terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


²⁸ Falou Nabucodonosor, dizendo: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, que enviou o seu anjo, e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois violaram a palavra do rei, preferindo entregar os seus corpos, para que não servissem nem adorassem algum outro deus, senão o seu Deus. 

Daniel 3:28

Anderson Freire e Paola Carla - O Mapa do Tesouro - Acústico 93


 

PÃO DIÁRIO - 21/01/2026 - Canções

 

Canções


Compadece-te de mim, Senhor […] de tristeza os meus olhos se consomem, e a minha alma e o meu corpo. —Salmo 31:9


Em um documentário a respeito de três lendários guitarristas, Jack White descreveu a primeira coisa essencial para se escrever uma canção: “Se você ainda não tiver uma luta em seu interior ou à sua volta, terá de criar uma.”

As canções de maior significado para nós expressam nossos mais profundos sentimentos. Boa parte do livro de Salmos, frequentemente chamado “o livro de canções da Bíblia”, nasceu da luta. Elas capturam nossas decepções e medos, mas, sempre destacam para o fiel amor de Deus.

No Salmo 31, Davi escreveu: “Compadece-te de mim, Senhor, porque me sinto atribulado; de tristeza os meus olhos se consomem, e a minha alma e o meu corpo.” (v.9). Ele fala de uma armadilha feita para ele (v.4), de seu próprio pecado (v.10), do abandono pelos amigos (vv.11-12) e de tramas contra sua vida (v.13).

Contudo, a esperança de Davi não estava em sua própria força, mas, em Deus. “Quanto a mim, confio em ti, Senhor. Eu disse: tu és o meu Deus. Nas tuas mãos, estão os meus dias; livra-me das mãos dos meus inimigos e dos meus perseguidores” (vv.14-15).

Os Salmos nos convidam a derramarmos nossos corações a Deus, porque Ele reservou Sua bondade para aqueles que confiam nele (v.19).

— David C. McCasland


Leia: Salmo 31:9-20 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Reis 16-18;Lucas 22:47-71

Considere: Em sua mais profunda necessidade, encontre o conforto de Deus no livro de Salmos.

Jesus Cristo vem! você vai?

 

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Estamos no fim dos tempos. Breve Jesus voltará. Ele prometeu e Ele vai cumprir. O mundo está maduro para o juízo. As profecias estão se cumprindo. Os sinais da sua segunda vinda, alertam-nos que breve, muito breve a trombeta de Deus pode soar: O engano religioso é intenso. As falsas religiões proliferam. Os falsos profetas enganam os incautos. Os terremotos, açoitam as cidades. A fome assola a terra. As muitas e sangrentas guerras revelam quão monstruoso é o coração do homem sem Deus. As epidemias alastram-se, espalhando tormento e morte. O amor está se esfriando em quase todos. A ciência alça vôos prodigiosos, enquanto a apostasia galopante abre caminhos para o anticristo e aponta para o fim. Vivemos tempos angustiosos. A igreja tem sido perseguida no campo das idéias no mundo inteiro e torturada fisicamente em muitos lugares. Jesus disse que quando estas coisas estivessem acontecendo, e elas estão, o fim estaria muito próximo.

A segunda vinda de Cristo será o fim. Quando Ele vier com poder e muita glória, todo o olho o verá. Sua vinda será física, pessoal, visível, audível, gloriosa, poderosa e vitoriosa. Virá não como servo, mas como rei dos reis. Virá não como advogado, mas como juíz. Virá não para salvar, mas para julgar. Quando Jesus voltar, as oportunidades terão cessado. A porta da salvação estará fechada. Será o grande dia do juízo. Ele vai se assentar no trono da sua glória e vai julgar as nações. Todos vão comparecer diante dele. Todos os mortos, grande e pequenos estarão diante do seu trono. Em vão os homens vão tentar fugir da sua presença. Todos serão julgados segundo as suas obras. Todos aqueles, porém, que não forem encontrados inscritos no livro da vida, ou seja, todos aqueles que não receberam a Cristo como Salvador e Senhor, serão lançados no lago de fogo e enxofre, a saber, a segunda morte. O dia do Senhor virá, e apanhará a muitos de surpresa. Ele virá como o ladrão de noite. Ele virá quando as pessoas estiverem questionando a veracidade da sua vinda. Elas estarão cuidando dos seus interesses e se deleitando em seus prazeres. Será como nos dias de Noé. Aquele dia, para muitos, será dia de trevas e não de luz. Muitos vão bater à porta, desesperados, mas será tarde demais.

Jesus Cristo vem! Você vai? Você está preparado para aquele grande dia? Não deixe para a última hora. As cinco virgens loucas deixaram para se preparar de última hora e ficaram de fora das bodas. Naquele dia será tarde demais para se preparar. A preparação é pessoal e intransferível. Quando a trombeta de Deus soar e Cristo voltar, você subirá com Ele para estar eternamente no céu, com os demais remidos, ou será banido para sempre da face de Deus? Cristo voltará. Por isso, devemos viver em santo procedimento e piedade, aguardando ansiosamente a sua volta.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

Versículo do dia

    Versículo do dia


Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça.

Vim Falar Com Deus - Delino Marçal | Ao Vivo


 

PÃO DIÁRIO - 20/01/2026 - As regras da Mamãe

 

As regras da Mamãe


…quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe… —Efésios 4:22


Encontrei uma mulher encantadora, chamada “Mamãe Carla”, que criou cerca de uma dúzia de filhos adotivos. Esses jovens lhe foram designados pelo Poder Judiciário e ela lhes deu um lar com estabilidade, orientação e amor. Ela me contou que, cada vez que uma nova criança chegava, a primeira coisa era explicar as “Regras da Mamãe”. Elas incluíam padrões de comportamento, além de tarefas que forneciam uma ajuda muito necessária na casa e ensinavam responsabilidade a crianças sem muita instrução anterior.

Algumas das crianças podem ter recusado as “Regras da Mamãe”, pensando que elas lhes roubavam a diversão ou o prazer — mas, nada disso poderia estar mais longe da verdade. Aqueles padrões permitiam que a casa ficasse organizada, onde a mãe e as crianças pudessem sentir que a vida era agradável e pacífica.

De maneira semelhante, algumas pessoas consideram os padrões estabelecidos por Deus na Bíblia como obstáculos que nos impedem de desfrutar a vida. Contudo, os limites impostos por Deus nos protegem de nossas piores inclinações e criam reações saudáveis a Ele.

No livro de Efésios 4, por exemplo, Paulo fornece alguma orientação a respeito de como devemos viver. Ao vivermos segundo essas e outras instruções amorosas de Deus, encontramos a proteção e a oportunidade de experimentar a alegria verdadeira e duradoura.

— Bill Crowder


Leia: Efésios 4:17-32 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Reis 14-15;Lucas 22:21-46

Considere: A Palavra de Deus é a bússola que nos mantém no caminho certo.

Fome de Deus

 



John Piper definiu jejum como fome de Deus. Nossa maior necessidade não são das bênçãos de Deus, mas do Deus das bênçãos. Nossa alma tem fome e sede de Deus. Deus colocou a eternidade em nosso coração. Só o Deus eterno pode dar pleno significado à nossa vida e satisfazer a nossa alma. Ambos, comer e jejuar devem ser feitos para a glória de Deus (1 Co 10:31). O comer lembra-nos os dons de Deus, o jejuar lembra-nos o Deus doador. Jejum é privar-nos do pão da terra, para alimentar-nos com o pão do céu. Quando nós comemos, nós testamos o emblema do alimento celestial, o Pão da Vida. E quando nós jejuamos, nós dizemos, “Eu amo a realidade acima do emblema.”

O maior inimigo da fome de Deus não é veneno, mas uma torta de maça. Muitas vezes, o que nos priva da fome de Deus não é o veneno do mal, mas os simples prazeres da terra (Lc 8:14; Mc 4:19). “Os prazeres desta vida” e “os desejos por outras coisas” – não são necessariamente coisas más em si mesmas. Não são vícios. São dons de Deus. Essas coisas podem ser a nossa refeição básica, leitura, viagens, negócios, televisão, Internet, compras, exercícios, esportes, e casamento. Todas essas coisas boas em si mesmas podem ser mortais substitutos de Deus para a nossa alma. Coisas boas podem fazer grandes estragos em nossa vida espiritual. Bois, campos e casamento podem manter você fora do Reino dos céus (Lc 14:17-20). Nada deve se interpor no caminho do verdadeiro discipulado, nem coisas más, nem coisas boas, nem alimento, nem qualquer outra coisa.

Nosso amor por Deus é provado não apenas por palavras, mas sobretudo, pelo sacrifício. Realmente temos fome por Deus? Sentimos saudade de Deus? Ou temos começado a estar contentes apenas com os seus dons? Richard Foster diz que mais do que qualquer outra disciplina, o jejum revela as coisas que nos controlam. O jejum revela a medida do domínio do alimento, da televisão, do computador, ou qualquer outra coisa sobre nós, que sempre e sempre está aplacando a nossa fome de Deus.

Quanto mais profundamente nós andamos com Cristo, mais fome de Cristo nós sentimos, mais saudade do céu nós sentimos, mais desejo da plenitude de Deus nós temos. Quanto mais jejuamos, mais sentimos o sabor do pão céu, mais desejamos o domínio do céu sobre a nossa vida na terra, mais desejamos que o Reino de Deus seja estabelecido em nosso coração. Se nós não estamos sentindo intenso desejo da manifestação da glória de Deus em nossa vida, não é porque nós já temos bebido o suficiente das fontes de Deus, mas porque estamos nos alimentando apenas das mesas do mundo. É tempo de jejuar! O jejum é o maná do céu para a nossa alma. Através dele humilhamo-nos diante do trono do Deus vivo. Através dele voltamo-nos de coração para o Senhor. Através dele somos fortalecidos com poder. Através dele podemos ver a restauração e o despertamento da nossa igreja. Através dele participamos dos banquetes de Deus e saboreamos as doces iguarias do céu!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ⁶ Já o tens ouvido; olha bem para tudo isto; porventura não o anunciareis? Desde agora te faço ouvir coisas novas e ocultas, e que nunca conheceste. 

Isaías 48:6

Paulo Cesar Baruk, Marsena - Clamo Jesus (I Speak Jesus)


 

PÃO DIÁRIO - 19/01/2026 - Sempre nos preparando

 

   

Sempre nos preparando

…se alguém a si mesmo se purificar destes erros, será utensílio para honra […] preparado para toda boa obra. —2 Timóteo 2:21


Certa manhã, durante uma visita mais longa de meu filho, ele bateu à porta de meu escritório e perguntou o que eu fazia. “Estou me preparando para a Escola Dominical”, respondi. Então, pensando em todo o tempo que passo em meu escritório, disse-lhe: “Parece que estou sempre me preparando para alguma coisa.”

Sou grata pelas oportunidades que Deus me dá de alcançar outras pessoas. Existe, porém, alguma tensão quando você está sempre preparando algo para alguém. É difícil equilibrar as prioridades tendo sempre em mente a pressão para preparar uma aula, uma mensagem ou um documento.

Essa ideia de estar em constante preparação me intrigou; então, procurei na Bíblia para ver o que ela menciona a respeito do assunto. Descobri que somos chamados para nos preparar sempre. Um coração dedicado a Deus precisa estar pronto para servi-lo (1 Samuel 7:3). Devemos estar prontos a fazer boas obras (2 Timóteo 2:21) e a defender a verdade das Escrituras (1 Pedro 3:15). E Paulo nos recorda que até a nossa doação requer planejamento (2 Coríntios 9:5).

Esse é só o começo. Viver de maneira que agrada ao Senhor exige preparação mental, espiritual e física. Mas, não precisamos ficar estressados, porque Ele nos capacitará com Seu poder. Peçamos a Deus para nos guiar enquanto nos preparamos para servir, honrar e contar aos outros a respeito dele.

— Dave Branon


Leia: 2 Timóteo 2:19-26 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Reis 21-22;Lucas 23:26-56

Considere: A melhor preparação para o amanhã é o uso correto do hoje.

A busca de uma vida mais profunda com Deus

 



A nossa alma tem mais necessidade de Deus do que a terra seca da chuva. A nossa alma tem mais carência de Deus do que a flor do campo tem do orvalho da noite. A nossa alma tem mais ânsia por Deus do que os guardas pelo romper da alva. A maior necessidade da nossa vida não é das bênçãos de Deus, mas do Deus das bênçãos. O tudo sem Deus é nada. A riqueza do mundo sem Deus é consumada pobreza. As glórias do mundo sem Deus são como um vácuo. Somente em Deus encontramos razão para viver. Somente em Deus nossa alma encontra descanso. Deus é a verdadeira fonte de prazer. Só há plenitude de alegria na presença de Deus. Os lautos banquetes do mundo não podem saciar a nossa alma. As riquezas do mundo não podem preencher o vazio do nosso coração. O conhecimento, o dinheiro, o sucesso, o poder e a fama sem Deus são insuficientes para dar significado à nossa vida. Deus nos criou para ele e somente nele encontraremos significado e razão para viver.

A vida sem Deus é seca como um deserto, infrutífera como os espinheiros e estagnada como um poço de águas paradas e lodacentas. Precisamos nos voltar para Deus, a fonte de águas vivas. Precisamos de nos arrepender dos nossos maus caminhos e emendar as nossas veredas. Precisamos endireitar os caminhos tortos e retificar aqueles que estão fora do lugar. Esse é um tempo de arrependimento e volta para o Senhor. A restauração começa com choro, com quebrantamento, com acerto de vida com Deus. Precisamos examinar o nosso coração. Precisamos ser pesados na balança de Deus. Precisamos reconhecer os nossos pecados, sentir tristeza pela nossa frieza espiritual e sentir vergonha pela escassez dos nossos frutos. O juízo começa pela Casa de Deus. Não basta apenas uma volta superficial para Deus. Ele não se impressiona com os nossos gestos pomposos nem com nossas palavras eloqüentes. Ele sonda os corações. Precisamos rasgar não as nossas vestes, mas os nossos corações. O perdão é resultado do arrependimento, a restauração é conseqüência do quebrantamento e a plenitude da vida de Deus em nós é fruto de uma busca verdadeira, intensa e perseverante. A chuva vem sobre a terra seca. O derramamento do Espírito sobre aqueles que têm sede Deus.

Muitas gerações experimentaram profusas efusões do Espírito. Muitos irmãos nossos viram, experimentaram e realizaram coisas maiores do que as que temos visto, experimentado e realizado em nossos dias. Deus não mudou. Sua Palavra não mudou. Há vida abundante para todo aquele que busca o Senhor de acordo com a sua Palavra. Os mananciais de Deus jorram sempre sem jamais secar. Ele pode intervir em nossa vida, Ele pode trazer sobre nós tempos de restauração. Podemos conhecer com mais profundidade as riquezas insondáveis do evangelho de Cristo. Podemos ter mais intimidade com Deus através de uma vida de oração. Podemos conhecer mais a Deus através de um estudo mais zeloso das Escrituras. Podemos produzir mais frutos para a glória de Deus através de um envolvimento mais efetivo com o seu Reino. É hora de clamar ao Senhor para que os tempos de refrigério da sua parte venham sobre nós, trazendo-nos restauração e vida!


Rev. Hernandes Dias Lopes.

sábado, 17 de janeiro de 2026

Versículo do dia

    Versículo do dia


 E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha.

LUGAR SECRETO | CLIPE OFICIAL | EP CÉU | GABRIELA ROCHA


 

PÃO DIÁRIO - 18/01/2026 - Digerindo a Palavra

 


Digerindo a Palavra

…as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração… — Jeremias 15:16


O rei James (Tiago) é famoso pela tradução inglesa da Bíblia com o seu nome (King James). Quando essa Bíblia era impressa, ele lançou o Livro de Oração Comum. Ainda hoje utilizado, este guia à intercessão e adoração contém uma bela oração para memorizar a Bíblia: “Bendito Senhor, que fizeste todas as Sagradas Escrituras serem escritas para nosso aprendizado; concede-nos que possamos […] ouvi-las, ler, marcar, aprender, e digeri-las interiorizando, que pela paciência e conforto da [Tua] santa Palavra possamos aceitar e nos apegar à bendita esperança da vida eterna.”

Séculos antes, o profeta Jeremias expressou semelhanças ao deixar as Escrituras nutrirem nossos corações: “Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo teu nome sou chamado, ó Senhor, Deus dos Exércitos” (Jeremias 15:16). Internalizamos a Palavra quando “lemos, marcamos, aprendemos e digerimos interiorizando” uma passagem da Escritura através de meditação em oração.

Peça ao Senhor que o ajude a aplicar a Bíblia ao seu coração hoje. Pondere sobre a carne e o leite da Palavra (Hebreus 5:12). Ao aquietar o seu coração, Deus lhe ensinará acerca de si mesmo através do Seu Livro.

— Dennis Fisher

Leia: Jeremias 15:15-21 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Reis 19-20;Lucas 23:1-25

Considere: Há livros para saborear; outros para deglutir, e poucos para mastigar e digerir. —Bacon

A diferença que Jesus faz na família

 



O casamento é o palco onde se desenrola os grandes dramas da vida. O casamento é o sonho de uns e o pesadelo de outros. É lugar de vida para uns e também ante-sala da morte para outros. É na família que celebramos as nossas vitórias e é também nela que curtimos a nossa dor mais amarga.

O texto de João 2.1-11, nos fala que Jesus foi a uma festa de casamento. Ele participa conosco dos nossos momentos de alegria Ele celebra conosco as nossas vitórias. Esse texto tem algumas lições que podem revolucionar sua vida e salvar o seu casamento:

1. Jesus é a pessoa mais importante a ser convidada para o casamento – Jesus estava presente naquele casamento de Caná da Galiléia. Ele foi convidado e lá compareceu. A presença e a intervenção de Jesus naquele casamento salvou aquela família de um grande constrangimento. A maior necessidade das famílias hoje é da presença de Jesus. As pessoas não estão precisando tanto de mais dinheiro ou mais conforto, mas da presença de Jesus na família. Seu lar pode ter tudo: dinheiro, conforto, saúde, amigos e prosperidade, mas se Jesus ainda não é o centro da sua vida e do seu lar, está faltando o principal. Só Jesus pode satisfazer a sua alma e dar sentido pleno à sua vida e à sua família.

2. Mesmo quando Jesus está presente, os problemas acontecem – Jesus estava presente, mas o vinho acabou na hora da festa. O vinho é símbolo da alegria. Muitos casamentos estão caminhando pela vida sem o vinho da alegria. Há aqueles que perdem a alegria mesmo na festa nupcial. Há casamentos que estão vivendo o drama do desencanto, da decepção e da amargura. Há muitos casais feridos, machucados e desiludidos. Há famílias que mesmo pertencendo ao Senhor, curtem a dor da separação, vivem o estigma da desarmonia e não conseguem experimentar a verdadeira alegria na vida familiar. Em algum momento da caminhada, a alegria foi perdida. Situações adversas e inesperadas conspiraram contra a família e a alegria ameaça ir embora.

3. Precisamos discernir com rapidez quando a alegria está acabando – Maria, usando sua acuidade espiritual e sua profunda percepção feminina, livrou aquela família de um grande vexame. Ela percebeu que o vinho estava acabando e que alguma coisa deveria ser feita. Ela não ficou parada. Ela não guardou o problema só para ela. Ela tomou uma iniciativa. Ela estava ligada. Precisamos também estar com as antenas ligadas. Precisamos ter olhos abertos para ver o que acontece na família. Muitos casamentos naufragam porque os cônjuges não discernem as crises no seu nascedouro. Não agem preventivamente. Deixam o tempo passar e quando vão buscar ajuda já é tarde demais.

4. Precisamos recorrer à pessoa certa na hora da crise – Maria buscou a Jesus. Ela levou o problema à pessoa certa. O segredo da felicidade conjugal não é a ausência de problemas, mas ter sabedoria e pressa para levar os problemas a Jesus. Muitos casais ao entrarem em crise, buscam solução onde não há solução. Cavam cisternas rotas onde não há água. Buscam ajuda em caminhos que só os fazem desviar mais da vereda da felicidade. Jesus é a resposta para a família. Ele é a solução de Deus para o lar. Precisamos levar os problemas da família e deixá-los aos pés de Jesus. Dele vem o nosso socorro. Do céu promana a nossa ajuda.

5. Precisamos obedecer e fazer o que Jesus manda – Jesus mandou os serventes encher de água as talhas. Aquela ordem parecia absurda. Eles poderiam ter questionado, dizendo: nós não estamos precisando de água. O que está faltando aqui é vinho. Mas se queremos ver as maravilhas de Deus acontecendo na família, precisamos exercer uma pronta obediência às ordens de Jesus. Precisamos deixar de lado nossas racionalizações e fazer o que ele nos manda. Sempre que obedecemos a Jesus nossa vida é transformada. Sempre que o casal se dispõe a obedecer a Palavra de Deus, o vinho da alegria começa a jorrar de novo dentro do lar.

6. Precisamos ser guiados pela fé e não pelos nossos sentimentos – Aqueles serventes não questionaram, não relutaram nem duvidaram da ordem de Jesus. Eles obedeceram prontamente. Eles creram e agiram. Eles encheram de água as talhas. Eles levaram a água ao mestre sala. Mas quando este enfiou a cuia dentro da água, um milagre aconteceu: a água se transformou em vinho. O milagre da transformação acontece quando nos dispomos a crer e a confiar. Quando fazemos o que Jesus ordena, mesmo que a nossa razão não consiga explicar, experimentamos as maravilhas divinas. Feliz é a família que vive pela fé. Bem-aventurada é a família que obedece a Palavra de Deus.

7. Quando Jesus intervém na família, o melhor sempre vem depois – O vinho que Jesus ofereceu era de melhor qualidade. O costume era sempre oferecer primeiro o melhor vinho, depois servia-se o inferior. Mas com Jesus o melhor vem sempre depois. A vida com Jesus não tem decepções. O casamento não precisa ser uma descida ladeira abaixo. Com Jesus, o casamento é uma aventura cada vez melhor. Os melhores dias não foram os da lua de mel. Os melhores dias estão pela frente. Quando Jesus reina na família a vida conjugal se torna mais consistente, mais profunda, balsamizada por um amor mais maduro e sublime. Muitos casais, infelizmente, estão juntos por causa dos filhos; moram na mesma casa, dormem na mesma cama, mas o coração já está vazio de amor. Os sonhos de uma vida feliz já morreram. Mas, quando Jesus intervém, o amor é restaurado, a alegria volta a pulsar e a família experimenta os milagres do céu.

8. Quando Jesus intervém na família, as pessoas glorificam a Deus e passam a crer nele – Não há milagre maior do que uma família transformada. Não há nada que promova tanto a glória de Deus do que ver um casamento sendo restaurado e uma família experimentando a alegria verdadeira, depois de um tempo de tristeza e dor. Os discípulos de Jesus passaram a crer nele depois desse milagre e muitos glorificaram a Deus. Jesus é o mesmo. Ele nunca mudou. Ele ainda continua fazendo maravilhas na vida das famílias. Ele pode restaurar também a alegria lá na sua casa. Ele pode mudar a sua sorte. Ele pode curar as suas feridas, restaurar a sua alma e refazer o seu casamento. Ele pode derramar amor em seu coração. Ele pode lhe dar capacidade de perdoar. Ele pode transformar o seu deserto árido em manancial. Ele pode fazer florescer no seu coração a esperança de uma nova vida, de um casamento restaurado, de uma família cheia de verdor e felicidade!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

Versículo do dia

    Versículo do dia


 ⁸ E outra caiu em boa terra, e, nascida, produziu fruto, a cento por um. Dizendo ele estas coisas, clamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. 

Lucas 8:8

Anderson Freire - Coração Valente (Ao Vivo) - DVD Essência


 

PÃO DIÁRIO - 17/01/2026 - Tudo que é precioso

 

Tudo que é precioso


Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa… —1 Pedro 2:4


Ao longo de minha vida, acumulei muitas coisas. Tenho caixas de coisas que foram importantes um dia, mas, com o tempo, deixaram de empolgar. E, como colecionador incorrigível, percebi que a empolgação está em procurar e obter uma nova peça para adicionar à coleção. Então, minha atenção se volta à caça do próximo item.

Embora acumulemos muitas coisas que nos são importantes, muito poucas são realmente preciosas. De fato, ao longo do tempo aprendi que as coisas mais preciosas da vida não são as coisas materiais. Pelo contrário, as pessoas que me amaram e edificaram minha vida é que são preciosas. Quando meu coração diz: “Não sei o que faria sem elas”, reconheço-as como deveras preciosas para mim.

Então, quando Pedro se refere a Jesus como “…pedra angular, eleita e preciosa…” (1 Pedro 2:6), deve ressoar em nossos corações que Ele é verdadeiramente precioso — nosso bem mais valioso, acima de tudo e de todos. Onde estaríamos hoje sem a constante e infalível companhia de Sua presença fiel, orientação sábia e perfeita, paciência misericordiosa, conforto e repreensão transformadora? O que faríamos sem Ele? Não consigo nem imaginar!

— Joe Stowell


Leia: 1 Pedro 2:1-10 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Reis 10-11;Lucas 21:20-38

Considere: Jesus encabeça a lista de tudo que é precioso.

Maturidade espiritual

 

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Maturidade espiritual é o alvo do discipulado. A grande ênfase de Jesus na grande comissão é “fazer discípulos”. Nosso compromisso, portanto, vai além da evangelização. O Senhor quer mais do que crentes ou novos membros em sua igreja, ele quer discípulos. O discipulado é efetivado através da integração na igreja local, pelo batismo, e através do ensino contínuo. O ensino que Jesus estabeleceu vai além da comunicação verbal da verdade. O princípio estabelecido por Jesus é, “ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado.” O verdadeiro ensino desemboca na obediência. Não se trata apenas de aprender um acervo teológico e doutrinário, mas esse acervo deve ser convertido em vida transformada, ou seja, em maturidade espiritual.

O discípulo é um seguidor e imitador de Cristo. Seu alvo é aprender com Cristo e de Cristo. Sua vida deve refletir a vida de Cristo. Ele deve andar assim como Cristo andou. Sem obediência a Deus, não há cristianismo autêntico. Sem santidade, não há evidência de maturidade espiritual. Sem maturidade espiritual, não podemos viver de modo digno de Deus.

O grande alvo do ministério de Paulo era conduzir os crentes à maturidade espiritual (Colossences 1:28). O conteúdo de suas orações em favor da igreja sempre foi por maturidade espiritual. A Bíblia nos foi dada para que pudéssemos chegar à maturidade espiritual (2 Timóteo 3:15-17). Os dons espirituais nos foram concedidos para que experimentássemos maturidade espiritual ( Efésios 4:11-16). Sem maturidade a igreja fica vulnerável aos ventos de doutrinas (Efésios 4:14). Sem maturidade espiritual a igreja corre o risco de fazer dos dons esprituais uma matéria de conflito e desarmonia em vez de canal para edificção do corpo (1 Coríntios 12:12-31).

A maturidade espiritual é medida pelo conhecimento e pelo amor. É impossível chegarmos à maturidade sem o conhecimento das Escrituras. O profeta Oséias denunciou que o povo de Deus perece por falta de conhecimento (Oséias 4:6). Quando a igreja despreza ou subestima o ensino sólido e fiel das Escrituras, ela sucumbe diante das muitas novidades, forâneas à verdade, que aparecem no mercado religioso. Precisamos ser zelosos da doutrina para podermos reconhecer o que é falso ensino e assim rechaçá-lo. Mas, maturidade espiritual é medida também pelo amor. O mundo vai nos conhecer como discípulos de Cristo através do amor (João 13:34,35). A igreja de Éfeso, embora fiel à doutrina e vigilante às heresias, falhou por abandonar o seu primeiro amor (Apocalipse 2:4). Sem amor nossa prática cristã torna-se farisaica.

À luz das Escrituras, você é um crente maduro? Você tem estudado a Bíblia diariamente? Tem adorado a Deus em espírito e em verdade? Tem obedecido os princípios absolutosde Deus, contidos em sua Palavra, com alegria? Tem procurado honrar, agradar e glorificar a Deus em suas atitudes, palavras e ações dentro do lar, no seu trabalho e nos seus relacionamentos? Tem partilhado com outras pessoas o Evangelho da Graça? Tem amado os seus irmãos e até mesmo os seus inimigos? As pessoas que convivem com você podem atestar, que de fato, você vive de modo digno do Evangelho? O seu prazer e o seu maior alvo de vida é realizar a vontade de Deus?

Maturidade espiritual não é apenas para uma minoria privilegiada, mas o propósito de Deus para todos os seus filhos. Ela é imperativa para mim e para você!



Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


²² Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro. 

Isaías 45:22

Marquinhos Gomes - Quando Eu Chorar - Acústico 93 - 2022


 

PÃO DIÁRIO - 16/01/2026 - Superando más notícias

Superando más notícias


…Senhor, levanta sobre nós a luz do teu rosto. —Salmo 4:6


“Há muitos que dizem: Quem nos dará a conhecer o bem?…” (Salmo 4:6). Estas palavras de Davi parecem descrever o prognóstico pessimista que tão facilmente desenvolvemos em nosso mundo atual. A primeira página dos jornais e as histórias de destaque na internet ou na televisão parecem focar em crimes, acidentes, política, economia e pessoas de destaque exibindo comportamentos inadequados. Nossas conversas no trabalho e em casa começam a tratar de dificuldades e são suficientes para desanimar qualquer um. Em que local podemos buscar melhores notícias?

Em meio às suas tribulações, Davi voltou-se ao Senhor, que o aliviou de sua angústia (v.1) e escutou a sua oração (v.3). Em vez de esperar por um bem temporário decorrente das circunstâncias mudadas, ele encontrou o incessante encorajamento em Deus. “Senhor, levanta sobre nós a luz do teu rosto” (v.6). O resultado foi uma alegria de coração que ultrapassava qualquer prosperidade ou sucesso terreno (v.7).

Ao longo de toda a sua vida, antes e depois de tornar-se rei de Israel, Davi nunca se viu sem oposição. Mas, no fim do dia, ele podia dizer: “Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor, só tu me fazes repousar seguro” (v.8).

Ponderar as verdades do Salmo 4 a respeito do cuidado de Deus conosco é uma boa maneira de começar e terminar todos os dias.

— David C. McCasland


Leia: Salmo 4

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Reis 6-7;Lucas 20:27-47

Considere: Deus é um abrigo seguro nas tempestades da vida.

O supremo propósito da vida





Por que existimos? Com que finalidade Deus nos criou? Qual é a nossa principal missão neste mundo? Qual é o supremo propósito da nossa vida? Muitos, não sabem donde vieram, quem são, porque estão aqui nem para onde vão. Outros, crêem que vieram a este mundo pagar ou expiar os erros cometidos em outras vidas. Há aqueles, que pensam que o propósito da vida é o prazer. Não poucos, fazem da luta para se enriquecer o sentido do existir. Também há aqueles, que buscam com todas as forças da alma o conhecimento, o poder, o sucesso, a fama, o reconhecimento, querem notoriedade. Mas, também, há um séqüito numeroso daqueles que nunca encontraram um sentido para a vida.

Afinal, a vida tem um propósito? Qual é o fim principal do homem? Afirmamos categórica e insofismavelmente que o supremo propósito da nossa vida é glorificar a Deus. Nossa missão principal não é fazer a obra de Deus, mas conhecer, amar e ter comunhão com o Deus da obra. Serviço nunca pode ocupar o lugar da adoração. O serviço só tem sentido quando ele é resultado da adoração, quando a sua finalidade é para a glorificação do nome de Deus. Precisamos vigiar as nossas motivações. Podemos correr o risco do irmão do filho pródigo, trabalhar na casa do pai, sem conhecer o pai, sem desfrutar da intimidade do pai e sem usufruir as riquezas do pai. Quando Jesus chamou os seus discípulos, enfatizou que a maior prioridade deles não era pregar ou expulsar demônios, mas estar com ele. O Deus da obra é mais importante que a obra de Deus. Quando o nosso coração está apegado ao Senhor, quando ele é o deleite da nossa alma, quando temos alegria na sua intimidade, temos então prazer em obedecê-lo.

O serviço que vai transcender ao tempo e à história e vai perpetuar-se na eternidade é a adoração. Nosso trabalho no céu vai ser adoração. Nossa prioridade na terra também é a adoração. Devemos fazer tudo para a glória de Deus. Quem não tem prazer de adorar a Deus agora, terá ambiente no céu? O culto que prestamos a Deus é uma antecipação da glória, deve ser uma ante-sala do céu. Devemos, portanto, adorar a Deus com alegria, em espírito e em verdade. Devemos amar os átrios do Senhor. Devemos ter saudade dos altares do nosso Deus. Devemos nos alegrar em vir à casa de Deus. Devemos ser zelosos, assíduos e pontuais no culto que prestamos a Deus. A Bíblia diz que maldito é aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente. Deus merece o melhor. Ele merece o nosso coração, todo o nosso amor, o melhor do nosso tempo, a nossa vida incondicional no seu altar. Deus merece o nosso culto, a nossa adoração, pois esta é a finalidade suprema da nossa vida.


Rev. Hernandes Dias Lopes.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Versículo do dia

   Versículo do dia


²³ Cantai ao Senhor em toda a terra; anunciai de dia em dia a sua salvação 

1 Crônicas 16:23

Fernanda Brum - Em Tua Presença

 


PÃO DIÁRIO - 15/01/2026 - Ofertas fantásticas

 

Ofertas fantásticas


…segundo a sua muita misericórdia, [Deus] nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus… —1 Pedro 1:3


Fico estupefato com as inacreditáveis ofertas que enchem minha caixa de entrada de e-mails todos os dias. Recentemente, somei as ofertas de dinheiro grátis que chegaram durante uma semana e minha conta totalizou 26 milhões de dólares. Mas, cada uma dessas ofertas era uma fraude. Todas — desde um prêmio de 1 milhão até uma oferta de 7 milhões — eram apenas mentiras enviadas por pessoas inescrupulosas para extrair dinheiro de mim.

Todos nós somos vulneráveis às ofertas fantásticas — fraudes que, na realidade, recompensam com nada além de problemas. Oferecem-nos falsas esperanças que terminam em sonhos frustrados.

Existe, porém, uma oferta que é genuína, apesar de ser a mais fantástica além do que se pode crer. É a oferta que Deus nos faz — a salvação por meio da fé na obra acabada de Jesus na cruz: “…Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo…” (Atos 16:31). É uma oferta que custou muito caro a Jesus — e nós recebemos os benefícios. O livro de Romanos nos diz que Jesus “…foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação” (4:25).

Dizendo sim à salvação, podemos ter esperança (Tito 1:2), paz (Romanos 5:1), perdão (Efésios 1:7), incomparáveis riquezas (2:7) e redenção (4:30). Este é o grande negócio. A morte e a ressurreição de Jesus o garantem.

— Dave Branon

Leia: 1 Pedro 1:3-9 

Examine: A Bíblia em um ano: 1 Reis 8-9;Lucas 21:1-19

Considere: Nossa salvação foi infinitamente cara para Deus, mas é totalmente gratuita para nós.

Nova aliança

 



Muitas vezes você já prometeu a Deus mudar de vida, deixar hábitos arraigados, abandonar pecados e não conseguiu. Qual o problema? Falta de sinceridade? Não. É que você estava confiando em você mesmo para essas mudanças. Nosso eu sempre fracassa. Nós não temos condições de obedecer a lei. Ela é espiritual, santa e justa, mas nós somos carnais. Nós estamos sempre aquém das exigências de Deus. Pela antiga aliança jamais conseguiríamos alcançar a salvação. Pois o querer fazer o bem está em nós, mas não o poder para efetuá-lo.

Paulo neste capítulo fala como passar da antiga para a nova aliança. Ele mostra como ter uma vida vitoriosa:

1. Gratidão triunfante;
2. Otimismo indestrutível;
3. Vitória constante;
4. Impacto irresistível;
5. Integridade irrefutável.

Como viver esse padrão? A nossa suficiência vem de Deus. O problema não é a força do pecado, mas a ausência de Deus. O problema não é fúria do diabo, mas a ausência de Jesus. Quando você tem intimidade com Deus, você tem os seus olhos desvendados. Você arranca a máscara do diabo e tira a capa brilhante do pecado e o vê em todo o seu horror. Quando você está na intimidade de Deus, você vê que o melhor do mundo é lixo em comparação com a sublimidade do conhecimento de Cristo.

Paulo faz aqui quatro contrastes entre a velha e a nova aliança:

1. A velha aliança é um código de leis escritos em tábuas de pedra, a nova aliança é a lei de Deus escrita em nossos corações. Na nova aliança Deus muda o nosso coração. Tira o coração de pedra e nos dá um coração de carne. Ele muda as disposições íntimas da nossa alma. Ele nos predispõe e nos capacita a obedecer. Ele é quem opera em nós o querer e o realizar. Agora obedecemos não por medo, mas por amor.

2. A velha aliança exigia justiça, a nova aliança traz perdão. A alma que pecar essa morrerá. Deus não inocenta o culpado. Todos são culpados. Todos pecaram. Não há quem possa guardar a lei. A lei é santa, mas somos impuros. A lei é como a lanterna, o raio x, o prumo. Ela não nos corrige. Ela não nos transforma. Mas a graça nos transforma, nos perdoa. Nos acolhe com misericórdia. Agora recebemos a alegria do perdão, da restauração.

3. A velha aliança traz a morte, a nova aliança, produz justificação. O resultado da desobediência é a morte. O salário do pecado é a morte. Mas na nova aliança, Jesus morre pelos nossos pecados. Ele se faz pecado por nós. Nele somos justificados. Agora não temos mais condenação sobre nós. Somos perdoados, aceitos pelo Pai.

4. Na velha aliança a glória era desvanecente, mas na nova a glória é permanente. A lei veio para nos levar a Cristo. Cristo é o fim da lei. A glória de Cristo é permanente.

Podemos com base na nova aliança viver uma viva de ousadia. Paulo contrasta essa ousadia com a covardia demonstrada por Moisés. Ele colocou véu no rosto. Não queria que as pessoas soubessem que sua glória era desvanecente. Podemos correr esse risco de usar máscaras:

1. Máscara do legalismo – fariseus;
2. Máscara da coragem – Pedro;
3. Máscara da filantropia – Ananias e Safira;
4. Máscara da Santidade – fariseu; escribas e fariseus (Jo 8);
5. Máscara da pureza – Deus vê o coração;
6. Máscara da super-espiritualidade – os coríntios;
7. Máscara da honestidade – os irmãos de José;
8. Máscara da Hipersensibilidade;
9. Máscara da Duplicidade;
10. Máscara da retidão – ausência de perdão.

Essas máscaras são tiradas em Cristo, pela transformação do Espírito.


Rev. Hernandes Dias Lopes.

Versículo do dia

    Versículo do dia


Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto.

Preto No Branco - Lágrimas No Olhar (Ao Vivo) ft. Marquinhos Gomes, Gabriela Gomes


 

PÃO DIÁRIO - 14/01/2026 - A falha trágica


A falha trágica


…divulgou-se a sua fama até muito longe, porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou forte. —2 Crônicas 26:15


Em literatura, uma falha trágica é um traço de caráter que causa a queda do herói de uma história. Foi o caso de Uzias, coroado rei de Judá aos 16 anos. Durante muitos anos, ele buscou o Senhor; e, enquanto o fez, Deus lhe deu grande sucesso (2 Crônicas 26:4-5). Mas, as coisas mudaram quando “…divulgou-se a sua fama até muito longe, porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou forte. Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína” (vv.15-16).
Uzias entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar (v.16), desafiando abertamente o mandamento de Deus. Talvez a soberba o tenha convencido de que as regras de Deus se aplicavam a todos, exceto a ele. Quando Uzias se enfureceu com os sacerdotes que lhe disseram ter errado, o Senhor o feriu com lepra (vv.18-20).
Na literatura e na vida, com frequência vemos uma pessoa de boa reputação decair da honra em desgraça e sofrimento. “Assim, ficou leproso o rei Uzias até ao dia da sua morte; e morou, por ser leproso, numa casa separada, porque foi excluído da Casa do Senhor…” (v.21).
A única maneira de evitarmos que o néctar do louvor se torne o veneno da soberba é seguirmos o Senhor com um coração humilde.
— David C. McCasland


 Leia: 2 Crônicas 26:3-15

Examine: A Bíblia em um ano: 2 Crônicas 10-12;João 11:30-57

Considere: Como o crisol prova […], assim, o homem é provado pelos louvores que recebe. —Provérbios 27:21

Quando Deus não responde as orações

 



O texto de Lucas 18.9-14 conta a parábola do fariseu e do publicano. Os dois foram ao mesmo templo, em uma mesma hora e com o mesmo propósito: orar. O resultado, porém, foi diferente. Deus ouviu a oração do publicano, mas não respondeu a oração do fariseu. Por quê?

1. Porque sua oração foi apenas um discurso retórico para exaltar suas próprias virtudes – vv. 11,12

Orar não é proferir fórmulas bonitas, bem formuladas, ainda que regadas de lágrimas. Orar não é se exaltar e proclamar suas próprias virtudes. O fariseu não orou, ele fez um discurso eloqüente para se autopromover. Ele não orou, ele tocou trombetas. Ele não orou, ele aplaudiu a si mesmo. Ele não orou, ele fez cócegas no seu próprio ego. Ele não orou, ele fez um solo do hino “Quão grande és tu” diante do espelho. Não existe nada mais abominável aos olhos de Deus do que o orgulho. Deus resiste aos soberbos. Lúcifer foi expulso do céu por causa do seu orgulho. A soberba precede à ruína. É impossível orar sem as vestes da humildade. Soberba e oração não podem habitar no mesmo coração ao mesmo tempo.

2. Porque sua oração não se dirigia precisamente a Deus – v.11

Sua oração era voltada para si mesmo. Era dirigida ao plenário que estava ali concentrado. Deus era apenas uma moldura para realçar os seus feitos notáveis e a perfeição de suas ações. Deus era apenas um trampolim para ele alcançar a notoriedade pública e a admiração do povo. Ele agradece a Deus não as suas dádivas, mas suas virtudes próprias. A oração do fariseu estava empapuçada de orgulho, recheada de vaidade, entupida de soberba. O fariseu estava tão cheio de si mesmo que ele não conseguia ver a Deus nem amar o próximo. A oração do fariseu não foi dirigida ao céu, mas às profundezas da sua própria vaidade. Ele não falou com o Deus supremo que está no trono do universo, mas dirigiu-se ao seu próprio eu, encastelado na torre da soberba mais tresloucada.

3. Porque sua oração estava fora do princípio de Deus

a. Pela sua posição – v. 11. Ele orou de pé, em lugar elevado, à vista de todos. Não é a posição física, mas é sua altivez diante de Deus e do próximo. Ele se colocou de pé para melhor sobressair a sua pessoa e os seus decantados méritos. Ele orou perto do altar, o lugar do sacerdote. Ele buscava as luzes do palco. Ele queria que os holofotes estivessem com o seu feixe de luz concentrado nele.

b. Pelas palavras – vv. 11,12. Engenhosamente, ele escolhe palavras que melhor enfoquem as suas virtudes e tornem mais abominável e desprezível a pessoa dos outros. Avulta o pronome eu em igualdade ao nome de Deus e superior aos demais homens. Ele se considera o melhor de todos os crentes e vê as demais pessoas como ladrões, injustos e adúlteros.

c. Pelas intenções – vv. 9,10. O fariseu procura o templo no momento em que há muita gente. Ele quer platéia. Quer destaque e evidência. Ele entrou no templo para orar e não orou. Ele se dirige a Deus como alguém auto-suficiente. Ele entrou no santuário sem amor no coração pelo próximo, por isso, sem amor a Deus.

d. Pelos sentimentos – v. 11. Sua oração é uma peça de acusação leviana contra todos os homens e mais particularmente contra o humilde publicano. Olha para o próximo com desdém e desfere contra ele perversas acusações e caluniosas referências. O fariseu nada pediu. Ele tinha tudo e era tudo. Ele pensava ser quem não era. Ele era um megalomaníaco, uma pessoa adoecida pelo sentimento de auto-exaltação.

4. Porque sua oração não se baseava na misericórdia de Deus, mas na confiança própria – v. 14

A base da sua oração não era a graça de Deus. Ele estava confiado não em Deus, mas em si mesmo. Ele ora não para se quebrantar, mas para exaltar-se. Podemos concluir que nenhum orgulhoso que menospreze seu semelhante pode prevalecer na oração. “O fariseu entrou no templo cheio de nada e saiu vazio de tudo”.
O texto bíblico conclui dizendo que o publicano e não o fariseu desceu para a sua casa justificado diante de Deus, porque todo aquele que se exaltar será humilhado, e todo aquele que se humilhar, será exaltado (Lc 18:14). Não há espaço para soberba diante de Deus, pois o Senhor declara guerra contra os soberbos. Ninguém pode orar verdadeiramente a não ser que tenha o coração quebrantado. Nenhuma oração prospera diante de Deus a não ser que o coração esteja vazio de vaidade e cheio de amor. Onde tem inveja, mágoa ou desprezo pelo próximo pode ter abundante religiosidade, mas não comunhão com Deus; pode ter pomposa encenação, mas não oração que chega aos céus.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

Versículo do dia

    Versículo do dia


Quem pode entender os seus erros? Purifica-me tu dos que me são ocultos.

Renascer Praise - Jesus, O Plano Perfeito


 

PÃO DIÁRIO - 13/01/2026 - Acalma-te, emudece

 

Acalma-te, emudece


E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece!… —Marcos 4:39

Minha amiga Eloísa tem um jeito maravilhoso de ver a vida por perspectivas inteligentes. Certa vez, quando lhe perguntei: “Como você se sente hoje?”, esperava a resposta habitual “Bem”. Em vez disso, ela disse: “Tenho de acordá-lo!” Quando lhe perguntei o significado daquilo, ela, brincando, exclamou: “Você não conhece a sua Bíblia?!” — e então, explicou: “Quando os discípulos enfrentaram perigo, correram para acordar Jesus. Vou fazer o mesmo!”

O que fazemos quando estamos presos a uma situação preocupante sem termos para onde correr? Talvez, como os discípulos que enfrentavam uma tempestade que ameaçava as suas vidas, corremos para Jesus (Marcos 4:35-41). Às vezes, porém, podemos tentar nos livrar do problema procurando vingança, caluniando quem nos causou o problema, ou apenas encolhendo-nos medrosamente num canto enquanto afundamos em desespero.
Precisamos aprender com os discípulos que correram para Jesus como sua única esperança. Ele pode não nos livrar imediatamente, mas lembrar-se de que Ele está em nosso barco faz a diferença! Felizmente, Ele sempre está conosco nas tempestades da vida, dizendo coisas como “…Acalma-te, emudece…” (v.39). Então, procure-o em sua tempestade, deixe Jesus preenchê-lo com a paz que vem do reconhecimento de que Ele está perto.
— Joe Stowell


Leia: Marcos 4:35-41 


Examine: A Bíblia em um ano: 2 Crônicas 7-9;João 11:1-29

Considere: Quando as tempestades da vida o ameaçarem, permita que Jesus seja a sua primeira opção.

Bíblia, a biblioteca do espírito santo


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A Bíblia é o livro dos livros. Inspirada por Deus, escrita pelos homens, concebida no céu, nascida na terra, odiada pelo inferno, pregada pela igreja, perseguida pelo mundo e crida pelos fiéis.

A Bíblia é o livro dos paradoxos: é o livro mais lido no mundo e ainda desconhecido por grande parcela da humanidade. É o livro mais amado e o mais odiado. É o livro mais obedecido e o mais escarnecido. É o livro mais pregado e o mais combatido.

A Bíblia tem sido o farol de Deus na escuridão da história. Ela é o fanal que orienta o nauta, o mapa que norteia o caminhante. A Bíblia é o coração de Deus aberto, é o braço de Deus estendido, a vontade de Deus declarada. Na Bíblia os céus e a terra se abraçam. O infinito toca o finito, o eterno invade o temporal, o divino e o humano se encontram.

A Bíblia é a espada do Espírito, poderosa arma de combate contra as hostes inimigas que conspiram contra nós. A Bíblia é o bisturi de Deus que cirurgia os tumores infectos do pecado e lancetam os abscessos do coração. A Bíblia é fogo que consome os entulhos armazenados no porão da mente e queima a pragana que conspurca a alma. A Bíblia é martelo que quebra as resistências e a dureza do nosso coração.

A Bíblia é o livro de Deus. É o livro do céu. É o livro dos livros. É o livro que muitas vezes acorrentado trouxe libertação. É o livro que muitas vezes jogado nas fogueiras da intolerância e do preconceito, tem tirado vidas das chamas do inferno. É o livro que muitas vezes sendo alvo de ódio consumado tem ensinado o perdão. A Bíblia é o livro por excelência, é o maior de todos os livros, é o livro de Deus, do céu, a biblioteca do Espírito Santo.

A Bíblia é o livro singular. Em primeiro lugar, porque ela tem unidade plena na diversidade completa. Foi escrito durante 1.600 anos, por mais de quarenta escritores diferentes, de culturas diferentes, em línguas diferentes, para pessoas diferentes, entretanto, em momento algum sua harmonia foi afetada. Há uma concordância absoluta no conteúdo das Escrituras, porque o seu verdadeiro autor é o próprio Deus. Ela foi inspirada pelo Espírito Santo. Em segundo lugar, porque suas profecias cumpriram-se, estão se cumprindo e cumprir-se-ão rigorosamente. A Bíblia escreve a história antes dela acontecer. As profecias bíblias não são previsões óbvias nem vagas. A história é o desenrolar dos planos eternos de Deus exarados na sua Palavra. Em terceiro lugar, porque ela é o grande instrumento que Deus usa para chamar as pessoas à salvação. A fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê. Há uma nuvem de testemunhas de pessoas que foram arrancadas das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus através da instrumentalidade das Escrituras.

É tempo de voltarmos à centralidade das Escrituras. Ela precisa alumiar os nossos passos e clarear os nossos caminhos. Ela é a nossa única norma de vida e a nossa regra de fé. Devemos voltar ao lema da Reforma Protestante do Sola Scriptura. Quando a Palavra de Deus cresce, a igreja cresce. Quando a Palavra de Deus é crida e obedecida, a igreja se santifica e se torna uma coroa de glória nas mãos do Senhor.



Rev. Hernandes Dias Lopes.

Versículo do dia

     Versículo do dia ²⁸ Falou Nabucodonosor, dizendo: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, que enviou o seu anjo, e livrou ...