segunda-feira, 8 de março de 2021

JEJUM, UMA PRÁTICA A SER RESGATADA


O jejum é uma prática milenar, porém em desuso na igreja cristã contemporânea. Está presente tanto no Antigo como no Novo Testamento. Os profetas, os apóstolos, Jesus e muitos homens de Deus, ao longo da história, experimentaram os benefícios espirituais do jejum. Os santos de Deus em todos os tempos não somente creram no jejum, como também o praticaram. Hoje, porém, são poucos os crentes que jejuam com regularidade e ainda há muitas dúvidas acerca da sua necessidade e de seu funcionamento. Destacaremos três pontos para nosso ensino:


Em primeiro lugar, o significado do jejum. O que é jejum? É a abstenção de alimento por um período definido para um propósito definido. O jejum não é apenas abstinência de alimento. Jejum é fome de Deus, saudade do céu. Nós comemos e bebemos para a glória de Deus e também jejuamos para a glória de Deus (1Co 10.31). Se comemos para a glória de Deus e jejuamos para a glória de Deus, qual é a diferença entre comer e jejuar? John Piper diz que, quando jejuamos nos alimentamos do pão da terra, símbolo do Pão do céu; mas quando jejuamos, não nos alimentamos do símbolo, mas da própria essência, ou seja, nos alimentamos do próprio Pão do céu. Jejuar é amar a realidade acima do emblema. O alimento é bom, mas Deus é melhor. A comunhão com Deus deve ser a nossa mais urgente e apetitosa refeição. Nós glorificamos a Deus quando o preferimos acima dos seus dons.


Em segundo lugar, os obstáculos para a prática do jejum. Há muitos obstáculos que nos afastam do caminho do jejum. O maior obstáculo para o jejum, porém, não são as coisas más, mas as coisas boas. Nem sempre nos afastamos de Deus por coisas pecaminosas em si mesmas. Os mais mortíferos apetites não são pelos venenos do mal, mas pelos prazeres da terra, os deleites da vida (Lc 8.14; Mc 4.19). “Os prazeres desta vida” e “os desejos por outras coisas” não são um mal em si mesmos. Não são vícios; são dons de Deus. No entanto, esses dons podem tornar-se substitutos mortíferos do próprio Deus em nossa vida. Jesus disse que antes de sua volta as pessoas estarão vivendo desatentas como a geração que pereceu no dilúvio. E o que elas estavam fazendo? Comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento (Mt 24.37-39). Que mal há em comer e beber, casar e dar-se em casamento? Nenhum! Mas, quando nos deleitamos nas coisas boas e substituímos Deus pelas dádivas de Deus estamos em grande perigo. O jejum não é fome de coisas boas; o jejum é fome de Deus. O jejum não é fome das coisas que Deus dá; o jejum é fome do Deus doador. Nossa geração corre sôfrega atrás das bênçãos de Deus em vez de buscar o Deus das bênçãos. Deus é melhor do que suas dádivas. O abençoador é melhor do que sua bênção. Jejum é fome de Deus e não das dádivas de Deus!


Em terceiro lugar, o propósito do jejum. O jejum não é uma promoção pessoal nem uma trombeta a alardear nossa espiritualidade diante dos homens. O jejum não é meritório. Jejuamos para nos deleitarmos em Deus. Jejuamos porque temos saudade de Deus e não podemos viver vitoriosamente sem ele. O propósito do jejum não é obter o favor de Deus ou mudar a sua vontade (Is 58.1-12). Tampouco impressionar os outros com uma espiritualidade farisaica (Mt 6.16-18). Jejuar para ser admirado pelos homens é ter uma motivação errada. Jejum é fome do próprio Deus e não busca por aplausos humanos (Lc 18.12). O jejum é para nos humilharmos diante de Deus (Dn 10.1-12), para suplicarmos a sua ajuda (2Cr 20.3; Ed 4.16) e para voltarmo-nos para Deus com todo o nosso coração (Jl 2.12,13). O jejum é para reconhecermos a nossa total dependência divina (Ed 8.21-23). O jejum é um instrumento para fortalecer-nos com poder divino, em face dos ataques do inferno (Mc 9.28,29). É tempo da igreja jejuar! É tempo da igreja voltar-se para Deus de todo o seu coração, com jejuns e com pranto (Jl 2.12). É tempo de buscarmos um reavivamento verdadeiro, que traga fome de Deus em nossas entranhas e traga um profundo anseio pela presença manifesta de Deus em nossa igreja, em nossa cidade, em nossa nação!



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 7 de março de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


Como construir um casamento de Sucesso - Pr Josué Gonçalves



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.

2 Coríntios 12:9 

VÍDEO DO DIA - Nani Azevedo - Adorador por Excelencia

Nani Azevedo - Adorador por Excelencia




 

PÃO DIÁRIO -08/03/2021- Simplifique

 


Simplifique

Porque nenhuma outra coisa vos escrevemos, além das que ledes e bem compreendeis… —2 Coríntios 1:13


James Madison, quarto presidente dos EUA, contribuiu para a elaboração do rascunho da constituição daquele país. Ele alertou contra criar leis “tão volumosas que não possam ser lidas ou tão incoerentes que não possam ser compreendidas”. Com base em alguns dos complicados formulários do governo que li, aquele conselho ainda precisa ser escutado com muito mais frequência!

Às vezes, ao compartilharmos o evangelho, nós o tornamos mais complicado do que ele precisa ser. Podemos ficar felizes porque a Bíblia apresenta as boas-novas da salvação em linguagem clara e de fácil compreensão. Jesus disse a Nicodemos, um fariseu culto, que “…Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Mais tarde, Ele disse: “…Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (14:6). O apóstolo Paulo disse em linguagem clara ao carcereiro de Filipos, que lhe perguntara como ser salvo: “…Crê no Senhor Jesus e serás salvo…” (Atos 16:31).

A preciosa história do amor de Deus é simples. Ele enviou o Seu Filho para nos resgatar do pecado e da morte. Maravilhosas notícias que até as crianças conseguem entender.

— David C. Egner

Leia: 2 Coríntios 1:12-14

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Samuel 15-16;Lucas 10:25-42

Considere: Por meio da fé em Cristo, recebemos o perdão de Deus e escapamos da penalidade do pecado.

VOLTE EM PAZ PARA SUA CASA


Jacó precisou fugir da casa de seus pais. Seu irmão Esaú queria matá-lo. Depois de muitas trapaças e mentiras, a situação no seu lar ficou insustentável. Orientado por sua mãe, enganou o pai e traiu o irmão. Agora, não pode mais ficar. Tem de sair. As fraquezas de Jacó, entretanto, não anularam o propósito de Deus em sua vida. Deus aparece para ele em Betel e lhe faz promessas. Jacó prossegue viagem e chega em Padã-Arã, e ali conhece Labão e suas filhas. Trabalhou quatorze anos para seu sogro para ter o direito de casar-se com Raquel. Deus abençoou sua vida e ele prosperou. Seu sogro era um homem esperto e queria se aproveitar dele, mas Deus reverteu a situação e Jacó enriqueceu-se. Depois de vinte anos, Jacó tem numerosa família e muitos bens.


O sucesso de Jacó foi a perturbação de Labão e de seus filhos. Jacó já não era mais bem-visto pelo sogro nem pelos cunhados. Jacó não tem mais espaço naquela terra, então, resolve voltar. Reúne suas mulheres, seus filhos, seu gado e sai. Porém, ao saber de sua fuga, Labão vai atrás dele, cheio de ira e o confronta. Jacó se defende e eles se perdoam e se reconciliam. Jacó volta à sua terra e Labão retorna a seu lar. Esse episódio nos enseja algumas lições.


Em primeiro lugar, quando há falta de transparência nos relacionamentos, surgem mágoas e ressentimentos. Labão quis passar a perna em Jacó e explorá-lo. Jacó desde cedo percebeu que a relação de seu sogro com ele não era uma relação de amor e transparência, mas de interesse e exploração. Isso criou uma fenda no relacionamento entre eles. Mesmo trabalhando perto, morando perto e convivendo, não havia diálogo nem comunhão.


Em segundo lugar, quando a malquerença se instala, a convivência se torna insuportável. Jacó não podia mais ficar. Precisou reunir sua família e sair. As palavras dos cunhados e o rosto do sogro não era mais favorável a ele. Suspeitas, acusações e hostilidade eram tudo que havia sobrado daquela relação utilitarista. A família não tem mais comunhão. O dinheiro ocupou o lugar dos relacionamentos. O lucro tomou o lugar do amor. A intenção de levar vantagem em tudo, pavimentou o caminho para a mágoa e a mágoa separou quem deveria ter vivido em comunhão.


Em terceiro lugar, quando a comunhão acaba e a desavença se estabelece, é preciso ter coragem para enfrentar o problema. Labão vai atrás de Jacó. O que domina seu coração é o ódio. Está furioso. Está revoltado. Sentiu-se traído. Jacó por sua vez, lanceta os abcessos da alma e põe para fora sua mágoa represada há vinte anos. Essa faxina da alma, porém, trouxe oportunidade para eles falarem um para o outro o que estava engasgado. Abriram a caixa de ferramenta, o porão da alma e fizeram uma assepsia do coração. O confronto e a confissão trouxe cura para eles.


Em quarto lugar, o confronto precisa desembocar em perdão e restauração. Labão e Jacó se reconciliaram. Abraçaram e se perdoaram. Comeram juntos e choraram. Agora, Labão torna-se, de fato, o pai de suas filhas e o sogro de Jacó. Dá conselhos e faz aliança. Não temos uma família perfeita. Porém, mesmo com suas rusgas e seus conflitos mal resolvidos, jamais podemos desistir da nossa família. Ela é preciosa e não podemos abrir mão dela. Precisamos ter coragem para confrontar e humildade para pedir perdão e perdoar. Precisamos dar o primeiro passo para restaurar o que foi quebrado e restituir o que foi perdido.


Em quinto lugar, quando os relacionamentos são curados, há paz para cada um voltar para sua casa. Tanto Labão quanto Jacó puderam voltar em paz para sua casa. Cada um seguiu o seu caminho e cada um foi guiado por Deus para cumprir o propósito de sua vida. Caminhar deixando pendências para trás é uma tragédia. Jacó saiu do encontro com o sogro para o encontro com Esaú. O mesmo Deus que o ajudou a restaurar seu relacionamento com o sogro, pavimentou o caminho da reconciliação com Esaú, seu irmão. Há conflitos na sua casa? Há pendências em sua família? É hora de resolver isso e voltar em paz para casa!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 6 de março de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Torre forte é o nome do Senhor; a ela correrá o justo, e estará em alto refúgio.


VÍDEO DO DIA - Sérgio Lopes - A Dor de Lázaro ao vivo |


Sérgio Lopes - A Dor de Lázaro ao vivo |



 

PÃO DIÁRIO - 07/03/2021 - É errado ter ambição?

 


    

É errado ter ambição?

Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor… —Colossenses 3:23


É errado ter ambição? É errado ser esforçado, fazer o máximo para ser o melhor? Pode ser. A diferença entre a ambição certa e a errada está em nosso objetivo e motivação — se é para a glória de Deus ou para a nossa própria.

No livro de 1 Tessalonicenses 4:1, Paulo nos diz que os cristãos devem viver para agradar a Deus. Para alguns, o desejo de agradá-lo surge da transformação instantânea no momento da salvação; para outros, a transformação é cheia de passos indecisos e largadas em falso. Quer a transformação ocorra instantânea ou gradualmente, o cristão deve perseguir as metas de Deus, não as suas metas.

Então, no trabalho, perguntamos: “De que maneira essa mudança de emprego me ajudará a servir aos outros e glorificar a Deus?” Seja qual for, a nossa ambição deve centrar-se em Deus e nos outros, colocando-nos sempre à disposição do Senhor para Ele nos capacitar e nos usar da maneira que lhe aprouver.

Paulo sugere que trabalhemos “…em singeleza de coração, temendo ao Senhor” (Colossenses 3:22). O que quer que estejamos fazendo — na sala de reuniões, nas docas, onde quer que estejamos trabalhando — devemos servir como se estivéssemos servindo a Deus (vv.23-24).

Glorificamos e apreciamos mais a Deus quando trabalhamos com excelência para o Seu prazer, não o nosso. Para servi-lo e servir aos outros, não para servirmos a nós mesmos e obtermos ganho pessoal — Ele merece o nosso melhor.

— Randy Kilgore


Leia: Colossenses 3:22-24 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Samuel 13-14;Lucas 10:1-24

Considere: “Apequenamo-nos ao tentar ser grandes.” —Eli Stanley Jones, missionário

MÃE, OUSE CONSAGRAR SEUS FILHOS A DEUS


A história da evangelização do mundo tem muito a ver com o heroísmo das mães. Muitas mães ousaram consagrar seus filhos a Deus e muitos desses filhos foram levantados por Deus para grandes jornadas missionárias. Deus honra a atitude de pais e mães que consagram seus filhos para a obra missionária, para que estes cumpram os propósitos gloriosos da expansão de sua obra. É impossível separar o avanço do reino de Deus da atitude de mães abnegadas, de mulheres que deram a si mesmas e a seus filhos para fazerem a obra de Deus.


Uma das mais belas páginas da história evangélica do nosso país, começou além fronteiras. O missionário pioneiro do Presbiterianismo no Brasil foi Ashbel Green Simonton. Ele chegou ao Brasil no dia 12 de Agosto de 1859, com vinte e seis anos de idade. Seu pai era presbítero, médico e deputado federal. Quando Simonton, o nono filho, o caçula, nasceu, seus pais o levaram à igreja e o consagram ao Senhor, dizendo: “Deus, nós consagramos o nosso filho caçula para a tua obra.”


O menino cresceu e tornou-se um jovem brilhante e dotado de rara inteligência. Na juventude, recebeu o chamado de Deus para o ministério e logo entrou no Seminário de Princeton, em New Jersey, Estados Unidos. Fez um curso brilhante. Terminado os estudos, depois de ouvir um sermão de Charles Hodge, Deus o chamou para ser missionário no Brasil. Muitos tentaram demovê-lo, dizendo: “Simonton, você é louco em deixar a sua mãe já idosa, seu país, sua cidade, seus amigos, seus parentes, sua igreja, o conforto e as regalias desta terra, para ir para um país tão distante, tão pobre e tão devastado por doenças endêmicas. Isso não é seguro para você.” Mas, Simonton respondeu: “Não há lugar mais perigoso para um homem, ainda que cercado de conforto, do que fora da vontade de Deus. Não há lugar mais seguro para se estar, ainda que entrincheirado por perigos, do que no centro da vontade de Deus.” Simonton teve um meteórico ministério no Brasil. Apenas oito anos. Ele morreu em São Paulo aos trinta e quatro anos, mas deixou plantada em solo pátrio a Igreja Presbiteriana do Brasil e outras marcas indeléveis na história da nação brasileira. A história da evangelização do nosso país, é devedor à consagração de uma mãe e de um pai, que colocaram no altar do Senhor uma criança, rogando a Deus que realizasse nele seus soberanos propósitos.


Mãe, o que você espera dos seus filhos? Quais são os sonhos que você tem para eles? Os nossos filhos devem ser mais filhos de Deus do que nossos. Devem viver para realizar os projetos de Deus e não os nossos. Devem ser coroas de glória nas mãos do Senhor e não troféus da nossa vaidade. Devem ser instrumentos usados por Deus para expansão do seu Reino, e não apenas pessoas bem-sucedidas na vida. Devem levantar as antigas ruínas dessa civilização que tem se afastado de Deus, e não parte dessa ruína. Devem ser reparadores de brechas a fim de que esta nação venha a conhecer o Senhor.


Mãe, coloque o melhor que você tem, os seus filhos, no altar de Deus. Faça como Ana, mãe de Samuel, que depois de orar muitos anos por um filho, ao recebê-lo, devolveu-o para Deus. Ana compreendeu que Samuel tinha vindo de Deus, era de Deus e precisava ser consagrado de volta para Deus. Esse filho, foi levantado por Deus num tempo de crise, para ser o maior profeta, o maior sacerdote e o maior juiz de sua geração. Samuel foi o homem que trouxe de volta a nação apóstata para a presença de Deus. Oh, que Deus nos dê mães, que ousem consagrar seus filhos à causa mais urgente e mais importante do mundo, a causa do evangelho!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 5 de março de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

Existe Casamento sem sexo ? | Pr Josué responde



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



E os gentios caminharão à tua luz, e os reis ao resplendor que te nasceu.


VÍDEO DO DIA - Renascer Praise - Encontrei O Meu Lugar

 Renascer Praise - Encontrei O Meu Lugar



 

PÃO DIÁRIO - 06/03/2021 - Guarde sua marca

 

Guarde sua marca

…acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. — Colossenses 3:14


Uma conhecida loja de roupas exige que seus vendedores se vistam como os manequins que fazem propaganda das suas roupas nas janelas da loja. Esta prática é denominada “guardar a marca”. A ideia por detrás dela é que os compradores terão mais probabilidade de comprar roupas porque desejarão se parecer com as pessoas que veem vestidas, usando-as.

Numa cultura orientada ao consumo, é fácil pensar que podemos “comprar” aceitação vestindo as mesmas coisas que as pessoas bonitas vestem. Os lojistas querem nos fazer crer que ter boa aparência nos tornará desejáveis.

Às vezes, até nos convencemos de que podemos ganhar seguidores para Deus tornando-nos atraentes ao mundo. Mas, a Bíblia é clara a respeito do que é realmente importante para Deus. Ele quer que sejamos parecidos com Jesus em nosso caráter. De certo modo, Jesus é a nossa “marca”, pois estamos sendo conformados à Sua imagem (Romanos 8:29). Atraímos outras pessoas para Cristo quando nos revestimos dos Seus atributos que incluem misericórdia, bondade, humildade, mansidão, longanimidade (Colossenses 3:12) e, acima de tudo, amor (v.14).

Em vez de polir e proteger a nossa própria imagem, precisamos guardar e refletir a imagem de Deus, que está sendo aperfeiçoada em nós por intermédio de Cristo.

— Julie Ackerman Link


Leia: Colossenses 3:1-14 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Samuel 10-12;Lucas 9:37-62

Considere: Uma das tarefas do Espírito é modelar a semelhança de Cristo em nós.

PEDRO, NOSSO FIEL RETRATO




Pedro é o personagem mais contraditório da história. Oscilava como  uma gangorra desde os picos mais altos da coragem até às profundezas da covardia mais vil. Com a mesma velocidade que avançava rumo à devoção mais fiel, dava marcha ré e tropeçava em suas próprias palavras. Pedro é mais do que um homem paradoxal; é um emblema. Pedro é o nosso fiel retrato. É a síntese da nossa biografia. O sangue de Pedro corre em nossas veias e o coração de Pedro pulsa em nosso peito. Temos o DNA de Pedro. Oscilamos também entre a devoção e a apostasia. Subimos aos píncaros e caímos nas profundezas. Falamos coisas lindas para Deus e depois tropeçamos em nossa língua e blasfemamos contra ele. Prometemos inabalável fidelidade e depois revelamos vergonhosa covardia. Revelamos uma fé robusta num momento e em seguida naufragamos nas águas revolta da incredulidade. É isso que somos, Pedro!


Quem era Pedro? Pedro era filho de Jonas e irmão de André. Nasceu em Betsaida, bucólica cidade às margens do mar da Galiléia. Pedro era um pescador rude e iletrado, mas detentor de uma personalidade forte. Era notório seu dom de liderança. Pedro era casado. Fixou residência em Cafarnaum, quartel general de Jesus em seu ministério. Nessa cidade tinha uma empresa de pesca em sociedade com Tiago e João, os filhos de Zebedeu.


Pedro foi levado a Cristo pelo seu irmão André. Desde que foi chamado por Cristo para ser um pescador de homens, ocupou naturalmente a liderança do grupo apostólico. Seu nome figura em primeiro lugar em todas as listas neo-testamentárias que apresentam os nomes dos apóstolos. Foi o líder inconteste dos apóstolos antes da morte de Cristo e o destacado líder depois da ressurreição de Cristo. Ele foi o homem que abriu as portas do evangelho tanto para os judeus como para os gentios.


Seu ministério foi direcionado especialmente aos judeus, aos da circuncisão. Foi o grande pregador da igreja primitiva em Jerusalém, aquele que levou a Cristo cerca de três mil pessoas em seu primeiro sermão depois do Pentecostes. Também foi dotado pelo Espírito Santo para operar grandes milagres. Até mesmo sua sombra era instrumento poderoso nas mãos de Deus para curar os enfermos.


Pedro foi como uma pedra bruta burilada pelo Espírito Santo. De um homem violento, tornou-se um homem manso. De um homem afoito e precipitado, tornou-se um homem ponderado. De um homem explosivo, tornou-se um homem controlado e paciente. De um homem covarde tornou-se um gigante, que enfrentou prisões, açoites e a própria morte com indômita coragem.


Pedro foi um homem de oração. Tinha intimidade com Deus. Porque prevalecia secretamente diante de Deus em oração, levantava-se com poder diante dos homens para pregar. Pedro foi um pescador de homens e um presbítero entre outros presbíteros. Jesus colocou em sua mão o cajado de pastor e ordenou-lhe a apascentar seus cordeiros e a pastorear suas ovelhas. Pedro foi um homem que encorajou a igreja a enfrentar o sofrimento da perseguição e também denunciou com inabalável coragem os falsos mestres que perturbavam a igreja. Esse foi o teor respectivo de suas duas epístolas. Pedro foi um missionário que, juntamente com sua esposa, anunciou o evangelho em muitos redutos do império romano. Pedro exaltou a Cristo em sua vida e glorificou a Deus através de sua morte. Que você e eu, sigamos as pegadas desse homem de Deus e que em nossa geração, Cristo seja conhecido em nós e através de nós!



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 4 de março de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.

VÍDEO DO DIA - Voz da Verdade - "Sou um Milagre"

Voz da Verdade - "Sou um Milagre"



 

PÃO DIÁRIO - 05/03/2021 - Guarde sua marca

 


Guarde sua marca

…acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. — Colossenses 3:14


Uma conhecida loja de roupas exige que seus vendedores se vistam como os manequins que fazem propaganda das suas roupas nas janelas da loja. Esta prática é denominada “guardar a marca”. A ideia por detrás dela é que os compradores terão mais probabilidade de comprar roupas porque desejarão se parecer com as pessoas que veem vestidas, usando-as.

Numa cultura orientada ao consumo, é fácil pensar que podemos “comprar” aceitação vestindo as mesmas coisas que as pessoas bonitas vestem. Os lojistas querem nos fazer crer que ter boa aparência nos tornará desejáveis.

Às vezes, até nos convencemos de que podemos ganhar seguidores para Deus tornando-nos atraentes ao mundo. Mas, a Bíblia é clara a respeito do que é realmente importante para Deus. Ele quer que sejamos parecidos com Jesus em nosso caráter. De certo modo, Jesus é a nossa “marca”, pois estamos sendo conformados à Sua imagem (Romanos 8:29). Atraímos outras pessoas para Cristo quando nos revestimos dos Seus atributos que incluem misericórdia, bondade, humildade, mansidão, longanimidade (Colossenses 3:12) e, acima de tudo, amor (v.14).

Em vez de polir e proteger a nossa própria imagem, precisamos guardar e refletir a imagem de Deus, que está sendo aperfeiçoada em nós por intermédio de Cristo.

— Julie Ackerman Link


Leia: Colossenses 3:1-14 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Samuel 10-12;Lucas 9:37-62

Considere: Uma das tarefas do Espírito é modelar a semelhança de Cristo em nós.

A AMIZADE, UM REFRIGÉRIO PARA O CORAÇÃO

 


A amizade é uma das mais importantes bênçãos da vida. O amigo ama em todo o tempo. É mais achegado que um irmão. Não poderíamos viver bem sem amigos achegados, companheiros de jornada, conselheiros sábios, refrigério de Deus para o coração. É claro que não estou falando de amigos de taberna, companheiros de copo, que rasgam a cara em ruidosas gargalhadas nos banquetes da iniquidade. Não estou falando dos amigos utilitaristas que se aproximam apenas para auferirem alguma vantagem imediata. Falo dos amigos sinceros, que estão ao seu lado para celebrar suas vitórias e chorar com você em suas lutas. Falo daqueles amigos que confrontam você em secreto e enaltecem você em público. Falo daquela amizade que é edificada sobre o sólido fundamento do amor, e que, por isso, não se abala quando as vicissitudes nos açoitam com rigor desmesurado.


Amigos bajuladores são um simulacro da verdadeira amizade. Agradam você com elogios hipócritas em sua presença e solapam sua honra quando você vira as costas. O verdadeiro amigo, porém, ama em todo o tempo. Está presente com você não porque busca alguma vantagem, mas porque tem pressa em servi-lo. O amigo verdadeiro é aquele que chega quando todos já se foram. É aquele que lhe estende a mão com presteza, quando os outros recuam com celeridade.


O apóstolo Paulo ilustra essa magna verdade, mencionando Filemom, um homem cujo o amor lhe trazia grande alegria e conforto; um homem que reanimava o coração dos santos; um amigo leal, um bálsamo de Deus na vida das pessoas. Eis o registro do veterano apóstolo: “Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido por teu intermédio” (Fm 7). E você, tem sido um amigo leal? Você tem reanimado o coração das pessoas? Dale Carnegie, em seu clássico Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, diz que a única maneira de termos amigos é sermos amigos. Aqueles que investem em pessoas, amando, cuidando e servindo recebem de volta amizade sincera. Quando semeamos lealdade, colhemos fidelidade. Quando esparramamos as sementes do amor, colhemos os frutos da lealdade. Quando abençoamos, somos abençoados. Quando franqueamos nosso coração aos outros, recebemos de volta aquilo que ofertamos.


Você tem amigos verdadeiros? Eles têm sido seus conselheiros? Você tem encontrado neles consolo e encorajamento? Você tem esse tipo de amigo? Você encontra tempo para investir na vida das pessoas que ama? Está presente com elas em suas alegrias para celebrar suas vitórias? Está junto delas para chorar suas dores? Lembre-se: nesse terreno, colhemos o que plantamos e ceifamos o que semeamos!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 3 de março de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


#01 Papo Sobre Namoro com Pr. Josué Gonçalves - RENÚNCIA









 

Versículo do dia

 

Versículo do dia



Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse,

E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus.

VÍDEO DO DIA - Renascer Praise - Jesus, O Plano Perfeito


Renascer Praise - Jesus, O Plano Perfeito


 

PÃO DIÁRIO - 04/03/2021 - E-U A-M-O…


E-U A-M-O…

Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos. —Romanos 6:8


Meu marido e eu estávamos numa piscina pública quando as pessoas à nossa volta começaram a olhar para o céu. Um avião pequeno emitia fumaça, formando letras. Enquanto observávamos, o piloto soletrava: “E-U A-M-O”. As pessoas começaram a especular: talvez fosse uma proposta de casamento. Talvez um homem romântico esteja num terraço próximo, com sua namorada, e logo perguntará “Quer se casar comigo?”. Continuamos a olhar para o alto: “E-U A-M-O V-O-C-Ê J-E”. Ouvi menininhas tentando adivinhar: “Aposto que é Jeane ou, talvez, Jéssica”. Ele continuou a soletrar. Não. Era: “J-E-S-U-S”. O piloto estava declarando amor por Jesus para que muitas pessoas vissem.

Frequentemente, um amigo meu termina suas orações com “Eu te amo, Senhor.” Ele diz: “Não consigo deixar de dizer ‘Eu te amo’ depois de tudo o que Ele fez por mim.” Em Romanos 6:1-11, nosso texto da Bíblia para hoje, o apóstolo Paulo nos conta um pouco do que Jesus fez por nós, que merece o nosso amor: Ele foi crucificado, sepultado e ressuscitou. Por essa razão, aqueles dentre nós que pusemos nossa fé em Jesus têm, agora, uma nova vida (v.4), não precisamos mais ser controlados pelo pecado ou medo da morte (vv.6,9) e, um dia, nós também seremos ressuscitados para viver com Ele para sempre (v.8).

Não é de admirar que digamos: “Eu te amo, Jesus!”

— Anne Cetas


Leia: Romanos 6:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Samuel 7-9;Lucas 9:18-36

Considere: Para demonstrar o Seu amor, Jesus morreu por nós; para demonstrarmos o nosso, vivemos para Ele.

A DECADÊNCIA DE UMA NAÇÃO

 


Uma nação torna-se decadente quando seus líderes civis e religiosos se corrompem e abandonam os princípios absolutos que deveriam regê-los. O profeta Miquéias ao fazer um diagnóstico de sua nação, retrata a própria decadência do Brasil. Vejamos:


Em primeiro lugar, ele denuncia o aparelhamento do Estado para saquear o povo (Mq 2.1,2). Os líderes do povo maquinavam o mal em seu leito e ao amanhecer já colocavam em ação esses planos, porque o poder de fazer o mal estava em suas mãos. Tudo quanto cobiçavam, tomavam. Tudo quanto desejavam, extorquiam, porque o Estado estava aparelhado para a roubalheira.


Em segundo lugar, ele denuncia a inversão de valores da sociedade (Mq 3.2). Miquéias diz que o povo se corrompeu a tal ponto de “aborrecer o bem e amar o mal”. Isso não é apenas tolerância ao erro; é inversão de valores. É aplaudir o que se deve repudiar e repudiar o que se deve promover. A sociedade brasileira está assim também: chama luz de trevas e trevas de luz.


Em terceiro lugar, ele denuncia o canibalismo dos líderes políticos (Mq 3.1,3,9). Os líderes políticos em vez de servir ao povo, serviam-se do povo. Em vez de atender às necessidades do povo; exploravam o povo, arrancando sua pele, esmiuçando seus ossos e devorando sua carne. Os líderes longe de proteger o povo, faziam do povo sua presa. Esses líderes chegaram ao extremo de abominar o juízo e perverter tudo o que era direito (Mq 3.9). Os líderes eram o maior problema da nação, o maior flagelo para o povo.


Em quarto lugar, ele denuncia a corrupção do poder judiciário (Mq 3.11). O profeta diz: “Os seus cabeças dão as sentenças por suborno…”. Não havia qualquer esperança de justiça. Os fracos eram esmagados pelos fortes. Os pobres eram espoliados pelos ricos. As cortes estavam rendidas ao esquema da corrupção. Estavam a serviço do Estado para explorar a população. Os juízes que deveriam fazer cumprir as leis e aplicar a justiça, por dinheiro, condenavam os inocentes e inocentavam os culpados.


Em quinto lugar, ele denuncia o conluio dos poderes constituídos  (Mq 7.3). Miquéias diz que o poder executivo e o poder judiciário estavam mancomunados na prática do crime: “… o príncipe exige condenação, o juiz aceita suborno, o grande fala dos maus desejos de sua alma, e, assim, todos eles juntamente urdem a trama”. Uma coisa é um dos poderes constituídos se corromper; outra coisa é quando os poderes se unem para a prática do mal. Havia uma teia criminosa que sugava o Estado e oprimia o povo.


Em sexto lugar, ele denuncia a corrupção da religião (Mq 3.5,11). Os profetas deixaram de pregar a palavra de Deus com fidelidade, para render sua consciência à sedução do lucro: “… os profetas fazem errar o meu povo e clamam: Paz, quando têm o que mastigar, mas apregoam guerra santa contra aqueles que nada lhes metem na boca”. Diz ainda: “… os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro…”. A igreja é a consciência do Estado, mas quando sua liderança se corrompe e busca o lucro em vez de proclamar a verdade, em vez de ser bênção torna-se maldição.


Em sétimo lugar, ele denuncia a corrupção da família (Mq 7.6). A família é o último reservatório moral da nação. Se ela cair, o povo se chafurda na lama. Como estava a família? Responde o profeta: “Porque o filho despreza o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora, contra a sogra; os inimigos do homem são os da sua própria casa”. Nenhuma nação é forte se as famílias que a compõe estão fracas. O resultado dessa decadência é o caos da sociedade: “Pereceu da terra o piedoso, e não há entre os homens um que seja reto; todos espreitam para derramarem sangue; cada um caça a seu irmão com rede” (Mq 7.2). Miquéias está entre nós. Sua voz ecoa nos palácios e nas ruas. É tempo dos líderes de nossa nação se arrependerem. É tempo do povo voltar-se para Deus. Quem sabe ainda haja esperança para o Brasil!




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 2 de março de 2021

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho.

Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.

VÍDEO DO DI A - Leonardo Gonçalves - Getsêmani (Vídeo Ao Vivo)

Leonardo Gonçalves - Getsêmani (Vídeo Ao Vivo)



 

PÃO DIÁRIO - 03/03/2021 - Perigo invisível

 


Perigo invisível

…cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. —Tiago 1:14


Quando eu era criança, nossa família escapou de uma “quase” tragédia. A maioria dos principais utensílios da minha casa, bem como o aquecimento, era alimentado por gás natural, mas um pequeno vazamento numa das tubulações de gás colocou nossas vidas em risco. Quando o gás entrou em nossa pequena casa, nossa família foi dominada pelos gases letais e perdemos a consciência. Se não tivéssemos sido descobertos por uma vizinha que, casualmente, veio nos visitar, todos nós poderíamos ter morrido por causa desse perigoso inimigo invisível.

Como seguidores de Cristo, nós também podemos encontrar-nos rodeados de perigos invisíveis. A nociva existência da tentação e da fraqueza de nossa própria fragilidade humana pode colocar em perigo nossas vidas e nossos relacionamentos. Diferentemente do gás natural da minha infância, porém, esses perigos invisíveis não provêm do nosso exterior — eles residem em nós. Tiago escreveu: “…cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz” (Tiago 1:14).

Nossa tendência natural ao pecado, composta por pontos cegos que nos impedem de ver nossas próprias fraquezas, pode levar às escolhas tóxicas que nos arruínam. Somente submetendo-nos a Deus, quando Ele nos mostra os nossos corações em Sua Palavra (vv.23-25), podemos viver uma vida que agrada ao Mestre.

— Bill Crowder

Leia: Tiago 1:13-25 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Samuel 4-6;Lucas 9:1-17

Considere: O Espírito de Deus é a maior proteção contra os perigos invisíveis do pecado.

LÍDERES PIEDOSOS FAZEM A DIFERENÇA


Barnabé foi um grande homem, um dos maiores líderes da igreja primitiva. Sua piedade era notória. Seu exemplo e seu ministério fizeram diferença. Sua vida pode ser resumida nos seguintes termos: “Porque era homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé…” (At 11.24). Três verdades sobre Barnabé são colocadas em relevo e servem de inspiração para todos os líderes cristãos:


Em primeiro lugar, um líder cristão deve investir sua vida na vida de outros. Ser líder é ser servo; ser grande é ser pequeno; ser exaltado é humilhar-se. Barnabé é o único homem da Bíblia chamado de bom. E por que? É porque quase sempre, ele está investindo sua vida na vida de alguém. Em Atos 4.36,37 ele está investindo recursos financeiros para abençoar pessoas. Em Atos 9.27 ele está investindo na vida de Saulo de Tarso, quando todos os discípulos fecharam-lhe a porta da igreja, não acreditando em sua conversão. Em Atos 11.19-26, a igreja de Jerusalém o vê como o melhor obreiro a ser enviado para Antioquia e quando ele vê a graça de Deus prosperando naquela grande metrópole, mais uma vez ele investe na vida de Saulo e vai buscá-lo em Tarso. Em Atos 13.2 o Espírito o separa como o líder regente da primeira viagem missionária. Em Atos 15.37-41 Barnabé mais uma vez está investindo na vida de alguém; desta feita na vida de João Marcos. Precisamos de líderes que sejam homens bons, homens que dediquem seu tempo e seu coração para investir na vida de outras pessoas.


Em segundo lugar, um líder cristão deve esvaziar-se de si para ser cheio do Espírito Santo. Barnabé era um homem cheio do Espírito Santo. Sua vida, suas palavras e suas atitudes eram governadas pelo Espirito de Deus. Um líder cheio do Espirito tem o coração em Deus, vive para a glória de Deus, ama a obra de Deus e serve ao povo de Deus. Barnabé é um homem vazio de si mesmo, mas cheio do Espírito Santo. A plenitude do Espírito não é uma opção, mas uma ordem divina. Não ser cheio do Espírito é um pecado de negligência. Precisamos de líderes que transbordem do Espírito, homens que sejam vasos de honra, exemplo para os fiéis, bênção para o rebanho de Deus. Quando os líderes andam com Deus, eles influenciam seus liderados a também andarem com Deus. Por isso, a vida do líder é a vida da sua liderança. Deus está mais interessado em quem o líder é do que no que o líder faz. Vida com Deus precede trabalho para Deus. Piedade é mais importante do que performance.


Em terceiro lugar, um líder cristão deve colocar seus olhos em Deus e não nas circunstâncias. Barnabé era um homem cheio de fé. Ele vivia vitoriosamente mesmo diante das maiores dificuldades, porque sabia que Deus estava no controle da situação. A fé tira nossos olhos dos problemas e os coloca em Deus que está acima e no controle dos problemas. A fé é certeza e convicção. É certeza de coisas e convicção de fatos (Hb 11.1). É viver não pelo que vemos ou sentimos, mas na confiança de que Deus está no controle. A fé nos leva a confiar diante  das dificuldades, não porque somos fortes, mas porque embora sejamos fracos, confiamos naquele que é onipotente. Precisamos de líderes que ousem crer no Deus dos impossíveis. Precisamos de líderes que olhem para a vida na perspectiva de Deus, que abracem os desafios de Deus e realizem grandes projetos no reino de Deus.




Por Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 1 de março de 2021

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES

O que é ser uma MULHER VIRTUOSA na PRÁTICA ?

 #entreelas | Glaucia Rocha



 

Versículo do dia

 

Versículo do dia


Ensina-me bom juízo e ciência, pois cri nos teus mandamentos.


VÍDEO DO DIA - Victorino Silva Meu Tributo

Victorino Silva Meu Tributo



 

PÃO DIÁRIO - 02/03/2021 - Vigilância sobrenatural

 


Vigilância sobrenatural

… teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. —Mateus 6:18


Não muito longe de minha casa, as autoridades instalaram uma câmera para fotografar motoristas que ultrapassam o sinal vermelho. Depois, os infratores recebem, pelo correio, uma multa contendo a foto da transgressão, a prova visual de sua infração de trânsito.

Às vezes, penso em Deus da mesma maneira como penso naquela câmera — Ele está lá em cima, apenas esperando para flagrar-me fazendo algo errado. Embora Deus veja nossos pecados (Hebreus 4:13), Ele também vê e se interessa por nossas boas obras. Por meio da Sua vigilância sobrenatural, Deus vê o tamanho do nosso sacrifício quando ofertamos dinheiro à igreja ou aos necessitados (Marcos 12:41-44). Ele escuta nossas orações feitas em secreto (Mateus 6:6). E, quando jejuamos, podemos portar-nos como de costume, tendo a certeza de que nosso “Pai […] vê em secreto” (v.18).

Saber que Deus vê tudo nos livra de pensar sobre os olhos vigilantes dos outros. Quando fazemos o que é certo, não necessitamos do aplauso de espectadores; quando pecamos, não precisamos nos preocupar com nossa reputação se acertamos as contas com Deus e com aqueles a quem prejudicamos. Podemos descansar, sabendo que os “…olhos [do Senhor] passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele…” (2 Crônicas 16:9).

— Jennifer Benson Schuldt

Leia: Mateus 6:1-6,16-18 

Examine: A Bíblia em um ano: Rute 1-4;Lucas 8:1-25

Considere: Os outros veem o que fazemos, mas Deus vê os nossos motivos em fazer.

VESTES DE ALEGRIA EM VEZ DE PRANTO



A vida é o percurso que fazemos do berço à sepultura. Nessa jornada escalamos montanhas altaneiras, descemos a vales profundos, atravessamos pinguelas estreitas sobre pântanos perigosos e cruzamos desertos tórridos. Aqui e ali encontramos alguns oásis, alguns jardins engrinaldados de flores, alguns prados verdejantes. Porém, vivemos num mundo hostil, marcado pelo pecado e pela rebelião contra Deus. Não estamos em casa. Aqui não é o nosso lar permanente. Somos peregrinos. Mesmo quando celebramos nossas vitórias, temperamos nossas alegrias com lágrimas amargas que rolam pelo nosso rosto.


Ah, a vida, de fato, não é indolor! Enquanto caminhamos rumo ao lar, enfrentamos ameaças que vêm de fora e pressões que brotam de dentro. Somos acuados por muitos inimigos e ameaçados por muitos perigos. Nessas horas, sentimo-nos tristes, abatidos, achatados debaixo do rolo compressor da angústia. As lágrimas quentes molham nosso rosto e inundam nossa alma. Um manto cheio de cinza nos cobre da cabeça aos pés. Morre em nossos lábios os vivas de júbilos. Nossos recursos acabam e nossas forças entram em colapso.


Mas é exatamente quando nos sentimos totalmente desprovidos de forças, que Deus irrompe em nossa história e faz uma poderosa mudança. Ele converte nosso pranto em folguedo. Ele arranca o nosso saco de cinza e nos cinge com vestes de alegria. Ele tira os nossos pés de um tremedal de lama e nos coloca sobre uma rocha firme. Ele afasta de nossos lábios os gemidos pungentes e enche nossa boca de alegres cânticos. Deus levanta nosso espírito abatido e nos inspira a cantar louvores até mesmo nas noites mais escuras da alma. Essa mudança não procede da meditação transcendental, mas vem daquele é que é transcendente, o Deus Todo-poderoso. Essa mudança não é operada pelo homem, mas vem do próprio Deus. Não procede da terra, mas desce do céu. Não vem da psicologia de auto ajuda, mas emana da ajuda do alto.


O salmista nos mostra essa gloriosa mudança operada por Deus em sua vida: “Converteste o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria, para que o meu espírito te cante louvores e não se cale…” (Sl 30.11,12). Talvez, hoje sua alma está abatida. Talvez suas noites têm sido tenebrosas. Talvez suas lágrimas têm sido o seu alimento. Não desanime. Não entregue os pontos. Não jogue a toalha. Deus pode irromper em sua vida, dar um sinal de seu favor à sua família, manifestar a sua glória dentro de sua casa e transformar, também, seu choro em alegria, seu espírito angustiado em cânticos de louvor. Lembre-se: o choro pode durar uma noite inteira, mas a alegria vem pela manhã, pois aquele que um dia enxugará dos nossos olhos toda a lágrima, por antecipação, já nos dá sinais de seu consolo aqui e já nos mostra vislumbres de sua glória!



Por Rev Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

        Versículo do dia Na sua mão está a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda a carne humana. Jó 12:10