sábado, 23 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Também guarda o teu servo dos pecados intencionais; que eles não me dominem! Então serei íntegro, inocente de grande transgressão.

VÍDEO DO DIA - Logos - Autor da Minha Fé

Logos - Autor da Minha Fé




PÃO DIÁRIO - 23/02/2019 - Luzes de Natal

      

Luzes de Natal

O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz. —Mateus 4:16


Todos os anos em dezembro, 13 famílias na vizinhança perto de onde moramos montam um deslumbrante espetáculo de 300 mil luzes de Natal. As pessoas dirigem quilômetros e esperam na fila por horas para ver as luzes lampejantes e coloridas e ouvir a música que é programada para acompanhar. O espetáculo de luz e som é tão elaborado que requer uma rede de 64 computadores para manter tudo sincronizado.
Quando penso nestas luzes natalinas, sou lembrado da Luz que faz do Natal uma festa para muitos — uma única Luz tão radiante que ilumina o mundo todo com verdade, justiça e amor. Esta Luz — Jesus — é tudo o que o mundo procura e anseia (Isaías 9:2,6-7). E Ele disse aos Seus seguidores para exporem a Sua luz a fim de que outros vejam Deus e o glorifiquem (Mateus 5:16).
Imagine se os cristãos se empenhassem em resplandecer e sincronizar a luz do amor de Deus tanto quanto as famílias daquela vizinhança ao iluminarem a rua com as luzes de Natal. Talvez assim, as pessoas que ainda vivem na escuridão fariam um esforço para ver esta grande Luz. Quando os cristãos trabalharem juntos para expor o amor de Deus, o evangelho brilhará mais forte e atrairá mais pessoas a Jesus, a Luz do mundo.
— Julie Ackerman Link

Leia: Mateus 5:13-16 

Examine: A Bíblia em um ano: Daniel 5-7;2 João

Considere: O nosso testemunho de Cristo é uma luz num mundo escuro.

Missões começa em casa

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John Stott, erudito expositor bíblico, disse que antes de Jesus enviar a igreja ao mundo, enviou o Espírito Santo para a igreja. A obra do Espírito e o testemunho da igreja são inseparáveis. O Espírito Santo capacitou a igreja para ser testemunha tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia, Samaria e até aos confins da terra. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, em todo o mundo. Atos 1.8 é a plataforma missionária de Jesus. É a agenda missionária da igreja. Daremos, aqui, um enfoque à obra missionária em Jerusalém, em nossa cidade, a partir da nossa própria casa. Para melhor compreensão do assunto em tela, daremos destaque a alguns pontos:

Em primeiro lugar, a capacitação precede à ação missionária. O recebimento de poder precede o testemunho. Testemunhar sem o poder do Espírito Santo é como tentar cortar lenha com o cabo do machado. Em vão é o esforço humano sem o revestimento do Espírito. A igreja não foi autorizada a começar o seu esforço missionário senão depois do revestimento de poder vindo do alto. Hoje, temos muito esforço e pouco resultado. Muito trabalho e poucos frutos. Muitas palavras e pouca manifestação de poder. Pregamos aos ouvidos, mas não pregamos aos olhos. Os homens escutam de nós belos discursos, mas não veem em nós demonstração de poder. Preciso concordar com Charles H. Spurgeon, quando disse que é mais fácil um leão tornar-se vegetariano, do que uma vida sequer ser salva sem a obra do Espírito Santo. Dependemos do Espírito Santo, precisamos do Espírito Santo, carecemos da capacitação do Espírito Santo.

Em segundo lugar, O Espírito Santo é quem nos capacitar para a obra missionária. A promessa de Jesus é que os discípulos seriam revestidos com o poder do alto, o poder do Espírito, para testemunhar desde Jerusalém até aos confins da terra. Nenhuma outra preparação por mais refinada, substitui a capacitação do Espírito Santo. Nenhum cabedal teológico, nenhuma erudição humana, nenhuma eloquência angelical poderia capacitar a igreja a testemunhar o evangelho com eficácia. Só o Espírito Santo pode iluminar a mente e aquecer o coração. Só o Espírito Santo pode capacitar o mensageiro, aplicar eficazmente a mensagem e abrir o coração dos ouvintes, dando-lhes uma nova vida.

Em terceiro lugar, a igreja é o método de Deus para alcançar o mundo. Jesus não comissionou o governo para a proclamação do evangelho nem mesmo delegou essa sublime tarefa aos anjos. A igreja é o método de Deus. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, em todo o mundo. Se nós nos calarmos seremos culpados de uma omissão criminosa. Somos atalaias de Deus. Se o ímpio morrer em sua impiedade sem avisarmos a ele, Deus cobrará de nós o seu sangue. Somos embaixadores em nome de Cristo. Devemos rogar aos homens que se reconciliem com Deus.

Em quarto lugar, o testemunho do evangelho começa em casa. A obra missionária deve ser feita aqui, ali e além fronteiras ao mesmo tempo. Porém, o ponto de partida é a nossa Jerusalém, onde estamos estabelecidos. Não teremos autoridade para pregar para os de fora se não estamos testemunhando para os de dentro. Não podemos começar com os confins da terra se a nossa própria Jerusalém ainda não foi impactada com o poder do evangelho. Não podemos pregar aos estranhos se primeiro não fizemos conhecido o evangelho em nossa própria família. Quando Jesus libertou e salvou o endemoninhado gadareno, não permitiu que ele o acompanhasse para um trabalho itinerante, mas enviou-o de volta aos seus. Nossa família, nossa parentela, nossa cidade devem ser os primeiros redutos a serem atingidos pelo evangelho.



Por Rev Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


CURANDO O FERIDO - Pr. Josué Gonçalves




Versículo do dia

Versículo do dia


Também guarda o teu servo dos pecados intencionais; que eles não me dominem! Então serei íntegro, inocente de grande transgressão.

VÍDEO DO DIA - Voz da Verdade - "Pra Que?"


Voz da Verdade - "Pra Que?"



PÃO DIÁRIO - 22/02/2019 - Mais do que suficiente

Mais do que suficiente

…[o Senhor] redime a tua vida e te coroa de graça e misericórdia. —Salmo 103:4


Quando recebi um grande grupo em minha casa, temi que o cardápio planejado não fosse suficiente para servir todos os convidados. No entanto, eu não deveria ter me preocupado. Muitos amigos trouxeram algo a mais e todos puderam desfrutar das surpresas excedentes. Tínhamos mais do que o suficiente e pudemos compartilhar da abundância.
Servimos a um Deus de abundância que é constantemente “mais do que suficiente.” Podemos ver a natureza generosa de Deus na forma como Ele ama Seus filhos.
No Salmo 103, Davi lista muitos benefícios que nosso Pai nos concede. O versículo 4 afirma que Ele redime as nossas vidas da destruição e nos coroa com graça e misericórdia.
O apóstolo Paulo nos lembra de que Deus “…nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual” e “…é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos…” (Efésios 1:3; 3:20).
Por Seu grande amor, somos chamados filhos de Deus (1 João 3:1), e Sua graça nos dá “…em tudo, ampla suficiência…” para que superabundemos “…em toda boa obra” (2 Coríntios 9:8).
O amor e a graça de Deus derramados sobre as nossas vidas nos capacitam a compartilhá-los com os outros. O Deus de poder e provisão é sempre o Deus que é “mais do que suficiente”!
— Cindy Hess Kasper

Leia: Salmo 103:1-11 

Examine: A Bíblia em um ano: Daniel 3-4;1 João 5

Considere: Sempre temos o suficiente quando Deus é a nossa provisão.

Como enfrentar vitoriosamente a velhice

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Billy Graham, em seu livro “A caminho de Casa” disse, corretamente, que a velhice não é para os fracos. A longevidade é uma bênção de Deus, mas precisamos nos preparar para ela. A velhice é um privilégio, mas sua bagagem é pesada. Mesmo sendo chamada por alguns de idade de ouro, essa fase outonal da vida não é indolor. Muitos colhem na velhice os amargos frutos que plantaram na juventude. Outros, passam a velhice na solidão porque jamais investiram em bons relacionamentos, nem mesmo dentro da família. A velhice ditosa é resultado de uma semeadura feita ao longo da vida. Como enfrentar vitoriosamente a velhice?

Em primeiro lugar, reconhecendo que a velhice é um tempo de fraqueza física. O salmista orou: “Não me rejeites na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares” (Sl 71.9). Na velhice, não raro, ficamos com os olhos embaçados, com as pernas bambas e com os braços sem vigor. Fechamos esse ciclo da vida dependendo de cuidados. Não conseguimos mais lidar com os desafios da vida com o mesmo vigor da juventude.

Em segundo lugar, reconhecendo que a velhice é tempo oportuno de testemunho. Se nossas forças físicas vão sendo depauperadas na velhice, nossa maturidade espiritual vai se robustecendo. O salmista clamou a Deus e pediu: “Não me desampares, pois, ó Deus, até a minha velhice e às cãs; até que eu tenha declarado à presente geração a tua força e às vindouras o teu poder”. Na Olimpíada da vida, estamos numa corrida de revezamento. Precisamos passar o bastão para nossos filhos e netos com precisão. Precisamos transmitir a eles quão grande é o nosso Deus e quão magnífico é o seu poder. Isso é mais do que um mero tradicionalismo que mantém a fé morta dos que estão vivos. Isso deve ser uma tradição sagrada que realça a fé viva daqueles que já nos antecederam. O maior legado que podemos deixar para nossos filhos e netos, para esta e a futura geração, é o testemunho vivo e fiel do evangelho. Bens materiais e conhecimento intelectual sem a riqueza do evangelho pode constituir-se num desastre para as futuras gerações, pois nada afasta mais o homem de Deus do que sua tola autossuficiência.

Em terceiro lugar, reconhecendo que na velhice não podemos nos aposentar da vida. A aposentaria é o sonho dourado do trabalhador. Muitos anseiam tanto por ela que se esquecem de aproveitar a vida enquanto trabalham. Aqueles que se aposentam e vestem um pijama morrem cedo. Aqueles que se aposentam da vida e desistem dos sonhos na velhice, deixam de desfrutar das alegrias das cãs. Assim como não existe aposentadoria no reino de Deus, também não existe aposentadoria da vida. Devemos viver à semelhança de uma vela, brilhar com a mesma intensidade até o final. Viver com alegria, gratidão e entusiasmo deve ser o nosso lema, todos os dias.

Em quarto lugar, reconhecendo que na velhice Deus nos farta de bens e nos renova as forças. A velhice pode ser amarga e dolorosa se for vivida na solidão dos homens e no desamparo divino. Porém, se estivermos cercados de afeto e amparados pelo braço do Onipotente, poderemos desfrutar gozo inefável e alegria indizível. O salmista disse que Deus é quem farta de bens a nossa velhice, de sorte que a nossa mocidade se renova como a da águia (Sl 103.5). O profeta Isaías disse que Deus faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam (Is 40.29,31).

Em quinto lugar, reconhecendo na velhice podemos ser cheios do Espírito Santo. As lembranças são um grande legado da velhice. Mas os velhos não devem viver apenas de memórias. A velhice é tempo de ser cheio do Espírito e alimentar grandes sonhos. Abraão com setenta e cinco anos iniciava a mais emocionante jornada de sua vida. Calebe com oitenta e cinco anos tinha projetos ousados a realizar. Moisés com oitenta anos liderou seu povo rumo à terra prometida. Mesmo na velhice podemos produzir muitos frutos. O profeta Joel disse que os velhos, cheios do Espírito Santo, sonharão (Jl 2.28). Eles olharão para a vida com visão do farol alto e subirão nos ombros dos gigantes. A velhice não deve ser vista como um fardo, mas como um sublime privilégio. Que Deus nos prepare para essa importante fase da vida!



Por Rev Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Disse Jesus aos judeus que haviam crido nele: "Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos.

VÍDEO DO DIA - LUGAR SECRETO | GABRIELA ROCHA

LUGAR SECRETO |  GABRIELA ROCHA




PÃO DIÁRIO - 21/02/2019 - Fonte de desejos

Fonte de desejos

…aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. —Filipenses 4:11


Carlyle Marney era o vizinho, pastor e amigo da família de minha esposa quando ela era menina. Um de seus comentários improvisados sobre ter contentamento tornou-se uma das expressões permanentes da família: “Dr. Marney diz: ‘Precisamos consertar a nossa fonte de desejos.’”
É muito fácil querer mais do que precisamos e nos concentrar mais em receber do que em dar. Os nossos desejos rapidamente ditam as nossas escolhas.
Quando o apóstolo Paulo escreveu aos seguidores de Jesus na cidade de Filipos, ele lhes disse: “…aprendi a viver contente em toda e qualquer situação […] tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez” (Filipenses 4:11-12). Na verdade, Paulo estava dizendo: “Consertei a minha fonte de desejos”. É importante perceber que Paulo não nasceu com contentamento. Ele aprendeu nas circunstâncias difíceis da vida cotidiana.
Durante esta época do ano, quando as compras e as pechinchas geralmente ocupam o centro das atenções em tantos países e culturas, por que não nos concentramos em estarmos satisfeitos com as circunstâncias atuais? Pode parecer difícil, mas Paulo, ao falar sobre aprender a estar contente disse: “…tudo posso naquele que me fortalece” (v.13).
— david c. mccasland

Leia: Filipenses 4:4-13 

Examine: Considere: A Bíblia em um ano: Daniel 1-2;1 João 4

Considere: O contentamento começa ao desejarmos menos.

Falta paz no mundo

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A paz está ameaçada no mundo. A história da humanidade tem sido considerada por alguns historiadores como a história das guerras. O homem é um ser beligerante. É o lobo do próprio homem. Está em guerra com Deus, com seu semelhante e até consigo mesmo. Há guerras e rumores de guerra entre as nações. Há conflitos e tensões por todos os lados. As armas de destruição que as nações têm em suas mãos são suficientes para transformar nosso planeta em poeira cósmica várias vezes. Numa conflagração mundial hoje não haveria vencedores nem vencidos. O mundo não caminha na direção da paz, mas na direção de guerra. O próprio Jesus, em seu sermão profético, alertou para esse fato: “Porque se levantará nação contra nação e reino contra reino…” (Mt 24.7). O conflito entre Israel e os palestinos na região de Gaza, a guerra civil na Síria e a invasão da Rússia à Ucrânia são uma evidência desse fato.

O mundo, na verdade, é como um barril de pólvora. Está à beira de uma explosão. As tensões se agigantam por toda parte, trazendo instabilidade e temor. A aparente paz que reina entre as nações é postiça. Queremos paz, mas nos armamos até aos dentes. Selamos acordos de paz e erguemos monumentos à paz, mas investimentos ainda mais em armas de destruição. Temos tecnologia, mas não temos paz. Mergulhamos nos segredos mais intrincados da ciência, mas não temos paz. Temos comunicação rápida, mas não temos paz. Fazemos viagens espaciais, mas não temos paz. Acumulamos riquezas, mas não temos paz. Erguemos muros de proteção e reforçamos as trancas de nossas portas, mas não temos paz.

A paz não se alcança com tratados humanos nem mediante acordos internacionais, pois o coração do homem é o laboratório de todas as guerras. A paz não se impõe pela força da baioneta nem pela ameaça das bombas. Somente Jesus, o Príncipe da paz, pode conceder paz verdadeira. Somente submetendo-se ao governo de Cristo as nações podem experimentar a verdadeira paz. A paz com os homens é resultado da paz com Deus. Somente quando nossa relação vertical é restaurada, podemos ter paz na dimensão horizontal. É quando somos reconciliados com Deus que caminhamos em paz na direção do nosso próximo. Somente quando temos paz com Deus, temos a experiência de desfrutar de paz uns com os outros.

O Deus da paz nos transforma em agentes da paz. Aqueles que têm paz com Deus e experimentam a paz de Deus tornam-se embaixadores da paz entre os homens e em vez de serem provocadores de contendas tornam-se facilitadores da paz e reparadores de brechas. Em vez de cavar abismos de separação, constroem pontes de aproximação; em vez de abrir feridas no coração das pessoas tornam-se terapeutas da alma. Se o pecado que mais Deus abomina é espalhar contendas entre os irmãos, a virtude que mais nos assemelha ao caráter de Deus é sermos agentes da paz entre os irmãos. Os pacificadores serão chamados filhos de Deus, pois nessa bendita empreitada refletem o caráter do Pai. O pacificador trabalha em duas dimensões. Primeiro, como ministro da reconciliação e embaixador de Cristo, roga aos homens que se reconciliem com Deus. Não há paz entre os homens se primeiro não nos submetermos ao Deus da paz. Não há paz na terra sem o reinado no Príncipe da paz em nossos corações. Segundo, como pacificadores devemos nos esforçar para que inimizades sejam desfeitas e mágoas sejam perdoadas. Assim, a paz tem uma dimensão vertical e outra horizontal. É quanto somos reconciliados com Deus que estreitamos os laços com o nosso próximo.



Por Rev Hernandes  Dias Lopes

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

MOMENTO DA PALAVRA COM O Pr JOSUÉ GONÇALVES


COMO ESTRAGAR SEU FILHO - Pr. Josué Gonçalves



Versículo do dia

Versículo do dia


a fim de que nós, os que primeiro esperamos em Cristo, sejamos para o louvor da sua glória.

VÍDEO DO DIA - Delino Marçal - Carpinteiro ( Clipe Oficial )


Delino Marçal - Carpinteiro ( Clipe Oficial )



PÃO DIÁRIO - 20/02/2019 - A pedra Eureka

A pedra Eureka

O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo… —Mateus 13:44


Em uma fazenda na África do Sul, Erasmus Jacobs, de 15 anos, viu uma pedra reluzir ao sol, em 1867. Certo momento, um vizinho que sabia sobre a existência da pedra reluzente quis comprá-la da família. Por não saber o valor da pedra, a mãe de Erasmus disse ao vizinho: “Pode ficar com a pedra se quiser.”
Finalmente, um mineralogista declarou que a pedra era um diamante de 25 quilates que valia uma grande quantia. Ficou conhecido como o “Diamante Eureka” (A palavra grega eureka significa “Encontrei!”). Logo, os valores dos campos próximos à fazenda da família Jacobs elevaram-se. Sob a terra estava um dos mais abastados depósitos de diamante jamais descoberto.
Jesus disse que o valor de fazer parte do reino de Deus é como um tesouro: “O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo” (Mateus 13:44).
Quando colocamos nossa fé em Cristo, um “momento eureka” espiritual acontece. Deus nos dá perdão em Seu Filho. É o maior tesouro que poderia ser encontrado. A partir desse momento, o ponto central de nossas vidas pode girar em torno de nos tornarmos valorosos membros de Seu reino eterno. A nossa alegria é compartilhar essa valiosa descoberta com os outros.
— Dennis Fisher


Leia: Mateus 13:44-50 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 47-48;1 João 3

Considere: O reino de Deus é um tesouro feito para ser compartilhado.

Não há gaveta em caixão

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A busca desenfreada pela riqueza é uma obsessão do homem desde os primórdios. O homem não se contenta apenas em ter suas necessidades supridas; quer ajuntar campo a campo, casa a casa e acumular para si muitos tesouros. É preciso deixar claro que a riqueza é uma bênção e não um pecado, se adquirida com honestidade e com a bênção de Deus. A riqueza mal adquirida, entretanto, é uma maldição e aqueles que entram por esse caminho atormentam a sua alma com muitos flagelos. A riqueza é transitória. O homem não trouxe nada para o mundo nem nada dele levará. A palavra de Deus diz: “Não temas, quando alguém se enriquecer, quando avultar a glória de sua casa; pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará” (Sl 49.16,17).

Quando John Rockfeller, o primeiro bilionário do mundo, morreu, no cemitério, um curioso perguntou para seu contador: “E aí, quanto o Dr. John Rockfeller deixou?” O contador respondeu de pronto: “Ele deixou tudo; não levou sequer um centavo”. As riquezas granjeadas nesta vida, aqui mesmo ficarão. A busca desenfreada por bens materiais, como a razão da própria vida, portanto, é uma consumada insensatez. Acumular tesouros, ajuntar riquezas, entesourar apenas para esta vida é um péssimo negócio e um tolo investimento. Confiar nos bens como se eles pudessem nos dar segurança e felicidade é um ledo engano. Acreditar que nossas casas serão perpétuas e nossas moradas serão por todas as gerações, imprimindo o nosso próprio nome em nossas terras é esquecer-se que somos peregrinos aqui e não temos casa permanente neste mundo. A ostentação da riqueza, portanto, é tolice. Cumular de glória as coisas terrenas e passageiras é pura frustração, pois, em morrendo, o homem nada levará consigo. Não há caminhão de mudança em enterro, gaveta em caixão nem bolso em mortalha.

Devemos viver neste mundo sem ostentação, vestidos com o manto da humildade e calçados com as sandálias da gratidão e da generosidade, usando os bens que temos não apenas para o nosso deleite, mas, também, e sobretudo, para socorrer os necessitados. O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão. Não há qualquer problema em possui-lo, porém, ser possuído por ele é uma tragédia. O problema, portanto, não é ter dinheiro nas mãos, mas tê-lo no coração. O amor do dinheiro é raiz de todos os males. Por amor ao dinheiro muitos mentem, roubam, saqueiam, matam e morrem. Por amor ao dinheiro muitos contraem casamento e se divorciam. Por amor ao dinheiro muitos corrompem e são corrompidos. Por amor ao dinheiro, muitos vendem sua alma ao diabo e perecem eternamente no inferno.

As pessoas mais felizes não são aquelas que mais têm dinheiro, mas aquelas que mais têm contentamento no coração. O contentamento é um aprendizado. O apóstolo Paulo, preso em Roma, algemado e no corredor da morte, disse que aprendeu a viver contente em toda e qualquer situação. O contentamento não é determinado pela quantidade de dinheiro que temos nas mãos, mas pela gloriosa paz de Deus que desfrutamos no coração. Aqueles que são salvos por Cristo e têm seus pecados cancelados e foram reconciliados com Deus, são herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Possuem a maior de todas as riquezas, encontraram o maior de todos os tesouros e receberam a maior de todas as heranças. Esses são verdadeiramente felizes. Quando partirem deste mundo, deixarão aqui seus tesouros e bens, mas entrarão no gozo do Senhor, para tomarem posse das riquezas insondáveis da glória, riquezas essas que nenhum olho viu nem jamais ouvido algum ouviu. Essa é a verdadeira riqueza que nem mesmo a morte pode nos privar dela. Oh, quão rico são os filhos de Deus!




Por Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Versículo do dia

Versículo do dia


Lembrem-se das coisas passadas, das coisas muito antigas! Eu sou Deus, e não há nenhum outro; eu sou Deus, e não há nenhum como eu.

VÍDEO DO DIA - Sentimentos - Álvaro Tito (DVD Maestro e Amigos)

Sentimentos - Álvaro Tito 



PÃO DIÁRIO - 19/02/2019 - Um alongamento

Um alongamento


Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus… —1 João 3:1


Por muitos anos, Sara sentiu dores na coluna lombar que pioravam cada vez mais. O seu médico a encaminhou para a fisioterapia e ela recebia 25 alongamentos para fazer diariamente. A dor diminuiu, mas não por completo. Assim, o médico pediu um raio-X e a enviou para outro terapeuta, que a instruiu a interromper os alongamentos do outro profissional e fazer apenas um alongamento por dia conforme necessário. Surpreendentemente, aquele simples alongamento funcionou melhor.
Algumas vezes as verdades mais simples são as melhores. Quando pediram a Karl Barth para resumir em uma frase todo o trabalho teológico de sua vida, ele respondeu: “Jesus me ama!” Alguns dizem que ele acrescentou, “Isto eu sei, pois a Bíblia assim me diz.”
O amor de Deus por nós é evidente. Ele deu o Seu Filho para nos resgatar de nós mesmos. Cristo morreu na cruz, levando o fardo de nosso pecado, e em seguida, Ele ressuscitou, dando-nos nova vida nele. Amor maravilhoso! Como João nos diz: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus…” (1 João 3:1).
Naturalmente, o amor de Jesus por nós não é um curativo ou um “elixir” para todos os problemas da vida. No entanto, é a única verdade em que podemos sempre nos amparar para adquirir um propósito na vida e ter paz com Deus.
— Anne Cetas

Leia: 1 João 2:24-3:3 

Examine: A Bíblia em um ano: Ezequiel 45-46;1 João 2

Considere: É maravilhoso pensar que Jesus me ama.

Um homem que viveu de forma plena

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Estêvão foi o primeiro diácono da igreja primitiva e também o primeiro mártir do Cristianismo. Foi um homem que viveu de forma plena. Era cheio do Espírito Santo, cheio de sabedoria, cheio de fé, cheio de graça e cheio de poder. Estêvão viveu de forma superlativa e morreu de forma exemplar. Sua vida inspira ainda hoje milhões de pessoas. Seu legado atravessa os séculos. Sua voz ainda ecoa em nossos ouvidos e suas obras ainda nos deixam perplexos.

Seu discurso diante do sinédrio é o sermão com o maior número de citações bíblicas de toda a Escritura. Embora tenha sido eleito para a diaconia das mesas, exerceu também a diaconia da palavra. Conhecia a palavra, vivia a palavra e pregava com poder a palavra. Sua serenidade diante da perseguição era notória. Sua coragem para enfrentar a morte era insuspeita. Enquanto seus inimigos rilhavam os dentes contra ele, seu rosto transfigurava como o rosto de um anjo. Mesmo sendo apedrejado pelo seus algozes, orou por eles, à semelhança de Jesus. Em vez de evocar sobre eles a maldição, pediu a Jesus para não colocar na conta deles seus próprios pecados. Perdão e não vingança era o lema de sua vida.

Três marcas indeléveis distinguem esse protomártir do Cristianismo.

Em primeiro lugar, sua vida era irrepreensível (At 6.3). “Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço”. Estêvão era homem de boa reputação. Seu caráter era irrepreensível e sua conduta ilibada. Era homem impoluto e sem jaça. Sua vida referendava seu ministério. Sua conduta era a base do seu trabalho. Seu exemplo, o fundamento de sua liderança espiritual. Estêvão viveu o que pregou. Não havia nenhum abismo entre suas palavras e suas obras. Era íntegro e pleno.

Em segundo lugar, suas palavras eram irresistíveis (At 6.10). “E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava”. Por ser um homem cheio do Espírito, de sabedoria, de fé, de graça e de poder, Estêvão era boca de Deus. Cada palavra que saia de sua boca tinha o peso de uma tonelada. Seus inimigos podiam até discordar dele, mas jamais refutá-lo. Estêvão tinha conhecimento e também sabedoria. Tinha luz na mente e fogo no coração. Suas palavras eram ao mesmo tempo ternas e doces e também fortes e cortantes. Ao mesmo que trazia cura para os quebrantados, feria os de coração endurecido; ao mesmo tempo que confortava os aflitos; perturbava os insolentes.

Em terceiro lugar, suas obras eram irrefutáveis (At 6.8). “Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo”. Estêvão pregava aos ouvidos e também aos olhos. Falava e fazia, ensinava e demonstrava. Suas obras irrefutáveis testificavam de suas palavras irresistíveis. Por ser um homem que vivia cheio do Espírito, de fé, de sabedoria, de graça e de poder, Deus operava por meio dele grandes milagres. Os milagres não são o evangelho, mas abrem portas para testemunhá-lo. Muitos estudiosos da Bíblia afirmam que a vida irrepreensível de Estêvão e o seu poderoso testemunho na hora da morte impactou decisivamente o coração de Saulo de Tarso, que mais tarde, convertido a Cristo, transformou-se no maior bandeirante da fé. Que Deus nos dê homens do mesmo calibre de Estêvão, homens que ousem viver de forma plena num mundo cheio de vazio.



Por Rev Hernandes Dias Lopes

Versiculo do dia

     Versiculo do dia Portanto os entregará  até ao tempo em que  a que está de parto  tiver dado à luz;  então o restante de seus irmãos  v...