quinta-feira, 5 de março de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


²² E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres 

Lucas 18:22

Rachel Novaes e Fernandinho - Mil Motivos (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 06/03/2026 - Mais do que espera

Mais do que espera


Um pouco, e não mais me vereis; outra vez um pouco, e ver-me-eis. —João 16:16


Não sei como funciona onde você vive, mas quando preciso de algum reparo em minha casa, as empresas dizem algo como: “O técnico estará aí entre uma e cinco da tarde.” Como não sei quando ele chegará, tudo que posso fazer é esperar.
Jesus disse a Seus seguidores que logo os deixaria e que eles precisariam aguardar Seu retorno “um pouco” (João 16:16). Depois de Sua ressurreição, eles o viram novamente e esperaram que o Senhor estabelecesse Seu reino na terra naquela ocasião. Mas Ele lhes disse: “…Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade” (Atos 1:7). Teriam que esperar ainda mais.
Mas eles teriam que fazer mais do que esperar. Jesus disse a Seus seguidores que eles seriam “…[Suas] testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (v.8). E o Senhor deu a eles o Espírito Santo para capacitá-los nesta tarefa.
Ainda esperamos pelo retorno de Jesus. Enquanto isso, é nosso prazer, no poder do Espírito Santo, contar e mostrar a outros quem Ele é, o que Ele fez por todos nós por meio de Sua morte e ressurreição, e que Ele prometeu voltar.
— Anne Cetas

Leia: Atos 1:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Salmo 119:1-88;1 Coríntios 7:20-40

Considere: Espere e testemunhe até Jesus voltar.

Cuidado com o vinho, ele pode arruinar sua vida!

 




A palavra de Deus faz solenes advertências sobre o perigo da embriaguez. Sendo o álcool um dos maiores problemas da família brasileira, cumpre-nos entendermos o que a Bíblia diz sobre o assunto. Destacaremos, aqui quatro pontos:

Em primeiro lugar, quando o vinho é uma ameaça (Pv 23.29,30). A bebida alcoólica tem sido o maior ladrão de cérebros do mundo. Está por trás da maioria dos crimes passionais e dos acidentes automotivos. Os cemitérios estão cheios de suas vítimas e as cadeiras lotadas de seus protagonistas. Aqueles que se entregam à bebedeira render-se-ão aos lamentos. Serão provocadores de rixas e intrigas. Passarão a vida bebendo e se queixando dos males que eles mesmos provocaram. Aquele que se demora em beber vinho e busca bebida misturada labora contra si mesmo, cava sua própria cova e pavimenta o caminho de sua própria destruição. O alcoolista não apenas atenta contra sua própria vida, mas, também, transtorna sua própria família. Torna-se motivo de opróbrio para o cônjuge e vergonha para os filhos.

Em segundo lugar, quando a sedução do vinho é um laço (Pv 23.31,32). O vinho é uma bebida apreciada no mundo inteiro desde os tempos mais remotos. Jesus transformou água em vinho numa festa de casamento, inaugurando os seus milagres. Era símbolo da alegria e um importante alimento. Era usado como remédio e não faltava à mesa das pessoas ricas ou pobres. O vinho, porém, tem seus perigos e ameaças. O vinho tem um forte poder de sedução. Tem cheiro e sabor. Resplandece no copo e escoa suavemente. Aqueles que desprezam seu poder de sedução e domínio e perdem a sobriedade, são picados por uma víbora venenosa. A cobra é um animal sutil. Não rosna como um cão bravo nem urra como um leão esfaimado. A cobra espreita. Arma o bote e ataca repentina e implacavelmente. Seu bote é certeiro. Sua mordida é venenosa. Sua picada é mortal. Ninguém se inicia na bebida como um ébrio. Alguns, porém, flertam com a bebida e ficam presos em seus laços. Em vez de terem domínio próprio, são dominados pelo vinho. Tornam-se dependentes e adictos. Não conseguem beber com equilíbrio. Não sabem beber com moderação. São escravos da bebida. São dominados pela sedução do álcool. O resultado dessa escravidão é a dor, o sofrimento e a morte. A mordida dessa cobra e a picada desse basilisco pode ser fatal. Fuja do álcool enquanto é tempo!

Em terceiro lugar, quando os efeitos do vinho são desastrosos (Pv. 23.33). O vinho em excesso provoca alucinação. O álcool tem o poder de tirar a sobriedade. A embriaguez rouba o cérebro do homem, embaralha sua visão, entorpece seu entendimento e diminui seus reflexos. Um homem bêbado vê coisas esquisitas e fala coisas perversas. Seus olhos e sua boca são arrebatados pela loucura. Seus sentidos são alterados. Dentre os muitos efeitos do álcool, o texto em apreço destaca dois. O primeiro deles é que uma pessoa bêbada não consegue ver as coisas como elas são. Sua avaliação da realidade é completamente alterada. Sua percepção das coisas é embotada. Seu discernimento fica manco. Seus reflexos ficam lentos. Sua análise dos fatos completamente deficiente. O segundo efeito do álcool é que o coração do ébrio fala coisas perversas. Uma pessoa bêbada desanda a boca para falar impropérios e blasfêmias. O álcool não é prejudicial apenas a saúde; é letal ao bom nome, é nocivo à honra, é desastroso à família e à sociedade.

Em quarto lugar, quando o bebedor de vinho chega ao fundo do poço (Pv 23.34,35). O beberrão começa sua triste jornada olhando para o copo, sendo atraído pelo brilho do vinho e pela sedução de seu cheiro e termina sua inglória caminhada sendo jogado de um lado para o outro, ao sabor das ondas revoltas do mar da vida. Deitar-se no meio do mar é viver como um náufrago, sem chão, sem terra para pisar, sem casa para voltar. Deitar-se no alto do mastro fala de uma solidão avassaladora, de um isolamento cruel, de um auto-banimento amargo. Quando esse homem se levanta da tormenta e da solidão, seu corpo está cheio de hematomas e feridas. Foi espancado, mas nem sabe quem o agrediu. Ele tornou-se saco de pancada. Cair de porta em porta, perambular de boteco em boteco, chegar em casa com cheiro de álcool, ferido no corpo e na alma nem mais lhe provoca dor. Foi surrado e voltará a ser, porque já perdeu o pudor e a sensibilidade. Quando despertar do torpor do álcool, sabe o que ele fará? Voltará a beber! É um adicto. É um dependente! É um escravo do vício! Foi picado pela cobra venenosa do álcool. A não ser que seja liberto pela força divina, não conseguirá sair por si mesmo dessa masmorra cruel. Cuidado com o vinho!



Pr. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 4 de março de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


¹⁰ Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos  

Efésios 2:10

Adhemar de Campos , Paulo César Baruk - Amigo de Deus (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 05/03/2026 - Pequena ilha

 

Pequena ilha


…não difamem a ninguém; […] sejam […] cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens. —Tito 3:2


Singapura é uma pequena ilha. É tão pequena que dificilmente consegue-se identificá-la no mapa-múndi. (Tente, se você ainda não sabe onde Singapura fica). Por ser densamente habitada, o respeito mútuo é muito importante. Um homem escreveu à sua noiva que estava indo a Singapura pela primeira vez: “O espaço é limitado. Portanto… você precisa sempre ter consciência do espaço ao seu redor. Você deve sempre se afastar para garantir que não está bloqueando alguém. A chave é ser atencioso.”
O apóstolo Paulo escreveu a Tito, um jovem pastor: “Lembra-lhes que […] sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra, não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando provas de toda cortesia, para com todos os homens” (Tito 3:1,2). Já foi dito: “nossas vidas podem ser a única Bíblia que algumas pessoas leem.” O mundo sabe que os cristãos devem ser diferentes. Se somos briguentos, egoístas e rudes, o que os outros pensarão sobre Cristo e o evangelho que compartilhamos?
Ser atencioso é um bom lema pelo qual viver e é possível ao dependermos do Senhor. E é uma forma de sermos modelos de Cristo e demonstrarmos ao mundo que Jesus salva e transforma vidas.
— Poh Fang Chia


Leia: Tito 3:1-7

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 3-5 1 Timóteo 4

Considere: Seu testemunho é tão forte quanto seu caráter.

NÃO MURMURE, AGRADEÇA!

 



“Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef 5.20)

A vida é uma combinação de alegrias e tristezas, sorrisos e choro, saúde e enfermidade, avanços e recuos. As circunstâncias não podem ditar nossas emoções. As pessoas não devem roubar nossa alegria. As coisas não são o eixo da nossa felicidade. No texto em tela, o apóstolo ensina algumas verdades sublimes:

Em primeiro lugar, dar graças é uma ordenança divina e não uma opção humana. Aqueles que são cheios do Espírito (Ef 5.18) têm no coração gratidão e nos lábios ações de graça. Se a ingratidão é um gesto inadequado para um cristão, as ações de graças são a sua marca. Devemos ser gratos a Deus pelo dom da vida, pelo privilégio de termos uma família, pela bênção de termos amigos, pela honra de fazermos parte da família de Deus. É impossível olhar ao nosso redor e não ver motivos sobejos e eloquentes para alcançarmos aos céus nosso tributo de louvor e nossas efusivas ações de graças.

Em segundo lugar, dar graças é uma atitude que inclui tanto a face sorridente de Deus como suas providências carrancudas. Devemos dar graças por tudo e não apenas pelas coisas boas. É claro que não devemos dar graças a Deus pelo mal moral. Uma esposa não deve agradecer o fato do marido chegar em casa bêbado nem o marido deve agradecer o fato de sua mulher lhe ter traído. Os pais não devem agradecer pelo fato de um filho ter caído no cipoal das drogas nem uma família dar graças por uma riqueza adquirida de forma ilícita. Porém, devemos dar graças pelos dias de sol e também pelos dias de tempestade. Devemos dar graças pela abundância bem como pela escassez. Devemos dar graças pela saúde e também quando a enfermidade chega. Devemos dar graças pelos montes cujos picos beijam as nuvens e também pelos vales mais profundos cobertos de escuridão.

Em terceiro lugar, dar graças é uma atitude constante e não apenas em ocasiões esporádicas. A Escritura nos ensina a dar graças sempre. Isso significa que essa atitude não deva ser esporádica. Devemos cultivar esse santo hábito de agradecer. Mesmo quando nós não entendemos todos os detalhes daquilo que nos atinge, devemos dar graças, pois Deus está no controle e todas as coisas cooperam para o nosso bem. Mesmo que sejamos golpeados pela dor como foi o patriarca Jó, podemos dizer que Deus tudo pode e nenhum dos seus planos pode ser frustrado.

Em quarto lugar, dar graças deve ser um tributo de louvor endereçado ao único Deus vivo, fonte de todo o bem. O apóstolo Paulo é enfático em dizer que devemos dar graças a Deus. Ele é a origem de todas as bênçãos. Dele procede toda boa dádiva. De suas mãos dadivosas emanam todos os tesouros de sua bondade. É do céu que jorra para nós os motivos que nos levam às ações de graças. Não agradecemos a nós mesmos nem aos deuses fabricados pela engenhosidade do enganoso coração humano, mas agradecemos a Deus, nosso criador, provedor, protetor e redentor.

Em quinto lugar, dar graças a Deus deve ser em nome Jesus, o único mediador das bênçãos que nos alcançam. É em nome de Jesus que devemos levantar nossa voz para agradecer. É em nome de Jesus que devemos expressar a Deus nosso preito de louvor. É em nome de Jesus que ousamos entrar na sala do trono, tendo livre acesso à graça, para adorarmos a Deus por quem ele é e darmos graças pelo que ele tem feito em nós, por nós e através de nós.

Hoje, conclamo você a abandonar a murmuração e voltar-se para Deus com o coração repleto de gratidão e com os lábios cheios de louvor!



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 3 de março de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ¹¹ Mas eu vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó 

Mateus 8:11

Trazendo a Arca, Eli Soares - Lembra Senhor (20 Anos)


 

PÃO DIÁRIO - 04/03/2026 - Limpeza interior

 Limpeza interior


Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração… —Salmo 139:23

Até hoje consigo ouvir minha mãe me mandando limpar meu quarto. Em obediência, eu entrava nele para iniciar o processo, mas simplesmente me distraía lendo o gibi que deveria empilhar com os outros. Mas em pouco tempo, a distração era interrompida pelo aviso de minha mãe de que ela chegaria em cinco minutos para inspecionar o aposento. Incapaz de limpá-lo bem naquele espaço de tempo, eu escondia no guarda-roupa tudo o que não sabia que destino dar; arrumava a cama e então aguardava ela entrar — esperando que não olhasse lá dentro.
Isto me lembra do que muitos de nós fazemos com nossas vidas. Limpamos o exterior esperando que ninguém olhe o nosso interior, onde escondemos nossos pecados pela racionalização e justificativas, além de culpar outros por nossas falhas.
O problema é que enquanto parecemos bons exteriormente, permanecemos bem cientes da bagunça interior. O salmista nos encoraja a nos submetermos à inspeção de limpeza de Deus: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:23,24). Vamos convidá-lo a inspecionar e limpar cada canto de nossas vidas.
— Joe Stowell


Leia: Salmo 139:13-24

Examine: A Bíblia em um ano: Jeremias 1-2 1 Timóteo 3

Considere: Podemos confessar nossos erros justamente por não poder escondê-los de Deus.

COMO SERÁ O CORPO DA RESSURREIÇÃO?

 



“Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita-se na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória” (1Co 15.42)

 ​Os gregos acreditavam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo. Os filósofos epicureus, por sua vez, acreditavam que a morte tinha a última palavra e punha fim à carreira humana. A igreja de Corinto, influenciada pela cultura grega, estava vivendo uma crise de fé, pensando que os mortos em Cristo não tinham esperança de ressurreição. Para esclarecer esse ponto, Paulo escreveu este robusto capítulo 15, mostrando que a ressurreição de Cristo é um fato incontroverso (15.1-11), uma verdade essencial da fé cristã (15.12-19) e possui uma ordem lógica: Cristo como primícias dos que dormem e os que são de Cristo na sua vinda (15.20-34). Os mortos em Cristo ressuscitarão com um corpo de glória (15.35-49) e esse auspicioso acontecimento dar-se-á na segunda vinda de Cristo (15.50-58).

​Vamos tratar aqui da natureza da ressurreição. Uma pergunta foi feita naquela época e ainda é feita hoje: “Como ressuscitam os mortos? Em que corpo vêm?” (15.35). Para responder a essa pergunta, Paulo usa três figuras: a figura da semente (15.36-38), a figura da carne (15.39) e a figura dos astros (15.40,41). Limitar-nos-emos à figura da semente. O corpo é como uma semente, que ao morrer e ser sepultado, é semeado no ventre da terra, mas ao ressurgir, embora mantenha a mesma identidade, será um corpo totalmente novo. Ao mesmo tempo que há continuidade, há, também, descontinuidade. Vejamos:

​Em primeiro lugar, semeia-se na corrupção, ressuscita-se na incorrupção (15.42). Nosso corpo hoje nasce, cresce, envelhece e morre. O tempo vai esculpindo em nosso corpo rugas indisfarçáveis. Ficamos cansados, doentes, caquéticos. Nosso corpo está sujeito à fraquezas e doenças. É surrado pelas intempéries do tempo e pela ação das enfermidades. Mas, o corpo da ressurreição não terá corrupção, ou seja, jamais ficará cansado, enfermo ou senil. Será um corpo perfeito, sem defeito, com absoluto vigor.

​Em segundo lugar, semeia-se em desonra, ressuscita-se em glória (15.42). Nosso corpo hoje é escravizado por pecados, vícios e mazelas de toda sorte. Sofre o golpe da nossa insensatez e recebe a paga do nosso pecado. Nosso corpo fica desfigurado pela iniquidade, abatido pela doença e sem qualquer beleza ou fulgor por causa do peso dos anos que nos esmaga. Porém, o corpo da ressurreição brilhará como as estrelas no firmamento. Jamais ficará envelhecido ou cansado. Será um corpo semelhante ao corpo da glória do Senhor Jesus (Fp 3.21).

​Em terceiro lugar, semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder (15.43). Nosso corpo tem muitas fraquezas. Temos limitações intransponíveis. À medida que os anos passam, nosso corpo vai ficando débil, enrugado e impotente. Nossos olhos ficam embaçados, nossas mãos descaídas e nossos joelhos trôpegos. Todavia, o corpo da ressurreição será um corpo poderoso. Não terá limitações. Quando Jesus ressuscitou e recebeu um corpo de glória, ele entrava numa casa fechada sem precisar abrir a porta. Ele saía de Jerusalém e aparecia na Galileia sem precisar percorrer essa longa distância. Ele foi assunto aos céus entre nuvens. Assim será o corpo que recebemos na ressurreição, um corpo poderoso!

​Em quarto lugar, semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual (15.44). O nosso corpo foi feito do pó, é pó e voltará ao pó. Nosso corpo é terreno e não pode sobreviver senão nesse ambiente. Porém, o corpo da ressurreição será um corpo espiritual e celestial, completamente governado pelo nosso espírito glorificado. Então, habitaremos os novos céus e a nova terra. Reinaremos com Cristo e o serviremos pelo desdobrar da eternidade. Assim como no corpo terreno trazemos a imagem do primeiro Adão, em nosso corpo espiritual traremos a imagem de Jesus, o segundo Adão, a imagem do celestial. Oh, quão belo, quão perfeito e quão glorioso será o nosso corpo!



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 2 de março de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


²⁸ Porque o reino é do Senhor, e ele domina entre as nações. 

Salmos 22:28



Sarah Beatriz – O Poder do Teu Amor (The Power Of Your Love) - Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 03/03/2026 - Alguém que entende

 

Alguém que entende


…o Senhor esquadrinha todos os corações e penetra todos os desígnios do pensamento… —1 Crônicas 28:9

O marido da minha amiga estava nos últimos estágios de demência. Em seu primeiro contato com a enfermeira que foi encarregada de cuidar dele, ele esticou o braço e a fez parar o que estava fazendo. Disse que queria apresentá-la ao seu melhor amigo — alguém que o amava profundamente.
Como não havia mais ninguém no corredor, a enfermeira pensou que ele estivesse delirando. Mas no fim das contas, meu amigo estava lhe falando de Jesus. Ela ficou profundamente emocionada, mas precisava apressar-se para cuidar de outro paciente. Ao retornar, a escuridão tinha tomado conta novamente e o homem já não estava mais lúcido.
Apesar deste homem ter caído nas profundezas da demência, ele sabia que o Senhor era seu melhor Amigo. Deus habita na insondável profundeza que é nossa alma. Ele pode trespassar a mente mais obscura e nos dar garantia de Seu cuidado gentil e amoroso. Realmente, a escuridão não nos esconderá dele (Salmo 139:12).
Não sabemos o que o futuro reserva para nós ou para aqueles que amamos. Nós também, conforme envelhecemos, podemos cair na escuridão da doença mental, Alzheimer ou demência. Mas mesmo lá, a mão do Senhor nos guiará e Sua destra nos manterá firmes (v.10). Não podemos escapar de Seu amor e cuidado pessoal.
— david h. roper

Leia: Salmo 139:7-12

Examine: A Bíblia em um ano: Isaías 65-66 1 Timóteo 2

Considere: Jesus me ama. Disto eu sei.

NÓS SOMOS UM CORPO, O CORPO DE CRISTO


Resultado de imagem para NÓS SOMOS UM CORPO, O CORPO DE CRISTO


“Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” (1Co 12.27).



​O apóstolo Paulo, em sua primeira carta aos coríntios, evoca uma das principais figuras da igreja para ensinar que não devemos lutar uns contra os outros, mas devemos servir uns aos outros. Somos um corpo com diferentes membros e cada membro trabalha para servir ao corpo. Três verdades são destacadas pelo veterano apóstolo:

​Em primeiro lugar, a unidade do corpo (1Co 12.12,13). A igreja é o corpo de Cristo. Só existe uma igreja, um corpo, um rebanho, uma noiva. Todos aqueles que foram predestinados, chamados, justificados e glorificados fazem parte desse corpo. Exatamente quando cremos em Cristo, somos batizados pelo Espírito nesse corpo. Passamos, então, a fazer parte da família de Deus. Tornamo-nos membros da igreja do Deus vivo. Tornamo-nos filhos de Deus e ovelhas do seu pastoreio. Somos introduzidos nesse corpo místico e dele jamais seremos desligados. A igreja visível possui muitas denominações, com várias peculiaridades distintas. Temos diferenças de sistema de governo. Temos formas diferentes de administrar os sacramentos. Temos formas diferentes de interpretarmos determinadas passagens das Escrituras. Mas, se cremos na Trindade. Se cremos que Jesus é o nosso único Salvador e Senhor. Se temos as Escrituras como nossa única regra de fé e prática. Se cremos na salvação pela graça mediante a fé. Se cremos que Jesus voltará em glória para julgar os vivos e os mortos, então, fazemos parte da verdadeira igreja, da única igreja, do corpo de Cristo. Não importa a cor da nossa pele, a nossa condição social ou mesmo a nossa denominação. Se estamos em Cristo, somos um.

​Em segundo lugar, a diversidade dos membros do corpo (1Co 12.14-23). O corpo é um só, mas possui muitos membros. Os membros são diversos, mas todos pertencem ao mesmo corpo. É Deus quem dispôs os membros no corpo como lhe aprouve. Por isso, no corpo não pode existir competição. Não há espaço no corpo para complexo de superioridade. Os olhos não podem dizer às mãos: Não preciso de vocês. Também, no corpo não pode existir complexo de inferioridade. Os pés não podem dizer aos olhos: Por que não sou olho, pé eu não quero ser. Cada membro tem sua função no corpo e deve desempenhá-la para a edificação do corpo. É impensável um membro do corpo atacar outro. Seria evidência de insanidade um membro do corpo deixar de servir a outro membro ou mesmo feri-lo. A diversidade dos membros não é uma negação da unidade corpo, mas uma prova incontestável de sua funcionalidade e beleza.

​Em terceiro lugar, a mutualidade no corpo (1Co 12.24-31). Os membros estão no corpo não para competirem uns com os outros, mas para servirem uns aos outros. Cada um é colocado por Deus para uma atividade peculiar. Deixar de cumprir o seu papel é prejudicar todo o corpo. Nenhum membro do corpo é autossuficiente. Precisamos servir uns aos outros. Precisamos suprir as necessidades uns dos outros. Nenhum crente possui todos os dons espirituais. O que nos falta é suprido por outro membro do corpo e o que falta ao outro membro do corpo, deve ser suprido por nós. Essa mutualidade traz comunhão na igreja na terra e promove a glória de Deus no céu. Esse cuidado recíproco no corpo e esse amor prático na igreja demonstra ao mundo a eficácia do evangelho. O amor, desta forma, é a apologética final, a prova mais eloquente de que somos discípulos de Jesus. Agindo assim, o mundo crerá que Deus enviou Jesus. Então, haverá a salvação dos perdidos, a edificação dos salvos e a glorificação do nome de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes


 

Versículo do dia

     Versículo do dia ²² E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres  Luc...