terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Versículo do dia

Versículo do dia 


Disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: "Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos.

VÍDEO DO DIA - Anderson Freire - Raridade

Anderson Freire - Raridade




PÃO DIÁRIO - 25/02/2020 - Emergindo

Emergindo


Os seres humanos confundem realidades visíveis e invisíveis, naturais e sobrenaturais. Pensei nisso ao observar as baleias. Elas descansam na superfície por um tempo e aproveitam para respirar fundo. Assim criam jatos espetaculares antes de imergirem novamente para alimentar-se.
Mesmo vivendo entre plantas e criaturas marinhas, a baleia deve emergir em busca de oxigênio. Caso contrário, morre, pois precisa de contato vital com o ar para sobreviver.
Algumas vezes me sinto emergindo em busca de ar espiritual em intervalos frequentes para permanecer vivo. Não há uma divisão nítida entre o natural e o sobrenatural. As coisas não são de um jeito ou de outro exclusivamente. O que faço como cristão — orar, adorar, demonstrar o amor de Deus aos doentes, carentes e aprisionados — é sobrenatural e natural.
O mesmo Deus que criou o mundo visível aos nossos olhos, o sustém diligentemente e proveu um caminho para nos aproximarmos dele; o invisível. Paulo escreveu: “…outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte…” (Colossenses 1:21,22).
As nossas ações acontecem no mundo visível, e podemos tocar, sentir aromas e ver. No entanto, o Criador e Sustentador de todas as coisas proveu uma maneira de respirarmos o necessário e almejado ar espiritual.
—PY


Leia: Colossenses 1:15-23

Examine: …pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis… —Colossenses 1:16

Considere: O trono de Deus é sempre acessível a Seus filhos.





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A SEGUNDA VINDA DE CRISTO, O PINÁCULO DA NOSSA ESPERANÇA

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A segunda vinda de Cristo será o acontecimento mais auspicioso da história. Ele virá para fechar as cortinas da história, julgar as nações e reinar com sua igreja pelos séculos eternos. Ele virá para colocar todos os inimigos debaixo de seus pés e entregar o reino ao seu Deus e Pai (1Co 15.23). Como será a sua vinda? Que características têm o seu glorioso retorno?

Em primeiro lugar, sua vinda será pessoal (At 1.9-11). Ele virá pessoalmente. O mesmo que subiu entre nuvens é o mesmo que descerá nas nuvens. Ele não enviará um embaixador em seu nome, ele mesmo descerá dos céus com seu cortejo majestoso, para consumar a história e estabelecer os novos céus e a nova terra.

Em segundo lugar, sua vinda será visível (Ap 1.7). A Escritura diz que todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram. A segunda vinda, portanto, será pública, notória e inegável. Não será um acontecimento subjetivo nem restrito a uma região específica do mundo. Se a sua primeira vinda foi despretensiosa, humilde e longe dos holofotes do mundo, a segunda vinda será majestosa e vista por todos os homens.

Em terceiro lugar, sua vinda será audível (Mt 24.31). Ao ressoar a trombeta de Deus e ouvida a voz do arcanjo, ele descerá dos céus (1Ts 4.16). Em toda a terra se ouvirá essa voz retumbante. Todos os homens serão impactados com o sonido dessa trombeta. É com esse alarido, num cortejo colossal, que o Filho de Deus rasgará as nuvens e descerá do céu com os anjos do seu poder.

Em quarto lugar, sua vinda será repentina (Mt 24.27). O apóstolo Paulo diz que será num momento (um átomo de tempo), num abrir e fechar d’olhos que ele virá (1Co 15.52). Será como o relâmpago que risca os céus com um faixo de luz, saindo célere do oriente e chegando até o ocidente. Nesse dia ouvir-se-á a voz do noivo. Não terá mais tempo oportuno para se preparar. Os que tiverem azeite em suas lâmpadas entrarão com ele para as bodas e os que estiverem desprovidos, ficarão de fora, em trevas eternas (Mt 25.1-13).

Em quinto lugar, sua vinda será inesperada (Mt 24.43,44). A vinda do Senhor será como o ladrão de noite, inesperada. O ladrão não manda aviso para a família acerca da hora que vai chegar. Chega inesperadamente, quando menos se espera. A segunda vinda de Cristo será como nos dias de Noé: as pessoas casavam e davam-se em casamento, compravam e vendiam, até que veio o dilúvio e afogou toda aquela geração na morte inescapável, exceto a família de Noé. Porque não sabemos o dia nem a hora, precisamos estar preparados e vigiar.

Em sexto lugar, sua vinda será inescapável (1Ts 5.3). A segunda vinda de Cristo é tão certa como uma mulher grávida precisa dar à luz. Ninguém pode se esconder. Ninguém pode escapar. Ele virá em glória para julgar vivos e mortos. Aqueles que viveram sob o manto do anonimato, acobertando seus pecados, terão que encarar o reto Juiz naquele dia. Aqueles que o rejeitaram como Advogado, terão que comparecer perante o tribunal de Deus, para enfrentá-lo como juiz.

Em sétimo lugar, sua vinda será gloriosa (Mt 24.30). Ele virá para ressuscitar os que dormem e transformar os que estiverem vivos. Ele virá em glória, vitoriosamente, para colocar todos os inimigos debaixo dos seus pés. Ele lançará no lago do fogo o diabo, o anticristo, o falso profeta, os ímpios e a morte. Ele estabelecerá o seu reino de glória e reinará com sua igreja pelos séculos eternos. Os ímpios sofrerão penalidade de eterna destruição, mas os remidos entrarão no gozo eterno e servirão ao seu Senhor, na cidade santa, onde não haverá mais lágrimas, nem luto nem dor. Oh, que glória será, contemplarmos sua face, fruirmos sua presença, longe de qualquer vestígio de pecado e maldição. Como que na ponta dos pés, aguardando sua chegada, gritamos cheios de expectativa: Maranata, ora vem Senhor Jesus!



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Como construir um casamento de Sucesso 

- Pr Josué Gonçalves




Versículo do dia

Versículo do dia



no meio da rua principal da cidade. De cada lado do rio estava a árvore da vida, que dá doze colheitas, dando fruto todos os meses. As folhas da árvore servem para a cura das nações.

Apocalipse 22:2

VÍDEO DO DIA - Anderson Freire - Bom Samaritano


Anderson Freire - Bom Samaritano



PÃO DIÁRIO - 24/02/2020 - Ouvindo

Ouvindo

Joyce Heggett, em seu livro Listening to Others (Ouvindo os outros, tradução livre), escreve sobre a importância de aprender a ouvir e responder eficazmente àqueles em situações difíceis. Ao relatar algumas de suas experiências ouvindo pessoas em sofrimento, ela menciona que estas frequentemente a agradecem por tudo o que fez por elas. “Em muitas ocasiões”, escreve, “não cheguei ‘a fazer nada. Simplesmente ouvi.’ Rapidamente cheguei à conclusão que ‘simplesmente ouvir’ é realmente uma maneira eficaz de ajudar outros.”
Esta foi a ajuda que Jó buscou em seus amigos. Ainda que seja verdade que eles se sentaram com ele em silêncio por sete dias, “…pois viam que a dor era muito grande” (2:13), eles não o ouviram quando Jó começou a falar. Pelo contrário, eles falaram sem parar, mas não conseguiram consolá-lo (16:2). “Tomara eu tivesse quem me ouvisse…”, Jó clamou (31:35).
O ato de ouvir representa que “o que importa para você, importa para mim.” Algumas vezes as pessoas querem conselho. Mas frequentemente elas simplesmente querem ser ouvidas por alguém que as ama e se importa com elas.
Ouvir é um trabalho difícil e leva tempo. É preciso tempo para ouvir o suficiente e entender a pessoa, de modo que, se chegarmos ao ponto de falar, falemos com gentileza e sabedoria.
Oh, Senhor, nos dê corações amorosos e ouvidos dispostos a ouvir.
—DHR

Leia: Jó 2:11–13

Examine: Tomara eu tivesse quem me ouvisse… —Jó 31:35

Considere: Se estou pensando em uma resposta enquanto outros estão falando — então não estou ouvindo.




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O maior crime da história e o maior gesto de amor do mundo

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O processo que culminou na sentença da morte de Jesus estava eivado de muitos e gritantes erros. As autoridades judaicas tropeçaram nas suas próprias leis e atropelaram todo o processo no mais importante julgamento do mundo. Tanto a sua  prisão no Getsêmani como seu interrogatório diante do sinédrio revelaram grandes deficiências na condução do processo.

Na verdade as autoridades já haviam decidido matar Jesus antes mesmo de interrogá-lo (Mc 14.1; Jo 11.47-53). Eles haviam decidido fazer isto depois da Festa da Páscoa, para evitarem uma revolta popular (Mc 14.2). A atitude de Judas de entregar a Jesus, porém, adiantou o intento deles (Mc 14.10,11). O processo, assim, não passou de um simulacro de justiça desde o princípio até o fim, pois não tinha outra finalidade que a de dar uma aparência de legalidade ao crime já predeterminado.

Suas leis não permitiam um prisioneiro ser interrogado pelo sinédrio à noite. No dia antes de sábado ou de uma festa, todas as sessões estavam proibidas. Nenhuma pessoa podia ser condenada senão por meio do testemunho de duas outras testemunhas, mas eles contrataram testemunhas falsas. O anúncio de uma pena de morte só podia ser feito um dia depois do processo. Nenhuma condenação podia ser executada no mesmo dia, mas eles sentenciaram Jesus à morte durante a noite e logo cedo o levaram a Pilatos para que este lavrasse sua pena de morte. A reunião do sinédrio que sentenciou Jesus à morte foi ilegal uma vez que foi à noite e o método usado também foi ilegal, visto que eles ouviram apenas testemunhas contra Jesus.

Jesus passou por dois julgamentos: um eclesiástico e outro civil; o primeiro aconteceu nas mãos dos judeus, o segundo, nas mãos dos romanos. No tribunal judaico apresentou-se uma acusação teológica contra Jesus: Blasfêmia. No tribunal romano, a acusação era política: Sedição. Os judeus o acusaram por se identificar como Filho de Deus e os romanos o acusaram por se identificar como Rei dos judeus. Assim, acusaram Jesus de delito contra Deus e contra César. Tanto no tribunal judaico como no romano, seguiu-se certo procedimento legal: 1) A vítima foi presa; 2) a vítima foi acusada e examinada; 3) chamaram-se testemunhas; 4) então, o juiz deu o seu veredicto e pronunciou a sentença. Mas Jesus não era culpado das acusações; as testemunhas eram falsas e por isso, a sentença de morte foi um horrendo erro judicial.

Tanto o julgamento judaico quanto o romano tiveram três estágios. O julgamento judaico foi aberto por Anás, o antigo sumo sacerdote (Jo 18.13-24). Em seguida Jesus foi levado ao tribunal pleno para ouvir as testemunhas (Mc 14.53-65), e então na sessão matutina do dia seguinte para o voto final de condenação (Mc 15.1). Jesus foi então enviado a Pilatos (Mc 15.1-5; Jo 18.28-38), que o enviou a Herodes (Lc 23.6-12), que o mandou de volta a Pilatos (Mc 15.6-15; Jo 18.39-19.6). Pilatos atendeu o clamor da multidão e entregou Jesus para ser crucificado.

É importante ressaltar, porém, que Jesus foi para a cruz não apenas porque os judeus o entregaram por inveja, ou porque Judas o traiu por dinheiro nem mesmo porque Pilatos o condenou por covardia. Cristo foi para a cruzporque o Pai o entregou por  amor. Cristo foi para  cruz porque ele se entregou a si mesmo por nós voluntariamente, não levando em conta a ignomínia da cruz pela alegria que lhe estava proposta, a alegria de conquistar-nos com seu amor e salvar-nos por sua graça.



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Versículo do dia

Versículo do dia

“Dias virão”, declara o SENHOR, “em que a ceifa continuará até o tempo de arar, e o pisar das uvas até o tempo de semear. Vinho novo gotejará dos montes e fluirá de todas as colinas.
Trarei de volta Israel, o meu povo exilado, eles reconstruirão as cidades em ruínas e nelas viverão. Plantarão vinhas e beberão do seu vinho; cultivarão pomares e comerão do seu fruto.

VÍDEO DO DIA - CANTA MINH´ALMA (MEDLEY)

CANTA MINH´ALMA (MEDLEY) 



PÃO DIÁRIO - 23/02/2020 - Fome espiritual


Fome espiritual

Eis que vêm dias… em que enviarei fome sobre a terra, [...] de ouvir as palavras do Senhor. Amós 8:11


Em uma história de ficção, um vírus destrói as plantações do mundo. Não somente os jardins, mas os cereais, incluindo trigo, cevada, centeio, aveia e arroz. Em meses, o mundo mergulha na fome e na violência. As pessoas começam a lutar; depois a matar, por comida.
A ficção descreve uma cena que vemos acontecer no mundo real, como as crises de fome vistas nos noticiários de TV. É terrível! Mal posso imaginar como seria.
O profeta Amós falou de um tipo diferente de fome — a fome e a sede de ouvir “as palavras do Senhor” (8:11). Enquanto a falta de comida pode provocar doenças e morte, a fome da Palavra produz consequências eternas. Sem acesso à Palavra de Deus, falta-nos sabedoria para viver a mensagem da vida eterna em Cristo. Como cristãos, precisamos do “…genuíno leite espiritual, para que, por ele, [nos] seja dado crescimento para salvação” (1 Pedro 2:2). Podemos nos identificar com o profeta quando ele disse: “Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo teu nome sou chamado, ó Senhor, Deus dos Exércitos” (Jeremias 15:16).
O mundo está desejando ardentemente o conhecimento do Deus que pode satisfazer as necessidades do coração humano. Vamos ajudar a encher seus corações, compartilhando a Palavra de Deus.
— Bill Crowder


Leia: 1 Pedro 2:1-10

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 1–3, Mateus 14:1-21

Considere: Sem um coração voltado para Deus, não podemos ouvir a Sua Palavra.




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Como viver sem máscaras

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O carnaval é a maior festa popular do Brasil, e talvez, do mundo. Nessa festa da extravagância e dos excessos, muitas pessoas saem às ruas usando máscaras. Algumas dessas pessoas escondem-se atrás das máscaras; outras se revelam por meio delas. Uma máscara é tudo aquilo que esconde ou encobre a nossa verdadeira identidade. É importante ressaltar que existem máscaras tangíveis e intangíveis; algumas cobrem o rosto; outras tentam disfarçar as atitudes da alma.

De certo modo todos nós usamos máscaras. 

Aquele que diz que nunca usou uma máscara, possivelmente esteja acabando de afivelar uma no rosto, a máscara da mentira. O problema das máscaras é que elas proclamam uma mentira ou escondem uma verdade. Quando usamos máscaras, as pessoas passam a amar não quem nós somos, mas quem nós aparentamos ser. As máscaras também não são seguras. Por melhor que nós as afivelemos, elas podem cair nas horas mais impróprias e nos deixar em situação de total constrangimento.

Queremos mencionar aqui algumas máscaras usadas ainda hoje.

1. A máscara da piedade

 – O apóstolo Paulo, ensinando sobre a doutrina da Nova Aliança, diz que podemos ser ousados em vez de agir como Moisés que pôs um véu sobre a face para que as pessoas não atentassem para a glória desvanecente em seu rosto. Quando Moisés subiu o Monte Sinai para receber as Tábuas da Lei, ao regressar, seu rosto brilhava. As pessoas não podiam olhar para ele. Então, ele colocou um véu em sua face para que as pessoas pudessem se aproximar e falar com ele. Mas houve um momento em que Moisés percebeu que a glória estava acabando. Ele não precisava mais do véu, porém, ele continuou com o véu, porque não queria que as pessoas soubessem que sua glória era desvanecente. Muitas vezes, somos parecidos com Moisés. Tentamos impressionar as pessoas com uma espiritualidade que não temos. Aparentamos ser mais crentes, mais piedosos do que na verdade somos.

2. A máscara da autoconfiança

– O apóstolo Pedro era um homem impulsivo. Falava para depois pensar. Quando Jesus declarou que seus discípulos iriam se escandalizar com ele e iriam se dispersar, Pedro não titubeou e foi logo dizendo que ainda que todos o abandonassem, ele jamais o faria. Disse ainda que estava pronto para ir com Jesus para a prisão ou até mesmo para a morte. Pedro julgou-se forte e até melhor do que seus pares. Porém, naquela mesma noite, Pedro fraquejou e dormiu quando Jesus pediu para ele vigiar. Pedro abandonou a Jesus e seus condiscípulos e infiltrou-se na roda dos escarnecedores. Pedro negou, jurou e praguejou, dizendo que não conhecia a Jesus. A máscara de sua autoconfiança caiu quando Jesus olhou para ele. Então, ele caiu em si e desatou a chorar.

3. A máscara do legalismo 

– Um legalista é inflexível com as outras pessoas, mas condescendente consigo. Ele enxerga um cisco no olho de seu irmão, mas não vê uma trave no seu. O legalista preocupa-se mais com a forma do que com a essência. Cuida mais da aparência do que do interior. Os fariseus eram legalistas. Eles eram fiscais da vida alheia, mas descuidados com sua intimidade com Deus. Eram bonitos por fora, mas feios por dentro. Jesus os comparou a sepulcros caiados, limpos por fora, mas cheios de rapina por dentro. Os fariseus eram hipócritas. Eles eram atores que representavam no palco um papel diferente daquele desempenhado na vida real.

A vida cristã é uma contínua remoção das máscaras. A Bíblia diz que onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade; não liberdade para fazer o que queremos, mas liberdade para vivermos na luz. Pela obra de Cristo e pela ação do Espírito, podemos viver sem máscaras, sendo transformados de glória em glória, até atingirmos a estatura de Cristo, o Varão Perfeito.



Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 22 de fevereiro de 2020

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GOÇALVES


5 reclamações Das Mulheres 

- Pr Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia



Todo o que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei.

João 6:37

VÍDEO DO DIA - Ressuscita O Meu Sonho Regis Danese


Ressuscita O Meu Sonho Regis Danese 



PÃO DIÁRIO - 22/02/2020 - Perfeito para sempre

Perfeito para sempre

…com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. v.14


Quando visitei os EUA, uma marca comercial chamou-me a atenção por ser igual ao meu sobrenome, e fiquei imaginando se seria chinesa ou coreana. Depois soube que não era uma nem outra: era o nome de uma menina. Um fabricante deu o nome de sua filha ao seu produto. Sara Lee, a filha, disse que o pai queria que o produto “fosse perfeito, já que levava o nome da filha”.
A perfeição é um padrão que nenhum de nós jamais pode alcançar. Mas aprendemos na carta aos Hebreus que Jesus, por Seu supremo sacrifício por nossos pecados, “…aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (10:14).
Os contínuos sacrifícios oferecidos pelos sacerdotes desde os tempos de Moisés nunca puderam mudar a natureza pecaminosa de alguém diante de Deus (Hebreus 10:1-4). Mas o sacrifício único de Cristo na cruz — aquele que não conhecia o pecado, morrendo pelos pecadores — nos aperfeiçoou para sempre aos olhos de Deus. O pagamento de Jesus, único e definitivo pelos nossos pecados, foi suficiente. O autor da carta de Hebreus parafraseou o versículo do livro de Jeremias 31:34: “Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados…” (Hebreus 10:17).
Fomos aperfeiçoados para sempre a fim de estarmos diante de Deus, por causa da obra perfeita realizada por Jesus na cruz. Esta é a certeza da nossa salvação.
— Albert Lee


Leia: Hebreus 10:8-18

Examine: A Bíblia em um ano: Gênesis 49–50, Mateus 13:31-58


Considere: Deus é o Juiz perfeito e pode declarar perfeitos os culpados.






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Se Deus nos ama, por que sofremos?

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O problema do sofrimento não é uma questão apenas filosófica, mas, sobretudo teológica. Temos dificuldade de conciliar o amor de Deus com o sofrimento humano. Os judeus questionaram o amor de Jesus por Lázaro, por este ter passado pela morte sem a intervenção de Jesus. Ao longo dos séculos reverbera sempre a inquietante pergunta: Por que sofremos? Por que a nossa dor não cessa?

Chamo sua atenção para alguns pontos importantes no trato dessa matéria:

1. O sofrimento não é fruto do desamor de Deus, mas do pecado humano 

– O sofrimento é filho do pecado. Não tivesse existido a queda não haveria sofrimento. Somos concebidos em pecado e nascemos com uma natureza corrompida num mundo que está gemendo açoitado por muitas agruras. O sofrimento é a conseqüência inevitável do pecado. O pecado é como uma fonte poluída de onde flui copiosamente o sofrimento. O pecado é o solo onde crescem os espinheiros do sofrimento. O pecado é como um anzol que por trás da isca do prazer esconde a carranca do sofrimento e da morte.

2. O sofrimento é um aviso solene e altissonante aos ouvidos humanos 

– Se não houvesse a dor nós sucumbiríamos subitamente sem  a mínima chance de buscarmos  socorro. A dor é uma trombeta; o sofrimento, um aviso solene de que é impossível transgredir os preceitos de Deus sem sofrer as devidas conseqüências. Se  a violação de uma lei física desencadeia uma conseqüência inevitável, assim também, a violação dos preceitos morais e espirituais deságua em sofrimento atroz. Muitos tentam abafar a voz da consciência e outros tentam negar a dor, mas mesmo aqueles que amortecem os efeitos da dor nesta vida, jamais poderão ficar incólumes do sofrimento eterno.

3. O sofrimento precisa ser nosso pedagogo e não nosso coveiro 

– Muitas pessoas se desesperam a ponto de dar cabo da própria vida ao passarem pelo vale do sofrimento. Há sofrimentos físicos, mentais, emocionais e espirituais. Há dores na alma que doem mais do que ter a carne fustigada pela doença. Não poucas pessoas revoltam-se contra Deus como a mulher de Jó, ao passarem pelas tempestades da vida. Em vez de serem como a cêra que se derrete ao sol, são como o barro que endurece ainda mais quando exposto ao seu calor. O sofrimento deve nos ensinar em vez de nos destruir. Ele deve nos tomar pela mão e nos ensinar a viver com mais sensibilidade e sabedoria em vez de nos enclausurar na cova existencial da morte. O rei Davi disse: “Foime bom passar pelo sofrimento, para que eu aprendesse os teus decretos” (Sl 119.71). É preciso deixar claro que nem todo sofrimento é fruto de um pecado específico ou de um castigo. O homem que nasceu cego estava sofrendo não por causa do seu pecado ou do pecado de seus pais, mas para que nele se manifestasse a glória de Deus (Jo 9.1-9). Nesse mundo passamos por aflição e importa que entremos no Reino de Deus por meio de muitas tribulações.

4. O sofrimento presente pode ser prelúdio da consolação eterna 

– O sofrimento deve ser visto à luz da eternidade. O sofrimento do justo é passageiro e suave quando comparado com as glórias por vir a serem reveladas nele. Nós temos uma boa esperança e uma consolação eterna. Aqui pisamos estradas crivadas de espinhos, mas, então, pisaremos ruas de ouro e cristal. Aqui nossos olhos ficam inchados de tanto chorar, mas, então, Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. Aqui, nós sofremos pela escassez, pela fraqueza, pela enfermidade e pelo luto, mas, então, receberemos um corpo de glória, semelhante ao corpo de Cristo. Aqui, vivemos como estranhos e peregrinos, mas em breve, mudaremos de endereço e viveremos na Casa do Pai, no Paraíso, na Nova Jerusalém, na Cidade Santa, onde a dor, a morte e o luto jamais entrarão. O sofrimento é um cálice amargo, mas ele findará; então, beberemos das fontes da água da vida, que jorram sem cessar do trono de Deus. Diante da carranca do sofrimento presente, podemos erguer a nossa voz e dizer como o apóstolo Paulo: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co 4.17).



Rev. Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

       Versículo do dia ¹⁰ Quando, pois, tiveres comido, e fores farto, louvarás ao Senhor teu Deus pela boa terra que te deu.  Deuteronômio...