sexta-feira, 10 de julho de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia


Aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória;

Colossenses 1:27 


 


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PÃO DIÁRIO - 11/07/2026 - Moldando um jovem

 

Moldando um jovem



Recentemente, meu filho de cinco anos zangou-se comigo. Eu fui o responsável pelo incidente ( não lhe dei total atenção ) e ele também teve sua culpa ( não obedeceu ). Coloquei-o de castigo, mas quando acabou, continuava chateado. Percebia-se que ele tentava se expressar - com palavras que melhor demonstrassem seus sentimentos. E disse: " Papai, não acredito mais em Deus. " Claro que ele não estava enfrentando uma crise de fé. Porém, perguntava algo do tipo: Será que você vai caminhas comigo, cativar meu coração e descobrir o que há de errado com minha alma ?
As palavras de Provérbios 22:6 oferecem uma sabedoria inconfundível sobre a educação dos filhos. Elas incentivam os pais a dedicar-se com afinco à demorada arte de descobrir a intimidade e a textura singular dos corações de seus filhos. Quando o escritor da sabedoria nos instrui a guiar nossos filhos para à trajetória de vida que devem seguir, ele nos convida à árdua tarefa de discernir o " caminho certo " - a melhor forma de ensiná-los com base na personalidade, dons e inclinações peculiares de cada um.
O " caminho certo " inclui guiá-los pela trilha espiritual e moral que devemos seguir. Ensiná-los a ser diligentes, honestos e submissos a Deus. Desviar da tolice e orientá-los nos comportamentos que agradem a Ele ( v.15 ). O versículo, entretanto, acrescenta este toque esclarecedor: As orientações do " caminho certo " devem levar em conta a singularidade de cada criança. Portanto, ao criar e educar nossos filhos, devemos reconhecer como são formados, e usar as melhores alternativas para que cresçam e amadureçam individualmente.
Em nossa vida, de maneira singular, Deus nos buscou e ensinou, apresentou-nos Suas verdades eternas, reconheceu a nossa individualidade. Nossos filhos precisam da mesma orientação sobre o " caminho certo ". - Winn Collier 

Leia: Provérbios 22:6-16
Eduque a criança no caminho em que deve andar... ( v.6 ).

Examine: Pois [...] vocês devem criar [ seus filhos ] com a disciplina e os ensinamentos cristãos ( Efésios 6:4 ).

Considere: Os seus pais foram bem-sucedidos ou falharam em ajudá-lo a descobrir o caminho certo ? Que atitude você vai tomar para começar a compreender o coração de seus filhos ? 




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AS GLÓRIAS DO NOSSO SALVADOR




Toda a história do Antigo Testamento foi uma preparação para a chegada do Messias. Os patriarcas falaram dele. Os profetas apontaram para ele. O cordeiro da páscoa era um símbolo dele. A arca da aliança, símbolo da presença de Deus entre o povo, era uma sombra da realidade que chegou com ele. Na plenitude dos tempos, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a Nazaré, a fim de transmitir a Maria que ela seria mãe do Salvador. Esse episódio está registrado em Lucas 1.26-38. Destacaremos à luz deste texto três solenes verdades acerca do nosso glorioso Salvador.

Em primeiro lugar, seu nome aponta-o como Salvador (Lc 1.31). Jesus é o seu nome humano e esse nome lhe foi dado porque ele salvará o seu povo de seus pecados (Mt 1.21). Jesus é o único nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12). Ele é o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5). Ele é a porta da salvação e o caminho para Deus. Ele veio para buscar e salvar o perdido. Nele temos copiosa redenção. Todo aquele que nele crê tem a vida eterna. Por meio dele somos reconciliados com Deus e passamos a ter livre acesso a Deus. Aqueles que viveram na antiga dispensação foram salvos olhando para a frente, para o Messias que havia de vir, ou seja, o Cristo da profecia. Nós, porém, somos salvos olhando para trás, para o Cristo que já veio, o Cristo da história. Nunca houve nem jamais haverá outro Salvador. Só ele salva. Só nele há perdão e vida eterna.

Em segundo lugar, sua dignidade aponta-o como Filho do Altíssimo (1.32). Jesus foi concebido por obra do Espírito Santo (Lc 1.35). Como homem não teve pai humano e como Deus não teve mãe humana. Ele é o Filho do Altíssimo, o próprio Filho de Deus (Lc 1.35), o Pai da eternidade. Ele é Deus de Deus, Luz de Luz, co-eterno, co-igual e consubstancial com o Pai. Ele tem os mesmos atributos do Pai e realiza as mesmas obras. Ele é o Verbo eterno, pessoal, divino, criador, autor da vida e luz que ilumina todo homem. Ele se fez carne e habitou entre nós. Sendo Deus, se fez homem; sendo Rei, se fez servo; sendo transcendente, esvaziou-se e nasceu de uma virgem para habitar entre nós cheio de graça e de verdade. Ele é a exata expressão do ser de Deus. Ele é o resplendor da glória. Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Ninguém jamais viu a Deus. Foi Jesus, como Filho de Deus, que veio nos revelar o Pai em todo o seu fulgor, em toda a sua glória. Quem vê Jesus, vê o Pai, pois ele e o Pai são um.

Em terceiro lugar, sua posição aponta-o como Rei cujo reino é eterno (1.32,33). Jesus herdou o trono de Davi. Ele reinará para sempre, pois o seu reinado não terá fim. Reinos se levantam e caem, mas o reinado de Cristo é eterno. Reis ascendem ao trono e reis são depostos do trono, mas o reinado de Cristo jamais será abalado e jamais passará. O seu reino não é deste mundo. Não é um reino político e geográfico, com aparato militar. Mas, um reino espiritual. Ele governa o coração de seus súditos. Ele estabelece seu reino dentro de nós, um reino de justiça, alegria e paz. Agora, está presente entre nós e em nós o seu reino de graça, mas na consumação dos séculos, todos os reinos tornar-se-ão dele. Então, ele estabelecerá o seu reino de glória, quando colocar todos os inimigos debaixo de seus pés. Então, ele entregará o reino ao Deus e Pai, para que este seja tudo em todos.

Quão glorioso é o nosso Redentor. Ele é a nossa esperança e a nossa alegria. Ele é a nossa paz e a nossa herança. Ele é o nosso Salvador e o nosso Senhor. Ele é o nosso Advogado e o nosso Juiz. Ele é verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Ele é antes do tempo, criador do mundo, sustentador do universo, Salvador de seu povo. Por meio dele vivemos, nos movemos e existimos. A ele tributamos toda honra e glória, agora e pelos séculos sem fim!



Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Versículo do dia

        Versículo do dia


Mas um Deus no céu, o qual revela os mistérios; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que de acontecer nos últimos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça que tiveste na tua cama são estes:

Alda Célia - Voar como Águia (Ao Vivo) DVD Explosão de Louvor


 

PÃO DIÁRIO - 10/07/2026 - Quebrar o Lápis ?

Quebrar o Lápis ?



Eu ouvia um programa de rádio que tinha a participação dos ouvintes, por telefone era um debate sobre fazer e quebrar promessas. Um dos apresentadores resumiu o consenso ao declarar: " Para a maioria de nós, quebrar promessas é comum como quebrar um lápis. É um estilo de vida, é o que as pessoas esperam hoje em dia. "

O rei Davi não pensava assim. Em 2 Samuel 9 vemos o seu empenho em cumprir promessas feitas a Jônatas, aproximadamente 15 anos antes ( 1 Samuel 20:14-17 ). As atitudes dele teriam impressionado as pessoas naquela época. QUando um novo rei chegava ao poder costumava tratar a antiga família real como inimiga, exterminando-a completamente.
Em contraste, vemos Davi lhes demonstrando a bondade de Deus ( v.3 ). Como ? No versículo 7 observamos que Davi oferece a Mefibosete ; proteção, provisão e uma posição. Davi não só demonstrou ter misericórdia dele e o protegeu, mas resistiu sua herança. Ele não apenas o salvou da sombra da morte, mas também preparou um lugar na mesa do rei e o tratou como um filho.
Vemos a profundidade da bondade de Deus nas Suas promessas sob a nova aliança que fez conosco. Ele nos oferece proteção, provisão e posição muito acima daquilo que Davi poderia oferecer a Mefibosete. Ele nos garante a salvação quando nos achegamos a Jesus Cristo em arrependimento e fé - prometendo que nunca nos deixará nem abandonará. As Suas provisões para nós são: Jesus, o Espírito Santo, Sua Palavra, Sua igreja e o sustento das nossas necessidades físicas e espirituais. Em Sua graça Ele nos concede a posição de sermos Seus filhos e herdeiros da vida eterna.
Aos olhos do mundo, Davi demonstrou graça e misericórdia supremas a Mefibosete, mas é apenas um reflexo apagado da graça e misericórdia que Deus demonstra por nós a cada dia. - Kevin Gregory


Leia: 2 Samuel 9

...Eu serei bondoso com você por causa de Jônatas, o seu pai. Eu lhe darei de volta todas as terras que pertenciam ao seu avô Saul, e você será sempre bem-vindo à minha mesa ( v.7 ).

Examine: - João 3:16

- Romanos 5:6-10
- Hebreus 9:15

Considere: De que maneira a proteção, provisão e posição que Deus lhe deu influenciaram sua vida ? Como você lhe agradecerá e louvará por Sua graça e misericórdia ?





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O ESPLÊNDIDO MINISTÉRIO DE JESUS

O esplêndido ministério de Jesus - Igreja de Deus | Ainda há lugar

 “Percorri Jesus toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo” (Mt 4.23).

 Jesus já tinha passado pela água do batismo e pelo fogo da tentação. Seu ministério já estava suplantando o robusto ministério de João Batista em termos de adesão das multidões (Jo 4.1-3). Então, Jesus deixa a Judeia para evitar conflitos precoces com as autoridades religiosas e vai para a Galileia (Mt 4.23). Sua fama transborda para além das fronteiras de Israel (Mt 4.24). Multidões fluíam de todos os cantos da nação para segui-lo (Mt 4.25). O texto em relevo mostra-nos três áreas do ministério de Jesus:

Em primeiro lugar, Jesus ensinou nas sinagogas. Jesus foi o Mestre dos mestres, o mensageiro e a mensagem, o profeta e profecia, o professor e o conteúdo do seu ensino. Não ensinou a doutrina dos rabinos nem o pensamento de sua época. Ensinou as Escrituras, mostrando que ele era o cumprimento de toda a esperança prometida no Antigo Testamento. Jesus não foi um alfaiate do efêmero, mas o escultor do eterno. Ele não ensinou nulidades, mas a verdade eterna. Ensinou nas sinagogas, lugar onde as pessoas se reuniam para ouvir a leitura da lei. Ensinou no lugar onde as pessoas buscavam conhecimento. Ensinou com fidelidade, com regularidade, com irretocável precisão. Nós, de igual forma, imitando a Jesus, devemos, no cumprimento da grande comissão, ensinar a palavra aqui e acolá, em nossa terra e além fronteiras, usando todos os métodos legítimos e disponíveis, até que as pessoas cheguem à maturidade e alcancem a estatura do varão perfeito.

Em segundo lugar, Jesus pregou o evangelho do reino. Jesus era um mestre e também um pregador. Ele veio para pregar. Pregar não a opinião dos doutores da lei nem a última corrente de pensamento dos grandes rabinos. Ele veio para pregar a palavra de Deus, o evangelho do reino. O evangelho do reino é o evangelho da graça que chama o homem ao arrependimento e promete-lhe remissão de pecados. O evangelho que, pela obra de Cristo, transporta o pecador do reino das trevas para o reino da luz, da potestade de Satanás para o domínio de Deus. O evangelho que abre a porta da salvação pela fé em Cristo sem o concurso das obras. O evangelho que apresenta a bondade e a severidade de Deus, a graça e o juízo, a redenção e a condenação, a vida e morte. Este evangelho não é criação do homem, mas dádiva de Deus. Destaca não as pretensas virtudes do homem, mas a soberana graça de Deus. Este evangelho do reino é a única boa notícia que pode tirar o homem da escravidão para a liberdade, das trevas para a luz, do juízo condenatório para a justificação pela fé. Este evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. A igreja não tem outra mensagem, o mundo não tem outra esperança.

Em terceiro lugar, Jesus curou toda sorte de doenças e enfermidades. Jesus cuidou da alma e do corpo, das necessidades espirituais e das necessidades físicas. Seu ministério foi marcado pela compaixão. A dor que latejava no peito das pessoas doía também em seu coração. Seu ministério não foi dentro de quatro paredes. Ele saía para encontrar as pessoas onde elas estavam e elas vinham a ele de onde estavam. Ele estancou o sofrimento efêmero e resolveu o problema eterno. Trouxe pleno perdão para os pecados e pleno alívio para as dores. Seu ministério de socorro dos aflitos pavimenta o caminho para a igreja seguir suas pegadas. Inobstante faltar-nos o poder pleno e absoluto que nele há, devemos ser revestidos de sua compaixão a fim de exercermos, dentro de nossos limites, o exercício da misericórdia. A igreja não pode olvidar aqueles que sofrem. Não pode passar de largo daqueles que jazem feridos à beira do nosso caminho. A igreja é o braço estendido da misericórdia de Deus num mundo enfermo que soluça e geme sem esperança. O que pulsa no coração de Deus deve também pulsar em nosso coração. A misericórdia não é para ser discutida, mas para ser praticada!




Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Versículo do dia

       Versículo do dia

E ele respondeu, e disse: Porventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?

EMAÚS | Paulo Cesar Baruk, Leandro Rodrigues - Piano e Voz, Amigos e Pertences "PVAP 4"


 

PÃO DIÁRIO - 09/07/2026 - Permaneça em posição

 

Permaneça em posição


" Permaneça em posição ! ", o sargento gritou para o soldado. " Você não está só. Confie em seus companheiros ! " Ele tinha abandonado seu posto no flanco direito da patrulha para ajudar a defender o lado esquerdo contra uma emboscada. Porém, o sargento tinha uma informação que o soldado desconhecia: o " inimigo " atacaria pela direita. A emboscada era uma armadilha no exército militar.
O treinamento militar torna os indivíduos humildes, destruindo-os para reconstruí-los como parte de uma equipe. Na vida também é assim.
Muito tempo atrás um grande líder militar aprendeu essa lição ao tentar assumir responsabilidades demais. Mas a verdadeira tragédia foi a sua destruição após uma vida inteira de bons serviços prestados.
Uzias era um excelente rei que implementou reformas extremamente necessárias em Judá. Sob a tutela do profeta Zacarias, ele seguiu a Deus e conquistou vitórias contra seus inimigos. " Porém, quando se tornou assim poderoso, Uzias ficou cheio de orgulho, e essa foi a sua desgraça... " ( 2 Crônicas 26:16 ).
Certo dia, Uzias entrou no templo para usurpar os deveres sacerdotais. Quando o sumo sacerdote Azarias e outros 80 sacerdotes  confrontaram o arrogante rei, Uzias enfureceu-se. Mesmo assim, enquanto insultava os sacerdotes " ...uma terrível doença da pele apareceu na sua testa " ( v.19 ). Uzias passou o resto da vida isolado, incapaz de governar.
Muitos daqueles que dizem amar a Jesus não o demonstram servindo-lhe. Outros porém, talvez na tentativa de suprir a falta, assumem responsabilidades demais. Eles querem " consertar " o mundo confiando na própria força.
As duas abordagens estão incorretas. Todavia ao " permanecermos em posição ", dependendo do Senhor a cada dia para nos dar força e sabedoria, Ele pode nos usar para Sua glória - Não nossa. - Tim Gustafson 

Leia: 2 Crônicas 26:3-21
Enquanto [...] Uzias serviu a Deus fielmente [...] Durante esse tempo Deus o abençoou ( v.5 ).

Examine: Peça a Deus que abençoe os seus planos, e eles darão certo ( Provérbios 16:3 ).

Considere: Você tem a tendência de ocupar-se demais trabalhando para Deus ? Especifique o que você pode fazer de diferente para agradar a Deus ainda hoje ? 




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O BARULHO DOS ÍMPIOS E O SILÊNCIO DOS PIEDOSOS

 



“Vós que amais o Senhor, detestai o mal…” (Sl 97.10a).

Neste mundo assaz conturbado precisamos pedir a Deus discernimento e coragem. Discernimento para saber a hora certa de falar e a hora precisa de calar e coragem para não se calar na hora que o silêncio é sinal de covardia.
Duas coisas nos perturbam: o barulho dos ímpios e o silêncio dos piedosos.
Pior do que o barulho dos ímpios é o silêncio covarde dos piedosos. Aqueles que são chamados para amar o Senhor, devem na mesma proporção, detestar o mal. O mal não pode erguer sua fronte altiva sem ser confrontado. O mal não pode desfilar na passarela do tempo sem ser detestado. Calar-se diante do mal é ser não apenas covarde, mas também conivente.

O apóstolo Paulo, nessa mesma toada, escreve: “Detestai o mal, apegando-vos ao bem” (Rm 12.9).
Mas o que é o mal? É tudo aquilo que afronta a santidade de Deus, conspira contra os princípios morais e espirituais estabelecidos por Deus e tem o propósito de corromper os relacionamentos instituídos por Deus e balizados pela palavra de Deus. O mal se infiltra nas estruturas políticas e econômicas. O mal destila seu veneno nas redes sociais e no cinema. O mal mostra sua carranca nas ruas, no guetos, nos palácios e nas choupanas.

 O combustível que alimenta o mal é o pecado. O pecado é o pior de todos os males, pois nos priva do maior bem. O pecado nos afasta de Deus, do próximo e de nós mesmos. O pecado é maligníssimo. Seu salário é a morte.
O mal está dentro de nós e fora de nós. Está em nosso coração e em nossas palavras. Está em nossas ações, reações e omissões. Está no governo e no povo. Está na imprensa e na literatura. Está na televisão e no teatro. Está nas relações internacionais e nos acordos econômicos. Está na academia e nas cortes. Está na igreja e na família. Está na cidade e no campo. O mal é o bafo do diabo, o refluxo do pecado, o produto da rebelião contra Deus.
O mal tem um arsenal muito diversificado. Sua indumentária é variada. Apresenta-se sob o manto da tolerância, mas abespinha-se com qualquer pessoa que ousa discordar de sua cosmovisão. Usa a máscara do respeito aos direitos do outro, mas apenas quando o outro se curva aos seus rasteiros interesses. É nessa sociedade que se diz plural, mas exige subserviência à ditadura do relativismo que somos chamados a amar o Senhor e a detestar o mal.

É nesse mundo caído, rebelado contra Deus, que somos convocados a não nos conformarmos com este século, mas a sermos transformados pela renovação da nossa mente. É nesse ambiente hostil à fé cristã, que somos chamados a sair para fora dos portões da religiosidade, para nos encontrarmos com o Cristo vivo, na escola, na empresa, na família, na rua, levando o vitupério de Cristo.
O mundo odiou Cristo e também vai nos odiar. Ser cristão é viver os valores no céu numa terra manchada pelo pecado. Ser cristão é andar na luz num mundo de trevas. Ser cristão é praticar o bem num ambiente governando pelo mal. Ser cristão é andar na verdade num mundo rendido à mentira.

Ser cristão é viver em santidade num mundo que se refestela no pecado. O mal sempre vai se insurgir contra Deus e desferir golpes violentos contra seu povo.
O povo de Deus, porém, não pode ser vencido pelo mal, mas deve vencer o mal com o bem. O povo de Deus não pode acovardar-se diante da arrogância do mal, mas deve erguer sua voz em defesa do bem.
 O barulho dos ímpios não pode silenciar os piedosos!



Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 7 de julho de 2026

Versículo do dia

      Versículo do dia


Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.

João 12:26

Lis Avancini – Getsemani (Live Session)


 

PÃO DIÁRIO - 08/07/2026 - Amando a Jesus

Amando a Jesus


Jesus deixou nosso mundo muito antes de nós chegarmos. E apesar de Suas supostas aparições no decorrer dos tempos, nenhum de nós o viu de fato. Então como podemos amar alguém que nunca vimos ?
Jesus falou sobre isso na noite anterior à Sua morte. Ele prometeu que voltaria na forma de Seu Espírito para viver conosco para sempre. Então, de certa forma, Jesus não se foi, pois vive em nós como a terceira pessoa da Tridade ( João 14:16-19 ). O Espírito de Cristo nos une a Jesus, abrindo nossos ouvidos para ouvir Sua voz quando lemos a Escritura ( 1 Coríntios 2:10-16 ) e nos ajudando a orar, intercedendo por nós com " ...gemidos que não podem ser explicados por palavras " ( Romanos 8:26 ).
Além dessa comunicação espiritual, há outra maneira, geralmente esquecida, de amarmos Jesus hoje. Ele nos disse que quando servimos aos outros também amamos a Ele, pois Ele pessoalmente recebe toda refeição e copo de água, cada porta aberta e mão estendida oferecidas " ...ao mais humilde dos [ Seus ] irmãos " ( Mateus 25:34-40 ). Servir ao necessitado, para nós pode não parecer tão atraente quanto expressar nosso amor diretamente a Jesus, mas Ele nos assegura de que vale tanto quanto.
Quando a peste bubônica chegou a Wittenberg, na Alemanha, em 1527, muitos pastores apavorados queriam fugir para se salvar. Mas Martinho Lutero ordenou que eles ficassem e cuidassem dos enfermos e moribundos. Ele os encorajou dizendo: " Se querem servir a Cristo e esperar nele, muito bem, aí está um doente próximo de você. Vá até ele, sirva-o, e você encontrará Cristo nele [ ... ] qualquer um que pretenda servir a Cristo, em pessoa, precisa servir a seu próximo também. "
Nós não simplesmente amamos a Jesus e ao nosso próximo, mas amamos a Jesus ao amarmos o nosso próximo. - Mike Wittmer 

Leia: Mateus 25:34-40
Aí o Rei responderá: " Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quando vocês fizeram isso ao mais humilde dos meus irmãos, foi a mim que fizeram " ( v.40 ).

Examine: - Isaías 1:10-17
- Amós 4:1-5
- Marcos 12:28-31

Considere: Nem todos os que são bons amam a Jesus. Qual a singularidade em seus atos que refletem seu serviço a Cristo ? Por que é importante amar aos outros e investir tempo a sós com Jesus ?




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FRUTO, NUNCA MAIS!




“E, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não tendo achado senão filhas, disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente” (Mt 21.19).

 Jesus já havia subido a Jerusalém para a festa da páscoa. Estava mergulhado na sombra da cruz. Era sua última semana, antes de ser preso, julgado, condenado e pregado na cruz. Jesus saíra de Jerusalém para pernoitar em Betânia e logo de manhã estava de volta à cidade que o aclamara e à cidade que, liderada pelos sacerdotes, reivindicaria sua morte. Cedo de manhã, ao voltar para Jerusalém, teve fome. Nesse momento, ele vê uma figueira à beira do caminho. Aproxima-se dela, mas não encontrou nenhum fruto, apenas folhas. Jesus, então, pronuncia seu juízo à figueira. Aquela que, fazendo propaganda de frutos, deles estava desprovida, foi sentenciada a ficar sem frutos. Imediatamente a figueira secou. Que lições podemos aprender com esse episódio?

Em primeiro lugar, folhas sem frutos são aparências que enganam. Na figueira, as folhas vêm depois dos frutos. Se a figueira tinha folhas, logo, anunciava ter frutos. Mas sua aparência era enganosa. Assim, também, muitas pessoas parecem ser espirituais. Estão estrategicamente posicionadas à beira do caminho. Chamam a atenção para seu porte, para sua linda roupagem, para sua atrativa aparência. Estão revestidos de folhas, mas desprovidas de frutos. Fazem propaganda de frutos, mas só têm folhas. Sua vida é uma mentira. Seu discurso é um engano. Sua espiritualidade é uma farsa.

Em segundo lugar, folhas sem frutos são propaganda que decepcionam. A figueira primeiro produz frutos e depois brotam as folhas. As folhas protegem os frutos, mas não são um substituto deles. Os frutos vêm antes das folhas. Folhas sem frutos são propaganda enganosa. Consumada hipocrisia. Discurso sem vida. Espiritualidade falaciosa. Jesus estava com fome. A figueira, por ter folhas, fazia propaganda de seus frutos. Mas, ao examiná-la, Jesus não encontra nela frutos. Aquela figueira era uma decepção.

Em terceiro lugar, folhas sem frutos são promessas que fracassam. Jesus não encontra frutos na figueira para matar sua fome. Chegou faminto e saiu faminto. A promessa de frutos era exuberante, mas a realidade dos frutos inexistente. Havia um abismo entre o que figueira demonstrava e o que de fato a figueira era. Mesmo à beira do caminho, gerando tantas expectativas e as mais santas, frustrava a todos. Sua mensagem aos transeuntes era propaganda enganosa. Suas promessas eram um consumado fracasso.

Em quarto lugar, folhas sem frutos desembocam em severo juízo. Mateus registra a palavra severa de Jesus à figueira: “Nunca mais nasça fruto de ti” (Mt 21.19). Marcos, de igual forma, registra: “Nunca jamais coma alguém fruto de ti!” (Mc 11.14). Imediatamente após a sentença de Jesus, a figueira secou e secou até à raiz (Mc 11.20). A maldição que caiu sobre aquela figueira foi permanecer como estava, sem frutos. O que Jesus fez, foi arrancar sua máscara e sentenciá-la a permanecer estéril. Jesus não amaldiçoou aquela figueira. Ela já era uma maldição. Não passava de uma consumada mentira.

Esse milagre operado por Jesus, demonstrando seu juízo à figueira estéril tinha o propósito de alertar a respeito da falsa espiritualidade de Israel e de seus líderes, que embora, ostentassem grande pompa religiosa, estavam desprovidos dos frutos da piedade. Esse milagre é um alerta para nós, ainda hoje. Jesus não se contenta com folhas, ele quer encontrar em nós frutos!



Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Versículo do dia

     Versículo do dia


Olhai, pois, que façais como vos mandou o Senhor vosso Deus; não vos desviareis, nem para a direita nem para a esquerda.

Deuteronômio 5:32

Versículo do dia

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