domingo, 8 de agosto de 2021

O RETORNO DO REI


A segunda vinda de Cristo é a acrópole da nossa esperança, o pináculo da teologia cristã, o ponto culminante da história. Jesus voltará. A história não está à deriva nem dando voltas. A história caminha para uma consumação final, onde a vitória será de Cristo e de sua igreja. O mal não vencerá o bem. A mentira não prevalecerá sobre a verdade. O diabo, que já foi derrotado na cruz será lançado no lago de fogo quando Cristo vier em glória.


Destacaremos sete aspectos da segunda de Cristo:


Em primeiro lugar, Jesus voltará pessoalmente. Ele não enviará um embaixador em seu lugar. Ele mesmo virá pessoalmente. Assim como ele subiu ao céu entre nuvens, de lá ele descerá da mesma forma (At 1.9-11). O mesmo Jesus que morreu, ressuscitou e voltou ao céu, descerá do céu para buscar a sua igreja.


Em segundo lugar, Jesus voltará visivelmente. A Bíblia diz que todo o olho o verá, até aqueles que o traspassaram (Ap 1.7). A segunda vinda de Cristo será notória, pública e inegável. Não ocorrerá secretamente, mas será vista em toda a terra, por todas as pessoas. Será o acontecimento mais esplêndido da história. Será um dia de trevas para os ímpios e de alegria inefável para os filhos de Deus.


Em terceiro lugar, Jesus voltará audivelmente. A Escritura diz que ouvida a voz do arcanjo e ressoada a trombeta de Deus, Jesus descerá do céu, com grande poder e muita glória (1Ts 4.16; 1Co 15.52). Cristo irromperá das nuvens com um sonido retumbante. Esse som da trombeta de Deus ecoará em todos cantos da terra. Se todo o olho o verá, também todo o ouvido o ouvirá. Nesse momento, os mortos ouvirão a sua voz e sairão dos túmulos, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo (Jo 5.28,29). Naquele dia triunfal, os mortos em Cristo ressuscitarão com um corpo imoral, incorruptível, poderoso, glorioso, espiritual e celestial antes mesmo dos vivos serem transformados e arrebatados para o encontro do Senhor nos  ares. Oh, que glorioso dia, aquele dia será!


Em quarto lugar, Jesus voltará repentinamente. O apóstolo Paulo diz que será num momento, num abrir e fechar d’olhos (1Co 15.52). Jesus diz que sua vinda será como o relâmpago que risca os céus, abrindo um faixo de luz do oriente para o ocidente (Mt 24.27). Vai ser com essa rapidez que o Filho do Homem virá. Quando ele vier não haverá mais tempo para se preparar. Quem não tiver azeite em sua lâmpada, ficará de fora das bodas do Cordeiro.


Em quinto lugar, Jesus voltará inesperadamente. O dia do Senhor virá como ladrão (Mt 24.43; 1Ts 5.2). Não será um dia óbvio. Porque não sabemos o dia nem a hora, precisamos vigiar. Será como nos dias de Noé, quando as pessoas comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento. Subitamente chegou o dilúvio e as pessoas não puderam escapar, exceto Noé e sua família. Não durma o sono da morte. Não se contente apenas em ter aparência de um cristão. Vigie!


Em sexto lugar, Jesus voltará inescapavelmente. O apóstolo Paulo diz que, assim como uma mulher grávida precisa dar à luz, assim também, é necessário que Jesus volte (1Ts 5.3). Ninguém pode deter o Filho de Deus. Ninguém pode cancelar essa agenda. Ele voltará, ainda que os céticos neguem essa verdade ou os falsos mestres a deturpem. Ele voltará para julgar as nações. Ele voltará para colocar todos os seus inimigos debaixo de seus pés. Ele voltará para reinar para sempre com sua igreja.


Em sétimo lugar, Jesus voltará gloriosamente. Na primeira vinda, Jesus veio calçado com as sandálias da humildade; na segunda vinda, ele virá em glória, mostrando toda a sua majestade (Mt 25.31). Ele virá acompanhado de um séquito de anjos. Virá na companhia de todos os remidos. Virá com todo o fulgor de sua majestade para matar o anticristo com o sopro de sua boca. Virá para lançar no lago do fogo o dragão, o anticristo, o falso profeta, os ímpios cujos nomes não estão no livro da vida e também a morte, o último inimigo a ser vencido. Você está preparado para esse dia? Você tem azeite em sua lâmpada? Prepare-se porque Jesus virá e não tardará.


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 7 de agosto de 2021

DIA DOS PAIS - PARABÉNS À TODOS O PAIS

 








DEBATE EM DESTAQUE




 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.

VÍDEO DO DIA - Elaine Martins e Michelle Nascimento - Via Dolorosa (Grandes Encontros MK 30 Anos)


Elaine Martins e Michelle Nascimento - Via Dolorosa 

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PÃO DIÁRIO - 08/08/2021 - Recriar-se

 


Recriar-se

E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura, as coisas antigas já passaram, eis que se fizeram novas. —2 Coríntios 5:17

A vida de Chris Simpson costumava ser consumida pelo ódio. Depois que ele e sua esposa perderam o primeiro filho, ele estava confuso e irritado. Direcionou essa raiva aos vários grupos étnicos e cobriu o corpo com tatuagens que remetiam ao ódio.
Porém, depois de ouvir seu filho mais novo fazer mímicas sobre o ódio que o pai sentia, Simpson convenceu-se de que precisava mudar. Ele assistiu a um filme cristão sobre coragem e começou a frequentar a igreja. Um mês depois, ele foi batizado como um seguidor de Jesus Cristo. Simpson agora é uma nova pessoa e está deixando o ódio para trás, o que inclui o processo caro e doloroso de remover as tatuagens.
O apóstolo Paulo conhecia este tipo de transformação profunda. Ele odiava Jesus e perseguia os Seus seguidores (Atos 22:4-5; 1 Coríntios 15:9), mas um encontro pessoal e a união espiritual com Cristo (Atos 9:1-20) mudou tudo isso, levando-o a reavaliar sua vida à luz do que Jesus conquistou na cruz. Esta união fez de Paulo uma nova pessoa. A velha vida marcada pelo pecado, morte e egoísmo se foi, e ele teve um novo começo, nova aliança, nova perspectiva e modo de viver.
Seguir Jesus não é virar uma página, é começar uma nova vida com o novo Mestre.
— Marvin Williams


Leia: 2 Coríntios 5:12-21

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 3-5;1 Timóteo 4 

Considere: Estar em Cristo não é reabilitar-se, é recriar-se.

NOSSA SALVAÇÃO NÃO ESTÁ AMEAÇADA


“Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6).


A salvação é obra divina e não humana. Deus a planejou na eternidade, executa-a na história e a consumará no Dia de Cristo Jesus. Sendo Deus o idealizador, o executor e o consumador da nossa salvação, devemos à luz do texto em epígrafe, observar cinco verdades solenes:


Em primeiro lugar, a salvação é uma obra divina. O veterano apóstolo Paulo diz que é o próprio Deus quem opera em nós a salvação. Foi Deus quem nos amou primeiro e nos escolheu em Cristo antes dos tempos eternos. Foi Deus quem nos deu vida, ressuscitando-nos juntamente com Cristo. Foi Deus quem operou em nós tanto o querer como o realizar. Foi Deus quem abriu nosso coração e os nossos olhos para vermos sua gloriosa salvação. Foi Deus quem nos chamou com santa vocação e pavimentou nosso caminho de volta para ele. Tudo provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo.


Em segundo lugar, a salvação é uma boa obra. A salvação é pelas obras de Deus o Pai, de Deus o Filho, e de Deus o Espírito Santo em nós e por nós. Essa obra é uma boa obra. Essa obra foi planejada antes que houvesse mundo. Foi executada quando Deus o Filho desceu do céu e o Verbo se fez carne. Essa obra foi consumada na cruz de Cristo, quando ele assumiu o nosso lugar, carregou sobre o seu corpo os nossos pecados, pagou a nossa dívida e nos redimiu com o seu sangue. Essa obra é aplicada em nós pela ação de Deus o Espírito Santo. Nossa salvação não é operada pelas obras do homem, mas pela obra da graça de Deus em nosso favor.


Em terceiro lugar, a salvação é uma obra divina em nós. O apóstolo Paulo é enfático quando diz que a boa obra de Deus é em nós. Ao salvar-nos, Deus nos transforma. Ao chamar-nos, Deus nos regenera pelo poder do seu Espírito. Ao agir em nós, ele nos dá um novo coração, uma nova mente, uma nova vida. Tudo se faz novo em nossa vida. Passamos a ser uma nova criatura. Outrora estávamos mortos em delitos e pecados, mas agora ressuscitamos com Cristo. Outrora éramos escravos da carne, do mundo e do diabo, mas agora somos livres. Outrora, éramos filhos da ira, mas agora, somos filhos amados, membros da família de Deus. Outrora vivíamos rendidos às paixões da carne, agora vivemos em novidade de vida.


Em quarto lugar, a salvação é uma obra que tem começo e fim. O mesmo Deus que começou a boa obra em nós vai completá-la até o Dia de Cristo Jesus. Já fomos salvos com respeito à justificação; estamos sendo salvos com respeito à santificação; seremos salvos com respeito à glorificação. Na justificação Deus salvou-nos da condenação do pecado; na santificação Deus está salvando-nos  do poder do pecado; na glorificação Deus nos salvará da presença do pecado. Essa obra de Deus tem começo e fim. Deus não a abandonará no meio da caminho. O que Deus começou a fazer em nós e por nós, ele completará. Nossa salvação está garantida e garantida por Deus.


Em quinto lugar, a salvação é uma obra segura. A segurança da salvação é total. O plano de Deus não pode ser frustrado. Deus não precisa fazer rascunho em seus planos. O que ele planejou na eternidade, ele executa no tempo. O que ele começou a fazer em nós, ele vai completar até à segunda vinda de Cristo. É por essa razão que Paulo começou o texto em análise, dizendo: “Estou plenamente certo”. Não há espaço para dúvidas. Não há margem para erro. A perseverança dos santos é uma verdade que navega pelos mares revoltos das crises humanas sem qualquer ameaça de naufrágio. É impossível perecer aqueles a quem Deus escolheu, por quem Cristo morreu e a quem Deus regenerou para uma vida esperança.


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

O QUE É PECADO PARA A MORTE?? - Pr JOSUÉ GONÇALVES




 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito.

Gênesis 17:1

VÍDEO DO DIA - Aline Barros e Bruna Karla - Ressuscita-me (Grandes Encontros MK 30 Anos)

Aline Barros e Bruna Karla - Ressuscita-me (Grandes Encontros MK 30 Anos)


 

PÃO DIÁRIO - 07/08/2021 - Sementes e solos

 


Sementes e solos

Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. —2 Pedro 3:18


Se você gosta de plantar abóboras, provavelmente já ouviu falar da variedade de sementes de abóboras tipo gigante. Desenvolvido em uma fazenda familiar no Canadá, as abóboras que crescem destas sementes têm tamanhos recordes em todo o mundo. Em 2011, uma abóbora cultivada na província de Quebec definiu o novo recorde mundial de 825 quilos. Aquela abóbora gigante poderia render mais de mil pedaços de torta!
Quando os repórteres perguntaram como aquela abóbora poderia chegar àquele tamanho, o agricultor respondeu que tinha a ver com o solo. As sementes eram de uma variedade especial de grande porte, mas o solo tinha de ser adequado ou a abóbora não cresceria adequadamente.
O Senhor Jesus usou uma ilustração na qual comparou diferentes tipos de solo à resposta de uma pessoa à Palavra de Deus (Mateus 13). Algumas sementes foram comidas pelos pássaros, outras começaram a crescer, mas foram sufocados pelas ervas daninhas, e algumas cresceram instantaneamente, mas não tinha terra suficiente para promover seu crescimento. Mas as sementes que caíram em terra boa “deram fruto a cem, a sessenta e a trinta por um” (v.8).
Cada um de nós tem de perguntar: “Que tipo de solo eu sou?” O Senhor quer plantar a Sua Palavra em nossos corações para que possamos crescer em Seu conhecimento.
— Brent Hackett

Leia: Mateus 13:1-9 

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 43-44;1 Tessalonicenses 2

Considere: O fruto do Espírito cresce no solo da obediência.

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO, O PINÁCULO DA NOSSA ESPERANÇA


A segunda vinda de Cristo será o acontecimento mais auspicioso da história. Ele virá para fechar as cortinas da história, julgar as nações e reinar com sua igreja pelos séculos eternos. Ele virá para colocar todos os inimigos debaixo de seus pés e entregar o reino ao seu Deus e Pai (1Co 15.23). Como será a sua vinda? Que características têm o seu glorioso retorno?


Em primeiro lugar, sua vinda será pessoal (At 1.9-11). Ele virá pessoalmente. O mesmo que subiu entre nuvens é o mesmo que descerá nas nuvens. Ele não enviará um embaixador em seu nome, ele mesmo descerá dos céus com seu cortejo majestoso, para consumar a história e estabelecer os novos céus e a nova terra.


Em segundo lugar, sua vinda será visível (Ap 1.7). A Escritura diz que todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram. A segunda vinda, portanto, será pública, notória e inegável. Não será um acontecimento subjetivo nem restrito a uma região específica do mundo. Se a sua primeira vinda foi despretensiosa, humilde e longe dos holofotes do mundo, a segunda vinda será majestosa e vista por todos os homens.


Em terceiro lugar, sua vinda será audível (Mt 24.31). Ao ressoar a trombeta de Deus e ouvida a voz do arcanjo, ele descerá dos céus (1Ts 4.16). Em toda a terra se ouvirá essa voz retumbante. Todos os homens serão impactados com o sonido dessa trombeta. É com esse alarido, num cortejo colossal, que o Filho de Deus rasgará as nuvens e descerá do céu com os anjos do seu poder.


Em quarto lugar, sua vinda será repentina (Mt 24.27). O apóstolo Paulo diz que será num momento (um átomo de tempo), num abrir e fechar d’olhos que ele virá (1Co 15.52). Será como o relâmpago que risca os céus com um faixo de luz, saindo célere do oriente e chegando até o ocidente. Nesse dia ouvir-se-á a voz do noivo. Não terá mais tempo oportuno para se preparar. Os que tiverem azeite em suas lâmpadas entrarão com ele para as bodas e os que estiverem desprovidos, ficarão de fora, em trevas eternas (Mt 25.1-13).


Em quinto lugar, sua vinda será inesperada (Mt 24.43,44). A vinda do Senhor será como o ladrão de noite, inesperada. O ladrão não manda aviso para a família acerca da hora que vai chegar. Chega inesperadamente, quando menos se espera. A segunda vinda de Cristo será como nos dias de Noé: as pessoas casavam e davam-se em casamento, compravam e vendiam, até que veio o dilúvio e afogou toda aquela geração na morte inescapável, exceto a família de Noé. Porque não sabemos o dia nem a hora, precisamos estar preparados e vigiar.


Em sexto lugar, sua vinda será inescapável (1Ts 5.3). A segunda vinda de Cristo é tão certa como uma mulher grávida precisa dar à luz. Ninguém pode se esconder. Ninguém pode escapar. Ele virá em glória para julgar vivos e mortos. Aqueles que viveram sob o manto do anonimato, acobertando seus pecados, terão que encarar o reto Juiz naquele dia. Aqueles que o rejeitaram como Advogado, terão que comparecer perante o tribunal de Deus, para enfrentá-lo como juiz.


Em sétimo lugar, sua vinda será gloriosa (Mt 24.30). Ele virá para ressuscitar os que dormem e transformar os que estiverem vivos. Ele virá em glória, vitoriosamente, para colocar todos os inimigos debaixo dos seus pés. Ele lançará no lago do fogo o diabo, o anticristo, o falso profeta, os ímpios e a morte. Ele estabelecerá o seu reino de glória e reinará com sua igreja pelos séculos eternos. Os ímpios sofrerão penalidade de eterna destruição, mas os remidos entrarão no gozo eterno e servirão ao seu Senhor, na cidade santa, onde não haverá mais lágrimas, nem luto nem dor. Oh, que glória será, contemplarmos sua face, fruirmos sua presença, longe de qualquer vestígio de pecado e maldição. Como que na ponta dos pés, aguardando sua chegada, gritamos cheios de expectativa: Maranata, ora vem Senhor Jesus!


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

DEBATE EM DESTAQUE

 



Versículo do dia

Versículo do dia




Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

Mateus 5:16

 

VÍDEO DO DIA - Comunidade Internacional da Zona Sul e Aline Barros - Rompendo em Fé (Grandes Encontros MK 30 Anos)

Comunidade Internacional da Zona Sul e Aline Barros - Rompendo em Fé 

(Grandes Encontros MK 30 Anos)



 

PÃO DIÁRIO 06/08/2021 - Lindo interior

 

Lindo interior

…o pendor da carne dá para a morte, mas o Espírito, para a vida e paz. —Romanos 8:6


É uma casa sem descrição que fica em uma avenida movimentada. Sem características significativas, esta construção bastante simples é fácil de ignorar. Mas, ao passar em frente a ela certo dia, vi um placa de “à venda” na frente. Junto a ela, havia um aviso menor, que alegremente anunciava “Sou linda por dentro.” Mesmo não estando à procura de uma casa nova, aquela placa me intrigou. O que poderia fazer aquela casa sem qualquer atrativo ser linda por dentro?
Isso também me fez imaginar: Será que aquela placa poderia se aplicar a nós como seguidores de Jesus? Pense nisso. Não importa como nos parecemos por fora, será que não deve haver uma beleza que revele o amor e a ação de Deus em nossas vidas?
O que a Bíblia diz sobre a beleza interior? Podemos começar com o livro de Romanos 7:22, que diz: “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus.” No livro de Romanos 8:6, Paulo ensina sobre uma mente controlada pelo Espírito que se caracteriza por “vida e paz”. E no livro de Gálatas, vemos que permitir que o Espírito tome conta do nosso ser interior irá gerar em nós o “fruto do Espírito” (5:22), um belo conjunto de qualidades como o amor, alegria, paz, paciência e bondade.
Deleitar-se nas Escrituras e permitir que o Espírito aja em nossos corações nos fará parecer bonitos interiormente e será demonstrado numa vida que honra a Deus.
— Dave Branon

Leia: Romanos 8:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 37-38;Colossenses 3

Considere: A integridade em seu coração produz beleza em seu caráter.

OS PILARES DA NOSSA SALVAÇÃO


“Eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo…” (1Pe 1.2).


O apóstolo Pedro endereça sua primeira epístola aos forasteiros da dispersão que estavam enfrentando o fogo ardente do sofrimento. Inobstante às circunstâncias hostis, mostra àqueles crentes, exilados da eternidade, que podiam ter plena segurança de sua salvação, uma vez que a salvação descansa sobre três pilares inabaláveis:


Em primeiro lugar, o pilar da eleição de Deus. Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi ele quem nos escolheu. Não fomos nós que primeiro amamos a Deus, foi ele quem nos amou primeiro. A eleição divina é eterna, em Cristo, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para sermos santos e irrepreensíveis. A eleição divina não é resultado da fé; a fé é consequência da eleição. Não fomos eleitos porque cremos; cremos porque fomos eleitos (At 13.48). A eleição divina não é consequência da santidade, mas a sua causa (Ef 1.4). A eleição divina não é fruto das boas obras, pelo contrário, fomos criados em Cristo para as boas obras (Ef 2.9,10). A eleição divina é irrevogável. Todos aqueles a quem ele escolheu na eternidade, ele chama eficazmente pelo evangelho. Ninguém pode vir a Cristo se o Pai não o trouxer e todo aquele que vem a ele de maneira nenhuma o Senhor o lançará fora (Jo 6.37,44).


Em segundo lugar, o pilar da redenção pelo sangue de Jesus Cristo. A eleição eterna do Pai, passa necessariamente pelo sacrifício substitutivo do Filho. Todo aquele a quem Deus escolhe, o Filho redime com seu sangue: “Aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30). Jesus Cristo foi enfático ao dizer que as suas ovelhas ouvem a sua voz e o seguem. A essas ele dá a vida eterna e ninguém pode arrebatá-las de suas mãos (Jo 10.27,28). Jesus Cristo, com o seu sangue, comprou para Deus todos aqueles a quem ele escolheu na eternidade. Ele morreu para comprar com o seu sangue aqueles que procedem de toda tribo, língua, povo e nação (Ap 5.9). Ele não morreu apenas para possibilitar a salvação dos escolhidos de Deus, mas morreu efetivamente no lugar deles, para redimi-los. Sua morte foi vicária. Ele morreu pelos nossos pecados (1Co 15.3). Ele morreu em nosso lugar e sofreu o castigo que nos traz a paz (Is 53.5). Ele se fez pecado e maldição por nós. Sofreu o golpe da lei que deveríamos sofrer. Ao crermos em seu nome, somos justificados. Por isso, nenhuma condenação há mais para aqueles que estão em Cristo Jesus (Rm 8.1). Quem crê tem a vida eterna; está quites com a lei de Deus e com a justiça divina.


Em terceiro lugar, o pilar da santificação do Espírito. Todo aquele que o Pai escolhe na eternidade, é redimido pelo sangue de Jesus Cristo, seu Filho e também é santificado pelo Espírito Santo. Deus nos salva do pecado e não no pecado. A evidência de que um indivíduo é um eleito de Deus é se ele crê em Cristo e se está sendo santificado pelo Espírito (2Ts 2.13). Fomos eleitos em Cristo, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis (Ef 1.4). Sem santificação ninguém verá o Senhor (Hb 12.14). Nenhuma pessoa pode se considerar salva a menos que tenha confiado em Cristo e esteja sendo transformada de glória em glória na imagem de Cristo, pela obra do Espírito Santo. Longe da doutrina da eleição estimular uma vida descuidada com a santidade, é seu fundamento mais sólido. O mesmo Deus que predestinou os fins, também estabeleceu os meios. O mesmo Deus que nos escolheu para a salvação, por sua graça, antes dos tempos eternos (2Tm 1.9), determinou que fôssemos eleitos para uma vida de santidade e irrepreensibilidade (Ef 1.4). Que ninguém se arvore contra essa verdade solene! Que o nosso coração se renda em gratidão e louvor Àquele que nos amou com amor eterno, nos resgatou com o sangue do seu Filho unigênito e nos santifica pela obra do seu Espírito.




Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Pastor Discipulando Pastor  - Pr Josué Gonçalves




 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.

VÍDEO DO DIA - Ministério Sarando a Terra Ferida e Pr. Lucas - Deus do Secreto (Grandes Encontros MK 30 Anos)


Ministério Sarando a Terra Ferida e Pr. Lucas - Deus do Secreto 

(Grandes Encontros MK 30 Anos)



 

PÃO DIÁRIO - 05/08/2021- Sonhos de infância

 


Sonhos de infância

Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força... —Salmo 8:2


Anos atrás, eu pedi aos alunos da quinta série para preparar uma lista de perguntas a Jesus como se Ele fosse aparecer em pessoa na semana seguinte. Eu também pedi a grupos de adultos para fazer o mesmo. Os resultados foram surpreendentemente diferentes. As perguntas das crianças variaram de adoráveis à ousadas: “Será que vamos ter de nos sentar em vestes brancas e cantar durante todo o dia no céu? Será que o meu cachorro vai estar conosco? As baleias estavam dentro ou fora da arca? Como está o meu avô lá em cima com o Senhor?” Quase sem exceção, as perguntas estavam livres da dúvida de que o céu existia ou de que Deus age de maneira sobrenatural.
Os adultos, por outro lado, apresentaram uma linha completamente diferente de questionamentos: “Por que coisas ruins acontecem a pessoas boas? Como eu sei que o Senhor está ouvindo minhas orações? Por que existe apenas um caminho para o céu? Como poderia um Deus amoroso deixar esta tragédia acontecer comigo?”
Em sua maioria, as crianças têm a vida livre do peso das preocupações e tristezas que sobrecarregam os adultos. Sua fé permite que confiem em Deus mais facilmente. Enquanto nós adultos muitas vezes nos perdemos em tormentos e tristezas, as crianças mantêm a visão de vida do salmista — uma perspectiva eterna que vê a grandeza de Deus (Salmo 8:1-2). Podemos acreditar em Deus, e Ele anseia que confiemos nele, como as crianças o fazem (Mateus 18:3).
— Randy Kilgore

Leia: Salmo 8

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 45-46;1 Tessalonicenses 3

Considere: A caminhada diária com Deus direciona nossos olhos das provações do momento aos triunfos da eternidade.

QUANDO OS CÉUS SE FENDEM E DEUS DESCE



“Oh! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes tremessem na tua presença” (Is 64.1).


O profeta Isaías está encerrando a sua carreira profética e anseia por uma manifestação extraordinária da presença de Deus. Não lhe é suficiente saber que Deus é onipresente. Ele quer ver a presença manifesta de Deus. Quero, portanto, aqui destacar três lições:


Em primeiro lugar, a presença manifesta de Deus vem a resposta à oração. Isaías compreende que Deus vem, com sua manifestação esplêndida, em resposta à oração. Sempre foi assim na história. Deus se manifesta com seu poder, fazendo notório o seu nome, em resposta às orações do seu povo. Pela oração conectamos a fraqueza humana à onipotência divina; o altar da terra com o trono do céu. Quando a igreja ora, os céus se movem, o inferno treme e coisas extraordinárias acontecem na terra. Isaías não pede prosperidade nem saúde. Não pede sucesso para seu ministério nem o reconhecimento dos homens. Pede a presença manifesta de Deus. Anseia por uma manifestação poderosa de Deus, a ponto dos montes mais sólidos tremerem em sua presença. Quando Deus se manifesta, aquilo que parece inabalável é sacudido desde seus alicerces. Ninguém pode resistir a presença manifesta de Deus. Ninguém pode duvidar da existência e do poder de Deus quando ele fende os céus.


Em segundo lugar, a presença manifesta de Deus é uma expressão de seu poder irresistível. Quem pode deter o braço do Todo-poderoso Deus quando ele se manifesta? Os pecadores mais duros e insolentes se derretem como cera ao fogo. As nações mais açodadas no pecado reconhecem que ele é Deus e se dobram. Esta verdade insólita é vista nos tempos de avivamento da igreja. Onde quer que Deus fendeu os céus e desceu, homens outrora escravos do pecado foram libertos. Nações mergulhadas nas densas trevas da idolatria são arrancadas desse berço de escuridão para se voltarem para o Senhor. Quando Deus fende os céus, isso se torna tão notório que é impossível negar seu poder e impossível resistir sua graça. Deus pode fazer mais em um dia de avivamento, do que conseguimos fazer em anos de trabalho estribado na força da carne. Oh, como precisamos da manifestação do Todo-poderoso! Muitas nações viram as costas para Deus. Os ímpios escarnecem do seu Cristo. Até mesmo as igrejas, que devem professar seu nome e proclamar sua Palavra, mergulham num sono de condenável apatia. Mais do que o reconhecimento dos homens, precisamos ver os céus rasgados e Deus descendo para manifestar ao mundo o seu poder.


Em terceiro lugar, a presença manifesta de Deus traz glória ao próprio Deus e ânimo à sua igreja. Aqueles que hoje desandam a boca para falar blasfêmias contra Deus, insurgindo-se contra sua graça e desmerecendo seu poder, ficam perplexos diante da manifestação do Onipotente. Quando Deus desceu no Sinai, as rochas maciças tremeram e de fenderam. Quando Deus desceu no Pentecostes, as nações reunidas em Jerusalém, se reuniram atônitas e foram impactadas com o poder da Palavra proclamada no poder do Espírito Santo; e a partir dali, o Evangelho, de forma célere e irresistível, alcançou todo os rincões do mundo. Quando Deus fendeu os céus e desceu na Inglaterra, no século dezoito, a nação foi sacudida pelo poder do Espírito Santo e multidões, outrora mortas em seus delitos e pecados, correram sôfregas para os braços do Salvador. Quando Deus fendeu os céus e desceu nos Estados Unidos, no século dezenove, a igreja soergueu-se das cinzas e missionários saíram para os mais longínquos horizontes do mundo, levando a esperança do Evangelho. Quando Deus fende os céus e desce, o mundo é impactado, a igreja é reavivada e os corações mais endurecidos se derretem, reconhecendo que só o Senhor é Deus.


Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 3 de agosto de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


O que destrói mais casamentos do que o adultério? - Josué Gonçalves




 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E Pedro, tornando a si, disse: Agora sei verdadeiramente que o Senhor enviou o seu anjo, e me livrou da mão de Herodes, e de tudo o que o povo dos judeus esperava.

Atos 12:11

VÍDEO DO DIA - Anderson Freire e Cassiane - Identidade (Grandes Encontros MK 30 Anos)


Anderson Freire e Cassiane - Identidade (Grandes Encontros MK 30 Anos)



 

PÃO DIÁRIO - 04/08/2021 - Vida sem pão

 


Vida sem pão

Eu sou o pão da vida. —João 6:48


Em culturas com grande variedade de alimentos, o pão já não é visto como algo necessário na dieta alimentar. Por essa razão, alguns optam por viver sem ele por várias razões. No primeiro século, no entanto, o pão era visto como elemento essencial. Uma dieta sem pão era um conceito estranho.
Certa vez, uma multidão de pessoas procurou Jesus porque Ele tinha realizado o milagre da multiplicação de pães (João 6:11,26). Pediram-lhe para mostrar um sinal como o maná do céu que Deus proveu para o Seu povo no deserto (6:30-31; Êxodo 16:4). Quando Jesus disse que Ele era “o verdadeiro pão do céu” (João 6:32), as pessoas não entenderam. Eles queriam o pão de cada dia, literalmente. Mas, Jesus estava dizendo que Ele havia sido enviado para ser o seu pão espiritual e supriria suas necessidades espirituais diárias. Se eles, pela fé, aceitassem Suas palavras e vida em suas almas, eles experimentariam a satisfação eterna (v.35).
Jesus não quer ser um alimento opcional em nosso dia a dia; Ele deseja ser o alimento essencial em nossas vidas, o nosso suprimento “necessário”. Como os judeus do primeiro século jamais poderiam imaginar a vida sem pão físico, que nós jamais tentemos viver sem Jesus, o nosso pão espiritual!
— Marvin Williams


Leia: João 6:25-35 

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 32-33;Colossenses 1

Considere: Só o pão espiritual sacia a fome da alma.

O TÚMULO VAZIO DE CRISTO, O BERÇO DA IGREJA

 


A Páscoa Judaica cumpriu-se em Cristo. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ao morrer na cruz, ele varreu do altar os animais mortos. Sendo o Sumo Sacerdote perfeito, ofereceu-se a si mesmo como o sacrifício perfeito. Sendo justo, morreu pelos injustos, para justificar os que nele creem.


A cruz de Cristo foi o palco mais eloquente do amor de Deus pelos pecadores e ao mesmo tempo a expressão mais radical de sua justiça, pois o Pai aplica em seu próprio Filho o golpe da lei que deveríamos receber. Deus lançou sobre seu Filho, na cruz, a iniquidade de todos nós. Jesus foi ferido e agradou ao Pai moê-lo. Ele foi feito pecado por nós ao assumiu nosso lugar, como nosso representante e substituto. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele e por suas pisaduras fomos sarados. Jesus morreu em nosso lugar, em nosso favor. Sua morte foi vicária. Ele morreu a nossa morte, quitando nossa dívida e livrando-nos da condenação eterna.


Mas a morte não pode detê-lo. Ele entrou nas entranhas da morte, matou a morte, arrancando seu aguilhão. A morte foi tragada pela vitória. Jesus irrompeu da morte, ressuscitando vitoriosamente, deixando para trás seu túmulo vazio. A ressurreição não é uma metáfora da esperança cristã, mas uma realidade história incontroversa. A ressurreição é um artigo de fé e ao mesmo tempo, nossa mais vívida esperança. Jesus ressuscitou e apareceu aos seus discípulos e a mais de quinhentos irmãos de uma só vez. Ele ressuscitou e deu provas incontestáveis de sua ressurreição. Nesse fundamento inabalável construímos nossa esperança. Porque ele ressuscitou nossa pregação é boa nova de grande alegria. Porque ele ressuscitou nossa fé é inabalável. Porque ele ressuscitou temos a garantia que aqueles que morreram em Cristo, não pereceram, mas estão na glória e que os nossos pecados estão cancelados. Porque ele ressuscitou somos testemunhas de Deus e embaixadores em nome de Cristo entre as nações. Porque ele ressuscitou nossa esperança não se limita apenas a esta vida.


Mas a ressurreição de Cristo, é também, o berço da igreja. Porque o nosso Redentor levantou-se da morte e retornou ao céu, ele derramou o Espírito Santo sobre a igreja e como nosso Advogado, intercede por nós, podendo salvar-nos totalmente. Porque ele ressuscitou, ele está com seu povo todos os dias, até à consumação dos séculos. Porque ele ressuscitou, a igreja, na força do seu poder, caminha vitoriosamente. Mesmo enfrentando a perseguição e o martírio, a igreja segue caminhando. Ninguém pode deter os seus passos. Ninguém pode calar sua voz. Ninguém pode toldar sua esperança. A igreja olha para a cruz e vê seus pecados cancelados e a cabeça da serpente esmagada. Olha para o túmulo vazio de Cristo e vê o seu triunfo sobre a morte, trazendo-nos a imortalidade. Olha para a sua presença conosco até à consumação dos séculos e  enche-nos de entusiasmo para cumprir a grande comissão. Olha para a promessa de sua segunda vinda e deixa brotar de sua alma o brado: Maranata, ora vem Senhor Jesus!


Hoje, quando celebramos a Cristo, o Cordeiro que foi morto, mas está vivo pelos séculos dos séculos, nutrimos nossa alma de inexcedível gratidão. Estávamos perdidos e fomos achados. Estávamos mortos e revivemos. Éramos escravos do pecado e hoje somos livres. Vivíamos no império das trevas e agora fomos transportados para o reino do Filho do seu amor. Oh, que privilégio temos! Somos filhos de Deus, herdeiros de Deus e coherdeiros com Cristo. Somos cidadãos do céu e temos o nosso nome escrito no livro da vida. Redemos, portanto, ao nosso glorioso Redentor nosso preito de louvor e prostramo-nos ao seus pés em reverente adoração.


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

DEBATE EM DESTAQUE




 

Versículo do dia

 

Versículo do dia




Falou Nabucodonosor, dizendo: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, que enviou o seu anjo, e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois violaram a palavra do rei, preferindo entregar os seus corpos, para que não servissem nem adorassem algum outro deus, senão o seu Deus.

Daniel 3:28

VÍDEO DO DIA - Sarando a Terra Ferida e Nova Jerusalém - Consagração / Louvor Ao Rei (Grandes Encontros MK 30 Anos)


Sarando a Terra Ferida e Nova Jerusalém - Consagração / Louvor Ao Rei 

(Grandes Encontros MK 30 Anos)



 

PÃO DIÁRIO - 03/08/2021 - Sendo testemunha

 

Sendo testemunha

…mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas […] até aos confins da terra. —Atos 1:8


Quando eu era adolescente, testemunhei um acidente de carro. Foi uma experiência chocante que se agravou pelo que se seguiu. Como a única testemunha do incidente, passei os meses seguintes contando a uma série de advogados e empresas de seguro o que eu tinha visto. Não esperavam que eu explicasse os aspectos técnicos do acidente ou os detalhes do trauma médico. Pediam-me apenas para dizer o que eu havia visto.
Como seguidores de Cristo, somos convocados a ser testemunhas do que Jesus tem feito em nós e por nós. Para levar as pessoas a Cristo, nós não precisamos ser capazes de explicar todas as questões teológicas ou responder a cada pergunta. O que devemos fazer é explicar o que testemunhamos em nossas próprias vidas pela cruz e ressurreição do Salvador. Melhor ainda é que não temos que confiar em nós mesmos para fazer isto. Jesus disse: “…mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra” (Atos 1:8).
À medida que confiamos no poder do Espírito, podemos levar um mundo ferido para o Cristo Redentor. Com a ajuda dele, podemos testemunhar o poder transformador de Sua presença em nossa vida!
— Bill Crowder

Leia: Atos 1:1-9 

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 34–36;Colossenses 2

Considere: Nossa tarefa é testemunhar o que Deus tem feito por nós.

UM PROJETO ARROGANTE, UM JUÍZO CERTO (GÊNESIS 11.1-9)




A torre de Babel é um emblema da arrogância humana e do juízo divino. Ninrode edificou um império e fundou cidades-estados (Gn 10.8-12). Essa geração ímpia, quis tornar o seu nome célebre e inverter o propósito de Deus de repovoar a terra (Compare Gn 9.1 com Gn 11.4). Desse episódio podemos tirar duas lições:


Em primeiro lugar, o humanismo idolátrico sempre alimenta projetos arrogantes (Gn 11.1-4). O texto bíblico nos informa que os homens se uniram não para construir uma cidade e uma torre, mas para construir uma cidade e uma torre em rebelião contra Deus. Seus planos excluem a Deus e estão em oposição a Deus. Eles se unem não para cumprir o projeto divino, mas para substituir o plano de Deus pelos seus projetos. Querem banir Deus e se colocarem no centro da história. Eles não apenas se opõem a Deus, mas querem ser como Deus e até mesmo ocupar o lugar de Deus. Quais foram suas motivações? Primeiro, notoriedade (Gn 11.4a). Querem tornar célebre o seu nome. Querem fama. Desejam os holofotes. Aspiram ser o centro de todas as coisas. O antropocentrismo idolátrico não morreu. Está em voga em nossa geração. As nações têm virado as costas para Deus e tentado banir Deus de sua  história. Têm substituído Deus por outros deuses. Mais do que isso, têm escarnecido do nome de Deus e cultuado a si mesmos. Segundo, contrariar a vontade de Deus (Gn11.4b). A ordem de Deus era para encher a terra, ou seja, uma visão centrífuga e eles não querem ser espalhados, por isso, adotaram uma perspectiva centrípeta. Sempre que o homem tenta estabelecer seus próprios planos fora da vontade de Deus, invertendo o projeto de Deus, demonstra sua desobediência arrogante e sua jactância demoníaca (Tg 4.16). Terceiro, estabelecer uma nova religião (Gn 11.4). É óbvio que os construtores não eram tão tolos a ponto de pensar que poderiam construir uma torre cujo topo chegasse literalmente até aos céus. Essa torre era um zigurate, um monumento com propósito religioso, a fim de estabelecer contato com os deuses e buscar orientação nos astros. A torre de Babel é um símbolo da apostasia declarada e afrontosa. É a tentativa de tirar Deus do centro da vida e colocar em seu lugar outros deuses.


Em segundo lugar, o juízo de Deus é inevitável aos que arrogantemente desafiam seu poder (Gn 11.5-9). Os homens de Babel fizeram uma torre para os deuses descerem, mas quem desceu foi o Deus Todo-poderoso, o Deus da aliança, para exercer sobre eles o seu juízo. Deus entra em conselho com as pessoas da Trindade (Gn 11.5,6) para frustrar aquele projeto arrogante. Como Deus exerceu o seu juízo? Primeiro, confundiu a linguagem deles (Gn 11.7). Até então, havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar (Gn 11.1). Ao confundir a linguagem deles, não puderam mais entender uns aos outros. Sua comunicação foi interrompida. Seus planos foram frustrados. Sua soberba foi golpeada. Sua arrogante pretensão tornou-se nula. Deus desbancou, num só golpe, tanto o humanismo idolátrico como o panteão dos deuses que queriam invocar a partir de sua torre malfadada. Segundo, dispersou-os pela superfície da terra (Gn 11.8,9), impedindo que eles continuassem a edificar a cidade da rebelião. É impossível lutar contra Deus e prevalecer. A torre de Babel é um símbolo da soberania inquestionável de Deus, que ao mesmo tempo que exerce seu juízo, também demonstra sua misericórdia. Deus os dispersou para que não tivessem todos que perecer nesse ajuntamento de rebelião e apostasia. A dispersão ao mesmo tempo que foi um juízo divino, foi também uma demonstração de que o plano de Deus não pode ser frustrado e que sua graça triunfará. Deus formará uma nova nação a partir de Abraão, e por meio dele todas as famílias da terra serão abençoadas.


Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 1 de agosto de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Comunicação e Inteligência Emocional - Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro.

1 João 4:19

VÍDEO DO DIA - Comunidade Internacional da Zona Sul e Aline Barros - Rompendo em Fé (Grandes Encontros MK 30 Anos)

Comunidade Internacional da Zona Sul e Aline Barros - Rompendo em Fé

(Grandes Encontros MK 30 Anos)




 

PÃO DIÁRIO - 02/08/2021 - Deus provê, mas como?

 

Deus provê, mas como?

Aquele que lavra a sua terra será farto de pão. —Provérbios 12:11


Do lado de fora da janela do meu escritório, os esquilos estão em uma corrida contra o inverno para enterrar suas nozes em algum lugar seguro e acessível. O agito deles me diverte. Um bando completo de corços pode atravessar o nosso quintal sem fazer barulho, mas um esquilo é barulhento como uma invasão.
As duas criaturas têm mais uma característica diferente. Corços não se preparam para o inverno. Quando a neve chega, comem o que encontram pelo caminho (inclusive as nossas flores). Os esquilos morreriam de fome se fizessem isso. Seriam incapazes de encontrar alimento adequado.
O corço e o esquilo ilustram como Deus cuida de nós. Ele nos capacita a trabalhar e poupar para o futuro e conhece nossas necessidades quando os recursos são escassos. O livro da sabedoria ensina que Deus nos dá tempos de abundância, visando preparar-nos para tempos de necessidade (Provérbios 12:11). O Salmo 23 declara que o Senhor está conosco quando passamos por lugares perigosos e por pastos verdejantes.
Outra forma como Deus se utiliza para prover o que precisamos é instruindo aqueles com muito a partilhar com os necessitados (Deuteronômio 24:19). Sobre provisão, a mensagem da Bíblia é esta: trabalhar enquanto somos capazes; economizar o que conseguirmos, compartilhar o que pudermos e confiar em Deus para suprir nossas necessidades.
— Julie Ackerman Link

Leia: Deuteronômio 24:19-22 

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 30-31;Filipenses 4

Considere: As provisões de Deus nunca se esgotam.

MITO OU REALIDADE?


“No princípio criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1).


As cortinas da revelação divina abrem-se, mostrando-nos o aparecimento dos céus e da terra. De onde vem o universo? Será que a matéria é eterna? Será que as leis que governam o universo criaram a si mesmas? O universo veio à existência por geração espontânea? É resultado de uma mega explosão cósmica? Veio de uma evolução de milhões e milhões de anos? Para responder a essas perguntas, apresentaremos aqui a perspectiva judaico-cristã, pois assim entendemos e assim cremos. Vejamos:


Em primeiro lugar, o tempo da criação. “No princípio…”. Essa declaração pressupõe que a matéria não é eterna como pensavam os gregos. A matéria foi criada e veio a existir no princípio. Antes do princípio o universo não existia. Nos refolhos da eternidade só Deus existia. Ele é eterno e o Pai da eternidade. Só ele preexiste ao tempo. Só ele habitou em glória inacessível antes que houvesse mundo.


Em segundo lugar, a ação criadora. “No princípio criou…”. O universo foi criado. Isso não é artigo de fé, mas de ciência. Este mundo é feito de matéria e energia. Matéria e energia não criam a si mesmas. Este mundo é governado por leis. Leis não criam a si mesmas. Logo, este mundo foi criado e leis foram estabelecidas para governá-lo.


Em terceiro lugar, o agente criador. “No princípio criou Deus…”. O universo não deu a luz a si mesmo. Ele não surgiu espontaneamente. Este vasto e insondável universo, com leis tão precisas e movimentos tão harmônicos  não surgiu de uma colossal explosão nem é fruto de um processo evolutivo pelo desdobrar dos milênios. Este mundo veio à existência pela palavra criadora do Deus Todo-poderoso. Do nada ele tudo criou. Sem matéria preexistente, ele chamou à existência as coisas que não existiam. Como já declaramos, o criacionismo não é artigo de fé, mas de ciência. O que cremos pela fé é que o universo, que foi criado, foi criado por Deus. Essa verdade magna está fartamente documentada nas Escrituras e robustamente comprovada pela ciência. Na verdade, não existe contradição entre a Bíblia e a ciência. Ambas emanam do mesmo autor, o próprio Deus. Sempre que a ciência for corretamente entendida e a Bíblia for corretamente interpretada, estarão de acordo.


Em quarto lugar, a obra criada. “No princípio criou Deus os céus e a terra”. Deus não criou um universo incipiente que foi expandindo-se pelo processo da evolução. O evolucionismo teísta está em desacordo com a Bíblia e está em descompasso com a ciência. O universo não está evoluindo, mas está num claro processo de decadência. Os céus e a terra foram criados por Deus no princípio e não ao longo dos séculos. Graças ao avanço da ciência podemos compreender, com mais precisão, a magnitude do universo criado por Deus no princípio. Muito embora nenhum astrônomo, por mais robusto que seja seu conhecimento e por mais peregrina que seja sua inteligência, possa afirmar, categoricamente, qual o tamanho exato do universo, eles  já sabem e afirmam que o universo tem mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro. Isso significa que se voássemos à velocidade da luz, trezentos mil quilômetros por segundo, nessa fantástica velocidade, demoraríamos mais de noventa e três bilhões de anos para irmos de uma extremidade à outra do  universo. Os astrônomos já sabem que há mais estrelas no firmamento do que todos os grãos de areia de todas as praias e desertos do nosso planeta. Ficamos extasiados diante da grandeza insondável do macro-universo e também boquiabertos com a complexidade inexplicável do microuniverso. Quanto mais a ciência avança rumo ao conhecimento, mais ficamos convencidos de que no princípio Deus criou os céus e a terra. A criação não é um mito; é uma realidade!


 


Rev. Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

       Versículo do dia ¹⁰ Quando, pois, tiveres comido, e fores farto, louvarás ao Senhor teu Deus pela boa terra que te deu.  Deuteronômio...