domingo, 24 de maio de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.

⁴ E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem.

Atos 2:2,4

Rachel Novaes e Paulo Cesar Baruk - O Amor de Deus (Logo Eu) - Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 25/05/2026 - Toc toc

 

Toc toc


Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor… v.8


Alguém bateu à porta da casa de um homem jovem com filhos pequenos. Ao atendê-la, o jovem pai foi cumprimentado por um homem que nunca tinha visto antes — um senhor gentil, de uma igreja das proximidades, que havia ido até ali somente para conversar.
Seu comportamento agradável e suas palavras amáveis o impressionaram e os dois combinaram de se encontrar novamente. Quando isso ocorreu, o visitante apresentou-lhe o evangelho de Jesus Cristo. O jovem e também sua esposa confiaram em Jesus como seu Salvador.
Esse fato mudou tudo, completamente. O casal começou a participar dos cultos na igreja e todos os seus seis filhos se tornaram cristãos. Mais tarde, o pai se tornou professor da Escola Dominical e diácono da igreja.
Uma das filhas desse casal cresceu e estudou na mesma universidade cristã na qual estudei. Desde a primeira vez que vi aquela linda estudante, fiquei encantado. Mais tarde, o homem que abrira aquela porta se tornou meu sogro. Aquele embaixador de Cristo, que ia de porta em porta, transformou não somente um homem, mas toda uma família — e os resultados continuam a transformar outras vidas.
O apóstolo Paulo nos encorajou: “A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” (Colossenses 4:6).
— Dave Branon


Leia: 2 Timóteo 1:8-12

Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 13, Mateus 26:26-50

Considere: As boas-novas de Cristo são boas demais para guardá-las somente para você.

Qual é o tamanho do seu Deus?

 



Há um só Deus vivo e verdadeiro. Os deuses dos povos são ídolos vãos, criados pela imaginação humana ou forjados pelo engano do diabo. Quem é o seu Deus? Qual é o tamanho do seu Deus? Davi, no Salmo 139, fala sobre três atributos exclusivos de Deus que revelam-nos sua majestade.

1. Deus é onipotente (Sl 139:13-18) 


– Deus criou não apenas o universo, os céus e a terra, mas Deus também nos fez de forma assombrosamente maravilhosa. Deus trouxe à luz o que não existia. Do nada ele fez todas as coisas. Ele é a causa não causa de todas as coisas. Ele existe antes de todas as coisas e tudo veio a existir por sua vontade e decreto. Deus nos moldou no ventre da nossa mãe. Ele fez cada célula do nosso corpo. Ele colocou em nós todos os códigos genéticos. Segundo Dr. Marshall Nirenberg, prêmio Nobel de Biologia, temos em nosso corpo 60 trilhões de células vivas. Em cada célula há um metro e setenta centímetros de fita DNA, onde estão gravados e computadorizados todos os nossos dados genéticos. Se esticarmos a fita DNA do nosso corpo, teríamos 102 trilhões de metros de fita, ou seja, 102 bilhões de quilômetros. Poderíamos empacotar na cabeça de um alfinete todos os dados genéticos dos mais de 6 bilhões de habitantes do planeta. Códigos de vida não se originam do ocaso nem de uma explosão cósmica. A evolução é uma teoria improvável, impossível, incongruente. Permanece o fato irretorquível, irrefutável, absoluto de que Deus é o criador de todas as coisas. Ele é, portanto, onipotente!

2. Deus é onisciente (Sl 139:1-6)

 – Deus criou e conhece todas as coisas. Nada lhe é oculto. Ele conhece cada estrela do universo e chama cada uma pelo nome; ele conhece cada célula do nosso corpo cada fio de cabelo da nossa cabeça. Ele nos sonda e nos conhece. Ele penetra os nossos pensamentos e esquadrinha o nosso andar e o nosso deitar. Ele conhece todos os nossos caminhos. Ele conhece nossas palavras mesmo antes que elas cheguem à nossa língua. Deus nos cerca por trás e por diante. Ele sabe tudo, vê tudo, a tudo e a todos sonda exaustivamente. Nada escapa ao seu conhecimento. Ninguém pode burlar Deus, apanhá-lo de surpresa. Ele conhece o passado, o presente e o futuro no seu eterno agora. Para ele, mil anos são como um dia e um dia como mil anos.

3. Deus é onipresente (Sl 139:7-12) 

– Deus é inescapável. Jamais podemos nos esconder dele. Não podemos nos ausentar do Espírito de Deus. Se subirmos ao céu, lá ele estará. Se descermos ao mais profundo abismo, também, lá ele estará. Se tomarmos as asas da alvorada e viajarmos para além dos mares, ainda lá nos haverá de guiar a sua mão. Se tentarmos nos esconder sob o manto das trevas, mesmo assim, não conseguiremos, pois para Deus a luz e as trevas são a mesma cousa. Deus está em toda parte. Não há nenhum canto do universo onde o homem possa esconder-se de Deus. Ele é como a sombra à nossa direita. Ele não dorme nem precisa descansar. Seus olhos sempre estão atentos e toda a criação depende dele, pois ele vela por todos, em toda parte.

Porque Deus é onipotente, onisciente e onipresente, Davi compreende que não pode abrigar pecado em seu coração (Sl 139:19-24). Então, clama ao Senhor: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; ver se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139:23-24).



Rev. Hernandes Dias Lopes.

sábado, 23 de maio de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender.

Jó 37:5

Preto No Branco - Lágrimas No Olhar (Ao Vivo) ft. Marquinhos Gomes, Gabriela Gomes


 

PÃO DIÁRIO - 24/05/2026 - Cinco Cs ou G e B

Cinco Cs ou G e B


…o Senhor dá graça e glória; nenhum bem sonega aos que andam retamente. Salmo 84:11



Em determinada época, os jovens de Singapura desejavam ter os cinco Cs: Conta (bancária, dinheiro); Carreira para o futuro; Carro para dirigir; Condomínio onde morar; Cartão de crédito para levar nas viagens.
Uma reportagem recente de jornal indica que agora há uma versão atualizada dos cinco Cs: interConectividade, para estar sintonizado; esColhas (quanto mais melhor); audáCia, para fazer as coisas à própria maneira; boas Causas, porque está na moda ser solidário; bons Consumidores, que gastam primeiro e pagam mais tarde.
Em lugar desses cinco Cs, Agur, que escreveu o livro de Provérbios 30, pediu a Deus graça e bondade divinas. Buscou a graça de Deus para manter longe dele a falsidade e a mentira (v.8). Ele não queria cair na armadilha de crer que os princípios, as práticas e os sentimentos corruptos são aceitáveis.
Agur também pediu pela bondade de Deus, para que lhe desse o que necessitava — nem mais nem menos (vv.8,9). Agur estava preocupado que a pobreza o levasse a se tornar cobiçoso e então viesse a desonrar o nome de Deus. Mas também compreendeu como as riquezas poderiam torná-lo presunçoso e levá-lo a negar o Senhor.
O que você mais deseja? A satisfação temporária dos cinco Cs ou as recompensas da graça e da bondade de Deus?
— Albert Lee


Leia: Provérbios 30:7-9

Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 6–7, Mateus 25:1-30

Examine: A graça de Deus é o amor infinito que se expressa por meio da Sua bondade infinita.

As primeiras coisas primeiro

 

0248 - As primeiras coisas primeiro - YouTube


Stephen R. Covey no seu precioso livro The First Things First diz que a vida é feita de escolhas. Estamos tomando decisões todos os dias que afetam a nossa vida. A vida é um reflexo das decisões que fazemos. Como tomar as decisões certas? Como fazer as melhores escolhas? Muitas vezes temos que escolher não apenas entre o bem o mal, mas entre o bom e o melhor. Não poucas vezes são coisas boas em si mesmas que nos afastam do nosso alvo mais excelente. Sempre que sacrificamos no altar do urgente as coisas importantes, estamos invertendo as prioridades da vida. Na busca das primeiras coisas primeiro, precisamos estabelecer prioridades corretas:

1. Deus antes das pessoas 

– No universo existe Deus, pessoas e coisas. Devemos adorar a Deus, amar as pessoas e usar as coisas. Se cultuarmos a nós mesmos, iremos desprezar a Deus, amar as coisas e usar as pessoas. Devemos amar a Deus sobre todas as coisas. Ele deve ocupar o primeiro lugar na nossa vida, nossa agenda, nossos sonhos. Devemos buscar o Reino de Deus em primeiro lugar em nossa vida. Se estamos tão ocupados ao ponto de não termos tempo para Deus nem para a sua igreja, estamos ocupados demais.

2. As pessoas antes das coisas 


– O mundo valoriza o ter mais do que o ser. As pessoas valem quanto têm. Mas, pessoas são mais importantes do que coisas. Não podemos sacrificar relacionamentos por causa das coisas. O trabalho é uma coisa boa, ganhar dinheiro para o sustento da família é uma necessidade básica, mas não podemos esquecer ou desprezar o cônjuge e os filhos e sacrificar o relacionamento familiar para ajuntarmos mais bens materiais. Os que querem ficar ricos caem em muitas ciladas e angústias, enquanto a piedade com o contentamento é grande fonte de lucro.

3. O cônjuge antes dos filhos 

– Os filhos são herança de Deus, mas não devem ocupar o lugar do cônjuge. Pecamos contra os próprios filhos quando damos mais atenção a eles do que ao cônjuge. O maior bem que podemos fazer aos filhos é amar o cônjuge. Quando os pais vivem em harmonia, amor e fidelidade, os filhos sentem-se seguros e protegidos. A falência do casamento é um desastre na vida emocional e espiritual dos filhos.

4. Os filhos antes dos amigos 

– Os pais precisam investir tempo, cuidado e carinho na educação dos filhos. Os filhos são educados não apenas com palavras, mas, sobretudo, com exemplo. Os filhos precisam não apenas de presentes, mas, sobretudo, de presença. Precisamos criar pontes de amizade com os nossos filhos, ter tempo para eles, ouvi-los, orientá-los, encorajá-los e discipliná-los. Eles devem vir antes dos amigos. A família merece o melhor do nosso tempo e da nossa atenção.

5. O cônjuge antes de si mesmo 

– O egoísmo é a antítese do amor. O amor não é egocentralizado, mas outrocentralizado. Não nos casamos para sermos felizes, mas para fazermos o nosso cônjuge feliz. Nosso alvo no casamento não é satisfazer a nossa própria vontade, mas agradar o nosso cônjuge. O outro vem antes do eu. Renúncia do eu e investimento no outro é o caminho para a realização da felicidade conjugal. Enfrentamento dos problemas e não a fuga deles é a forma mais sensata de solucionarmos os conflitos conjugais.

Nossos valores dirigem nossas escolhas e ações. Precisamos ser eficientes não apenas para lidar com coisas, mas, sobretudo, mas tratar com pessoas. Cristianismo trata essencialmente com relacionamentos. Que possamos ter discernimento para buscar as primeiras coisas primeiro.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

1 Pedro 5:5

PODE MORAR AQUI | THEO RUBIA (Vídeo Oficial) - Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 23/05/2026 - Náufrago

Náufrago


Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava. Marcos 1:35



No filme Náufrago, Tom Hanks interpreta Chuck Noland, inspetor de uma empresa multinacional de postagem que, devido a um acidente fica preso numa ilha deserta por quatro anos. Completamente isolado de outras pessoas e das comodidades modernas, ele precisa desenvolver as habilidades primitivas de um homem das cavernas.
Seus esforços para arpoar peixes, fazer fogo a partir da fricção de gravetos, abrir cocos para obter a água e a polpa são árduos. O filme é rico em demonstrações sobre como a vida pode se tornar difícil para quem fica abandonado num lugar deserto.
Na Bíblia, o deserto, muitas vezes é o cenário para a obra poderosa de Deus no coração humano. Jesus praticou isso e foi para um lugar deserto, para orar e receber a orientação de Deus (Marcos 1:35). Em cenário semelhante, Deus alimentou o desanimado profeta Elias com alimento do céu (1 Reis 19:1-10); e, no deserto, um etíope que meditava sobre o evangelho (Atos 8:26-40). Depois de sua conversão, Paulo se retirou para o deserto da Arábia e ali foi instruído pelo Espírito do Senhor (Gálatas 1:15-18).
Você se encontra numa experiência de “deserto”, isolado dos amigos e família? Então talvez o Senhor queira ensinar lições de fé e perseverança que você nunca aprenderia em meio à grande multidão.
— Dennis Fisher


Leia: 1 Reis 19:1-10

Examine: A Bíblia em um ano: Levítico 4–5, Mateus 24:29-51

Considere: Deus está com você, por mais árido que seja o seu deserto.





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O crescimento da igreja

 



O crescimento da igreja é um tema palpitante. É bíblico, pertinente e atual. Devemos buscá-lo com todas as forças da nossa alma, de todas as formas legítimas, em todas as frentes, em todos os lugares, em todos os tempos. Deus está comprometido com esta causa nobilíssima, porque ele escolheu para si um povo desde os tempos eternos e o deu ao seu unigênito Filho. Para comprar esse povo procedente de toda tribo, raça, língua e nação Cristo morreu e verteu o seu sangue.

O crescimento da igreja é obra de Deus. A conversão não pode ser produzida por nenhuma ação humana. Só o Espírito de Deus pode regenerar o coração do homem. Só o Pai pode trazer os eleitos a Cristo. Só Cristo pode salvar o pecador. A igreja pode plantar e regar, mas só Deus pode dar o crescimento. Somos cooperadores de Deus na proclamação do evangelho, mas só Ele pode acrescentar à igreja os que são salvos.

O crescimento da igreja é responsabilidade nossa. Não há colheita sem semeadura. Não há frutos sazonados sem cuidado da lavoura. Fomos chamados para dar frutos, muitos frutos. Cabe-nos sair e semear, ainda que com lágrimas. A semente é a Palavra, o campo é o mundo, os semeadores somos nós, os remidos pelo sangue do Cordeiro, o tempo é agora. Devemos abraçar com grande ardor essa gloriosa missão que os próprios anjos anelam. Essa é uma tarefa imperativa, intransferível e impostergável.

O crescimento da igreja precisa ser buscado pelos critérios bíblicos. Deus não está interessado apenas em crescimento numérico da igreja, mas em crescimento saudável. A igreja evangélica brasileira cresce em número, mas está decadente em qualidade. Temos extensão, mas não profundidade. Temos movimento, mas não quebrantamento; temos muito palavras de homens, mas, pouco Palavra de Deus.

O crescimento da igreja precisa evitar dois extremos: o primeiro é a numerolatria. Muitas igrejas buscam resultados a qualquer custo. Estão interessadas no que funciona e não na verdade. Buscam o que dá certo e não o que é certo. Para encher a igreja, muitos pregadores negociam a verdade, mercadejam o evangelho, fazem do templo uma praça de barganha, do púlpito um balcão, da graça de Deus um produto e dos crentes consumidores. Consequentemente, nem todo crescimento é resultado da ação do Espírito Santo. Nem todo crescimento significa salvação de vidas. Nem todo crescimento promove a glória de Deus.

O segundo extremo que precisamos evitar é a numerofobia. Muitos pregadores tentam esconder o seu fracasso, justificando com argumentos vulneráveis a esterilidade da igreja. Concordo com Rick Warren, quando afirmou que não deveríamos perguntar: “o que fazer para a igreja crescer?”. Antes, deveríamos perguntar: “O que está impedindo a igreja de crescer?”. A igreja é um organismo vivo. Ela é o corpo de Cristo. Ela deve crescer naturalmente. O crescimento da igreja é um resultado de seu estilo de vida. Muitos pregadores tentam justificar a estagnação espiritual da igreja, dizendo que não estão buscando quantidade, mas qualidade. Precisamos alertar, entretanto, que qualidade gera quantidade. Não há qualidade estéril.

O crescimento da igreja deve ser buscado de acordo com os princípios da Palavra de Deus e para a glória de Deus. O livro de Atos é o primeiro e o maior manual do crescimento da igreja de todos os tempos. Ali estão as balizas norteadoras. Devemos buscar o crescimento saudável da igreja através da oração, da Palavra e do poder do Espírito Santo. As técnicas modernas podem ser acessórios, mas jamais devem substituir os elementos fundamentais estabelecidos pelo próprio Deus.

O crescimento da igreja deve ser buscado com um profundo senso de urgência. Deus se importa com números, porque atrás deles estão vidas preciosas por quem Cristo verteu o seu sangue. A Bíblia é um livro de estatística, porque Deus se importa com pessoas. Portanto, a evangelização dos povos deve estar no topo da agenda de toda igreja que deseja agradar o coração de Deus.



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude o conhecimento,

⁶ E ao conhecimento a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade,

⁷ E à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal o amor.

2 Pedro 1:5-7

ISAIAS SAAD, THEO RUBIA - EU AMO A TUA GLÓRIA (AO VIVO)


 

PÃO DIÁRIO - 22/05/2026 - A queda

A queda



Por anos após a Grande Depressão, o mercado de ações lutou para ganhar novamente a confiança dos investidores. Então, em 1952, Harry Markowitz sugeriu que os investidores espalhassem suas ações por várias companhias e indústrias. Ele desenvolveu uma teoria para seleção de portfólio que ajudou investidores em momentos de incerteza. Em 1990, Markowitz e dois outros ganharam o Prêmio Nobel de Ciências Econômicas por sua teoria.
Como aqueles investidores inseguros, nós que somos seguidores de Jesus podemos também nos encontrar paralisados pelo medo após uma “queda” em nossas vidas pessoais, incertos de como juntar os pedaços e continuar a caminhada. Podemos inclusive investir o resto de nossas vidas esperando por um “momento Markowitz,” em que uma grande ideia ou ação pode nos ajudar a recuperarmo-nos de um fracasso anterior.
Esquecemos que Jesus já fez isso por nós. Ele cobriu nossa vergonha e nos liberta para termos comunhão com Deus e servi-lo diariamente. Porque Ele deu Sua vida e ressuscitou dos mortos, podemos nos “levantar” com Ele quando “caímos”, pois Ele “…tem prazer na misericórdia” (Miqueias 7:8,18).
No momento em que encontramos Jesus, inicia-se nossa eternidade com Ele. O Senhor caminha ao nosso lado para nos transformar em pessoas que ansiamos ser e que fomos criados para ser.
—RKK


Leia: Miqueias 7:8,9, 18-20

Examine: …ele me tirará para a luz, e eu verei a sua justiça. —Miqueias 7:9

Considere: Olhe para cima após um fracasso e encontrará Deus diante de você, pronto para recebê-lo.




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Em busca da centésima ovelha

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 Jesus contou três parábolas em Lucas 15 para falar-nos do coração amoroso do Pai, que não desiste de amar e de procurar os seus filhos. Cada parábola tem uma lição principal, que enfatiza uma faceta do amor de Deus. Vamos considerar neste texto a parábola da ovelha perdida. A ovelha não foi perdida, ela desgarrou-se do rebanho.


Ela foi atraída por novos horizontes, novas pastagens, novas aventuras e afastou-se do convívio das outras ovelhas. Certamente não notara o risco de cair no abismo, nem de perder o rumo nos desertos, nem mesmo a possibilidade de ser apanhada por um animal predador. A ovelha é um animal frágil, teimoso, indefeso, míope e que não consegue defender-se. Para estar segura precisa do cuidado do pastor e da companhia das outras ovelhas. Jesus nos conta como a centésima ovelha desgarrou-se e perdeu-se. O pastor, entretanto, não desistiu dela. Nem a culpou por sua fuga inconseqüente. Antes, deixou as demais em segurança, procurou-a pelas montanhas escarpadas e valados profundos e encontrou-a em situação desesperadora. Não podendo ela andar, o pastor a tomou no colo. Em vez de sacrificá-la, o pastor alegrou-se em encontrá-la e festejou a sua reintegração no meio do rebanho. É assim que Deus faz conosco. Ele não desiste denos amar. Ele não abre mão da nossa vida. Ele não abdica do direito que tem de nos tomar para si e nos manter na sua presença.

Semelhantemente, Jesus não nos esmaga nem nos acusa, mas nos restaura. Não nos trata conforme nossos pecados, mas consoante suas muitas misericórdias. Vemos nesta parábola algumas atitudes de Jesus: Em primeiro lugar, ele nos valoriza. O pastor poderia ter se contentado com as noventa e nove que estavam seguras e desistido da ovelha peralta que rebeldemente desgarrou-se. Mas o pastor não desistiu de buscar a ovelha, ainda que fosse uma ovelha rebelde. Em segundo lugar, ele nos procura. O pastor saiu em busca da ovelha perdida. Ele veio buscar e salvar o perdido. Ele veio para os doentes. Ele veio salvar pecadores. Ele move os céus e a terra para conquistar-nos e atrair-nos para si. Seu amoré eterno, sua compaixão é infinita, seu prazer é ter-nos na sua presença. Em terceiro lugar, ele desce aos maisprofundo abismo para nos buscar. O pastor correu riscos para encontrar a ovelha perdida. Jesus desceu da glória. Fez-se carne. Sofreu, foi perseguido, humilhado, cuspido, pregado na cruz. Ele desceu ao inferno e suportou na sua carne oflagelo dos nossos pecados. Ele bebeu sozinho o cálice da ira de Deus contra o pecado e morreupor nós para nos resgatar da morte. Ó bendito amor, sublime amor, incomensurável amor! Em quarto lugar, ele nos toma nos braços e nos leva para o aprisco.

Jesus evidencia seu imenso amor a ponto de nos carregar no colo. Ele nostoma em seus braços eternos. Ele nos toma pela sua mão direita e nos conduz à glória. Ele nãosente nojo da ovelha que caiu no abismo, mas desce os despenhadeiros mais perigosos para arrancar das entranhas da morte a ovelha que se perdeu e encontra-a, toma-aamorosamente nosbraços e a leva para o aprisco. Em quinto lugar, ele celebra com alegria a volta da ovelha desgarrada. A Bíblia diz que há festa no céu por um pecador que se arrepende. Os anjos exultam de alegria ao verem uma ovelha sendo resgatada das garras da morte. Deus tem prazer na misericórdia e ele festeja nossa volta para ele. Que bendito evangelho, que graça maravilhosa, que Deus bendito, que nos ama comamor eterno apesar de sermos pecadores!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?

Romanos 9:20

Eyshila, Fernanda Brum, Aline Barros - Ele Se Move (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 21/05/2026 - Em direção ao deserto

Em direção ao deserto


…eu sou o Senhor, que te sara. v.26


Depois de atravessarem milagrosamente o mar Vermelho, os israelitas foram conduzidos ao deserto. É estranho que Deus os tenha levado de um lugar de revelação e poder a um lugar de decepção e horríveis necessidades!
Mas Deus queria lhes mostrar que a vida é a combinação de amargo e doce, de triunfo e derrota. Quando os israelitas chegaram a Mara, se queixaram porque as águas eram amargas (Êxodo 15:23). Depois que Moisés intercedeu por eles (v.25), Deus lembrou-lhes de que deveriam guardar os Seus mandamentos (v.26). Então conduziu-os à abundância e refrigério de Elim (v.27).
O Senhor queria ensinar-lhes que cada experiência em sua jornada revelaria os seus corações. Este teste mostrou que estavam vivendo pelo que viam e não pela fé.
Eles também aprenderam que Deus estava envolvido nos acontecimentos diários. Deus queria que soubessem que Ele não somente podia separar o mar, mas também prover a água para o povo. Ele conhecia suas necessidades porque planejou o caminho para eles.
Se neste momento você está sendo conduzido a um deserto de decepção e amargura, confie em Deus, pois Ele sabe exatamente onde você está e o que precisa. Ao obedecer aos Seus mandamentos, Ele o tirará do deserto e o conduzirá a um lugar de abundância, cura e refrigério espiritual.
— Marvin Williams


Leia: Êxodo 15:22-27 

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 14–15, Mateus 17

Considere: Quanto mais amarga a experiência do deserto, mais doce será a água do oásis.





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Em busca da décima dracma perdida

 



Jesus foi o maior contador de histórias do mundo. Ele imortalizou seu ensino através de suas parábolas. Elas não apenas são práticas, mas também inspiradas. Em Lucas 15 há o registro de três parábolas com a mesma mensagem central: arestauração do que se perdeu. A ovelha perdeuse por displicência; o filho perdeu-se por deliberação e a dracma foi perdida por descuido. Jesus usouum ser racional, o filho pródigo; um ser irracional, a ovelha e um objeto inanimado, uma dracma. Quais são as lições que podemos aprender com essa parábola?

1. A dracma perdida tinha um grande valor

 – A mulher que perdeu a décima dracma não se conformou de desistir dela nem se contentou pelo fato de ter ainda em segurança as outras nove. Essa dracma perdida era valorosa porque é um símbolo do ser humano que se perdeu. A proprietária da dracma tomou todas as medidas para reavê-la. Você tem um grande valor para Deus. Ele não desiste de amar você. Ele mesmo tomou todas as medidas para buscar você. Tudo provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo.

2. Medidas práticas foram tomadas para encontrar a dracma perdida 

– A mulher não ficou apenas lamentando a perda da dracma, ela tomou medidas urgentes e práticas para encontrá-la. A primeira coisa que ela fez foi acender a candeia. As casas na Palestina não tinham tantas portas e janelas como as de hoje. Não se podia procurar algo perdido sem primeiro iluminar a casa e foi o que ela fez. Se quisermos encontrar o que se perdeu, precisamos tambémde luz: a luz da Palavra. Em segundo lugar, ela varreu a casa. Ela tirou muita coisa do lugar e levantou muita poeira, fazendo uma verdadeira faxina em toda a casa. Para buscarmos o que se perdeu, precisamos ter coragem de mexer com muita coisa que está sedimentada em nossa vida, precisamos ainda ter coragem de levantar a poeira do tempo e remover os entulhos que estejamescondidos há muito tempo nos cantos escuros da nossa casa. Em terceiro lugar, ela procurou diligentemente a dracma até encontrar. Notem duas coisas que essa mulher fez: primeiro, sua procura foi meticulosa; segundo, sua procura foi perseverante. Ela vasculhou cada canto da casa e removeu tudo, pois estava determinada a encontrar a dracma perdida. Houve diligência e perseverança. É dessa maneira que devemos procurar aqueles que se perdem e se desviam. Um fato, ainda digno de nota é que a dracma perdeu-se dentro de casa. Muitos estão, também, perdidos dentro da igreja.

3. Houve alegria e celebração quando a dracma foi encontrada 

– A mulher buscou e encontrou a dracma perdida, usando todo esforço e diligência, mas a celebração dessa descoberta foi coletiva. Ela reuniu suas amigas e vizinhas para comemorar o fruto do seu labor. Devemos, de igual modo, não apenas buscar aqueles que se perderam, mas celebrar com grande e intenso júbilo quando eles são encontrados. O SenhorJesus conclui a parábola dizendo que a festa não é apenas na terra, mas também é sobretudo no céu. Há júbilo diante dos anjos de Deus lá no céu quando um pecador se arrepende. O céu está conectado com a terra. As coisas que acontecem aqui refletem lá. Os anjos não evangelizam, poisessa gloriosa missão Deus no-la deu, porém, eles celebram com intenso júbilo os frutos da nossa evangelização. Os anjos não são ministros da reconciliação, mas eles festejam quando um desviado é encontrado e trazido de volta à comunhão da igreja.



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 19 de maio de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


E já ninguém há que invoque o teu nome, que se desperte, e te detenhas; porque escondes de nós o teu rosto, e nos fazes derreter, por causa das nossas iniquidades.

Isaías 64:7

ISAIAS SAAD & MARSENA - DEUS DE DETALHES


 

PÃO DIÁRIO - 20/05/2026 - Quem leva o crédito?

Quem leva o crédito?



Chris Langan tem um QI mais alto que o de Albert Einstein. Moustafa Ismail tem um bíceps de 78 centímetros e consegue erguer 270 quilos. Estima-se que Bill Gates tem um patrimônio de bilhões. Aqueles que têm habilidade ou posses extraordinárias podem ficar tentados a vangloriar-se mais do que deveriam. Mas não precisamos ser altamente inteligentes, fortes ou ricos para desejarmos ficar com os créditos por nossos feitos. Qualquer tipo de realização traz consigo a seguinte questão: Quem ficará com os créditos?
Durante uma época de julgamento, Deus falou com os israelitas por meio do profeta Jeremias. Ele disse: “…Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas” (Jeremias 9:23). Antes, “…o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor…” (v.24). Deus queria que Seu povo apreciasse Sua pessoa e Sua excelência acima de qualquer coisa.
Se permitimos que o louvor infle a nossa autoimagem, estamos nos esquecendo de que “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto…” (Tiago 1:17). É melhor dar glória a Deus — não apenas porque Ele protege nossos corações do orgulho, mas também porque Ele legitimamente a merece. Ele é Deus, Aquele que “…faz coisas grandes […] e maravilhas que não se podem contar” (Jó 5:9).
—JBS

Leia: Jeremias 9:23-26

Examine: …mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor… —Jeremias 9:24

Considere: Fomos criados para dar a glória a Deus.





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A vida abundante

 

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O apóstolo Paulo, escrevendo aos romanos, descreve sobre a vida abundante nos seguintes termos: “E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo” (Rm 15.13). Há cinco perguntas que faremos ao texto:

1. De onde vem a vida abundante? 

– “E o Deus da esperança…”. A fonte da vida abundante está em Deus. O poder para uma vida maiúscula não vem de dentro, mas do alto; não da auto-ajuda, mas da ajuda do alto. Conhecer a Deus é a própria essência da vida eterna. Glorificar a Deus e gozá-lo para sempre é o objetivo principal da vida humana. Amar a Deus é o maior de todos os mandamentos. O nosso Deus é Deus de esperança. Com ele a vida caminha sempre para o melhor.

2. Em que consiste a vida abundante?

 – “…vos encha de todo o gozo e paz” – O mundo está numa corrida louca em busca de felicidade e paz. Muitos buscam essa alegria e essa paz no dinheiro, no sucesso, na fama, nos prazeres da vida e até mesmo nos corredores imundos da antivida, mas colhem fracasso, desilusão e muita dor. A Bíblia, porém, nos mostra que o Deus da esperança nos enche de gozo e paz. A vida que Deus oferece está marcada por uma felicidade superlativa e uma paz que excede todo o entendimento. O problema do homem não é a busca da felicidade, mas a busca dela na fonte errada e o contentamento com um prazer pequeno demais e efêmero demais, enquanto Deus nos criou para o maior dos prazeres, amá-lo e viver na sua intimidade. Na presença de Deus há delícias perpetuamente.

3. Como podemos obter a vida abundante?

 – “…no vosso crer”. A vida abundante não é fruto do esforço humano nem mesmo de suas pretensas virtudes. Ela é alcançada pela fé no Deus vivo. Tomamos posse dela não quando galgamos o apogeu da pirâmide social, mas quando cremos em Deus. A fé é o instrumento mediante o qual nos apropriamos da vida abundante em Cristo Jesus. Ele mesmo disse: “Quem crê em mim como diz a Escritura, rios de águas vivas fluirão do seu interior” (Jo 7.38).

4. Por que devemos possuir a vida abundante? 

– “…para que sejais ricos de esperança”. Deus nos chama para sermos ricos de esperança. Esse capital é mais valoroso do que o ouro depurado. Ser rico de esperança é melhor do que acumular bens materiais. Muitos têm ouro e prata, mas não têm esperança. Muitos são ricos entre o berço e a sepultura, mas não têm nenhuma esperança na vida porvir. Nossa esperança não consiste apenas nesta vida. Aguardamos um novo céu e uma nova terra. Nossa Pátria está no céu. Nosso lar está no céu. Nossa recompensa está no céu. Aqui somos peregrinos. Caminhamos com os pés neste mundo, mas com os olhos fitos na nossa recompensa eterna.

5. Como podemos viver a vida abundante? 

– “…no poder do Espírito Santo”. A vida abundante não pode ser vivida na força da carne; ela precisa ser experimentada e vivida no poder do Espírito Santo. Ele veio estar para sempre conosco. Ele é o nosso consolador. Dele emana todo o poder para uma vida abundante. Ele nos dá poder para viver e morrer. Ele nos capacita a viver em santidade e amor. Ele nos reveste de força para enfrentarmos as lutas e nos dá poder para sermos embaixadores de Deus no mundo. Quando estamos cheios do Espírito, temos vida abundante.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


O teu coração não inveje os pecadores; antes permanece no temor do Senhor todo dia.

Provérbios 23:17

Eyshila e Delino Marçal - Descanse o Seu Coração + Deus é Deus (Ao Vivo)


 

PÃO DIÁRIO - 19/05/2026 - Muitos conselheiros

 

Muitos conselheiros


O teólogo do século 15, Tomas de Kempis, disse: “Quem é sábio o suficiente para ter conhecimento perfeito de todas as coisas? Portanto, não confie tanto em sua própria opinião, mas esteja pronto para ouvir também a opiniões dos outros. Ainda que sua própria opinião seja boa, se por amor a Deus você a abandonar e seguir a opinião de outro, você terá mais ganho.” Tomas reconheceu a importância de seguir as opiniões de conselheiros confiáveis ao fazermos planos para a vida.
Para compreender a direção divina para a vida, a pessoa sábia deveria estar aberta às muitas possibilidades de conselho por meio dos quais Deus dará a conhecer a sabedoria da Sua orientação. Quando uma pessoa busca o conselho sábio de outros, demonstra a sua percepção de que pode estar negligenciando alguns fatores importantes em suas decisões.
Salomão, o homem mais sábio em Israel, escreveu sobre como é importante ter conselhos de outros: “Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito” (Provérbios 15:22).
O Senhor é um Maravilhoso Conselheiro (Isaías 9:6), e deseja nos proteger por meio de conselheiros sábios. Busque-os e agradeça a Deus por eles. Permita que eles o ajudem a descobrir uma imagem mais clara do plano de Deus para a sua vida.
—MLW


Leia: Provérbios 15:16-23

Examine: Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito. —Provérbios 15:22

Considere: Se você busca conselho sábio, suas chances de fazer decisões sensatas são multiplicadas.





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O culto doméstico

 



O culto doméstico é um tesouro perdido na vida da maioria do povo de Deus. Essa perda tem profundas e tristes conseqüências. Ela aponta uma perda de profundidade no relacionamento com Deus e também um enfraquecimento da comunhão familiar. O mundo contemporâneo sofre uma perda de critérios e valores. As coisas urgentes tomaram o lugar das coisas importantes. Corremos atrás do vento e gastamos toda a nossa energia buscando as coisas que perecem e deixamos de buscar as coisas lá do alto, aquilo que permanece para sempre. Creio que chegou o tempo de avaliarmos nossa vida e termos coragem de mudar o curso dos acontecimentos, de não sermos esmagados debaixo desse rolo compressor do secularismo nem sermos vítimas da ditadura dessa agenda que empurra as coisas espirituais para a lateral da nossa vida. O culto doméstico pode ajudar-nos em várias frentes e queremos destacar algumas:

1) O culto doméstico corrige a prioridade do nosso relacionamento com Deus.

Deus é mais importante do que suas dádivas. O abençoador é mais importante do que suas bênçãos. Ainda que tivéssemos todas as benesses de Deus, sem ele, nossa vida ainda seria vazia e carente. Só Deus nos satisfaz. Podemos adquirir conhecimento, granjear riquezas e conquistar sucesso e fama, mas sem Deus, tudo isso é vaidade. Precisamos buscar o Reino de Deus em primeiro lugar e o culto doméstico abre esse caminho para priorizarmos nossa relação com Deus acima de quaisquer outros interesses.

2) O culto doméstico restabelece a comunhão familiar.

A sociedade contemporânea está assistindo estarrecida ou mesmo anestesiada a desagregação da família. As pessoas estão vivendo numa profunda solidão mesmo vivendo em família. O diálogo está morrendo nos lares. Os cônjuges já não têm tempo para estar a sós. Os pais já não têm tempo para os filhos. Cada um segue o seu caminho e não pára para avaliar a vida sob a perspectiva de Deus. O culto doméstico é um instrumento bendito para a família fechar a agenda do urgente e abrir a agenda do importante. O culto doméstico abre o caminho para a família não apenas estar unida, mas unida ao redor do trono da graça para adorar a Deus. Uma família que ora unida, triunfa sobre as dificuldades.

3) O culto doméstico galvaniza os valores de Deus em nossa vida.

A marca da nossa sociedade é a superficialidade. Vivemos uma geração que anda errante por ter abandonado os princípios e os absolutos de Deus. Na era da comunicação e da explosão do conhecimento, vemos uma geração analfabeta da Bíblia e a perda dos critérios bíblicos está produzindo uma geração entregue ao relativismo moral. Sem conhecimento da verdade não há como construir uma sociedade justa. A família é a base de todos os outros relacionamentos horizontais. Se a família estiver sem critérios, a sociedade perder-se-á nos labirintos da permissividade.

4) O culto doméstico trará um novo frescor à vida espiritual.

Ele não somente trará benefícios para a coletividade, mas uma revitalização pessoal para cada um de per si. A educação cristã começa no lar. Aí está seu alicerce. Se o lar não estiver comprometido com o ensino da Palavra de Deus, a igreja não cumprirá cabalmente o seu papel. É no lar que as bases são plantadas. É no lar que devemos ser alimentados com o leite genuíno da piedade. É no lar que forjamos o nosso caráter e crescemos rumo à estatura do Varão perfeito. Quero encorajar as famílias da igreja a abraçar esse projeto de resgate do culto doméstico. Somos todos muito ocupados, mas temos tempo para tudo aquilo que nos é prioridade. Porque Deus e a família são prioridades para nós, devemos aderir sem reservas e sem desculpas a esse plano que certamente procede do coração de Deus. Não temos mais tempo a perder. Chegou a hora de colocarmos nossa vida e nossa família no altar de Deus e vivermos para a glória de Deus. Nossa casa precisa ser uma igreja viva a serviço do Deus vivo. Que Deus assim nos ajude!



Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 17 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.

Lucas 23:46

João 20 + Pra Sempre - Vitor Santana - Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 18/05/2026 - Emergindo

 

Emergindo



Os seres humanos confundem realidades visíveis e invisíveis, naturais e sobrenaturais. Pensei nisso ao observar as baleias. Elas descansam na superfície por um tempo e aproveitam para respirar fundo. Assim criam jatos espetaculares antes de imergirem novamente para alimentar-se.
Mesmo vivendo entre plantas e criaturas marinhas, a baleia deve emergir em busca de oxigênio. Caso contrário, morre, pois precisa de contato vital com o ar para sobreviver.
Algumas vezes me sinto emergindo em busca de ar espiritual em intervalos frequentes para permanecer vivo. Não há uma divisão nítida entre o natural e o sobrenatural. As coisas não são de um jeito ou de outro exclusivamente. O que faço como cristão — orar, adorar, demonstrar o amor de Deus aos doentes, carentes e aprisionados — é sobrenatural e natural.
O mesmo Deus que criou o mundo visível aos nossos olhos, o sustém diligentemente e proveu um caminho para nos aproximarmos dele; o invisível. Paulo escreveu: “…outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte…” (Colossenses 1:21,22).
As nossas ações acontecem no mundo visível, e podemos tocar, sentir aromas e ver. No entanto, o Criador e Sustentador de todas as coisas proveu uma maneira de respirarmos o necessário e almejado ar espiritual.
—PY


Leia: Colossenses 1:15-23

Examine: …pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis… —Colossenses 1:16

Considere: O trono de Deus é sempre acessível a Seus filhos.





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Igreja, alerta!

 



O apóstolo Paulo escrevendo aos Colossenses adverte a igreja sobre quatro grandes inimigos que estavam tentando minar a fé evangélica. Esses inimigos ainda rondam a igreja em nossos dias. Que inimigos são esses? 

1. O gnosticismo (Cl 2.8-15) 

– O gnosticismo pregava o dualismo grego e defendia a tese de que a matéria é má em si mesma. Por essa razão, eles negavam a encarnação de Jesus. Para eles Jesus não podia ser humano e divino ao mesmo tempo. Ao negarem a encarnação, negavam também a obra da redenção e anulavam a cruz de Cristo. Paulo, porém, escreve à igreja de Colossos para dizer que em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da Divindade (Cl 2.9) e que na cruz Jesus triunfou sobre o pecado (Cl 2.14) bem como sobre o diabo e suas hostes (Cl 2.15). Toda mensagem que desvia o foco da Pessoa bendita do Senhor Jesus e de sua obra redentora não é melhor do que o gnosticismo. O gnosticismo pregava que o homem chega a Deus através do conhecimento e assim, criava uma aristocracia espiritual, divorciada do ensino das Escrituras. 

2. O legalismo (Cl 2.16,17) 

– O legalismo mascarado de profunda espiritualidade é uma negação da verdadeira fé cristã. Ele põe sua atenção em formas, ritos e cerimônias em vez de focar-se na Pessoa e obra de Cristo. Ele está mais preocupado com a aparência, do que com a essência. Dá mais atenção ao método que ao conteúdo. Dá mais importância aos ritos sagrados que a sinceridade do coração. Paulo exorta a igreja: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das cousas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo” (Cl 2.16,17). Os fariseus eram os legalistas nos tempos de Jesus. Eles tinham uma apresentação impecável diante dos homens, mas aos olhos de Deus eram desprezíveis. Acautelemo-nos para que o caldo mortífero do legalismo não nos contamine. 

3. O misticismo (Cl 2.18,19) 

– Estava entrando na igreja de Colossos uma fé mística e sincrética. Os crentes estavam sendo influenciados por uma pregação eivada de heresias. A Palavra de Deus estava sendo deixada de lado e os crentes estavam cultuando os anjos em vez de cultuar a Deus e fundamentando essa prática herética em visões. Nossa prática cristã precisa estar calçada na verdade revelada e não em sonhos, visões e revelações forâneas às Escrituras. O misticismo está tomando de assalto algumas igrejas chamadas evangélicas em nossa Pátria. As pessoas deixam as fileiras do misticismo pagão e se tornam cativas de outras práticas místicas com uma linguagem evangélica. Os crentes imaturos precisam de pontes de contato para desenvolver sua fé (sal grosso, água ungida, óleo santo). O apóstolo Paulo diz que essa prática mística que não retém Cristo não passa de carnalidade (Cl 2.18,19). 

4. O Ascetismo (Cl 2.20-23) 

– O ascetismo é a privação de coisas legítimas com o fim de agradar a Deus. O ascetismo pensa que a santidade tem a ver com o nosso esforço de privar-nos das coisas que Deus criou. Na busca dessa espiritualidade auto-construída muitos se flagelam; outros castigam seu corpo com escassez de pão e ainda outros fogem para mosteiros. O cerne do ascetismo constitui-se em: “Não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro” (Cl 2.21). O apóstolo Paulo diz que esse rigor ascético é preceito e doutrina de homens, é culto de si mesmo e falsa humildade e não tem valor algum contra a sensualidade (Cl 2.22,23). 



Rev. Hernandes Dias Lopes.

sábado, 16 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Pelo caminho de Sião perguntarão, para ali voltarão os seus rostos, dizendo: Vinde, e unamo-nos ao Senhor, numa aliança eterna que nunca será esquecida.

Jeremias 50:5

Renascer Praise – Escape (Ao Vivo)

 


PÃO DIÁRIO - 18/05/2026 - Ouvindo

 

Ouvindo


Joyce Heggett, em seu livro Listening to Others (Ouvindo os outros, tradução livre), escreve sobre a importância de aprender a ouvir e responder eficazmente àqueles em situações difíceis. Ao relatar algumas de suas experiências ouvindo pessoas em sofrimento, ela menciona que estas frequentemente a agradecem por tudo o que fez por elas. “Em muitas ocasiões”, escreve, “não cheguei ‘a fazer nada. Simplesmente ouvi.’ Rapidamente cheguei à conclusão que ‘simplesmente ouvir’ é realmente uma maneira eficaz de ajudar outros.”
Esta foi a ajuda que Jó buscou em seus amigos. Ainda que seja verdade que eles se sentaram com ele em silêncio por sete dias, “…pois viam que a dor era muito grande” (2:13), eles não o ouviram quando Jó começou a falar. Pelo contrário, eles falaram sem parar, mas não conseguiram consolá-lo (16:2). “Tomara eu tivesse quem me ouvisse…”, Jó clamou (31:35).
O ato de ouvir representa que “o que importa para você, importa para mim.” Algumas vezes as pessoas querem conselho. Mas frequentemente elas simplesmente querem ser ouvidas por alguém que as ama e se importa com elas.
Ouvir é um trabalho difícil e leva tempo. É preciso tempo para ouvir o suficiente e entender a pessoa, de modo que, se chegarmos ao ponto de falar, falemos com gentileza e sabedoria.
Oh, Senhor, nos dê corações amorosos e ouvidos dispostos a ouvir.
—DHR

Leia: Jó 2:11–13

Examine: Tomara eu tivesse quem me ouvisse… —Jó 31:35

Considere: Se estou pensando em uma resposta enquanto outros estão falando — então não estou ouvindo.




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O amor, a marca do verdadeiro cristão

 



O cristão é conhecido pelo amor. Sem amor nossa ortodoxia é deficiente. A igreja de Éfeso era ortodoxa, zelava pela doutrina verdadeira, ao mesmo tempo em que repudiava os falsos apóstolos e suas heresias, mas falhou ao abandonar o seu primeiro amor. Jesus elogiou a firmeza doutrinária da igreja de Éfeso, mas a repreendeu pela sua falta de amor. 

O amor é mais importante do que o conhecimento. A igreja de Corinto, influenciada pela cultura grega dava mais importância ao saber do que ao amor. O apóstolo, então, ensina a igreja que o conhecimento ensoberbece, mas o amor edifica (1Co 8.1-4). O amor é mais importante que os dons espirituais. O apóstolo Paulo adverte que ainda que eu tenha o dom de variedade de línguas, de profecia, de conhecimento e de fé, se eu não tiver amor, minha vida só produz barulho e nada será (1Co 13.1-3). 

O amor é mais importante do que as mais importantes virtudes cristãs. No mesmo capítulo 13 da Carta aos Coríntios, Paulo diz: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor”. Fé e esperança são elementos fundamentais do cristianismo. Mas só o amor é transcendente e vai morar no céu. No céu não precisaremos mais de fé nem mesmo de esperança, pois lá veremos ao Senhor face a face e, apropriar-nos-emos da bem-aventurança eterna. Mas, o amor há de marcar o clima e as relações no céu. 

O amor é o principal de todos os mandamentos. Jesus disse que o maior de todos os mandamentos é amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos (Mc 12.28-31). O apóstolo João nos ensina, porém, que não podemos amar a Deus a quem não vemos se não amamos os irmãos a quem vemos (1Jo 4.20). Aquele que não ama ainda está nas trevas e nunca viu a Deus, pois Deus é amor. O amor é o cumprimento da lei. A essência dos dez mandamentos é amar a Deus e ao próximo. Quem ama procura agradar a pessoa amada. Jesus disse que aquele que o ama obedece os seus mandamentos. Nessa mesma linha de pensamento, Agostinho de Hipona disse: “Ame a Deus e faça o que você quiser”. 

O amor sempre busca a promoção do outro. O apóstolo Paulo diz: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Rm 12.10). O amor não visa seus próprios interesses. Ele não é egocentralizado, mas outrocentralizado. O amor é a apologética final. Jesus disse que somos conhecidos como seus discípulos pelo amor. “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros” (Jo 13.34,35). 

Amar o próximo era um mandamento antigo, mas agora, ganha um novo sentido e uma nova amplitude. Devemos amar como Cristo nos amou. Ele nos amou mais do que a si mesmo. Ele nos amou e deu sua vida por nós. Ele amou-nos sacrificialmente. Quem ama se entrega. Deus nos amou e deu-nos seu único Filho (Jo 3.16). Ele não poupou o seu próprio Filho, antes por todos nós o entregou (Rm 8.32). Agora, devemos, também, dar a nossa vida pelos nossos irmãos (1Jo 3.16). Que Deus nos ajude a sermos uma comunidade conhecida pelo amor. Que o amor de Deus seja visto e conhecido nesta igreja e através desta igreja. Que aqueles que convivem conosco possam ser confortados pelo nosso amor. 



Rev. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Na sua mão está a alma de tudo quanto vive, e o espírito de toda a carne humana.

Jó 12:10

Elizeu Alves - Sou Casa (Clipe Oficial)


 

PÃO DIÁRIO - 16/05/2026 - Fome espiritual

 Fome espiritual


Eis que vêm dias… em que enviarei fome sobre a terra, [...] de ouvir as palavras do Senhor. Amós 8:11


Em uma história de ficção, um vírus destrói as plantações do mundo. Não somente os jardins, mas os cereais, incluindo trigo, cevada, centeio, aveia e arroz. Em meses, o mundo mergulha na fome e na violência. As pessoas começam a lutar; depois a matar, por comida.
A ficção descreve uma cena que vemos acontecer no mundo real, como as crises de fome vistas nos noticiários de TV. É terrível! Mal posso imaginar como seria.
O profeta Amós falou de um tipo diferente de fome — a fome e a sede de ouvir “as palavras do Senhor” (8:11). Enquanto a falta de comida pode provocar doenças e morte, a fome da Palavra produz consequências eternas. Sem acesso à Palavra de Deus, falta-nos sabedoria para viver a mensagem da vida eterna em Cristo. Como cristãos, precisamos do “…genuíno leite espiritual, para que, por ele, [nos] seja dado crescimento para salvação” (1 Pedro 2:2). Podemos nos identificar com o profeta quando ele disse: “Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo teu nome sou chamado, ó Senhor, Deus dos Exércitos” (Jeremias 15:16).
O mundo está desejando ardentemente o conhecimento do Deus que pode satisfazer as necessidades do coração humano. Vamos ajudar a encher seus corações, compartilhando a Palavra de Deus.
— Bill Crowder


Leia: 1 Pedro 2:1-10

Examine: A Bíblia em um ano: Êxodo 1–3, Mateus 14:1-21

Considere: Sem um coração voltado para Deus, não podemos ouvir a Sua Palavra.




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Versículo do dia

    Versículo do dia E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados....