segunda-feira, 7 de julho de 2014

Devocional - 07\07\2014 - Mude, não Reclame


Mude, não Reclame

Todas as coisas são lícitas [permissíveis e somos livres para fazer tudo o que queremos], mas nem todas convêm (são convenientes, benéficas, e úteis). todas são lícitas, mas nem todas edificam.
1 Coríntios 10.23

Pessoas reclamam sobre o estresse, mas, em vez de reclamar deveriam mudar. É fácil ficar amedrontado com o pensamento de sair fora de uma vida agitada, especialmente se você não está certo do que desistir para conseguir uma vida mais calma. 
Deus quer que você desfrute uma bela vida, com simplicidade, saúde e direção clara. Isso somente vem quando você passa tempo com Ele, lendo sua Palavra, conversando com Ele e ouvindo sua resposta. Se você é ocupado demais para poder passar tempo com Deus cada dia, então coloque alguns limites em sua vida. Diga não àquilo que o impede de começar seu dia com Deus.


Por Joyce Meyer

Jesus voltará, você está preparado?


O evangelista Marcos faz uma abordagem clara acerca da segunda vinda de Cristo, alertando-nos para a necessidade imperativa de estarmos preparados para aquele grande Dia. Quatro verdades serão aqui abordadas:

1. A segunda vinda de Cristo será precedida por grandes convulsões cósmicas 
– No seu sermão profético, Jesus afirmou: “Mas, naqueles dias, após a referida tribulação, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados” (Mc 13.24,25). A segunda vinda de Cristo será precedida por grandes convulsões naturais. Tudo aquilo que é firme e sólido no universo estará abalado. As colunas do universo estarão bambas e o universo inteiro estará cambaleando. O abalo do mundo traz o juiz. O apóstolo Pedro descreve essa cena assim: “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (2Pe 3.10).

2. A segunda vinda de Cristo será visível 
– Ainda o evangelista Marcos prossegue: “Então, verão o Filho do homem vir nas nuvens, com grande poder e glória” (Mc 13.26). A segunda vinda de Cristo será pessoal, visível e pública. Todo o olho o verá (Ap 1.7). Depois que o telhado do mundo tiver sido abalado e retirado, as pessoas olharão fixamente como que para um buraco negro. Aqui as nuvens não ocultam como a nuvem de Marcos 9.7; antes revelam “grande poder e glória”. Na sua primeira vinda, muitas pessoas não o reconheceram. Mas na sua segunda vinda, todos o verão. Ninguém precisará primeiro apresentá-lo, falar ou fazê-lo conhecido. Isso será uma forma de juízo para o mundo que não quis ouvi-lo.

3. A segunda vinda de Cristo será gloriosa 
– O evangelista Marcos diz que a segunda vinda de Cristo será “… com grande poder e glória” (Mc 13.26). Não haverá arrebatamento secreto e só depois uma vinda visível. Sua vinda é única, poderosa e gloriosa. Jesus aparecerá no céu. Ele virá acompanhado de um séqüito celestial. Virá do céu ao soar da trombeta de Deus. Ele descerá nas nuvens, acompanhado de seus santos anjos e dos remidos glorificados. Ele virá com grande esplendor. Todos os povos que o rejeitaram vão lamentar. Aquele será um dia de trevas e não de luz para eles. Será o dia do juízo, onde sofrerão penalidades de eterna destruição. As tribos da terra conscientes de sua condição de perdidos se golpearão atemorizadas pela exibição da majestade de Cristo em toda a sua glória. O terror dos impios é uma cena dramática. Eles desejarão a própria morte, mas a morte fugirá deles. Terão que enfrentar inevitavelmente a ira do Cordeiro de Deus!

4. A segunda vinda de Cristo será vitoriosa 
– O evangelista Marcos conclui sua descrição, assim: “E ele enviará os seus anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até à extremidade do céu” (Mc 13.27). A manifestação do Filho do homem não traz só condenação, mas também recompensa. Os anjos são como trabalhadores na colheita, que vasculham a terra por bons frutos. Agora os eleitos finalmente saboreiam na sua plenitude sua redenção. Com a manifestação do seu Senhor, eles também se tornam manifestos como amados por ele e reunidos para morar na Casa do Pai. A Bíblia diz que nesse glorioso Dia, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, com corpos incorruptíveis, poderosos, gloriosos, semelhantes ao corpo da glória de Cristo. Então, os que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor nos ares e assim estaremos para sempre com o Senhor.



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 6 de julho de 2014

PÃO DIÁRIO - 06\07\2014 - PARE!

PARE!

A vida é um empreendimento agitado. Parece que sempre há mais afazeres, mais lugares para ir e pessoas para encontrar. E, embora nenhum de nós deseje uma vida sem coisas significativas para fazer, o ritmo acelerado ameaça roubar a tranquilidade que necessitamos.
Quando estamos dirigindo um automóvel, sinais de Pare e outras placas de aviso para diminuir a velocidade são lembretes de que, para estarmos seguros, não podemos manter o pé no acelerador o tempo todo. Necessitamos desses tipos de lembretes em todos os aspectos de nossas vidas.
O salmista compreendia claramente a importância dos tempos de calma e tranquilidade. O próprio Deus ' descansou " no sétimo dia. E, com mais mensagens para compartilhar e mais pessoas para curar, Jesus apartava-se das multidões e descansava um pouco ( Mateus 14:13; Marcos 6:31 ). Ele compreendia que não era sábio acelerar ao longo da vida com nosso marcador de combustível indicando " cansado " o tempo todo.
Quando foi a última vez que você fez valer as palavras do salmista: "...fiz calar e sossegar a minha alma " ? ( Salmo 131:2 ). Coloque um sinal de Pare no cruzamento de sua vida agitada. Encontre um lugar para ficar só. Afaste-se das distrações que o impedem de ouvir a voz de Deus e deixe que o Senhor fale enquanto você lê a Sua Palavra. Permita que Ele refresque o seu coração e a sua mente coma força para viver bem para Sua glória. - JMS

Leia: Salmo 131.

Examine: ...fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança [...] se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. ( Salmo 131:2 )

Considere: Pare e faça uma pausa das ocupações da vida, para poder reabastecer sua alma.

Devocional - 06\07\2014 - Descanse um pouco


Descanse um pouco

Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei (Eu darei repouso, alívio e refrigério às suas almas) 
Mateus 11.28

Remover o estresse de sua vida exige mais do que simplesmente orar. Você deve tomar atitudes que possam trazer mudança e parar de fazer o que está causando estresse. Você pode aprender a ser mais calmo na maneira como faz as coisas. 
Jesus convidou-o a ir a Ele todos que estiverem sobrecarregados. Ele promete nos refrigerar se estivermos cansados, exaustos e esgotados. Tenha tempo para ir até Jesus cada vez que você se sentir no limite ou à beira de um estresse. Deixe a presença dEle restaurá-lo e refrigerá-lo.


Por  Joyce Meyer

Aprendendo com Jesus na escola da oração



Convido você a matricular-se na escola da oração. O nosso mestre maior é o próprio Filho de Deus. Aprendamos com ele! Destacamos três fatos acerca do ministério de oração de Jesus.

1. O cansaço físico não impedia Jesus de orar 
– Jesus levantou-se alta madrugada, depois de um dia intenso de trabalho, e foi para um lugar deserto para orar. Ali ele derramou o seu coração em oração ao seu Pai Celeste. Jesus entendia que intimidade com o Pai devia preceder o exercício do ministério. Jesus deu grande importância à oração. Ele mesmo orou quando foi batizado (Lc 3.21). Orou uma noite inteira antes de escolher os doze apóstolos (Lc 6.12). Ele se retirava para orar quando a multidão o procurava apenas atrás de milagres (Lc 5.15- 17). Ele orou antes de fazer uma importante pergunta aos discípulos (Lc 9.18) e também orou no Monte da Transfiguração, quando o Pai o consolou antes de ir para a cruz (Lc 9.28). Ele orou antes de ensinar seus discípulos a “Oração do Senhor” (Lc 11.1). Jesus orou no túmulo de Lázaro (Jo 11.41-42). Orou por Pedro, antes da negação (Lc 22.32). Orou durante a instituição da Ceia (Jo 14.16; 17.1-24). Orou no Getsêmani (Mc 24.32), na cruz (Lc 23.34) e também após a ressurreição (Lc 24.30). Hoje ele está orando por nós (Rm 8.34; Hb 7.25). Se Jesus que era santo, inculpável, puro e apartado dos pecadores orou continuamente, quanto mais nós que somos sujeitos à fraqueza! Se ele foi encontrado necessitando orar com alto clamor e lágrimas (Hb 5.7), quanto mais nós devemos clamar por nós, que ofendemos a Deus diariamente de tantas formas!

2. A oração para Jesus era intimidade com o Pai e não desempenho diante dos homens 
– Jesus buscava mais intimidade com o Pai do que popularidade (Mc 1.35). Ele era homem do povo, mas não governado pela vontade do povo. Sempre que os  homens o buscavam apenas como um operador de milagres, viu nisso uma tentação, mais do que uma oportunidade e refugiava-se em oração. O evangelista Marcos registra três momentos quando Jesus preferiu o refúgio da oração: Primeiro, depois do seu bem-sucedido ministério de cura em Cafarnaum, quando a multidão o procurava apenas por causa dos milagres (Mc 1.35-37); segundo, depois da multiplicação dos pães e peixes, quando a multidão o queria fazer rei (Mc 6.46) e terceiro, no Getsêmani, antes da sua prisão, tortura e crucificação (Mc 14.32-42).

3. Jesus dava mais valor à comunhão com o Pai do que ao sucesso diante dos homens 
– A multidão deseja ver a Jesus novamente, mas não para ouvir sua Palavra, porém, para receber curas e ver operações de milagres (Mc 1.37). Certamente Pedro não discerniu a superficialidade da multidão, sua incredulidade e sua falta de apetite pela Palavra de Deus. Todo pregador é fascinado com a multidão, mas Jesus algumas vezes, fugiu dela para refugiar-se na intimidade do Pai através da oração. A intimidade com Deus em oração é mais importante do que sucesso no ministério. O pregador que busca intimidade com Deus mais do que popularidade diante dos homens sabe ir ao encontro das multidões e também fugir delas. É tempo de nos matricularmos na escola de oração de Jesus e aprendemos com ele a nos deleitarmos em Deus numa vida abundante de oração!


Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 5 de julho de 2014

PÃO DIÁRIO - 05\07\2014 - MEU AMIGO WILLIAM

MEU AMIGO WILLIAM

Ao descermos do ônibus num lar de crianças com problemas mentais e físicos em Copse, Jamaica, eu não esperava encontrar um jogador de futebol.
Enquanto o coral juvenil e os outros acompanhantes adultos se dispersavam para encontrar crianças para abraçar; amar e brincar, deparei-me com um jovem chamado William.
Não tenho certeza sobre qual era o diagnóstico de William, mas ele aparentava ter tido uma provável paralizia celebral. Com uma bola de futebol americano nas mãos , ao sair do ônibus, joguei-a de leve para William, que o deixou cair. Mas, quando eu a apanhei e a coloquei em suas mãos, ele a ajeitou lentamente até colocá-la na posição em que desejava. 
Em seguida, apoiando as costas num corrimão para equilibrar-se, William lançou-a numa espiral perfeita. Durante os 45 minutos seguintes, nós brincamos de lançar e pegar - ele lançava, eu pegava. William riu muito e conquistou meu coração. Estou certo de que, naquele dia, ele causou tanto impacto em im quanto eu nele. Ele me ensinou que todos nós somos necessários como parte do coração de Cristo,a igreja ( 1 Coríntios 12:20-25 ).
Frequentemente, as pessoas dispensam outras que são diferentes delas. Mas muitos são os " William " do mundo que nos ensinam que a alegria pode chegar quando aceitamos os outros e reagimos com compaixão. Em seu mundo, existe alguém que, tal como William, precisa de você como amigo ? - JDB

Leia: 1 Coríntios 12:18-27.

Examine: ...cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros.

Considere: Precisamos uns dos outros para sermos quem Deus quer que sejamos.

Devocional - 05\07\2014 - Separe-Se para Permanecer Inteiro


Separe-Se para Permanecer Inteiro

O efeito da justiça será paz (interior e exterior), e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre.
Isaías 32.17

Se você se sente compelido a fazer tanto que está se tornando fisicamente esgotado, pode estar sendo empurrado em vez de dirigir sua vida. Lembre-se: você tem de se desligar fisicamente de uma rotina agitada antes que todo seu ser sofra uma crise e “se desligue”. Você tem de se desligar de tudo antes que se desligue física, mental e emocionalmente. Dê tempo a si mesmo para ter uma boa noite de sono. 
É tentador fazer tudo o que alguém mais está fazendo, envolver-se com tudo, saber tudo, ouvir tudo, estar em todo lugar, mas isso não é o melhor de Deus para sua vida. Deseje afastar-se do ativismo compulsivo antes que você seja totalmente afastado por algum desgaste! Passe tempo com Deus e peça-Lhe que o ajude a organizar seu dia.


Por Joyce Meyer

Como lidar com o drama da depressão


A depressão é uma doença. Ela atinge todas as faixas etárias, todas as classes sociais e todos os segmentos religiosos. A depressão é uma doença grave que desencadeia outros problemas devastadores na vida humana. A depressão é uma doença ainda cercada de tabus e mistérios. Há aqueles que atribuem toda doença da mente aos demônios e os que julgam que a depressão é conseqüência direta de algum pecado não confessado. Reafirmamos que a depressão pode estar ligada a envolvimento com ocultismo e com pecados inconfessos. Mas, nem toda pessoa que passa por uma depressão está necessariamente vivendo na prática de pecado. Uma pessoa piedosa pode enfrentar uma dolorosa depressão. John Piper, em seu livro “O Sorriso Escondido de Deus” fala sobre três homens piedosos: David Brainerd, John Bunyan e William Cowper que sofreram amargamente com a depressão. Muitos crentes fiéis passaram e ainda passam pelo vale dessa doença dolorosa.

O profeta Elias foi um homem levantado por Deus em tempo de crise política e apostasia religiosa em Israel. Ele, ousadamente, confrontou os pecados do rei Acabe, chamou a nação indecisa a colocar sua confiança em Deus e triunfou valentemente sobre os profetas de Baal. Elias foi um homem que viveu de forma maiúscula e superlativa. Aprendeu a depender de Deus e a realizar grandes obras em nome do Altíssimo. Mas Elias também tinha os pés de barro. Ele era homem semelhante a nós. Ele não era um super-homem nem um super-crente. Depois de retumbantes vitórias, Elias ficou deprimido e pediu para si a morte. Vamos considerar as causas e a cura da depressão de Elias.

1. As causas da depressão de Elias

Em primeiro lugar, ele tirou os olhos de Deus e colocou-os nas circunstâncias. Num dado momento, Elias pensou que sua vida dependia da ímpia Jezabel e não de Deus. Por isso, ele temeu e fugiu. Sempre que tiramos nossos olhos de Deus para colocá-los nas circunstâncias adversas afundamos num pântano de desespero.

Em segundo lugar, ele entrou na caverna da solidão quando ele mais precisava de pessoas à sua volta. A depressão nos prega essa peça: quando mais precisamos de companhia queremos nos trancar nos quartos escuros. Elias dispensou o seu moço, quando mais precisava dele.

Em terceiro, ele fez uma leitura assaz pessimista da situação à sua volta. Ele pensou que somente ele havia permanecido fiel a Deus naquela avalanche de apostasia, mas Deus lhe afirmou que havia mais sete mil que tinham permanecido firmes na fé. Em quarto lugar, ele perdeu completamente a perspectiva do futuro. Elias pediu para si a morte. Ele julgou que o melhor tempo da sua vida havia ficado no passado e que o futuro só lhe reservava um espectro de desespero.

2. A cura para a depressão de Elias

Deus tratou a depressão de Elias através de vários recursos.

Em primeiro lugar, Deus o tratou por meio da sonoterapia. A depressão deixa a mente agitada. Uma pessoa deprimida fica com o corpo cansado, mas a mente não desliga. Elias precisou dormir e descansar para sair do buraco da depressão.

Em segundo lugar, Deus o tratou por meio da alimentação adequada. Deus preparou uma refeição para Elias no deserto. Deu-lhe pão e água e ele recobrou suas forças. Uma pessoa deprimida, muitas vezes, sente náuseas do alimento. É preciso fortalecer o corpo no tratamento dessa doença.

Em terceiro lugar, Deus o tratou dando-lhe a oportunidade do desabafo. Elias estava dentro de uma caverna, quando Deus lhe perguntou: “O que fazes aí, Elias?”. Deus, assim, o ordena a sair da caverna para destampar a câmara de horror da alma e espremer o pus da ferida. O desabafo é uma necessidade vital para a assepsia da alma.

Em quarto lugar, Deus o tratou revelando-lhe que o melhor da sua vida estava pela frente. Elias pensou que o seu ministério havia chegado ao fim.  Mas, ele ainda haveria de ungir um profeta em seu lugar, um rei na Síria e outro em Israel. Elias pensou que a vida não fazia mais sentido e por isso, queria morrer, mas Deus o levou para o céu sem que ele passasse pela morte. Deus o arrebatou ao céu num redemoinho e Elias deixou os trapos da depressão para vestir-se com as roupagens alvas da felicidade eterna.


Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 4 de julho de 2014

PÃO DIÁRIO - 04\07\2014 - FOGOS E LIBERDADE

FOGOS E LIBERDADE

Graças à engenhosidade dos chineses, os norte-americanos celebram sua independeência neste mês com grandes espetáculos de fogos de artifícios cheios de cor.
A cada ano, quando cantam o seu hino nacional e observam os belos efeitos padrões criados pelas " bombas explodindo no ar ", lembro-me de que a maioria das bombas é mortífera e não tem os belos efeitos como os espetáculos de fogos de artifícios. Embora as bombas  e fogos empreguem  ingredientes similares, as bombas têm a intenção de matar; os fogos de artifícios de entreter; Nesta metáfora, vemos um exemplo de como algo pode ser utilizado para o bem e para o mal. Nas mãos de pessoas capazes, cuidadosas e dedicadas, algo perigoso se torna glorioso. Mas o oposto também e verdadeiro.
A liberdade - aquilo que eles celebram com fogos de artifícios - também pode ser usadas para o bem e para o mal.
Como cristãos, estamos livres da restritiva lei Mosaica, mas a Bíblia nos alerta para não usarmos nossa liberdade espiritual para propósitos egoístas: "...não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede , antes servos uns dos outros, pelo amor " ( Gálatas 5:13 ).
Nem todos têm liberdade politica e religiosa, mas todos os cristãos têm liberdade espiritual. Precisamos usá-la não como arma para impor nossa vontade sobre os outros, mas sim para demonstrar a glória da vontade de Deus.    - JAL

Leia: Gálatas 5:1-14

Examine: ...fostes chamados à liberdade, porém não useis liberdade para dar ocasião à carne; sede , antes servos uns dos outros, pelo amor " ( Gálatas 5:13 )

Considere: A liberdade não nos dá o direito de fazer o que nos agrada, mas de fazer o que agrada a Deus.

Devocional - 04\07\2014 - Dê um Tempo


Dê um Tempo

Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o Senhor tem sido generoso para contigo.
Salmos 116.7

Todos nós precisamos de um intervalo de tempos em tempos. Descanso não é apenas uma boa idéia, é uma ordem de Deus: “Seis dias farás a tua obra, mas, ao sétimo dia, descansarás; para que descanse o teu boi e o teu jumento; e para que tome alento o filho da tua serva e o forasteiro.” (Êxodo 23.12). O Senhor acrescentou que “Seis dias trabalharás, mas, ao sétimo dia, descansarás, quer na aradura, quer na sega.” (Êxodo 34.21). 
Isso significa que um dia por semana temos de interromper o trabalho diário e descansar. Não trabalhe naquele dia, mesmo em tempos de muita ocupação. Dedique este dia para passar tempo com Deus, adorando-O. Comece a semana da forma certa e volte-se para o que realmente é importante: honrar a Deus.


Por Joyce Meyer

Como vencer as dificuldades e buscar novos desafios


A história de Jabez é uma das mais curtas biografias da Bíblia e também uma das mais sugestivas. Ele tornou-se mais ilustre do que seus irmãos, pois embora tenha recebido um nome pejado de estigma, não aceitou passivamente a decretação da derrota em sua vida. Ele sacudiu o jugo da crise e buscou horizontes mais espaçosos na sua caminhada.  É tempo de nos desvencilharmos das dificuldades do passado, subirmos nos ombros dos gigantes e olharmos para a vida com a visão do farol alto. O que Jabez fez que o tornou mais nobre do que os seus irmãos?

1. Ele rogou a bênção de Deus (1Cr 4.10) 
– Jabez invocou o Deus de Israel, o Deus vivo e não um ídolo morto. Ele foi à fonte certa, com o pedido certo e com a motivação certa. Seu clamor é profundo: “Oh! Tomara que me abençoes!”. Somente através da bênção de Deus podemos sair dos desertos esbraseantes para os prados cheios de verdor; somente através da bênção de Deus podemos curar os traumas do nosso passado para vivermos uma vida livre, abundante e feliz. A bênção de Deus enriquece e com ela não existe desgosto. O nosso Deus é aquele que já tem nos abençoado com toda sorte de bênção em Cristo Jesus nas regiões celestes.

2. Ele pediu a Deus o alargamento de suas fronteiras (1Cr 4.10) 
– Jabez não era um homem acomodado. Ele olhava para frente e queria conquistar mais terreno, queria alargar o espaço da sua tenda, queria ampliar seus horizontes e conquistar novas fronteiras. Não basta desvencilhar-se das amarras do passado, precisamos alçar vôos mais altos em relação ao futuro. Jabez queria mais espaço, influência, trabalho, frutos, e conquistas. Seu coração palpitava por vitórias mais expressivas, por alvos mais arrojados, por sonhos mais altaneiros. De igual forma, precisamos ter sonhos mais ousados na nossa vida pessoal, familiar e espiritual. Há terreno ainda por ser conquistado!

3. Ele suplicou pela presença de Deus (1Cr 4.10) 
– Jabez entende que seus sonhos não podem ser realizados se a mão de Deus não for com ele. Ele não quer apenas coisas, ele quer Deus. Coisas sem Deus não satisfazem a alma. Sem a presença de Deus não podemos caminhar vitoriosamente. Nossa maior necessidade é de Deus. Nossa jornada jamais poderá ser bem sucedida se a mão de Deus não for conosco. Foi a presença de Deus que sustentou, protegeu e guiou o povo de Israel pelo deserto quarenta anos. É a presença de Deus que inunda a igreja de ânimo e força na sua caminhada pelos vales e outeiros da História. Temos a promessa de Jesus: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28.20).

4. Ele clamou pela proteção de Deus (1Cr 4.10) 
– Jabez compreende que a jornada da vida é cheia de perigos. Há caminhos escabrosos, inimigos aleivosos, temores assombrosos. Precisamos da proteção divina. Jabez pede livramento do mal e do maligno. Ele compreende que somente Deus pode nos livrar dos laços e armadilhas do maligno. Jabez sabe que não pode vencer sem a proteção do Altíssimo, por isso clama e roga o livramento não apenas do maligno, mas também da aflição decorrente de sua investida. Não temos força nem armas suficientes em nós mesmos para entrarmos nessa batalha; mas, com a força do Eterno e revestidos com sua armadura podemos triunfar.

O texto de 1Crônicas 4.10 termina dizendo: “E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”. Deus responde as nossas orações. Ele muda a nossa sorte. Ele transforma choro em alegria, vales em mananciais, o cerco do inimigo em porta da esperança. Faça o que Jabez fez. Clame também ao Senhor e você verá que um novo tempo poderá raiar também em sua vida!



Por Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 3 de julho de 2014

PÃO DIÁRIO - 03\07\2014 - ORAÇÃO POR E-MAIL

 ORAÇÃO POR E-MAIL

Não muito tempo atrás, um amigo passou por uma cirurgia. Dois discos da sua coluna e um tendão de Aquiles rompido causavam-lhe muita dor. Após assegura-lo de que iria orar por ele, surgiu-me a idéia de enviar-lhe algo por escrito, para encorajá-lo ainda mais. Então, enviei o seguinte e-mail: " Esta foi minha oração por você  hoje: Deus vivo, agradeço-te pelo controle soberano sobre os acontecimentos da vida. Em favor do teu precioso servo, peço que dês a ele profunda paz. Oro pelos médicos ao exercerem suas habilidades médicas que o Senhor lhes conceda excelentes resultados. Que a tua mão curadora possa tocar e trazê-lo de volta à plena disposição à Tua obra. Em nome de Jesus, Amém "
O apóstolo Paulo escreveu orações para encorajar outros cristãos ( Filipenses 1:9-11 ; Colossenses 1:9-12; tessalonicenses 1:11-12 ). Ele escreveu aos efésios:
"... não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós, mas minhas orações, para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele..." ( Efésios 1:16-17 ).
Você tem amigos ou familiares que necessitam de suas orações de encorajamento neste momento? Além de informa-los que você está orando por eles, tente enviar-lhes também uma oração por escrito.    -  HDF


Leia: Efésios 1:15-23

Examine:  "... não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós, mas minhas orações...  Efésios 1:16

Considere:  Orar pelos outros é um privilégio - e uma responsabilidade.

Devocional - 03\07\2014 - Aceite a Responsabilidade


Aceite a Responsabilidade

Quanto ao mais, irmãos, adeus! Aperfeiçoai-vos (sejam plenos completos, feitos aquilo que devem ser);, consolai-vos, sede do mesmo parecer[concordantes], vivei em paz; e [então] o Deus de amor [que é a fonte da afeição, boa vontade, amor, benevolência diante dos homens] e de paz estará convosco.
2 Coríntios 13.11

Cada um de nós precisa aceitar a responsabilidade de fazer o que é certo aos olhos de Deus, estejam os outros fazendo a coisa certa ou não. Caso contrário, teremos um impasse:

 “Bem, se você nunca se desculpa, também não me desculparei.” 
 “Você não é agradável, assim, também não serei agradável.” 
 “Você não tem me elogiado durante um ano; assim também não o elogiarei mais.” 
 Essas atitudes geram relacionamentos problemáticos. Deus quer que vivamos da mesquinhez de discussões egoístas e amemos uns aos outros.


Por Joyce Meyer

O colapso da sociedade


O profeta Miquéias fez um diagnóstico da sociedade do seu tempo. Dois mil e setecentos anos se passaram e os problemas identificados naquele tempo parecem ser os mesmos. Os tempos mudaram, mas o coração do homem é o mesmo. Os mesmos problemas que levaram a nação de Judá ao colapso, ainda hoje ameaçam a nossa civilização de uma bancarrota. Que problemas são esses?

1. A exploração dos pobres pelos ricos (Mq 2.1,2)
 - Os ricos imaginavam a iniquidade no coração em seus leitos e à luz da alva o praticavam, porque o poder estava em suas mãos. Eles cobiçaram campos e os arrebatavam. Cobiçavam casas e as tomavam. Eles faziam violência aos pobres ao criarem leis e sistemas de opressão para assaltar o direito do pobre. Eles faziam as leis, manipulavam as leis, escapavam das leis, porque se colocaram acima das leis. Todo o sistema econômico agia em benefício dos poderosos. Os pobres não tinham vez nem voz. Eles viviam oprimidos, amordaçados, perdendo seus bens, suas famílias e até mesmo sua liberdade.

2. A corrupção dos políticos inescrupulosos (Mq 3.1-3) 
- A classe política de Judá havia se corrompido a tal ponto de Miquéias chamá-los de canibais. Eles comiam a carne do povo, arrancavam a pele e esmiuçavam os ossos. Eles aborreciam o bem e amavam o mal. Em vez dessa liderança política conhecer e exercer o juízo agia de forma draconiana oprimindo o povo, cobrando impostos abusivos para ostentar seu luxo nababesco. Quando o injusto governa o povo geme. Quando a injustiça prevelece, a nação se desespera.

3. A injustiça clamorosa do poder judiciário (Mq 3.11) 
- Não apenas a classe política havia naufragado no mar profundo do lucro imoral, mas também, o poder judiciário que deveria fiscalizar com justiça os atos do governo também havia se capitulado à sedução da riqueza ilícita. Miquéias diz que eles davam as sentenças por suborno. Eles não julgavam conforme a justiça nem pelo critério da verdade. Os pobres não tinham chance de defender sua causa, porque os juízes eram subornados e as sentenças eram compradas.

4. A decadência generalizada da família (Mq 7.6) 
- A decadência da sociedade de Judá procedia do palácio, passava pelo poder judiciário e descia à estrutura familiar. As famílias não eram mais redutos de reserva moral, mas campos de guerra. O conflito havia se instalado dentro da própria família. Os filhos desprezavam os pais, as filhas se levantavam contra as mães, as noras se levantavam contra as sogras, e os inimigos do homem eram os da sua própria casa. A família em vez de ser uma contra cultura numa sociedade decadente, era o espelho dessa sociedade. O mal que estava destruíndo a nação estava instalado no núcleo mais íntimo da nação, a família.

5. A apostasia galopante da religião (Mq 3.11) 
- A religião judaica devia ser como um facho de luz no meio da escuridão da idolatria pagã. Os judeus tinham a Palavra de Deus. Eles eram o povo da aliança. Eles foram escolhidos por Deus para ser luz para as nações. Mas, em vez do povo de Deus influenciar o mundo, foi o mundo que influenciou o povo de Deus. A religião deles tornou-se contaminada pelo fermento do lucro. Seus sacerdotes ensinavam por interesse, os seus profetas adivinhavam por dinheiro. O amor do dinheiro e a ganância pelo lucro fácil corrompeu-lhes a alma e fê-los cair nas teias insidiosas da apostasia.

Esse não é apenas o diagnóstico de uma sociedade remota, esse é o retrato da sociedade brasileira. Não podemos nos calar. Não podemos nos conformar. É tempo de nos levantarmos e agirmos!


Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 2 de julho de 2014

PÃO DIÁRIO - 02\07\2014 - O GRANDE RETORNO

 O GRANDE RETORNO

Chad Pennington é um ex-jogador de futebol americano que sofreu muitas lesões ameaçadoras à sua carreira. Duas vezes suas lesões o fizeram enfrentar cirurgias, meses de fisioterapia e semanas de treino para voltar aos campos. Entretanto, ambas as vezes, ele não apenas voltou a jogar, mas sobressaiu-se tanto que naquele ano foi nomeado o “jogador que retornou” na Liga Nacional de Futebol. Para Pennington, seus esforços eram uma expressão de sua determinação a voltar ao futebol.

Espiritualmente, quando o pecado e o fracasso rompem nosso relacionamento com Deus e colocam nosso serviço em plano secundário, a determinação por si só não é o que nos restaura à retidão com Deus e utilidade em Seu Reino. Quando somos jogados para escanteio devido ao pecado, o caminho para o retorno é a confissão. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça (1 João 1:9).
Dependemos por completo daquele que se entregou por nós para que sejamos capazes de nos recuperarmos de nossos fracassos espirituais. E isso nos dá esperança. Cristo, que morreu por nós, nos ama com amor eterno e responderá com graça quando confessarmos nossas falhas a Ele. Por meio da confissão encontramos Sua graciosa restauração — o maior de todos os retornos.

— WEC


Leia: 1 João 1 


Examine:  Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. —1 João 1:9


Considere: A confissão é o caminho que leva à restauração.


Devocional - 02\07\2014 - Comece Alguma Coisa


Comece Alguma Coisa

O [seu] amor seja sem hipocrisia (algo real). Detestai o mal [detestando toda a impiedade, afastando-se horrorizado de toda perversidade], apegando-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal [como membros da mesma família], preferindo-vos em honra uns aos outros. No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor;
Romanos 12.9-11

 Se começarmos a ter uma boa atitude, isso se espalhará e contagiará a todos. Não seria maravilhoso se pudéssemos espalhar um vírus bom? 
 Imagine os comentários: “Você ouviu? Algo maravilhoso está acontecendo. Já pegou você? Está correndo velozmente por todo o lugar. Aonde você vai as pessoas têm uma nova atitude”! 
 Vamos começar algo hoje! Vamos decidir pensar como Cristo. Vamos decidir amar todos que encontrarmos hoje e a decodificar a Palavra para que todos a entendam.


Por Joyce Meyer

Revestimento de poder


O Senhor Jesus antes de retornar ao céu, prometeu enviar o Espírito Santo para estar para sempre com a igreja e antes de enviar a igreja ao mundo, prometeu a ela o revestimento de poder. Quero destacar quatro pontos importantes sobre esse magno assunto.

1. O revestimento de poder do Espírito deve ser um desejo contínuo da igreja (Lc 24.49). 
Jesus disse para os seus discípulos: “Permanecei na cidade até que do alto sejais revestidos de poder”. A igreja deveria aguardar o derramamento do Espírito antes de espalhar-se pelo mundo levando a mensagem da salvação. A capacitação precede a ação. Sair para fazer a obra na força do braço humano é laborar em erro e obter magros resultados. Fazer a obra de Deus confiados em nossos próprios recursos desembocará em grande fiasco. Os discípulos aguardaram no Cenáculo, em perseverante oração, durante dez dias, ao cabo dos quais foram cheios do Espírito Santo. Então, a pregação tornou-se poderosa e eficaz, os corações foram compungidos e cerca de três mil pessoas foram agregadas à igreja.

2. O revestimento de poder do Espírito deve ser a busca mais intensa da igreja (Lc 24.49). 
A igreja não é aconselhada a esperar aplausos do mundo nem reconhecimento dos homens. A igreja não é exortada a buscar riqueza nem prosperidade financeira. A igreja não é aconselhada a fazer campanhas de curas nem correr atrás de milagres. A igreja não é chamada a buscar os holofotes da fama nem se embriagar com o glamour do sucesso, mas é exortada a permanecer em fervente oração pela busca do revestimento do Espírito Santo. O poder do Espírito não pode ser produzido pelo esforço humano. O fogo do Espírito não pode ser fabricado pela imaginação humana. A obra do Espírito não pode ser substituída pela engenhosidade humana. Os métodos pragmáticos e até mágicos usados pelo homem podem atrair as multidões, mas não converter seus corações. Pode causar rebuliço e impacto nos expectadores, mas não festa no céu. Pode encher templos na terra, mas não povoar a Cidade Santa. Precisamos do poder que vem do alto e não do poder fabricado na terra.

3. O revestimento de poder do Espírito Santo deve ser buscado com perseverança (Lc 24.49).
 Jesus foi enfático, quando disse que os discípulos deveriam permanecer na cidade até que fossem revestidos de poder. Jesus não determinou o dia nem a hora em que o derramamento do Espírito viria sobre eles. Eles deveriam perseverar em oração até que os céus se fendessem. Eles oraram com vibrante expectativa. Eles oraram com robusta confiança. Eles oraram com sólida convicção. Eles oraram com imperturbável perseverança. Eles não desistiram no meio do caminho. Eles não retrocedem depois de uma semana de busca. Eles entenderam que enquanto a promessa não fosse cumprida, a espera pelo poder não poderia cessar. Precisamos encher nosso peito de esperança. Precisamos alimentar nossa alma com o doce  néctar das promessas divinas. Sua Palavra é a verdade. Suas promessas sãofiéis e verdadeiras e ele vela pela sua Palavra em a cumprir.

4. O revestimento de poder do Espírito capacita a igreja a fazer a obra de Deus (At 1.8). 
Jesus disse: “Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia, Samaria e até aos confins da terra”. A igreja precisa de poder para tirar os olhos da especulação teológica para o campo da ação missionária. Os discípulos estavam preocupados com datas escatológicas, mas Jesus corrige o foco deles, abrindo-lhes a agenda missionária. A igreja precisa de poder para perdoar. Para alcançar os odiados samaritanos era preciso derrubar primeiro a barreira do preconceito e do ódio racial. O  poder do Espírito derruba as barreiras no coração do obreiro e o evangelho derruba as paredes da inimizade entre as nações. A igreja precisa de poder  para testemunharo evangelho até aos confins da terra. Precisamos sair do nosso conforto, da nossa zona de segurança e levar a Palavra de Deus à nossa família, à nossa  cidade, aos recantos da nossa Pátria e até às mais remotas regiões do mundo. Você já é um crenterevestido com o poder do Espírito Santo? Está pronto a testemunhar o evangelho com outras pessoas?



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 1 de julho de 2014

PÃO DIÁRIO - 01\07\2014 - QUEM É ESTE HOMEM?

QUEM É ESTE HOMEM?

Quando a atleta Kelly Steinhaus visitou o campus da Universidade de Harvard, nos EUA, para perguntar aos estudantes universitários o que eles pensavam sobre Jesus, as respostas foram respeitosas. Um disse que Ele era “alguém que cuidava de pessoas”. Outro disse: “Ele parece ser um cara legal.” Outros o rejeitaram abertamente: “Ele era apenas uma pessoa. Não acho que Ele era o Salvador.” E “Não aceito qualquer sistema de fé que diz: ‘Eu sou o único caminho para Deus.’” Algumas pessoas refletem e questionam sobre quem Jesus é e algumas o rejeitam.
Quando Jesus enfrentou a morte, dois mil anos atrás, muitas pessoas zombaram da ideia de Ele ser alguém especial. “Por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: Este é Jesus, o rei dos judeus” (Mateus 27:37). Aqueles que disseram: “Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo…” (v.40) duvidavam do Seu poder. As pessoas religiosas ainda disseram: “Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se…” (v.42).
Em Sua morte, Jesus pode ter parecido impotente. Mas, quando lemos a história toda, vemos que Ele deu Sua vida de boa vontade. Ao irromper do túmulo, Ele provou ser o Filho de Deus e ilimitado em poder. Perceba o valor da Sua morte e contemple o poder da Sua ressurreição. Ele é o Salvador do mundo!
—JDB

Leia: Mateus 27:32-44 

Examine: …[Jesus Cristo] foi designado Filho de Deus […] pela ressurreição dos mortos… — Romanos 1:3,4

Considere: A ressurreição de Jesus significou a morte da morte.

Devocional - 01\07\2014 - Comece Algo Bom



Comece Algo Bom

Porque haverá sementeira de paz; a vide dará o seu fruto, a terra, a sua novidade, e os céus, o seu orvalho; e farei que o resto deste povo herde tudo isto.
Zacarias 8.12


Comece algo bom na vida de alguém hoje. Semeie fé para a cura, semeie esperança para a restauração. Um elogio sincero pode semear confiança em alguém que está precisando de encorajamento. Seu perdão por uma ofensa pode levar uma semente para que o milagre ocorra nesta situação. 
 Olhe para a necessidade de outra pessoa ou dê uma oferta especial para começar algo positivo no nome do Senhor. Lembre-se: Deus não quer que você semeie nada que Ele mesmo não tenha lhe dado a graça para dar. Desfrute a colheita abundante que retorna à sua própria vida quando você semeia na vida de outros.


Por Joyce Meyer

Fomos criados para as boas obras



A fé e as obras caminham juntas. Somos salvos pela fé, para as obras. Não somos salvos pelas obras nem pela fé mais as obras. Não cooperamos com Deus na nossa salvação. Recebemo-la gratuitamente. Somos salvos por Cristo mediante a fé para a prática das boas obras. As obras não são a causa da nossa salvação, mas a evidência dela. A fé é a causa instrumental da nossa salvação e; as obras, o resultado visível dela.

Há dois perigos quanto a este assunto. O primeiro deles é a prática das boas obras em substituição à fé em Cristo. Muitas pessoas tentam comprar a salvação com suas obras. Pensam que podem chegar a Deus pelo mérito de suas obras. Isso é um engano. A Bíblia é clara e peremptória em afirmar que pelas obras da lei ninguém pode ser justificado diante de Deus. Essa tola pretensão, além do mais, anularia por completo o perfeito, cabal e substitutivo sacrifício de Cristo na cruz. O segundo perigo é imaginar que a fé pode ser legítima sem obras. A Bíblia diz que a fé sem as obras é morta. Fomos criados em Cristo para as boas obras. Cristo morreu na cruz para formar um povo zeloso de boas obras. Somos justificados diante de Deus pela fé, mas demonstramos esse fato diante dos homens pelas obras.

Destacamos, portanto, quatro pontos importantes, para a nossa reflexão.

Quando praticamos boas obras refletimos a imagem do nosso Deus – Deus é gracioso e bom para com todos. Ele envia sua chuva e seu sol para os bons e maus. Toda a terra está cheia da sua bondade. De igual forma, devemos fazer o bem a todos. Não podemos fazer acepção de pessoas. Devemos ser generosos para com todos, inclusive abençoando e orando pelos nossos próprios inimigos.

Quando praticamos boas obras demonstramos que fazemos parte da família de Deus – Se Cristo morreu para formar um povo zeloso de boas obras, então, quando praticamos essas boas obras demonstramos que, de fato, pertencemos a esse povo. A Bíblia diz que não podemos amar a Deus sem amar o próximo. O nosso amor não deve ser apenas de palavras, mas traduzido em obras. Amor não é sentimento, é ação. Quem ama dá, distribui, reparte. Deus amou o mundo e deu o seu Filho Unigênito. O amor se evidencia pelas obras e não apenas pelas palavras. Não somos apenas o que falamos, mas, sobretudo, o que fazemos. Demonstramos que fazemos parte da família de Deus quando temos o coração aberto e as mãos abertas para as boas obras.

Quando praticamos boas obras demonstramos obediência a Deus – A nossa luz deve brilhar diante dos homens para que eles vejam as nossas boas obras e glorifiquem ao nosso Pai que está nos céus. O apóstolo Paulo, o maior teólogo, evangelista e missionário da igreja primitiva se empenhou em levar o evangelho aos confins da terra sem esquecer-se dos pobres. Paulo nunca separou evangelização da prática das boas obras. Evangelização e ação social caminham juntas, pois Deus ama o homem integral, ou seja, corpo e alma. A evangelização sem a ação social produziu a teologia pietista que se importava com a alma e não com o corpo. A ação social sem a evangelização desembocou na teologia da libertação, que se importa com o corpo e não com a alma. Ambas as posições estão em desacordo com a Palavra de Deus. Na verdade, não devemos separar o que Deus uniu.

Quando praticamos boas obras demonstramos amor ao próximo e gratidão a Deus – O amor apenas de palavras é uma caricatura barata do verdadeiro amor. Somente evidenciamos amor ao próximo, quando o socorremos em suas aflições e quando lhe estendemos a mão em suas necessidades. Nossa motivação mais sublime, porém, em viver uma vida zelosa na prática das boas obras é demonstrar nossa gratidão a Deus pela sua generosa graça e sua gratuita salvação. Não praticamos boas obras para exaltar a nós mesmos, mas para glorificar a Deus. A exaltação e a glorificação do nome de Deus deve ser o vetor principal a reger nossa vida agora e eternamente.



Rev. Hernandes Dias Lopes

Versículo do dia

       Versículo do dia ¹⁰ Quando, pois, tiveres comido, e fores farto, louvarás ao Senhor teu Deus pela boa terra que te deu.  Deuteronômio...