde o Brasil Império e desde o Brasil República. A crise mais profunda que enfrentamos hoje é a crise de integridade, ou seja, a corrupção instalada nos meandros dos poderes constituídos. O Brasil caminha trôpego e cambaleante, enfermo e combalido pela crise moral que feriu mortalmente nosso parlamento e nossos governantes. O país sangra, o povo geme e o futuro torna-se sombrio. A inflação acelera enquanto o índice de crescimento dá marcha ré. O povo já empobrecido e as empresas já pagando mais tributos do que conseguem, ainda são convocados a pagar mais impostos, sem qualquer promessa de retorno. Tudo para pagar os rombos da roubalheira e a gastança perdulária daqueles que se empoleiram no poder para se servir do povo em vez de servirem ao povo.


O rei Davi está proferindo suas últimas palavras. É nesse contexto que proclama uma verdade solene: “… aquele que domina com justiça sobre os homens, que domina no temor de Deus é como a luz da manhã, quando sai o sol, como manhã sem nuvens, cujo esplendor, depois da chuva, faz brotar da terra a erva” (2Sm 23.3,4). O que Davi está dizendo, ao fechar as cortinas de sua vida, não emana dele mesmo, mas vem do próprio Deus. Que verdade é essa? Duas coisas são exigidas dos governantes: justiça e temor a Deus. O governante que não pauta sua administração pelas normas da justiça, faz de seu governo um covil de salteadores. Quem não teme a Deus no exercício de seu governo, entrega-se à insensatez e acaba oprimindo o povo em vez de servir ao povo. Quando os governantes pautam sua vida e suas ações pela justiça e pelo temor a Deus, o resultado é a bênção da prosperidade, assim como a luz que vem depois da chuva, faz brotar a erva da terra. A injustiça e a impiedade têm sido, infelizmente, o manto de muitos governantes. Roubam e deixam roubar. Oprimem e toleram a opressão. O povo, em vez de ser abençoado, amarga derrotas fragorosas e geme esmagado sob o peso da opressão. Por outro lado, a palavra de Deus diz: “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor…” (Sl 33.12).


O apóstolo Paulo diz que as autoridades superiores procedem de Deus e foram instituídas por ele. Opor-se gratuitamente à autoridade, portanto, é resistir à ordenação de Deus (Rm 13.1,2). As autoridades superiores são ministros de Deus e recebem de Deus uma dupla responsabilidade: promover o bem e reprimir o mal (Rm 13.4). O governante exerce o seu ministério em nome de Deus e sob a autoridade de Deus. Para que o governante cumpra esse papel devemos dar a ele honra e respeito e pagar a ele tributos e impostos (Rm 13.6,7). O governante precisa firme e resoluto tanto na promoção do bem como na punição do mal (Rm 13.4). E o povo precisa sujeitar-se ao governante não apenas por medo de punição, mas, sobretudo, por dever de consciência (Rm 13.5).


Mas, e se o governante, em vez de cumprir o seu papel, esquecer-se de Deus e colocar a si mesmo acima de Deus e da lei para promover o mal e reprimir o bem? E se o governante em vez de ser um diácono de Deus a serviço do povo (Rm 13.4), apostatar-se de Deus, para oprimir o povo? Nesse caso, cabe à igreja, como consciência do Estado, exercer sua voz profética e alertar a autoridade constituída, a mudar o rumo de sua ação e voltar-se Deus, a fim de servir ao povo em vez de oprimir o povo. Onde falta profecia, o povo se corrompe. Quando a igreja se cala, a sociedade se corrompe. Que Deus nos dê governantes justos e tementes a Deus! Que Deus nos conceda, nesta nação, um tempo de restauração, prosperidade, ordem e progresso!


Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Refletindo sobre adultério no casamento, feridas e cura 

- Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia 



Mas os filhos de Israel disseram ao Senhor: Pecamos; faze-nos conforme a tudo quanto te parecer bem aos teus olhos; tão-somente te rogamos que nos livres nesta vez.


VÍDEO DO DIA - Aline Barros - Extraordinária Graça

Aline Barros - Extraordinária Graça



 

PÃO DIÁRIO - 18/02/2021 - Libere

 


Libere

…Respondei: O Senhor precisa dele e logo o mandará de volta para aqui. — Marcos 11:3


Muitos anos atrás, quando um amigo ainda jovem perguntou se podia emprestar o nosso carro, minha mulher e eu hesitamos no início. Era o nosso carro. Ele era nossa propriedade e dependíamos dele. Mas, logo nos convencemos a emprestar-lhe porque sabíamos que Deus queria que nos importássemos com os outros. Então, lhe entregamos as chaves e ele viajou para uma igreja a 48 quilômetros de distância, para liderar uma reunião de jovens. O encontro foi usado pelo Senhor para levar adolescentes a Cristo.


Jesus instruiu Seus discípulos a pegarem o jumento de outro homem. O Filho de Deus disse aos Seus homens: “…desprendei-o e trazei-o” (Marcos 11:2). Se alguém se opusesse, eles deveriam dizer: “O Senhor precisa dele” e lhes seria permitido levá-lo. Aquele jumento carregou Cristo para dentro de Jerusalém no dia que hoje chamamos Domingo de Ramos.


Temos aqui uma lição para considerar. Todos nós temos coisas que nos são preciosas. Podemos pensar: “jamais poderia abrir mão disso”. Pode ser um caminhão novo, um casaco, algum outro bem ou nossas preciosas e poucas horas livres durante a semana. Estaremos dispostos a ceder quando alguém precisar de algo que temos?


Se você perceber que o Espírito está falando com você, ceda seu tempo ou o seu bem, como o dono liberou o seu animal para Jesus utilizar. Então, Ele será glorificado como merece!


— David C. Egner


Leia: Marcos 11:1-11 


Examine: A Bíblia em um ano: Josué 16-18;Lucas 2:1-24


Considere: Deus nos dá tudo que precisamos, dessa maneira podemos atender os outros em suas necessidades.

UMA REFLEXÃO SOBRE O CRISTÃO E A POLÍTICA





Romanos 13.1-7 é um dos textos mais importantes da história sobre a questão política. A palavra de Deus estabelece princípios claros acerca do papel do Estado e da responsabilidade dos cidadãos, a fim de que haja ordem e progresso na sociedade. Destacaremos, à luz do texto, três verdades importantes:


Em primeiro lugar, a origem das autoridades constituídas (Rm 13.1,2). Paulo diz que não há autoridade que não proceda de Deus e as autoridades que existem foram por ele instituídas. Logo, se opor deliberada e formalmente à autoridade é resistir à própria ordenação de Deus. Aqueles que entram por esse caminho de desordem e anarquia trarão sobre si mesmos condenação. É óbvio que o apóstolo Paulo não está dizendo que Deus é o responsável moral pelos magistrados ditadores e corruptos que ascendem ao poder. Deus instituiu o princípio do governo e da ordem e não o despotismo. As autoridades não podem domesticar a consciência dos cidadãos nem desrespeitar a sua fé. Nossa sujeição às autoridades não é submissão servil nem subserviência, mas submissão crítica e positiva. A relação entre a Igreja e o Estado deve ser de respeito e não de subserviência. Deus não é Deus de confusão nem aprova a anarquia. Deus instituiu a família, a igreja e o Estado para que haja ordem na terra e justiça entre os homens.


Em segundo lugar, a natureza das autoridades constituídas (Rm 13.3-5). As autoridades constituídas não devem ser absolutistas. Elas governam sob o governo de Deus. A fonte de sua autoridade não emana delas mesmas nem mesmo do povo. Emana de Deus através do povo. Portanto, a autoridade é ministro (diákonos) de Deus, ou seja, é servo de Deus para servir ao povo. Aqueles que recebem um mandato pelo voto popular não ascendem ao poder para se servirem do povo, mas para servirem ao povo. Não chegam ao poder para se locupletarem, mas para se doarem. Não buscam seus interesses, mas os interesses do povo. Esse princípio divino mostra que o político que sobe ao poder pobre e desce dele endinheirado não merece nosso voto. O político que usa seu mandato para roubar os cofres públicos e desviar os recursos que deveriam atender as necessidades do povo para se enriquecer ilicitamente deve ter nosso repúdio e não nosso apoio. O político que rouba ou deixa roubar, que se corrompe ou deixa a corrupção correr solta, que acusa os adversários, mas protege seus aliados, não deve ocupar essa posição de ministro de Deus, pois Deus abomina a injustiça e condena o roubo.


Em terceiro lugar, a finalidade das autoridades constituídas (Rm 13.4-7). Deus instituiu as autoridades com dois propósitos claros: a promoção do bem e a proibição do mal. O governo é ministro de Deus não só para fazer o bem, mas, também, para exercer o juízo de Deus sobre os transgressores. Portanto, devemos sujeitar-nos às autoridades não por medo de punição, mas por dever de consciência. Cabe a nós, como cidadãos, orar pelas autoridades constituídas, honrá-las, respeitá-las e pagar-lhes tributo, uma vez que seu chamado é para atender constantemente à essa honrosa diaconia, de servir ao povo em nome de Deus. Quando, porém, as autoridades invertem essa ordem e passam a promover o mal e a proibir o bem, chamando luz de trevas e trevas de luz, cabe a nós, alertar as autoridades a voltarem à sua vocação. Se essas autoridades, porém, quiserem nos impor leis injustas, forçando-nos a negar a nossa fé, cabe-nos agir como os apóstolos: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5.29).




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

 

Versículo do dia


E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.

VÍDEO DO DIA - Anderson Freire - Essência (DVD COMPLETO)

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PÃO DIÁRIO - 17/02/2021 - Em busca do prêmio

 


Em busca do prêmio

Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. —1 Coríntios 9:25


Todo mês de março é feita a corrida anual de trenós de cães, no Alaska. Cães puxadores de trenós e seus condutores, chamados “mushers”, correm ao longo de uma estrada de aproximadamente 1.700 quilômetros. As equipes competidoras cobrem essa grande distância em 8 a 15 dias. Em 2011, um tempo recorde foi estabelecido pelo musher John Baker, que percorreu todo o trajeto em 8 dias, 19 horas, 46 minutos e 39 segundos. O trabalho de equipe entre cães e condutor é notável e os competidores são tenazes em seus esforços para vencer. O vencedor recebe um prêmio em dinheiro e uma caminhonete nova. Mas, depois de tanta perseverança em condições climáticas extremas, as homenagens e prêmios podem parecer insignificantes e efêmeros.

Para Paulo, o entusiasmo gerado por uma corrida lhe era familiar, mas, ele utilizou a competição para ilustrar algo eterno e escreveu: “Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível” (1 Coríntios 9:25).


Às vezes, a nossa tendência é enfatizar as recompensas temporais, que perecem com o passar do tempo. As Escrituras, no entanto, nos encorajam a concentrarmos em algo mais permanente. Honramos a Deus ao procuramos impactar a vida de outros, espiritualmente, honra essa, que será recompensada na eternidade.


— Dennis Fisher


Leia: 1 Coríntios 9:24-27 


Examine: A Bíblia em um ano: Josué 10-12;Lucas 1:39-56


Considere: Corra, mirando a eternidade!

CONSTRUA PONTES EM VEZ DE CAVAR ABISMOS


Nós não somos perfeitos nem convivemos com pessoas perfeitas. Temos, não raro, motivos de queixas uns contra os outros. Os relacionamentos mais íntimos adoecem. As amizades mais próximas acidentam-se nos rochedos das decepções e das mágoas. As palavras de amor são substituídas por censuras e os abraços fraternos são trocados pelo afastamento gelado.


Os relacionamentos adoecem na família, na igreja e no trabalho. Pessoas que andaram juntas e comungaram dos mesmos sentimentos e ideais, afastam-se. Cônjuges que fizeram votos de amor no altar, ferem um ao outro com palavras duras. Amigos que celebravam juntos as venturas da vida, distanciam-se. Parentes que degustavam as finas iguarias no banquete da fraternidade, recuam amargurados. Irmãos que celebravam festa ao Senhor com o mesmo entusiasmo, apartam-se tomados por dolorosa indiferença.


Como podemos restaurar esses relacionamentos quebrados? Como podemos despojar-nos da mágoa que nos atormenta? Como podemos buscar o caminho do perdão e construir pontes em vez de cavarmos abismos?


1. reconhecendo nossa própria culpa na quebra desses relacionamentos. É mais fácil acusar os outros do que reconhecer nossos próprios erros. É mais fácil ver os erros dos outros do que admitir os nossos próprios. É mais cômodo recolher-nos na caverna da auto-piedade do que admitir com honestidade a nossa própria parcela de culpa. A cura dos relacionamentos começa com o correto diagnóstico das causas que provocaram as feridas. E um diagnóstico honesto passa pela admissão da nossa própria culpa.


2. tomando atitudes práticas de construir pontes de aproximação em vez de cavar abismos de separação. A honestidade de reconhecer nossa culpa e a humildade de dizer isso para a pessoa que está magoada conosco é o caminho mais curto e mais seguro para termos vitória na restauração dos relacionamentos quebrados. Jesus Cristo nos ensinou a tomar a iniciativa de buscar o perdão e a reconciliação. Não podemos ficar na retaguarda, nos enchendo de supostas razões, esperando que os outros tomem a iniciativa. Devemos nós mesmos dar o primeiro passo. Deus honrará essa atitude.


3. tomando a atitude de perdoar a pessoa que está magoada conosco assim como Deus em Cristo nos perdoou. É mais fácil falar de perdão do que perdoar. O perdão não é coisa fácil, mas é necessário. Não podemos ser verdadeiros cristãos sem o exercício do perdão. O perdão também não é coisa rasa. Não podemos nos contentar com uma cura superficial dos relacionamentos feridos. Não podemos ignorar o poder da mágoa nem achar que o silêncio ou o tempo, por si mesmos, possam trazer cura para esses relacionamentos estremecidos. O perdão é mais do que sentimento, é uma atitude. Devemos perdoar porque fomos perdoados e devemos perdoar como fomos perdoados. Devemos apagar os registros que temos guardado nos arquivos da nossa memória. Não devemos cobrar mais aquilo que já perdoamos nem lançar mais no rosto da pessoa aquilo que já resolvemos aos pés do Salvador. O perdão é um milagre. É obra da graça de Deus em nós e através de nós. É dessa fonte da graça que emana a cura para os relacionamentos quebrados. Que Deus nos dê a alegria da cura dos relacionamentos no banquete da reconciliação!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Quais tipos de SEXO é permitido? | Pr Josué Responde



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça, e não com alimentos que de nada aproveitaram aos que a eles se entregaram.

VÍDEO DO DIA - Eyshila, Isadora Pompeo - Nada Pode Calar Um Adorador

Eyshila, Isadora Pompeo - Nada Pode Calar Um Adorador




 

PÃO DIÁRIO - 16/02/2021 - Faça valer

 

Faça valer

Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento… —1 Pedro 4:1


Em sua batalha contra o câncer, Steve Jobs, cofundador da Apple Inc., disse: “Lembrar-me de que logo estarei morto é a ferramenta mais importante que já encontrei para ajudar-me a fazer as grandes escolhas na vida. Porque quase tudo — toda expectativa externa, todo orgulho, todo medo de constrangimento ou fracasso — desaparece em face da morte, deixando somente o que é verdadeiramente importante.” Seu sofrimento influenciou as escolhas que ele fez.

O apóstolo Pedro, diferentemente de Jobs, quis motivar seus leitores para que usassem os seus sofrimentos para suas vidas refletirem algum valor para a eternidade. E ele quis que o sofrimento e a morte de Jesus os inspirassem a aceitar o conflito espiritual e a perseguição que resultariam de propagar o nome de Jesus. Por amarem Jesus, seria normal sofrer. O sofrimento de Jesus deveria servir como motivação para eles desistirem das paixões pecaminosas e obedecerem ao desejo de Deus (1 Pedro 4:1-2). Se suas vidas fossem valer para a eternidade, eles precisariam parar de satisfazer-se com prazeres fugazes e, em vez disso, devotarem suas vidas ao que agrada a Deus.

O pensamento mais importante que temos para nos inspirar a fazermos escolhas que agradam a Deus, hoje, e a fazer nossas vidas valerem para a eternidade, é lembrar-se de que Jesus sofreu e morreu para perdoar os nossos pecados.

— Marvin Williams


Leia: 1 Pedro 4:1-8 

Examine: A Bíblia em um ano: Josué 7-9;Lucas 1:21-38

Considere: A morte de Jesus perdoou meus pecados passados e inspira minha obediência presente.

BUSQUE AS PRIMEIRAS COISAS PRIMEIRO


O ano, praticamente está começando, se não fez, há tempo para se fazer um balanço. Há coisas que devem ser esquecidas, outras que devem ser relembradas, mas há também aquelas que devem ser buscadas. Vivemos sob a pressão das coisas urgentes. Elas batem à nossa porta e não têm paciência para esperar. Somos a geração escrava do relógio e da agenda. Corremos de um lado para o outro, afadigando-nos com muitas coisas, mas desfrutamos pouco das coisas verdadeiramente importantes. Entramos numa ciranda sem fim e nossa vida está como um carrossel em alta velocidade sem sabermos como pará-lo. É tempo de fazermos uma avaliação, de termos coragem para tomar decisões sensatas que nos coloquem na estrada da busca das verdadeiras prioridades. O que devemos buscar em primeiro lugar?


1. Devemos priorizar o nosso relacionamento com Deus – A sociedade contemporânea capitulou-se ao secularismo. As pessoas não têm tempo para Deus ou pensam que não têm. Elas correm atrás de muitas coisas: dinheiro, trabalho, sucesso, conforto, prazer, lazer e relegam Deus a um plano secundário. Elas são mais zelosas com seus próprios interesses do que com as coisas de Deus. A vida delas não é mais regida pelas Escrituras. Seus sentimentos e desejos estão acima da verdade de Deus. Por essa razão, nossa geração está confusa e perdida. Precisamos compreender que a nossa maior necessidade é de Deus. Ele é melhor e mais importante que suas bênçãos. Ponha sua vida certa com Deus. Emende suas veredas e volte-se ao Senhor. Busque-o com toda a sofreguidão do seu coração. Ande com ele humildemente e você experimentará uma vida plena, abundante e superlativa.


2. Devemos priorizar o nosso relacionamento com a família – A família é o mais rico patrimônio que Deus nos deu. Precisamos investir na família o melhor daquilo que Deus tem nos dado. Nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Não podemos amar as coisas e usar as pessoas da nossa própria casa. Não podemos construir os nossos sonhos e arrebentar com a nossa família. Não podemos ser mais amáveis com os de fora que os com os da nossa própria casa. Quem não cuida dos seus é pior do que o incrédulo. O marido deve ser devotado à esposa; a esposa precisa ser uma fonte de alegria para o marido; os pais precisam orientar os filhos com sabedoria e amor e os filhos precisam obedecer aos pais com reverência. Nenhum outro interesse terreno pode se interpor entre nós e nossa família. Ela é o maior bem que possuímos. Nossa família precisa estar no altar de Deus, vivendo segundo a vontade Deus, para a glória de Deus. Ela deve ser uma igreja viva a serviço do Deus vivo.


3. Devemos priorizar o nosso relacionamento com a igreja – A igreja não é um clube de serviço, onde pagamos nossa mensalidade e a freqüentamos quando não temos algo mais interessante para fazer. A igreja é o rebanho de Deus, o corpo de Cristo, a coluna e baluarte da verdade. Precisamos estar envolvidos e comprometidos em sustentar a igreja com a nossa presença, com o nosso testemunho, com as nossas orações e com os nossos dízimos e ofertas. Somos o corpo de Cristo em ação. Devemos desenvolver nossos dons para a edificação da igreja e buscar aqueles por quem Cristo deu a sua vida. Na igreja há um ministério para cada membro, pois todos são úteis e necessários. Priorize sua igreja. Ame-a, participe assídua e pontualmente de suas atividades e trabalhe para o seu crescimento espiritual e numérico.



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia 


Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

VÍDEO DO DIA - Quatro Por Um - Então É Só Clamar


Quatro Por Um - Então É Só Clamar 



 

PÃO DIÁRIO - 15/02/2021 - Deus cuida de mim

 


Deus cuida de mim

…ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. — Mateus 5:45


Quando chuvas torrenciais caíram sobre minhas petúnias recém-plantadas, me senti mal por elas. Gostaria de trazê-las para dentro, e abrigá-las da tempestade. Quando a chuva parou, suas pequenas faces estavam arqueadas em direção ao chão, devido ao peso da água. Elas pareciam tristes e fracas. Dentro de poucas horas, porém, elas se recuperaram e miraram o céu. No dia seguinte, estavam eretas e fortes.

Que transformação! Após martelar suas pétalas em cheio, a chuva escorreu das suas folhas, infiltrou-se no solo e subiu por seus caules, dando-lhes a força para se manterem eretas.

Por preferir a luz solar, fico irritada quando a chuva prejudica os meus planos para fazer algo fora de casa. Às vezes, engano-me ao pensar na chuva como algo negativo. Mas, qualquer pessoa que tenha experimentado a seca sabe que a chuva é uma bênção. Ela nutre a terra para o benefício do justo e também do injusto (Mateus 5:45).

Mesmo quando as tempestades da vida nos ferem fortemente ao ponto de quase quebrarmos por sua força, a “chuva” não é uma inimiga. Nosso Deus amoroso a permitiu para nos fortalecer. Ele usa a água que nos atinge exteriormente para edificar-nos interiormente e assim podermos permanecer firmes e fortes.

— Julie Ackerman Link


Leia: Mateus 5:38-48 

Examine: A Bíblia em um ano: Josué 4-6 ;Lucas 1:1-20

Considere: Deus usará as tempestades que ameaçam nos destruir para nos fortalecer.

O QUE VOCÊ AINDA ESTÁ ESPERANDO?


A proclamação do evangelho é uma missão imperativa, intransferível e impostergável. É sobre esses três aspectos da missão que escreverei.


Em primeiro lugar, a proclamação do evangelho é uma missão imperativa. O próprio Jesus ordenou: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). A igreja de Deus não precisa esperar nenhum fato novo para proclamar o evangelho de Cristo em todo mundo e a toda criatura. Uma ordem já foi dada e deve ser obedecida. Quem deu a ordem foi o próprio Jesus, que morreu pela igreja e ressuscitou para sua justificação. Quem deu a ordem foi o próprio dono da igreja. O universo inteiro ouve a sua voz e obedece: o sol, as estrelas, o mar, o vento, os demônios e os anjos. Será que nós, povo remido pelo sangue de Cristo, seríamos os únicos a questionar sua voz, a adiar sua ordem e e desobedecer o seu mandato? Nosso papel não é discutir a ordem, mas obedecê-la. Nossa missão não é discutir a obra, mas fazer a obra. A salvação é obra de Deus. Tudo já foi feito. O banquete da graça já está pronto. Cabe a nós ir ao mundo, anunciar essa boa-nova e contar aos pecadores que Deus os amou e enviou seu Filho para salvá-los do pecado, da morte e do inferno. Você está pronto a obedecer?


Em segundo lugar, a proclamação do evangelho é uma missão intransferível. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, em todo o mundo. Nenhuma outra instituição está credenciada a pregar o evangelho. Os anjos anelam esse sublime privilégio, mas Jesus comissionou apenas a igreja para cumprir essa missão. A igreja é o método de Deus para alcançar o mundo. Conta-se que, quando Jesus terminou sua obra salvadora na terra, morrendo pelos nossos pecados e ressuscitando para a nossa justificação, ao voltar ao céu para assentar-se no seu trono de glória, um anjo perguntou-lhe: “Senhor, tu concluíste tua obra na terra. Quem, porém, vai contar essa boa-nova para o mundo inteiro?”. Jesus respondeu-lhe: “Eu deixei doze homens preparados para cumprir essa missão”. O anjo, então, redarguiu: “Mas, Senhor e, se eles falharem?”. Jesus respondeu: “Se eles falharem, eu não tenho outro método”. Nós somos o método de Deus. Nós somos os atalaias de Deus a avisar ao mundo acerca de sua necessidade de se preparar para encontrar com Deus. Se o ímpio não for avisado e morrer na sua impiedade, Deus cobrará de nós o seu sangue. Não podemos calar a nossa voz. Deus nos constituiu ministros da reconciliação. Somos embaixadores em nome de Cristo, rogando aos homens que se reconciliem com Deus.


Em terceiro lugar, a proclamação do evangelho é uma missão impostergável. A proclamação do evangelho é uma missão urgente. Não pode esperar. Quando John Kennedy foi assassinado em Dallas, no Texas, em 22 de novembro de 1963, em apenas doze horas, a metade do mundo, ficou sabendo. Jesus Cristo, o Filho de Deus, morreu na cruz pelos nossos pecados há dois mil anos e quase a metade do mundo, ainda não ouviu essa boa-nova do evangelho. Não podemos calar a nossa voz. Precisamos ganhar esta geração em nossa geração. Um jovem índio preparava-se para ser o líder de sua tribo, quando caiu gravemente enfermo. O jovem índio já desfalecido no colo de sua mãe, perguntou-lhe: “Mamãe, eu estou morrendo e estou com muito medo. Para onde irá a minha alma?”. A mãe, aflita, respondeu-lhe: “Meu filho, eu não sei”. Aquele jovem desesperado, partiu para a eternidade sem saber para onde ia. Meses depois, chegou àquela aldeia um missionário pregando o evangelho e falando das boas-novas da salvação. De uma cabana da aldeia, saiu uma anciã com os olhos vermelhos de tanto chorar, correu em direção ao missionário. Agarrou-o pelos braços e disse-lhe aos prantos: “Por que você não veio antes? Por que você não veio antes?” Era a mãe daquele que jovem que morreu sem saber para onde estava indo. O que você ainda está esperando? É tempo de proclamar o evangelho!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 13 de fevereiro de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

12 Segredos dos casais que crescem juntos - PARTE 2 | Pr. Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Para que se conheça na terra o teu caminho, e entre todas as nações a tua salvação.


VÍDEO DO DIA - Voz da Verdade - "Sou um Milagre"

Voz da Verdade - "Sou um Milagre"



 

PÃO DIÁRIO - 14/02/2021 - O mais importante

 


O mais importante

…conhece o Deus de teu pai e serve-o de coração íntegro e alma voluntária… — 1 Crônicas 28:9



Quando nossa neta Sarah era bem pequena, ela nos disse que, quando crescesse, queria ser técnica de basquetebol, como o seu pai. Mas ela ainda não podia ser técnica, disse, porque primeiro tinha de ser jogadora; e um jogador precisa ser capaz de amarrar os seus tênis, o que ela ainda não conseguia fazer!

Dizemos: As primeiras coisas primeiro. E a primeira coisa na vida é conhecer a Deus e regozijar-se nele.

Reconhecer e conhecer a Deus nos ajuda a nos tornarmos aquilo que devemos ser. Eis o conselho do rei Davi ao seu filho Salomão: “…conhece o Deus de teu pai e serve-o de coração íntegro e alma voluntária…” (1 Crônicas 28:9).

Lembre-se, Deus pode ser conhecido. Ele é uma Pessoa, não um conceito lógico ou teológico. Ele pensa, decide, alegra-se, sente, ama e deseja, como qualquer outra pessoa.

O autor A. W. Tozer escreveu: “Ele é uma pessoa e pode ser mais bem conhecido intimamente à medida que predispomos o nosso coração a essa maravilha.” Ah, existe um porém: nós devemos “predispor” os nossos corações.

O Senhor não está brincando de esconde-esconde; aqueles que querem conhecê-lo, conseguem. Ele não nos imporá o Seu amor, mas Ele espera pacientemente, pois deseja que você o conheça. Conhecê-lo é uma prioridade vital.

— David H. Roper


Leia: 1 Crônicas 28:5-10 

Examine: A Bíblia em um ano: Josué 1-3; Marcos 16

Considere: Pensar em Deus faz a mente vacilar, mas conhecê-lo satisfaz o coração.

Versículo do dia

        Versículo do dia Na sua mão está a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda a carne humana. Jó 12:10